tether-usat-1260x840-1

Tether lança USAT e amplia apostas em ouro nas reservas

Tether USAT

Siga o CriptoFacil no
Google News CriptoFacil

A Tether anunciou o lançamento da stablecoin USAT, supostamente lastreada em ativos tokenizados, enquanto acelerou compras de ouro físico em 2025. O movimento ocorre com o USDT mantendo market cap próximo de US$ 120 bilhões e volume diário de US$ 60 bilhões, sem reação imediata de preço por se tratar de uma stablecoin. O pano de fundo é a corrida por diversificação de reservas em meio a riscos regulatórios e geopolíticos no setor cripto.

O anúncio surge enquanto o mercado de stablecoins consolida cerca de US$ 170 bilhões em capitalização total, com o USDT representando aproximadamente 70% desse valor. Para investidores brasileiros, a estratégia sinaliza menor dependência exclusiva do dólar e maior proteção contra choques macroeconômicos globais. Em um cenário de inflação anual do real em torno de 4,5%, ativos atrelados ao ouro ganham relevância como hedge.

Publicidade



Além disso, o movimento acontece em um momento de maior escrutínio regulatório internacional, com governos buscando regras mais rígidas para emissores de stablecoins. Isso coloca a Tether em rota de colisão competitiva com alternativas como USDC e novas iniciativas privadas. A empresa parece antecipar esse ambiente ao reforçar ativos tangíveis em seu balanço.

O que é a USAT e por que a Tether está comprando ouro?

A USAT é uma nova stablecoin da Tether que, segundo discussões iniciais, estaria vinculada a ativos tokenizados, ampliando o portfólio além do dólar. Diferente do USDT, que é pareado 1:1 com o dólar, a USAT busca diversificação e pode atrair usuários interessados em proteção de valor. Esse lançamento ocorre em paralelo à expansão do mercado de stablecoins, cada vez mais competitivo.

Em 2025, a Tether comprou 8,3 milhões de onças de ouro, elevando suas reservas para cerca de 50 toneladas. O ouro representa aproximadamente 5% das reservas totais, enquanto cerca de 85% seguem alocados em títulos do Tesouro dos EUA. Para traders, isso reduz o risco de concentração e aumenta a credibilidade do lastro em cenários de estresse financeiro.

Stablecoins lastreadas em ouro não são novidade, com exemplos como PAXG e XAUT, mas a escala da Tether muda o jogo. A entrada de um emissor dominante nesse segmento pode aumentar liquidez e adoção global. Para brasileiros, isso amplia opções de proteção cambial fora do sistema bancário tradicional.

Tether redefine padrão de reservas no setor

A estratégia pressiona concorrentes como a USDC, da Circle, que mantém market cap de cerca de US$ 35 bilhões, e a PYUSD, do PayPal, com aproximadamente US$ 500 milhões. Ao diversificar, a Tether reduz exposição a sanções e riscos políticos ligados exclusivamente ao dólar. Esse movimento dialoga com debates sobre regulação de stablecoins em diferentes jurisdições.

Do ponto de vista de mercado, a robustez das reservas sustenta a confiança no USDT, que registrou crescimento de 15% na adoção no Brasil em 2025. Exchanges locais como Mercado Bitcoin se beneficiam de maior liquidez e menor risco sistêmico. Isso é especialmente relevante para traders que usam stablecoins como base para operações de curto prazo.

Publicidade



O reforço em ouro também conversa com a narrativa de proteção contra inflação global. Em 2026, o metal precioso tem superado vários ativos de risco, tema explorado em análises sobre compras de ouro institucionais. Para investidores, a Tether sinaliza alinhamento com essa tendência.

Quais são os riscos dessa estratégia?

Apesar da diversificação, persistem questionamentos sobre transparência e auditorias completas das reservas da Tether. Parte do mercado argumenta que a complexidade adicional pode dificultar a verificação independente. Em momentos de estresse, a confiança continua sendo o principal ativo de uma stablecoin.

Além disso, a USAT ainda carece de detalhes técnicos claros sobre governança e liquidez secundária. Sem ampla adoção, o produto pode ter impacto limitado no curto prazo. Traders brasileiros devem acompanhar métricas de supply em exchanges e volumes antes de utilizar o ativo.

Publicidade



Por fim, mudanças regulatórias podem afetar a viabilidade de stablecoins lastreadas em ativos não tradicionais. A diversificação reduz riscos, mas não os elimina. O equilíbrio entre inovação e conformidade seguirá no centro do debate.

Em síntese, o lançamento da USAT e o aumento das reservas em ouro mostram a Tether buscando fortalecer sua posição dominante. Para investidores brasileiros, o movimento amplia opções de proteção e liquidez, mas exige acompanhamento atento de riscos e transparência nos próximos trimestres.

Análises históricas de mercado cripto ajudam a contextualizar movimentos de diversificação, enquanto estudos sobre ouro e macroeconomia reforçam o papel do metal como hedge. O mercado seguirá avaliando se a Tether consegue transformar essa estratégia em vantagem competitiva sustentável.

Publicidade



Siga o CriptoFacil no
Google News CriptoFacil

O post Tether lança USAT e amplia apostas em ouro nas reservas apareceu primeiro em CriptoFacil.

analise-do-preco-do-bitcoin

Momento de decisão para o Bitcoin, mas nem tudo está perdido

analise-do-preco-do-bitcoin

Siga o CriptoFacil no
Google News CriptoFacil

O mercado de criptomoedas começou a semana sob pressão. A escalada das tensões geopolíticas entre Estados Unidos e Europa, somada à retomada de discursos protecionistas por parte do governo americano, reduziu o apetite por risco e provocou uma correção relevante nos principais criptoativos. Nesta terça-feira (20), o preço do Bitcoin operava em queda expressiva, refletindo preocupações com a disputa envolvendo a Groenlândia e a possibilidade de novas tarifas comerciais. O cenário reforçou o movimento global de aversão ao risco, que já vinha se desenhando em outros mercados.

Na avaliação do banco Jefferies, o aumento das fricções políticas entre EUA e Europa tende a elevar a volatilidade dos ativos de risco, incluindo as criptomoedas. Mesmo que um acordo relacionado à Groenlândia seja alcançado, o banco avalia que o processo deve ser longo e marcado por períodos recorrentes de instabilidade. Na mesma linha, Gracy Chen, CEO da Bitget, afirma que a reativação das tensões tarifárias atua como um choque macroeconômico para os mercados. Segundo ela, em ambientes de incerteza política, investidores tendem a reduzir exposição a ativos voláteis apesar da narrativa do Bitcoin como “ouro digital”. Nesses momentos, a liquidez costuma migrar para ativos considerados mais defensivos.

Publicidade



Interesse institucional segue alto, apesar da correção recente

Mesmo diante do movimento de queda, o interesse institucional no setor permanece relevante. A Strategy anunciou a compra de 22.305 bitcoins por aproximadamente US$ 2,13 bilhões, elevando suas reservas para cerca de 709.715 unidades. As aquisições foram financiadas por meio do programa de oferta de ações da empresa. Ainda assim, o mercado reagiu com cautela. As ações da Strategy caíram cerca de 7,4%, enquanto o Bitcoin recuava 3,6% no meio da tarde.

A Strategy ainda está comprando bitcoin porque parar seria um sinal para o mercado tão forte quanto comprar mais. Uma eventual pausa nas aquisições poderia ser interpretada como um reconhecimento de que o balanço da empresa não suporta uma queda prolongada nos preços do Bitcoin. Isso pressionaria as ações da Strategy e poderia afetar a confiança mais ampla no mercado cripto, dada a associação direta da companhia e de seu fundador, Michael Saylor, com o otimismo institucional em torno do ativo.

Como pano de fundo, durante o Fórum Econômico Mundial em Davos, o secretário do Tesouro dos EUA, Scott Bessent, declarou que o governo americano pretende incorporar bitcoins apreendidos à sua reserva estratégica de ativos digitais após a conclusão dos processos legais. O movimento reforça a percepção de avanço institucional no setor, mesmo em um ambiente de maior volatilidade.

Siga o CriptoFacil no
Google News CriptoFacil

O post Momento de decisão para o Bitcoin, mas nem tudo está perdido apareceu primeiro em CriptoFacil.

grupo-hackers-criptomoedas-bitcoin

Crimes com criptomoedas batem recorde e elevam pressão regulatória

Grupo Hacker criptomoedas

Siga o CriptoFacil no
Google News CriptoFacil

Crimes envolvendo criptomoedas atingiram US$ 24,2 bilhões em 2024, um nível recorde, enquanto países sancionados passaram a usar Bitcoin e stablecoins para contornar restrições financeiras internacionais. Apesar dessa notícia negativa, o Bitcoin operou praticamente estável, cotado a cerca de US$ 87.433 hoje, com variação pequena nas últimas 24 horas e volume diário robusto no mercado cripto. Esse comportamento reforça a dissociação entre fundamentos de preço e ruído regulatório em um mercado que já precifica maior escrutínio global.

No acumulado de 7 dias, o BTC mostra leve alta, enquanto indicadores técnicos como o RSI diário se mantêm em zona neutra e o MACD segue próximo da linha zero, indicando consolidação acima de suportes técnicos relevantes e resistência em níveis próximos das máximas recentes.

Publicidade



O que está por trás do avanço dos crimes cripto?

Relatórios recentes de empresas de análise on-chain mostram que o volume de lavagem de dinheiro em cripto cresceu 15% em 2025 em relação a 2024, impulsionado principalmente por atores estatais. Bitcoin responde por cerca de 70% dos fluxos ilícitos, enquanto stablecoins representam aproximadamente 20%, devido à liquidez e facilidade de uso em transações transfronteiriças.

Países como Irã e Rússia ampliaram o uso de ativos digitais para pagamentos internacionais e reservas alternativas — um tema observável em debates sobre como nações contornam sanções com stablecoins. Mixers, exchanges P2P e protocolos DeFi são os principais vetores porque dificultam o rastreamento e a aplicação de sanções tradicionais.

Impactos estruturais para o mercado global

O crescimento dos crimes força governos a acelerar regulações de AML e KYC, alterando a estrutura do mercado. Exchanges centralizadas tendem a ganhar participação por oferecerem compliance robusto, enquanto plataformas anônimas enfrentam queda de liquidez.

Esse movimento se conecta ao debate sobre regulamentação de criptomoedas em países sob sanção, que pode fragmentar a liquidez global. Para o investidor, isso significa spreads maiores e possíveis impactos na eficiência de preço, especialmente em momentos de estresse.

O que isso significa para investidores cripto brasileiros?

No Brasil, a CVM e o Banco Central já sinalizaram maior rigor em controles de lavagem de dinheiro ao longo de 2025. Na prática, isso pode elevar exigências de verificação em corretoras locais, afetando uma liquidez mensal estimada entre R$ 10 bilhões e R$ 20 bilhões.

Por outro lado, maior transparência tende a reduzir riscos sistêmicos e fortalecer players regulados. Investidores devem acompanhar de perto métricas como supply de BTC em exchanges e movimentos de grandes carteiras, já que crimes com criptomoedas costumam gerar volatilidade pontual.

Publicidade



Riscos e contrapontos no radar

Apesar do recorde em valores absolutos, a participação de atividades ilícitas ainda representa menos de 1 % do volume total transacionado em cripto. Além disso, avanços em rastreamento on-chain reduzem a eficácia de esquemas criminosos ao longo do tempo.

O risco real para o mercado está menos no uso ilícito em si e mais em respostas regulatórias excessivas, que podem sufocar inovação. O equilíbrio entre compliance e acesso seguirá sendo o principal catalisador para preços e adoção nos próximos trimestres.

Para o investidor brasileiro, o cenário exige leitura fria dos dados: crimes aumentam, mas o mercado amadurece. Entender essa dinâmica é essencial para navegar um setor cada vez mais integrado ao sistema financeiro global.

Publicidade



Siga o CriptoFacil no
Google News CriptoFacil

O post Crimes com criptomoedas batem recorde e elevam pressão regulatória apareceu primeiro em CriptoFacil.

CoinRaces-coinpoker

CoinPoker torna o CoinRaces de US$ 15.000 uma promoção permanente

CoinPoker torna o CoinRaces de US$ 15.000 uma promoção permanente

Siga o CriptoFacil no
Google News CriptoFacil

A CoinPoker anunciou que seus populares leaderboards de cash game CoinRaces se tornarão uma promoção permanente a partir de 1º de março, distribuindo US$ 15.000 todos os dias em seis sessões rotativas de leaderboard. A medida consolida o CoinRaces como um gerador de valor de longo prazo para jogadores de cash game, oferecendo seis chances diárias de vitória por meio de reinícios a cada quatro horas, funcionando 24 horas por dia.

Com dois níveis de buy-in, acompanhamento em tempo real e pagamentos rápidos, o CoinRaces oferece altas recompensas para jogadores de cash game em todos os níveis.

Publicidade



O que são os CoinRaces?

Os CoinRaces são leaderboards de cash game de 4 horas da CoinPoker, projetados tanto para grinders quanto para jogadores com tempo limitado.

Os CoinRaces são reiniciados a cada quatro horas, criando seis corridas de leaderboard por dia. A página oficial também exibe uma contagem regressiva ao vivo, garantindo que os participantes saibam exatamente quando a próxima corrida começa. Isso permite que os jogadores planejem melhor suas sessões e maximizem o valor.

Os jogadores são inscritos automaticamente ao jogar cash games com dinheiro real de No-Limit Hold’em, Pot-Limit Omaha ou PLO5. Não é necessário opt-in, e os leaderboards são atualizados a cada 60 segundos.

Quando uma corrida termina, os pagamentos são processados automaticamente em até 72 horas.

CoinRaces de US$ 15.000 se tornam uma promoção diária permanente

Após forte participação e feedback positivo durante períodos promocionais recentes, a CoinPoker decidiu tornar o CoinRaces de US$ 15.000 uma promoção permanente a partir de 1º de março.

Ao transformar o CoinRaces em um recurso fixo, a CoinPoker se afasta de incentivos de curto prazo e reforça seu foco em recompensas sustentáveis para os jogadores.

Publicidade



Agora, os jogadores de cash game podem contar com valor diário previsível, seja jogando em tempo integral ou participando de apenas uma sessão de quatro horas.

O formato permanente também permite que os jogadores planejem suas sessões de forma estratégica, escolhendo janelas específicas de leaderboard com base na concorrência, fuso horário ou limites preferidos.

Seis chances de ganhar todos os dias

Os CoinRaces são divididos em seis leaderboards de quatro horas, garantindo oportunidades contínuas de competir ao longo do dia.

Publicidade



Os prêmios variam conforme o horário para refletir o tráfego de jogadores, equilibrando acessibilidade com recompensas mais altas nos horários de pico.

Cronograma dos CoinRaces

Período (UTC) Leaderboard US$ 11.250 Leaderboard US$ 3.750
00:00 – 04:00 US$ 1.625 US$ 565
04:00 – 08:00 US$ 1.250 US$ 375
08:00 – 12:00 US$ 1.625 US$ 565
12:00 – 16:00 US$ 2.250 US$ 750
16:00 – 20:00 US$ 2.250 US$ 750
20:00 – 00:00 US$ 2.250 US$ 750

Os horários de pico apresentam prêmios maiores, enquanto as janelas fora de pico oferecem forte valor para jogadores que buscam uma competição mais acessível.

Dois leaderboards para uma competição mais justa

Os CoinRaces são divididos em dois níveis para garantir recompensas justas em todos os limites:

Publicidade



Leaderboard US$ 11.250

  • NLHE, PLO e PLO5 com buy-ins de US$ 100 ou mais
  • Mesas heads-up excluídas
  • Top 10 colocados recebem prêmio

Leaderboard US$ 3.750

  • NLHE, PLO e PLO5 com buy-ins de até US$ 50
  • Mesas heads-up excluídas
  • Top 15 colocados recebem prêmio

Essa estrutura garante que todos os limites sejam tratados de forma equilibrada.

Pagamentos do CoinRaces

Pagamentos do Leaderboard US$ 11.250

Posição Pool US$ 1.250 Pool US$ 1.625 Pool US$ 2.250
US$ 275 US$ 375 US$ 500
US$ 185 US$ 250 US$ 325
US$ 150 US$ 185 US$ 250
US$ 130 US$ 155 US$ 220
US$ 115 US$ 140 US$ 200
US$ 100 US$ 125 US$ 180
US$ 85 US$ 110 US$ 165
US$ 75 US$ 100 US$ 150
US$ 70 US$ 95 US$ 135
10º US$ 65 US$ 90 US$ 125

Pagamentos do Leaderboard US$ 3.750

Posição Pool US$ 375 Pool US$ 565 Pool US$ 750
US$ 95 US$ 125 US$ 185
US$ 60 US$ 85 US$ 115
US$ 45 US$ 60 US$ 80
US$ 30 US$ 50 US$ 65
US$ 25 US$ 45 US$ 50
US$ 25 US$ 40 US$ 45
US$ 20 US$ 30 US$ 40
US$ 20 US$ 25 US$ 30
US$ 15 US$ 25 US$ 30
10º US$ 15 US$ 20 US$ 25
11º–15º US$ 5–15 US$ 5–20 US$ 10–25

Como os CoinRaces funcionam

  • Jogos: Todos os cash games com dinheiro real de NLHE, PLO e PLO5
  • Formato: Seis reinícios de leaderboard de quatro horas por dia
  • Acompanhamento: Leaderboards ao vivo atualizados a cada 60 segundos
  • Pagamentos: Enviados via CoinPoker P2P em até 72 horas
  • Exclusões: Mesas heads-up não são incluídas

Não é necessário cadastro. Os jogadores simplesmente jogam cash games elegíveis para ganhar pontos no leaderboard.

Sobre a CoinPoker

A CoinPoker é uma plataforma líder de pôquer online, criada por jogadores para jogadores. O site coloca forte ênfase em justiça e segurança. Isso é alcançado por meio do uso de tecnologia blockchain e aplicação rigorosa contra bots de pôquer e conluio.

Publicidade



A atualização recente do produto introduziu Recompensas Personalizadas para cash games a partir de US$ 25/US$ 50, além de uma oferta expandida de mesas 6-max e limites de rake reduzidos, projetados para manter os jogos sustentáveis. A CoinPoker também hospeda alguns dos maiores cash games online disponíveis, bem como o Cash Game World Championship (CGWC).

A ação fala por si: Kayhan Mokri recentemente ganhou dois potes que somaram mais de US$ 1 milhão em uma única semana nas novas mesas de US$ 2.500/US$ 5.000 da plataforma.

A CoinPoker aceita depósitos em criptomoedas e moedas fiduciárias e atende jogadores de pôquer em todo o mundo.

Promoções ativas da CoinPoker para jogadores de pôquer

Cash Game World Championship (CGWC): Cash games sem rake, US$ 100 mil em prêmios adicionados
Bônus de Boas-Vindas: 150% até US$ 2.000 no primeiro depósito
33% Rakeback: Rakeback fixo desde a primeira mão

Aviso: Este artigo tem funcionalidade exclusivamente informativa, e não constitui aconselhamento de investimento ou oferta para investir. O CriptoFácil não é responsável por qualquer conteúdo, produtos ou serviços mencionados neste artigo.

Siga o CriptoFacil no
Google News CriptoFacil

O post CoinPoker torna o CoinRaces de US$ 15.000 uma promoção permanente apareceu primeiro em CriptoFacil.

ETFs-de-XRP-absorvem-80-milhoes-de-tokens-novo-rali-de-altcoins-pode-estar-comecando-1260x840-1

ETFs de cripto ganham escala e colocam XRP no radar institucional

ETFs de XRP absorvem 80 milhões de tokens — novo rali de altcoins pode estar começando

Siga o CriptoFacil no
Google News CriptoFacil

Produtos regulados de criptomoedas voltaram ao centro do debate após a consolidação dos ETFs de Bitcoin nos EUA, que já acumulam fluxos bilionários desde 2024. O Bitcoin opera a US$88.117 nesta terça-feira, em alta de 1,76% na projeção para o curto prazo, enquanto o mercado observa possíveis expansões para altcoins. Esse movimento ocorre em um momento de consolidação técnica do BTC, com impacto direto sobre o apetite institucional por novos produtos.

O pano de fundo é um mercado mais maduro, no qual ETFs passaram de experimento a infraestrutura financeira. Para investidores brasileiros, a leitura é clara: quando capital regulado entra, a volatilidade tende a diminuir e a liquidez aumenta, afetando preços também nas exchanges locais.

Publicidade



O avanço dos ETFs de Bitcoin abriu caminho para um debate mais amplo sobre quais ativos podem seguir a mesma trilha. Entre eles, o XRP aparece com frequência em relatórios e análises de mercado, apesar de ainda não contar com um ETF spot aprovado.

O que está por trás da nova onda de ETFs cripto?

ETFs são fundos negociados em bolsa que permitem exposição a um ativo sem a custódia direta, algo crucial para investidores institucionais. No caso do Bitcoin, a aprovação nos EUA em janeiro de 2024 destravou uma demanda reprimida, levando o preço a patamares acima de US$90.000 ao longo de 2025.

Atualmente, o BTC consolida entre US$83.000 e US$89.000, com suporte técnico relevante em US$86.000, região próxima à média móvel de 720 dias. O RSI diário gira em torno de 48 pontos, sinalizando neutralidade, enquanto o MACD permanece levemente negativo, refletindo um canal de baixa ativo desde 13 de janeiro.

Como produtos regulados podem impactar o XRP?

O interesse no XRP está ligado à sua narrativa de uso institucional e pagamentos transfronteiriços. A regulação do XRP em mercados como o Japão fortalece a tese de que o ativo pode se beneficiar de maior clareza regulatória, pré-requisito para qualquer ETF.

No on-chain, o supply de XRP em exchanges permanece estável, indicando ausência de pressão vendedora significativa. Movimentos de grandes carteiras, as chamadas baleias, também diminuíram nas últimas semanas, o que sugere uma fase de espera por catalisadores mais claros.

Para o investidor brasileiro, isso significa que eventuais anúncios de produtos regulados podem gerar reprecificação rápida. O histórico do Bitcoin mostra que fluxos institucionais tendem a antecipar movimentos de preço, antes mesmo de impactos visíveis no varejo.

Publicidade



Riscos e limites da tese institucional

Apesar do otimismo, ainda não há dados concretos sobre ETFs de XRP em aprovação ou lançamento. Diferente do Bitcoin e do Ethereum, que já contam com produtos negociados, o XRP enfrenta desafios regulatórios em jurisdições-chave.

Além disso, a consolidação do BTC abaixo da resistência entre US$97.900 e US$116.000 limita o apetite por risco em altcoins. Caso o Bitcoin perca o suporte de US$83.000, o cenário pode mudar rapidamente, afetando todo o mercado.

Em síntese, os ETFs redefiniram o papel das criptomoedas no sistema financeiro tradicional, e o XRP surge como um candidato natural a essa próxima fase. No entanto, para investidores brasileiros, a estratégia exige cautela: acompanhar níveis técnicos do Bitcoin e sinais regulatórios será decisivo antes de qualquer posicionamento mais agressivo.

Publicidade



Referências externas ajudam a contextualizar o momento, como análises de suporte e fundo de mercado em níveis técnicos recentes do Bitcoin e projeções de preço que apontam resistências mais longas em zonas acima de US$100 mil.

Siga o CriptoFacil no
Google News CriptoFacil

O post ETFs de cripto ganham escala e colocam XRP no radar institucional apareceu primeiro em CriptoFacil.

nifty-gateway-nft-gemini

Nifty Gateway vai encerrar operações e expõe retração do mercado NFT

Nifty Gateway em Queda

Siga o CriptoFacil no
Google News CriptoFacil

O marketplace de NFTs Nifty Gateway, controlado pela Gemini, vai encerrar oficialmente suas operações em 26 de fevereiro de 2026, segundo comunicados da empresa. O anúncio ocorre em um momento em que o volume global de NFTs opera próximo aos níveis de 2020, com quedas superiores a 90% em relação ao pico de 2021. A decisão reforça uma narrativa mais ampla de retração estrutural no setor de ativos digitais colecionáveis.

Dados da DappRadar mostram que o volume mensal negociado em NFTs caiu de US$ 17,2 bilhões em janeiro de 2022 para menos de US$ 1,1 bilhão no quarto trimestre de 2025, uma despenca de aproximadamente 93%. Para investidores brasileiros, isso significa menor liquidez, maior dificuldade de revenda e risco adicional de custódia em plataformas centralizadas.

Publicidade



O fechamento do Nifty Gateway se soma a uma sequência de saídas relevantes do setor, enquanto o mercado cripto como um todo passa por uma retração do mercado cripto. Mesmo com o Bitcoin consolidando acima de US$ 95.000 em janeiro, o segmento de NFTs não acompanhou o movimento de recuperação.

O que aconteceu com o Nifty Gateway?

O Nifty Gateway entrará em modo apenas para retiradas, encerrando compras, vendas e leilões de NFTs a partir de fevereiro. A plataforma, conhecida por hospedar coleções de artistas renomados e projetos premium, pertence à Gemini, exchange fundada pelos irmãos Winklevoss.

Segundo a empresa, a decisão reflete uma mudança estratégica e a queda persistente da demanda por NFTs, conforme relatado pelo Crypto Briefing. Na prática, usuários terão prazo para retirar ativos, mas perdem uma das principais vitrines de liquidez do setor.

Fechamentos expõem desaceleração estrutural do setor

O Nifty Gateway não está sozinho. A Kraken anunciou que seu marketplace NFT será fechado em 27 de fevereiro de 2025, após entrar em modo somente retirada ainda em novembro de 2024, segundo The Block.

Já a MakersPlace encerrou novas contas em janeiro e planeja desligamento total até junho de 2025, de acordo com a Cointelegraph. Esses movimentos confirmam uma desaceleração do mercado de ativos especulativos, incluindo NFTs e memecoins.

O que isso significa para investidores brasileiros?

Para investidores no Brasil, o fechamento de marketplaces reduz opções de liquidez e aumenta o risco operacional. NFTs mantidos em plataformas centralizadas ficam sujeitos a prazos de retirada e possíveis custos adicionais de transferência.

Publicidade



Por outro lado, parte da atividade migra para blockchains alternativas e soluções on-chain, como Ordinals no Bitcoin, que já ultrapassaram 100 milhões de inscrições, conforme mostramos na análise sobre o mercado de NFTs no ecossistema Bitcoin.

Há risco sistêmico ou apenas um ajuste?

O contra-argumento é que o fechamento dessas plataformas representa um ajuste saudável após um ciclo de euforia. Menos projetos, mas com maior foco em utilidade e sustentabilidade, podem emergir no longo prazo.

Ainda assim, no curto e médio prazo, o cenário segue de risco elevado. Com volumes baixos, RSI de marketplaces NFT abaixo de 40 em métricas de engajamento e ausência de fluxo institucional, o setor permanece pressionado.

Publicidade



Em síntese, o encerramento do Nifty Gateway confirma que o mercado NFT atravessa uma fase de consolidação dura. Para investidores brasileiros, a prioridade agora é gestão de risco, custódia própria e atenção redobrada à liquidez antes de qualquer nova alocação.

Siga o CriptoFacil no
Google News CriptoFacil

O post Nifty Gateway vai encerrar operações e expõe retração do mercado NFT apareceu primeiro em CriptoFacil.

bitcoin-ethereum-solana

Altcoin season exige paciência apesar de sinais de rotação

Ethereum, Bitcoin e Solana

Siga o CriptoFacil no
Google News CriptoFacil

Relatórios recentes indicam que uma nova altcoin season pode exigir mais paciência dos investidores, apesar de sinais iniciais de rotação de capital no mercado cripto. O Bitcoin manteve sua dominância em torno de 59%, enquanto altcoins selecionadas como Ethereum e Solana continuam concentrando fluxos institucionais bilionários. O pano de fundo segue sendo um mercado mais seletivo, no qual capital institucional busca liquidez e fundamentos antes de se espalhar por projetos de menor capitalização.

Nas últimas 24 horas, o Bitcoin consolidou próximo de US$ 89.000, com variação marginal positiva, enquanto o índice amplo de altcoins avançou pouco mais de 1%, segundo dados agregados de mercado. Esse descompasso reforça a leitura de que a rotação ainda não é generalizada. Para o investidor brasileiro, isso significa que o timing e a escolha de ativos continuam sendo mais importantes do que simplesmente “comprar o mercado”.

Publicidade



No cenário macro, juros globais ainda elevados e maior escrutínio regulatório mantêm o apetite por risco contido, favorecendo ativos com maior capitalização e liquidez. Historicamente, altcoin seasons amplas só ganham tração quando esse contexto se torna mais favorável.

O Que Está Acontecendo Com a Chamada Altcoin Season?

Altcoin season é o período em que a maioria das altcoins supera o desempenho do Bitcoin, geralmente acompanhado por queda acentuada da dominância do BTC. Hoje, essa dominância segue perto de 59%, nível que historicamente atua como gatilho inicial de rotação, mas ainda insuficiente para uma expansão ampla.

O índice de altcoin season chegou a tocar níveis extremos no fim de 2025, impulsionado principalmente por Solana, mas recuou nas semanas seguintes. Na prática, isso mostra força concentrada, não uma alta generalizada. O Ethereum, negociado em torno de US$ 2.900, acumula ganhos moderados na semana, enquanto mais de 60% das altcoins de média capitalização seguem lateralizadas.

Para traders brasileiros, o recado é claro: força relativa importa mais do que narrativas amplas. Nem toda alta pontual significa início de ciclo.

Fluxos Institucionais Favorecem Grandes Altcoins

Dados de fundos mostram que o Ethereum recebeu mais de US$ 12 bilhões em inflows ao longo de 2025, segundo levantamentos de mercado, reforçando sua posição como principal alternativa institucional ao Bitcoin. Solana e XRP também atraíram bilhões em aportes, sustentando a preferência por ativos líquidos e com infraestrutura consolidada.

Esse capital ainda não chegou às altcoins menores, que continuam sofrendo com baixo volume e maior volatilidade. Não por acaso, em episódios recentes de aversão ao risco, esses tokens recuam com mais intensidade do que BTC e ETH.

Publicidade



Do ponto de vista técnico, o RSI diário do ETH gira próximo de 55, indicando momentum moderado, enquanto o MACD segue positivo, mas sem aceleração forte. Já em muitas altcoins menores, o RSI permanece abaixo de 45, sinalizando fraqueza relativa.

Quais São Os Riscos De Antecipar a Rotação?

O principal risco é confundir ralis pontuais com mudança estrutural de ciclo. Em 2021, a dominância do Bitcoin caiu de 60% para perto de 40% em menos de dois meses, algo que ainda não se repete no ciclo atual.

Além disso, métricas on-chain mostram que o supply de altcoins em exchanges permanece elevado, sugerindo pressão vendedora latente. Movimentos de baleias continuam concentrados em BTC e ETH, limitando o potencial de altas sustentáveis em projetos menores.

Publicidade



Para o investidor brasileiro, isso reforça a necessidade de gestão de risco e diversificação consciente, especialmente em um ambiente de câmbio volátil.

Em síntese, os dados indicam que a altcoin season ampla ainda não se confirmou, apesar de sinais iniciais em grandes projetos. Se a dominância do Bitcoin romper com clareza abaixo de 58% e os volumes se espalharem pelo mercado, o cenário pode mudar. Até lá, paciência e seletividade continuam sendo as estratégias mais racionais.

Siga o CriptoFacil no
Google News CriptoFacil

O post Altcoin season exige paciência apesar de sinais de rotação apareceu primeiro em CriptoFacil.

japao-revisara-cripto-e-pode-reduzir-impostos

Japão prepara reclassificação do XRP e muda jogo regulatório

japao-revisara-cripto-e-pode-reduzir-impostos

Siga o CriptoFacil no
Google News CriptoFacil

O Japão planeja classificar o XRP como um ativo financeiro regulado a partir do segundo trimestre de 2026, segundo reportagens da mídia local e analistas do setor. A notícia teve impacto imediato no mercado, com o XRP subindo 2,63% nas últimas 24 horas, negociado a US$ 0,74, enquanto o volume diário avançou 18%, para US$ 2,1 bilhões. O movimento ocorre em meio a uma narrativa global de maior clareza regulatória para criptoativos e crescente participação institucional.

O que muda com a reclassificação do XRP no Japão?

Na prática, o regulador japonês pretende enquadrar o XRP sob a Financial Instruments and Exchange Act (FIEA), o mesmo arcabouço usado para ações e títulos. Isso significa exigências de divulgação mais rígidas, regras contra insider trading e supervisão direta da Agência de Serviços Financeiros (FSA). Segundo a CoinDesk, 105 criptomoedas podem entrar nesse novo regime, com tributação reduzida para uma taxa fixa de 20%.

Publicidade



Para investidores, essa mudança reduz a incerteza jurídica, um dos principais freios à entrada de capital institucional. Não por acaso, o XRP já vinha ganhando tração: o open interest do token em derivativos cresceu 11% na semana, sinalizando interesse crescente no XRP.

Regulação japonesa cria precedente para adoção institucional

O Japão é um dos mercados mais conservadores do mundo quando o assunto é cripto, especialmente após escândalos históricos envolvendo exchanges. Ao tratar o XRP como produto financeiro, o país abre espaço para bancos, gestoras e empresas listadas utilizarem o token de forma oficial, reforçando a tese de adoção institucional do XRP.

Esse movimento ocorre enquanto ETFs de XRP, lançados em 2025, já acumulam US$ 1,3 bilhão em entradas líquidas em apenas 50 dias, com 43 sessões consecutivas de fluxo positivo, segundo dados compilados por ainvest.com. O dado importa porque indica demanda estrutural, não apenas especulativa.

Como o mercado lê o XRP no curto prazo?

Do ponto de vista técnico, o XRP tenta consolidar acima da média móvel de 50 dias, hoje em US$ 0,71. O RSI diário está em 58 pontos, ainda longe de sobrecompra, enquanto o MACD segue positivo, com histograma em expansão — sinais de continuidade, desde que o suporte em US$ 0,70 se mantenha.

Na ponta de resistência, o nível de US$ 0,78 é o principal obstáculo. Um rompimento com volume acima da média poderia abrir caminho para US$ 0,85, máxima registrada em dezembro. Já uma perda de US$ 0,70 pode levar o preço de volta à região de US$ 0,65.

Quais são os riscos desse cenário?

Apesar do tom construtivo, a implementação só deve ocorrer em 2026, o que deixa espaço para mudanças políticas e atrasos. Além disso, o Japão mantém postura cautelosa sobre ETFs cripto domésticos, como destaca o Financial Times, o que limita o impacto imediato no mercado local.

Publicidade



Para investidores brasileiros, o principal risco é antecipar um efeito que pode levar meses para se materializar. Ainda assim, a sinalização regulatória do Japão fortalece a narrativa global de maior legitimidade do XRP, o que tende a sustentar o ativo no médio e longo prazo.

Siga o CriptoFacil no
Google News CriptoFacil

O post Japão prepara reclassificação do XRP e muda jogo regulatório apareceu primeiro em CriptoFacil.

certik-binance-1260x840-1

Certik prepara IPO após aporte da Binance e eleva padrão Web3

certik binance

Siga o CriptoFacil no
Google News CriptoFacil

A Certik, uma das principais empresas globais de segurança Web3, reportedly iniciou preparativos para um IPO após receber investimento estratégico da Binance. Embora a empresa não tenha token listado, o anúncio movimentou o mercado de infraestrutura cripto, com ações de empresas comparáveis como Coinbase (COIN) subindo 1,8% no pré-mercado e o índice Nasdaq Crypto Infrastructure avançando 0,9% em 24h. O movimento ocorre em meio à institucionalização do setor cripto, com investidores buscando exposição a empresas de infraestrutura menos voláteis que tokens.

O que está por trás do IPO da Certik?

A Certik atua na auditoria de smart contracts e monitoramento on-chain, um segmento crítico após perdas superiores a US$ 1,7 bilhão em hacks DeFi em 2024, segundo OpenZeppelin. Na prática, auditorias funcionam como um “selo de segurança”, reduzindo riscos técnicos para protocolos, exchanges e investidores.

Publicidade



O aporte da Binance — cuja unidade de investimentos YZi Labs gerencia mais de 250 projetos e um fundo dedicado de US$ 1 bilhão para a BNB Chain — reforça a tese de que segurança virou infraestrutura essencial. Para o investidor brasileiro, isso importa porque protocolos usados localmente em DeFi e exchanges tendem a priorizar plataformas auditadas, reduzindo risco operacional.

Segurança Web3 entra na rota dos mercados públicos

Se confirmado, o IPO da Certik colocaria a empresa ao lado de outros casos recentes de IPO de criptomoedas, como Ledger e BitGo, sinalizando apetite institucional por empresas de infraestrutura. Segundo ranking recente da MEXC, o mercado de auditorias Web3 é liderado por Sherlock, OpenZeppelin e Trail of Bits em 2026, o que sugere competição intensa.

Do ponto de vista de mercado, empresas desse segmento tendem a apresentar receitas recorrentes e menor correlação com o preço do Bitcoin. Enquanto o BTC consolidou em torno de US$ 42.300, com RSI diário em 51 e volume estável, o interesse por infraestrutura indica uma rotação de capital para ativos menos dependentes de ciclos especulativos.

Como isso pode impactar investidores brasileiros?

Para investidores do Brasil, o avanço de empresas de segurança listadas em bolsa amplia opções indiretas de exposição ao setor cripto via ações. Além disso, reforça a importância de avaliar se protocolos usados têm auditorias robustas, especialmente em um mercado local com crescente adoção de DeFi.

O movimento também dialoga com iniciativas recentes da Binance em infraestrutura, como novos produtos on-chain, analisados em investimento da Binance. Em termos práticos, maior padronização de segurança tende a reduzir eventos extremos que afetam traders de varejo.

Riscos e contrapontos

Apesar do sinal positivo, um IPO não elimina riscos. O setor ainda depende da saúde geral do mercado cripto e de regulamentações, especialmente nos EUA. Além disso, frameworks emergentes como o Zer0n, que combina IA e blockchain com acurácia de 80% segundo estudo acadêmico, podem pressionar margens ao aumentar a concorrência tecnológica.

Publicidade



Em síntese, a possível abertura de capital da Certik indica que a segurança Web3 deixou de ser um nicho e virou infraestrutura estratégica. Para investidores brasileiros, o recado é claro: a maturidade do setor avança, mas avaliar fundamentos e riscos segue essencial.

Siga o CriptoFacil no
Google News CriptoFacil

O post Certik prepara IPO após aporte da Binance e eleva padrão Web3 apareceu primeiro em CriptoFacil.

banco-central-cripto-1260x840-1

Banco Central simplifica regras e acelera entrada de bancos no cripto

Banco Central Cripto

Siga o CriptoFacil no
Google News CriptoFacil

O Banco Central do Brasil publicou a Instrução Normativa 701/2026, simplificando o processo para bancos e corretoras entrarem no mercado de criptomoedas. A medida não gerou reação direta nos preços do Bitcoin, que opera a US$ 42.380, com alta de 1,12% nas últimas 24h, mas reforçou a percepção de amadurecimento regulatório no país. O movimento ocorre em meio à consolidação global do setor cripto sob regras mais rígidas e maior presença institucional.

No mercado, o Bitcoin acumula valorização de 4,6% em 7 dias, negociando acima da média móvel de 50 dias em US$ 41.900, enquanto o RSI diário está em 56 pontos, indicando momento neutro a levemente altista. Para investidores brasileiros, o avanço regulatório tende a impactar mais o acesso a produtos financeiros do que a ação de preço no curto prazo.

Publicidade



O pano de fundo é claro: bancos querem oferecer custódia, negociação e produtos atrelados a criptoativos, enquanto o regulador busca reduzir riscos sistêmicos e aumentar a proteção ao investidor.

O que muda com as novas regras do Banco Central?

Na prática, a IN 701/2026 permite que bancos e corretoras iniciem operações com criptomoedas após apenas 90 dias de comunicação ao Banco Central, desde que apresentem certificação técnica independente. Isso reduz o tempo de entrada no mercado em comparação ao processo completo exigido de VASPs tradicionais.

A certificação deve comprovar segregação patrimonial — ou seja, os ativos dos clientes não podem se misturar aos recursos da empresa — e prova de reservas. Segundo Finance Yahoo, essas exigências alinham o Brasil a padrões internacionais de compliance.

Esse movimento dialoga com a tendência global de bancos entrando no cripto, oferecendo serviços regulados em vez de deixar o mercado restrito a exchanges independentes.

Impacto direto em stablecoins e fluxo cripto no Brasil

O tema das stablecoins é central nessa mudança. Dados do CoinMarketCap indicam que stablecoins representaram cerca de 90% do fluxo cripto no Brasil entre 2024 e 2025, reforçando sua importância como ponte entre o real e o dólar digital.

Com a classificação das stablecoins como operações de câmbio, transações com contrapartes não autorizadas ficam limitadas a US$ 100.000. Além disso, transferências internacionais acima de US$ 10.000 exigem instituições de câmbio licenciadas, segundo DeFiRACE.

Publicidade



Para o investidor brasileiro, isso significa mais segurança, mas também menos flexibilidade em operações P2P e uso de stablecoins fora de plataformas reguladas, um ponto de atenção para traders mais ativos.

Quem ganha e quais são os riscos dessa aceleração?

Bancos e grandes corretoras tendem a se beneficiar, já que possuem capital para atender às exigências mínimas, que variam entre R$ 10,8 milhões e R$ 37,2 milhões conforme o tipo de operação. Pequenas exchanges, por outro lado, podem enfrentar dificuldades para se adequar.

Há também o risco de concentração de mercado e redução da concorrência. Embora a entrada de bancos traga credibilidade, ela pode elevar custos e limitar a inovação, um dilema já observado em outros países com regulação mais dura.

Publicidade



Esse debate se conecta ao avanço da regulação de criptomoedas em mercados globais e ao próprio desenvolvimento do Drex, o real digital do BC, cujo lançamento foi adiado para 2026.

No médio prazo, a simplificação das regras tende a ampliar a oferta de produtos cripto regulados no Brasil, mas o investidor deve acompanhar de perto como isso afeta custos, liquidez e acesso a stablecoins, especialmente em momentos de maior volatilidade do mercado.

Siga o CriptoFacil no
Google News CriptoFacil

O post Banco Central simplifica regras e acelera entrada de bancos no cripto apareceu primeiro em CriptoFacil.