Descubra como a criptomoeda está revolucionando o futuro financeiro. Em nosso site, você encontra as últimas notícias, análises de mercado e dicas para investir com segurança. Cripto é a chave para a nova era financeira – explore o potencial de Bitcoin, Ethereum, NFTs e outras tecnologias disruptivas. Junte-se à revolução digital agora mesmo!
A extinta exchange de criptomoedas Mt. Gox fez uma transferência de 10.608 BTC na segunda-feira (17). O valor corresponde a aproximadamente US$ 956 milhões, mas o principal fator foi que grande parte dos BTC foi enviada para um endereço não identificado.
De acordo com dados da Arkham Intelligence, isso significa que o endereço de envio não está nos documentos cadastrados previamente pela Mt Gox. Com isso, não é possível identificar de antemão qual o objetivo da exchange com a transferência.
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Por volta das 23h40 (horário do leste dos EUA; 22h40 no Brasil), a Mt. Gox transferiu os Bitcoins para dois endereços. Um deles foi a própria carteira online registrada da Mt Gox, que recebeu 185,5 BTC. Este endereço tinha identificação e estava previamente registrado nos dados da Arkham.
Contudo, a exchange enviou 10.422 BTC para o endereço não identificado “1ANkD…ojwyt”, representando a maior parte do valor. Até o fechamento desta matéria, a Mt Gox não deu explicações para o envio dos Bitcoins.
A última movimentação que as carteiras da Mt Gox fizeram foi no início de novembro, quando a exchange moveu 2.500 BTC para outro endereço
Objetivo das movimentações de Bitcoin pela Mt. Gox
No passado, as movimentações de Bitcoin geralmente precediam o pagamento de valores devidos pela Mt. Gox a credores que sofreram perdas. Mas a exchange adiou os pagamentos para outubro de 2026, conforme noticiou o CriptoFácil.
De acordo com a Mt Gox, o adiamento ocorreu porque muitos credores não preencheram os dados para a solicitação de reembolso. Com esse adiamento, não está claro se a movimentação de segunda-feira fazia parte de alguma distribuição futura aos credores.
Lançada em 2010, a exchange sediada em Tóquio já foi a maior corretora de Bitcoins do mundo, processando 70% de todas as negociações de bitcoins no mundo em 2013. No entanto, sofreu um ataque hacker no início de 2014 e perdeu cerca de 850 mil BTC, o que levou a empresa a entrar com pedido de proteção contra falência.
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A Mt. Gox começou a pagar seus credores em julho de 2024, quando reembolsou 142 mil BTC, pagando o equivalente a US$ 11 bilhões. Além disso, a empresa também distribuiu 143 mil Bitcoin Cash (US$ 47 milhões), recebidos após o hard fork do Bitcoin em 2017.
Junto com esses pagamentos, a empresa também devolveu 69 bilhões de ienes japoneses (US$ 469 milhões). A próxima leva de pagamentos ocorreria em 31 de outubro deste ano, mas a equipe de falências prorrogou o prazo em mais um ano.
O prazo original para esse pagamento era 31 de outubro de 2023, mas a exchange adiou o processo nos últimos três anos. Alguns credores já receberam os pagamentos por meio das corretoras Kraken e Bitstamp, mas a grande leva de pagamentos ficou para 2026.
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Segundo a Arkham, a Mt Gox ainda detém 34.689 BTC (equivalentes a US$ 3,1 bilhões) em suas carteiras.
Mais uma semana se inicia no mercado de criptomoedas, trazendo novas oportunidades para traders e investidores.
A terceira semana de novembro repete o padrão visto no início do mês: queda generalizada. Praticamente todas as grandes criptomoedas operam no vermelho nesta segunda-feira (17), elevando o pessimismo entre os usuários.
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Nesse cenário, entender os fatores que podem influenciar o preço de certos ativos é fundamental. Com isso em mente, confira cinco criptomoedas que devem estar no seu radar esta semana.
Bitcoin: Death Cross se aproxima e pode ditar o rumo do mercado
Nossa lista não poderia começar com outra criptomoeda. O Bitcoin (BTC) segue como o ativo mais importante do mercado, já que possui enorme poder de influência sobre o comportamento das altcoins.
Por isso, cada movimento do BTC pode gerar efeito dominó nas demais criptomoedas ao longo desta semana. E agora, o ativo se aproxima de um sinal técnico importante: o Death Cross.
O Death Cross ocorre quando a EMA de 50 dias cruza abaixo da EMA de 200 dias. Esse cruzamento marca perda de força e costuma antecipar períodos de baixa mais prolongados.
A última vez que o BTC apresentou essa configuração foi no início de 2022. Na época, o ativo encerrou o ciclo de alta iniciado em 2020 e caiu mais de 50% ao longo do ano.
Agora, esse sinal pode indicar o início de um novo inverno cripto. Caso o Death Cross seja confirmado, o suporte em US$ 90.000 pode ser rompido ainda esta semana.
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Gráfico do Bitcoin (BTC) no TradingView
Esse cenário pode pressionar o mercado como um todo e aumentar o risco de queda para as altcoins.
A Avalanche (AVAX) pode escapar da tendência negativa atual devido a um evento relevante marcado para esta semana: a atualização Granite.
Esse upgrade foi projetado para melhorar o desempenho da blockchain sob diferentes cargas de transações. Ele permite que o tempo de finalização das transações seja ajustado dinamicamente conforme o tráfego aumenta ou diminui.
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Assim, a rede pode operar com mais eficiência mesmo em períodos de forte demanda. Se a atualização for bem-sucedida, a demanda por AVAX pode aumentar nos próximos dias, já que a melhoria técnica tende a atrair desenvolvedores e usuários.
Nesse sentido, o RSI atual, muito próximo de 30, já indica certa exaustão da força vendedora. Na última vez que o indicador ficou abaixo desse nível, a AVAX subiu cerca de 15% em poucos dias.
Isso pode acontecer novamente com a chegada do Granite, especialmente se o mercado reagir bem ao upgrade. Assim, o AVAX pode ser um dos poucos ativos com potencial de alta no curto prazo.
O Aster (ASTER) também pode navegar contra o mercado esta semana devido à movimentação recente das baleias. Nos últimos 30 dias, essas grandes carteiras aumentaram suas participações em 140%, segundo dados da Nansen.
Além disso, as carteiras institucionais ampliaram suas reservas em mais de 650% no último mês. Esse comportamento reforça a confiança dos grandes players e mostra que o ASTER continua no radar dos investidores mais fortes do mercado.
Esse movimento pode fazer o ativo romper o padrão de consolidação atual entre US$ 0,85 e US$ 1,30. Caso isso ocorra, a altcoin pode subir até a resistência em US$ 1,65, o que representaria salto de cerca de 25%.
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Além disso, o baixo coeficiente de correlação com o Bitcoin mostra que o ASTER pode se manter imune a novas quedas do BTC. Assim, mesmo em um mercado pressionado, a altcoin pode entregar desempenho superior ao restante do setor esta semana.
Gráfico do Aster (ASTER) no TradingView
LayerZero: desbloqueio de tokens pode intensificar tendência de baixa
O LayerZero (ZRO) merece atenção, mas por um motivo negativo. A criptomoeda passará por um desbloqueio de tokens na quinta-feira (20), quando mais de 25 milhões de ZRO serão liberados no mercado.
Um desbloqueio de tokens ocorre quando ativos previamente bloqueados se tornam negociáveis. Esse processo costuma pressionar o preço, porque aumenta o número de tokens disponíveis, gerando possibilidade de venda por parte dos detentores iniciais.
Esse evento pode agravar ainda mais a situação do ZRO, que já mostra ruptura do suporte em US$ 1,40. Caso o movimento seja confirmado, o ativo pode cair mais 15%, atingindo a região de US$ 1,20.
O CMF reforça esse cenário, já que o indicador permanece negativo, mostrando que há mais saídas de capital do que entradas no token.
Gráfico do LayerZero (ZRO) no TradingView
PEPENODE: projeto inova com modelo mine-to-earn
Entre as novidades do mercado, o PEPENODE merece destaque por sua proposta diferenciada. A ideia do projeto é simples: ir além do conceito tradicional de memecoin.
O Pepenode permite que os usuários construam um império de mineração virtual. E tudo isso sem comprar ASICs ou placas de vídeo. Para isso, funciona como um jogo no modelo mine-to-earn.
Você inicia com uma máquina simples e minera tokens $PEPENODE. Além disso, pode conseguir também outras memecoins populares, como $PEPE ou $FARTCOIN.
O projeto ainda oferece plataforma de staking que paga rendimentos de quase 600% ao ano, o que aumenta o interesse dos usuários. Assim, o PEPENODE aparece como uma alternativa para quem busca novas oportunidades além das grandes criptomoedas tradicionais.
Aviso: Este artigo tem funcionalidade exclusivamente informativa, e não constitui aconselhamento de investimento ou oferta para investir. O CriptoFácil não é responsável por qualquer conteúdo, produtos ou serviços mencionados neste artigo. Recomendamos que você sempre faça sua própria pesquisa (DYOR) antes de tomar qualquer decisão financeira. Invista apenas o que você pode se dar ao luxo de perder.
A Tether, emissora da stablecoin $USDT, está em negociações para entrar no mercado de inteligência artificial (IA). E para isso, a empresa pretende fazer uma parceria com a Neura Robotics, startup alemã que desenvolve robôs humanoides com IA.
De acordo com o Financial Times, o valor total do investimento é de € 1 bilhão (US$ 1,16 bilhão). Isso significa que o valor de mercado da Neura ficaria entre entre € 8 bilhões e € 10 bilhões, segundo a reportagem do Financial Times.
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Se concretizado, o investimento representaria um aumento significativo em relação à última rodada de investimentos da Neura, em janeiro, quando a empresa captou € 120 milhões.
A Tether não confirmou as negociações ao FT, mas afirmou que está “explorando ativamente diversas oportunidades para continuar investindo em tecnologia de ponta“. Outras empresas do setor, sobretudo mineradoras de Bitcoin ($BTC), estão migrando para IA à medida que os preços das criptomoedas sofrem correção.
O principal produto da Neura é um robô humanoide projetado para uso industrial, com planos de expansão para ambientes domésticos. A empresa tem como meta pública produzir 5 milhões de robôs até 2030 e posiciona seu produto como um potencial avanço revolucionário, um chamado “momento iPhone” para a robótica.
A empresa já conta com € 1 bilhão em encomendas, de acordo com seu comunicado de janeiro. E com essa interação, fica claro que o setor de IA deve receber investimentos vultosos em 2025. Se você quer se aproveitar dessa nova tendência, pode comprar $SUBBD e ter exposição ao mais promissor token de IA em 2025.
Modelos de IA criados no SUBBD. Fonte: site oficial.
Enquanto a Neura Robotics se concentra em robótica física, o token SUBBD faz parte de um projeto bem mais escalável, pois visa a automação do fluxo de trabalho digital para criadores de conteúdo. O projeto arrecadou mais de US$ 1,3 milhão em sua pré-venda até agora, com tokens cotados a US$ 0,056975.
A plataforma opera dentro de uma rede com mais de 2.000 criadores de conteúdo que, juntos, alcançam mais de 250 milhões de seguidores. Seu efeito de rede é único entre plataformas que fundem IA e criptomoedas, oferecendo recompensas de staking anuais de 20% para os primeiros participantes.
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O $SUBBD fornece ferramentas com IA destinadas a automatizar tarefas como mensagens diretas, trabalho administrativo, planejamento de conteúdo e gerenciamento de público. Ele permite que você, criador de conteúdo, possa ter um alto nível de interação com seus fãs e receber pagamentos livres de taxas exorbitantes.
E se você é usuário, pode usar o $SUBBD para assinaturas, pagar conteúdo por visualização, dar gorjetas e receber bônus. Dessa forma, você consegue ter acesso a conteúdos exclusivos e contato próximo com seus criadores
O roadmap do projeto inclui geração de perfis por IA, notas de voz, ferramentas de vídeo e recursos de transmissão ao vivo, projetados para reduzir o tempo gasto em tarefas repetitivas. E tudo isso mantendo o caráter original do seu conteúdo e liberando tempo para a criação de novas interações.
Segundo nossa análise de preço do $SUBBD, o token poderá atingir US$ 0,61 até o final de 2025, caso a plataforma alcance suas metas de aquisição de usuários e listagem em exchanges. Uma projeção de US$ 0,95 para 2026 representaria um aumento de quase 20 vezes em relação aos preços de pré-venda.
Quer ter acesso aos conteúdos exclusivos do projeto e a esse potencial de 2.000%? Basta acessar o site oficial da pré-venda do $SUBBD e garantir seus tokens agora mesmo.
Aviso: Este artigo tem funcionalidade exclusivamente informativa, e não constitui aconselhamento de investimento ou oferta para investir. O CriptoFácil não é responsável por qualquer conteúdo, produtos ou serviços mencionados neste artigo. Recomendamos que você sempre faça sua própria pesquisa (DYOR) antes de tomar qualquer decisão financeira. Invista apenas o que você pode se dar ao luxo de perder.
A Strategy entrou em uma fase delicada do seu ciclo. Isso porque o mercado começou a questionar a estratégia corporativa de Bitcoin, já que os números mais recentes mostram um sinal de alerta importante. O mNAV básico caiu para 0,93, indicando que a companhia vale menos na bolsa do que o valor de seus próprios Bitcoins.
O recado é direto. Quando esse indicador fica abaixo de 1, o mercado passa a precificar toda a empresa por um valor inferior ao das suas reservas. Isso inclui o negócio de software, a marca, a gestão e a dívida. Assim, muitos analistas começam a discutir se a estratégia de tesouraria baseada em Bitcoin ainda sustenta a mesma força de anos anteriores.
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A pressão aumentou porque as ações da Strategy (MSTR) acumulam uma queda forte. No premarket desta segunda-feira, o papel era negociado a US$ 201, após perder 56% desde o pico anual de julho, quando atingiu US$ 457. Esse movimento ampliou o debate sobre o real impacto da alavancagem usada para comprar BTC.
Mesmo com esse cenário, alguns indicadores continuam positivos. O mNAV diluído, por exemplo, ainda mostra 1,041. Enquanto isso, o mNAV de valor empresarial chega a 1,175. Esses múltiplos consideram tanto a possível conversão de ações quanto a dívida utilizada para adquirir BTC. Porém, o mercado segue mais atento ao mNAV básico porque ele elimina distorções contábeis.
A queda do múltiplo coloca em risco a narrativa que a própria Strategy ajudou a criar. Desde que adotou o Bitcoin como ativo primário de tesouraria, dezenas de empresas menores copiaram o modelo. Agora, a dúvida cresce. Se a maior empresa do setor não consegue manter um prêmio sobre suas reservas, as demais podem enfrentar pressões de liquidez e até vendas forçadas.
Mesmo diante desse desafio, a Strategy continuou comprando agressivamente. A empresa adquiriu 8.178 Bitcoins na última semana, aproveitando a forte queda do mercado. O fundador Michael Saylor afirmou que estava “comprando bastante” e que os investidores ficariam surpresos com os números.
O preço médio pago, porém, revela outra dificuldade. A Strategy novamente “pegou a faca caindo”. O lote custou cerca de US$ 102.171 por BTC, acima do fundo recente de US$ 93 mil observado no domingo. Ainda assim, Saylor destacou que a empresa já acumula rendimento expressivo em BTC no ano.
Hoje, a Strategy mantém 649.870 Bitcoins, reforçando a vantagem sobre concorrentes como a Block. Apesar disso, a empresa precisou levantar capital por meio de várias classes novas de ações preferenciais, evitando diluir os acionistas comuns. A decisão ocorreu justamente porque o mNAV básico abaixo de 1 impede a emissão de novas ações ordinárias sem penalizar o valor da companhia.
A DappRadar, plataforma conhecida por fornecer métricas sobre aplicações descentralizadas, anunciou que está encerrando suas atividades após sete anos de operação. A decisão veio dos próprios fundadores Skirmantas Januškas e Dragos Dunica em uma publicação no X nesta segunda feira (17).
De acordo com o aviso, a empresa vai interromper o rastreamento de blockchains e DApps nos próximos dias, dando início ao processo de desligamento completo.
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Os fundadores afirmaram que manter uma plataforma do porte da DappRadar se tornou financeiramente insustentável no cenário atual. Além disso, eles informaram que haverá uma comunicação específica sobre o futuro do token nativo RADAR e sobre a estrutura da organização autônoma descentralizada associada ao projeto.
Durante o processo de transição, ainda não há confirmação sobre como serão tratadas questões relacionadas ao funcionamento histórico do ecossistema da plataforma. Até o momento, a empresa não respondeu a pedidos de comentário.
O encerramento da DappRadar representa a saída de uma das ferramentas mais utilizadas para monitorar o desempenho de blockchains, jogos Web3, protocolos DeFi e demais aplicações descentralizadas.
A plataforma se tornou uma referência no acompanhamento de métricas de uso e movimentação em diversas redes. Isso levantou dúvidas entre usuários e desenvolvedores sobre a continuidade de serviços semelhantes no mercado.
A expectativa agora se volta para os próximos comunicados dos fundadores, que devem detalhar como ocorrerá o desligamento final. Também não se sabe qual será o destino dos recursos associados ao token RADAR e à DAO (Organização Autônoma Descentralizada).
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Logo após o anúncio, o token nativo da plataforma caiu cerca de 30% e passou a ser negociado por aproximadamente US$ 0,00072, segundo dados do CoinGecko.
Gráfico de preço do token RADAR – Fonte: CoinGecko
Antes do Bitcoin ($BTC) perder o suporte de US$ 100 mil nesta sexta-feira (14), carteiras de baleias adicionaram cerca de 45 mil $BTC. Ou seja, mais dinheiro saindo das mãos dos investidores de varejo para as carteiras de grandes investidores. Essa rotação está acontecendo enquanto a Dogecoin ($DOGE) forma uma de suas estruturas mais interessantes em anos – que pode fazer dela uma das melhores memecoins para comprar.
O preço da $DOGE acumula perda de 3,3% nesta semana, mas está atravessando uma nova zona de acumulação semanal, repetindo o padrão familiar de “recuperação, consolidação e alta”.
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Foi esse mesmo padrão que precedeu os fortes ralis de alta que a $DOGE teve em 2017 e 2021. E caso esse indicador volte a funcionar, a memecoin pode acumular ganhos de 500% nos próximos meses
De acordo com o CoinGecko, o preço da Dogecoin é de US$ 0,16 no momento da finalização deste texto. As projeções técnicas atuais apontam para US$ 0,18 como o primeiro suporte relevante. Em seguida, a memecoin tem uma faixa de alta mais ampla, sem qualquer barreira, que pode levar seu preço a atingir US$ 0,80.
Caso rompa esta resistência, a $DOGE pode tentar buscar a sonhada barreira de US$ 1,00. Em resumo, essa é uma configuração clássica de fim de ciclo. As baleias do Bitcoin estão comprando na baixa, detentores de longo prazo realizando lucros e uma altcoin emblemática se consolidando abaixo da resistência.
Mas além da Dogecoin, o mercado tem outras três promessas que estão entre as melhores memecoins de 2025. E duas delas oferecem a enorme vantagem de estarem em pré-venda. Veja quais são e qual o potencial de retorno esperado para cada uma delas.
Se a $DOGE representa a tradição inabalável, a $MAXI é a inovação ousada. Ela pega o meme do cachorro Shiba Inu e o eleva a um nível extremo, com direito a esteroides e alavancagem. A marca se apoia em memes de alavancagem de 1000x, estética de energético e uma cultura de negociação hiperativa.
Só que a Maxi Doge também possui estrutura, contratos Ethereum auditados e um roteiro para integração com plataformas de futuros de alta alavancagem. Um quarto do dinheiro da pré-venda será investido em marketing, alavancando ainda mais a demanda pelo token – e sua valorização.
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Além disso, a imagem de “primo mais ousado e excêntrico da Dogecoin” trouxe resultados. Sua pré-venda acabou de superar a marca de US$ 4 milhões e não dá sinais de que vai parar por aí. Maxi Doge está destinado à grandeza. E grande é o rendimento do seu serviço de staking, que pode chegar a 77% para quem adquirir os tokens agora.
O atual preço da $MAXI é de US$ 0,000268, mas nossa previsão para o preço do Maxi Doge aponta para US$ 0,0058 no final de 2026, em condições de alta. Isso representa um ganho superior a 2.000% caso você adquira seus tokens agora.
Pré-venda da Maxi Doge atinge US$ 4 milhões. Fonte: X.
PepeNode ($PEPENODE)
Que tal conseguir pelo menos três memecoins minerando? E sem precisar comprar uma única placa de vídeo ou alugar galpões de mineração. Pois essa é a proposta da PepeNode, uma pré-venda que transforma a mineração de memecoins em um jogo que você pode fazer pelo seu computador.
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O PepeNode transforma a mineração em um jogo: você começa com um espaço virtual com apenas um galpão. E assim como em jogos como Sim City, vai conseguindo novas máquinas e equipamentos para atualizar seu grid. Quanto mais você expandir, mais memecoins seus nós mineradores conseguirão te dar.
Nesse ambiente, a estratégia (não seu orçamento) determina o sucesso. À medida que você compra dos nós certos, faz as atualização das instalações e o dimensionamento de sua operação, sua capaciade cresce. Você pode expandir suas atividades e minerar grandes memecoins, como a $PEPE e a $FARTCOIN.
Durante 2025, o PepeNode deve concluir sua pré-venda e lançar o jogo em formato off-chain, com a transição para o ambiente on-chain após o lançamento do token. Nesse período, o preço pode variar entre US$ 0,00077 e US$ 0,005, com média estimada em US$ 0,0021. Nestes cenários, a valorização pode chegar a 500% frente ao preço atual do token, que é de US$ 0,00115.
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E se você quiser ter ganhos em dobro, ainda pode colocar seus $PEPENODE para fazer staking e obter rendimentos que superam 600% ao ano. Mas isso só será possível caso você compre seus tokens agora, garantindo o rendimento antes da próxima mudança de preço.
Fonte: X.
Fartcoin ($FARTCOIN)
E já que o PepeNode pode te render $FARTCOIN, nada melhor do que fecharmos com a maior memecoin que tem como foco inteligência artificial (IA). Só que o preço da memecoin não se beneficiou da atual crise de baixa do mercado, acumulando perdas de 38% em um mês.
Nesse cenário, a $FARTCOIN rompeu sua média móvel simples de 30 dias (US$ 0,338) e o nível de retração de Fibonacci de 38,2% (US$ 0,362), ativando ordens de stop-loss. O Índice de Força Relativa (RSI) está em 37,93, o que mostra um enfraquecimento do momentum.
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Por outro lado, a $FARTCOIN ainda não está na região de “sobrevenda”. Mas a grande preocupação é a perda do suporte recente de US$ 0,28 (suporte de julho de 2025), que criou um vácuo sem suporte significativo até US$ 0,239. Atualmente, o preço da $FARTCOIN gira em torno de US$ 0,25.
Um fechamento abaixo de US$ 0,24 pode desencadear vendas algorítmicas por fundos quantitativos que acompanham a média móvel simples de 200 dias (US$ 0,924). E também pode abrir oportunidades para compras com foco no longo prazo, beneficiando a $FARTCOIN quando o mercado se recuperar.
Análise $FARTCOIN. Fonte: CoinGecko.
Aviso: Este artigo tem funcionalidade exclusivamente informativa, e não constitui aconselhamento de investimento ou oferta para investir. O CriptoFácil não é responsável por qualquer conteúdo, produtos ou serviços mencionados neste artigo. Recomendamos que você sempre faça sua própria pesquisa (DYOR) antes de tomar qualquer decisão financeira. Invista apenas o que você pode se dar ao luxo de perder.
O assassinato brutal do empresário russo Roman Novak e de sua esposa, Anna Novak, chocou autoridades internacionais e expôs mais um capítulo violento ligado ao mundo das criptomoedas. Criminosos sequestraram, mataram e esquartejaram o casal nos Emirados Árabes Unidos depois de atraí-los para uma falsa reunião de negócios em um resort na região montanhosa de Hatta, próximo a Dubai.
O caso, agora investigado pela polícia de São Petersburgo, envolve valores que ultrapassam R$ 2,6 bilhões, desviados por Novak em um esquema de investimentos digitais.
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De acordo com o jornal russo Komsomolskaya Pravda, o desaparecimento do casal aconteceu em 2 de outubro. Criminosos que se passavam por investidores os convidaram para o resort sob o pretexto de discutir novas oportunidades de negócios. No entanto, ao chegarem ao local, os sequestradores fizeram os dois reféns e os submeteram a violência enquanto exigiam acesso à carteira digital de Novak.
Os sequestradores esperavam encontrar saldos milionários, mas logo descobriram que a carteira estava vazia. Esse fato teria motivado a execução do casal. De acordo com o portal Fontanka, os criminosos desmembraram os corpos e descartaram partes em lixeiras de um shopping center, em uma tentativa de dificultar o trabalho das autoridades. Até agora, os restos mortais não foram totalmente localizados.
“Quando os criminosos perceberam que não receberiam o valor, mataram os dois”, afirmou.
A polícia aponta essa hipótese como a mais provável, porque o grupo inclui antigos investidores que acusam Novak de tê-los lesado.
Roman Novak ganhou notoriedade nas redes sociais ao ostentar uma vida luxuosa em Dubai. Em suas publicações, aparecia ao lado de carros esportivos, aviões particulares e destinos turísticos internacionais. Entre seus veículos preferidos estavam um Rolls-Royce e um clássico Cobra britânico, avaliados em mais de US$ 1,9 milhão. Essa imagem pública reforçava a impressão de sucesso financeiro que ajudou a atrair milhares de investidores.
O empresário ficou conhecido por desenvolver um aplicativo de investimentos em criptomoedas que prometia retornos rápidos. O esquema movimentou cerca de US$ 500 milhões antes de Novak desaparecer com os recursos, deixando investidores em vários países no prejuízo. A suspeita é que parte dos sequestradores estivesse entre os afetados pelo golpe.
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A polícia russa prendeu oito pessoas em conexão com o crime, incluindo um ex-funcionário do Ministério do Interior da Rússia. O grupo teria articulado o sequestro usando informações internas sobre a rotina do casal.
A mineradora de Bitcoin Bitfarms decidiu abandonar o mercado de criptoativos depois de anos marcada por custos elevados, margens apertadas e sucessivas quedas de receita. A empresa anunciou que iniciará uma transição ampla e definitiva para infraestrutura de computação de alta performance e inteligência artificial, mudando totalmente o rumo de seu negócio. A decisão surge em um momento de forte volatilidade para o setor, e, por isso, atraiu muita atenção nos mercados financeiros.
A empresa, listada em bolsa, explicou que encerrará suas operações de mineração de Bitcoin entre 2026 e 2027, seguindo um plano que será implementado gradualmente. A mudança também acompanha a divulgação dos resultados do terceiro trimestre, quando a Bitfarms registrou um prejuízo líquido de US$ 46 milhões, valor muito acima das perdas de US$ 24 milhões observadas no mesmo período do ano anterior.
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O CEO Ben Gagnon afirmou que a conversão do negócio está alinhada com a visão estratégica da companhia e destacou que o site de Washington será o primeiro a passar pela transformação. O local possui capacidade de 18 megawatts e deverá ser adaptado para operar com Nvidia GB300s e resfriamento líquido avançado, estrutura que permitirá oferecer serviços de GPU para empresas que buscam capacidade computacional de última geração.
Ele afirmou também que a conversão desse único site pode gerar mais receita operacional líquida do que toda a mineração realizada pela empresa em sua história. O dado reforça a mudança de perspectiva dentro da companhia.
Gagnon explicou ainda que a Bitfarms avalia que a demanda global por computação de alto desempenho cresce rapidamente. De acordo com ele, essa demanda tende a superar, com folga, o potencial de retorno da mineração de Bitcoin nos próximos anos.
A empresa opera atualmente 12 centros de dados na América do Norte, com capacidade total de 341 megawatts. Embora essa estrutura tenha sustentado sua atuação no setor de cripto, a direção avalia que o aumento da dificuldade da rede Bitcoin, aliado ao avanço dos custos de energia, reduziu drasticamente a viabilidade da operação. Por isso, a gestão considera que o foco em inteligência artificial e HPC representa uma oportunidade mais estável e rentável.
O mercado reagiu de forma intensa ao anúncio. As ações da Bitfarms recuaram cerca de 18% no pregão de quinta-feira, fechando o dia a US$ 2,60. Nos últimos 30 dias, a empresa já acumula mais de 50% de queda, refletindo as incertezas sobre o futuro do setor e o impacto direto das mudanças estruturais no negócio.
A concorrência também observa movimentos parecidos. Mineradoras como MARA e IREN já iniciaram ajustes em suas operações para atender empresas de tecnologia interessadas em processamento para IA. No entanto, a Bitfarms é a primeira grande companhia a anunciar, de forma clara, que abandonará completamente a mineração de Bitcoin.
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Ambiente competitivo
Gagnon reforçou que o ambiente competitivo mudou e que o segmento de IA oferece margens superiores e previsibilidade maior do que a mineração. Ele lembrou que o crescimento da atividade está migrando para regiões com energia mais barata, como Oriente Médio, África e Rússia, reduzindo ainda mais a vantagem operacional das empresas sediadas nos Estados Unidos.
Apesar do momento delicado, a Bitfarms disse acreditar que sua transição será bem-sucedida e destacou que já converteu um financiamento de US$ 300 milhões. O objetivo é acelerar a implantação de um novo centro de dados em Panther Creek, na Pensilvânia. A expectativa é de que a infraestrutura voltada para computação de alto desempenho torne a companhia mais competitiva.
Um novo relatório da Zodia Custody, empresa apoiada pelo Standard Chartered, aponta que 2026 será o ano em que os ativos digitais “amadurecem”. O estudo identifica cinco pilares que devem moldar o futuro do setor: custódia, stablecoins, colateral, staking e tokenização. Todos representam a base de uma nova arquitetura de mercado digital.
Segundo Anoosh Arevshatian, diretora de produto da companhia, o mercado está passando de uma fase de testes para um estágio de produtividade.
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“As instituições deixaram de falar em provas de conceito. Agora falamos em infraestrutura, interoperabilidade e confiança”, disse.
Para ela, 2026 marcará a transição da especulação para a execução no universo dos ativos digitais.
O primeiro ponto do relatório destaca que a custódia digital deixará de ser um serviço para se tornar um sistema essencial. Ela passará a ser o núcleo operacional da adoção institucional. Grandes bancos tratarão a infraestrutura cripto como tratam a computação em nuvem — indispensável, porém padronizada e segura. O texto também prevê o surgimento de padrões globais para custodiante digital e a expansão dos modelos de múltiplas custódias.
Jay Tan, especialista da empresa, afirmou que “custódia não é apenas guarda de ativos, é infraestrutura de mercado”. Assim, o relatório prevê que, até 2026, a conformidade regulatória será integrada desde o design, transformando segurança e transparência em padrão básico.
Stablecoins como motores de liquidez do mercado cripto
Imagem: X
O segundo ponto mostra que as stablecoins deixarão de ser apenas tokens de liquidação e se tornarão ferramentas de tesouraria programáveis. Com infraestrutura segura e regulamentação clara, as stablecoins emitidas por bancos e instituições devem fornecer liquidez contínua e rendimento automatizado. Para a Zodia, elas serão o tecido conector das finanças institucionais em tempo real.
Outro destaque é o avanço do colateral digital, que promete desbloquear trilhões em capital ocioso. A tokenização de ativos permitirá margens e liquidações instantâneas, aumentando a eficiência e reduzindo riscos. Reguladores devem reconhecer ativos tokenizados como garantias válidas, o que transformará o sistema de crédito.
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Além disso, o relatório afirma que o staking institucional deixará de ser opcional e se tornará parte integrada da custódia. Desse modo, as instituições vão buscar rendimentos ajustados ao risco, enquanto protocolos DeFi permissionados oferecerão acesso seguro a retornos transparentes e programáveis. A empresa prevê que 2026 marcará a fusão entre liquidez institucional e DeFi, criando novos modelos de empréstimos híbridos.
Por fim, a Zodia Custody prevê que os ativos tokenizados finalmente se tornarão mainstream. Títulos públicos, commodities e fundos monetários já começam a ser emitidos e negociados em blockchain. A infraestrutura de custódia e colateral tornará esses ativos tão seguros quanto o dinheiro tradicional, mas com eficiência digital.
A pré-venda do Best Wallet Token entrou oficialmente na reta final depois de alcançar US$ 17 milhões arrecadados, um marco que colocou o projeto entre os mais comentados deste ciclo. A equipe confirmou que faltam apenas 13 dias para o encerramento da oferta. Isso aumentou a sensação de urgência entre investidores novos e antigos.
O $BEST funciona como token oficial da Best Wallet, uma carteira de autocustódia criada em Londres e baseada na rede Ethereum. O aplicativo surgiu em 2023 e ganhou destaque graças a recursos que mostram tokens em alta, sentimento do mercado e dados atualizados sobre novos lançamentos. Esses painéis deram ao app uma identidade própria e ajudaram a atrair mais usuários.
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Além disso, a carteira da Best Wallet assumiu uma meta ousada: conquistar 40% do mercado de carteiras até 2026. Para isso, a empresa aposta na expansão do ecossistema e na força da comunidade que se formou em torno do projeto. A pré-venda do token faz parte dessa estratégia e já movimentou números expressivos desde o lançamento.
O início mostrou esse potencial. Nos primeiros quinze dias, a oferta ficou restrita aos usuários da carteira, que responderam rapidamente. Em 24 horas, a arrecadação superou US$ 167 mil, e uma semana depois já alcançava US$ 400 mil. No fim da janela exclusiva, o total avançou para US$ 1 milhão. Esses resultados chamaram a atenção de quem ainda não conhecia a plataforma.
Com o avanço dos estágios, a pré-venda manteve ritmo forte e agora acumula US$ 17 milhões, valor muito acima das primeiras projeções. O modelo de venda por fases também ajudou, porque o preço do token sobe aos poucos a cada rodada. Assim, muitos investidores decidiram comprar antes dos ajustes de valor.
Os comparativos históricos reforçam o interesse. Projetos como Ethereume Cardanotambém viveram pré-vendas longas e alcançaram forte valorização nos anos seguintes. Embora isso não garanta repetições, serve como referência para parte da comunidade que busca oportunidades semelhantes.
Além disso, a história sugere que manter tokens de utilidade de qualidade ao longo de vários ciclos de mercado pode ser uma boa estratégia para se obter bons retornos. Considerando o potencial do projeto, a análise de preço do token $BEST aponta que ele pode chegar em 2030 cotado em cerca de US$ 0,9999.
Agora, com apenas 13 dias restantes, a atenção se volta para os próximos passos da Best Wallet. A plataforma trabalha em novas funções, como integração ampliada com redes, ferramentas de staking e acesso exclusivo a futuras pré-vendas dentro do próprio ecossistema. O comprar $BEST trará benefícios diretos aos detentores, incluindo taxas menores e direito a voto.
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Assim, se o plano de alcançar 40% do mercado até 2026 se confirmar, a projeção aponta para um setor que pode chegar a US$ 16 bilhões, segundo estimativas de crescimento do segmento de carteiras. Nesse cenário, o Best Wallet Token ganharia espaço natural como uma das alternativas mais relevantes do período.
Aviso: Este artigo tem funcionalidade exclusivamente informativa, e não constitui aconselhamento de investimento ou oferta para investir. O CriptoFácil não é responsável por qualquer conteúdo, produtos ou serviços mencionados neste artigo. Recomendamos que você sempre faça sua própria pesquisa (DYOR) antes de tomar qualquer decisão financeira. Invista apenas o que você pode se dar ao luxo de perder.