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ETFs de XRP captam quase US$ 1 Bilhão em 18 dias, mas preço sinaliza possível reversão

ETFs de XRP absorvem 80 milhões de tokens — novo rali de altcoins pode estar começando

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Os ETFs de XRP registraram um movimento raro no mercado cripto. Em dezoito sessões consecutivas, os quatro produtos receberam quase US$ 1 bilhão em aportes, sem nenhuma saída. Esse fluxo constante contrasta com a volatilidade recente, já que ETFs de Bitcoin e Ethereum sofreram resgates expressivos.

A sequência inédita indica a entrada de um novo tipo de investidor e, ao mesmo tempo, expõe um sinal de alerta para o preço do XRP, que permanece sob pressão.

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Investidores off-chain impulsionam entradas constantes

Segundo Brad Garlinghouse, CEO da Ripple, o fenômeno nasce de um grupo crescente de “investidores off-chain”. Esses compradores buscam exposição sem lidar com corretoras ou custódia própria. Eles investem em XRP como investem no S&P 500, usando contas reguladas, intermediários tradicionais e carteiras de aposentadoria.

Esse tipo de investidor raramente vende com base em notícias imediatas. Por isso, o ciclo de entradas manteve ritmo sólido, mesmo com quedas no mercado cripto. No entanto, o preço do XRP segue parado em torno de US$ 2,00, acumulando cerca de 20% de perda em 30 dias.

Gráfico XRP
Fonte: Coinmarketcap

Esse contraste mostra que o fluxo forte dos ETFs está sendo compensado por vendas em outros segmentos do mercado.

Derivativos mostram pressão vendedora e explicam o alerta

Nos derivativos, os sinais são claros. O Taker Sell Ratio da Binance atingiu 0,53, maior valor desde novembro, indicando agressividade vendedora. Traders estão aceitando preços menores para liquidar posições rapidamente.

Taker Sell Ratio XRP
Fonte: CryptoQuant

Além disso, de acordo com os dados da Glassnode o open interest caiu de 1,7 bilhão para 0,7 bilhão de XRP, redução de 59%. O movimento sugere forte desalavancagem após semanas de incerteza. Ao mesmo tempo, as taxas de funding despencaram, sinal de menor apetite especulativo.

Open Interest XRP
Fonte: Glassnode

Nesse cenário, os aportes dos ETFs funcionam como amortecedores, evitando quedas mais acentuadas, mas sem força para impulsionar o preço. O mercado vive um choque entre investidores tradicionais, que compram de forma passiva, e traders nativos de cripto, que vendem com rapidez.

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O XRP também mostra mudanças na rede. A velocidade das transações aumentou, enquanto as taxas caíram quase 90%, indicando movimentações amplas, porém baratas.

Esse conjunto de dados revela uma nova estrutura de preço. O ETF cria demanda estável, mas o mercado especulativo reduz posições.

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Pippin dispara e assusta o mercado: será que Maxi Doge é a próxima grande aposta?

SPX6900 dispara 38% em uma semana, mas o MaxiDoge pode ser a próxima grande memecoin

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O Pippin (PIPPIN), token de IA da rede Solana, voltou a liderar o noticiário cripto ao renovar sua máxima histórica. Com isso, o token também acendeu o alerta de possível correção brusca no curto prazo.

O ativo saltou de centavos para a faixa de US$ 0,35–0,36 em poucas semanas. O movimento ocorreu por forte volume em futuros e um rali que lembra outros casos recentes de alta explosiva seguida de queda acentuada.​

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Pippin renova máxima histórica e acende sinal de risco

Depois de passar boa parte de 2024 na região de US$ 0,01, Pippin engatou uma recuperação impressionante em novembro e dezembro. Em poucos dias, o token superou ganhos de 260%.

Alcançando, assim, valorização acumulada acima de 340% em três dias e elevando seu valor de mercado para mais de US$ 80 milhões.​ Com a oscilação de preço, PIPPIN galgou posições na lista de criptomoedas promissoras para 2026.

O movimento ocorreu após uma disparada no volume. Em apenas um dia, as negociações à vista somaram cerca de US$ 111 milhões, alta superior a 800% em relação à média anterior.

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Ao mesmo tempo, o mercado de derivativos explodiu, com estimativas de mais de US$ 700 milhões em contratos perpétuos ligados a PIPPIN. Dessa forma, a relação se inverteu para aproximadamente 3 posições vendidas para cada posição comprada. Isso sinaliza que a maioria dos traders está apostando em uma correção.​

PIPPIN
Recuperação da PIPPIN é um dos grandes destaques deste fim de ano. Fonte: CoinGecko.

Analistas apontam que, o interesse em narrativas de IA continue forte. No entanto, o risco de liquidações em cascata aumenta quando a maioria do mercado tenta “shortar” o rali ao mesmo tempo.​

Mercado segue em medo extremo apesar do rali

O contexto de Pippin é ainda mais peculiar porque ocorre em um momento de sentimento pessimista generalizado. Indicadores de sentimento apontam ‘medo extremo’, com o índice Fear & Greed cravado em torno de 10 pontos, o nível mais baixo desde abril de 2025.

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Ao mesmo tempo, a capitalização total do mercado cripto beira US$ 3 trilhões, com recuperação recente após forte sobrevenda. Sugerindo, portanto, que algoritmos e robôs de negociação estão comandando boa parte dos fluxos.​

Essa combinação de liquidez seletiva, ralis isolados e alavancagem elevada cria um terreno fértil para movimentos violentos tanto para cima quanto para baixo.

No caso de Pippin, qualquer ajuste brusco pode eliminar parte dos ganhos em horas, principalmente para quem entrou na máxima ou opera com margens estreitas.​

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Maxi Doge: buscando o ‘próximo Pippin’ com estratégia na pré-venda

O rali de Pippin reforça um padrão conhecido do mercado: tokens de narrativa forte, como IA ou memes, podem multiplicar de valor em poucos dias, mas também sofrer correções devastadoras.

É nesse ambiente que Maxi Doge (MAXI) vem chamando atenção como possível ‘próximo grande token’ do ciclo 2026, especialmente para quem prefere entrar antes do hype máximo, via pré-venda.​

Maxi Doge é uma memecoin temático de ‘cachorro maromba’, que mistura estética de cultura fitness com humor e marketing agressivo, mirando diretamente o público que busca alta volatilidade com potencial de retornos de 50x, 100x ou mais.

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A estratégia começou a dar resultado: a pré-venda já arrecadou cerca de US$ 4,3 milhões, com um modelo de 50 fases de preço que recompensa fortemente quem entra cedo, criando um ciclo de FOMO conforme cada nova etapa fica mais cara.​

Além disso, o projeto oferece staking com APYs elevados — em algumas fases, projeções chegam a centenas ou até milhares por cento ao ano — para incentivar que investidores mantenham seus tokens travados, reduzindo pressão de venda imediata após o lançamento.

Outra peça-chave é o orçamento de marketing: aproximadamente 65% dos recursos captados na pré-venda são destinados a campanhas publicitárias, influenciadores e listagens, em uma tentativa clara de garantir visibilidade massiva no momento em que MAXI chegar às grandes corretoras.​

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‘Ethereum já atingiu o fundo do poço’: BitMine, de Tom Lee, adiciona US$ 112 milhões em ETH ao seu tesouro

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A BitMine movimentou o mercado nesta quarta-feira (10) ao comprar US$ 112 milhões em Ethereum, reforçando sua estratégia agressiva de acumulação. O movimento ocorre enquanto o presidente da empresa, Tom Lee, insiste que o ETH já atingiu o fundo do poço e se prepara para um ciclo de reversão.

Segundo dados da EmberCN, que citam informações da Arkham, a BitMine adquiriu 33.504 ETH por meio da FalconX. A companhia ainda não confirmou a operação. Ainda assim, a transação ganhou força porque segue um padrão claro: compras regulares ao longo de 2025.

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A BitMine, maior tesouraria corporativa de Ethereum no mundo, busca manter uma posição dominante no setor e já declarou que pretende acumular 5% de todo o suprimento de ether.

Lista Tesouro Ethereum Coingecko
Fonte: Coingecko

BitMine reforça tesouro e mantém discurso otimista

Os documentos mais recentes, registrados no formulário 8-K, mostram que a empresa detinha 3.864.951 ETH em 7 de dezembro. Além disso, possuía 193 BTC, cerca de US$ 1 bilhão em caixa e um investimento de US$ 36 milhões em Eightco Holding, companhia listada na Nasdaq.

Tom Lee continua defendendo uma tese otimista. No mês passado, ele afirmou que o fundo do Ethereum estava em US$ 2.500 e que o preço poderia alcançar entre US$ 7.000 e US$ 9.000 até janeiro. Em nova entrevista recente, Lee reforçou o argumento.

A BitMine acredita que o Ethereum já bateu no fundo”, disse Lee no podcast Farokh Radio. Ele também destacou que a empresa dobrou o ritmo de compras em comparação com duas semanas atrás.

Essa postura agressiva surge em um momento delicado do mercado, marcado por quedas recentes e forte volatilidade causada pela política monetária dos EUA.

Mercado reage ao Fed e amplia pressão sobre o Ethereum

A quarta-feira (10) também trouxe um corte de 25 pontos-base na taxa de juros do Federal Reserve. Apesar disso, Jerome Powell indicou que novas reduções ainda são incertas. O resultado foi um clima de “corte hawkish”, que derrubou bitcoin e ether, mesmo com a alta no mercado acionário.

Antes da fala de Powell, Lee havia previsto que as criptomoedas poderiam iniciar uma reversão apenas em 2026, mesmo com o Fed ainda duro. Ele apontou dois fatores: a possível chegada de um novo presidente do Fed e a volta do Índice ISM acima de 50, sinalizando expansão econômica.

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Os preços de cripto reagem muito ao ISM”, afirmou Lee. “Quando o indicador supera 50 pontos, vemos movimentos de super ciclo no Bitcoin e no Ethereum.”

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Fim das CBDCs? Reino Unido anuncia que vai adotar e apoiar stablecoins em 2026

Reino Unido anuncia que vai adotar e apoiar stablecoins em 2026

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O Reino Unido deu uma guinada contrária ao uso das CBDCs e resolveu apostar no desenvolvimento das stablecoins. Em um comunicado divulgado na quarta-feira, a Financial Conduct Authority (FCA) afirmou que apoiar stablecoins emitidas localmente será uma prioridade em 2026. Assim, sinalizando uma mudança estrutural na política monetária britânica e no modelo de inovação financeira do país.

O anúncio veio após a FCA abrir um sandbox regulatório para empresas interessadas em testar soluções de pagamentos com stablecoins. O programa permitirá que emissores experimentem modelos de transferência, custódia e integração comercial dentro de um ambiente supervisionado. As empresas têm até 18 de janeiro de 2026 para enviar suas propostas.

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Em um documento dirigido ao primeiro-ministro Keir Starmer, o CEO da FCA, Nikhil Rathi, detalhou a estratégia digital da autoridade reguladora. Ele reforçou que, no próximo ano, a agência pretende finalizar todas as normas voltadas para ativos digitais e acelerar o desenvolvimento de stablecoins lastreadas em libra esterlina.

Nossas reformas ajudam o Reino Unido a manter sua vantagem competitiva global, atrair investimentos internacionais e liderar a inovação em serviços financeiros”, declarou Rathi.

A FCA trabalha atualmente em conjunto com o Banco da Inglaterra para elaborar um pacote regulatório abrangente. Esse conjunto incluirá regras para stablecoins, plataformas de negociação, serviços de empréstimo, staking e custódia. A expectativa é que essa estrutura esteja totalmente implementada em 2026, criando um dos ambientes regulatórios mais completos da Europa.

Stablecoins, sim; CBDCs não

Stablecoins sim

 

Enquanto os Estados Unidos avançam rapidamente com regulamentos setoriais, o Reino Unido prefere uma abordagem gradual. O governo busca equilibrar inovação e proteção ao consumidor, mas críticos afirmam que essa estratégia reduziu a competitividade do país. Entre eles está a Consensys, empresa responsável pelo MetaMask, que declarou que a aplicação rígida das regras financeiras tradicionais fez o Reino Unido perder espaço para os EUA como referência no setor cripto.

Apesar das críticas, o ritmo regulatório no país ganhou força nos últimos meses. A abertura do sandbox mostra que Londres pretende recuperar protagonismo e estimular soluções práticas de pagamento com stablecoins. O processo ganhou mais respaldo depois da aprovação da Property (Digital Assets etc.) Act 2025, que reconhece oficialmente ativos digitais como forma legal de propriedade.

Na carta enviada ao governo, Rathi destacou que a velocidade das inovações tecnológicas exige uma postura mais flexível. “A mudança tecnológica rápida nos obriga a focar em resultados, não em regras prescritivas”, escreveu. Ele também afirmou que a FCA vai ajustar sua supervisão de acordo com o porte e o perfil de cada empresa, reconhecendo que algumas falhas fazem parte do processo e que a prioridade será evitar danos significativos aos consumidores.

A decisão do Reino Unido ocorre meses após o Banco Central do Brasil também abandonar os planos da emissão de uma CBDC em blockchain. Porém, no caso nacional, a proposta do DREX não foi abandonada para priorizar stablecoins. De acordo com o BC, a proposta é lançar uma versão ‘ligth’ do Drex em 2026, sem blockchain, enquanto os testes de um sistema de contratos inteligentes continuam.

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Revolut adiciona integração com a TRON para staking e transferências mais rápidas

Revolut adiciona integração com a TRON para staking e transferências mais rápidas

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A Revolut ampliou suas operações no mercado digital ao integrar a blockchain TRON ao seu ecossistema financeiro. A empresa passou a oferecer staking de TRX dentro do aplicativo e habilitou transferências mais rápidas de stablecoins para milhões de usuários na Europa. O movimento reforça a disputa pela liderança no setor de pagamentos blockchain e demonstra como as fintechs utilizam a infraestrutura cripto para entregar serviços mais simples e eficientes.

A novidade permite que qualquer cliente faça staking de TRX diretamente no app da Revolut. A funcionalidade reduz barreiras técnicas comuns no staking on-chain e adiciona incentivos ligados ao modelo de governança da TRON. Além disso, a empresa afirma que os usuários não pagarão taxa de plataforma, criando um processo mais transparente e acessível.

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Revolut aposta em staking e pagamentos mais velozes

A integração não se limita ao staking. A Revolut firmou a parceria para fortalecer suas operações de remessas internacionais ao aproveitar o desempenho da TRON no mercado de stablecoins. A rede processa diariamente bilhões de dólares em transferências, com tempos de liquidação que permanecem entre os mais rápidos do setor.

Com isso, a empresa pretende executar pagamentos transfronteiriços com custos reduzidos e confirmação em poucos segundos. Para usuários que dependem de transferências frequentes, a mudança oferece um ganho imediato de velocidade e previsibilidade, algo difícil de encontrar em sistemas tradicionais.

Outro eixo dessa expansão envolve a conversão entre moedas fiduciárias e stablecoins. A Revolut quer oferecer paridade 1:1 na troca entre moedas tradicionais e stablecoins emitidas na TRON, evitando distorções de preço e spreads que surgem quando os valores atravessam diferentes plataformas financeiras. Essa abordagem posiciona o app como ponte entre contas convencionais e pagamentos digitais.

MiCA impulsiona cooperação entre fintechs e blockchains

Executivos da Revolut apontam que o ambiente regulatório europeu, moldado pelo MiCA, criou espaço para colaborações mais seguras entre fintechs e redes blockchain. Para a empresa, soluções escaláveis permitirão reduzir barreiras geográficas e simplificar o acesso aos serviços financeiros digitais.

A TRON, por sua vez, amplia sua presença por meio de parcerias com plataformas de pagamentos, exchanges e carteiras digitais. Com a Revolut, a rede reforça seu papel no mercado de liquidação com stablecoins, setor considerado cada vez mais estratégico para pagamentos globais.

Especialistas acreditam que essa parceria pode se tornar um modelo para outras fintechs europeias, sobretudo para empresas que desejam entrar no mercado cripto sem expor usuários a riscos desnecessários. Ainda é cedo para saber se o setor seguirá o mesmo caminho, mas a iniciativa mostra que os ativos digitais deixam de atuar apenas como instrumentos especulativos e avançam como base para infraestruturas financeiras modernas.

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Aster zera taxas em ações tokenizadas – XTB ainda é a opção mais inteligente

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Aster acirrou a disputa entre corretoras e exchanges. A DEX  zerou as taxas de negociação em contratos perpétuos de ações tokenizadas como Nvidia (NVDA) e Tesla (TSLA).

Mirando, desse modo, diretamente o público cripto que quer operar bolsa dos EUA 24/7, com alta alavancagem e sem burocracia de corretora tradicional.

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Aster DEX elimina taxas em ações tokenizadas

Segundo o comunicado, a Aster removeu todas as taxas de taker e maker em seus contratos perpétuos de ações. Tornando, assim, a negociação de papéis tokenizados como NVDA, TSLA, AAPL, AMZN  ‘totalmente taxa zero’ no front-end.

A iniciativa mira traders ativos que hoje pagam taxas elevadas em corretoras de criptomoedas centralizadas e em bolsas tradicionais. Oferecendo uma estrutura semelhante à de futuros cripto, mas lastreada em ações dos EUA.​

A plataforma alerta, porém, que a ausência de taxas não elimina riscos clássicos de derivativos, como slippage, funding e baixa liquidez em horários de menor movimento.​

Crescimento agressivo e foco em traders de alta frequência

Nos últimos meses, a Aster se posicionou como entre as DEXs de perpétuos de ‘próxima geração’, competindo com nomes como Hyperliquid.

O projeto ganhou tração com airdrops, programa de recompensas e a possibilidade de usar o token nativo ASTER como colateral com razão de margem de até 80%.​

A estratégia mira principalmente traders de alta frequência e usuários acostumados a operar com grande alavancagem, que veem vantagem em operar ações americanas com a mesma dinâmica de futuros cripto.

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Onde a XTB entra nessa história: exposição a ações reais, proteção regulatória e multiativos

Para quem se interessa por ações de empresas como Nvidia, Tesla, Apple e outras gigantes globais, mas prefere uma estrutura regulada e com suporte local, a XTB oferece um caminho diferente do modelo puramente on-chain da Aster.

A exchange superou 2 milhões de clientes no mundo e vem registrando recordes de novos investidores e de clientes ativos em 2025.​

Na prática, a XTB permite:

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  • Comprar ações reais e ETFs de empresas como NVDA, TSLA, AAPL e MSFT, com liquidação regulada e acesso direto ao book oficial.​
  • Operar CFDs sobre essas mesmas ações e índices de tecnologia. Com possibilidade de alavancagem e proteção de risco, mas em ambiente supervisionado e com regras claras de margem.​
  • Diversificar em ouro, índices globais, forex, cripto e outros ativos. Montando, assim, uma carteira multiativa em um único aplicativo, sem necessidade de transferir fundos entre várias plataformas.​

Portanto, a XTB se posiciona para o investidor que busca combinar tecnologia com segurança jurídica. Contando com conta segregada, relatórios oficiais e suporte em vários idiomas.

Além de um ecossistema educacional robusto com análises diárias, webinars e conteúdos sobre empresas de IA, fintech, energia e muito mais.​

Outro ponto é o horizonte de investimento. Na XTB, o investidor pode usar ações e ETFs para estratégias de longo prazo, reforçadas por recursos como ordens avançadas, gráficos profissionais e acesso a relatórios fundamentais.​

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Para quem se interessa por ações globais, mas prefere dar o próximo passo com uma base regulada, a XTB oferece um ‘atalho’ seguro. Acesso aos mesmos nomes quentes do mercado americano, com a vantagem de um ambiente supervisionado, transparência de custos e uma plataforma que já é usada por milhões de investidores no mundo todo.

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Corte do FED reacende volatilidade e Bitcoin mira movimento explosivo acima de US$ 90 mil

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O Federal Reserve cortou os juros dos Estados Unidos em 25 pontos-base nesta quarta-feira, 10. No entanto, o movimento não trouxe a esperada explosão de alta no Bitcoin, que segue estável acima de US$ 90 mil. Embora a decisão já estivesse praticamente precificada, muitos investidores esperavam uma reação mais forte após o anúncio. Porém, o mercado mostrou calma e manteve o BTC em um intervalo estreito, mesmo depois do breve pico acima de US$ 93 mil registrado logo após o comunicado.

O corte levou a taxa americana para o intervalo de 3,50% a 3,75%, marcando a terceira redução consecutiva do ano. A medida também aproximou a política monetária do patamar considerado neutro pelo próprio Fed, em torno de 3%. Ainda assim, o comportamento das criptomoedas indica que parte dos traders busca mais clareza sobre a trajetória futura da economia antes de assumir posições agressivas.

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O mercado já trabalhava com 90% de probabilidade de um corte de 25 pontos-base, segundo o CME Group. Analistas de grandes instituições financeiras, como Morgan Stanley, J.P. Morgan e Bank of America, tinham revisado suas projeções para essa mesma direção. Assim, o anúncio não surpreendeu e reforçou o cenário de transição gradual para taxas mais baixas.

Apesar do consenso no mercado, o comitê votou dividido. Austan Goolsbee e Jeffrey Schmid preferiram manter a taxa acima de 4%, enquanto Stephen Miran defendeu um corte mais forte, de 50 pontos-base. A divisão reflete a tensão interna em torno do momento ideal para acelerar ou desacelerar a flexibilização da política monetária. Especialmente diante de uma economia que mostra sinais mistos.

FED e Bitcoin

FED e Bitcoin

Dados recentes apontam que a inflação nos Estados Unidos vem recuando lentamente, com índices como o PCE e o CPI mostrando moderada desaceleração. A atividade econômica também perdeu força, com crescimento menor do PIB, redução nas vendas do varejo e ritmo mais fraco na produção industrial. Mesmo com o mercado de trabalho ainda apertado, o avanço dos salários desacelerou, indicando que o ciclo de superaquecimento perdeu intensidade.

No entanto, nada disso foi suficiente para impulsionar uma corrida ao risco no mercado cripto. Na tarde desta quarta-feira, o Bitcoin era negociado a US$ 92.616, queda leve de 1,23% nas últimas 24 horas. O volume também caiu mais de 14%, evidenciando menor disposição dos investidores em ampliar posições.

Essa estabilidade pós-Fed sugere que o mercado já absorveu totalmente o impacto do corte e aguarda agora a entrevista do presidente Jerome Powell, marcada para o fim da tarde. As declarações do dirigente costumam definir o tom dos próximos dias, especialmente se trouxerem pistas sobre novos cortes ou sobre a leitura atual do banco central sobre inflação e emprego.

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JPMorgan rejeita previsões de “inverno cripto” e fortalece visão otimista para o mercado de criptomoedas

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O clima no mercado de criptomoedas voltou a esquentar, e grandes instituições financeiras estão deixando isso bem claro. Depois de semanas agitadas, o JPMorgan rejeita qualquer previsão de “inverno cripto” e sustenta que o movimento recente do Bitcoin reflete apenas um ajuste natural após uma escalada acelerada. O banco afirma que os investidores estão se precipitando ao interpretar a queda como o início de um ciclo negativo prolongado.

Os analistas recordam que o mergulho para perto de US$ 81 mil, registrado no mês passado, reacendeu temores antigos. No entanto, o JPMorgan defende que esse comportamento sinaliza apenas uma correção saudável, e não uma ruptura estrutural do ciclo de alta. A instituição argumenta que o mercado estava “quente demais” após a disparada que se seguiu à reeleição do presidente Donald Trump, e que a forte valorização fez a retração parecer mais intensa do que realmente foi.

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Avaliações institucionais apontam para força escondida

Embora o fechamento de novembro tenha colocado o desempenho anual do Bitcoin levemente no campo negativo pela primeira vez desde 2023, o banco enfatiza que um único mês não determina o rumo do ciclo. Além disso, dados internos revelam que a atividade essencial do mercado permanece firme.

Mesmo com a queda superior a 20% no valor de mercado total e a redução no volume à vista, o fluxo de stablecoins cresce há 17 meses seguidos, reforçando que os participantes continuam movimentando capital. Para o JPMorgan, esse padrão elimina a tese de um enfraquecimento estrutural, já que a base transacional segue resiliente.

Esse ponto também reforça o argumento de instituições como o Standard Chartered, cujo estrategista Jeffrey Kendrick afirma que o mercado atual opera em um nível muito mais maduro. Para ele, o conceito tradicional de “inverno cripto” não se encaixa mais em um setor com maior presença institucional, infraestrutura robusta e adoção consistente.

Mercado busca estabilidade enquanto fundamentos permanecem sólidos

As leituras técnicas do Bitcoin também contribuem para o clima de otimismo. No gráfico diário, o preço se estabiliza próximo de US$ 93 mil, enquanto o RSI retorna à zona neutra, sugerindo equilíbrio crescente entre compradores e vendedores. Ao mesmo tempo, o MACD avança a partir de níveis negativos, indicando enfraquecimento da pressão vendedora.

Gráfico Diário Bitcoin

Ou seja, apesar de a oscilação permanecer elevada, os sinais do mercado apontam para um movimento de consolidação, não para uma retração prolongada. Grandes instituições defendem que o ciclo de alta continua vivo, embora exija mais paciência e análise cuidadosa dos investidores.

Com stablecoins ganhando força, adoção institucional constante e indicadores técnicos melhorando, o consenso entre bancos tradicionais é claro: o cenário atual está longe de um inverno. Pelo contrário, ele se parece muito mais com uma pausa estratégica antes de outra fase de expansão.

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Bitcoin Hyper bate US$ 29 milhões em pré-venda e se torna o maior destaque do ecossistema Bitcoin em 2025

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Nesta terça, 09, o Bitcoin Hyper (HYPER) atingiu US$ 29 milhões em pré-venda e se consolidou como o maior destaque do mercado cripto em 2025. O movimento ainda é mais notável tendo em vista que o Bitcoin está cerca de 30% abaixo de sua máxima histórica.

Assim, o avanço aconteceu durante um período de baixa, o que reforça o interesse crescente por projetos capazes de ampliar as funcionalidades da maior criptomoeda do mundo.

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O projeto surgiu com a proposta de preencher duas lacunas antigas do Bitcoin, que sempre foram consideradas obstáculos para a construção de um ecossistema realmente completo. A primeira delas envolve o baixo número de transações por segundo da rede principal. A segunda está ligada à falta de suporte nativo para contratos inteligentes, que impede o desenvolvimento de um ambiente estruturado para DeFi, NFTs e jogos.

Nesse cenário, o Bitcoin Hyper se destacou por unir escalabilidade da Solana à segurança do Bitcoin. Desse modo, atraindo investidores que buscam novas oportunidades antes do próximo ciclo de alta. Essa combinação colocou o token entre as pré-vendas mais comentadas do ano e atraiu capital de grandes carteiras mesmo em períodos de forte volatilidade.

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Bitcoin Hyper

O ponto central do projeto é a integração da Máquina Virtual Solana (SVM). Ela permite processar milhares de transações por segundo com taxas inferiores a US$ 0,01. Essa tecnologia abre espaço para transformar o BTC ocioso em um ativo produtivo, capaz de circular com rapidez e custo reduzido em diversos serviços.

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Além disso, o suporte a contratos inteligentes elimina a limitação histórica do Bitcoin. Com essa integração, protocolos criados na SVM conseguem operar diretamente na blockchain, tornando possível o uso de BTC como garantia, além de viabilizar staking, empréstimos e outros serviços do universo DeFi.

O avanço também atrai desenvolvedores que procuram construir aplicações descentralizadas em uma infraestrutura mais segura. A união entre a força do Bitcoin e a velocidade da Solana cria um campo fértil para projetos que antes eram impossíveis dentro da rede principal. Essa combinação explica a rápida chegada aos US$ 29 milhões arrecadados, com estimativas de que o valor seja superado nos próximos dias.

Além disso, análises externas indicam que comprar Bitcoin Hyper agora pode ser uma boa opção de investimento. Elas projetam um cenário otimista para os próximos anos. As análises de preço do Bitcoin Hyper apontam que, em 2026, o $HYPER pode atingir US$ 0,475 como média e alcançar picos próximos de US$ 0,650, caso a adoção cresça conforme esperado. Esse movimento representaria ganhos superiores a 6.000% em relação aos valores atuais da pré-venda.

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Bitcoin e Ethereum disparam após dados econômicos dos EUA

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O Bitcoin e o Ethereum registraram forte alta nesta terça-feira,09, após a divulgação de novos dados econômicos dos Estados Unidos. O avanço ocorreu de forma rápida e ajudou a impulsionar todo o setor de criptoativos, que aguarda com atenção a próxima decisão do Federal Reserve.

A imagem mais recente do mercado mostra o Bitcoin negociado a US$ 93.992, com alta de 3,67% nas últimas 24 horas, enquanto o Ethereum aparece em US$ 3.377,99, acumulando valorização de 7,97% no mesmo período. Esses números reforçam o salto observado no início do dia, quando o BTC superou momentaneamente os US$ 94 mil, após uma semana preso entre US$ 88 mil e US$ 92 mil.

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Bitcom em alta

A reação dos preços ganhou força depois que os dados da CoinGlass revelaram mais de US$ 260 milhões em liquidações de posições vendidas em apenas quatro horas. Esse movimento clássico de short squeeze reduziu a oferta imediata no mercado e acelerou a pressão compradora. Em poucas horas, a valorização se espalhou para os principais ativos digitais e aumentou o apetite dos investidores por risco.

Além disso, o U.S. Office of the Comptroller of the Currency (OCC) confirmou que bancos nacionais regulamentados poderão executar transações de cripto como “riskless principal”, atuando como intermediários sem manter ativos em carteira. Embora a mudança pareça técnica, ela reduz barreiras para instituições financeiras e abre espaço para operações mais seguras no setor.

Bitcoin e Ethereum em alta

Ethereum alta

Essa sinalização regulatória veio em um momento estratégico. Um dia antes da reunião do FOMC, investidores ajustam expectativas e avaliam se o Federal Reserve vai confirmar mais um corte de juros, já amplamente precificado pelo mercado. Analistas da Nansen e da BRN destacam que o discurso de Jerome Powell pode ter impacto maior que a decisão em si.

O analista Nic Puckrin afirmou que um discurso mais duro pode enfraquecer o chamado “rali de Natal” do Bitcoin, mas isso não indica o início de um novo período negativo. Ele lembrou que a possível substituição de Powell em 2026 por Kevin Hassett, visto como ultra-dovish, poderia impulsionar os ativos digitais no longo prazo.

Enquanto isso, outras criptomoedas também acompanharam a alta. XRP avançou cerca de 4,5%, enquanto Solana e Dogecoin registraram ganhos superiores a 8%. O índice CMC20, que acompanha grandes ativos, também avançou mais de 4,8% nas últimas 24 horas, reforçando o sentimento positivo.

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