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Binance dá criptomoeda da Solana de graça e token sobe 650%

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A Binance surpreendeu investidores ao distribuir gratuitamente tokens Solayer (LAYER) para usuários que participaram do programa HODLer Airdrops. O ativo, que foi listado a US$ 0,20, rapidamente atingiu uma máxima de US$ 1,50, representando uma valorização de 650%.

A Binance listou o Solayer (LAYER) nesta terça-feira (11), permitindo negociação contra BTC, USDT, USDC, BNB, FDUSD e TRY. Antes disso, a exchange distribuiu 30 milhões de tokens LAYER (3% da oferta total) para usuários que haviam subscrito BNB no programa Simple Earn entre os dias 1 e 5 de fevereiro de 2025.

A distribuição seguiu a lógica do programa HODLer Airdrops, que recompensa usuários com novos tokens sem a necessidade de ações ativas. Ou seja, bastava possuir BNB em produtos do Simple Earn para ser automaticamente elegível ao recebimento.

A oferta total do Solayer (LAYER) é de 1 bilhão de tokens, com 210 milhões em circulação no momento da listagem na Binance. Além do airdrop inicial, mais 20 milhões de tokens serão destinados a campanhas de marketing nos próximos três meses.

Para garantir liquidez, o Solayer adota um modelo de pool único sSOL/SOL, permitindo o desempenho instantâneo de tokens sem impacto significativo no preço. Esse mecanismo torna mais eficiente a integração de liquidez e melhora a experiência do usuário.

Criptomoeda na Binance
Imagem: Binance

O que é Solayer, criptomoeda distribuída pela Binance

Solayer é um protocolo de restaking desenvolvido na blockchain Solana. Ele permite que os usuários deleguem novamente seus tokens SOL ou ativos de staking líquidos (LSTs), aumentando assim a segurança e escalabilidade da rede.

Seguindo um modelo semelhante ao EigenLayer, do Ethereum, o Solayer permite que os investidores maximizem seus retornos enquanto apoiam diversas aplicações descentralizadas (dApps).

O protocolo funciona com três componentes principais. O Gerenciador de Pool de Restaking converte em tokens sSOL os ativos que os investidores depositam, permitindo seu uso em aplicações descentralizadas.

O Gerente de Delegação aloca os tokens sSOL para serviços de validação, como o Sonic Layer 2 Chain e o HashKey Cloud. Por fim, a Unidade de Contabilização de Recompensa calcula os ganhos dos usuários com base em suas participações e delegações.

O Solayer oferece diversos benefícios, como maior rendimento, já que os usuários podem obter recompensas adicionais ao delegar SOL e LSTs. Ele também reforça a segurança ao contribuir para a estabilidade da blockchain Solana e aprimora a liquidez ao adotar um modelo de pool único sSOL/SOL, facilitando uma troca mais rápida e eficiente dos ativos.

Assim como o EigenLayer, do Ethereum, o Solayer implementa um mecanismo de restaking, mas com foco na rede Solana. Ambos permitem que os investidores reutilizem seus ativos apostados para obter ganhos adicionais, mas o Solayer se destaca pela eficiência no ecossistema Solana.

Desse modo, o Solayer continua expandindo suas funcionalidades e já se consolidou como uma das principais soluções de restaking na Solana. Sua infraestrutura eficiente e compatibilidade com mSOL, JitoSOL e BlazeStake Staked SOL (bSOL) fazem dele uma alternativa robusta para investidores que desejam maximizar seus rendimentos com staking.

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Direito à autocustódia de criptomoedas entra em debate no Congresso Nacional

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Enquanto o Banco Central (BC) avança na regulamentação de criptoativos por meio da Consulta Pública nº 111, a deputada Júlia Zanatta (PL-SC) apresentou o Projeto de Lei 311/2025 para garantir o direito à autocustódia de criptomoedas.

O embate ocorre em meio a críticas de que a proposta do BC, detalhada em 123 artigos, restringe liberdades individuais e constitucionais.

Autocustódia de criptomoedas

A Consulta Pública do BC propõe incluir serviços de criptomoedas no mercado de câmbio, submetendo-os a regras de capitais estrangeiros e controles cambiais.

O ponto mais polêmico é o Artigo 76-F, que proíbe corretoras de criptomoedas de transferirem ativos para carteiras autocustodiadas de não residentes. Além disso, no Artigo 76-N, veda a transferência de stablecoins denominadas em moeda estrangeira (como USDT) para carteiras privadas.

Em resposta, o PL 311/2025 declara como direito universal a autocustódia de criptomoedas, sem intermediários. Além disso, diz que será inválida as normas restritivas do BC, CVM ou outras entidades que contrariem o direito. No mais, o projeto busca proibir as possíveis conversões forçadas para moedas digitais estatais, como o futuro Drex, o Real Digital.

A deputada Julia Zanatta, alega que as regras do BC ferem a essência descentralizada das criptomoedas. Ela afirma que o Estado não pode restringir o direito fundamental da autocustódia. Dentre as justificativas legais estão o direito de propriedade, livre iniciativa e privacidade, da Constituição Federal.

“O Artigo 76-F do BC é inconstitucional. Subestima a capacidade do cidadão de gerir seu patrimônio”, afirma Pedro J. T. C. Torres, defende o advogado e sócio da Sydow e Torres Advogados.

Compliance vs. descentralização

O BC argumenta que a regulamentação busca segurança jurídica e alinhamento a padrões internacionais, como o combate à lavagem de dinheiro. Além de proibir a transferência de ativos digitais para carteiras autocustodiadas de não residentes, a proposta do BC também determina:

  • Transferências internacionais via criptomoedas limitadas a US$ 500 mil para instituições financeiras e US$ 100 mil para corretoras de criptomoedas (Art. 44 e 45);
  • Exigências de autorização: Exchanges precisam de aval do BC para operar no mercado de câmbio (Art. 76-B);
  • Registro de informações: Identificação de clientes, finalidade das transações e dados de contrapartes estrangeiras (Anexo II-A).

Vale destacar que a consulta pública está em fase final. Lançada em novembro de 23024, é possível enviar as contribuições até 28 de fevereiro. Findo o prazo, as contribuições serão consideradas e a norma consolidada será publicada. Mas ainda não há previsão para isso ocorrer.

Enquanto isso, o projeto de lei aguarda despacho do Presidente da Câmara dos Deputados. Ele deve ir para uma das comissões parlamentares da casa. O processo até a aprovação pode incluir alterações, audiências públicas e convites para especialistas opinarem. Assim, somente após a comissão aprovar, os deputados devem levar o PL a plenário para votação.

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Novas memecoins ligadas a Donald Trump levantam questões sobre insider trading e conflitos de interesses

Novas memecoins ligadas a Donald Trump levantam questões sobre insider trading e conflitos de interesses

Donald Trump é um apoiador declarado das criptomoedas e lançou recentemente a sua própria memecoin, $TRUMP. Mas quando uma das pessoas mais influentes do mundo começa a promover ativos digitais, vem à tona várias questões sobre insider trading e conflitos de interesses relacionados a memecoins.

Algumas situações envolvem apenas discussões éticas, mas outras suscitam potenciais problemas legais. Isso porque Trump tem o poder de direcionar o funcionamento da indústria de ativos digitais, que inclui memecoins e, se ele tem um benefício pessoal decorrente de suas próprias políticas, há um grande conflito de interesses.

Além disso, a associação de Trump com a World Liberty Financial (WLFI), uma empresa de criptomoedas que teria comprado US$ 2 milhões em tokens MOVE, levantou várias questões polêmicas, apesar de Trump negar ter envolvimento direto.

A relação de Donald Trump com o mercado de criptomoedas mostra que ainda estamos diante de um contexto pouco regulamentado. Várias lacunas na lei estão sendo reveladas, levantando a questão da necessidade de novas regulamentações, principalmente para evitar que figuras políticas explorem o mercado para obter ganhos pessoais.

Perdão de Trump a Ross Ulbricht, da Silk Road

Além de seu envolvimento pessoal com memecoins, algumas decisões de Donald Trump recebem muitas críticas. Recentemente, o presidente norte-americano disse ter concedido perdão total e incondicional para Ross Ulbricht, que operava o Silk Road.

Ross Ulbricht recebeu a condenação, em 2015, à prisão perpétua. A acusação era de tráfico de drogas e lavagem de dinheiro. Ulbricht foi considerado culpado das acusações e, durante o seu julgamento, os promotores disseram que o seu site na dark web, vendeu mais de US$ 200 milhões em drogas.

Mas Trump defendeu o operador da Silk Road, sob a alegação de que a condenação era um exemplo de excesso do governo. Em um post na plataforma Truth Social, Donald Trump afirmou que a condenação de Ross Ulbricht foi desencadeada por “alguns dos mesmos lunáticos que estavam envolvidos na moderna armamentização do governo contra mim”.

Ordem de Trump para IA livre de viés ideológico pode ser uma questão constitucional

Uma das primeiras coisas que Donald Trump fez ao assumir a presidência dos EUA foi rescindir a ordem executiva de Joe Biden sobre o uso de IA. A nova ordem de Trump exige que a IA seja livre de “viés ideológico”. Como o governo norte-americano não pode restringir a liberdade de expressão, uma ordem para libertar a inteligência artificial de “ideologias indesejadas” poderia colidir com os limites dos direitos da Primeira Emenda.

Se o governo norte-americano pressionar ou exigir que uma plataforma suprima certas notícias, possivelmente haverá uma violação constitucional. Mas se Trump realmente impedir que certas empresas divulguem as suas inclinações ideológicas, com certeza haverá uma violação constitucional.

Apesar da grande pressão para regulamentação da IA, essa tecnologia está apenas começando a dar os seus primeiros passos. Por isso, possivelmente ainda vamos presenciar vários momentos em que a IA entrará em conflito com a lei.

Muitos aspectos da IA precisam de discussão, já que ainda não entram no escopo de nenhuma lei. Mas a nova ordem de Trump não fala expressamente sobre quais políticas existentes estariam, em tese, impedindo o desenvolvimento da IA. A determinação do presidente é analisar todas as políticas e ordens executivas dos anos anteriores e suspender as que não se encaixam na sua nova diretiva.

Essas ações ameaçam excluir a proibição do uso de ferramentas de IA que discriminam injustamente as pessoas, desde chatbots de diagnóstico médico que divulgam informações falsas até tecnologias de reconhecimento facial vinculadas a prisões declaradamente injustas.

Dessa forma, o atual contexto político está sendo alvo de grandes controvérsias envolvendo o mercado de criptomoedas. Como resultado, algumas pré-vendas podem se transformar em uma aposta de longo prazo, ao oferecer tokens a preços com desconto e que ainda não sofreram com as oscilações do mercado.

Pré-venda de Meme Index ($MEMEX) atinge US$ 3,5 milhões

Página da Pré-Venda do Meme Index

O Meme Index ($MEMEX) é um projeto que atende justamente investidores que querem investir em projetos de memecoins, juntando o conceito de um investir um índice com o mercado de memecoins. A ideia do projeto é permitir que a própria comunidade indique tokens para entrar no índice. Com isso, a plataforma busca ser uma fonte sempre atualizada das melhores memecoins do mercado.

Aqueles que estiverem interessados em participar da pré-venda do Meme Index podem acessar o site oficial do projeto e conectar uma carteira de criptomoedas. A pré-venda aceita pagamentos em USDT, ETH, BNB ou um cartão bancário.

Os investidores poderão reivindicar seus tokens $MEMEX assim que a pré-venda terminar, quando o token lançar. Basta conectar a mesma carteira que foi usada para comprar os tokens e clicar em “reivindicar”.

Descubra mais sobre o Meme Index

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Solana (SOL) acima de US$ 200: preço seguirá em alta?

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A Solana (SOL) encaminha seu quarto dia consecutivo de alta, voltando a ser negociado acima de US$ 200.

Negociado no fechamento da matéria em US$ 207, a SOL opera com uma alta de 5,7% nas últimas 24 horas, segundo o CoinGecko. Seria este apenas um salto corretivo ou o início de uma tendência de alta prolongada?

Solana realiza primeiro rompimento

O gráfico diário indica que a Solana iniciou um salto corretivo após uma queda de 40% entre 19 de janeiro, quando atingiu sua ATH de US$ 293, e 3 de fevereiro, quando chegou ao fundo de US$ 176.

Desde então, o preço da altcoin já subiu 17%, conseguindo com isso superar o nível de retração de US$ 204 hoje.

Gráfico da Solana (SOL) no TradingView
Gráfico da Solana (SOL) no TradingView

Apesar de isso ser um ótimo sinal para a tendência futura, ainda não é possível afirmar que a tendência macro se tornou de alta. Somente quando a altcoin subir acima do nível de retração de 0,618, em US$ 250, é que esta possibilidade entrará em vigor.

Nesse sentido, uma reversão de tendência será confirmada quando o nível de retração de 0,786, em US$ 270, for rompido.

Indicadores técnicos apontam otimismo no curto prazo

A análise técnica do gráfico de 4 horas indica que o preço da SOL deve seguir em alta pelos próximos dias. Em primeiro lugar, a média móvel exponencial (EMA) de 9 períodos (azul) voltou a ficar acima da EMA de 21 períodos (laranja).

Esse cruzamento é tradicionalmente visto como um sinal de compra no mercado, pois mostra que a altcoin está sendo negociada a níveis cada vez mais altos no curto prazo. Em paralelo, o MACD realizou um cruzamento semelhante na última sexta-feira (7).

Gráfico da Solana (SOL) no TradingView
Gráfico da Solana (SOL) no TradingView

Por fim, o Índice de Força Relativa (RSI) está em alta. Atualmente acima de 50, o indicador mostra que os compradores assumiram o controle da tendência. O Exchanges Long/Short Ratio da Coinglass comprova essa tese.

O indicador, que mede a proporção de ordens de compra e venda envolvendo a SOL nas principais exchanges, mostra que os compradores estão dominando o fluxo de ordens atualmente.

Exchanges SOL Long/Short Ratio
Exchanges SOL Long/Short Ratio

Se esse cenário se manter, a Solana pode subir mais 5% e atingir o topo de US$ 215 no curto prazo. Caso isso aconteça, as projeções de atingir os níveis de retração mencionados acima se tornam prováveis para o médio e longo prazo.

Por outro lado, não superar o preço atual de US$ 207 causaria a formação de um topo duplo neste nível de preço, o que poderia gerar uma reversão de curto prazo para US$ 190.

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Ripple anuncia suporte para pagamentos entre Brasil e Portugal

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A Ripple Labs, emissora do token XRP, anunciou uma parceria com a provedora portuguesa de câmbio Unicâmbio para dar suporte a pagamentos internacionais instantâneos entre Portugal e o Brasil. O novo sistema usará o Ripple Payments para dar mais agilidade e reduzir custos nas transações entre os dois países.

De acordo com o anúncio da empresa, publicado nesta segunda-feira (10), a parceria com a Unicâmbio marca a entrada da Ripple em Portugal. Com isso, a empresa busca expandir a presença europeia da líder em ativos digitais e fortalecendo o corredor de pagamentos Portugal-Brasil.

A Ripple já é membro da Associação Brasileira de Criptoeconomia (ABCripto) e enxerga o Brasil como um país estratégico para sua expansão na América Latina.

Ripple em expansão para a Europa

Ao alavancar a solução de pagamentos da Ripple, os clientes corporativos da Unicâmbio poderão movimentar fundos e liquidar pagamentos em questão de minutos. O objetivo é reduzir a velocidade e tempo de espera para transferências internacionais.

Segundo Cassie Craddock, diretora-geral para Reino Unido e Europa, da Ripple, essa parceria é um marco significativo na expansão europeia da Ripple.

“Portugal desenvolveu um ecossistema de criptomoedas próspero. Então estamos muito satisfeitos em abrir nossa solução de pagamentos para parceiros de lá. Ao conectar nossas redes de pagamento em Portugal e no Brasil, estamos facilitando pagamentos transfronteiriços mais rápidos e econômicos, ao mesmo tempo em que fortalecemos a ponte econômica entre esses dois principais mercados. 

A parceria se baseia na presença estabelecida da Ripple no Brasil com clientes líderes como o Travelex Bank, que é um parceiro da Ripple desde 2022. Além disso, a Ripple conta com outras parcerias envolvendo nomes de peso no Brasil, as principais sendo a exchange Mercado Bitcoin e o banco Santander

Conforme destacou Adriana Jerónimo, Membro do Conselho Executivo da Unicâmbio, Portugal e Brasil compartilham laços econômicos e culturais profundos, com fluxos de dinheiro significativos entre os dois países.

Dessa forma, ao alavancar a tecnologia blockchain, a empresa está buscando transformar a movimentação de dinheiro entre as duas nações.

“A solução de pagamentos da Ripple permite liquidação quase instantânea e reduz drasticamente os custos em comparação aos canais de pagamento tradicionais, entregando valor real aos nossos clientes.”

Expansão contínua

Em 2023, a Ripple estabeleceu a Liquidity Hub no Brasil, permitindo que empresas pudessem adquirir criptomoedas. O estabelecimento do vínculo com Portugal completa uma trajetória que se iniciou em 2019, quando a empresa escolheu o Brasil como ponto de partida para sua expansão regional na América Latina.

De acordo com os dados mais recentes, a Ripple Payments tem cobertura quase global, chegando a mais de 90 mercados de pagamento. Em termos de valores, a empresa processa mais de US$ 70 bilhões em volume de pagamentos.

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Gestora prevê token da Solana atingindo US$ 520 em 2025

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A Solana (SOL), uma das criptomoedas mais conhecidas do mercado, pode atingir o valor de US$ 520 até o fim de 2025. Foi essa a previsão pela VanEck, empresa de investimentos global.

A VanEck prevê que o preço da Solana (SOL) atinja 520 até o final de 2025. A análise é baseada na participação de mercado da Solana em contratos inteligentes e na correlação com a oferta monetária dos EUA. Estima-se que a capitalização do mercado de contratos inteligentes cresça até 1,1 trilhão nesse período. A Solana deve aumentar sua participação de 15% para 22%, impulsionada pelo crescimento de volumes e usuários ativos. A previsão sugere que a capitalização do mercado da Solana chegue a aproximadamente 250 bilhões, com cerca de 486 milhões de tokens em circulação.
Gestora fundada em 1955 aponta Solana acima dos US$ 500. Fonte: VanEck

A previsão tem relação com o aumento da circulação de dinheiro nos Estados Unidos e ao crescimento de plataformas digitais que executam contratos inteligentes, que facilitam transações sem intermediários.

Crescimento dos EUA puxará SOL

De acordo com a gestora, o aumento do dinheiro em circulação nos EUA, incluindo poupanças, depósitos e moeda física, deve passar de US$ 21,5 trilhões para US$ 22,3 trilhões até 2025. Quando os bancos centrais liberam mais dinheiro na economia, investimentos considerados de risco, como criptomoedas, tendem a se valorizar.

Com isso, plataformas como a Solana devem se valorizar. A Solana é a 5ª maior blockchain do mercado, com um volume mensal de transações superior a 10 bilhões. A rede é usada para criar aplicações financeiras, jogos digitais e, sobretudo, centro de criação de muitas das memecoins atuais.

De acordo com a VanEck, o mercado derivado das tecnologias criadas em blockchain pode crescer 43% até 2025, chegando a US$ 1,1 trilhão. Atualmente, a Solana detém cerca de 15% desse mercado, mas a gestora acredita que sua participação subirá para 22% até o próximo ano, graças ao aumento no número de desenvolvedores, transações e usuários ativos.

Impactos direto na SOL

A empresa usou um modelo matemático que analisa dados históricos para estimar que o valor total da Solana (chamado de “capitalização de mercado”) chegará a US$ 250 bilhões em 2025. Considerando a quantidade de moedas SOL em circulação (486 milhões) cada unidade valeria cerca de US$ 520.

O impulso que a rede precisa subir de preço pode ser dado, inclusive, pela própria VanEnk. A gestora, e outras empresas americanas, solicitou em 2024 autorização para lançar fundo de investimento – ETF de Solana. ETFs são produtos que permitem investir em ativos sem precisar comprá-los diretamente, algo comum no mercado tradicional. O mais famoso é o ETF de Bitcoin da BlackRock, que teve o maior crescimento da história.

Apesar da Comissão de Valores Mobiliários dos EUA (SEC) ter rejeitado pedidos similares no passado, recentemente acabou a decisão de analisar uma proposta da Grayscale, uma gestora de investimentos que já possui ETF de Bitcoin. A decisão final deve sair até outubro, e uma aprovação pode aumentar a confiança na Solana, colocando a rede no foco dos investidores.

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Ethena em crise? ENA desaba em meio a queda do mercado

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O preço da Ethena (ENA) caiu 37% na última semana, sendo uma das criptomoedas com pior desempenho no período.

A ENA opera atualmente abaixo de US$ 0,50 e atingiu na semana passada seu menor valor desde novembro de 2024.

No decorrer deste ano, a criptomoeda não conseguiu realizar grandes valorizações. O movimento chama a atenção, visto que ativos como Bitcoin e Solana já registraram novas máximas históricas em 2025.

O que explica este baixo desempenho?

Ethena perde atratividade no mercado

A Ethena atua como uma plataforma DeFi que oferece dólares sintéticos lastreados em derivativos de Ethereum. Com isso, o projeto busca fornecer uma alternativa descentralizada às stablecoins tradicionais.

Curiosamente, seu ecossistema tem apresentado sinais de crescimento em meio à forte queda de preço do token nativo. Dados do DeFiLlama mostram que o valor total bloqueado na rede do projeto teu subido, atingindo recentemente uma nova máxima histórica acima de US$ 6 bilhões.

TVL x MarketCap da Ethena (ENA). Fonte: DeFiLlama
TVL x MarketCap da Ethena (ENA). Fonte: DeFiLlama

No entanto, esse aumento de capital não tem ocorrido em relação ao token do projeto. O Chaikin Money Flow (CMF), indicador técnico que mede o fluxo de dinheiro que entra ou sai de um ativo no decorrer do tempo, mostra que quantidades significativas de capital estão sendo retiradas da ENA.

CMF da Ethena (ENA) no TradingView
CMF da Ethena (ENA) no TradingView

Com isso, a altcoin acumula uma perda de US$ 1,2 bilhão em valor de mercado em 2025. Uma das razões para isso é o fato de investidores e traders estarem buscando novos projetos no mercado.

Nesse sentido, o Solaxy tem tido grande destaque ao ser a primeira grande rede de segunda camada (L2) da Solana. Seu token nativo, SOLX, está em pré-venda, tendo arrecado mais de US$ 19 bilhões até o momento.

Projeções de preço

O gráfico diário mostra que a ENA intensificou sua tendência de baixa quando formou um topo duplo em US$ 1,25 no dia 6 de janeiro. Desde então, seu preço já caiu 60%.

Os compradores lutam para preservar o suporte formado em US$ 0,46. Caso tenham êxito em fazer isso, poderão realizar um salto corretivo até a região entre os níveis de retração de 0,5 e 0,618 de Fibonacci, em US$ 0,86 e US$ 0,95, respectivamente.

Gráfico da Ethena (ENA) no TradingView
Gráfico da Ethena (ENA) no TradingView

Nesse sentido, a ENA pode experimentar um salto de 90%. Por outro lado, se o suporte atual for quebrado, seu preço pode cair 35% até o fundo em US$ 0,32.

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Trader lucra US$ 4,6 milhões com memecoin inspirada em maior fraude da história dos EUA

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Um dos maiores escândalos corporativos da história dos Estados Unidos fez um trader lucrar mais de US$ 4 milhões no mercado de criptomoeda. Este foi o escândalo da Enron, que retornou quase 25 anos depois em forma de uma memecoin que leva o mesmo nome da famigerada empresa.

A recém-lançada memecoin ENRON fez o trader investir US$ 900 mil no dia 2 de fevereiro. Mas depois que seu preço disparou 110% nas últimas 24 horas, o trader transformou esse valor em US$ 5,3 milhões. O volume de negociação da ENRON cresceu 1.790%, demonstrando um forte interesse do mercado por esse token.

Outro token que segue com o alto interesse da comunidade é o Meme Index, que forma um verdadeiro índice das principais memecoins que existem hoje. Cotada entre as memecoins mais promissoras de 2025, a pré-venda do token superou US$ 3 milhões ao oferecer exposição a três cestas de grandes memecoins do mercado

ENRON.
Memecoin ENRON dispara após lançamento. Fonte: Dexscreener.

Transformando US$ 900 mil em US$ 5,3 milhões com memecoin

O trader apostou tudo na ENRON logo após seu lançamento, gastando US$ 900 mil para comprar 11,66 milhões de ENRON. De acordo com o registro do rastreador de blocos Solscan, o trader agiu rapidamente e agarrou a oportunidade segundos depois que os criadores da memecoin publicaram o contrato.

Em menos de 30 minutos, o trader vendeu todos os tokens, sacando US$ 5,3 milhões no pico de preço da ENRON. Como resultado, o investidor de criptomoedas arrecadou US$ 4,4 milhões em lucros. Ou seja, ele ficou milionário com menos de uma hora de trabalho.

Além dos lucros impressionantes, o trader de criptomoedas tomou a decisão certa e acertou o timing, já que o preço da ENRON caiu momentos após a venda. Em apenas 30 minutos, o valor de mercado da memecoin caiu 70%, saindo de US$ 900 milhões para US$ 250 milhões.

Lookonchain.
Fortuna de trader é destaque. Fonte: Lookonchain.

Junto com o trader de criptomoedas mencionado acima, alguns outros tiveram sucesso com suas negociações na moeda meme ENRON. Um segundo trader gastou US$ 1,2 milhão para comprar 10,75 milhões de ENRON e vendeu tudo em 12 minutos. No entanto, esses 12 minutos foram suficientes para ele obter 246,4% de ganhos, o que resultou num lucro de US$ 3,94 milhões.

O caso Enron

Apesar da memecoin ENRON ter enchido os bolsos dos traders de dinheiro, a história da empresa que inspirou a memecoin trouxe inúmeros casos de falência e prejuízos incontáveis.

Fundada em 1985 como resultado da fusão de duas empresas do setor energético, a Enron tornou-se um gigante na comercialização de energia e outros ativos. Durante anos, a companhia foi a maior empresa do setor de energia dos EUA e suas ações não paravam de subir.

Com uma cultura corporativa agressiva e voltada para crescimento exponencial, a empresa expandiu seus negócios para áreas como internet, gás natural e commodities. Jeffrey Skilling, um dos principais executivos da empresa, implementou um modelo de contabilidade chamado “marcação a mercado”, no qual receitas futuras eram contabilizadas no presente.

Isso permitia à empresa aparentar lucros enormes, mesmo sem ter fluxo de caixa correspondente. Em outras palavras, a Enron realizou “pedaladas contábeis” para expandir artificialmente seus números e dar a impressão de que a empresa crescia sem parar.

O esquema começou a ruir em 2001, quando jornalistas e analistas começaram a questionar os números da empresa. Muitos passaram a duvidar de que a Enron seguiria crescendo e venderam suas ações, iniciando um movimento de cascata. A crise se aprofundou quando investidores perderam a confiança, fazendo as ações despencarem de US$ 90 para menos de US$ 1 em poucos meses.

Em 2 de dezembro de 2001, a Enron entrou com pedido de falência, tornando-se o maior colapso corporativo da história dos EUA até aquele momento. A empresa também virou sinônimo de fraude contábil no país.

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Bitcoin chegará a US$ 500 mil antes do fim do governo Trump, diz Standard Chartered

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O banco multinacional britânico Standard Chartered voltou a divulgar uma previsão sobre o preço do Bitcoin (BTC). Desta vez, a instituição afirmou que o preço da criptomoeda chegará em US$ 500 mil até o final do mandato de Donald Trump como presidente dos Estados Unidos. Ou seja, até janeiro de 2029.

Tal previsão leva em conta que este será o último mandato de Trump, já que ele não pode concorrer à reeleição. O banco britânico tem feito previsões certeiras, como a de que o BTC atingiria US$ 100 mil em 2024. Apesar de um pequeno erro no timing, a criptomoeda de fato atingiu a marca depois da eleição de Trump.

De acordo com a nova previsão do Standard Chartered, o aumento será resultado de um ambiente regulatório mais amigável e maior acesso ao BTC. Com o preço da criptomoeda ao redor de US$ 96.900, isso seria uma valorização superior a 400% nos próximos quatro anos – precisamente, 407%.

Nesse cenário, o Bitcoin teria um valor de mercado de US$ 10,5 trilhões, provavelmente superando a Apple e a Microsoft no processo. Em termos gerais, o valor corresponde a mais da metade do valor de mercado atual do ouro, que é de US$ 19,4 trilhões.

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Valor de mercado do Bitcoin (verde) contra o ouro (bege). Fonte: Coinmarketcap, World Gold Council.

Crescimento progressivo do Bitcoin

O Standard Chartered acredita que o Bitcoin atingirá US$ 200 mil em 2025, impulsionado pela adoção via fundos de pensão. Este será o pico do ciclo de alta em 2025, segundo o banco.

Em seguida, o BTC deve atingir US$ 300 mil em 2026, um ano que seria de baixa conforme os ciclos de halving do BTC. Mas a valorização seguiria em 2027, quando o BTC subiria até a máxima de US$ 400 mil.

Por fim, em 2028 – ano de mais um corte na emissão de novos BTC, o famoso halving – o preço da criptomoeda chegaria a US$ 500 mil. Depois, o banco prevê que o preço chegará a um topo em 2029, quando terá início uma correção.

Esta análise é diferente do histórico do BTC, pois aponta que a criptomoeda romperá sua máxima histórica por quatro anos seguidos sem correção. A principal razão pela qual o Standard Chartered acredita que o Bitcoin tem espaço para esse crescimento é devido ao aumento no acesso dos investidores após a introdução dos ETFs em janeiro de 2024.

“Os ETFs atraíram US$ 39 bilhões líquidos em entradas até agora, apoiando a teoria da demanda reprimida sendo liberada pelo aumento do acesso”, escreveu o chefe global de pesquisa de ativos digitais do Standard Chartered, Geoff Kendrick, em um comunicado.

No entanto, vale frisar que o banco também errou em algumas análises, como quando previu que o BTC chegaria a US$ 150 mil ainda no ano passado. A máxima do BTC em 2024 ficou quase 50% abaixo do valor esperado nesta análise.

Regulação amigável nos EUA

Kendrick acrescenta que o ambiente regulatório dos EUA está se tornando mais amigável, observando a revogação do Staff Accounting Bulletin (SAB) nº 121, orientação que exigia que as empresas registrassem ativos digitais como passivos, como um “passo importante” para o setor.

“A ordem de Trump de 23 de janeiro para que a administração avalie o potencial  de criação de uma reserva nacional de ativos digitais também é importante, pois isso pode encorajar outros bancos centrais a considerar investimentos em Bitcoin”, acrescentou Kendrick.

Se isso começar a dar frutos, o Standard Chartered explica que a notória volatilidade do Bitcoin perderá força, o que atrairá investidores tradicionais que antes estavam com medo das oscilações de preço.

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As criptomoedas de maior destaque na semana

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A semana foi conturbada no mercado, com a maioria das criptomoedas acumulando grandes quedas de preço nos últimos sete dias.

Ao longo da semana, cerca de US$ 450 bilhões deixaram a indústria, segundo o CoinGecko. Isso ocorreu devido aos temores de uma “guerra tarifária” entre os Estados Unidos e outros países, que gerou a maior onda de liquidações da história do mercado cripto.

No entanto, isso não impediu alguns ativos de chamarem a atenção dos traders e investidores. Confira a seguir as criptomoedas que se destacaram esta semana.

MANTRA (OM)

A OM segue a pleno vapor, estando pela segunda vez consecutivo entre as criptomoedas que mais subiram na semana. Agora, ela lidera o mercado, sendo o único ativo a acumular uma valorização de dois dígitos no período.

Com isso, o token conseguiu renovar a sua máxima histórica na sexta-feira (7), agora fixada em US$ 6,41. Apesar da tendência atual ainda não ter dado indícios de reversão, já mostra sinais de cautela.

O Índice de Força Relativa (RSI) está muito perto da linha de 70, com novos saltos de preço podendo fazer a OM entrar em sobrecompra. Por outro lado, se o indicador não seguir em alta, formará uma divergência de baixa – sinal que geralmente antecede reversões de tendência.

Nesse caso, é possível que a criptomoeda caia para testar novamente a média móvel exponencial (EMA) de 21 dias (laranja), em US$ 5.

Gráfico da MANTRA (OM) no TradingView
Gráfico da MANTRA (OM) no TradingView

Flare (FLR)

A Flare é uma blockchain que oferece suporte a contratos inteligentes compatíveis com a rede Ethereum. Seu token nativo, FLR, operou em queda pela maior parte da semana, mas voltou a apresentar grandes saltos na sexta-feira.

No gráfico diário, é possível ver que os compradores já superaram o nível de retração de 0,382 de Fibonacci. Esse movimento confirma que a criptomoeda iniciou um salto corretivo.

O RSI está subindo, e se conseguir se manter acima de 50, mostrará que o movimento atual pode se estender até os próximos níveis de Fibonacci, em US$ 0,024 e US$ 0,026 – valorização de até 15% em relação ao nível atual.

Gráfico da Flare (FLR) no TradingView
Gráfico da Flare (FLR) no TradingView

XRP (XRP)

Outra criptomoeda que sofreu duros golpes ao longo da semana, mas tem dado a volta por cima, é o XRP. O token nativo da Ripple parece ter encontrado suporte em US$ 2,25 (linha verde), chegando a valorizar 10% desde então.

As Bandas de Bollinger mostram que há espaço para novos saltos de preço, visto que a linha média do indicador está em US$ 2,90. Subir até esse nível representaria uma valorização de 15%.

Porém, o XRP precisará romper algumas resistências antes disso, com a mais importante sendo o nível de retração de 0,5 de Fibonacci, em US$ 2,69.

Gráfico do XRP no TradingView
Gráfico do XRP no TradingView

Stellar (XLM)

A Stellar é uma rede que conecta bancos, sistemas de pagamento e pessoas, permitindo assim transações entre moedas tradicionais e digitais. Seu token nativo, o XLM, voltou a chamar a atenção do mercado ao ser uma das criptomoedas com o melhor desempenho na sexta-feira.

Atualmente, o ativo está em processo de firmar um topo acima do seu anterior, em US$ 0,34. Se conseguir fazer isso, pode seguir em alta em direção ao topo de US$ 0,37.

Nesse sentido, o MACD apoia esse cenário. O indicador realizou um cruzamento de alta, formando barras de compra cada vez maiores em seu histograma.

Gráfico da Stellar (XLM) no TradingView
Gráfico da Stellar (XLM) no TradingView

Memecoins que fazem menções a Pepe

As memecoins foram duramente afetadas pela queda geral do mercado de criptomoedas esta semana. Os maiores ativos do setor em termos de capitalização acumulam desvalorizações consideráveis, chegando a mais de 30%.

Maiores memecoins em valor de mercado. Fonte: CoinGecko
Maiores memecoins em valor de mercado. Fonte: CoinGecko

Apesar disso, algumas criptomoedas meme conseguiram se sobressair. Umas delas é a Wall Street Pepe (WEPE), que tem se consolidado como uma das memecoins mais promissoras do mercado. Atualmente em pré-venda, o projeto já atraiu mais de US$ 70 milhões em investimentos.

Outra moeda meme que faz menção a PEPE é a Mind of Pepe (MIND), que atua como um agente de IA. Também em pré-venda, o ativo oferece boas oportunidades de investimento para aqueles que desejam investir em projetos promissores.

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