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Bitcoin fica sob pressão na Ásia após alerta do Standard Chartered

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O Bitcoin (BTC) opera tentando encontrar estabilidade na sessão asiática desta sexta-feira, negociado em torno de US$ 66.400 (aproximadamente R$ 385.100), após enfrentar forte pressão de venda nos Estados Unidos. O ativo digital chegou a cair para US$ 65.079 em Nova York, reagindo a um alerta de cautela emitido pelo gigante bancário Standard Chartered, que revisou para baixo suas expectativas de curto prazo em meio a um cenário macroeconômico desafiador.

O que explica a movimentação atual?

Em termos simples, o mercado está reagindo a um choque de realidade institucional. O Standard Chartered, conhecido por suas projeções otimistas, ajustou suas previsões citando saídas persistentes de capital dos ETFs de Bitcoin à vista nos EUA e dados econômicos norte-americanos mais fracos do que o esperado. O banco, que anteriormente projetava alvos ambiciosos, agora vê riscos de uma correção mais profunda antes de uma retomada de alta.

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Geoff Kendrick, chefe de pesquisa de ativos digitais do banco, descreveu o movimento atual não como um colapso sistêmico, mas como um “reset” necessário, pressionado pela incerteza sobre a política monetária do Federal Reserve. Enquanto a inflação nos EUA desacelera e o mercado reavalia o Fed, a expectativa de juros altos por mais tempo — possivelmente até junho de 2026 — tem afugentado o capital de risco.

Apesar do tom de alerta do Standard Chartered, é importante notar que o sentimento institucional não é unânime. Enquanto alguns recuam, dados mostram que gestoras gigantes, como a BlackRock, movimentam milhões em Bitcoin e Ethereum, sugerindo uma estratégia de acumulação silenciosa por parte de grandes players que aproveitam a queda para se posicionar.

Quais níveis técnicos importam agora?

A análise técnica aponta para um momento delicado. Com o Bitcoin sendo negociado na faixa dos US$ 66.000, o mercado observa com atenção o suporte imediato em US$ 60.000, uma mínima de 16 semanas testada recentemente. A perda desse nível poderia abrir caminho para o cenário desenhado pelo Standard Chartered: um teste na zona psicológica de US$ 50.000 (cerca de R$ 290.000).

Analistas ouvidos pelo U.Today destacam que essa região de US$ 50.000 serviria como um fundo técnico importante para limpar a alavancagem excessiva do mercado. Atualmente, o índice Fear & Greed (Medo e Ganância) atingiu níveis historicamente baixos de 8/100, indicando “Medo Extremo”.

Essa capitulação de preço, no entanto, vem acompanhada de dinâmicas intensas nas exchanges. Conforme observado anteriormente, períodos de queda acentuada costumam coincidir com entrada de baleias e disparada na volatilidade, o que pode gerar repiques rápidos de preço, conhecidos como “bull traps”, antes de uma estabilização definitiva.

Como isso afeta o investidor brasileiro?

Para o investidor brasileiro, o cenário exige uma gestão de risco rigorosa. A desvalorização do Bitcoin em dólar reflete diretamente na cotação em reais, e a volatilidade do câmbio BRL/USD pode amplificar as perdas se não houver cautela. O momento não favorece a alavancagem, já que o mercado busca definir um fundo sólido.

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É crucial lembrar que o Standard Chartered mantém uma visão de longo prazo construtiva. O banco, que também emite relatórios sobre altcoins, recentemente divulgou análises envolvendo o Standard Chartered, Solana e projeção para 2026 incluindo memecoins, demonstrando que sua atuação e interesse no setor cripto permanecem intactos apesar dos ajustes de curto prazo.

Segundo a Finbold, mesmo com o corte na meta, a instituição ainda vê o Bitcoin alcançando US$ 100.000 até o final de 2026, desde que a fase de capitulação atual se encerre nos próximos meses.

Em síntese

Em resumo, o Bitcoin atravessa um período de correção saudável, porém dolorosa, exacerbada por alertas de grandes bancos e um cenário macro nebuloso. O investidor deve monitorar de perto a defesa dos US$ 60.000 e o fluxo dos ETFs nos EUA. Embora a pressão vendedora persista na Ásia e no Ocidente, a tese de longo prazo segue viva, dependendo agora da estabilização dos dados econômicos globais.

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Aave propõe transferir receita para DAO em plano de US$ 50 milhões

Aave propõe transferir 100% das receitas para a DAO e solicita US$ 50 milhões, reacendendo debates sobre governança e tokenomics do AAVE.

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A Aave Labs apresentou nesta semana uma proposta abrangente para transferir 100% da receita de seus produtos diretamente para a Aave DAO, em um movimento que busca redefinir a governança do protocolo. O plano envolve um pedido de financiamento robusto de cerca de US$ 50 milhões (aproximadamente R$ 285 milhões na cotação atual) em troca da cessão de direitos e propriedade intelectual. O anúncio movimentou o mercado e reacendeu debates sobre a tokenomics do ativo AAVE.

O que está por trás dessa proposta?

Essa iniciativa surge após meses de tensão interna entre a empresa desenvolvedora (Labs) e a organização autônoma descentralizada (DAO) composta pelos detentores do token. Recentemente, a Aave Labs encerrou a marca Avara para focar no DeFi, sinalizando um retorno às raízes do protocolo. A disputa central girava em torno do controle das taxas geradas pelo site oficial (frontend) e dos direitos sobre a marca.

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Com o plano batizado de “Aave Will Win Framework”, a empresa tenta encerrar conflitos passados — incluindo uma tentativa falha de governança no início de 2025 — e alinhar incentivos para o lançamento da aguardada versão 4 (V4) do protocolo. A ideia é transformar os detentores de tokens nos principais beneficiários financeiros de um ecossistema que movimenta bilhões de dólares.

Como isso funciona na prática?

A proposta estabelece uma troca comercial direta entre a empresa e a comunidade. A Labs se compromete a transferir fluxos de receita futuros e propriedade intelectual para uma nova fundação controlada pela DAO. Os principais pontos do acordo incluem:

  • Receita Total: 100% das taxas de swap do Aave V3 e do futuro V4, além de ganhos com o Aave App e o Aave Card, irão para a tesouraria da DAO.
  • Aporte Solicitado: Em troca, a Labs pede US$ 25 milhões em stablecoins e 75.000 tokens AAVE (vestidos por dois anos), além de subsídios adicionais para lançamentos.
  • Migração para V4: O plano ratifica o Aave V4 como a nova base do protocolo, descontinuando gradualmente o V3, que hoje gera cerca de US$ 100 milhões anuais em receitas.

Essa estratégia de consolidar liquidez e modernizar o protocolo lembra movimentos institucionais recentes, como quando a Uniswap integrou fundos tokenizados da BlackRock, buscando capturar o mercado trilionário de finanças tradicionais on-chain.

Como isso afeta o investidor brasileiro?

Para o investidor brasileiro exposto ao token AAVE, a proposta tem implicações diretas na valorização do ativo. Se aprovada, a DAO passará a capturar todo o valor gerado pelos produtos da marca, o que teoricamente fortalece os fundamentos do token a longo prazo. O Brasil, sendo um mercado relevante para estratégias de rendimento em dólar, pode ver novos produtos chegarem mais rápido com o financiamento da V4.

Além disso, a integração com ativos do mundo real (RWA) prometida na V4 segue uma tendência que já impacta o mercado local, similar ao que ocorre com a Ondo e Chainlink usando ações tokenizadas como colateral. Isso pode abrir portas para que investidores brasileiros usem novos tipos de garantias em seus empréstimos DeFi no futuro próximo.

Riscos e o que observar

Apesar do otimismo da equipe fundadora, a proposta enfrenta críticas severas. Marc Zeller, da Aave Chan Initiative, argumentou que o pedido de US$ 50 milhões pode ser visto como uma “extração de valor” disfarçada de descentralização, questionando se a DAO deveria pagar tão caro por receitas futuras incertas, como as de um potencial ETF de AAVE.

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Investidores devem ficar atentos à volatilidade de curto prazo. Mudanças bruscas na governança ou rejeição da proposta podem gerar instabilidade no preço, aumentando o risco de liquidação de empréstimos no Aave para quem utiliza o token como colateral. A votação na governança, atualmente em fase de “termômetro” (Temperature Check), definirá os próximos passos do maior protocolo de empréstimos do setor.

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Inflação dos EUA desacelera para 2,4% e mercado reavalia próximos passos do Fed

Inflação dos EUA desacelera para 2,4% e mercado reavalia próximos passos do Fed

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O Bitcoin (BTC) opera com volatilidade nesta sexta-feira, sendo negociado na faixa de US$ 67.000 (aproximadamente R$ 385.000), enquanto investidores digerem os novos dados de inflação dos Estados Unidos. O Índice de Preços ao Consumidor (CPI) desacelerou para 2,4% em janeiro em base anual, um número melhor que o esperado pelo mercado, mas que ainda impõe cautela sobre as decisões do Federal Reserve (Fed).

Para o investidor brasileiro, o cenário traz um misto de alívio e atenção. Embora a inflação geral tenha cedido, a pressão em setores de serviços sugere que o caminho para cortes de juros pode ser mais longo do que o desejado, mantendo a aversão ao risco no radar.

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O que explica a movimentação atual?

Em termos simples, a inflação americana funciona como o principal balizador para a política monetária global. Quando os preços sobem menos que o previsto, cresce a expectativa de que o Banco Central dos EUA possa afrouxar os juros, o que historicamente favorece ativos de risco como o Bitcoin. No entanto, o “núcleo” da inflação (que exclui preços voláteis de alimentos e energia) permaneceu em 2,5%, ainda acima da meta de 2%.

Essa dinâmica macroeconômica é similar à observada recentemente quando um dado macro direto dos EUA impactou o Bitcoin e as expectativas sobre o Fed. O mercado cripto reage instantaneamente porque juros altos nos EUA drenam a liquidez global, tornando ativos digitais menos atrativos frente à renda fixa americana (Treasuries).

Quais níveis técnicos importam agora?

No gráfico, o Bitcoin tenta sustentar o suporte psicológico de US$ 67.000. Analistas apontam que a perda deste nível pode levar o ativo a buscar liquidez na região de US$ 65.500 (em torno de R$ 376.000). A resistência imediata reside em US$ 68.500. A resposta dos ETFs de Bitcoin, que recentemente registraram volume recorde, será decisiva para determinar a direção do preço nos próximos dias.

Segundo o relatório oficial do Bureau of Labor Statistics, a queda nos preços da gasolina ajudou o índice geral, mas os custos de habitação continuam subindo. Isso gera um cenário de incerteza onde a análise de como ETFs de Bitcoin respondem à volatilidade macro se torna fundamental para entender a força institucional por trás do ativo.

Como isso afeta o investidor brasileiro?

Para quem investe do Brasil, o impacto é duplo: além da variação do próprio Bitcoin, há o efeito no câmbio. Dados de inflação mais fracos nos EUA podem enfraquecer o dólar globalmente (DXY), o que tende a pressionar a cotação do dólar frente ao real para baixo, reduzindo o valor do BTC em moeda local mesmo se ele subir em dólares.

Entender esses catalisadores macro que movem BTC e ETH é essencial para a gestão de risco. A recomendação para o investidor local é evitar alavancagem excessiva enquanto o mercado define uma tendência clara pós-dados. As projeções de inflação do Cleveland Fed indicam que a volatilidade deve persistir, exigindo cautela e foco no longo prazo.

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Em síntese

Em resumo, a inflação de 2,4% nos EUA foi positiva, mas não o suficiente para garantir cortes imediatos de juros. O Bitcoin permanece preso em uma consolidação técnica. Nos próximos dias, o investidor deve monitorar se o suporte de US$ 66.000 se mantém e como os fluxos institucionais via ETFs reagirão a este novo cenário de “pouso suave” da economia americana.

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Cango capta US$ 75 milhões para expandir mineração de Bitcoin e IA

Cango capta US$ 75 milhões para expandir mineração de Bitcoin e IA

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A mineradora de Bitcoin Cango Inc. garantiu um total de US$ 75 milhões (aproximadamente R$ 435 milhões) em financiamento de capital para acelerar sua expansão em inteligência artificial e infraestrutura. O anúncio ocorre em um cenário onde o Bitcoin (BTC) é negociado próximo a US$ 68.500, buscando estabilidade após pressões de venda recentes oriundas do próprio setor de mineração.

Do montante total, a empresa concluiu um aporte de US$ 10,5 milhões com a Enduring Wealth Capital e assegurou acordos para mais US$ 65 milhões vindos de entidades ligadas à sua diretoria. Esse movimento estratégico segue uma tendência crescente de mineradoras diversificando receitas com IA, utilizando o capital para mitigar a volatilidade do mercado cripto e financiar novos hardwares.

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O que está por trás da expansão?

A estratégia da Cango reflete uma mudança estrutural no modelo de negócios das mineradoras industriais. A empresa está alavancando seus ativos de energia e infraestrutura para integrar computação de IA distribuída, reduzindo a dependência exclusiva da recompensa por bloco do Bitcoin. Para financiar essa transição e sanear o balanço, a Cango realizou recentemente uma venda massiva de parte de seu tesouro em BTC.

Em termos simples, a Cango está trocando a aposta única na valorização do ativo digital por um modelo híbrido que vende poder computacional para contratos de tecnologia. Essa injeção de capital, liderada pelo presidente Xin Jin, coloca a empresa em competição direta com gigantes globais que investem pesado em novas infraestruturas de mineração e processamento de dados.

Sinais técnicos e dados de produção

Operacionalmente, os dados mostram que a Cango enfrentou desafios climáticos severos na América do Norte em janeiro de 2026. O hashrate operacional médio caiu de 50 EH/s para cerca de 37 EH/s devido a tempestades de inverno. De acordo com o comunicado oficial, a produção mensal recuou para 496 BTC, impactada pelos desligamentos forçados de máquinas.

No lado financeiro, a venda de 4.451 BTC gerou cerca de US$ 305 milhões em liquidez. Embora fortaleça o caixa para a expansão em IA, essa movimentação reduz as reservas da empresa e adiciona pressão de venda no mercado à vista. Analistas monitoram se essa liquidação indica um topo local ou apenas uma reestruturação de capital necessária.

Como isso afeta investidores brasileiros?

Para o investidor brasileiro, o movimento da Cango sinaliza que o setor de mineração está se transformando em um jogo de infraestrutura tecnológica robusta. Quem investe em ações de mineradoras deve observar não apenas a quantidade de Bitcoins minerados, mas a eficiência energética e a capacidade de diversificação para IA, que pode oferecer receitas mais estáveis em reais.

Além disso, a liquidação de grandes volumes de BTC por mineradores serve como alerta para a gestão de volatilidade no curto prazo. É fundamental que o investidor tenha uma estratégia preparada para eventuais quedas nos preços causadas por esses fluxos de oferta, mantendo o foco nos fundamentos de longo prazo.

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Riscos e contrapontos no radar

Apesar da injeção de capital ser positiva para o crescimento, ela traz o risco de diluição para os acionistas atuais, dado que os novos fundos envolvem a emissão de milhões de ações ordinárias classes A e B. Se a execução da estratégia de IA demorar a dar retorno, o valor das ações pode sofrer.

Outro ponto de atenção é a dependência climática. Como visto em janeiro, eventos extremos podem paralisar operações e derrubar a receita rapidamente. A aposta agressiva em expansão física carrega riscos operacionais que não devem ser ignorados pelo mercado.

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O que a pré-venda cripto da LiquidChain ($LIQUID) sinaliza sobre a próxima fase do desenvolvimento da blockchain

LiquidChain

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O atual ciclo cripto tem apresentado menos expansão rápida de preços e mais pressão estrutural. Restrições de capital, supervisão regulatória, um ambiente macroeconômico desafiador e falhas recorrentes de infraestrutura reduziram o número de projetos capazes de ganhar destaque.

Nesse contexto, as pré-vendas de criptomoedas se tornaram um teste decisivo para avaliar se um protocolo foi construído para resistir a condições mais rigorosas. A pré-venda cripto da LiquidChain ($LIQUID) surge em um momento em que os mercados já não recompensam roteiros abstratos, mas sim sistemas projetados para funcionar entre diferentes redes com execução verificável.

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O interesse na pré-venda tem evoluído de forma constante, com mais de US$ 530.000 arrecadados até o momento. Esse valor importa menos como número principal e mais como um indicador de como o capital em estágio inicial está sendo direcionado. Atualmente, a participação é seletiva, focada em arquitetura, design de liquidação e restrições do mundo real que definem a próxima fase do desenvolvimento da blockchain.

Como a LiquidChain se encaixa na próxima fase das criptomoedas

A próxima fase do desenvolvimento da blockchain está centrada na consolidação e interoperabilidade. Nos ciclos anteriores, Bitcoin, Ethereum e Solana construíram grande liquidez e bases de usuários especializadas, porém a interação entre eles ainda permanece ineficiente. O capital continua parado em ecossistemas isolados, mesmo com o aumento da demanda por funcionalidades entre redes.

A LiquidChain foi estruturada para operar como um protocolo de Camada 3 que unifica execução e liquidação entre essas redes. Em vez de mover ativos por meio de bridges externas ou representações sintéticas, o sistema verifica diretamente UTXOs do Bitcoin, o estado do Ethereum e contas da Solana. Transações que fazem referência a múltiplas redes são liquidadas de forma atômica, reduzindo a complexidade historicamente associada às atividades cross-chain.

Isso está alinhado com a evolução da infraestrutura. Desenvolvedores preferem cada vez mais ambientes onde aplicações possam ser implantadas uma única vez e acessar liquidez em qualquer lugar. Manter implantações separadas em diferentes redes mostrou-se caro e operacionalmente frágil. A máquina virtual de alto desempenho da LiquidChain resolve isso ao executar lógica multi-chain em um único ambiente, projetado para atividades DeFi em tempo real.

Para os usuários, as implicações são práticas. Pools de liquidez unificados permitem mercados mais profundos e execução mais eficiente, especialmente em períodos de volatilidade. A liquidação atômica reduz execuções parciais e falhas que frequentemente surgem ao interagir entre redes. Essas características apontam para um modelo em que sistemas blockchain são avaliados pela confiabilidade e composabilidade, e não apenas por métricas de desempenho.

À medida que a supervisão regulatória se intensifica, a verificação com minimização de confiança torna-se um requisito básico. A camada de validação de prova de estado da LiquidChain ancora a liquidação nas próprias redes subjacentes, limitando suposições adicionais. Isso acompanha uma tendência mais ampla da indústria, na qual conformidade regulatória e clareza técnica têm peso equivalente à inovação.

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Tokenomics e utilidade do token $LIQUID

O token $LIQUID foi projetado para sustentar o funcionamento da rede. O fornecimento total é limitado a 11,8 bilhões de tokens, com distribuições estruturadas em torno do desenvolvimento, crescimento do ecossistema e sustentabilidade operacional.

O desenvolvimento recebe 35% do fornecimento, destacando o foco na evolução contínua do protocolo. A Liquid Labs detém 32,5%, destinados à execução de marketing, expansão geográfica e coordenação do ecossistema. O AquaVault representa 15%, apoiando desenvolvimento de negócios e iniciativas comunitárias. As recompensas recebem 10%, voltadas ao incentivo da participação em liquidez, enquanto Growth & Listings recebem 7,5% para facilitar acesso a exchanges e infraestrutura de mercado.

A utilidade do $LIQUID está diretamente vinculada à atividade da rede. O token funciona como combustível para transações, cobrindo taxas de execução e liquidação em operações cross-chain. O staking de liquidez permite que participantes apoiem pools unificados enquanto recebem incentivos do protocolo, reforçando profundidade e estabilidade. Subsídios para desenvolvedores são financiados pela oferta de tokens para incentivar aplicações que utilizem a camada de execução cross-chain da LiquidChain.

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Cada caminho de utilidade conecta a demanda pelo token ao uso real. À medida que aplicações são implantadas e a liquidez circula pela rede, taxas, staking e subsídios formam um ciclo fechado vinculado à atividade, e não à narrativa. Essa estrutura reflete a forma como o mercado atualmente avalia ativos em estágio inicial, priorizando tokens integrados a sistemas funcionais.

Um sinal de para onde o desenvolvimento está avançando

De modo geral, a pré-venda cripto da LiquidChain ($LIQUID) oferece uma visão de como o desenvolvimento da blockchain está sendo redefinido. Infraestruturas capazes de unificar liquidez, executar operações entre redes e liquidar transações com o mínimo de suposições deixaram de ser opcionais e tornaram-se necessárias. Projetos que entram no mercado sem essas bases enfrentam crescente resistência tanto do capital quanto dos desenvolvedores.

A pré-venda da LiquidChain se insere nesse contexto, apresentando um modelo construído para interoperabilidade e clareza na execução. Os níveis de participação indicam confiança moderada, moldada pela arquitetura e não por excesso promocional. À medida que o setor avança para uma fase mais disciplinada, protocolos estruturados com foco em durabilidade e composabilidade ganham destaque.

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A próxima fase do desenvolvimento da blockchain será impulsionada por sistemas que simplificam a complexidade sem introduzir novos riscos. O design da LiquidChain e a estrutura de sua pré-venda seguem essa direção, oferecendo uma visão de como projetos cripto em estágio inicial estão se adaptando a um mercado que agora exige funcionalidade em primeiro lugar.

Explore a LiquidChain e sua pré-venda cripto em andamento:

Pré-venda: https://liquidchain.com/
Social: https://x.com/getliquidchain
Whitepaper: https://liquidchain.com/whitepaper

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Uniswap integra fundo tokenizado de US$ 2,2 bilhões da BlackRock ao ecossistema DeFi

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A Uniswap e a gigante de gestão de ativos BlackRock deram um passo histórico para a convergência entre finanças tradicionais e criptoativos. Nesta terça-feira (11), foi anunciado que o fundo tokenizado BUIDL, com US$ 2,2 bilhões sob gestão, será negociável através da interface da Uniswap. O token nativo da plataforma, UNI, reagiu fortemente ao anúncio e é negociado atualmente em torno de US$ 4,36 (aproximadamente R$ 25,20), acumulando ganhos expressivos nas últimas 24 horas em resposta à validação institucional do protocolo.

O que está por trás dessa integração?

Essa movimentação representa um marco na utilização de Ativos do Mundo Real (RWA) dentro do ecossistema de Finanças Descentralizadas (DeFi). Até então, o fundo BUIDL (BlackRock USD Institutional Digital Liquidity Fund) existia principalmente como um ativo passivo em carteiras institucionais. Agora, a parceria com a Securitize permite que esses tokens sejam usados ativamente em operações de troca (swap) no maior protocolo de câmbio descentralizado do mundo.

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Na prática, isso significa que a liquidez institucional está começando a fluir pelos trilhos do DeFi, uma tendência que reforça a narrativa de maturidade do setor. A BlackRock tem intensificado sua presença no mercado cripto, não apenas com ETFs de Bitcoin e Ethereum, mas expandindo sua infraestrutura. Recentemente, a BlackRock expandiu seus produtos de investimento, sinalizando que a tokenização de ativos é uma estratégia de longo prazo, e não apenas um experimento.

Como isso funciona na prática?

Apesar de estar na Uniswap, a negociação do BUIDL não é totalmente livre como a de outros tokens cripto. O sistema utiliza o UniswapX, um protocolo de roteamento que conecta vendedores e compradores através de um sistema de solicitação de cotação (RFQ).

  • Acesso Controlado: Apenas investidores institucionais pré-aprovados e que passaram por processos de KYC (conheça seu cliente) via Securitize podem participar.
  • Market Makers: A liquidez não vem de piscinas comuns (AMMs), mas sim de formadores de mercado aprovados em uma “lista branca”, incluindo Flowdesk, Tokka Labs e Wintermute.
  • Liquidez Instantânea: Detentores de BUIDL podem converter seus títulos do Tesouro tokenizados diretamente para a stablecoin USDC quase instantaneamente.

Este modelo híbrido resolve o problema da liquidez para grandes players, permitindo que eles usem garantias reais no blockchain. É um movimento similar ao visto em outros projetos de RWA, onde ações tokenizadas são usadas como colateral no DeFi, criando novas utilidades para ativos tradicionais.

Além disso, a integração ocorre em um momento em que o mercado especula sobre novos produtos regulados focados no protocolo, como o fato de que a Bitwise planeja um ETF spot de Uniswap, o que aumentaria ainda mais a legitimidade do token UNI.

Como isso afeta o investidor brasileiro?

Para o investidor brasileiro, o impacto direto é limitado, pois o acesso ao fundo BUIDL exige um capital mínimo elevado (geralmente acima de US$ 5 milhões) e credenciamento nos EUA. No entanto, o impacto indireto é significativo.

A validação da tecnologia da Uniswap pela maior gestora de ativos do mundo (com mais de US$ 10 trilhões em ativos totais) tende a beneficiar o preço do token UNI e fortalecer o ecossistema Ethereum, muito popular no Brasil. Além disso, reforça a tendência global de tokenização. Projeções indicam que a tokenização de fundos deve dobrar em grandes centros financeiros, e o Brasil, com o DREX e o sandbox da CVM, está posicionado para seguir o mesmo caminho, eventualmente permitindo que investidores locais acessem fundos tokenizados com a mesma facilidade em plataformas nacionais ou globais.

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Riscos e o que observar

É crucial notar as “letras miúdas” do acordo. Embora a BlackRock tenha feito um investimento estratégico no ecossistema da Uniswap, a empresa explicitamente reservou o direito de descontinuá-lo e declarou que não recomenda o protocolo em geral ou o token UNI.

Além disso, a criação de “jardins murados” (ambientes restritos) dentro de protocolos DeFi levanta debates sobre a centralização. Enquanto os ativos distribuídos (que podem ir de carteira para carteira livremente) somam cerca de US$ 25 bilhões, os ativos restritos em plataformas de emissores já ultrapassam US$ 340 bilhões. O risco regulatório permanece alto, e o investidor deve estar atento a como a CVM e a SEC tratarão essas interações híbridas no futuro.

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Bitcoin avança proposta BIP 360 para resistência quântica na rede

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Desenvolvedores do Bitcoin realizaram uma atualização significativa na proposta BIP 360, introduzindo o novo formato de saída Pay-to-Merkle-Root (P2MR). O objetivo central é mitigar os riscos de longo prazo associados à computação avançada, especificamente ataques quânticos, preservando a flexibilidade da rede. Com o Bitcoin (BTC) sendo negociado atualmente na faixa de US$ 96.400 (aproximadamente R$ 560.000), a segurança fundamental da rede continua sendo o alicerce para sua valorização e adoção institucional.

Para o investidor brasileiro, esta movimentação técnica sinaliza um amadurecimento na governança do protocolo. Enquanto o mercado oscila no curto prazo, a infraestrutura do Bitcoin está sendo preparada para ameaças que podem surgir na próxima década. A atualização reforça a tese de reserva de valor segura, um ponto crucial para a manutenção de preços projetada por grandes instituições, como detalhado em nossa análise sobre os alvos de preço do Bitcoin para 2026. Manter a rede à prova de futuro é essencial para sustentar a confiança, especialmente em um cenário de câmbio volátil onde o par BTC/BRL serve como proteção.

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O que é o P2MR e como funciona a atualização da BIP 360?

Em termos simples, a BIP 360 é uma proposta de melhoria do Bitcoin focada em preparar a rede para a era da computação quântica. A versão mais recente do rascunho introduz o P2MR (Pay-to-Merkle-Root), um tipo de saída de transação desenhado para esconder a chave pública do usuário até o momento exato do gasto. Na prática, isso resolve uma vulnerabilidade teórica presente na atualização Taproot atual.

No sistema atual (Taproot), existe um caminho de gasto (key-path spend) que expõe uma chave pública na blockchain. Embora derivar uma chave privada a partir dessa pública seja impossível com a tecnologia atual, computadores quânticos suficientemente potentes rodando o algoritmo de Shor poderiam, em teoria, quebrar essa criptografia. O P2MR elimina essa exposição ao comprometer-se diretamente com a raiz de uma árvore Merkle (Merkle Root), sem incluir a chave pública para gastos diretos.

Segundo os desenvolvedores, liderados por nomes como Hunter Beast, Ethan Heilman e Isabel Foxen Duke, o P2MR funciona como um “passo conservador”. Ele não exige novos esquemas de assinatura complexos imediatamente, mas remove o alvo mais fácil para um futuro ataque quântico. A proposta mantém a funcionalidade do Tapscript, permitindo contratos inteligentes complexos e soluções de segunda camada, similares às inovações que vemos em desenvolvimentos estruturais de DeFi institucional e infraestrutura via Stacks.

O desenvolvimento da proposta já passou por várias iterações — anteriormente chamada de P2QRH e P2TSH — até chegar ao consenso atual. Detalhes técnicos e vetores de teste já estão disponíveis para revisão da comunidade no site oficial da BIP 360 e em repositórios de desenvolvimento.

Como isso afeta o mercado de Bitcoin?

Embora atualizações técnicas complexas raramente causem picos imediatos de preço, elas são vitais para a tese de investimento de longo prazo. A percepção de que o Bitcoin é “inquebrável” é o que atrai capital institucional massivo. A existência de um plano pró-ativo contra ameaças quânticas remove um dos maiores argumentos de medo, incerteza e dúvida (FUD) usados por críticos da criptomoeda.

O mercado tende a precificar a segurança da rede como um prêmio. Além disso, a implementação via soft fork (atualização compatível com versões anteriores) garante que não haverá ruptura na rede, mantendo a estabilidade operacional que mineradores e empresas de infraestrutura exigem. Esse tipo de robustez técnica é comparável aos avanços que vemos na infraestrutura de mineração e expansão de hardware, onde a segurança física e digital caminham juntas para garantir a integridade do ativo.

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O que isso significa para o investidor brasileiro?

Para o investidor local, especialmente aqueles que praticam a auto-custódia (guardam seus próprios Bitquins em carteiras de hardware ou software), a notícia é tranquilizadora, mas não exige ação imediata. A BIP 360 ainda é um rascunho e, mesmo quando ativada, funcionará de forma opcional e retrocompatível.

O ponto de atenção está na evolução das carteiras (wallets). No futuro, ao criar novas carteiras para armazenamento de longo prazo (anos ou décadas), o investidor brasileiro poderá optar por endereços compatíveis com P2MR para garantir proteção extra contra avanços tecnológicos imprevistos. É um lembrete da importância de manter softwares de carteiras atualizados.

Além disso, a discussão sobre poder computacional avançado e criptografia toca também no setor de mineração. Assim como a inteligência artificial impõe novos desafios e métricas de eficiência para mineradores, a computação quântica exigirá adaptações no protocolo, e o investidor deve ver isso como um sinal de que a rede está ativa e evoluindo, e não estagnada.

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Riscos e contrapontos no radar

Apesar do avanço, é crucial manter uma visão equilibrada. A BIP 360 ainda não tem data para ativação (merge) e permanece em fase de revisão. Alterações no protocolo base do Bitcoin são historicamente lentas e conservadoras propositalmente, para evitar bugs catastróficos. Existe sempre o risco técnico de implementação, embora os testes vetoriais em Python e Rust já estejam em andamento, conforme discussões nos fóruns de desenvolvimento como o Delving Bitcoin.

Outro ponto é que o P2MR protege principalmente contra ataques de “longa exposição” (onde a chave pública fica exposta por muito tempo). Ele não resolve completamente todos os vetores de ataque quântico, sendo apenas uma primeira camada de defesa. Investidores não devem cair em alarmismo: a ameaça quântica real ao Bitcoin ainda é considerada distante por criptógrafos, mas a preparação antecipada é o melhor seguro.

Em síntese, a atualização da BIP 360 reforça a antifragilidade do Bitcoin. Para o mercado, é um sinal de que os desenvolvedores permanecem vigilantes, protegendo o patrimônio dos investidores contra ameaças futuras antes mesmo que elas se concretizem. Nos próximos meses, vale acompanhar as discussões na lista de e-mails dos desenvolvedores para sinais de consenso sobre a ativação deste soft fork.

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Smart Money migra de L2s para a LiquidChain ($LIQUID): a melhor pré-venda cripto para acompanhar

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À medida que o mercado de criptomoedas continua a atravessar ciclos imprevisíveis, uma tendência começa a ficar cada vez mais clara: o smart money está migrando das soluções L2 legadas para redes Layer-3 de alto desempenho, como a LiquidChain ($LIQUID).

Com a fragmentação de liquidez entre as principais blockchains e a baixa velocidade de processamento afetando redes já estabelecidas, projetos que oferecem soluções para esses problemas estão ganhando rapidamente a atenção de investidores e desenvolvedores.

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A pré-venda cripto da LiquidChain já arrecadou mais de US$ 520.000, um começo bastante sólido. À medida que os preços avançam, a janela da pré-venda vai se estreitando, tornando este o melhor momento para entrar antes da fase de adoção em massa.

Por que a Liquidchain é melhor do que as L2s

As soluções Layer-2 legadas se tornaram amplamente conhecidas por escalar o Ethereum e outras blockchains, mas frequentemente introduzem concessões que limitam a escalabilidade e o desempenho no longo prazo. Redes como Optimism e Arbitrum focam em resolver taxas de gas e throughput de transações, porém continuam operando sobre blockchains Layer-1 congestionadas.

Como resultado, o desempenho e a liquidez permanecem fragmentados entre diferentes ecossistemas, dificultando a construção de aplicações cross-chain com alta liquidez e baixa latência.

A LiquidChain se diferencia ao focar em todo o cenário cross-chain, e não apenas no Ethereum ou em uma única blockchain. Em vez de adicionar mais camadas sobre Ethereum ou Solana, a LiquidChain atua como uma camada de execução Layer-3 que unifica a liquidez de Bitcoin, Ethereum e Solana em uma única plataforma coesa. Isso elimina gargalos criados por soluções legadas e oferece aos desenvolvedores um caminho mais simples para implantar aplicações em todos os principais ecossistemas usando um único protocolo integrado.

Diferentemente das L2s legadas, que ainda exigem que ativos sejam “wrapped” em suas respectivas redes, os pools de liquidez unificados da LiquidChain garantem que os ativos sejam suportados de forma nativa e representados de maneira verificável em Bitcoin, Ethereum e Solana. Isso cria mercados mais profundos e fungíveis, beneficiando usuários e desenvolvedores.

Além disso, a LiquidChain utiliza uma máquina virtual (VM) de alto desempenho que executa operações cross-chain de forma fluida, oferecendo throughput no nível da Solana, mantendo compatibilidade com Ethereum e Bitcoin. O resultado são aplicações e serviços DeFi cross-chain mais rápidos, baratos e eficientes, com o benefício adicional de liquidação atômica e maior segurança por meio de provas cross-chain com mínima necessidade de confiança.

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A arquitetura multi-chain da LiquidChain é ideal para protocolos DeFi, provedores de liquidez e aplicações descentralizadas (dApps) que exigem execução em alta velocidade e liquidez profunda em diversos ecossistemas. Esse modelo Layer-3 elimina a complexidade de fazer bridges entre redes ou usar tokens intermediários, diferenciando a LiquidChain das redes Layer-2 legadas que ainda dependem de ecossistemas limitados e camadas extras de infraestrutura.

Resultados da pré-venda cripto da Liquidchain e tokenomics

A pré-venda da LiquidChain mantém um forte ritmo, com mais de US$ 520.000 arrecadados, demonstrando interesse consistente no token $LIQUID. Os primeiros apoiadores tiveram a oportunidade de entrar a US$ 0,0135, com o preço programado para aumentar a cada poucos dias.

A tokenomics do $LIQUID foi cuidadosamente desenhada para garantir liquidez, segurança e crescimento sustentável. O fornecimento total é limitado a 11,8 bilhões de tokens $LIQUID, evitando diluição e sustentando a criação de valor no longo prazo.
Do total, 35% dos tokens são destinados ao desenvolvimento, assegurando atualizações contínuas, melhorias de segurança e aprimoramentos do protocolo à medida que a rede escala. Outros 32,5% são reservados para a LiquidLabs, financiando marketing viral, parcerias e mídia orgânica que posicionarão a LiquidChain em regiões Tier-1 ao redor do mundo.

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A distribuição de tokens também foi pensada para o crescimento do ecossistema. 15% dos tokens são alocados para a AquaVault, garantindo desenvolvimento de negócios, ativações comunitárias e parcerias estratégicas para expandir o ecossistema da LiquidChain. Além disso, 7,5% são destinados a crescimento e listagens, apoiando listagens em exchanges e ajudando a trazer liquidez ao projeto conforme ele entra no mercado mais amplo.

Outro ponto-chave da tokenomics da LiquidChain é o mecanismo de staking, que já está ativo durante a pré-venda. Mais de 30 milhões de tokens $LIQUID estão atualmente em staking, reduzindo a oferta circulante e travando capital de longo prazo.

A alocação de 10% para recompensas incentiva ainda mais a participação, permitindo que os detentores de tokens ganhem recompensas de staking e bônus por meio de airdrops e eventos. Essas recompensas visam fortalecer o engajamento da comunidade e garantir que os participantes estejam comprometidos com o desenvolvimento e o sucesso contínuo do projeto.

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$LIQUID: a melhor pré-venda cripto para comprar

No geral, fica claro que o $LIQUID é uma das melhores pré-vendas cripto para acompanhar. Com sua arquitetura Layer-3, liquidez cross-chain integrada e máquina virtual de alto desempenho, a LiquidChain surge como a solução de infraestrutura que o setor cripto vinha esperando. A participação antecipada ainda está disponível, mas, com o aumento contínuo dos preços da pré-venda, a janela para entrar nesses níveis baixos está se fechando rapidamente.

A combinação de utilidade real, liquidez mais profunda e funcionalidade cross-chain faz da LiquidChain um destaque no mercado atual. Com preço de pré-venda em US$ 0,0135, trata-se de uma das oportunidades mais atrativas do espaço de pré-vendas cripto hoje. À medida que o staking cresce e mais tokens ficam bloqueados, a pressão para comprar $LIQUID antes das listagens públicas tende a se intensificar. Quem entra agora se posiciona para um potencial ganho conforme o projeto amadurece.

Se você estava esperando por um projeto de infraestrutura com caso de uso real e escalabilidade para prosperar em um mundo pós-2025 de interoperabilidade multi-chain, a LiquidChain entrega exatamente isso. Com o smart money já migrando para essa solução Layer-3 e a pré-venda ganhando força, este é o momento de garantir sua posição em $LIQUID antes que o mercado em geral perceba.

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Explore a LiquidChain e sua pré-venda cripto em andamento:
Pré-venda: https://liquidchain.com/
Social: https://x.com/getliquidchain
Whitepaper: https://liquidchain.com/whitepaper

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Bitcoin pode ter estabelecido um fundo em US$ 60 mil, abrindo uma nova janela de oportunidade para investidores

Maxi Doge Oportunidade Bitcoin

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O Bitcoin segurou novamente a região de US$ 60 mil, e esse detalhe mudou o clima do mercado. Muitos investidores esperavam uma queda mais profunda, mas a moeda encontrou apoio firme nessa faixa. O movimento trouxe alívio imediato e abriu espaço para novas leituras sobre a força do ativo.

O preço voltou rapidamente para perto de US$ 64 mil, mostrando que a pressão vendedora perdeu intensidade. A reação chamou atenção de analistas, que passaram a discutir se esse patamar realmente marcou um fundo local. Em ciclos anteriores, comportamentos assim antecederam fases longas de recuperação.

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A correção recente ocorreu após as máximas históricas. ETFs mais fracos e lucros de curto prazo criaram turbulência. Mesmo assim, a defesa contínua do suporte indica que o mercado não perdeu convicção.

A QCP Capital avaliou a queda como “boa oportunidade de compra”. Para o segmento institucional, o recuo não sinaliza fraqueza; sinaliza entrada estratégica.

Consolidação do Bitcoin reacende a busca por assimetrias

Quando o Bitcoin estabiliza, o capital volta a procurar alternativas. Isso ocorre porque a lateralização reduz a incerteza e abre caminho para ativos de maior risco. Assim, traders começam a explorar projetos menores com potencial de multiplicação acelerada.

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Esse padrão se repete em praticamente todos os ciclos. Primeiro o BTC se firma. Depois, altcoins e memecoins ganham velocidade. O ambiente atual segue essa lógica.

Além disso, dados on-chain mostram que vendedores de curto prazo diminuíram sua força. A resiliência perto dos US$ 60 mil fortalece a tese de fundo. Isso cria um terreno fértil para novos narradores de mercado.

Maxi Doge ganha espaço enquanto investidores buscam apostas ousadas

Entre os projetos que surfam essa fase está o Maxi Doge ($MAXI). A proposta combina humor, identidade forte e foco em traders que buscam retornos agressivos. O token se apresenta como um ecossistema competitivo, inspirado na mentalidade de “multiplicação extrema”.

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O projeto planeja competições exclusivas para detentores, premiando quem obtiver melhor desempenho. Ele também criou o “Maxi Fund”, voltado a parcerias, liquidez e integrações com plataformas de futuros. A ideia é montar um ciclo positivo: quanto melhor o engajamento da comunidade, maior o crescimento do ecossistema.

Os números ajudam essa narrativa. A pré-venda já arrecadou US$ 4.574.543,08, com o token sendo negociado a US$ 0,0002802. O ritmo surpreende para um estágio tão inicial e reforça o interesse dos primeiros participantes.

Outro ponto relevante surge nos registros públicos do Etherscan. Duas baleias acumularam mais de US$ 500 mil em $MAXI. Uma delas executou uma única compra próxima de US$ 252 mil. Movimentos assim geralmente indicam posicionamento antecipado antes de futuras listagens.

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O token opera como ERC-20, aproveitando a infraestrutura da rede Ethereum. O staking com recompensas diárias incentiva retenção e reduz pressão para vendas rápidas.

O risco, claro, permanece alto. Memecoins são voláteis e dependem de execução, comunidade e narrativa. Mesmo assim, o alinhamento entre o fundo potencial do Bitcoin e o apetite renovado por risco cria uma janela rara para esse tipo de projeto.

Se o Bitcoin realmente confirmou o fundo em US$ 60 mil, o mercado pode iniciar uma nova tendência de alta. Caso contrário, a volatilidade seguirá ditando o ritmo dos próximos meses.

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Confira previsões de preço para Maxi Doge até 2030

Aviso: Este artigo tem funcionalidade exclusivamente informativa, e não constitui aconselhamento de investimento ou oferta para investir. O CriptoFácil não é responsável por qualquer conteúdo, produtos ou serviços mencionados neste artigo. Recomendamos que você sempre faça sua própria pesquisa (DYOR) antes de tomar qualquer decisão financeira. Invista apenas o que você pode se dar ao luxo de perder.

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Smart Money abandona especulação e dispara corrida por altcoins premium, aponta CoinShares

CoinShares Altcoins

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A CoinShares, maior gestora de ativos digitais da Europa, aponta que a fraqueza momentânea do Bitcoin está abrindo portas para oportunidades estratégicas em altcoins, mas com uma ressalva importante: o fluxo está indo para ativos ‘premium’. Dados recentes mostram que, enquanto o mercado mais amplo oscila, investidores institucionais estão alocando capital em produtos de investimento (ETPs) de alta qualidade, como o Physical Staked Ethereum, que captou US$ 75 milhões (aproximadamente R$ 430 milhões) no quarto trimestre de 2024.

O que está por trás dessa análise?

Historicamente, quando o Bitcoin perde força ou lateraliza, o mercado cripto busca rendimentos em ativos de menor capitalização. No entanto, o relatório da CoinShares e dados da ETF Trends sugerem que o atual ciclo de ‘altseason’ tem uma característica diferente: a seletividade institucional.

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Em termos simples, o ‘dinheiro inteligente’ não está perseguindo qualquer ativo especulativo. Jean-Marie Mognetti, CEO da CoinShares, descreveu o final de 2024 como um período transformador, impulsionado por mudanças políticas e maturação do mercado. A tese é que investidores estão buscando altcoins que possuam utilidade real, fluxo de caixa (como staking) ou infraestrutura consolidada.

Esse movimento corrobora análises de mercado que indicam uma migração de capital. Para entender melhor a mecânica desse fluxo, vale conferir como a Glassnode analisa a rotação de capital do Bitcoin para altcoins, um fenômeno que precede grandes valorizações no setor.

Quais são os dados e fundamentos destacados?

Os números apresentados pela CoinShares em seus resultados financeiros reforçam a preferência por ativos consolidados. O ano de 2024 foi o mais forte da história da firma, com receita anual de £ 126,8 milhões, impulsionada justamente pela gestão de ativos.

Entre os destaques que evidenciam o foco em ativos ‘premium’, a gestora reportou:

  • Ethereum com Staking: O produto Physical Staked Ethereum liderou os fluxos com US$ 75 milhões no Q4.
  • Interesse em XRP: O produto Physical XRP atraiu US$ 31 milhões (aprox. R$ 178 milhões), indicando confiança institucional no ativo da Ripple.
  • Crescimento de Ativos: A plataforma de ETPs Físicos cresceu 54%, atingindo US$ 2,3 bilhões sob gestão.

Essa tendência de buscar qualidade não se restringe à CoinShares. Outras gestoras globais estão seguindo o mesmo caminho, focando em tokens com fundamentos sólidos. Um exemplo claro é a Bitwise planejando um ETF Spot de Uniswap, o que coloca o token UNI no radar como um ativo de infraestrutura financeira (‘premium’) e não apenas especulação.

Além disso, o relatório de perspectiva para 2026 da CoinShares prevê uma convergência de mercado, onde ‘altcoins’ de qualidade transicionarão para modelos de fluxo de caixa via recompras e divisão de taxas, separando-se definitivamente de projetos sem utilidade.

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Como isso afeta o investidor brasileiro?

Para o investidor no Brasil, o recado é de cautela com a diversificação excessiva em ativos de baixa liquidez. O mercado está premiando a qualidade. Isso significa que a estratégia de ‘atirar para todo lado’ pode ser menos eficiente do que concentrar aportes em protocolos líderes de setor.

Ativos como Solana, Ethereum e até projetos específicos como Avalanche — que recentemente recebeu atenção institucional (veja a análise da VanEck sobre catalisadores da AVAX) — tendem a performar melhor em um ambiente onde os juros globais ainda exigem prêmio de risco.

Outro ponto crucial é a concentração de liquidez. Conforme observado em ciclos recentes, os ganhos do ano têm se concentrado em poucas altcoins, reforçando a necessidade de o brasileiro filtrar seus investimentos em vez de seguir o hype momentâneo nas redes sociais.

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Riscos e o que observar

Apesar do otimismo com ativos premium, o cenário macroeconômico exige atenção. A fraqueza do Bitcoin pode ser uma faca de dois gumes: se o BTC perder suportes importantes (como a região de US$ 90.000 ou US$ 85.000), a correlação do mercado tende a puxar todas as altcoins para baixo, independentemente da qualidade.

Além disso, é vital monitorar os fluxos de entrada nos ETFs spot nos Estados Unidos. Segundo a CoinShares, o mercado de ETPs cripto nos EUA viu entradas de US$ 16 bilhões recentemente, e qualquer reversão nesse fluxo pode impactar a liquidez global rapidamente.

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