Descubra como a criptomoeda está revolucionando o futuro financeiro. Em nosso site, você encontra as últimas notícias, análises de mercado e dicas para investir com segurança. Cripto é a chave para a nova era financeira – explore o potencial de Bitcoin, Ethereum, NFTs e outras tecnologias disruptivas. Junte-se à revolução digital agora mesmo!
A Comissão de Valores Mobiliários dos Estados Unidos (SEC) anunciou nesta quinta-feira (20), a criação de uma nova unidade para combater fraudes relacionadas a criptomoedas e tecnologias emergentes.
A nova equipe, chamada Cyber and Emerging Technologies Unit (CETU), substituirá a antiga Crypto Assets and Cyber Unit, aumentando o foco na proteção de investidores de varejo.
A CETU contará com 30 especialistas em fraudes e advogados distribuídos em vários escritórios da SEC. Eles trabalharão para identificar e punir golpes envolvendo ativos digitais, blockchain e plataformas não regulamentadas. A advogada Laura D’Allaird, que liderava a unidade anterior, assumirá a chefia da nova divisão.
De acordo com o presidente interino da SEC, Mark Uyeda, a unidade não apenas protegerá investidores, mas também facilitará a formação de capital e a eficiência do mercado.
“Vamos eliminar aqueles que usam inovação para prejudicar investidores, minando a confiança nas novas tecnologias”, afirmou.
A CETU atuará fortemente contra fraudes com criptomoedas, manipulação em redes sociais e sites falsos que buscam enganar investidores. Além disso, o regulador pretende agir contra operações fraudulentas usando blockchain, ampliando a regulação sobre o mercado de criptomoedas.
A criação da CETU ocorre em um momento delicado para o setor. Recentemente, o escândalo envolvendo a memecoin LIBRA, promovida pelo presidente argentino Javier Milei, resultou em um prejuízo de mais de US$ 251 milhões para investidores.
O token foi inflado artificialmente antes de um pump-and-dump, permitindo que seus criadores lucrassem mais de US$ 100 milhões.
O caso LIBRA reacendeu o debate sobre a falta de regulação no mercado de criptomoedas. Críticos, como o CEO da Coin Bureau, Nic Puckrin, culpam os reguladores por não estabelecerem regras claras.
“Somente os reguladores podem corrigir essas falhas e impedir novos escândalos”, afirmou Puckrin.
Com a CETU, a SEC pretende fechar brechas usadas por fraudadores e restaurar a confiança no mercado de criptomoedas. O combate a esquemas ilegais deve trazer mais segurança aos investidores e evitar novos casos de manipulação no setor.
A Strategy (antiga MicroStrategy) anunciou seus planos de levantar fundos por meio de emissão de dívida privada para comprar mais Bitcoin (BTC). O novo plano da empresa tem como meta um valor principal agregado de dívida de US$ 2 bilhões em Notas Sêniores Conversíveis, que pagam juros zero.
O fundador da empresa, Michael Saylor, fez o anúncio através de uma publicação em sua conta no X. As notas terão vencimento em março de 2030 e, assim como outras ofertas, é restrito a investidores institucionais.
Na última segunda-feira (17), a Strategy deu uma pausa nas compras semanais de BTC. Foi a segunda vez em fevereiro que a empresa não fez suas tradicionais compras. Mas até o momento, a empresa investiu US$ 20 bilhões em compras de BTC desde o final do ano passado – quase metade de seu plano para adquirir US$ 42 bilhões da criptomoeda.
Strategy emitirá mais dívidas para comprar Bitcoin. Fonte: X.
MicroStrategy e Bitcoin: O Mesmo Modelo
Conforme a empresa anunciou, as Notas vencem em 01 de março de 2030, sujeitas às condições de mercado e outros fatores. No entanto, o produto vem com uma condição de que esteja disponível apenas para compradores institucionais qualificados.
Se as notas forem subscritas em excesso, a empresa disse que pode expandir em até US$ 300 milhões para acomodar mais investidores. Com isso, a Strategy pode captar até US$ 2,3 bilhões nessa rodada.
Além de comprar mais unidades de Bitcoin, a empresa disse que pretende usar os recursos desta oferta para fins corporativos gerais, como capital de giro. O plano mais recente para emitir essas ofertas de dívida vem depois que a Strategy pausou as compras de BTC pela segunda vez em 14 semanas.
Apesar da pausa, Saylor afirmou que a Strategy não vai se desviar da sua estratégia. Como a empresa costuma fazer compras de BTC junto com vendas de ações, e novas emissões não ocorreram esta semana, isso explica a decisão.
Para sustentar suas apostas no Bitcoin, os acionistas da empresa votaram para aumentar sua contagem de ações no início deste mês. Com um aumento de 30 vezes, as ações Classe A autorizadas da empresa passaram de 330 milhões para 10,3 bilhões. O preço dos papéis, contudo, fechou o pregão de terça-feira (18) em queda de 1,1%, valendo US$ 333,97.
Preço das ações da Strategy e do Bitcoin nas últimas 24 horas. Fonte: TradingView.
Conforme relatado pelo CriptoFácil, a antiga MicroStrategy mudou seu nome corporativo para Strategy e incluiu o logotipo do Bitcoin em sua marca, reforçando a ligação com a criptomoeda. A mudança oficializa a nova estratégia da empresa, que reduz exposição no mercado de software e aumenta exposição no BTC.
Com a mudança de nome, Michael Saylor deu a entender que, em vez de desacelerar nas apostas no Bitcoin, a empresa dobrará seus esforços. Além das compras regulares de moedas, a gigante do software planeja desenvolver produtos para o ecossistema, sobretudo aplicações para a Lightning Network.
Embora nenhum produto específico tenha sido lançado, a empresa tem planos de desenvolver um serviço de identidade descentralizada usando o Ordinals.
Desde que adotou a estratégia com Bitcoin, as ações da empresa se valorizaram mais de 600% e chegaram a entrar no índice Nasdaq 100. O alcance global da empresa também aumentou, com bitcoiners do mundo inteiro falando da Strategy e até comprando ações da companhia.
No mundo corporativo, empresas como Semler Scientific, Metaplanet e Riot Platforms, entre outras, dobraram as compras de BTC nos últimos meses, inspiradas pela estratégia de Michael Saylor.
O mercado cripto está passando por uma turbulência considerável desde a última sexta-feira (14/02). As memecoins, principalmente, são alvo de desconfiança. Mas moedas como a Solana (SOL) também tiveram quedas expressivas nos últimos dias. E até mesmo o Bitcoin (BTC) perdeu força.
Isso se deve, em grande parte, à promoção de um projeto duvidoso pelo presidente da Argentina, Javier Milei, na sexta. Ainda é difícil avaliar até onde vai o impacto do caso LIBRA. No entanto, o tema pode permanecer em pauta por vários dias, à medida que Milei segue sofrendo pressões da oposição e da justiça local.
Na segunda-feira (17/02), Milei participou de uma entrevista no canal Todo Noticias para tentar se explicar sobre o caso. No entanto, na terça-feira (18/02), vazou um vídeo com trechos que haviam sido cortados, nos quais ele aparece sendo interrompido por um assessor antes de responder às questões. Além disso, fica claro que as perguntas foram combinadas.
Mercado em queda com escândalo de Milei
O vazamento dos bastidores da entrevista de Milei acabou reforçando o sentimento pessimista do mercado. As moedas mais afetadas foram justamente as memecoins. Afinal, a categoria ficou em evidência devido à acusação de “rug pull” no caso LIBRA. É natural que os investidores fiquem ressabiados com outros projetos do gênero.
Por exemplo, o Dogecoin (DOGE) já acumulou 4 dias seguidos de queda, com uma desvalorização total de -12%. Além disso, tokens como o Bonk (BONK) tiveram baixas ainda mais expressivas. E o mesmo ocorreu com outros projetos de destaque na categoria das memecoins.
No entanto, o impacto não ficou restrito às moedas meme. Por exemplo, a Solana (SOL) acumulou uma queda de -15% em uma semana, até a terça-feira (18/02). Nesse caso, é importante levar em conta que as memecoins são determinantes na rede Solana. Por isso, faz sentido que a crise do setor chegue ao preço do seu token nativo.
Mas até mesmo o BTC minguou nos últimos dias, mesmo que seja considerado uma criptomoeda mais sólida. Nesse caso, a preocupação com a política econômica de Trump e o risco de juros mais altos também ficam evidentes. No entanto, o pessimismo no setor pode acabar tendo influenciado as negociações de Bitcoin.
Best Wallet ajuda a encontrar projetos confiáveis
O temor em relação a projetos falsos de criptomoedas pode impedir muitos usuários de investir em tokens sérios. Por isso, entender a diferença entre ambos os cenários é essencial.
Uma forma de fazer isso é recorrer a uma boa curadoria. E a carteira cripto Best Wallet cumpre bem esse papel.
Disponível para iOS e Android, a Best Wallet oferece acesso antecipado a novos projetos, o que inclui uma série de tokens em pré-venda com preços promocionais.
Um exemplo recente que esteve disponível na carteira para os usuários é o do Pepe Unchained (PEPU), um dos lançamentos mais felizes dos últimos meses.
A Best Wallet conta, ainda, com recursos tradicionais de uma carteira de criptomoedas. Portanto, o acesso a novas memecoins é apenas a cereja no bolo. Entre suas funções básicas, está o suporte a dezenas de chains e a todas as criptos mais populares — como BTC, ETH, SOL e assim por diante.
Atualmente, a Best Wallet está promovendo a pré-venda de um token nativo, o $BEST. Portanto, esse pode ser o momento ideal de conhecer a carteira e obter benefícios extras, como taxas de transação reduzidas e recompensas de staking mais elevadas.
O projeto ainda conta com diferenciais que dão um sentido especial ao token. Um exemplo disso é a governança comunitária, que torna as decisões mais relevantes do ecossistema bem mais democráticas.
Para conhecer detalhes do $BEST, vale acessar o site oficial da Best Wallet. Pode ser um bom momento para entender os recursos que fazem a diferença nesse momento de desconfiança em relação a novas memecoins.
A Shiba Inu (SHIB) segue em forte tendência de baixa desde 18 de janeiro, e os indicadores técnicos e on-chain sugerem que essa pressão vendedora pode se intensificar nos próximos dias.
A memecoin acumula uma desvalorização de 18% este mês, com essa porcentagem podendo aumentar nos próximos dias caso um importante suporte seja quebrado. Confira a seguir os cenários mais prováveis para o futuro da SHIB.
Shiba Inu testa importante suporte
O gráfico diário revela que os compradores impulsionaram uma correção de alta após a Shiba Inu atingir a mínima de US$ 0,00001170 em 3 de fevereiro. Naquele dia, a criptomoeda registrou uma queda superior a 30%, marcando a maior onda de liquidações de criptomoedas da história do mercado.
O salto corretivo que se seguiu foi mais curto do que o esperado, com os compradores não conseguindo fazer o ativo subir acima do nível de retração de 0,382 de Fibonacci. Isso foi um péssimo sinal para a tendência futura, visto que geralmente um movimento de correção alcança os níveis de 0,5 e 0,618.
Com os compradores sendo limitados, a SHIB possui agora grandes chances de realizar mais um movimento de baixa de médio prazo. Esse cenário será confirmado se os compradores conseguirem quebrar o suporte do nível de retração de 0,236.
Gráfico da Shiba Inu (SHIB) no TradingView
Se isso acontecer, a memecoin deve seguir em queda até o fundo de US$ 0,00001170. Caso os vendedores consigam empurrar o preço abaixo desse nível, os compradores só devem encontrar suporte em US$ 0,00001084.
Chegar a esta zona de preço representaria uma queda de 30% frente ao preço atual, fazendo com que a Shiba Inu atingisse seu menor nível desde agosto de 2024.
Por outro lado, a validação do nível de retração de 0,236 como suporte poderia gerar um padrão de fundo duplo. Nesse caso, a SHIB poderia realizar um novo salto corretivo em direção aos próximos níveis de Fibonacci, o que geraria uma alta de pelo menos 10%.
Os indicadores técnicos de curto prazo, no gráfico de 4 horas, mostram que a Shiba Inu deve seguir em queda pelos próximos dias. O Índice de Força Relativa (RSI) está abaixo de 50, reforçando que o momentum atual é de baixa.
Já o MACD gerou um sinal de venda no último sábado (15), formando barras de queda em seu histograma desde então. Por fim, o CMF está negativo, o que mostra que os investidores estão retirando capital da memecoin.
Indicadores técnicos da Shiba Inu (SHIB)
Dessa forma, os três indicadores mostram que uma queda abaixo do nível de retração de 0,236 é o cenário mais provável para a altcoin.
Shiba Inu perde espaço no mercado
O panorama on-chain da Shiba Inu se alinha com a sua ação de preço, indicando que os investidores devem esperar pelo pior. O indicador New Adoption Ratio do IntoTheBlock atingiu seu menor nível em quatro anos. Isso mostra que os players do mercado estão preferindo realizar investimentos em outras criptomoedas.
New Adoption Rate da Shiba Inu (SHIB). Fonte: IntoTheBlock
Nesse sentido, tem se observado que o ativo tem perdido espaço para outras moedas meme. No mês passado, a SHIB chegou a perder momentaneamente o posto de segunda maior criptomoeda meme em valor de mercado com a ascensão da TRUMP.
Enquanto isso, outras criptomoedas se destacam entre as memecoins promissoras. Uma delas é o CatSlap Token (SLAP), que trouxe um novo conceito para o setor: o SLAP-TO-EARN. Com ele, os dentetores de SLAP podem competir no “Slapômetro” e ganhar diversas recompensas.
Uma memecoin inspirada no cão de CZ (Changpeng Zhao), cofundador da Binance, pode estar perto de conseguir uma listagem oficial na exchange. Isso porque, a Broccoli venceu a rodada de disputas do DappBay. Com isso, o projeto receberá US$ 200 mil em aporte do pool de liquidez do programa.
Agora, a expectativa é que o token seja listado na Binance Futures e, posteriormente, no Spot – plataforma de criptomoedas da exchange.
Desenvolvedores do Broccoli comemoram vitória. Fonte: The First Broccoli
A memecoin Broccoli surgiu na última quinta-feira, 13, após o ex-CEO da empresa divulgar para seus seguidores uma foto e o nome de seu cão. Rapidamente, desenvolvedores da Binance criaram uma série de criptomoedas em homenagem ao Belgian Malinois de CZ. Entre os tokens que se destacaram no rali iniciado por CZ, está a memecoin que venceu a disputa.
Desenvolvida no protocolo Four.meme, a Broccoli terminou em 1º lugar após atingir uma pontuação de 4.3. O cálculo leva em consideração a posição quanto a valorização (peso 3), a capitalização alcançada (peso 2) e o volume de negociação (peso 5), durante as 24 horas da disputa.
No caso, durante o período da disputa, a ‘The First Broccoli’ alcançou uma valorização de 182.23% (chegando a US$ 0,05132), ficando em 12ª; uma capitalização de mercado de US$ 51.02 milhões, ficando em 4º; além de um volume de negociação de US$ 47,73 milhões que lhe rendeu a 1ª posição no quesito.
O projeto venceu outras criptomoedas inspiradas no mesmo meme: a BROCCOLI, criada no protocolo Flap, que permite criações de memecoins em 30 segundos, e uma outra Broccoli criada também na Four.meme. Além dos tokens que homenageiam o cão do fundador da Binance, a disputa também contou com mais 102 criptomoedas promissoras.
Com a vitória, a ‘The First Broccoli’ (a primeira Broccoli, em tradução livre) garante um aporte de US$ 200 mil da Binance. Essa é a primeira de uma série de sete disputas que o programa vai realizar entre as criptomoedas selecionadas no programa.
Cada dia, a criptomoeda vencedora garante US$ 200 mil. Ao fim da temporada semanal, as 10 melhores colocadas também ganham aportes:
US$ 500 mil para o 1º lugar geral
US$ 400 mil para o 2º e 3º,
US$ 300 para o 4º, 5º e 6º, e
US$ 200 mil para os 7º, 8º, 9º e 10º colocados.
O que é uma memecoin?
Uma memecoin é um tipo de criptomoeda inspirada em memes da internet, geralmente criada como uma brincadeira ou sátira. Diferentemente de criptoativos como o Bitcoin e o Ethereum, que possuem fundamentos técnicos e propostas de inovação financeira, as memecoins ganham valor principalmente por influência da comunidade e do hype nas redes sociais.
Apesar de muitas memecoins não terem utilidade prática, algumas alcançam grandes valorizações devido ao engajamento de influenciadores e investidores de varejo. No entanto, elas são altamente voláteis e podem perder valor rapidamente.
Além da Broccoli, outra memecoin que ganhou destaque recentemente foi a Libra, memecoin divulgada por Javier Milei, o presidente da Argentina. O caso gerou uma grande polêmica, envolvendo até um possível pedido de impeachment.
A segunda semana de fevereiro ficou marcada pela primeira grande retirada dos produtos de investimentos em cripto do ano. Após acumular US$ 29,4 bilhões em entradas ao longo de 19 semanas consecutivas, os fundos tiveram um saldo negativo de US$ 415 milhões em saídas.
Analistas colocam na conta do Fed, o Banco Central dos Estados Unidos, a fuga de capitais dos fundos, além da preocupação dos investidores com a inflação.
Relatório destaca percas dos fundos de cripto. Fonte: CoinShares.
De acordo com o relatório semanal da CoinShares, grande parte das retiradas aconteceu nos produtos de Bitcoin negociados na bolsa. Entre os dias 10 e 16 de fevereiro, investidores retiraram US$ 430 milhões desses produtos – que envolvem essencialmente ETFs de Bitcoin à vista.
As saídas podem ser explicadas pelas notícias que vieram de Washington no final da última semana. Em reunião com o congresso dos EUA, o presidente do Fed, Jerome Powell, disse que não tem pressa em reduzir os juros. Entre os motivos, Powell destacou a inflação que demora a ceder.
Como lembra o relatório, o Bitcoin é altamente sensível à política fiscal, dado que funciona como seu principal valor como reserva. Como não tem como competir com os títulos públicos americanos em um contexto de taxa alta – dado que são mais seguros e estáveis – os produtos de Bitcoin sofrem com a fuga de capitais de investidores, especialmente, dos Estados Unidos.
Isso pode ser visto nos dados. Somente investidores do país retiraram US$ 464 milhões dos produtos de Bitcoin negociados em bolsa. Em contraste, Alemanha, Suíça e Canadá registraram entradas de US$ 21 milhões, US$12,5 milhões e US$ 10,2 milhões, respectivamente.
Investidores australianos também foram às compras, adquirindo US$ 2,3 milhões desses fundos. O Brasil, que segue a tendência dos investidores americanos, registrou saídas, mas em um volume muito menor: US$ 2,1 milhões. Da mesma forma, investidores de Hong Kong retiraram US$ 4 milhões dos fundos de cripto.
Por outro lado, o relatório destaca que o saldo só não foi mais negativo para os produtos de investimentos em cripto, porque fundos de outras criptomoedas se destacaram.
Os fundos de Solana, por exemplo, tiveram entradas de US$ 8,9 milhões no período. Enquanto isso, os fundos de XRP registraram US$ 8,5 milhões em entradas. Sui (US$ 6 milhões), Litecoin (US$ 1,2 milhão) e Cardano (US$ 1,9 milhão) fecham a lista de responsáveis pela diminuição do prejuízo para os fundos de cripto.
Apesar de recentes quedas, depois de ultrapassar os US$ 100 mil no último dia, há indícios de que o Bitcoin pode chegar a US$ 110 mil em breve.
Se isso se concretizar, um novo token que atrelou seu valor diretamente ao preço do BTC já está se preparando para valorizar junto. Segue com a gente para entender (e, se for o caso, aproveitar a oportunidade).
Em primeiro lugar, esse entendimento se baseia na média móvel simples (SMA) de 200 semanas do preço do ativo. Esse indicador monitora a tendência de preço do Bitcoin no longo prazo.
Historicamente, bull runs chegam ao fim quando essa métrica atinge o valor da última alta registrada. No caso da SMA, esse valor foi de US$ 69 mil em 2021.
Porém, no momento em que esse artigo foi finalizado, a SMA girava em torno de US$ 44.200. Ou seja, se considerarmos esse comportamento histórico, ainda há margem para essa média crescer.
E, como resultado, isso pode significar que o preço do Bitcoin também pode aumentar, chegando em breve a US$ 110 mil (ou até superando esse valor). É o que mostra análise do TradingView no gráfico a seguir.
Como isso pode beneficiar o BTC BULL Token
O BTC Bull Token ($BTCBULL) é um novo token, em pré-venda, que levantou mais de US$ 2 milhões em apenas uma semana.
O diferencial dessa memecoin é que ela oferece airdrops aos seus proprietários, cada vez que o preço Bitcoin atingir determinados marcos.
Por exemplo, se o Bitcoin chegar a US$ 150 mil, quem tiver comprado tokens $BTCBULL vai receber, por meio do primeiro airdrop do projeto, recompensas em BTC.
A quantidade de Bitcoins a serem recebidos será proporcional ao número de tokens $BTCBULL que a pessoa tiver em sua posse.
A estratégia do BTC BULL Token é que novos airdrops sejam lançados quando o Bitcoin chegar a novos marcos de preço, com acréscimos de US$ 50 mil. Por exemplo: o segundo airdrop viria quando o BTC chegasse a US$ 200 mil, o terceiro quando o preço atingisse US$ 250 mil, e assim por diante.
Além disso, o projeto BTC BULL também prevê uma queima de tokens $BTCBULL a cada vez que o preço do Bitcoin aumentar mais US$ 50.000 (começando quando preço estiver em US$ 125 mil).
Desse modo, o $BTCBULL seria valorizado, oferecendo aos seus donos mais uma oportunidade de ganhos com o token.
Há um detalhe, porém. Muitos dos benefícios do projeto são exclusivos para quem adquirir o $BTCBULL ainda na pré-venda, em andamento. O preço atual do token é US$ 0,00237. Mas esse valor deve subir a cada nova etapa, como geralmente ocorre em pré-vendas.
Best Wallet indicou projeto
A carteira Best Wallet, que rapidamente se tornou referência na Web, incluiu o BTC BULL na sua lista de novos e promissores tokens, chamada Upcoming Tokens.
Esse novo recurso da Best Wallet tem sido preciso ao identificar tokens em pré-venda que se valorizaram expressivamente quando foram listados em exchanges.
Foi o caso, por exemplo, do Catslap ($SLAP) e do Pepe Unchained ($PEPU), que registraram ganhos de 7.000% e 700%, respectivamente.
Ou seja, boas perspectivas para o BTC BULL, como avalia o influenciador ClayBro, no vídeo a seguir.
É possível, inclusive, usar a Best Wallet para adquirir o token – ela está disponível no Google Play e na Apple App Store.
Para saber mais sobre o BTC Bull Token e acompanhar as atualizações do projeto, acompanhe as comunidades do projeto noX e noTelegram. E, naturalmente, visite o site oficial do projeto (link a seguir).
Aviso: Este artigo tem funcionalidade exclusivamente informativa, e não constitui aconselhamento de investimento ou oferta para investir. O CriptoFácil não é responsável por qualquer conteúdo, produtos ou serviços mencionados neste artigo.
A Dogecoin (DOGE) encaminha seu quarto dia consecutivo de queda, tendo desvalorizado 12% neste período.
A memecoin acumula uma queda de 5% somente nas últimas 24 horas, segundo o CoinGecko. Essa tendência tem sido amplificada por todo o mercado, com outras memecoins como Pepe (PEPE) e Bonk (BONK) apresentando baixas ainda maiores.
A DOGE seguirá no ritmo atual ou os compradores serão capazes de reverter essa tendência? Confira o que a análise técnica e os indicadores on-chain têm a dizer.
Dogecoin termina salto corretivo
A Dogecoin operou em alta na maior parte da semana passada, chegando a subir 15% entre os dias 9 e 14 de fevereiro. No entanto, a análise do gráfico diário mostra que esse salto fez parte de um movimento corretivo da última forte queda da memecoin.
Os compradores não tiveram força para empurrar o preço acima do nível de retração de 0,618 de Fibonacci, em US$ 0,28. Além disso, a média móvel exponencial de 21 dias (laranja) se mostrou uma forte resistência.
Nesse sentido, o seu cruzamento em relação à EMA de 9 dias (azul) confirma que a tendência macro é de baixa.
Gráfico da Dogecoin (DOGE) no TradingView
Com isso, o cenário mais indicado para as próximas horas ou dias é uma queda em direção ao nível de retração de 0,236, em US$ 0,23. Se os compradores não conseguirem defender este suporte, a DOGE pode cair para testar o fundo de US$ 0,20.
O nível de US$ 0,20 tem se mostrado um forte suporte, ativo desde novembro de 2024. Essa marca psicológica impediu a memecoin de atingir preços mais baixos durante a forte queda de 3 de fevereiro.
Porém, ela pode ser quebrada caso o ímpeto de queda atual permanece, especialmente se os vendedores intensificarem o seu domínio no mercado.
O Exchanges Long/Short Ratio, que mede o fluxo de ordens de DOGE nas principais exchanges, mostra que os vendedores estão no controle do ativo. Atualmente, mais de 51% das ordens envolvendo a criptomoeda são de venda, com esse montante superando o dos compradores em US$ 100 milhões.
Exchanges DOGE Long/Short Ratio. Fonte: Coinglass
Enquanto isso, as baleias não estão aumentando suas atividades de compra de Dogecoin nos mercados de derivativos. O Top Trader Long/Short Ratio da Binance mede a proporção entre posições long (compra) e short (venda) abertas pelos maiores traders da plataforma, mostra que 71% das baleias apostam na alta da altcoin.
Apesar dessa porcentagem ser expressiva, ela é consideravelmente menor do que os 86% registrados em janeiro, quando o ativo apresentou grandes saltos de preço.
Top Trader Long/Short Ratio. Fonte: Binance
Isso mostra que as baleias estão perdendo o interesse e o otimismo em relação à DOGE. Uma das razões para isso é a busca por novas memecoins, como a MIND of Pepe (MIND).
Nesse sentido, o MIND of Pepe surge como uma inovação única ao unir inteligência artificial e tecnologia blockchain. Esse agente de IA autônomo evolui de forma independente, oferecendo análises e insights exclusivos para os detentores do token MIND.
Com isso, oferece novas oportunidades para aqueles que desejam investir em memecoins além da DOGE. Atualmente em pré-venda, o MIND já atraiu mais de US$ 6 milhões em investimentos.
O OpenSea, um dos maiores marketplaces de NFTs, decidiu suspender temporariamente seu sistema de airdrop com recompensas XP após críticas severas da comunidade.
A empresa lançou o novo modelo no dia 28 de janeiro, junto com a versão beta do OS2, permitindo que usuários acumulassem pontos ao listar e fazer lances em NFTs. Esses pontos aumentavam a elegibilidade para o airdrop do token SEA.
No entanto, a reação foi negativa. Usuários criticaram o sistema XP, argumentando que não beneficia os criadores, incentiva wash trading e prioriza apenas a arrecadação de taxas. Diante das reclamações, Devin Finzer, cofundador e CEO do OpenSea, anunciou a suspensão do XP para listagens e lances.
“Ouvimos o feedback e estamos pausando o XP dado diretamente para listagem e lances”, declarou Finzer.
Ele reconheceu que, apesar dos incentivos de liquidez serem importantes para qualquer marketplace competitivo, a empresa precisa refletir sobre a melhor abordagem para o futuro.
Agora, o foco do OpenSea está na distribuição de XP por meio de envios especiais (XP shipments). No dia 14 de fevereiro, a plataforma iniciou essa estratégia, recompensando usuários que compraram e mantiveram NFTs.
Os primeiros beneficiados foram aqueles que participaram da versão beta e deram feedback no Discord. Em seguida, foi a vez de quem adquiriu NFTs no OS2, com bônus para quem segurou ativos de grandes projetos por mais de três meses.
Os usuários que não receberam recompensas nesta rodada terão novas oportunidades. A OpenSea garantiu que continuará incentivando compradores e holders dentro do OS2.
“Vamos continuar ajustando os incentivos de liquidez de forma estratégica”, afirmou Finzer, reforçando o compromisso com a longevidade do marketplace.
Por fim, o CEO abordou a hostilidade enfrentada pela empresa nas redes sociais. Ele destacou que muitas críticas eram motivadas por interesses próprios e não por preocupações reais com o setor.
“Estamos ouvindo a comunidade, mas não vamos ser intimidados”, concluiu.
Dois analistas de criptomoedas se destacaram no X por promoverem visões otimistas em relação ao Ethereum. Ambos afirmaram que existe a possibilidade do preço da criptomoeda ter uma valorização explosiva por causa de dois fatores.
O primeiro analista é Ted Pillows, que compartilhou em sua conta no X uma mensagem afirmando que as baleias do Ethereum estão fazendo movimentos ousados novamente. De acordo com dados on-chain trazidos por Pillows, o número de endereços com mais de 10.000ETH saltou para 963, um salto em relação aos 950 registrados na sexta-feira (14).
Dados de acumulação de Ether seguem fortes. Fonte: Ted Pillows/X.
O segundo analista otimista com o ETH é Ali Martinez, que falou sobre a saída da altcoin das exchanges. Em seus dados, Martinez aponta que os investidores quase 1 milhão de ETH de exchanges em pouco mais de uma semana. Isso mostra uma queda constante da quantidade da criptomoeda no mercado desde 30 de janeiro.
“Mais de 900.000 ETH do Ethereum foram retirados das exchanges em [10 dias], sinalizando aumento do acúmulo e redução da pressão de venda!”, disse Martinez.
Quantidade de ETH saindo das exchanges (linha preta). Fonte: Ali Martinez/X.
Portanto, se o preço do ETH realmente tiver um forte rali de alta, isso pode beneficiar toda a cadeia de altcoinspromissoras que dependem do preço da segunda maior criptomoeda. E aqui estão pelo menos quatro tokens que podem se beneficiar muito dessa valorização e trazer excelentes oportunidades:
O chamado “ecossistema Pepe” surgiu com o lançamento da memecoin PEPE em 2023, só que ganhou forma a partir de pré-vendas feitas em 2024. Duas pré-vendas que levaram o nome Pepe acumularam, juntas, mais de US$ 100 milhões, e a Mind of Pepe veio para aumentar o valor gerado pela rede.
Com uma união entre memecoins e inteligência artificial (IA), o Mind of Pepese define como uma “ferramenta de análise coletiva”. Isso porque ele é um agente de IA que vasculha perfis de redes sociais em busca de tokens que podem se tornar a nova tendência do ano.
Com uma enorme capacidade de processar transações, o Mind of Pepe consegue fazer uma análise completa dos tokens que, como resultado, faz os traders terem mais informações na hora de adquirir seus tokens.
Este projeto tem o seu próprio token (MIND), que está em pré-venda, seguiu arrecadando dinheiro e já superou a marca de US$ 6 milhões. Ou seja, um novo Pepe que pode romper a barreira dos US$ 10 milhões e trazer excelentes retornos logo na sua estreia.
Pré-venda de token segue em forte captação. Fonte: site oficial.
Criptomoeda Solaxy
Embora esta pré-venda esteja na rede do Ethereum, a criptomoeda Solaxytem como objetivo atender a Solana, na qualidade de primeira rede de Camada 2 desta blockchain. Isso porque a Solana registrou mais de 10 bilhões de transações apenas em janeiro, mostrando que a rede eventualmente precisará ampliar sua capacidade.
Prestes a completar um ano, esse volume é o dobro do que a plataforma registrou quando lançou suas operações, em fevereiro de 2024. E a proposta do Solaxy é abordar esses problemas por meio de uma arquitetura de rollup, permitindo o processamento de transações off-chain (fora da rede principal).
As transações continuam a passar pela blockchain, mas são agrupadas em lotes otimizados, permitindo que a Solana possa realizar mais transações. Por isso, a Solaxy pode aumentar a velocidade e diminuir os custos das transações com pagamento de taxas, deixando a Solana ainda mais eficiente para receber pequenas aplicações, como as memecoins.
Por estar ligada à Solana e prometer expandir ainda mais suas inovações, a Solaxy viu sua pré-venda ter um sucesso estrondoso. São mais de US$ 21 milhões arrecadados, valor que deixa um enorme otimismo para a valorização do token SOLX no longo prazo.
No passado, o mundo das fintechs tinha como grande promessa os “super apps”, aplicativos que reuniriam redes sociais, plataformas de compras e banco em um só lugar. Essa ideia também chegou nas criptomoedas, onde a carteira Best Wallet emerge como protagonista criando uma verdadeira “central de pré-vendas“.
A Best Wallet se destaca por oferecer uma infraestrutura que integra diversas blockchains, incluindo seus tokens. Ou seja, ela permite o acesso a milhares de criptomoedas diferentes em um só dispositivo, bem como permite a troca entre esses tokens. A carteira também oferece pré-vendas e oportunidades de comprar novos tokens a excelentes preços.
Entre os diferenciais da plataforma, destaca-se a facilidade de uso, a segurança aprimorada e a constante inovação em termos de funcionalidades, como sistemas de cashback e transações sem taxas de gas. Mas com o seu token (BEST), os usuários terão ainda mais benefícios para utilizar a carteira como o principal ponto de integração de suas negociações.
Por isso, não é surpresa que a pré-venda do BEST tenha rompido a barreira de US$ 10 milhões e mostre-se uma das pré-vendas com mais demanda em 2025.
Pré-venda da Best Wallet. Fonte: site oficial.
ONDO
Por fim, a Ondo Finance é uma plataforma de finanças descentralizadas (DeFi) que facilita a negociação de versões tokenizadas de valores mobiliários reais em um ambiente regulado. Diferente de outros tokens dessa lista, o ONDO tem uma rede ampla por trás de si e conta com parcerias estratégicas dentro do mercado financeiro.
A criptomoeda é tão forte que chegou a superar gigantes como a BlackRock no setor de DeFi, além de já contar com ativos do Tesouro americano tokenizados em sua plataforma. Isso fez o ONDO registrar uma alta de cinco vezes nos últimos 12 meses, mas que chegou a quase 10 vezes no auge do seu preço.
Conforme a tokenização de ativos reais (RWA, na sigla em inglês) seguir crescendo, a Ondo Finance deve manter sua liderança neste setor e ampliar ainda mais o domínio de seu token.
Evolução no preço do token ONDO nas últimas 24 horas. Fonte: CoinGecko.