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TRUMP: empresa ligada a Trump distribui memecoin para fãs

TRUMP: empresa ligada a Trump distribui memecoin para fãs

Uma empresa ligada ao presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, começou a distribuir três tokens TRUMP para quem adquiriu produtos licenciados, como relógios, perfumes, tênis ou colecionáveis digitais.

De cordo com o anúncio oficial, divulgado nesta segunda-feira (17), a oferta vale para compras realizadas até 15 de fevereiro, independentemente da quantidade de itens adquiridos.

Os interessados têm até o dia 1º de março para resgatar os tokens, que estão avaliados em aproximadamente US$ 50 com base na cotação atual de US$ 17,31 por unidade da memecoin. Cada usuário elegível terá direito a três unidades de TRUMP.

Conforme o anúncio, o airdrop acontece por meio da plataforma blockchain Crossmint.

“Em 17 de janeiro de 2025, $TRUMP tomou o mundo de assalto, integrando quase um milhão de fãs de Trump ao Crypto. 50% dos detentores eram usuários de Crypto pela primeira vez! Este não foi apenas um lançamento — foi um dos maiores eventos de integração de cripto na história das criptomoedas”, diz um trecho do anúncio do airdrop.

Airdrop da memecoin TRUMP. Fonte: gettrumpmemesa
Airdrop da memecoin TRUMP. Fonte: get trump memes

Crescimento e volatilidade da memecoin Trump

A memecoin TRUMP chegou ao mercado de criptomoedas antes da posse de Trump como o 47º presidente dos EUA, em 20 de janeiro. No início, o preço disparou para US$ 67, colocando o ativo entre as 20 maiores criptomoedas do mercado.

No entanto, a moeda perdeu força e atualmente ocupa a 43ª posição por valor de mercado, ficando atrás de projetos como Aptos (APT).

A iniciativa lembra o lançamento da coleção de NFTs do atual presidente dos EUA em 2022, composta por 45.000 itens digitais na blockchain Polygon. Os ativos eram vendidos por US$ 99 cada. O ex-presidente expandiu suas coleções nos anos seguintes. E, de acordo com um relatório financeiro divulgado em agosto de 2024, arrecadou US$ 7 milhões com os tokens não fungíveis.

Como ganhar TRUMP de graça

Para reivindicar os tokens, os usuários elegíveis devem clicar no botão vermelho do site do projeto. Em seguida, deve fazer login com o mesmo endereço de e-mail que usou para comprar o produto oficial Trump. (Isso é importante e não funcionará de outra forma!). Então, os tokens ficarão imediatamente disponíveis para reivindicação.

Têm direito ao airdrop, pessoas que compraram produtos oficiais em:

  • GetTrumpSneakers.com
  • GetTrumpWatches.com
  • GetTrumpFragrances.com
  • CollectTrumpCards.com

Leia também: Criador da criptomoeda Libra diz que equipe TRUMP vendeu tokens para insiders

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Bitget Token despenca: onde o ativo encontrará suporte?

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O Bitget Token (BGB) enfrentou fortes quedas nesta semana, registrando o pior desempenho do mercado ao despencar 15% nos últimos sete dias.

O movimento chama a atenção, visto que boa parte das principais criptomoedas registrou ganhos no período. Ele é ainda mais notório quando é levado em conta que o ativo foi uma das grandes sensações do fim de ano, quando subiu mais de 400% em dezembro.

Seria a queda atual apenas uma correção de longo prazo, ou a situação ficará ainda pior para o token da Bitget?

Vendedores ignoram sinal de alta e derrubam o BGB

Após iniciar o ano em correção, o Bitget Token começou a dar sinais de melhora na segunda metade de janeiro, quando iniciou uma sequência de topos e fundos mais altos.

No entanto, a altcoin não ficou imune ao forte dump registrado no dia 3 de fevereiro, que gerou a maior onda de liquidações da história do mercado cripto. Na ocasião, o preço do BGB chegou a oscilar mais de 25%.

Esse movimento gerou um candle martelo considerável no gráfico diário, sinalizando uma reação positiva. Geralmente, esse tipo de candle inicia altas de preço, com as projeções apontando um salto para US$ 7,50.

Gráfico do Bitget Token (BGB) no TradingView
Gráfico do Bitget Token (BGB) no TradingView

Porém, o mercado seguiu em outra direção, com os vendedores assumindo o controle e empurrando o preço a níveis cada vez mais baixos. Com isso, a média móvel exponencial (EMA) de 9 dias (azul) voltou a ficar abaixo da EMA de 21 dias (laranja).

Esse cruzamento é visto como um forte sinal de venda no mercado, pois indica que a tendência de curto prazo se tornou de baixa. Não por acaso, o BGB chegou a cair mais de 20% na última vez que aconteceu esse cruzamento, em julho de 2024.

Cenário on-chain e projeções de preço

A ação de preço não é a única a mostrar que os vendedores controlam a tendência do Bitget Token. O Exchanges Long/Short Ratio da Coinglass, que mede o fluxo de ordens envolvendo a criptomoeda nas exchanges, mostra que mais de 54% das ordens atuais são de venda.

Exchanges BGB Long/Short Ratio
Exchanges BGB Long/Short Ratio. Fonte: Coinglass

Isso mostra que muitos detentores estão retirando BGB de suas carteiras e os enviando para as exchanges visando registrar lucro. Com a queda atual da criptomoeda, é possível que esses investidores se atentem a outras oportunidades no mercado, como o token BEST, que está em pré-venda e já atraiu cerca de US$ 10 milhões em investimentos.

Por fim, os compradores estão lutando para manter o suporte de US$ 5,50 no BGB, após validá-lo em 31 de dezembro. Caso o preço caia abaixo desse nível, pode seguir em direção ao suporte de US$ 4,00. Esse movimento representaria uma desvalorização de aproximadamente 25% em relação ao preço atual.

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Tether pode causar nova queda no preço do Bitcoin

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A Tether Limited, emissora da stablecoin USDT, pode enfrentar desafios se a regulamentação proposta para stablecoins dos Estados Unidos for aprovada. Um desses desafios é a reserva de Bitcoins (BTC) que a empresa possui, já que a lei pode fazer a empresa ter que vender parte desses BTC.

Essa informação veio do JPMorgan, que elaborou um relatório sobre o tema na quarta-feira (12). Atualmente, existem duas propostas de regulamentação de stablecoins em análise no Congresso dos EUA. Ambas exigem que as stablecoins tenham como reservas apenas “ativos de alta liquidez e qualidade”.

Desde 2024, a Tether passou a comprar Bitcoin para parte de suas reservas. Caso a regra entre em vigor, pode fazer a Tether ter que vender parte ou todos esses BTC, causando mais desvalorizações no curto prazo.

Segundo o último relatório de transparência, a Tether tem US$ 143,7 bilhões em reservas para as suas stablecoins. Deste valor, pouco mais de 5% (US$ 7,2 bilhões) está alocado em Bitcoin, enquanto mais de 80% está em caixa ou ativos de alta liquidez.

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Relatório de transparência com reservas. Fonte: Tether.

Entenda os projetos

Com a vitória de Donald Trump para a presidência dos EUA, a regulamentação das stablecoins começou a avançar no Congresso estadunidense. Um dos projetos é o Guiding and Establishing National Innovation for U.S. Stablecoins Act (GENIUS), do Senado. Esta lei exige regulamentação federal para stablecoins que tenham mais de US$ 10 bilhões em valor de mercado.

Já o STABLE Act, que tramita na Câmara dos Representantes, é um pouco mais rígido. Além de não estabelecer limite mínimo (ou seja, atinge todas as stablecoins), ele também exige que as empresas tenham regulamentação a nível estadual.

“Os requisitos de reserva sob o STABLE Act são mais rigorosos, permitindo depósitos segurados, letras do Tesouro dos EUA, recompra de curto prazo do tesouro e reservas de bancos centrais”, escreveram analistas liderados por Nikolaos Panigirtzoglou.

No entanto, ambos os projetos de lei permitem que as emissoras de stablecoins tenham apenas ativos líquidos e de alta qualidade como reservas. Isso significa que a Tether pode ter que converter todas as suas reservas em ativos como títulos do Tesouro dos EUA ou caixa.a

De acordo com os regulamentos propostos, a Tether teria que substituir ativos não conformes por outros conformes, disse o relatório. Isso implica “vendas de seus ativos não conformes (como metais preciosos, bitcoin (BTC), papel corporativo, empréstimos garantidos e outros investimentos) e compras de ativos conformes, como letras do Tesouro”, destacou o relatório.

Resposta

Por outro lado, um porta-voz da Tether disse que a empresa acompanha o avanço das propostas, tanto do GENIUS quanto do STABLE Act. Mas disse que ainda não está nos planos da empresa se desfazer de suas reservas alternativas, nem mesmo de seus BTC.

“Mesmo no cenário mais extremo, o JPMorgan desconsidera o fato de que o patrimônio do Tether Group é de mais de US$ 20 bilhões em outros ativos muito líquidos e está gerando mais de US$ 1,2 bilhão em lucros por trimestre por meio dos títulos do Tesouro dos EUA. Adaptar novos requisitos será direto”, acrescentou o porta-voz.

O CEO do Tether, Paolo Ardoino, foi além e ironizou o relatório do JPMorgan. Em um tuíte publicado nesta quinta-feira (13), Ardoino respondeu: “analistas da Tether afirmam que o JPMorgan não tem Bitcoin o bastante”, uma possível referência de que o documento teria como objetivo apenas causar desvalorização no BTC.

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O mercado está no fundo – Descubra as Criptomoedas que estão prontas para disparar

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Segundo o analista Jamie Coutts, o mercado de criptomoedas está no piso cíclico, com pressão de venda enfraquecendo e sinais de recuperação emergentes. Apesar das mínimas recentes, o cenário aponta para um possível ponto de virada.

Jamie Coutts, Diretor de Tecnologia, compartilha insights sobre o mercado de memecoins, revelando que existem 17 milhões desses ativos. Ele discute que, após três grandes picos de valorização, esses tokens geralmente enfrentam correções inevitáveis. Coutts alerta os investidores sobre a volatilidade extrema: para ter sucesso nesse ambiente, é necessário ser um trader excepcional, ou corre-se o risco de sofrer perdas significativas. O gráfico que o acompanha ilustra claramente o comportamento cíclico dos memecoins em relação a uma classificação de criptomoedas de maior capitalização, enfatizando a necessidade de cautela ao navegar por esse mercado.
Couttis destaca as altas seguidas do mercado de memecoins. Fonte: X.com

Isso pode ocorrer em razão da escassez estrutural de dólares no sistema fiduciário e a necessidade contínua de expansão da liquidez. Coutts destaca que, em um ambiente onde bancos centrais dependem de mais dívida para manter o crescimento, criptomoedas resilientes e nichos especulativos tendem a se destacar.

Criptomoedas no ponto de virada

O analista foi ao X explicar seu posicionamento de que o mercado de criptomoedas está no fundo. Desse modo, a pressão de venda que afetou os preços está se dissipando, e sinais de recuperação começam a emergir. Coutts destaca que a leitura de nova mínima dos últimos 365 dias, embora não definitiva, indica um potencial ponto de virada no mercado.

Coutts também abordou a relação entre Bitcoin e liquidez dentro do contexto do sistema financeiro fiat. Ele enfatiza que há uma escassez estrutural de dólares no mundo, e que o funcionamento do sistema de reserva fracionária fiduciária requer uma expansão constante da dívida em dólares para sustentar o crescimento econômico.

Assim, os bancos centrais se vêem obrigados a expandir a liquidez não por escolha, mas por necessidade. O resultado é que o Bitcoin pode prosperar, pois a falta de uma saída clara no sistema financeiro torna a sua valorização mais resiliente. A expansão da liquidez, neste contexto, é uma questão de sobrevivência e não apenas uma decisão política.

Nesse sentido, ele recomenda focar em ativos que se destacaram em relação ao desempenho geral. Isso porque esses ativos têm maior probabilidade de liderar a recuperação. A análise do ex-desenvolvedor da Bloomberg Intelligence sugere que, apesar do cenário atual, há oportunidades de crescimento à frente para investidores que conseguem identificar as tendências emergentes.

Meme Index

Entre essas tendências está Meme Index, uma criptomoeda ou índice que agrega tokens baseados em memes populares (como Dogecoin e Shiba Inu). O token MEMEX oferece exposição diversificada a esse nicho volátil. Opção para investidores que buscam aproveitar movimentos de curto prazo, sem receio dos riscos devido à dependência de hype das memecoins do mercado.

BTC BULL

Outra é Bitcoin Bull (BTC BULL)uma criptomoedas alavancado que amplifica os retornos do Bitcoin. Vinculado ao desempenho do BTC, os detentores de BTC Bull têm ganhos exponenciais em cenários de alta. O projeto prevê queimas de tokens e airdrops na medida que o Bitcoin alcançar marcos de preço. Alternativa para se expor a volatilidade do BTC sem precisar desembolsar centenas de dólares por uma fração do Bitcoin.

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Best Wallet Token é uma criptomoeda de utilidade da carteira de mesmo nome, Best Wallet. O token oferece benefícios como acesso antecipado a novos projetos, recompensas por staking e ferramentas exclusivas de gestão de portfólio. A carteira possui interoperabilidade, é integrada a múltiplas blockchains e serviços DeFi, garantindo uma expansão de mercado para o token.

TRUMP

TRUMP é um memecoin inspirado na figura de Donald Trump, combinando política e humor. Lançado na Solana, atrai apoiadores do ex-presidente e especuladores, com preço flutuando conforme notícias políticas da Casa Branca. Extremamente volátil, depende do engajamento dos usuários nas redes sociais para receber tração. Não possui utilidade além do simbolismo, sendo puramente especulativo.

USUAL

USUAL é um token utilitário que converte ativos do mundo real em uma stablecoin chamada USD0. A stablecoin é garantida por esses ativos e distribui valor através do token homônimo USUAL. A criptomoeda dá direito a participar de processos de governança e nos lucros dos ativos. Seu diferencial é a praticidade para uso diário, combinando elementos de cripto e finanças tradicionais.

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Trader ‘se aposenta’ após ganhar US$ 12 milhões com memecoin de presidente

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Seguindo o exemplo do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, outros políticos começam a lançar suas próprias memecoins. A última delas veio da República Centro-Africana (RCA), cujo presidente anunciou o lançamento de uma memecoin nesta segunda-feira (10).

Curiosamente, quando o resto da comunidade ainda assimilava a notícia, um trader de criptomoedas aproveitou a oportunidade e comprou o token, chamado de CAR – a sigla do nome do país em inglês. De acordo com a Lookonchain, ele investiu US$ 5.000, mas acabou ganhando US$ 12 milhões, o que praticamente garantiu sua “aposentadoria”.

Trader “se aposenta” com US$ 5.000

O trader de criptomoedas comprou o CAR segundos após o lançamento do contrato da memecoin. A memecoin foi criada na Solana e o trader investiu US$ 5.000, o equivalente a 25 SOL, nela. Com isso, ele comprou 46,57 milhões de CAR – a memecoin tem uma oferta total de cerca de um bilhão de tokens, segundo o Solscan.

Em seguida, o trader vendeu 22,65 milhões de CAR por 8.395 SOL (US$ 1,67 milhão), mantendo os 23,92 milhões restantes na esperança de mais ganhos. No momento da venda, essas CAR valiam US$ 10,5 milhões, elevando o total para US$ 12 milhões.

Em outras plavaras, com um simples investimento de US$ 5.000, o trader obteve um retorno de 2.450 vezes

Token CAR.
Dados sobre memecoin da RCA. Fonte: Solscan.

Presidente lança memecoin

Faustin-Archange Touadéra, presidente da RCA, foi ao seu perfil no X e anunciou a criação da memecoin. No seu tuíte, Touadéra chegou a se colocar como o “segundo presidente do mundo a lançar uma memecoin” e publicou o contrato do suposto token CAR.

“Hoje (10), estamos lançando $CAR – um experimento projetado para mostrar como algo tão simples quanto um meme pode unir as pessoas, apoiar o desenvolvimento nacional e colocar a República Centro-Africana no cenário mundial de uma forma única. Contrato: 7oBYdEhV4GkXC19ZfgAvXpJWp2Rn9pm1Bx2cVNxFpump”, disse Touadéra.

Nova memecoin.
Presidente anuncia memecoin. Fonte: X.

A crescente adoção de memecoins de políticos começou em janeiro, quando Donald Trump lançou o seu token TRUMP. Poucos dias depois, a primeira-dama Melania Trump também lançou sua memecoin (MELANIA), e ambos tiveram uma forte demanda pelo mercado.

Esta não é a primeira incursão da RCA com criptomoedas, já que o país foi o segundo no mundo a adotar o Bitcoin como moeda oficial, em abril de 2022. A RCA chegou a lançar um token oficial três meses depois, mas o país abandonou o BTC como moeda menos de um ano depois.

Memecoin gera controvérsia

O lançamento do token CAR foi repentino, e o governo da RCA não deu nenhuma pista. Por isso, muitos usuários chegaram a afirmar que o projeto era uma tentativa de golpe.

Houve quem afirmasse que a conta de Touadéra sofreu uma invasão causada por hackers para promover um golpe de falso token. No entanto, a publicação do presidente ocorreu no dia 9 de fevereiro e ainda está no X até o fechamento desta matéria, o que pode indicar que o projeto é legítimo.

Só que as suspeitas aumentaram quando Seferbekov, um identificador de ferramenta de IA deepfake, afirmou que 82% da personalidade no vídeo do presidente Touadéra anunciando a memecoin é gerada por inteligência artificial. Além disso, Yokai Ryujin, um trader de criptomoedas, revelou que o domínio da CAR foi comprado apenas três dias antes do lançamento.

Já o Solscan não sinalizou a memecoin como uma fraude, mas afirmou que se tratava de uma “memecoin oficial” do presidente da RCA. Dos quase um bilhão de tokens, 33,3% estão nas mãos de um único endereço e os cinco maiores holders detêm quase 80% de toda a oferta circulante.

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Dogecoin ETF vai mudar tudo? Veja como lucrar com essa oportunidade

Dogecoin repete padrões de preço de 2021

Nesta sexta-feira (14), saiu o anúncio de que a Comissão de Valores Mobiliários dos Estados Unidos, a SEC, reconheceu o registro de uma nova proposta de ETF de Dogecoin. Essa proposta partiu da Grayscale, que quer converter seu Dogecoin Trust em um ETF.

Essa é a mesma empresa de gestão de ativos que registrou uma proposta para criar um ETF Solana há apenas quatro dias. A aceitação do pedido é um marco importantíssimo, pois significa que a mudança de postura da SEC com as criptomoedas está de fato ocorrendo.

A submissão da Grayscale propõe transformar o Grayscale Dogecoin Trust Fund em um ETF à vista de Dogecoin. Ou seja, um fundo que vai comprar e manter a memecoin diretamente.

Vale a pena notar que, embora o Trust seja uma forma de veículo de investimento com liquidez limitada, os ETFs são negociados publicamente em bolsas tradicionais, dando a mais investidores acesso a esses ativos.

No entanto, ele terá que passar por um período de revisão obrigatório de 240 dias. Isso significa que enquanto a decisão não sai, você ainda pode aproveitar vários tokens que podem se beneficiar caso a SEC aprove o novo fundo. Hoje vamos te mostrar as cinco opções de criptomoedas promissoras:

Mind of Pepe

A união entre criptomoedas e inteligência artificial (IA) já fez muitos traders ganharem fortunas, e o projeto da vez nesse mercado é o Mind of Pepe (MIND). Ele consiste em ser um agente de IA autônomo que pode vasculhar a internet – ele vive em dApps e plataformas como X – para coletar todas as informações relevantes relacionadas a criptomoedas.

Usando uma IA de alta tecnologia, o Mind of Pepe analisará todas essas informações e fornecerá a você apenas as melhores consultorias de investimento em criptomoedas. Quem tiver os tokens MIND conseguirá ter acesso a essas análises e negociar os tokens indicados antes que todos os demais traders.

Além disso, como o MIND também é autoevolutivo, seu banco de dados só crescerá com o tempo, pois o agente utilizará os dados para manter seu aprendizado constante. No futuro, o Mind of Pepe pode até chegar ao ponto de lançar suas próprias memecoins.

Vale a pena notar que quem adquirir o token MIND agora terá acesso prioritário a essas novas memecoins. E o token já acumulou mais de US$ 6 milhões em sua pré-venda, tamanho o sucesso da proposta. Por isso corra e adquira seus tokens antes que o preço mude.

Mind of Pepe.
Fonte: site oficial.

Meme Index

Da última vez que a SEC aprovou a análise de um ETF de altcoins, a Meme Index foi um dos tokens mais beneficiados. Agora, com a aprovação do ETF de Dogecoin, esta pré-venda deve se beneficiar ainda mais e chegar no topo do mercado, invadindo completamente Wall Street.

O motivo é simples: a Meme Index é um projeto que reúne vários índices com as principais memecoins que existe. E uma das memecoins atreladas ao índice é a DOGE. No início de dezembro, a equipe lançou a pré-venda da criptomoeda, e o Meme Index acaba de superar a marca de US$ 3,5 milhões em valor.

Mas a Meme Index é uma excelente opção caso você queira índices fechados com outras memecoins, como as principais ofertas, ou índices de tokens recém-lançados. Você pode investir direto nos índices para ter mais diversificação, evitando perder todo seu capital caso investa apenas em uma memecoin.

Por isso, este é a melhor opção para investidores que buscam exposição direta à volatilidade dos melhores memecoins com apenas um token. Aproveite e garanta seus tokens para ter o melhor de um dos mercados que mais se valorizam.

Meme Index.
Principais índices que formam a Meme Index. Fonte: site oficial.

Dogwifhat (WIF)

A DOGE pode se tornar a primeira memecoin a ter seu próprio ETF, mas quem disse que ela será a última? Se a SEC inaugurar uma nova era de ETFs de memecoins, a WIF sem dúvida deve estar na lista, visto que seu valor de mercado em quase US$ 1 bilhão coloca a memecoins como uma das principais deste segmento.

Esta moeda tem como inspirada um meme (claro!) de um cachorro Shiba Inu usando gorro rosa, desenvolvida inicialmente na blockchain Solana. A WIF não possui qualquer utilidade prática, mas sua comunidade fez o preço dela despontar e chegar a ser a terceira memecoin mais valiosa do mercado.

Até mesmo a palavra “wif”, presente no nome do token, é escrita com um erro ortográfico intencional (o certo seria “with”), explicitando ainda mais o estilo e a natureza voltada à brincadeira. O preço da WIF teve uma forte correção desde novembro, mas isso levou a memecoin a virar uma excelente oportunidade de compra com potencial para se valorizar caso a SEC aprove o ETF de Dogecoin.

Análise WIF.
Histórico de preço da WIF. Fonte: CoinGecko.

PEPE

Grande sucesso de 2023, a PEPE foi tão emblemática que criou seu próprio ecossistema – como pudemos ver no caso da Mind of Pepe. Ela também perdeu espaço para o fenômeno TRUMP, que tomou sua posição entre as grandes memecoins. Mas com US$ 4,3 bilhões em valor de mercado, a PEPE só fica atrás de DOGE, SHIB e a própria TRUMP.

Com tal valor de mercado e um ecossistema nascente gerando algumas das maiores pré-vendas da história (a Wall Street Pepe superou os US$ 70 milhões), os traders continuam incluindo a PEPE entre suas grandes apostas. O retorno de 1.500% que a memecoin registrou em 2024 deixa os investidores otimistas com essa recuperação.

Análise PEPE.
Histórico de preço da PEPE. Fonte: CoinGecko.

Bitcoin Bull (BTCBULL)

Se você é um maximalista do Bitcoin (BTC) que gostaria de uma maneira única e extremamente lucrativa de apoiar a maior de todas as criptomoedas, o Bitcoin Bull (BTCBULL) pode ser a melhor criptomoeda para você.

Este é um projeto único, pois tem seu desempenho atrelado ao do próprio BTC. Os donos do BTCBULL receberão tokens gratuitos via airdrops que serão feitos sempre que o BTC atingir certas metas de preço. Esses airdrops ocorrerão quando o preço do BTC chegar em US$ 150 mil, US$ 200 mil, e o maior deles virá assim que o BTC bater US$ 250 mil.

Além disso, os desenvolvedores planejam manter 40% da oferta total para fins de RP e marketing, o que significa que o projeto provavelmente desfrutará de um tremendo hype mesmo várias semanas e meses após sua listagem. O projeto também vai queimar parte de seus tokens quando o BTC chegar em algumas metas (US$ 125 mil, US$ 175 mil e US$ 225 mil).

E apesar do desdém comum que os maximalistad do BTC têm com outros tokens, o Bitcoin Bull já arrecadou mais de US$ 1,4 milhão em sua pré-venda apenas alguns dias após seu lançamento.

Pré-venda.
Bitcoin Bull. Fonte: site oficial.

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Crescem projetos de reserva estratégica de Bitcoin, estimulando lançamentos atrelados ao BTC

BTC Bull: novo token atrelado ao BTC

Desde 2024, com a campanha bem-sucedida de Donald Trump à presidência dos Estados Unidos, propostas de uma reserva de Bitcoin (BTC) vêm ganhando força. E isso não ficou restrito aos EUA.

Afinal, por mais que o tema tenha ganhado atenção especial nesse país, inclusive a nível estadual, governos de outras partes do mundo também vêm se debruçando sobre essa possibilidade.

Muitos analistas apontam esse tema como um dos motores por trás do impulso no preço do BTC no último trimestre do ano passado. E esse “empurrão” deve seguir ocorrendo, já que a ideia de criar uma reserva de Bitcoin vem conquistando cada vez mais espaço mundialmente.

No entanto, não é apenas o Bitcoin que pode se beneficiar da criação de reservas estratégicas. Afinal, o token BTC Bull, com preço atrelado ao do BTC, é um exemplo dos efeitos indiretos que essa discussão pode provocar no mercado cripto.

Reserva de Bitcoin nos EUA: sai ou não sai?

Trump já se disse favorável à criação de uma reserva de Bitcoin nos EUA. No entanto, ainda haveria um longo caminho para percorrer até esse plano se tornar realidade.

Um projeto de lei que tramita atualmente no Senado do país pode levar à criação de uma reserva de Bitcoin composta por 1 milhão de unidades de BTC. O valor dessa reserva poderia ultrapassar a casa dos US$ 900 bilhões. Mas a proposta está ainda no início do processo de tramitação.

Enquanto isso, até mesmo estados norte-americanos estudam criar reservas locais de Bitcoin. Ao todo, 20 estados têm projetos de lei nesse sentido atualmente. Aliás, eles parecem estar tramitando com uma agilidade maior que a do Senado.

Estima-se que os estados dos EUA possam investir US$ 23 bilhões em Bitcoin para atender à necessidade de formação de reservas em BTC, caso essas leis sejam aprovadas.

 

Outros países querem embarcar

Os projetos em andamento nos EUA acabaram inspirando outros países a desenvolver algo semelhante. Nesse caso, El Salvador saiu na frente. Afinal, o governo desse país da América Central vem comprando Bitcoin há algum tempo, desde que Nayib Bukele assumiu a presidência, em 2019.

Christine Lagarde, atual presidente do Banco Central Europeu (BCE), descartou que a instituição siga esse mesmo caminho. No Japão, também não houve avanços nesse sentido. Afinal, o governo soltou um comunicado em dezembro de 2024 no qual alega que as discussões a respeito ainda estariam em um estágio muito inicial.

Países como Rússia e Brasil têm projetos de lei semelhantes. Aliás, no Brasil, a proposta do deputado federal Eros Biondini (PL/MG) prevê que 5% das reservas internacionais do país sejam convertidas para Bitcoin. No entanto, ela segue parada, sem previsão de que vá entrar em pauta tão cedo.

BTC Bull sobe junto com o BTC

As discussões sobre a criação de uma reserva de Bitcoin em diferentes países impulsionam o preço do BTC por uma razão simples: iniciativas do tipo levariam a um aumento considerável da demanda pela moeda. Como a oferta é limitada, o preço acabaria subindo — e os detentores de BTC veriam seus ativos se valorizarem imensamente.

No entanto, para se beneficiar com esse fenômeno, nem é preciso ter BTC na carteira. Você pode adotar a meme coin BTC Bull ($BTCBULL), por exemplo.

Afinal, o preço do BTC Bull é atrelado ao do BTC. Então, como o nome indica, o detentor de $BTCBULL acaba ganhando sempre que o mercado de Bitcoin está “bullish” (em alta).

Atualmente, o BTC Bull está em fase de pré-venda, e isso significa preços mais baixos para quem deseja entrar no projeto precocemente. As vendas já ultrapassaram a marca de US$ 1 milhão — e seguem subindo rapidamente.

O projeto do $BTCBULL traz alguns recursos que tornam o token especialmente atraente. Por exemplo, conta com airdrops de BTC e staking dinâmico. Então, vale a pena visitar o site oficial e conhecer mais detalhes antes do próximo ciclo de alta do Bitcoin.

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Gestora brasileira lança primeiro ETF cripto de índice dos EUA

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A gestora brasileira Hashdex conquistou um marco histórico ao obter aprovação da Comissão de Valores Mobiliários (SEC) para lançar o Hashdex Nasdaq Crypto Index US ETF (NCIQ). Trata-se do primeiro ETF cripto de índice dos EUA.

A novidade foi anunciada nesta sexta-feira (14) e coloca a empresa à frente de grandes players globais, como a BlackRock.

O ETF NCIQ já está sendo negociado na bolsa americana Nasdaq. O fundo permite aos investidores americanos exposição direta ao Bitcoin (BTC) e ao Ethereum (ETH) no mercado spot. A taxa de administração é de 0,25% ao ano até o fim de 2025, subindo para 0,50% posteriormente.

O ETF segue o Nasdaq Crypto US Index (NCIUS), um índice desenvolvido em parceria com a Nasdaq Global Indexes. O índice mede o desempenho de uma parcela significativa do mercado de criptoativos. A metodologia do NCIUS prioriza liquidez, capitalização de mercado e conformidade regulatória, garantindo uma seleção criteriosa de ativos.

Conforme o anúncio, apenas Bitcoin e Ethereum estão qualificados para compor o NCIUS. O novo ETF reforça a posição da gestora brasileira como líder global no setor, sendo responsável pelo maior ETP cripto multiativos da Europa e pelo maior ETF cripto da América Latina.

Hashdex
Imagem: X

Gestora brasileira fortalece sua presença nos EUA

Desde 2021, a Hashdex e a Nasdaq Global Indexes têm sido pioneiras no desenvolvimento de produtos baseados em índices cripto.

“Desde a nossa fundação, acreditamos que uma cesta de criptoativos oferece múltiplos benefícios e é uma excelente maneira para investidores participarem desse mercado”, afirmou Marcelo Sampaio, CEO da Hashdex.

O ETF conta com a Coinbase Custody e a BitGo Trust como custodiantes, enquanto a Paralel Distributors LLC atua como agente de marketing. A Nasdaq é a administradora do índice e local de listagem, enquanto o U.S. Bank Global Fund Services gerencia o fundo.

Além do NCIQ, a Hashdex também oferece nos EUA o Hashdex Bitcoin ETF, que proporciona exposição direta ao Bitcoin (BTC) no mercado spot. Na Europa, a empresa alcançou um marco com o Hashdex Nasdaq Crypto Index Europe ETP (HASH), que ultrapassou US$ 400 milhões em valor patrimonial líquido.

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Citibank vai começar a operar com Bitcoin e criptomoedas

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O Citibank está se preparando para entrar no mercado de Bitcoin e criptomoedas, adicionando serviços de custódia de ativos digitais às suas operações. De acordo com fontes próximas ao banco, o Citigroup está explorando essa nova possibilidade, acompanhando a tendência de grandes instituições financeiras no setor.

Esse movimento segue o anúncio do sucesso no projeto de tokenização de fundos privados, realizado em 14 de fevereiro de 2024. O Citi comprovou a viabilidade de emitir e custodiar ativos digitais em blockchain, um avanço significativo para o mercado financeiro.

A adoção de serviços de custódia de criptomoedas por bancos tradicionais está crescendo rapidamente. O BNY Mellon já recebeu aprovação regulatória para custodiar ativos digitais, enquanto o Standard Chartered lançou um serviço similar em Dubai. Além disso, HSBC, Crédit Agricole e Banco Santander também avançam nesse segmento.

Bitcoin e criptomoedas
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Bitcoin e criptomoedas nos bancos

Apesar do interesse crescente, muitos bancos ainda precisam de aprovação regulatória para operarem com criptomoedas. Segundo a jornalista Yueqi Yang, do portal The Information, o Coinbase está negociando parcerias para oferecer serviços de custódia e negociação, mas instituições como o Citi ainda aguardam autorizações do Fed (banco central dos EUA) e do NY DFS (Departamento de Serviços Financeiros do Nova Iorque).

O Citigroup, que gerencia aproximadamente US$ 2,4 trilhões em ativos, segue os passos do State Street, um dos maiores bancos do mundo. Em agosto, o State Street anunciou uma parceria com a Taurus para lançar serviços de custódia e tokenização de criptomoedas para investidores institucionais.

No Brasil, os bancos têm adotado criptomoedas rapidamente, impulsionados pelo crescimento do mercado digital e pelo interesse crescente dos clientes institucionais.

Grandes instituições, como Itaú, Banco do Brasil e Bradesco, já oferecem serviços relacionados a ativos digitais, incluindo custódia e negociação de criptomoedas.

Além disso, o Banco Central do Brasil incentiva a inovação no setor por meio do Drex, moeda digital de banco central, que facilita a integração das criptos ao sistema financeiro tradicional. Com isso, o país avança na digitalização e regulamentação das criptomoedas.

Paralelamente, instituições como BTG Pactual e Nubank têm ampliado suas operações no segmento de ativos digitais, lançando plataformas próprias para compra, venda e custódia de criptomoedas.

O BTG Pactual, por exemplo, desenvolveu o Mynt, uma plataforma de negociação de criptos, enquanto o Nubank permite transações diretas com Bitcoin e Ethereum. Esse movimento atende à crescente demanda por investimentos digitais e reforça a necessidade de bancos tradicionais se adaptarem a um mercado cada vez mais competitivo e descentralizado.

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ETFs de Bitcoin registram saídas de US$ 494 milhões enquanto Ethereum atrai investidores

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Os ETFs de Bitcoin à vista nos EUA registraram três dias consecutivos de saídas, totalizando US$ 494 milhões. Na última quarta-feira, 12, as saídas atingiram US$ 251 milhões, completando o terceiro dia consecutivo de saldo negativo. Na segunda e terça-feira, registraram saídas de US$ 186,3 e US$ 56,7 respectivamente.

A imagem apresenta uma tabela intitulada "Bitcoin ETF Flow (US$m)", onde estão organizados dados referentes ao fluxo financeiro de diversos ETFs (Fundos de Índice) de Bitcoin em dólares americanos. Cada linha representa um dia específico em janeiro e fevereiro de 2025, com colunas designadas a diferentes ETFs, incluindo Blackrock, Fidelity, Bitwise, Ark, Invesco, entre outros. Os valores mostram entradas e saídas de capital nos ETFs, com números positivos indicando entradas e números negativos, registrados em vermelho, indicando saídas. No total, a tabela compila as somas de cada ETF, evidenciando o desempenho financeiro de cada um ao longo do período, com o estoque total refletindo a movimentação de ativos nos ETFs.
ETF de Bitcoin registra perdas pelo 3ª dia seguido. Fonte: Fairside.

O destaque do período foi o Fidelity Wise Origin Bitcoin Fund (FBTC), que perdeu US$ 281,7 milhões, mais da metade do total. O volume de negociação dos ETFs também caiu, com apenas US$ 2,58 bilhões movimentados no dia, refletindo a falta de demanda por posições longas líquidas.

O Bitcoin permanece estagnado em torno de US$ 96.000, preso uma faixa de negociação de US$ 90.000 desde a sua máxima histórica de US$ 109.000 em meados de novembro. De acordo com analistas, essa estagnação ocorre devido à incerteza macroeconômica causada pelas decisões de Trump. Além disso, o crescente interesse pela rede Ethereum pode estar puxando a liquidez do Bitcoin.

Ethereum como alternativa ao Bitcoin

Enquanto o Bitcoin enfrenta pressão, o Ethereum (ETH) vem atraindo atenção devido a movimentações significativas de carteiras de longo prazo. Dados recentes indicam que investidores institucionais e holders de longo prazo adquiriram 330 mil ETH em um único dia, totalizando cerca de US$ 880 milhões.

O número é um recorde histórico em comparação a série histórica. Isso indica que os olhos do mercado podem estar se voltando para a maior rede em termos de usuários ativos do setor. Com isso, projetos construídos na rede podem se beneficiar dessa mudança de rota dos investidores.

Entre eles está a Solaxy, uma plataforma Layer 2 da blockchain construída na Ethereum que tem como objetivo resolver os problemas de congestionamento e velocidade da Solana. O projeto está em fase de pré-venda e, oferecendo também staking com recompensas dinâmicas.

Também em fase de pré-venda, o projeto Mind of Pepe une inteligência artificial e cultura de memes. O protocolo propõe fornecer aos detentores do token $MIND estratégias de mercado em tempo real.

Um outro projeto da rede Ethereum que vale mencionar é o Meme Index, que vai permitir exposição às diversas memecoins utilizando um único token. Durante a pré-venda o projeto já arrecadou mais de US$ 4 milhões em poucas semanas.

Agora, para quem gosta de nadar contra a corrente, o projeto Bitcoin Bull é uma opção. Com fases atreladas ao preço do Bitcoin, o projeto promete movimentar o mercado. Quanto mais o preço do Bitcoin subir, mais $BTCBULL, o token do projeto, serão liberados aos investidores em airdrops constantes.

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