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Riot Platforms volta ao lucro com mineração de BTC – investidores apostam em PepeNode para multiplicar ganhos

Empresa de mineração de BTC planeja vender R$ 500 milhões em ações na Nasdaq

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Depois de anos de incerteza e margens apertadas, a mineração de BTC voltou a entregar números expressivos. O terceiro trimestre de 2025 consolidou este cenário.

Enquanto o preço do Bitcoin chegou a picos de US$ 126.000 antes de recuar para US$ 102.000, a mineradora Riot Platforms registrou receita recorde de US$ 180 milhões no período.

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Com lucro líquido de US$ 104 milhões e crescimento de 18% sobre o trimestre anterior. O resultado veio principalmente da mineração de BTC, que respondeu por US$ 160 milhões da receita total. Com o restante vindo de soluções em engenharia e economia operacional.

Mineração de BTC volta a ser lucrativa

O balanço da Riot impressiona com mais de US$ 400 milhões em caixa, um estoque robusto de 19.200 BTC e economias relevantes em infraestrutura e tecnologia.

A mineradora já extraiu mais de 1.400 BTC só neste trimestre. Mantendo, assim, custos energéticos em torno de 4 kWh, graças a estratégias de otimização e escala industrial.

O ritmo diário supera 15 BTC por dia, algo fora do alcance para a maioria dos competidores menores que disputam o espaço para minerar de Bitcoin.

Com a dificuldade da rede Bitcoin em máxima histórica e um hashrate global de mais de 1.1 ZH/s, apenas operações de grande porte conseguem se manter competitivas.

Nesse sentido, a tendência de concentração e eficiência crescentes se intensifica. Afastando, desse modo, mineradores independentes que não contam com tecnologia de ponta e contratos de energia privilegiados.

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PepeNode: democratização, gamificação e rentabilidade

Enquanto grandes mineradoras como Riot Platforms dominam, o investidor atento busca alternativas além do ‘ouro digital’. PepeNode surge como resposta inovadora, permitindo mineração virtual de memecoins sem necessidade de hardware caro, energia abundante ou conhecimento técnico avançado.

O inovador sistema ‘mine-to-earn’ gamifica o processo: cada usuário recebe uma server room inicial, que pode ser ampliada e otimizada com tokens PEPENODE.

Enquanto disso, mais de 70% dos tokens usados para upgrades na plataforma são queimados, criando escassez programada e dando sustentação ao preço.

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A pré-venda avança rápido, com mais de US$ 2 milhões arrecadados e valorização prevista do token nas próximas 48 horas.

Além disso, quem entra cedo no projeto e faz staking pode conquistar um yield excepcional — os rendimentos chegam a até 642% ao ano, um patamar raríssimo em cripto.

Portanto, o PepeNode coloca o usuário como protagonista. Ao invés de apenas comprar ou especular, o investidor participa de decisões estratégicas e disputas por performance.

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Tornando a mineração acessível, divertida e com potencial de lucros superiores aos do próprio BTC — especialmente em tempos de dificuldade e custos recordes.

O projeto, voltado para os fãs de memecoins, entrega um modelo de mineração e engajamento adaptado ao futuro da criptoeconomia.

Visite o PEPENODE Agora

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Aviso: Este artigo tem funcionalidade exclusivamente informativa, e não constitui aconselhamento de investimento ou oferta para investir. O CriptoFácil não é responsável por qualquer conteúdo, produtos ou serviços mencionados neste artigo.

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CZ da Binance agita o mercado de memecoins – pré-venda da Maxi Doge de US$ 3,8M está prestes a explodir

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O mercado de memecoins está repleto de histórias de sucesso estrondoso, desastres horríveis e tudo o que há entre esses dois extremos. E nesse caminho tem as histórias de manipulação, como o que parece ser o caso da famosa “memecoin do CZ“.

Na verdade, o criador da Binance quem inventou essa memecoin, mas alguém criou uma estátua dourada de 4,5 metros em homenagem a Changpeng “CZ” Zhao. Em seguida várias pessoas que viram a obra marcaram o fundador da Binance no X. Não demorou para alguém criar uma memecoin, a $CZSTATUE, em homenagem à estátua dourada.

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A memecoin chegou a disparar 27.000% no primeiro dia – até que CZ viu a estátua e demonstrou seu repúdio ao projeto. Como resultado, o preço da $CZSTATUE colapsou, registrando queda de 52% apenas nas últimas 24 horas. Ou seja, o criador da memecoin provavelmente só queria ganhar dinheiro fácil, algo que o próprio CZ falou em seu tuíte:

“Embora eu queira apreciar a homenagem, o fato de haver uma moeda meme associada a isso significa que o criador provavelmente só queria ganhar dinheiro fácil com a minha interação. Isso é algo que eu não aprecio. Não comprem a memecoin”, disse CZ na quarta-feira (29).

Mas se tem um projeto que não visa ganhar com base no engano é a Maxi Doge ($MAXI). Pelo contrário: ela ajuda seus fãs a ficarem cada vez mais riscos utilizando alavancagem pesada, porém de forma segura. E você pode ter acesso a tudo isso ao comprar Maxi Doge ainda na pré-venda.

Memecoin
Memecoin CZSTATUE colapsa em poucas horas. Fonte: Gecko Terminal.

“Efeito CZ” volta ao mercado

Se você conhece o mundo das criptomoedas e o CZ, sabe que sempre que a expressão “memecoin” sai da boca dele a comunidade enlouquece. Assim como Elon Musk, cada tuíte de CZ tem a capacidade de causar fortes disparadas no preço de memecoins – ou fortes quedas, no caso da $CZSTATUE.

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São vários os exemplos de personalidades famosas que criaram ou dão nome a várias memecoins. A memecoin oficial Trump ($TRUMP) disparou 37% na última semana, impulsionada pela disputa comercial entre EUA e China, pela flexibilização das tarifas e pelos cortes nas taxas de juros do Fed.

Já as memecoins de cachorro, como a Dogecoin ($DOGE) e a Floki Inu ($FLOKI) registram ganhos de no mínimo dois dígitos a cada tuíte do fundador do X. De fato, foi Elon Musk que mostrou o impacto que influenciadores, bilionários e políticos podem causar no preço desses tokens.

Com o perdão presidencial dado por Donald Trump, CZ agora pode usar de sua influência para exercer essa manipulação. Mas, acima de tudo, isso mostra que as memecoins estão longe de estarem mortas. Elas estão vivas, em plena atividade e conquistando comunidades fiéis num piscar de olhos, especialmente as novas memecoins.

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É o caso da Maxi Doge ($MAXI), a prima bombada da Dogecoin que usa energético em vez de água e planeja uma revolução das memecoins com sua pré-venda de mais de US$ 3,8 milhões.

Memecoins
As 10 maiores memecoins em valor de mercado. Fonte: CoinGecko.

Pré-venda da Maxi Doge prestes a explodir

Memecoins são sinônimo de autenticidade, energia pura e o espírito de uma comunidade que nunca morre. Força, coragem e alto desejo por riscos. E essas duas tríades estão mais do que presentes na casa do cachorro Shiba Inu marombado que representa a pré-venda da Maxi Doge.

A $DOGE é a prova perfeita de que moedas meme só precisam de um espírito irreverente e apoio da comunidade para fazer sucesso. Mas o que ela tem de engraçadinha, a $MAXI tem de ousada. Aqui não tem espaço para risos, mas apenas para lucros exponenciais e negociações com mais de 1.000 vezes de alavancagem.

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Da mesma forma que a Dogecoin, a Maxi Doge ($MAXI) canaliza a mesma empolgação crua e desenfreada das memecoins. Mas ela quer destronar o rei e construir seu próprio nome. O cachorro sarado quebra padrões tradicionais, traz humor irreverente, bravata inconsequente e reacende o espírito comunitário que levou a Dogecoin ao auge da fama e do poder.

Ele também oferece uma plataforma de staking com retornos de 79% ao ano – algo que deixa no chinelo seu grande rival. A atenção recebida pela $MAXI fez sua pré-venda captar US$ 1 milhão em apenas dois dias nesta semana. Ninguém quer ficar de fora da memecoin com maior potencial para 2026.

E isso não é força de expressão. A expectativa é que o preço do Maxi Doge passe de US$ 0,0002745 (valor que atingirá no final da pré-venda) para um preço de lançamento de US$ 0,0003. Mas após esta etapa, a $MAXI deve atingir US$ 0,0012 até 2026 – uma alta superior a 500%.

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Maxi Doge.
Pré-venda Maxi Doge. Fonte: site oficial.

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Solana presa em padrão gráfico: para qual lado irá o preço?

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A Solana (SOL) segue negociada dentro de um padrão gráfico neutro, que pode resultar em um rompimento para qualquer direção nos próximos dias.

A SOL opera, no fechamento desta análise, com alta de 2,5% nas últimas 24 horas, segundo dados do CoinGecko. Apesar da leve recuperação, o ativo deve encerrar outubro com queda superior a 10%.

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Esse cenário reforça a importância do padrão atual, que pode decidir se novembro marcará um retorno da força compradora ou uma nova perna do atual ciclo de baixa.

Solana em momento decisivo

No gráfico diário, a Solana está negociada dentro de um triângulo simétrico, com topos descendentes e fundos ascendentes. Esse padrão é considerado neutro, visto que há ação de preço não mostra um domínio claro dos compradores ou vendedores.

Gráfico da Solana (SOL) no TradingView
Gráfico da Solana (SOL) no TradingView

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Mesmo com essa estrutura, o sentimento geral do mercado ainda inspira cautela. A altcoin registrou quedas recentes, mesmo após o lançamento de um ETF de staking de SOL, que estreou com bons números nesta semana.

Um dos motivos para essa fraqueza pode estar na retirada de capital institucional. O Smart Money Index (SMI), indicador que mede a atividade de investidores experientes e fundos, despencou nos últimos dias.

O índice está bem abaixo dos níveis vistos em setembro, mostrando que grandes players estão reduzindo exposição à SOL.

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SMI da Solana (SOL) no TradingView
SMI da Solana (SOL) no TradingView

Essa combinação de fatores reforça um cenário de incertza. Assim, os traders devem observar com atenção os próximos candles diários, já que o rompimento do triângulo tende a definir o rumo do preço em novembro.

Risco de rompimento de baixa no curto prazo

No gráfico de 4 horas, o cenário técnico da Solana começa a se inclinar para o lado vendedor. Já é possível observar topos e fundos descendentes, sugerindo perda de força compradora.

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Além disso, a SOL voltou a cair após validar o nível de retração de 0,5 de Fibonacci como resistência. Caso o preço rompa o suporte em US$ 183,96, a queda pode se estender até US$ 178,47.

Gráfico da Solana (SOL) no TradingView
Gráfico da Solana (SOL) no TradingView

Um movimento abaixo desse patamar pode levar a SOL até US$ 167, segundo projeções de Fibonacci, o que representaria uma desvalorização de aproximadamente 10% em relação ao preço atual.

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Outro indicador que apoia essa leitura é o Chaikin Money Flow (CMF), que, apesar de ter subido nas últimas horas, ainda está negativo. Isso mostra que tanto investidores institucionais quanto varejistas estão retirando capital da Solana.

CMF da Solana (SOL) no TradingView
CMF da Solana (SOL) no TradingView

Dessa forma, mesmo negociada em um padrão neutro, a probabilidade de rompimento de baixa aumenta neste fim de semana.

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O impacto do SUBBD no mercado

Enquanto a Solana busca direção, novos projetos surgem integrando blockchain e inteligência artificial de maneira inovadora. Um dos destaques recentes é o SUBBD, plataforma que combina essas duas tecnologias para entregar ferramentas voltadas a criadores de conteúdo.

O diferencial do projeto está em sua proposta de autonomia total para os criadores, sem depender de grandes plataformas centralizadas. O sistema oferece assistentes de IA personalizáveis, conteúdos exclusivos e um mecanismo de staking com rendimentos de até 20% ao ano.

Dessa forma, o SUBBD tem atraído atenção justamente por oferecer um modelo alternativo de monetização digital, alinhado com a filosofia descentralizada que também sustenta redes como a Solana. Acesse a pré-venda.

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Aster pode ir a US$ 1 com baleias e choque de demanda?

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O Aster (ASTER) opera em forte queda nesta quinta-feira (30), acompanhando a onda de liquidações que atinge o mercado de criptomoedas.

No fechamento desta análise, a altcoin acumula queda diária de 18%, sendo negociada a US$ 0,88. Nesse sentido, este é o seu nível mais baixo de todo o mês de outubro.

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Apesar do movimento negativo, dados on-chain sugerem que a criptomoeda pode ter um desempenho melhor em novembro, especialmente se as baleias mantiverem o atual ritmo de acumulação.

Baleias voltam a acumular ASTER e movimentação nas exchanges indica choque

A ASTER, que ganhou destaque em setembro ao registrar alta de mais de 1.000%, agora acumula queda superior a 60% desde sua máxima histórica de US$ 2,41.

Além do impacto da correção do mercado, o projeto enfrentou polêmicas recentes, que aumentaram a volatilidade. Mesmo assim, as baleias voltaram com força ao ativo nesta semana.

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Dados da Nansen indicam que esses investidores compraram mais de 3 milhões de unidades de ASTER nas últimas 24 horas, elevando suas participações em mais de 25%.

Esse tipo de movimento é visto como sinal de confiança e costuma antecipar futuras altas, já que o poder de compra das baleias influencia diretamente a liquidez e o preço de mercado. Quando grandes carteiras passam a acumular, a oferta disponível diminui, criando condições para um choque de demanda.

Esse efeito é potencializado pelo fato de que há mais tokens ASTER saindo das exchanges do que entrando. Isso significa que muitos investidores estão transferindo seus ativos para carteiras pessoais, reduzindo a oferta imediata para venda e aumentando a pressão de compra.

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Fluxo de depósitos e saques de Aster (ASTER) nas exchanges. Fonte: Coinglass
Fluxo de depósitos e saques de Aster (ASTER) nas exchanges. Fonte: Coinglass

Se esse padrão continuar, o preço pode voltar a subir gradualmente, com o mercado encontrando espaço para recuperação já no início de novembro.

Indicadores sugerem salto corretivo, mas tendência ainda é de baixa

Por ser uma criptomoeda recente, o Aster possui pouco histórico de preços, o que torna sua análise técnica mais complexa. Ainda assim, o gráfico de 4 horas mostra um padrão de baixa bem definido, com topos e fundos descendentes, indicando que a força compradora ainda não conseguiu se impor.

No entanto, alguns indicadores técnicos apontam para um possível salto corretivo de curto prazo. O token está sendo negociado abaixo da banda inferior das Bandas de Bollinger, o que normalmente sinaliza condições de sobrevenda.

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Esse comportamento sugere que o preço pode retornar à linha de suporte em US$ 0,95 ou até a banda média em US$ 1,05.

Gráfico do Aster (ASTER) no TradingView
Gráfico do Aster (ASTER) no TradingView

O RSI reforça essa leitura, já que se encontra abaixo de 30 pontos — nível que indica saturação dos vendedores. Historicamente, quando o indicador atinge essa região, há maior probabilidade de um movimento corretivo de alta nos dias seguintes.

Contudo, uma reversão clara para tendência de alta só será confirmada se o ASTER romper seu último topo em US$ 1,10, o que exigiria valorização de cerca de 25% em relação ao preço atual. Até lá, o ativo pode seguir em consolidação, aguardando um catalisador mais forte.

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Snorter Bot em destaque

Enquanto o Aster tenta se reerguer, novas ferramentas vêm ganhando destaque no ecossistema blockchain. Um exemplo é o Snorter Bot, que atua como um analista dentro do Telegram, ajudando traders a monitorar o mercado em tempo real.

Em vez de operar de forma autônoma, ele organiza sinais e envia alertas acionáveis, permitindo que o investidor decida suas próprias estratégias.

O token nativo $SNORT dá acesso ao bot. Em sua pré-venda, em andamento, já acumulou mais de US$ 4 milhões em captação. Além disso, os detentores podem fazer staking com rendimentos superiores a 80%, aproveitando tanto o potencial tecnológico da ferramenta quanto a rentabilidade do ecossistema.

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EUA e China reduzem tensões comerciais e impactam cripto

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Após meses de incertezas, o clima entre as duas maiores economias do mundo deu sinais concretos de trégua. O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e o líder da China, Xi Jinping, anunciaram nesta semana um acordo para aliviar as tensões comerciais que vinham pressionando os mercados globais desde o início de 2025.

Entre as medidas anunciadas, estão o corte nas tarifas sobre o fentanil, o adiamento dos controles sobre terras raras e a retomada das compras de soja americana pela China.

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O gesto simboliza uma reaproximação diplomática. Mas também é uma tentativa coordenada de estabilizar cadeias produtivas e impulsionar a confiança dos investidores num momento de transição econômica mundial.

O alívio foi imediato. Índices futuros em Nova York abriram em alta, o yuan se valorizou levemente frente ao dólar e o Bitcoin voltou a subir, aproximando-se novamente da faixa dos US$ 118 mil.

Para os analistas, o acordo reduz o risco geopolítico e pode reativar a liquidez global. Um combustível essencial para ativos de risco como ações, commodities e, especialmente, criptomoedas.

Paz comercial entre EUA e China, liquidez e Bitcoin

Historicamente, períodos de distensão geopolítica costumam coincidir com uma melhora nos fluxos de capital. Quando tensões entre potências se aliviam, a aversão ao risco diminui e investidores voltam a buscar retornos maiores em ativos alternativos.

É um ciclo clássico: menos incerteza política gera mais apetite por risco e, em 2025, isso significa mais dinheiro fluindo para o mercado cripto.

Desde que Trump voltou à Casa Branca com um discurso favorável à inovação digital e promessas de tornar os EUA ‘líder global em Bitcoin’, o setor cripto vem experimentando um otimismo renovado, o que beneficia as criptomoedas mais promissoras.

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A trégua com a China agora adiciona uma nova camada de confiança. Pequim, que vinha reforçando seu domínio sobre a mineração e limitando operações externas, pode ver na diplomacia uma oportunidade de flexibilizar gradualmente sua postura frente a ativos digitais e blockchain.

Esse ambiente de maior harmonia comercial cria as condições perfeitas para o que muitos analistas já chamam de ‘Super Ciclo de Liquidez’. Com a inflação sob controle, juros em trajetória de queda e estímulos econômicos em curso, o mundo caminha para uma fase de expansão monetária.

E, historicamente, cada onda de liquidez trouxe consigo uma nova revolução tecnológica. Da internet nos anos 2000 às criptomoedas em 2017, até a tokenização e a Web3 que emergem agora em 2025.

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O retorno do apetite ao risco após acorodo com a China

No centro dessa nova dinâmica entre China e EUA, está o Bitcoin, que segue reforçando sua posição como o ativo macro por excelência. Mas, quando o Bitcoin se fortalece, ele puxa consigo uma cadeia de inovação. E é nesse segundo estágio do ciclo que entram as soluções de infraestrutura como o Hyper (HYPER).

O capital institucional tende a entrar primeiro no BTC, por segurança. Porém, à medida que o mercado amadurece e a liquidez se espalha, investidores buscam projetos que representem a próxima fronteira da utilidade dentro do ecossistema Bitcoin.

O Hyper é exatamente isso: uma Layer-2 programável que transforma a rede Bitcoin em uma base escalável para aplicações DeFi, NFTs e tokens nativos.

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Hyper: o elo entre segurança e utilidade

O Bitcoin Hyper (HYPER) nasceu com a missão de resolver um problema que há anos limita a expansão do Bitcoin: a ausência de escalabilidade e programabilidade.

Embora o BTC seja a reserva de valor mais segura e descentralizada do mundo, sua estrutura básica não permite que desenvolvedores criem facilmente aplicações sobre ela. Portanto, peca em algo que Ethereum e Solana já fazem há anos.

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Foto: Freepik/Bitcoin Hyper

O Hyper muda esse paradigma. Construído sobre uma arquitetura Layer-2 ultrarrápida, o protocolo utiliza uma versão otimizada do Solana Virtual Machine (SVM), capaz de executar transações em paralelo e a velocidades subsegundo. Isso significa que o Hyper não apenas traz DeFi para o Bitcoin, mas o faz em um nível de desempenho até então inédito na rede.

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Com o Hyper, os desenvolvedores podem criar stablecoins, pools de liquidez, plataformas de staking e até jogos on-chain, tudo ancorado na segurança da blockchain Bitcoin. É a ponte que faltava entre o mundo da confiança e o da utilidade.

Paz, liquidez e inovação

O novo cenário global entre EUA e China favorece projetos como o Hyper por um motivo simples: liquidez e inovação caminham juntas. Quando há estímulos econômicos e estabilidade geopolítica, os investidores tendem a buscar tecnologias emergentes capazes de oferecer altos retornos.

Foi assim em 2013, quando o afrouxamento monetário pós-crise impulsionou o primeiro boom do Bitcoin. Também foi assim em 2020, com o ‘dinheiro barato’ dos bancos centrais alimentando o DeFi e os NFTs.

Agora, com Trump e Xi sinalizando cooperação, estamos diante de uma conjuntura semelhante — mas com o mercado cripto em um estágio muito mais maduro e interconectado.

O Hyper, que une o poder do Bitcoin à eficiência da SVM, surge como protagonista desse novo ciclo. O projeto já vem atraindo atenção de investidores institucionais e entusiastas do setor, com uma pré-venda em andamento que ultrapassa milhões de dólares arrecadados. Então, visite o site oficial e compre seus tokens antes do próximo aumento de preço.

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Memecoin oficial de Trump dispara em meio a cortes de juros – Maxi Doge e outras memecoins podem ser as próximas

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A $TRUMP, memecoin oficial do presidente dos Estados Unidos, registra queda de 4,5% nesta quinta-feira (30). Só que no acumulado da semana, a memecoin já acumulou ganhos de 39,22%, de acordo com o CoinGecko. O preço da $TRUMP chegou a US$ 8,05, com uma capitalização de mercado de US$ 1,61 bilhão, depois dessa alta.

Além disso, o volume de negociação atingiu cerca de US$ 2,3 bilhões nas últimas 24 horas. É o melhor desempenho do token desde abril e o mais recente sinal de que a liquidez está retornando ao mercado de criptomoedas. Ou seja, um efeito direto do corte de juros nos EUA que ocorreu na quarta-feira (29).

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Com a redução dos juros, os custos de empréstimos também ficam menores. Logo, os investidores se tornam mais dispostos a tomar capital e correr mais riscos. E parece que muitos estão ansiosos para antecipar uma recuperação do mercado de criptomoedas.

Nesse sentido, a $TRUMP subiu por sete dias consecutivos, período no qual seu preço saiu de US$ 6,23 para quase US$ 8,00. E outras memecoins também estão com análises promissoras. Hoje veremos quatro delas, sendo duas pré-vendas que estão entre as melhores memecoins prestes a explodir até o final do ano.

TRUMP
Preço da memecoin TRUMP nos últimos sete dias. Fonte: CoinGecko.

Maxi Doge ($MAXI)

Iniciamos a lista com a versão bombada e evoluída da Dogecoin ($DOGE), a Maxi Doge ($MAXI). Construída em torno da cultura da persistência e convicção, a memecoin é a ferramenta ideal para cenários de risco como quedas de juros. Sua alavancagem de até 1.000 vezes oferece ganhos exponenciais para todos os investidores.

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Com o seu token $MAXI, você pode ter acesso a negociações aceleradas e com maior potencial de ganhos. O humor é o chamariz, mas a consistência é a mensagem. Quanto mais foco você tiver, maiores serão as chances de sucesso. E caso você não goste de operar, pode guardar seus $MAXI e ganhar recompensas de 80% ao ano.

Atualmente cotado a US$ 0,000265, o token já arrecadou mais de US$ 3,82 milhões. Em termos de preço, nossa previsão de preço para a Maxi Doge aponta para um potencial valor de US$ 0,0058 em 2026 – uma valorização de 21 vezes em relação ao seu preço atual de pré-venda. Garanta seus tokens agora e já tenha lucro com o aumento no preço.

Maxi Doge
Como adquirir Maxi Doge. Fonte: site oficial.

PepeNode ($PEPENODE)

Se a Maxi Doge tem alavancagem, a PepeNode é a primeira plataforma de mineração na qual você não precisa ter nenhuma máquina. Basta conectar seu computador e entrar no ambiente virtual de mineração.

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A PepeNode funciona como um jogo de mineração. Você começa com uma máquina e vai expandindo seu grid à medida que consegue mais tokens e desbloqueia mais recursos. Dessa forma, quanto mais mineradoras você tiver (e mais potentes elas forem), mais $PEPENODE você receberá por meio da mineração.

Mas o melhor é que você pode criar máquinas ainda mais completas que podem minerar outras memecoins famosas, como $PEPE e $FARTCOIN. E caso você queira deixar seus $PEPENODE em staking, consegue pegar rendimentos superiores a 670% ao ano. 

Cada $PEPENODE vale US$ 0,0011272 até o fechamento desta matéria, mas 70% da oferta do token deve ser destruída em breve. Essa escassez pode fazê-lo chegar na marca de US$ 0,01 após o lançamento, entregando um retorno de 1.000% frente os valores atuais.

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PepeNode
Fonte: site oficial.

Pudgy Penguins ($PENGU)

O token da famosa coleção de pinguins em NFT não está nos seus melhores dias. Ao contrário da $TRUMP, o $PENGU acumula queda de 9% nos últimos sete dias e acabou de romper um importante suporte. Portanto, no curto prazo as projeções de preço não são animadoras.

Só que mesmo com a queda recente, a movimentação de preços do PENGU sugere uma possível virada para alta, à medida que o token começa a desafiar sua linha de tendência descendente. Este gráfico destaca como o preço tem respeitado uma clara inclinação descendente por várias semanas, mas agora está pressionando essa resistência, um sinal de que o ímpeto de baixa pode estar diminuindo.

Atualmente, o preço do $PENGU é de US$ 0,018, com queda de 8,7% nas últimas 24 horas. Se os compradores conseguirem confirmar uma ruptura acima de US$ 0,0225 até o fechamento semanal, a próxima resistência de curto prazo está próxima de US$ 0,025.

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Em seguida, o mercado pode desafiar uma importante zona de alvo em US$ 0,03. Os indicadores de momentum também estão se achatando, sinalizando que os vendedores podem estar perdendo o controle.

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Análise do token PENGU. Fonte: TradingView.

Dogecoin ($DOGE)

Por fim, a rainha das memecoins também enfrenta um momento desafiador, mas resiste com força. O preço da $DOGE cai 7,1% nesta semana, mas ainda resiste acima do importante suporte de US$ 0,18. Enquanto a Dogecoin mantiver este nível, a força compradora ainda pode se recuperar.

Analistas técnicos como o conhecido Sjuul (que tem quase 500 mil seguidores no seu perfil do X), afirmam que a estrutura da Dogecoin permanece saudável. De acordo com Sjuul, a memecoin ainda estabelece topos e fundos crescentes no gráfico diário — um indicador clássico de uma tendência de alta sustentada.

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“Se removermos aquele pavio feio (registrado na liquidação de 12 de outubro), a $DOGE ainda está em clara tendência de alta em prazos maiores”, comentou Sjuul, referindo-se à breve queda em meados de outubro, quando o preço chegou a US$ 0,15.

Com os volumes de negociação triplicando em relação aos níveis médios, o ímpeto parece estar aumentando. A capacidade da $DOGE de se manter acima de US$ 0,20 será crucial para confirmar uma movimentação em direção a US$ 0,25 e US$ 0,33, a próxima zona de resistência importante.

Dogecoin
Análise Dogecoin. Fonte: Sjuul/X.

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MemeCore na liderança do mercado: preço pode ir a US$ 3?

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A MemeCore (M) disparou cerca de 15% nas últimas 24 horas, tornando-se a criptomoeda com melhor desempenho em todo o mercado nesta quinta-feira (30).

O movimento chama a atenção porque ocorre em um dia majoritariamente negativo para o setor. O Bitcoin (BTC) voltou a ser negociado abaixo de US$ 110.000, enquanto todas as 20 maiores altcoins em capitalização estão no vermelho.

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Nesse cenário, surge a dúvida: a MemeCore continuará desafiando esta tendência ou logo será arrastada pela pressão vendedora?

MemeCore rompe resistência e mira nova máxima histórica

O gráfico semanal mostra que a MemeCore, que chegou a subir mais de 800% entre agosto e setembro, voltou a ganhar força após validar os níveis de retração de 0,5 e 0,382 de Fibonacci como suportes. Esse movimento consolidou uma base sólida para o salto mais recente.

Com a valorização de hoje, o preço rompeu a resistência do nível de 0,236, situada em US$ 2,35. Caso o ativo consiga se manter acima desse patamar, a tendência de curto prazo deve seguir positiva, com alvo técnico em US$ 2,97, sua máxima histórica (ATH) atual.

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Gráfico da MemeCore (M) no TradingView
Gráfico da MemeCore (M) no TradingView

Um rompimento convincente acima desse nível pode levar o token a US$ 4,23, o que representaria uma valorização adicional de quase 60%.

O cruzamento das médias móveis reforça o cenário de alta. No gráfico de 4 horas, a EMA de 9 períodos (azul) cruzou novamente acima da EMA de 21 períodos (laranja), sinal clássico de alta no curto prazo.

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Além disso, o ativo acaba de realizar o seu primeiro Golden Cross, que ocorre quando a EMA de 50 períodos (branca) ultrapassa a EMA de 200 períodos (dourada).

Gráfico da MemeCore (M) no TradingView
Gráfico da MemeCore (M) no TradingView

Indicadores e fluxo de ordens apoiam novos saltos

Os principais indicadores técnicos confirmam que a MemeCore ainda pode subir mais. O RSI segue em trajetória de alta, embora ainda abaixo da zona de sobrecompra (70), o que mostra que há espaço para novas valorizações.

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Indicadores da MemeCore (M) no TradingView
Indicadores da MemeCore (M) no TradingView

O MACD apresenta um cruzamento positivo, com barras de compra crescendo no histograma, sinalizando aumento da pressão compradora. Enquanto isso, o ADX permanece lateral e abaixo de 20, sugerindo que a tendência ainda está se fortalecendo.

Por fim, o CMF opera acima de zero, o que indica entrada consistente de capital no ativo.

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Além disso, os dados das exchanges reforçam o sentimento otimista: 52% das ordens envolvendo M nas últimas 24 horas foram de compra, mostrando que mesmo após a forte valorização, há mais compradores do que vendedores na atualidade.

Isso demonstra confiança do mercado de que o preço da criptomoeda pode continuar subindo.

Fluxo de ordens de MemeCore (M) nas exchanges. Fonte: Coinglass
Fluxo de ordens de MemeCore (M) nas exchanges. Fonte: Coinglass

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Ainda assim, é importante lembrar que a MemeCore não está imune a correções. Caso o preço volte a cair, o suporte em US$ 2,35 citado acima será crucial.

Enquanto o ativo permanecer acima dessa marca, as chances de uma nova máxima acima de US$ 3 continuam altas.

Maxi Doge em destaque no mercado de memecoins

Enquanto a MemeCore lidera o mercado hoje, outro nome começa a ganhar destaque no universo das memecoins: o Maxi Doge ($MAXI).

A nova moeda aposta em uma narrativa ousada: “derrubar a Dogecoin do seu trono”. Para isso, o projeto combina humor, comunidade e uma estratégia de marketing agressiva.

Com 40% do total de tokens destinados à promoção e 25% ao Maxi Fund, o projeto busca criar liquidez e visibilidade massiva. A pré-venda já arrecadou mais de US$ 3,8 milhões, refletindo o forte interesse dos investidores.

Além disso, o staking com APY de até 80% oferece um incentivo adicional para os primeiros participantes.

Aviso: Este artigo tem funcionalidade exclusivamente informativa, e não constitui aconselhamento de investimento ou oferta para investir. O CriptoFácil não é responsável por qualquer conteúdo, produtos ou serviços mencionados neste artigo. Recomendamos que você sempre faça sua própria pesquisa (DYOR) antes de tomar qualquer decisão financeira. Invista apenas o que você pode se dar ao luxo de perder.

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Governo Lula não desiste e volta a propor imposto para criptomoedas

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O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) voltou a discutir a criação de um imposto sobre criptomoedas e apostas online. O imposto faz parte de uma nova estratégia para financiar o programa social “Gás do Povo”, que prevê R$ 8 bilhões em recursos para famílias de baixa renda.

O deputado Hugo Leal (PSD-RJ), relator da Medida Provisória 1.313/2025, confirmou que estuda incluir no texto regras de tributação para criptoativos e bets, retomando pontos rejeitados anteriormente pelo Congresso.

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A proposta marca a terceira tentativa do governo Lula de aprovar um modelo de cobrança sobre investimentos digitais, após o fracasso da MP 1.303/2025, derrubada em 8 de outubro. Na nova versão, o texto busca incorporar o Regime Especial de Regularização de Ativos Virtuais (RERAV) — uma espécie de “anistia fiscal” para investidores que possuem criptomoedas não declaradas à Receita Federal.

O RERAV permitiria que pessoas físicas e empresas regularizassem suas criptomoedas detidas até 31 de dezembro de 2025, inclusive aquelas guardadas em carteiras próprias. O investidor que aderisse ao programa pagaria 7,5% de imposto sobre o valor declarado, além de uma multa de 100%, o que elevaria a alíquota efetiva para 15%. Em troca, ficaria livre de penalidades fiscais e criminais por não ter declarado os ativos anteriormente.

Além da regularização, a proposta deve aumentar o imposto sobre a receita das bets de 12% para 18%, medida que o relator considera necessária para equilibrar as contas do programa social. Segundo Hugo Leal, “a ideia é criar fontes de financiamento permanentes sem ampliar o déficit fiscal”.

Fontes do Congresso afirmam, contudo, que o Ministério da Fazenda ainda não foi consultado sobre a inclusão dos novos dispositivos. A proposta será analisada por uma comissão mista instalada nesta quarta-feira, 29 de outubro, antes de seguir para votação no plenário.

Imposto para criptomoedas

Imposto criptomoedas governo

A inclusão das criptomoedas e das apostas no texto faz parte de uma estratégia do governo para compensar perdas de arrecadação. Com o aumento das despesas sociais, a equipe econômica busca novas fontes de receita sem elevar tributos tradicionais.

O programa “Gás do Povo” prevê duas modalidades de auxílio. Sendo um pagamento em dinheiro equivalente a 50% do preço médio do botijão de gás a cada dois meses. Além disso, prevê a distribuição gratuita de um botijão a cada seis meses para famílias com renda inferior a meio salário mínimo.

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A discussão sobre a tributação das criptomoedas dividiu opiniões dentro do Congresso. Deputados da base aliada defendem que o RERAV aumenta a arrecadação e traz segurança jurídica. Enquanto opositores veem a proposta como uma anistia disfarçada para investidores que mantiveram ativos fora do país.

Em versões anteriores, o RERAV já previa um prazo de adesão de até 180 dias, prorrogável por mais seis meses, e dispensava a necessidade de informar endereços de carteiras digitais. O governo criou o modelo com base no Regime Especial de Regularização Cambial (RERCT), implementado em 2016 para repatriar valores mantidos no exterior.

Apesar da resistência política, o governo acredita que a inclusão do programa na MP do gás pode facilitar a aprovação. A Câmara e o Senado precisam aprovar a MP 1.313/2025 até 10 de fevereiro para que ela mantenha sua validade.

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MetaMask se torna multichain e prepara lançamento de token MASK

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A MetaMask anunciou uma atualização que muda o modo como seus usuários interagem com diferentes redes blockchain. Afinal, as novas ‘Contas Multichain’ permitem gerenciar endereços de Ethereum, Solana e, futuramente, Bitcoin em um único perfil.

A mudança coloca a carteira entre as mais completas do mercado e reforça a expectativa pelo lançamento de seu token nativo, o MASK. Ao mesmo tempo, o mercado acompanha movimentos promissores de carteiras rivais, como a Best Wallet.

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MetaMask agora tem contas unificadas e desempenho aprimorado

Até então, quem utilizava redes não compatíveis com EVM precisava criar contas separadas para cada blockchain. No entanto, com a atualização, essa fragmentação chega ao fim.

Cada conta da MetaMask passa a reunir endereços de várias redes, simplificando a navegação e a visualização de ativos. Ou seja, quem armazena diversas criptomoedas promissoras na mesma carteira pode explorar todas as funções de forma mais prática.

Além disso, a empresa afirma que o carregamento de ativos ficou até 30 vezes mais rápido. Essa melhoria ocorre graças ao uso do padrão BIP-44, que permite derivar e organizar múltiplas contas a partir de uma única frase de recuperação.

Também vale destacar que os endereços antigos continuam válidos. No entanto, caso o usuário possua mais endereços em Solana do que em redes EVM, a MetaMask criará novos endereços para equilibrar a conta. Assim, a estrutura multichain mantém consistência e facilidade de uso.

Expansão para novas redes e token próprio

O suporte da MetaMask ainda é limitado a redes EVM e Solana, com Bitcoin e Tron devendo ser liberados nas próximas atualizações.

A MetaMask alerta que carteiras físicas ainda não têm integração total com Solana, restringindo parte da experiência multichain para quem usa dispositivos de hardware. Então, o principal desafio é garantir a segurança dessa nova estrutura.

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A empresa tem lançado avisos contra pré-vendas falsas de tokens e fraudes envolvendo atualizações. No entanto, o avanço recente é visto como um passo decisivo para transformar a carteira em um hub interoperável no ecossistema Web3.

Em paralelo, a ConsenSys, empresa responsável pela MetaMask, confirmou que trabalha em um token próprio. Segundo Joseph Lubin, CEO da companhia, o token MASK ‘está chegando, talvez mais cedo do que você espera’.

O MASK deverá ter funções de governança e recompensas, além de integrar plataformas como Linea e outros produtos da empresa. Essa estratégia cria uma base de utilidade e engajamento que pode impulsionar o uso da MetaMask além da simples custódia de ativos digitais.

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Best Wallet surge como alternativa descentralizada

Enquanto a MetaMask expande sua integração, a Best Wallet vem ganhando destaque entre investidores que buscam segurança e novas oportunidades.

A carteira oferece acesso antecipado a altcoins e dApps por meio da seção ‘Upcoming Tokens’. Portanto, traz uma utilidade valiosa para quem busca projetos promissores com o máximo de praticidade.

Best Wallet.
Pré-venda da Best Wallet. Fonte: site oficial.

Outro ponto importante é que a Best Wallet já arrecadou US$ 16 milhões na pré-venda de seu token nativo, o $BEST. Isso mesmo: a plataforma se adiantou à MetaMask e já tem um token próprio pronto para chegar ao mercado.

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Quem adquire o token pode obter taxas menores e recompensas por staking. Por isso, a novidade acaba sendo especialmente atrativa para quem deseja explorar todos os recursos que essa carteira sem custódia tem a oferecer.

Para comprar $BEST, basta instalar o aplicativo da Best Wallet em Android ou iOS, ou conectar uma carteira diretamente no site oficial. Mas é importante agir rápido, pois o preço do token aumenta a cada nova fase da pré-venda.

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ETF de Solana registra US$ 69,5 milhões em inflows – veja as melhores memecoins para investir agora

Com aumento da adoção de IA entre memecoins, Fartcoin atinge US$ 2 bilhões de capitalização de mercado

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O ETF à vista de Solana ($SOL) lançado pela Bitwise Asset Management teve um início promissor. Com o código BSOL, o fundo arrecadou quase US$ 70 milhões somente no seu primeiro dia de negociações. Esta foi a maior estreia de um ETF de Solana na história.

De acordo com a Farside Investors, o fundo lançado na terça-feira (28) superou os US$ 12 milhões do ETF de staking de Solana da Rex-Osprey (SSK). Os números superaram as expectativas de analistas do JPMorgan, que previam uma estreia fria para o fundo.

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O Bitwise Solana Fund (BSOL) está se posicionando como um dos favoritos dos investidores. A aprovação pode levar a novos lançamentos em breve, incluindo mais ETFs com staking. 

“Um verdadeiro divisor de águas”, tuitou Kyle Samani, sócio-gerente da empresa de investimentos Multicoin Capital. “Tudo isso muda hoje. A grande maioria do capital mundial estava legalmente impedida de negociar ou possuir Solana… até hoje”.

Contudo, o preço da $SOL ainda registra queda de 2,1% nesta quarta-feira (29), acompanhando a desvalorização de outras criptomoedas. Mesmo assim, os investidores esperam que o sucesso inesperado impulsione o preço da Solana – e de outras criptomoedas. Hoje vamos conferir quais as memecoins para investir agora e aproveitar o sucesso do BSOL.

ETFs Solana.
Comparação entre os ETFs de Solana BSOL e GSOL. Fonte: farside Investors.

Melhores memecoins: Maxi Doge ($MAXI)

A primeira memecoin da nossa lista é a Maxi Doge ($MAXI). Há quem diga que ela se promove como um “DOGE 2.0”, mas isso não é verdade. Pelo contrário: ela é rival ferrenha da principal memecoin e quer desbancá-la do mercado – na porrada, se for necessário.

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Nesse sentido, a memecoin não está para brincadeira. Afinal, em menos de 20 dias, a pré-venda da $MAXI levantou mais de US$ 1,2 milhão, captando cerca de US$ 3,8 milhões. A Maxi Doge conseguiu esse resultado prometendo negociações com alto grau de alavancagem e um serviço de staking que paga 80% ao ano.

O modelo de pré-venda por estágios faz o preço subir a cada rodada, premiando quem entra antes. Em outras palavras, se você comprar agora, daqui a dois dias já terá o lucro equivalente à mudança de preço. E isso antes do lançamento do $MAXI nas exchanges, quando analistas esperam que o preço da $MAXI saia de cerca de US$ 0,0003 para mais de US$ 0,0012, uma alta superior a 400%.

Maxi Doge.
Fonte: X.

PepeNode ($PEPENODE)

Enquanto a Maxi Doge desafia a $DOGE, o projeto PepeNode se une com outras memecoins para criar um jogo dinâmico de mineração. Ou seja, ele permite que você possa criar o seu próprio grid direto do computador, sem precisar adquirir nenhuma máquina.

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Com seu modelo de gamificação, a PepeNode oferece uma alternativa sustentável, divertida e acessível para quem ainda sonha em faturar no universo cripto. Você começa o jogo com uma pequena mineradora e vai recebendo tokens que pode trocar por upgrades e por outras máquinas.

Assim como a construção da cidade no famoso jogo Sim City, no PepeNode você constrói seu grid de mineração. À medida que ele crescer, sua capacidade de minerar memecoins também cresce. Com o tempo, você será capaz de minerar não apenas $PEPENODE, mas tokens famosos como $PEPE e $FARTCOIN.

A proposta da Pepenode é simples: dar acesso à mineração de criptomoedas para qualquer pessoa. Você só precisa ter um computador e acesso à internet para executar o programa. E caso garanta seus $PEPENODE agora, ainda poderá ter um rendimento de staking que chega até 649%.

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PepeNode.
Veja como criar seu grid com o PepeNode. Fonte: site oficial.

Aposta nos consolidados

Se você tem um perfil conservador e deseja apostar nos tokens que já possuem histórico vencedor, a Solana é a rede ideal. A febre das memecoins que começou em 2024 tende a continuar com o lançamento dos ETFs.

É o caso da coleção de NFTs pinguins Pudgy Penguins, uma das maiores da Solana. Apesar das últimas notícias desafiadoras, o token $PENGU deve se beneficiar com o aumento da movimentação na Solana. O mesmo vale para a $FARTCOIN, que é a principal memecoin de inteligência artificial (IA) que opera na rede.

Com a volta do tema IA, a Fartcoin é a criptomoeda que mais se beneficiaria, pois une dois mercados que estão em forte tendência de alta. E por último temos a Dogwifhat ($WIF), que é a principal memecoin da Solana e teve ganhos de 10.000% somente em 2024.

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Hoje a $WIF está quase 90% abaixo de seu topo histórico, valendo menos de US$ 0,60. Mas caso ela volte a atingir seu topo mais recente (US$ 3,90 em dezembro), isso traria um retorno superior a 600%.

WIF.
Preço da WIF desde seu lançamento. Fonte: CoinGecko.

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