Descubra como a criptomoeda está revolucionando o futuro financeiro. Em nosso site, você encontra as últimas notícias, análises de mercado e dicas para investir com segurança. Cripto é a chave para a nova era financeira – explore o potencial de Bitcoin, Ethereum, NFTs e outras tecnologias disruptivas. Junte-se à revolução digital agora mesmo!
Larry Fink, o CEO da BlackRock, declarou que o Bitcoin pode chegar a US$ 700 mil nos próximos anos. Essa previsão, vinda do líder da maior gestora de ativos do mundo, sinaliza uma mudança significativa em sua postura em relação à criptomoeda.
Durante o Fórum Econômico Mundial em Davos, Fink participou de uma entrevista com a Bloomberg, onde discutiu o futuro do Bitcoin. Ele mencionou que, no início de 2024, a BlackRock lançou um ETF de Bitcoin, demonstrando o crescente interesse do mercado institucional no ativo digital.
Fink revelou que, em conversas recentes com um fundo soberano, a ideia de incluir Bitcoin no portfólio foi cogitada. Esse fundo, que normalmente investe para aumentar as reservas internacionais de um país, considera alocar entre 2% e 5% de seus ativos em Bitcoin.
Fink afirmou que, se essa abordagem for amplamente adotada, o valor do Bitcoin pode atingir US$ 500 mil, US$ 600 mil, e até US$ 700 mil.
Para Fink, o Bitcoin é uma opção atraente para quem teme a desvalorização de sua moeda ou está preocupado com a instabilidade econômica e política de seu país. Ele vê a criptomoeda como um “instrumento de investimento internacional” que pode oferecer proteção contra essas incertezas.
CEO da BlackRock acredita que Bitcoin vai ‘para lua’
O executivo, no entanto, foi enfático ao lembrar que não está promovendo o Bitcoin de forma irrestrita. Ele alertou que as criptomoedas são extremamente voláteis, sujeitas a variações de 20% a 30%, mesmo em períodos de alta. Dessa forma, Fink aconselhou os investidores a se informarem e a agirem com cautela.
Em 2024, Fink admitiu que seu julgamento anterior sobre o Bitcoin estava equivocado. Hoje, ele classifica o ativo como um “instrumento financeiro legítimo”, comparável ao ouro. Ele se considera um “grande defensor” do Bitcoin, destacando suas vantagens, especialmente como uma ferramenta de diversificação e proteção de portfólio.
Na visão de Fink, o BTC deveria fazer parte das carteiras de todos os investidores. Ele acredita que a criptomoeda oferece mais controle e independência financeira e está cada vez mais desvinculada de ativos tradicionais.
Uma memecoin recém-lançada chamada VINE recém-lançada chegou a dobrar de preço em determinado momento conquistou a atenção do mercado. Entre seus principais compradores está um trader que resolveu apostar alto na nova memecoin mesmo tendo um prejuízo de US$ 270 mil em apostas malsucedidas.
No entanto, a jornada do trader teve sucesso, pois o trader soube esperar e se recuperou da perda. De um quase falido, ele passou a ser dono de uma fortuna de quase US$ 4,5 milhões. Essas histórias ficaram cada vez mais frequentes em 2025, à medida que o ciclo de memecoins continua forte e gerando altos rendimentos.
De acordo com uma publicação da Lookonchain, essa jornada de lucro de US$ 4,5 milhões começou quando o trader gastou 20 SOL (cerca de US$ 5.000) para comprar 1 milhão de VINE. Em seguida o trader vendeu todos os tokens e obteve 23 SOL, tendo um pequeno lucro na operação.
No entanto, ele acabou perdendo grande parte da onda de alta porque o valor da VINE subiu várias vezes após a decisão de venda da negociação. Essa valorização chegou a atingir impressionantes 2.000%, o que fez o trader perder a maior parte dessa valorização.
O trader não desistiu e voltou a apostar alto, dessa vez gastando 1.463 SOL (US$ 374 mil) para comprar 26,6 milhões de VINE, certo de que aproveitaria uma nova alta. Só que por um capricho do destino, o VINE despencou logo após a operação, o que fez o trader acumular uma perda de US$ 270 mil.
Desta vez ele não vendeu tudo no prejuízo e soube esperar, mantendo seus tokens à espera de uma nova alta. E a espera trouxe frutos, pois o VINE teve uma alta fora de controle e disparou 255.000% no momento da produção deste texto. Segundo o Dexscreener, o preço saiu de menos de US$ 0,01 e atingiu a máxima de US$ 0,24.
Com isso, o trader agora tem US$ 5 milhões em VINE, com mais de US$ 4,5 milhões em lucros não realizados. Até o fechamento desta matéria, o trader não realizou a maior parte do lucro obtido na operação.
Fonte: Lookonchain/X.
Lições
A experiência de negociação do investidor de criptomoedas acima mencionado é uma representação clara deste mercado, onde fortes oscilações de preço são típicas. Em muitos casos, infelizmente os traders precisam arcar com prejuízos elevados devido à falta de paciência ou a erros pessoais.
Mas o caso do trader da VINE foi diferente, já que ele passou por vários estágios, de milhares em perdas a milhões em lucros. Setores como as memecoins e inteligência artificial estão em alta desde o início do ano, o que favorece para que esses movimentos ocorram com mais intensidade.
No geral, tudo depende do momento da negociação de criptomoedas e das habilidades de negociação dos investidores. As habilidades certas fizeram com que esse trader de criptomoedas tivesse mais de US$ 4,5 milhões em lucros não realizados. E a paciência e sangue frio para esperar o momento certo também ajudaram.
O fundador da BitMEX, Arthur Hayes, afirmou que o mercado de memecoins pode entrar em uma nova fase de crescimento com Trump e o lançamento de tokens por celebridades como Taylor Swift e Beyoncé.
A previsão surge após o sucesso das criptomoedas TRUMP e MELANIA, associadas ao ex-presidente Donald Trump e sua esposa, Melania Trump.
No dia 17 de janeiro, Trump anunciou sua memecoin TRUMP, que rapidamente valorizou e gerou debates sobre o impacto de figuras políticas no mercado de criptomoedas. Com um padrão semelhante, em 19 de janeiro, Melania Trump lançou a MELANIA, que atingiu um valor de mercado de US$ 4 bilhões em apenas 30 minutos.
Esses lançamentos trouxeram novas discussões sobre o uso de criptomoedas como ferramenta de engajamento e branding pessoal. Para Hayes, esse fenômeno abre portas para que outras celebridades explorem o setor.
“Se Trump está fazendo isso, é menos arriscado para Beyoncé ou Taylor Swift seguirem o mesmo caminho”, comentou o fundador da BitMEX na rede social X.
O rápido crescimento de memecoins desperta entusiasmo e preocupação. Especialistas apontam que o controle centralizado de tokens pode criar riscos éticos e geopolíticos. Cerca de 80% da oferta da TRUMP por exemplo, está sob controle da Trump Organization. Isso provoca questionamentos sobre influência política e manipulação do mercado.
Enquanto isso, os defensores do modelo enxergam nele uma nova forma de monetização e engajamento de fãs. O uso de blockchain permite que celebridades lancem suas próprias economias digitais, impulsionando interações exclusivas e novos modelos de receita.
Caso figuras como Beyoncé e Taylor Swift lancem seus tokens, o mercado pode enfrentar novos desafios regulatórios. Autoridades monitoram de perto o impacto dessas iniciativas e avaliam a necessidade de normas específicas para coibir práticas especulativas e possíveis abusos de influência.
As memecoins de celebridades podem representar boas oportunidades de lucros. Recentemente, conforme noticiou o CriptoFácil, um trader transformou um investimento inicial de US$ 2.000 na memecoin Daddy Tate (DADDY) em US$ 1,74 milhão em um curto período.
Por outro lado, essas criptomoedas podem ser especialmente arriscadas. Em determinado momento do ano passado, essas memecoins de celebridades registraram queda de 90%, evidenciando o risco envolvido nesses tokens.
A semana foi agitada no mercado de criptomoedas, com muitos ativos realizando movimentos de preço surpreendentes.
A maioria das principais criptomoedas operou em alta pela maior parte desta semana que se encerra no sábado (25). Alguns ativos, como o Bitcoin e XRP, subiram na esteira da posse de Donald Trump.
No entanto, alguns tokens mais desconhecidos conseguiram superar os ativos mais tradicionais em termos de valorização. Sem mais delongas, confira a seguir as cinco criptomoedas que mais subiram nos últimos sete dias, segundo o CoinGecko.
Criptomoedas que mais subiram na semana. Fonte: CoinGecko
*Pelo fato da BNSOL e MSOL serem ativos que representam a SOL, acompanhando assim a sua movimentação de preço, elas foram retiradas de nossa lista, dando lugar a KCS e ONDO.
A Raydium é uma exchange descentralizada (DEX) construída na blockchain Solana, com seu token nativo RAY podendo ser usado para staking, participação em governança e obtenção de recompensas. O projeto tem tido destaque nos últimos meses, chegando a superar a Uniswap em volume.
O movimento de alta atual da criptomoeda começou em 13 de janeiro, com a RAY chegando a subir 100% desde então. Apesar disso, ainda está longe da sua máxima histórica de US$ 16,83, o que indica que há espaço para a continuação da tendência de alta.
Todavia, os indicadores técnicos mostram que uma correção pode ocorrer em breve. A altcoin está muito próxima da linha de resistência das Bandas de Bollinger. Além disso, o Índice de Força Relativa (RSI) está acima de 70.
Portanto, a não ser que a RAY supere o topo atual de US$ 8,68, seu preço tende a cair. Nesse caso, a zona de ouro de Fibonacci, entre os níveis de US$ 6,42 e US$, 5,88, é a mais propensa para segurar o movimento corretivo.
Gráfico da Raydium (RAY) no TradingView
Gate (GT)
A Gate é atualmente uma das maiores exchanges de criptomoedas do mundo em termos de volume de negociações. Seu token nativo, GT, está em forte tendência de alta desde novembro de 2024, tendo subido mais de 200% desde então.
Com isso, a altcoin renovou a sua máxima histórica na última sexta-feira (24), agora estabelecida em US$ 25. Por não ter mais resistências à frente, nem uma grande correção durante o movimento de alta atual, é difícil prever quais os próximos alvos para a GT.
Nesse sentido, o RSI e as Bandas de Bollinger mostram que o preço está extremamente sobrecomprado, com uma correção podendo ocorrer em breve. Por outro lado, o ADX segue subindo, o que indica que a tendência atual está ganhando força.
Dessa forma, é possível que a GT siga quebrando recordes, apesar de novas entradas serem extremamente arriscadas.
Gráfico da Gate (GT) no TradingView
Solana
Apesar de não liderar o mercado em termos de valorização, a Solana é a criptomoeda do momento. Seu token nativo começou a semana em correção, após renovar sua máxima histórica no último domingo (19). No entanto, não demorou muito para retomar o momentum de alta.
Um dos fatores para isso é o sucesso de sua rede. Com memecoins relacionadas a Trump e sua esposa sendo lançadas na rede, a blockchain Solana viu todo o seu ecossistema ser impulsionado.
Atualmente, ela está próxima de romper sua resistência final antes do seu preço recorde. O ADX, acima de 30, indica que esse movimento é o cenário mais provável para os próximos dias.
Gráfico da Solana (SOL) no TradingView
*Para ver uma análise mais aprofundada sobre a SOL, clique aqui.
KuCoin (KCS)
Assim como a GT, a KCS é o token nativo de uma grande exchange de criptomoedas, a KuCoin.
Na última quinta-feira (23), a altcoin rompeu acima de um padrão de consolidação que estava em vigor desde 20 de dezembro. O alto volume de negociações durante o rompimento, somado ao cruzamento da EMAs de 9 dias (azul) acima da EMA de 21 dias (laranja), apoia a continuação desse movimento.
Com isso, a KCS pode seguir em direção ao seu topo de US$ 13,80. Se esse nível for rompido, um salto extra em direção US$ 14,37 estará no horizonte.
Por outro lado, uma correção pode empurrar o preço para testar a linha de resistência do padrão de consolidação, em US$ 11,80.
Gráfico da KuCoin (KCS) no TradingView
Ondo (ONDO)
A ONDO é a criptomoeda nativa do projeto Ondo Finance, uma plataforma que oferece produtos financeiros descentralizados, como tokenização de ativos do mundo real (RWA).
Nesta semana, a altcoin conseguiu romper uma linha de tendência de baixa que estava em vigor desde a máxima histórica de preço de US$ 2,14 no dia 16 de dezembro. Com isso, a EMA de 9 dias está próxima de cruzar acima da EMA de 21 dias.
O RSI, em 60, indica que a altcoin pode atingir preços mais altos. Com isso, seus próximos alvos estão em US$ 1,61 e US$ 1,80.
O sucesso da criptomoeda TRUMP, anunciada no último sábado (18), chamou a atenção dos investidores para o setor das memecoins. Lançada dias antes da posse presidencial, a memecoin de Donald Trump $TRUPM atingiu US$ 7,6 bilhões em valor de mercado e um preço de US$ 38 no momento da redação desta matéria.
Para explicar de onde vem o valor da memecoin, o empresário do setor cripto, Ki Young Ju, destacou sua visão sobre as memecoins e quais os possíveis destinos da projetos como o da $TRUMP.
Analistas de Bitcoin e empresário do setor de criptomoedas, Ki Young Ju detalhou a origem do valor de criptomoedas de memes, como a Trump.
Ki Young Ju começou seu tuíte, intitulado “Trump abriu a era das memecoin”, explicando que os memes estão no âmago do mercado financeiro, sob a ótica dos investidores. De acordo com o CEO da CryptoQuant, investidores de varejo que investem no mercado financeiro tradicional sempre tiveram a influência de tendências e memes.
Ju citou, inclusive, o investimento tradicional no S&P 500, índice que reúne as 500 maiores empresas dos EUA. Segundo ele, esta pode ser uma forma de investimento em memes. Afinal, muitas pessoas que investem no índice estão apenas seguindo a tendência de outras tantas que fazem o mesmo.
Investimento por influência
No entanto, como destaca Ju, a internet e as mídias sociais ampliam o alcance, e o faz cada vez mais rápido, das novas tendências de investimento. Para ele, o investimento em cripto se tornou mais fácil devido à plataformas como a Robinhood e corretoras de criptomoedas (exchanges). Com essas empresas, investidores de varejo podem investir ativamente, ou seja, em tempo real.
Para o empresário, em vez de simplesmente guardar seu dinheiro em bancos ou fundos de índice, os investidores têm optado por fazer investimentos baseados em tendências. Embora muitos ainda não tenham experiência no mercado, eles seguem o que dizem os influencers, amigos investidores e grandes empresários.
“Eles ouvem influenciadores, seguem dicas do que os outros estão fazendo e até idolatram empreendedores. Investir na Tesla por causa de Elon Musk não é tão diferente do populismo na política.”
Com essa demanda crescente impulsionada pela influência, os investidores de varejo criam volatilidade, da qual os participantes institucionais tiram proveito.
Porém, para Ju, diante de um cenário em que não há regulamentações governamentais, esse “comportamento de rebanho” tende a direcionar os investidores para as palavras-chaves da moda. Dessa forma, a gestão de Donald Trump estaria interessada em capitalizar essa tendência ao invés de regulá-la.
Para exemplificar sua análise, Ju cita o caso da Official Trump (TRUMP). A memecoin funcionou como um imã de liquidez especulativa e arrecadou US$ 10 bilhões em poucas horas.
Apesar de não existir valor intrínseco, o valor da memecoin está no engajamento da comunidade. Quanto mais uma comunidade se movimenta em torno do meme, mais o token disponível em número determinado (oferta) se torna interessante para outros investidores (demanda), resultando na sua valorização.
Enquanto o meme tiver apelo suficiente dentro da comunidade, as moedas de meme podem evoluir de várias formas. Inclusive, elas podem se tornar tokens de utilidade, como vem acontecendo dentro da comunidade Shiba Inu.
Especificamente sobre a Trump, Ju destacou que o preço está diretamente relacionado à influência que a comunidade poderá exercer durante a presidência de Trump. Logo, se Trump engajar sua comunidade em torno da memecoin, o valor tenderá a subir. Por outro lado, se Trump decidiu abandonar o token, então o valor pode chegar a zero.
“Até mesmo o Bitcoin teve sua cota de promotores de esquemas de pirâmide nos primeiros dias, vendendo para investidores idosos. Agora, com seu aumento massivo de preço, esses mesmos golpistas começaram a ser chamados de ‘visionários’”, disse.
Diante disso, Ju concluir que o valor da memecoin depende da capacidade de sua comunidade de agir de maneira benéfica para a sociedade. Contudo, existem muitas preocupações sobre o uso indevido de moedas memes por grupos extremistas.
Para ele, a natureza descentralizada do mercado de criptomoedas fornece o espaço financeiro global ideal aos investidores de varejo interessados em formar comunidades e se envolver em investimentos coletivos, como as memecoins.
Por fim, destacou que a gestão Trump, como ávida defensora do livre mercado, pode fomentar uma tendência de novos experimentos com comunidades movidas a memes no espaço cripto para os próximos 4 anos.
O banco Standard Chartered prevê que os fundos de pensão trarão mais dinheiro para o Bitcoin (BTC) em 2025 do que no ano passado. Como resultado, o preço da criptomoeda deve chegar a US$ 200 mil somente com esse novo impulso.
Os dados expandem a visão de Geoff Kendrick, analista do banco, que fez uma previsão semelhante em 2024. Tanto a nova análise quanto a de Kendrick levam em conta apenas o dinheiro dos fundos de fundos de pensão.
“Se uma ação positiva vier, como esperamos, achamos que os fluxos institucionais continuarão”, diz o relatório. “Esperamos que os fluxos institucionais para o Bitcoin em 2025 excedam os níveis de 2024, com novo capital provavelmente vindo de fundos long-only classificados como ‘fundos de pensão’.”
Fundos “long only” são aqueles que investem com foco no longo prazo, montando posições sólidas e duradouras. Eles são menos propensos a vender seus ativos, o que deve fazer esta alta do BTC trazer correções menos severas.
As instituições e fundos de pensão ganharam exposição ao Bitcoin por meio de ETFs à vista que foram aprovados no ano passado. Como esses agentes não podem adquirir a criptomoeda diretamente, os ETFs serviram como um meio para que eles possam incluir o BTC em seus portfólios através de um instrumento regulamentado.
Agora, grandes bancos e fundos de pensão podem comprar cotas de fundos que rastreiam o preço subjacente do ativo sem ter que armazenar suas criptomoedas. Esse movimento começou ainda em 2019, mas ganhou força sobretudo a partir do ano passado.
Os novos ETFs ajudaram mais dinheiro a trazer investidores que antes eram cautelosos demais para ter BTC. E isso ajudou o preço da criptomoeda a atingir uma nova máxima histórica de US$ 108.786.
Após a aprovação dos 10 ETFs de Bitcoin em janeiro de 2024, o preço do BTC atingiu uma nova máxima logo de cara, chegando nos US$ 74.000. Essa valorização aumentou e chegou até os US$ 100 mil após a vitória de Donald Trump nas eleições dos Estados Unidos.
O relatório acrescentou que o Ethereum também pode se beneficiar da enxurrada de dinheiro novo — e atingir novas máximas até o final deste ano. Embora esteja com seu preço estagnado, o Standard Chartered previu que o ETH pode atingir US$ 10.000 neste ciclo de alta
A Comissão de Valores Mobiliários dos Estados Unidos (SEC) também aprovou os ETFs de Ethereum no ano passado, mas a negociação ainda não levou a um rápido aumento no preço do ativo como aconteceu com suas contrapartes de Bitcoin. Em dezembro, a agência autorizou o lançamento de ETFs híbridos que operam tanto BTC quanto ETH.
A USDC, stablecoin emitida pela Circle, registrou um crescimento expressivo na blockchain Solana, com uma emissão de mais de US$ 3,5 bilhões na última semana.
Esse aumento representa um marco importante na adoção da USDC dentro do ecossistema de finanças descentralizadas (DeFi) e pagamentos digitais.
De acordo com dados da HODL15Capital, divulgados pela PANews, o valor de mercado da USDC disparou de US$ 35 bilhões para US$ 52 bilhões desde as eleições nos Estados Unidos.
Esse salto na liquidez reflete um aumento da confiança dos investidores, impulsionado por um ambiente macroeconômico favorável e pela crescente integração da USDC em plataformas blockchain.
Em 24 de janeiro, a Circle adicionou mais US$ 250 milhões em USDC à rede Solana, consolidando seu papel como um dos principais stablecoins no setor cripto.
Esse crescimento ocorre em um momento de alta volatilidade no mercado, impulsionado tanto por ativos tradicionais quanto pelo surgimento de novas oportunidades no ecossistema blockchain.
A Circle também avança na inovação financeira com o Paymaster, solução que permite o pagamento de taxas de transação (gas fees) em USDC, eliminando a necessidade de tokens nativos como o ETH.
Tradicionalmente, as transações de blockchain exigem que as taxas de gás sejam pagas em um token nativo da rede, como ETH para Ethereum.
Isso geralmente apresenta desafios para usuários que não possuem tokens nativos, criando atrito no gerenciamento de múltiplas criptomoedas em várias blockchains.
Para instituições, esse requisito pode aumentar incertezas regulatórias e complicar a contabilidade. A parceria da USDC com a Paymaster visa eliminar esses obstáculos gerenciando o pagamento das taxas de gás em nome dos usuários.
Essa iniciativa está em funcionamento nas redes Arbitrum e Base, simplificando a experiência para usuários e desenvolvedores.
Além disso, a aquisição da Hashnote e do USYC, maior fundo de mercado monetário tokenizado (MMF), reflete a estratégia da Circle para expandir sua presença em ativos do mundo real (RWA).
Com um crescimento de 4000% em 2024, o USYC agora representa 34% do mercado de treasuries tokenizadas, consolidando-se como uma alternativa viável para investidores institucionais.
Embora as estatísticas e os indicadores técnicos mostrem que a criptoeconomia está crescendo, a realidade é diferente quando você visita uma loja. Peça a um comerciante para aceitar pagamento em Dogecoin ou Litecoin e veja sua mente “bugar”. Eles simplesmente não se tornaram receptivos a isso ainda.
Exchanges como Crypto.com e outras tentaram tornar o modo de pagamento cripto mais simplificado com a ajuda de cartões de crédito cripto, mas não tiveram sucesso.
Como sua funcionalidade e apelo dependem em grande parte de como o mercado cripto está se saindo, muitos de seus recursos, como os “cashbacks”, ficaram aquém das expectativas. Ou seja, além de alguns puristas, ninguém os está testando.
Mas o SpacePay é um projeto que entende essa deficiência, permitindo que ele tome uma “rota independente de terminal” em direção a esse problema. O objetivo deste artigo é revelar como o SpacePay oferece um sistema de pagamento melhor do que um sistema de cartão “comum”.
Cartões de crédito cripto – Muitas promessas, mas falta de fé
Os primeiros dias das finanças descentralizadas criaram um velho oeste no ecossistema financeiro. E isso não foi por falta de regulamentações, mas por expectativas irrealistas.
A tecnologia era tão inovadora que as pessoas achavam que as criptomoedas se tornariam o principal modo de pagamento. Se isso tivesse acontecido, nunca teríamos tido um inverno cripto, e o mundo teria se tornado mais diverso e economicamente independente. Mas isso não aconteceu.
Os cartões de criptomoeda começaram a surgir por volta de 2016, com a BitPay introduzindo o primeiro cartão de crédito Bitcoin do mundo. A expansão global começou em 2017, mas tudo caiu por terra quando as pessoas entenderam a enorme volatilidade do mercado.
Nenhuma salvaguarda foi construída naquela época para essa tecnologia não testada. Isso fez com que as pessoas ficassem cada vez menos animadas com o passar dos anos.
A maioria chegou ao auge em 2022, quando a Crypto.com decidiu reduzir as recompensas de cashback que as pessoas recebiam. Como uma caixa de dominós, o interesse nesses cartões caiu. E os motivos são muitos:
A volatilidade do mercado de criptomoedas significava que as pessoas não tinham incentivo para usá-lo como pagamento.
Questões regulatórias sempre mantiveram as coisas em cima do muro sobre pagamentos com criptomoedas. Sem regulamentações sobre como esses cartões poderiam operar, os cartões não podiam funcionar da maneira que as pessoas pretendiam.
Os riscos de segurança ficaram cada vez maiores à medida que os hackers salivavam sobre quem tentava usar esses sistemas de pagamento.
O fim das recompensas lucrativas para os usuários significa que as pessoas agora estão menos incentivadas a usar cartões de crédito com criptomoedas.
A solução do SpacePay – Enfrente as máquinas de cartão de pagamento em vez dos próprios cartões
Embora os cartões de crédito com criptomoedas tenham sido uma ideia brilhante, outro motivo pelo qual eles falharam é que eles adotaram uma abordagem de baixo para cima para corrigir o problema.
Mas agora o SpacePay está levando as coisas de cima para baixo, abordando o cerne do relacionamento entre comerciante e cliente – o sistema de cartão de pagamento.
Diante disso, este projeto de criptomoeda criou um software independente de terminal que pode acabar integrado com máquinas de cartão. Com as empresas de pagamento não precisando pagar nenhum custo adicional para integrar esse sistema, o apelo desse ecossistema é enorme.
Do lado do cliente, o mesmo sistema independente de pagamento pode ser integrado com carteiras de criptomoedas. Isso essencialmente transformará a referida carteira em uma interface de um aplicativo de pagamento comum. Pense em uma interface semelhante ao Google Pay, mas com o núcleo de uma carteira de criptomoedas.
Quando a interação começar, o comerciante poderá mostrar o código em suas máquinas de cartão que os clientes escanearão com suas carteiras. Com o preço fiduciário acordado como base da transação, o pagamento será realizado.
Preço fiduciário é fixo, mas os valores em criptos podem variar
O “preço fiduciário acordado” é como o SpacePay está lidando com o problema de volatilidade do espaço cripto. Desse modo, se o preço de um token cair enquanto a transação estiver ocorrendo, um número maior de tokens será deduzido do lado do cliente.
Em seguida, vêm as questões regulatórias. Como as empresas de pagamento podem integrar o sistema SpacePay sem nenhum custo, as questões regulatórias são reduzidas.
Abordar problemas de segurança é fácil para o SpacePay, pois ele foi criado em um momento em que o ecossistema de blockchain está desenvolvido o suficiente para acomodar sistemas tradicionais dentro de sua arquitetura. Portanto, os fortes recursos de segurança do espaço Web2 agora podem ser facilmente implementados no espaço Web3.
Agora vem a questão das recompensas. O cashback em cartões de crédito era o mel que atraía clientes como abelhas. E quando o suprimento acabava, esses clientes iam embora.
O SpacePay removeu esse problema usando seu token SPY, que oferece recompensas com base na frequência com que as pessoas usam o aplicativo.
Token SPY – Incentivando usuários de várias maneiras
Todos os elementos que supervisionavam o ecossistema de cartão de crédito cripto eram centralizados. Como resultado, as pessoas não tinham nenhuma palavra a dizer sobre que tipo de recompensa receberiam. Mas, com o SpacePay, a situação mudou com a ajuda do token SPY.
Este é um ativo ERC-20, um token de recompensa dado àqueles que mais interagem com o ecossistema de tokens SpacePay. Essas recompensas são distribuídas na forma de airdrops de fidelidade.
Em seguida, há o poder de voto. Os detentores do token SPY se tornam partes interessadas do ecossistema SpacePay, tornando-se os tomadores de decisão que decidem como o ecossistema SpacePay cresce.
As vantagens adicionais incluem acesso antecipado a recursos, compartilhamento de receita e webinars trimestrais onde os detentores interagirão diretamente com a equipe.
Essa estrutura de recompensa entrega muito mais do que os “cartões de crédito cripto” fizeram no passado, tornando o SpacePay um investimento valioso.
Invista na pré-venda do SpacePay
As pessoas não precisam esperar muito para aproveitar as vantagens que o SpacePay traz. Com seu token nativo disponível na pré-venda, as pessoas têm a chance de obter um ativo de investimento que pode mudar a face do ecossistema econômico mundial para melhor.
Aviso: Este artigo tem funcionalidade exclusivamente informativa, e não constitui aconselhamento de investimento ou oferta para investir. O CriptoFácil não é responsável por qualquer conteúdo, produtos ou serviços mencionados neste artigo.
David Sacks, o novo “czar” de inteligência artificial (IA) e criptomoedas da Casa Branca, falou sobre a situação regulatória de NFTs e memecoins. Segundo o novo executivo, ambos não são ativos mobiliários nem moedas, mas sim itens “colecionáveis“, comparados a moedas antigas e selos, por exemplo.
Em uma entrevista para a Fox Business na quinta-feira (23), Sacks foi questionado a respeito do status de NFTs e criptomoedas. Em princípio, o novo czar respondeu:
“Bem, quando você está falando sobre ativos digitais, pode ser várias coisas. Quero dizer, você tem ativos digitais que são títulos, você tem ativos digitais que são commodities, você tem ativos digitais que são colecionáveis como NFTs ou memecoins. Então você está falando sobre uma vasta área de inovação”, disse Sacks.
Fonte: Fox Business/YouTube.
Mudança regulatória
A distinção como um colecionável pode alterar como NFTs e memecoins são percebidos, potencialmente concedendo a eles legitimidade como ativos de valor cultural. Dessa forma, eles não ficariam sob a alçada regulatória da Comissão de Valores Mobiliários dos EUA, a SEC.
Sacks também opinou sobre a memecoin oficial lançada por Donald Trump antes da posse, a TRUMP. Quando questionado sobre ela, o chefe de IA e criptomoedas reforçou seu argumento.
“Acho que a moeda Trump é um item colecionável”, disse ele, afirmando que ela se enquadra na mesma categoria de colecionáveis.
Na visão dele, NFTs e memecoins são como um cartão de beisebol ou um selo. Sachs afirmou que as pessoas não compram esses itens porque querem fazer lucro, mas sim porque querem comemorar algo. Embora diversos entusiastas de memecoin de fato queiram adquirir tokens com o objetivo de ficar milionários com a nova memecoin de sucesso.
Só que ao mesmo tempo Sachs esclareceu que essa era sua opinião pessoal, não uma posição regulatória. Portanto, a definição a respeito do que são NFT e memecoins do ponto de vista financeiro deve ficar nas mãos da SEC.
Durante a entrevista, o czar das criptomoedas descreveu sua visão para o Grupo de Trabalho Presidencial sobre Mercados de Ativos Digitais, que ele preside e faz parte da abrangente ordem executiva de Donald Trump para estabelecer os EUA como um líder global em criptomoedas.
Um foco importante do grupo é definir qual será a estrutura legal para ativos digitais nos EUA. Por isso, Sachs e sua equipe devem trabalhar em conjunto com a SEC para estabelecer categorias claras de cada criptomoeda. Algunas delas poderão ser classificadas como ativos mobiliários, outras como commodities e algunas como itens colecionáveis.
Independentemente da classificação, o governo Trump deve buscas trazer certeza regulatória para uma indústria que há muito tempo opera em um limbo jurídico. E Sachs criticou a administração Biden como uma das responsávels por esse limbo.
“O governo Biden não diria a eles [empresas de criptomoedas] quais eram as regras da estrada, e eles seriam processados. E o que a indústria quer mais do que qualquer outra coisa é clareza regulatória”, disse Sachs.
Seguidores do ex-presidente da República, Jair Bolsonaro, foram surpreendidos com o anúncio de uma nova criptomoeda, a $BRAZIL, em seu perfil no X. Além do anúncio, a mensagem também trazia o endereço para compra de criptomoedas e uma foto de Bolsonaro com Trump.
Usuário PepeLord, do X, compartilhou print do tweet excluído de Bolsonaro, onde aparece o anúncio da criptomoedas $BRAZIL. Fonte: X.com.
Pouco depois, Carlos Bolsonaro, filho do ex-presidente, compartilhou um tweetalertando que hackers haviam invadido o perfil do pai. Além disso, informou que a família estava tentando recuperar o acesso à conta. No entanto, ele não fez qualquer menção à criptomoeda anunciada.
“E não comprem a meme que ele postou que criou, é golpe!”, respondeu o perfil na postagem de Carlos.
Cerca de uma hora depois, na madrugada do dia 24, o anúncio da criptomoeda foi apagado, e uma nova mensagem foi publicada no perfil de ex-Presidente, informando que a conta havia sido recuperada. Apesar disso, não houve qualquer menção à criptomoeda ou ao suposto hack.
Ainda que pai e filho não tenham afirmado que se tratava de um golpe, nem mencionado essa possibilidade, análise gráfica do preço da criptomoeda indica que a $BRAZIL pode ser um caso de “rug pull” (puxar o tapete, em inglês), um golpe comum no mercado de criptomoedas.
Nesse tipo de fraude, os golpistas criam tokens em grande quantidade, reservam uma parte para si e divulgam a moeda de forma agressiva para atrair investidores.
Quando o preço sobe, eles vendem seus tokens, retirando a liquidez do mercado e fazendo com que o valor despenque, deixando os compradores com ativos sem valor.
Na Raydium, uma das DEX mais movimentadas, o registro da primeira venda de $BRAZIL foi às 23:04, 10 minutos antes da mensagem de Carlos Bolsonaro. A carteira adquiriu 32 milhões de tokens por US$ 3.392,30, preço unitário de US$ 0,0001130. A partir de então, o preço do token subiu rapidamente. A máxima chegou em torno de US$ 0,005 cerca de 30 minutos após o anúncio.
Cerca de 34 mil das 44.225 carteiras que adquiriram o token já venderam seus ativos, muitas ainda durante a madrugada do dia 24, o que sugere que os próprios golpistas podem ter realizado parte significativa dessas vendas. A liquidez atual da moeda é de US$ 70 mil, com cerca de 5 mil carteiras ainda detendo os tokens.
Nesse momento, começaram as liquidações. Dados do CoinGecko Terminal mostram que o volume de negociação da moeda chegou a US$ 46 milhões, com mais de 78 mil transações registradas.
Chamada de “a criptomoeda do orgulho brasileiro”, $BRAZIL continua a venda, negociada a US$ 0,0001286, com uma capitalização de mercado em torno de US$ 130 mil, 16 horas após o lançamento. O preço e o valor de mercado seguem em uma tendência de queda contínua. Até o momento, não há informações sobre a identificação dos responsáveis pelo suposto golpe.
Vale ressaltar que, recentemente, apoiadores de Bolsonaro lançaram uma criptomoeda meme em sua homenagem, a Patriota Coin.