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Usuários perdem acesso a criptomoedas com fim da Carteira Web3 da Coinbase

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O encerramento da Carteira Web3 pela Coinbase resultou na perda de acesso a fundos para uma parte de seus usuários. O serviço foi descontinuado no dia 7 de julho, conforme anunciou previamente a empresa. O problema é que a carteira operava em um modelo de custódia compartilhada, no qual a Coinbase era a responsável pelo armazenamento e controle das chaves privadas dos usuários.

Com a desativação da infraestrutura do serviço, o acesso aos ativos mantidos dentro dessas carteiras foi cortado. Diferente de uma carteira de auto custódia, onde o usuário possui uma “seed phrase” para recuperar seus fundos em qualquer interface, a Carteira Web3 da Coinbase não concedia esse controle ao usuário final. Portanto, após a data de encerramento, a empresa declarou que não possui meios para recuperar os ativos remanescentes.

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Comunidades online documentaram relatos de usuários que enfrentaram complicações além da perda de acesso direto. No Reddit há uma série de relatos nesse sentido, de usuários que não sabiam que usavam uma carteira de custódia compartilhada e, agora, perderam o acesso aos seus ativos. Além disso, há outros casos de usuários que estão tendo problemas com a descontinuação do serviço.

Carteira acabou, mas problemas continuam

Alguns usuários relataram que o endereço da Carteira Web3 continuava listado como “favorito” em sua interface Coinbase após a descontinuação. Isso levou a transações onde fundos foram enviados por engano para esse endereço, resultando em perda.

Outra questão citada por usuários envolve ativos em redes não suportadas pela carteira, como Arbitrum ou BSC. Como a interface da Coinbase não permitia gerenciar ativos nessas redes a partir da Carteira Web3 e não fornecia uma “seed phrase” para exportação, os usuários não puderam resgatar esses fundos antes do encerramento do serviço.

Única forma de recuperar acesso

Os usuários que mantinham fundos na Carteira Web3 até 7 de julho enfrentam opções extremamente limitadas para recuperar seus ativos após o encerramento do serviço. A Coinbase afirma que a natureza do sistema de custódia compartilhada torna tecnicamente impossível recuperar quaisquer fundos remanescentes na carteira de criptomoedas.

Apenas usuários que ainda possuem o dispositivo móvel original vinculado à sua Carteira Web3 e que exportaram previamente sua frase de recuperação têm uma potencial exceção. Contudo, é provável que apenas uma minoria de usuários tenham executado esse procedimento.

Na ausência dessas condições específicas, os ativos digitais permanecem permanentemente bloqueados na blockchain, em endereços inacessíveis. A descontinuação do serviço desativou o único mecanismo de recuperação disponível.

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Minerador solo ‘quebra ‘chance de 100 anos’ e ganha US$ 350 mil em Bitcoin

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Mais uma vez um minerador solo de Bitcoin (BTC) superou probabilidades monumentais e tirou a sorte. Como resultado, o minerador levou mais de US$ 1,5 milhão para casa, incluindo o subsídio do bloco mais as taxas.

A descoberta do bloco ocorreu no dia 7 de setembro, de acordo com o site mempool.space. O minerador arrecadou um total de 3,129 BTC (US$ 347.980) pela mineração do bloco 913.593. Para fazer isso, o minerador utilizou o software de mineração solo de bitcoin da CKpool, famoso por reunir pequenos mineradores.

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Os ganhos do minerador incluem 3,125 BTC em recompensas de subsídio de bloco (US$ 347.509) e 0,004 BTC (US$ 471) em taxas de transação. Foi a segunda vez em pouco mais de um mês que um minerador solo encontrou um bloco do Bitcoin.

“Parabéns ao minerador bc1q~jr38 por resolver o 307º bloco solo em solo.ckpool.org, com apenas 200 terahashes (TH)!”, postou Con Kolivas, desenvolvedor da CKpool, no X. “Um minerador desse tamanho tem apenas uma chance em ~36.000 de resolver um bloco por dia, ou uma vez a cada ~100 anos!”

Mempool.
Bloco descoberto por um minerador solo. Fonte: mempool.space.

Uma chance em 36.000

Essa taxa de hash é equivalente a apenas uma máquina de mineração Bitmain Antminer S21 refrigerada a ar. Embora seja uma máquina potente, conseguir resolver um bloco sozinho com ela demanda uma alta probabilidade de sucesso.

Para se ter uma ideia, o poder de hash do minerador solo representa apenas 0,00002% do hashrate total estimado da rede Bitcoin, que superou 1 zetahash por segundo (ZH/s) em 8 de setembro. E o minerador estava na CK Pool, que reúne mineradores que operam sozinhos.

Para efeito de comparação, as principais mineradoras públicas de Bitcoin, MARA e IREN, gerenciam um hashrate de 59,4 EH/s e 50 EH/s (exahashes por segundo), respectivamente, de acordo com suas últimas divulgações. Ou seja, esses pools possuem mais de 250 mil vezes o poder computacional do minerador.

O hashrate do Bitcoin mede o poder computacional total dedicado à rede pelos mineradores, e quem minera em pools geralmente tem mais vantagem. Mas ocasionalmente alguns mineradores solo desafiam essa lógica e conseguem “tirar na loteria do Bitcoin”.

CK Pool.
Desenvolvedor da CK Pool parabeniza “minerador sortudo”. Fonte: X.

Minerador solo desafia a sorte

Mineradores menores de Bitcoin geralmente se juntam a pools compartilhados para ganhar recompensas estáveis ​​e proporcionais, já que a mineração solo tem uma chance extremamente baixa de ganhar um bloco.

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No entanto, alguns tentam pools solo para tentar a recompensa completa do bloco, evitando taxas e esperando por uma grande vitória, semelhante à de uma loteria. Em julho, um minerador conseguiu vencer essas chances e, pela primeira vez, minerar um bloco com um dispositivo caseiro, uma BitAxe.

Em 2022, um minerador solo de Bitcoin com uma taxa de hash de apenas 126 TH/s também superou as probabilidades de minerar um bloco em 2022 — recebendo cerca de US$ 260.000 em recompensas na época. No caso do último final de semana, a chance que o minerador superou para encontrar o bloco era de uma a cada 100 anos.

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Adoção das criptomoedas por Wall Street está apenas no começo, diz JP Morgan

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De acordo com um relatório recente do JP Morgan, a adoção de criptomoedas por instituições financeiras parece estar em seus estágios iniciais, mas os sinais de crescimento são muito promissores.

A análise do banco de Wall Street destaca que, embora o movimento seja considerado incipiente, o impulso regulatório e o interesse do mercado estão criando um ambiente favorável para uma expansão significativa.

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Dois fatores recentes reacenderam as expectativas para uma adoção em larga escala: a clareza regulatória proporcionada pela Lei GENIUS e a oferta pública inicial (IPO) da Bullish, em agosto. Ambos os eventos ajudaram a remover uma das maiores barreiras para os grandes investidores: a incerteza regulatória.

Os sinais concretos de engajamento institucional já são visíveis. Dados do relatório mostram que as instituições agora detêm aproximadamente 25% dos Exchange-Traded Products (ETPs) de Bitcoin. Um número expressivo e que mostra o peso das instituições financeiras no mercado e no ativo.

Adoção das criptomoedas em Wall Street

Além disso, uma pesquisa da Ernst Young revelou que 85% das empresas dos EUA já possuem alguma alocação em ativos digitais ou planejam fazê-lo até o fim do ano. Quando questionadas sobre os motivos que a fazem optar por investir em criptomoedas, elas citam que a regulamentação como o principal catalisador para essa decisão.

Para os investidores que buscam exposição a essa tendência, os analistas do JP Morgan apontam o Ethereum (ETH) e a Solana (SOL) como as principais escolhas. O Ethereum, base da maior parte da atividade de stablecoins, valorizou quase 20% desde a aprovação da Lei GENIUS. Enquanto isso, a SOL registrou alta de 17%.

Além disso, o relatório também destaca a Bullish, empresa cripto que recentemente lançou uma plataforma de negociação de criptomoedas voltada para investidores institucionais. O IPO em agosto foi um sucesso estrondoso e mostrou como Wall Street está precificando iniciativas como essa.

Desde seu IPO, as ações da empresa valorizaram 45% e estão sendo negociados acima dos US$ 50. A expectativa dos analistas é de que a exchange ganhe ainda mais força com uma potencial aquisição da BitLicense ainda este ano.

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Esse movimento ocorre em um contexto de mudança de postura entre grandes instituições financeiras. Um exemplo emblemático é o próprio JP Morgan. Enquanto seu CEO, Jamie Dimon, mantém suas críticas pessoais famosas ao Bitcoin, o banco que lidera segue pragmaticamente o mercado.

Seus recentes relatórios analíticos e investimentos em blockchain demonstram que, independentemente da opinião de sua liderança, os gigantes do setor estão reconhecendo o potencial e se adaptando à nova realidade dos ativos digitais.

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4 memecoins com potencial de 100x, segundo Grok

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Buscar criptomoedas com potencial de valorização de 100 vezes é o objetivo de muitos investidores, mas a realidade é implacável: a volatidade do mercado é extrema, e a grande maioria dos projetos dificilmente alcançará esse patamar. Contudo, aqueles que conseguem romper essa barreira não apenas multiplicam seu valor – frequentemente superam os 100x, tornando-se fenômenos como as memecoins  Dogecoin, Shiba Inu e Pepe.

Uma análise feita pelo Grok, da xAI, baseada em casos históricos e padrões de mercado, identificou as características comuns por trás desses raros sucessos. Projetos como DOGE, SHIB e PEPE compartilham traços fundamentais: comunidades ultra-engajadas que resistem a quedas brutais, narrativas virais culturalmente relevantes, suprimento acessível com baixo preço inicial, endossos de influenciadores, resiliência em correções e timing estratégico durante bull markets.

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Estudos de casos mostram ganhos extraordinários: SHIB superou 1.000.000x em seu pico. Enquanto isso, PEPE e BONK alcançaram multiplicadores de 10.000x e 100x, respectivamente. Esses projetos aproveitaram fatores como listagens em grandes exchanges, integração com ecossistemas (como Solana) e hype orgânico em redes sociais. Com base nesses critérios, quatro memecoins promissoras em pré-venda chamam a atenção.

Maxi Doge ($MAXI)

Maxi Doge ($MAXI) é uma memecoin ERC-20 que se autoproclama a “versão maximalista” do Dogecoin. Lançada em pré-venda em julho de 2025, a narrativa do projeto gira em torno de “superar o DOGE” ao oferecer leverage trading de até 1000x em plataformas parceiras e um sistema de staking com retornos atrativos.

MAXI
Pré-venda MaxiDoge

Com um suprimento total de 420 bilhões de tokens, o preço inicial baixo torna $MAXI acessível. Replicando a estratégia de memecoins como SHIB, que atraíram investidores com valores nominais baixos.

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Snorter Bot ($SNORT)

Snorter Bot ($SNORT) é uma memecoin multichain (Solana, Ethereum, BNB Chain) que combina humor com utilidade prática, um diferencial raro no espaço de memecoins. Entre os recursos ofertados estão sniping, copy trading e swaps em tempo real, com proteção anti-MEV (miner extractable value) para evitar front-running.

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Pré-venda Snorter

Lançado em pré-venda em 2025, já levantou US$ 3,8 milhões, com preço atual e US$ 0.1041. Na ocasião, o projeto ofereceu staking com APY superior a 1.700%, atraindo investidores de longo prazo.

Wall Street Pepe ($WEPE)

Wall Street Pepe ($WEPE) é uma memecoin ERC-20 que combina a estética viral do Pepe the Frog com uma narrativa de “Wall Street para pequenos traders”. Lançada em fevereiro de 2025 após uma pré-venda de US$ 70 milhões, $WEPE oferece sinais de trading exclusivos, staking e uma comunidade exclusiva para holders.

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WEPE
Pré-venda WEPE

Agora, o projeto está em expansão para Solana aproveitando o ecossistema de alta liquidez da rede. O projeto se beneficia do hype em torno de PEPE, que possui US$ 4,5 bilhões em capitalização de mercado, mas busca se diferenciar com utilidade prática.

Fartcoin ($FARTCOIN)

A Fartcoin ($FARTCOIN) surgiu em outubro de 2024 como uma memecoin humorística na Solana, conquistando atenção global com sua proposta irreverente de “taxas de transação sonoras”. Apesar da ausência de utilidade prática, o projeto desenvolveu uma comunidade engajada que explorou funcionalidades como governança e NFTs temáticos, impulsionando seu valor de mercado.

Fartcoin
Preço Fartcoin. Fonte: CoinGecko

Com um desempenho financeiro notável, a moeda partiu de US$ 0,036 e atingiu US$ 2,52 em janeiro de 2025 – uma valorização de 70 vezes em poucos meses. Atualmente cotada a US$ 0,89, mantém uma valorização de 24,7 vezes em relação ao preço inicial. Porém, continua sendo uma aposta de muitos traders que acredita na valorização de 100x.

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Aviso: Este artigo tem funcionalidade exclusivamente informativa, e não constitui aconselhamento de investimento ou oferta para investir. O CriptoFácil não é responsável por qualquer conteúdo, produtos ou serviços mencionados neste artigo. Recomendamos que você sempre faça sua própria pesquisa (DYOR) antes de tomar qualquer decisão financeira. Invista apenas o que você pode se dar ao luxo de perder.

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iPhone 17 reforça a segurança de carteira de criptomoedas

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O lançamento do iPhone 17 trouxe novidades que vão além da performance e do design. A Apple incluiu o Memory Integrity Enforcement (MIE), um sistema voltado diretamente para aumentar a segurança das carteiras de criptomoedas. A inovação combina proteção de hardware e software e atua como barreira contra ataques avançados que exploram falhas de memória, especialmente durante o processo de assinatura de transações.

De acordo com a Apple, o MIE funciona por meio do chip A19 e utiliza a tecnologia Enhanced Memory Tagging Extension (EMTE). Esse recurso verifica a memória em tempo real, identificando e bloqueando vulnerabilidades como buffer overflows e use-after-free, dois dos ataques mais comuns em softwares modernos.

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Usuários de criptomoedas ganham proteção essencial, já que falhas de memória respondem por quase 70% das vulnerabilidades de software que hackers exploram.

O ponto crítico está na assinatura de transações. Hackers sempre miraram esse momento porque qualquer fragilidade pode permitir o roubo de ativos. O MIE torna o processo mais resistente, pois bloqueia as tentativas de exploração já no nível de hardware. Isso reduz as chances de que spywares consigam capturar chaves privadas ou dados sensíveis.

Outro benefício importante é que a proteção funciona de forma automática. Usuários não precisam ativar configurações adicionais, o que simplifica o acesso e garante defesa permanente. Para o fundador da Cobo, DiscusFish, o recurso representa “uma vitória significativa para investidores de alto patrimônio e usuários que assinam transações com frequência”.

iPhone 17 mais seguro para criptomoedas

Iphone 17

Além disso, a Apple anunciou o Tag Confidentiality Enforcement (TCE), sistema criado para impedir que invasores explorem os valores de memória por meio de execução especulativa ou técnicas semelhantes. Essa camada extra fecha mais um caminho que poderia ser usado para expor informações de carteiras digitais.

A equipe de segurança da Apple confirmou que o MIE foi testado contra cadeias de exploração reais e conseguiu bloquear ataques logo nos estágios iniciais. Isso diminui as oportunidades para agentes maliciosos comprometerem o software.

Os recursos não ficam restritos apenas ao ecossistema nativo da Apple. Desenvolvedores também podem habilitar as proteções por meio do Xcode, permitindo que aplicativos externos de criptomoedas adotem o mesmo modelo de defesa. Essa abertura amplia o alcance da tecnologia e fortalece o setor como um todo.

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Em um ano em que relatórios de segurança da CertiK apontam perdas superiores a US$ 2,1 bilhões em ataques relacionados a criptoativos, com carteiras comprometidas respondendo por US$ 1,6 bilhão, o avanço chega em momento crucial. O iPhone 17 não elimina a necessidade de boas práticas de segurança, mas define um novo padrão de proteção ao dificultar o principal vetor de ataques contra investidores.

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SEC defende setor cripto e reforça que maioria dos tokens não são valores mobiliários

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Paul Atkins, presidente da SEC (Comissão de Valores Mobiliários dos EUA), declarou que empreendedores e investidores devem poder realizar captação de recursos em blockchain sem “incerteza jurídica interminável”. A fala ocorreu na quarta-feira (10) durante a sua participação na Semana Bianual de Mercados Financeiros, organizada pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE).

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Paul Atkins defendeu setor durante evento da OCDE. Fonte: X.com

Atkins reforçou sua visão de que a maioria das criptomoedas não são valores mobiliários, logo, não é papel da SEC regulamentá-la. Essa é uma visão que contrasta diretamente da antiga gestão da SEC, liderada por Gary Gensler, que abriu investigação contra dezenas de empresas de criptomoedas sob alegação de estarem negociando valores mobiliários sem autorização do órgão.

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Em defesa do setor cripto

A visão do presidente da SEC harmoniza com as diretrizes do “Project Crypto, lançado pelo órgão recentemente. O plano inclui a elaboração de diretrizes claras sobre o status jurídico dos ativos digitais. Também prevê a permissão para que plataformas de negociação ofereçam serviços como trading, empréstimo e staking sob uma única estrutura regulatória.

Esse é mais um dos esforços da administração do presidente Donald Trump para modernizar as regras de valores mobiliários. O grupo quer permitir que operações de mercado ocorram on-chain. O objetivo da administração é de atrair inovação e capital de volta aos Estados Unidos.

Atkins criticou a abordagem da gestão anterior, sob o presidente Joe Biden. Ele afirmou que seu antecessor usou aplicação da lei contra a indústria, o que resultou na saída de negócios e inovação do país.

“Por muito tempo, a SEC utilizou suas autoridades de investigação, intimação e fiscalização como arma para subverter a indústria de criptomoedas”, disse Atkins. “Essa abordagem não foi apenas ineficaz, mas também prejudicial; levou empregos, inovação e capital para o exterior. Os empreendedores americanos sofreram o impacto e foram forçados a gastar fortunas na construção de uma defesa jurídica em vez de um negócio.”

Essa mudança regulatória ocorre paralelamente a avanços legislativos, como a aprovação de lei sobre stablecoins e a discussão de um projeto de lei de estrutura de mercado, conhecido como “Clarity”, que define as competências da SEC e da CFTC.

A SEC e a CFTC anunciaram uma mesa-redonda para 29 de setembro para discutir a oferta de produtos inovadores, como contratos perpétuos e serviços de finanças descentralizadas, nos Estados Unidos. O objetivo declarado é fomentar a inovação financeira no país e — o que deve impactar diretamente todo o setor de criptomoedas.

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Quer uma maneira fácil de usar criptoativos? Esta altcoin subvalorizada pode ser a solução

SpacePay: quase US$ 1 milhão na pré-venda

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Você entra na pizzaria local com Bitcoin no celular, pronto para finalmente usar seus criptoativos para algo real. Você menciona pagar com Bitcoin e o caixa fica paralisado como se você tivesse acabado de pedir para trocar tampinhas de garrafa. Esse olhar vazio acontece com milhões de donos de criptoativos todos os dias.

Contudo, SpacePay acredita ter encontrado uma maneira de acabar com essa loucura. Essa startup londrina permite que empresas aceitem pagamentos em criptoativos pelas mesmas máquinas de cartão que já usam. Suportando, dessa forma, mais de 325 carteiras diferentes e convertendo tudo para fiat instantaneamente.

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Chega de olhares confusos, chega de sacar o cartão de crédito em derrota.

Por que a maioria das soluções de pagamento com criptoativos falham?

A maioria das plataformas de pagamento com criptoativos exige demais dos empresários ocupados. Querem que eles comprem equipamentos novos e caros. Além de forçar que aprendam sistemas complexos e basicamente reformulem toda a sua estrutura de pagamento. Isso é difícil de convencer quando se tenta administrar um restaurante ou loja de varejo.

Além disso, há também o problema da oscilação de preços. Empresários detestam a ideia de aceitar US$ 100 em Bitcoin apenas para descobrir que vale US$ 80 no fechamento. Por isso, a SpacePay elimina esse medo convertendo criptomoedas para a moeda local no momento em que alguém paga.

Assim, uma refeição de US$ 25 permanece exatamente US$ 25 na conta do comerciante, independentemente do que aconteça com o mercado de criptomoedas depois.

A plataforma funciona com terminais de pagamento Android que milhões de lojas já possuem. Uma simples atualização de software transforma qualquer leitor de cartão em uma máquina que aceita criptoativos. Sem compras de hardware, sem seminários de treinamento, sem meses de dores de cabeça com a implementação.

Ethereum está bombando, mas a pré-venda da SpacePay pode trazer utilidade real
Seu novo botão de pagamentos favorito.

Esta altcoin subvalorizada resolve problema reais

O token $SPY atende a múltiplos propósitos dentro do ecossistema da SpacePay, além de apenas esperar que o preço suba um dia. Os detentores do token recebem direitos de voto nas decisões da plataforma e recompensas mensais por permanecerem ativos na comunidade, por exemplo. Eles também têm acesso antecipado a novos recursos antes do lançamento público.

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O compartilhamento de receita cria uma conexão direta entre o sucesso da plataforma e o valor do token. Portanto, quando mais comerciantes processam pagamentos através da SpacePay, os detentores ganham uma parte dessas taxas de transação. Isso vincula a utilidade do token ao desempenho real dos negócios, em vez de pura especulação.

Além disso, a SpacePay realiza videochamadas trimestrais onde qualquer pessoa com tokens pode falar diretamente com a equipe de liderança. A maioria dos projetos de criptomoedas pega seu dinheiro e desaparece. Essas pessoas, na verdade, ficam por perto para responder a perguntas sobre seu progresso e planos.

O fornecimento de 34 bilhões de tokens é distribuído estrategicamente entre diferentes necessidades. Investidores públicos recebem 20% da pré-venda atual, enquanto recompensas para usuários e programas de fidelidade recebem 17%.

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O trabalho de desenvolvimento fica com 10%, as parcerias com 18% e os esforços de marketing também recebem 18%. Por outro lado, os fundadores ficaram com apenas 5% para si, com os 12% restantes mantidos em reserva.

Como a SpacePay torna os gastos com criptoativos normais

As pessoas continuam usando os aplicativos de carteira que já conhecem e confiam. Não é preciso baixar um aplicativo novo ou descobrir como converter suas moedas em qualquer token aleatório que o sistema de pagamento exija. Tem MetaMask? Perfeito. Prefere a Trust Wallet? Também é ótimo. O sistema funciona com praticamente tudo.

Você pode pagar com Bitcoin, Ethereum, aquela Binance Coin que está na sua carteira, USDT ou qualquer outra coisa que você tenha guardado. Sem precisar trocar moedas primeiro, sem etapas extras que façam você se perguntar por que está se importando com criptomoedas em primeiro lugar. Afinal, simplesmente gaste o que você tem.

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A experiência, aliás, parece muito com um pagamento por aproximação com o seu celular — o que as pessoas fazem o tempo todo agora. Você escaneia algo, aperta um botão no aplicativo da carteira e pronto. Enquanto isso, o dono da loja vê os dólares aparecendo na conta dele imediatamente.

Todas as questões de segurança acontecem sem que ninguém precise pensar nisso. Seu pagamento é criptografado, o sistema monitora atividades estranhas, mas nenhuma dessas questões técnicas atrapalha.

Visite a pré-venda da SpacePay

A estrutura de taxas que muda tudo

A maioria das empresas de pagamento fica com uma fatia considerável de cada venda – estamos falando de 2% a 4% que desaparecem de repente. A SpacePay cobra meio por cento. Imagine um restaurante que fatura US$ 40.000 por mês. A mudança pode colocar mais de US$ 1.000 de volta no bolso deles todos os meses. Para pequenos empresários que já controlam cada dólar, isso é dinheiro de verdade.

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As taxas baixas funcionam porque a SpacePay elimina a necessidade de vários intermediários envolvidos nos pagamentos com cartão tradicionais. Normalmente, as transações circulam entre bancos, processadores e redes de pagamento, com cada um levando sua parte. No entanto, a abordagem direta da SpacePay elimina a maioria dessas etapas desnecessárias.

O dinheiro entra nas contas comerciais imediatamente, em vez de esperar dias para ser liquidado. O acesso rápido aos fundos ajuda nas despesas diárias e na gestão do fluxo de caixa. Essa vantagem de velocidade se torna especialmente importante para empresas que precisam pagar fornecedores ou cobrir custos inesperados.

SpacePay pagamentos com criptoativos

O timing do mercado cria condições perfeitas

Cerca de 400 milhões de pessoas em todo o mundo possuem criptoativos, mas têm dificuldade para gastá-las em qualquer lugar útil. Enquanto isso, os processadores de pagamento tradicionais continuam aumentando suas taxas. Isso cria uma enorme oportunidade para plataformas que podem conectar detentores de cripto com comerciantes de forma eficaz.

Os governos estão, de fato, criando regras agora, em vez de apenas se preocuparem com cripto. Empresários podem obter respostas diretas sobre o que podem fazer. Quando você não se preocupa em infringir acidentalmente alguma lei que não sabia que existia, é mais provável que experimente coisas novas.

Pessoas com menos de 30 anos quase não usam dinheiro em espécie. Elas gravam seus celulares para tudo. Pagar com criptoativos provavelmente não parece tão diferente para elas — apenas mais uma maneira de usar o celular em vez de procurar cartões de plástico.

Começando com a pré-venda $SPY

A pré-venda já arrecadou cerca de US$ 1,3 milhão, demonstrando o interesse genuíno do mercado em soluções práticas de pagamento com criptoativos. Os preços dos tokens aumentam à medida que cada etapa se esgota, recompensando os primeiros participantes com taxas melhores.

Qualquer pessoa interessada em participar pode visitar o site oficial da SpacePay e conectar sua carteira de criptomoedas, como a MetaMask. Além disso, a plataforma aceita pagamentos em ETH, BNB, MATIC, AVAX, USDT, USDC e cartões bancários comuns para iniciantes em cripto.

Com os tokens atualmente custando US$ 0,003181 cada, os participantes podem selecionar o valor desejado e concluir a compra por meio de instruções simples.

PARTICIPE AGORA DA PRÉ-VENDA DA SPACEPAY (SPY)

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Frenesi com IPO da Gemini: Maxi Doge atrai atenção dos investidores

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A exchange Gemini planejava levantar US$ 317 milhões em seu IPO, mas foi muito além desse número. Nesta sexta-feira (12), a empresa levantou US$ 425 milhões em sua oferta pública inicial (IPO). De acordo com o comunicado oficial, a Gemini vendeu 15,18 milhões de ações Classe A por US$ 28 cada.

Na quinta-feira (11), a Gemini já havia ajustado o preço de suas ações para a faixa de US$ 24 a US$ 26, prevendo um forte aumento de demanda. Esse aumento de fato aconteceu, visto que a exchange captou uma grande soma mesmo aumentando ainda mais o preço das ações.

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A empresa liderada pelos gêmeos Cameron e Tyler Winklevoss entra em operação na Nasdaq nesta sexta-feira sob o código GEMI. O encerramento do IPO está previso para a segunda-feira (15). Goldman Sachs, Citigroup, Morgan Stanley e Cantor são os principais coordenadores da oferta

Além disso, como parte da oferta, a empresa e seus acionistas vendedores concederam aos subscritores uma opção de 30 dias para comprar mais de 750 mil ações adicionais para cobrir os lotes excedentes. O IPO foi mais um sucesso do mercado cripto após o lançamento de ações da Circle, emissora da stablecoin USDT.

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IPO da Gemini chegará ao mercado valendo US$ 28 por ação. Fonte: Yahoo! Finance.

O pregão aberto ainda não começou oficialmente, mas já existem analistas que projetam uma alta superior a 200% no preço dos papéis. A Circle, por exemplo, conseguiu lançar suas ações a um preço quatro vezes acima do valor original e as ações subiram quase 300% no IPO.

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Essa projeção de preço pode beneficiar os detentores dos papéis, que veriam seu patrimônio se valorizar sem precisar fazer alavancagem. Mas para os que querem ir além e obter retornos superiores a 1.000%, a melhor escolha é a Maxi Doge ($MAXI).

O melhor token para se alavancar

Se você acha que IPOs são uma furada, o setor de criptomoedas tem provado que eles podem trazer várias oportunidades. A Circle lançou suas ações a US$ 30, mas elas chegaram a atingir mais de US$ 170 com a aprovação da Lei GENIUS. E quem operou com alavancagem obteve retornos exponenciais nesta operação.

Mas os degens fanáticos pelas criptomoedas mais promissoras, 600% não é o bastante. Eles querem mais esteroides, eles querem poder. E a Maxi Doge tem esteroides e é para quem deseja “meter o pé” nas negociações, com alavancagem que pode chegar a mais de 1.000 vezes.

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Os degens, por sinal, impulsionaram a pré-venda da Maxi Doge, cujo valor arrecadado na pré-venda saiu de US$ 1,2 milhão para US$ 2 milhões em apenas oito dias. A $MAXI oferece acesso a negociações alavancadas e sem stop loss, ideal para quem busca os maiores lucros.

Aliás, a Maxi Doge tem prêmios especiais para aqueles degenerados que obtiverem o melhor desempenho nas suas negociações e uma plataforma de staking altamente rentável. Para ter acesso a isso você só precisa garantir seus tokens agora, já que a previsão de preço do $MAXI é que ele chegue a US$ 0,01, contra os US$ 0,000257 por unidade.

Maxi Doge.
Fonte: Maxi Doge/X.

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Solana rompe US$ 220 e mira US$ 400 — rali real ou bull trap?

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A Solana quebrou, com volume e convicção, a resistência US$ 210–US$ 220 que segurava o preço desde março. O ativo vinha desenhando topos e fundos ascendentes, formando uma estruturas de preço que sugeria força compradora.

O rompimento ‘limpo’ animou o mercado e reacendeu a discussão. No entanto, ainda há alguma desconfiança, o preço da SOL têm espaço para US$ 400 ou veremos mais um bull trap, como a do início do ano que terminou em liquidações em massa?

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A leitura prudente pede disciplina: mapear a faixa de oferta entre US$ 250 e US$ 280 como a ‘fase chefe’ antes de qualquer ambição maior.

Uma estratégia conservadora envolve aguardar rompimento, reteste e confirmação acima dessa zona para reduzir falso rompimento e entrada em topo. Se houver rejeição firme nessa região, o risco de armadilha cresce e o varejo tende a sofrer.

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Solana: métricas e o fator institucional

Em economia de rede, o TVL em DeFi registrou nova máxima ao ultrapassar US$ 12 bilhões, com ganho diário de 3%, enquanto as taxas em 24 horas bateram cerca de US$ 1,5 milhão. Esses vetores apontam para uso crescente, receita sustentada e confiança em dApps e protocolos locais.

No campo institucional, o apetite por Solana segue vivo. A Galaxy Digital teria comprado 706.790 SOL (cerca de US$ 160 milhões), levando seu estoque a mais de 2 milhões de SOL. Movimentos assim validam a tese de que as grandes casas continuam comprando fraqueza e posicionando-se para o próximo ciclo.

Do lado técnico da rede, a atualização Apenglow obteve aprovação de 98% dos validadores. A promessa é mais escalabilidade e latência por volta de 100 ms, empurrando a Solana para a linha de frente entre as L1 em desempenho.

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Com preço acima de US$ 220, a discussão volta ao básico: tendência permanece de alta enquanto a estrutura de fundos ascendentes não se perde. Porém, o supply zone US$ 250–US$ 280 exige respeito.

Superá-lo, com confirmação, abre faixa psicológica para US$ 300+ e, aí sim, US$ 400 entra no radar. Falhas repetidas nessa região, por outro lado, favorecem correções até suportes anteriores e reabrem a memória do mercado para bull traps.

SNORTER — o bot de trading que surfa o momento

Com a Solana tentando acelerar rumo à ‘próxima marcha’, surgem projetos que capturam a velocidade do ecossistema para entregar execução tática.

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É o caso do Snorter, um trading bot operado via Telegram e construído sobre a SVM (Solana Virtual Machine), com compatibilidade adicional para Ethereum.

A proposta se baseia na agilidade para snipes e gestão de risco embutida.

Entre os recursos, destaque para detecção de honeypot e proteção contra rugpull, elementos críticos num ambiente de memecoins e listagens relâmpago. O projeto está em pré-venda a US$ 0,1041 por SNORT, com opção de staking a 120% APY, voltada a quem deseja renda passiva enquanto acompanha o desenvolvimento.

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Até aqui, o Snorterarrecadou US$ 3,8 milhões, um sinal de que a narrativa Solana transborda para utilitários que prometem execução rápida e camadas extras de segurança.

Para quem acompanha Solana e busca ferramentas alinhadas ao pulso da rede, o Snorter coloca-se como peça estratégica. Desse modo, seu recursos possibilitam automatiza rotinas, reduz cliques e tenta blindar armadilhas típicas de mercados em rali.

Portanto, a recomendação segue a cartilha profissional. Faça sua diligência, calibre risco, teste limites — e só depois avance.

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Atualizações e avisos oficiais estão nos canais do projeto no Telegram e no X.

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Aviso: Este artigo tem funcionalidade exclusivamente informativa, e não constitui aconselhamento de investimento ou oferta para investir. O CriptoFácil não é responsável por qualquer conteúdo, produtos ou serviços mencionados neste artigo.

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Ethereum dispara após vencimento de opções: nova ATH a caminho?

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O Ethereum (ETH) opera em forte alta nesta sexta-feira (12), em meio ao vencimento de um lote significativo de contratos de opções.

Nas últimas 24 horas, o ETH acumula valorização de 4,5%, segundo dados do CoinGecko. Com isso, voltou a ser negociado acima de US$ 4.600.

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Atualmente, o ativo está apenas 6,5% distante de registrar uma nova máxima histórica. A grande questão é se o Ethereum terá força suficiente para romper essa barreira e alcançar um novo recorde.

Vencimento de opções reforça alta do Ethereum

O mercado de opções é uma modalidade de derivativos que permite a compra ou venda de ativos a preços previamente acordados em uma data futura. Assim, serve tanto para proteção contra oscilações quanto para estratégias especulativas.

Naturalmente, os vencimentos costumam gerar alta volatilidade, já que grandes posições são ajustadas ou liquidadas. Tradicionalmente, os vencimentos de opções de ETH e BTC acontecem nas sextas-feiras, e nesta semana não foi diferente.

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De acordo com dados da Deribit, cerca de US$ 860 milhões em opções de Ethereum expiraram hoje. Esse lote apresentava uma relação put-to-call de 1,03, indicando equilíbrio entre apostas de queda (puts) e alta (calls).

Fonte: Deribit
Fonte: Deribit

Já o ponto de dor máximo ficou em US$ 4.400, nível em que o maior número de contratos perde valor. O fato de o ETH se manter acima desse patamar mostra que os compradores assumiram o controle, reforçando o viés altista.

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Somando esses fatores à atual ação de preço, fica claro que o Ethereum encontrou suporte sólido. O vencimento, em vez de limitar, parece ter fornecido combustível adicional para a continuidade da valorização.

Níveis de preço e cenários futuros

Apesar do entusiasmo, o gráfico diário revela que a recente alta ainda pode ser classificada como parte de um movimento corretivo após a queda registrada no final de agosto. Com o rompimento do nível de retração de 0,5, os compradores agora miram a região de US$ 4.669, correspondente ao nível de 0,618 de Fibonacci.

Esse ponto é conhecido como uma das barreiras mais difíceis de superar. Frequentemente, ele marca o início de uma retomada da pressão vendedora em movimentos corretivos.

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No entanto, o cruzamento recente entre as médias móveis exponenciais (EMAs) de 9 e 21 dias sugere possibilidade de reversão para tendência de alta.

Gráfico do Ethereum (ETH) no TradingView
Gráfico do Ethereum (ETH) no TradingView

Vale lembrar que, da última vez que esse sinal apareceu, o ETH valorizou 60% em menos de 30 dias. A leitura é reforçada pelo Smart Money Index (SMI), indicador que acompanha a atuação de investidores institucionais.

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O SMI segue em alta, mostrando que os grandes players estão acumulando, o que aumenta a probabilidade de novas valorizações.

SMI do Ethereum (ETH) no TradingView
SMI do Ethereum (ETH) no TradingView

Tudo, porém, dependerá do rompimento do nível de 0,618. Caso isso ocorra, o Ethereum poderá mirar os US$ 5.000, estabelecendo uma nova máxima histórica (ATH). Por outro lado, uma rejeição nesse nível pode trazer correção até abaixo de US$ 4.200.

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O impacto sobre altcoins e o papel do SUBBD

A retomada de alta do Ethereum reacendeu o otimismo em torno das altcoins. Esse movimento beneficiou principalmente projetos ligados à Web3, entre eles o SUBBD. A plataforma une blockchain e inteligência artificial para oferecer soluções a criadores de conteúdo digitais.

O diferencial do SUBBD está na autonomia que entrega aos usuários. Dessa forma, o sistema elimina a dependência de grandes plataformas de monetização, fornecendo assistentes de IA personalizáveis, conteúdos exclusivos e até um mecanismo de staking com rendimentos de até 20% ao ano.

A proposta já conquistou mais de 2.000 influenciadores, representando uma base de 250 milhões de seguidores. Além disso, o token nativo, o $SUBBD, arrecadou mais de US$ 1 milhão em sua pré-venda, atualmente em vigor. Acesse a pré-venda.

Aviso: Este artigo tem funcionalidade exclusivamente informativa, e não constitui aconselhamento de investimento ou oferta para investir. O CriptoFácil não é responsável por qualquer conteúdo, produtos ou serviços mencionados neste artigo. Recomendamos que você sempre faça sua própria pesquisa (DYOR) antes de tomar qualquer decisão financeira. Invista apenas o que você pode se dar ao luxo de perder.

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