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Mercado de stablecoins passa por transformações e Ripple sai na frente com RLUSD

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O mercado de stablecoins vive uma fase de grandes transformações e a Ripple aparece como uma das principais vencedoras. A empresa, conhecida por emitir o token XRP, atingiu um marco importante com sua stablecoin Ripple USD (RLUSD), que ultrapassou US$ 1 bilhão em valor de mercado.

Lançada oficialmente em dezembro de 2024, a RLUSD acumulou alta de 1.278% em capitalização desde o início de 2025, segundo dados da CoinGecko. O crescimento acelerado coloca o ativo digital entre as 10 maiores stablecoins lastreadas em dólar. O feito reforça o avanço da Ripple em um segmento dominado por gigantes como Tether (USDT) e Circle (USDC).

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Atualmente, o RLUSD ocupa a 7ª posição entre as stablecoins de dólar, com volume diário de US$ 174 milhões. O valor é semelhante ao do PayPal USD (PYUSD) e do Dai (DAI), ativos de empresas consolidadas. Apesar da distância em relação aos líderes (USDT, com US$ 183 bilhões, e USDC, com US$ 75 bilhões), o sucesso da Ripple mostra que há espaço para novas alternativas no setor.

Ripple ganha força com estratégia híbrida e foco institucional

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Imagem: Coinmarketcap

O diferencial da Ripple USD está na integração entre uso corporativo e varejo. A stablecoin foi inicialmente promovida como uma solução “voltada para empresas”, mas acabou ganhando forte adesão entre usuários individuais. Plataformas como Transak e carteiras self-custodiais, como a Xaman, impulsionaram a adoção do token em escala global.

De acordo com dados da RWA.xyz, 80% da emissão do RLUSD ocorre na rede Ethereum, enquanto 20% está alocada no XRP Ledger, blockchain desenvolvida pela própria Ripple. Essa estrutura híbrida permite maior flexibilidade e interoperabilidade, fatores que ajudaram o projeto a crescer rapidamente.

Em uma publicação recente, a empresa destacou que “Ripple Prime, GTreasury e Rail agora se unem ao esforço para impulsionar a liquidação global mais rápida e eficiente”.

O avanço da Ripple ocorre em meio a uma reestruturação completa no mercado de stablecoins. O protocolo Sky Ecosystem, anteriormente conhecido como MakerDAO, passou por um rebranding e lançou a Sky Dollar (USDS), agora a terceira maior stablecoin do mundo. A USDS superou a USDe da Ethena em circulação e consolidou-se logo atrás de USDT e USDC.

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Filecoin dispara 200%: preço pode ir a US$ 4?

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O Filecoin (FIL) voltou aos holofotes do mercado nesta sexta-feira (7), após subir cerca de 200% na semana. O movimento surpreendeu traders e analistas, que veem forte recuperação da altcoin em meio a um cenário ainda volátil para o restante do mercado.

Grande parte dessa valorização ocorreu nas últimas 24 horas, quando o preço da FIL saltou mais de 100%. Com isso, atingiu um topo em US$ 3,95, seu nível mais alto desde 1º de fevereiro.

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Apesar da resistência em US$ 4 ainda conter os compradores, um rompimento parece próximo. Confira, a seguir, os fatores por trás da disparada e o que esperar nos próximos dias.

Inteligência artificial e DePIN impulsionam Filecoin

O Filecoin, projeto que atua como uma rede descentralizada de armazenamento digital, vem ganhando espaço nos setores de inteligência artificial (IA) e DePIN.

A alta do token também está sendo sustentada por fatores fundamentais, como a RetroPGF-3, que distribuiu 500.000 FIL entre mais de 200 projetos do ecossistema.

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Além disso, a atualização v26 reduziu as taxas de gás em 50%, o que aumentou as novas transações diárias em 25% e o uso da rede em 30%.

Outro ponto de destaque é o Grayscale Filecoin Trust, fundo que permite exposição institucional ao ativo. Nesta semana, o fundo chegou a ser negociado acima do valor da própria criptomoeda, indicando forte demanda de investidores institucionais.

Grayscale Filecoin Trust
Grayscale Filecoin Trust

Geralmente, esse tipo de ágio costuma refletir confiança por parte das instituições de que o ativo ainda tem espaço para valorizar.

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Gráfico aponta alta consistente, mas indica risco de correção

A análise técnica confirma o viés de alta do Filecoin, mas com sinais de alerta. O candle diário atual apresenta longo pavio superior, o que sugere certa exaustão da força compradora.

Até o momento, o ativo enfrenta resistência para se manter acima de US$ 3,50. O RSI já indica condição de sobrecompra, o que costuma anteceder correções de curto prazo.

Gráfico do Filecoin (FIL) no TradingView
Gráfico do Filecoin (FIL) no TradingView

Esse cenário será confirmado se o FIL formar candles abaixo do nível de retração de 0,236, em US$ 3,35. Nesse caso, o preço pode recuar até a região de ouro de Fibonacci, entre US$ 2,31 e US$ 2,70, o que representaria queda de até 30%.

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Por outro lado, se o Filecoin reagir nesses níveis ou acima deles, poderá retomar a tendência de alta.

A extensão de Fibonacci projeta um novo topo em US$ 5, caso o ativo mantenha volume forte e consistência compradora. Essa região seria o próximo alvo técnico natural, especialmente se o rompimento da resistência de US$ 4 for confirmado.

Gráfico do Filecoin (FIL) no TradingView
Gráfico do Filecoin (FIL) no TradingView

Pepenode chama atenção com modelo “mine-to-earn” e IA integrada

Enquanto o Filecoin ganha força, outro projeto vem despertando interesse no mercado cripto: o Pepenode (PEPENODE). A iniciativa combina elementos de memecoin e utilidade gamificada, oferecendo recompensas por meio de mineração virtual.

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Diferente das memecoins puramente especulativas, o Pepenode apresenta um modelo inovador de “mine-to-earn”, no qual os usuários mineram recompensas sem precisar de hardware físico.

O projeto já arrecadou mais de US$ 2 milhões em sua pré-venda, e continua ganhando tração à medida que avança em seu roadmap, que inclui integrações de IA e GameFi.

Além disso, o Pepenode oferece staking com rendimentos superiores a 600%, atraindo investidores em busca de retorno passivo.

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Com aumento da adoção de tecnologias de IA e o crescimento da demanda por tokens com utilidade real, o projeto surge como uma alternativa promissora dentro do universo das memecoins de nova geração. Confira a pré-venda.

Aviso: Este artigo tem funcionalidade exclusivamente informativa, e não constitui aconselhamento de investimento ou oferta para investir. O CriptoFácil não é responsável por qualquer conteúdo, produtos ou serviços mencionados neste artigo. Recomendamos que você sempre faça sua própria pesquisa (DYOR) antes de tomar qualquer decisão financeira. Invista apenas o que você pode se dar ao luxo de perder.

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Parceria revolucionária de Ripple e Mastercard impulsiona XRP – veja impacto e por que projetos como Maxi Doge podem ser os próximos a explodir

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A Ripple anunciou uma parceria inédita com a Mastercard, Gemini e WebBank para modernizar o sistema de pagamentos tradicionais com o uso da blockchain. A colaboração vai utilizar o stablecoin RLUSD, emitido pela Ripple, dentro do XRP Ledger (XRPL), ampliando o papel do XRP na infraestrutura global de pagamentos digitais.

O acordo representa um avanço histórico ao integrar stablecoins reguladas com transações de cartões de crédito. A Mastercard, conhecida por sua rede global, vai usar o RLUSD para liquidar pagamentos realizados com o Gemini Credit Card, emitido pela WebBank. Essa etapa marca uma das primeiras vezes que um banco norte-americano regulamentado realiza a liquidação de transações usando uma stablecoin em uma blockchain pública.

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Sherri Haymond, chefe global de digitalização da Mastercard, afirmou que a iniciativa reforça o compromisso da empresa com a inovação responsável. Segundo ela, a combinação entre a infraestrutura da Mastercard e a tecnologia da Ripple cria um caminho para que os pagamentos com stablecoins entrem definitivamente no sistema financeiro convencional. O projeto prioriza a proteção do consumidor, a conformidade regulatória e a transparência total das operações.

XRP ganha força com o avanço do RLUSD

O XRP, criptomoeda nativa da Ripple, ganha destaque nesse processo como base tecnológica que mantém o XRPL rápido e seguro. O RLUSD, por sua vez, é uma stablecoin atrelado ao dólar americano, aprovado pelo Departamento de Serviços Financeiros de Nova York (NYDFS). Desde seu lançamento em 2024, o token já ultrapassou US$ 1 bilhão em circulação, refletindo a confiança institucional em sua solidez.

Para a Ripple, a parceria reforça sua visão de aproximar o universo das criptomoedas do sistema financeiro tradicional. A presidente da empresa, Monica Long, destacou que essa colaboração demonstra o valor dos ativos digitais regulados como instrumentos de eficiência e segurança nas liquidações internacionais. Ela ressaltou ainda que o XRPL servirá como a espinha dorsal para futuros casos de uso institucionais.

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O CEO da WebBank, Jason Lloyd, explicou que os bancos têm papel central na conexão entre a estabilidade do sistema financeiro e a inovação blockchain. Ele acredita que stablecoins como o RLUSD podem tornar as transações mais rápidas e econômicas, sem abrir mão da segurança.

O CFO da Gemini, Dan Chen, acrescentou que o cartão de crédito da empresa mostra como os ativos digitais podem ser incorporados ao consumo diário, enquanto a fase atual do projeto comprova o potencial das liquidações via stablecoin em programas reais de pagamento.

Projetos como Maxi Doge podem ser os próximos a explodir

MaxiDoge
Pré-venda em ascensão.

O mercado de criptomoedas vive mais um ciclo de incertezas, mas projetos inovadores continuam surgindo com força. Um dos nomes que mais chamam atenção é o da Maxi Doge ($MAXI), uma memecoin inspirada na Dogecoin, que aposta em um conceito ousado: unir humor, cultura fitness e o espírito de superação da “cultura do hustle”.

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Lançada em 30 de julho de 2025, a Maxi Doge chegou ao mercado com uma proposta diferenciada. Enquanto outras memecoins se limitam ao entretenimento, ela cria um ecossistema motivacional, que conecta o público ao universo da performance e da força. A pré-venda começou com o preço de US$ 0,00025 por token, e o projeto adotou um modelo progressivo de valorização, que aumenta o preço a cada meta atingida.

Esse formato impulsionou o entusiasmo da comunidade. Em poucos dias, a pré-venda ultrapassou US$ 3,8 milhões, e quem entrou no início já viu ganhos de mais de 6,6%. A expectativa é que o preço do Maxi Doge chegue a US$ 0,0003 no lançamento oficial e possa atingir US$ 0,0012 até 2026, um salto de mais de 500%. Desse modo, comprar Maxi Doge agora pode trazer lucro pra os holders no futuro.

Enquanto algumas memecoins como a $CZSTATUE desabam após controvérsias, a Maxi Doge aposta na transparência e em uma comunidade engajada. O caso da estátua de CZ mostrou como o mercado reage rapidamente a influências e polêmicas. No entanto, a Maxi Doge segue um caminho oposto: constrói sua reputação com base em propósito e humor controlado.

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A “prima bombada” da Dogecoin

O “efeito CZ” continua a mover o mercado. Assim como Elon Musk, cada tuíte do ex-CEO da Binance ainda mexe com os preços das memecoins. Projetos como Trump ($TRUMP), Dogecoin ($DOGE) e Floki Inu ($FLOKI) provaram o poder das comunidades digitais. E é nesse mesmo espírito que a Maxi Doge se apoia — mas com uma proposta mais estruturada e sustentável.

Com sua identidade marcante, o cachorro musculoso da Maxi Doge representa uma nova geração de tokens que misturam autenticidade, humor e ambição. Seu diferencial está em oferecer staking com retornos de 79% ao ano, uma taxa que supera a maioria das concorrentes. Esse modelo atraiu investidores e baleias que, em minutos, injetaram US$ 100.000 na pré-venda.

Mais do que uma brincadeira, a Maxi Doge se posiciona como um movimento social e financeiro. Seu foco está em reacender o espírito das memecoins, combinando diversão com ganhos reais e uma narrativa moderna que conversa diretamente com o público jovem e ativo das redes.

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Proposta reduz para 5% imposto sobre criptomoedas não declarados no Brasil

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A deputada federal Júlia Zanatta (PL-SC) apresentou o Projeto de Lei 5.701/2025. Ele pretende criar um regime especial para brasileiros regularizarem criptomoedas não declaradas ao Imposto de Renda, pagando apenas 5% de imposto sobre o valor de mercado dos ativos. A proposta busca equilibrar a arrecadação fiscal com o avanço tecnológico e incentivar a transparência no setor.

O projeto cria o Regime Especial de Regularização de Ativos Virtuais (RERAV). Trata-se de um programa permanente e voluntário que permite a declaração de ativos digitais de origem lícita, mantidos tanto no Brasil quanto no exterior. Além disso, a proposta inclui carteiras de autocustódia. Desse modo, abrange grande parte dos investidores de criptomoedas que ainda não reportaram seus saldos à Receita Federal.

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De acordo com o texto, o programa abarca ativos não declarados ou declarados de forma incorreta, desde que o contribuinte comprove a origem lícita dos recursos. Para aderir, o participante deverá pagar uma alíquota única de 5% sobre o valor de mercado dos ativos. Ele é calculado segundo a cotação média das principais exchanges no momento da declaração.

A medida, segundo Zanatta, não representa um perdão fiscal, mas sim uma correção normativa diante da falta de regulamentação adequada durante o crescimento do mercado cripto no país.

“A repatriação proposta não equivale a perdão indiscriminado”, explicou a deputada. “É um instrumento de ajuste regulatório e segurança jurídica, que reconhece a defasagem entre a velocidade da inovação e a lentidão do Estado.”

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Imposto sobre criptomoedas no Brasil

O texto do PL veda a participação de agentes públicos eleitos, ocupantes de cargos de direção e seus familiares até segundo grau, além de condenados com trânsito em julgado. O objetivo é evitar o uso do programa para lavagem de dinheiro ou ocultação de patrimônio ilícito.

Zanatta destaca que o RERAV busca “não punir o passado, mas construir o futuro”. A parlamentar defende que o modelo oferece uma transição ordenada e definitiva para a formalização de ativos digitais. Desse modo, permite o retorno ao sistema fiscal brasileiro sem sufocar o ambiente de inovação.

Especialistas veem a proposta como uma oportunidade para ampliar a base tributária e incentivar a conformidade voluntária de investidores que mantêm criptomoedas fora do radar da Receita. Além de reduzir riscos legais, o projeto pode aumentar a confiança institucional no setor, abrindo caminho para uma nova fase de integração entre criptoativos e o sistema financeiro tradicional.

Se aprovada, a medida pode marcar um avanço histórico na política fiscal brasileira. Afinal, irá reconhecer o papel econômico das criptomoedas e estabelecer um equilíbrio entre arrecadação, transparência e inovação.

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XRP pode perder suporte em US$ 2 em breve, alerta indicador

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O XRP opera em forte queda nesta sexta-feira (7), aproximando-se rapidamente do suporte crítico de US$ 2, que pode ser rompido de acordo com um importante indicador on-chain.

No fechamento desta análise, o token nativo da Ripple acumulava queda de 4,4% no dia, tendo a maior desvalorização entre as 20 principais criptomoedas por valor de mercado, segundo o CoinGecko.

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O cenário reforça a pressão vendedora que tomou conta do mercado nesta semana e aumenta a probabilidade de novas quedas nos próximos dias.

XRP se aproxima de zona de risco

O XRP acumula queda de 15% na semana, ampliando a sequência negativa iniciada no fim de outubro. Em relação à máxima histórica de US$ 3,65, registrada em julho, a desvalorização já ultrapassa 40%.

Esse cenário tem ampliado o pessimismo entre os investidores de longo prazo, que voltam a realizar lucros ou liquidar posições.

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O indicador LTH NUPL, usado para medir a rentabilidade média dos detentores de longo prazo, está próximo de 0,5. Historicamente, quedas abaixo desse nível coincidiram com correções acentuadas no preço do XRP, marcando períodos de inversão de tendência.

Além disso, o fluxo de ordens nas exchanges mostra desequilíbrio entre compra e venda. De acordo com dados da Coinglass, os vendedores superaram os compradores em US$ 80 milhões nas últimas 24 horas.

Fluxo de ordens de XRP nas exchanges. Fonte: Coinglass
Fluxo de ordens de XRP nas exchanges. Fonte: Coinglass

Se o indicador LTH NUPL cair abaixo de 0,5, os traders aumentarão as liquidações, principalmente se o preço romper o suporte de US$ 2 com volume crescente.

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XRP testa consolidação e pode cair até 20%

O gráfico diário mostra que o XRP está perto de romper seu padrão de consolidação, formado entre US$ 2,20 e US$ 2,65. Caso o ativo perca essa faixa, a próxima zona de suporte fica entre US$ 2,10 e US$ 2.

Se o movimento negativo continuar, o XRP pode testar o suporte em US$ 1,80, o que representaria uma queda de cerca de 20% em relação aos níveis atuais.

Gráfico do XRP no TradingView
Gráfico do XRP no TradingView

Apesar disso, o gráfico de 4 horas mostra que uma reversão de alta ainda é possível, desde que o fundo atual em US$ 2,18 seja mantido.

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O CMF mostra sinais de alta, indicando entrada de capital no ativo. Isso sugere que alguns investidores estão acumulando posições após a queda recente.

Gráfico do XRP no TradingView
Gráfico do XRP no TradingView

No entanto, um cenário de recuperação só deve ser confirmado se houver rompimento do topo em US$ 2,35 com aumento de volume.

SUBBD: inovação entre blockchain, IA e criadores de conteúdo

Enquanto o mercado de criptomoedas enfrenta alta volatilidade, alguns projetos vêm ganhando destaque por combinar tecnologia e utilidade real. Um exemplo é o SUBBD, plataforma que une blockchain e inteligência artificial para oferecer ferramentas voltadas a criadores de conteúdo.

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O diferencial do SUBBD está na proposta de autonomia total, permitindo que criadores monetizem suas produções sem depender de grandes plataformas. O sistema oferece assistentes de IA personalizáveis, conteúdos exclusivos e um mecanismo de staking com rendimentos de até 20% ao ano.

O projeto já conquistou mais de 2.000 influenciadores e reúne uma audiência combinada de 250 milhões de seguidores.

Em um momento em que o mercado busca casos de uso sólidos e sustentáveis, o SUBBD surge como uma alternativa promissora no momento atual do mercado. Acesse a pré-venda.

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Cardano testa suporte e pode cair 20% em breve – Análise

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A Cardano (ADA) opera em queda nesta quinta-feira (6), aproximando-se de um suporte crucial que pode determinar seus próximos movimentos.

No fechamento desta análise, a ADA registrava queda de 3,5% no dia, o que elevou suas perdas semanais superiores a 10%, segundo dados do CoinGecko.

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Essa pressão vendedora reforça a fragilidade da altcoin, que agora se encontra perto de uma zona técnica e psicológica importante. Se o suporte falhar, o prejuízo dos investidores pode aumentar rapidamente.

Cardano se aproxima de suporte em US$ 0,50

A Cardano exibe um padrão claro de tendência de baixa, com sete dos últimos dez candles diários fechando no vermelho. O candle atual segue o mesmo caminho, enquanto o gráfico diário mostra o ativo se aproximando da região de US$ 0,50, nível que vem sustentando o preço desde o início do ano.

Historicamente, esse suporte tem gerado saltos consistentes, mas sua força enfraquece a cada novo teste. Caso ocorra uma ruptura decisiva, a ADA pode cair até US$ 0,45 ou US$ 0,40, o que representaria queda de até 20% em relação ao preço atual.

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Gráfico da Cardano (ADA) no TradingView
Gráfico da Cardano (ADA) no TradingView

Apesar disso, um novo salto pode ocorrer, segundo os indicadores técnicos. No gráfico de 4 horas, o RSI mostra leve recuperação, embora permaneça abaixo de 50.

O MACD apresenta sinal de alta no histograma, enquanto o ADX sobe acima de 40, apontando tendência forte. Além disso, o CMF está acima de zero e subindo, indicando fluxo de capital positivo.

Indicadores da Cardano (ADA) no TradingView
Indicadores da Cardano (ADA) no TradingView

Mesmo assim, um movimento de alta só deve ser confirmado se o preço superar o último topo em US$ 0,55. Abaixo desse nível, qualquer tentativa de recuperação tende a ser apenas corretiva e limitada.

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Fluxo nas exchanges reforça cenário de queda

Por sua vez, a movimentação nas exchanges favorece o cenário de novas quedas. Nos últimos dias, a Cardano mostrava mais saídas do que entradas, o que sugeria acúmulo por parte dos investidores. No entanto, essa tendência se inverteu nas últimas horas.

Agora, há mais ADA sendo enviada para as plataformas do que retirada, indicando que detentores estão se preparando para vender. Esse padrão tende a aumentar a pressão vendedora e comprometer o suporte dos US$ 0,50.

Depósitos e saques de Cardano (ADA) nas exchanges. Fonte: Coinglass
Depósitos e saques de Cardano (ADA) nas exchanges. Fonte: Coinglass

De acordo com dados de fluxo de ordens, os vendedores já correspondem a quase 52% das negociações de ADA nas últimas 24 horas.

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Caso essa tendência se mantenha, o ativo pode perder força rapidamente, abrindo espaço para novas quedas e reduzindo as chances de uma recuperação sólida.

Ordens de compra e venda de Cardano (ADA) nas exchanges. Fonte: Coinglass
Ordens de compra e venda de Cardano (ADA) nas exchanges. Fonte: Coinglass

SUBBD Token em destaque

Enquanto a Cardano luta para preservar seu suporte, o mercado segue atento a novos projetos que unem tecnologia e utilidade real, como o SUBBD Token. A plataforma combina blockchain e inteligência artificial para oferecer ferramentas voltadas a criadores de conteúdo.

O diferencial do SUBBD está em sua proposta de autonomia total, eliminando a dependência de grandes plataformas de mídia. O ecossistema inclui assistentes de IA personalizáveis, conteúdos exclusivos e um mecanismo de staking com rendimentos de até 20% ao ano.

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O projeto já atraiu mais de 2.000 influenciadores, reunindo uma audiência combinada superior a 250 milhões de seguidores. Assim, este crescimento mostra como o SUBBD vem redefinindo o modelo de monetização digital, oferecendo uma alternativa inovadora e descentralizada.

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Minerar BTC na Etiópia custa 80% menos que comprar um inteiro

Preço de ASICs para minerar Bitcoin cai para o menor nível histórico

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Uma reportagem da Al Jazeera colocou a Etiópia no centro das atenções do mercado cripto. A notícia revela que o custo total para minerar um único Bitcoin (BTC) no país é de apenas US$ 20 mil, ou mais de 80% mais barato que comprar um inteiro.

A razão está na abundância de energia hidrelétrica, gerada principalmente pela Grand Ethiopian Renaissance Dam (GERD), uma das maiores hidrelétricas do mundo. O dado chama a atenção porque coloca a Etiópia entre os países mais competitivos do planeta em mineração de Bitcoin. Atrás apenas de nações como Irã e Paraguai, onde o acesso à energia renovável e barata também reduz significativamente os custos.

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Minerar BTC é assunto estatal

Além disso, o governo etíope, por meio da estatal Ethiopian Electric Power (EEP), arrecadou cerca de US$ 55 milhões em apenas dez meses com a venda de energia excedente a mineradoras de Bitcoin.

Mais do que uma simples oportunidade econômica, o país está transformando a mineração em uma estratégia de infraestrutura nacional. As taxas pagas pelos mineradores são usadas para financiar a expansão da rede elétrica local, impulsionando o acesso à energia e o desenvolvimento regional.

Em outras palavras, a Etiópia encontrou uma forma de converter o poder computacional da mineração em um motor de crescimento econômico. É um contraste marcante em relação à narrativa de anos atrás, quando a mineração era frequentemente associada a desperdício energético e impacto ambiental.

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País já é exemplo mundial em minerar Bitcoin

Hoje, o país africano é citado como exemplo de uso produtivo e sustentável da mineração de Bitcoin. A região aproveita a energia limpa e de baixo custo para financiar a modernização de sua infraestrutura.

Essa mudança reflete um movimento global em curso: a descentralização da mineração de criptomoedas. À medida que custos de energia e regulamentações apertam em países como Estados Unidos e Canadá, operações estão migrando para regiões com fontes renováveis e incentivos fiscais.

A Etiópia se destaca nesse novo mapa global da mineração, não só por sua energia abundante, mas por integrar o setor à sua estratégia econômica, e esse modelo começa a inspirar novas ideias dentro e fora do mundo físico.

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PepeNode mostra que minerar Bitcoin e criptomoedas também pode ser divertido

Se a Etiópia mostra que é possível tornar a mineração de Bitcoin e das melhores criptomoedas sustentável e acessível, o projeto PepeNode (PEPENODE) leva esse conceito para o universo digital. O inovador conceito transforma a mineração em uma experiência virtual, sem hardware, eletricidade ou custos operacionais.

A proposta combina gamificação, sustentabilidade e recompensas reais, democratizando um setor historicamente dominado por grandes corporações e mineradores institucionais.

O PepeNode funciona como uma simulação de mineração virtual, na qual o jogador constrói e expande uma operação digital. Portanto, a a experiência é bem semelhante a jogos clássicos de gerenciamento como FarmVille.

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Em vez de gastar com máquinas ou energia elétrica, os usuários gerenciam nós virtuais (nodes). Por consequência, ganham tokens de recompensa conforme aprimoram suas instalações dentro do jogo.

Por sua vez, esses tokens, chamados PEPENODE, são o combustível do ecossistema e podem ser usados para upgrades, staking e obtenção de meme coins como Pepe (PEPE) e Fartcoin (FARTCOIN).

Um dos pilares do projeto é seu modelo econômico deflacionário: 70% dos tokens usados em atualizações são queimados permanentemente. O movimento de queima reduz a oferta e favorece o equilíbrio de longo prazo.

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Staking e APY

Mesmo antes do lançamento oficial, os jogadores já podem participar da fase de staking com rendimento dinâmico de até 630% ao ano (APY), o que reforça o apelo de retorno para investidores e entusiastas.

A ideia central do PepeNode é reviver o espírito dos primeiros dias do Bitcoin. Isso é, quando qualquer pessoa podia minerar com um computador comum, mas adaptada à era moderna de forma gamificada, digital e acessível.

Se na Etiópia a descentralização energética impulsiona o desenvolvimento, no PepeNode a descentralização da mineração abre caminho para uma nova forma de participação econômica. Aqui, o investimento não é em máquinas, mas em estratégia, engajamento e criatividade.

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O projeto também faz um paralelo interessante com a dinâmica da mineração física: assim como a Etiópia transforma eletricidade em infraestrutura, o PepeNode transforma atividade digital em valor econômico, unindo entretenimento e rendimento.

Ambos os modelos, o real e o virtual, demonstram que a mineração pode evoluir além do estigma de consumo excessivo, tornando-se uma ferramenta de inclusão e inovação.

PepeNode une o físico ao digital

Com o Bitcoin oscilando em torno de US$ 100 mil e o mercado global ainda em fase de consolidação, narrativas que unem sustentabilidade e acessibilidade estão ganhando força.

Nesse contexto, o PepeNode surge como uma ponte entre o mundo físico e o digital. Dessa maneira, o objetivo do projeto é oferecer a qualquer pessoa a oportunidade de “minerar” sem barreiras geográficas, sem impacto ambiental e com retorno real.

Ademais, a pré-venda do token PEPENODE está aberta, com o preço atual de US$ 0,0011317 por token, antes do reajuste previsto para a próxima rodada. Desse modo, os investidores podem comprar diretamente no site oficial do projeto, utilizando ETH, BNB, USDT (ERC-20 ou BEP-20) ou até cartões de crédito.

Por fim, vale ressaltar que o PepeNode já está na seção Upcoming Tokens da Best Wallet, uma das melhores carteiras do mercado, o que permite acompanhar, comprar e reivindicar tokens assim que o jogo for oficialmente ao ar.

 

Visite PepeNode Agora

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Recuperação do Bitcoin reacende o mercado: Bitcoin Hyper pode ser a próxima grande oportunidade de 10x

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O Bitcoin (BTC) voltou a mostrar força nesta quinta-feira, ao se manter estável em torno de US$ 103.000. A criptomoeda mais negociada do mundo tenta consolidar sua recuperação após ter testado o suporte psicológico de US$ 100.000. Apesar da melhora, persistem sinais de fragilidade entre os investidores institucionais, com saídas significativas nos fundos de ETFs de Bitcoin.

Os dados mais recentes da plataforma SoSoValue mostram que os ETFs de Bitcoin à vista registraram uma saída líquida de US$ 137 milhões na quarta-feira, o que ampliou as perdas acumuladas desde o fim de outubro. Essa sequência de retiradas indica uma redução na confiança institucional, fator que pode limitar a força da recuperação do ativo no curto prazo.

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De acordo com o relatório semanal da CryptoQuant, o Bitcoin chegou a cair abaixo de US$ 100.000 pela primeira vez desde junho, o que acendeu alertas entre analistas técnicos. O ativo agora opera ligeiramente acima da média móvel de 365 dias, localizada em torno de US$ 102.000, um nível que historicamente tem funcionado como barreira de suporte durante os ciclos de alta.

Essa média é considerada um indicador de longo prazo e, em ciclos anteriores, sua perda antecipou períodos de correção mais longa. Por isso, a capacidade do Bitcoin de sustentar-se acima dessa faixa será determinante para definir o rumo das próximas semanas. Caso o ativo perca o suporte atual, analistas projetam um recuo até US$ 97.460, ou até mesmo a banda inferior de preço dos traders, estimada em US$ 72.000, segundo dados on-chain.

Recuperação técnica e sentimento dos investidores

bitcoin recuperação

Apesar das preocupações, o comportamento recente sugere uma tentativa de retomada gradual. Após cair cerca de 8% entre segunda e terça-feira, o Bitcoin reagiu 2,35% na quarta-feira, recuperando parte das perdas e estabilizando-se no patamar atual. A zona de US$ 100.353 segue sendo o principal nível de retração de 50% do movimento anterior, e sua manutenção tem servido como âncora para o preço.

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O Índice de Força Relativa (IFR), atualmente em 37 pontos, reforça que o impulso vendedor está enfraquecendo e que o mercado pode estar próximo de uma reversão técnica de curto prazo. Se essa tendência continuar, o BTC pode buscar o próximo nível de resistência em US$ 106.435, apontando para uma recuperação mais consistente.

Mesmo com as saídas dos ETFs e a cautela institucional, o interesse dos investidores de varejo permanece alto, o que ajuda a sustentar o preço acima do suporte. Para muitos analistas, o atual movimento de consolidação não representa o fim do ciclo de alta, mas sim uma fase natural de correção e acúmulo.

Bitcoin Hyper pode ser a próxima grande oportunidade

 

Bitcoin Hyper
Hyper se aproxima dos US$ 26 milhões.

O mercado de criptomoedas abriu novembro sob forte atenção de investidores com a ascensão do Bitcoin Hyper ($HYPER), uma nova solução de segunda camada (Layer 2) construída sobre a rede Bitcoin. O projeto, que promete transações rápidas e de baixo custo, arrecadou mais de US$ 26 milhões em sua pré-venda, tornando-se um dos lançamentos mais comentados do setor em 2025.

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Mesmo em um cenário de queda generalizada das principais criptomoedas, o Bitcoin Hyper tem atraído interesse crescente. O Bitcoin caiu mais de 11% em outubro, enquanto o Ethereum recuou 17%, e outras moedas de grande capitalização, como BNB, XRP e Solana, registraram perdas ainda mais acentuadas.

Nesse contexto, o comprar $HYPER vem se destacando como uma oportunidade de alto potencial. De acordo com análises, ele pode se tornar a próxima grande multiplicação de 10x.

O diferencial do Bitcoin Hyper está na sua proposta utilitária e acessível. Lançado com preço inicial de US$ 0,0115, o token permite a entrada de pequenos investidores em uma fase inicial. Atualmente, o ativo é negociado a US$ 0,0132, e o valor aumenta automaticamente a cada nova etapa da pré-venda. Essa mecânica cria uma pressão natural de valorização e incentiva compras antecipadas.

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Análise Bitcoin Hyper

Além do preço acessível, o Bitcoin Hyper promete solucionar um dos maiores problemas da rede Bitcoin: a lentidão nas transações. Ao funcionar como uma Layer 2, ele permite movimentações rápidas e taxas muito menores. Essa abordagem o coloca em posição de destaque frente a soluções concorrentes e reforça sua capacidade de escalar dentro do ecossistema do Bitcoin.

A tokenomics do projeto também chama atenção. O suprimento total é limitado a 21 bilhões de unidades, número que reforça a escassez relativa e cria espaço para valorização sustentada. De acordo com o cronograma, a distribuição dos tokens adquiridos na pré-venda ocorrerá durante o Token Generation Event (TGE).

Desse modo, o desempenho do $HYPER na pré-venda já é um sinal claro de confiança. Análises de preço do Bitcoin Hyper apontam que o token pode alcançar US$ 1 nos próximos ciclos.

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CEO do JPMorgan se rende ao Bitcoin: ‘estava errado sobre BTC’

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Durante anos, Jamie Dimon, CEO do JPMorgan Chase, foi um dos críticos mais duros das criptomoedas. Mas, em um discurso recente, o executivo surpreendeu o mercado financeiro ao admitir que estava errado sobre o Bitcoin e sobre o potencial dos ativos digitais.

Jamie Dimon fez a declaração durante a conferência Future Investment Initiative (FII9), em Riad, na Arábia Saudita, marcando uma virada histórica no discurso do líder do maior banco dos Estados Unidos.

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O banqueiro reconheceu publicamente que “as criptomoedas são reais”, destacando que tecnologias como stablecoins e contratos inteligentes já estão transformando a forma como o sistema financeiro opera. Em suas palavras, “todos nós usaremos cripto para facilitar melhores transações e um melhor atendimento ao cliente”.

O tom da fala contrasta fortemente com o de 2017, quando Dimon chamou o Bitcoin de “fraude” e previu que ele “não teria um bom final”.

A mudança de posição não ocorreu de forma repentina. Afinal, o JPMorgan tem se aproximado do universo cripto há alguns anos, de maneira cuidadosa e estratégica. Recentemente, o banco desenvolveu uma prova de conceito para o JPMD, um token digital criado para representar depósitos bancários tokenizados. O ativo foi lançado na Base, rede pública de camada 2 construída pela Coinbase sobre a blockchain do Ethereum.

Esse movimento confirma uma mudança pragmática dentro do próprio sistema financeiro tradicional, que agora enxerga as criptomoedas como ferramentas úteis, e não mais como ameaças. Segundo Dimon, as inovações trazidas pelos ativos digitais podem melhorar o atendimento bancário, reduzir custos e aumentar a eficiência nas transações internacionais.

Jamie Dimon, JPMorgan e o Bitcoin

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A admissão de Jamie Dimon teve repercussão imediata entre investidores e analistas. Para muitos, o gesto simboliza a integração definitiva das criptomoedas ao sistema financeiro global. Além disso, o reconhecimento do Bitcoin por parte de um dos mais poderosos banqueiros do planeta reforça a percepção de que a tecnologia blockchain veio para ficar.

Empresas financeiras que antes mantinham distância agora se sentem mais seguras para explorar o setor. Dessa forma, a mudança de postura do JPMorgan pode acelerar a adoção institucional de ativos digitais. Especialmente em áreas como tokenização de depósitos, pagamentos internacionais e emissões de stablecoins reguladas.

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No entanto, Dimon também enfatizou a necessidade de regras claras e supervisão regulatória para garantir segurança e transparência nas transações digitais. Ele afirmou que o sucesso das criptomoedas dependerá de como os governos e bancos centrais lidarão com a inovação nos próximos anos.

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Dash em alta volatilidade: o que esperar após máxima de 3,5 anos?

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A Dash (DASH) voltou aos holofotes do mercado após registrar uma forte variação de preço nos últimos dias. O movimento fez com que a altcoin atingisse, na terça-feira (4), seu maior valor desde janeiro de 2022.

Entre 31 de outubro e 4 de novembro, o ativo acumulou uma impressionante alta de 250%, alcançando uma máxima próxima de US$ 150. No entanto, após o rali explosivo, o preço recuou 25%, com o ativo negociado no fechamento desta análise em US$ 110.

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Diante desse cenário, surge a dúvida: o movimento recente foi apenas um impulso passageiro ou o início de um novo ciclo de alta mais prolongado?

Dash rompe correlação com o Bitcoin e atrai investidores

Uma das possíveis explicações para o rali surpreendente da Dash está no fato da altcoin ter se ‘desprendido’ do Bitcoin (BTC). O índice de correlação entre os dois ativos despencou de 0,70 para -0,58 nos últimos dias, uma mudança brusca que indica um comportamento inverso entre ambos.

Correlação entre Bitcoin (BTC) e Dash (DASH). Fonte: TradingView
Correlação entre Bitcoin (BTC) e Dash (DASH). Fonte: TradingView

Com o Bitcoin enfrentando forte pressão vendedora e até perdendo brevemente o suporte de US$ 100.000 hoje, investidores buscaram alternativas menos correlacionadas.

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Nesse contexto, a DASH se destacou como uma oportunidade de diversificação e proteção diante da queda generalizada do mercado cripto.

Correção técnica pode levar a Dash até US$ 82

Apesar do momentum positivo das últimas semanas, o gráfico diário revela que a DASH iniciou uma fase de correção. Atualmente, o preço está abaixo do nível de retração de 0,382 de Fibonacci, localizado em US$ 108,11, o que reforça a possibilidade de uma nova queda de curto prazo.

Gráfico da Dash (DASH) no TradingView
Gráfico da Dash (DASH) no TradingView

Se esse movimento continuar, a altcoin pode testar a chamada zona de ouro de Fibonacci, entre os níveis de 0,5 e 0,618, situada entre US$ 82,47 e US$ 90. Esse intervalo costuma funcionar como suporte técnico em correções após fortes movimentos de alta.

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Alguns fatores mostram que essa queda pode de fato acontecer. O candle formado na máxima de US$ 150 apresentou o formato de uma estrela-cadente, com longo pavio superior, sinalizando exaustão da força compradora.

O RSI reforça essa leitura, permanecendo acima de 70 pontos, o que indica uma condição de sobrecompra.

RSI da Dash (DASH) no TradingView
RSI da Dash (DASH) no TradingView

Assim sendo, a DASH tende a seguir em correção nos próximos dias, com um cenário de novas máximas só podendo ser considerado caso haja um rompimento acima do nível de retração de 0,236, em US$ 123,97.

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SUBBD também é destaque

Enquanto a Dash enfrenta volatilidade, outros projetos inovadores seguem ganhando destaque no ecossistema blockchain. Um dos mais comentados recentemente é o SUBBD, uma plataforma que combina blockchain e inteligência artificial para oferecer ferramentas voltadas a criadores de conteúdo.

O diferencial do SUBBD está na autonomia total oferecida aos criadores, permitindo que eles monetizem diretamente sem depender de grandes plataformas. O sistema inclui assistentes de IA personalizáveis, conteúdos exclusivos e um mecanismo de staking com rendimentos de até 20% ao ano.

Com mais de 2.000 influenciadores cadastrados e uma base combinada de 250 milhões de seguidores, o projeto demonstra forte tração e engajamento.

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Em um cenário de crescente busca por independência digital e novas fontes de renda, o SUBBD representa um exemplo de como a integração entre IA e blockchain pode transformar a economia criativa e gerar valor real no universo Web3.

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