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Fusaka vai resolver o maior problema das L2 do Ethereum, diz analista

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A próxima atualização do Ethereum, chamada Fusaka, promete transformar profundamente a forma como as redes de segunda camada operam. Para Bartek Kiepuszewski, cofundador da plataforma de análise L2BEAT, a mudança marcará um avanço decisivo porque atacará diretamente o ponto mais frágil da infraestrutura atual: a baixa disponibilidade de dados, conhecida no setor como DA.

Durante o evento ETH Latam, em São Paulo, ele afirmou que a atualização finalmente entregará um recurso aguardado “há muitos anos”.

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De acordo com Bartek, o grande obstáculo das L2 sempre foi a falta de espaço no Ethereum para publicar todos os dados necessários. Hoje, as transações dos rollups precisam ser publicadas na rede principal para garantir verificações independentes e livres de intermediários.

No entanto, a blockchain não possui capacidade suficiente e isso empurra muitos projetos para soluções externas. Assim, redes como Celestia, Avail e EigenDA armazenam volumes enormes de informações que, idealmente, deveriam estar dentro do próprio Ethereum.

O resultado é um ponto de confiança indesejado. Sempre que os dados ficam fora da cadeia principal, o usuário precisa confiar em um terceiro. Bartek destaca que essa dependência compromete a proposta de segurança que sustenta todo o ecossistema. Para ele, o ideal seria que qualquer pessoa pudesse acessar e revisar os dados das L2 diretamente em plataformas como o Etherscan, com a mesma transparência disponível para transações do Ethereum.

Atualização do Ethereum

Atualização Ethereum

É justamente nesse ponto que Fusaka se torna essencial. A atualização introduzirá o PeerDAS, uma tecnologia que permite validar grandes volumes de dados sem exigir o download completo dos arquivos. Em vez disso, os nós realizam amostragem, verificando partes diferentes do mesmo conjunto. Essa divisão de tarefas mantém a rede segura, garante coerência entre os validadores e reduz drasticamente a carga sobre cada nó.

Com o PeerDAS, o Ethereum ampliará sua capacidade total de dados publicados sem sacrificar descentralização ou exigir hardware mais potente. Bartek compara o processo a assistir a um filme na Netflix: antes, era como baixar o arquivo inteiro; agora, será como carregar apenas trechos essenciais. Se os validadores encontrarem inconsistências entre as amostras, o pacote é rejeitado automaticamente.

A mudança abre caminho para que várias L2 migrem parte ou toda a sua operação de dados para dentro do Ethereum. Isso deve aumentar a segurança das transações financeiras e, ao mesmo tempo, reduzir a dependência de provedores externos. Além disso, a maior disponibilidade de dados tornará a rede mais escalável e aliviará gargalos já conhecidos, como a saturação dos blobs em períodos de maior demanda.

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Para Bartek, a comunidade de L2 espera por essa evolução porque ela permitirá publicar “muito mais dados em Ethereum”. A atualização, marcada para 3 de dezembro, representa um passo tecnológico crucial. Se funcionar como previsto, Fusaka pode redefinir a dinâmica do ecossistema, fortalecer a segurança dos rollups e levar o Ethereum a um novo patamar de eficiência e confiabilidade.

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Plataforma cripto do BTG lança conversão cripto-cripto e campanha com pontos Livelo

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A Mynt, plataforma de criptoativos do BTG Pactual, anunciou uma série de novas funcionalidades e uma campanha promocional que permitirá aos usuários acumular pontos Livelo ao investir. As iniciativas buscam ampliar o leque de serviços disponíveis e facilitar a gestão de ativos digitais em um momento de expansão do mercado.

A ação em parceria com a Livelo ocorrerá entre 1º e 20 de dezembro. Durante esse período, os clientes receberão 1 ponto a cada R$ 2,50 aplicados na plataforma, com limite de 100 mil pontos por participante. Os clientes receberão os pontos em até 15 dias após o encerramento da campanha. O objetivo é integrar o investimento em criptomoedas a benefícios adicionais, ampliando as possibilidades de engajamento do usuário.

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Entre as novidades operacionais, o novo conversor cripto-cripto permitirá trocas diretas entre ativos digitais sem conversão prévia para reais. A ferramenta visa agilizar ajustes de portfólio e facilitar a reação a movimentos de mercado, mantendo o custo equivalente ao de uma transação convencional. Na fase inicial, estarão disponíveis pares com Bitcoin, Ethereum, Solana e USDC.

Mynt/Divulgação
Mynt/Divulgação

Plataforma cripto do BTG anuncia novidades

A seção de carteiras também passou por expansão. Além das carteiras recomendadas pela equipe de Research nos perfis Conservador, Moderado e Sofisticado, a plataforma agora inclui carteiras temáticas. Elas reúnem ativos associados a segmentos específicos, como memecoins, contratos inteligentes da área de DeFi e empresas que mantêm reservas em ativos digitais. As proporções são definidas internamente e revisadas mensalmente.

Outra iniciativa é o Mynt Advisor, serviço de orientação que está em fase de testes. O atendimento será direcionado a clientes com saldo superior a R$ 10 mil e incluirá suporte via WhatsApp e e-mail. Além disso, há a possibilidade de agendar conversas individuais com especialistas.

A Mynt apresentou o conjunto de lançamentos como parte da estratégia para facilitar o acesso e a diversificação. De acordo com o BTG Pactual, a Mynt já oferece mais de 30 ativos digitais para negociação, entre eles o BTG Dol, stablecoin própria do banco. O aplicativo reúne ainda materiais educativos, cotações, notícias e atendimento disponível 24 horas por dia.

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Recorde de US$ 104 Bilhões em juros nos EUA impulsiona otimismo no Bitcoin — Best Wallet Token Sobe na Pré-venda

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Os dados mais recentes do Tesouro dos Estados Unidos reacenderam o debate sobre o rumo da economia global. Ao mesmo tempo, fortaleceram o sentimento positivo em torno do Bitcoin e das criptomoedas. Em outubro de 2025, o governo dos EUA pagou US$ 104,4 bilhões em juros da dívida, um recorde histórico que colocou o mercado em alerta. Além disso, ampliou a percepção de que o sistema financeiro tradicional entrou em uma fase delicada.

Esse número é particularmente relevante porque se refere ao primeiro mês do novo ano fiscal. A divulgação atrasada ocorreu por conta do impasse que levou ao shutdown parcial do governo. Isso fez com que o impacto fosse sentido agora, criando um choque nos modelos macroeconômicos. A leitura geral é que os Estados Unidos entraram de vez em uma fase de dominância fiscal. A fase é marcada pela necessidade de emitir mais dívida apenas para pagar os juros da própria dívida.

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Os dados mostram que, só em outubro, os gastos com juros superaram o orçamento de Defesa, que ficou em US$ 95,5 bilhões. Essa relação, até pouco tempo impensável, escancara o tamanho da pressão sobre o Tesouro. Em termos anualizados, o país caminha para gastar mais de US$ 1,2 trilhão apenas com serviço da dívida. O quadro aumenta a expectativa de que, em algum momento, o Federal Reserve será obrigado a injetar liquidez para impedir que o mercado de títulos enfrente um colapso.

Crise financeira beneficia o Bitcoin e as criptomoedas

Esse cenário explica por que o otimismo em torno do Bitcoin voltou a crescer. A tese de que o ativo funciona como proteção em períodos de deterioração fiscal se fortaleceu. Instituições já se movem para reforçar posição. Só nesta semana, o ETF da BlackRock adicionou mais de 2.300 BTC, enquanto a Metaplanet anunciou um financiamento de US$ 130 milhões lastreado em Bitcoin. Esses movimentos reforçam a leitura de que grandes investidores consideram o momento como ponto estratégico de entrada.

Divida dos EUA

O entendimento é simples: quando o governo gasta mais com juros do que com defesa, a estrutura financeira dá sinais de desequilíbrio. Para muitos analistas, isso representa o gatilho inicial para políticas de estímulo e expansão monetária. Como o Bitcoin não possui emissor central, nem carrega dívida ou risco soberano, ele ganha ainda mais valor em um ambiente dominado por incertezas fiscais.

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Ao mesmo tempo, a repercussão desse quadro fortaleceu também a confiança em projetos alternativos ligados ao setor cripto, como a pré-venda do Best Wallet Token ($BEST). Mesmo em meio à recente turbulência, com o Bitcoin caindo mais de 30% no mês e tocando US$ 80 mil, o token seguiu em alta e já arrecadou US$ 17,2 milhões antes do encerramento oficial. Apenas 24 horas separam o projeto de seu fim, e o interesse continua crescendo à medida que a comunidade confirma sua força.

O desempenho é visto como reflexo da expansão rápida da plataforma Best Wallet, uma carteira de autocustódia desenvolvida em Londres e integrada ao ecossistema Ethereum. O aplicativo ganhou tração ao oferecer dados em tempo real, sentimento do mercado e listas atualizadas de tokens em alta. Essa combinação atraiu um público fiel e fortaleceu a percepção de utilidade real, fator decisivo para a adoção do token.

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Best Wallet Token em pré-venda

A empresa por trás do projeto opera com uma meta ousada: alcançar 40% do mercado global de carteiras até 2026. Embora ambiciosa, essa projeção ajuda a explicar a procura elevada pela pré-venda. Os números revelam uma trajetória consistente. A fase inicial, destinada aos usuários da carteira, levantou US$ 167 mil em apenas 24 horas. Uma semana depois, o valor ultrapassou US$ 400 mil. Ao fim da etapa exclusiva, já eram mais de US$ 1 milhão arrecadados.

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A estrutura de fases, com preço crescente, impulsionou a demanda nas últimas semanas. Muitos investidores anteciparam as compras para evitar novos ajustes, o que manteve o ritmo acelerado da oferta. A trajetória lembra estágios iniciais de projetos importantes, como Ethereum e Cardano, que também acumularam longas fases de desenvolvimento antes de alcançar relevância.

As análises de preço para o token $BEST permanecem otimizadas, mesmo sujeitas às condições gerais do mercado. Estimativas sugerem que o ativo pode atingir US$ 0,9999 até 2030, caso o plano de expansão seja mantido. Especialistas, porém, reforçam que previsões não representam garantias, mas indicam potencial expressivo. Portanto, comprar $BEST agora pode render diversos lucros para os holders.

A etapa final da pré-venda ganhou ainda mais força porque o ecossistema da carteira Best Wallet continua em construção. A plataforma prepara a integração com novas redes, ferramentas de staking, funcionalidades de governança e acesso antecipado a pré-vendas internas. Quem adquirir o token agora terá benefícios como taxas menores e participação nas votações que definirão o futuro do aplicativo.

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Aviso: Este artigo tem funcionalidade exclusivamente informativa, e não constitui aconselhamento de investimento ou oferta para investir. O CriptoFácil não é responsável por qualquer conteúdo, produtos ou serviços mencionados neste artigo. Recomendamos que você sempre faça sua própria pesquisa (DYOR) antes de tomar qualquer decisão financeira. Invista apenas o que você pode se dar ao luxo de perder.

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Nova stablecoin USDm arrecada US$ 250 mi em 3 minutos, mas problemas técnicos preocupam

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O lançamento da USDm, stablecoin atrelada ao dólar do projeto MegaETH, na última terça-feira (25), tinha tudo para ser um caso de estudo em sucesso de mercado. Em parceria com o protocolo Ethena, a MegaETH concebeu a stablecoin para revolucionar o modelo econômico de redes blockchain. O projeto utiliza rendimentos de reservas em títulos do Tesouro Americano tokenizados para subsidiar taxas de transação.

MegaETH
Investidores criticam equipe da MegaETH. Fonte: X.com

No entanto, o que prometia ser mais uma stablecoin de sucesso, transformou-se em um manual de como não conduzir o lançamento. Afinal, houve uma sucessão de erros técnicos que forçaram a equipe a recuar em seus planos originais.

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Começo com o pé esquerdo

A fase de pré-depósitos (um modelo de captação em que investidores bloqueiam fundos para receber a stablecoin no futuro) começou com um impasse técnico. Uma falha no provedor terceirizado derrubou o site do projeto assim que o evento começou, às 11 horas no horário de Brasília, e o manteve fora do ar por cerca de uma hora.

Mesmo assim, a recuperação do serviço, no entanto, mostrou que o projeto estava na mira dos investidores. O limite inicial de captação, estabelecido em US$ 250 milhões, foi totalmente preenchido em apenas três minutos.

Diante da resposta positiva do mercado, a MegaETH decidiu quadruplicar o limite de captação, elevando-o de US$ 250 milhões para US$ 1 bilhão.

Arrecadação saiu do controle

Foi nesse momento que a situação saiu definitivamente do controle. Para executar o aumento do limite, a equipe precisava autorizar uma transação em seu sistema de assinatura múltipla (multisig), uma carteira de segurança que exige a aprovação de várias chaves.

No entanto, um erro de configuração fez com que a transação, que deveria aguardar mais assinaturas, se tornasse executável por qualquer pessoa na blockchain.

Um membro da comunidade, identificado como @chud_eth, percebeu a falha e executou a transação 34 minutos antes do horário previsto pela equipe. Isso reabriu os depósitos prematuramente, e os fundos começaram a fluir novamente, atingindo rapidamente a marca de US$ 400 milhões.

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“Se você não gerenciar seus limites, o chud gerenciará por você.” brincou Chud, que liberou os depósitos antes da equipe do projeto.

Para recuperar o controle, a MegaETH primeiro estabeleceu um limite de US$ 400 milhões e, quando este foi rapidamente atingido, impôs outro de US$ 500 milhões. O caos se instalou a ponto de a equipe chegar a preparar uma segunda transação para o limite de US$ 1 bilhão, mas decidiu recuar diante da situação confusa.

Dessa forma, em um comunicado, a MegaETH anunciou que não prosseguiria com a expansão para US$ 1 bilhão. Além disso, em um gesto para acalmar os investidores, introduzirá uma opção de saque para os usuários que se sentiram incomodados com a turbulência e desejam reaver seus fundos.

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Acumulação recorde de baleias sinaliza tendência de alta do Ethereum

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Dados recentes divulgados pela Arab Chain destacam uma movimentação significativa dos maiores detentores de Ethereum (ETH), apontando para uma forte mudança de sentimento de longo prazo no mercado. As carteiras de grande porte, conhecidas como “baleias”, estão acumulando ETH em níveis históricos, um movimento que tradicionalmente precede fases de valorização substancial do ativo.

Ethereum
Grandes investidores aumentam apostas no Ethereum. Fonte: CryptoQuant

De acordo com a análise, o grupo de investidores que detém entre 10.000 e 100.000 ETH atingiu um marco impressionante. O saldo coletivo ultrapassou a marca de 21 milhões de ETH. Este é o maior volume já registrado desde o início da blockchain do Ethereum. Isso indica uma onda consistente de acumulação por parte desses “whales” de médio porte, especialmente durante os últimos meses, que testemunharam uma valorização gradual do preço em direção aos US$ 2.956.

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Acumulação institucional e redução de liquidez

A tendência de acumulação é ainda mais pronunciada entre os maiores players. O grupo mais influente, composto por carteiras com mais de 100.000 ETH, também aumentou suas posições de forma notável, elevando seu saldo para aproximadamente 4,3 milhões de ETH. Este crescimento reflete um claro voto de confiança de investidores institucionais e entidades com alta liquidez.

Esse fenômeno é corroborado por dados da Binance, que mostram que as reservas de Ethereum na exchange vêm caindo de forma constante desde setembro, chegando a cerca de 3,764 milhões de ETH em novembro. Esta redução contínua nas reservas das corretoras sugere uma migração significativa de ETH para carteiras de custódia fria (cold storage) ou contratos de staking.

Menos oferta, mais pressão de alta

A combinação desses fatores (acumulação agressiva pelos whales e retirada de ETH das corretoras) cria um cenário fundamentalmente sólido para o Ethereum. A redução da oferta imediatamente disponível para venda no mercado spot diminui a pressão vendedora e fortalece a probabilidade de uma tendência de alta sustentada no longo prazo.

Historicamente, cada onda de acumulação por parte desses grandes detentores coincide com a formação de fortes bases de suporte para o preço. Frequentemente, essa tendência funciona como um trampolim para movimentos bull market expressivos.

O comportamento atual das baleias, portanto, não é apenas um reflexo da confiança no futuro do Ethereum, mas também um indicador técnico que sugere a construção de um piso sólido para a próxima fase de valorização da criptomoeda. O mercado observa atento se esse acúmulo recorde será, de fato, o combustível para a próxima grande alta do ETH.

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Pi Network pode cair 20% se não ultrapassar resistência, revela análise

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A Pi Network (PI) opera em alta nesta quarta-feira (26). Mesmo assim, ainda não conseguiu romper uma resistência decisiva, que pode definir o futuro da altcoin.

A PI tem tido um dos melhores desempenhos do mercado nos últimos dias. O preço da PI subiu cerca de 20% desde 15 de novembro, superando grande parte das principais criptomoedas.

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No entanto, a análise técnica mostra que esse movimento não impede que novas quedas expressivas ocorram. Alguns sinais reforçam a possibilidade de correções fortes nos próximos dias. Entenda abaixo o motivo.

Resistência trava compradores e pode gerar queda na Pi Network

O gráfico diário mostra o preço da Pi Network dentro de uma cunha de alta. O padrão exibe topos e fundos ascendentes, o que mostra algum controle por parte dos compradores.

Porém, o ativo enfrenta uma resistência muito forte em US$ 0,26. Na semana passada, um toque nessa região gerou queda de 15%. Na primeira semana do mês, o mesmo nível provocou outra retração, de 22%.

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Caso a rejeição se repita agora, um topo triplo pode ser formado nesse ponto. Esse padrão é conhecido como sinal claro de reversão na análise técnica. Por isso, um novo ciclo de queda pode começar ainda esta semana caso não haja uma resistência.

Gráfico da Pi Network (PI) no TradingView
Gráfico da Pi Network (PI) no TradingView

Nesse caso, a PI deve testar novamente a linha de suporte da cunha, atualmente em US$ 0,23. Uma perda clara desse suporte pode desencadear um movimento ainda mais forte.

Assim, a altcoin pode cair até o suporte psicológico de US$ 0,20. Essa região representaria queda de cerca de 20% em relação ao preço atual.

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Indicadores reforçam risco

Os indicadores técnicos reforçam que um novo recuo é o cenário mais provável. No gráfico de 4 horas, o RSI está muito perto do nível de 70, o que indica que novos saltos colocariam a PI em zona de sobrecompra.

Geralmente, esse cenário antecede correções mais fortes. Assim, qualquer tentativa de alta pode perder força rapidamente.

Além disso, o ADX falhou em romper a faixa dos 20 pontos durante a última alta. Dessa forma, indica que os compradores têm pouca força no mercado.

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Gráfico da Pi Network (PI) no TradingView
Gráfico da Pi Network (PI) no TradingView

Enquanto isso, o gráfico semanal amplia o alerta. A resistência de US$ 0,26 também é um ponto crítico nesse período. Se o rompimento não ocorrer, a PI pode encerrar o salto corretivo iniciado em outubro. Nesse caso, o preço pode cair até o fundo em US$ 0,15 nas próximas semanas.

Por outro lado, ainda existe esperança. Se a PI romper com força acima do nível de retração de 0,382, o cenário muda. Esse rompimento pode levar o ativo até a zona de ouro da Fibonacci, entre os níveis de 0,5 e 0,618.

Gráfico da Pi Network (PI) no TradingView
Gráfico da Pi Network (PI) no TradingView

Um teste dessa faixa colocaria a PI perto de US$ 0,31. Esse avanço representaria salto de aproximadamente 25%. Porém, esse seria um movimento para médio prazo.

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Pepe Node ganha força enquanto traders buscam novas alternativas

Enquanto a PI enfrenta resistência, alguns traders começam a observar alternativas no mercado. Nesse sentido, o Pepe Node (PEPENODE) aparece entre os de mais destaque.

O projeto combina mineração virtual, gamificação e staking com rendimentos elevados, que superam os 500%. O modelo deflacionário também é destaque. O projeto queima 70% dos tokens usados em melhorias internas.

Atualmente, mais de 1,1 bilhão de tokens estão em staking. Esse volume mostra grande adesão da comunidade. O interesse no projeto tende a aumentar, especialmente enquanto ativos como a PI lutam para romper resistências.

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Análise aponta que o Bitcoin está pronto para recuperação rumo a US$96 mil

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A queda recente do Bitcoin para a região dos US$ 80.500 colocou o ativo novamente em um ponto que muitos analistas consideram historicamente favorável para novas tendências de alta no mercado financeiro.

Indicadores on-chain, como Puell Multiple e MVRV Z-score, entram em níveis associados a subvalorização, enquanto o preço volta a reagir e rompe estruturas importantes no gráfico.

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Bitcoin Puell Multiple

O BTC já acumula uma recuperação de cerca de 8,6% a partir das mínimas locais. Assim, reacendeu expectativas de que o preço possa avançar até a região dos US$ 96 mil em breve.

Nas últimas sessões, o BTC já recuperou parte das perdas. Com isso, abriu espaço para uma leitura mais construtiva de curto prazo, e o mercado se mantém otimista, atento aos próximos movimentos.

Puell Multiple retorna à zona de desconto e sinaliza condições de subvalorização

Dados da CryptoQuant mostram que o Puell Multiple, indicador que compara a receita diária dos mineradores com a média anual, voltou para a chamada zona de desconto após o recuo para os US$ 80.500.

Com o indicador em 0,86, o mercado sugere que os mineradores estão com receitas abaixo da média anual. Este é um comportamento frequentemente associado à pressão e, em alguns casos, capitulação. Historicamente, leituras abaixo de 1,0 antecederam reversões importantes no preço do Bitcoin.

O comportamento é semelhante ao observado em abril de 2025, quando o BTC era negociado perto dos US$ 75 mil. Naquele momento, a métrica também estava na faixa de desconto. Mas na sequência, o preço avançou cerca de 50% nas semanas seguintes, atingindo seu recorde histórico de US$ 112 mil em maio.

A análise da CryptoQuant reforça que momentos em que o Puell Multiple entra na zona de desconto costumam marcar fases de pessimismo excessivo. Isso ocorre justamente quando novos ciclos de alta começam a se formar.

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Além disso, indicadores complementares reforçam o cenário:  o MVRV Z-score, métrica da Capriole Investments, caiu para 1,13, aproximando-se da faixa inferior do indicador. Quando o MVRV Z-score atinge níveis semelhantes, o mercado costuma interpretar o movimento como sinal de que o ativo está sendo negociado abaixo de seu valor justo.

Movimentos como esse também foram observados no final de 2023. Isso foi pouco antes de o Bitcoin protagonizar um rali superior a 80% no último trimestre daquele ano.

Rompimento de bull flag abre caminho para US$ 96.800após rompimento de resistência

Além das métricas on-chain, o gráfico de preço também sugere um cenário mais favorável no curto prazo.

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O Bitcoin já subiu cerca de 8,6% desde a mínima recente na região dos US$ 87.200. O preço agora testa novamente esse nível na tentativa de confirmar a quebra como suporte — passo necessário para validar a estrutura de alta.

Se o rompimento for confirmado, o padrão projeta um alvo técnico próximo de US$ 96.800, o que representaria um avanço de mais de 10% a partir dos níveis atuais.

O índice de força relativa (RSI) também saiu da zona de sobrevenda e retornou para a casa dos 50 pontos, sugerindo melhora no momentum após o período de fortes liquidações.

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Apesar disso, parte do mercado mantém alguma prudência. O veterano trader Peter Brandt alertou que a recuperação recente até a casa dos US$ 89 mil pode se tratar de um “dead cat bounce”, antes de uma possível nova perna de queda.

Segundo ele, um movimento final de alavancagem forçada abaixo dos US$ 80 mil ainda não está totalmente descartado após o forte evento de liquidação dos últimos dias.

Bitcoin Hyper ganha destaque enquanto investidores buscam oportunidades ligadas ao ecossistema BTC

Bitcoin Hyper
Pré-venda do Bitcoin Hyper se aproxima dos US$ 30 mi.

Com o Bitcoin se movendo entre sinais de retomada e pontos de atenção no curto prazo, projetos ligados diretamente ao ecossistema do BTC voltam ao radar de investidores.

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Entre eles está o Bitcoin Hyper, uma solução de camada 2 que permite, por exemplo, a criação de dApps, jogos, produtos DeFi e NFTs sobre a rede do Bitcoin.

O diferencial do Bitcoin Hyper é a compatibilidade com a Solana Virtual Machine (SVM). Assim, oferece transações mais rápidas e escaláveis, sem abrir mão da segurança da blockchain do BTC.

A estrutura permite que desenvolvedores criem aplicações com a mesma eficiência encontrada em redes de alta performance, aproveitando a robustez do Bitcoin como camada base. Em suma, essa combinação tem colocado o projeto entre as criptomoedas promissoras observadas de perto por analistas e comunidades cripto.

A pré-venda do token HYPER já ultrapassa os US$ 28,5 milhões e vem ganhando tração entre investidores que acompanham o segmento de pré-venda de criptomoedas. O token pode ser adquirido pelo site oficial ou pela carteira Best Wallet, parceira do projeto.

No atual momento de mercado, o Bitcoin Hyper se posiciona como uma alternativa observada de perto por quem busca exposição a iniciativas inovadoras dentro do próprio universo Bitcoin.

Visite o Bitcoin Hyper Agora

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Contagem regressiva: Best Wallet Token termina em 48h – próxima cripto a explodir?

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A pré-venda do Best Wallet Token entrou em seu momento mais decisivo e, mesmo assim, continua chamando atenção em um mercado marcado por forte tensão. O projeto já arrecadou US$ 17,2 milhões, um número expressivo porque surgiu durante a queda do Bitcoin, que recuou mais de 30% no mês e chegou a tocar US$ 80 mil. Esse desempenho, portanto, virou um sinal claro de confiança no potencial do token.

Agora, com apenas 48 horas até o encerramento oficial da oferta, o movimento ao redor do ativo cresce rapidamente. Muitos investidores aguardavam números mais sólidos e passaram a agir depois da atualização mais recente. Assim, o token aparece entre os mais comentados do ciclo atual e reforça a força da comunidade que se formou ao redor da Best Wallet.

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Além disso, o projeto ganhou velocidade desde o lançamento. O Best Wallet Token funciona como o ativo oficial da Best Wallet, uma carteira de autocustódia criada em Londres e distribuída na rede Ethereum. O aplicativo se destacou porque entrega dados de mercado, sentimento dos investidores e listas de tokens em alta. Esses recursos, sempre atualizados, construíram uma identidade própria e atraíram usuários que acompanham o mercado diariamente.

A empresa, inclusive, trabalha com uma meta ambiciosa: conquistar 40% do mercado global de carteiras até 2026. Embora ousada, a projeção ajuda a explicar o interesse crescente pela pré-venda. O ecossistema segue em expansão e isso reforça a tese de longo prazo defendida pela equipe. Os números superam as expectativas iniciais da carteira Best Wallet e mostram que diferentes perfis de investidores enxergam utilidade no projeto.

Best Wallet Token

Os primeiros dias da oferta confirmam esse ritmo acelerado. A fase inicial, exclusiva para usuários da carteira, ultrapassou US$ 167 mil em apenas 24 horas. Uma semana depois, o montante chegou a US$ 400 mil. Ao final da etapa restrita, a arrecadação já superava US$ 1 milhão, ampliando a visibilidade da iniciativa e atraindo novos compradores nas fases seguintes.

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Com o avanço das rodadas, a pré-venda manteve consistência e agora supera US$ 17 milhões. O formato por etapas colaborou para esse ritmo, já que o preço do token sobe gradualmente. Por isso, muitos investidores anteciparam a compra para evitar novos reajustes. Esse comportamento aumentou ainda mais a demanda nas últimas semanas.

Os comparativos históricos ajudam a reforçar a tese. Projetos como Ethereum e Cardano passaram por longas pré-vendas antes de alcançar relevância mundial. Embora isso não garanta valorização futura, parte da comunidade analisa esses padrões e busca tokens com ecossistemas completos e utilidade real, que tendem a resistir a ciclos longos do mercado.

As análises de preço do token $BEST indica um cenário positivo, mesmo sujeito às condições gerais do setor. Estimativas sugerem que o token pode alcançar US$ 0,9999 até 2030, caso o plano de expansão seja cumprido e o número de usuários cresça como previsto. Especialistas, porém, lembram que previsões não representam garantia, apesar de apontarem potencial relevante.

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A última etapa da pré-venda ganha força porque o ecossistema da Best Wallet continua em construção, por isso, comprar $BEST agora pode trazer grande lucro para os holders. A plataforma prepara novas funções, como suporte a mais redes, ferramentas de staking e acesso antecipado a pré-vendas internas. Além disso, compradores do token terão benefícios importantes, como taxas reduzidas e participação em votações do aplicativo.

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Stablecoins em exchanges atinge mínima histórica

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A liquidez do mercado de criptomoedas entrou em um ponto crítico após a queda histórica das stablecoins nas exchanges, especialmente na Binance. De acordo com uma nova atualização da CryptoQuant, o fluxo de stablecoins atingiu o nível mais baixo já registrado no momento em que o Bitcoin recuou da faixa de US$ 100 mil para a região dos US$ 80 mil. Esse movimento revela um enfraquecimento estrutural que preocupa analistas e investidores.

O indicador, conhecido como Exchange Stablecoins Ratio, compara o volume disponível de stablecoins com o valor total de Bitcoin mantido nas plataformas de negociação. Quando o índice cai, a oferta de liquidez imediata também diminui. A análise mostra que o declínio não representa uma oscilação pontual, mas sim um colapso contínuo que se intensifica há dois anos. Esse cenário limita o mercado porque reduz drasticamente o poder de compra disponível para reagir às quedas.

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A baixa quantidade de stablecoins também afeta diretamente o desempenho do Bitcoin. Com menos liquidez, toda tentativa de alta perde força rapidamente. Mesmo quando surge um movimento de recuperação, o rali costuma durar pouco porque o volume comprador não sustenta a pressão. Cada tentativa de reação coincide com uma queda ainda mais acentuada do indicador, sinalizando ausência de capital novo entrando no mercado.

Essa falta de liquidez gerou um fenômeno conhecido como “gap de liquidez”. Sem compradores suficientes, o preço do Bitcoin fica mais vulnerável a quedas bruscas. Assim, movimentos de venda relativamente moderados conseguem derrubar o mercado de maneira rápida e intensa, já que não existe um colchão de stablecoins para absorver a pressão.

Stablecoins em queda nas exchanges

Stablecoins em queda nas exchanges

Além disso, os suportes técnicos tornam-se mais frágeis. Para que um fundo sólido se forme, o mercado cripto precisa de entradas constantes de capital, compras agressivas nas quedas e presença ativa de investidores dispostos a defender níveis importantes. No entanto, nada disso aparece no cenário atual. Por isso, analistas veem risco de o Bitcoin recuar até a região dos US$ 72 mil, caso o volume vendedor aumente.

A divergência entre preço e liquidez fica clara no gráfico. Enquanto o Bitcoin oscila entre máximas e correções, a linha que representa o fluxo de stablecoins cai de forma contínua. Essa diferença mostra que a liquidez está desaparecendo mais rápido do que o preço consegue estabilizar, criando um ambiente de vulnerabilidade crescente.

Para que o quadro mude, o mercado precisa de novos aportes, seja por meio de depósitos de stablecoins ou retorno de investidores dispostos a assumir posições de risco. Até o momento, nenhum desses sinais surgiu. A queda do indicador prossegue, e a ausência de entradas sugere que o mercado pode entrar em uma fase mais defensiva.

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Kraken expande app com cartão de débito e conta salário para competir com bancos

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A Kraken iniciou a implementação global de uma série de novas funcionalidades para seu aplicativo financeiro Krak. O conjunto de atualizações inclui um cartão de débito com cashback, a opção de depósito de salário e cofres de alto rendimento. O objetivo da empresa é transformar o Krak em concorrente direto de contas bancárias tradicionais e neobancos.

O anúncio ocorre durante uma reconfiguração do mercado financeiro europeu, onde a nova regulamentação MiCA (Markets in Crypto-Assets) está criando uma corrida entre neobancos e empresas de criptomoedas pelo domínio do continente. Recentemente, o neobanco britânico Revolut concluiu uma rodada de financiamento que aumentou sua valuation em mais de 66% em um ano, após anunciar uma série de medidas no setor de cripto, incluindo o desenvolvimento de uma stablecoin própria.

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Cartão multiativos e cashback

Lançado em junho, o app Krak já foi baixado mais de 450.000 vezes em mais de 130 países. A plataforma permite que usuários enviem mais de 400 tipos de ativos, entre moeda fiduciária e criptomoedas, para mais de 160 países. As novas ferramentas representam uma evolução estratégica, posicionando o Krak como um aplicativo financeiro integral para gastos, envios e poupança.

O carro-chefe da iniciativa é o Krak Card, um cartão de débito físico e virtual que permite pagamentos combinando saldos em moeda tradicional e criptomoedas. Usuários podem realizar uma compra de £100 utilizando £80 em dinheiro tradicional e £20 em Bitcoin ou Ethereum, com conversão instantânea no momento da transação.

Todas as compras geram 1% de cashback, pago em moeda local ou Bitcoin, sem limites de acumulação. O cartão não cobra taxas de câmbio, mensalidades ou tarifas para saques em caixas eletrônicos worldwide.

Rendimento automatizado e conta salário

A plataforma introduziu os “Cofres” (Vaults), que direcionam fundos para protocolos DeFi auditados buscando retornos de até 10% ao ano. As estratégias são gerenciadas por curadores especializados e oferecem diferentes perfis de risco.

Simultaneamente, a Kraken implementará contas salário com IBANs nominais para usuários europeus.Futuras automações converterão os depósitos automaticamente em stablecoins com rendimento, alocarão os valores em Cofres ou os usarão para comprar criptomoedas.

Vantagem regulatória

A licença MiCA que o Banco Central da Irlanda concedeu à Kraken sustenta esta expansão, permitindo que a empresa acesse todo o Espaço Econômico Europeu. A autorização coloca a empresa em posição vantajosa enquanto stablecoins não conformes enfrentam restrições no mercado europeu.

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A Kraken enfatiza que mantém reservas fiduciárias em contas segregadas na proporção 1:1, conforme exigido por suas licenças de Instituição de Mercado de Capitais. Além disso, a empresa destaca que já colocou em circulação sua própria stablecoin lastreada em Libra Esterlina, integrada ao ecossistema Krak.

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