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Operação fecha mixer de Bitcoin e apreende US$ 29 milhões em Bitcoin

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Uma ação conjunta de agências de segurança da Suíça e da Alemanha resultou no fechamento do Cryptomixer.io, um dos maiores mixers de Bitcoin. De acordo com as investigações, criminosos utilizavam o serviço para esconder a origem de Bitcoin roubado e para lavar dinheiro de atividades ilícitas. As autoridades fizeram o anúncio nesta segunda-feira (01).

De acordo com a Reuters, a operação foi denominada e liderada por agências de Zurique, na Suíça. Porém, contou com a cooperação da Agência Federal de Investigação Criminal da Alemanha (BKA) e do Ministério Público regional de Frankfurt. O site foi tirado do ar na quarta-feira da semana passada.

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Conforme comunicado do BKA, o Cryptomixer.io, em operação desde 2016, era um dos maiores serviços de “mixagem” de Bitcoin do mundo. A plataforma movimentava bilhões de euros em receita, a maior parte proveniente de atividades criminosas.

Como funciona um mixer de Bitcoin

Os chamados cryptomixers ou tumblers são serviços que visam anonimizar transações de criptomoedas, fragmentando e misturando fundos com os de outros usuários, dificultando o rastreamento.

Durante a operação, as autoridades apreenderam servidores localizados na Suíça. Além de tomarem o controle do domínio de internet cryptomixer.io, confiscando mais de 12 terabytes de dados. A operação também resultou na apreensão de Bitcoins no valor de 25 milhões de euros (aproximadamente 29 milhões de dólares).

“Os achados também contribuirão para a investigação de outros cibercrimes”, afirmou o BKA. A investigação contou ainda com a participação da Europol, agências da União Europeia e dos Estados Unidos.

Em comunicado separado, a Europol destacou que o Cryptomixer.io era suspeito de facilitar uma série de crimes cibernéticos, incluindo esquemas de ransomware e lavagem de dinheiro. A plataforma era acessível tanto na web convencional quanto na dark web.

A operação ocorre em um momento crucial de regulação do setor na União Europeia, coincidindo com a entrada em vigor progressiva do Regulamento de Mercados de Criptoativos (MiCA). A MiCA estabelece, pela primeira vez, um marco regulatório abrangente para os prestadores de serviços de criptoativos no bloco europeu, incluindo exigências rigorosas de transparência, governança e combate à lavagem de dinheiro (AML).

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Projeções para XRP apontam US$ 20 – rotação para Maxi Doge ganha força no mercado

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Os dados on-chain mais recentes e as tendências de fluxo de ETFs apontam para um cenário em mudança para a XRP. Nesse sentido, analistas já projetam ganhos que podem chegar a 1.000% frente ao preço atual do token.

Um dos mais otimistas é o trader conhecido como Amonyx, que trouxe essa previsão com base no passado da XRP. Em sua última grande onda de alta, o token saiu de menos de US$ 0,01 e passou a valer US$ 0,90. Tudo isso em um intervalo de menos de dois anos. Agora, uma “quinta onda” de alta sugere que esse movimento pode acontecer novamente.

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Projeções para XRP

Amonyx projeta que o ano de 2026 será de valorização para as altcoins, sobretudo para a XRP. Em seu gráfico, o trader destaca que não há, segundo ele, nenhuma resistência que impeça a XRP de atingir os US$ 20 no próximo ciclo. No entanto, os investidores seguem moderando o apetite por risco, mesmo com a participação institucional demonstrando força.

A Glassnode relata uma retração notável no posicionamento em derivativos, com o interesse em aberto de futuros caindo 59% desde o início de outubro, de 1,7 bilhão de XRP para 700 milhões de XRP. Essa queda está alinhada com a estabilização do XRP acima do nível de suporte de US$ 2,00, após sua incapacidade de sustentar uma alta acima de US$ 3, 00 no início de novembro

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Possíveis ondas de alta para a XRP. Fonte: Amonyx/X.

Neste cenário de “altseason” para 2026, a XRP não é a única criptomoeda que tem força para explodir 1.000%. Outro nome forte para o ciclo de alta é a Maxi Doge ($MAXI), o principal token meme entre os que planejam desbancar a Dogecoin ($DOGE) de seu trono. Você pode comprar Maxi Doge agora e já garantir os primeiros ganhos antes do lançamento do token.

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Lentidão na atividade onchain impulsiona Maxi Doge

Embora o cenário da XRP seja promissor, a atividade on-chain, no entanto, continua lenta. De acordo com dados da Santiment, o total de endereços ativos diários na XRP próximos a 19.200. Este valor representa mais de 90% de queda em relação ao pico de junho, quando havia mais de 500 mil endereços ativos.

Ao mesmo tempo em que há menos endereços ativos, grandes detentores também estão vendendo. De fato, os investidores que possuem entre 100 mil e 1 milhão de XRP, bem como a faixa de 1 a 10 milhões de XRP, seguem reduzindo suas participações na oferta desde setembro.

Em contrapartida, os investidores degenerados que buscam o próximo “token de 1.000%” encontraram no $MAXI o seu novo favorito. A pré-venda do token atingiu US$ 4,2 milhões e teve uma grande demanda no final de semana. Seu modelo de alavancagem exagerada e staking beneficia os investidores que gostam de tomar riscos.

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O sucesso da $MAXI foi tão grande que até um token falso inspirado na memecoin foi criado nas últimas 24 horas – e seu preço disparou mais de 160%. Mas não se engane: a pré-venda do verdadeiro $MAXI segue ativa e você só encontra ela aqui, junto com a nossa análise preço da Maxi Doge.

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Pré-venda Maxi Doge. Fonte: site oficial.

A expectativa é que o token passe de US$ 0,0002745 (preço final da pré-venda) para um preço de lançamento de US$ 0,0003. Com o otimismo do mercado, especialmente em ciclos de alta impulsionados pelo halving do Bitcoin, o $MAXI pode atingir até US$ 0,0012 em seu primeiro ano.

Aviso: Este artigo tem funcionalidade exclusivamente informativa, e não constitui aconselhamento de investimento ou oferta para investir. O CriptoFácil não é responsável por qualquer conteúdo, produtos ou serviços mencionados neste artigo. Recomendamos que você sempre faça sua própria pesquisa (DYOR) antes de tomar qualquer decisão financeira. Invista apenas o que você pode se dar ao luxo de perder.

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Bitcoin cai abaixo dos US$ 85 mil e movimento reacende debate sobre capitulação

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O Bitcoin caiu para US$ 84.900 na tarde desta segunda-feira (1º) após recuar 7% nas últimas 24 horas, intensificando a pressão sobre o mercado de criptomoedas no primeiro pregão do mês. A capitalização total do setor também registrou forte retração, com queda de 7,2% para US$ 2,98 trilhões.

Queda do Bitcoin nas últimas 24 horas - Fonte: CoinGecko
Queda do Bitcoin nas últimas 24 horas – Fonte: CoinGecko

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As altcoins acompanharam o movimento de queda do Bitcoin. O Ethereum, por exemplo, recuou mais de 9% para US$ 2.743. Já o XRP desvalorizou 9,24% para US$ 1,99. Solana, Dogecoin, Cardano e outras altcoins importantes também caíram dois dígitos.

Desempenho das principais criptomoedas - Fonte: Quantify Crypto
Desempenho das principais criptomoedas – Fonte: Quantify Crypto

O movimento coincide com a repercussão de declarações do CEO da Strategy, Phong Le, que mencionou a possibilidade de venda de Bitcoin para financiar o pagamento de dividendos das ações preferenciais da empresa. A sinalização gerou receio de oferta adicional no mercado e pode ter contribuído para o recuo mais acentuado.

Repetição de quedas no início do mês

O analista Michael Van de Poppe destacou que a correção atual mantém um padrão observado nos últimos meses. Ele lembrou que o primeiro dia de negociação de novembro também registrou liquidações expressivas, especialmente entre altcoins, e avaliou que o comportamento pode refletir ciclos de rebalanço de grandes investidores institucionais.

Analista comenta queda do Bitcoine das altcoins - Fonte: Michael van de Poppe/X
Analista comenta queda do Bitcoin e das altcoins – Fonte: Michael van de Poppe/X

De acordo com Van de Poppe, movimentos dessa natureza costumam ocorrer no início de cada mês e tendem a se dissipar após um ou dois dias, período em que os mercados normalmente reencontram estabilidade.

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Capitulação como parte de ciclos históricos

O analista observou ainda que episódios de forte pressão vendedora fazem parte das etapas que antecedem retomadas de ciclo. Em suas análises, Van de Poppe mencionou que fases de capitulação no Bitcoin e em altcoins são comuns antes de movimentos mais amplos de recuperação.

O analista classificou o pregão atual como mais um exemplo desse tipo de dinâmica, marcada pela busca por liquidez em níveis mais baixos.

Contudo, a declaração do CEO da Strategy adicionou um componente adicional de incerteza. Como a empresa mantém uma das maiores posições corporativas em Bitcoin, qualquer possibilidade de venda é monitorada pelo mercado cripto. O sinal de que parte dos ativos pode servir para pagamento de dividendos aumentou a cautela de investidores de curto prazo.

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Strategy compra mais Bitcoin, mas fala de CEO desperta alerta

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A Strategy fez mais uma compra de Bitcoin (BTC) nesta segunda-feira (01). Embora o preço da criptomoeda opere em queda, a companhia fez a aquisição de 130 BTC. Com isso, o estoque de Bitcoin da empresa chegou a um número redondo: 650 mil unidades. 

De acordo com o comunicado à imprensa feito pela Strategy, a empresa pagou US$ 11,7 milhões pelos Bitcoins, a um preço médio de US$ 89.960 por BTC. Além disso, a Strategy revelou que seu rendimento (Bitcoin Yield) alcançou 27,8% no acumulado do ano.

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A empresa agora detém 650.000 BTC, adquiridos por US$ 48,38 bilhões a um preço médio de US$ 74.436 por Bitcoin. Ou seja, as operações da companhia ainda estão no lucro. Contudo, Phong Lee, CEO da Strategy, causou frenesi ao afirmar que a empresa pode vender parte de suas reservas caso uma situação aconteça.

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As 100 maiores Bitcoin Treasury Companies do mundo. Fonte: Bitcoin Treasuries.

Ainda no domingo (30/11), o fundador da Strategy Michael Saylor havia insinuado que a empresa faria outra compra de Bitcoin ontem em sua tradicional publicação. “E se começássemos a adicionar pontos verdes?“, escreveu Saylor no X.

Com a recente operação, a Strategy voltou a fazer suas compras de Bitcoin após uma pausa na semana retrasada. E em outro anúncio, a empresa relevou a criação de uma reserva de US$ 1,44 bilhão, com o objetivo de garantir o pagamento de dividendos sobre suas ações preferenciais e juros sobre sua dívida em aberto.

Essa declaração surge logo após o CEO da empresa, Phong Le, afirmar que a empresa poderá ter que vender parte de suas reservas de Bitcoin caso o valor patrimonial líquido ajustado (mNAV) caia abaixo de 1 e a empresa não consiga captar recursos para o pagamento de dividendos.

CEO da Strategy revela quando venderá Bitcoin

Durante uma entrevista no podcast “What Bitcoin Did”, Le afirmou que a empresa poderia vender Bitcoin para financiar o pagamento de dividendos sobre suas ações preferenciais. A fala do CEO repercutiu em meio a especulações sobre a eficácia da estratégia da empresa num cenário de baixa do Bitcoin.

O CEO da Strategy explicou que normalmente captam recursos quando seu valor patrimonial líquido (mNAV) está acima de 1 para cumprir suas obrigações, mesmo quando está abaixo de 1. Caso o mNAV caia abaixo de 1, a Strategy pode ter que vender parte de seu estoque para honrar com os compromissos, disse Le.

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Ele se referiu ao rendimento do Bitcoin, principal indicador de desempenho da empresa, e que, abaixo de 1x o mNAV, seria mais “criativo” vender as reservas de Bitcoin para pagar os dividendos. Atualmente, o mNAV da Strategy é de 1,19.

Lee mencionou o ciclo de baixa de 2022, quando a Strategy recomprou seus empréstimos lastreados em Bitcoin, como prova de que estavam preparados para tais condições de mercado. No entanto, o CEO destacou que isso nem sempre é possível. E caso não seja, o executivo afirmou que não terão outra opção a não ser vender suas reservas de BTC.

Os dados do TradingView mostram que as ações caíram mais de 40% no acumulado do ano (YTD) em relação à máxima de 2025, de cerca de US$ 455. No pregão desta segunda-feira, as ações MSTR registraram queda de 11% após a fala de Le, despencando para US$ 158,16.

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Recentemente, surgiram rumores de que a Strategy teria vendido parte de suas reservas de Bitcoin, o que Saylor negou prontamente. A empresa então realizou uma de suas maiores aquisições deste ano, comprando 8.178 unidades por US$ 836 milhões. 

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Melhores memecoins para comprar antes da atualização da Shibarium

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A comunidade Shiba Inu acompanha com atenção cada etapa da próxima grande atualização do Shibarium, que promete mudar profundamente o ecossistema da rede. A equipe confirmou que integra recursos avançados de privacidade, e isso reacende o debate sobre quais memecoins podem ganhar espaço antes dessa transformação. A atualização, baseada na Criptografia Homomórfica Completa, conhecida como FHE, cria expectativas porque adiciona privacidade nativa a transações on-chain e contratos inteligentes.

A executiva de marketing Lucie reforçou no X que a tecnologia, desenvolvida pela Zama, já está em fase ativa e chegará ao Shibarium até o segundo trimestre de 2026. Ela destacou que a integração traz “privacidade completa on-chain”, algo raro no universo das blockchains compatíveis com EVM. Além disso, o recurso ampliará a utilidade do BONE, token de gás da rede.

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O movimento atual retoma uma parceria anunciada em 2024, quando o ecossistema Shiba Inu revelou colaboração com a Zama.ai, empresa de criptografia reconhecida em Paris. Na época, a própria revista Shiba Inu classificou a união como um passo decisivo para elevar padrões de segurança e privacidade dentro do projeto. Agora, com o avanço técnico confirmado, esse plano deixa o papel e avança para a implementação prática.

O roteiro divulgado pela Zama mostra que a testnet pública do protocolo já está ativa na rede Sepolia. O plano inclui uma implementação na rede principal do Ethereum antes do fim do ano, acompanhada do TGE do token ZAMA. A partir dessa etapa, o suporte será expandido para blockchains compatíveis com EVM, incluindo o Shibarium, durante o primeiro semestre de 2026. A equipe também pretende lançar sua rede principal na Solana no segundo semestre do próximo ano.

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A tecnologia FHE permite processar entradas totalmente criptografadas sem expor dados sensíveis em nenhum momento. Isso abre caminho para uma nova geração de aplicações focadas em privacidade. As possibilidades incluem transações sigilosas, interações privadas com carteiras e até protocolos DeFi confidenciais, algo praticamente inexistente na maioria das blockchains de memes.

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Além disso, com essa integração, o Shibarium se diferencia de outros projetos do setor. Afinal, ele deixaria de ser apenas uma solução de camada 2 e passaria a competir entre as poucas cadeias de privacidade com tecnologia FHE nativa. Desse modo, esse salto técnico pode mexer diretamente com o mercado de memecoins, que procura utilidade real para se sustentar no longo prazo.

Maxi Doge

pré-venda do MaxiDoge

Entre as memecoins que podem se beneficiar desse ciclo de expectativa, o MaxiDoge (MAXI) aparece como um dos mais comentados. O ativo roda na rede Ethereum com uma oferta fixa de 150,24 bilhões de unidades. O projeto usa contratos inteligentes auditados e impede que a equipe crie novos tokens, bloqueie carteiras ou introduza taxas arbitrárias. Essa política rígida agrada investidores que buscam segurança em um segmento ainda marcado por golpes e inflação oculta.

O planejamento do projeto reserva cerca de 40% do fornecimento para marketing, enquanto o restante se divide entre liquidez, desenvolvimento e staking. A estratégia visa financiar o ecossistema sem recompensar excessivamente quem já está inserido no projeto. Assim, analistas projetam que o token pode subir de US$ 0,0002745 na pré-venda para US$ 0,0003 no lançamento.

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Se o otimismo do mercado crescer junto com a atualização do Shibarium, o ativo pode atingir até US$ 0,0012, acumulando potencial de mais de 400% no primeiro ano.

Com uma atualização tão ampla no horizonte, investidores observam a movimentação das memecoins que podem ganhar força nesse novo ambiente. A combinação entre privacidade avançada, contratos inteligentes sigilosos e novos incentivos técnicos cria um cenário fértil para projetos que entregam utilidade real e transparência.

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Binance lança serviço exclusivo para atender milionários no mercado cripto

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A Binance anunciou na quarta-feira (26) a criação do Binance Prestige. O serviço exclusivo é direcionado a indivíduos com patrimônio líquido ultra-elevado (UHNW) e a instituições como escritórios familiares e fundos privados. A iniciativa reflete a crescente institutionalização do mercado de criptoativos e a demanda por serviços sob medida para grandes patrimônios.

Binance Prestige atenderá público ‘AAA’.

A empresa desenvolveu o Binance Prestige para oferecer uma abordagem profissional e de ponta a ponta na gestão de ativos digitais. O novo serviço complementa o Binance Wealth, que já atende consultores e gestores de patrimônio de alta renda. Desse modo, o foco está em simplificar o processo para investidores tradicionais que desejam alocar recursos significativos no setor, mas que buscam o mesmo nível de suporte e orientação direta a que estão acostumados nos mercados financeiros convencionais.

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Catherine Chen, diretora da área VIP e Institucional da Binance, explicou que a curiosidade sobre criptomoedas por parte de investidores com perfil mais tradicional tem aumentado, especialmente em regiões como Ásia e Oriente Médio.

“Um problema recorrente para investidores ricos, porém cautelosos, é ter que passar por várias etapas para se tornarem clientes de criptomoedas, em vez de receberem o acompanhamento personalizado que esse tipo de investidor espera”, afirmou Chen.

Interesse cresce no público AAA

O anúncio ocorre em um contexto onde ativos digitais são cada vez mais vistos como essenciais para a gestão de patrimônio. Uma pesquisa recente da Avaloq indica que mais da metade dos profissionais do setor considera esses ativos cruciais para o engajamento com seus clientes. Um aumento em relação aos 44% registrados no ano anterior.

Embora não haja um valor mínimo de patrimônio rigidamente para aderir ao Binance Prestige, a expectativa é que o serviço atenda investidores com mais de US$ 10 milhões. Um patamar comparável ao exigido para a abertura de contas em bancos privados. Além disso, a oferta basear-se-á em seis pilares de serviço, que abrangem desde a integração simplificada e o acesso a moeda fiduciária até produtos estruturados, financiamento de capital, custódia e fornecimento de relatórios e análises de mercado.

Dessa forma, olhando para o futuro, a corretora sinalizou que estuda a incorporação de serviços adicionais, como planejamento sucessório, ao escopo do Binance Prestige. Entretanto, Chen ressaltou que a empresa busca um equilíbrio em sua atuação.

“Em última análise, ainda não somos um banco. Por exemplo, não vamos criar um fundo fiduciário para o cliente. O que faremos é garantir que os clientes estejam cientes de todas as ferramentas disponíveis que podem ajudá-los a atingir seus objetivos”, concluiu a executiva.

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Jorge Seif defende reserva soberana de Bitcoin e critica excesso de regulação no Brasil

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O senador Jorge Seif defendeu, nesta sexta-feira, 28, durante a Blockchain Conference Brasil, que o país precisa avançar na criação de uma reserva soberana de Bitcoin e reduzir o excesso de regulação que, segundo ele, trava o potencial de inovação. Ele participou de um painel organizado pela Frente Parlamentar de Livre Mercado e afirmou que ignorar o BTC como “ouro digital” coloca o Brasil atrás de nações menores que já entenderam o valor estratégico do ativo.

Logo no início de sua fala, Seif lembrou que o mercado cripto nasceu com espírito libertário. Ele explicou que muitos entusiastas rejeitam interferência estatal e buscam total autonomia.

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“Nós queremos finanças descentralizadas, não queremos regulação, não queremos taxação. Queremos comprar e vender Bitcoin sem interferência”, afirmou.

Porém, ele destacou que a realidade exige diálogo constante, porque o Estado ainda exerce forte influência sobre o ambiente econômico.

Seif insistiu que excesso de regras sempre atrapalhou a inovação no Brasil. Ele afirmou que empreendedores costumam enfrentar barreiras pesadas, mesmo quando o setor mostra enorme potencial. O senador repetiu que o país perdeu espaço global por causa de burocracia excessiva e citou a MP 3303 como exemplo.

Para ele, o texto “quase fulminou o mercado cripto” ao sugerir um modelo tributário considerado destrutivo para investidores de diferentes perfis.

Ele ressaltou que a MP eliminaria a isenção para vendas de até R$ 35 mil e imporia uma alíquota linear de 17,5% para qualquer operação. Além disso, o texto igualava holders e traders, ignorando estratégias distintas e contrariando práticas adotadas em diversos países

“Enquanto outras nações protegem quem investe no longo prazo, o Brasil queria taxar todo mundo sem exceção”, disse.

Reserva de Bitcoin

Reserva de bitcoin

O senador também criticou a percepção equivocada de que o setor funciona como um “submundo”. Ele relatou que, em CPIs recentes, parlamentares trataram criptomoedas como sinônimo de crime

“A primeira pergunta de muitos é: ‘Você tem Bitcoin?’ Como se alguém que acredita no ouro digital fosse um criminoso. Isso precisa mudar”, afirmou em tom firme.

Durante o painel, Seif pediu mais engajamento dos usuários. Ele disse que quem opera em grandes exchanges brasileiras não pode ignorar o Congresso. Para ele, sem representação política, investidores podem ser empurrados para plataformas estrangeiras, o que ampliaria a fuga de capital.

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“Ou vocês se engajam, ou vocês terão de investir fora”, alertou.

A vitória contra a MP 3303, segundo Seif, só ocorreu porque a pressão da comunidade foi intensa. Ele afirmou que o texto não desapareceu, mas acabou retirado após forte reação da Câmara e do Senado

“Sobretaxar o mercado cripto seria matar a galinha dos ovos de ouro. E mantenho essa afirmação”, disse.

O Brasil precisa acreditar no Bitcoin

Ele voltou então ao ponto central: o Brasil precisa acreditar no Bitcoin como reserva estratégica. Seif afirmou que diversos países menores já adotam BTC para proteger suas economias e que o Brasil corre risco de ficar para trás.

“Se não acreditarmos no Bitcoin, vamos ficar para trás mais uma vez”, repetiu.

O senador destacou ainda o trabalho da Frente Parlamentar do Mercado Digital, que, segundo ele, se dedica a impedir excessos tributários e garantir um ambiente saudável para o setor prosperar. Ele lembrou que mais de 40 impostos foram criados ou ampliados nos últimos três anos, o que, em sua visão, reforça a urgência de resistência política.

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Para encerrar, Seif afirmou que continuará atuando ao lado dos investidores e pediu participação ativa da comunidade. Ele disse que o país tem criatividade e quase 40 milhões de usuários no setor cripto, mas alertou que esse potencial pode desaparecer sob pressão excessiva.

”O mercado cripto só cresce, e o Brasil precisa acompanhar. Se ficarmos presos ao medo, à desinformação ou à taxação exagerada, vamos desperdiçar uma grande oportunidade”, concluiu.

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Duas criptomoedas promissoras que vão chegar a US$ 200 bilhões em 2026

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O mercado de criptomoedas voltou a ganhar força depois de meses marcados por incertezas, e dois ativos específicos chamam atenção dos analistas. A expectativa crescente é que XRP e BNB possam atingir US$ 200 bilhões em valor de mercado até 2026, caso mantenham o ritmo atual de expansão. Esse cenário ganhou destaque após um novo relatório apontar os dois tokens como os mais bem-posicionados para alcançar o marco.

Os especialistas explicam que o movimento recente do setor favorece ativos com forte demanda institucional e fundamentos sólidos. Nesse ambiente, o XRP desponta com vantagem. Hoje, ele ocupa a quarta posição entre as maiores criptomoedas e vale cerca de US$ 133,7 bilhões. Portanto, precisaria de um avanço de aproximadamente 49% para alcançar a marca dos US$ 200 bilhões no próximo ano, um crescimento visto como possível diante da fase atual do mercado.

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A alta semanal do XRP não mostra sinais de perda de fôlego. O token avança apoiado em indicadores técnicos sólidos e pela significativa redução das reservas em corretoras, agora no menor nível desde janeiro de 2025. Esse movimento indica que investidores de longo prazo continuam acumulando a criptomoeda, reduzindo a oferta circulante e fortalecendo a pressão de alta. Além disso, o lançamento de mais um ETF de XRP, previsto para ocorrer antes de 1º de dezembro, ampliou o entusiasmo de instituições e varejo.

Outro ponto importante envolve a Ripple. Analistas avaliam que a empresa poderá conquistar uma licença bancária completa em 2026, um passo que pode transformar o XRP em um ativo ainda mais relevante dentro do sistema financeiro global. Caso isso ocorra, a legitimidade institucional aumentaria e uma nova máxima histórica poderia surgir. Desse modo, o XRP era negociado a US$ 2,22, acumulando alta de quase 15% na semana.

Criptomoedas XRP

Criptomoedas promissoras

No caso da BNB, o cenário também é promissor. O ativo ocupa a quinta posição no mercado e tem hoje capitalização de cerca de US$ 123,6 bilhões. Para atingir os US$ 200 bilhões, precisaria avançar 61% até o próximo ano. Embora o percentual seja maior que o do XRP, o BNB tem fatores que alimentam a possibilidade dessa trajetória.

Durante a Binance Blockchain Week, realizada nos dias 27 e 28 de novembro, a empresa anunciou melhorias no ecossistema, novas integrações e parcerias relevantes com empresas tradicionais, como a Mastercard. Esses avanços reforçam o papel do BNB como ativo central dentro do universo da exchange e ampliam sua visibilidade institucional. Ao mesmo tempo, um pedido recente da VanEck para lançar um ETF spot de BNB animou o mercado, principalmente porque figuras como Changpeng Zhao apoiaram publicamente a iniciativa.

Com isso, investidores passaram a especular que o BNB pode retomar a região dos US$ 1.000 ou até se aproximar do recorde anterior de US$ 1.370, registrado há dois meses. No momento da publicação, o token era negociado a US$ 897,03, após uma valorização de 9,3% nos últimos sete dias.

BNB

 

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Ethereum pode superar Bitcoin, aponta Tom Lee, enquanto pré-venda da Pepenode ganha força

Bitcoin e Ethereum: saiba quais são as diferenças entre os dois

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Tom Lee, cofundador e chefe de pesquisa da Fundstrat Global Advisors, reacendeu o otimismo no mercado cripto com uma de suas audaciosas previsões. Em análise recente, o influente estrategista projetou que o Ethereum (ETH) não apenas superará sua desvalorização recente, mas tem potencial para ultrapassar o Bitcoin e alcançar a marca de US$ 7.000 a US$ 9.000 até o fim de janeiro de 2026.

Em entrevista ao Wealthion, Lee detalhou os três pilares que sustentam sua confiança no Ethereum como a plataforma blockchain dominante no futuro.

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Primeiro, Lee destacou o “tamanho absoluto” do Ethereum, sua “enorme e crescente comunidade de desenvolvedores” que é “global e dedicada”. Ele enfatizou que a rede é uma “blockchain neutra com 100% de tempo de atividade”, um fator crucial para a confiança institucional.

EHT se beneficia de novo mercado do dólar

O analista acredita que a tokenização de ativos do mundo real, como ações, será um motor de demanda massiva. Ele comparou o momento atual ao período pós-acordo de Bretton Woods, quando novos produtos financeiros foram criados para consolidar o dólar como moeda de reserva.

“O dólar… se tornou tokenizado na blockchain”, afirmou Lee, referindo-se ao crescimento das stablecoins.

Ele prevê que, mesmo que grandes bancos não adotem o Ethereum diretamente inicialmente, um terceiro criará um produto inovador na rede que, por sua comunidade e liquidez, se tornará o padrão do mercado.

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Assim, Lee antecipa que o Ethereum pode testar uma mínima de curto prazo em torno de US$ 2.500. Ele atribuiu o movimento a um “ciclo de liquidação sistemática” decorrente do colapso do mercado em 10 de outubro.

No entanto, ele considera essa queda “ínfima em comparação com a alta de tentar descontar um superciclo”. Portanto, sua projeção é de uma forte recuperação para a faixa de US$ 7.000 a US$ 9.000 já no início do próximo ano.

Alta da Pré-venda da PEPENODE

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Pré-venda do PEPENODE.

Enquanto o Ethereum atrai olhares para seu potencial de valorização de longo prazo, um projeto do ecossistema de “memecoins” está ganhando força rapidamente em sua fase de pré-venda: a Pepenode. O projeto que combina elementos de memes com uma plataforma gamificada de “mineração” virtual, já arrecadou mais de US$ 2,2 milhões em sua pré-venda. A análise de preço do $PEPENODE destaca todo o potencial da PEPENODE.

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Além disso, a iniciativa permite que os usuários construam “rigs” de mineração personalizados em salas de servidores virtuais. Sem a necessidade de hardware físico, inspirado em jogos como Factorio. O token nativo, $PEPENODE, é usado para upgrades, compras de “nodes” e recompensas, com o sistema de staking oferecendo um APY para os detentores.

Analistas preveem que, impulsionada pelo sucesso da pré-venda e pelo lançamento de suas mecânicas de jogo, a PEPENODE tem um grande potencial. O projeto vem sendo considerado como um dos pré-lançamentos em tendência deste ano, sinalizando um interesse contínuo em “memecoins” que oferecem alguma forma de utilidade e engajamento além do puro hype. Para comprar PEPENODE, acesse o site oficial.

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Liberdade no mercado cripto exige responsabilidade e segurança, afirma deputado Aureo Ribeiro

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O Deputado Aureo Ribeiro defendeu, durante a Blockchain Conference Brasil, um avanço firme na regulamentação do mercado de criptomoedas. Ele falou no painel coordenado pela Frente Parlamentar de Livre Mercado, mediado por Rodrigo Saraiva Marinho, e destacou que “liberdade sim, ingenuidade não” deve ser o princípio central da política pública para o setor.

De acordo com ele, o Brasil segue como um país especial, cheio de oportunidades, mas ainda travado por regras confusas que dificultam o crescimento.

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Aureo reforçou que o papel do Congresso é reduzir barreiras e criar um ambiente mais simples. Ele lembrou que iniciou os debates sobre cripto em 2015, quando o tema ainda era desconhecido. Naquela época, o deputado apresentou o primeiro marco legal para o setor, construído a partir de conversas com quem já atuava no mercado. Ele explicou que o objetivo sempre foi garantir segurança jurídica, previsibilidade e proteção para investidores e empresas.

O parlamentar destacou que, ao longo dos anos, associações e grupos técnicos surgiram e passaram a dialogar com o Parlamento. Esse movimento, segundo ele, permitiu soluções práticas que hoje compõem a base do funcionamento do mercado brasileiro. Contudo, Aureo também reconheceu que o processo revelou muitos problemas. Ele apresentou mais de 170 requerimentos e instalou uma CPI para investigar crimes com criptomoedas.

A investigação mostrou um cenário grave. Mais de quatro mil brasileiros foram enganados por promessas de lucros rápidos, principalmente em esquemas sediados em Cabo Frio. Ele afirmou que a cidade sofreu forte impacto econômico após o colapso dos grupos criminosos. Durante o discurso, Aureo relatou que muitas vítimas perderam casas, carros e planos de vida. Segundo ele, especialistas ouvidos pela CPI deixaram claro que dinheiro fácil nunca existiu.

Mercado cripto Aureo

Evolução do mercado cripto

Ele insistiu que liberdade econômica não pode ser confundida com ingenuidade. Por isso, reforçou que o país precisa de regras claras para impedir que golpistas encontrem brechas.

”Queremos liberdade, mas não podemos permitir que golpistas destruam famílias”, afirmou.

O deputado também ressaltou que o debate avançou dentro do Congresso. Em 2015, poucos parlamentares entendiam do tema. Hoje, porém, há mais conhecimento técnico e maior participação na elaboração dos textos. Esse amadurecimento, segundo Aureo, facilita a tramitação de propostas complexas e torna o diálogo com o mercado mais sólido.

Mesmo com o avanço, o deputado reconheceu que o caminho continua difícil. Ele comentou que forças políticas tentam influenciar detalhes das medidas provisórias e dos projetos de lei. Muitas vezes, grupos organizados atuam para alterar pontos essenciais. Apesar disso, Aureo disse que existe uma união maior entre lideranças para preservar o que considera vital: segurança, transparência e estabilidade.

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Aureo também afirmou que fortalecer órgãos de investigação é indispensável. Ele mencionou que parcerias com a Fundação Getulio Vargas e outras instituições têm ajudado a treinar equipes e melhorar métodos de apuração. O deputado destacou que golpes movimentavam valores de 8, 10 ou até 15 milhões de reais sem qualquer controle. Para ele, esse período formou um “ciclo emergencial” que exigia uma resposta rápida.

O parlamentar ainda defendeu que empresas do setor cripto precisam ser incentivadas a operar no país. Ele explicou que regras simples, combinadas com liberdade econômica, criam empregos e aumentam a arrecadação.

”Precisamos que as empresas estejam aqui, pagando impostos e gerando oportunidades”, disse.

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O post Liberdade no mercado cripto exige responsabilidade e segurança, afirma deputado Aureo Ribeiro apareceu primeiro em CriptoFacil.