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Synthetix retorna ao Ethereum após três anos e diz que “agora podemos fazer de novo”

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A Synthetix decidiu voltar ao Ethereum mainnet depois de três anos longe da camada principal. O movimento marca uma mudança importante na estrutura do mercado de derivativos descentralizados. Para Kain Warwick, fundador do protocolo, a rede está finalmente pronta para suportar aplicativos financeiros de alta frequência sem repetir os problemas do passado.

Warwick afirmou que, quando os perp DEXs começaram a crescer, o Ethereum estava congestionado demais para operar plataformas complexas. A migração para soluções de escalabilidade parecia inevitável naquele momento. Agora, segundo ele, o cenário mudou completamente.

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Podemos fazer de novo“, disse Warwick, destacando que a redução da demanda, somada às melhorias de escalabilidade, abriu caminho para o retorno.

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Fonte: Synthetix

Gas Baixo E Rede Estável Reacendem Interesse Pelo Mainnet

Durante anos, operar um perp DEX no mainnet era impraticável. As taxas altas afetavam a eficiência dos mercados. Muitos protocolos, incluindo dYdX e o próprio Synthetix, migraram para soluções como Optimism, Arbitrum e Base. A mudança fez parte de um esforço para manter custos baixos e atrair traders.

Warwick explicou que os custos eram “muito altos” e prejudicavam operações críticas. A eficiência caía conforme as taxas aumentavam. No entanto, a situação mudou rapidamente. Atualmente, a taxa média no Ethereum está em 0,71 gwei, quase 26 vezes menor que no mesmo período do ano anterior.

Gas Fee Etherscan
Fonte: Etherscan

Segundo Warwick, essa combinação de camada 2 e camada 1 devolveu ao Ethereum a capacidade de hospedar infraestrutura de mercados complexos.

Você pode rodar infraestrutura crítica no mainnet novamente“, afirmou.

Especialistas do setor também apontam para melhorias mais amplas. O educador Anthony Sassano disse recentemente que o objetivo de elevar o gas limit para 180 milhões em 2026 é apenas o começo. Para ele, a rede deve continuar ampliando capacidade conforme demanda.

Synthetix acredita que outros perp dexs vão retornar ao Ethereum

Warwick afirmou esperar que outros perp DEXs sigam o exemplo. Para ele, o Ethereum voltou a ser o ambiente mais eficiente para mercados alavancados.

Liquidez, margem e ativos ainda estão no Ethereum“, destacou, lembrando que a concentração de capital torna a rede ideal para negociações avançadas.

O fundador também brincou que não seria um lançamento da Synthetix sem concorrentes tentando acompanhar. “Alguém sempre tenta nos copiar em 20 minutos“, disse Warwick com humor.

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Para ele, 2025 foi um dos anos mais importantes para o desenvolvimento do Ethereum desde o Merge, em 2022. Ele acredita que a rede passou a focar mais nas necessidades dos construtores, não apenas na infraestrutura em si.

O retorno da Synthetix ao mainnet simboliza essa mudança. O mercado observa de perto como a plataforma vai se comportar em um ambiente renovado, com taxas baixas, liquidez abundante e uma comunidade técnica mais alinhada ao crescimento do ecossistema.

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Kalshi integra a rede TRON e amplia acesso à liquidez on-chain no maior mercado de previsões do mundo

Kalshi integra a rede TRON e amplia acesso à liquidez on-chain no maior mercado de previsões do mundo

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A Kalshi, reconhecida como a maior plataforma de mercados de previsão do mundo, deu um passo importante em sua expansão ao integrar oficialmente a rede TRON. A novidade amplia o acesso à liquidez on-chain e aproxima ainda mais os mercados tradicionais das infraestruturas descentralizadas.

A integração permite depósitos e saques diretos com TRX, token nativo da TRON, e USDT na rede TRON, fortalecendo a visão multichain da Kalshi. A mudança cria novas rotas de liquidez e facilita a conexão entre participantes globais e eventos reais negociados em blockchain.

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Tron se torna peça central na expansão multichain da Kalshi

Segundo o anúncio, usuários domésticos agora podem depositar e retirar TRX e USDT (TRON) diretamente na plataforma. Já usuários internacionais terão acesso por meio de contas conectadas a exchanges parceiras. Esse modelo amplia a acessibilidade e reduz barreiras operacionais.

O TRON DAO destacou que a colaboração reflete um momento de convergência entre mercados financeiros tradicionais e blockchain. A rede foi escolhida por sua escala comprovada, eficiência e custos extremamente baixos.

A equipe da Kalshi também reforçou que a integração acelera sua visão de infraestrutura multichain. Com o TRON movimentando US$ 24 bilhões por dia e abrigando mais de US$ 80 bilhões em USDT, a plataforma passa a contar com uma das maiores reservas de stablecoins do mundo.

A presença de liquidez profunda é essencial para mercados de previsão, que exigem formação rápida de preços e movimentação eficiente de capital.

Rede Tron amplia eficiência e reduz fricção operacional

Com tempos de bloco de três segundos e taxas quase zero, a rede TRON oferece um ambiente ideal para movimentação constante de fundos. Isso se torna ainda mais relevante em plataformas como a Kalshi, onde operações rápidas definem oportunidades e riscos.

O TRON DAO ressaltou que a rede possui mais de 350 milhões de contas registradas e já processou mais de 12 bilhões de transações. Esse alcance global permite que a Kalshi atraia novos usuários e conecte mercados emergentes à sua estrutura regulada nos Estados Unidos.

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A integração também acompanha uma tendência maior: a adoção crescente de infraestruturas blockchain por empresas tradicionais que buscam eficiência, liquidação rápida e acessibilidade global. À medida que mercados de previsão e cripto ganham clareza regulatória, a adoção de redes escaláveis se torna um diferencial estratégico.

Com a parceria, tanto TRON quanto Kalshi se posicionam na linha de frente da interseção entre finanças tradicionais e mercados descentralizados. A combinação de liquidez global, infraestrutura robusta e custos reduzidos cria um terreno fértil para expansão contínua.

Para especialistas, essa integração reforça a transição do blockchain para uma camada essencial da infraestrutura financeira mundial. E, para a Kalshi, representa a entrada definitiva no ecossistema on-chain, ampliando o alcance do maior mercado de previsões do planeta.

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Fluxo recorde em ETFs reforça corrida institucional para o Bitcoin

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Os ETFs de Bitcoin registram uma forte entrada de capital e reforçam o movimento de busca por ativos mais seguros no mercado cripto. O setor recebeu US$ 457 milhões em aportes, resultado que marca o terceiro melhor dia desde outubro. Esse fluxo mostra que investidores continuam priorizando o Bitcoin, mesmo com sinais mistos entre altcoins.

Entrada De Capital Reforça Procura Por Ativos Mais Sólidos

Os dados da SoSoValue mostram que os ETFs de Bitcoin receberam US$ 457 milhões na quinta-feira. O valor fica atrás apenas dos registros de 11 de novembro e 21 de outubro. O destaque do dia ficou com o IBIT da BlackRock, que captou US$ 262,11 milhões. O fundo da Fidelity, FBTC, recebeu US$ 123,61 milhões, enquanto o Bitwise BITB somou US$ 21,9 milhões.

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Por outro lado, alguns produtos registraram saídas. O GBTC, da Grayscale, perdeu US$ 25,11 milhões. O fundo da Hashdex viu um pequeno recuo de US$ 1,45 milhão. Mesmo assim, o saldo geral permanece amplamente positivo.

O Bitcoin negocia perto de US$ 88.700, com alta de aproximadamente 1,5% em um dia. Esse comportamento fortalece a percepção de que a demanda institucional continua firme, mesmo com mudanças de humor no mercado varejista. Plataformas de previsão mostram tendência parecida. Usuários da Myriad dão 63% de chance para o Bitcoin atingir US$ 100 mil antes de voltar para US$ 69 mil.

Esse otimismo cauteloso aparece também entre executivos do setor. Para Shivam Thakral, CEO da BuyUCoin, o fluxo recorde representa um movimento claro de “flight to quality”. Ele afirma que investidores buscam liquidez, segurança regulatória e demanda estável impulsionada pelos ETFs.

Fluxos De Ethereum Mostram Padrão Contrário E Ampliam Divergência

O comportamento dos ETFs reforça uma separação evidente entre o Bitcoin e o restante do mercado. Os ETFs de Ethereum enfrentaram US$ 22,43 milhões em saídas, marcando cinco dias consecutivos de resgates. Usuários da Myriad atribuem apenas 32% de chance de o Ethereum alcançar US$ 4 mil, o que reforça visão mais cautelosa.

Essa dinâmica também afeta outras altcoins. XRP e diversos tokens permanecem estáveis, sugerindo seletividade, não apetite por risco amplo. Thakral explica que o capital permanece na criptoeconomia, mas se concentra em ativos vistos como mais acessíveis para instituições.

A força do Bitcoin nos preços confirma essa tendência. Mesmo com fluxos mistos, a moeda mantém suportes técnicos importantes e mostra absorção forte da pressão de venda. Esse padrão combina com a entrada de US$ 457 milhões, que reforça posicionamento de médio prazo por parte de investidores.

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O mercado, porém, segue em ambiente sensível. O período de festas costuma trazer baixa liquidez, o que pode gerar movimentos bruscos. Assim, analistas defendem postura cautelosa, mesmo com sinais de fortalecimento estrutural do Bitcoin.

A leitura geral mostra um setor em reacomodação, com o Bitcoin no centro da preferência institucional. Se os fluxos positivos continuarem, o ativo pode iniciar nova fase de valorização no início de 2026.

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Nova tecnologia da Fetch.ai promete transformar pagamentos com agentes totalmente autônomos

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A Fetch.ai afirma que seus agentes de inteligência artificial estão prontos para superar barreiras que limitam o comércio online atual. A empresa garante que, com novos recursos, esses agentes poderão executar pagamentos e reservas sem depender de autorização humana em tempo real. A iniciativa marca um passo importante rumo a uma economia orientada por sistemas totalmente autônomos.

Agentes Passam a Executar Pagamentos Completos Em Testes Reais

A empresa diz que seus agentes já funcionaram em cenários reais. Eles reservaram restaurantes e pagaram depósitos usando infraestrutura da Visa, com credenciais temporárias criadas para compras específicas. Esse modelo permite transações seguras e controladas. Assim, os agentes conseguem atuar mesmo quando o usuário está offline.

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A Fetch.ai confirma que o lançamento público acontecerá em janeiro de 2026. A decisão ocorre após revisões adicionais solicitadas pela Visa. E ainda, a empresa afirma que o suporte da Mastercard deve chegar logo depois.

Humayun Sheikh, fundador da Fetch.ai, afirma que o verdadeiro obstáculo não envolve acesso às redes de pagamento. Para ele, o problema está no modo como os sistemas são estruturados. Ele explica que o mercado avança para uma economia “AI-first”, e isso exige comunicação direta entre agentes autônomos capazes de transacionar sem supervisão imediata.

O novo recurso foi construído dentro da plataforma ASI:ONE, da Fetch.ai. O objetivo é permitir que agentes façam reservas, enviem pagamentos e executem pedidos com autonomia. A empresa reforça que trabalha com provedores financeiros tradicionais para garantir credibilidade e segurança.

Credenciais Temporárias Garantem Segurança E Reduzem Riscos

Para reduzir riscos, o sistema usa credenciais de pagamento descartáveis. A Visa emite números temporários com valores e finalidades específicas. Dessa forma, os agentes não guardam dados sensíveis. Sheikh afirma que esse modelo cria mais confiança e evita abusos.

O sistema funciona tanto com cartões tradicionais quanto com pagamentos on-chain usando USDC ou FET, token nativo da Fetch.ai. A empresa evita transferências bancárias diretas, já que elas exigem conformidade regulatória mais complexa.

A Fetch.ai também desenvolveu uma camada de identidade. Cada agente atua em nome de um usuário ou empresa identificável. Essa exigência surge porque varejistas demonstram resistência ao crescimento de ferramentas que imitam comportamento humano. A política tenta evitar conflitos semelhantes aos enfrentados por outras empresas de IA.

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No mês passado, a Amazon enviou uma carta de advertência à Perplexity por causa de um sistema que simulava compradores humanos. Sheikh diz que os agentes da Fetch.ai seguem caminho oposto. Eles operam com plena transparência, sempre vinculados a uma identidade persistente.

Os agentes ainda possuem caixas de mensagens para períodos offline. Quando retomam a conexão, eles verificam instruções pendentes e executam ações necessárias. Esse recurso evita interrupções em ambientes mais complexos.

A expansão ocorre enquanto o Artificial Superintelligence Alliance enfrenta mudanças internas. A Ocean Protocol deixou o grupo em 2025 após desacordo sobre controle de recursos e fechamento de pontes de tokens. Mesmo assim, a Fetch.ai reafirma que continua comprometida com um modelo que permite que usuários executem e mantenham seus próprios agentes.

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Sheikh diz que a arquitetura foi projetada para garantir propriedade total. Assim, cada agente representa um usuário real, criando ambiente confiável e adequado para o comércio digital do futuro.

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CPI abaixo do esperado impulsiona otimismo e fortalece Bitcoin

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A inflação dos Estados Unidos perde força de maneira nítida, e o novo relatório do CPI confirma esse resfriamento. Os dados chegam após o fechamento temporário do governo e mostram que as pressões de preços diminuem no fim de 2025. O resultado traz alívio ao mercado, já que números menores reforçam a tendência de desinflação contínua.

Inflação cai mais que o esperado e surpreende analistas

O CPI mostra que os preços ao consumidor sobem 2,7% em novembro, desempenho abaixo da projeção de 3,1%. O núcleo da inflação avança 2,6%, também abaixo do esperado pelo mercado. Dessa forma, o relatório indica queda real no ritmo inflacionário e sinaliza ambiente econômico menos pressionado.

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O documento cobre um período de dois meses por causa do fechamento do governo em outubro. A falta de dados tradicionais reduz comparações mensais. Mesmo assim, o Bureau of Labor Statistics afirma que o uso de fontes alternativas mantém a consistência geral. O relatório, portanto, mostra tendência clara, mesmo com ruído estatístico.

Os preços avançam apenas 0,2% entre setembro e novembro. O núcleo repete esse movimento, o que indica força menor da inflação subjacente. E ainda, a desaceleração fortalece expectativas de que a economia caminha para estabilidade de preços.

O custo de moradia, que pressionou a inflação por anos, sobe apenas 0,2% no período. Esse dado reforça a leitura de que pressões amplas começam a se dissipar.

Energia continua alta, enquanto alimentos mostram moderação

Os preços de energia avançam 1,1% em dois meses e sobem 4,2% em um ano. A alta ocorre por causa da força elétrica, do gás natural e do óleo combustível. Contudo, esses aumentos não mudam a direção da desinflação.

O setor de alimentos sobe somente 0,1% no período e avança 2,6% em um ano. Supermercados mantêm inflação moderada. Já refeições fora de casa continuam mais caras por causa de custos trabalhistas.

O mercado de trabalho também mostra equilíbrio. Os pedidos iniciais de seguro-desemprego totalizam 224 mil, ligeiramente abaixo do previsto. Esse dado sugere enfraquecimento controlado, sem sinais de deterioração forte.

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Os serviços continuam firmes, mas não aceleram. Moradia, saúde e transporte mostram ganhos moderados. Os bens permanecem fracos. Veículos usados sobem, enquanto carros novos ficam estáveis. Assim, o padrão geral reforça a leitura de pressão menor sobre preços.

O conjunto dos dados aproxima a inflação dos objetivos de longo prazo do Federal Reserve. Mesmo com a ausência de dados de outubro, o movimento geral aponta perda de força nos preços.

O impacto para o Bitcoin e o cenário de 2026

A combinação de inflação mais baixa e mercado de trabalho estável fortalece expectativas de postura mais flexível do Federal Reserve no próximo ano. Pressões menores reduzem a necessidade de política rígida e criam espaço para possíveis cortes de juros.

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Esse ambiente costuma favorecer o Bitcoin. A desinflação melhora a liquidez e aumenta o apetite por risco. Se a tendência continuar, investidores podem buscar ativos digitais com mais confiança.

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Relatório revela salto nos roubos cripto e alerta para avanço da Coreia do Norte

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Os ataques contra o setor cripto crescem de forma intensa em 2025, e novos dados da Chainalysis mostram um cenário ainda mais preocupante. A empresa revela perdas acima de US$ 3,4 bilhões, o que indica avanço claro em relação ao ano anterior. E ainda, os ataques contra carteiras pessoais aumentam de maneira constante e deixam especialistas em alerta.

Perdas avançam enquanto ataques mudam de perfil

A Chainalysis afirma que o valor roubado em 2025 passa de US$ 3,41 bilhões entre janeiro e início de dezembro. O número supera o registrado em 2024. Um único ataque — o roubo de US$ 1,5 bilhão da Bybit — representa quase metade das perdas do ano. A empresa diz que os três maiores ataques equivalem a 69% das perdas totais, o que mostra maior concentração de incidentes graves.

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A empresa destaca aumento forte nos ataques contra carteiras pessoais e chaves privadas em serviços centralizados. Esse tipo de ataque cresce muito desde 2022. A Chainalysis afirma que esses compromissos atingem 158 mil casos e envolvem pelo menos 80 mil vítimas únicas. Dessa forma, cresce a exposição de usuários comuns, mesmo com valores médios menores.

Os ataques contra carteiras pessoais somam US$ 713 milhões, queda em relação ao ano anterior. Porém, o número maior de vítimas indica foco em alvos menores. A Chainalysis afirma que redes como Ethereum e Tron registram mais vítimas por 100 mil carteiras.

Defi mostra avanço e reduz impacto de ataques

A empresa observa que o setor DeFi melhora sua segurança, mesmo com alta no valor total travado. Por outro lado, surge uma ruptura com ciclos anteriores, quando maior TVL significava mais ataques bem-sucedidos. A Chainalysis afirma que isso mostra avanço concreto na proteção dos protocolos.

O caso do Venus Protocol, em setembro, reforça essa mudança. A plataforma, com apoio da Hexagate, detecta atividade suspeita quase um dia antes do ataque. Assim, o protocolo pausa operações e recupera fundos rapidamente. E ainda, a comunidade aprova decisão para congelar valores do invasor, o que faz o criminoso perder dinheiro.

A Chainalysis afirma que esse modelo, baseado em monitoramento constante e resposta rápida, ajuda a criar um ecossistema mais ágil e resistente.

A empresa destaca que ataques continuam. Porém, a capacidade de detectar, reagir e até reverter incidentes muda totalmente o cenário quando comparado ao início do DeFi.

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Coreia do Norte amplia ameaças e bate novo recorde

A Coreia do Norte mantém posição como maior ameaça global ao setor. A Chainalysis revela que hackers ligados ao regime roubam pelo menos US$ 2,02 bilhões em 2025. Assim, o país supera o valor de 2024 e acumula US$ 6,75 bilhões ao longo dos anos.

A empresa afirma que a tática principal envolve infiltrar trabalhadores de TI em serviços cripto. Dessa forma, eles obtêm acesso privilegiado e desviam fundos. Por fim, o grupo usa métodos próprios de lavagem concentrados em serviços chineses, pontes e mixers.

A Chainalysis afirma que o fluxo de lavagem segue etapas que duram até 45 dias. Os primeiros dias servem para afastar fundos da origem. Já a fase seguinte integra valores no mercado por exchanges sem KYC e pontes. Na etapa final, grupos usam plataformas chinesas para converter valores em moeda fiduciária.

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A empresa alerta que esses atores seguem regras diferentes e exigem atenção redobrada. E ainda, afirma que o desafio de 2026 será evitar novos ataques com impacto semelhante ao da Bybit.

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Polkadot cai 3% e toca US$ 1,83 enquanto o mercado cripto recua

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O mercado de criptomoedas iniciou a quarta-feira com pressão vendedora intensa, e o Polkadot (DOT) acabou entre os ativos mais afetados. O token caiu para US$ 1,83, mesmo após notícias positivas sobre integração na Coinbase. Assim, o nível psicológico de US$ 1,90 não resistiu à força dos vendedores.

Durante as últimas 24 horas, o DOT desceu de US$ 1,91 para US$ 1,84, rompendo suportes importantes. O movimento acelerou na reta final do pregão, quando stops foram acionados em sequência.

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Segundo dados, o volume disparou para 9,47 milhões de DOT, o que representa 340% acima da média diária. Esse avanço confirmou forte distribuição institucional na zona de US$ 1,95. A queda reforçou o sentimento negativo no setor.

Gráfico Polkadot
Fonte: Coinmarketcap

Pressão técnica supera boas notícias e rompe o suporte de Us$ 1,90

A queda ganhou força mesmo com o anúncio de que a Coinbase passou a oferecer suporte direto para a rede Polkadot. A novidade, que poderia estimular compras, não conseguiu conter a pressão.

O DOT chegou a tocar US$ 1,93, mas perdeu tração rapidamente. Com o rompimento de US$ 1,90, o token entrou em um canal descendente que partiu do topo recente em US$ 1,92. Esse padrão formou uma sequência de topos mais baixos, reforçando a tendência negativa.

Analistas destacaram que a reação do mercado mostrou clara falta de apetite comprador. Assim, mesmo notícias favoráveis não encontraram volume suficiente para impedir a virada para baixo.

A formação de um possível duplo topo na região de US$ 1,95 aumentou ainda mais o risco técnico. Esse padrão costuma sinalizar perda de força e possibilidade de quedas adicionais.

Novas zonas de suporte e risco de extensão da tendência de queda

O suporte imediato agora está concentrado na faixa de US$ 1,82, região que segurou a queda inicial. Se esse nível não resistir, analistas veem risco de descida até US$ 1,75-US$ 1,80.

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Qualquer tentativa de recuperação precisa retomar o antigo suporte de US$ 1,90, agora convertido em resistência. Acima disso, o próximo obstáculo técnico está em US$ 1,95, ponto onde grandes vendas ocorreram.

Caso o DOT supere essa barreira, o cenário de baixa pode ser revertido. Porém, enquanto permanecer abaixo de US$ 1,90, o viés tende a seguir negativo.

Por agora, o Polkadot enfrenta um momento delicado, com pressão técnica dominante, volume elevado e um mercado mais fraco no geral. Assim, a trajetória do token dependerá da força de compradores dispostos a defender o suporte atual.

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Bitcoin pode cair para US$ 60 mil após rali perder força, mas cenário de médio prazo anima analistas

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O Bitcoin perdeu ritmo nas últimas semanas, e especialistas alertam que o preço pode recuar para US$ 60 mil no curto prazo. Mesmo assim, analistas defendem que a perspectiva de médio prazo segue positiva e não aponta para crise estrutural.

Georgii Verbitskii, fundador da plataforma de investimentos TYMIO, afirmou que o mercado entrou em uma fase de consolidação. Ele destacou que o comportamento recente indica fraqueza após o rali que levou o BTC à faixa entre US$ 80 mil e US$ 90 mil.

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Segundo ele, movimentos para US$ 70 mil ou até US$ 60 mil “não podem ser descartados”, especialmente se o mercado continuar mostrando sinais de exaustão.

Gráfico Bitcoin

O alerta surge após outra projeção negativa. Mike McGlone, estrategista da Bloomberg Intelligence, afirmou neste mês que o Bitcoin poderia cair até US$ 10 mil em 2026, posição que dividiu o mercado.

Rali Perdeu Força E Mercado Opera Em Faixa Lateral Ampla

Verbitskii lembrou que o mercado parecia pronto para testar níveis mais altos. Porém, ele explicou que o avanço perdeu velocidade e virou correção. Esse comportamento, segundo ele, demonstra exaustão compradora, e não preparação para uma expansão mais forte.

O analista acrescentou que o Bitcoin agora opera em uma ampla faixa lateral. E enquanto o preço não se firmar acima de US$ 100 mil, o risco de nova consolidação permanece elevado.

Mesmo assim, nem todos enxergam risco de “recessão do Bitcoin” em 2026. O professor sul-coreano Oh Tae-min rejeitou essa ideia e afirmou que “não há motivo para preocupação”.

Segundo Oh Tae-min, o Bitcoin deve seguir em tendência de alta no médio e longo prazo. Ele destacou que o mercado está animado com o avanço da tokenização, que amplia o uso de ativos reais dentro do ecossistema cripto.

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Especialistas Dizem Que Ciclos Tradicionais Já Não Explicam O Bitcoin

O professor ressaltou que o Bitcoin está se afastando do modelo clássico de ciclos de quatro anos, ligado aos halvings. Ele afirmou que o ativo agora se comporta de forma mais parecida com mercados tradicionais, como ações.

Outros nomes importantes compartilham essa visão. Changpeng Zhao, Cathie Wood e o pesquisador Geoffrey Kendrick, do Standard Chartered, já disseram que o ciclo de quatro anos perdeu relevância.

Oh explicou que essa mudança reduz a chance de quedas profundas sincronizadas com halvings. Segundo ele, “períodos típicos de recessão podem desaparecer” se essa dinâmica continuar.

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O professor afirmou também que as tendências de tokenização e adoção de ativos do mundo real fortalecem o papel do Bitcoin como ativo central no sistema financeiro digital.

Enquanto isso, Verbitskii reforça que o investidor deve evitar decisões impulsivas. Ele afirmou que paciência e gestão de risco disciplinada são mais importantes do que buscar ganhos rápidos em um ambiente instável.

Por agora, o Bitcoin segue pressionado no curto prazo, mas muitos especialistas enxergam um cenário estrutural mais otimista no horizonte.

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ETFs-de-XRP-absorvem-80-milhoes-de-tokens-novo-rali-de-altcoins-pode-estar-comecando-1260x840-2

Demanda institucional por XRP aumenta e ETFs mantêm fluxo positivo

ETFs de XRP absorvem 80 milhões de tokens — novo rali de altcoins pode estar começando

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Um movimento silencioso vem mudando a forma como o mercado americano acumula exposição ao XRP. Diferentemente do que costuma ocorrer no setor, essa procura não aparece nas exchanges. Ela surge dentro de veículos regulados, especialmente nos ETFs lastreados em XRP, que ampliam posições mesmo sem reação significativa no preço.

Ao longo do último mês, esses produtos listados nos Estados Unidos receberam fluxo constante de capital. Essa tendência fortalece o posicionamento institucional, mesmo em um ambiente de pouca volatilidade.

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Ripple, por sua vez, reconheceu publicamente o crescimento dessa demanda, reforçando a ideia de que investidores profissionais estão aumentando posições com mais cautela e menos barulho.

Capital se movimenta para os ETFs, não para as exchanges

Enquanto traders observam gráficos quase estáticos, a acumulação ocorre longe das plataformas tradicionais. Os ETFs de XRP já superaram a marca do US$ 1 bilhão em ativos, resultado alcançado em pouco tempo de mercado.

Essas entradas não carregam o comportamento típico de fluxos especulativos. Não há picos de volume nem oscilações bruscas de preço. Em vez disso, o movimento ocorre com constância, sustentado principalmente pela busca institucional por produtos regulados.

Essa dinâmica se destaca ainda mais porque, no mesmo período, ETFs de Bitcoin e Ethereum enfrentaram saídas líquidas. Assim, parte do capital que reduz risco nos maiores criptoativos encontra no XRP uma alternativa de realocação.

Esse contraste sugere uma rotação seletiva, não um movimento de apetite generalizado por risco.

Por que o preço do XRP não reage às entradas dos ETFs

O principal motivo para a falta de resposta nos gráficos parece estar na própria estrutura do mercado. Quando os ETFs absorvem XRP, esses tokens passam a ser custodiados por gestores e deixam de circular nas exchanges.

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Essa retirada reduz a liquidez disponível. Com menos oferta ativa, o preço se torna menos sensível à demanda de curto prazo. Assim, o mercado pode crescer por dentro, enquanto a cotação permanece estável.

Essa condição tem dois efeitos. Ela diminui o interesse de estratégias automatizadas e especulativas, mas também torna o ativo mais suscetível a desequilíbrios futuros quando a liquidez voltar a se movimentar.

Outro ponto é técnico. A infraestrutura dos ETFs de XRP ainda está amadurecendo. Mecanismos de arbitragem, que normalmente conectam preços de fundos e mercados à vista, operam com menor eficiência.

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Sem essas conexões, a demanda dentro dos ETFs permanece isolada, impulsionando apenas o patrimônio dos fundos, não o preço nas exchanges.

Com o tempo, analistas acreditam que essa distância deve diminuir. À medida que a arbitragem evoluir, os preços tendem a se alinhar de forma mais direta com o comportamento dos fundos.

Por agora, o XRP ocupa uma posição incomum: acumulado silenciosamente por instituições, negociado de forma modesta nas exchanges e dependente da evolução da estrutura de mercado para definir seu próximo movimento.

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Pesquisadores da USP estudam lançar criptomoeda para a universidade

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Pesquisadores da Universidade de São Paulo (USP) avaliaram os efeitos da instituição lançar sua própria moeda digital institucional. A proposta, apresentada pelos pesquisadores Amaury José Rezende, Flávio Alves de Carvalho e Roberto Miranda Pimentel Fully, busca modernizar a gestão universitária e criar um mecanismo capaz de alinhar eficiência, transparência e inovação tecnológica.

A discussão nasce do diagnóstico de que a USP, apesar de sua estrutura complexa e altamente diversificada, ainda opera com instrumentos limitados para mensurar a qualidade do gasto público e a produtividade de suas unidades. Rezende explica que essa percepção veio de sua experiência administrativa.

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“Faltavam métricas padronizadas capazes de capturar a qualidade do gasto e o valor gerado pelos serviços”, destaca o estudo, aponta que avanços como o SEI ainda deixaram lacunas importantes.

A proposta, chamada de forma preliminar de ₿itUSP, sugere a criação de um ativo digital lastreado em créditos orçamentários já existentes. Esse modelo não cria recursos novos e não busca operar como uma criptomoeda especulativa. Em vez disso, funciona como um registro digital padronizado das transações internas da Universidade. Cada token corresponderia a créditos orçamentários reais, convertidos apenas para permitir rastreamento e mensuração.

Os autores destacam que a moeda cumpre três funções centrais. Primeiro, atua como instrumento gerencial, permitindo visualizar custos e volumes de serviços internos. Depois, funciona como mecanismo de incentivo, já que pode vincular créditos ao cumprimento de metas institucionais.

Por fim, possui um papel simbólico, pois reforça o pertencimento e a identidade uspiana. “A moeda digital ajuda a tornar visível o trabalho que já acontece e que muitas vezes não aparece nas métricas tradicionais”, afirmam os autores.

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Criptomoeda da USP

O funcionamento seria simples, com a administração central definindo quais créditos serão convertidos em tokens. As unidades passariam a operar com carteiras digitais institucionais. Cada serviço prestado, como exames, atendimentos, uso de laboratórios ou apoio técnico, seria registrado como débito para quem utiliza e como crédito para quem entrega. Isso permitiria identificar fluxos que hoje permanecem invisíveis ou fragmentados.

Além disso, os registros alimentariam painéis de gestão capazes de mostrar tendências, comparar unidades e orientar decisões orçamentárias. Fully reforça essa visão estratégica. “A rastreabilidade amplia a capacidade de gestão baseada em evidências e reduz assimetrias informacionais”, destacaram os pesquisadores.

Os usos da criptomoeda vão além da administração. Dessa forma, a proposta prevê mecanismos de engajamento da comunidade uspiana, permitindo que docentes, estudantes e servidores utilizem créditos simbólicos em serviços culturais, acadêmicos e de bem-estar. Esse sistema poderia também incentivar práticas sociais, como participação em campanhas de extensão, doações ou atividades comunitárias.

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Além disso, outro ponto relevante é o reforço à governança. Assim, o modelo prevê regras claras de emissão, uso e auditoria, com todos os registros operando de forma rastreável e compatível com as normas de administração pública. Isso poderia ampliar a transparência e facilitar o trabalho de órgãos de controle.

Para os autores, a Moeda Digital da USP materializa uma oportunidade concreta de modernização. Eles afirmam que a iniciativa conecta inovação tecnológica, rigor contábil e criação de valor público. Rezende resume essa visão. “Mais do que tecnologia, é uma plataforma que integra orçamento, pertencimento e gestão”, afirmam.

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