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Binance lança serviço exclusivo para atender milionários no mercado cripto

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A Binance anunciou na quarta-feira (26) a criação do Binance Prestige. O serviço exclusivo é direcionado a indivíduos com patrimônio líquido ultra-elevado (UHNW) e a instituições como escritórios familiares e fundos privados. A iniciativa reflete a crescente institutionalização do mercado de criptoativos e a demanda por serviços sob medida para grandes patrimônios.

Binance Prestige atenderá público ‘AAA’.

A empresa desenvolveu o Binance Prestige para oferecer uma abordagem profissional e de ponta a ponta na gestão de ativos digitais. O novo serviço complementa o Binance Wealth, que já atende consultores e gestores de patrimônio de alta renda. Desse modo, o foco está em simplificar o processo para investidores tradicionais que desejam alocar recursos significativos no setor, mas que buscam o mesmo nível de suporte e orientação direta a que estão acostumados nos mercados financeiros convencionais.

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Catherine Chen, diretora da área VIP e Institucional da Binance, explicou que a curiosidade sobre criptomoedas por parte de investidores com perfil mais tradicional tem aumentado, especialmente em regiões como Ásia e Oriente Médio.

“Um problema recorrente para investidores ricos, porém cautelosos, é ter que passar por várias etapas para se tornarem clientes de criptomoedas, em vez de receberem o acompanhamento personalizado que esse tipo de investidor espera”, afirmou Chen.

Interesse cresce no público AAA

O anúncio ocorre em um contexto onde ativos digitais são cada vez mais vistos como essenciais para a gestão de patrimônio. Uma pesquisa recente da Avaloq indica que mais da metade dos profissionais do setor considera esses ativos cruciais para o engajamento com seus clientes. Um aumento em relação aos 44% registrados no ano anterior.

Embora não haja um valor mínimo de patrimônio rigidamente para aderir ao Binance Prestige, a expectativa é que o serviço atenda investidores com mais de US$ 10 milhões. Um patamar comparável ao exigido para a abertura de contas em bancos privados. Além disso, a oferta basear-se-á em seis pilares de serviço, que abrangem desde a integração simplificada e o acesso a moeda fiduciária até produtos estruturados, financiamento de capital, custódia e fornecimento de relatórios e análises de mercado.

Dessa forma, olhando para o futuro, a corretora sinalizou que estuda a incorporação de serviços adicionais, como planejamento sucessório, ao escopo do Binance Prestige. Entretanto, Chen ressaltou que a empresa busca um equilíbrio em sua atuação.

“Em última análise, ainda não somos um banco. Por exemplo, não vamos criar um fundo fiduciário para o cliente. O que faremos é garantir que os clientes estejam cientes de todas as ferramentas disponíveis que podem ajudá-los a atingir seus objetivos”, concluiu a executiva.

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Jorge Seif defende reserva soberana de Bitcoin e critica excesso de regulação no Brasil

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O senador Jorge Seif defendeu, nesta sexta-feira, 28, durante a Blockchain Conference Brasil, que o país precisa avançar na criação de uma reserva soberana de Bitcoin e reduzir o excesso de regulação que, segundo ele, trava o potencial de inovação. Ele participou de um painel organizado pela Frente Parlamentar de Livre Mercado e afirmou que ignorar o BTC como “ouro digital” coloca o Brasil atrás de nações menores que já entenderam o valor estratégico do ativo.

Logo no início de sua fala, Seif lembrou que o mercado cripto nasceu com espírito libertário. Ele explicou que muitos entusiastas rejeitam interferência estatal e buscam total autonomia.

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“Nós queremos finanças descentralizadas, não queremos regulação, não queremos taxação. Queremos comprar e vender Bitcoin sem interferência”, afirmou.

Porém, ele destacou que a realidade exige diálogo constante, porque o Estado ainda exerce forte influência sobre o ambiente econômico.

Seif insistiu que excesso de regras sempre atrapalhou a inovação no Brasil. Ele afirmou que empreendedores costumam enfrentar barreiras pesadas, mesmo quando o setor mostra enorme potencial. O senador repetiu que o país perdeu espaço global por causa de burocracia excessiva e citou a MP 3303 como exemplo.

Para ele, o texto “quase fulminou o mercado cripto” ao sugerir um modelo tributário considerado destrutivo para investidores de diferentes perfis.

Ele ressaltou que a MP eliminaria a isenção para vendas de até R$ 35 mil e imporia uma alíquota linear de 17,5% para qualquer operação. Além disso, o texto igualava holders e traders, ignorando estratégias distintas e contrariando práticas adotadas em diversos países

“Enquanto outras nações protegem quem investe no longo prazo, o Brasil queria taxar todo mundo sem exceção”, disse.

Reserva de Bitcoin

Reserva de bitcoin

O senador também criticou a percepção equivocada de que o setor funciona como um “submundo”. Ele relatou que, em CPIs recentes, parlamentares trataram criptomoedas como sinônimo de crime

“A primeira pergunta de muitos é: ‘Você tem Bitcoin?’ Como se alguém que acredita no ouro digital fosse um criminoso. Isso precisa mudar”, afirmou em tom firme.

Durante o painel, Seif pediu mais engajamento dos usuários. Ele disse que quem opera em grandes exchanges brasileiras não pode ignorar o Congresso. Para ele, sem representação política, investidores podem ser empurrados para plataformas estrangeiras, o que ampliaria a fuga de capital.

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“Ou vocês se engajam, ou vocês terão de investir fora”, alertou.

A vitória contra a MP 3303, segundo Seif, só ocorreu porque a pressão da comunidade foi intensa. Ele afirmou que o texto não desapareceu, mas acabou retirado após forte reação da Câmara e do Senado

“Sobretaxar o mercado cripto seria matar a galinha dos ovos de ouro. E mantenho essa afirmação”, disse.

O Brasil precisa acreditar no Bitcoin

Ele voltou então ao ponto central: o Brasil precisa acreditar no Bitcoin como reserva estratégica. Seif afirmou que diversos países menores já adotam BTC para proteger suas economias e que o Brasil corre risco de ficar para trás.

“Se não acreditarmos no Bitcoin, vamos ficar para trás mais uma vez”, repetiu.

O senador destacou ainda o trabalho da Frente Parlamentar do Mercado Digital, que, segundo ele, se dedica a impedir excessos tributários e garantir um ambiente saudável para o setor prosperar. Ele lembrou que mais de 40 impostos foram criados ou ampliados nos últimos três anos, o que, em sua visão, reforça a urgência de resistência política.

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Para encerrar, Seif afirmou que continuará atuando ao lado dos investidores e pediu participação ativa da comunidade. Ele disse que o país tem criatividade e quase 40 milhões de usuários no setor cripto, mas alertou que esse potencial pode desaparecer sob pressão excessiva.

”O mercado cripto só cresce, e o Brasil precisa acompanhar. Se ficarmos presos ao medo, à desinformação ou à taxação exagerada, vamos desperdiçar uma grande oportunidade”, concluiu.

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Duas criptomoedas promissoras que vão chegar a US$ 200 bilhões em 2026

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O mercado de criptomoedas voltou a ganhar força depois de meses marcados por incertezas, e dois ativos específicos chamam atenção dos analistas. A expectativa crescente é que XRP e BNB possam atingir US$ 200 bilhões em valor de mercado até 2026, caso mantenham o ritmo atual de expansão. Esse cenário ganhou destaque após um novo relatório apontar os dois tokens como os mais bem-posicionados para alcançar o marco.

Os especialistas explicam que o movimento recente do setor favorece ativos com forte demanda institucional e fundamentos sólidos. Nesse ambiente, o XRP desponta com vantagem. Hoje, ele ocupa a quarta posição entre as maiores criptomoedas e vale cerca de US$ 133,7 bilhões. Portanto, precisaria de um avanço de aproximadamente 49% para alcançar a marca dos US$ 200 bilhões no próximo ano, um crescimento visto como possível diante da fase atual do mercado.

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A alta semanal do XRP não mostra sinais de perda de fôlego. O token avança apoiado em indicadores técnicos sólidos e pela significativa redução das reservas em corretoras, agora no menor nível desde janeiro de 2025. Esse movimento indica que investidores de longo prazo continuam acumulando a criptomoeda, reduzindo a oferta circulante e fortalecendo a pressão de alta. Além disso, o lançamento de mais um ETF de XRP, previsto para ocorrer antes de 1º de dezembro, ampliou o entusiasmo de instituições e varejo.

Outro ponto importante envolve a Ripple. Analistas avaliam que a empresa poderá conquistar uma licença bancária completa em 2026, um passo que pode transformar o XRP em um ativo ainda mais relevante dentro do sistema financeiro global. Caso isso ocorra, a legitimidade institucional aumentaria e uma nova máxima histórica poderia surgir. Desse modo, o XRP era negociado a US$ 2,22, acumulando alta de quase 15% na semana.

Criptomoedas XRP

Criptomoedas promissoras

No caso da BNB, o cenário também é promissor. O ativo ocupa a quinta posição no mercado e tem hoje capitalização de cerca de US$ 123,6 bilhões. Para atingir os US$ 200 bilhões, precisaria avançar 61% até o próximo ano. Embora o percentual seja maior que o do XRP, o BNB tem fatores que alimentam a possibilidade dessa trajetória.

Durante a Binance Blockchain Week, realizada nos dias 27 e 28 de novembro, a empresa anunciou melhorias no ecossistema, novas integrações e parcerias relevantes com empresas tradicionais, como a Mastercard. Esses avanços reforçam o papel do BNB como ativo central dentro do universo da exchange e ampliam sua visibilidade institucional. Ao mesmo tempo, um pedido recente da VanEck para lançar um ETF spot de BNB animou o mercado, principalmente porque figuras como Changpeng Zhao apoiaram publicamente a iniciativa.

Com isso, investidores passaram a especular que o BNB pode retomar a região dos US$ 1.000 ou até se aproximar do recorde anterior de US$ 1.370, registrado há dois meses. No momento da publicação, o token era negociado a US$ 897,03, após uma valorização de 9,3% nos últimos sete dias.

BNB

 

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Ethereum pode superar Bitcoin, aponta Tom Lee, enquanto pré-venda da Pepenode ganha força

Bitcoin e Ethereum: saiba quais são as diferenças entre os dois

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Tom Lee, cofundador e chefe de pesquisa da Fundstrat Global Advisors, reacendeu o otimismo no mercado cripto com uma de suas audaciosas previsões. Em análise recente, o influente estrategista projetou que o Ethereum (ETH) não apenas superará sua desvalorização recente, mas tem potencial para ultrapassar o Bitcoin e alcançar a marca de US$ 7.000 a US$ 9.000 até o fim de janeiro de 2026.

Em entrevista ao Wealthion, Lee detalhou os três pilares que sustentam sua confiança no Ethereum como a plataforma blockchain dominante no futuro.

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Primeiro, Lee destacou o “tamanho absoluto” do Ethereum, sua “enorme e crescente comunidade de desenvolvedores” que é “global e dedicada”. Ele enfatizou que a rede é uma “blockchain neutra com 100% de tempo de atividade”, um fator crucial para a confiança institucional.

EHT se beneficia de novo mercado do dólar

O analista acredita que a tokenização de ativos do mundo real, como ações, será um motor de demanda massiva. Ele comparou o momento atual ao período pós-acordo de Bretton Woods, quando novos produtos financeiros foram criados para consolidar o dólar como moeda de reserva.

“O dólar… se tornou tokenizado na blockchain”, afirmou Lee, referindo-se ao crescimento das stablecoins.

Ele prevê que, mesmo que grandes bancos não adotem o Ethereum diretamente inicialmente, um terceiro criará um produto inovador na rede que, por sua comunidade e liquidez, se tornará o padrão do mercado.

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Assim, Lee antecipa que o Ethereum pode testar uma mínima de curto prazo em torno de US$ 2.500. Ele atribuiu o movimento a um “ciclo de liquidação sistemática” decorrente do colapso do mercado em 10 de outubro.

No entanto, ele considera essa queda “ínfima em comparação com a alta de tentar descontar um superciclo”. Portanto, sua projeção é de uma forte recuperação para a faixa de US$ 7.000 a US$ 9.000 já no início do próximo ano.

Alta da Pré-venda da PEPENODE

PEPENODE
Pré-venda do PEPENODE.

Enquanto o Ethereum atrai olhares para seu potencial de valorização de longo prazo, um projeto do ecossistema de “memecoins” está ganhando força rapidamente em sua fase de pré-venda: a Pepenode. O projeto que combina elementos de memes com uma plataforma gamificada de “mineração” virtual, já arrecadou mais de US$ 2,2 milhões em sua pré-venda. A análise de preço do $PEPENODE destaca todo o potencial da PEPENODE.

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Além disso, a iniciativa permite que os usuários construam “rigs” de mineração personalizados em salas de servidores virtuais. Sem a necessidade de hardware físico, inspirado em jogos como Factorio. O token nativo, $PEPENODE, é usado para upgrades, compras de “nodes” e recompensas, com o sistema de staking oferecendo um APY para os detentores.

Analistas preveem que, impulsionada pelo sucesso da pré-venda e pelo lançamento de suas mecânicas de jogo, a PEPENODE tem um grande potencial. O projeto vem sendo considerado como um dos pré-lançamentos em tendência deste ano, sinalizando um interesse contínuo em “memecoins” que oferecem alguma forma de utilidade e engajamento além do puro hype. Para comprar PEPENODE, acesse o site oficial.

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Liberdade no mercado cripto exige responsabilidade e segurança, afirma deputado Aureo Ribeiro

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O Deputado Aureo Ribeiro defendeu, durante a Blockchain Conference Brasil, um avanço firme na regulamentação do mercado de criptomoedas. Ele falou no painel coordenado pela Frente Parlamentar de Livre Mercado, mediado por Rodrigo Saraiva Marinho, e destacou que “liberdade sim, ingenuidade não” deve ser o princípio central da política pública para o setor.

De acordo com ele, o Brasil segue como um país especial, cheio de oportunidades, mas ainda travado por regras confusas que dificultam o crescimento.

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Aureo reforçou que o papel do Congresso é reduzir barreiras e criar um ambiente mais simples. Ele lembrou que iniciou os debates sobre cripto em 2015, quando o tema ainda era desconhecido. Naquela época, o deputado apresentou o primeiro marco legal para o setor, construído a partir de conversas com quem já atuava no mercado. Ele explicou que o objetivo sempre foi garantir segurança jurídica, previsibilidade e proteção para investidores e empresas.

O parlamentar destacou que, ao longo dos anos, associações e grupos técnicos surgiram e passaram a dialogar com o Parlamento. Esse movimento, segundo ele, permitiu soluções práticas que hoje compõem a base do funcionamento do mercado brasileiro. Contudo, Aureo também reconheceu que o processo revelou muitos problemas. Ele apresentou mais de 170 requerimentos e instalou uma CPI para investigar crimes com criptomoedas.

A investigação mostrou um cenário grave. Mais de quatro mil brasileiros foram enganados por promessas de lucros rápidos, principalmente em esquemas sediados em Cabo Frio. Ele afirmou que a cidade sofreu forte impacto econômico após o colapso dos grupos criminosos. Durante o discurso, Aureo relatou que muitas vítimas perderam casas, carros e planos de vida. Segundo ele, especialistas ouvidos pela CPI deixaram claro que dinheiro fácil nunca existiu.

Mercado cripto Aureo

Evolução do mercado cripto

Ele insistiu que liberdade econômica não pode ser confundida com ingenuidade. Por isso, reforçou que o país precisa de regras claras para impedir que golpistas encontrem brechas.

”Queremos liberdade, mas não podemos permitir que golpistas destruam famílias”, afirmou.

O deputado também ressaltou que o debate avançou dentro do Congresso. Em 2015, poucos parlamentares entendiam do tema. Hoje, porém, há mais conhecimento técnico e maior participação na elaboração dos textos. Esse amadurecimento, segundo Aureo, facilita a tramitação de propostas complexas e torna o diálogo com o mercado mais sólido.

Mesmo com o avanço, o deputado reconheceu que o caminho continua difícil. Ele comentou que forças políticas tentam influenciar detalhes das medidas provisórias e dos projetos de lei. Muitas vezes, grupos organizados atuam para alterar pontos essenciais. Apesar disso, Aureo disse que existe uma união maior entre lideranças para preservar o que considera vital: segurança, transparência e estabilidade.

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Aureo também afirmou que fortalecer órgãos de investigação é indispensável. Ele mencionou que parcerias com a Fundação Getulio Vargas e outras instituições têm ajudado a treinar equipes e melhorar métodos de apuração. O deputado destacou que golpes movimentavam valores de 8, 10 ou até 15 milhões de reais sem qualquer controle. Para ele, esse período formou um “ciclo emergencial” que exigia uma resposta rápida.

O parlamentar ainda defendeu que empresas do setor cripto precisam ser incentivadas a operar no país. Ele explicou que regras simples, combinadas com liberdade econômica, criam empregos e aumentam a arrecadação.

”Precisamos que as empresas estejam aqui, pagando impostos e gerando oportunidades”, disse.

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Antonopoulos explode debate sobre censura no Bitcoin e critica restrições na rede

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Andreas Antonopoulos voltou ao centro do debate sobre o futuro do Bitcoin ao criticar propostas que buscam limitar o uso da rede para armazenar dados não monetários. A discussão sobre o chamado “spam” no Bitcoin vem crescendo desde abril e divide a comunidade entre quem defende restrições e quem argumenta que qualquer dado é válido se o usuário pagar as taxas. Ou seja, o tema se tornou um dos mais sensíveis da atualidade entre desenvolvedores e usuários.

O educador publicou um vídeo em sua conta no Patreon no dia 24 de novembro e tratou diretamente do uso de dados arbitrários, como imagens, textos e arquivos inseridos por meio do opcode OP_RETURN. Ele afirmou que qualquer tentativa de definir o que é legítimo ou não abriria espaço para decisões políticas dentro de um protocolo que sempre buscou neutralidade.

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De acordo com ele, “o spam de uma pessoa é o conteúdo de outra pessoa”, e essa subjetividade torna perigoso qualquer esforço para decidir o que deve ser barrado. Portanto, Antonopoulos avisou que criar filtros poderia rapidamente se transformar em um mecanismo de censura. Ele destacou ainda que, caso desenvolvedores demonstrem capacidade de bloquear dados, poderão ser pressionados por autoridades de diferentes países a aplicar censuras específicas.

A reação ao seu posicionamento foi imediata. Luke Dashjr, desenvolvedor veterano e crítico do uso não monetário do Bitcoin, rejeitou o argumento de Antonopoulos. Ele disse que Andreas não investigou o tema de maneira suficiente, embora não tenha detalhado seus motivos. Em outras discussões, usuários reforçaram que permitir certos tipos de dados não significa apoiar censura, e sim preservar regras já existentes no protocolo.

Censura no Bitcoin

Censura no Bitcoin

Mesmo assim, várias figuras conhecidas apoiaram Antonopoulos. A advogada Sasha Hodder, por exemplo, alertou que, ao censurar uma única categoria de dados, os desenvolvedores acabam abrindo caminho para censurar muitas outras depois.Giacomo Zucco lamentou a falta de progresso técnico e disse que o debate regrediu para posições extremas difíceis de conciliar.

O ponto técnico central levantado por Antonopoulos envolve o uso de OP_RETURN. Ele defende que manter dados em uma área descartável causa muito menos impacto do que obrigar usuários a esconder conteúdo em partes sensíveis do protocolo. Ele afirma que, ao usar OP_RETURN, os nós podem podar esses dados sem prejudicar o histórico de pagamentos. Isso permite que operadores reduzam custos e mantenham a rede mais eficiente.

Contudo, críticos afirmam que essa proposta não resolveria o problema. Um usuário conhecido como Zatoichi argumentou que o witness, área introduzida pelo SegWit, oferece espaço mais barato e tende a atrair qualquer tipo de dado não monetário, independentemente das restrições aplicadas ao OP_RETURN. Com isso, segundo ele, a ideia de Antonopoulos teria pouco efeito prático.

Mesmo com as divergências, o debate expõe algo mais profundo: uma disputa pela própria identidade do Bitcoin. De um lado, usuários temem que decisões técnicas virem censura. De outro, desenvolvedores buscam conter abusos que podem sobrecarregar a rede. Nesse cenário, a fala de Antonopoulos reacende discussões antigas e força a comunidade a refletir sobre até onde vai a liberdade no protocolo mais resistente à censura do mundo.

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Pesquisa: 97% das empresas brasileiras enxergam criptomoedas como oportunidade

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Um estudo inédito realizado pela PwC Brasil em parceria com a Associação Brasileira de Criptoeconomia (ABCripto) revela um cenário de maturidade e otimismo no setor de criptomoedas no país. O relatório, divulgado esta semana, aponta que 80% das empresas do segmento consideram as criptomoedas a tecnologia de maior impacto em seus negócios. Enquanto isso, 97% reconhecem benefícios claros na utilização desses ativos digitais.

PwC
Dois terços das empresas do setor já têm criptomoedas como negócio principal. Fonte: PwC

Os dados chegam em um momento crucial para o mercado brasileiro de criptoativos, semanas após o Banco Central publicar o marco regulatório que estabelece novas regras para o funcionamento do setor. As resoluções BCB nºs 519, 520 e 521, que entram em vigor em fevereiro de 2026, criam um ambiente regulado para operações com ativos virtuais.

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Maturidade técnica e expansão do mercado

De acordo com a pesquisa, que ouviu empresas de diversos portes e estágios de maturidade, 73% das organizações possuem conhecimento técnico avançado sobre criptomoedas, com soluções já implementadas ou em desenvolvimento. Apenas 3% das empresas demonstraram não ter familiaridade com o tema, indicando a consolidação do setor além da fase experimental.

O diretor de Educação e Pesquisa da ABcripto, Fábio Cassio Costa Moraes, ressaltou que “a criptoeconomia é muito mais do que criptomoedas ou blockchain. É um novo olhar para os negócios, sob uma perspectiva descentralizada, inclusiva e democrática”.

Tokenização emerge como nova fronteira

Além das criptomoedas, o estudo destaca a tokenização como vetor estratégico para os próximos anos. A tecnologia, que permite a representação digital de ativos reais, é considerada uma oportunidade por 73% das empresas entrevistadas. Cerca de 30% das organizações planejam oferecer tokens de ativos reais no futuro próximo, indicando uma diversificação nos modelos de negócio do setor.

A pesquisa revela que a regulação é vista simultaneamente como o principal risco e a maior oportunidade para o setor. Um total de 90% das empresas citou o aspecto regulatório como sua principal preocupação, refletindo a ansiedade do mercado em relação às novas regras.

As recentes resoluções do Banco Central estabelecem três pilares fundamentais: autorização para funcionamento das empresas através das Sociedades Prestadoras de Serviços de Ativos Virtuais (SPSAVs), regras para prestação de serviços com exigências de segurança cibernética e segregação patrimonial, e a inserção dos ativos virtuais no mercado de câmbio.

Adaptação às novas regras

O estudo mostra que 40% das empresas já iniciaram seus processos de adaptação às novas regulações, enquanto 23% declaram estar prontas para as mudanças. As áreas mais demandadas nesse processo são compliance, tributário, controles internos e cibersegurança.

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Para Bernardo Srur, CEO da ABcripto, “as resoluções do Banco Central representam um passo decisivo para a maturidade e institucionalização do setor cripto no Brasil. É o resultado de um diálogo técnico e construtivo entre o regulador e o mercado”.

Perspectivas de crescimento

Apesar dos desafios regulatórios, o otimismo prevalece no setor. A pesquisa revela que 57% das empresas projetam crescimento entre 1% e 50% no próximo período, enquanto 23% esperam expansão de 51% a 100%. A maioria (60%) acredita que a consolidação das criptomoedas no mercado brasileiro ocorrerá entre dois e cinco anos.

A sócia de Digital Assurance & Transparency da PwC Brasil, Ana Gonçalves, destacou que “o regulador brasileiro tem capacidade técnica e governança. A questão não é se conseguirá regular, mas como as exigências se aplicarão na prática”.

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Relatório aponta 5 criptomoedas que dominaram ‘Ação de Graças’ nos EUA

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Na última quinta-feira (27), as famílias estadunidenses se reuniram para comemorar a data mais importante do país: o Dia de Ação de Graças. Entretanto, as comemorações que outrora giravam em torno das colheitas de milho e abóboras agora dividem espaço com outro tipo de colheita: a dos investimentos em criptomoedas.

O “encontro geracional” entre filhos, netos, pais, tios e avós tornou-se uma espécie de conferência informal sobre ativos digitais, onde os familiares mais velhos, muitas vezes alheios ao mercado digital, aproveitam a reunião familiar para perguntar aos jovens sobre Bitcoin e outras moedas digitais.

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Ação de Graças
Memes sobre perguntas relacionados a critpos no feriado viralizam nas redes. Fonte: X.com

A situação tornou-se tão comum que virou meme nas redes sociais. Investidores divertem seus seguidores com piadas como “explicando para minha família porque disse para eles investirem em Bitcoin quando estava em US$ 126 mil” – uma referência irônica à pressão de justificar investimentos para parentes. Atualmente, o Bitcoin opera em torno de US$ 91,8 mil.

As criptomoedas da vez

O feriado se tornou uma espécie de “termômetro” não oficial das criptomoedas; momento em que os mais jovens têm a oportunidade de apresentar novos projetos para suas famílias. Nesse contexto, a Sentiment, plataforma especializada em análise de tendências em redes sociais, realizou uma pesquisa identificando as criptomoedas mais populares durante o feriado.

Como sempre, o Bitcoin (BTC) liderou com sua volta aos US$ 91,8 mil, gerando otimismo sobre adoção institucional. Enquanto isso, a Tether (USDT) esteve no centro de debates sobre suas reservas em ouro e possível rebaixamento de rating.

A USD Coin (USDC) destacou-se como stablecoin preferida para operações em DeFi. Já a Tron (TRX) ganhou relevância por reduzir em até 90% as taxas para transações USDT.

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Usuário brinca com fato de ter que explicar o que é Bitcoin para seus familiares. Fonte: X.com

A Nexo (NEXO), por sua vez, gerou discussões sobre mudanças em seu modelo de negócios. E o novo token Monad (MON) emergiu como promessa tecnológica com sua arquitetura inovadora. O feriado mais tradicional dos EUA tornou-se, assim, um importante termômetro para entender quais projetos e tendências estão capturando a atenção do mainstream.

O relatório demonstra que, se há alguns anos o Bitcoin era a única criptomoeda que conseguia espaço nas discussões familiares, hoje o cenário é bem diferente. Stablecoins como USDT e USDC ganham destaque nos debates sobre transparência e regulamentação; redes como Tron são comentadas por sua eficiência em transações; e projetos emergentes como Monad despertam interesse com suas inovações tecnológicas.

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$BEST chegou a 74% de alta em estreia na MEXC – Binance e Coinbase a caminho?

Best alta MEXC

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A nova criptomoeda de Best Wallet (BEST) foi lançada nas bolsas centralizadas MEXC e KuCoin, com alta imediata após a listagem. As negociações do token nativo da carteira de autocustódia começaram na MEXC às 14h UTC (11h BR) e às 15h UTC (12h BR) na KuCoin.

O volume inicial de negociações na Uniswap DEX subiu rapidamente para US$ 1 milhão e a capitalização de mercado total (totalmente diluída) é de US$ 100,28 milhões.

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A Oferta Inicial (ICO) do token BEST terminou nesta sexta (28/11), a partir de quando os compradores da pré-venda começaram a resgatar seus ativos.

Em resumo, o projeto arrecadou mais de US$ 18 milhões em fundos de 55.000 investidores iniciais. Assim, tornou-se a maior iniciativa de arrecadação de fundos para uma nova carteira de criptomoedas do ano.

No início das negociações na bolsa MEXC, e por alguns segundos, o preço do BEST alcançou alta de 74%. Ocasionalmente, seguiu em tendência positiva mesmo após a realização de lucros pelos compradores da pré-venda.

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Alta de BEST prova momento das criptomoedas que priorizam utilidade

Nas bolsas descentralizadas, a liquidez do par BEST/WETH ficou bloqueada por um ano e está avaliada atualmente em US$ 541.000.

O BEST já aparece no principal site de dados sobre criptomoedas, CoinGecko, com alta de 10% desde que foi listado, no momento da redação deste artigo.

Isso porque o token lidera uma nova onda de ofertas de criptomoedas que priorizam a utilidade em vez de perseguir a viralidade evasiva das moedas meme.

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A Best Wallet é multichain, utiliza segurança de última geração (tecnologia de carteira Fireblocks MPC-CMP) e tem algumas das taxas de swap mais baixas do setor.

O recurso Upcoming Tokens, que seleciona tokens ainda não listados, fornecendo aos usuários acesso exclusivo a oportunidades, ganhou elogios de críticos e usuários.

A equipe também lançará uma bolsa de derivativos e um cartão de débito que paga recompensas em BEST.

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Benefícios de acesso antecipado anunciados para os detentores de BEST

Os benefícios de acesso antecipado para os detentores do token BEST também acabaram de ser anunciados. O que reforça ainda mais a proposta de valor do ativo.

A seguir, alguns detalhes.

Acesso prioritário ao cartão Best:

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Comece a gastar suas criptomoedas instantaneamente dentro do aplicativo – sem conversões, sem atrasos. Os primeiros detentores têm acesso prioritário.

Whitelist para o cartão físico Best:

Seja um dos primeiros a receber o cartão físico Best – totalmente gratuito. Sua vaga está garantida apenas por ser detentor.

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Níveis exclusivos de cashback elevados:

Aproveite taxas de cashback aumentadas em todas as compras. Staking antecipado = recompensas maiores.

E ainda há as parcerias com iGaming e DeFi que aumentam a força da oferta de produtos do ecossistema BEST.

A Best Wallet está a caminho de se tornar o super aplicativo ‘tipo canivete suíço’ que precisa estar no bolso de todos os que atuam nos mercados de criptomoedas.

Em resumo, pronto para surfar a nova onda de indústrias e produtos Web3 descentralizados.

À medida que o momentum dos preços se fortalece por trás do token, os observadores do mercado especulam sobre qual das 10 principais bolsas será a próxima a listar o BEST.

Binance e Coinbase serão as próximas?

A KuCoin e a MEXC são a oitava e a nona bolsas classificadas, respectivamente, de acordo com a CoinGecko.

Possivelmente, as próximas a listar o BEST podem ser a Binance, a maior bolsa de criptomoedas do mundo, e a Coinbase, líder no importantíssimo mercado dos EUA.

Com a KuCoin e a MEXC preparadas para impulsionar a liquidez, mais CEXs querer espeço nesse mercado de negociação.

Dado o momento do lançamento, que coincide com uma recuperação mais ampla dos preços das criptomoedas, BEST está na pole position para ser a criptomoeda com melhor desempenho.

Por isso, aproveite o momentum. Você ainda pode comprar BEST diretamente usando, é claro, o aplicativo Best Wallet, que pode ser baixado no Google Play e na Apple App Store. Alternativamente, visite KuCoin ou MEXC se preferir usar uma bolsa centralizada.

Saiba mais sobre a Best Wallet visitando o site oficial ou participando de sua comunidade no X, Telegram e Discord.

Compre BEST na MEXC agora

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Três altcoins para ficar de olho em dezembro

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O mercado de criptomoedas entra em dezembro com atenção redobrada sobre três altcoins que mostram força técnica e crescente interesse entre investidores. Apesar da volatilidade persistente, alguns projetos apresentam fundamentos sólidos, expectativa de adoção e perspectivas de valorização no curto prazo. Entre eles, MaxiDoge (MAXI), Ethereum (ETH) e Sei (SEI) se destacam por caminhos diferentes, mas igualmente relevantes.

Maxi Doge uma das altcoins mais promissoras

A primeira delas, Maxi Doge, surge como uma das memecoins mais comentadas do mês. Embora carregue a estética irreverente do segmento, o projeto tenta se distanciar dos riscos tradicionais associados aos memes. O token opera na rede Ethereum com oferta fixa de 150,24 bilhões de unidades, contratos inteligentes auditados e restrições rígidas que impedem a equipe de criar novos tokens ou bloquear carteiras.

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Esse modelo reduz o risco de manipulação, algo ainda comum no universo das memecoins. A equipe reservou cerca de 40% da oferta para marketing, garantindo recursos para crescimento e visibilidade sem comprometer os detentores atuais. Outras parcelas são direcionadas para liquidez, desenvolvimento e staking, sustentando o ecossistema de maneira planejada.

Embora na pré-venda to token custe US$ 0,0002745, as previsões para Maxi Doge são de que o ativo estreie perto de US$ 0,0003, caso as condições de mercado se mantenham neutras. Se o apetite por risco crescer, analistas enxergam espaço para um movimento ainda mais forte. Projeções sugerem potencial para até US$ 0,0012, uma valorização que poderia superar 400% no primeiro ano. Esse cenário depende, porém, de maior liquidez e continuidade do interesse especulativo.

pré-venda do MaxiDoge

A segunda da lista das altcoins mais promissoras dispensa apresentações. Ethereum, maior blockchain programável do mercado, continua sendo peça central da infraestrutura cripto. A rede permite a criação de dApps, smart contracts e DAOs, consolidando-se como a base para milhares de projetos. Seu token nativo, ETH, paga taxas, viabiliza transações e funciona como ativo de investimento.

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O diferencial da Ethereum está na programabilidade, algo que o Bitcoin não oferece da mesma forma. Isso permite construir plataformas financeiras completas, jogos, protocolos de empréstimos e soluções empresariais. Além disso, a rede possui velocidades de confirmação mais rápidas e forte alinhamento com a indústria de finanças descentralizadas.

Para o analista Michael van de Poppe, o “ETH parece preparado para a próxima perna ascendente”.

Ethereum (4)
Fonte: X/Michael van de Poppe

Altcoins para comprar agora

Mesmo após períodos de estagnação, o Ethereum mantém grande demanda e segue como uma das alternativas mais procuradas por investidores que buscam ativos consolidados. A aproximação de novos ciclos de atualização também reforça a confiança no longo prazo.

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A terceira aposta para dezembro é Sei (SEI), uma blockchain de alto desempenho construída com o Cosmos SDK. O projeto foca em negociações rápidas, baixa latência e eficiência operacional, tornando-se ideal para DEXs e aplicações financeiras que dependem de agilidade.

A Sei combina escalabilidade com compatibilidade com a EVM, permitindo que desenvolvedores criem aplicações com a velocidade vista em blockchains como Solana, mas com a flexibilidade tradicional do ecossistema Ethereum. Essa integração técnica atrai equipes que buscam construir protocolos de negociação avançados sem enfrentar limitações comuns de redes congestionadas.

Para van de Pope, SE “está em um ponto crucial”.

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“Nas próximas semanas, este está pronto para uma grande ascensão”, tuitou ele.

SEI (2)

O token também ganhou visibilidade após o aumento do número de dApps e exchanges migrando para ambientes mais eficientes. A possibilidade de processar milhares de transações por segundo fortalece seu apelo entre projetos de alta demanda.

Aviso: Este artigo tem funcionalidade exclusivamente informativa, e não constitui aconselhamento de investimento ou oferta para investir. O CriptoFácil não é responsável por qualquer conteúdo, produtos ou serviços mencionados neste artigo. Recomendamos que você sempre faça sua própria pesquisa (DYOR) antes de tomar qualquer decisão financeira. Invista apenas o que você pode se dar ao luxo de perder.

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