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Solana lidera volume orgânico de stablecoins em fevereiro e ganha força

Solana lidera volume orgânico de stablecoins em fevereiro e ganha força

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Solana (SOL) encerrou fevereiro de 2025 no topo de um ranking que poucos analistas previam há dois anos: a rede processou mais de US$ 650 bilhões (aproximadamente R$ 3,7 trilhões) em volume orgânico de stablecoins, superando Ethereum, TRON e qualquer outra rede Layer 1 ou Layer 2 do mercado. O SOL é negociado atualmente na faixa de US$ 83 (cerca de R$ 475), bem abaixo da máxima histórica de US$ 294 registrada em janeiro, mas o dado on-chain de fevereiro reacende o debate sobre o valor real da rede além do preço do token.

O que torna esse número particularmente relevante não é o tamanho bruto, mas o qualificador: orgânico. A distinção entre volume orgânico e volume inflado por bots ou wash trading é o centro de toda a discussão sobre a saúde do ecossistema Solana. A pergunta que domina as mesas de operação é clara: estamos diante de infraestrutura de pagamentos genuína ou de métricas artificialmente engordadas por automação especulativa?

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O que está por trás dessa movimentação?

Em termos simples, imagine a diferença entre o movimento de caminhões na Rodovia Anhanguera em um dia útil comum — cargas reais, destinos reais, comércio acontecendo — e o movimento de veículos circulando em círculos no pátio de uma transportadora para inflar os números do hodômetro. O volume bruto parece alto nos dois casos, mas apenas um deles representa atividade econômica legítima. Volume orgânico de stablecoins é o equivalente a carga real nos caminhões: transações iniciadas por usuários humanos em protocolos DeFi, pagamentos, liquidações e trocas com propósito econômico verificável.

A Solana construiu essa rodovia com pedágio quase zero. Enquanto Ethereum cobra taxas que em períodos de congestionamento podem superar US$ 20 por transação, a Solana mantém custos médios abaixo de US$ 0,001 — o equivalente a não ter praça de pedágio na via expressa. Isso atrai fluxo genuíno de usuários que em redes mais caras simplesmente optariam por não realizar a transação. O resultado é um volume que reflete uso real, não apenas capacidade técnica ociosa.

Esse contexto explica por que iniciativas institucionais têm escolhido a Solana como base de operações. Como a Western Union lançou sua stablecoin USDPT na rede Solana, sinaliza que empresas com décadas de experiência em remessas globais enxergam na rede não apenas velocidade, mas confiabilidade de liquidação — um ativo crítico para qualquer infraestrutura de pagamentos séria.

Quais são os dados e fundamentos destacados?

Conforme dados reportados pelo setor e consolidados por plataformas de análise on-chain, os principais pontos do desempenho de fevereiro incluem:

  • Volume Orgânico Recorde: US$ 650 bilhões (R$ 3,7 trilhões) em transações de stablecoins processadas em fevereiro — mais que o dobro do recorde anterior da própria rede, registrado em janeiro com US$ 480 bilhões (R$ 2,7 trilhões).
  • Liderança Absoluta: A Solana superou Ethereum, que registrou US$ 1,1 trilhão em volume bruto no mesmo período, mas com taxas significativamente mais altas que distorcem a comparação de uso real. Em volume orgânico ajustado por custo de transação, a Solana lidera.
  • Dominância do USDC: O USD Coin (USDC) representa 54,09% de toda a capitalização de stablecoins na rede, com o mercado total de stablecoins na Solana atingindo US$ 15,1 bilhões (R$ 86,3 bilhões).
  • Transferências Diárias: Volume diário de transferências de stablecoins atingiu 18,4 bilhões de unidades em períodos de pico, com a plataforma Artemis reportando 14,8 bilhões em janelas-chave, majoritariamente originados em aplicações DeFi.
  • Momentum de Desenvolvedores: A alta atividade de desenvolvimento em 2024-2025 gerou um efeito de rede: mais dApps funcionando significa mais fluxo orgânico de stablecoins, criando um ciclo virtuoso que vai além do interesse especulativo em SOL.

O dado coletivo aponta para algo estrutural, não episódico. Como detalhado na análise do volume recorde de stablecoins na Solana em fevereiro, a rede está consolidando uma posição de infraestrutura que rivaliza com sistemas de pagamento tradicionais em escala — não apenas com outras blockchains. A questão agora é se essa base é sólida o suficiente para resistir a meses de menor euforia de mercado.

Quais níveis técnicos importam agora para o SOL?

  • US$ 80 (R$ 457)‘O Piso de Liquidez’: Região de alta concentração de ordens de compra identificada em dados on-chain, onde o SOL encontrou suporte múltiplas vezes em fevereiro e março. Uma perda decisiva desse nível com volume elevado sinalizaria pressão vendedora institucional, não apenas realização de lucros de varejo.
  • US$ 100 (R$ 572)‘A Linha de Reconquista’: Resistência psicológica e técnica que o SOL precisa recuperar para restabelecer momentum de médio prazo. Ethereum ETF e competição de outras Layer 1s pressionam esse teto. Uma superação com volume acima da média diária seria sinal bullish relevante.
  • US$ 140 (R$ 800)‘O Alvo de Confirmação’: Nível que separaria uma recuperação legítima de um repique técnico. Atingir essa faixa exigiria confluência entre dados on-chain positivos contínuos e catalisador macro favorável — como aprovação de ETF spot de SOL nos EUA.

Volume deve confirmar qualquer movimento de preço; na ausência de volume crescente nas tentativas de recuperação, qualquer alta será especulação de varejo, não entrada de capital inteligente.

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Como isso afeta o investidor brasileiro?

Para o investidor brasileiro, o sinal fundamental aqui não é o preço do SOL — é a evidência de que a rede está sendo usada para mover valor real em escala. SOL precificado em dólares oferece proteção natural contra a depreciação do real: em um cenário onde o dólar se fortalece contra o BRL, o ativo denominado em USD preserva poder de compra. Com o câmbio atual acima de R$ 5,70, essa dinâmica importa mais do que nunca para quem aloca em cripto como parte de uma carteira diversificada.

Em termos práticos, o SOL está disponível nas principais corretoras com operação no Brasil, incluindo Binance Brasil e Mercado Bitcoin, sem necessidade de acesso a exchanges internacionais. Isso reduz a fricção operacional e facilita a execução de uma estratégia de acumulação gradual — DCA abaixo de US$ 85 (R$ 486) representa entrada próxima ao suporte técnico identificado, não perseguição de topo.

A obrigação tributária não desaparece na euforia dos dados on-chain. Conforme a Lei 14.754/2023 e a Instrução Normativa 1.888 da Receita Federal, ganhos com criptoativos são tributados à alíquota de 15% sobre o lucro apurado, com obrigação de declaração mensal via GCAP para alienações acima de R$ 35 mil. Manter registro de preço médio de aquisição é responsabilidade do investidor — organize isso antes de qualquer realização de lucro.

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Riscos e o que observar

‘Risco de Volume Artificial’: Mesmo com a qualificação de orgânico, metodologias de filtragem de bots variam entre plataformas. Parte do volume reportado pode ser originada em estratégias de arbitragem automatizada que, embora legítimas em termos técnicos, não representam adoção real de stablecoins como meio de pagamento. O investidor deve cruzar dados de múltiplas fontes antes de tomar decisões baseadas exclusivamente em métricas de volume.

‘Risco Competitivo e Regulatório’: Ethereum avança em escalabilidade com atualizações contínuas que podem reduzir a vantagem de custo da Solana no médio prazo. Paralelamente, novas Layer 1s entram no mercado de stablecoins — como a Sui, que lançou sua stablecoin nativa na mainnet, indicando que a competição por liquidez de stablecoins se intensifica. No front regulatório, incerteza sobre a classificação de SOL como valor mobiliário nos EUA persiste e pode afetar a aprovação de ETFs spot.

Para navegar com segurança, monitore três sinais concretos nas próximas semanas: o TVL em protocolos DeFi sérios da Solana como Kamino e Jupiter (queda sustentada seria sinal de alerta); o volume de USDC em dias sem euforia de mercado, que revelará se o uso é estrutural ou oportunista; e a ação do preço do SOL no suporte de US$ 80, que indicará se o capital inteligente está acumulando ou distribuindo. Em síntese, o recorde de fevereiro é um sinal de força real — mas a confirmação da tendência virá apenas se esse volume se mostrar sustentável nos meses sem euforia. Como sempre neste mercado, paciência é o único ativo que não desvaloriza.

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Petróleo dispara com tensão no Estreito de Ormuz e meme coins sentem a pressão

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Os preços do petróleo dispararam com o aumento das tensões no Médio Oriente. O crude do Dubai subiu acima de $166 por barril, uma vez que o conflito entre os EUA e o Irão praticamente bloqueou grande parte do tráfego através do Estreito de Ormuz, e o Brent subiu para perto de $106 – marcando um salto de cerca de 50% desde que os confrontos se intensificaram.

Custos de energia mais elevados como estes raramente ficam isolados, e os efeitos já estão a aparecer nos cantos mais arriscados do mercado. As meme coins foram particularmente atingidas: a capitalização de mercado do setor está agora em $29,57 mil milhões após uma queda de 5,95%, enquanto o volume de negociação em 24 horas colapsou 46%, para $2,74 mil milhões.

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Até os líderes habituais estão a ter dificuldades. A Dogecoin está a rondar os $0,094 (ficando, por agora, praticamente estável no dia), a Shiba Inu negoceia perto de $0,00000595 (com alta diária de 3,3%, mas ainda estável face a esta altura da semana passada) e a Bonk devolveu a maior parte dos ganhos recentes.

No entanto, há um projeto a contrariar a tendência e a atrair atenção de investidores de meme coins mais experientes. Maxi Doge, um novo candidato com temática canina que está a conduzir uma campanha de pré-venda para o seu token MAXI, está a aproximar-se rapidamente da marca de $5 milhões, com $4,69 milhões angariados até agora.

Um número crescente de traders acredita claramente que o MAXI tem potencial para oferecer retornos acima da média após o lançamento, com alguns especialistas a apontarem para metas de 100x quando o sentimento do mercado voltar a ficar mais otimista.

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Choque no preço do petróleo e tensões geopolíticas testam a resiliência das meme coins

A situação no Estreito de Ormuz tornou-se rapidamente uma crise global e colocou sob escrutínio as decisões de política externa de muitos países. O tráfego de petroleiros, que antes ultrapassava 120 navios por dia, abrandou para um ritmo quase parado, criando grandes dores de cabeça para compradores asiáticos que dependem do crude do Dubai. Se este impasse se prolongar, os analistas esperam um aperto ainda maior na oferta global e novas subidas de preços em todo o mercado energético.

Este tipo de pressão macro costuma fazer com que os traders reduzam primeiro a exposição a ativos de alto risco – e as criptomoedas seguiram o guião quase à risca. O volume diminuiu de forma acentuada em todo o universo das meme coins, e os gráficos oscilam entre rallies de curta duração e renovada pressão vendedora. O receio é que preços do petróleo elevados por um período prolongado alimentem preocupações mais amplas com a inflação e mantenham o capital à margem.

Até uma recente publicação meme relacionada com a Dogecoin de Elon Musk não conseguiu desencadear um rally de alta – mas traders com uma visão mais de longo prazo mantêm-se positivos. Ray, analista cripto no X com 191,400 seguidores, definiu para 2026 uma meta de ganhos de 600% para a DOGE, com base num padrão gráfico que remonta ao final de 2024.

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A análise de Ray também prevê um total de 913% em ganhos para os detentores de DOGE até ao próximo ano, o que exigiria que rompesse o máximo histórico de maio de 2021, de $0.7376, bem como o nível de $1. Isto é, no mínimo, ambicioso, mas mesmo um bull run menor da Dogecoin daria um impulso muito necessário a outras meme coins, e as dog coins muito provavelmente seriam as próximas na fila.

É por isso que investidores que planeiam ganhos máximos já estão a montar posições na pré-venda da Maxi Doge (MAXI), onde o preço do token continuará a subir até ficar disponível para negociação em plataformas CEX e DEX de topo.

Pré-venda da Maxi Doge atrai interesse constante apesar dos ventos contrários do mercado

Maxi Doge (MAXI) aposta de forma agressiva no espírito degen das meme coins com uma mascote Shiba Inu culturista que está sempre à caça de trades com alavancagem de 1000x, a fazer stock de “MAXITREN 9000” e a esmagar sessões de gráficos que duram o dia inteiro.

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O projeto não é apenas mais um token de cão fofo e esquecível – em vez disso, está a criar envolvimento real através de recompensas de staking (67% APY, ativo durante a pré-venda), concursos regulares para holders que atribuem prémios aos melhores traders e parcerias planeadas com plataformas de negociação de futuros.

A configuração do token parece bem equilibrada, com uma oferta total de 150.24 mil milhões e grandes parcelas reservadas para pools de staking, incentivos à comunidade, marketing e desenvolvimento do projeto. Existe também um Maxi Fund dedicado, focado em aumentar a visibilidade e manter a liquidez saudável após o lançamento.

O roadmap da Maxi Doge mantém um tom descontraído com referências ao ginásio em tom de brincadeira, mas também cumpre marcos importantes, desde auditorias ao smart contract (concluídas pela Coinsult e pela SolidProof) até campanhas intensas de marketing, listagens em DEX e CEX e integrações de pares de negociação.

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Enquanto meme coins maiores e já estabelecidas lidam com as consequências da volatilidade do petróleo e com um volume geral mais baixo, a Maxi Doge continuou a atrair novos compradores, enquanto analistas de pré-venda como Borch Crypto projetaram ganhos de 100x para o MAXI em condições de mercado ideais.

A pré-venda da Maxi Doge já angariou $4,69 milhões e está a aproximar-se rapidamente do próximo grande objetivo. Com o próximo aumento de valor previsto para entrar em vigor em breve, esta é uma das últimas oportunidades para entrar a um preço com desconto de $0.0002809.

Como participar na pré-venda da Maxi Doge antes da estreia da MAXI nas exchanges

Entrar nesta pré-venda é bastante simples: visite o site oficial da Maxi Doge, use o widget para ligar a sua carteira cripto preferida e comece a trocar ETH, BNB, USDC ou USDT por MAXI.

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Se preferir investir diretamente com moeda fiduciária, pode usar um cartão de crédito ou débito.

Para utilizadores móveis, a app Best Wallet oferece uma forma rápida e fácil de comprar MAXI e acompanhar as suas recompensas de staking. Pode descarregá-la no Google Play ou na Apple App Store e encontrar a Maxi Doge listada na secção “Upcoming Tokens” da app.

O staking de MAXI já está ativo, pode ser selecionado durante o processo de investimento e recompensa os detentores com 67% APY.

Para as últimas atualizações, concursos da comunidade e anúncios, siga a Maxi Doge no X. Também pode entrar no grupo de Telegram do projeto e manter-se a par por lá.

Visite o Token Maxi Doge

Aviso: Este artigo tem funcionalidade exclusivamente informativa, e não constitui aconselhamento de investimento ou oferta para investir. O CriptoFácil não é responsável por qualquer conteúdo, produtos ou serviços mencionados neste artigo.

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Apex Group escolhe Polygon para plataforma interoperável de tokenização RWA

Polygon RWA

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O gigante de serviços financeiros Apex Group, que administra mais de US$ 3,5 trilhões em ativos globais, selecionou, através de sua subsidiária Tokeny, a tecnologia da Polygon para construir a T-REX Ledger, uma nova infraestrutura de blockchain dedicada à tokenização de ativos reais (RWA). A iniciativa utiliza o Polygon CDK (Chain Development Kit) e a solução de interoperabilidade AggLayer para criar uma “cadeia de referência” focada exclusivamente em conformidade e identidade digital para tokens de segurança permissionados (padrão ERC-3643).

A pergunta que domina as mesas de operação é clara: este movimento é apenas mais um experimento corporativo isolado ou a T-REX Ledger se tornará a camada de infraestrutura definitiva que finalmente permitirá aos trilhões do mercado tradicional fluírem para as finanças descentralizadas (DeFi) com segurança jurídica? De um lado, otimistas veem a validação institucional do ecossistema Polygon; do outro, céticos questionam se a fragmentação de liquidez em cadeias privadas realmente beneficiará o mercado público.

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Contexto do mercado

A movimentação do Apex Group não acontece no vácuo. O setor de tokeinização de ativos reais (RWA) tornou-se a narrativa dominante para instituições financeiras em 2024, buscando eficiência operacional e fracionamento de ativos ilíquidos. A Tokeny, adquirida estrategicamente pelo Apex Group, já possui um histórico de implementações robustas, incluindo a tokenização de fundos da SkyBridge Capital e da Fasanara Digital Assets.

Este anúncio reforça uma tendência que como analisamos anteriormente no CriptoFácil, mostra grandes players, como a Nasdaq e agora o Apex Group, movendo-se além de simples testes de conceito para a construção de infraestruturas permanentes. A escolha da Polygon, especificamente suas ferramentas de escalabilidade (CDK) e agregação (AggLayer), sinaliza que a interoperabilidade entre cadeias privadas e públicas é o novo padrão ouro para a liquidez institucional.

Além disso, o cenário competitivo está acirrado. Enquanto bancos tradicionais exploram blockchains proprietários, conforme analisamos anteriormente no CriptoFácil sobre o caso da Ironlight, a aposta do Apex Group em uma solução que se conecta ao ecossistema Ethereum via Polygon sugere uma visão mais aberta, onde a conformidade viaja com o ativo, independentemente de onde ele é negociado.

O que está por trás dessa movimentação?

Em termos simples, imagine um sistema de passaportes diplomáticos em um aeroporto internacional. No modelo atual de criptoativos (sem permissão), qualquer um pode embarcar em qualquer voo, o que aterroriza reguladores e instituições financeiras preocupadas com lavagem de dinheiro. O modelo anterior de “blockchains privadas” era como um aeroporto fechado onde apenas aviões da própria empresa podiam pousar, matando a utilidade da rede.

A T-REX Ledger propõe um meio-termo inteligente: ela funciona como um escritório central de imigração digital. Uma vez que o investidor (ou o ativo) passa pela verificação de conformidade nesta cadeia específica, ele recebe um “visto” (o token ERC-3643) que carrega suas regras de permissão embutidas. Isso permite que esse ativo viaje para outras “cidades” (outras blockchains conectadas à AggLayer da Polygon) sem precisar passar por todo o processo burocrático novamente a cada parada, mas garantindo que, se tentar entrar em uma área proibida (uma carteira não sancionada), a porta se feche automaticamente.

Para o investidor institucional, isso resolve o dilema da liquidez fragmentada. Em vez de ter ilhas de ativos isolados, a tecnologia permite que a liquidez flua livremente, enquanto a “fonte da verdade” sobre quem é o dono e se ele está em dia com a regulação permanece segura na T-REX Ledger. É a automação da burocracia financeira aplicada à velocidade do blockchain.

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Quais são os dados e fundamentos destacados?

Conforme reportado pelo The Block e detalhado em comunicados da Tokeny, a infraestrutura se apoia em números e padrões técnicos robustos:

  • Padrão Técnico — ‘O Guardião Automático’: O projeto utiliza o padrão ERC-3643. Diferente de tokens comuns, este padrão incorpora regras de conformidade diretamente no contrato inteligente. Isso significa que transferências só ocorrem se o destinatário cumprir pré-requisitos (KYC/AML) on-chain, automatizando o papel do agente de transferência.
  • Escala do Parceiro — ‘O Peso do Gorila’: O Apex Group traz para a mesa US$ 3,5 trilhões (aproximadamente R$ 20,6 trilhões na cotação atual) em ativos sob administração. A validação de um player deste porte utilizando a tecnologia Polygon é um sinal de maturação que supera parcerias de marketing superficiais.
  • Interoperabilidade — ‘A Ponte AggLayer’: A utilização da AggLayer da Polygon é estratégica. Ela permite que a T-REX Ledger sirva como a camada de referência de conformidade, enquanto outras chains funcionam como redes de distribuição. Isso evita o isolamento de liquidez comum em projetos de RWA anteriores.
  • Adoção Institucional — ‘O Clube dos 140’: Segundo o anúncio, mais de 140 instituições já apoiam a associação ERC-3643, incluindo gigantes como Deloitte, DTCC e ABN AMRO. Dados da Dune Analytics mostram quase 150 tokens já emitidos usando a fábrica T-REX da Tokeny, somando mais de US$ 32 bilhões em valor cumulativo.

Em síntese, os dados indicam que não se trata de um projeto piloto especulativo, mas da implementação de uma infraestrutura desenhada para suportar o volume massivo de transações do mercado financeiro tradicional.

Quais níveis técnicos importam agora?

Embora a notícia seja institucional, o impacto recai sobre o ecossistema Polygon e seu token nativo (agora em migração de MATIC para POL). A utilidade real da rede AggLayer e do CDK gera demanda estrutural, mas o investidor deve separar o hype da ação de preço imediata.

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  • Zona de Suporte — ‘O Piso de Concreto’: O nível de US$ 0,35 – US$ 0,40 (aprox. R$ 2,05 – R$ 2,35) tem atuado como uma zona de acumulação histórica para o ativo. A defesa dessa região é crucial para manter a tese de alta de longo prazo válida.
  • Resistência Imediata — ‘O Teto de Vidro’: A faixa de US$ 0,55 – US$ 0,60 (aprox. R$ 3,20 – R$ 3,50) representa a primeira barreira técnica significativa. Um rompimento com volume, impulsionado por notícias de RWA como esta, poderia atrair momentum especulativo.

Como isso afeta o investidor brasileiro?

Para o investidor brasileiro, a notícia tem duas camadas de impacto: acesso e infraestrutura. Primeiramente, é pouco provável que o varejo brasileiro tenha acesso direto e imediato aos fundos tokenizados na T-REX Ledger, que geralmente são restritos a investidores qualificados ou institucionais e podem exigir tickets mínimos elevados em dólar. No entanto, similar ao observado em movimentos de bancos como o TD Bank, a infraestrutura criada valida o ativo subjacente da rede (POL) como um investimento em “trilhos” institucionais.

O “Efeito BRL” é relevante aqui. Ao investir em tokens do ecossistema Polygon ou em futuros fundos tokenizados dolarizados, o brasileiro se expõe à variação cambial. Com o dólar operando em patamares elevados (acima de R$ 5,80), a entrada nesses ativos serve como um hedge cambial implícito, mas também carrega o risco de volatilidade dupla (preço do ativo + cotação do dólar).

No front tributário, a atenção deve ser redobrada. Se o investidor conseguir acesso a esses tokens de RWA que representam fundos no exterior (offshore), as regras da Lei 14.754 (Lei das Offshores) podem ser aplicáveis, exigindo tributação de 15% sobre os lucros, independentemente de repatriação, dependendo da estrutura jurídica do token. Se o investimento for apenas no token nativo da rede (POL) via exchanges, aplicam-se as regras gerais de criptoativos, com isenção para vendas mensais de até R$ 35.000 em corretoras nacionais (embora a interpretação para ativos no exterior varie). E, invariavelmente, toda a movimentação deve ser reportada à Receita Federal conforme a Instrução Normativa (IN) 1.888.

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Riscos e o que observar

Apesar do otimismo institucional, existem armadilhas no caminho para a tokenização plena. A tecnologia funciona, mas a adoção em massa depende de fatores externos à blockchain.

  • Risco de Liquidez — ‘O Deserto Digital’: O maior risco para plataformas de RWA é criar “cidades fantasmas”. Se a T-REX Ledger não conseguir atrair emissores secundários e formadores de mercado suficientes, os tokens emitidos podem não ter liquidez real de saída, prendendo o capital do investidor.
  • Risco Regulatório — ‘O Olho de Sauron’: O projeto T-REX deixa claro que a conformidade segue as regras da SEC e órgãos globais. Isso significa que, ao contrário do DeFi “selvagem”, seus ativos podem ser congelados ou revertidos por ordem judicial. Para o purista cripto, isso é um risco filosófico; para o institucional, é uma feature.

O investidor deve monitorar: (1) O anúncio de novos fundos de grande porte (acima de US$ 100 milhões) migrando para a T-REX Ledger no Q1 2025; e (2) A integração efetiva de corretoras de varejo que permitam a negociação secundária desses tokens.

Em síntese, a escolha da Apex Group pela Polygon solidifica a tese de que o futuro das finanças não é a substituição dos bancos, mas a sua atualização tecnológica via blockchain. O gatilho para a valorização real não é o anúncio, mas o volume transacionado na rede nos próximos meses. Até lá, como sempre lembramos aqui: paciência é o único ativo que não desvaloriza.

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Banco do Japão mantém juros enquanto riscos de inflação aumentam

Banco do Japão mantém juros enquanto riscos de inflação aumentam

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O Banco do Japão (BoJ) decidiu manter sua taxa de juros de referência inalterada em 0,75% nesta quinta-feira, uma decisão que reverberou imediatamente nos mercados globais e trouxe volatilidade para o Bitcoin (BTC), que oscila na faixa de US$ 96.500 (aproximadamente R$ 579.000). A autoridade monetária justificou a pausa citando incertezas globais, mas o tom do governador Kazuo Ueda deixou claro que a batalha contra a inflação está longe de terminar, com riscos crescentes ligados aos preços de energia.

Essa manutenção da taxa é crítica para o mercado de criptomoedas, pois o Japão continua sendo uma fonte vital de liquidez barata para o sistema financeiro global. Enquanto o BoJ segura as taxas, o fluxo de capital continua, mas os sinais de alerta estão piscando: membros do conselho já discutem abertamente aumentos para 1,0% se a inflação persistir. A pergunta que domina as mesas de operação é clara: será que o BoJ conseguirá segurar a comporta dos juros sem que a pressão inflacionária force um aperto monetário drástico, drenando a liquidez dos ativos de risco?

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O que explica essa cautela do BoJ?

Em termos simples, imagine a economia japonesa como uma gigantesca represa em um vale. O nível da água (inflação) está subindo perigosamente devido a chuvas fortes constantes (aumentos salariais e custos de energia). O Banco do Japão é o engenheiro responsável por controlar as comportas (taxas de juros). Se ele abrir as comportas rápido demais para baixar o nível da água, a enxurrada pode destruir a economia que vive no vale abaixo, paralisando o crescimento.

Por outro lado, se ele mantiver as comportas fechadas por muito tempo com a água subindo, a pressão pode romper a barragem de forma catastrófica, gerando uma crise inflacionária incontrolável. No momento, o BoJ decidiu não mexer nas comportas, apostando que a chuva vai passar. Para o investidor de cripto, isso é vital porque a “água” que vaza dessa represa é o iene barato que financia grandes apostas em ativos de risco globais, o famoso carry trade. Como analisamos anteriormente no CriptoFácil sobre bancos centrais, qualquer movimento brusco nessas comportas altera o fluxo financeiro mundial.

O que os dados revelam?

  • Decisão de Política Monetária: 0,75% — “A Pausa Vigilante”
    O comitê manteve a taxa inalterada, frustrando expectativas mais agressivas. O objetivo é equilibrar o crescimento frágil com preços em alta. Dados mostram que, apesar da pausa, a vigilância sobre os movimentos diários do mercado foi intensificada.
  • Dissidência Interna: Proposta de 1,0% — “O Falcão Solitário”
    O membro do conselho Hajime Takata propôs, mais uma vez, aumentar a taxa para 1,0%. Embora a proposta não tenha passado, ela sinaliza que o consenso por taxas baixas está rachando, o que historicamente precede mudanças de política.
  • Fator de Risco: Petróleo e Energia — “O Combustível da Inflação”
    O governador Ueda destacou especificamente os preços do petróleo, impulsionados por tensões geopolíticas, como um vetor de risco. Conforme detalhamos em análise sobre a correlação macro, alta no petróleo tende a drenar a renda disponível e pressionar bancos centrais a agirem.
  • Reação Cambial: Iene +0,2% — “O Suspiro da Moeda”
    Imediatamente após a decisão, o iene se valorizou levemente frente ao dólar. Um iene mais forte encarece o financiamento de posições alavancadas em cripto, funcionando como um freio natural para o apetite de risco.

Quais níveis técnicos importam agora?

Com a liquidez do iene garantida por enquanto, mas sob ameaça, a estrutura de preços do Bitcoin reflete essa tensão:

  • Suporte Imediato: US$ 92.000 (aprox. R$ 552.000) — “O Piso da Liquidez”
    Este nível tem atuado como uma zona de compra forte, sustentada pela narrativa de que o dinheiro barato ainda circula. Se o preço se mantiver acima desta faixa, a tendência de alta de curto prazo permanece intacta.
  • Resistência Chave: US$ 98.500 (aprox. R$ 591.000) — “A Barreira dos Seis Dígitos”
    A aproximação dos US$ 100k continua sendo uma zona de intensa realização de lucros. Para romper essa barreira, o mercado precisa de certeza de que o BoJ não surpreenderá com um aumento súbito de juros no próximo trimestre.
  • Zona de Invalidação: US$ 88.000 (aprox. R$ 528.000) — “O Alerta de Correção”
    Uma perda deste nível indicaria que o mercado está precificando um erro de política do BoJ ou uma reversão no carry trade. Fechamentos diários abaixo dessa marca poderiam desencadear uma desalavancagem mais ampla nas altcoins.

Como isso afeta o investidor brasileiro?

Para o investidor brasileiro, a decisão do BoJ tem um impacto duplo. Primeiro, a manutenção dos juros no Japão ajuda a manter o dólar globalmente forte em relação ao iene, o que, por tabela, pressiona o par USD/BRL para cima. Isso significa que seus ativos em cripto, dolarizados, tendem a se valorizar em reais simplesmente pelo efeito cambial.

No entanto, o risco de volatilidade aumentou. O governador Ueda sinalizou que a taxa de câmbio (um iene fraco) pode impactar a inflação mais do que no passado, o que é um aviso velado de intervenção futura. Como analisamos sobre política monetária e sinais de mercado, o cenário exige cautela. A melhor estratégia continua sendo o DCA (Dollar Cost Averaging), fracionando aportes para suavizar a volatilidade cambial. Evite alavancagem excessiva neste momento; se o BoJ decidir agir de surpresa na próxima reunião, as liquidações podem ser rápidas e brutais.

Em resumo, o Banco do Japão comprou tempo, mas o relógio da inflação continua correndo. O cenário é binário: se os salários subirem de forma controlada, o mercado cripto respira aliviado; se a inflação acelerar, juros mais altos virão, testando a resiliência de todos os ativos de risco. O gatilho a ser observado nas próximas semanas é o novo indicador de inflação ajustado que o BoJ prometeu divulgar até o verão, além das negociações salariais da primavera. Até lá, paciência é o único ativo que não desvaloriza.

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Animoca investe em AVAX e mira expansão da Avalanche na Ásia e Oriente Médio

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A Animoca Brands, gigante do investimento em Web3 e metaverso, confirmou nesta semana uma alocação estratégica no token AVAX para impulsionar a adoção da rede Avalanche na Ásia e no Oriente Médio. O movimento vai além da simples especulação financeira: trata-se de um acordo operacional para implantar infraestrutura de blockchain em mercados emergentes de alta demanda. No momento da redação, o AVAX é negociado a US$ 9,55 (aproximadamente R$ 55,40), reagindo timidamente ao anúncio em um mercado ainda cauteloso. Para o ecossistema cripto, essa parceria representa a fusão entre o capital intelectual de uma das maiores incubadoras do setor e a tecnologia de subnets da Ava Labs.

A pergunta que domina as mesas de operação é clara: este aporte institucional é o catalisador fundamental que a Avalanche precisava para recuperar seu market share frente à Solana e Ethereum, ou é apenas mais um anúncio corporativo que será absorvido pela apatia atual das altcoins? De um lado, otimistas veem a entrada da Animoca como um selo de validação para a tokenização de ativos reais (RWA); do outro, céticos apontam para o TVL (Valor Total Bloqueado) ainda estagnado da rede como um sinal de que parcerias isoladas não resolvem problemas de demanda orgânica.

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O que está por trás dessa movimentação?

Em termos simples, imagine que a Avalanche seja um bairro nobre e planejado em desenvolvimento — pense na região da Faria Lima ou no Porto Maravilha antes do boom imobiliário. A tecnologia (estradas, saneamento, zoneamento) é de ponta, mas ainda faltam residentes e comércio vibrante para justificar a valorização do metro quadrado. A Animoca Brands não está apenas comprando terrenos (tokens AVAX) nesse bairro; ela está atuando como uma grande incorporadora, como a Multiplan ou a Cyrela, comprometendo-se a trazer suas franquias e inquilinos (jogos, projetos de identidade digital e RWA) para ocupar esses espaços.

Ao focar na Ásia e no Oriente Médio, a Animoca utiliza sua influência regional para “lotear” as subnets da Avalanche — redes personalizadas que funcionam como condomínios fechados dentro do ecossistema. Isso resolve um problema clássico de infraestrutura ociosa. A parceria visa preencher os blocos da rede com transações reais de setores que exigem conformidade e escala, como a identidade digital institucional, algo similar ao movimento que vimos quando a Crypto.com expandiu parcerias na Coreia do Sul, buscando capturar a liquidez do varejo asiático diretamente na fonte.

Quais são os dados e fundamentos destacados?

Para separar o ruído do sinal, é preciso olhar para os números e a estrutura do acordo divulgado. A tese de investimento se apoia em pilares concretos de expansão de capital e tecnologia:

  • Poder de Fogo — ‘O Cofre de Guerra’: Embora o valor exato da compra de AVAX não tenha sido revelado, o balanço da Animoca é robusto. Dados recentes indicam que a empresa possui mais de US$ 500 milhões (aproximadamente R$ 2,9 bilhões) em ativos digitais no balanço, sinalizando capacidade para sustentar o ecossistema Avalanche com liquidez de longo prazo, não apenas “pump” de curto prazo.
  • Foco Estratégico — ‘A Fronteira RWA’: A parceria prioriza explicitamente a tokenização de ativos do mundo real (RWA) e identidade digital. Isso alinha a Avalanche com a narrativa institucional mais forte do ciclo atual, fugindo da dependência exclusiva de memecoins ou DeFi especulativo.
  • Infraestrutura Regional — ‘A Ponte Asiática’: A escolha da Ásia e do Oriente Médio não é aleatória. A Animoca já possui uma rede densa de subsidiárias e parceiros nessas regiões (como a alocação de gestores específicos para o Oriente Médio), mercados que historicamente adotam novas tecnologias financeiras mais rápido que o ocidente. Esse movimento ecoa tendências institucionais mais amplas, como a criação de ETFs para outras Layer 1, que buscam legitimar altcoins fora do eixo Bitcoin-Ethereum.

Em síntese, o fundamento aqui não é o preço do token hoje, mas a construção de utilidade para as subnets da Avalanche. A aposta é que, ao trazer projetos de seu portfólio para rodar na infraestrutura da Ava Labs, a Animoca crie uma demanda orgânica e constante por AVAX, que é usado para pagar taxas e garantir a segurança dessas subnets.

Quais níveis técnicos importam agora?

Apesar da notícia positiva, o gráfico do AVAX exige cautela e respeito aos pontos de controle de liquidez. O ativo segue pressionado pela correção geral das altcoins, e o investidor deve monitorar zonas específicas:

  • US$ 9,00 (Aprox. R$ 52,20) — ‘O Piso de Concreto’: Esta região atua como suporte psicológico e técnico vital. Perder esse nível poderia acelerar vendas por parte de investidores de varejo alavancados, abrindo caminho para testes de mínimas anuais mais profundas. É a última linha de defesa dos touros no curto prazo.
  • US$ 10,50 (Aprox. R$ 60,90) — ‘A Muralha de Curto Prazo’: Para confirmar qualquer reversão de tendência baseada nos fundamentos da Animoca, o AVAX precisa reconquistar e fechar candles diários acima deste valor. Atualmente, funciona como resistência onde vendedores têm defendido posições.
  • US$ 12,80 (Aprox. R$ 74,20) — ‘O Ímã de Liquidez’: Caso o mercado vire para uma tendência de alta (bullish), este é o primeiro alvo racional. Coincide com zonas de volume anteriores e representaria uma recuperação saudável da estrutura de mercado.

O volume será o juiz final. Uma alta de preço sem aumento significativo no volume de negociação indicaria apenas especulação de varejo, e não a entrada do “smart money” institucional que a notícia sugere.

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Como isso afeta o investidor brasileiro?

Para você, investidor no Brasil, a parceria Animoca-Avalanche traz um lembrete crucial sobre a diversificação geográfica dos seus ativos. Enquanto o mercado local foca muito nas oscilações do Dólar e na política fiscal de Brasília, os grandes fluxos de capital cripto estão sendo decididos na Ásia e no Oriente Médio.

O Efeito BRL é duplo aqui. Com o AVAX cotado em dólares, o investidor brasileiro tem uma camada natural de proteção cambial. Se o Real desvalorizar frente ao Dólar, sua posição em AVAX ganha valor nominal em Reais, mesmo que o token fique estável nos EUA. Para se expor, o caminho mais seguro continua sendo através de exchanges com alta liquidez no par BRL, como a Binance Brasil ou o Mercado Bitcoin, facilitando a entrada e saída sem ágio excessivo.

Além disso, lembre-se da tributação. Ganhos de capital com criptoativos em exchanges locais podem estar sujeitos à alíquota de 15% sobre o lucro (conforme regras vigentes para movimentações acima de R$ 35 mil/mês ou novas interpretações da Lei 14.754 para ativos no exterior). A estratégia mais sensata continua sendo o DCA (Preço Médio), acumulando em dias de queda (“red days”) próximo ao suporte de US$ 9,00, em vez de tentar acertar o momento exato da explosão de preço.

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Riscos e o que observar

Nem tudo são flores no jardim da Ava Labs. O principal risco estrutural para esta tese é a irrelevância do ecossistema frente à concorrência brutal. Dados do The Block mostram que o TVL da Avalanche (menos de US$ 1 bilhão) ainda é uma fração do Ethereum (US$ 57 bilhões) e Solana (US$ 7 bilhões). Se a Animoca falhar em trazer usuários reais, o investimento em AVAX pode se tornar apenas custo afundado.

Nas próximas semanas, monitore dois sinais:

  • Se haverá anúncios específicos de quais jogos ou protocolos RWA serão migrados para a Avalanche.
  • Se o preço do AVAX consegue se descolar da correlação com o Bitcoin em dias de alta.

Como sempre neste mercado, a euforia deve ser balanceada com gestão de risco, lembrando que paciência é o único ativo que não desvaloriza.

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ETFs de Bitcoin e Ethereum registram saída de US$ 219 milhões e quebram sequência de entradas

ETF Bitcoin e Ethereum

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Os ETFs de Bitcoin (BTC) e Ethereum (ETH) registraram um dia de forte correção nesta quarta-feira, somando saídas líquidas de US$ 219,2 milhões (aproximadamente R$ 1,2 bilhão). O movimento marca o fim de uma sequência de sete dias consecutivos de entradas robustas, sinalizando uma mudança momentânea no humor dos investidores institucionais. Enquanto o Bitcoin luta para manter suportes cruciais, o Ethereum acompanhou a retração com a sua primeira saída líquida desde o início do mês.

Essa descompressão ocorre em um cenário macroeconômico delicado, onde a realização de lucros após o rali recente colide com a cautela diante das taxas de juros globais. Grandes gestoras, como a BlackRock e a Fidelity, viram seus fundos reverterem o fluxo positivo que dominou a semana anterior. A pergunta que domina as mesas de operação é clara: estamos diante de uma simples realização de lucros saudável ou do início de uma reversão de tendência mais profunda?

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O que explica a movimentação atual?

Em termos simples, imagine o mercado de ETFs como uma represa que vinha recebendo um fluxo constante de água (capital) nas últimas semanas, elevando o nível (preço) de forma consistente. O que vimos nesta quarta-feira foi a abertura das comportas de vazão. O fluxo de entrada não apenas cessou, mas a pressão interna forçou a saída de parte desse volume acumulado. Quando o dinheiro institucional sai, ele atua como um dreno na liquidez imediata, forçando os preços a buscarem um novo nível de equilíbrio mais baixo.

Essa dinâmica de “respiro” é comum após períodos de euforia. Como analisamos anteriormente no CriptoFácil, sequências de entradas massivas frequentemente antecedem pausas táticas, onde grandes players embolsam ganhos parciais antes de reavaliar suas posições. O mercado não sobe em linha reta, e esses dias de saídas funcionam como testes de estresse para a estrutura de alta construída recentemente.

O que os dados revelam?

Os números apresentados pelas farramentas de monitoramento mostram uma retração coordenada entre os principais veículos de investimento. Segundo dados da Farside Investors, a quebra da sequência positiva foi liderada por movimentos expressivos na Fidelity e uma virada rara na BlackRock:

  • Saída Total do Bitcoin: US$ 163,5 milhões (aprox. R$ 900 milhões) — ‘O Freio de Mão’
    Após sete sessões consecutivas de acumulação, os produtos de investimento em Bitcoin viram uma retirada brusca de capital. Este volume representa a maior saída diária do mês, eliminando parte dos ganhos de fluxo da semana anterior.
  • BlackRock (IBIT): US$ 33,9 milhões (aprox. R$ 186 milhões) — ‘A Virada do Gigante’
    Talvez o dado mais simbólico do dia. O IBIT, maior fundo do setor, registrou sua primeira saída líquida em oito dias. Considerando que este fundo havia captado mais de US$ 900 milhões nas sessões anteriores, essa saída serve como um alerta de cautela institucional.
  • Fidelity (FBTC): US$ 103,8 milhões (aprox. R$ 570 milhões) — ‘A Sangria Principal’
    A Fidelity liderou as vendas, registrando sua segunda maior saída do mês. Quando um emissor desse porte lidera as vendas, isso geralmente indica uma readequação de portfólio por parte de grandes alocadores de ativos, e não apenas varejo.
  • Ethereum (ETH): US$ 55,7 milhões (aprox. R$ 306 milhões) — ‘O Efeito Contágio’
    Os ETFs de Ether não escaparam. O fundo da Fidelity (FETH) viu saídas de US$ 37,1 milhões, enquanto o Grayscale (ETHE) perdeu mais US$ 8,9 milhões. É o primeiro fluxo negativo consolidado para o ETH desde 9 de março, sugerindo que a aversão ao risco foi generalizada.

Quais níveis técnicos importam agora?

Com a pressão vendedora institucional, a atenção dos traders se volta para a defesa de zonas de preço essenciais. Para evitar uma deterioração da estrutura de alta, o Bitcoin precisa sustentar patamares específicos nos próximos dias:

  • Suporte Imediato: US$ 85.000 (aprox. R$ 467.500) — ‘O Piso de Concreto’
    Esta é a primeira linha de defesa. Analistas on-chain indicam que uma perda consistente deste nível pode acelerar ordens de venda automatizadas, abrindo caminho para uma correção mais severa. É onde os compradores (touros) precisam mostrar força.
  • Resistência Local: US$ 92.000 (aprox. R$ 506.000) — ‘A Muralha de Retorno’
    Para invalidar a tese de correção e retomar o otimismo, o preço precisa reconquistar esta zona com volume. Enquanto estivermos abaixo disso, o mercado permanece em território de cautela e consolidação.
  • Zona de Invalidação: US$ 78.000 (aprox. R$ 429.000) — ‘A Trincheira dos Ursos’
    Se o fluxo de saída dos ETFs continuar e empurrar o preço abaixo deste nível, a estrutura de alta de médio prazo fica comprometida. Perder os US$ 78.000 poderia desencadear uma liquidação em cascata no mercado de derivativos.

Como isso afeta o investidor brasileiro?

Para o investidor brasileiro, o cenário exige frieza. A queda nos preços em dólar, combinada com a volatilidade cambial, pode assustar quem observa a carteira em Reais. No entanto, momentos de saída institucional costumam oferecer oportunidades para quem tem visão de longo prazo. A estratégia mais sensata continua sendo o preço médio (DCA), evitando tentar adivinhar o fundo exato da correção.

É fundamental evitar a alavancagem neste momento. Com a saída de capital dos ETFs, a volatilidade tende a aumentar, e o risco de “violinadas” (movimentos bruscos para ambos os lados) é alto. Conforme detalhamos em reportagem recente, o fluxo dos ETFs é um termômetro, não o único motor do mercado. Diversificar e manter a custódia segura é mais prudente do que tentar operar contra o fluxo de curto prazo de Wall Street.

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Em resumo, a quebra da sequência de entradas serve como um lembrete de que a institucionalização do Bitcoin traz consigo os ciclos de rebalanceamento do mercado tradicional. O gatilho a ser observado agora é se o IBIT da BlackRock retomará as compras nos próximos dias ou se a aversão ao risco se aprofundará. Até lá, paciência é o único ativo que não desvaloriza.

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Kraken congela planos de IPO em meio a incertezas de mercado

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A exchange de criptomoedas Kraken decidiu congelar seus planos de realizar uma oferta pública inicial (IPO) multibilionária, frustrando as expectativas de investidores que aguardavam a listagem no primeiro trimestre de 2026. A decisão, motivada por condições de mercado adversas e avaliações de risco, coloca em espera uma das estreias mais aguardadas do setor, que visava uma avaliação próxima a US$ 20 bilhões (aproximadamente R$ 116 bilhões na cotação atual).

Embora a empresa tenha apresentado fundamentos sólidos e crescimento recorde de receita no último ano, a hesitação reflete um ambiente macroeconômico global ainda nebuloso, onde a liquidez para ativos de risco permanece volátil. A pergunta que domina as mesas de operação é clara: se uma gigante lucrativa e capitalizada como a Kraken não se sente segura para abrir capital agora, o que isso diz sobre a saúde real do ciclo de alta para o restante do ano?

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Contexto do mercado

A trajetória da Kraken rumo à bolsa de valores parecia pavimentada com solidez. Fundada em 2011, a empresa protocolou confidencialmente sua declaração de registro S-1 junto à SEC (Comissão de Valores Mobiliários dos EUA) em novembro de 2025, capitalizando sobre uma mudança regulatória percebida como amigável. Esse movimento seguiu rodadas de investimento robustas, lideradas por nomes de peso como Jane Street e Citadel Securities, que elevaram seu valuation pré-IPO.

No entanto, o caminho para o mercado público nunca foi linear para a exchange. Como analisamos anteriormente no CriptoFácil, a Kraken protagonizou embates institucionais importantes envolvendo o Fed e o sistema bancário tradicional, lutando para garantir sua infraestrutura financeira. Essa cautela histórica da empresa sugere que a pausa atual não é um sinal de fraqueza interna, mas sim de prudência estratégica para evitar uma estreia decepcionante.

Além disso, a Kraken não está sozinha na fila de espera. Outros gigantes da infraestrutura cripto, como a Consensys (criadora da MetaMask) e a BitGo, também miravam 2026 para suas aberturas de capital. O congelamento da Kraken serve como um sinal de alerta para todo esse grupo, indicando que a janela de oportunidade pode estar se fechando temporariamente devido à volatilidade.

O que está por trás dessa movimentação?

Em termos simples, imagine que a Kraken construiu um iate de luxo de última geração. O motor está potente (receita recorde), o casco está reforçado (compliance regulatório) e a tripulação está treinada. O plano era lançar esse iate ao mar hoje e vender ingressos caros para a viagem inaugural (as ações do IPO).

No entanto, ao olhar para o horizonte, o capitão percebe uma tempestade se formando — ondas altas de incerteza macroeconômica e ventos fortes de volatilidade regulatória. Mesmo que o barco seja perfeito, lançá-lo no meio de um furacão é desastroso: os passageiros vão passar mal e o valor dos ingressos vai despencar. Ninguém quer comprar uma passagem para um cruzeiro durante uma tempestade.

Ao “congelar” o IPO, a Kraken está optando por deixar o iate ancorado no porto seguro. Eles preferem esperar o “tempo abrir” para garantir que, quando finalmente venderem os ingressos, o mar esteja calmo o suficiente para que o valor da viagem seja devidamente reconhecido. Para o mercado, isso é um sinal de que a tempestade lá fora ainda não passou.

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Quais são os dados e fundamentos destacados?

Conforme reportado pela CoinDesk e pela Reuters, os números que sustentam a decisão e o tamanho da operação incluem:

  • Volume de Transações: A plataforma processou US$ 576,8 bilhões (aprox. R$ 3,3 trilhões) apenas no terceiro trimestre de 2025, um aumento de 26% em relação ao trimestre anterior.
  • Crescimento de Receita: A empresa projetava superar US$ 2,5 bilhões (aprox. R$ 14,5 bilhões) em receita anual em 2025, consolidando sua posição financeira.
  • Valuation Alvo: A meta interna para o IPO girava em torno de US$ 20 bilhões (aprox. R$ 116 bilhões), apoiada por uma captação de US$ 800 milhões no final de 2025.
  • Veículo SPAC: Paralelamente, a KRAK Acquisition Corp, apoiada pela exchange, completou um IPO de US$ 345 milhões (aprox. R$ 2 bilhões) na Nasdaq, mostrando que há apetite por veículos de investimento ligados à marca, apesar da pausa na listagem principal.

Esses dados mostram uma empresa em expansão, o que torna o adiamento ainda mais significativo. Conforme detalhamos em análise recente, analistas alertam que o mercado de baixa ou períodos de lateralização prolongada exigem que empresas tenham caixas robustos para sobreviver sem capital público, algo que a Kraken parece ter garantido.

Como isso afeta o investidor brasileiro?

Para o investidor brasileiro, o adiamento do IPO da Kraken tem duas implicações diretas. A primeira é de acesso: muitos investidores locais aguardavam a listagem para expor suas carteiras à infraestrutura do mercado cripto através de ações (e futuramente BDRs na B3), diversificando além da compra direta de tokens. Essa via de exposição institucional fica, por ora, bloqueada.

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A segunda implicação é um sinal de alerta sobre o sentimento do “smart money” (capital institucional). Quando empresas desse porte recuam, geralmente é porque preveem volatilidade que o varejo ainda não precificou. É um momento para o investidor brasileiro recalibrar expectativas de curto prazo.

Vale lembrar que movimentos semelhantes já ocorreram. Como analisamos anteriormente no CriptoFácil sobre os movimentos de Cathie Wood com a Coinbase, a volatilidade em ações de exchanges cripto costuma ser brutal. A Kraken, ao esperar, tenta evitar que seus futuros acionistas sofram essa mesma montanha-russa logo na estreia. Para quem usa a plataforma no Brasil, nada muda operacionalmente: os fundos e a negociação continuam normais, mas a vigilância sobre a saúde do mercado deve aumentar.

Riscos e o que observar

O principal risco agora não é de solvência da Kraken, mas de contágio no sentimento de mercado. Se outras empresas do setor, como a Circle ou a Consensys, seguirem o mesmo caminho e adiarem suas listagens, poderemos ver uma retração no fluxo de capital de risco (Venture Capital) para o setor cripto, o que historicamente pressiona os preços dos ativos digitais para baixo.

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O investidor deve monitorar os próximos comunicados da SEC sobre o processo de registro S-1 da Kraken. Uma reativação desse processo nos próximos meses seria o sinal definitivo de que os “tubarões” acreditam que a tempestade passou. Até lá, paciência é o único ativo que não desvaloriza.

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Bitcoin precisa retomar US$ 75 mil para confirmar volta do ‘risk-on’

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O Bitcoin (BTC) voltou a testar a zona de turbulência nesta semana, sendo negociado na faixa de US$ 75.176 (aproximadamente R$ 436.000), um nível que se tornou o divisor de águas psicológico para o mercado global. Após atingir máximas históricas no final de 2025 e sofrer correções subsequentes, a criptomoeda tenta agora recuperar o terreno perdido, impulsionada por um sentimento misto de acumulação institucional e cautela no varejo. O movimento recente de alta de 4% nas últimas 24 horas colocou o ativo novamente cara a cara com uma resistência técnica que, segundo analistas da CNBC e dados on-chain, define não apenas o preço do Bitcoin, mas a saúde do apetite ao risco em todo o sistema financeiro.

No entanto, a euforia dos touros esbarra em dados macroeconômicos e estruturais que exigem prudência. Nansen e outros observadores de mercado apontam que, embora o volume tenha crescido, a verdadeira batalha está na consistência do fechamento diário acima dessa marca. A pergunta que domina as mesas de operação é clara: a retomada dos US$ 75.000 é o início de uma nova temporada de alta desenfreada (‘risk-on’) ou apenas uma armadilha de liquidez antes de uma correção mais profunda rumo aos US$ 68.000?

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O que explica a importância dos US$ 75 mil?

Em termos simples, o mercado financeiro atual funciona como um motor de alto desempenho que precisa da mistura certa de combustível (liquidez) e temperatura (apetite ao risco) para operar na linha vermelha. O nível de US$ 75.000 (aproximadamente R$ 435.000) atua como a válvula termostática desse motor. Quando o Bitcoin está abaixo desse valor, o ‘sistema’ entende que o motor está frio — ou seja, os investidores preferem a segurança de títulos públicos ou dinheiro em caixa (‘risk-off’). Romper e manter-se acima dessa marca sinaliza que o motor esquentou e que o capital está pronto para fluir agressivamente para ativos voláteis.

O conceito de ‘risk-on’ refere-se ao momento em que investidores globais se sentem confiantes o suficiente para abandonar portos seguros e buscar retornos mais altos em ações de tecnologia, mercados emergentes e, principalmente, criptomoedas. Tecnicamente, a região dos US$ 75.000 representa uma antiga resistência que precisa ser convertida em suporte. Conforme detalhamos em análises anteriores no CriptoFácil, esse tipo de reversão de papel (flip S/R) é o sinal mais confiável de que a estrutura de mercado mudou de corretiva para impulsiva.

Se o Bitcoin falhar em transformar esse teto em piso, a leitura institucional é de que a liquidez global ainda não é suficiente para sustentar novos recordes. Por outro lado, a confirmação desse nível alinharia o Bitcoin novamente com o S&P 500 em uma tendência de alta, replicando padrões vistos em recuperações cíclicas anteriores, como em março de 2020 e outubro de 2022.

O que os gráficos revelam?

A análise técnica e on-chain desta semana aponta para uma divergência crítica entre o preço e os fundamentos de rede, sugerindo que o rompimento não será fácil.

  • A Linha Relativa BTC/S&P 500 — ‘O Termômetro de Risco’
    Dados destacados pela CNBC mostram que a relação de preço entre o Bitcoin e o índice S&P 500 está em um ponto de inflexão. Historicamente, quando essa linha relativa atinge mínimas chaves e reverte, ela marca o fundo não apenas para o mercado cripto, mas para o mercado acionário tradicional (SPX). A confirmação do rompimento dos US$ 75.000 validaria esse padrão de ‘fundo duplo’ macroeconômico.
  • Acumulação vs. Especulação — ‘A Mão Forte’
    O analista da Nansen, Nicolai Søndergaard, observou que a movimentação acima de US$ 75.000 reflete mais uma “acumulação de balanço” por parte de grandes players do que compras especulativas de varejo. Isso é positivo a longo prazo, mas perigoso no curto prazo, pois indica falta de FOMO (medo de ficar de fora) para gerar velas explosivas imediatas.
  • Fluxo Líquido em Exchanges — ‘O Sinal de Alerta’
    Dados da Glassnode indicam fluxos líquidos positivos para exchanges nas últimas 24 horas durante os testes de alta. Isso sugere que alguns investidores estão aproveitando a recuperação para realizar lucros de posições compradas em US$ 60.000. Como analisamos anteriormente, essa pressão vendedora em níveis de resistência pode abortar a recuperação se a demanda à vista não absorver a oferta rapidamente.

Quais níveis técnicos importam agora?

Para navegar a volatilidade atual, o trader precisa monitorar três zonas de preço definitivas. A perda ou superação desses níveis invalidará cenários opostos.

  • A Resistência Chave: US$ 75.200 (aprox. R$ 436.100) — ‘O Portal Risk-On’
    Esta é a “linha na areia” mencionada por analistas globais. Um fechamento diário — e preferencialmente semanal — acima deste valor confirmaria a retomada da tendência de alta e abriria caminho para testar a máxima histórica anterior. É aqui que os ursos (vendedores) estão posicionados com ordens de venda limitadas, transformando a região em uma trincheira de liquidez.
  • O Suporte Imediato: US$ 72.000 (aprox. R$ 417.600) — ‘O Piso de Vidro’
    Antiga resistência do primeiro trimestre de 2025 que virou suporte temporário. Se o Bitcoin recuar deste nível, a tese de alta perde força imediata, mas não é invalidada. No entanto, o volume de negociação nesta faixa é “fino”, o que significa que uma venda agressiva pode atravessar esse piso rapidamente, como se fosse vidro, levando o preço a buscar níveis inferiores.
  • A Zona de Perigo: US$ 68.000 (aprox. R$ 394.400) — ‘O Vale da Invalidação’
    Perder os US$ 68.000 seria desastroso para a estrutura de curto prazo. Isso configuraria um “topo duplo” local e colocaria o ativo de volta em uma tendência de baixa técnica, mirando os US$ 60.000. Abaixo desse ponto, a narrativa de ‘risk-on’ é cancelada e o mercado entra em modo defensivo.

Como isso afeta o investidor brasileiro?

Para o investidor brasileiro, a equação é duplamente complexa devido à volatilidade cambial. Enquanto o Bitcoin tenta definir sua direção em dólares, o Real continua oscilando, o que pode amplificar perdas ou mascarar ganhos reais, conforme o cenário macroeconômico impacta moedas emergentes.

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A estratégia mais sensata neste momento de indefinição não é tentar acertar o “fundo” ou o “topo” exato (timing the market), mas sim observar a confirmação. Entrar com ‘all-in’ agora é uma aposta, não um investimento. A recomendação de especialistas locais continua sendo o aporte fracionado (DCA), especialmente se o preço recuar para a faixa de R$ 410.000 – R$ 415.000. O uso de alavancagem em corretoras de derivativos deve ser evitado a todo custo nesta semana; com a “batalha” pelos US$ 75 mil em andamento, a volatilidade pode liquidar posições longas e curtas em questão de minutos (o famoso “bart chart”). Lembre-se: o objetivo agora é sobreviver à definição de tendência para lucrar na confirmação.

Em resumo, o Bitcoin enfrenta um teste binário clássico. O mercado precisa ver os touros retomarem e defenderem os US$ 75.000 para declarar oficialmente o retorno do apetite ao risco global. O gatilho principal a ser observado nas próximas 48 horas é o comportamento do volume durante o horário comercial dos EUA; se o preço subir com volume decrescente, prepare-se para uma rejeição. Até lá, paciência é o único ativo que não desvaloriza.

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Relatório semanal: ETFs cripto somam US$ 1,06 bilhão com Bitcoin dominante

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A indústria de fundos negociados em bolsa (ETFs) de criptomoedas ignorou completamente os tambores de guerra e a incerteza geopolítica global, registrando uma entrada massiva de US$ 1,06 bilhão (aproximadamente R$ 6,05 bilhões) na última semana. Este movimento marca a terceira semana consecutiva de saldo positivo, consolidando uma recuperação vigorosa após as saídas observadas no mês anterior. O Bitcoin (BTC), como de costume, liderou a carga, absorvendo a maior parte desse capital enquanto os investidores buscavam proteção e exposição a ativos escassos.

Os dados, compilados pela CoinShares, mostram que o apetite institucional não apenas retornou, mas está acelerando em um momento crítico onde o Federal Reserve injeta liquidez na economia americana e a inflação (CPI) atinge 2,4%. Para o mercado, esses números sinalizam que os grandes gestores estão se posicionando agressivamente. A pergunta que domina as mesas de operação é clara: o fluxo institucional é um hedge estrutural contra o caos geopolítico ou apenas uma aposta de curto prazo aproveitando a liquidez do Fed?

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O que explica a movimentação atual?

Em termos simples, imagine o mercado financeiro atual como um sistema de vasos comunicantes sob pressão. De um lado, você tem a tensão geopolítica (como a crise EUA-Irã) criando medo e incerteza; do outro, você tem o banco central americano (Fed) injetando cerca de US$ 6,68 bilhões na economia e a inflação se comportando conforme o esperado. Normalmente, em tempos de guerra, o dinheiro corre para o dólar ou ouro. No entanto, o que estamos vendo é esse capital fluindo para o “ouro digital”.

As instituições estão tratando o Bitcoin e, agora, o Ethereum, como válvulas de escape para essa liquidez excedente. Além disso, a melhoria na clareza regulatória — com a SEC e a CFTC assinando um memorando de entendimento para regular ativos digitais — removeu uma das maiores barreiras para a entrada de capital conservador. Como analisamos anteriormente no CriptoFácil, essa força estrutural do preço muitas vezes antecipa movimentos macroeconômicos, sugerindo que os ‘smart money’ estão comprando a tese de longo prazo, independentemente das manchetes de curto prazo.

O que os dados revelam?

O relatório semanal da CoinShares desmonta a narrativa de que o mercado estaria em modo de aversão ao risco (‘risk-off’). Pelo contrário, os números mostram uma alocação seletiva e pesada em líderes de mercado.

  • Fluxo Total: US$ 1,06 bilhão (aprox. R$ 6,05 bilhões) — ‘A Mola Mestra’
    Este volume confirma a reversão da tendência de baixa anterior. O mercado, que havia sangrado US$ 3 bilhões nas semanas passadas, já recuperou US$ 2,2 bilhões em apenas três semanas, mostrando uma resiliência impressionante.
  • Bitcoin: US$ 793 milhões (aprox. R$ 4,5 bilhões) — ‘O Rei Solitário’
    O BTC foi responsável por cerca de 75% de todas as entradas. Esse domínio reflete a preferência institucional pela segurança da maior criptomoeda do mundo em tempos incertos. Como reportado recentemente no CriptoFácil, fluxos dessa magnitude concentrados em poucos dias indicam compras em bloco por grandes fundos, e não apenas varejo pulverizado.
  • Ethereum: US$ 315 milhões (aprox. R$ 1,8 bilhão) — ‘O Despertar do Príncipe’
    O Ethereum (ETH) surpreendeu positivamente, quebrando uma sequência de desempenho morno. O catalisador foi claro: o lançamento de um novo ETF de staking pela BlackRock. James Butterfill, chefe de pesquisa da CoinShares, aponta que esse produto sozinho renovou o interesse institucional no ativo.
  • XRP: Saída de US$ 76 milhões (aprox. R$ 430 milhões) — ‘A Sangria Contínua’
    Na contramão, o XRP (XRP) registrou sua segunda semana consecutiva de saídas, sugerindo que o capital está rotacionando para ativos com narrativas de ETF mais fortes ou menor risco regulatório imediato.

Quais níveis técnicos importam agora?

Com mais de um bilhão de dólares entrando no mercado, os níveis de suporte se solidificam, mas o investidor deve estar atento às barreiras que esse volume precisará romper.

  • Suporte Institucional: Faixa de compra recente — ‘O Piso de Concreto’
    O volume massivo de US$ 1,06 bilhão cria uma zona de defesa de preço. Se o Bitcoin recuar, é provável que encontre suporte forte onde esses grandes players montaram suas posições. O custo médio dessas entradas recentes atua como um colchão psicológico para o mercado.
  • Resistência Imediata: Topos locais anteriores — ‘O Teto de Vidro’
    Para confirmar uma tendência de alta duradoura, o BTC precisa transformar esse fluxo financeiro em ação de preço que rompa as máximas das últimas semanas. Assim como a Strategy (MSTR) pressiona a oferta com suas compras, os ETFs precisam manter esse ritmo para quebrar a parede de vendas (ask wall) nas exchanges.
  • Ponto de Invalidação: Reversão de Fluxo — ‘O Alerta Vermelho’
    O principal risco técnico não é gráfico, mas de fluxo. Caso os dados da próxima semana mostrem uma saída súbita (outflow) superior a US$ 500 milhões, a tese de recuperação estrutural seria invalidada, indicando que o mercado apenas aproveitou um repique para sair de posições.

Como isso afeta o investidor brasileiro?

Para o investidor brasileiro, a leitura desse relatório exige cautela redobrada. Vivemos uma dupla exposição: a volatilidade do próprio criptoativo e a flutuação do câmbio (USD/BRL). Quando US$ 1 bilhão entra no mercado global, o efeito de “FOMO” (medo de ficar de fora) tende a contagiar o varejo local, levando muitos a comprar topos.

O dado mais importante aqui é a consistência, não o volume isolado de uma semana. Instituições compram visando anos; o varejo muitas vezes compra visando dias. A melhor estratégia continua sendo o DCA (Custo Médio em Dólar), acumulando satoshis independente do ruído de curto prazo. O risco de alavancagem neste momento é alto: a geopolítica pode causar pavios de liquidação (quedas bruscas e rápidas) que limpam contas alavancadas, mesmo que a tendência principal seja de alta.

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Em resumo, o mercado cripto mostra músculos ao absorver mais de US$ 1 bilhão em meio a uma crise internacional, validando a tese do Bitcoin como ativo de reserva moderno. O gatilho a ser observado na próxima semana é a sustentabilidade desses fluxos no Ethereum: se o interesse pelo ETF de staking da BlackRock continuar, poderemos ver o início de uma nova ‘altseason’ institucional. Até lá, evite a euforia desmedida e lembre-se: paciência é o único ativo que não desvaloriza.

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Decisão do Fed deve manter juros estáveis enquanto mercado cripto acompanha sinais de Powell

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O Federal Reserve deve anunciar sua mais recente decisão sobre a taxa de juros nesta tarde, e os investidores em cripto acompanham de perto — especialmente após a alta generalizada do mercado iniciada na última segunda-feira.

A maioria espera que o banco central mantenha os juros estáveis na faixa de 3.50% a 3.75% mais uma vez — por isso, os sinais de Jerome Powell sobre o caminho à frente serão o principal foco desta vez. Com Powell prestes a ser substituído no comando do Fed ainda este ano, e o presidente Trump pressionando o banco central a cortar os juros o mais rápido possível, os analistas estão tendo dificuldade para lidar com toda a incerteza neste momento.

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Em vez de ficar de fora, muitos investidores institucionais vêm direcionando seu capital para oportunidades de pré-venda cripto que podem gerar rendimento sem depender tanto das decisões de política monetária do Fed.

As meme coins temáticas de cachorro têm sido uma das maiores histórias de sucesso da última semana, com ganhos médios semanais variando entre 7.6% (SHIB) e 14% (BONK e WIF). A pré-venda de Maxi Doge (MAXI) é outro destaque, com $4.68 milhões arrecadados e compradores entrando em massa, independentemente das condições mais amplas do mercado.

A combinação de eventos voltados para a comunidade, rendimentos generosos de staking e branding criativo de meme do MAXI parece estar ganhando força no momento certo, tornando-o uma opção promissora para investidores em busca de altos retornos neste ano.

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Decisão do Federal Reserve se aproxima em meio a riscos geopolíticos e de inflação

Com a reunião do FOMC já em andamento, os sinais atualmente apontam para outra manutenção dos juros. A ferramenta FedWatch do CME Group inclusive aponta 98.9% de probabilidade de manutenção — portanto, qualquer mudança (embora improvável) teria um grande impacto nos mercados TradFi e cripto.

Analistas (e o Fed) também estarão atentos às mais recentes escaladas no conflito com o Irã, que vêm pressionando persistentemente os mercados e empurrando os preços do petróleo para bem acima de $100 por barril. Em geral, espera-se que esse impacto nos custos de energia mantenha a inflação persistente e adie as expectativas de cortes de juros nos EUA que muitos traders esperavam antes da guerra.

A decisão do FOMC ainda pode se mostrar decisiva para o mercado cripto, que entrou em uma corrida de alta de uma semana na semana passada e agora passa por uma pausa. O Bitcoin agora está acima de $74,000; o Ethereum está confortavelmente acima de $2,000 desde a última terça-feira; e um grande número de altcoins bem posicionadas registrou ganhos semanais de dois dígitos. Os ETFs spot de Bitcoin nos EUA registraram $199.37 milhões em entradas líquidas na terça-feira, elevando as entradas acumuladas para $56.54 bilhões e o total de ativos sob gestão para $96.74 bilhões.

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O sentimento dos analistas no setor de memes também permaneceu construtivo. Trader Tardigrade, especialista com 77,500 seguidores no X, compartilhou recentemente uma análise gráfica convincente do Dogecoin, destacando quedas repetidas em zonas-chave de suporte e chamando $2 em DOGE de “inevitável”.

Comentários como os acima ajudam a explicar por que os tokens temáticos de cachorro continuam encontrando compradores em períodos de incerteza, assim como o interesse cruzado que flui para projetos mais novos, como Maxi Doge (MAXI).

Pré-venda de Maxi Doge oferece altos rendimentos e engajamento da comunidade

Maxi Doge (MAXI) conquistou seu próprio espaço no setor de meme coins ao mergulhar totalmente no universo de alta energia do trading com alavancagem e da competição entre comunidades.

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O mascote do projeto, um Shiba Inu musculoso de fisiculturismo, incorpora perfeitamente a mentalidade de “maximizar tudo” que impulsiona tantas jogadas bem-sucedidas com memes.

O projeto também foi desenhado para entregar mais do que apenas “vibes”, com planos para concursos regulares entre holders e parcerias que levarão eventos gamificados de trading de futuros para a comunidade. As recompensas de staking já estão ativas durante a pré-venda, com APY de 67% para os compradores de hoje.

Embora o preço do token MAXI deva subir em questão de horas, ele está temporariamente fixado em $0.0002809 — e a pré-venda já arrecadou $4.685 milhões, com a meta de $5 milhões como próximo objetivo.

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Os compradores da pré-venda entrarão antes das listagens de MAXI em DEX e CEX, e o contrato inteligente do token passou por uma auditoria completa para maior segurança.

Enquanto o Fed mantém a política monetária apertada e os rendimentos convencionais seguem baixos, o APY de 67% da Maxi Doge oferece uma alternativa relevante para capital que, de outra forma, ficaria parado. O Maxi Fund integrado do projeto (25% da oferta de MAXI) também foi estruturado para impulsionar a visibilidade e apoiar a descoberta de preço no longo prazo após o lançamento.

Como participar da pré-venda de Maxi Doge e começar a ganhar recompensas

Começar na pré-venda de MAXI leva apenas alguns minutos. Primeiro, você precisará acessar o site oficial da Maxi Doge, onde poderá conectar sua carteira cripto e escolher seu método de pagamento.

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O projeto aceita ETH, BNB, USDC e USDT, além de compras em moeda fiduciária usando cartões bancários comuns.

A plataforma cripto Best Wallet também oferece suporte à pré-venda de MAXI por meio de seu aplicativo para smartphone, no qual é possível comprar pela seção “Upcoming Tokens”. A Best Wallet pode ser baixada pela Google Play e pela Apple App Store.

Para atualizações em tempo real e para se conectar com o restante da comunidade Maxi Doge, você pode seguir o projeto no X e também entrar no canal oficial do MAXI no Telegram.

Visite o Token Maxi Doge.

Aviso: Este artigo tem funcionalidade exclusivamente informativa, e não constitui aconselhamento de investimento ou oferta para investir. O CriptoFácil não é responsável por qualquer conteúdo, produtos ou serviços mencionados neste artigo.

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