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Empresa de ETF de BTC diz que Bitcoin é o “Labubu digital”, apenas um brinquedo sem renda nem fluxo de caixa

Empresa de ETF de BTC diz que Bitcoin é o “Labubu digital”, apenas um brinquedo sem renda nem fluxo de caixa

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A Vanguard disse nesta sexta-feira, 12, que o Bitcoin é apenas um ativo especulativo, sem renda, sem fluxo de caixa e sem capacidade de gerar valor produtivo. A avaliação partiu de John Ameriks, chefe global de ações quantitativas da gestora, durante um evento da Bloomberg em Nova York.

A declaração ganhou força porque a Vanguard administra cerca de US$ 12 trilhões em ativos e decidiu, recentemente, liberar o acesso de seus clientes a ETFs spot de Bitcoin. Mesmo assim, a empresa manteve uma posição crítica e deixou claro que não vê um caso de longo prazo para a moeda digital.

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Ameriks afirmou que o Bitcoin não oferece renda, não gera juros e não permite composição de retornos. De acordo com ele, esses fatores afastam o ativo de qualquer definição clássica de investimento produtivo. Por isso, a gestora prefere tratá-lo como um item colecionável. Durante o evento, o executivo foi ainda mais direto ao comparar o Bitcoin a um “Labubu digital”, referência a um brinquedo de pelúcia que viralizou recentemente. Para ele, a tecnologia por trás da moeda ainda não provou valor econômico duradouro.

A fala ocorreu enquanto o Bitcoin era negociado próximo de US$ 92 mil, após recuar de máximas acima de US$ 126 mil registradas poucas semanas antes. O movimento reforçou a percepção de volatilidade e fragilidade do ativo. Apesar da crítica, a Vanguard decidiu liberar a negociação de ETFs spot de Bitcoin para seus clientes. Ameriks explicou que a decisão veio após observar o desempenho desses produtos desde janeiro de 2024, quando começaram a bater recordes de volume.

Bitcoin Labubu
Imagem: X

Bitcoin é um Labubu digital

Segundo ele, a empresa quis garantir que os ETFs realmente entregassem o que prometiam. Ainda assim, a gestora não pretende oferecer recomendações de compra ou venda e não indicará tokens específicos aos investidores. A Vanguard também deixou claro que não planeja lançar seus próprios ETFs de criptomoedas. A posição segue alinhada com avaliações anteriores, nas quais a empresa classificou o setor cripto como altamente especulativo.

Mesmo com a crítica ao Bitcoin, a gestora reconhece que a tecnologia blockchain pode ter aplicações úteis no futuro. Segundo um porta-voz, a infraestrutura pode melhorar processos de mercado, embora isso não mude a visão negativa sobre o token. Ameriks admitiu que o Bitcoin poderia ter utilidade em cenários extremos, como inflação elevada ou crises políticas severas. No entanto, ele destacou que o histórico do ativo ainda é curto e inconsistente.

Para o executivo, apenas um padrão confiável de comportamento nesses contextos permitiria discutir uma tese de investimento mais sólida. Até agora, esse padrão não apareceu de forma convincente. A cautela da Vanguard surge em um momento em que bancos também revisam projeções para o Bitcoin. O Standard Chartered reduziu sua expectativa para 2026, cortando o alvo de US$ 300 mil para US$ 150 mil.

O banco também adiou a projeção de US$ 500 mil, antes prevista para 2028, agora empurrada para 2030. A revisão ocorreu após queda na demanda de tesourarias corporativas e desaceleração dos fluxos para ETFs. Analistas da Bernstein seguiram caminho parecido. Eles retiraram a previsão de US$ 200 mil ainda este ano e passaram a trabalhar com US$ 150 mil até o fim de 2026.

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Juventus na mira: Tether quer assumir controle total do clube de futebol

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A gigante das criptomoedas Tether, conhecida pela emissão da stablecoin USDT, fez uma proposta em dinheiro para adquirir o famoso clube de futebol italiano Juventus. Se a negociação for concluída, a compra pode se tornar o movimento mais ousado na história da empresa.

O CEO da Tether, Paolo Ardoino, declarou em um comunicado que Juventus sempre fez parte de sua vida.

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“Cresci assistindo a esse time. Como menino, aprendi sobre compromisso, resiliência e responsabilidade ao ver a Juventus conquistar vitórias e enfrentar adversidades com dignidade”, afirmou Ardoino.

Tether se prepara para maior investimento da história

Embora a Tether já tenha feito diversos investimentos, incluindo em inteligência artificial e ouro, essa proposta para comprar o Juventus é, sem dúvida, o movimento mais visível e de maior impacto da empresa. Com lucros que ultrapassam os US$ 10 bilhões nos três primeiros trimestres deste ano, a Tether busca diversificar ainda mais seu portfólio.

A proposta de aquisição foi feita para comprar 100% das ações do clube pertencentes à Exor, a holding pública da família Agnelli, dona da Fiat, que controla o Juventus há décadas. A proposta, porém, depende da aprovação regulatória, o que pode demorar algum tempo.

Investimento milionário para o desenvolvimento do clube

Se a compra for concretizada, a Tether se compromete a investir 1 bilhão de euros para apoiar e desenvolver o clube, afirmando que isso faz parte de seu compromisso com o crescimento e fortalecimento da Juventus. A equipe, uma das mais renomadas do futebol mundial, mantém parcerias estratégicas com grandes marcas, como Adidas, Jeep e Allianz, e continua sendo uma das favoritas no cenário esportivo internacional.

Além disso, a Tether já havia adquirido uma participação minoritária na Juventus em fevereiro deste ano. Essa nova proposta representa um passo significativo na busca da empresa por mais presença em mercados tradicionais, além de expandir sua influência no setor esportivo.

O movimento também marca uma tentativa de transformar a Juventus em um clube ainda mais globalizado, aproveitando a força da Tether no mercado cripto e sua experiência em investimentos de longo prazo.

Com essa proposta, a Tether reafirma sua intenção de continuar expandindo seu império financeiro, aproveitando seu sucesso no setor cripto para atuar também no mundo dos esportes, um dos mercados mais lucrativos do planeta.

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Gemini recebe aprovação da CFTC para lançar mercados de previsão nos Estados Unidos

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A Gemini conquistou nesta semana um avanço decisivo no setor de derivativos cripto ao obter a aprovação da CFTC para operar mercados de previsão regulados nos Estados Unidos. A licença, concedida à afiliada Gemini Titan, permite que a exchange ofereça contratos de eventos a clientes americanos, abrindo uma nova frente de competição no setor.

A decisão encerra um processo de cinco anos e marca um ponto de virada para a empresa. O CEO, Tyler Winklevoss, afirmou que a aprovação simboliza o início de uma nova fase para a Gemini e destacou que o governo Trump teria “encerrado a guerra contra as criptomoedas” promovida pela administração anterior.

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Gemini entra em um mercado que cresce rapidamente

Com a autorização, a Gemini passa a disputar espaço com plataformas como Kalshi e Polymarket, que recentemente receberam sinal verde para operar novamente nos EUA. Esse mercado ganhou força em 2024, impulsionado pelo interesse crescente em negociações ligadas a eleições, indicadores econômicos e eventos culturais.

A empresa também planeja dar passos maiores no setor de derivativos. Segundo o comunicado, a Gemini pretende buscar permissões adicionais para listar futuros, opções e contratos perpétuos em território americano. Esses produtos são amplamente negociados na Ásia, mas continuam restritos nos EUA, onde a regulação avança de forma mais lenta.

Para a empresa, os mercados de previsão podem alcançar um tamanho igual ou até superior ao dos mercados tradicionais. O presidente Cameron Winklevoss afirmou que a CFTC entende o potencial desse segmento e reconhece seu papel na modernização do sistema financeiro.

Regulação mais aberta impulsiona expansão dos contratos de eventos

A aprovação acontece em um momento de mudança regulatória. A CFTC, sob comando interino de Caroline Pham, vem adotando uma postura mais aberta em relação aos mercados de previsão. Nesta quarta-feira, Pham anunciou o CEO Innovation Council, que inclui líderes de empresas como Gemini, Kalshi, Polymarket, Nasdaq e CME Group.

O impacto no mercado foi imediato. As ações da Gemini subiram 13,7% em poucas horas, embora ainda estejam cerca de 70% abaixo do preço de abertura do IPO. O movimento reflete o entusiasmo dos investidores diante da possibilidade de novos produtos regulamentados.

Os clientes poderão negociar contratos de eventos diretamente pelo site da exchange usando saldos em USD. O recurso também chegará ao aplicativo móvel em breve. Entre os exemplos de mercados futuros, a Gemini citou perguntas sobre o preço do Bitcoin no fim do ano ou resultados de decisões regulatórias importantes.

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O interesse do público em mercados de previsão cresce rapidamente. Em plataformas como Polymarket e Kalshi, mais de 70% dos usuários já apontam esse setor como o mais promissor dentro do universo cripto.

Com a nova aprovação, a Gemini se posiciona para liderar essa expansão, enquanto o setor se aproxima de uma integração mais profunda entre finanças tradicionais e ferramentas baseadas em blockchain.

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Solana pode chegar a US$ 260, porém nova altcoin é vista como oportunidade de 10x

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O mercado de criptomoedas voltou a discutir o potencial da Solana (SOL) após novos sinais vindos dos ETFs à vista nos Estados Unidos. Nas últimas duas semanas, os dados mostram uma desaceleração clara no ritmo de acumulação. Ainda assim, investidores institucionais seguem atentos ao próximo passo do Federal Reserve, que pode destravar um novo ciclo de valorização para ativos de risco.

Segundo dados da SoSoValue, os ETFs spot de Solana registraram um leve aumento diário de cerca de US$ 16,5 milhões. Embora o valor fique abaixo das entradas observadas anteriormente, o movimento indica posicionamento antecipado. O mercado, portanto, começa a se preparar para uma possível mudança no cenário macroeconômico.

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Atualmente, participantes do mercado precificam um corte de 50 pontos-base nos juros dos EUA ainda neste mês. Dados recentes de inflação vieram abaixo do esperado. Além disso, 11 dos 12 membros do FOMC já sinalizam apoio a uma flexibilização monetária em dezembro. As probabilidades desse cenário alcançam 89%.

Nesse contexto, a Solana se destaca entre as altcoins. Durante o segundo pior mês do ano para o mercado cripto, a rede acumulou 22 dias consecutivos de entradas institucionais. Enquanto outros ETFs perderam capital, investidores tradicionais aproveitaram a queda para comprar SOL, reforçando sua posição como aposta institucional preferida.

Solana em busca de alta

Solana busca alta

No campo técnico, analistas observam um padrão de duplo fundo em formação. Um corte agressivo de juros pode fornecer o impulso necessário para confirmar essa estrutura. O nível de US$ 145 surge como a última grande resistência antes de uma reversão mais ampla.

Indicadores de momentum reforçam esse cenário. O RSI constrói topos mais altos e pressiona a linha neutra dos 50 pontos. Ao mesmo tempo, o MACD mantém distância positiva da linha de sinal, sugerindo uma tendência de alta com maior sustentação.

Se o padrão se confirmar, a projeção inicial aponta para US$ 210, com possibilidade de retomada da estrutura de triângulo descendente rompida ao longo do ano. Nesse cenário, analistas não descartam alvos mais ambiciosos, que poderiam levar a Solana a US$ 260 ou até além, caso o ambiente macro permaneça favorável.

Porém, riscos permanecem. Uma decisão inesperada do Fed, mantendo os juros estáveis, pode provocar rejeição imediata na região de US$ 145. Isso colocaria novamente o suporte de US$ 120 sob pressão e adiaria qualquer tentativa de rali.

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Pepenode: nova altcoin vista como oportunidade

Pepenode
Pré-venda do token $PEPENODE.

Enquanto Solana disputa atenção institucional, o mercado também observa o surgimento de novas altcoins com propostas mais agressivas de retorno. Após altas expressivas em ativos como Bitcoin Cash e ZCash, investidores passaram a buscar projetos capazes de multiplicar ganhos de forma acelerada.

Nesse movimento, o Pepenode (PEPENODE) ganhou destaque ao apresentar um modelo diferente baseado em mine-to-earn. O projeto combina mineração virtual, mecânica de jogo e um sistema deflacionário desde o início, tentando ir além da simples viralização típica das memecoins.

O Pepenode permite que usuários adquiram nós digitais, criando salas de servidores virtuais sem necessidade de hardware físico. Cada nó gera recompensas em tokens PEPENODE, simulando a mineração tradicional de forma gamificada e acessível.

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O interesse cresceu rapidamente. A pré-venda já ultrapassou US$ 2,2 milhões arrecadados, atraindo investidores em busca de alternativas a memecoins estagnadas. Portanto, comprar Pepenode agora pode trazer lucro aos investidores iniciais. Um dos pontos centrais é o mecanismo de queima de 70% dos tokens usados em upgrades, o que aumenta a escassez e sustenta expectativas de valorização.

Análises de preço do Pepenode estimam que o token possa alcançar US$ 0,25 até o fim de 2025, caso consiga listagem em grandes DEXs e mantenha crescimento comunitário. Para 2030, análises mais positivas apontam para valores próximos de US$ 0,85, caso o ecossistema se consolide totalmente on-chain.

Além disso, o projeto oferece staking com retorno anual de até 564% e recompensas por indicação, o que impulsiona engajamento e expansão da base de usuários. Em um mercado que voltou a valorizar narrativas fortes e utilidade real, projetos como o Pepenode surgem como apostas de alto risco, mas também de potencial multiplicação expressiva, enquanto Solana segue como referência entre as grandes altcoins.

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Aviso: Este artigo tem funcionalidade exclusivamente informativa, e não constitui aconselhamento de investimento ou oferta para investir. O CriptoFácil não é responsável por qualquer conteúdo, produtos ou serviços mencionados neste artigo. Recomendamos que você sempre faça sua própria pesquisa (DYOR) antes de tomar qualquer decisão financeira. Invista apenas o que você pode se dar ao luxo de perder.

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Cadê meu dinheiro? Aave Labs recebe críticas por desvio de taxas

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A Aave Labs passou a enfrentar forte contestação da comunidade após mudanças recentes nas integrações de trocas dentro da plataforma. Delegados da Aave DAO afirmam que parte das taxas deixou de chegar ao tesouro coletivo, levantando dúvidas sobre transparência e alinhamento de interesses.

A controvérsia surgiu no fórum de governança da Aave. O delegado conhecido como EzR3aL apontou que a nova integração com a CoW Swap alterou a forma como as taxas de swap são distribuídas. Segundo ele, valores que antes reforçavam a DAO agora permanecem com a Aave Labs. Até então, as trocas realizadas pela interface da Aave utilizavam um adaptador da ParaSwap. Nesse modelo, qualquer excedente gerado era direcionado ao tesouro da Aave DAO, fortalecendo a sustentabilidade do ecossistema.

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Com a nova integração, esse fluxo mudou. EzR3aL afirmou que a DAO deixou de receber taxas adicionais entre 15 e 25 pontos-base, o que representa uma perda relevante ao longo do tempo. Um exemplo citado foi a última transferência semanal, que somava 46 ETH, mais de US$ 150 mil.

A análise também mostrou que a arrecadação da DAO começou a cair gradualmente desde junho, período em que a CoW Swap passou a ser integrada de forma parcial à plataforma. Esse dado reforçou a percepção de que a mudança impactou diretamente a receita coletiva. Na semana passada, a Aave anunciou que a CoW Swap passaria a gerenciar todas as trocas internas. A empresa destacou benefícios como melhores preços e proteção contra ataques MEV, além de maior flexibilidade para usuários ajustarem posições de empréstimo.

Aave Labs recebe críticas

Apesar das vantagens operacionais, a discussão rapidamente se concentrou na questão das taxas. A Aave Labs confirmou que agora retém esses valores e afirmou que considera a prática legítima, já que mantém e financia o front-end.

Essa resposta aumentou a tensão. Marc Zeller, da influente Aave Chan Initiative, classificou a situação como “extremamente preocupante”. Para ele, a medida representa uma privatização disfarçada de receitas geradas com marca e propriedade intelectual financiadas pela DAO.

Zeller afirmou que existia uma relação implícita de cooperação entre a DAO e a Labs, sempre voltada ao interesse dos detentores do token AAVE. Segundo ele, a mudança rompe esse entendimento e gera sensação de quebra de confiança. Outros membros da comunidade ecoaram o descontentamento. Muitos descreveram a decisão como um “erro não forçado” e apontaram um claro desalinhamento entre a entidade desenvolvedora centralizada e a governança descentralizada.

Desse modo, o debate ganhou força rapidamente. O fórum registrou mais de 30 comentários em poucas horas, com críticas diretas e pedidos por maior clareza. Assim, a insatisfação se tornou evidente mesmo entre apoiadores históricos do projeto. A Aave Labs respondeu dizendo que as integrações ficam fora do protocolo, que permanece sob controle da DAO. De acordo com a empresa, o front-end é um produto próprio, financiado e mantido de forma independente.

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AAVE (3)
Imagem: X

Destino das taxas

A Labs também afirmou que as taxas repassadas anteriormente eram doações da ParaSwap, motivadas, em parte, pela incapacidade técnica da empresa de armazenar esses valores no passado. O fundador da Aave, Stani Kulechov, reforçou esse argumento. Ele explicou que a Labs decidiu desenvolver internamente os adaptadores da CoW Swap para oferecer uma experiência melhor aos usuários.

Assim, Kulechov afirmou que não há problema em a Aave Labs monetizar seus produtos, já que o desenvolvimento e a manutenção do front-end não fazem parte do protocolo governado pela DAO.   Enquanto isso, a Aave DAO tenta fortalecer sua própria receita. Recentemente, aprovou propostas para suspender garantias menos eficientes e encerrar operações em blockchains com baixo desempenho.

A Aave segue como o maior protocolo DeFi em valor total bloqueado, com cerca de US$ 34 bilhões segundo a DeFiLlama. A receita anual estimada gira em torno de US$ 112 milhões.

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Lead Bank traz Loop Crypto para impulsionar stablecoins e redefinir pagamentos digitais

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O Lead Bank deu mais um passo na estratégia de expansão voltada ao setor de ativos digitais ao integrar a Loop Crypto ao seu núcleo de inovação. A parceria busca ampliar o alcance de soluções de stablecoins e pagamentos cripto, setor que cresce rapidamente e atrai cada vez mais instituições tradicionais.

A Loop afirmou que a união tem como objetivo aproveitar o avanço das stablecoins em escala global. Segundo a CEO Eleni Steinman, a parceria permitirá acelerar produtos que tornam o sistema financeiro mais rápido, eficiente e seguro, com apoio da infraestrutura bancária já consolidada do Lead Bank.

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A iniciativa reforça o interesse crescente de bancos regionais em tecnologias cripto, especialmente em pagamentos e liquidações em tempo real.

Banco tradicional abre portas para cripto em movimento estratégico

Apesar de ser um banco comunitário com 97 anos de história, o Lead Bank passou por uma transformação significativa nos últimos anos. Em 2022, um grupo de executivos liderado por Jackie Reses adquiriu o banco e iniciou uma reorientação estratégica voltada para fintechs e empresas de ativos digitais.

Essa mudança atraiu investidores de peso. Em sua rodada Série B deste ano, o banco captou US$ 70 milhões, alcançando uma avaliação de US$ 1,47 bilhão. Entre os investidores estavam Andreessen Horowitz (a16z), ICONIQ, Greycroft, Ribbit Capital, Coatue, Khosla Ventures e Zeev Ventures.

A Loop Crypto também avançou em 2024 ao captar US$ 6 milhões, parte deles fornecidos pela própria a16z. A união das duas empresas agora conecta expertise bancária tradicional com infraestrutura cripto moderna.

Parceria cria base para expansão de stablecoins no mercado dos EUA

A nova colaboração permitirá que o Lead Bank incorpore a tecnologia da Loop diretamente em suas operações, fortalecendo sua atuação em pagamentos digitais. Em abril, empresas como Visa e Stripe lançaram iniciativas para permitir que desenvolvedores oferecessem cartões Visa vinculados a stablecoins, e o Lead Bank apareceu como parceiro institucional dessas soluções.

O interesse do setor em stablecoins cresce rapidamente. Para Steinman, esses ativos já representam “uma força financeira global em expansão”, com potencial para redesenhar o modo como pagamentos e liquidações funcionam no mercado tradicional.

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A parceria entre Lead Bank e Loop Crypto cria uma base para a adoção mais ampla de pagamentos digitais instantâneos, usando stablecoins como ferramenta central. Ao unir a infraestrutura bancária regulamentada com a agilidade de plataformas cripto, ambas as empresas acreditam que podem atender uma demanda crescente por sistemas mais rápidos e integrados.

O movimento também sinaliza que bancos regionais estão dispostos a competir com gigantes do setor ao apostar em tecnologias que aproximam o sistema financeiro tradicional da economia digital.

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Sentença histórica nos EUA: Do Kwon é condenado por fraude da Terra Luna

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O ex-líder da blockchain Terra, Do Kwon, recebeu nesta quarta-feira uma sentença de 15 anos de prisão em um tribunal federal dos Estados Unidos. A decisão encerra um dos casos mais marcantes do mercado cripto, dois anos após a implosão da Terra destruir fortunas e abalar profundamente o setor.

A queda repentina do ecossistema Terra e da stablecoin UST deixou perdas massivas e provocou falências em cadeia. O julgamento de Do Kwon se tornou, assim, um ponto de referência para entender os limites legais em projetos de grande impacto.

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Testemunhos emocionam o tribunal e influenciam sentença mais dura

O juiz Paul Engelmeyer, do Distrito Sul de Nova York, anunciou a pena após uma audiência repleta de depoimentos emocionados. Vítimas descreveram perdas de economias, negócios e planos futuros. Essas declarações pesaram bastante na decisão final, que superou o pedido da defesa e também a recomendação dos promotores.

Kwon deve cumprir pelo menos metade da pena nos EUA antes de buscar transferência para a Coreia do Sul, onde ainda responde a outros processos. O tribunal também discutiu como o tempo de prisão já cumprido em Montenegro será contabilizado. Segundo a acusação, apenas o período que exceder a pena local será considerado.

O executivo admitiu fraude no início do ano. Ele reconheceu que o sistema criado para sustentar a stablecoin TerraUSD (UST) enganou investidores sobre sua real estabilidade. Com a confissão, o caso, antes composto por nove acusações, foi reduzido a duas, relacionadas a fraudes em valores mobiliários, commodities e comunicações eletrônicas.

Colapso da Terra provocou impacto profundo no mercado cripto

A falha do UST, em maio de 2022, desencadeou um dos piores episódios da história das criptomoedas. Em poucos dias, cerca de US$ 50 bilhões desapareceram. O choque derrubou empresas, pressionou plataformas de empréstimo e abriu caminho para outras quedas significativas, como a da FTX meses depois.

A sentença de Do Kwon se soma às de outros executivos de destaque. O ex-CEO da FTX, Sam Bankman-Fried, cumpre 25 anos, enquanto o fundador da Celsius, Alex Mashinsky, recebeu 12 anos. Muitos analistas apontam o colapso da Terra como o evento que expôs fragilidades estruturais e acelerou a crise que atingiu o setor.

O juiz também questionou como uma eventual transferência futura impactaria a execução da pena e os processos pendentes na Coreia do Sul. O tribunal busca evitar perda de controle sobre o restante da sentença caso ocorra extradição parcial.

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O período de 17 meses que Kwon passou detido em Montenegro também foi discutido. O tribunal ainda decidirá quanto desse tempo será creditado.

Caso marca nova era de responsabilidade para líderes do setor

Com a decisão, Do Kwon deixa de ser um fugitivo global e passa a ser um réu condenado que ainda enfrentará novos julgamentos. Mesmo assim, o caso permanece como um divisor de águas no debate sobre responsabilidade no setor cripto.

Para reguladores e investidores, a sentença envia uma sinalização clara: fundadores que conduzem projetos com práticas fraudulentas podem enfrentar punições severas. Para desenvolvedores, o episódio reforça a necessidade de transparência e responsabilidade em ecossistemas que movem bilhões.

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Wall Street Chain pode superar a ADA e a XMR em potencial de crescimento

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Cardano e Monero frequentemente aparecem em conversas sobre as melhores criptomoedas para comprar. Isso é especialmente comum entre os investidores mais antigos que se lembram de suas primeiras altas. Os dois tokens construíram uma sólida reputação nos últimos 8 a 11 anos.

A realidade é que os últimos anos não foram favoráveis ​​para nenhum dos dois. Muitos dos primeiros compradores, entre 2019 e 2020, aproveitaram o auge de seus ciclos de crescimento, embora o ímpeto pareça ter diminuído. As novas ondas de investidores geralmente buscam algo mais inovador, com histórias que ressoem com esse mercado em constante evolução.

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Por isso, a Wall Street Chain ($WSC) chega nesse momento com algo que parece diferente. Narrativas fluidas, tecnologia rápida, energia de jogos, cultura degenerada e a sensação de que a próxima grande pré-venda de criptomoedas pode não ser uma tradicional camada 1, mas algo construído para ação.

A Wall Street Chain traz essa atitude de ‘ação em primeiro lugar’ que pode torná-la o novo lar dos jogos. A plataforma pinta um quadro mais completo de uma blockchain projetada para experiências de alta velocidade e totalmente on-chain. Ela se move rapidamente e, bem, tenta arrastar o mercado junto.

Pré-venda cripto criada em torno da nova onda dos jogos

A Wall Street Chain chega com uma proposta ousada em relação à velocidade. A blockchain é compatível com a EVM e foi construída especificamente para jogos. Ela parece ser uma resposta às frustrações que as blockchains mais antigas causavam aos desenvolvedores de jogos.

Tempos de bloco, congestionamento e atrasos prejudicam a experiência de jogo, e o público gamer no mundo das criptomoedas tende a exigir feedback instantâneo. A Wall Street Chain tenta resolver isso com uma estrutura onde cada jogo tem sua própria blockchain. A equipe as chama de gamechains dedicadas.

Os jogos precisam de espaço para respirar, e a Wall Street Chain parece entender isso. Cada gamechain elimina a competição de tráfego. Se milhares de jogadores entrarem em um mundo, nada em outro mundo será afetado.

Na verdade, isso por si só cria a sensação de que os jogos da Web3 finalmente podem ter uma blockchain que os trata como jogos de verdade, e não como experimentos executados em redes construídas para o setor financeiro.

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Wall Street Chain ($WSC)

O projeto afirma ser mais rápido e barato que o Solana, mantendo a estabilidade da EVM. Ele oferece aos desenvolvedores um ambiente familiar, já que construir em uma nova máquina virtual atrasa geralmente a adoção.

Uma camada 1 (L1) voltada para jogos, que ainda mantém a essência do ecossistema Ethereum, mas opera em um ritmo diferente, cria uma vantagem que nem mesmo as criptomoedas mais antigas conseguem replicar.

É por isso que muitos observadores acreditam que esta pré-venda de criptomoedas se destaca. A blockchain se concentra em um setor que deve crescer de aproximadamente US$ 25 bilhões para mais de US$ 100 bilhões nos próximos anos.

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O mercado de jogos Web3 já possui demanda, embora a maior parte da infraestrutura ainda esteja incompleta. A Wall Street Chain se posiciona bem no centro dessa explosão.

Por que essa altcoin está chamando mais atenção do que ADA e XMR?

Cardano e Monero têm propósitos claros, embora nenhum dos dois seja projetado para ambientes rápidos e focados em jogos. ADA possui uma base acadêmica sólida, mas execução lenta. XMR mantém o foco na privacidade, mas permanece fora das principais exchanges.

Wall Street Chain entra com uma vantagem cultural. Memes influenciam a adoção de criptomoedas, e este projeto combina a cultura dos jogos com uma narrativa forte que funciona bem em plataformas sociais. Essa combinação funcionou bem para muitos dos principais projetos em ciclos anteriores.

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Os investidores recebem um token impulsionado pela comunidade, embora a própria rede ainda ofereça utilidade genuína. $WSC financia taxas de gás, governa gamechains, recompensa validadores e alimenta o ecossistema em geral. Quanto mais jogos se juntam, mais a atividade aumenta. A demanda pelo token cresce naturalmente, em vez de depender apenas do hype.

Gamechains dedicadas dão à Wall Street Chain uma vantagem competitiva que as blockchains de camada 1 mais antigas não possuem. A maioria das blockchains de camada 1 ainda executa todos os aplicativos na mesma cadeia. A Wall Street Chain se concentra exclusivamente no desempenho, o que a posiciona como uma altcoin de próxima geração para usuários que desejam exposição à expansão dos jogos.

Wall Street Chain ($WSC)

Características que fazem a rede Wall Street se destacar

A blockchain oferece transações instantâneas com finalidade determinística. Jogos exigem ações irreversíveis. Jogadores compram itens, resgatam recompensas, negociam ativos e esperam que esses eventos sejam concluídos imediatamente.

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A Wall Street Chain usa prova de participação (proof-of-stake) combinada com dBFT para garantir isso. Cada movimento parece instantâneo, o que é importante para jogos competitivos onde atrasos quebram a imersão.

Os ativos do jogo pertencem integralmente aos jogadores. A Wall Street Chain prioriza a propriedade real de cada item. Essa tendência cresce a cada ano, à medida que mais jogadores buscam direitos de propriedade digital.

A mobilidade entre blockchains mantém tudo flexível. Os ativos são transferidos entre blockchains a partir de uma única carteira, o que significa que um jogador não precisa de várias carteiras para se manter ativo.

Desenvolvedores recebem ferramentas que reduzem o tempo de desenvolvimento. A blockchain inclui uma plataforma de swaps, um explorador de criptomoedas, um hub de staking, uma ponte e um mercado de NFTs.

Tudo está dentro de um único ecossistema. Uma equipe de desenvolvimento pode lançar projetos mais rapidamente, iterar com frequência e atualizar sem atritos. A combinação de cultura, velocidade e infraestrutura gera impulso, que é exatamente o que uma pré-venda de criptomoedas precisa.

Como comprar na pré-venda cripto

Já existem mais de 17 milhões de tokens em staking. A Wall Street Chain oferece um rendimento anual de cerca de 500% durante a pré-venda. Altos rendimentos geralmente aumentam o interesse, embora o verdadeiro peso venha da participação antecipada na rede.

O token pode ser adquirido em diversas blockchains, incluindo Solana e Binance Smart Chain. As criptomoedas suportadas incluem ETH, BNB, SOL, USDC e USDT. Cartões bancários também funcionam, permitindo o acesso à pré-venda a partir de diferentes regiões.

Uma carteira se conecta diretamente à página da pré-venda, e as instruções guiam a compra. Muitos pesquisadores de altcoins preferem essa configuração por evitar complicações desnecessárias.

DESCUBRA O FUTURO DOS JOGOS CRIPTO COM A WALL STREET CHAIN

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Venda seu BTC agora: Analista crava queda do Bitcoin para US$ 76 mil

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O analista Roman afirmou, em uma publicação no X,  que o Bitcoin pode cair para US$ 76 mil, mesmo após tentativas de recuperação no mercado. Ele sustentou que o movimento recente indica apenas um respiro curto dentro de um cenário maior de correção. Assim, enquanto muitos investidores ainda observam o comportamento do ativo com esperança, especialistas identificam sinais claros de fraqueza no gráfico diário.

De acordo com ele, o Bitcoin continua preso em um canal de alta limitado, que pode se transformar em uma clássica bear flag, padrão que costuma antecipar novas quedas após uma recuperação fraca. Ele destacou também divergências baixistas no RSI e no MACD, reforçando a leitura técnica desfavorável para o curto prazo. Embora o ativo tenha marcado fundos locais próximos de US$ 80 mil, a moeda não conseguiu estabelecer uma reação forte ou consistente.

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Além disso, Roman cravou que o mercado já perdeu o impulso que sustentou a alta dos últimos anos. Em sua visão, o bull market terminou, mesmo que muitos participantes ainda esperem um novo rali. Ele lembrou que o Bitcoin subiu aproximadamente 750% desde o fundo de US$ 15.600, marcado em 2022, e que movimentos tão extensos costumam anteceder correções amplas. Por isso, o analista afirmou que a melhor estratégia seria se preparar para uma nova tendência de alta somente quando o preço retornar à região dos US$ 50 mil.

Queda Bitcoin

Outro ponto relevante envolve a falta de reação do mercado cripto diante dos estímulos macroeconômicos recentes. Embora os juros mais baixos tenham impulsionado ações e outros ativos tradicionais, o Bitcoin permaneceu apático. Essa desconexão aumentou a percepção de risco entre traders que observam enfraquecimento nos volumes e nas tentativas de retomada.

queda bitcoin

Mesmo assim, alguns analistas identificam pequenos sinais positivos no curto prazo. O trader Luca observou que o Bitcoin conseguiu operar acima da chamada banda de suporte do bull market, formada pela média móvel simples de 21 períodos e pela média móvel exponencial de 20 períodos. Esse movimento, apesar de modesto, pode indicar uma defesa importante antes de uma queda mais forte. Ele explicou que, caso o preço volte a respeitar esse suporte, o cenário de médio prazo poderia melhorar novamente.

No entanto, o clima continua tenso. O Bitcoin tenta fechar o quarto candle diário acima da banda de suporte, algo que não acontece desde o início de outubro. Embora isso ofereça alguma proteção, ainda não elimina os riscos identificados pelos analistas mais cautelosos. Assim, o mercado segue dividido entre quem aposta em uma reação e quem acredita que a queda para US$ 76 mil já começou.

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Dogecoin retoma opularidade e MaxiDoge dispara em momentum

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A Dogecoin iniciou esta sexta-feira, 12, apresentando sinais claros de retomada de interesse entre traders, especialmente no mercado de derivativos. Após semanas de pressão negativa, os dados mais recentes indicam uma mudança relevante de comportamento, sugerindo que uma recuperação pode estar em curso. O movimento ocorre em um momento em que outras grandes criptomoedas ainda enfrentam redução de apetite especulativo.

Dados da CoinGlass mostram que traders de futuros comprometeram mais de 10,5 bilhões de DOGE, o equivalente a cerca de US$ 1,48 bilhão, na sexta-feira, 12 de dezembro. O volume representa um crescimento diário de 1,08% no open interest do ativo, métrica que reflete o nível de exposição e confiança dos investidores em movimentos futuros de preço.

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Embora o Dogecoin tenha operado no vermelho nos dias anteriores, a reversão no open interest surgiu como um sinal de força latente. Analistas interpretam esse aumento como indício de que participantes do mercado voltaram a apostar em uma recuperação de curto prazo. Em mercados de derivativos, esse tipo de mudança costuma anteceder movimentos mais expressivos no preço à vista.

Comportamento da Dogecoin

Dogecoin

O comportamento do DOGE contrasta com a tendência observada no restante do mercado. Enquanto ativos como XRP registraram queda no open interest, o Dogecoin seguiu na direção oposta. Esse descolamento reforça a percepção de que o ativo voltou a capturar atenção específica, especialmente de traders mais ativos e especulativos.

Segundo dados da CoinMarketCap, o Dogecoin avançou 2,16% nas últimas 24 horas, saindo de uma mínima intradiária de US$ 0,1365 para ser negociado próximo de US$ 0,1409. O movimento de alta ocorre em meio ao aumento do volume negociado e à concentração de posições em corretoras específicas.

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A Gate.io lidera o interesse no ativo, concentrando 24,82% de todo o open interest em DOGE, enquanto a Binance aparece na segunda posição, com 18,38%, somando cerca de 1,93 bilhão de tokens comprometidos. Essa distribuição mostra onde o apetite pelo Dogecoin está mais intenso neste momento.

MaxiDoge em momentum de forte alta

MaxiDoge

Paralelamente à retomada do DOGE, o mercado de memecoins também observa o avanço acelerado do MaxiDoge, um projeto em pré-venda que vem ganhando tração. O token já arrecadou mais de US$ 4,2 milhões, com unidades sendo negociadas a US$ 0,0002705, e ainda conta com poucos dias antes do próximo reajuste de preço. Isso indica que comprar MaxiDoge agora pode ser uma boa opção para os traders.

O MaxiDoge aposta em uma estética exagerada e em um personagem carismático, o “doge musculoso”, que dialoga diretamente com a cultura de humor e alavancagem do setor. A proposta busca atrair investidores que valorizam narrativas fortes e identidade visual marcante, elementos que historicamente impulsionam memecoins de alto impacto.

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Além disso, o projeto foca retenção desde o início. A pool de staking já está ativa e oferece rendimento anual de 73%, com cerca de 10,2 bilhões de tokens bloqueados antes mesmo do evento de geração de tokens. Desse modo, o modelo distribui 2.858,44 tokens por bloco de Ethereum, criando incentivo claro para manter posição no ativo.

Outra fator é que as análises de preço do MaxiDoge apontam para uma alta exponencial durante a próxima retomada do mercado. De acordo com os modelos, o token pode subir até 1.000% na listagens nas exchanges globais.

Aviso: Este artigo tem funcionalidade exclusivamente informativa, e não constitui aconselhamento de investimento ou oferta para investir. O CriptoFácil não é responsável por qualquer conteúdo, produtos ou serviços mencionados neste artigo. Recomendamos que você sempre faça sua própria pesquisa (DYOR) antes de tomar qualquer decisão financeira. Invista apenas o que você pode se dar ao luxo de perder.

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