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Bitcoin RSI semanal cai ao nível mais oversold desde US$ 15 mil e acende alerta no mercado

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Bitcoin entrou novamente em um ponto crítico do ciclo, marcado por uma forte correção e por sinais técnicos que despertam atenção imediata entre analistas. O RSI semanal do BTC atingiu seu nível mais “oversold” desde janeiro de 2023, quando o preço operava perto de US$ 15 mil. Agora, com o ativo negociado ao redor de US$ 87 mil, o indicador reacende debates sobre queda adicional ou um possível fundo de curto prazo.

RSI semanal revisita níveis raros e pressiona sentimento

O Bitcoin caiu cerca de 36% desde o topo histórico de US$ 126 mil, e essa pressão trouxe o RSI semanal para 35 pontos, replicando um patamar que historicamente antecedeu fortes recuperações. Esse movimento, porém, não trouxe consenso. Enquanto alguns especialistas enxergam um sinal claro de exaustão vendedora, outros alertam que períodos anteriores de sobrevenda profunda resultaram em novas quedas antes da estabilização.

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O analista Jelle destacou que, sempre que o BTC testa esse nível, “é hora de prestar atenção”, reforçando que o mercado pode estar próximo de um fundo — ou de uma fase ainda mais dolorosa. Já Mister Crypto observou que o Stochastic RSI mostra um dos cenários mais favoráveis para um rebote técnico, embora a confirmação ainda dependa de melhora no volume comprador.

Gráfico Bitcoin
Fonte: TradingView

No entanto, vozes mais cautelosas lembram que sobrevenda não garante reversão rápida. O comentarista Lark Davis apontou que, em ciclos anteriores, o BTC caiu mais 49% em 2018 e 58% em 2022 após atingir condições semelhantes. Para ele, “essas formações de fundo levam mais tempo do que o mercado imagina”.

Fundo Bitcoin Mister Crypto
Fonte: Mister Crypto

Métricas On-chain reforçam tese de undervaluation

Além dos indicadores técnicos, dados on-chain ampliaram o debate. O provedor CryptoQuant destacou que o NVT Golden Cross, métrica que compara valor de rede e volume transacional, recuou para -0.6, zona associada a subvalorização estrutural do Bitcoin. Embora o indicador tenha subido para -0.32 nos últimos dias, ele permanece negativo, apontando para uma recuperação parcial do valuation em relação ao uso real da rede.

Gráfico NVT Golden Cross
Fonte: CryptoQuant

Historicamente, níveis tão deprimidos de NVT antecederam movimentos expressivos: em abril de 2025, uma alta de 60%; no fundo de 2022, uma valorização superior a 350%. Analistas sugerem que o atual momento pode representar um estágio de acumulação silenciosa, com um mercado buscando equilíbrio após semanas de forte pressão vendedora.

Mercado busca direção em meio à exaustão técnica

Com o BTC ainda preso entre zonas densas de liquidez e um sentimento fragilizado pela queda, o foco se concentra no comportamento do RSI e no retorno gradual dos fundamentos on-chain. A combinação de sobrevenda histórica, NVT descontado e clusters de liquidez acima do preço pode estimular tentativas de recuperação no curto prazo.

Contudo, especialistas alertam que a definição do próximo movimento exige tempo, consolidação e melhora no apetite por risco. Por ora, o Bitcoin testa novamente os limites psicológicos do ciclo, enquanto o mercado tenta descobrir se está diante de um fundo estrutural — ou apenas de outra etapa da correção.

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Arthur Hayes diz que altcoins estão “doentes”, mas momento é de “garimpo” após liquidação recorde

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Arthur Hayes, cofundador da BitMEX, afirma que recuperação depende da volta do apetite por risco e da expansão monetária do Federal Reserve.

O mercado de altcoins passa por um de seus períodos mais fracos desde 2022. Arthur Hayes, cofundador da BitMEX, descreveu esses ativos como “sickly“, ou seja, debilitados. No entanto, ele afirma que o momento atual oferece oportunidades para quem manteve capital preservado durante a turbulência recente.

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Liquidação de 10 de Outubro deixou cicatrizes profundas

Hayes disse que o evento de 10 de outubro, quando mais de US$ 19 bilhões foram liquidados, destruiu a confiança de traders e fundos. O episódio derrubou preços, eliminou posições alavancadas e desencadeou pedidos de resgate de investidores institucionais.

Segundo ele, muitos hedge funds foram forçados a vender altcoins independentemente do preço, criando uma espiral de pressão vendedora. Nesse processo, Ethereum e Solana ficaram muito atrás do Bitcoin, assim como diversos tokens que costumavam liderar ciclos anteriores.

O wipeout prejudicou traders e fundos, e os pedidos de resgate aceleraram a queda”, escreveu Hayes. Ele acrescentou que a ausência do varejo — histórico impulsionador de volatilidade — tornou a queda ainda mais acentuada. Analistas da Gemini confirmaram que “os ganhos explosivos” vistos em ciclos anteriores praticamente desapareceram este ano.

Mesmo assim, Hayes afirma que o pânico generalizado abre espaço para o que chamou de “dumpster dive”, ou seja, buscar oportunidades entre projetos que foram excessivamente descontados.

Fed volta a imprimir dinheiro – E isso muda yudo, diz Hayes

Em sua análise, Hayes destacou que o Federal Reserve iniciou o programa Reserve Management Purchases (RMP), que adiciona cerca de US$ 40 bilhões por mês à economia. Para ele, o mecanismo funciona de forma semelhante ao tradicional quantitative easing.

O cofundador da BitMEX acredita que essa expansão monetária reduz o custo do dinheiro, incentiva o uso de alavancagem e reativa o apetite por risco. “O preço do dinheiro cai com os cortes de juros, e a quantidade cresce com o RMP“, explicou. Segundo Hayes, esse cenário impulsiona o Bitcoin e cria demanda por dólares sintéticos, fundamentais para operar alavancagem em altcoins.

Mesmo após um ano desanimador, ele argumenta que o ciclo pode mudar rapidamente se a liquidez aumentar. “Com mais dólares circulando e com traders buscando multiplicar ganhos, o fluxo volta para altcoins“, afirmou.

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Mercado tenta entender quando o ciclo vira

Hayes enfatiza que a recuperação das altcoins não será imediata. O setor ainda precisa absorver perdas, reconstruir confiança e aguardar a volta do varejo. Mesmo assim, ele mantém uma convicção clara: “Altcoins estão doentes, mas vão melhorar“.

No curto prazo, traders monitoram sinais de estabilização do Bitcoin, que tende a liderar qualquer retomada mais ampla. Se a liquidez continuar crescendo e a demanda por alavancagem aumentar, Hayes acredita que o próximo movimento deve surgir justamente onde poucos estão olhando: entre os ativos mais castigados do mercado.

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Solana e Aptos avançam para fortalecer blockchains contra futuros ataques quânticos

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O avanço da computação quântica deixou de ser um conceito distante e passou a representar risco real para as blockchains. Com essa mudança de cenário, redes como Solana e Aptos iniciaram testes e propostas para adotar padrões pós-quânticos que possam proteger transações e validadores nas próximas décadas.

A Fundação Solana confirmou que conduziu uma avaliação completa da rede em parceria com a empresa de segurança Project Eleven. O estudo testou assinaturas digitais resistentes a ataques quânticos dentro de um testnet dedicado. A ideia foi verificar se transações pós-quânticas podem rodar sobre a camada atual da rede sem causar interrupções.

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Estamos nos preparando para o futuro“, escreveu a Solana Foundation no X. A entidade afirma que o objetivo é manter a rede segura por muitos anos, mesmo em um cenário de avanço rápido da computação quântica.

Solana testa assinaturas pós-quânticas em ambiente real

Segundo a fundação, o testnet criado pelo Project Eleven utilizou assinaturas digitais pós-quânticas para avaliar riscos e validar compatibilidade. O teste ocorreu após uma análise de ameaça mais ampla, que considerou possíveis ataques capazes de quebrar modelos criptográficos atuais.

O vice-presidente de tecnologia da Solana Foundation, Matt Sorg, afirmou que proteger a base criptográfica é uma responsabilidade de longo prazo. Ele lembrou que, embora computadores quânticos ainda não representem ataque imediato, o planejamento antecipado é crucial.

A iniciativa se soma a medidas anteriores da Solana. Em janeiro, os desenvolvedores lançaram o Winternitz Vault, recurso opcional de carteira com assinaturas baseadas em hash. Ele cria novas chaves para cada transação e protege usuários sem modificar o protocolo central.

Sorg afirmou que 2025 será marcado pela entrega de um segundo cliente e por avanços no mecanismo de consenso da rede. Para ele, esforços como os do Project Eleven mostram que o ecossistema está reforçando a resiliência de longo prazo de forma concreta.

Aptos propõe assinatura pós-quântica como opção

A rede Aptos também mira reforços. Um novo processo de governança, chamado AIP-137, propõe adicionar o esquema de assinatura pós-quântica SLH-DSA como opção para usuários. O esquema foi desenvolvido com base em estudos do NIST, utilizando SHA-256 e evitando dependência de novos modelos criptográficos.

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A Aptos Labs explicou que a proposta não exigirá migração obrigatória e que o Ed25519 continuará como padrão. Usuários que desejarem proteção adicional poderão ativar a assinatura pós-quântica ao criar contas específicas.

O ponto negativo está na eficiência: as assinaturas são maiores e levam mais tempo para serem verificadas. Isso pode aumentar carga na rede caso muitos usuários adotem o sistema.

Mesmo assim, a Aptos Labs descreveu o AIP-137 como preparação estratégica, não resposta emergencial. A empresa destacou que o plano permite à rede se antecipar a mudanças tecnológicas, sem agir sob pressão.

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A discussão sobre segurança pós-quântica ecoa em redes como Bitcoin, Ethereum e Zcash, cujos desenvolvedores também debatem padrões resistentes ao futuro. A preocupação central é que máquinas quânticas avançadas possam derivar chaves privadas e forjar transações.

Ainda assim, especialistas pedem calma. O cofundador da Blockstream, Adam Back, afirmou que o risco é mínimo no curto prazo. Ele disse que a tecnologia ainda enfrenta obstáculos enormes e que estamos “décadas longe” de um ataque viável. Mesmo assim, concordou que é razoável que blockchains se preparem desde já.

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Citigroup projeta fortes altas para Bitcoin e Ethereum e vê mercado cripto em transição

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O Citigroup divulgou uma nova previsão otimista para o mercado cripto após um dos períodos mais voláteis dos últimos anos. O banco traçou cenários claros para Bitcoin e Ethereum, mesmo reconhecendo a fragilidade do sentimento atual. Para a instituição, o setor passa por uma fase em que o avanço regulatório começa a superar a narrativa especulativa.

O relatório mais recente define um alvo de US$ 143 mil para o Bitcoin e US$ 4.304 para o Ether em 12 meses. Esses números representam recuperação significativa diante das quedas registradas após o pico de outubro. A análise sugere que o mercado ainda possui espaço para retomada sólida, desde que a liquidez institucional volte a crescer.

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Regulação substitui especulação como principal força do mercado

Segundo o Citigroup, a dinâmica cripto mudou de forma profunda. A instituição afirma que sinais positivos vindos da Casa Branca, somados a uma postura mais flexível de reguladores, reduziram incertezas jurídicas. Esse ambiente incentiva bancos, gestoras e fundos a reconsiderarem sua presença no setor.

Para o banco, a evolução regulatória cria condições para adoção mais ampla. Investidores que antes evitavam o segmento por receio de compliance começam a observar o setor com mais atenção. Citi afirma que a valorização futura dependerá da integração e do uso real, e não de movimentos puramente especulativos.

Ainda assim, o banco alerta que o mercado segue absorvendo os impactos de uma fase intensa de aversão ao risco global. A queda recente, especialmente no fim do ano, foi uma das maiores em termos nominais, pressionada por saída de capital e liquidações forçadas.

A situação piorou quando a Strategy, maior detentora corporativa de Bitcoin, revisou para baixo sua projeção de lucros para 2025. O anúncio alimentou temores de que o apetite institucional possa enfraquecer durante quedas prolongadas.

Cenários ampliam faixa de risco para os próximos meses

O Citigroup também delineou possíveis cenários alternativos. Em ambiente favorável, com clareza regulatória e recuperação do apetite por risco, Bitcoin poderia chegar a US$ 189 mil e o Ethereum a US$ 5.132. Esses números refletem estímulos vindos de nova onda de adoção e fluxos constantes de capital.

No cenário pessimista, porém, o quadro se inverte. O banco prevê que o BTC pode cair até US$ 78 mil e o ETH recuar para US$ 1.270, caso uma nova pressão macro force investidores a reduzir exposição a ativos voláteis.

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Mesmo com a amplitude dos cenários, o Citigroup destaca que os preços atuais parecem mais alinhados à atividade on-chain e ao número de usuários, e não inflados por excesso especulativo. Isso sugere que o mercado está mais próximo de uma base sustentável.

Para o banco, o setor vive uma transição estrutural. O hype perdeu força, mas a regulação e a adoção institucional criam fundamentos para recuperação gradual. O Citigroup vê um caminho claro para preços mais altos no próximo ano, embora alerta que a jornada não será linear.

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Terraform processa Jump Trading por US$ 4 bilhões e aponta manipulação no colapso da TerraUSD

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A disputa jurídica envolvendo o colapso da TerraUSD (UST) ganhou um novo capítulo. O administrador da falência da Terraform Labs, Todd Snyder, entrou com uma ação nos Estados Unidos acusando a Jump Trading de lucrar ilegalmente e contribuir para a destruição do ecossistema Terra. O processo pede US$ 4 bilhões em indenizações.

A denúncia, apresentada no Tribunal Federal do Distrito Norte de Illinois, inclui também o cofundador da Jump, William DiSomma, e o ex-presidente da Jump Crypto, Kanav Kariya. O caso aumenta a pressão sobre empresas envolvidas nos bastidores da stablecoin algorítmica.

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Segundo Snyder, a Jump firmou acordos confidenciais com a Terraform para extrair valor e mascarar fragilidades estruturais do projeto. A Terraform confirmou a ação judicial e disse que busca responsabilizar a empresa por manipulação de mercado, autonegociação e mau uso de ativos.

Acordos secretos e manipulação do Peg, afirma a denúncia

A ação sustenta que a Jump criou um relacionamento com a Terraform em 2019, incluindo contratos que permitiam comprar grandes quantidades de LUNA por valores muito abaixo do mercado. Esses acordos teriam garantido bilhões de dólares em ganhos para a empresa.

O documento também afirma que a Jump fez parte de um “acordo de cavalheiros” para restaurar o peg da TerraUSD durante a perda temporária de paridade em maio de 2021. A compra de dezenas de milhões de UST teria sido responsável por estabilizar o token, embora Terraform e Jump tenham dito ao público que o processo ocorreu graças ao modelo algorítmico da stablecoin.

Após essa intervenção, a Jump teria renegociado seus contratos, removendo restrições de lock-up e acelerando a liberação de tokens LUNA. Isso teria permitido que a empresa vendesse rapidamente suas posições e capturasse ganhos bilionários antes do colapso definitivo.

A ação afirma que essas práticas contribuíram para o desastre, pois criaram uma falsa sensação de estabilidade do sistema. Snyder acusa a Jump de explorar o ecossistema e deixar investidores desavisados com prejuízos maciços.

Colapso da Terrausd gerou contágio e dezenas de falências

A TerraUSD perdeu sua paridade em maio de 2022, desencadeando um colapso estimado em US$ 40 bilhões nas criptomoedas UST e LUNA. O evento gerou contágio em todo o setor e foi um dos gatilhos para insolvências que culminaram na queda da FTX.

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A Terraform entrou em falência em janeiro de 2024 e depois aceitou pagar US$ 4,5 bilhões para encerrar um processo civil da SEC. Agora, o administrador tenta recuperar recursos para credores, responsabilizando a Jump por seu suposto papel oculto na crise.

O processo destaca ainda as ações de Do Kwon, fundador da Terraform. Ele idealizou o modelo algorítmico que deveria manter a paridade da UST e se tornou o rosto do projeto. Hoje, enfrenta processos criminais em dois países e foi condenado nos EUA a 15 anos de prisão.

A ação contra a Jump aprofunda a investigação sobre práticas que antecederam o colapso, sugerindo que a crise foi agravada não apenas por falhas técnicas, mas também por manipulação deliberada e decisões estratégicas que favoreceram poucos enquanto milhões de investidores assumiam as perdas.

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Synthetix retorna ao Ethereum após três anos e diz que “agora podemos fazer de novo”

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A Synthetix decidiu voltar ao Ethereum mainnet depois de três anos longe da camada principal. O movimento marca uma mudança importante na estrutura do mercado de derivativos descentralizados. Para Kain Warwick, fundador do protocolo, a rede está finalmente pronta para suportar aplicativos financeiros de alta frequência sem repetir os problemas do passado.

Warwick afirmou que, quando os perp DEXs começaram a crescer, o Ethereum estava congestionado demais para operar plataformas complexas. A migração para soluções de escalabilidade parecia inevitável naquele momento. Agora, segundo ele, o cenário mudou completamente.

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Podemos fazer de novo“, disse Warwick, destacando que a redução da demanda, somada às melhorias de escalabilidade, abriu caminho para o retorno.

Tweet Synthetix
Fonte: Synthetix

Gas Baixo E Rede Estável Reacendem Interesse Pelo Mainnet

Durante anos, operar um perp DEX no mainnet era impraticável. As taxas altas afetavam a eficiência dos mercados. Muitos protocolos, incluindo dYdX e o próprio Synthetix, migraram para soluções como Optimism, Arbitrum e Base. A mudança fez parte de um esforço para manter custos baixos e atrair traders.

Warwick explicou que os custos eram “muito altos” e prejudicavam operações críticas. A eficiência caía conforme as taxas aumentavam. No entanto, a situação mudou rapidamente. Atualmente, a taxa média no Ethereum está em 0,71 gwei, quase 26 vezes menor que no mesmo período do ano anterior.

Gas Fee Etherscan
Fonte: Etherscan

Segundo Warwick, essa combinação de camada 2 e camada 1 devolveu ao Ethereum a capacidade de hospedar infraestrutura de mercados complexos.

Você pode rodar infraestrutura crítica no mainnet novamente“, afirmou.

Especialistas do setor também apontam para melhorias mais amplas. O educador Anthony Sassano disse recentemente que o objetivo de elevar o gas limit para 180 milhões em 2026 é apenas o começo. Para ele, a rede deve continuar ampliando capacidade conforme demanda.

Synthetix acredita que outros perp dexs vão retornar ao Ethereum

Warwick afirmou esperar que outros perp DEXs sigam o exemplo. Para ele, o Ethereum voltou a ser o ambiente mais eficiente para mercados alavancados.

Liquidez, margem e ativos ainda estão no Ethereum“, destacou, lembrando que a concentração de capital torna a rede ideal para negociações avançadas.

O fundador também brincou que não seria um lançamento da Synthetix sem concorrentes tentando acompanhar. “Alguém sempre tenta nos copiar em 20 minutos“, disse Warwick com humor.

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Para ele, 2025 foi um dos anos mais importantes para o desenvolvimento do Ethereum desde o Merge, em 2022. Ele acredita que a rede passou a focar mais nas necessidades dos construtores, não apenas na infraestrutura em si.

O retorno da Synthetix ao mainnet simboliza essa mudança. O mercado observa de perto como a plataforma vai se comportar em um ambiente renovado, com taxas baixas, liquidez abundante e uma comunidade técnica mais alinhada ao crescimento do ecossistema.

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Kalshi integra a rede TRON e amplia acesso à liquidez on-chain no maior mercado de previsões do mundo

Kalshi integra a rede TRON e amplia acesso à liquidez on-chain no maior mercado de previsões do mundo

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A Kalshi, reconhecida como a maior plataforma de mercados de previsão do mundo, deu um passo importante em sua expansão ao integrar oficialmente a rede TRON. A novidade amplia o acesso à liquidez on-chain e aproxima ainda mais os mercados tradicionais das infraestruturas descentralizadas.

A integração permite depósitos e saques diretos com TRX, token nativo da TRON, e USDT na rede TRON, fortalecendo a visão multichain da Kalshi. A mudança cria novas rotas de liquidez e facilita a conexão entre participantes globais e eventos reais negociados em blockchain.

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Tron se torna peça central na expansão multichain da Kalshi

Segundo o anúncio, usuários domésticos agora podem depositar e retirar TRX e USDT (TRON) diretamente na plataforma. Já usuários internacionais terão acesso por meio de contas conectadas a exchanges parceiras. Esse modelo amplia a acessibilidade e reduz barreiras operacionais.

O TRON DAO destacou que a colaboração reflete um momento de convergência entre mercados financeiros tradicionais e blockchain. A rede foi escolhida por sua escala comprovada, eficiência e custos extremamente baixos.

A equipe da Kalshi também reforçou que a integração acelera sua visão de infraestrutura multichain. Com o TRON movimentando US$ 24 bilhões por dia e abrigando mais de US$ 80 bilhões em USDT, a plataforma passa a contar com uma das maiores reservas de stablecoins do mundo.

A presença de liquidez profunda é essencial para mercados de previsão, que exigem formação rápida de preços e movimentação eficiente de capital.

Rede Tron amplia eficiência e reduz fricção operacional

Com tempos de bloco de três segundos e taxas quase zero, a rede TRON oferece um ambiente ideal para movimentação constante de fundos. Isso se torna ainda mais relevante em plataformas como a Kalshi, onde operações rápidas definem oportunidades e riscos.

O TRON DAO ressaltou que a rede possui mais de 350 milhões de contas registradas e já processou mais de 12 bilhões de transações. Esse alcance global permite que a Kalshi atraia novos usuários e conecte mercados emergentes à sua estrutura regulada nos Estados Unidos.

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A integração também acompanha uma tendência maior: a adoção crescente de infraestruturas blockchain por empresas tradicionais que buscam eficiência, liquidação rápida e acessibilidade global. À medida que mercados de previsão e cripto ganham clareza regulatória, a adoção de redes escaláveis se torna um diferencial estratégico.

Com a parceria, tanto TRON quanto Kalshi se posicionam na linha de frente da interseção entre finanças tradicionais e mercados descentralizados. A combinação de liquidez global, infraestrutura robusta e custos reduzidos cria um terreno fértil para expansão contínua.

Para especialistas, essa integração reforça a transição do blockchain para uma camada essencial da infraestrutura financeira mundial. E, para a Kalshi, representa a entrada definitiva no ecossistema on-chain, ampliando o alcance do maior mercado de previsões do planeta.

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Fluxo recorde em ETFs reforça corrida institucional para o Bitcoin

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Os ETFs de Bitcoin registram uma forte entrada de capital e reforçam o movimento de busca por ativos mais seguros no mercado cripto. O setor recebeu US$ 457 milhões em aportes, resultado que marca o terceiro melhor dia desde outubro. Esse fluxo mostra que investidores continuam priorizando o Bitcoin, mesmo com sinais mistos entre altcoins.

Entrada De Capital Reforça Procura Por Ativos Mais Sólidos

Os dados da SoSoValue mostram que os ETFs de Bitcoin receberam US$ 457 milhões na quinta-feira. O valor fica atrás apenas dos registros de 11 de novembro e 21 de outubro. O destaque do dia ficou com o IBIT da BlackRock, que captou US$ 262,11 milhões. O fundo da Fidelity, FBTC, recebeu US$ 123,61 milhões, enquanto o Bitwise BITB somou US$ 21,9 milhões.

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Por outro lado, alguns produtos registraram saídas. O GBTC, da Grayscale, perdeu US$ 25,11 milhões. O fundo da Hashdex viu um pequeno recuo de US$ 1,45 milhão. Mesmo assim, o saldo geral permanece amplamente positivo.

O Bitcoin negocia perto de US$ 88.700, com alta de aproximadamente 1,5% em um dia. Esse comportamento fortalece a percepção de que a demanda institucional continua firme, mesmo com mudanças de humor no mercado varejista. Plataformas de previsão mostram tendência parecida. Usuários da Myriad dão 63% de chance para o Bitcoin atingir US$ 100 mil antes de voltar para US$ 69 mil.

Esse otimismo cauteloso aparece também entre executivos do setor. Para Shivam Thakral, CEO da BuyUCoin, o fluxo recorde representa um movimento claro de “flight to quality”. Ele afirma que investidores buscam liquidez, segurança regulatória e demanda estável impulsionada pelos ETFs.

Fluxos De Ethereum Mostram Padrão Contrário E Ampliam Divergência

O comportamento dos ETFs reforça uma separação evidente entre o Bitcoin e o restante do mercado. Os ETFs de Ethereum enfrentaram US$ 22,43 milhões em saídas, marcando cinco dias consecutivos de resgates. Usuários da Myriad atribuem apenas 32% de chance de o Ethereum alcançar US$ 4 mil, o que reforça visão mais cautelosa.

Essa dinâmica também afeta outras altcoins. XRP e diversos tokens permanecem estáveis, sugerindo seletividade, não apetite por risco amplo. Thakral explica que o capital permanece na criptoeconomia, mas se concentra em ativos vistos como mais acessíveis para instituições.

A força do Bitcoin nos preços confirma essa tendência. Mesmo com fluxos mistos, a moeda mantém suportes técnicos importantes e mostra absorção forte da pressão de venda. Esse padrão combina com a entrada de US$ 457 milhões, que reforça posicionamento de médio prazo por parte de investidores.

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O mercado, porém, segue em ambiente sensível. O período de festas costuma trazer baixa liquidez, o que pode gerar movimentos bruscos. Assim, analistas defendem postura cautelosa, mesmo com sinais de fortalecimento estrutural do Bitcoin.

A leitura geral mostra um setor em reacomodação, com o Bitcoin no centro da preferência institucional. Se os fluxos positivos continuarem, o ativo pode iniciar nova fase de valorização no início de 2026.

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Nova tecnologia da Fetch.ai promete transformar pagamentos com agentes totalmente autônomos

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A Fetch.ai afirma que seus agentes de inteligência artificial estão prontos para superar barreiras que limitam o comércio online atual. A empresa garante que, com novos recursos, esses agentes poderão executar pagamentos e reservas sem depender de autorização humana em tempo real. A iniciativa marca um passo importante rumo a uma economia orientada por sistemas totalmente autônomos.

Agentes Passam a Executar Pagamentos Completos Em Testes Reais

A empresa diz que seus agentes já funcionaram em cenários reais. Eles reservaram restaurantes e pagaram depósitos usando infraestrutura da Visa, com credenciais temporárias criadas para compras específicas. Esse modelo permite transações seguras e controladas. Assim, os agentes conseguem atuar mesmo quando o usuário está offline.

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A Fetch.ai confirma que o lançamento público acontecerá em janeiro de 2026. A decisão ocorre após revisões adicionais solicitadas pela Visa. E ainda, a empresa afirma que o suporte da Mastercard deve chegar logo depois.

Humayun Sheikh, fundador da Fetch.ai, afirma que o verdadeiro obstáculo não envolve acesso às redes de pagamento. Para ele, o problema está no modo como os sistemas são estruturados. Ele explica que o mercado avança para uma economia “AI-first”, e isso exige comunicação direta entre agentes autônomos capazes de transacionar sem supervisão imediata.

O novo recurso foi construído dentro da plataforma ASI:ONE, da Fetch.ai. O objetivo é permitir que agentes façam reservas, enviem pagamentos e executem pedidos com autonomia. A empresa reforça que trabalha com provedores financeiros tradicionais para garantir credibilidade e segurança.

Credenciais Temporárias Garantem Segurança E Reduzem Riscos

Para reduzir riscos, o sistema usa credenciais de pagamento descartáveis. A Visa emite números temporários com valores e finalidades específicas. Dessa forma, os agentes não guardam dados sensíveis. Sheikh afirma que esse modelo cria mais confiança e evita abusos.

O sistema funciona tanto com cartões tradicionais quanto com pagamentos on-chain usando USDC ou FET, token nativo da Fetch.ai. A empresa evita transferências bancárias diretas, já que elas exigem conformidade regulatória mais complexa.

A Fetch.ai também desenvolveu uma camada de identidade. Cada agente atua em nome de um usuário ou empresa identificável. Essa exigência surge porque varejistas demonstram resistência ao crescimento de ferramentas que imitam comportamento humano. A política tenta evitar conflitos semelhantes aos enfrentados por outras empresas de IA.

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No mês passado, a Amazon enviou uma carta de advertência à Perplexity por causa de um sistema que simulava compradores humanos. Sheikh diz que os agentes da Fetch.ai seguem caminho oposto. Eles operam com plena transparência, sempre vinculados a uma identidade persistente.

Os agentes ainda possuem caixas de mensagens para períodos offline. Quando retomam a conexão, eles verificam instruções pendentes e executam ações necessárias. Esse recurso evita interrupções em ambientes mais complexos.

A expansão ocorre enquanto o Artificial Superintelligence Alliance enfrenta mudanças internas. A Ocean Protocol deixou o grupo em 2025 após desacordo sobre controle de recursos e fechamento de pontes de tokens. Mesmo assim, a Fetch.ai reafirma que continua comprometida com um modelo que permite que usuários executem e mantenham seus próprios agentes.

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Sheikh diz que a arquitetura foi projetada para garantir propriedade total. Assim, cada agente representa um usuário real, criando ambiente confiável e adequado para o comércio digital do futuro.

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CPI abaixo do esperado impulsiona otimismo e fortalece Bitcoin

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A inflação dos Estados Unidos perde força de maneira nítida, e o novo relatório do CPI confirma esse resfriamento. Os dados chegam após o fechamento temporário do governo e mostram que as pressões de preços diminuem no fim de 2025. O resultado traz alívio ao mercado, já que números menores reforçam a tendência de desinflação contínua.

Inflação cai mais que o esperado e surpreende analistas

O CPI mostra que os preços ao consumidor sobem 2,7% em novembro, desempenho abaixo da projeção de 3,1%. O núcleo da inflação avança 2,6%, também abaixo do esperado pelo mercado. Dessa forma, o relatório indica queda real no ritmo inflacionário e sinaliza ambiente econômico menos pressionado.

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O documento cobre um período de dois meses por causa do fechamento do governo em outubro. A falta de dados tradicionais reduz comparações mensais. Mesmo assim, o Bureau of Labor Statistics afirma que o uso de fontes alternativas mantém a consistência geral. O relatório, portanto, mostra tendência clara, mesmo com ruído estatístico.

Os preços avançam apenas 0,2% entre setembro e novembro. O núcleo repete esse movimento, o que indica força menor da inflação subjacente. E ainda, a desaceleração fortalece expectativas de que a economia caminha para estabilidade de preços.

O custo de moradia, que pressionou a inflação por anos, sobe apenas 0,2% no período. Esse dado reforça a leitura de que pressões amplas começam a se dissipar.

Energia continua alta, enquanto alimentos mostram moderação

Os preços de energia avançam 1,1% em dois meses e sobem 4,2% em um ano. A alta ocorre por causa da força elétrica, do gás natural e do óleo combustível. Contudo, esses aumentos não mudam a direção da desinflação.

O setor de alimentos sobe somente 0,1% no período e avança 2,6% em um ano. Supermercados mantêm inflação moderada. Já refeições fora de casa continuam mais caras por causa de custos trabalhistas.

O mercado de trabalho também mostra equilíbrio. Os pedidos iniciais de seguro-desemprego totalizam 224 mil, ligeiramente abaixo do previsto. Esse dado sugere enfraquecimento controlado, sem sinais de deterioração forte.

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Os serviços continuam firmes, mas não aceleram. Moradia, saúde e transporte mostram ganhos moderados. Os bens permanecem fracos. Veículos usados sobem, enquanto carros novos ficam estáveis. Assim, o padrão geral reforça a leitura de pressão menor sobre preços.

O conjunto dos dados aproxima a inflação dos objetivos de longo prazo do Federal Reserve. Mesmo com a ausência de dados de outubro, o movimento geral aponta perda de força nos preços.

O impacto para o Bitcoin e o cenário de 2026

A combinação de inflação mais baixa e mercado de trabalho estável fortalece expectativas de postura mais flexível do Federal Reserve no próximo ano. Pressões menores reduzem a necessidade de política rígida e criam espaço para possíveis cortes de juros.

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Esse ambiente costuma favorecer o Bitcoin. A desinflação melhora a liquidez e aumenta o apetite por risco. Se a tendência continuar, investidores podem buscar ativos digitais com mais confiança.

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