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Redes criminosas chinesas movimentam US$ 16 bilhoes em cripto

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Redes criminosas organizadas da China teriam movimentado US$ 16 bilhões em criptomoedas ao longo de 2025, de acordo com um relatório amplamente debatido em fóruns do setor. O dado surge em um momento de relativa estabilidade do Bitcoin, que consolida próximo de US$ 97.200, com variação positiva de 1,4% em 24h e volume diário acima de US$ 32 bilhões. O episódio se encaixa em uma narrativa mais ampla de endurecimento regulatório global e maior escrutínio sobre fluxos ilícitos em blockchain.

Mesmo sem impacto imediato no preço, o mercado reage no médio prazo via percepção de risco regulatório, fator que pesa sobre valuation e liquidez. Para investidores brasileiros, o tema importa porque o Brasil avança na integração cripto ao sistema financeiro tradicional, aumentando a vigilância sobre exchanges e produtos regulados.

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O que está por trás dos US$ 16 bilhões em transações?

Em termos simples, o relatório sugere que organizações criminosas chinesas usaram criptomoedas para lavagem de dinheiro, remessas internacionais e financiamento de atividades ilegais. Esse tipo de operação se apoia na liquidez global do mercado cripto e, em alguns casos, no uso de moedas de privacidade, que dificultam o rastreamento de transações.

O número de US$ 16 bilhões ganha peso quando comparado ao total global estimado de US$ 20,1 bilhões em atividades ilícitas em cripto em 2024, o que indica concentração relevante. Métricas on-chain mostram que, historicamente, picos de transações suspeitas coincidem com aumento de saldo em exchanges offshore e mixers, sinal clássico de tentativa de ocultação de origem.

Pressão regulatória e impactos no mercado brasileiro

Casos de crimes com criptomoedas fortalecem o discurso de reguladores por controles mais rígidos. No Brasil, a CVM já aprovou ETFs de Bitcoin e Ethereum em 2024, enquanto o Banco Central amplia exigências de compliance para prestadores de serviços de ativos virtuais.

Esse movimento ocorre em paralelo a uma retração do apetite institucional global. ETFs de Bitcoin registraram saídas líquidas de US$ 3,48 bilhões em novembro de 2025, US$ 1,09 bilhão em dezembro e mais US$ 278 milhões em janeiro de 2026, sinalizando cautela. Tecnicamente, o BTC mantém suporte em US$ 94.500 e resistência em US$ 100.000; o RSI diário em 52 aponta mercado neutro, enquanto o MACD segue próximo da linha zero.

Como isso pode afetar investidores de cripto?

O risco central é regulatório, não tecnológico. Um endurecimento excessivo pode elevar custos operacionais de exchanges locais e reduzir a oferta de ativos, especialmente os mais sensíveis a compliance. Por outro lado, maior fiscalização tende a favorecer produtos regulados, como ETFs e stablecoins alinhadas às regras brasileiras.

O contraponto é que dados on-chain mostram que atividades ilícitas representam uma fração pequena do volume total do mercado, o que limita impactos sistêmicos. Ainda assim, o investidor brasileiro deve monitorar níveis técnicos e notícias regulatórias, pois ruídos desse tipo costumam aumentar a volatilidade de curto prazo.

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O cenário reforça a tendência de amadurecimento do setor: menos tolerância a abusos e maior integração ao sistema financeiro tradicional. Para quem investe no Brasil, entender essa dinâmica é tão importante quanto acompanhar o próximo suporte ou resistência do Bitcoin.

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ETF vendido em Strategy dispara enquanto ação afunda com Bitcoin

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Um ETF projetado para lucrar com quedas da Strategy, maior detentora pública de bitcoin do mundo, atingiu máxima histórica nesta terça-feira, em meio à pressão contínua sobre o BTC e ações ligadas ao setor. O GraniteShares 2x Short MSTR Daily ETF (MSDD) subiu para US$ 114, acumulando alta de 13,5% no ano, enquanto a ação da Strategy caiu para US$ 126, menor nível desde setembro de 2024. O movimento reflete um ambiente de aversão a risco, com saídas institucionais e indicadores técnicos apontando estresse no mercado cripto.

A Strategy já recua 76% desde o topo histórico de US$ 543, registrado em novembro de 2025, acompanhando a queda do bitcoin, que chegou a US$ 73.000 no intraday antes de se recuperar para US$ 76.000. No acumulado de 2026, o BTC ainda cai 12%, negociando abaixo de resistências-chave como a média móvel de 200 dias, hoje em US$ 103.947. Para investidores brasileiros, isso se traduz em maior volatilidade no BTC/BRL, atualmente em R$ 623.219, com leve alta diária de 0,89%.

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O que está por trás da disparada do ETF vendido em Strategy?

O MSDD é um ETF alavancado que busca entregar -200% da variação diária da ação da Strategy. Na prática, se a MSTR cai 2% em um dia, o fundo tenta subir 4%, antes de taxas e do efeito de rebalanço diário. Desde o lançamento, em janeiro de 2025, o produto se consolidou como ferramenta tática de curto prazo para traders pessimistas.

Nos últimos 12 meses, o MSDD acumula valorização de 275%, enquanto o Defiance Daily Target 2x Short MSTR ETF (SMST) também renovou máxima em 11 meses, negociado a US$ 113. O desempenho ocorre em paralelo ao aumento do prejuízo dos ETFs de Bitcoin tradicionais, que enfrentam resgates líquidos e menor apetite institucional.

Pressão técnica e dados on-chain reforçam cautela

No lado técnico, o bitcoin apresenta sinais claros de sobrevenda. O RSI de 14 dias está em 23,37, abaixo do limiar de 30, indicando exaustão vendedora, enquanto o MACD semanal permanece profundamente negativo. Esses números explicam a recente tentativa de repique, mas ainda não confirmam reversão de tendência.

Do ponto de vista on-chain, a Strategy detém 713.502 BTC, avaliados em cerca de US$ 54,2 bilhões, o que amplifica a correlação entre sua ação e o preço do bitcoin. Com o BTC abaixo de US$ 77.000, qualquer nova queda pressiona o valor patrimonial da empresa e favorece ETFs vendidos, ao mesmo tempo em que saídas institucionais dos ETFs à vista desaceleram, sugerindo que a força vendedora pode estar perdendo fôlego.

Como isso afeta investidores brasileiros?

Para traders no Brasil, o sucesso desses ETFs sinaliza uma busca crescente por hedge em mercados globais, algo que ainda é limitado localmente. Mesmo assim, entender essa dinâmica ajuda a calibrar risco em posições de BTC e ações correlatas, especialmente para quem acompanha a aposta da Strategy no Bitcoin.

O contraponto é que fevereiro historicamente entrega retorno médio de 14,3% para o BTC, e projeções apontam o BTC/BRL em até R$ 737.195 até o fim do mês. Com RSI em sobrevenda e fluxo vendedor institucional diminuindo, o mercado entra em uma fase decisiva: ou consolida acima do suporte de US$ 73.000, ou abre espaço para novas mínimas.

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Enquanto isso, ETFs alavancados como o MSDD seguem como instrumentos de alto risco, adequados apenas para estratégias de curto prazo. Para o investidor brasileiro, a mensagem é clara: o momento exige gestão de risco rigorosa, leitura atenta de indicadores e consciência de que volatilidade ainda domina o cenário.

Dados de mercado e projeções de preço podem ser acompanhados em indicadores atualizados do BTC/BRL, além de análises de sentimento e técnica em projeções para fevereiro de 2026 e monitoramento de fluxos institucionais globais em dados recentes de ETFs.

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Ações da Galaxy Digital despencam após prejuízo de US$ 482 mi

Galaxy Digital

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As ações da Galaxy Digital despencaram nesta terça-feira após a empresa divulgar um prejuízo de US$ 482 milhões no quarto trimestre, resultado de uma queda de 22% no valor de seus investimentos e ativos digitais. O papel GLXY caiu cerca de 16% no dia, sendo negociado a US$ 22,13, o menor nível desde julho e 52% abaixo da máxima histórica de US$ 45,92 registrada em outubro. O movimento ocorre em um contexto de enfraquecimento do mercado cripto em 2026, com Bitcoin consolidando abaixo de US$ 90.000 e fluxo institucional negativo.

No trimestre encerrado em 31 de dezembro, o portfólio da Galaxy recuou US$ 449 milhões, reduzindo o valor total dos investimentos para US$ 1,7 bilhão, apesar de a empresa manter US$ 2,6 bilhões em caixa e stablecoins. O dado reforça o momento de aversão a risco que atinge empresas expostas ao perdas no mercado cripto, especialmente após saídas consecutivas de capital dos ETFs de Bitcoin.

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O que aconteceu com a Galaxy Digital?

Em termos simples, a Galaxy sofreu com a desvalorização direta dos criptoativos que mantém em balanço. Ao final do quarto trimestre, a empresa possuía US$ 557 milhões em Bitcoin, US$ 124 milhões em Ethereum e US$ 220 milhões em outras altcoins, além de US$ 617 milhões alocados em ventures e fundos.

O prejuízo antes de juros e impostos somou US$ 557 milhões, superando em quase 100% a estimativa de US$ 278 milhões projetada por analistas de Wall Street. Para investidores, isso sinaliza que a volatilidade do mercado está impactando não apenas tokens, mas também empresas listadas que atuam como ponte entre finanças tradicionais e cripto.

Pressão institucional e dados de mercado

O desempenho fraco da Galaxy acompanha a queda de 23% do Bitcoin e de 28% do Ethereum no quarto trimestre, período em que os volumes de negociação da empresa caíram 62% para US$ 10,6 bilhões. Esse recuo veio após um pico atípico no trimestre anterior, quando a Galaxy intermediou uma venda de US$ 9 bilhões em BTC.

No mercado mais amplo, ETFs spot de Bitcoin registraram saídas líquidas de US$ 3,48 bilhões em novembro de 2025, US$ 1,09 bilhão em dezembro e mais US$ 278 milhões em janeiro de 2026. Esse movimento ajuda a explicar por que o BTC consolida em US$ 88.321, com suporte técnico em US$ 87.210 e resistência relevante entre US$ 98.000 e US$ 101.000.

Como isso afeta investidores brasileiros?

Para o investidor brasileiro, o resultado da Galaxy funciona como termômetro do apetite institucional no setor. Empresas com exposição direta a cripto tendem a sofrer mais em períodos de retração, o que exige atenção redobrada de quem investe em ações estrangeiras ou em produtos atrelados a esse segmento.

Por outro lado, a Galaxy informou que sua carteira de empréstimos permaneceu estável em US$ 1,8 bilhão, indicando demanda resiliente mesmo com preços mais baixos. Analistas como Tom Lee defendem que o mercado pode estar próximo de um fundo, argumento que contrasta com projeções mais cautelosas, como a possibilidade de o Bitcoin testar níveis abaixo de US$ 60.000 se perder médias de longo prazo.

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Em síntese, o prejuízo da Galaxy Digital reforça os riscos do ciclo atual, mas também destaca que liquidez e caixa ainda são diferenciais estratégicos. Para brasileiros, o momento pede gestão de risco, atenção a níveis técnicos e acompanhamento do fluxo institucional antes de aumentar exposição.

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Tom Lee vê fundo do mercado cripto após forte correção

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O cofundador da Fundstrat, Tom Lee, afirmou que o mercado de criptomoedas provavelmente está em um fundo ou muito próximo dele após a recente correção, apesar da continuidade da volatilidade. O comentário veio enquanto o Bitcoin era negociado a US$ 77.357, queda de 1,4% em 24 horas e recuo de 11,8% em sete dias. O movimento ocorre em um cenário macro de maior aversão a risco, marcado por forte rotação de capital para metais preciosos e incertezas políticas nos EUA.

A correção atual se soma a episódios recentes de forte liquidação no Bitcoin, que pressionaram o mercado mesmo sem excesso de alavancagem sistêmica. Para investidores brasileiros, o BTC é negociado perto de R$ 660.209, sensível à estabilidade do dólar frente ao real e ao humor global dos mercados.

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O que está por trás da tese de fundo do mercado?

Segundo Lee, os preços caíram mais do que os fundamentos justificariam, já que métricas de rede seguem sólidas. Ele destaca a ausência de alavancagem excessiva e a resiliência da atividade on-chain como sinais de que a pressão vendedora pode estar perto do esgotamento.

No Ethereum, a situação é mais delicada no curto prazo. O ETH é negociado a US$ 2.265, com queda de 3,5% em 24 horas e perda superior a 22% em sete dias. Apesar disso, Lee aponta que endereços ativos e transações seguem elevados, embora parte desse aumento esteja ligada a ataques de “address poisoning”, o que reduz a qualidade do crescimento observado.

Análise técnica: níveis-chave sob observação

Do ponto de vista técnico, o Bitcoin testa um suporte relevante em US$ 87.210, enquanto a resistência imediata está entre US$ 89.241 e US$ 90.000. O RSI diário gira em torno de 34 pontos, indicando condição próxima de sobrevenda, enquanto o MACD permanece negativo, mas com perda de inclinação, sinalizando possível desaceleração da tendência de baixa.

Analistas técnicos observam a formação de um padrão de cunha descendente, cuja projeção aponta para uma recuperação em direção à faixa de US$ 98.000 a US$ 101.000 se houver rompimento com volume. Esse cenário ganharia força caso a pressão vendedora institucional continue arrefecendo, como já sugerem as recentes saídas de ETFs cripto, que desaceleraram para US$ 278 milhões em janeiro.

Por que metais e política importam para o cripto agora

O pano de fundo macro pesa. Ouro e prata dispararam 37,4% e 106,9% nos últimos meses antes de sofrerem correções bruscas, com o ouro caindo mais de 9% em um único dia. Essa rotação drenou liquidez de ativos de risco, incluindo criptomoedas.

Além disso, a incerteza sobre o Federal Reserve e a agenda política americana aumenta a volatilidade. Historicamente, períodos de transição na liderança do Fed tendem a gerar testes de mercado, o que exige cautela dos traders brasileiros.

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Riscos e o contraponto à visão otimista

Apesar da tese de fundo, o risco de novas mínimas não está descartado. O sentimento ainda é frágil, e a fraqueza das altcoins mostra que a recuperação não é ampla. Um rompimento claro abaixo de US$ 87.000 poderia abrir espaço para novas quedas.

Por outro lado, fevereiro historicamente entrega retorno médio de 14,3% para o Bitcoin. Se o padrão se repetir, investidores no Brasil podem ver o BTC/BRL se aproximar da região de R$ 737 mil, mas apenas uma melhora consistente no volume e no fluxo institucional confirmaria esse cenário.

Em síntese, o mercado pode estar próximo de um ponto de inflexão, como sugere Tom Lee, mas o caminho segue dependente do macro e da confirmação técnica. Para o investidor brasileiro, o momento pede disciplina, gestão de risco e atenção redobrada aos níveis-chave.

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Projeções técnicas para o Bitcoin em fevereiro mostram viés de recuperação, enquanto estimativas para o BTC/BRL reforçam a sensibilidade ao câmbio. O cenário global de volatilidade também é detalhado em análises recentes sobre a correção simultânea em metais e cripto.

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De Liquidez Fragmentada à Execução Unificada: Por que a LiquidChain ($LIQUID) está sendo comparada ao Ethereum em seus primeiros anos

LiquidChain desponta como a melhor pré-venda cripto de 2026

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O mercado cripto viu inúmeras narrativas surgirem e desaparecerem, mas poucos projetos realmente mudaram a forma como o ecossistema funciona. O Ethereum fez exatamente isso em seus primeiros dias ao introduzir a execução programável e os contratos inteligentes, em um momento em que o Bitcoin ainda era visto principalmente como dinheiro digital. Isso desbloqueou uma camada totalmente nova de utilidade.

Hoje, uma conversa semelhante começa a se formar em torno da LiquidChain ($LIQUID). A comparação envolve utilidade, timing e a resolução de um problema estrutural que se torna mais visível à medida que o mercado amadurece.

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À medida que o capital se espalha entre Bitcoin, Ethereum, Solana e outros ecossistemas, a liquidez fragmentada se tornou um dos maiores gargalos do mercado cripto. A LiquidChain foi construída especificamente para enfrentar esse desafio por meio da execução unificada, o que a coloca em uma posição que ecoa o papel do Ethereum durante sua fase inicial de crescimento.

Por que o $LIQUID reflete a utilidade inicial do $ETH e o impacto na rede

O Ethereum teve sucesso porque expandiu o que as blockchains podiam fazer. Ele introduziu uma camada de execução programável que permitiu aos desenvolvedores criar diretamente on-chain, em vez de depender de sistemas externos. Essa mudança transformou a forma como o valor circula e como as aplicações são criadas.

A LiquidChain entra no mercado com uma mentalidade semelhante, mas com foco em liquidez, e não apenas em computação. Em vez de criar mais um ecossistema isolado, ela opera como uma camada de execução e liquidez de Nível 3 (Layer-3) que conecta as principais blockchains.

A ideia central por trás da LiquidChain é simples, mas poderosa. A liquidez não deve ficar presa dentro de cadeias individuais. A liquidez do Bitcoin, do Ethereum e da Solana atende a mercados diferentes, mas raramente interagem de forma eficiente. A LiquidChain trata a liquidez como um recurso compartilhado que pode ser roteado entre ecossistemas por meio de um ambiente de execução unificado.

Isso espelha a proposta de valor inicial do Ethereum. O Ethereum não substituiu o Bitcoin. Ele expandiu a funcionalidade do mercado cripto como um todo. A LiquidChain segue a mesma lógica ao aprimorar a forma como as cadeias existentes interagem, em vez de pedir que usuários ou desenvolvedores as abandonem.

A utilidade desempenha um papel central nessa comparação. A demanda inicial do Ethereum veio de desenvolvedores implantando contratos inteligentes e de usuários interagindo com aplicações descentralizadas. A demanda da LiquidChain está ligada a taxas de execução, roteamento de liquidez e participação na rede entre cadeias. Em ambos os casos, a relevância do token é impulsionada pelo uso.

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Por que a LiquidChain está impulsionando o FOMO na pré-venda cripto

Narrativas de infraestrutura tendem a se construir silenciosamente antes de se tornarem óbvias. A adoção inicial do Ethereum aconteceu muito antes de a atenção mainstream alcançá-lo. A LiquidChain parece seguir um caminho semelhante durante sua fase de pré-venda cripto.

A pré-venda cripto da LiquidChain vem apresentando bons resultados. Quase US$ 500.000 já foram arrecadados, um número notável em um período em que muitos projetos de pré-venda cripto lutam para manter o ritmo. Isso indica confiança no modelo de execução subjacente.

Uma camada adicional de contexto vem da atividade de staking. Mais de 27 milhões de tokens $LIQUID já estão em staking, reduzindo a oferta circulante inicial e alinhando os participantes em torno do uso de longo prazo da rede. O comportamento de staking precoce geralmente sinaliza que os compradores estão se posicionando em torno da utilidade e do crescimento do protocolo.

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Esse foco na eficiência de execução é o motivo pelo qual a LiquidChain é classificada como uma das melhores candidatas a “best crypto to buy” entre projetos liderados por infraestrutura. O pré-venda cripto em andamento reflete esse posicionamento, com entradas constantes de capital e forte participação inicial no staking.

A liquidez fragmentada afeta a qualidade da execução, a precificação e a eficiência do capital em todo o ecossistema. O foco da LiquidChain nesse problema a coloca em uma posição forte à medida que a atenção retorna à infraestrutura fundamental.

Por que o $LIQUID pode ser o melhor altcoin subvalorizado para comprar em 2026

A ascensão do Ethereum foi impulsionada pela necessidade. O mercado precisava de execução programável, e o Ethereum entregou isso no momento certo. O posicionamento da LiquidChain segue o mesmo princípio.

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À medida que a atividade multi-chain cresce, a eficiência do capital se torna mais importante do que nunca. Investidores e desenvolvedores querem acesso à liquidez sem complexidade desnecessária. A LiquidChain oferece isso por meio da execução unificada.

O token $LIQUID está no centro desse sistema. Ele é usado para taxas de execução, incentivos de roteamento de liquidez e participação em toda a rede. A demanda está diretamente ligada ao uso, criando uma conexão clara entre o crescimento da rede e a relevância do token.

A mecânica de oferta reforça essa estrutura. Com um fornecimento total fixo de 11.800.000.100 tokens e alocações focadas em desenvolvimento, crescimento do ecossistema, recompensas e listagens, o design favorece a expansão de longo prazo em vez de incentivos de curto prazo.

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Ao avaliar altcoins para comprar em 2026, o posicionamento importa tanto quanto a narrativa. Ativos maduros geralmente exigem entradas massivas de capital para se moverem de forma significativa. Esse posicionamento coloca o $LIQUID firmemente na conversa sobre “a melhor cripto para comprar” à medida que avançamos mais profundamente em 2026.

Explore a LiquidChain e sua pré-venda cripto em andamento:

Pré-venda: https://liquidchain.com/
Social: https://x.com/getliquidchain
Whitepaper: https://liquidchain.com/whitepaper

Aviso: Este artigo tem funcionalidade exclusivamente informativa, e não constitui aconselhamento de investimento ou oferta para investir. O CriptoFácil não é responsável por qualquer conteúdo, produtos ou serviços mencionados neste artigo.

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Memecoins voltam ao radar: CATX dispara 3.649% em 24h e Maxi Doge arrecada US$ 4,56 Milhões

Memecoins voltam ao radar: CATX dispara 3.649% em 24h e Maxi Doge arrecada US$ 4,56 Milhões

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O mercado de criptomoedas voltou a olhar para os extremos nesta terça-feira, 3 de fevereiro de 2026. As meme coins recuperaram o protagonismo, enquanto investidores buscaram oportunidades em ativos fora do radar tradicional.

Ao mesmo tempo, o token felino CATX disparou 3.649% em apenas 24 horas, chamando atenção em plataformas de rastreamento de preços e fóruns de negociação.

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Em outra frente, o projeto canino Maxi Doge (MAXI) avançou no estágio inicial de captação e arrecadou US$ 4,56 milhões em sua pré-venda, mesmo com o mercado ainda instável.

Esse movimento sinaliza uma mudança no apetite por risco. Portanto, muitos traders voltaram a apostar em narrativas ousadas e comunidades engajadas, enquanto os ativos tradicionais enfrentaram semanas de consolidação.

Analistas também observaram uma reação no Dogecoin (DOGE), considerado por parte do mercado como a referência histórica do setor. Assim, fevereiro ganhou fama de possível fase de acumulação.

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Com isso, investidores mais agressivos passaram a buscar ganhos rápidos, enquanto outros preferiram observar sinais de retomada mais ampla no ecossistema cripto.

Meme coins desafiam o clima de cautela do mercado

O salto do CATX se destacou entre os microcaps monitorados por sites de dados de mercado. Em poucas horas, o token multiplicou seu valor de forma expressiva.

Gráfico CATX

Para quem entrou antes da alta, o resultado se traduziu em lucros incomuns. Um investimento modesto passou a valer dezenas de vezes mais, reforçando o apelo especulativo.

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Além disso, o movimento gerou o chamado “candle de Deus”, termo usado para descrever barras de preço quase verticais nos gráficos.

Na semana anterior, outros projetos também chamaram atenção. Tokens como Xoge e Meme Lord registraram altas acima de quatro dígitos em um único dia.

Esse padrão reforçou a percepção de que o mercado voltou a caçar a “próxima grande aposta”. Assim, traders passaram a monitorar redes sociais e canais comunitários em busca de pistas.

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Enquanto isso, moedas como 67COIN e Golddigger também apresentaram ganhos expressivos, ampliando o clima de euforia entre investidores de curto prazo.

Top MemeCoin Coinmarketcap

Maxi Doge aposta em comunidade e narrativa de longo prazo

O Maxi Doge seguiu um caminho diferente. Em vez de focar apenas em volatilidade, o projeto priorizou a construção de base comunitária.

Durante a pré-venda, a equipe anunciou que 65% da estrutura de tokens será destinada a marketing, buscando ampliar alcance e engajamento.

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A proposta inclui incentivos para staking, com promessa de rendimento dinâmico e participação ativa dos detentores no crescimento do ecossistema.

Segundo analistas, esse modelo tenta repetir o efeito que impulsionou o Dogecoin anos atrás, quando a força da comunidade superou métricas tradicionais.

Além disso, auditorias independentes apontaram que o contrato inteligente do projeto não apresenta falhas críticas, o que ajudou a aumentar a confiança inicial.

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Com milhões de tokens já comprometidos em pools de staking, investidores sinalizaram uma visão de médio e longo prazo, mesmo em um ambiente volátil.

O contraste entre a explosão instantânea do CATX e a estratégia gradual do Maxi Doge expõe dois perfis claros no mercado.

De um lado, estão os caçadores de ganhos rápidos. Do outro, os que apostam em narrativas duradouras e engajamento contínuo.

Ambos, porém, mostram que as memecoins voltaram ao centro do debate cripto, alimentando a disputa simbólica entre felinos e caninos por atenção e capital.

Aviso: Este artigo tem funcionalidade exclusivamente informativa, e não constitui aconselhamento de investimento ou oferta para investir. O CriptoFácil não é responsável por qualquer conteúdo, produtos ou serviços mencionados neste artigo. Recomendamos que você sempre faça sua própria pesquisa (DYOR) antes de tomar qualquer decisão financeira. Invista apenas o que você pode se dar ao luxo de perder.

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Xi Jinping pressiona yuan global e reacende tese do Bitcoin

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O presidente chinês Xi Jinping reportedly voltou a defender o yuan como moeda de reserva global, reacendendo a competição monetária entre Estados e ativos alternativos. No mesmo período, o Bitcoin caiu 14% e tocou US$ 75.000, menor preço desde abril de 2025, refletindo saídas institucionais e pressão macroeconômica. O movimento ocorre em um ambiente de juros elevados nos EUA e renovado debate sobre o papel do BTC como hedge não soberano.

Na conversão local, o Bitcoin foi negociado a R$ 404.594 em 2 de fevereiro, ampliando a volatilidade para investidores brasileiros. A leitura macro pesa porque expectativas de corte de juros do Federal Reserve para 2026 caíram para apenas 52 pontos-base, após aceleração da inflação de serviços. Esse cenário reduz apetite a risco no curto prazo, mas mantém a discussão estrutural sobre alternativas ao dólar.

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Historicamente, fevereiro tende a ser positivo para o BTC, com retorno médio de 14,3%, o que colocaria o preço na região de US$ 101.000 a partir da base de US$ 88.321. Ainda assim, o curto prazo segue pressionado por dados institucionais e técnicos. É nesse pano de fundo que a estratégia chinesa ganha relevância para o mercado cripto.

O que está por trás da ofensiva chinesa pelo yuan?

A China busca internacionalizar o yuan desde 2013, com projetos ligados à Nova Rota da Seda e acordos bilaterais de comércio. Em 2025, a moeda respondeu por 4,7% dos pagamentos globais, segundo dados da SWIFT, ainda muito atrás do dólar, mas em trajetória de crescimento. A fala de Xi reforça a ambição de reduzir dependência do sistema financeiro ocidental.

Para o investidor, isso importa porque moedas soberanas competem por confiança e liquidez. Quanto maior a fragmentação monetária, maior o interesse por ativos neutros, como o Bitcoin, frequentemente citado como Bitcoin como hedge contra políticas estatais. O debate não é novo, mas ganha força quando líderes globais falam abertamente em mudar a ordem monetária.

Como isso afeta o preço do Bitcoin no curto prazo?

No mercado, os dados mostram cautela institucional. ETFs spot de Bitcoin registraram saídas líquidas de US$ 278 milhões em janeiro de 2026, bem abaixo dos US$ 3,48 bilhões de entradas vistas em novembro de 2025, sinalizando redução de exposição. Menor fluxo comprador pressiona o preço e aumenta a sensibilidade a notícias macro.

Na análise técnica, o BTC perdeu a média móvel de 200 dias em US$ 78.200 e agora testa suporte-chave em US$ 74.500. O RSI diário está em 38 pontos, indicando região próxima de sobrevenda, enquanto o MACD segue negativo, mas com inclinação de alta, sugerindo possível perda de força vendedora. Uma recuperação acima de US$ 80.000 abriria espaço para buscar a resistência em US$ 84.600.

Bitcoin como reserva de valor em um mundo multipolar

A tentativa chinesa de fortalecer o yuan reforça a narrativa de um sistema financeiro mais fragmentado, onde não há um único emissor dominante. Nesse contexto, ativos escassos e descentralizados ganham espaço no debate sobre reserva de valor global. O Bitcoin, com oferta limitada a 21 milhões e emissão previsível, se posiciona como alternativa estrutural.

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No Brasil, esse movimento dialoga com o crescimento de produtos regulados, como ETFs locais de BTC e ETH, e com a busca por proteção cambial em reais. A recente fraqueza do dólar, que reforça a tese pró-Bitcoin, também influencia a alocação de investidores institucionais domésticos.

Riscos e contrapontos para investidores

Apesar da narrativa de longo prazo, o curto prazo segue volátil. O aumento da inflação de serviços nos EUA reduziu a probabilidade de cortes rápidos de juros, mantendo pressão sobre ativos de risco, como detalhado em análises macro recentes. Além disso, o yuan ainda enfrenta controles de capital, limitando sua atratividade como reserva plena.

Para o investidor brasileiro, o equilíbrio está em entender o timing. O Bitcoin pode se beneficiar do debate geopolítico no longo prazo, mas, no curto, depende de fluxo institucional e condições macro, como observado no desempenho recente de mercado detalhado em leituras de mercado globais.

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Em síntese, a ofensiva de Xi Jinping pelo yuan não muda o jogo de um dia para o outro, mas reacende uma discussão central para o Bitcoin: sua função como hedge em um mundo de moedas concorrentes. Para brasileiros, acompanhar preço, fluxo institucional e níveis técnicos será decisivo para navegar a volatilidade enquanto essa narrativa se desenvolve.

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Aposta dos Emirados em cripto da família Trump levanta alertas

Emirado Trump WLFI

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Uma empresa ligada aos Emirados Árabes Unidos adquiriu discretamente 49% da World Liberty Financial, companhia cripto da família Trump, em um acordo de US$ 500 milhões firmado antes da posse presidencial em janeiro de 2025. O movimento veio em meio a um mercado fragilizado, com o Bitcoin caindo 40% do topo histórico de US$ 126.000 para a região de US$ 75.000, nível que mantém o viés vendedor abaixo de US$ 90.000. A revelação ocorre enquanto investidores monitoram riscos regulatórios globais e o papel crescente do Oriente Médio como polo de blockchain.

O que está em jogo no investimento dos Emirados?

Na prática, o acordo tornou a família Trump sócia de um fundo associado ao assessor de segurança nacional dos Emirados, Sheikh Tahnoon bin Zayed Al Nahyan, com direito a assentos no conselho. Para o mercado, o ponto central é a possível sobreposição entre interesses privados e decisões de política externa, algo que pode influenciar o ambiente regulatório cripto nos EUA. Esse debate ganha peso à medida que projetos como a stablecoin ligada a Trump ampliam escala e visibilidade.

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Além da participação acionária, outra operação chamou atenção: o uso de US$ 2 bilhões em uma stablecoin da World Liberty para financiar investimentos, o que colocou a empresa entre as maiores emissoras globais. Stablecoins mantêm paridade de US$ 1 e são críticas para liquidez do mercado; quando concentradas em poucos emissores, elevam o risco sistêmico. Para investidores brasileiros, isso importa porque mudanças regulatórias nos EUA tendem a refletir rapidamente em preços e acesso local.

Impacto regulatório e reflexos no preço do Bitcoin

O noticiário político adiciona pressão a um Bitcoin tecnicamente enfraquecido. No gráfico diário, o RSI está em 42 pontos, sinalizando momentum ainda negativo, enquanto o MACD segue abaixo da linha de sinal. O preço permanece abaixo das médias móveis de 50 dias (US$ 94.500) e 200 dias (US$ 102.000), com suporte imediato em US$ 75.000 e resistência chave em US$ 90.000.

Apesar disso, os fluxos institucionais mostram desaceleração nas saídas: ETFs spot de Bitcoin registraram resgates de US$ 278 milhões em janeiro de 2026, bem abaixo dos US$ 3,48 bilhões de novembro de 2025 (dados de fluxo institucional). Menos pressão vendedora sugere que parte do risco já está no preço, mesmo com o ruído político.

Como isso afeta investidores brasileiros?

No Brasil, o BTC/BRL oscilou entre R$ 404.000 e R$ 406.000 em 2 de fevereiro, queda relevante frente aos R$ 444.000 vistos em 30 de janeiro. A volatilidade cambial amplifica movimentos globais, exigindo gestão de risco mais ativa. Ao mesmo tempo, a CVM segue atenta a stablecoins e plataformas estrangeiras, o que conecta o debate EUA–Emirados ao ambiente local.

Há também o contraponto: projeções otimistas permanecem no radar, com casas como a Bernstein apontando potencial de US$ 200.000 para o Bitcoin até 2026 (estimativas de longo prazo). No curto prazo, porém, a combinação de incerteza política, preço abaixo de resistências técnicas e sensibilidade regulatória recomenda cautela. Para traders e investidores brasileiros, o cenário pede atenção redobrada a níveis técnicos e às políticas de Trump e cripto, além do avanço do cripto no Oriente Médio.

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Apenas 6% das altcoins fecharam no positivo e mercado se concentra

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Apenas 6% das altcoins conseguiram encerrar o último ano no positivo, evidenciando uma concentração inédita de retornos no mercado cripto. O dado surge em um momento em que o Bitcoin recuou cerca de 6% no período e o Ethereum caiu aproximadamente 11%, reforçando que nem mesmo os grandes ficaram imunes à pressão vendedora. O pano de fundo é um mercado mais seletivo, com liquidez restrita e apetite a risco reduzido.

No Brasil, o movimento coincidiu com uma forte correção recente: o BTC/BRL caiu de R$415.500 em 31/01 para R$404.594 em 02/02/2026, uma queda de 3% em 24h, enquanto liquidações globais superaram US$2,5 bilhões em 01/02. Esse ambiente tornou ainda mais difícil para altcoins sustentarem altas consistentes.

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O resultado marca uma ruptura com ciclos anteriores, quando altas generalizadas impulsionavam praticamente todos os tokens. Agora, o mercado premia poucos ativos com liquidez, narrativa clara e uso comprovado.

O que explica só 6% das altcoins no positivo?

Em termos simples, o capital deixou de se espalhar e passou a se concentrar. Bitcoin absorveu a maior parte dos fluxos, inclusive institucionais, mesmo com saídas líquidas de US$278 milhões dos ETFs de BTC em janeiro de 2026, enquanto a maioria das altcoins sofreu com volumes minguando.

Altcoins de médio e pequeno porte registraram quedas expressivas no volume diário, muitas abaixo de US$10 milhões, reduzindo liquidez e ampliando volatilidade. Esse cenário ajuda a explicar a queda das altcoins observada ao longo do ano.

Além disso, métricas on-chain reforçam o quadro defensivo. O supply de BTC em exchanges segue em mínima de vários anos, abaixo de 12%, sinalizando retenção de longo prazo, enquanto muitas altcoins viram aumento de tokens em corretoras, geralmente um sinal de pressão vendedora.

Concentração de capital muda a lógica da altcoin season

Historicamente, uma alta sustentada do Bitcoin abria espaço para rotação em altcoins. Em 2025 e início de 2026, essa dinâmica falhou, resultando em uma altcoin season fraca e altamente seletiva.

Indicadores técnicos reforçam a cautela. Muitas altcoins encerraram o ano com RSI semanal abaixo de 40, território de fraqueza, enquanto o MACD permaneceu negativo por meses. Em vários casos, os preços ficaram abaixo das médias móveis de 200 dias, um sinal clássico de tendência de baixa.

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Segmentos mais especulativos, como memecoins em queda, perderam tração rapidamente após picos de euforia, ampliando o número de projetos no vermelho.

Como isso afeta investidores brasileiros?

Para o investidor local, o dado de que mais de 90% das altcoins fecharam o ano em queda desafia a estratégia de diversificação ampla. A correlação elevada em momentos de estresse reduziu a proteção que muitos esperavam ao montar cestas grandes de tokens.

Bitcoin, apesar da volatilidade, mostrou maior resiliência relativa. Mesmo após tocar US$75.200 recentemente, o ativo mantém hash rate em máximas históricas e suporte técnico relevante entre US$72.000 e US$74.000, enquanto resistência se concentra em US$80.000.

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O contraponto é que mercados cripto são cíclicos. Uma mudança no apetite a risco, clareza regulatória ou novos casos de uso podem reabrir espaço para uma recuperação mais ampla das altcoins, mas os dados atuais sugerem seletividade extrema.

Por ora, o recado é claro: retornos deixaram de ser distribuídos de forma homogênea. Entender fundamentos, liquidez e métricas on-chain tornou-se essencial para navegar um mercado cada vez mais concentrado.

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ING libera ETPs de Bitcoin ao varejo em meio a mercado em queda

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O ING da Alemanha, um dos maiores bancos de varejo da Europa, passou a permitir que clientes pessoa física comprem ETPs de Bitcoin por meio de sua plataforma, segundo relatos publicados em fóruns do mercado cripto. A notícia chega com o Bitcoin cotado a US$ 78.321, queda de 2,1% nas últimas 24h e recuo acumulado de 40% desde o topo histórico de US$ 126 mil. O movimento ocorre em um momento de desaceleração do apetite institucional, com saídas líquidas de US$ 278 milhões dos ETFs de Bitcoin nos EUA em janeiro de 2026.

O que muda com o ING oferecendo ETPs de Bitcoin?

ETPs (Exchange Traded Products) são produtos negociados em bolsa que replicam o preço de um ativo, permitindo exposição sem a necessidade de custódia direta. No caso do ING, clientes de varejo passam a acessar ETPs regulados de Bitcoin, como os oferecidos por gestoras já aprovadas pelo regulador alemão BaFin. Para investidores conservadores, isso reduz riscos operacionais e de custódia, mantendo conformidade regulatória.

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O banco atende mais de 8 milhões de clientes na Alemanha, o que amplia significativamente o público potencial desses produtos. Na Europa, ETPs de Bitcoin já somam mais de €10 bilhões sob gestão desde 2017, um mercado mais maduro que o americano em termos de estrutura regulada. Esse avanço contrasta com o cenário atual dos ETFs de Bitcoin nos EUA, que enfrentam saídas após forte captação em 2025.

Adoção institucional em baixa muda o impacto no preço?

Apesar da expansão do acesso, o Bitcoin segue tecnicamente pressionado. O RSI diário está em 27 pontos, sinalizando condição de sobrevenda, enquanto o preço opera cerca de 25% abaixo da média móvel exponencial de 200 dias, localizada em US$ 99 mil. O MACD permanece negativo, indicando que o momentum ainda favorece os vendedores.

Os principais suportes estão em US$ 70.000 e US$ 80.000, níveis onde houve aumento de volume comprador em janeiro. Já a resistência imediata aparece em US$ 90.000, patamar psicológico que o BTC não consegue romper desde meados de dezembro. Para o investidor brasileiro, isso significa atenção redobrada, já que o preço em reais gira em torno de R$ 414.594, sensível tanto ao dólar quanto à volatilidade do criptoativo.

Como isso afeta investidores brasileiros?

O movimento do ING reforça a tendência global de bancos tradicionais ampliarem a oferta de produtos cripto, similar à adoção bancária do Bitcoin observada nos EUA. Para brasileiros, esses produtos europeus servem como termômetro de demanda regulada, especialmente em um momento em que o ETF da BlackRock e outros fundos americanos mostram fluxo mais fraco.

Por outro lado, o risco permanece elevado. Se o BTC perder o suporte de US$ 70 mil, analistas veem espaço para nova despenca até a região de US$ 65 mil. A liberação de ETPs pelo ING é estruturalmente positiva, mas, no curto prazo, não altera o cenário técnico de consolidação em tendência de baixa.

No médio prazo, a combinação de regulação clara na Europa e expansão do acesso ao varejo pode ajudar a formar um piso de demanda. Até lá, investidores devem acompanhar de perto os fluxos de ETPs europeus e os dados de ETFs nos EUA, que seguem sendo os principais vetores de liquidez para o preço do Bitcoin.

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