Descubra como a criptomoeda está revolucionando o futuro financeiro. Em nosso site, você encontra as últimas notícias, análises de mercado e dicas para investir com segurança. Cripto é a chave para a nova era financeira – explore o potencial de Bitcoin, Ethereum, NFTs e outras tecnologias disruptivas. Junte-se à revolução digital agora mesmo!
No início desta semana, o governo brasileiro abriu investigações contra a Tools for Humanity (TFH), empresa por trás da controversa Worldcoin. Contudo, mesmo após as advertências, a empresa aparentemente segue operando e prometendo os pagamentos em troca dos dados de seus voluntários.
Emissora da criptomoeda Worldcoin (WLD), a TFH realiza o escaneamento da íris ocular dos voluntários com o objetivo de criar uma identidade única e inviolável. Como incentivo, a empresa paga 25 WLD para cada usuário logo após o registro e, ao longo de um ano, os depósitos acumulam um total de 48,5 WLD. Ou seja, cerca de R$ 528 com base na cotação atual do token.
Por enquanto, a TFH realiza o serviço de escaneamento e coleta dos dados apenas na cidade de São Paulo. O governo solicitou que a empresa paralisasse os pagamentos no dia 25 de janeiro, conforme noticiou o CriptoFácil. Mas na segunda-feira (27), a empresa continuava oferecendo o serviço, contrariando a decisão.
A prática da TFH despertou a atenção da Autoridade Nacional de Proteção de Dados (ANPD), que abriu investigações contra a empresa. O objetivo do órgão ligado ao Governo Federal é avaliar os riscos que a prática oferece ao tratamento dos dados dos usuários, sobretudo em cinco pontos:
Contexto das atividades de tratamento de dados;
Base legal para o tratamento das informações;
Transparência no uso dos dados;
Medidas de segurança adotadas;
Impacto do tratamento de dados em crianças e adolescentes.
Segundo a ANPD, a compensação financeira oferecida pode influenciar a decisão do titular de dar ou não consentimento para coleta de seus dados. Mas o órgão alega falta de transparência quanto ao que a TFH faz com os dados.
Já a empresa afirma que a decisão da ANPD se baseou em “desinformação” e “relatos imprecisos” sobre o funcionamento da tecnologia, e enviou os dados solicitados pelo órgão.
Conforme destaca a Worldcoin, essa tecnologia permite comprovar que o usuário é um “ser humano único”, já que a íris ocular não pode ser falsificada. A empresa afirma que sua proposta de identificação promove maior segurança digital, fornecendo uma proteção ainda mais segura contra fraudes e uso indevido de dados.
De acordo com a empresa, existem cerca de 50 pontos de coleta de dados em São Paulo, dos quais pelo menos três seguem ativos mesmo após a ordem de suspensão. Uma matéria do G1 afirma que os locais estavam com pouco movimento, mas o atendimento continua acontecendo normalmente.
Além disso, o portal conversou com uma atendente da empresa que não quis se identificar, mas disse que não houve nenhuma orientação sobre suspensão de pagamentos. Já a TFH afirma que enviou todos os dados solicitados pela ANPD e “segue operando legalmente” enquanto aguarda a decisão judicial definitiva.
O mês de janeiro, sem dúvidas, movimentou o ecossistema cripto de forma considerável. Dando sequência a um 2024 que deu novos rumos ao mercado, o ano de 2025 já começou com movimentações significativas que impactam as decisões de investimento. A posse de Donald Trump, por exemplo, trouxe expectativas para o setor, sobretudo por um possível ambiente mais favorável. Por isso, os investidores estão atentos às criptomoedas para investir em fevereiro.
Até agora, o mercado vem reagindo positivamente à postura pró-cripto de Trump, que nomeou reguladores favoráveis ao setor, além de assinar ordem executiva que prevê a criação de uma reserva estratégica. Além disso, a crescente adoção institucional e o fortalecimento de narrativas emergentes, como tokens de inteligência artificial e finanças descentralizadas (DeFi), moldam as expectativas para os próximos meses.
Diante desse cenário, analisamos seis criptomoedas promissoras que se destacaram em janeiro e apresentam potencial de valorização em fevereiro. Essas criptomoedas foram selecionadas com base em sua performance recente, tendências de mercado e fundamentos sólidos que sustentam seu crescimento.
Criptomoedas para investir em fevereiro: uma análise do cenário atual
Antes de analisarmos ativos promissores para investimento, vale fazer uma retrospectiva de como foi o mês de janeiro no que toca ao ecossistema. Afinal, essa visão pode, sem dúvidas, influenciar decisões relacionadas ao setor.
De modo geral, o período foi marcado por eventos que reforçaram o otimismo do mercado cripto, por exemplo:
Adoção institucional: empresas como BlackRock e Fidelity aumentaram suas participações em Bitcoin e Ethereum.
Política favorável: a posse de Trump trouxe uma nova abordagem regulatória, promovendo um ambiente mais propício para investimentos em criptoativos.
Narrativas emergentes: setores como tokens de IA, memecoins e ativos tokenizados ganharam destaque.
A partir destes acontecimentos, é possível pensar em alguns pontos relevantes que devem guiar as resoluções de aplicações para fevereiro. Um deles é o impacto da regulamentação europeia MiCA, que entrou em vigor recentemente. Em suma, o texto estabelece pela primeira vez um quadro regulamentar harmonizado, os emitentes e os prestadores de serviços de criptoativos.
Além disso, há a expectativa de um superciclo de altcoins, à medida que a dominância do Bitcoin vai atingindo resistência. É o caso de memecoins como Meme Index e Catslap. Por fim, há que apontar a crescente popularidade de projetos DeFi, que buscam expandir suas funcionalidades e adoção.
Bitcoin (BTC): uma das criptomoedas para investir em fevereiro
O Bitcoin continua sendo a criptomoeda dominante, com uma capitalização de mercado superior a US$2 trilhões. Em janeiro, o ativo rompeu a marca de US$100 mil, impulsionado pela entrada de novos investidores institucionais e pela expectativa de políticas favoráveis nos EUA.
Grafico mostra o desempenho do BTC em janeiro (Coingecko)
A princípio, a valorização de 20% em janeiro, atingindo novos recordes, se deu, em partes, pela crescente demanda por ETFs de Bitcoin, impulsionando o volume de negociação. Sendo assim, a projeção de valorização contínua com o próximo halving em abril.
Ethereum (ETH)
O Ethereum permanece como a principal plataforma de contratos inteligentes, com uma forte valorização impulsionada pela crescente adoção no setor DeFi. Ademais, há o interesse em soluções de escalabilidade como rollups, fatores que a colocam entre as criptomoedas favoráveis para investir em fevereiro.
Grafico do desempenho do ETH em janeiro (Coingecko)
Recentemente, o ativo teve uma alta de 18%, refletindo a crescente atividade em dApps e DeFi. Além disso, houve o impacto positivo da aprovação de ETFs de Ethereum à vista nos EUA, somado às implementações técnicas, como o Dencun upgrade. Pontos que, inegavelmente, melhoraram a eficiência da rede.
Solana (SOL)
A Solana vem se consolidando como uma das blockchains mais rápidas e escaláveis do mercado, atraindo desenvolvedores de games, NFTs e projetos DeFi. Em janeiro, alcançou valorização de 25% em janeiro, devido ao aumento do volume de transações na rede.
Gráfico mostra desempenho da Solana em janeiro (Coingecko)
Ainda, firmou parcerias estratégicas com grandes empresas do setor tech e, diante de ações como esta, vislumbrou sua recuperação após desafios de desempenho enfrentados em 2023. Outro lance favorável a uma das criptomoedas para investir em fevereiro foi o lançamento da Solaxy, primeira solução layer-2 da Solana.
Best Wallet (BEST)
A Best Wallet está se destacando como uma solução inovadora no segmento de carteiras cripto, arrecadando US$7 milhões em sua ICO. A plataforma oferece funcionalidades como triagem de projetos futuros, integração com mais de 200 protocolos e suporte para transações entre cadeias.
Mas, o que a coloca entre as criptomoedas promissoras para investir em fevereiro? Uma retrospectiva de seu histórico recente mostra, por exemplo, além da arrecadação milionária na pré-venda, parcerias com Alchemy Pay e MoonPay. Na prática, isso facilita conversões entre criptomoedas e moedas fiduciárias.
Além disso, há o crescimento considerável da base de usuários, com forte engajamento da comunidade. Logo, torna-se vantajoso aplicar em um ecossistema em expansão, incluindo DEX e serviços financeiros como o Best Card.
Vale frisar, ainda, a utilidade do token $BEST para taxas reduzidas e acesso a recursos premium, bem como o potencial de valorização devido à crescente demanda por soluções Web3.
Uma das criptomoedas para investir em fevereiro é o Meme Index (MEMEX)
O Meme Index conquistou destaque ao arrecadar US$2,7 milhões em seu ICO, aproveitando o crescente interesse em memecoins. Entretanto, um grande diferencial do projeto é oferecer quatro índices personalizados para investidores com diferentes níveis de risco. Por exemplo, Meme Titan Index e Meme Frenzy Index para atender variados perfis de investidores.
Com isso, o token apresentou arrecadação expressiva em sua campanha de financiamento. Parte da alta demanda teve impulso do reconhecimento de analistas como Murad Mahmudov.
Em suma, vale ficar de olho no ativo pela flexibilidade para criar índices personalizados, além da diversificação de portfólio dentro do setor de memecoins.
Por fim, o Catslap é uma memecoin da rede Ethereum que combina humor e inovação, oferecendo staking atrativo e um modelo gamificado de engajamento comunitário. Graças ao seu modelo play-to-earn, que incentiva o engajamento dos usuários, chamou a atenção de investidores, atingindo a expressiva valorização de 2.300% desde o lançamento.
Em sua página oficial, o ativo aponta mais de 584 milhões de tokens em staking com retorno de 30% ao ano. Como resultado, entrou na listagem em exchanges descentralizadas desde novembro de 2024, atendendo aos mais de 21.620 detentores.
Recentemente, anunciou o programa de recompra e queima de tokens, aumentando sua escassez.
Perspectivas sobre as criptomoedas para investir em fevereiro
O início de 2025 trouxe uma combinação de fatores políticos, institucionais e tecnológicos que impulsionaram o mercado de criptomoedas. O cenário aponta para um crescimento contínuo, com ativos como Bitcoin e Ethereum consolidando suas posições, enquanto novas oportunidades surgem em projetos como Solana, Best Wallet e memecoins promissoras, como Meme Index e Catslap.
A diversificação é uma estratégia essencial para quem deseja aproveitar as oportunidades desse mercado dinâmico, levando em consideração a volatilidade e os riscos inerentes aos criptoativos. Monitorar tendências emergentes, como DeFi e Web3, pode ser crucial para identificar ativos com grande potencial de valorização nos próximos meses.
Aviso: Este artigo tem funcionalidade exclusivamente informativa, e não constitui aconselhamento de investimento ou oferta para investir. O CriptoFácil não é responsável por qualquer conteúdo, produtos ou serviços mencionados neste artigo.
Os preços das criptomoedas Sui (SUI) e Ondo (ONDO) enfrentam forte pressão de venda, e o analista Manish Chhetri, alerta que essas altcoins podem sofrer uma queda expressiva nas próximas semanas.
Os indicadores técnicos do SUI mostram um forte viés de baixa. Na semana passada, o ativo perdeu 14% do seu valor, rompendo uma linha de tendência ascendente traçada desde 26 de novembro. Após uma leve recuperação, o preço foi rejeitado e recuou 17% até domingo.
De acordo com Chhetri, SUI encontrou suporte na média móvel exponencial (EMA) de 200 dias, em US$ 3,78. No entanto, se perder esse nível, a criptomoeda pode cair para US$ 2,96, representando uma desvalorização de quase 25%.
O analista destaca que o Índice de Força Relativa (RSI) de 38 aponta para mais espaço para quedas. Enquanto isso, o MACD exibe um cruzamento baixista, reforçando a pressão de venda. O histograma vermelho crescente sugere que o preço pode continuar caindo.
“A tendência é que o preço siga em baixa, na medida que o BTC lateraliza e o mercado ainda aguarda dados positivos da economia americana”, disse.
O preço do ONDO testou a resistência de US$ 1,54 no domingo e recuou quase 7% até segunda-feira. Se esse nível continuar servindo como resistência, o ONDO pode testar novamente seu mínimo de 13 de janeiro, em US$ 1,09, o que representaria uma queda de 20%.
Chhetri ressalta ainda que o RSI em 48 aponta para uma perda de força dos compradores, e o MACD converge para um cruzamento baixista, o que poderia confirmar uma tendência de queda.
Outro fator preocupante, segundo o analista, é a taxa de financiamento ponderada por juros em aberto da Coinglass, que está em -0,0014%.
Conforme explica o analista, os traders estão apostando mais na queda do que na recuperação do preço. Isso reforça um cenário de baixa para o ONDO.
“Do mesmo modo que a Sui, a Ondo aponta para uma queda que pode se estender para além de dois digitos”, destaca.
A gestora Tuttle Capital, conhecida por ter uma abordagem peculiar no mercado de ETFs, está mais uma vez se movimentando na vanguarda do setor. Sob a liderança do especialista em fundos de títulos, Matthew Tuttle, a gestora solicitou à Comissão de Valores Mobiliários dos Estados Unidos (SEC) a aprovação para lançar novos ETFs focados em dez criptomoedas.
O pedido chama atenção por focar em altcoins sem muito apelo popular, como Chainlink (LINK), Cardano (ADA) e Polkadot (DOT), e em memecoins como BONK, MELANIA, TRUMP.
Gestora entra com pedido de registro para 10 ETF – Fonte: X.com.
A Tuttle Capital é uma gestora de fundos especializada em lançar produtos diferentes dos ETFs padrões. Em 2021, por exemplo, a empresa se destacou após lançar o Tuttle Capital Short Innovation ETF (SARK), o primeiro ETF nos EUA a oferecer exposição inversa a outro ETF, o ARK Innovation ETF (ARKK).
Utilizando contratos de swap em vez de vendas a descoberto, o rendimento do SARK é inversamente proporcional ao rendimento do ARKK. Agora, a Tuttle Capital pretende inovar mais uma vez e expandir seu portfólio para o mercado de criptomoedas.
DeFi, oracle, L0, L1, memecoins e mais
No último dia 27, a e gestora apresentou um pedido de registro de 10 ETFs de criptomoedas junto á SEC: XRP, Solana, TRUMP, Litecoin, Melania, Bonk, BNP, Cardano, Chainlink e Polkadot.
De acordo com o especialista de ETFs da Bloomberg, James Seyffart, esse é o primeiro pedido de registro de ETF nos EUA para os tokens de Chainlink, Cardano, Polkadot, BNP e Melania. Os três primeiros, são projetos de blockchain sólidos.
Enquanto isso, $Melaina é uma memecoin lançada dias antes da posse de Trump em homenagem à primeira dama que teve um sucesso estrondoso na rede Solana. Sobre o token BNP, o pedido não apresenta detalhes.
Para Seyffart, a resposta aospedidos servirá de paradigma de como a nova SEC, sob tutela de Trump, deve lidar com pedidos de ETFs. Isso porque, a resposta, positiva ou negativa, dará uma indício de quais ETFs serão aceitos e quais não.
Rendimento de 200%
Eric Balchunas, analista de ETF da Bloomberg, destacou que os pedidos são para ETF de 2x, ou seja, a exposição que a Tuttle Capital pretende é de 200% para cada uma das criptomoedas. Por exemplo, se o XRP subir US$ 0,15, então os investidores terão exposição ao dobro, US$ 0,30.
Vale destacar que essa exposição se dá através de estratégias de alavancagem, como o uso de derivativos (contratos de swap, futuros, etc.), responsável por dobrar a exposição ao ativo.
Algo diferente do que acontece, por exemplo, no IBIT da BlackRock, o maior ETF do mundo, que se baseia exclusivamente na valorização do ativo. Nele, caso o Bitcoin suba 10%, então o investidor recebe 10% relativo à sua quota de exposição, por exemplo. No entanto, o pedido não detalha explicitamente como a alavancagem dos novos fundos será implementada.
Além disso, Balchunas destacou que como se trata de um “40 Act Filing”, a menos que a SEC desaprove o pedido, esses ETFs podem começar a ser negociados após o período de revisão. Isso porque, pedidos feitos sobre o 40 Act Filling devem ter sua negativa expressa por parte da SEC. Assim, findo do prazo legal para manifestação sem que a SEC se manifeste, entende-se que o pedido do ETF foi aprovado.
Ele lembrou ainda dos pedidos de ETF para DOGE, feito pela Betwise, e TRUMP, proposto pela REX-Osprey. Como lembra Balchunas, até o momento não houve manifestação sobre ambos. Assim, a SEC pode estar adotando uma abordagem mais cautelosa – ou permissiva – em relação a esses produtos.
Diferentemente da gestão anterior, que negava sumariamente pedidos de ETFs que não os referenciados em Bitcoin e Ethereum, a nova força tarefa Crypto 2.0 da SEC, sob liderança de Hester Peirce, parece estar avaliando os riscos e benefícios desses ETFs antes de tomar uma decisão final.
Tokens de ETF em alta
A divulgação do pedido da Tuttle Capital junto à SEC fez com que preço dos tokens oscilassem positivamente. Dados do CoinGecko mostram que, nas últimas 24 horas, o TRUMP foi o que mais subiu (11%), seguido de perto do XRP (9%).
TRUMP lidera os ganhos entre os 10 tokens incluídos no pedido da Tuttle Capital. Fonte: X.com
O terceiro com mais ganhos desde que o pedido de ETF foi divulgado é a ADA da Cardano (5%). Litcoin (3,5%), Bonk (2,2%), SOL (2,2%) e DOT (1,9%) completam a lista de ganhadores. Dos dez, o único que está em queda é o MELANIA (0,9%).
O CEO da exchange e criptomoedas Ripio, Sebastián Serrano, alertou nesta semana que a estratégia agressiva de compras de Bitcoin (BTC) pela MicroStrategy pode desencadear uma crise no mercado.
A empresa, liderada por Michael Saylor, acumulou mais de 450 mil BTC — avaliados em US$ 48 bilhões — usando caixa e emissão de dívida conversível em ações.
O risco, segundo ele, está no acúmulo de BTC a preços elevados, próximos aos picos de valorização. Caso o mercado entre em queda prolongada, a empresa pode não honrar seus compromissos financeiros.
“A dívida pode ser convertida em ações, e novos acionistas podem vender os BTC rapidamente”, destacou.
Essa pressão de venda criaria uma espiral da morte para a empresa, derrubando o preço do Bitcoin e minando a confiança em Saylor.
A situação se agrava com possíveis obrigações fiscais federais. A Lei de Redução da Inflação de 2022 estabeleceu um imposto mínimo corporativo de 15% sobre lucros não realizados.
A MicroStrategy, que possui ganhos não concretizados de US$ 19,3 bilhões, pode enfrentar uma cobrança bilionária, mesmo sem vender Bitcoin. Em 2024, a empresa já pagou US$ 40 milhões para encerrar uma ação por sonegação fiscal.
Enquanto o IRS debate isenções para criptomoedas, a incerteza jurídica persiste.
“Um cenário de venda em massa de BTC pela MicroStrategy alimentaria o bear market, afetando todo o ecossistema”, reforçou Serrano.
A combinação de alavancagem e pressão fiscal preocupa investidores. Apesar dos riscos, o executivo mantém otimismo no longo prazo.
“Bitcoin chegará a US$ 1 milhão, mas não neste ciclo”, afirmou. Historicamente, quem segura BTC por quatro anos nunca perdeu dinheiro. Contudo, ele reforça: “O atual modelo da MicroStrategy é insustentável e pode acelerar uma crise”.
Analistas acompanham de perto as movimentações. Em janeiro de 2025, o Wall Street Journal revelou que a empresa ainda não vendeu Bitcoin, mas a pressão por liquidez cresce.
Para Serrano, a solução depende de reformulações estratégicas e de possíveis mudanças regulatórias.
Nos últimos anos, o sistema bancário e as criptomoedas estão cada vez mais próximos. Afinal, o setor cripto tem se consolidado, ao passo que bancos e instituições financeiras passaram a se interessar mais de perto por criptoativos. Não por acaso, as moedas digitais são interessantes hoje tanto para investir quanto para promover soluções de pagamento.
Nesse contexto, especialistas apontam para o ano de 2025 como um marco nessa relação. Aliás, essa é uma visão corroborada por nomes de peso do setor bancário, incluindo Brian Moynihan, CEO do Bank of America. Segundo ele, muitas empresas só estão dependendo de regulamentações claras para, finalmente, “entrarem forte” no universo cripto.
Entendendo o atual contexto do universo cripto
Para além do interesse das instituições financeiras, outro elemento é fundamental para a consolidação da parceria entre o sistema bancário e as criptomoedas. Trata-se do amadurecimento do próprio mercado de ativos digitais.
Analistas preveem que 2025 poderá ser o ano mais lucrativo de um novo ciclo de alta. Ainda, com o bitcoin e diversas altcoins apresentando picos de valorização. E um dos fatores que embasam esse otimismo é a adoção progressiva dos criptoativos por governos e bancos centrais.
Projetos-piloto como o de Butão e El Salvador, por exemplo, já utilizam o bitcoin em diversas frentes. Assim sendo, eles podem ser replicados em outros países, gerando um efeito cascata na adoção institucional.
Outro ponto de destaque é a potencial mudança de rumo político e econômico nos Estados Unidos. Por lá, regulamentações mais claras podem finalmente dar luz verde para uma onda de participação de vários gigantes do mundo financeiro.
Por que o sistema bancário deve adotar criptoativos?
Entre as principais razões para o otimismo com 2025 está a crescente busca por soluções de pagamento eficientes e globais. O bitcoin, por exemplo, já se provou capaz de transacionar valores rapidamente ao redor do mundo.
Nesse cenário, não é apenas a possibilidade de alta de preços que chama a atenção dos bancos. Afinal, também se evidencia o potencial de oferta de serviços diferenciados aos clientes de redes bancárias tradicionais.
Mais do que isso, há uma gama de produtos que podem ser desenvolvidos, aproximando o tradicional sistema bancário das criptomoedas. Um exemplo é a criação de cartões de débito e crédito vinculados a ativos digitais.
Afinal, eles podem acabar permitindo que o cliente movimente recurso em cripto de maneira transparente. Por sua vez, o banco terá a oportunidade de oferecer suporte e segurança em conformidade com as leis vigentes.
Meme Index: por que novos projetos de tokens meme são importantes?
Nesse ambiente favorável, surgem também projetos inovadores que propõem soluções para problemas específicos. O alto risco e a volatilidade típicos do mercado de memecoins, por exemplo, são alguns deles.
Nesse contexto, o Meme Index ($MEMEX) surge como uma opção diferenciada. Afinal, ele apresenta uma proposta que consiste em oferecer aos investidores a exposição para vários índices de memecoins.
Na prática, isso significa que o investidor pode, no mesmo lugar, distribuir os riscos dos seus investimentos. Portanto, não há necessidade de apostar em apenas ou, estudar vários projetos isolados.
Além disso, o Meme Index se destaca pela flexibilidade de personalização e pela governança comunitária. Os detentores do token $MEMEX podem votar em quais ativos farão parte de cada índice. Aliás, eles são distribuídos da seguinte forma:
Titan: composto por memecoins consolidadas como Dogecoin ($DOGE) e Shiba Inu ($SHIB);
Moonshot: reúne tokens emergentes com potencial de rápido crescimento;
Midcap: índices de médio porte;
Frenzy: projetos de maior risco, ideal para quem busca lucros mais agressivos em memecoins exóticas.
Portanto, essa estrutura dá ao usuário a liberdade de escolher o nível de exposição e risco que deseja assumir.
Pré-venda do Meme Index e oportunidades de staking
Outro fator que chama a atenção no Meme Index é a possibilidade de realizar staking do token $MEMEX. Atualmente, a plataforma oferece um rendimento anual de 839% (APY), um número que é bastante expressivo diante dos padrões do setor financeiro tradicional.
Isso, inclusive, é o que torna o Meme Index tão atrativo, seja para novos interessados no mercado, bem como veteranos. Porém, no caso do rendimento anual do MEMEX, vale notar que ele pode variar conforme as condições de mercado.
Dito isso, vale notar que a pré-venda do $MEMEX continua em curso, já tendo arrecadado, até aqui, mais de US$ 2,7 milhões. O detalhe é que a compra na pré-venda oferece um preço reduzido, mas, a listagem oficial pode elevar o valor de cada token.
A boa notícia é que, para participar é bem simples. Primeiramente, basta visitar o site oficial do projeto. Então, o interessado deve conectar uma carteira compatível e investir usando USDT, ETH, BNB ou até mesmo cartão bancário.
Considerações finais
Com tantas inovações surgindo no mercado cripto, é fácil compreender por que 2025 é considerado um ano crucial para o setor. Afinal, muitos analistas apontam 2025 como decisivo para o amadurecimento da relação entre o sistema bancário e as criptomoedas.
O interesse crescente dos bancos pela blockchain, associado à iminência de regulações mais claras, cria uma atmosfera propícia para novos produtos e parcerias. Nesse contexto, projetos como o Meme Index podem desempenhar um papel significativo ao oferecer soluções de investimento mais acessíveis e diversificadas.
O caminho para essa união, no entanto, não está isento de desafios. O setor bancário tem uma cultura de compliance muito forte. Isso exige critérios rigorosos de segurança e transparência em relação às criptomoedas.
Além disso, a volatilidade típica do mercado cripto pode representar uma barreira para alguns investidores mais conservadores. Ainda assim, o cenário aponta para uma convergência cada vez maior. Especialmente à medida que os criptoativos se tornam parte das estratégias de pagamentos e de custódia nos grandes bancos.
A médio e longo prazo, a esperança é que as criptomoedas se tornem uma modalidade financeira tão cotidiana quanto um cartão de crédito. Nesse sentido, tudo indica que estamos cada vez mais próximos disso acontecer.
Aviso: Este artigo tem funcionalidade exclusivamente informativa, e não constitui aconselhamento de investimento ou oferta para investir. O CriptoFácil não é responsável por qualquer conteúdo, produtos ou serviços mencionados neste artigo.
A chegada do DeepSeek, IA similar ao ChatGPT, pode mudar completamente o setor de criptomoedas. Essa foi a conclusão que StarPlatinum teve ao analisar a relação entre custo e benefício da nova inteligência artificial Chinesa. Com um custo consideravelmente baixo em relação aos seus concorrentes, o DeepSeek pode ser a ferramenta que os desenvolvedores do setor cripto precisam para revolucionar o mercado.
Analista do mercado acredita que, apesar do impacto inicialmente negativo, o DeepSeek tem tudo para revolucionar o setor cripto. X.com.
Em um thread no X, o usuário apresentou os motivos pelos quais ele acredita que o anúncio do “ChatGPT chinês” pode mudar o jogo do setor. O principal motivo está no fato da nova IA ser bem mais barata que seus concorrentes. Para comprovar seu ponto, ele anexou um gráfico que mostra a relação entre custo de treinamento vs. capacidade de computação.
Custo vs. benefício do DeepSeek
Os dados gráficos indicam que, quanto maior a o custo de treinamento, maior a capacidade de computação. Como exemplos, podemos pegar o GPT-4, um dos mais avançados do mercado. Lançado em 2023, o sistema de IA da OpenAI foi desenvolvido a um custo próximo dos US$ 100 milhões, superando a marca dos 10 bilhões em capacidade computacional.
Por outro lado, a DeepSeek conseguiu treinar um modelo avançado semelhante ao GPT-4 por apenas US 5 milhões. O Deepseek-chat (V3) custa US$ 0,14 por milhão de tokens de entrada, enquanto o GPT-4 cobra US$ 2,50.
Enquanto isso, o modelo mais avançado, o Deepseek-Reasoner (R1), custa US$ 0,55 para entrada e US$ 2,19 para saída. Comparado ao modelo o1 da OpenAI, que custa US$ 15,00 para entrada e US$ 60,00 para saída, o DeepSeek é 96% mais barata.
Os desenvolvedores do DeepSeek alcançaram essa proeza trocando números grandes (32 bits) por números menores (8 bits), economizando 75% da memória. Além disso, o modelo consegue ler frases inteiras de uma só vez, em vez de palavra por palavra, tornando o treinamento mais rápido. Também ativam apenas as partes necessárias do modelo, reduzindo o uso de poder computacional.
Assim, o custo por GPU necessária para usar uma IA cai de 10.000 para 2.000 (o que explica o impacto negativo no preço das ações da NVIDIA, produtora de microprocessadores, e de alguns tokens de IA). Desse modo, até mesmo uma GPU gamer pode ser utilizada para rodar uma IA com capacidade similar ao avançado Chat GPT-4 da OpenAI, que funciona em data centers.
O StarPlatinum ainda explicou que eles fizeram tudo isso utilizando código aberto, permitindo que outros desenvolvedores também criem soluções similares, com base no sucesso do DeepSeek. Por isso, o usuário defende que a reação negativa do mercado cripto é de curto prazo.
A longo prazo, ele diz a tendência é que o setor seja um dos mais beneficiados pelas inovações trazidas pelo ChatGPT chinês. Isso porque, segundo ele, uma IA mais barata e acessível permitirá que desenvolvedores inovem em vários campos do mercado de criptomoedas, desde inovação da Web3, criptomoedas, DeFi, passando pelo desenvolvimento de plataformas de IA descentralizadas, redimensionamento de redes blockchain e muito mais.
Mais uma semana se inicia no mercado de criptomoedas, trazendo consigo novas oportunidades para traders e investidores.
No entanto, a atenção deve ser redobrada nos próximos dias, visto que o mercado opera em queda nesta segunda-feira (27). Segundo o CoinGecko, mais de US$ 82 bilhões deixaram a indústria nas últimas 24 horas.
Com isso em mente, confira a seguir cinco criptomoedas que merecem estar no seu radar esta semana.
Por ser a maior criptomoeda do mundo, o Bitcoin tem grande poder de influência sobre os demais ativos do setor. Atualmente, o ativo encaminha seu terceiro dia consecutivo de queda, tendo caído brevemente abaixo de US$ 100 mil nas últimas horas.
Apesar de voltar a ser negociado acima dessa faixa de preço, uma eventual quebra desse suporte pode impulsionar uma queda para o nível de US$ 94 mil.
Nesse sentido, o Índice de Força Relativa (RSI) apoia este cenário. O indicador está em queda e corre o risco de perder a zona neutra de 50, o que confirmaria que os vendedores estão no controle da tendência.
Por outro lado, uma alta acima de US$ 102 mil afastaria esse cenário negativo. Caso os compradores consigam impulsionar o preço além de US$ 105 mil, o Bitcoin poderá entrar em uma nova tendência de alta, abrindo caminho para atingir uma nova máxima histórica (ATH).
Gráfico do Bitcoin no TradingView
Sui
A Sui passará pelo maior desbloqueio de tokens desta semana. De acordo com o Tokenomist, mais de 64 milhões de SUI, avaliadas em cerca de US$ 266 milhões, serão liberadas no próximo sábado (1).
Um desbloqueio de tokens ocorre quando uma quantidade previamente bloqueada de criptomoedas é liberada no mercado. Esse evento pode afetar o preço do ativo em questão, pois um aumento na oferta disponível pode aumentar a força vendedora no mercado.
A altcoin encaminha seu sexto dia consecutivo de queda, com esse movimento tendo iniciado após um rompimento abaixo de um canal de alta que estava em vigor desde o final de novembro de 2024.
Porém, os compradores conseguiram defender o suporte de US$ 3,50. Enquanto o preço estiver acima desse nível, é possível haver um salto para US$ 4,60 para testar a linha de suporte do canal como uma nova resistência. Por outro lado, perder o suporte atual poderia gerar uma queda para a zona de US$ 3.
Gráfico da Sui no TradingView
Avalanche
A AVAX, criptomoeda nativa da rede Avalanche, está atraindo a atenção das baleias do mercado. Segundo dados do IntoTheBlock, o fluxo líquido de grandes detentores da altcoin registrou um aumento de mais de 150% na última semana.
Esse crescimento indica que as baleias estão acumulando mais tokens, um forte sinal de otimismo que pode aumentar a probabilidade de um rali de preços. Porém, essa acumulação ainda não impactou o preço da altcoin.
A AVAX está atualmente em processo de romper abaixo de um padrão de triângulo. Se isso se confirmar, seu preço pode seguir em queda para testar o fundo de US$ 31.
Nesse sentido, o RSI e o ADX apoiam este cenário. O primeiro está em queda e abaixo de 50, o que mostra que os vendedores controlam o mercado. Já o ADX está em alta, o que mostra que a tendência de baixa atual está ganhando força.
Outra criptomoeda que atraiu as baleias nos últimos dias foi a Dogecoin. Dados da Santiment mostram que esses usuários investiram cerca de US$ 569 milhões para comprar 1,65 bilhão de DOGE na última semana.
Porém, isso não foi capaz de interromper a tendência de queda que a memecoin se encontra desde o dia 18 de janeiro, quando formou um topo em US$ 0,43. Desde então, seu preço já caiu cerca de 30%, formando um fundo em US$ 0,30.
Vale notar que esse nível é um forte suporte, reforçado pelo indicador Bandas de Bollinger. Dessa forma, pode iniciar um salto corretivo em direção a banda média do indicador, em US$ 0,35.
Se os compradores mostrarem força e se as baleias continuarem comprando DOGE, seu preço pode até mesmo subir em direção à linha de resistência do indicador, em US$ 0,40. O ADX, que está em queda, apoia este cenário.
Gráfico da Dogecoin no TradingView
MANTRA
Apesar da queda geral do mercado, algumas criptomoedas seguem em tendência de alta, com a MANTRA sendo o principal destaque nesse sentido. A altcoin, que subiu mais de 20% na semana passada, lidera o mercado em termos de valorização diária nesta segunda-feira ao subir mais de 2% nas últimas 24 horas.
O projeto está em destaque desde que firmou parceria com a DAMAC Group, incorporadora de Dubai, para tokenizar ativos no Oriente Médio.
Atualmente, a altcoin está muito próxima de registrar uma nova ATH, precisando de um salto de 8% para isso. O ADX em alta mostra que isso é possível, pois indica que a tendência de alta dos últimos dias está ganhando força. Porém, o RSI está muito próximo do limite de 70, o que mostra que uma correção pode ocorrer em breve.
Gráfico da MANTRA no TradingView
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Na segunda-feira (20), o estado de Utah deu um passo significativo rumo à inovação financeira. O estado tornou-se a 11ª entidade nos Estados Unidos a apresentar um projeto de lei para a criação de uma reserva estratégica de Bitcoin (BTC).
A proposta foi levada ao Legislativo pelo congressista Jordan Teuscher, seguindo a tendência de outros estados que buscam integrar ativos digitais em suas estratégias econômicas.
O projeto concede autoridade ao tesoureiro estadual para investir fundos públicos em ativos digitais, alinhando-se aos demais estados que já adotaram medidas semelhantes.
O documento também estabelece diretrizes para custódia e gestão de ativos digitais, além de definir regras regulatórias para investimentos em stablecoins. Outro ponto crucial da legislação é a autorização para staking e empréstimo de ativos digitais, fortalecendo ainda mais a diversificação das reservas.
Embora o Bitcoin não seja citado diretamente no projeto de Utah, o texto menciona uma reserva de ativos digitais com capitalização de mercado acima de US$ 500 bilhões. Atualmente, o BTC é o único ativo que atende a esse critério, com uma capitalização superior a US$ 1,9 trilhão.
A criação de reservas estaduais de Bitcoin está se consolidando como uma tendência crescente nos Estados Unidos. Com a posse do presidente Donald Trump, cresce a expectativa de que o governo federal também estabeleça uma reserva nacional de Bitcoin.
No entanto, analistas como Dennis Porter, fundador do Satoshi Act Fund, acreditam que os estados continuarão liderando esse movimento, uma vez que não possuem impressoras de dinheiro ou orçamentos ilimitados como o governo central.
Conforme noticiou o CriptoFácil, representantes do Estado de Wyoming, nos Estados Unidos, também protocolaram projeto de lei para criar uma Reserva Estratégia de Bitcoin para o estado. Os outros estados incluem: Nova Hampshire, Alabama, Flórida, Pensilvânia, Texas, Ohio, Dakota do Norte e Oklahoma.
O entusiasmo em torno dessa mudança ficou evidente nas palavras do investidor Vivek, que declarou em uma postagem recente que esse movimento “está se espalhando como fogo”.
Além disso, o projeto denominado “Emendas ao Blockchain e à Inovação Digital” busca incentivar a adoção de novas tecnologias financeiras, consolidando Utah como um polo de inovação no setor digital.
O estado pretende não apenas acumular Bitcoin, mas também desenvolver uma estrutura regulatória clara, facilitando futuras adoções de criptomoedas e outras soluções baseadas em blockchain.
O mercado de criptomoedas, sobretudo as memecoins, podem estar enfrentando um momento de lateralização, com o Bitcoin preso entre US$ 100 mil e US$ 108 mil, mas duas memecoins de baixa capitalização estão prontas para disparar, de acordo com uma análise recente.
O analista de criptomoedas, Pentoshi, destacou em sua conta no X que está otimista com os tokens PENGU e FWOG.
O PENGU, token utilitário do projeto de NFTs Pudgy Penguins, está cotado a US$ 0,025. Atualmente, ele ocupa a 87ª posição no ranking de criptomoedas por capitalização de mercado e registrou uma alta de quase 4% nas últimas 24 horas.
Já o FWOG, outra memecoin promissora, está sendo negociado a US$ 0,15. A memecoin ocupa a 434ª posição no ranking geral dos ativos digitais.
Mesmo com o desempenho positivo de algumas criptomoedas, o sentimento geral do mercado segue extremamente baixo, segundo Pentoshi.
Ele explica que muitos investidores estão cometendo erros comuns, como over-trading, falta de respeito pelos padrões de tendência e negociações de curto prazo sem uma estratégia clara.
Conforme destacou o analista, muitos traders estão apostando em ativos errados, tentando obter lucros rápidos e assumindo riscos elevados em operações de baixa probabilidade.
“Isso acaba impactando negativamente a performance de seus investimentos”, destacou.
Apesar disso, Pentoshi enfatizou que os gráficos e o sentimento do mercado não estão alinhados no momento, o que pode representar uma oportunidade para quem souber aproveitar a tendência.
Além disso, segundo o analista, com base em dados da Santiment, PENGU e FWOG podem ter um crescimento expressivo em meio à atual incerteza do mercado. Os investidores mais atentos podem encontrar boas oportunidades ao acompanhar essas memecoins e monitorar os sinais de reversão no mercado.
Recentemente, a memecoin PENGU chegou a superar a BONK para se tornar a maior memecoin do ecossistema Solana. Mas depois caiu de posição.
Em um cenário de baixa, quem aposta com estratégia pode colher os melhores retornos quando a tendência se reverter. Com a atenção voltada para PENGU e FWOG, os próximos dias podem ser decisivos para o futuro dessas criptomoedas.