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Após Aster, BNB Chain lança concorrente do Polymarket

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A BNB Chain intensificou a disputa no setor de mercados de previsão on-chain com o lançamento do Predict.fun. A plataforma, que ganhou visibilidade após uma menção pública de Changpeng Zhao (CZ), fundador da Binance, representa a nova aposta da rede para competir diretamente com líderes como o Polymarket, que domina o segmento com volumes bilionários.

O Predict.fun surgiu oferecendo um modelo pouco comum nesse setor: depósitos que geram rendimento, mecanismo pensado para atrair usuários em um mercado que cresce rapidamente. A plataforma abriu consulta pública para seu airdrop, embora ainda não tenha confirmado snapshots oficiais, o que alimenta especulações e mantém a comunidade em alerta.

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A equipe do projeto afirma que o modelo combina entretenimento e retorno financeiro, mas CZ fez questão de ressaltar que não se trata de um produto oficial da Binance. Ele destacou a independência da plataforma, mesmo reconhecendo seu potencial estratégico dentro do ecossistema da BNB Chain.

A incerteza sobre o airdrop, porém, continua. Apesar do engajamento nas redes sociais, nenhum canal oficial divulgou critérios de elegibilidade ou detalhes de distribuição. Essa falta de confirmação alimenta o interesse, mas também impõe cautela entre os participantes que esperam orientações mais claras.

A reação inicial do mercado foi moderada. Os volumes do Predict.fun ainda estão bem abaixo dos observados em plataformas maduras como o Polymarket. Além disso, governos e grandes instituições financeiras permanecem neutros em relação ao lançamento, sem manifestações diretas até o momento.

Apesar disso, analistas do setor observam que o movimento reforça a estratégia da BNB Chain de ampliar sua participação no mercado de previsão, que ganhou notoriedade global após as eleições dos Estados Unidos em 2024. Naquele período, o Polymarket movimentou bilhões sem causar impacto relevante em grandes criptomoedas, como BTC e ETH, demonstrando a resiliência desse formato.

Previsão BNB Chain
Imagem: X

BNB Chain

O lançamento ocorre em um momento de volatilidade para a BNB. O token opera a US$ 858,68, com queda de 3,46% nas últimas 24 horas, segundo dados do CoinMarketCap. O volume de negociação de US$ 2,31 bilhões cresceu quase 28% no período, enquanto o preço acumula retração superior a 17% em 60 dias. Esse comportamento reflete desafios macroeconômicos e incertezas que afetam todo o setor.

Paralelamente ao Predict.fun, outro concorrente da BNB Chain se prepara para estrear: o Probable, plataforma voltada para previsões on-chain com forte apoio de PancakeSwap e YZi Labs. O projeto aposta em uma abordagem de taxas zero, interface simplificada e mercados diversos, incluindo eventos regionais e esportivos pouco explorados por plataformas tradicionais.

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O Probable também planeja facilitar a entrada de novos usuários ao permitir depósitos em qualquer token, convertidos automaticamente em USDT na BNB Chain. Esse fluxo reduz barreiras técnicas e amplia o alcance do produto. Para garantir a integridade dos resultados, a plataforma utilizará o Optimistic Oracle da UMA, conhecido por seu mecanismo de validação transparente e resistente à censura.

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ETFs de Bitcoin e Ethereum perdem US$ 582 milhões em um único dia

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Os ETFs de Bitcoin e Ethereum enfrentaram uma pressão intensa nesta segunda-feira, quando registraram saídas líquidas que somaram US$ 582 milhões. Essa retirada marcou o maior recuo institucional das últimas duas semanas. O movimento ocorreu enquanto investidores reduziram risco diante da instabilidade nas ações americanas.

Os dados mostram que os ETFs de Bitcoin sofreram o impacto mais forte. Eles perderam US$ 357,6 milhões em um único dia, segundo dados do setor. As vendas atingiram fundos da Fidelity, Ark e Bitwise, enquanto o ETF da BlackRock permaneceu estável.

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Ao mesmo tempo, os ETFs de Ethereum registraram quase US$ 225 milhões em resgates, sinalizando que o ajuste não foi isolado. O setor inteiro respondeu ao ambiente macroeconômico mais tenso.

Instituições reduzem risco em meio a incertezas globais

Apesar dos preços estáveis no mercado cripto, o fluxo dos ETFs mostrou outra realidade. Assim, os investidores preferiram cortar exposição usando esses instrumentos. Eles são rápidos, líquidos e refletem a visão institucional sobre risco.

Especialistas explicaram que o Bitcoin tem reagido como um derivado do setor tecnológico recentemente. Assim, quando o Nasdaq sofre correções, o Bitcoin costuma cair com ainda mais intensidade.

Farzam Ehsani, CEO da VALR, afirmou que essa dinâmica empurra os ETFs para acompanhar a redução de risco no mercado de ações. Ele destacou que o movimento não indica um problema específico nas criptomoedas. Em vez disso, mostra uma realocação ampla em resposta ao cenário econômico.

O executivo lembrou que o Bitcoin caiu nos últimos seis meses enquanto os índices americanos permaneceram estáveis. Ele classificou novembro como o pior mês do ano. Já dezembro, segundo ele, mantém um comportamento lateral, com pouca demanda consistente.

Fluxos mensais reforçam tendência de cautela

Os ETFs de Bitcoin mostram um saldo negativo em dezembro. Eles acumulam US$ 705 milhões em saídas, contra US$ 480 milhões em entradas no mesmo período. Assim, o saldo líquido ficou em cerca de US$ 225 milhões negativos no mês.

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Os ETFs de Ethereum apresentam um quadro mais equilibrado. Eles receberam US$ 411 milhões, mas perderam US$ 403 milhões, mantendo o setor praticamente estável.

A incerteza aumentou após a decisão do Federal Reserve em 10 de dezembro. O banco cortou juros, mas sinalizou uma possível pausa no ciclo de afrouxamento. Assim, o mercado passou a lidar com mensagens divididas dentro do FOMC.

Ehsani afirmou que o cenário ficou ainda mais complexo. Ele citou o avanço dos rendimentos dos títulos de dez anos, que chegaram a 4,2%, e a pressão sobre ações de tecnologia. Ele destacou também o temor de superaquecimento no setor de IA.

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Mesmo com esse pano de fundo, ele disse que o longo prazo do Bitcoin segue moderadamente otimista. Ele destacou que a liquidez global está crescendo e que a pressão dos vendedores de longo prazo está quase esgotada.

Por fim, ele afirmou que a base institucional permanece sólida. Assim, ele acredita que esses fundamentos podem sustentar uma recuperação gradual e, possivelmente, uma saída do mercado lateral atual.

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14 bancos dos EUA já estão trabalhando em produtos com criptomoedas

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Quatorze dos 25 maiores bancos dos Estados Unidos já trabalham no desenvolvimento de produtos ligados ao Bitcoin e a criptomoedas. A movimentação confirma uma mudança estrutural na forma como o sistema financeiro tradicional encara os ativos digitais.

Embora muitos bancos ainda adotem um discurso público cauteloso, a integração do Bitcoin avança de maneira consistente nos bastidores. Instituições financeiras preferem preparar infraestrutura, compliance e produtos antes de anunciar iniciativas oficialmente.

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De acordo com a River, esses bancos atuam em diferentes frentes. O objetivo comum é oferecer exposição ao Bitcoin de forma regulada, segura e alinhada às normas dos Estados Unidos. Entre os produtos em desenvolvimento, aparecem serviços de custódia e guarda de Bitcoin. Os bancos buscam soluções para armazenar ativos digitais com padrões equivalentes aos usados em títulos e ações tradicionais.

Outra frente envolve acesso à negociação e corretagem. Nesse modelo, clientes podem comprar e vender Bitcoin diretamente por plataformas bancárias, sem recorrer a corretoras externas. As instituições também trabalham na integração do Bitcoin a plataformas de gestão de patrimônio. A ideia é permitir que o ativo faça parte de carteiras diversificadas, ao lado de ações, renda fixa e fundos.

Além disso, bancos avaliam veículos de investimento regulados, como fundos e produtos estruturados lastreados em Bitcoin. Essa abordagem reduz o contato direto com operações on-chain. Na prática, a maioria das iniciativas prioriza pontos de entrada compatíveis com exigências regulatórias. O setor evita, por enquanto, soluções totalmente descentralizadas ou sem intermediários.

Bancos abraçam criptomoedas

Vários fatores explicam por que os bancos aceleraram esse movimento agora. O primeiro deles é o aumento da demanda por parte de clientes de alta renda. G0estores de patrimônio relatam pedidos recorrentes por exposição a Bitcoin. Muitos investidores enxergam o ativo como proteção de longo prazo ou instrumento de diversificação. Outro fator decisivo envolve avanços na clareza regulatória nos Estados Unidos. Mesmo com debates em andamento, bancos já enxergam regras mais previsíveis do que em ciclos anteriores.

Bancos criptomoedas

Além disso, a expansão de produtos à vista ligados ao Bitcoin, como ETFs, também contribuiu. Esses instrumentos criaram referências legais e operacionais que facilitam a entrada bancária. Dessa forma, a concorrência exerce pressão adicional. Fintechs e empresas nativas de criptomoedas avançaram rapidamente, obrigando bancos tradicionais a reagir para não perder relevância.

Nesse cenário, o Bitcoin deixou de ser tratado como experimento opcional. Para muitas instituições, oferecer algum tipo de exposição virou necessidade estratégica. Esse movimento marca uma nova fase da adoção institucional. O Bitcoin passa a transitar do status de ativo alternativo para componente da infraestrutura financeira tradicional. Bancos começam a preparar o ativo para ser tratado como qualquer outro instrumento de portfólio. Assim, a lógica se aproxima do modelo usado para ações, commodities e renda fixa.

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Contagem regressiva do PepeNode: faltam apenas 23 dias para o fim do early access

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A contagem regressiva entrou em fase decisiva para o PepeNode (PEPENODE). Faltam apenas 23 dias para o fim do early access. O projeto intensificou o interesse do mercado ao combinar mecânicas de mineração virtual com o modelo mine-to-earn, estrutura que tenta resgatar o entusiasmo do setor de GameFi. O avanço acontece enquanto investidores buscam a próxima criptomoeda capaz de multiplicar ganhos em meio ao desempenho fraco de várias memecoins tradicionais.

O interesse não surgiu por acaso. O PepeNode já arrecadou mais de US$ 2,536 milhões em sua pré-venda. Assim, o volume fornece capital para desenvolver um jogo de mineração que transforma a operação de nós digitais em uma experiência completa. O sistema simula decisões reais de mineração, como expansão de instalações, otimização de equipamentos e gestão de eficiência. Cada ação influencia diretamente o resultado, não há minigames paralelos ou tarefas desconectadas da proposta central.

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O token PEPENODE está sendo vendido por US$ 0.0011968 nesta fase. Analises de preço do Pepenode avaliam que esse valor pode não voltar após o encerramento da pré-venda, sobretudo se as listagens iniciais em DEXs atraírem demanda significativa. O projeto tem sido comparado a jogos como Factorio e “tycoons” clássicos. No entanto, no Pepenode, o gerenciamento de recursos resulta em recompensas reais em cripto, um diferencial que chamou a atenção do chamado smart money.

O jogo trata a mineração como o próprio gameplay. O jogador compra nós virtuais, monta estruturas, combina características e ajusta a operação para aumentar a produção. Decisões erradas reduzem o rendimento, enquanto combinações eficientes impulsionam os resultados. O sistema oferece dados como hashrate, participação da rede, progresso de bloco e ciclos de halving simulados, reforçando a sensação de operar uma mineradora real sem os custos de energia e hardware físico.

Pepenode

Pepenode promete revolucionar o mercado

O projeto pretende ainda incorporar elementos como controle de temperatura, estabilidade e consumo energético, criando camadas adicionais de estratégia. Isso diferencia o PepeNode de tentativas anteriores de GameFi, como RollerCoin, que se apoiavam em minigames sem relação com mineração real. No PepeNode, todo o ecossistema gira em torno da operação e otimização dos rigs virtuais.

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No aspecto econômico, o modelo deflacionário é o principal destaque. Setenta por cento de todos os tokens gastos em upgrades e expansões são queimados, reduzindo a oferta à medida que o jogo ganha tração. Esse mecanismo cria um incentivo contínuo para reinvestimento e combate o excesso de emissão, problema que arruinou muitos projetos Play-to-Earn no passado. Além disso, operações otimizadas desbloqueiam recompensas em outras memecoins populares, como PEPE e FARTCOIN, ampliando o apelo para comunidades ativas.

O ecossistema também inclui retorno elevado para participantes que realizam staking, com projeções que chegam a 564% ao ano. Há ainda recompensas por indicação que aumentam a viralização do projeto, atraindo novos usuários para o jogo e para a pré-venda. Portanto, comprar Pepenode agora pode ser uma boa pedida para os holders que desejam lucros em 2026.

Assim, o interesse crescente também vem da facilidade de entrada. O projeto aceita compras em ETH, BNB, USDT (ERC-20 e BEP-20) e até cartões de crédito. Ele está listado na ferramenta Upcoming Tokens da Best Wallet e já passou por auditoria da Coinsult, o que ajuda a elevar a confiança nessa etapa inicial.

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XRP vai cair para menos de US$ 1? Força comprado diminui e ameaça Ripple

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O XRP atravessa um momento delicado, marcado por baixa convicção dos investidores e sinais claros de enfraquecimento da demanda. A criptomoeda mantém o suporte em US$ 2,00, porém o mercado começa a questionar até quando esse nível seguirá intacto.

Após a decisão recente do Federal Reserve, o ambiente macroeconômico ficou mais instável. O corte de juros veio acompanhado de um discurso duro, que destacou riscos inflacionários e fragilidade no mercado de trabalho. Esse tom reduziu o apetite por ativos de risco, incluindo criptomoedas.

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Nesse cenário, o XRP passou a operar de lado, sem força para sustentar movimentos de recuperação. Mesmo acima de US$ 2,00, o ativo encontra dificuldades para atrair novos compradores e segue pressionado por resistências técnicas relevantes. Os dados on-chain ajudam a explicar essa perda de tração. A atividade no XRP Ledger caiu de forma consistente desde o início de novembro. Segundo a CryptoQuant, a média de endereços ativos recuou para cerca de 20 mil.

Em comparação, a rede chegou a registrar mais de 32 mil endereços ativos em meados de novembro. A redução indica menor uso da blockchain e enfraquece a narrativa de adoção no curto prazo. Assim, quando menos usuários transacionam, o fluxo de capital diminui. Esse movimento reduz a pressão compradora e limita qualquer tentativa de alta mais consistente. Assim, o preço permanece vulnerável.

O mercado de derivativos reforça esse quadro. O Open Interest dos futuros de XRP estabilizou em US$ 3,72 bilhões, um nível bem inferior ao observado meses atrás. Em outubro, durante um período de forte volatilidade, o indicador superava US$ 8 bilhões. Já em julho, o mercado chegou a registrar um recorde de US$ 10,94 bilhões em contratos abertos.

XRP vai cair para US$ 1?

XRP cair

O Open Interest reflete o grau de exposição dos traders. A queda contínua sugere que investidores preferem reduzir risco e aguardar sinais mais claros antes de assumir novas posições. Esse comportamento indica desconfiança sobre a capacidade do XRP sustentar uma tendência de alta. Muitos participantes optam por ficar à margem, o que mantém o ativo preso em uma faixa estreita.

Apesar disso, o interesse institucional segue relativamente estável. Os ETFs de XRP continuam registrando entradas, com cerca de US$ 16 milhões em um único dia recente. O volume acumulado já se aproxima de US$ 1 bilhão, enquanto os ativos líquidos somam aproximadamente US$ 930 milhões. Esses fluxos ajudam a conter quedas mais bruscas, mas ainda não impulsionam uma recuperação sólida.

No campo técnico, o cenário exige atenção. O XRP opera abaixo das médias móveis exponenciais de 50, 100 e 200 períodos, o que mantém a estrutura de curto prazo desfavorável. Os indicadores de momentum mostram leve equilíbrio. O MACD ensaia melhora discreta, enquanto o RSI gira próximo de 48 pontos, refletindo ausência de força dominante.

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Para onde vai o preço do XRP

Uma linha de tendência descendente, originada em US$ 2,58, segue limitando ganhos. A resistência mais próxima aparece em US$ 2,13, nível que precisa ser superado para mudar o sentimento. A força da tendência permanece baixa. O ADX em 9,76 indica mercado lateralizado, geralmente um estágio que antecede movimentos mais amplos.

O suporte imediato se concentra perto de US$ 1,98, sustentado por uma linha ascendente iniciada em US$ 1,82. Enquanto esse patamar resistir, o preço tende a se manter estável. No entanto, uma quebra desse suporte pode mudar rapidamente o cenário. Caso isso ocorra, a pressão vendedora pode se intensificar e abrir espaço para quedas mais profundas. Nesse contexto, analistas começam a discutir alvos abaixo de US$ 1 como possibilidade em um cenário extremo. Embora ainda não seja o caso base, o risco cresce à medida que a força compradora diminui.

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Cardano, Solana e Bittensor se preparam para alta? Análise revela sinais para as criptomoedas

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O mercado de criptomoedas inicia a semana em queda com 3 criptomoedas no destaque dos analistas. Enquanto Cardano (ADA) mostra melhora gradual no sentimento, Solana (SOL) se aproxima de um possível rompimento técnico apoiado por fluxo institucional. Já o Bittensor (TAO) enfrenta pressão mesmo diante de um evento estrutural importante.

No caso do Cardano, o preço se mantém acima de US$ 0,40, após não conseguir sustentar uma alta acima do limite superior de um padrão de cunha na semana anterior. Apesar do movimento lateral no curto prazo, dados on-chain e de derivativos apontam para uma mudança gradual de humor. De acordo com Manish Chhetri, analista de mercado, “os dados da CryptoQuant mostram ordens relevantes de baleias, domínio de compras e condições mais equilibradas, o que sugere um interesse comprador crescente”.

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Além disso, os indicadores de derivativos reforçam essa leitura. O long-to-short ratio do ADA atingiu 1,19, o maior nível em mais de um mês, segundo a CoinGlass. Esse patamar indica que mais traders apostam na alta do que na queda. Chhetri destaca que “quando esse índice permanece acima de um, o mercado costuma antecipar movimentos de recuperação”. As taxas de financiamento também viraram positivas, um sinal histórico de retomada de preço no Cardano.

Do ponto de vista técnico, o ADA tenta se organizar dentro de uma cunha descendente. Caso o preço consiga romper esse padrão, analistas veem espaço para uma alta até US$ 0,51, nível que coincide com a retração de Fibonacci de 38,2%. Ainda assim, o risco permanece. Se houver rejeição, o ativo pode recuar novamente até US$ 0,37, mínima registrada no início de dezembro.

Cardano criptomoedas

Sinais das criptomoedas

Enquanto isso, o cenário para o Bittensor (TAO) se mostra mais delicado. O token ligado ao setor de inteligência artificial descentralizada sobe pontualmente após quedas recentes, mas o sentimento geral ainda inspira cautela. O ativo passa por seu primeiro evento de halving, que reduz pela metade a emissão diária para 3.600 TAO. Em teoria, isso tende a favorecer o preço, desde que a demanda se mantenha.

No entanto, Vishal Dixit observa que o mercado ainda não reagiu de forma consistente. “O interesse no mercado futuro permanece fraco, com queda no open interest e financiamento negativo, o que indica aumento da confiança dos vendedores”, afirma. O open interest recuou para US$ 201 milhões, enquanto a taxa de financiamento virou negativa, reforçando o viés defensivo.

Tecnicamente, o TAO rompeu um padrão de triângulo simétrico, o que aumenta o risco de novas quedas. Analistas apontam possíveis alvos em US$ 265 e, em um cenário mais negativo, US$ 250. Indicadores como RSI e MACD seguem inclinados para baixo, mostrando pressão vendedora contínua.

Bittensor

Previsão Solana

Já a Solana apresenta um quadro mais construtivo. O preço se mantém acima de US$ 131 e se aproxima do limite superior de uma cunha descendente, padrão que costuma anteceder movimentos de alta. O diferencial está no comportamento dos investidores institucionais. Desde o lançamento dos ETFs à vista de Solana, os fluxos seguem positivos semana após semana.

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Dados da SoSoValue mostram que os ativos sob gestão dos ETFs de SOL já se aproximam de US$ 1 bilhão. Para Manish Chhetri, isso indica que “instituições continuam comprando nas correções, em vez de abandonar posições, o que sustenta uma visão otimista”. O mercado de derivativos confirma esse movimento, com o long-to-short ratio em 1,07, o maior nível em mais de um mês.

Se o rompimento técnico se confirmar, analistas projetam uma alta até a região de US$ 160. O RSI aponta perda de força vendedora e se aproxima do nível neutro. Ainda assim, o risco de correção permanece, com suporte relevante próximo de US$ 121,66.

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Solana liga o modo turbo e novo cliente Firedancer pode transformar a rede

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A rede Solana ativou oficialmente um novo cliente de validação. O desenvolvedor Kevin Bowers, integrante da Jump Crypto, confirmou a entrada em operação do Firedancer na rede principal. A novidade amplia as opções disponíveis para validadores e reacende o debate sobre descentralização, desempenho e resiliência da blockchain.

Um cliente de validação funciona como o software responsável por permitir que os validadores executem as regras do protocolo e participem do consenso da rede. Até agora, Solana operava basicamente com dois clientes: Agave e Jito-Labs, sendo este último um fork do Agave. Com a ativação do Firedancer, a rede passa a contar com uma terceira alternativa funcional, reduzindo a dependência de uma única implementação.

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Os desenvolvedores do Firedancer afirmam que o novo cliente busca melhorar três pilares centrais da rede Solana: desempenho, escalabilidade e estabilidade. Um dos principais ganhos está na redução do risco sistêmico. Com mais clientes ativos, um eventual erro de software deixa de afetar toda a rede, o que diminui falhas em cascata e mitiga riscos de centralização.

Atualmente, os dados mostram uma concentração relevante. Agave responde por mais de 81% dos validadores, enquanto Jito-Labs concentra cerca de 18%. O Firedancer, recém-lançado, ainda representa aproximadamente 0,13%, com cerca de 800 validadores em operação. Mesmo assim, a simples existência de uma nova base de código já altera a dinâmica do ecossistema.

Solana Firedancer

Solana Firedancer

Do ponto de vista técnico, o Firedancer aposta em uma arquitetura modular para a Solana. O software separa funções críticas, como processamento de pacotes, verificação de assinaturas e construção de blocos, em componentes independentes. Essa divisão reduz gargalos e melhora a eficiência no fluxo de dados, um ponto sensível para Solana após episódios de congestionamento no passado.

Durante a fase beta, os desenvolvedores indicaram que o Firedancer foi capaz de processar até 1 milhão de transações, um número que reforça o foco em alta performance. Além disso, o cliente aprimora a comunicação entre nós por meio do protocolo Turbine, responsável pela propagação de blocos. Uma transmissão mais uniforme acelera a validação e melhora a sincronização entre validadores.

Outro diferencial está na linguagem utilizada. Enquanto Agave e Jito são escritos em Rust, o Firedancer foi desenvolvido em C e C++, linguagens tradicionalmente associadas a aplicações de alto desempenho. Essa escolha amplia a diversidade técnica e reduz o risco de vulnerabilidades compartilhadas entre clientes.

Nos primeiros minutos de operação, o painel de monitoramento do Firedancer mostrou um desempenho consistente. O validador processava cerca de 2.858 transações por segundo, número alinhado com os exploradores públicos da rede. Essa convergência indica que o cliente entrega dados realistas e compatíveis com a atividade global da Solana.

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Desse modo, as métricas relacionadas aos chamados “shreds”, fragmentos usados na propagação de blocos, também apareceram ativas e atualizadas. Estados como recebido, reenviado, reparado e publicado confirmaram que o Firedancer já participa plenamente do fluxo operacional da rede.

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Bitcoin é visto como “energia transformada em dinheiro”, afirma CEO da Nvidia

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O CEO da Nvidia, Jensen Huang, apresentou uma visão direta e incomum sobre o Bitcoin durante um painel sobre energia global e inteligência artificial. Ele afirmou que a criptomoeda funciona como “energia transformada em dinheiro”, e que essa lógica muda completamente o debate sobre consumo energético. Ele explicou que o Bitcoin cria valor ao capturar eletricidade sobrante que desapareceria sem utilidade.

Segundo Huang, muitas redes elétricas geram mais energia do que precisam. Isso acontece porque fontes renováveis têm picos de produção e usinas tradicionais operam acima da demanda. Ele destacou que essa energia excedente simplesmente se perde ao longo do dia.

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Excesso De Energia Vira Ativo Digital

Assim, Huang argumentou que o Bitcoin oferece uma solução prática. Ele disse que a mineração permite monetizar energia que não encontra consumidores. Por isso, ele afirmou que o processo converte eletricidade ociosa em um ativo financeiro transferível.

Ele acrescentou que esse mecanismo funciona como uma extensão monetária da rede elétrica. Para ele, quando a energia gera Bitcoin, o valor produzido viaja livremente pelo mundo. Por isso, regiões com muita energia ou oferta instável conseguem “exportar” eletricidade de forma econômica.

Assim, o executivo reforçou que o Bitcoin não deve ser visto como um peso ambiental. Ele afirmou que o ativo representa uma maneira de aproveitar energia que nunca chegaria a um cliente pagante.

Ideia Se Aproxima Da Tese Energética De Elon Musk

Huang também reconheceu paralelos entre sua análise e a visão de Elon Musk. O empresário sempre disse que o Bitcoin funciona como “dinheiro baseado em energia”, pois depende de força computacional real para existir.

Musk também cita que boa parte da mineração atual usa fontes renováveis. Isso reforça a noção de que o Bitcoin está cada vez mais ligado a infraestruturas limpas. Assim, Huang sugere que o ativo se encaixa naturalmente em mercados que exigem eficiência energética.

Durante o painel, Huang destacou ainda que a mineração cria incentivos para ampliar a produção renovável. Ele afirmou que, sem esse tipo de demanda tecnológica, muitos investimentos em energia limpa não se justificariam financeiramente.

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Dessa forma, ele defendeu que o Bitcoin se tornou uma ferramenta que armazena e transporta energia. Ele ressaltou que isso ocorre sem depender de fronteiras, acordos políticos ou infraestrutura física.

Huang ainda comentou que a convergência entre energia, IA e Bitcoin está acelerando. Ele disse que setores de computação avançada precisam de eletricidade constante, e o Bitcoin ajuda a equilibrar essa dinâmica. Assim, ele vê o ativo como parte de um novo ciclo tecnológico.

Por fim, ele afirmou que muitos líderes do setor agora enxergam o Bitcoin de forma mais madura. Eles não o tratam como um problema ambiental, mas como uma solução que captura energia desperdiçada e a transforma em valor econômico real.

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Coinbase adota a CCIP da Chainlink para levar cbBTC e cbXRP a novas blockchains

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A Coinbase avançou mais um passo na expansão de seus ativos encapsulados ao escolher a CCIP da Chainlink como solução exclusiva para conectar cbBTC, cbETH, cbXRP e outros tokens a novas blockchains. O movimento reforça a estratégia da empresa de criar ativos portáveis e seguros em múltiplas redes, abrindo caminho para um ecossistema mais integrado.

Segundo a exchange, o conjunto de ativos wrapped da Coinbase soma hoje cerca de US$ 7 bilhões em valor. A integração com a Chainlink permitirá que esses tokens se movam com mais rapidez e segurança por diferentes redes sem a necessidade de modelos tradicionais de ponte, considerados mais vulneráveis.

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CCIP Torna Integração Cross-Chain Mais Simples E Mais Segura

A Coinbase descreveu a CCIP como sua “solução exclusiva de bridging”. A tecnologia usa “pools de tokens auditados” e contratos inteligentes para transferir valor entre redes de maneira segura. Esse modelo contrasta com pontes baseadas em wrapping simples, que historicamente sofreram ataques significativos no setor.

Josh Leavitt, diretor sênior de produto da Coinbase, afirmou que a escolha se baseia na liderança da Chainlink no setor.

A infraestrutura deles oferece um meio confiável para expandir nossa linha de Wrapped Assets”, disse o executivo.

A CCIP, lançada em fase beta em 2023, cresceu rapidamente. Ela já funciona em todo o ecossistema EVM e em redes alternativas como Solana, Monad e Aptos, além de soluções de escalabilidade ligadas ao Bitcoin, como BOB e Babylon. A rede global Swift também testou a CCIP com sucesso em um piloto envolvendo bancos.

Base, Solana e Novas Redes Entram No Mapa Da Coinbase

A integração chega poucas semanas após a Base, rede incubada pela Coinbase, lançar sua primeira ponte oficial para Solana usando tecnologia da Chainlink. A colaboração não é novidade: a chainlink já fornece feeds de dados e canais de comunicação para várias iniciativas ligadas à Coinbase.

Os Wrapped Assets da Coinbase funcionam como versões tokenizadas de criptomoedas mantidas pela empresa em reserva 1:1. Isso garante que cada unidade de cbBTC ou cbXRP corresponda exatamente ao ativo original sob custódia da plataforma.

Segundo a Chainlink, o protocolo CCIP usa as mesmas redes de oráculos que “protegem mais de 70% do DeFi global”, envolvendo mais de US$ 27 trilhões em volume de transações. A empresa argumenta que essa estrutura reduz riscos e cria um ambiente mais confiável para transferências entre redes.

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Com essa parceria, a Coinbase prepara o terreno para expandir sua presença cross-chain. A empresa aposta que, ao facilitar a circulação de ativos wrapped em múltiplas blockchains, poderá impulsionar novos casos de uso e ampliar a liquidez de seus produtos.

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Enquanto XRP e BCH andam de lado, Bitcoin Hyper se aproxima de US$ 30 milhões

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Nas últimas 48 horas, o XRP perdeu força gradualmente, recuando para a região de US$ 2 após não sustentar a alta acima de US$ 2,10 no início da semana. A pressão vendedora permaneceu controlada, porém constante. Cada tentativa de recuperação encontrou resistência próxima de US$ 2,165, limitando qualquer avanço mais consistente.

A análise técnica divulgada pela analista CasiTrades aponta que o XRP ainda defende uma zona macro de suporte relevante. O nível de retração de 0,5 de Fibonacci, situado em torno de US$ 2,03, continua funcionando como piso estrutural. O preço chegou a tocar US$ 1,99, mas reagiu rapidamente, voltando acima desse patamar.

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XRP queda

Esse comportamento reforça a leitura de que compradores seguem ativos nessa faixa. Apesar disso, o ativo não apresenta força suficiente para retomar uma tendência clara de alta. O ponto decisivo permanece em US$ 1,97. Enquanto o preço se mantiver acima desse nível, o cenário de queda mais profunda não se confirma.

No campo otimista, analistas destacam que somente uma quebra consistente acima de US$ 2,41 validaria uma reversão mais forte. Nesse caso, projeções indicam alvos entre US$ 2,75 e US$ 2,90. Por outro lado, a perda de US$ 1,97 abriria espaço para um recuo até US$ 1,64, ampliando a correção.

O Bitcoin Cash apresenta comportamento semelhante. O ativo também opera de lado, sem catalisadores claros no curto prazo. Esse movimento lateral em grandes altcoins reforça a sensação de espera no mercado, especialmente diante de incertezas macroeconômicas e menor liquidez.

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Bitcoin Hyper

Enquanto isso, um projeto específico chama atenção fora desse eixo tradicional. O Bitcoin Hyper (HYPER) alcançou US$ 29 milhões em pré-venda, aproximando-se rapidamente da marca simbólica de US$ 30 milhões. O avanço impressiona ainda mais porque ocorre em um momento em que o próprio Bitcoin permanece cerca de 30% abaixo de sua máxima histórica.

O interesse crescente se explica pela proposta do projeto. O Bitcoin Hyper surgiu para resolver limitações antigas da rede Bitcoin. A principal delas envolve a baixa capacidade de transações por segundo. A outra está ligada à ausência de suporte nativo para contratos inteligentes.

Para enfrentar esses gargalos, o projeto integra a Máquina Virtual da Solana (SVM) à segurança do Bitcoin. Essa combinação permite processar milhares de transações por segundo com taxas inferiores a US$ 0,01. Assim, o BTC deixa de ser apenas reserva de valor e passa a circular de forma mais eficiente.

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Bitcoin hyper (2)

Projeção Bitcoin Hyper

Além disso, o suporte a contratos inteligentes cria novas possibilidades, indicando que comprar Bitcoin Hyper agora pode ser uma boa opção para os traders. Protocolos DeFi, staking, empréstimos e aplicações diversas podem operar usando Bitcoin como base. Esse avanço atrai tanto investidores quanto desenvolvedores interessados em explorar um ecossistema mais amplo.

A rápida captação reflete essa expectativa. Grandes carteiras entraram na pré-venda mesmo em períodos de alta volatilidade. Analistas observam que o interesse institucional indireto cresce à medida que soluções de segunda camada ganham relevância.

Projeções externas reforçam o otimismo. Análises de preço do HYPER indicam que ele pode atingir valores médios de US$ 0,475 em 2026, com picos próximos de US$ 0,650 se a adoção avançar. Isso representaria ganhos superiores a 6.000% em relação aos preços atuais da pré-venda.

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