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SpacePay permite aceitar pagamentos com criptomoedas de forma simples

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Já tentou pagar com Bitcoin no supermercado? O caixa olha como se você tivesse acabado de solicitar para trocar conchas por leite. Chama um supervisor igualmente confuso e você acaba passando o cartão de débito como se nada tivesse acontecido. A SpacePay está, de fato, resolvendo essa bagunça.

Sua plataforma de pagamento funciona com as máquinas de cartão que as lojas já possuem, conecta-se a mais de 325 carteiras de criptomoedas e converte criptomoedas em dinheiro instantaneamente, para que os comerciantes não precisem se preocupar com oscilações de preço.

A startup londrina arrecadou mais de US$ 1,1 milhão até agora em sua pré-venda, com os tokens $SPY sendo vendidos por US$ 0,003181 atualmente.

SpacePay traz funcionalidade real as criptomoedas

A questão da maioria das soluções de pagamento com criptomoedas é que elas são desenvolvidas por profissionais de tecnologia para profissionais de tecnologia. Os lojistas olham para os requisitos de configuração e correm para o outro lado. Quem quer comprar equipamentos novos e caros e treinar funcionários em um sistema complicado?

A SpacePay descobriu a solução óbvia que todos os outros não perceberam. Em vez de forçar as empresas a substituir seus terminais de pagamento, eles fizeram seu sistema funcionar com as máquinas Android já instaladas nos balcões em todos os lugares. Basta uma atualização de software e, de repente, o mesmo leitor de cartão de sempre pode lidar com pagamentos em Bitcoin.

A experiência do cliente também é bastante tranquila. Basta escanear um código QR com qualquer carteira de criptomoedas que você já esteja usando, conferir o valor e pagar por aproximação. Demora quase o mesmo tempo que usar o Apple Pay. Sem precisar se atrapalhar com endereços de carteira longos ou ficar parado sem jeito enquanto alguma transação é processada por cinco minutos.

Sinceramente, parece tão simples que você esperaria que alguém tivesse feito isso anos atrás. As empresas mantêm seus equipamentos, os clientes usam suas carteiras existentes e todos ficam felizes.

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(Fonte)

Comerciantes não precisam se tornar traders de criptomoedas

Pergunte a qualquer lojista por que ele não aceita Bitcoin, e ele mencionará provavelmente as oscilações de preço. Ninguém quer vender um item de US$ 100 por Bitcoin pela manhã e depois descobrir que ele vale somente US$ 85 na hora do almoço porque o mercado oscilou novamente.

A SpacePay lida com isso perfeitamente. Quando alguém paga com criptomoedas, o lojista recebe dinheiro fiduciário em sua conta imediatamente. Aquela venda de US$ 100 continua sendo US$ 100, ponto final. Não importa se o Bitcoin decida despencar cinco minutos depois.

A maneira como funciona é bem inteligente. A SpacePay fixa a taxa de câmbio por aqueles poucos segundos enquanto o pagamento é processado. Se o mercado enlouquecer durante esse pequeno período, eles pagam a diferença. O lojista apenas vê um pagamento normal entrando em sua conta.

Isso elimina a maior desculpa que os comerciantes têm para evitar criptomoedas. Eles não precisam entender a tecnologia blockchain nem acompanhar as notícias sobre criptomoedas. Eles simplesmente recebem em dólares, como sempre, só que agora podem atender clientes que preferem dinheiro digital.

Visite a pré-venda do SpacePay

Economizando nas taxas de processamento

As empresas de cartão de crédito cobram sua parte há tanto tempo que a maioria das pessoas simplesmente a aceita como o custo de fazer negócios. Mas essas taxas de 2,5% a 3,5% realmente se acumulam. Um pequeno restaurante que fatura US$ 40.000 por mês em vendas está gerando mais de US$ 1.000 apenas em taxas de processamento.

O SpacePay cobra 0,5%. O mesmo restaurante pagaria US$ 200 em vez disso. São US$ 800 a mais por mês que poderiam ser investidos em ingredientes melhores, bônus para funcionários ou até mesmo no conserto daquele freezer quebrado.

A economia funciona porque o SpacePay elimina todos os intermediários. Com cartões de crédito comuns, seu pagamento circula entre bancos e processadores, com cada um levando sua parte. O SpacePay cria uma rota mais direta usando a tecnologia blockchain, para que haja menos pessoas envolvidas.

Pequenas empresas estão sendo atingidas por custos mais altos a torto e a direito atualmente, então cada dólar que conseguem manter conta. Esse dinheiro extra pode ser o que lhes permite contratar outro funcionário em vez de trabalhar sete dias por semana, ou finalmente substituir equipamentos que estavam presos com fita adesiva.

SpacePay

Toda carteira de criptomoedas realmente funciona

A maioria dos sistemas de pagamento com criptomoedas é exigente quanto às carteiras que suporta. Você pode ter Bitcoin em uma carteira e Ethereum em outra, mas a loja só aceita pagamentos de três aplicativos específicos dos quais você nunca ouviu falar.

O SpacePay funciona com mais de 325 carteiras diferentes. Seja você do time MetaMask, Trust Wallet ou algo mais obscuro, provavelmente você pode pagar com o que tem. Nada de baixar novos aplicativos ou movimentar fundos só para comprar um sanduíche.

Isso importa mais do que você imagina. As pessoas se apegam às suas carteiras, especialmente se tiverem tudo configurado corretamente. Fazê-las mudar para pagar na sua loja é pedir para ter problemas. É melhor atender os clientes onde eles estão.

A plataforma lida com diferentes criptomoedas sem fazer alarde. Fãs de Bitcoin, detentores de Ethereum e pessoas interessadas nas moedas mais recentes podem comprar nos mesmos lugares. Praticamente todos ganham.

Começando com a SpacePay

Qualquer pessoa curiosa sobre o ecossistema SpacePay pode conferir a pré-venda em andamento. Acesse o site oficial e conecte qualquer carteira de criptomoedas que você normalmente usa.

Eles aceitam ETH, BNB, MATIC, AVAX, BASE, USDT e USDC para pagamentos, ou você pode até usar um cartão bancário comum se ainda não investiu em criptomoedas. Depois de escolher quantos tokens deseja, basta seguir os passos para concluir sua compra.

Seus tokens $SPY ficarão em segurança em sua carteira até o término da pré-venda. A US$ 0,003181 por token atualmente, as pessoas estão entrando antes que o preço provavelmente aumente nas fases posteriores da pré-venda.

PARTICIPE DA PRÉ-VENDA DO SPACEPAY ($SPY) AGORA

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SEI entre as criptomoedas que mais subiram na semana

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A terceira semana de junho foi marcada por forte instabilidade no mercado de criptomoedas. No entanto, algumas altcoins contrariaram a tendência e encerraram a semana no azul. Veja as criptomoedas que mais subiram na semana.

Enquanto o conflito entre Israel e Irã intensifica os temores globais, o setor perdeu mais de US$ 70 bilhões em capitalização.

Mesmo em meio à tensão geopolítica, alguns ativos mostraram resiliência e forte demanda compradora. Dessa forma, confira o Top 5 de criptomoedas que mais valorizaram nos últimos sete dias, segundo dados do CoinGecko.

Fonte: CoinGecko
Fonte: CoinGecko

Criptomoedas que mais subiram na semana

A WhiteBIT Coin (WBT) foi uma das criptomoedas que mais subiram na semana. Desde a segunda-feira (16), seu preço subiu mais de 30%, impulsionado por forte volume comprador. Apesar disso, o ativo entrou em fase de consolidação, mas sem sinais claros de reversão.

O suporte atual está em US$ 46,83, que corresponde ao nível de retração de 0,236 de Fibonacci. Até o momento, o preço não caiu abaixo desse ponto, o que sustenta o viés positivo.

Caso ocorra uma correção, o WBT pode cair até a zona de ouro, entre US$ 42,31 e US$ 39,03 — uma retração de até 20%. Ainda assim, a estrutura técnica de curto prazo continua sólida.

criptomoedas que mais subiram: Gráfico da WhiteBIT Coin (WBT) no TradingView
Gráfico da WhiteBIT Coin (WBT) no TradingView

Kaia tenta manter a tendência após forte oscilação

Após uma correção leve na semana passada, a Kaia (KAIA) retomou o movimento de alta e foi uma das criptomoedas que mais subiram. O preço chegou a romper o suporte de 0,236 da Fibonacci, mas rapidamente se recuperou. Agora, o mercado trabalha com dois cenários.

O primeiro é uma alta até um novo topo acima dos US$ 0,20. Já o segundo é uma correção mais forte, devido ao afastamento atual do preço em relação às médias móveis exponenciais de 9 e 21 dias. Apesar disso, o cruzamento positivo entre essas EMAs indica que a tendência principal segue sendo de alta.

Gráfico da Kaia (KAIA) no TradingView
Gráfico da Kaia (KAIA) no TradingView

SEI dispara após anúncio do governo dos EUA

A criptomoeda SEI ganhou ainda mais força após uma notícia importante: sua rede foi escolhida pelo governo dos Estados Unidos. Isso reforçou a confiança no projeto, que já estava em tendência de alta.

Com esse impulso, a SEI completou uma recuperação em V, aproximando-se da resistência em US$ 0,2075. Caso consiga romper essa barreira, o preço pode subir até US$ 0,24 — uma alta potencial de 15%.

No entanto, se a resistência se mantiver, é possível que um padrão de topo duplo se forme. Nesse caso, o ativo pode recuar até o suporte em US$ 0,1785.

Gráfico da Sei (SEI) no TradingView
Gráfico da Sei (SEI) no TradingView

Bitcoin Cash confirma correção, mas segue otimista

O Bitcoin Cash (BCH) também entrou para a lista das criptomoedas que mais subiram na semana, mesmo após confirmar uma leve correção. O ativo não conseguiu romper os US$ 507, mas ainda mantém suporte na média móvel de 9 dias.

Se esse suporte for mantido, o BCH pode tentar novo ataque ao topo recente. Caso contrário, deve testar a EMA de 21 dias, localizada em US$ 443. O RSI ainda está acima de 50, o que sugere possibilidade de recuperação rápida caso o suporte se sustente.

criptomoedas que mais subiram: Gráfico do Bitcoin Cash (BCH) no TradingView
Gráfico do Bitcoin Cash (BCH) no TradingView

Monero entra no Top 5 mesmo com pouca oscilação

Apesar da baixa volatilidade, a Monero (XMR) conseguiu espaço entre os maiores ganhos da semana devido as condições gerais do mercado. No gráfico diário, o cruzamento das médias móveis ainda aponta tendência de baixa.

O suporte mais importante está em US$ 310. Caso esse nível seja perdido, o ativo pode testar US$ 282. Por outro lado, o ADX em queda sinaliza perda de força da atual tendência. Nesse sentido, um rompimento acima de US$ 340 pode confirmar uma nova alta.

Gráfico da Monero (XMR) no TradingView
Gráfico da Monero (XMR) no TradingView

Snorter Bot oferece soluções rápidas para trading

Em meio ao cenário volátil, muitos investidores procuram alternativas com execução rápida e menos riscos. Nesse contexto, o Snorter Bot (SNORT) começa a chamar atenção. Seu mecanismo de roteamento permite executar negociações em menos de um segundo, com apenas um clique.

Além da velocidade, o bot possui filtros que bloqueiam tokens com riscos ocultos — como cunhagens escondidas, blacklist ou possíveis rug pulls. Isso reduz drasticamente a chance de o usuário interagir com projetos fraudulentos.

Para quem busca retorno adicional, o Snorter Bot oferece staking com rendimentos acima de 250% para quem comprar o token durante a pré-venda, em andamento.

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Com Bitcoin em alerta, Solaxy desponta: será que primeira layer-2 da Solana pode render 100x?

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A Solaxy ($SOLX) está incendiando o universo das criptomoedas. Em primeiro lugar, sua pré-venda superou US$ 55 milhões e já é a maior do ano em volume total captado. Segundo, a demanda por ela foi tão grande e, ainda assim, a equipe decidiu queimar 40% de seu estoque total de tokens.

Enquanto isso, você ainda pode adquirir seus tokens na pré-venda, que se encerrará no dia 23 de junho. Após essa data os tokens entrarão no mercado e muitos analistas preveem que a $SOLX pode se valorizar 100x após o lançamento. Portanto, garanta agora os seus tokens se você quer aproveitar esse movimento.

Pré-venda Solaxy.
Últimos dias para fim da pré-venda de Solaxy. Fonte: X.

Além disso, a Solaxy é um dos poucos tokens que se destaca enquanto o preço do Bitcoin (BTC) segue em alerta. O Bitcoin chegou a abrir em alta nesta sexta-feira (20), mas logo voltou a cair para US$ 102.800. Com desvalorização de 1,8%, o mercado segue temeroso a respeito da possibilidade da perda do suporte de US$ 100 mil.

Últimos dias para a Solaxy

Com seu lançamento oficial garantido para 23 de junho, a Solaxy não é apenas mais uma memecoin. De fato, ela não é sequer um token desse tipo, mas sim uma solução deflacionária e de alta utilidade.

O maior objetivo deste token é resolver o grande gargalo da Solana: o congestionamento da rede durante o frenesi de negociação de memecoins. A Solana consegue processar 65.000 transações por segundo, mas nem isso é suficiente para impedir lentidão e até travamento em momentos de pico.

Já a Solaxy processa as transações em blocos na sua rede e as envia para a Camada 1 da Solana como uma única operação. Isso faz com que a rede economize espaço e otimize as operações, evitando a congestão sobretudo em transações de menor valor. E a pré-venda da Solaxy rapidamente se tornou um ímã para baleias, que investiram pesado no token.

Uma transação notável envolveu 0,37 ETH, totalmente verificável na blockchain, validando ainda mais o capital considerável que está fluindo para o projeto.

A confiança dos investidores no potencial da Solaxy está aumentando. O projeto ultrapassou recentemente US$ 55 milhões em financiamento total, dos quais US$ 5 milhões foram arrecadados em apenas um dia. Esse aumento na atividade das baleias não está acontecendo isoladamente.

A rápida ascensão da Solaxy está sendo amplificada pela ampla cobertura da mídia em publicações de criptomoedas de primeira linha. E agora restam apenas três dias para o fim da pré-venda. Você pode garantir seus tokens por meio do site oficial da Solaxy por apenas US$ 0,001766. Mas corra porque está é a última chance.

Pré-venda Solaxy.
Faltam menos de 24 horas para o lançamento do token $SOLX. Fonte: site oficial.

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O que é o ERC-7786 que promete uma nova era para o Ethereum

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Após atualizações importantes como o The Merge, o Ethereum pode estar prestes a viver uma nova reviravolta. O novo padrão ERC-7786 surge como a chave para uma transformação no ecossistema, prometendo resolver um dos maiores problemas da rede: a falta de comunicação eficiente entre as diversas blockchains e soluções de segunda camada (L2).

Atualmente, a experiência de quem usa Ethereum está muito fragmentada. Afinal, são centenas de redes, como Arbitrum, Starknet e zkSync, que não conversam diretamente. Quando um usuário precisa mover ativos entre essas redes, depende de pontes (bridges) que, além de caras, oferecem riscos e complicações.

Desse modo, o ERC-7786 cria um “idioma comum” para blockchains. Assim como o ERC-20 padronizou os tokens e o ERC-721 organizou os NFTs, esse novo padrão busca fazer o mesmo para mensagens e interações entre diferentes blockchains.

Na prática, ele funciona como um “USB do Web3”, permitindo que qualquer aplicativo descentralizado (DApp) envie e receba informações de diversas blockchains, sem precisar criar conexões específicas para cada uma. Basta estar compatível com o ERC-7786.

ERC-7786 – Ethereum

ERC-7786 Ethereum
Imagem: X

O funcionamento é simples, mas poderoso. O padrão define dois comandos principais:

  • sendMessage(), que envia uma mensagem de uma blockchain de origem.
  • executeMessage(), que recebe e executa essa mensagem na blockchain de destino.

A mensagem transporta quatro dados principais:

  • Quem envia,
  • Quem recebe,
  • O conteúdo,
  • E parâmetros adicionais, como prioridade ou limites de gás.

Para desenvolvedores, o ERC-7786 representa liberdade. Isso porque eles poderão criar aplicativos que funcionam em qualquer blockchain compatível, sem refazer códigos ou adaptar APIs diferentes. Isso reduz custos, tempo e complexidade.

Para os usuários, a promessa é de uma experiência mais simples, muito similar ao que acontece hoje no Brasil com o Open Finance. Trocar ativos entre redes ficará tão simples quanto fazer uma transferência comum. Nada de ficar alternando entre interfaces, copiando endereços ou pagando taxas altas em pontes inseguras.

Além disso, o padrão já prevê inovações futuras. Uma delas é o “patrocínio de gás”, onde terceiros poderão pagar as taxas necessárias para que as transações aconteçam, facilitando ainda mais a vida de quem usa.

Desenvolvido pela OpenZeppelin, com apoio da Ethereum Foundation e de projetos como Axelar e Interop Labs, o padrão já conta com ferramentas como o OpenBridge, que permite a integração rápida entre vários protocolos de ponte.

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Alerta XRP: preço pode ir a US$ 1,80 em breve, revela análise

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O XRP opera em queda nesta sexta-feira (20), com sua ação de preço dando sinais de preocupação. A criptomoeda da Ripple recua cerca de 3% no dia e é negociada a US$ 2,10 no fechamento desta análise.

As projeções técnicas indicam que o ativo pode entrar em uma espiral de baixa nos próximos dias. Entenda a seguir os fatores que reforçam esse cenário e o que esperar do preço.

Ação de preço sinaliza nova queda do XRP para US$ 1,80

O XRP iniciou a semana em alta, mas não conseguiu sustentar o rompimento da resistência em US$ 2,30. O candle diário de segunda-feira (16) apresentou um longo pavio superior — sinal de rejeição de preço e força vendedora. Desde então, a tendência de baixa se intensificou.

Atualmente, o XRP testa novamente o suporte em US$ 2,10, nível que já segurou quedas anteriores em três ocasiões. No entanto, cada novo teste enfraquece a força de defesa dos compradores, aumentando a chance de um rompimento abaixo desse nível.

Gráfico do XRP no TradingView
Gráfico do XRP no TradingView

Se esse suporte for perdido, o próximo nível relevante está em US$ 2,00. Caso a queda se aprofunde, o token pode buscar a região de US$ 1,80. Isso representaria uma desvalorização de quase 15% frente ao preço atual, além de marcar a menor cotação do XRP em dois meses.

Nesse contexto, os indicadores técnicos aumentam a possibilidade de continuação da tendência de baixa. O RSI, por exemplo, segue em forte queda, mas ainda distante da zona de sobrevenda (abaixo de 30). Isso indica que há espaço para mais quedas antes de um possível salto corretivo.

Gráfico do XRP no TradingView
Gráfico do XRP no TradingView

Além disso, o ADX cruzou novamente a linha de 20, sugerindo que a tendência de baixa ganha força no curto prazo.

Pressão de venda cresce e ameaça suportes

O aumento da pressão vendedora também reforça a atual fraqueza do XRP. Dados da Coinglass mostram que mais de 52% das ordens envolvendo o token nas últimas 24 horas foram de venda. No total, o volume vendido superou o volume comprado em US$ 170 milhões nas principais exchanges.

Exchanges XRP Long/Short Ratio
Exchanges XRP Long/Short Ratio

Segundo a Glassnode, esse movimento está ligado à realização de lucros. Apesar da queda recente, o XRP ainda acumula valorização de aproximadamente 300% em relação aos níveis registrados em novembro do ano passado.

Assim, investidores que compraram no fundo aproveitam o momento para garantir retornos, mesmo com o cenário mais instável.

Fonte: X
Fonte: X

Essa saída coordenada pressiona ainda mais os suportes técnicos. Se continuar, pode acelerar o movimento de queda e tornar mais difícil uma reversão no curto prazo.

XRP perde força frente ao Bitcoin; BTCBULL em destaque

Além da queda em dólar, o XRP também recua em relação ao Bitcoin nesta semana. Isso mostra que o BTC tem se mantido mais resiliente, mesmo diante da correção no mercado cripto em geral.

Esse cenário reforça o interesse em projetos que acompanham a força do Bitcoin, como o BTC Bull Token (BTCBULL). Em fase de pré-venda, o projeto já arrecadou mais de US$ 7 milhões, atraindo investidores em busca de ganhos mais seguros e alinhados com o desempenho do BTC.

O BTC Bull distribui tokens $BTCBULL como recompensa sempre que o Bitcoin atinge determinados marcos de preço. Além disso, adota um mecanismo de queima estratégica de tokens, aumentando a escassez e, com isso, o potencial de valorização do ativo.

Traders e investidores têm mais 10 dias para adquirir o BTCBULL durante a pré-venda.

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CVM proíbe corretora que patrocina o Barcelona de atuar no Brasil

CVM emite stop order para 4 empresas de criptomoedas no Brasil

A Comissão de Valores Mobiliários (CVM) emitiu um comunicado oficial alertando investidores sobre a atuação irregular de três corretoras estrangeiras que estão oferecendo serviços para os brasileiros.

A entidade responsável pela regulamentação do setor financeiro proibiu a empresa EBC Financial Group e seus parceiros no Brasil de oferecerem serviços de negociações de valores mobiliários para os brasileiros.

CVM
CVM comunica população acerca da irregularidade da corretora. Fonte: X.com

De acordo com a autarquia, essas empresas estariam oferecendo serviços de intermediação no mercado de valores mobiliários sem a devida autorização. Entre os produtos ofertados estão serviços de compra e venda de criptomoedas.

De acordo com o site da empresa, EBC Financial Group é sediada no caribe, em São Vicente e Granadinas. Além disso, é patrocinadora do clube de futebol Barcelona, da Espanha. No Brasil, a empresa opera a partir da Santo Trader Treinamento Profissionais Ltda. e seu sócio Oliver Augusto Moreno Spanghero, ambos sem o registro prévio exigido na CVM.

A Lei nº 6.385/1976 estabelece que apenas instituições regulamentadas podem atuar nesse segmento. Como a entidade mantém um site voltado para a captação de clientes brasileiros, promovendo operações financeiras que, de acordo com a legislação, sem registro, a CVM emitiu o alerta.

Suspensão e multa

A decisão da CVM determina a suspensão imediata de qualquer oferta pública feita por essas empresas, seja por meio de sites, aplicativos ou redes sociais. Além disso, caso continuem operando, estarão sujeitas a uma multa diária de R$ 1.000,00 por descumprimento da ordem.

A autarquia também destacou que os responsáveis poderão enfrentar sanções administrativas mais severas, incluindo processos por infrações já cometidas antes da publicação do aviso.

A CVM reforça que investidores devem sempre verificar se uma empresa está registrada antes de realizar aplicações financeiras. O órgão lembra que operar com intermediários não autorizados coloca o dinheiro das pessoas em risco, sem qualquer tipo de garantia ou fiscalização. A população pode consultar a lista de instituições regulamentadas diretamente no site oficial da CVM.

O aviso foi publicado no Diário Oficial da União (DOU) desta terça-feira (18/06), por meio do Ato Declaratório CVM nº 23.512/2025. A medida entrou em vigor imediatamente após sua publicação, e a autarquia já está monitorando o caso.

Caso as empresas insistam em continuar suas atividades, poderão sofrer bloqueios de suas plataformas digitais e ações judiciais. A orientação para quem já teve contato com essas instituições é buscar informações junto à CVM para evitar prejuízos financeiros.

Vale destacar que a CVM, apesar de regulamentar apenas o setor de valores mobiliários, atua em diálogo com o setor de criptomoedas. Entre suas ações, estão os alertas para quem investe em criptomoedas acerca de corretoras que não respeitam o regramento legal do Brasil.

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Preço do Bitcoin vai cair para US$ 94 mil, aponta análise

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O preço do Bitcoin enfrenta um forte sinal de alerta. Após subir para US$ 105 mil, a maior criptomoeda do mundo perde força e pode recuar para US$ 94 mil, segundo uma análise recente do especialista Captain Faibik. De acordo com o analista, nas últimas 24 horas, o BTC até tentou se manter positivo, mas o ganho de apenas 0,03% revela uma dificuldade clara.

“Pior que isso: o preço acumula queda de 3,5% na última semana, mesmo com algumas tentativas de recuperação”, disse.

De acordo com ele, a análise técnica não traz boas notícias. Ele destaca que o Índice de Força Relativa (RSI), que mede o fôlego dos compradores, despencou de quase 80 para 61,88. Enquanto o preço subia, o RSI caía — um padrão clássico de divergência baixista, que geralmente antecipa correções no mercado.

O Bitcoin parece ter atingido o topo. Agora, o cenário indica uma correção para a faixa de US$ 92 mil a US$ 94 mil”, alerta Faibik.

Para o analista, esse movimento, segundo ele, segue o mesmo padrão que marcou o fundo do BTC em US$ 16 mil lá em novembro de 2022.

Resistências seguram o preço do Bitcoin

Preço do Bitcoin
Imagem: X

Além disso, o analista aponta que o BTC enfrenta barreiras muito fortes entre US$ 108 mil e US$ 109 mil, níveis registrados desde 19 de maio. De acordo com ele, uma linha de tendência de alta, traçada desde dezembro de 2024, também limita os avanços.

“Se o Bitcoin não romper esses níveis rapidamente, a pressão dos vendedores deve aumentar, forçando um movimento mais forte de queda. RSI fraco, resistência forte e perda de momentum formam uma combinação perigosa”, afirmou.

Para Faibik, o mercado de derivativos reforça essa visão. Conforme destaca, embora o volume em futuros e opções tenha subido 1,6%, o open interest caiu 1,3%, chegando a US$ 70 bilhões. Segundo ele, isso mostra que alguns traders estão fechando posições ao invés de abrir novas apostas.

Só nas últimas 24 horas, o mercado liquidou US$ 71 milhões em posições compradas, o que pode gerar novas vendas forçadas caso a pressão continue.

Faibik lembra que, apesar do Bitcoin já ter superado padrões assim no passado, o cenário agora é diferente. Juros mais altos, presença de investidores institucionais e uma macroeconomia mais instável podem mudar completamente a reação do mercado.

O analista finaliza com um alerta claro: “O passado não garante o futuro. O Bitcoin está prestes a testar sua verdadeira força.

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Estado dos EUA seleciona SEI como blockchain para sua stablecoin e token dispara

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O estado de Wyoming, nos EUA, confirmou a Sei Network como uma das blockchains escolhidas para operar sua stablecoin oficial, a WYST, que será lançada em julho de 2025. A notícia provocou uma forte reação no mercado. O token SEI disparou mais de 10% nas últimas 24 horas, alcançando US$ 0,21 (R$ 1,15), segundo dados do CoinMarketCap.

O projeto, liderado pelo governador Mark Gordon, faz de Wyoming o primeiro estado dos EUA a criar uma stablecoin oficial lastreada em dólar. O ativo digital terá conversão de 1 para 1 com o dólar americano, garantindo estabilidade para usuários e empresas.

A Wyoming Stable Token Commission, órgão criado em 2023, selecionou duas blockchains para a fase final de testes: Sei e Aptos. A Sei alcançou 30 pontos na avaliação técnica, superando gigantes como Avalanche (27), Sui (26) e  Base (25). Além disso, passou a Algorand (21) e o XRP Ledger (XRPL) da Ripple. Apenas a Aptos ficou ligeiramente à frente, com 32 pontos.

Entre os critérios avaliados estão desempenho, segurança, escalabilidade, tempo de atividade e robustez da infraestrutura. Fontes próximas ao projeto revelaram que a Sei superou Ethereum e Avalanche em velocidade de transações (TPS) e tempo de finalização, fatores cruciais para uma stablecoin estatal.

A WYST contará com a tecnologia da LayerZero, que permite integração entre diferentes blockchains, garantindo interoperabilidade e segurança. Além disso, o projeto também conta com o apoio de gigantes do setor como Circle, Delphi Digital, Multicoin Capital e Coinbase.

Mercado reage com decisão do Wyoming e SEI dispara

Wyoming impulsiona a SEI
Imagem: Coinmarketcap

O impacto no mercado foi imediato. O token SEI saltou para US$ 0,21 (R$ 1,15), seu maior valor desde o dia 12 de junho, acumulando alta de 16% em 24 horas e mais de 56% no volume diário de negociações, que ultrapassou US$ 210 milhões (R$ 1,15 bilhão).

Atualmente, a Sei Network possui valor de mercado superior a US$ 1 bilhão (R$ 5,49 bilhões) e um TVL (Valor Total Bloqueado) de US$ 507 milhões (R$ 2,78 bilhões), segundo dados da DeFiLlama. Além disso, o ecossistema já movimenta uma capitalização de stablecoins de US$ 217 milhões (R$ 1,19 bilhão).

O número de endereços ativos disparou para 616 mil nas últimas 24 horas, com mais de 1,5 milhão de transações processadas no mesmo período.

De acordo com Mike Ermolaev, analista e fundador da Outset PR, a SEI rompeu a média móvel de 50 dias, atualmente em US$ 0,20 (R$ 1,09). Desse modo, isso que confirma um forte sinal de alta. O indicador RSI (Índice de Força Relativa) também aponta para tendência de valorização, mirando agora a resistência de US$ 0,26 (R$ 1,42).

“Mas tenha calma a alta pode ser apenas momentânea. Caso o token não consiga superar a resistência na média de 100 dias, situada em US$ 0,21 (R$ 1,15), o movimento pode perder força e gerar correções”, disse.

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Vazamento de 16 bilhões de senhas expõe urgência de usar carteiras de criptomoedas seguras

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Uma investigação exclusiva da Cybernews revelou um vazamento de dados sem precedentes: 16 bilhões de credenciais de login expostas em fóruns criminosos. Os registros, distribuídos em 30 bancos de dados distintos, incluem informações de serviços como Facebook, Google, Apple, GitHub, Telegram e até plataformas governamentais, abrindo caminho para ataques em massa de phishing, roubo de identidade e sequestro de contas. Esse vazamento expõe a urgência de usar carteiras de criptomoedas seguras.

Cybernews Hack Carteiras Cripto
Pesquisadores encontraram 16 bilhões de logins e senhas na deepweb. Fonte: Cybernews

Os dados foram compilados a partir de múltiplos malwares Infostealers – como RedLine, Vidar e Taurus –, programas maliciosos que roubam senhas, cookies de navegação, tokens de sessão e até chaves de criptomoedas.

Diferentemente de violações tradicionais (como vazamentos de empresas), esses registros são recentes e ativamente explorados, com novos conjuntos surgindo a cada poucas semanas.

De acordo com os investigadores, o caso vai muito além do que mais um simples vazamento de dados antigos sendo reciclados. Trata-se de uma nova tecnologia que rouba dados atualizados em uma escala nunca antes vistas pelos pesquisadores.

Carteiras de criptomoedas seguras

Embora os pesquisadores ainda não tenham confirmado todos os tipos de dados comprometidos, as carteiras de criptomoedas estão entre os alvos mais prováveis. Criminosos visam extremamente esses softwares, que armazenam ativos digitais valiosos.

Uma vez infectados, os resultados podem ser devastadores: desde transferências não autorizadas de fundos até o roubo de chaves privadas armazenadas em navegadores ou arquivos locais. Além disso, criminosos podem usar essas informações para golpes de engenharia social, direcionando ataques personalizados a investidores com grandes saldos.

Diante desse cenário alarmante, especialistas em segurança digital destacam a importância de medidas robustas para proteger tanto informações sensíveis quanto ativos digitais. A escolha da carteira de criptomoedas seguras se revela como o primeiro e mais crucial passo na defesa contra ameaças virtuais.

Best Wallet

BestWallet
Segurança é um dos destaques da Best Wallet. Fonte: Site Oficial

A Best Wallet é destacada como uma das principais carteiras de criptomoedas seguras em 2025, sobretudo para investidores que buscam segurança, controle total sobre seus ativos e facilidade de uso. Ela é uma carteira não custodial, o que significa que o usuário tem posse exclusiva das suas chaves privadas, eliminando riscos associados a terceiros, como corretoras ou exchanges

Ledger

Ledger
Ledger sempre se destaca por oferecer novas tecnologias. Fonte: Site Oficial

A Ledger se consolidou como uma das principais referências em segurança de carteiras de criptomoedas, oferecendo dispositivos como o novo Ledger Flex, Nano S Plus e o Nano X. Sua tecnologia exclusiva de Secure Element proporciona proteção militarizada para suas chaves privadas, mantendo-as sempre offline e inacessíveis a hackers.

Trezor

Trezor
Trezor é uma das carteiras físicas mais seguras do mercado. Fonte: Site Oficial

A Trezor, pioneira no mercado de hardware wallets, oferece os modelos Model T (com tela touchscreen) e Trezor One. Desenvolvida pela SatoshiLabs, a Trezor combina código aberto com forte criptografia, permitindo verificação independente de sua segurança

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Shiba Inu pode cair 10% e atingir US$ 0,00001000 em breve, revela análise

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A análise da Shiba Inu (SHIB) mostra que a memecoin registra pouca movimentação nesta quinta-feira (19), mantendo estabilidade mesmo com o mercado em queda. No entanto, os análise técnica indica que essa calmaria pode ser apenas temporária.

De acordo com o CoinGecko, o preço da memecoin oscilou apenas 0,1% nas últimas 24 horas. Mesmo assim, ainda acumula uma queda superior a 8% na semana.

Caso os compradores não reajam nos próximos dias, essa perda pode se intensificar. A análise técnica revela os possíveis caminhos do ativo.

Análise: Shiba Inu mantém tendência de baixa e pode cair até US$ 0,00001000

Desde o dia 23 de maio, a Shiba Inu segue uma tendência de baixa. Naquele momento, a memecoin formou um topo em US$ 0,00001155 — abaixo do topo anterior, o que confirmou um padrão negativo.

Desde então, seu preço já caiu cerca de 25%, atingindo hoje a mínima de US$ 0,00001115. Se a tendência continuar, poderá atingir seu menor preço desde 9 de abril, caindo até o suporte de US$ 0,00001000.

Fazer isso representaria uma queda adicional de cerca de 10%, caso os vendedores mantenham o controle do mercado.

Apesar desse cenário negativo, o indicador Bandas de Bollinger aponta um possível alívio no curto prazo. O suporte atual pode gerar um movimento de recuperação até a linha média ou superior do indicador, localizadas em US$ 0,00001125 e US$ 0,00001135, respectivamente.

Gráfico da Shiba Inu (SHIB) no TradingView
Gráfico da Shiba Inu (SHIB) no TradingView

No entanto, para confirmar uma reversão, será necessário observar o comportamento do preço em tempos gráficos menores.

Indicadores de curto prazo ainda favorecem os ursos

No gráfico de 4 horas, a análise da Shiba Inu mostra sinais de consolidação entre US$ 0,00001150 e US$ 0,00001170. No entanto, o cenário técnico ainda é dominado pelos vendedores.

O cruzamento de baixa entre as EMAs de 9 e 21 períodos reforça esse movimento. Atualmente, ambas as médias atuam como resistência.

Os indicadores técnicos oferecem uma leitura mista, mas ainda com viés de baixa. O RSI continua abaixo de 50, o que mostra ausência de força compradora. Já o MACD começa a apresentar um leve sinal de alta, mas ainda sem força suficiente para reverter a tendência.

Enquanto isso, o ADX está acima de 40 e em alta, indicando que a tendência atual está ganhando força. Por fim, o CMF segue subindo, mas ainda opera acima de zero, o que indica entrada tímida de capital.

Gráfico da Shiba Inu (SHIB) no TradingView
Gráfico da Shiba Inu (SHIB) no TradingView

Se esses padrões persistirem, a memecoin poderá continuar caindo até testar novamente o suporte crítico em US$ 0,00001000.

SUBBD ganha tração enquanto SHIB recua

Enquanto a Shiba Inu tenta se segurar em níveis críticos, outros projetos ganham força no setor cripto. Um dos destaques recentes é o SUBBD Token ($SUBBD), que já ultrapassou US$ 650 mil em arrecadação durante sua pré-venda.

O SUBBD se posiciona como uma plataforma de assinatura baseada em inteligência artificial, conectando criadores de conteúdo e fãs de maneira inovadora. Até abril, mais de 2.000 influenciadores já haviam aderido ao projeto, que pretende alcançar uma base global de 250 milhões de usuários.

Dentro do ecossistema, o token $SUBBD é usado para pagamentos, assinaturas e recompensas. Além disso, os detentores do token podem participar de staking com retorno fixo de 20% ao ano durante a pré-venda.

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