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Lucro do Bitcoin despenca com queda no preço; HYPER é opção

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O Bitcoin (BTC) continua sob forte pressão após duas semanas consecutivas de desvalorização. A principal criptomoeda do mercado enfrenta resistência para romper níveis-chave, refletindo um cenário de crescente cansaço entre os investidores.

E isso já reflete nos dados relativos ao lucro do Bitcoin. Afinal, com a volatilidade em alta e o volume de negociações em queda, o ativo mostra sinais de vulnerabilidade. E o cenário pode piorar se o sentimento de mercado não se recuperar em breve.

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Investidores enfrentam perdas crescentes com Bitcoin

A porcentagem do suprimento de BTC em lucro caiu de 98% para 78% em apenas duas semanas, segundo dados da Santiment. Essa retração drástica sinaliza um aumento nas perdas não realizadas e maior aversão ao risco.

Além disso, a contração indica um momento de capitulação, no qual muitos investidores preferem liquidar posições em vez de aguardar uma possível recuperação.

Também chama a atenção o comportamento do indicador RPL (Razão de Lucro Realizado para Perda), que caiu de 1,2 para 0,7, ultrapassando o limite de 1,5 — considerado o ponto de equilíbrio. Afinal, isso mostra que mais investidores estão vendendo com prejuízo do que realizando lucros, reforçando o tom pessimista do mercado.

Esse cenário de perdas consolidadas tende a criar um ciclo de hesitação, em que compradores se retraem e vendedores saem ao menor sinal de força. O resultado é um mercado travado, sem impulso claro de recuperação.

Aliás, não é somente o Bitcoin que sofre nesse cenário. Afinal, outras criptomoedas promissoras, como Ethereum (ETH) e Solana (SOL) também estão tendo um outubro difícil.

BTC tenta segurar suporte em US$ 108 mil

No momento da análise, o BTC é negociado a cerca de US$ 108.500, mantendo-se acima da zona de suporte de US$ 108 mil. No entanto, o ativo não conseguiu romper a tendência de baixa que se estende por duas semanas, levantando dúvidas sobre a força dos touros.

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Se o Bitcoin não recuperar o patamar de US$ 110 mil, analistas projetam uma queda para US$ 105 mil ou até menos. Além disso, a formação de mínimas mais baixas aumenta o risco de correção mais profunda, especialmente em meio ao clima de incerteza global e à redução da liquidez no mercado.

Uma recuperação sustentada acima de US$ 110 mil poderia inverter o cenário técnico, abrindo espaço para um movimento em direção a US$ 112.500. Mas, por enquanto, a cautela continua a dominar o sentimento dos investidores.

Bitcoin Hyper promete novo fôlego à rede BTC

O ambiente de desconfiança em torno do BTC, no entanto, tem impulsionado o interesse por novos projetos que buscam expandir o ecossistema da moeda.

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Um dos mais promissores é o Bitcoin Hyper (HYPER), primeiro Layer-2 a integrar a Solana Virtual Machine (SVM) à blockchain do Bitcoin.

Além disso, o HYPER usa a linguagem Rust e ferramentas familiares aos desenvolvedores, permitindo a criação de dApps, jogos e soluções DeFi de forma rápida e com baixo custo. Então, o projeto abre caminho para o Bitcoin concorrer diretamente com blockchains mais versáteis, como Ethereum e Solana.

Também o modelo de staking do HYPER pode ter impacto relevante na liquidez do mercado. Se 1% do suprimento de BTC — cerca de 195.000 moedas, equivalentes a mais de US$ 22 bilhões — for bloqueado, o efeito na circulação será significativo.

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Com uma pré-venda que já arrecadou mais de US$ 24 milhões, o Bitcoin Hyper surge como um dos destaques do setor, reforçando o potencial de inovação dentro do próprio ecossistema do BTC mesmo em tempos de turbulência.

Para comprar HYPER, basta acessar o site oficial e conectar uma carteira de sua preferência. Há também a opção de adquirir o token usando a carteira cripto Best Wallet, parceira oficial do projeto, na área ‘Upcoming Tokens’.

Visite o Bitcoin Hyper Agora

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Aviso: Este artigo tem funcionalidade exclusivamente informativa, e não constitui aconselhamento de investimento ou oferta para investir. O CriptoFácil não é responsável por qualquer conteúdo, produtos ou serviços mencionados neste artigo.

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Previsão Dogecoin: baleias podem intensificar ‘Efeito Musk’?

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A Dogecoin (DOGE) mantém seu ritmo de valorização e caminha para o quarto dia consecutivo de alta no mercado. O impulso recente foi provocado por Elon Musk, que voltou a movimentar o mercado de memecoins esta semana.

Na segunda-feira (20), o bilionário mencionou novamente seu cachorro Floki em uma publicação no X. A reação foi imediata, impactando o preço de algumas moedas meme.

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De acordo com o CoinGecko, a capitalização da Dogecoin aumentou em mais de US$ 500 milhões nas horas seguintes ao tweet. Contudo, Musk não parece ser o único fator por trás da alta.

Baleias voltam a acumular Dogecoin e sustentam tendência de alta

Dados on-chain revelam um movimento expressivo de acúmulo entre as baleias, especialmente as que detêm de 100 milhões a 1 bilhão de DOGE. Desde o dia 16 de outubro, esse grupo adicionou mais de 1,4 bilhão de moedas, equivalente a cerca de US$ 250 milhões.

Nos mercados futuros, o cenário também favorece os compradores. Na Binance, a proporção de grandes players com posições de compra (long) ultrapassou novamente os 70%, mostrando um otimismo crescente em relação à Dogecoin.

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Posições das baleias de futuros de Dogecoin (DOGE) na Binance
Posições das baleias de futuros de Dogecoin (DOGE) na Binance

Esses padrões de compras indicam confiança renovada entre os grandes investidores. Historicamente, o aumento da participação das baleias costuma antecipar movimentos de alta, já que esse grupo tem poder suficiente para alterar a dinâmica de oferta e demanda no mercado.

Portanto, as baleias podem pode prolongar o chamado “Efeito Musk”, reforçando a atual tendência positiva do ativo.

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DOGE em momento crucial

O gráfico diário da Dogecoin indica um momento técnico decisivo. O ativo voltou a subir após formar um fundo duplo em US$ 0,185, padrão que normalmente antecipa reversões de alta.

Caso o preço rompa o topo atual em US$ 0,217, o próximo alvo pode ser a região de US$ 0,25, onde se encontra a linha de suporte de um triângulo que foi rompido em 10 de outubro. Nesse sentido, um salto até este nível representaria uma valorização de cerca de 25%.

Gráfico da Dogecoin (DOGE) no TradingView
Gráfico da Dogecoin (DOGE) no TradingView

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Entretanto, o nível de retração de Fibonacci em 0,618, localizado em US$ 0,201, é o principal obstáculo no curto prazo. Se o preço falhar em superá-lo, a memecoin pode retomar o movimento corretivo, voltando ao suporte em US$ 0,175.

Os indicadores técnicos favorecem os compradores. No gráfico de 4 horas, o CMF se mantém positivo, mostrando entrada de capital no ativo. Enquanto isso, o MACD cruzou para cima, confirmando mudança de tendência.

Gráfico da Dogecoin (DOGE) no TradingView
Gráfico da Dogecoin (DOGE) no TradingView

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Todavia, para manter o impulso, os compradores precisam defender o fundo recente em US$ 0,193. Se isso ocorrer, novas altas podem surgir nos próximos dias.

Maxi Doge: a nova aposta entre as memecoins

Enquanto a Dogecoin tenta consolidar sua retomada, um novo projeto começa a ganhar espaço entre os investidores. O Maxi Doge ($MAXI) se apresenta como a versão “raivosa” e ambiciosa da DOGE, prometendo desafiar o trono da memecoin original.

O projeto aposta em humor ácido e forte engajamento comunitário, pilares que historicamente impulsionaram o sucesso das maiores memecoins. Além disso, o plano de marketing agressivo, que reserva 40% do total de tokens para campanhas, busca atrair traders dispostos a correr riscos por ganhos expressivos.

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A pré-venda do $MAXI já arrecadou mais de US$ 3,7 milhões, mostrando forte tração entre investidores. Durante esta fase, os participantes podem ainda fazer staking de seus tokens, obtendo rendimentos superiores a 80%.

Em um cenário de crescente apetite por ativos de alto risco, o Maxi Doge surge como uma alternativa ousada dentro do universo das memecoins.

Aviso: Este artigo tem funcionalidade exclusivamente informativa, e não constitui aconselhamento de investimento ou oferta para investir. O CriptoFácil não é responsável por qualquer conteúdo, produtos ou serviços mencionados neste artigo. Recomendamos que você sempre faça sua própria pesquisa (DYOR) antes de tomar qualquer decisão financeira. Invista apenas o que você pode se dar ao luxo de perder.

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Citibank recomenda compra de ações da Strategy e impulsiona otimismo com Bitcoin

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O Citibank reacendeu o entusiasmo dos investidores de Wall Street ao recomendar a compra das ações da Strategy (MSTR), empresa comandada por Michael Saylor. O banco classificou o papel com rating de “compra/alto risco” e definiu um preço-alvo de US$ 485. Isso representa um potencial de valorização expressivo para os próximos 12 meses.

De acordo com o relatório do Citi, a ação da Strategy funciona como uma aposta alavancada no desempenho do Bitcoin, com potencial de ganho de 63% em relação ao preço atual da criptomoeda. O banco estima que o BTC pode atingir US$ 181 mil em seu cenário base, refletindo a visão otimista de que o ativo continuará sendo o principal porto seguro digital da próxima década.

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As ações da Strategy, listadas na Nasdaq, reagiram positivamente à notícia. Logo após a divulgação, os papéis subiram 1,5%, sendo negociados em torno de US$ 301. A recomendação do Citi ocorre em um momento em que a Strategy segue fortalecendo sua posição em Bitcoin, ampliando ainda mais sua estratégia agressiva de tesouraria digital.

Em comunicado recente, a empresa informou a compra de 168 BTC adicionais, a um preço médio de US$ 112.051 por unidade, elevando seu total para 640.418 Bitcoins. Esse montante representa aproximadamente US$ 47,4 bilhões em ativos, com custo médio de aquisição de US$ 74 mil por Bitcoin. A companhia atingiu um rendimento de 26% em BTC no acumulado do ano, reforçando a eficiência de sua política de acumulação.

Banco recomenda compra de ações da Strategy

Strategy
Imagem: Bitcoin Teasuries

O Citi destacou ainda que o modelo adotado por Saylor desde 2020, ao transformar o Bitcoin no único ativo de tesouraria da empresa. De acordo com o banco, isso consolidou a Strategy como referência global em gestão de ativos digitais. O banco acredita que a companhia deve continuar expandindo sua posição em BTC por meio da emissão de dívidas conversíveis e ações preferenciais, aproveitando o prêmio de valor patrimonial (NAV) acima da média histórica.

Além da recomendação do Citi, o otimismo ganhou força após a divulgação de que Jarrod Patten, membro do conselho da Strategy, comprou 23.780 ações da empresa, num investimento de US$ 2,31 milhões. O movimento foi interpretado como um sinal de confiança interna no potencial de valorização da companhia.

Enquanto isso, o Bitcoin segue em leve alta, negociado a US$ 110.845, após subir mais de 2% nas últimas 24 horas. Apesar de pequenas correções semanais, o sentimento do mercado permanece fortemente positivo, impulsionado pela entrada de grandes instituições.

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Michael Saylor reforçou recentemente sua convicção de longo prazo: “O inverno cripto acabou. O Bitcoin não vai a zero, vai a um milhão”. Para ele, o apoio do novo governo dos Estados Unidos e o crescente interesse bancário em custodiar BTC representam o início de um novo ciclo de valorização institucional.

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Solana pode chegar a US$ 500, segundo Grok — Snorter Token entra no radar como próxima explosão

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A Solana (SOL) não vive o seu melhor momento em termos de preço. Sua queda de 7,5% nesta sexta-feira (17) foi a segunda maior do dia, fazendo a criptomoeda cair abaixo de US$ 182. O preço da Solana está cerca de 30% abaixo da máxima histórica de US$ 256 registrada em janeiro de 2025.

No entanto, a ferramenta de IA do X, a Grok, tem uma opinião diferente sobre a Solana. E, em sua última análise, ela sugeriu que o preço da criptomoeda pode atingir os US$ 500 em breve. Ou seja, atingir uma alta superior a 130% nos próximos meses, algo que pode alavancar diversas teses de investimento ancoradas com a Solana.

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Uma das melhores teses desse segmento é o Snorter Bot, que localiza as melhores opções de pré-venda de memecoins e vários tokens criados na Solana. Você pode comprar $SNORT agora e garantir acesso antecipado às melhores pré-vendas para 2025 e 2026.

Solana
Valorização da Solana nos últimos 12 meses. Fonte: CoinGecko.

Análise da Solana

De acordo com o Grok, o Índice Fear & Greed da Solana está em 34, o que indica “medo” por parte do mercado. Apesar do sentimento negativo, os traders de Solana estão mais animados do que o mercado geral, já que o Crypto Fear & Greed Index está em 22.

Nesse sentido, 85% dos votos na comunidade estão otimistas com a retomada da valorização da Solana. Além disso, um relatório de 2025 da Chicago Mercantile Exchange (CME) mostra demanda recorde por futuros de SOL, com entrada de US$ 15 milhões em ETFs spot. Os futuros da criptomoeda também expandiram o interesse pela criptomoeda.

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“A SOL está em consolidação após ATH de US$ 294 em janeiro/2025. Suporte chave em US$ 186-188 (200 EMA); resistência em US$ 212-215 (cluster EMA). Indicadores MACD apontam sinal de alta moderada, com volatilidade de 7,67% nos últimos 30 dias (47% dias verdes)”, disse o Grok.

Quanto às Bandas de Bollinger, a largura indica volatilidade crescente. Caso a Solana volte ao patamar acima de US$ 220 pode mirar US$ 230 e até US$ 245. O rompimento desses níveis encontraria um caminho livre até resistências ainda maiores, podendo superar os US$ 500 ao longo dos próximos seis meses.

Snorter Token entra na reta final

Agora é oficial: o Snorter Bot está na última fase da sua pré-venda. Em apenas três dias o token chegará nas exchanges e o sucesso da pré-venda aponta que ele pode disparar até 300% nos primeiros dias de negociação.

As análises de preço do Snorter Bot o token são extremamente otimistas. O próprio Grok aponta que o $SNORT pode atingir US$ 0,20 nos primeiros dias, o que traria ganhos de 100% frente ao seu preço atual.

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Para o final de 2025, o token pode atingir a máxima de US$ 0,94, resultando em ganhos de oito a 10 vezes em um intervalo de menos de 90 dias. E além do potencial de alta, o Snorter é a melhor ferramenta para você conseguir lucrar com outras pré-vendas de forma antecipada e com vantagem sobre outros traders.

Impulsionadas não apenas pelo momentum positivo de Solana, mas também pelo design econômico único do projeto e seu crescente engajamento nas redes sociais. O interesse já é tangível, já que investidores aportaram quase US$ 5 milhões no projeto, demonstrando confiança no seu potencial.

E você pode garantir seus tokens na última oportunidade antes do lançamento. Confira agora.

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Snorter Token.
Pré-venda do Snorter Token acaba em 3 dias. Fonte: site oficial.

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Confira as maiores quedas do Bitcoin na história

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O Bitcoin construiu uma reputação de resistência ao longo dos anos, mas sua trajetória também é marcada por momentos de colapsos históricos que abalaram o mercado financeiro global. Desde ataques hackers até proibições governamentais, cada queda deixou marcas profundas e redefiniu o comportamento dos investidores.

Tudo começou em junho de 2011, quando o famoso caso Mt. Gox registrou a pior queda da história do Bitcoin. Um ataque hacker fez o preço da criptomoeda despencar 99,9%, e ela passou a ser negociada por apenas alguns centavos. Na época, a plataforma concentrava cerca de 90% das negociações de BTC e, quando o invasor vendeu tudo de uma vez, praticamente apagou o valor do mercado. Os hackers roubaram 840 mil Bitcoins, um montante que hoje valeria mais de US$ 94 bilhões.

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Dois anos depois, em abril de 2013, a mesma Mt. Gox enfrentou outro colapso. Um ataque de negação de serviço (DDoS) derrubou o sistema e causou pânico entre os investidores. Em apenas um dia, o Bitcoin caiu de US$ 265 para US$ 150, uma perda de 43%. A instabilidade abriu espaço para especuladores que se aproveitaram da volatilidade para lucrar com a queda.

Ainda em 2013, o Bitcoin enfrentou o primeiro grande choque vindo da China. Naquela data o Banco Central chinês proibiu instituições financeiras de lidarem com criptomoedas, alegando riscos à estabilidade econômica. O preço, que havia superado US$ 1.200, despencou pela metade em apenas dois dias. Além disso, o movimento marcou o início de uma relação tensa entre Pequim e o setor cripto, que se repetiria várias vezes ao longo da década.

Quedas do Bitcoin

Quedas do Bitcoin

Em 2017, outra ofensiva chinesa contra as criptos derrubou o Bitcoin em 25% após o governo proibir as ICOs e forçar o fechamento das principais exchanges do país. No mesmo ano, a euforia com os futuros do Bitcoin levou a uma nova bolha: em dezembro, o preço caiu de US$ 16.500 para US$ 11.000 em 24 horas, uma perda de 33%.

Além disso, o colapso mais emblemático da era recente ocorreu em março de 2020, durante o início da pandemia de COVID-19. Desse modo, em apenas um dia, o Bitcoin perdeu quase metade de seu valor, despencando de US$ 8.000 para cerca de US$ 4.850, no episódio conhecido como “Black Thursday”.

Pouco mais de um ano depois, em maio de 2021, veio o “Black Wednesday”, quando a China voltou a proibir mineração e transações com criptomoedas. O preço do BTC derreteu 30% em 12 horas, caindo de US$ 43 mil para US$ 30 mil, e desencadeou liquidações em massa.

As crises não pararam por aí. Em junho de 2022, a plataforma Celsius congelou saques e mergulhou o mercado em pânico, provocando uma queda de 15% no Bitcoin. E em novembro do mesmo ano, o colapso da FTX se transformou em um dos capítulos mais sombrios da história cripto, derrubando o BTC em mais de 17% em um único dia.

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BlackRock lança fundo de stablecoins para atender emissores nos EUA

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A BlackRock anunciou nesta quinta-feira, 16, a criação de um novo fundo voltado para emissoras de stablecoins nos Estados Unidos. O fundo, denominado BlackRock Select Treasury Based Liquidity Fund (BSTBL), busca atender especificamente às necessidades desse mercado, após a promulgação do GENIUS Act.

Este ato regula as stablecoins no país e estabelece as condições para a utilização de ativos de reserva para respaldar tokens atrelados ao dólar.

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Com a reformulação, o BSTBL deixa de investir em ativos de agências e reduz o tempo de vencimento dos títulos do Tesouro dos EUA, incluindo agora acordos de recompra overnight como ativos elegíveis. O objetivo é tornar o fundo mais liquido e conforme as exigências do GENIUS Act, atendendo à crescente demanda das emissoras de stablecoins por ativos de reserva compatíveis e altamente líquidos.

Jon Steel, chefe global de produtos da BlackRock para gestão de caixa, declarou que a empresa recebeu um aumento significativo na demanda por opções de gestão de reservas de stablecoins após a aprovação do GENIUS Act.

“Acreditamos que esse fundo posiciona a BlackRock como um dos gestores de ativos de reserva preferidos para o ecossistema de pagamentos digitais”, afirmou Steel.

A BlackRock já demonstrou um grande interesse no mercado de stablecoins. Em 2022, por exemplo, a gestora liderou uma rodada de financiamento de US$ 400 milhões para a Circle, emissora da stablecoin USDC. Isso a colocou como um dos principais detentores das reservas da empresa. Agora, com a criação do novo fundo, a BlackRock expande ainda mais sua presença nesse setor crescente e se posiciona para competir com outras gestoras que já atuam no segmento.

BlackRock foca em stablecoins

Além de servir para emissoras de stablecoins, o fundo BSTBL também está disponível para investidores institucionais, como fundos de pensão e universidades, permitindo que a BlackRock amplie sua participação em um mercado de criptomoedas em expansão. O fundo também estende seu horário de negociação para atender clientes em diferentes fusos horários, garantindo maior flexibilidade para seus usuários.

O GENIUS Act, aprovado em julho de 2025, fornece uma estrutura regulatória clara para as stablecoins nos EUA. A medida atende a preocupações de autoridades como o Governador do Federal Reserve, Michael Barr, que alertou para a necessidade de regras para garantir a estabilidade do sistema financeiro.

O mercado de stablecoins tem mostrado um rápido crescimento, com o valor de mercado global já ultrapassando US$ 316 bilhões. Especialistas preveem que a emissão total de stablecoins chegará a US$ 4 trilhões até 2030.

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Stablecoins
Imagem: X

Além disso, o CEO da BlackRock, Larry Fink, destacou que a tokenização será uma das áreas de maior crescimento no setor financeiro. Ele acredita que a tokenização ajudará a integrar o mercado financeiro tradicional com o crescente mercado de ativos digitais. A BlackRock, com sua vasta experiência e ativos de mais de US$ 1 trilhão em gestão de caixa, está bem posicionada para liderar esse movimento.

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Cardano em alerta: baleias podem empurrar ADA para US$ 0,50?

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A Cardano (ADA) enfrenta uma semana de fortes pressões. Nesse sentido, alguns indicadores apontam que grandes investidores podem intensificar o movimento de queda.

O início da semana trouxe certo alívio para os entusiastas do projeto. Após um salto de 15% no último fim de semana, a expectativa era de que a atualização Hydra pudesse impulsionar a ADA para novos patamares.

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Contudo, a euforia não durou muito. O ativo sucumbiu ao clima geral do mercado, acumulando perdas de quase 20% em sete dias. Agora, os sinais vindos das baleias sugerem que a tendência pode piorar ainda mais.

Grandes investidores pressionam a Cardano

Os grandes detentores de Cardano, conhecidos como baleias, têm realizado fortes vendas recentemente. De acordo com dados da Santiment, endereços com entre 10 milhões e 100 milhões de ADA venderam aproximadamente 180 milhões de tokens em apenas 24 horas. Essa quantia equivale a mais de US$ 120 milhões saindo das mãos de grandes players.

Esse tipo de movimento indica falta de confiança das baleias. Historicamente, quando esses investidores reduzem suas posições, o preço tende a seguir em queda.

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O Smart Money Index (SMI) reforça a leitura pessimista. O indicador, que mede o comportamento do capital institucional, registrou hoje seu nível mais baixo desde julho.

Smart Money Index (SMI) da Cardano (ADA) no TradingView
Smart Money Index (SMI) da Cardano (ADA) no TradingView

Isso sugere que as instituições também estão cautelosas, evitando acumular ADA neste momento. Com grandes investidores e instituições em pessimismo, o risco de continuidade da queda aumenta.

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Cenários técnicos e projeções de preço

O gráfico diário mostra a Cardano em um ponto decisivo. Nele, o ativo encontra suporte em US$ 0,62, mas a força compradora parece limitada.

Caso as baleias continuem vendendo, o suporte pode ser rompido, abrindo espaço para novos testes nos níveis de US$ 0,60 e até US$ 0,50. Esse movimento representaria uma queda de aproximadamente 20% frente ao preço atual.

Gráfico da Cardano (ADA) no TradingView
Gráfico da Cardano (ADA) no TradingView

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Por outro lado, se o suporte em US$ 0,62 for mantido, a ADA pode formar um fundo duplo, padrão de reversão altista. Nesse caso, o ativo poderia buscar novamente a linha de suporte do triângulo rompido na última semana.

Por sua vez, significaria uma recuperação de cerca de 20%, com alvos próximos a US$ 0,77.

O CMF no gráfico de 4 horas voltou a ser positivo. Esse dado mostra entrada de capital no ativo, mesmo com as vendas agressivas das baleias. Isso favorece a hipótese de um salto de curto prazo.

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Gráfico da Cardano (ADA) no TradingView
Gráfico da Cardano (ADA) no TradingView

Ainda assim, o cenário de reversão de alta só ganha força se o token romper o topo em US$ 0,65.

Wall Street Pepe: a interseção entre memes e mercado

Enquanto a Cardano lida com pressões, outros projetos buscam se destacar com propostas diferentes. O Wall Street Pepe é um exemplo de como a cultura cripto se reinventa.

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O projeto ganhou relevância ao unir o espírito irreverente das memecoins com calls exclusivas, fornecendo insights valiosos para sua comunidade de traders.

Agora, o Wall Street Pepe entra em uma nova fase com a migração para a blockchain Solana, reforçando a busca por escalabilidade e eficiência. O ecossistema também aposta em utilidades práticas para garantir relevância de longo prazo.

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Lucros de $1,8 Bilhão em Bitcoin Chegam ao Mercado — Bitcoin Hyper Pode Ser o Próximo a Disparar?

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Com o Bitcoin em modo “atenção”, criptomoedas como o Bitcoin Hyper ganham mais notoriedade. No último dia 15 de outubro, investidores de Bitcoin realizaram US$ 1,8 bilhão em lucros, marcando um dos dias de maior realização desde o início do verão. Ao mesmo tempo, investidores realizaram US$ 430 milhões em prejuízos, o que reflete o enfraquecimento do recente impulso de alta.

O Bitcoin negocia abaixo de US$ 110 mil e acumula queda superior a 10% desde o início de outubro. A maior parte dessa retração ocorreu de forma abrupta, resultado direto das vendas de investidores que haviam comprado ainda no início de 2025 e decidiram encerrar suas posições.

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De acordo com dados da Checkonchain, os detentores de longo prazo, aqueles que mantêm moedas há mais de três meses, foram os principais responsáveis pelas vendas recentes. Eles realizaram seis vezes mais lucros que os investidores de curto prazo, indicando que a liquidação atual não é movida por pânico, mas por uma estratégia de redução de risco e realização de ganhos acumulados.

Embora a realização de lucros seja um comportamento comum após períodos de consolidação, o padrão recente preocupa. Isso porque vários dias seguidos com bilhões em lucros realizados indicam que o mercado cripto pode estar entrando em uma fase de exaustão.

Esse comportamento tende a ocorrer quando os investidores acreditam que o potencial de alta imediata diminuiu e preferem proteger ganhos antes de uma possível correção mais profunda.

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Bitcoin venda
Fonte: Checkonchain

Bitcoin em modo ‘atenção’

Paralelamente, as perdas realizadas também estão aumentando, o que sugere uma disseminação gradual da aversão ao risco. Apesar de ainda se manterem em níveis considerados “gerenciáveis”, essas perdas crescem junto com os lucros — um sinal de que o movimento de desmonte de posições pode estar se espalhando.

Atualmente, cerca de metade dos detentores de curto prazo estão no prejuízo, segundo a Checkonchain. Os prejuízos não realizados já representam 2% do valor de mercado do Bitcoin, e uma queda abaixo de US$ 100 mil poderia elevar esse número para 5%, intensificando o medo e pressionando ainda mais as vendas.

Historicamente, apenas os mercados de baixa completos registraram mais de 30% da oferta total do Bitcoin em prejuízo. Embora o cenário atual ainda esteja longe desse patamar, a proximidade já preocupa analistas. Se o nível de US$ 100 mil for mantido, o Bitcoin poderá redefinir sua base de custo de curto prazo e recuperar o fôlego.

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Por outro lado, uma quebra abaixo desse suporte pode gerar um efeito em cascata. Nesse caso, o custo médio dos novos compradores cairia, transformando toda a oferta de curto prazo em prejuízo. Isso não encerraria o ciclo de alta, mas poderia estender a correção até a faixa dos US$ 80 mil, o que representaria uma queda de cerca de 35% em relação à máxima histórica.

Hora de comprar Bitcoin Hyper

Bitcoin Hyper
Fonte: Bitcoin Hyper/X.

Enquanto o Bitcoin enfrenta pressão vendedora e realização de lucros bilionários, o mercado começa a olhar para um novo protagonista: o Bitcoin Hyper ($HYPER). O projeto, que já arrecadou mais de US$ 23,6 milhões em poucas semanas de pré-venda, se apresenta como uma das maiores promessas do setor cripto em 2025.

O lançamento do HYPER acontece em meio a um cenário de volatilidade intensa, no qual investidores buscam alternativas para se proteger e, ao mesmo tempo, capturar novas oportunidades de crescimento. A proposta é ousada: tornar o Bitcoin escalável, rápido e programável, algo que há anos parecia impossível.

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A principal inovação do Bitcoin Hyper está na integração da Solana Virtual Machine (SVM) em uma rede de segunda camada (Layer-2) sobre o Bitcoin. Essa estrutura combina a segurança da blockchain original com a velocidade e eficiência da Solana, permitindo transações instantâneas e taxas extremamente baixas.

Na prática, o HYPER transforma o Bitcoin em uma plataforma capaz de competir diretamente com Ethereum, Solana e Avalanche. No entanto, com uma vantagem crucial: o peso da base de usuários e a confiança da maior blockchain do mundo. Para muitos analistas, isso pode representar um novo salto evolutivo para o ecossistema cripto.

Previsão de preço Bitcoin Hyper

Além da inovação técnica, o HYPER oferece um APY de 721% em staking, uma das maiores recompensas do mercado atual. Esse retorno elevado tem atraído grandes investidores, que enxergam no token uma oportunidade semelhante à que a Solana apresentou em 2021.

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Mesmo antes do lançamento oficial, previsto para o terceiro trimestre de 2025, o Bitcoin Hyper já opera em ambiente de testes, com depósitos, saques e transações em BTC tokenizado. Além disso, já é possível comprar Bitcoin Hyper e garantir o token antes do lançamento.

As projeções de preço do Bitcoin Hyper indicam uma trajetória de alta acelerada. O token deve estrear nas exchanges por cerca de US$ 0,0425, podendo chegar a US$ 0,21 ainda em 2025, o que representaria uma valorização de quase 400%. Para 2026, as estimativas apontam preços médios de US$ 0,475, com máximas próximas a US$ 0,650.

Se confirmadas as previsões de longo prazo, o ativo pode atingir valores acima de US$ 3 até 2030, superando a marca de 1.000 vezes de valorização em relação à pré-venda.

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Aviso: Este artigo tem funcionalidade exclusivamente informativa, e não constitui aconselhamento de investimento ou oferta para investir. O CriptoFácil não é responsável por qualquer conteúdo, produtos ou serviços mencionados neste artigo. Recomendamos que você sempre faça sua própria pesquisa (DYOR) antes de tomar qualquer decisão financeira. Invista apenas o que você pode se dar ao luxo de perder.

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G20 alerta para falhas na regulação global de criptomoedas e stablecoins

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O Conselho de Estabilidade Financeira (FSB, na sigla em inglês), órgão vinculado ao G20, alertou nesta quinta-feira (16) para “lacunas significativas” nos esforços globais de regulação do mercado de stablecoins e criptomoedas.

De acordo com reportagem da Reuters, a falta de padronização e de coordenação internacional pode representar um risco crescente à estabilidade financeira, especialmente diante da expansão recente do setor.

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O FSB, criado após a crise financeira de 2008, revisou as recomendações apresentadas em 2023 para alinhar o setor cripto ao sistema financeiro tradicional. Apesar de avanços pontuais, o órgão concluiu que a implementação das regras segue fragmentada, inconsistente e insuficiente para lidar com a natureza transnacional dos criptoativos.

Mercado cripto dobra de valor e exige atenção regulatória

O relatório reconhece que os riscos atuais à estabilidade financeira global ainda são limitados. Contudo, afirma que esses riscos estão em crescimento. O valor total do mercado de criptomoedas dobrou nos últimos 12 meses, atingindo cerca de US$ 4 trilhões. Esse valor foi impulsionado pela valorização do Bitcoin e de outros criptoativos.

Para o secretário-geral do FSB, John Schindler, o avanço rápido e sem coordenação do setor pode amplificar vulnerabilidades no sistema financeiro tradicional. Ele destacou que as criptomoedas, por sua natureza global, “não respeitam fronteiras”. E isso torna indispensável a cooperação entre países.

Falta de regras claras para stablecoins

Um dos pontos mais críticos apontados pelo FSB é a ausência de marcos regulatórios completos para stablecoins, criptomoedas lastreadas, em sua maioria, no dólar. O mercado dessas moedas cresceu cerca de 75% em um ano, alcançando US$ 290 bilhões. A expectativa é de que o crescimento continue, impulsionado pela entrada em vigor de novas regras nos Estados Unidos.

A análise abrangeu 29 jurisdições, entre elas Estados Unidos, União Europeia, Hong Kong e Reino Unido. No entanto, apenas o segmento de stablecoins foi avaliado no caso norte-americano.

FSB cobra coordenação internacional

O órgão recomendou que as autoridades acelerem a implementação de regras consistentes e abrangentes. Além disso, indicou que devem reforçar a cooperação transfronteiriça. O relatório incluiu oito recomendações para harmonizar práticas regulatórias e evitar lacunas exploradas por empresas sediadas em jurisdições com supervisão limitada.

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Schindler ressaltou que, mesmo que cada país desenvolva seu próprio marco regulatório, o impacto das atividades de empresas cripto sediadas no exterior continua sendo um desafio.

“Se alguns países não cooperam, os riscos permanecem, porque os ativos digitais circulam facilmente entre fronteiras”, disse.

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Tether lança versão final de sua nova carteira de criptomoedas

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A Tether, emissora da stablecoin USDT, tornou público seu Kit de Desenvolvimento de Carteiras (WDK). Ou seja, o código da nova carteira será 100% open source e qualquer pessoa poderá auditá-lo.

Com a ferramenta, qualquer pessoa cria suas próprias carteiras autocustodiais em diversas blockchains. Ela suporta Bitcoin (BTC), Ethereum (ETH) e outras criptomoedas. Além disso, os usuários também poderão criar carteiras para utilizar a Lightning Network e movimentar Bitcoin com mais velocidade e custos baixos.

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Junto com as transações, a WDK também oferece funções como integração com finanças descentralizadas (DeFi) e integração entre blockchains. Dessa forma os usuários poderão utilizar a carteira para movimentar tokens sem a necessidade de usar exchanges.

“Carteiras autocustodiais são a base de uma infraestrutura monetária livre e resiliente”, disse o CEO da Tether, Paolo Ardoino, nesta sexta-feira (17). “Imaginamos um mundo onde humanos, máquinas autônomas e agentes de IA tenham a liberdade de controlar suas próprias finanças.”

Todas as informações sobre o lançamento estão disponíveis no site oficial da Tether. Qualquer usuário pode baixar o WDK e criar suas próprias carteiras. O lançamento ocorre duas semanas após a Tether anunciar oficialmente a carteira.

Tether.
Fonte: Tether/site oficial.

Carteira da Tether

O kit de ferramentas WDK foi desenvolvido para funcionar em uma variedade de dispositivos, incluindo aplicativos móveis, desktops e hardware. Não se trata de uma carteira em si, mas de um conjunto de software capaz de originar várias carteiras.

Ele inclui modelos e módulos para que desenvolvedores adicionem recursos de carteira, como swaps e empréstimos, sem depender de plataformas fechadas. Os usuários podem até criar carteiras que sejam adaptadas para funcionar com comandos feitos por inteligência artificial (IA).

O lançamento expande a investida da Tether em IA e infraestrutura de blockchain. O novo conjunto de serviços oferece um aplicativo completo, um ecossistema que permite operações 100% em criptomoedas. E tudo sem depender de custodiantes, exchanges ou bancos.

Em maio, Ardoino anunciou o Tether AI, um ambiente de execução de código aberto para agentes de IA capaz de usar o WDK para enviar e receber pagamentos em Bitcoin e USDT. O serviço está presente na versão final da carteira.

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Em junho, no podcast Big Brain, Ardoino disse que espera um aumento no comércio entre máquinas, prevendo que cada agente de IA terá uma carteira dentro de 15 anos. Com essa expansão, a WDK deve sair na frente como a plataforma utilizada para agentes de IA terem suas próprias carteiras, disse Ardoino.

“Teremos um trilhão de agentes de IA transacionando em Bitcoin e stablecoins. Não acho que o JPMorgan abrirá uma conta bancária para nenhum agente de IA. Então, acho que os agentes de IA usarão stablecoins e Bitcoin para fazer transações”, acrescentou.

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