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El Salvador quer atrair infraestrutura de IA após aposta no Bitcoin

Memecoin Mind of Pepe introduz novo agente de IA

O governo de El Salvador está dobrando sua aposta em tecnologia. Após se tornar o primeiro país do mundo a adotar o Bitcoin como moeda legal, agora o foco é a inteligência artificial (IA).

E o parceiro escolhido para essa nova fase é a gigante de chips Nvidia.

A colaboração foi anunciada no dia 21 de abril pela Secretaria Nacional do Bitcoin (ONBTC). O objetivo é desenvolver uma infraestrutura nacional de IA que atenda diretamente às demandas do país.

Segundo o comunicado, a Nvidia fornecerá ferramentas, recursos e consultoria para que El Salvador construa uma base tecnológica sólida, soberana e adaptada à sua realidade.

IA como motor para saúde, educação e economia

A parceria entre El Salvador e Nvidia pretende usar a IA para solucionar desafios locais. Entre os focos estão a melhoria dos serviços de saúde, avanços na educação pública e aumento da produtividade econômica.

O país quer usar tecnologia para fazer mais com menos — algo essencial para economias em desenvolvimento.

Além disso, a IA poderá ser usada em modelos preditivos de clima e chuvas. Isso pode auxiliar na prevenção de desastres naturais, especialmente em regiões suscetíveis a deslizamentos de terra.

Também pode otimizar a gestão de usinas hidrelétricas, ampliando a eficiência energética do país.

Contudo, o plano não é apenas importar tecnologia, mas desenvolver expertise local. El Salvador quer treinar desenvolvedores, pesquisadores e funcionários públicos, por exemplo. O objetivo é criar uma força de trabalho preparada para lidar com as demandas da nova era digital.

Dessa forma, o país pretende se tornar independente tecnologicamente. Essa soberania digital, segundo o governo, é essencial para garantir que soluções de IA atendam à cultura, idioma e necessidades específicas da população salvadorenha.

Educação pública e apoio de nomes de peso

Essa não é a primeira iniciativa do governo voltada para IA. Em março de 2025, foi lançado o CUBO_ai, um programa universitário focado em inteligência artificial. O projeto foi anunciado com o apoio da investidora Cathie Wood, uma das maiores entusiastas do Bitcoin.

Wood, inclusive, previu que a combinação entre IA e Bitcoin pode multiplicar o PIB de El Salvador por dez até 2029. Sua participação no CUBO_ai reforça o prestígio do programa, que promete trazer os melhores especialistas da área para capacitar jovens talentos.

No entanto, apesar do otimismo, nem tudo são flores. Em março, o Fundo Monetário Internacional (FMI) pressionou o governo salvadorenho a conter novas compras de Bitcoin.

A medida faz parte de um acordo de US$ 1,4 bilhão para financiar o país. Ainda assim, El Salvador mantém sua estratégia de adquirir 1 BTC por dia.

Portanto, essa insistência em manter o Bitcoin como parte da política nacional mostra que o país está disposto a romper com padrões tradicionais.

Agora, com o novo foco em IA, essa postura se torna ainda mais evidente.

MIND of Pepe — IA descentralizada e acessível

Enquanto El Salvador aposta em uma IA soberana, o mundo cripto também se movimenta. Um dos projetos mais promissores nesse campo é o MIND of Pepe, um token que combina inteligência artificial com cultura meme.

A proposta é ambiciosa: oferecer uma IA autônoma capaz de analisar tendências de mercado em tempo real e ajudar usuários com insights valiosos.

A IA do MIND de Pepe monitora dados on-chain, mídias sociais e sentimento do mercado. Com isso, antecipa oportunidades e interage com aplicações descentralizadas para lançar novos tokens automaticamente.

É como ter um analista cripto 24/7 ao seu lado — só que alimentado por IA.

Staking com 289% de APY

Além disso, o projeto oferece staking com rendimento de 289% ao ano, incentivando a participação de longo prazo.

Tudo isso com segurança: os contratos foram auditados por Coinsult e SolidProof. O token $MIND está disponível em pré-venda, com preço atual de US$ 0.0037215.

Portanto, para participar, basta acessar o site oficial do MIND of Pepe e conectar uma carteira como a Best Wallet. O pagamento pode ser feito com ETH, USDT ou cartão de crédito.

Dessa forma, El Salvador mostra que governos podem liderar a revolução da IA. Já o MIND of Pepe mostra que qualquer pessoa pode participar dela.

Enquanto o país constrói uma IA nacional com a Nvidia, investidores atentos encontram no $MIND uma chance real de retorno, acessível, descentralizada e segura.

Visite o MIND of Pepe aqui

Aviso: Este artigo tem funcionalidade exclusivamente informativa, e não constitui aconselhamento de investimento ou oferta para investir. O CriptoFácil não é responsável por qualquer conteúdo, produtos ou serviços mencionados neste artigo.

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Rede social que transforma postagens em criptomoedas distribui tokens de graça

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A Zora, uma rede social on-chain que transforma publicações feitas nas redes sociais em criptomoedas, anunciou o lançamento do seu token oficial e um airdrop (distribuição de tokens de graça) para usuários. A plataforma viralizou na última semana a partir de uma série de postagens do fundador da Coinbase, uma das investidoras do projeto.

Postagem do aidropd da Zora
Zora anuncia lançamento oficial de token. Fonte: X.com

No domingo (20) o projeto anunciou o lançamento do token $ZORA, quando será distribuído via airdrop para usuários. De acordo com a publicação da plataforma, o lançamento também contará com um airdrop de tokens que levará em consideração a atividade dos usuários durante dois períodos.

Nesse sentido, o primeiro período vai analisar a movimentação dos usuários entre os dia 1 de janeiro de 2020 e 3 de março de 2025. O segundo período será do dia 3 de março, quando o projeto anunciou o lançamento do token, ao dia 20 de abril.

A distribuição ocorrerá em forma de snapshots, ou seja, recortes do estado da blockchain durante esses períodos. Entretanto, a publicação não informa sobre a quantidade nem outros dados sobre como funcionará a distribuição de tokens de graça. Provavelmente, a distribuição deve levar em conta os projetos com maiores engajamento, assim como os usuários com mais participação.

Fundador da Coinbase investe e promove

O Zora se tornou mais conhecido na última semana, quando o fundador da Coinbase, Jesse Pollack, promoveu a rede social. Isso porque, durante os últimos dias, Pollack compartilhou uma série de postagem de usuários da Base pedindo para seus posts serem transformados em criptomoedas da Zora. A frase “Coin it”, uma espécie de pedido para transformar a publicação em uma criptomoeda, viralizou nas redes.

Além disso, usuários também descobriram que a Coinbase é uma das investidoras do Zora, que está avaliado em US$ 600 milhões. Em 2022 o projeto recebeu um aporte de US$ 50 milhões de um consórcio de investidores, incluindo a Coinbase Ventures.

O que é Zora

Basicamente, o que a Zora faz é transformar publicações em tokens, permitindo que os usuários comprem participações daquele conteúdo. Literalmente, qualquer imagem, postagem, mensagem, vídeo, é tokenizado e suas criptomoedas são negociadas dentro da rede social.

De acordo com a Duna, o protocolo atraiu mais de 230 mil novos traders somente no domingo, quando anunciou a distribuição de tokens de graça. O gráfico da Dune, inclusive, também virou criptomoedas na Zora.

A ideia é fazer com que as publicações viralizem, pois, assim, os investidores podem lucrar com as criptomoedas adquiridas, criando verdadeiras comunidades engajadas em torno do conteúdo. Um desses posts foi o “Coinbase é para todos” que foi compartilhado no perfil oficial da Base e chegou a valer US$ 17 milhões em poucas horas.

No entanto, a Zora tem enfrentado uma série de denúncias de investigadores de que a Base está inflando artificialmente postagem transformadas em criptomoedas para lucrar com o hype.

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Altcoins em alta: Sui, Stacks e Fartcoin disparam enquanto pré-vendas aquecem o mercado

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O mercado de criptomoedas está se recuperando depois dos últimos tombos. Com a pausa na guerra tarifária e os anúncios contra o presidente do Banco Central, Trump tem dado o tom da alta atual. Enquanto o Bitcoin (BTC) se consolida acima dos US$ 87.500, as altcoins como Sui (SUI), Stacks (STX) e Fartcoin (FART) têm tido ganhos expressivos. Além dessas três moedas, a BEST e a FEPE estão em momentos de destaque.

Trump voltou do feriado de páscoa determinado em demitir Jerome Powell. Em sua rede social, o presidente dos Estados Unidos chamou o líder do FED, órgão responsável pelas taxas de juros americanas, de “Sr. Tarde Demais”. Isso porque, segundo o presidente dos EUA, Powell está atrasado em relação à Europa, que acaba de reduzir o juros pela sétima vez.

Mercado em queda enquanto Bitcoin está em alta.
Mercado de ações em queda e Bitcoin em alta. Fonte: X.com

Assim, a semana começou turbulenta para o mercado financeiro que teme uma intervenção de Trump na cadeira mais importante da economia americana. Por outro lado, o mercado de criptomoedas viu com bons olhos as manifestações de Trump.

Taxas de juros baixas forçam investidores a buscar opções além dos títulos do Tesouro americano, que hoje pagam entre 4,2% a 4,5% ao ano. De forma que as altcoins tendem a se beneficiar nesse contexto.

Altcoins em destaque

O principal termômetro do mercado, o Bitcoin, subiu e chegou a voltar a ser cotado acima dos US$ 88 mil, após passar semanas em quedas consecutivas. Com isso, algumas altcoins têm se destacado no contexto atual.

Sui (SUI)

Preço SUI
Preço SUI. Fonte: CoinGecko

Após um rali insano na virada de 2024 para 2025, o SUI sofreu com uma pressão de venda e teve uma queda acentuada. No entanto, o token subiu muito nas últimas horas, voltando a ser negociado em torno de US$ 2,26, se estabilizando na faixa dos US$ 2.17.

De acordo com o analista John Isge, os dados indicam uma sinalização de reversão após as vendas realizadas em janeiro. Indicadores técnicos como o MACD (na faixa de 0.0211) e o RSI (variando entre 51.41 e 45.76) reforçam o otimismo dos investidores.

No entanto, os investidores devem ficar atentos aos obstáculos. Especialmente, em relação às médias móveis exponenciais (MME) de 100 e 200 dias, que estão em um cruzamento de baixa. Algo que pode limitar os ganhos no curto prazo. Se o preço da altcoin recuar, os suportes em US$ 1,80 e US$ 1,50 serão fundamentais para evitar uma queda mais acentuada.

Stacks (STX)

Preço STX
Preço Stacks. Fonte: CoinGecko

A Stacks, rede de camada 2 da blockchain de Bitcoin, também apresentou uma forte alta nas últimas horas. Desde que o Bitcoin começou a subir, a partir das 20h do último domingo (20), o STX pegou carona. Saltou de US$ 0,64 para a banda de US$ 0,7, com alta de 12% – e subindo – até o momento.

De acordo com Isge, esse movimento técnico sugere uma reversão de tendência, com o preço da altcoin ultrapassando a resistência em US$ 0.65 e mirando agora US$ 0.83. Se alcançado, isso pode render um potencial ganho de 27% em relação ao rompimento.

Além disso, ele destaca o volume crescente e a posição acima das MMEs de 50, 100 e 200 dias no gráfico de 4 horas indicam força compradora. Porém, com o RSI em território de sobrecompra, há campo para novas correções antes de mais avanços.

Outras altcoins

Preço FART
Preço Fartcoin. Fonte: CoinGecko

A memecoin Fartcoin renovou suas energias durante o feriado e voltou mantendo o viés de alta que vinha apresentando nos últimos dias. Com o preço se estabilizando cada vez mais no nível de suporte de US$ 0,90, os traders agora miram a barreira dos US$ 1,00.

Um feito e tanto para uma memecoin que nasce sem governança, sem projeto e sem utilidade, apenas baseada na força da sua comunidade. A última vez que a memecoin entrou em um padrão semelhante ao atual ela só parou quando superou os US$ 2. No entanto, Isige desta que a volatilidade típica desses ativos exige cautela.

Best Wallet Token (BEST)

Tweet Best
Best indica que lançamento de $BEST está próximo. Fonte: X.com

A Best Wallet Token é a criptomoeda oficial da carteira de mesmo nome. Em pré-venda, ainda não é possível analisar as movimentações de preço para entender a direção do token. Porém, com um volume de US$ 11,7 milhões arrecadados, a BEST é sem dúvida um dos lançamentos de sucesso do primeiro trimestre de 2025.

Uma publicação recente da página da carteira Best Wallet indica que a pré-venda do BEST está em seus dias finais. Após o lançamento, os usuários poderão utilizar o token para ativar uma série de recursos dentro da carteira, e até negociar o token em exchanges descentralizadas. Conheça mais o projeto.

Fantasy Pepe (FEPE)

Fantasy Pepe
Fantasy Pepe é o novo lançamento do mercado de memecoins. Fonte: Site Oficial

Fantasy Pepe (FEPE) é descrito como uma “next-gen meme coin” que integra AI, NFTs e finanças descentralizadas (DeFi). A nova memecoin acaba de ser lançada e está chamando atenção por conta da sua temática, que se inspira no meme do Pepe, the Frod (o mesmo que inspirou PEPE, Kekius Maximus e tantas outras memecoins).

No entanto, agora PEPE veste as cores de grandes clubes de futebol do mundo em partidas simuladas. Com FEPE os usuários podem prever os resultados das partidas e apostar usando tokens, ganhando recompensas com base na precisão de suas previsões. O projeto acaba de ser lançado e está sendo negociado a US$ 0.0003. Conheça mais o projeto.

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Broccoli entre as melhores memecoins da última semana

A semana foi positiva para o mercado de memecoins. Em meio à recuperação geral do mercado, alguns desses ativos registraram grandes saltos de preço, o que chamou a atenção da comunidade.

Apesar da queda da FARTCOIN, que liderou os holofotes nas últimas semanas, novas memecoins começaram a se destacar. Confira, a seguir, as três memecoins que mais subiram nos últimos sete dias e o que esperar de cada uma.

Lofi dispara mais de 340%, mas enfrenta correção

A Lofi (LOFI) iniciou seu rali no dia 9 de abril, com um movimento explosivo. Desde então, a memecoin subiu mais de 340%, colocando-se entre as maiores altas da semana no mercado cripto.

No entanto, uma correção foi iniciada na sexta-feira (18), como mostra o gráfico diário. Atualmente, o nível de retração de 0,382 de Fibonacci está sendo testado como suporte.

Se esse nível for perdido, a LOFI pode recuar até 25% e buscar a zona de 0,618 (zona de ouro), localizada em US$ 0,016.

Esse suporte pode, novamente, atrair compradores e gerar uma nova alta. Contudo, se o preço romper abaixo dessa zona, a tendência de alta será comprometida.

Gráfico da Lofi (LOFI) no TradingView
Gráfico da Lofi (LOFI) no TradingView

Broccoli volta a subir, mas traders devem ter atenção

A Broccoli (BROCCOLI), inspirada no cachorro de Changpeng Zhao (CZ), também surpreendeu. Após cair mais de 50% na primeira semana de abril, a memecoin voltou a subir mais de 100% esta semana, recuperando parte das perdas.

Apesar da recuperação, os sinais técnicos pedem cautela. No gráfico de 4 horas, a média móvel exponencial de 50 dias (EMA50) atua como resistência forte, bloqueando avanços adicionais.

Além disso, seu cruzamento abaixo da EMA de 200 períodos formou um Death Cross. Esse cruzamento é considerado um sinal de venda importante por analistas técnicos.

Gráfico da Broccoli (BROCCOLI) no TradingView
Gráfico da Broccoli (BROCCOLI) no TradingView

ArbDoge sobe 450%, mas perde 60% em um único dia

A ArbDoge (AIDOGE) também se destacou entre as memecoins da semana. Referência direta à Dogecoin (DOGE) e à inteligência artificial, o ativo chegou a subir mais de 450% em poucos dias. No entanto, a volatilidade jogou contra os investidores na reta final da semana.

Somente na sexta-feira (18), a AIDOGE perdeu mais de 60% de seu valor, assustando quem entrou no topo. A retração de Fibonacci mostra que todos os níveis de suporte do movimento anterior foram rompidos, o que agrava a situação.

Com isso, o ativo corre o risco de cair mais 45% para testar o fundo macro, ainda não revisitado.

Gráfico da ArbDoge (AIDOGE) no TradingView
Gráfico da ArbDoge (AIDOGE) no TradingView

SUBBD Token em destaque

Projetos com aplicações reais e visão de longo prazo também ganham força no mercado. Um dos mais comentados recentemente é o SUBBD ($SUBBD), voltado para a interseção entre IA e economia dos criadores de conteúdo.

A proposta do SUBBD é clara: melhorar a interação entre criadores e fãs, integrando conteúdo on-chain e oferecendo monetização eficiente. Nesse sentido, a rede do projeto já soma mais de 250 milhões de usuários.

Os benefícios do token também chamam a atenção. Os investidores da pré-venda recebem 20% de staking garantido no primeiro ano. Acesse agora a pré-venda.

Pré-venda do SUBBD Token ($SUBBD)
Pré-venda do SUBBD Token ($SUBBD)

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Pré-venda de token de IA ultrapassa US$ 180 mil em poucos dias e eleva expectativas

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Uma nova plataforma de conteúdo para fãs da Web3 surgiu em abril: o token de IA SUBBD. Focada no entretenimento e na criação de e-girls via inteligência artificial (IA), a plataforma se transformou em um grande viral ao longo de abril.

Em menos de uma semana, o token de IA já arrecadou US$ 180 mil em sua pré-venda. Próximo da marca de US$ 200 mil, o SUBBD pode estabelecer um novo patamar no mercado de IAs.

O projeto cripto de IA SUBBD ($SUBBD) pode gerar uma economia de até US$ 1 bilhão por ano para os criadores nos próximos 10 anos. De fato, quem estiver na plataforma dará um passo à frente dos seus concorrentes em termos de agilidade e interação com seus fãs.

Como resultado, a pré-venda do SUBBD está superando seus concorrentes. Embora uma análise de uma grande plataforma concorrente mostre que a taxa de 20% da SUBBD é a mesma, a plataforma consegue eliminar vários custos ocultos.

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Pré-venda SUBBD. Fonte: site oficial.

Token de IA SUBBD traz liberdade a criadores e fãs

A IA é uma das maiores oportunidades no setor de criptomoedas e na economia em geral — e isso inclui a economia criativa, que é uma das indústrias mais empolgantes, vibrantes e lucrativas do momento.

O token de IA SUBBD abrange todas essas áreas. Sua plataforma oferece um contato direto entre fãs e criadores de forma ainda mais simples que plataformas descentralizadas. Os criadores podem ficar com todo o fruto do seu trabalho sem precisar arcar com taxas exorbitantes.

Por outro lado, os fãs podem ter um contato mais direto e receber brindes, bônus e outros benefícios. Quem tiver o SUBBD também pode fazer staking durante a pré-venda para desbloquear uma recompensa fixa de 20% ao ano.

Além disso, os créditos ganhos por meio de staking podem ser usados ​​no lugar do $SUBBD para obter conteúdo e vantagens exclusivos. Ou seja, você nem precisa gastar seus tokens para ter acesso às vantagens do projeto.

Os detentores de tokens também ganham acesso prioritário ao beta, garantindo que sejam os primeiros a experimentar as novas ferramentas e recursos da plataforma. Isso inclui o futuro Assistente Pessoal de IA SUBBD, que promete ser uma revolução nos agentes de IA.

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Etapas de lançamento do SUBBD. Fonte: site oficial.

Sem intermediários

Taxas de plataforma excessivas prejudicam os criadores, com as plataformas tradicionais absorvendo até 70% de seus ganhos. O SUBBD permite que os criadores cancelem essas taxas exorbitantes por serviços inadequados.

Além disso, os sistemas centralizados têm controle total, o que significa que criadores e fãs não têm propriedade e controle sobre as mudanças na plataforma ou os modelos de acesso. O SUBBD transfere esse controle de volta para criadores e usuários.

Pior ainda, os fãs costumam ser vistos como algo secundário, na melhor das hipóteses. Os incentivos para os fãs são limitados. O SUBBD resolve todos esses problemas colocando fãs e criadores no centro de uma plataforma totalmente integrada, alimentada pelo token $SUBBD.

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Altcoins enfrentam incertezas e recuperação depende de três fatores, diz relatório

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A dominância do Ethereum (ETH) no mercado caiu cerca de 50% desde o lançamento do ETF à vista da criptomoeda nos Estados Unidos, segundo análise divulgada pela Matrixport. A avaliação é de que o produto financeiro não conseguiu reacender o interesse no mercado de altcoins, que tem demonstrado comportamento instável.

De acordo com os analistas, os recentes ciclos de alta envolvendo memecoins, tokens de inteligência artificial e soluções de segunda camada vêm seguindo um padrão repetitivo de valorização seguida por quedas bruscas, sem sustentação de longo prazo.

O relatório aponta três catalisadores considerados essenciais para uma recuperação do setor de altcoins:

  1. Um movimento mais brando por parte do Federal Reserve, como cortes nas taxas de juros;

  2. Expansão contínua na emissão de stablecoins, o que indicaria melhora na liquidez do mercado cripto;

  3. Adoção de políticas macroeconômicas que impulsionem a liquidez, como aumento de crédito ou estímulos governamentais.

Altcoins enfrentam incertezas

No entanto, o cenário atual afasta a possibilidade de uma retomada próxima. O presidente do Fed, Jerome Powell, vem defendendo uma postura cautelosa, optando por manter as taxas de juros estáveis enquanto avalia os efeitos das políticas econômicas recentes, especialmente as tarifas comerciais implementadas pelo governo Trump.

As tensões tarifárias, por sua vez, podem gerar pressão inflacionária e adiar ainda mais qualquer afrouxamento monetário por parte do banco central.

Em contraste, o mercado de stablecoins apresenta sinais positivos. Um relatório anterior da própria Matrixport aponta que as stablecoins Tether (USDT) e USD Coin (USDC) registraram crescimento expressivo nos últimos oito meses.

A USDT teve alta de 26%, passando de US$ 113 bilhões em agosto para mais de US$ 143 bilhões em abril, apesar de algumas exclusões parciais em plataformas europeias devido à regulamentação MiCA. A stablecoin da Tether teve crescimento ainda mais acentuado, de 93%, subindo de cerca de US$ 31 bilhões para aproximadamente US$ 60 bilhões no mesmo período.

Mesmo com esse avanço no setor de stablecoins, os analistas destacam que as condições macroeconômicas atuais não favorecem uma recuperação ampla do mercado de altcoins. Como evidência, o índice Altcoin Season do CoinMarketCap está atualmente em 16, indicando que o mercado está distante de um ciclo prolongado de valorização para esses ativos.

Índice de Altcoins - Fonte: CoinMarketCap
Índice de Altcoins – Fonte: CoinMarketCap

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Inverno cripto à vista? Coinbase alerta para forte correção e sentimento de risco em alta

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Um relatório divulgado pela área institucional da Coinbase nesta semana trouxe um alerta para investidores do mercado de criptomoedas: os próximos meses podem ser marcados por um período de forte correção, caracterizado como um verdadeiro “inverno cripto”.

O estudo, liderado por David Duong, Chefe Global de Pesquisa da Coinbase, aponta que o segundo trimestre de 2025 será desafiador. Muito embora exista expectativa de recuperação a partir do terceiro trimestre, a tendência é de preços estáveis até lá. Especialmente do Bitcoin e das 50 maiores criptomoedas.

Menor média móvel desde junho 2024

O principal indicativo apresentado por Dong para este inverno cripto são a média móvel de 200 dias (220DMA) do Bitcoin e o comportamento do índice COIN50 no mesmo período. De acordo com o modelo de 200DMA, o preço do Bitcoin rompeu com o limite a partir do final de março.

O mesmo movimento pode ser observado quando da análise do 200DMA do COIN50, mais um pouco antes. As 50 principais criptomoedas com maior capitalização de mercado romperam o limite de 200 dias desde o final de fevereiro.

Basicamente, isso quer dizer que as criptomoedas estão sendo negociadas abaixo do preço que eram negociadas há mais de 200 dias. Um sinal que liga o alerta entre os investidores, que passam a analisar aportes nesses ativos com maior cautela.

Inverno cripto

Nesse sentido, houve um aumento do sentimento de risco. Conforme destaca o relatório, o índice aumentou muito em 2025 e já é o terceiro maior dos últimos 10 anos. Está muito próximo do mesmo nível do mercado de ações da China, em 2015, e da pandemia, em 2020.

Gráfico mostra sentimento do mercado.
Sentimento do mercado atinge níveis mais baixos dos últimos 5 anos.

O cenário macroeconômico atual não traz alívio para os investidores. O aumento global nas taxas de juros, combinado com medidas protecionistas como as mudanças constantes na política de tarifas comerciais, tem reduzido a liquidez disponível para ativos considerados de maior risco.

Com isso, o financiamento de capital de risco (realizado por fundos especializados), apesar de ter subido no começo de 2025, ainda está entre 50% a 60% abaixo dos níveis observados no pico do ciclo de alta de 2021 e 2022.

Como consequência, o mercado enfrenta perdas acentuadas no seu valor total desde que em 2025 começou. Excluindo o Bitcoin, o mercado teve uma queda de 41% desde o pico de US$ 1,6 trilhão alcançado em dezembro do ano passado, chegando a US$ 950 bilhões.

Mercado deve se aquecer no terceiro trimestre

Nesse sentido, a volatilidade do Bitcoin, sempre uma marca registrada do ativo, entrou em um período de neutralidade, indicando que variações abruptas de preço das principais criptomoedas serão mais amenas. Algo que já foi adiantado por outros analistas, que têm apostado a curto prazo em altcoins promissoras em detrimento no Bitcoin.

Entretanto, apesar do cenário restritivo no curto prazo, o relatório destaca que o terceiro trimestre de 2025, em particular, surge com potencial para uma reversão do atual ciclo de baixa. Até lá, o mercado conseguirá precificar melhor as consequências da guerra fiscal que se instalou em todo mundo. Assim como o resultado das políticas monetárias e cambiais que os países levaram a cabo para aquecer um mundo agora multifragmentado.

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Criptomoedas movimentam mais de R$ 5 trilhões em 2025, aponta CoinGecko

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O mercado de criptomoedas entrou em 2025 com grande força, mas sofreu fortes correções logo no primeiro trimestre. Ainda assim, o volume total negociado ultrapassou R$ 5,4 trilhões, segundo relatório divulgado pela CoinGecko. Esse valor, convertido do montante de US$ 5,4 trilhões, mostra que a atividade no setor permanece elevada, apesar das oscilações.

O início do ano marcou a maior capitalização de mercado registrada, com pico de US$ 3,8 trilhões (R$ 22,3 trilhões) no dia 18 de janeiro. No entanto, o número caiu para US$ 2,8 trilhões (R$ 16,4 trilhões) até o fim de março, representando uma queda de 18,6%.

Ao mesmo tempo, o volume diário médio de negociações também caiu, saindo de US$ 200 bilhões em 2024 para US$ 146 bilhões (R$ 858 bilhões) no primeiro trimestre de 2025, uma redução de 27,3%.

Enquanto muitos ativos despencaram, o Bitcoin aumentou seu domínio no mercado e agora representa 59,1% de toda a capitalização das criptomoedas. Mesmo assim, o BTC não escapou das perdas. Depois de atingir um recorde de US$ 106.182 em janeiro, ele caiu para US$ 82.514 (R$ 485 mil) até o fim de março, uma baixa de 11,8%.

De acordo com os dados, o ouro, por outro lado, teve desempenho superior, com alta de 18% no trimestre. Já o Ethereum (ETH) amargou uma das piores quedas do período, desvalorizando 45,3%, de US$ 3.336 para US$ 1.805 (R$ 10.621). Isso eliminou todos os ganhos da moeda desde 2024.

Exchanges de criptomoedas

Criptomoedas Coingecko
Imagem: CoinGecko

Mesmo com a retração, as exchanges centralizadas (CEXs) movimentaram mais de US$ 5,4 trilhões (R$ 31,8 trilhões). A Binance liderou o setor, com 40,7% de participação, apesar de seu volume ter caído para US$ 588 bilhões em março.

Entre as blockchains, Solana dominou as negociações nas exchanges descentralizadas (DEXs) no início do ano, chegando a 52% do volume em janeiro, antes de recuar para 23,4% em março, quando o Ethereum retomou a dianteira.

Outro dado importante foi a queda no valor total bloqueado (TVL) em DeFi. O mercado perdeu US$ 48,9 bilhões (R$ 288 bilhões), com destaque para a Ethereum, que viu sua dominância recuar de 63,5% para 56,6%.

Mesmo em queda, o cenário mostra que a estrutura do mercado continua sólida, com novos protocolos como Berachain ganhando espaço e atraindo bilhões em liquidez.

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Criptomoedas se tornam o 4º tipo de investimento preferido dos brasileiros

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Um estudo encomendado pela exchange Binance e realizado pelo Instituto Locomotiva revelou um marco significativo no mercado financeiro brasileiro. O número é investidores que aportam dinheiro em criptomoedas chegou ao quarto lugar no ranking geral. Agora, o percentual é igual ao daqueles que aplicam em fundos imobiliários, cerca 42% dos brasileiros.

Isso mostra que os ativos digitais já competem de igual para igual com opções tradicionais no portfólio do investidor nacional.

Gráfico de pesquisa da Binance
Ranking de preferência dos investidores brasileiros. Fonte: Binance

Poupança lidera, mas criptomoedas se destacam

A pesquisa apontou que mais da metade dos entrevistados (55%) possui pelo menos três investimentos ativos, enquanto 45% diversificam ainda mais, com quatro ou mais aplicações.

Embora a poupança continue liderando como a preferência nacional (66%), seguida por contas de pagamento com rendimento (55%) e títulos privados (50%), as criptomoedas e os fundos imobiliários dividem a mesma fatia de mercado (42%). Ações (41%), previdência privada (31%), títulos públicos (31%) e moedas estrangeira (25%) completam a lista.

O crescimento das criptomoedas reflete uma tendência global, mas com particularidades locais. O Brasil já é o sexto maior país em adoção de ativos digitais, com 17,5% da população investindo nesse mercado, segundo a consultoria Triple-A. Enquanto fundos imobiliários são vistos como uma opção mais consolidada e de médio/longo prazo, as criptomoedas atraem pela liquidez imediata e pelo potencial de ganhos expressivos em prazos menores.

O que atrai os investidores?

Para 20% dos entrevistados, a possibilidade de alto retorno é o principal atrativo das criptomoedas. Outros 13% valorizam a alta liquidez do mercado, e 10% destacam segurança, flexibilidade e baixo custo de manutenção. Já os fundos imobiliários costumam ser escolhidos por sua estabilidade e proteção contra a inflação, além de oferecerem renda passiva por meio de aluguéis e valorização de imóveis.

O fato de ambos os ativos terem a mesma penetração sugere que os brasileiros estão equilibrando suas carteiras entre opções conservadoras e alternativas de maior risco. O vice-presidente da Binance para a América Latina, Guilherme Nazar, relaciona a praticidade e acessibilidade do mercado de criptomoedas ao sucesso dos ativos digitais entre os brasileiros, em detrimento do mercado financeiro tradicional.

“Ao possibilitar que as pessoas façam investimentos a qualquer hora do dia, a partir de valores baixos, e usando apenas o celular e uma conexão à internet, as criptomoedas vêm atraindo cada vez mais brasileiros.” disse Guilherme Nazar, vice-presidente para a América Latina da Binance.

Ele ainda destaca que o Brasil está entre os dez mercados de criptomoedas mais importantes do mundo. Para a Binance, o país é um player central no desenvolvimento do ecossistema. Por isso, a empresa tem investido no setor, com plataformas como a Binance Academy, que torna o tema das criptomoedas mais acessível aos brasileiros.

Desafios e oportunidades

Apesar do crescimento, o desconhecimento ainda é uma barreira. Muitos investidores associam criptomoedas apenas à volatilidade, enquanto fundos imobiliários são vistos como mais seguros, porém menos acessíveis devido aos valores mínimos de aplicação. Renato Meirelles, presidente do Instituto Locomotiva, destacou que a confiança em criptomoedas aumenta conforme o público se familiariza com o ativo.

” A grande barreira hoje ainda é o desconhecimento, já que os investidores de cripto se mostraram altamente satisfeitos com o risco-retorno que ele oferece”, menciona Renato Meirelles, presidente do Instituto Locomotiva.

Para ele, a educação sobre criptomoedas é fundamental para o desenvolvimento do mercado de criptomoedas no país. Quanto mais os investidores estiverem informados, melhores municiados estarão para tomar as melhores decisões de investimento.

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Líderes de pirâmide cripto do Brasil são condenados a 170 anos de prisão

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A justiça brasileira condenou três executivos da pirâmide cripto Braiscompany a um total de 171 anos de prisão, em um dos maiores casos de fraude financeira do país.

Principal condenado nos autos do processo nº 0800996-81.2024.4.05.8201, Joel Ferreira de Souza recebeu 128 anos de prisão. Ele era o responsável por receber as transferências bancárias e valores em espécie ou criptomoedas das vítimas.

Os outros dois condenados foram: Gesana Rayane Silva, por ter intermediado operações financeiras utilizando sua carteira de criptomoedas, e Victor Veronez, por fazer a gestão da empresa de acordo com contrato social. Ambos receberam sentenças de 27 e 15 anos, respectivamente.

O esquema bilionário

A sentença, proferida pelo juiz Vinicius Costa Vidor, Titular da 4ª Vara Criminal da Justiça Federal da Paraíba, destacou que os condenados se beneficiaram financeiramente de forma direta e comprovada com os recursos obtidos através do esquema de pirâmide da Braiscompany.

O dinheiro desviado foi movimentado por meio de empresas de fachada e carteiras de criptomoedas não regulamentadas. O tribunal também determinou o confisco de R$ 36 milhões.

A Braiscompany, sediada em Campina Grande (PB), prometia retornos mensais de até 8% sobre investimentos em criptomoedas, um valor irreal para qualquer mercado. A empresa alegava que os rendimentos vinham do “aluguel” de criptomoedas sob sua gestão. Entretanto, na verdade, funcionava como um esquema Ponzi (esquema de pirâmide, como é conhecido no Brasil), usando o dinheiro de novos investidores para pagar os antigos.

Fundadores continuam foragidos

A fraude desmoronou no final de 2022, quando clientes começaram a denunciar atrasos nos saques. O caso ganhou repercussão após o ator Lucas Veloso relatar prejuízos publicamente. A Polícia Federal iniciou a Operação Halving em fevereiro de 2023, bloqueando milhões em contas suspeitas e descobrindo que os fundadores Antônio Neto Ais e Fabrícia Ais haviam fugido do país pela Argentina.

Os idealizadores do golpe seguem desaparecidos. O casal, incluído na lista de procurados da Interpol, usou documentos falsos para escapar. Antônio Neto Ais, que cultivava uma imagem de empreendedor de sucesso nas redes sociais, chegou a culpar a corretora Binance e a crise do mercado de criptomoedas pelo colapso da empresa.

Confisco de recursos apreendidos de pirâmide cripto

O advogado Artêmio Picanço, representante de vítimas da Braiscompany, realizou uma transmissão ao vivo em seu Instagram para esclarecer pontos importantes da decisão judicial. Durante a live, ele explicou que o juiz determinou a destinação dos R$ 36 milhões apreendidos para os cofres da União.

Picanço ressaltou, no entanto, que as vítimas ainda têm a possibilidade de buscar a restituição desses valores através de ações judiciais individuais ou coletivas.

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