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Bitcoin Hoje 06/01/2025: BTC trava nos US$ 95 mil enquanto memecoins disparam com volume recorde

Bitcoin x Memecoins

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Bitcoin entrou na primeira semana útil do ano exibindo força, mas também enfrentando limites claros. O ativo tocou US$ 94.800 na segunda-feira, seu ponto mais alto desde meados de novembro, antes de recuar para a faixa de US$ 93.600. O movimento dividiu o mercado entre quem vê resistência firme e quem aposta em um rompimento capaz de empurrar o preço até US$ 98.900, região que funcionou como piso entre junho e novembro.

Apesar da cautela em torno do BTC, o restante do mercado exibiu sinais de apetite por risco, especialmente no universo das memecoins — novamente protagonista do fluxo varejista.

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Bitcoin Hoje 06/01/2026
Fonte: Coinmarketcap

Bitcoin oscila perto da resistência enquanto altcoins aceleram

O BTC repetiu um comportamento observado em dezembro: aproxima-se da zona dos US$ 95 mil e perde força, o que incentiva vendedores a abrir posições vendidas. Porém, analistas destacam que um rompimento consistente desse nível poderia destravar uma corrida até a faixa dos US$ 98.900, onde o mercado encontrou forte suporte durante boa parte de 2025.

Enquanto isso, SUI disparou 16% em 24 horas, impulsionada por especulações sobre a possível integração de recursos de privacidade após a publicação de um estudo técnico da Mysten Labs. A performance reforçou uma tendência já em curso no ativo, que também avançou mais de 3% desde a meia-noite (UTC).

O XRP manteve o ritmo acelerado da virada do ano. O token acumula 29% de alta desde 1º de janeiro, uma das melhores performances entre as grandes criptomoedas.

Explosão no mercado de memecoins reacende interesse varejista

O destaque do dia veio da Solana. O serviço Pump.fun — plataforma que cria e lista memecoins automaticamente — atingiu US$ 1,27 bilhão em volume diário, o maior da sua história. O número mostra que o varejo voltou a operar com intensidade no setor que dominou a narrativa em 2023 e 2024.

O CoinDesk Memecoin Index (CDMEME) subiu 1,5%, acumulando 19% de ganho no ano e sinalizando forte renovação de fluxo em tokens de alta volatilidade. Na BNB Chain, os chamados “Four Meme”, um conjunto de ativos populares entre comunidades chinesas, também registraram forte movimento.

Apesar do entusiasmo, indicadores técnicos sugerem cautela. O RSI médio do mercado está em zona de sobre-compra, o que costuma antecipar fases curtas de realização de lucros.

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Derivativos mostram liquidações pesadas e alavancagem moderada

As próximas sessões podem trazer mais volatilidade. Somente nas últimas 24 horas, US$ 400 milhões em posições futuras foram liquidados, sendo US$ 200 milhões em shorts, mostrando que muitos apostaram incorretamente em queda.

O open interest global de BTC permaneceu estável em 660 mil BTC, enquanto o de XRP saltou para 2 bilhões de unidades — o maior nível desde outubro. As funding rates seguem levemente positivas na maior parte do mercado, embora SOL, TRX, ZEC, SHIB e UNI apresentem taxas negativas, indicando aumento de posições vendidas.

No mercado de opções, a volatilidade implícita de 30 dias do BTC voltou de 47% para 44%, sinalizando ambiente ainda calmo. Na Deribit, o viés por puts continuou diminuindo, com traders buscando exposição via calls.

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Bitcoin está testando uma resistência importante enquanto altcoins e memecoins lideram a alta. Porém, com RSI elevado, liquidações intensas e fluxo predominantemente varejista, o mercado pode enfrentar correções rápidas caso o BTC falhe novamente ao romper os US$ 95 mil.

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Ledger enfrenta novo incidente externo, mas reafirma proteção total das carteiras

Ledger

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A fabricante de carteiras de criptomoedas Ledger confirmou uma violação de dados envolvendo a plataforma Global-e, responsável por gerenciar parte das operações de e-commerce do site Ledger.com. A empresa afirmou, porém, que nenhum ativo digital, frase de recuperação ou informação sensível relacionada às carteiras foi comprometido.

A companhia, sediada em Paris e conhecida mundialmente pelos dispositivos Nano e Stax, reforçou que seus produtos permanecem seguros, mesmo diante do incidente externo. A Ledger já vendeu mais de 7,5 milhões de carteiras e estima que seus dispositivos protejam cerca de 20% de todos os criptoativos existentes.

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Violação atingiu dados de pedidos, mas não afetou ativos ou senhas

Em comunicado enviado por e-mail, a Ledger explicou que a quebra de segurança ocorreu exclusivamente na infraestrutura da Global-e, uma plataforma de pagamentos e comércio internacional usada por diversas grandes marcas globais.

Segundo a empresa, o ataque envolveu “acesso não autorizado a dados de pedidos”, afetando clientes que realizaram compras no Ledger.com com a Global-e como “merchant of record”.

A Ledger ressaltou que nenhum dado crítico relacionado ao ecossistema cripto foi exposto.

“Global-e não tem acesso às frases de recuperação, saldos em blockchain ou qualquer informação privada dos usuários. Importante: nenhuma informação de pagamento foi envolvida.”, afirmou a companhia.

A Global-e, listada na Nasdaq sob o ticker GLBE, atende centenas de varejistas internacionais, incluindo Victoria’s Secret, Adidas, Alo Yoga e Marc Jacobs.

Ledger reage com investigação e relembra incidentes anteriores

A Ledger informou aos usuários que contratou especialistas forenses independentes para investigar o incidente e mapear possíveis impactos adicionais.

O episódio reacende preocupações sobre vulnerabilidades em sistemas de terceiros conectados à empresa. Em dezembro de 2023, o kit Ledger Connect sofreu um ataque após um ex-funcionário cair em um golpe de phishing, permitindo que código malicioso fosse inserido no pacote JavaScript usado por dApps.

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Na época, a Ledger chegou a orientar os usuários a suspendê-los temporariamente até que a falha fosse corrigida.

Apesar do histórico de incidentes envolvendo parceiros e integrações externas, a empresa reforça que sua arquitetura de carteiras permanece isolada e protegida, já que opera em modelo autocustodial, no qual apenas os usuários têm acesso às chaves privadas.

Enquanto a investigação avança, a Ledger afirma estar reforçando processos internos e exigindo auditorias adicionais de fornecedores externos. Mesmo com o susto, a mensagem central permanece clara: as carteiras Ledger continuam seguras, e nenhum risco imediato foi identificado para ativos digitais dos clientes.

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3 Memecoins promissoras para acompanhar no Início de 2026

Memecoins

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O mercado cripto iniciou 2026 com um “reset” típico de virada de ciclo, bagunçando o posicionamento de curto prazo. Enquanto o Bitcoin voltou a flertar com a região dos US$ 90 mil — chegando a US$ 92,5 mil nesta segunda-feira (05/01/2026) — e o Ethereum se manteve acima de US$ 3,1 mil, o movimento mais perceptível foi a retomada do apetite por memecoins, que voltaram a atrair capital, volume e atenção dos investidores.

O que mais importa aqui não é o número redondo. É o mecanismo por trás do movimento: os ETFs spot voltaram a captar forte logo no primeiro pregão útil do ano. Na sexta (02/01/2026), os ETFs de Bitcoin registraram US$ 471,3 milhões de entrada líquida e os de Ethereum mais US$ 174,5 milhõesUS$ 645,8 milhões somados, segundo dados citados pela via Farside.

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Ainda assim, o risco está no macro: a conversa de inflação persistente (com o boom de investimentos em IA pressionando custos) pode reprecificar juros e azedar o apetite por risco. E, em ciclos anteriores, quando essa chave vira, o mercado costuma punir primeiro os ativos mais “de narrativa” — memecoins incluídas.

Nesse cenário, memecoins promissoras voltam a ganhar tração por um motivo simples: quando o mercado sai do modo defensivo, a busca por assimetria reaparece. E é aí que entram três projetos com narrativas bem diferentes — incluindo uma pré-venda que está chamando atenção por transformar “mineração” em jogo (sem hardware, sem dor de cabeça). Para quem quer se aprofundar, vale ver também este guia de como comprar PEPENODE.

PEPENODE ($PEPENODE) — A primeira memecoin “mine-to-earn” do mundo

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PEPENODE tenta resolver um problema real do varejo: mineração é chata, técnica e, para a maioria, inviável. A proposta aqui é “mine-to-earn” com uma camada de gamificação: Virtual Mining System, Tiered Node Rewards e um dashboard que parece mais um jogo do que um painel de rig. (E sim, essa é a graça.)

O uso é direto: você compra e customiza Miner Nodes, faz upgrades de “facilities” para aumentar performance e ganha recompensas em meme coins — o projeto cita PEPE e Fartcoin como exemplos de recompensas. O detalhe estratégico é o pós-TGE: a ativação de gameplay depois do evento de geração do token tenta manter engajamento quando a euforia inicial passa. Francamente, é uma aposta inteligente, porque muita pré-venda morre justamente no “dia seguinte”.

Na parte de tração, os números são claros: a pré-venda já arrecadou $2,550,456.64, com tokens a $0.0012161. Não há dado de whale activity disponível. Para staking, o projeto indica “Buy and Stake” durante a pré-venda com retornos turbinados para early participants (sem APY fixo divulgado) — o que é bom para flexibilidade, mas também exige atenção, já que a taxa não vem “travada”.

Maxi Doge ($MAXI) — Cultura de alavancagem 1000x com competições

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Maxi Doge é meme coin com uma estética assumidamente “degenerada”: um cachorro de 240 lb como símbolo da mentalidade de 1000x leverage. Pode soar exagerado — e é — mas essa caricatura funciona como cola social para comunidade, que é o verdadeiro “produto” em meme tokens.

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O diferencial está nos mecanismos de retenção: competições de trading para holders, com leaderboard rewards, e um Maxi Fund (tesouraria) voltado a liquidez e parcerias. Isso importa porque meme coin sem agenda vira só volatilidade; com eventos recorrentes, você cria ciclos de atenção e dá um motivo para a comunidade continuar “cozinhando” engajamento entre um pump e outro.

Em termos de demanda, a pré-venda também está robusta: a pré-venda arrecadou $4,413,001.72, com tokens a $0.0002765. O staking vem com Dynamic APY, o que normalmente significa taxa variável conforme adesão e condições do pool — bom para adaptação, mas você vai precisar acompanhar de perto. Se você quiser um panorama mais amplo, confira também a previsão de preço do Maxi Doge ($MAXI) para 2025–2030.

Ponke (PONKE) — Memecoin na Solana feito para velocidade

Ponke

Ponke (PONKE) é uma memecoin na Solana mirando traders e comunidades de games, com a vantagem óbvia da rede: transferências rápidas e baratas. Segundo dados de listagem, o projeto enfatiza utilidades de engajamento (incluindo a feature “helmet”) e ampla acessibilidade por estar listado em grandes exchanges.

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O que muita cobertura perde é o “porquê” de isso funcionar em Solana: meme coin vive de rotação rápida, e custo/latência viram parte da experiência. Se você precisa pagar caro para entrar e sair, o meme perde tração antes mesmo de viralizar. Não é bem “tecnologia profunda” — é fricção. E fricção mata.

Como termômetro de mercado, a atividade segue alta no início de janeiro de 2026, com participação constante. Em posicionamento, o token aparece por volta do #813, com marketcap perto de US$ 16M (sem dados de pré-venda/afiliado aqui).

Com $BTC retomando a região de US$ 90 mil e ETFs voltando a captar forte no início de 2026, o apetite por risco reaparece. Nesse clima, PEPENODE, Maxi Doge e Ponke disputam atenção — com PEPENODE se destacando pela narrativa “mine-to-earn” gamificada e tração de pré-venda. Para uma visão mais “de longo prazo”, veja também a previsão de preço do PEPENODE ($PEPENODE) para 2025–2030.

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PwC acelera expansão no setor cripto após nova postura regulatória dos EUA

PwC acelera expansão no setor cripto após nova postura regulatória dos EUA

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PwC decidiu ampliar sua atuação no mercado cripto após uma mudança clara no ambiente regulatório dos Estados Unidos. A avaliação foi feita pelo CEO Paul Griggs, que destacou avanços legislativos e novas lideranças em órgãos federais como fatores centrais para a guinada.

Segundo Griggs, a chegada de novos reguladores e a aprovação do GENIUS Act, acompanhada do avanço nas regras para stablecoins, criaram um cenário mais previsível. Essa combinação, afirma, finalmente deu espaço para que grandes empresas voltassem a olhar o setor com menos desconfiança e mais estratégia.

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“Essas mudanças dão convicção para avançar nesse produto e nessa classe de ativos”, disse Griggs ao Financial Times. Ele acrescentou que a tokenização deve continuar ganhando força e que a PwC “precisa estar dentro desse ecossistema” para atender clientes globais.

Regulação mais clara reacende apetite corporativo

A PwC integra o grupo das “Big Four”, que reúne as quatro maiores empresas de auditoria e serviços profissionais do mundo. Com receitas globais de US$ 56,9 bilhões, a companhia vinha adotando postura cautelosa após anos de incertezas regulatórias e episódios que abalaram a confiança no setor.

Agora, porém, o movimento é de expansão. Griggs disse que a empresa aumentou equipes, formou especialistas e reforçou estruturas operacionais para absorver a crescente demanda por serviços ligados a ativos digitais.

A PwC oferece desde consultoria regulatória e auditoria até suporte em cibersegurança, gestão de carteiras, governança e integração de tokens em processos corporativos. A base de clientes inclui exchanges, bancos tradicionais que estudam entrar no setor, governos, reguladores e bancos centrais.

“Não vamos entrar em um negócio para o qual não estamos preparados para entregar”, afirmou o CEO. Ele explicou que, nos últimos 10 a 12 meses, a empresa acelerou contratações e ampliou sua capacidade para atender à procura por soluções envolvendo ativos digitais.

Big Four agora competem também no universo cripto

O interesse não é exclusivo da PwC. As outras gigantes globais também avançam no setor. A Deloitte oferece consultoria em blockchain e mantém alianças com empresas como Ava Labs, Bitwave e Chainalysis. A Ernst & Young (EY) incluiu estratégia cripto e suporte tributário em seu portfólio, enquanto a KPMG reforçou auditorias especializadas, serviços de segurança digital e uma rede consultiva para ativos digitais.

O avanço simultâneo das Big Four reforça um sinal claro: o setor cripto deixou de ser visto como uma aposta especulativa e passou a ocupar espaço estratégico nas transformações tecnológicas e financeiras.

Com reguladores dos EUA criando regras mais estáveis para stablecoins, custódia e tokenização, empresas como a PwC entendem que o risco institucional diminuiu — e as oportunidades cresceram.

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No curto prazo, especialistas esperam aumento na demanda por auditorias especializadas, mapeamento de riscos e integração de infraestruturas blockchain. No longo prazo, a disputa deve girar em torno de quem consegue oferecer serviços mais completos em um mercado que só tende a se sofisticar.

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Bitcoin Hoje 05/01/2026: Cripto inicia 2026 em alta com BTC tocando em US$ 93 mil após liquidações em massa

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Bitcoin iniciou a primeira semana útil do ano com força renovada e, mesmo em meio a um cenário geopolítico tenso, mostrou apetite de risco entre traders. O ativo tocou rapidamente os US$ 93.000, aproveitando um fluxo comprador forte após os EUA derrubarem o governo venezuelano, enquanto o mercado ajustou posições e ampliou a recuperação iniciada no final de 2025. O movimento consolidou um início de ano volátil, porém amplamente positivo, para as principais criptomoedas.

Apesar do recuo posterior, o BTC manteve ganhos de cerca de 1% no dia e 3% na semana, reforçando o sentimento de que o mercado ainda tenta reprecificar riscos e oportunidades. O Ethereum avançou até a região de US$ 3.160, enquanto XRP subiu cerca de 3% acima de US$ 2,10, preservando o ritmo acelerado de janeiro. A Solana se estabilizou em US$ 136, e a Dogecoin liderou entre as grandes, acumulando alta semanal de 17% mesmo com leve correção no intraday.

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Pressão sobre vendedores dispara após Us$ 260 milhões em liquidações

No mercado de derivativos, a reação foi imediata. As liquidações ultrapassaram US$ 260 milhões em 24 horas, e vendedores a descoberto (shorts) responderam por US$ 200 milhões desse total. O movimento expôs um posicionamento amplamente pessimista que ficou vulnerável diante do salto repentino de preços.

Nas quatro horas mais intensas do pregão, mais de US$ 121 milhões em shorts foram eliminados, contra menos de US$ 9 milhões em posições compradas. Mesmo assim, dados da HyperDash mostraram que, na Hyperliquid, 54,4% das liquidações ainda vinham de shorts, um sinal claro de que parte do mercado insistiu em operar contra a tendência.

Esse desmonte acelerado de posições reforçou a pressão de compra técnica e ajudou o Bitcoin a testar, ainda que brevemente, a barreira dos US$ 93.000.

Rally acompanha commodities e bolsas asiáticas

O avanço das criptomoedas ocorreu em sintonia com ativos de risco globais. Índices asiáticos renovaram recordes, impulsionados por ações de tecnologia e pelo otimismo com a continuidade do ciclo de investimentos em IA. Já o ouro voltou a superar US$ 4.400, enquanto a prata registrou valorização ainda maior.

O petróleo Brent oscilou após a captura do presidente venezuelano Nicolás Maduro, mas se estabilizou depois da sinalização do governo americano de que não pretende avançar com intervenção militar ampla caso a liderança interina coopere com Washington.

Para Jeff Mei, COO da BTSE, o comportamento do mercado reflete uma busca clara por assimetrias. “No início do ano, os traders estão entrando para explorar ineficiências de preço, já que as criptomoedas continuam longe de suas máximas, enquanto ações e metais seguem em topos históricos.”

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O clima permanece instável, mas o mercado parece disposto a testar novos patamares caso o fluxo comprador se mantenha especialmente se o BTC conseguir superar de forma consistente a região dos US$ 90.000.

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Chile vira à direita, mas é o gigante das pensões que decide o futuro do Bitcoin

Chile vira à direita, mas é o gigante das pensões que decide o futuro do Bitcoin

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O Chile vive uma virada política marcante após a vitória de José Antonio Kast, que conquistou a presidência com cerca de 58% dos votos. A mudança gerou expectativas no mercado financeiro e também acendeu especulações no mundo cripto sobre um possível caminho parecido com o de El Salvador. No entanto, enquanto parte da comunidade imagina um “momento Bukele”, especialistas alertam que existe um sinal silencioso de US$ 229 bilhões que pesa muito mais.

O resultado eleitoral apontou para um Chile mais conservador, focado em segurança e crescimento econômico. A reação imediata dos mercados reforçou esse diagnóstico. O peso chileno se fortaleceu e as ações locais subiram, impulsionadas pela expectativa de menos burocracia e mais investimento privado.

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Instituições chilenas seguem uma rota diferente de El Salvador

Apesar da retórica dura contra o crime e da aproximação ideológica com líderes como Nayib Bukele e Javier Milei, o Chile opera em outra lógica. A comparação com El Salvador é tentadora, mas enganosa. O sistema chileno está ancorado em três pilares institucionais que impedem mudanças radicais, especialmente no campo monetário.

O Banco Central do Chile mantém postura técnica e cautelosa. O órgão publicou análises sobre moeda digital (CBDC) e ajudou a implementar o regime de open finance previsto na Lei Fintech. Essa estrutura reduz o espaço para iniciativas abruptas, como transformar o Bitcoin em moeda corrente.

O segundo pilar é ainda mais significativo: o sistema de pensões, um gigante que ultrapassou US$ 229,6 bilhões em ativos no fim de 2025. Esses recursos só podem ser movidos dentro de regras rígidas de governança, custódia e risco. Qualquer exposição a Bitcoin dependeria de produtos regulados, como ETFs locais, e não de decretos presidenciais.

O terceiro fator é o enquadramento tributário. O Chile já trata criptoativos como bens tributáveis. Isso incentiva a adoção por intermediários regulados, não por imposição estatal.

O que realmente pode acontecer com o Bitcoin no Chile

Para especialistas como Mauricio Di Bartolomeo, cofundador da Ledn, esperar um “momento Bukele” é desperdiçar energia. Ele afirma que o avanço deve ser incremental e técnico, começando por ETFs locais, diretrizes claras para custódia bancária e regras seguras para distribuição.

Esses passos abririam espaço para que bancos oferecessem compra, venda e guarda de Bitcoin de forma formal. O próximo movimento seria observar se os reguladores permitem pequenos incentivos fiscais, como isenções para transações de baixo valor.

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O grande teste, porém, será a entrada das pensões. Mesmo pequenas alocações de 25 a 50 pontos-base poderiam mover bilhões de dólares se existirem produtos locais adequados.

Enquanto parte da comunidade insiste em esperar um gesto presidencial, analistas apontam que o Chile tomará outro caminho: adoção por infraestrutura regulada, não por simbolismo. A chave será observar bancos, ETFs e normas de custódia, não discursos políticos.

Chile não terá seu momento Bukele tão cedo. Mas pode ter algo mais duradouro: um mercado que absorve o Bitcoin de forma institucional, previsível e escalável.

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Baleias miram altcoins abaixo de US$ 0,10 para o primeiro trimestre de 2026

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O mercado de criptomoedas encerra o ano com um clima misto. O Bitcoin oscila na faixa dos US$ 80 mil altos, suficiente para manter compradores atentos, mas ainda incapaz de afastar dúvidas sobre um possível topo local. No curto prazo, essa lateralização influencia diretamente a precificação das altcoins, especialmente aquelas negociadas abaixo de US$ 0,10, onde pequenas entradas podem gerar movimentos rápidos.

Com os fundos prestes a redefinir riscos, o varejo retornando após as festas e novas narrativas surgindo, as baleias já escolheram seus alvos para o início de 2026.

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Por que altcoins baratas atraem liquidez no início do ano

À medida que 2026 se aproxima, diferentes fatores moldam o apetite por risco. A política monetária continua no centro das atenções, já que parte do mercado espera cortes de juros mais agressivos no próximo ano. Esse ambiente tende a favorecer ativos de maior volatilidade, embora também punir apostas excessivamente alavancadas.

Nesse cenário, altcoins com preços extremamente baixos ganham destaque. Elas oferecem potencial assimétrico, exigem menor capital inicial e permitem que baleias testem níveis de liquidez sem chamar tanta atenção. Além disso, narrativas claras como memes, infraestrutura de Bitcoin e soluções de pagamento, costumam se destacar quando o mercado busca novos motores de desempenho.

É justamente dentro desse conjunto que três projetos abaixo de US$ 0,10 vêm chamando atenção.

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As três altcoins que baleias acompanham para o 1º trimestre de 2026

1. Maxi Doge ($MAXI) – A força do meme aliado à competição

MaxiDoge

O Maxi Doge aposta em um modelo que mistura cultura meme e competições internas focadas em engajamento. O token é apresentado como um “atleta cripto” com narrativa de força e exagero, o que reforça um apelo imediato ao varejo.

A pré-venda já superou US$ 4,3 milhões, com preço atual de US$ 0.0002745. Duas carteiras de alto patrimônio acumularam cerca de US$ 396 mil nas últimas semanas, um sinal claro de que baleias começaram a construir posição.

O staking, distribuído diariamente por smart contract, funciona como motor de retenção. O risco é evidente: memes dependem de atenção contínua. Porém, se o mercado entrar em modo risk-on, tokens desse perfil podem liderar altas rápidas.

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2. Bitcoin Hyper ($HYPER) – Um L2 de Bitcoin com velocidade SVM

O Bitcoin Hyper mira diretamente uma lacuna estrutural: como expandir o ecossistema sem remover o BTC do centro da economia digital. A solução proposta usa o Solana Virtual Machine (SVM) para garantir desempenho elevado enquanto mantém liquidação no Bitcoin.

A pré-venda já arrecadou US$ 29,7 milhões, com tokens a US$ 0,013475. A tese é simples: se 2026 realmente marcar o ano dos L2s, redes que conseguem capturar valor para o Bitcoin devem ganhar destaque.

A competição, no entanto, será intensa com projetos como Stacks avançam em direção semelhante. Mesmo assim, o posicionamento do HYPER oferece uma narrativa forte para o início do ano.

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3. Pepecoin ($PEPE) – Um gigante que perdeu velocidade

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O PEPE segue como um dos maiores memes do mercado, mas sua fase explosiva já ficou para trás. Com liquidez mais profunda, o token perdeu agilidade e enfrenta resistência persistente em níveis técnicos chave.

Para muitas baleias, o ativo passou de “oportunidade de crescimento” para “ativo maduro”, o que explica a rotação em direção a alternativas mais baratas e mais responsivas.

Essas três altcoins, cada qual com uma tese distinta, representam exatamente o tipo de aposta que baleias costumam fazer no começo de um novo ano: baixo preço, narrativa forte e potencial de liquidez rápida. Se 2026 abrir espaço para risco, esses nomes podem estar entre os primeiros.

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Aviso: Este artigo tem funcionalidade exclusivamente informativa, e não constitui aconselhamento de investimento ou oferta para investir. O CriptoFácil não é responsável por qualquer conteúdo, produtos ou serviços mencionados neste artigo. Recomendamos que você sempre faça sua própria pesquisa (DYOR) antes de tomar qualquer decisão financeira. Invista apenas o que você pode se dar ao luxo de perder.

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Bitcoin Hoje 24/12/2025: Vencimento recorde de US$ 24 bilhões pode destravar forte alta

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Bitcoin entrou na semana do Natal em um clima de frustração, travado entre US$ 85 mil e US$ 90 mil, enquanto ouro e prata renovavam máximas históricas. Mesmo assim, analistas afirmam que a criptomoeda pode estar à beira de um movimento forte após o maior vencimento de opções já registrado.

Segundo dados do TradingView, em um mercado que observou máxima histórica do ouro acima de US$ 4.500 pela primeira vez. Enquanto isso, operadores seguiram atentos ao grande evento programado para sexta-feira: o vencimento de US$ 23,7 bilhões em opções de BTC, equivalente a cerca de 300 mil contratos.

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QCP Capital destacou que esse movimento representa mais da metade do open interest da Deribit, criando um ambiente de pressão que mantém o preço contido. A casa de análise lembrou que esse período do ano costuma trazer volatilidade adicional.

“Historicamente, o Bitcoin registra oscilações entre 5% e 7% durante o Natal,” afirmou a empresa, antes de reforçar que o atual vencimento pode cumprir esse padrão. Segundo a QCP, o nível de max pain se encontra próximo de US$ 95 mil, o que gera expectativa sobre como grandes posições serão ajustadas.

Dias antes, o executivo David Eng descreveu o vencimento como “uma tampa” colocada no preço do BTC.

“Antes do vencimento, o Bitcoin parece fraco e entediante. Depois, a estrutura muda,” afirmou ele, projetando US$ 100 mil como alvo inicial.

O vencimento pode destravar a volatilidade do Bitcoin

Enquanto o BTC se mantém estável, o mercado tenta identificar o próximo gatilho de direção. A grande dúvida é se os vendedores protegidos por puts de dezembro irão rolar posições, encerrar contratos ou deslocar a proteção para prazos mais longos, algo que pode redefinir a dinâmica de curto prazo.

Ao mesmo tempo, o sentimento entre traders é de impaciência.

“O Bitcoin está parado entre US$ 85 mil e US$ 90 mil há semanas. É um jogo de espera,” resumiu o analista Michaël van de Poppe.

Ele reforçou que ações e metais preciosos precisam perder força antes de o capital rotacionar novamente para cripto. Esse movimento já começa a aparecer no discurso de traders que veem um esgotamento no rali das commodities.

Ouro, Prata e o possível fluxo de volta ao BTC

O ouro ultrapassou US$ 4.500 e a prata também avançou, impulsionadas por fortes squeezes. Contudo, analistas alertam que esse movimento pode ser transitório.

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“Quando começarem a corrigir, devem puxar o ouro para baixo. O capital tende a migrar para BTC e ETH,” disse o comentarista Garrett, reforçando a tese de que o Bitcoin pode se beneficiar da rotação de fluxo.

Assim, o cenário para o fim de dezembro é claro: volatilidade reprimida, um vencimento histórico atuando como limitador e um mercado esperando o momento certo para liberar energia acumulada. Se a leitura dos analistas estiver correta, 2026 pode começar com um Bitcoin retomando força e mirando novos patamares.

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Crypto.com reforça liquidez e mira liderança em previsões esportivas

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A Crypto.com iniciou uma nova fase nos Estados Unidos ao abrir vaga para um quant trader especializado em eventos esportivos, movimento que reforça sua presença nos mercados de previsão. A empresa busca ampliar sua precificação interna e fortalecer a liquidez desses contratos em um momento em que o setor cresce rapidamente e enfrenta cada vez mais questionamentos regulatórios.

A descrição da vaga mostra um foco claro: o profissional vai trabalhar na formação de preços e na oferta contínua de liquidez para contratos que permitem aos usuários negociar respostas simples de “sim ou não” sobre resultados esportivos reais. A posição inclui atualização de preços em tempo real, gestão de risco e resposta imediata a novas informações durante cada partida. O salário inicial informado atinge US$ 120 mil por ano, valor que demonstra a urgência da empresa em atrair especialistas experientes.

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Expansão dos mercados de previsão e novas parcerias

A contratação ocorre enquanto o volume dos prediction markets cresce para a casa dos bilhões de dólares por mês. Esse avanço impulsiona concorrência direta entre plataformas como Polymarket e Kalshi, que já disputam espaço com projetos construídos sobre a infraestrutura regulada da Crypto.com.

Dados Mercado de Previsão
Fonte: Token Terminal

A empresa também intensifica sua estratégia de parcerias. No início do mês, a gigante de artigos esportivos Fanatics lançou um mercado de previsão voltado para torcedores usando a tecnologia da Crypto.com. A iniciativa se soma a acordos anteriores com Truth Social e MyPrize, que ampliam a presença da empresa no setor e reforçam sua busca por escala.

Esses produtos competem em um ambiente cada vez mais dinâmico, onde liquidez, velocidade e confiabilidade de preços se tornam fatores decisivos. Por isso, a chegada de um quant trader dedicado surge como passo central para padronizar cotações e melhorar a profundidade dos mercados.

Movimentos semelhantes também ocorrem em outras empresas de destaque. Na semana passada, a Coinbase confirmou a compra da startup The Clearing Company, especializada em mercados de eventos. A ação mostra como grandes exchanges tentam dominar precificação, liquidez e distribuição nesse novo segmento.

Crescente pressão regulatória nos Estados Unidos

Apesar do crescimento, o setor vive forte tensão jurídica. Reguladores de Connecticut determinaram que Crypto.com, Kalshi e Robinhood suspendessem contratos esportivos no estado. O órgão afirma que esses produtos funcionam como apostas esportivas sem licença, mesmo com caminhos regulatórios já definidos pela Commodity Futures Trading Commission.

A discussão revela um ambiente em que estados e governo federal ainda não alinharam interpretações sobre o que constitui um contrato de derivativo baseado em eventos esportivos. Assim, empresas enfrentam desafios constantes para operar de forma segura em diferentes regiões do país.

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Mesmo assim, a Crypto.com segue firme em sua estratégia. Ao contratar um especialista focado em preços e liquidez, a empresa sinaliza que pretende competir de forma agressiva nesse mercado, oferecendo contratos mais eficientes, melhor experiência ao usuário e capacidade de resposta rápida às exigências regulatórias.

O avanço confirma que o mercado de previsão esportiva já se tornou uma das fronteiras mais quentes do setor cripto, onde liquidez, tecnologia e regulação colocam empresas em uma corrida decisiva por liderança.

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L2s avançam sobre L1s em 2025 e um projeto de US$ 29,7 milhões recoloca o Bitcoin no centro

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O mercado cripto encara uma mudança estrutural silenciosa, porém profunda. As redes de segunda camada estão capturando mais valor do que os próprios tokens de Layer-1, especialmente quando analisadas por taxas on-chain. Essa inversão reduz a pressão sobre blockchains base, mas também reduz a capacidade dos L1s de manter o valor econômico dentro de seus próprios ecossistemas.

É nesse cenário que surge o Bitcoin Hyper (HYPER), um projeto que tenta reverter essa tendência. Em vez de permitir que a atividade de Layer-2 contorne o Bitcoin (BTC), a proposta cria uma infraestrutura onde a execução acontece fora do L1, mas o valor continua fluindo diretamente para o ativo principal.

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Layer-2 ganha terreno enquanto Layer-1 perde valor

O comportamento do mercado em 2025 reforça o problema. O TVL cresceu de cerca de 20 milhões de ETH para mais de 25 milhões, e as taxas continuaram elevadas, sinalizando uso intenso tanto em aplicações quanto em L2s. Ainda assim, os tokens de Layer-1 não acompanharam esse avanço, ficando presos em faixas laterais e incapazes de refletir a atividade crescente.

Esse descolamento mostra que as L2s e as aplicações absorvem grande parte do valor gerado, deixando os tokens base em posição secundária. Blockchains como Bitcoin e Ethereum não foram projetadas para processar volumes complexos de transações diretamente na Layer-1, o que levou à ascensão das L2s. No entanto, o ganho de eficiência veio com um custo: menos demanda estrutural pelos ativos principais.

Esse assunto ganhou ainda mais força porque o Bitcoin recuou novamente para perto de US$ 87 mil, esfriando o entusiasmo por um possível rali de fim de ano. Mesmo com a narrativa de reserva de valor intacta, o BTC continua limitado pela capacidade técnica de seu L1 para aplicações avançadas.

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Bitcoin Hyper tenta recolocar o BTC no centro da economia On-chain

O Bitcoin Hyper propõe uma solução inédita ao combinar execução em alta velocidade inspirada no ambiente Solana (SVM) com a segurança do Bitcoin. Tudo isso mantendo o BTC como ativo principal dentro do ecossistema da Layer-2.

O projeto utiliza uma ponte canônica que bloqueia BTC na base e o representa na L2, criando um ambiente onde o ativo pode circular com eficiência sem abandonar a segurança original. Assim, o BTC vira o meio de troca nativo dentro das aplicações, enquanto o token HYPER funciona como combustível para execução, pagando taxas de rede sem substituir o Bitcoin na dinâmica econômica.

O modelo promete algo raro no mercado atual: escalabilidade real sem desviar valor do Bitcoin.

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Esse diferencial ajuda a explicar por que a pré-venda do HYPER atingiu US$ 29,7 milhões, aproximando-se do fim da fase inicial. O preço atual de US$ 0,013465 deve aumentar no próximo estágio, que começa em poucas horas.

Enquanto o debate sobre a captura de valor entre L1s e L2s se intensifica, o Bitcoin Hyper tenta criar um novo caminho com um ecossistema escalável, rápido e totalmente ancorado no BTC. E, para os primeiros participantes, o momento pode ser decisivo antes do lançamento completo da rede.

Aviso: Este artigo tem funcionalidade exclusivamente informativa, e não constitui aconselhamento de investimento ou oferta para investir. O CriptoFácil não é responsável por qualquer conteúdo, produtos ou serviços mencionados neste artigo. Recomendamos que você sempre faça sua própria pesquisa (DYOR) antes de tomar qualquer decisão financeira. Invista apenas o que você pode se dar ao luxo de perder.

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