Descubra como a criptomoeda está revolucionando o futuro financeiro. Em nosso site, você encontra as últimas notícias, análises de mercado e dicas para investir com segurança. Cripto é a chave para a nova era financeira – explore o potencial de Bitcoin, Ethereum, NFTs e outras tecnologias disruptivas. Junte-se à revolução digital agora mesmo!
Um novo golpe envolvendoBitcoin (BTC) está usando o nome de um antigo banco dos Estados Unidos para tentar roubar carteiras de grandes investidores. Os hackers estão mirando endereços antigos, chamados de “Era de Satoshi” por datarem dos primeiros anos do Bitcoin.
De acordo com o perfil da BitMEX no X (antigo Twitter), o ataque consiste no envio de pequenas transações de Bitcoin para endereços de carteiras antigos. No campo do OP_Return, que serve para registrar mensagens, os hackers enviaram a seguinte mensagem:
“Esta carteira digital parece estar perdida ou abandonada. Nosso cliente tomou posse construtiva dela e busca determinar se há um proprietário legítimo.”
O texto oferece um link (provavelmente falso) de uma suposta empresa de advocacia de nome Salomon Brothers.
Só que a BitMEX alertou que isso parece um golpe jurídico no “estilo Calvin Ayre“. Ou seja, uma fraude que usa sites falsos como fachada para se passar por empresas legítimas.
Golpes contra carteiras antigas ganham destaque. Fonte: X.
Há então um formulário online solicitando dados pessoais. Este golpe começou em duas carteiras que movimentaram 80.000 BTC no começo da semana – elas estavam inativas desde 2011. A movimentação ocorreu depois que os endereços receberam as mesmas mensagens acima.
Golpes miram carteiras de Bitcoin com baixa segurança
No caso dos endereços citados acima, o golpe veio com um tom de ameaça. Isso porque os hackers disseram na mensagem que iriam esvaziar as carteiras caso o dono não provasse que ainda controlava os endereços.
“Alguém está enviando endereços Bitcoin antigos da era de 2011 com saldos e transações com uma saída OP_Return. Por exemplo, o endereço 1Feex…, com aproximadamente 80.000 BTC roubados da MtGox. A mensagem OP_Return é a seguinte ‘AVISO AO PROPRIETÁRIO: consulte www.salomon[]bros.[]com/owner_notice’”, disse a BitMEX em seu alerta
Todavia, o “Salomon Brothers” citado no texto não é um escritório de advocacia, mas sim um banco que ganhou fama nos anos 1980. O banco começou como uma pequena empresa de corretagem de títulos em Nova York, mas ao longo do tempo se transformou em uma potência global do mercado financeiro.
Mas, em 1991, o banco se envolveu numa fraude de leilões de títulos do Tesouro dos EUA e perdeu seu prestígio, vindo a acabar em 1998, quando foi comprado pelo Citibank. Essa referência traz sinais de que a mensagem pode ter como objetivo atrair os donos das carteiras a perder suas criptomoedas.
“Até onde sabemos, os links entre esta empresa e este site são falsos. Há uma página com um “conselho consultivo” que contém pessoas reais que trabalharam na Salomon Brothers na década de 1980. No entanto, essas pessoas parecem não ter nenhuma ligação com essa nova entidade espúria”, completou a Bitfinex.
Os endereços de Bitcoin mais antigos possuem baixa entropia, o que reduz a segurança das carteiras. por isso especula-se que a movimentação das carteiras teve como objetivo mover os Bitcoins para endereços atualizados e escapar do golpe.
Mais uma semana se inicia no mercado de criptoativos, trazendo novas oportunidades para traders e investidores atentos.
A segunda semana de julho iniciou em queda, influenciada pela incerteza em torno da política comercial dos Estados Unidos. A possível retomada das tarifas por parte do governo Trump impactou os mercados globais.
Apesar da Casa Branca garantir que as medidas só devem entrar em vigor em agosto, o clima de tensão persiste. Nesse contexto, os investidores podem voltar sua atenção para alguns ativos com desenvolvimentos interessantes. Confira a seguir cinco criptoativos que merecem entrar no seu radar esta semana.
Dogecoin: fluxo de baleias pode gerar nova alta
A Dogecoin (DOGE) voltou a atrair a atenção das baleias. Segundo dados do IntoTheBlock, o fluxo líquido dos grandes detentores cresceu 112% na última semana.Esse movimento indica que as baleias estão acumulando DOGE. Isso, por sua vez, pode impulsionar o preço no curto prazo, já que retira liquidez do mercado.
No gráfico, a DOGE opera dentro de um canal de alta. A estrutura mostra força, mas ainda enfrenta resistência técnica. A média móvel exponencial (EMA) de 21 dias segue como barreira. Além disso, o cruzamento com a EMA de 9 dias reforça a leitura de tendência macro ainda negativa.
Se as baleias mantiverem ou aumentarem a pressão compradora, o token pode subir até US$ 0,18. Essa valorização representaria um ganho de 8% em relação ao preço atual. No entanto, se perder o suporte em US$ 0,162, a memecoin pode recuar 10 % até US$ 0,146. O comportamento das baleias será decisivo.
Pi Network: pressão de venda pode empurrar o preço ainda mais
A Pi Network (PI) tem registrado aumento significativo no volume enviado às exchanges. Nas últimas semanas, o número de tokens transferidos para plataformas de negociação atingiu um novo recorde histórico. Isso indica que muitos investidores estão se preparando para vender.
Com isso, a pressão de venda pode crescer nos próximos dias. O gráfico reforça essa leitura. A PI já se encontra em tendência de baixa bem definida. O RSI diário está abaixo de 50, mas ainda acima de 30, o que sugere que há espaço para novas quedas sem configurar sobrevenda.
Caso o movimento de venda se intensifique, a PI pode recuar mais 12% e testar o suporte em US$ 0,40.
Aptos: desbloqueio de tokens pode gerar nova onda de vendas
A Aptos (APT) enfrentará um evento importante nos próximos dias. Trata-se de um desbloqueio de tokens, processo que libera ativos antes travados para circulação no mercado. Esse tipo de evento costuma gerar pressão de venda, já que muitos aproveitam para realizar lucros.
No próximo sábado (12), 11,3 milhões de APT serão desbloqueados. Isso pode aumentar a oferta e pressionar ainda mais o preço. Atualmente, o ativo segue em tendência de baixa, conforme mostra o MACD.
Caso o volume de vendas aumente, a APT pode testar novamente o suporte psicológico de US$ 4. Se perder esse nível, o próximo alvo está em US$ 3,94.
Gráfico da Aptos (APT) no TradingView
Outras criptoativos para acompanhar
O SPX6900 pode surpreender o mercado esta semana. A altcoin está próxima de romper sua máxima histórica, hoje em US$ 1,73. No momento, o token encontra resistência local em US$ 1,40. Se superar esse nível, a próxima barreira será US$ 1,60.
Tanto o MACD quanto as EMAs de 9 e 21 dias indicam força compradora. Ambos estão próximos de realizar cruzamentos de alta. Se esses sinais forem confirmados, a memecoin pode ganhar fôlego para buscar novas máximas.
Caso os cruzamentos ocorram, o SPX pode valorizar mais de 20% em poucos dias.
Gráfico do SPX6900 (SPX) no TradingView
TOKEN6900: nova aposta especulativa atrai investidores
O sucesso recente do SPX6900 impulsionou o surgimento de criptoativos similares. Um deles é o TOKEN6900 (T6900), que ganhou destaque com sua proposta ousada. O projeto rejeita utilidade ou fundamentos sólidos. Em vez disso, abraça sua natureza especulativa como crítica ao sistema financeiro atual.
Em poucos dias, o T6900 já arrecadou mais de US$ 200 mil em sua pré-venda. O interesse crescente demonstra que ainda há espaço para tokens que surfam na onda do humor e da ironia com o mercado tradicional.
O mês de julho marca o início de um novo trimestre em 2025. E de acordo com o analista conhecido como Pentoshi, este será um “julho jubiloso”, um mês que terá grandes movimentos para as criptomoedas, sobretudo as altcoins.
“Preciso dizer: sinto-me extremamente revigorado pela primeira vez em muito tempo com todos os acontecimentos positivos. A legislação sobre stablecoins avança. Mais trilhos sendo conectados com as finanças tradicionais (TradFi), bancos e consumidores. As criptomoedas continuarão a crescer como foco nos mercados globais”, disse Pentoshi em sua conta no X.
De fato, a próxima semana deve começar quente com a discussão de três projetos de lei no Congresso dos Estados Unidos. Apelidada de Semana Cripto (Crypto Week), esse período pode terminar com a aprovação dos três projetos e um enorme avanço no setor de criptomoedas dentro da maior economia do mundo.
Aprovação tripla de projetos pode ocorrer nos EUA. Fonte: Câmara dos Representantes.
Atualmente, três projetos de lei relevantes para a regulamentação das criptomoedas estão em tramitação nos Estados Unidos: o Financial Innovation and Technology for the 21st Century Act (FIT21), o Clarity for Payment Stablecoins Act, e o Digital Commodity Exchange Act (DCEA).
Esses projetos buscam trazer segurança jurídica para o setor de criptomoedas, com regras claras sobre a classificação de ativos, atuação das exchanges e emissão de stablecoins. E o novo ambiente regulatório que pode sair dessas aprovações deve beneficiar todas as criptomoedas, do Bitcoin até tokens ligados a outras áreas (altcoins).
Hoje vamos mostrar quais podem ser os maiores ganhadores caso a Câmara dos EUA aprove o “pacotão cripto” na semana que vem.
Nenhuma criptomoeda será mais beneficiada com a aprovação dessas leis do que o Bitcoin (BTC). E nesse sentido, o token do Bitcoin Hyper (HYPER), a mais nova rede de Camada 2 do Bitcoin, também será um dos grandes vencedores.
O Bitcoin Hyper é a primeira L2 desenvolvida diretamente sobre Bitcoin usando a da Solana Virtual Machine (SVM). Essa combinação oferece transações rápidas e extremamente seguras – a Solana, por exemplo, suporta mais de 60.000 transações por segundo.
Assim como a maioria das redes de Camada 2, no Bitcoin Hyper os usuários convertem diretamente seus Bitcoins para a L2, mantendo intacto o valor e segurança originais. Quando isso acontece, eles podem fazer transações mais rápidas e a custo zero, economizando nas taxas quando a blockchain estiver congestionada.
Mas além disso, o Bitcoin Hyper também avança e traz inovação para o Bitcoin. É possível realizar operações avançadas de finanças descentralizadas (DeFi), como staking e exchanges descentralizadas. E o melhor de tudo: sem nunca abrir mão da posse dos seus satoshis.
Como resultado, o projeto segue crescendo em termos de arrecadação, com os investidores comprando o HYPER em ritmo acelerado. E essa demanda pode crescer ainda mais com a aprovação dos novos projetos de lei nos EUA. Se você ainda não garantiu seus HYPER, corra e aproveite a chance antes do aumento de preço.
A Best Wallet é uma nova carteira de criptomoedas que já é um dos apps mais bem avaliados desse segmento na App Store. O projeto deu tão certo e conquistou os interessados por novos tokens que já viru sinônimo desse segmento.
Várias pré-vendas estão optando por usar a Best Wallet para hospedar seus tokens e oferecer benefícios. O motivo desse sucesso é que se trata de uma carteira não custodial, ou seja, o usuário tem o controle das chaves privadas. Dessa forma, as criptomoedas estão seguras contra ataques hackers, o que faz desta uma das carteiras mais bem protegidas .
Além de ser uma carteira não custodial, a Best Wallet faz mais do que enviar e receber criptomoedas. Ela conta com uma série de recursos diferenciados, entre ele o seu token nativo de governança, oBest Wallet Token (BEST). Com o token em mãos, você tem acesso a mais de 60 altcoins, incluindo as melhores pré-vendas, e também pode fazer transações entre blockchains diferentes sem precisar depender de uma exchange.
Dentre as pré-vendas ativas até o fechamento desta matéria, a do BEST é a mais bem-sucedida e já se aproxima da cifra de US$ 14 milhões. Se você quer garantir os seus tokens, corra e acesse o site da pré-venda antes da mudança de preço.
Carteira te dá acesso a mais de 60 blockchains diferentes. Fonte: site oficial.
Outras altcoins
Após cinco anos de luta ferrenha contra a Comissão de Valores Mobiliários dos EUA, a SEC, a Ripple, emissora do token XRP, finalmente contra paz. Nesta semana, a própria SEC aprovou um ETF que contém, entre outras, criptomoedas, o XRP, abandonando parte da postura repressiva que marcou a gestão Gary Gensler.
Apesar do caso da SEC contra a Ripple ainda estar ativo, o token pode se beneficiar especialmente do FIT21, já que esta lei cria critérios objetivos para determinar se um criptoativo é uma commodity digital e não um valor mobiliário (security). E a Ripple está envolvida em uma disputa com a SEC justamente por essa definição.
Enquanto a SEC afirmava que a XRP era um valor mobiliário e, portanto, as emissões do token estavam irregulares, a Ripple negou essa afirmação. A troca de acusações deixou a XRP num limbo jurídico que já durava mais de cinco anos.
Caso o Congresso aprove o projeto e enquadre tokens descentralizados como XRP sob a jurisdição da Comissão de Negociação de Futuros e Commodities (CFTC), isso reduziria a insegurança jurídica e permitiria que exchanges listassem o ativo sem receio de sanções. E a XRP poderia voltar a ter altos volumes de negociação nas exchanges americanas.
Valorização da XRP nas últimas 24 horas. Fonte: CoinGecko.
Ondo Finance (ONDO)
Sim, já falamos anteriormente sobre o token ONDO, e ele continua no radar dos investidores. Ligado à Ondo Finance, o token é parte de uma infraestrutura voltada para tokenização de ativos do mundo real (RWA), talvez o setor mais quente de 2025.
No caso da Ondo Finance, sua especialidade é a tokenização de títulos do Tesouro americano. São mais de US$ 1,3 bilhão em valor total alocado (TVL), o que faz da Ondo a principal plataforma de RWA neste segmento. A eventual aprovação de leis como o FIT21 e o DCEA, que definem parâmetros operacionais para marketplaces de criptoativos, daria segurança para instituições utilizarem a Ondo sem o risco de repressões regulatórias.
Por fim, a Ondo Finance está em vias de lançar a Ondo Chain, uma blockchain especificamente voltada para ativos RWA pública e a base de Prova de Participação (PoS).
Dados de tokenização da Ondo Finance. Fonte: site oficial.
O preço do Bitcoin (BTC), que abriu o dia a US$ 109 mil, recuou e chegou a valer US$ 107 mil durante tarde desta segunda-feira (7), apagando os ganhos do fim de semana. A queda ocorre em meio ao anúncio de novas tarifas comerciais pelo presidente dos EUA, Donald Trump, que afetam diretamente membros do BRICS – incluindo o Brasil – e outros 13 parceiros comerciais.
Nesta segunda-feira, em cartas enviadas aos líderes de 14 nações, Trump estabeleceu alíquotas específicas para cada país. Dessa forma, ele manteve o discurso belicoso que inaugural em fevereiro, quando anunciou a política tarifárias.
Japão e Coreia do Sul, por exemplo, foram alvo de tarifas de 25%, enquanto a África do Sul, membro do BRICS, recebeu uma taxa de 30%. Casos mais extremos como Laos e Myanmar enfrentarão tarifas de 40% sobre seus produtos.
Ameaças contra o Brasil
O Brasil não está nesta leva inicial de anúncios formais. Contudo, permanece sob ameaça de tarifas de 10% sobre produtos em geral e 50% especificamente sobre o aço. O governo brasileiro, que vinha negociando a redução de taxas sobre etanol e açúcar em troca de contrapartidas comerciais, ainda aguarda uma resposta definitiva da Casa Branca.
No domingo (6), ele ameaçou retaliações contra países que seguirem políticas do BRICS, bloco que inclui Brasil, Rússia, Índia, China, África do Sul, Emirados Árabes Unidos, Egito, Arábia Saudita, Etiópia, Indonésia e Irã. As ameaças ocorrem durante o encontro dos BRICS, que está sendo realizado no Brasil. Segundo analistas, há risco de o país ficar de fora dos acordos comerciais que serão anunciados pela Casa Branca.
A escalada protecionista de Trump tem abalado a confiança em ativos de risco, como Bitcoin. O BTC caiu para US$ 107, antes de voltar a subir novamente para os US$ 108 mil, enquanto Ethereum (ETH) e Solana (SOL) recuaram cerca de 1%.
Dentre as maiores criptomoedas, apenas XRP teve desempenho positivo, possivelmente por seu uso em transações internacionais — um setor que pode se beneficiar de disputas cambiais.
Analistas destacam que o Bitcoin, muitas vezes visto como “ouro digital”, ainda não está sendo tratado como refúgio nessa crise. Entretanto, vale destacar que a queda experimentada pelo BTC é menor do que à sofrida pelos principais índices de bolsas de valores dos Estados Unidos.
No mercado financeiro, o S&P 500 e Nasdaq, por exemplo, perderam 1% somente nesta segunda-feira. Enquanto isso, os juros dos títulos do Tesouro americano subiram para 4,4%.
Se as tarifas contra o Brasil e demais BRICS se concretizarem, o real brasileiro, que vem acumulando ganhos nas últimas semanas, pode se desvalorizar em relação ao dólar, pressionando ainda mais o preço do Bitcoin para investidores brasileiros. Além disso, o adiamento dos acordos comerciais para agosto prolonga a incerteza regulatória, o que deve implicar em mais volatilidade no setor de criptomoedas.
Elon Musk, CEO da Tesla, decidiu entrar de vez na política dos Estados Unidos. Após romper publicamente com o ex-presidente Donald Trump, Musk anunciou a criação de um novo partido político, o “America Party”, e declarou que o Bitcoin será um dos pilares da nova legenda.
Em uma publicação recente na rede X (antigo Twitter), Musk afirmou com clareza: “Fiat é inútil”. Com essa frase, ele reforçou o compromisso do partido com a maior criptomoeda do mundo. O bilionário pretende usar o Bitcoin como instrumento de combate à inflação e alternativa ao controle centralizado do dinheiro nos EUA.
Musk já defendeu o uso de criptoativos no passado. A Tesla, inclusive, mantém 11.509 BTC em caixa, avaliados em mais de US$ 1,25 bilhão, segundo o último relatório da empresa. Apesar disso, o Bitcoin ainda representa apenas uma pequena parte do balanço da montadora, dominado por US$ 36,9 bilhões em dinheiro vivo.
Após o anúncio político, usuários das redes sociais questionaram Musk sobre a contradição entre seu discurso e a prática da Tesla. Um deles, Cory Bates, perguntou por que a empresa ainda mantém tanto dinheiro em moeda fiduciária. Outro seguidor cobrou uma resposta sobre quando a Tesla voltará a aceitar Bitcoin como forma de pagamento, algo que a empresa testou brevemente em 2021, antes de recuar por preocupações ambientais.
A fundação do “America Party” surge como resposta direta ao “Big Beautiful Bill”, pacote de estímulo fiscal defendido por Trump e apelidado por Musk de “projeto de escravidão por dívida”. O empresário criticou duramente o plano, alegando que ele estimula o endividamento irresponsável e fragiliza a economia americana.
Apesar dos rumores, Musk afirmou que não pretende disputar a presidência. Dessa forma, o foco inicial do partido será eleger representantes ao Congresso, com propostas voltadas à inovação, liberdade de expressão e redução de burocracias.
Além disso, Musk acusou Trump de abandonar o centro político. Em resposta aos ataques do ex-presidente, que o chamou de “desastre total”, Musk lançou uma enquete na rede X perguntando se deveria fundar um novo partido para representar “os 80% que estão no meio”. A resposta do público foi maciça — e ele seguiu adiante com o plano.
O apoio ao Bitcoin não será apenas simbólico. O novo partido pretende promover políticas que favoreçam o uso de criptomoedas e dificultem tentativas de controle do mercado por parte do governo. Embora Musk não possa se candidatar à presidência — já que nasceu na África do Sul —, sua influência entre jovens e defensores da tecnologia cresce a cada dia.
Com esse movimento, Elon Musk transforma o Bitcoin em bandeira política e inicia uma nova fase na relação entre inovação tecnológica e poder nos Estados Unidos.
A senadora estadunidense Cynthia Lummis apresentou uma proposta revolucionária para simplificar a tributação de criptomoedas nos EUA. O projeto isenta transações abaixo de US$ 300 da declaração do Imposto de Renda e tributa apenas lucros anuais acima de US$ 5.000. Isso pode beneficiar algumas das melhores altcoins.
O projeto de lei surge em um momento crucial para o setor de criptomoedas, que enfrenta desafios regulatórios e fiscais. Lummis, conhecida por sua defesa das inovações financeiras, argumenta que as políticas tributárias atuais são inadequadas para a economia digital.
De acordo com as regras atuais (IRS Notice 2014-21) cada vez que os usuários realizam uma transação, devem rastrear o preço exato do ativo no momento do envio. Em seguida, deve calcular os ganhos ou as perdas de capital incididos naquela transação. Além disso, o contribuinte deve guardar esses registros por anos após a declaração.
O requisito atual força o cidadão médio a tratar cada pequena transação – desde comprar um café com Bitcoin até enviar US$ 50 ETH para um amigo – como um evento tributário complexo.
“Não podemos permitir que nossas políticas fiscais arcaicas sufocam a inovação americana”, afirmou a senadora em um comunicado.
No entanto, a proposta foi apresentada no orçamento principal de Trump, mas não foi aceita. Dessa forma, Lummis decidiu avançar com a legislação de forma independente. O projeto visa aliviar encargos burocráticos e eliminar distorções tributárias que desincentivam o uso de criptomoedas.
De acordo com estimativas do Comitê Conjunto de Tributação do Congresso, a proposta tem potencial para gerar US$ 600 milhões em receita líquida entre 2025 e 2034. Estes recursos poderiam ser reinvestidos pelo contribuintes em projetos do setor de criptomoedas, incluindo as melhores altcoins.
A Bitcoin Hyper é uma solução Layer-2 para Bitcoin, construída na Solana Virtual Machine (SVM), que oferece transações rápidas e taxas quase zero. A pré-venda tem sido um sucesso e se aproxima da marca de US$ 2 mihões em investimentos. Os tokens podem ser adquiridos pelo site oficial do projeto.
Snorter Token ($SNORT)
Outra opção interessante é o Snorter Token ($SNORT), uma memecoin da Solana que alimenta um bot de trading no Telegram. Com taxas baixas de apenas 0,15% e ferramentas de proteção contra golpes, ele permite negociações ágeis e seguras. A pré-venda também tem tido um boa adoção e a arrecadação superou US$ 1,5 milhão. Acesse o site oficial para saber mais.
Para os adeptos de investimentos mais arrojados, o TOKEN6900 surge como uma alternativa curiosa. Essa memecoin satírica, baseada no Ethereum, não tem utilidade prática mas carrega um tom bélico anti status quo que já gerou sucesso para tokens como SPX6900. Com a pré-venda arrecadando US$150 mil em poucos dias, os tokens podem ser adquiridos no site oficial.
As taxas mensais do setor de finanças descentralizadas (DeFi) alcançaram US$ 577 milhões recentemente. Isso marca uma recuperação significativa em relação ao piso de US$ 366 milhões registrado em abril. O crescimento de 58% reflete uma retomada da atividade onchain e o amadurecimento de protocolos que conseguiram manter relevância em diferentes ciclos de mercado.
A elevação nas taxas ocorre paralelamente ao aumento no volume de transações. Várias plataformas DeFi ganharam espaço por oferecerem serviços financeiros sem intermediários tradicionais, o que frequentemente resulta em custos mais baixos para os usuários.
Protocolos como o PancakeSwapse destacaram como os principais geradores de taxas, somando US$ 275 milhões com serviços de market making automatizado e yield farming. A estrutura de cobrança da plataforma inclui taxas de negociação que variam de 0,17% a 0,25% por swap. Além disso, abrange comissões sobre pools de liquidez e mecanismos de loteria.
Outro exemplo relevante é o Uniswap, que opera com uma taxa padrão de 0,3% por transação, distribuída entre os provedores de liquidez. Já protocolos de empréstimos como Aave e MakerDAO capturam valor por meio de spreads de juros e penalidades de liquidação, criando receitas estáveis sustentadas por bilhões de dólares em valor total bloqueado (TVL).
No ambiente competitivo atual, os protocolos DeFi têm buscado otimizar suas estruturas de taxas sem comprometer a base de usuários. Um exemplo recente é o Pump.fun, que ganhou espaço nos rankings de taxas em meio ao boom das memecoins, mesmo com valores individuais de transação mais baixos. A frequência elevada dessas negociações tem garantido receita relevante para o protocolo.
A tendência indica que os modelos descentralizados de arrecadação estão se consolidando como alternativas viáveis de monetização, dispensando a dependência de bancos e instituições financeiras tradicionais.
As criptomoedas podem cair na próxima semana com novo anúncio do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. Isso porque ele confirmou que começará a enviar cartas a parceiros comerciais nesta sexta-feira, 4 de julho, notificando oficialmente o início de uma nova rodada de tarifas de importação a partir de 1º de agosto. De acordo com Trump, a lista inicial incluirá “10 ou 12” países, mas outras notificações devem sair nos próximos dias.
Trump deixou claro que não pretende mais negociar termos complexos. Ele prefere uma abordagem direta.
“É muito mais fácil. Eu apenas envio uma carta dizendo quais tarifas eles vão pagar”, declarou.
Além disso, afirmou que a faixa das tarifas pode variar entre 10% e 70%, dependendo do país e do produto.
Essas novas tarifas fazem parte da política de “tarifas recíprocas”, anunciada por Trump em abril e temporariamente pausada por 90 dias para permitir negociações. O prazo termina no dia 9 de julho, e Trump garantiu que não haverá extensão do período de negociação. Para os países que não chegarem a um acordo, as tarifas entrarão em vigor automaticamente.
Esse movimento gera fortes incertezas no mercado global. Bolsas asiáticas e europeias caíram após os anúncios. O dólar também recuou, refletindo a aversão ao risco. A expectativa é que ativos voláteis, como as criptomoedas, também sofram impactos diretos assim como aconteceu na primeira rodada de impostos anunciada.
Criptomoedas podem cair com novas tarifas de Trump
Imagem: finance.yahoo
O temor se justifica. Historicamente, os criptoativos reagem fortemente a medidas protecionistas e instabilidades comerciais. O aumento nos custos de importação pode gerar pressões inflacionárias nos Estados Unidos, o que complica ainda mais a política monetária do Federal Reserve.
Além disso, muitos investidores institucionais, que nos últimos meses aumentaram sua exposição ao Bitcoin e outros ativos digitais, costumam reduzir risco diante de choques macroeconômicos. Por isso, especialistas alertam que o preço das criptomoedas pode cair nos próximos dias.
Outro ponto importante é a fala de Trump sobre países como Japão, Coreia do Sul e União Europeia, que ainda não fecharam acordo. O presidente norte-americano já afirmou que o Japão deve “pagar 30% ou 35%, ou o número que decidirmos”. Para os analistas de mercado, esse tom hostil reforça que não há margem para diálogo, e o cenário pode piorar antes de melhorar.
Os efeitos das tarifas devem aparecer em cadeia. Primeiro, o impacto recai sobre os importadores dos EUA, que pagam as taxas. Depois, parte do custo é repassada ao consumidor final, o que pode reduzir consumo e afetar empresas exportadoras dos países atingidos. Como consequência, ativos de risco tendem a perder valor, especialmente em períodos de transição ou medo.
Bitcoin pode cair
Com isso, ativos como o Bitcoin, Ethereum e Solana podem sofrer liquidação, ao menos no curto prazo.
“Estamos entrando em uma nova fase de incerteza comercial, e o investidor tende a buscar proteção”, disse o analista Mike Ermolaev, fundador da Outset Pr. “Se o dinheiro sair das criptos, podemos ver correções fortes ainda em julho.”
Embora Trump tenha conseguido acordos com o Reino Unido e o Vietnã, as negociações com outras nações seguem sem definição. O Vietnã, por exemplo, aceitou tarifas de 20% em exportações diretas e 40% para bens transbordados da China, mas ainda aguarda detalhes do acordo.
Enquanto isso, países como Indonésia e Índia correm contra o tempo. A Coreia do Sul já anunciou que enviará seu principal negociador a Washington neste fim de semana, tentando evitar as tarifas mais pesadas.
Trump garante que o dinheiro começará a entrar no caixa americano em 1º de agosto, mas os mercados já começaram a reagir antes mesmo da data. Se ele mantiver o tom agressivo, o impacto poderá ser severo — inclusive sobre o mercado cripto, que nos últimos meses vinha se beneficiando da entrada de grandes investidores.
Julho chegou com uma nova leva de airdrops (distribuição gratuita de tokens) promissores no mercado cripto, despertando o interesse de investidores atentos. A Binance Alpha anunciou um dos airdrops mais aguardados: usuários com pelo menos 170 pontos Alpha podem ganhar 625 tokens ECHO, em uma campanha limitada por ordem de chegada. A distribuição acontece apenas 24 horas após o início da negociação, exigindo atenção e rapidez.
Na Ásia, a corretora Bitget concluiu um airdrop especial de US$ 5 milhões em USDT para usuários da região. Os critérios envolveram volume de negociação e posse de BGB, o token da plataforma. Usuários mais ativos receberam prêmios entre 20 e 100 USDT diretamente nas suas carteiras.
Já o aplicativo social-financeiro Hana informou que a maioria de seus próximos airdrops será exclusiva para detentores de NFTs da Capsule Shop. Assim, quem não garantiu os tokens na whitelist poderá adquirir os ativos no mercado secundário e participar das futuras distribuições.
Eventos de distribuição gratuita de tokens de julho
Imagem: X
Outros projetos também anunciaram airdrops relacionados ao uso de testnets e à fidelidade do usuário. O terminal de liquidez Ethena começou a premiar detentores de sENA com pontos em sua nova iniciativa. A Mango Network revelou que usará 10% do fornecimento de seu token MGO para premiar quem participar do teste de sua rede.
Além disso, o projeto CUDIS planeja distribuir 5% de seu total de tokens em uma série de mini temporadas mensais. A campanha começa no fim de julho e durará seis meses, recompensando usuários com base em pontos de saúde digital gerados por atividades e desafios sociais.
No mesmo ritmo, o Noice — rede social Web3 — começa em 4 de julho a primeira rodada do airdrop de 20 bilhões de tokens, com foco em usuários OG e engajamento. Desse modo, serão quatro fases mensais de distribuição até novembro, com sistemas antifraude sofisticados.
A Zama, focada em privacidade na blockchain, lançou sua testnet pública e promete recompensar os primeiros usuários em futuras campanhas. Embora o ambiente ainda não esteja pronto para uso em produção, os primeiros participantes que contribuírem com feedbacks ou testes significativos podem garantir posições privilegiadas em airdrops futuros.
Além disso, outro destaque do mês é a Ink Foundation, ligada à blockchain Layer 2 baseada em Optimism. A fundação revelou planos para o lançamento do token INK, com fornecimento máximo fixado em 1 bilhão de unidades. Parte desse montante será destinada a usuários que participarem do novo protocolo de liquidez, criado com apoio do Aave.
Enquanto o preço do Bitcoin (BTC) segue preso nos US$ 108 mil, a liquidez global segue em alta. De fato, o acompanhamento do M2 global sugere que o Bitcoin pode chegar a perto de US$ 500 mil no longo prazo.
De acordo com o BTC Conterflow, o M2 global atingiu US$ 108 trilhões em 29 de junho, um crescimento de 3,3% na comparação com o mesmo período de 2024. E o gráfico abaixo mostra que a relação entre o M2 e o preço do Bitcoin é bastante direta, com o $BTC sempre se valorizando acima do aumento da liquidez.
Relação entre o M2 global (linha rosa) e o preço do Bitcoin (linha branca). Fonte: BTC Counterflow.
Só que desde 2022 – com uma breve exceção em 2024 – o Bitcoin não fica acima do M2, algo que vai contra o padrão histórico. Parte dessa mudança ocorre devido aos traders de longo prazo, que seguem vendendo BTC durante a alta e alimentando a demanda institucional.
Bitcoin nas exchanges
Por outro lado, o número de Bitcoins nas exchanges está nas mínimas históricas e empresas e ETFs seguem acumulando mais do que a quantidade de novos BTC que entra no mercado. Esse choque de oferta promete causar um impacto forte no Bitcoin, capaz de levar a criptomoeda acima de US$ 500 mil caso ela volte a superar o crescimento do M2.
Mas além do BTC, o mercado está cheio de criptomoedas promissoras, incluindo as maiores pré-vendas do ano. Se você quer turbinar os ganhos da sua carteira em 2025, precisa conhecer essas oportunidades. Portanto, venha conosco e veja quatro tokens que estão na mira dos traders neste segundo semestre.
A Ondo Finance ($ONDO) é uma plataforma líder dentro do setor de tokenização de ativos do mundo real (RWA, na sigla em inglês). Esse setor, por sua vez, é um dos mais comentados de 2025 e tem até gigantes como a BlackRock envolvida em iniciativas de tokenização.
Nesse sentido, a Ondo Finance está entre os maiores emissores de tokens lastreados em títulos do Tesouro americano. E o mercado de bonds soberanos supera os US$ 300 trilhões, oferecendo um enorme espaço de crescimento para a Ondo.
Seu principal produto é o OUSG, que representa participação em ETFs de Treasury yields. Isso se alinha com a narrativa crescente de que RWAs serão um dos maiores vetores de adoção da criptoeconomia tradicional.
E à medida que a regulamentação desse setor avançar nos Estados Unidos, a Ondo pode avançar nesse setor e tornar-se hegemônica entre os RWA, aumentando a demanda pelo seu token.
Preço do token $ONDO nas últimas 24 horas. Fonte: CoinGecko.
Em se tratando de moeda nova, o BTC Bull Token ($BTCBULL) tem sido um dos destaques no período. A sua pré-venda superou a marca de US$ 8 milhões e está a três dias do fim. Por isso ele também é a oportunidade mais quente de lucrar hoje, apostando na valorização futura do Bitcoin.
Enquanto investidores de longo prazo vendem Bitcoin e puxam o preço do ativo para baixo, a pré-venda do Bitcoin Bull tem acumulado ganhos. Seu nome e modelo de negócios estão atrelados ao Bitcoin, pois o BTC Bull oferece airdrops de $BTC e queima de tokens $BTCBULL, deixando o projeto mais escasso.
Quando o Bitcoin chegar nas marcas de preço de US$ 150 mil e US$ 200 mil, todos os donos de $BTCBULL receberão $BTC gratuitamente. E se você acredita que o $BTC vai atingir essas marcas, ter $BTCBULL na carteira significa ampliar sua carteira e ter mais satoshis.
Além disso, o BTC Bull oferece um staking com APY atual de 51%, permitindo que você lucre enquanto não recebe os airdrops. Para saber mais, acesse o site oficial do projeto. Mas corra porque a pré-venda se esgota em menos de três dias.
Pré-venda do Bitcoin Bul supera marca de US$ 8 milhões. Fonte: X.
Token 6900 ($T6900)
Este token surgiu na esteira do sucesso do SPX6900, que tem a proposta maluca de fazer piada com o índice S&P 500 (SPX, na bolsa dos EUA). Mas como o mundo das memecoins não se cansa de fazer piadas, recentemente surgiu um novo projeto chamado TOKEN6900 ($T6900).
Esqueça a narrativa tradicional de utilidade e fundamentos sólidos – nada disso. O $T6900 é pura e simplesmente uma piada, uma paródia do maior índice de ações do mundo. Como toda piada, ele faz uma crítica à própria natureza do mercado financeiro moderno e convida os investidores a “retomar o controle do seu dinheiro“.
O $T6900 tem uma oferta total de 930.993.091 tokens prevista para ser colocado em circulação. Além disso, ele possui a ideia maluca de limitar o seu valor de mercado a US$ 5 milhões. E eles até fizeram piada com isso, afirmando que o Token6900 era um projeto “igualitário“.
Por mais que essa premissa soe maluca, o mundo das memecoins é marcado pela falta de juízo. E em apenas quatro dias de pré-venda, o token já arrecadou mais de US$ 100 mil. O TOKEN6900 prova que há apetite por alternativas que questionam o status quo – e dão lucros astronômicos para os pequenos investidores.
Pré-venda de token capta US$ 150 milhões em quatro dias. Fonte: X.
Ethereum ($ETH)
Se a Ondo Finance é líder no setor de RWA, o Ethereum é a rede na qual a maioria dessas aplicações são criadas. A segunda maior blockchain do mundo domina setores como finanças descentralizadas (DeFi), RWAs, stablecoins e contratos inteligentes em geral.
Apesar de ter perdido espaço para concorrentes como a Solana ($SOL), todo projeto que se propõe a crescer precisa estar no Ethereum. E com as melhorias nas redes de Camada 2, a rede agora oferece transações mais baratas e escalabilidade via rollups, o que atrai tanto desenvolvedores quanto usuários.
Além disso, o $ETH foi a primeira das altcoins a ter adoção institucional, como demonstrado pelos ETFs de Ethereum que seguem captando volumes elevados.
Fluxos para os ETFs de Ethereum. Fonte: Farside Investors.