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Hackers norte-coreanos perdem US$ 400 mil em criptomoedas em 2 dias

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O temido Grupo Lazarus, notória quadrilha de hackers vinculada à Coreia do Norte, mostrou que até os mais habilidosos em cibercrimes podem enfrentar perdas financeiras. Após investir mais de US$ 2,8 milhões na compra de 74.077 ETH, o grupo viu o preço do token cair, resultando em um prejuízo de cerca de US$ 400 mil em apenas dois dias.

A imagem exibe um gráfico de preços do Ethereum, representando a variação do valor da criptomoeda em dólares americanos (USD) ao longo de um período que cobre de 19 a 24 de dezembro de 2024. A parte superior do gráfico mostra uma linha vermelha que flutua entre aproximadamente 3 mil e 4 mil dólares. O gráfico apresenta flutuações significativas, com um pico seguido por uma queda acentuada e uma leve recuperação no final do período.Abaixo da linha de preço, há um gráfico de barras em azul claro, que ilustra o volume de transações ou negociações de Ethereum durante os mesmos dias. As barras têm diferentes alturas, refletindo a atividade de mercado, com momentos de alta e baixa liquidez. Na parte inferior, um gráfico de linha azul mostra a trajetória do preço do Ethereum desde 2016 até 2024, revelando uma tendência de crescimento geral, apesar das variações a curto prazo.
Gráfico da variação de preço do Ethereum do dia 18 ao dia 24 mostrando acentuada queda de preço após investimentos do Grupo Lazarus. Fonte: CoinGecko.

Os hackers são temidos pelos tubarões do mercado e podem causar prejuízos bilionários até mesmo para os mais precavidos investidores. No entanto, a capacidade desses cibercriminosos em prejudicarem outras pessoas não impede que eles mesmos sejam vítimas de suas escolhas. Sim, os hackers também cometem erros e perdem dinheiro – provavelmente, não o dinheiro deles.

É raro, mas alguns grupos criminosos especializados em roubos de criptomoedas podem investir os ativos roubados para tentar aumentar suas taxas de lucro. Com isso, além de lucrarem com o roubo em si, também podem lucrar com a volatilidade das criptomoedas. Foi isso o que aconteceu com o Grupo Lazarus. Só que ao contrário.

Sobre o Grupo Lazarus

A formação do Grupo Lazarus é anterior ao mercado de criptomoedas e tem como vítimas Sony Pictures e o Banco da Bangladesh. Os membros do grupo são especialistas em segurança cibernética e encontraram na indústria das criptomoedas um prato cheio de oportunidades para praticar seus crimes.

As primeiras notícias que vinculam o grupo a ataques de criptomoedas são de 2017. Naquele ano, membros do grupo roubaram usuários da exchanges da Coreia do Sul, Coinlink. No mesmo ano, o grupo furtou US$ 7 milhões da exchange Bithumb e 17% dos ativos da Youbit, obrigando essa última a abrir um pedido de falência.

Uma das suas ações mais famosas foi o ataque à rede Harmony que causou um prejuízo de US$ 100 milhões para cerca dos 65 mil usuários da rede, em 2022. Em 3 anos, o nome do grupo foi ligado a prejuízos de US$ 200 milhões em hacking de criptomoedas. No entanto, apesar de serem exímios conhecedores das vulnerabilidades dos sistemas de segurança cibernética, o grupo não entende muito de investimentos.

Tiro saiu pela culatra

Uma carteira associada ao Grupo Lazarus fez recentemente uma transação que gerou um prejuízo considerável. No dia 18, o grupo investiu US$ 2,8 milhões na compra de 74.077 ETH pelo valor de US$ 3,791 a unidade.

A expectativa do grupo era de que o token valorizasse (operação longa). No entanto, o ETH registrou quedas significativas e chegou a valer US$ 3.114,57 no dia 20. No mesmo dia da queda máxima, o grupo encerrou a operação e vendeu os 74.077 ETH pelo montante de US$ 2,408,869.96.

Assim, em apenas 2 dias, o grupo de criminosos perdeu cerca de US$ 399,953.73, o que mostra que nem mesmo as mentes mais obscuramente brilhantes conseguem fazer boas escolhas quando o assunto são investimentos. O caso fica ainda mais curioso porque no dia seguinte o Ethereum teve uma leve recuperação e foi cotado a US$ 3,524.47.

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Ethereum: Indicadores apontam para perspectiva otimista apesar da correção recente

Investimento histórico em Ethereum

Indicadores on-chain mostram um panorama promissor para o Ethereum (ETH), mesmo com o desempenho aquém do esperado nas últimas semanas. Embora o ativo tenha enfrentado dificuldade em acompanhar o impulso do Bitcoin (BTC) após as eleições presidenciais nos Estados Unidos, dados indicam uma possível tendência de alta no curto prazo.

De acordo com análise do especialista pseudônimo EgyHash, publicada no CryptoQuant, métricas como as taxas de financiamento e o índice de alavancagem estimado sugerem otimismo entre os traders de Ethereum.

O índice de alavancagem estimado atingiu seu pico recente, apontando para um apetite de risco sustentado entre os investidores que realizam negociações de derivativos alavancados. Enquanto isso, as taxas de financiamento estão moderadamente positivas, o que indica o domínio de posições compradas (long) em ETH, sem, contudo, atingir níveis extremos que possam levar a liquidações significativas.

Prêmio coreano e interesse institucional aumentam confiança no Ethereum

Outro indicador relevante, o Korea Premium Index, que mede a diferença de preço entre as exchanges sul-coreanas e outras regiões, voltou a ficar positivo, indicando crescente interesse por Ethereum no mercado asiático.

Além disso, os fundos de Ethereum têm registrado aumentos constantes em suas reservas. Esse movimento é refletido no mercado de ETFs de Ethereum nos Estados Unidos, que acumulou entradas significativas em sete dos últimos nove dias de negociação.

Acumulação por grandes investidores

Investidores institucionais e grandes detentores de ETH, conhecidos como whales, continuam acumulando o ativo. Atualmente, 57% do suprimento total de Ethereum está concentrado nas mãos desses investidores, um recorde histórico, mesmo em meio à recente correção do mercado.

Esses fatores, segundo EgyHash, demonstram confiança contínua entre investidores institucionais e de varejo.

“De forma agregada, esses indicadores apontam para uma perspectiva otimista para o Ethereum, com participantes do mercado dispostos a manter e, potencialmente, aumentar sua exposição ao ativo”, afirmou o analista.

Dados da CoinGecko mostram que o Ethereum está sendo negociado a US$ 3.344, com uma queda semanal de mais de 17%. Mas nas últimas 24 horas a criptomoeda registra uma leve recuperação de 0,7%.

Gráfico do Ethereum nas últimas 24 horas. Fonte: CoinGecko
Gráfico do Ethereum nas últimas 24 horas. Fonte: CoinGecko

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BCT-Primeira-memecoin-brasileira

Primeira memecoin brasileira atinge US$ 1 milhão

BCT - Primeira memecoin brasileira

Algumas criptomoedas brasileiras já ganharam destaque no mercado nacional. Por exemplo, o WiBX (WBX) acumula aumento de quase 40% no seu valor no último ano. Além disso, tem capitalização de mercado de cerca de 7 milhões de dólares.

No entanto, mais recentemente, um marco especial foi alcançado: surgiu a primeira memecoin brasileira a ultrapassar um milhão de dólares em valorização de mercado. A memecoin a conseguir o feito é o Beiçola Token (BCT), abrigado na rede de blockchain Solana.

Influenciadora +18 lança a primeira criptomoeda brasileira a passar de US$ 1 mi

O Beiçola Token foi lançado por Martina Oliveira, mais conhecida como “Beiçola do Privacy”. Ela é uma camgirl (ou modelo de webcam) que produz e divulga conteúdo adulto nas plataformas Only Fans e Privacy.

O apelido dela tem origem nas comparações jocosas que as pessoas faziam entre o seu corte de cabelo e o de Beiçola. Para quem não conhece, Beiçola é o personagem cômico que o ator Marcos Oliveira interpretou na série de humor A Grande Família.

Com cerca de 250 mil seguidores no X (o antigo Twitter), ela passou recentemente a tratar de criptomoedas. Aliás, ela teceu comentários sobre as variações de preço do Bitcoin.

Em uma postagem em que marcou o bilionário Elon Musk, dono do X e um ardente defensor das criptomoedas, ela disse que prometeu aos seguidores em uma live criar uma memecoin.

Beiçola do Privacy diz querer expor fragilidade do real

A atitude seria uma resposta às sugestões da imprensa e do governo de que desinformação na internet é responsável pela desvalorização do real. Em suma, ela disse querer mostrar que memes valem mais que o real.

Segundo o site CoinMarketCap, a valorização de mercado de Beiçola Token já supera a relevante marca de US$ 2,5 milhões de dólares. Quando este texto foi concluído, cada token da primeira memecoin brasileira a chegar a uS$ 1 milhão de dólares de valorização de mercado valia 0,001724 dólar, pouco mais que 1 centavo de real.

A memecoin chegou a ter o seu preço sextuplicado antes que ela se estabilizasse, quando da conclusão deste artigo, em cerca de 3 vezes o valor do seu lançamento.

A influenciadora divulgou uma lista de “loucuras”, lives em diferentes partes da casa e eventos, como uma festa na piscina com convidados, que fará quando a sua memecoin atingir determinados marcos de preço. Martina Oliveira também tem usado o X para especular sobre qual será a primeira corretora de criptomoedas a listar o Beiçola Token.

Mercado cripto exige cautela, principalmente em momentos de euforia

Embora o aumento do valor da primeira memecoin brasileira a ultrapassar o milhão de dólares de valorização seja impressionante e a influência de sua criadora considerável, é preciso ter cautela. Afinal, há vários exemplos de criptomoedas cujos preços passaram por altas explosivas antes de sofrerem colapsos.

Só para exemplificar com o caso recente parecido com o de Beiçola Token, podemos citar a memecoin HAWK. Trata-se do token que a influenciadora Hawk Tuah lançou, chegou a passar o meio bilhão de dólares de valorização de mercado, mas sofreu uma queda brusca, que eliminou 90% do seu valor.

Há suspeitas de que Hawk Tuah tenha aplicado nos investidores um rug pull, ou seja, lucrado com a venda dos tokens que detinha e deixado o valor do ativo desabar.

Segundo @laranjacripto, um perfil de influenciador anônimo que comenta no X sobre projetos cripto e aponta possíveis golpes, há forte concentração da posse de tokens de Beiçola Token, boa parte dos quais nas mãos de Oliveira.

Aliás, quando @laranjacripto se debruçou sobre Beiçola Token havia pouco mais de 1000 detentores do ativo. Isso tem consequências negativas para a liquidez do ativo e reforça o risco de rug pull e de insider trading.

Wall Street Pepe – Um projeto com fundamentos mais sólidos e bem mais promissor

WEPE memecoin

O Wall Street Pepe (WEPE) é uma memecoin cuja pré-venda, ainda em progresso, precisou de menos de duas semanas para atingir a marca de US$ 30 milhões de dólares de arrecadação.

Como mascote, ela usa o polêmico meme Pepe the Frog, que já fora adotado pelo Pepe Coin, memecoin que sofreu explosiva valorização no ano passado.

Um dos atrativos do WEPE é a expectativa de que sirva de centro de uma comunidade em que sejam compartilhadas dicas de investimentos em criptomoedas. Segundo a equipe do projeto, a memecoin será uma arena na luta contra as baleias (grandes detentores de tokens) bem conectadas.

A criptomoeda também apresenta a possibilidade de obtenção de renda passiva com o mecanismo de staking, para o financiamento do qual a equipe reservou uma parcela do suprimento de 200 bilhões de tokens de WEPE.

O rendimento estimado do staking de WEPE era, durante a elaboração deste texto, de cerca de 38% ao ano (em tokens da memecoin). Por fim, quando este texto foi concluído, a arrecadação da pré-venda de Wall Street Pepe já passava de US$ 34,9 milhões de dólares.

Compre Wall Street Pepe Agora

Aviso: Este artigo tem funcionalidade exclusivamente informativa, e não constitui aconselhamento de investimento ou oferta para investir. O CriptoFácil não é responsável por qualquer conteúdo, produtos ou serviços mencionados neste artigo.

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Binance vai dar criptomoedas de graça em nova rodada do Launchpool

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A Binance anunciou uma nova rodada do Launchpool, desta vez voltada para o setor emergente de Ciência Descentralizada (DeSci). O projeto escolhido é o Bio Protocol (BIO), que estará disponível para farming a partir de 24 de dezembro.

Essa iniciativa permite aos usuários receber criptomoedas gratuitamente ao bloquearem tokens como BNB e FDUSD. O Bio Protocol é o 63º projeto listado no Launchpool da Binance e tem chamado atenção por ser pioneiro no setor de DeSci.

O token BIO estará disponível para trading a partir de 3 de janeiro de 2025, mas, antes disso, os usuários poderão aproveitar 10 dias de farming. Durante esse período, a Binance distribuirá 99,6 milhões de tokens BIO, o equivalente a 3% do fornecimento total.

O sistema de distribuição prioriza a equidade. Dessa forma, 85 milhões de BIO serão destinados a usuários que bloquearem BNB, enquanto 14,9 milhões irão para quem utilizar FDUSD.

Além disso, a Binance implementará limites horários para evitar que grandes investidores dominem as alocações, garantindo oportunidades para todos.

Launchpool Binance
Imagem: Binance

Airdrop de BIO na Binance

A escolha do BIO para o Launchpool demonstra o interesse crescente da Binance no setor de DeSci, uma área ainda em desenvolvimento, mas com grande potencial.

Projetos de DeSci buscam tokenizar iniciativas científicas e biotecnológicas, permitindo que mais pessoas participem e invistam. Com isso, o BIO se torna uma peça-chave para impulsionar a inovação e atrair atenção para o setor.

A Binance também investiu diretamente no Bio Protocol por meio de sua divisão de capital de risco, a Binance Labs, mostrando confiança no projeto. A plataforma do Bio Protocol já hospedou oito projetos de DeSci, incluindo iniciativas voltadas para longevidade, saúde mental e bioengenharia.

Para participar, basta possuir tokens BNB ou FDUSD e alocá-los no Launchpool. Essa é uma oportunidade para quem deseja explorar o universo de criptomoedas sem custos iniciais. Além disso, o BIO promete benefícios adicionais, como governança e acesso prioritário a novos projetos do setor.

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Reserva de Bitcoin pode reduzir dívida fiscal dos EUA, aponta VanEck

Bitcoin como Reserva de Valor nos EUA

A empresa de investimentos VanEck divulgou que, caso o Tesouro dos EUA adquira 1 milhão de Bitcoin, conforme sugeriu o futuro presidente Donald Trump no BITCOIN Act, essa reserva poderia compensar cerca de 35% da dívida nacional até 2049.

Durante um evento na NYSE, Trump afirmou que os EUA devem liderar o mercado de criptomoedas, citando preocupações com a China. Segundo ele, a dívida nacional, prevista para alcançar US$ 119,3 trilhões, cresce a 5% ao ano. Ao mesmo tempo, o Bitcoin poderia atingir US$ 42 trilhões com um crescimento de 25% ao ano.

Gráfico mostrando a projeção da dívida dos EUA em trilhões de dólares em comparação ao crescimento da reserva de Bitcoin. A linha curva representa a dívida total, enquanto as barras indicam a porcentagem da reserva de Bitcoin em relação à dívida até 2049, assumindo um crescimento de 25% ao ano.
Reserva Nacional de Bitcoin pode representar cerca de US$ 42 trilhões – Fonte: VanEck.

Reserva de Bitcoin dos EUA

No último dia 12, o futuro presidente dos EUA, Donald Trump, declarou apoio a ideia de criar uma reserva de Bitcoin. A criação se daria por meio de lei que ficou conhecida como BITCOIN Act. A ideia é adquirir até 1 milhão de Bitcoin até 2029.

No evento da NYSE, uma das principais bolsas de valores americanas, questionaram Trump se os EUA poderiam criar uma reserva de Bitcoin semelhante a reserva de Petróleo. Ele respondeu:

“Sim, acho que sim. Faremos algo grandioso com a criptomoeda porque não queremos que a China ou qualquer outra pessoa — não apenas a China — mas outros a adotem, e queremos ser os líderes.”

Diante disso, a firma de investimentos VanEck calculou que, se o governo seguir essa trajetória, a reserva de Bitcoin poderia representar cerca de 35% da dívida nacional até 2049. Desse modo, a reserva compensaria aproximadamente 35% da dívida do país, de acordo com a firma.

Isso porque a dívida dos EUA, que cresce a uma taxa de 5% ao ano, seria de cerca de US$ 119,3 trilhões em 2049. Enquanto isso, o Bitcoin alcançaria US$ 42 trilhões.

Os dados foram divulgados pelo Chefe de Pesquisa em Ativos Digitais da empresa, Matthew Sigel, em sua conta no X. Junto da publicação, Sigel apresentou uma tabela mostrando os números dos cálculos, com variáveis para caso o Bitcoin se valorize mais ou menos do que a média de 25%. Em um cenário de um crescimento de 30% ao ano, a reserva de 1 milhão de BTC dos Estados Unidos representaria 91% de toda a dívida pública.

Sobre o Bitcoin Act

O Bitcoin Act of 2024 é uma iniciativa da Senadora Cynthia Lummis.O objetivo é fortalecer a posição econômica dos Estados Unidos em um cenário de crescente inflação e riscos de desdolarização global.

A proposta prevê que o Tesouro dos EUA adquira 1 milhão de Bitcoin ao longo de cinco anos, buscando diversificar as reservas financeiras do país e promover a adoção de criptomoedas como uma ferramenta estratégica no enfrentamento de pressões econômicas.

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Empresa de carteira de criptomoedas com 1.900 Bitcoin é listada na NYSE

As melhores carteiras de criptomoedas oferecem mecanismos intuitivos de câmbio e permitem a troca de tokens ativos por real (BRL), euro (EUR), dólar americano (USD) e outras moedas

A Exodus, reconhecida empresa de serviços de carteira de criptomoedas, foi listada na NYSE American na última quarta-feira (19). Com 1,6 milhão de usuários ativos mensais, a Exodus é uma das carteiras de criptomoedas mais antigas do mercado.

Desde sua criação em 2015, a Exodus mantém Bitcoin em seu portfólio. Atualmente, a empresa conta com uma base sólida de usuários e detém atualmente 1.900 Bitcoin (BTC) e 2.660 Ethereum (ETH),

Embora a listagem estivesse aprovada, a NYSE American a adiou. Isso porque houve atrasos no processo de revisão junto à Comissão de Valores Mobiliários dos EUA (SEC).

Assim que a empresa anunciou a listagem, as ações (ticker: EXOD) apresentaram um aumento de cerca 37% ao final do pregão, após alcançarem uma máxima histórica de US$ 56,57, de acordo com o Google Finance.

Carteira de criptomoedas Exodus chega à NYSE

O CFO James Gertneztke afirmou, em entrevista recente, que o acesso aos mercados de capitais será benéfico para iniciativas de produtos e marketing, além de possibilitar aquisições de outras empresas.

Ele destacou ainda que, em 2025, o foco da empresa será o lançamento e a ampliação de produtos que conectem o sistema financeiro tradicional (TradFi) às criptomoedas. Isso inclui as chaves de acesso e o XO Swap, uma funcionalidade da empresa que permite aos usuários trocarem suas criptomoedas de forma rápida e direta, sem a necessidade de utilizar uma exchange tradicional.

“Já contamos com um grande capital em reserva. Então, o acesso aos mercados de capitais não terá um impacto imediato”, comentou Gertneztke, referindo-se ao que definiu como “warchest”, que inclui um tesouro com 1.900 BTC e 2.660 ETH.

Desde sua fundação em 2015, a Exodus retém Bitcoin e obtém a maior parte de sua receita em BTC e USDC. O volume recorde processado pelo agregador de câmbio da empresa no quarto trimestre contribuiu para que a Exodus acrescentasse recentemente 100 BTC ao seu tesouro.

Em seu relatório do terceiro trimestre de 2024, a Exodus destacou resultados financeiros positivos, com uma receita de US$ 20,1 milhões, um aumento de 68% em relação ao mesmo período do ano anterior. O custo das receitas foi de US$ 11,3 milhões, resultando em um lucro bruto de US$ 8,8 milhões e um lucro líquido de US$ 800 mil. Os resultados contrastam com uma perda de US$ 300 mil no terceiro trimestre de 2023.

“Nós não temos dívidas, portanto, nossos ativos não estão ‘alavancados’”, acrescentou o CFO.

Apesar de parecem pouco, principalmente em comparação aos líderes do ranking, os 1.900 BTC estão avaliados atualmente em aproximadamente 200 milhões, uma quantia significativa. Além disso, Gertneztke fez questão de afirmar que a empresa vai continuar a fazer novas aquisições no ano que vem.

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Empresa de carteira de criptomoedas com 1.900 Bitcoin é listada na NYSE

As melhores carteiras de criptomoedas oferecem mecanismos intuitivos de câmbio e permitem a troca de tokens ativos por real (BRL), euro (EUR), dólar americano (USD) e outras moedas

A Exodus, reconhecida empresa de serviços de carteira de criptomoedas, foi listada na NYSE American na última quarta-feira (19). Com 1,6 milhão de usuários ativos mensais, a Exodus é uma das carteiras de criptomoedas mais antigas do mercado.

Desde sua criação em 2015, a Exodus mantém Bitcoin em seu portfólio. Atualmente, a empresa conta com uma base sólida de usuários e detém atualmente 1.900 Bitcoin (BTC) e 2.660 Ethereum (ETH),

Embora a listagem estivesse aprovada, a NYSE American a adiou. Isso porque houve atrasos no processo de revisão junto à Comissão de Valores Mobiliários dos EUA (SEC).

Assim que a empresa anunciou a listagem, as ações (ticker: EXOD) apresentaram um aumento de cerca 37% ao final do pregão, após alcançarem uma máxima histórica de US$ 56,57, de acordo com o Google Finance.

Carteira de criptomoedas Exodus chega à NYSE

O CFO James Gertneztke afirmou, em entrevista recente, que o acesso aos mercados de capitais será benéfico para iniciativas de produtos e marketing, além de possibilitar aquisições de outras empresas.

Ele destacou ainda que, em 2025, o foco da empresa será o lançamento e a ampliação de produtos que conectem o sistema financeiro tradicional (TradFi) às criptomoedas. Isso inclui as chaves de acesso e o XO Swap, uma funcionalidade da empresa que permite aos usuários trocarem suas criptomoedas de forma rápida e direta, sem a necessidade de utilizar uma exchange tradicional.

“Já contamos com um grande capital em reserva. Então, o acesso aos mercados de capitais não terá um impacto imediato”, comentou Gertneztke, referindo-se ao que definiu como “warchest”, que inclui um tesouro com 1.900 BTC e 2.660 ETH.

Desde sua fundação em 2015, a Exodus retém Bitcoin e obtém a maior parte de sua receita em BTC e USDC. O volume recorde processado pelo agregador de câmbio da empresa no quarto trimestre contribuiu para que a Exodus acrescentasse recentemente 100 BTC ao seu tesouro.

Em seu relatório do terceiro trimestre de 2024, a Exodus destacou resultados financeiros positivos, com uma receita de US$ 20,1 milhões, um aumento de 68% em relação ao mesmo período do ano anterior. O custo das receitas foi de US$ 11,3 milhões, resultando em um lucro bruto de US$ 8,8 milhões e um lucro líquido de US$ 800 mil. Os resultados contrastam com uma perda de US$ 300 mil no terceiro trimestre de 2023.

“Nós não temos dívidas, portanto, nossos ativos não estão ‘alavancados’”, acrescentou o CFO.

Apesar de parecem pouco, principalmente em comparação aos líderes do ranking, os 1.900 BTC estão avaliados atualmente em aproximadamente 200 milhões, uma quantia significativa. Além disso, Gertneztke fez questão de afirmar que a empresa vai continuar a fazer novas aquisições no ano que vem.

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Por-que-o-Bitcoin-esta-em-alta-novamente-Especialistas-analisam-o-cenario-e-novo-token-ganha-destaque-no-mercado

Dados indicam que Bitcoin pode subir 20% em 20 dias

Por que o Bitcoin está em alta novamente? Especialistas analisam o cenário e novo token ganha destaque no mercado

O interesse em “comprar na queda” do Bitcoin atinge seu maior nível desde agosto, de acordo com a Santiment, com um volume de buscas de 54 pontos e uma dominância social de 0,061.

Apesar da recente recuperação do ativo para US$ 97.000, análises técnicas da IntoTheBlock alertam para a complexidade da situação, destacando a quebra da linha de suporte em US$ 97.500, o que pode indicar uma demanda insuficiente para sustentar os preços.

Conforme a análise Santiment, as discussões em torno da compra do Bitcoin na queda atingiram o maior pico desde agosto. Para chegar a essa conclusão, a empresa pesquisou o tema “comprar na queda” nas plataformas X, Reddit, 4Chan, Bitcointalk e Farcaster, principais centros digitais de debates em torno de cripto ativos. Entre as conclusões, a empresa destacou o alto volume de pesquisas e a taxa de dominância social, a maior da série anual.

A imagem apresenta um gráfico detalhando o interesse em "comprar na queda" de criptomoedas, mostrando o volume social e a dominância nas redes sociais ao longo de um período de oito meses. As linhas coloridas representam a dominância social (em verde) e o volume social (em vermelho), indicando uma alta atividade de discussão sobre a compra durante correções de preço. Notavelmente, o gráfico destaca um pico na dominância social, o mais alto desde 12 de abril de 2024, sugerindo um aumento significativo nas conversas sobre oportunidades de compra no mercado de criptomoedas. As escalas à direita mostram valores do Bitcoin em dólares, com dados que revelam a dinâmica de interesse no mercado.
Gráfico compartilhado pela Santiment mostra qu dominância social do Bitcoin é a mais alta da série histórica – Fonte: Santiment.

Comprar na queda

Na métrica utilizada pela empresa, o volume de buscas atual em torno do tema “comprar na queda” chegou a 54 pontos, o maior desde julho de agosto. Naquele mês, o Bitcoin também entrou em viés de queda e chegou a ser cotado abaixo dos US$ 54 mil, atingindo o volume de buscas de 71.

No entanto, a dominância social, uma métrica utilizada pela empresa que indica o quanto as pessoas estão comentando um assunto, chegou a 0,061, mais do que no dia 5 de agosto, quando chegou a bater por volta dos 0,060.

Naquele dia, após chegar a US$ 53,923, o Bitcoin saltou para US$ 64,265. Ou seja, um aumento de 19,19% em apenas 20 dias. Com a proximidade dos índices entre as duas datas, o mesmo pode se repetir agora.

A criptomoeda chegou a cair para US$ 92,000 nas primeiras horas de sexta-feira(20). Aplicando a porcentagem registrada naquele dia 5 de agosto, quando os níveis de dominância social do tema “comprar na queda” eram muito similares aos de hoje, o ativo pode subir para US$ 110,000 até a primeira semana de janeiro do próximo ano.

Vale destacar que, em que pese o Bitcoin ter se recuperado para US$ 97,000 no momento dessa reportagem, essa recuperação de US$ 5 mil é muito parecida com a que ele teve no mesmo dia 5 de agosto. Naquele dia, o Bitcoin caiu até US$ 49.000 no começo do dia e atingiu US$ 53.000 no período da tarde. O mesmo movimento de recuperação, em números e no tempo, do Bitcoin na sexta-feira, 20.

Bitcoin abaixo da zona de demanda

Entretanto, é importante notar que apesar do otimismo em torno dos números apresentados pela Santiment, a análise técnica da agência de pesquisa IntoTheBlock apontou para uma situação mais complexa. A empresa trouxe dados sobre a zona de demanda, ou seja, o nível de preço em que muitos investidores estão dispostos a comprar o ativo.

De acordo com a postagem, esse nível ocorreu quando o ativo atingiu a linha de suporte de US$ 97.500. Naquele momento, investidores compraram mais de 1,4 milhões de BTC. Ocorre que a criptomoeda caiu para US$ 92,000 no mesmo dia, rompendo a linha de suporte. Isso indica que a demanda não era mais suficiente para manter o preço.

Porém, a portagem saiu na quinta-feira, antes do Bitcoin voltar a subir. Agora, a criptomoeda está muito próxima da zona de demanda estabelecida pelas métricas da agência, em US$ 97,300.

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Dados indicam que Bitcoin pode subir 20% em 20 dias

Por que o Bitcoin está em alta novamente? Especialistas analisam o cenário e novo token ganha destaque no mercado

O interesse em “comprar na queda” do Bitcoin atinge seu maior nível desde agosto, de acordo com a Santiment, com um volume de buscas de 54 pontos e uma dominância social de 0,061.

Apesar da recente recuperação do ativo para US$ 97.000, análises técnicas da IntoTheBlock alertam para a complexidade da situação, destacando a quebra da linha de suporte em US$ 97.500, o que pode indicar uma demanda insuficiente para sustentar os preços.

Conforme a análise Santiment, as discussões em torno da compra do Bitcoin na queda atingiram o maior pico desde agosto. Para chegar a essa conclusão, a empresa pesquisou o tema “comprar na queda” nas plataformas X, Reddit, 4Chan, Bitcointalk e Farcaster, principais centros digitais de debates em torno de cripto ativos. Entre as conclusões, a empresa destacou o alto volume de pesquisas e a taxa de dominância social, a maior da série anual.

A imagem apresenta um gráfico detalhando o interesse em "comprar na queda" de criptomoedas, mostrando o volume social e a dominância nas redes sociais ao longo de um período de oito meses. As linhas coloridas representam a dominância social (em verde) e o volume social (em vermelho), indicando uma alta atividade de discussão sobre a compra durante correções de preço. Notavelmente, o gráfico destaca um pico na dominância social, o mais alto desde 12 de abril de 2024, sugerindo um aumento significativo nas conversas sobre oportunidades de compra no mercado de criptomoedas. As escalas à direita mostram valores do Bitcoin em dólares, com dados que revelam a dinâmica de interesse no mercado.
Gráfico compartilhado pela Santiment mostra qu dominância social do Bitcoin é a mais alta da série histórica – Fonte: Santiment.

Comprar na queda

Na métrica utilizada pela empresa, o volume de buscas atual em torno do tema “comprar na queda” chegou a 54 pontos, o maior desde julho de agosto. Naquele mês, o Bitcoin também entrou em viés de queda e chegou a ser cotado abaixo dos US$ 54 mil, atingindo o volume de buscas de 71.

No entanto, a dominância social, uma métrica utilizada pela empresa que indica o quanto as pessoas estão comentando um assunto, chegou a 0,061, mais do que no dia 5 de agosto, quando chegou a bater por volta dos 0,060.

Naquele dia, após chegar a US$ 53,923, o Bitcoin saltou para US$ 64,265. Ou seja, um aumento de 19,19% em apenas 20 dias. Com a proximidade dos índices entre as duas datas, o mesmo pode se repetir agora.

A criptomoeda chegou a cair para US$ 92,000 nas primeiras horas de sexta-feira(20). Aplicando a porcentagem registrada naquele dia 5 de agosto, quando os níveis de dominância social do tema “comprar na queda” eram muito similares aos de hoje, o ativo pode subir para US$ 110,000 até a primeira semana de janeiro do próximo ano.

Vale destacar que, em que pese o Bitcoin ter se recuperado para US$ 97,000 no momento dessa reportagem, essa recuperação de US$ 5 mil é muito parecida com a que ele teve no mesmo dia 5 de agosto. Naquele dia, o Bitcoin caiu até US$ 49.000 no começo do dia e atingiu US$ 53.000 no período da tarde. O mesmo movimento de recuperação, em números e no tempo, do Bitcoin na sexta-feira, 20.

Bitcoin abaixo da zona de demanda

Entretanto, é importante notar que apesar do otimismo em torno dos números apresentados pela Santiment, a análise técnica da agência de pesquisa IntoTheBlock apontou para uma situação mais complexa. A empresa trouxe dados sobre a zona de demanda, ou seja, o nível de preço em que muitos investidores estão dispostos a comprar o ativo.

De acordo com a postagem, esse nível ocorreu quando o ativo atingiu a linha de suporte de US$ 97.500. Naquele momento, investidores compraram mais de 1,4 milhões de BTC. Ocorre que a criptomoeda caiu para US$ 92,000 no mesmo dia, rompendo a linha de suporte. Isso indica que a demanda não era mais suficiente para manter o preço.

Porém, a portagem saiu na quinta-feira, antes do Bitcoin voltar a subir. Agora, a criptomoeda está muito próxima da zona de demanda estabelecida pelas métricas da agência, em US$ 97,300.

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Influenciadora nega envolvimento com memecoin que leva seu nome após processos

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Após quase duas semanas de silêncio, a influenciadora Haliey Welch finalmente se manifestou a respeito da polêmica com a memecoin HAWK. Este token surgiu no início de dezembro e despencou quase 95% após suspeitas de um golpe de rug pull.

O token tem como inspiração o nome artístico “Hawk Tuah”, o que fez muitas pessoas acusarem Welch de aplicar o golpe. A influenciadora desapareceu por quase duas semanas e esse sumiço serviu para alimentar as suspeitas. Mas nesta sexta-feira (20), Welch fez uma publicação no X afirmando que não foi a responsável pela criação da memecoin.

Welch decidiu se manifestar após detentores do HAWK abrirem um processo contra sua equipe na quinta-feira (19). Por isso, a influenciadora afirmou que vai cooperar com a equipe jurídica que representa os afetados e auxiliar na resolução do caso.

Hailey Welch se manifesta sobre memecoin e possível fraude.
Fonte: X.

Os detentores do HAWK abriram o processo na Burnwick Law, um escritório de advocacia de Nova York especializado em fraudes ao consumidor. A firma cuida de mais de 30 casos envolvendo golpes com criptomoedas, incluindo o de Hawk Tuah, e listou todos em sua página.

Quem sofreu danos com esses golpes pode deixar seu e-mail para entrar como parte no processo. A empresa entrará em contato com todos os lesados pelo golpe e que buscam compensacões.

Haliey Welch nega criação da memecoin

De acordo com Welch, ela está “extrema preocupação” com a situação da HAWK e quer corrigir os erros, bem como indenizar seus fãs afetados, investidores e a comunidade. Welch declarou que está cooperando completamente com os representantes legais dos afetados.

A influenciadora também disse que espera descobrir a verdade e responsabilizar quem aplicou o golpe​. Conforme noticiou o CriptoFácil, a HAWK teve uma enorme valorização logo que foi lançada em 4 de dezembro, mas perdeu 95% do seu valor quase no mesmo instante.

Vários investidores que adquiriram o token chegaram a perder mais de US$ 150 mil e logo alegaram que a influenciadora aplicou um golpe de rug pull. Ou seja, um golpe no qual o criador de uma criptomoeda faz vendas em massa, derrubando o valor do token e deixando os demais compradores no prejuízo.

Juntos, esses investidores entraram com uma ação que alega que a equipe de Hawk Tuah falhou em registrar adequadamente a memecoin de acordo com a lei. O processo também não atribui a criação da HAWK à Welch, mas sim a vendedores e promotores baseados nas Ilhas Cayman.

Os réus da queixa incluem a Tuah The Moon Foundation, juntamente com o parceiro de negócios overHere e seu fundador Clinton So. Representando a equipe HAWK está Alexander Larson Shultz, conhecido como “Doc Hollywood”. Shultz supostamente tem laços com o comediante canadense Howie Mandel. 

Quebrando o silêncio

O nome de Haliey Welch não estava no processo, mas ela decidiu falar e quebrar um silêncio que durava desde o lançamento da memecoin.

“Levo essa situação muito a sério e quero falar com meus fãs, os investidores que foram afetados e a comunidade em geral. Estou cooperando totalmente e comprometida em auxiliar a equipe jurídica que representa os afetados, bem como ajudar a descobrir a verdade, responsabilizar as partes responsáveis ​​e resolver esse assunto”, explicou.

A HAWK atingiu rapidamente quase US$ 500 milhões em valor de mercado nos minutos após seu lançamento em 4 de dezembro. No entanto, caiu 95% em minutos e causou perdas significativas para os investidores.

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