Descubra como a criptomoeda está revolucionando o futuro financeiro. Em nosso site, você encontra as últimas notícias, análises de mercado e dicas para investir com segurança. Cripto é a chave para a nova era financeira – explore o potencial de Bitcoin, Ethereum, NFTs e outras tecnologias disruptivas. Junte-se à revolução digital agora mesmo!
O BNB iniciou a semana em alta, chegando a registrar uma nova máxima histórica de US$ 1.330 na quarta-feira (8). No entanto, desde então, já recuou cerca de 8%, levantando preocupações de que esse seja apenas o início de um movimento corretivo mais amplo.
O token da Binance acompanha a tendência geral do mercado nesta sexta-feira (10). O movimento foi intensificado após Changpeng Zhao (CZ), ex-CEO da exchange, esfriar o entusiasmo dos investidores de memecoins da BNB Chain, que vinham impulsionando a rede nas últimas semanas.
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Com isso, a atenção agora se volta para uma importante zona de suporte, cujo rompimento pode determinar o futuro do ativo.
BNB em momento delicado
O gráfico diário mostra que o BNB segue em alta desde o fim de junho, acumulando valorização superior a 120%. Porém, a queda recente sugere que a onda cinco desse movimento pode ter se encerrado. De acordo com a Teoria de Elliott, o ativo pode agora iniciar uma sequência corretiva em padrão ABC.
As projeções de Fibonacci apontam que o fundo dessa correção poderia ocorrer no nível de 0,618. Esse patamar costuma atuar como forte suporte em movimentos corretivos e, no caso atual, representaria uma desvalorização de cerca de 25% em relação ao preço atual.
No entanto, esse cenário só se confirma se o BNB perder o suporte em US$ 1.172, que corresponde ao nível de retração de 0,236. Caso candles diários fechem abaixo desse ponto, a correção de médio prazo estaria confirmada, reforçando a relevância desse suporte para o mercado.
Apesar do cenário corretivo ganhar força, os compradores ainda podem evitar quedas mais intensas. Para isso, precisam manter o suporte em US$ 1.220 e romper a resistência em US$ 1.300.
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Caso esse movimento ocorra, a onda cinco descrita anteriormente pode se estender. Nesse caso, a projeção de Fibonacci indica um salto de 15%, levando o BNB a uma nova máxima histórica em US$ 1.414.
Entretanto, o RSI diário mostra que essa possibilidade é limitada. O indicador segue próximo de 70, o que sinaliza condição de sobrecompra. Geralmente, isso aumenta as chances de correções no curto prazo.
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Índice de Força Relativa (RSI) do BNB
Assim, caso o BNB forme candles abaixo de US$ 1.220, tanto no gráfico diário quanto no gráfico de 4 horas, o cenário de queda descrito anteriormente ganharia ainda mais força.
Best Wallet Token ganha espaço
Enquanto o BNB enfrenta dúvidas sobre sua trajetória, outros projetos chamam a atenção no mercado. Um deles é o Best Wallet Token (BEST), ativo utilitário ligado ao ecossistema Best Wallet.
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Em 2025, a carteira ampliou seus serviços, passando a oferecer pré-vendas exclusivas integradas ao seu produto. Assim, quem garante o BEST na pré-venda obtém acesso a esses tokens com ofertas especiais, não encontradas em outras plataformas.
Além disso, o token proporciona cashback em operações, taxas reduzidas e acesso antecipado ao novo cartão de débito da carteira. Até agora, a pré-venda já arrecadou mais de US$ 16 milhões, reforçando a demanda crescente pelo projeto.
Um consórcio de dez grandes instituições financeiras internacionais anunciou nesta sexta-feira (10) a exploração conjunta da emissão de uma moeda digital (stablecoin) respaldada por reservas, com paridade de 1:1 com moedas fiduciárias do G7. O projeto visa criar um ativo de pagamento estável disponível em blockchains públicas, com foco nas principais moedas globais.
De acordo com comunicado, o grupo inclui Banco Santander, Bank of America, Barclays, BNP Paribas, Citi, Deutsche Bank, Goldman Sachs, MUFG Bank Ltd, TD Bank Group e UBS. Essas instituições são classificadas como bancos globalmente sistemicamente importantes (G-SIBs).
O projeto busca avaliar se a emissão de ativos digitais respaldados por reservas pode trazer benefícios dos ativos digitais e aumentar a competitividade no mercado. Ao mesmo tempo, garante total conformidade com os requisitos regulatórios e as melhores práticas de gestão de riscos.
O consórcio está em contato com reguladores e supervisores em cada mercado relevante. Conforme informaram no comunicado, o grupo continuará a manter as partes apropriadas atualizadas à medida que o projeto avança.
Grandes bancos globais, incluindo o Bank of America, já manifestaram interesse em emitir uma stablecoin, sobretudo após a nova legislação nos EUA ter proporcionado clareza regulatória. Contudo, este mercado é atualmente dominado por empresas cripto-nativas.
A Circle e a Tether são as duas maiores emissoras do mundo de stablecoins, responsáveis pelas moedas digitais estáveis USDC e USDT, respectivamente. A USDT tem um valor de mercado de US$ 178,6 bilhões enquanto a USDC tem um “market cap” de US$ 75,1 bilhões, segundo duas das maiores criptomoedas do mercado.
Outra gigante envolvida com stablecoin é o PayPal, com sua moeda digital PYUSD que possui um valor de mercado de US$ 2,5 bilhões e segue em crescimento.
O projeto Monero (XMR) lançou uma nova atualização de rede chamada Fluorine Fermi, voltada para o fortalecimento da segurança e a ampliação da privacidade dos usuários. A principal novidade é a mitigação de vulnerabilidades relacionadas aos chamados “spy nodes”, que são nós capazes de monitorar atividades e comprometer o anonimato – um dos pilares centrais do protocolo.
A nova versão ajusta o modo como os nós se conectam dentro da rede Monero. Na prática, isso dificulta que agentes maliciosos coletem dados de transações ou vinculem informações a endereços específicos. Um dos mecanismos implementados limita conexões repetidas vindas do mesmo segmento de rede. Ou seja, há uma redução significativa da chance de rastreamento.
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Além disso, a atualização aprimora a comunicação entre nós e mineradores. Também corrige erros de sincronização e otimiza o processamento de transações. O objetivo é garantir maior estabilidade e desempenho ao sistema, sem comprometer a descentralização que caracteriza a Monero.
“Temos o prazer de anunciar que o CLI v0.18.4.3 ‘Fluorine Fermi’ foi lançado! Esta é uma versão altamente recomendada que aumenta a proteção contra nós espiões.”
As carteiras Monero também receberam novas funcionalidades. Entre as principais mudanças estão a possibilidade de criar múltiplos endereços simultaneamente, o que facilita o gerenciamento de contas e transações.
Ademais, o sistema substituiu mensagens de erro pouco claras por alertas mais objetivos, permitindo que os usuários identifiquem e resolvam problemas com maior rapidez.
O Fluorine Fermi é resultado da colaboração de 13 desenvolvedores e inclui dezenas de aprimoramentos de código. A versão está disponível para Windows, macOS, Linux e Android, com a recomendação de que os usuários verifiquem a integridade dos arquivos baixados por meio de hashes SHA256.
Reação do mercado
Após o lançamento, o preço do Monero (XMR) registrou um breve impulso, subindo de US$ 328 para US$ 346 antes de recuar para US$ 335. Mesmo com um avanço anual superior a 123%, o ativo ainda permanece cerca de 35% abaixo do recorde histórico de US$ 517,62, alcançado há mais de quatro anos.
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Gráfico de preço da Monero nas últimas 24 horas – Fonte: CoinGecko
A atualização Fluorine Fermi reforça o compromisso da Monero com a privacidade e consolida o projeto como uma das principais redes voltadas à proteção de dados no ecossistema cripto.
Nos últimos dias, traders lucraram milhões com memecoins de baixo valor lançadas na BNB Chain, a blockchain da Binance. O fenômeno reacendeu o apetite por risco e mostrou que o ciclo especulativo voltou com força total. Será que a pré-venda SUBBD, compatível também com a BNB Smart Chain, será a próxima a dar altos lucros?
Entre os casos mais notáveis está o do trader identificado como “0xd0a2”, que transformou US$ 3.500 em US$ 7,9 milhões em apenas três dias. O feito representa uma valorização de 2.260 vezes o investimento inicial, segundo dados da plataforma Lookonchain, especializada em inteligência de blockchain.
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Outro investidor, conhecido como “hexiecs”, começou com US$ 360 mil e ultrapassou US$ 5,5 milhões ao apostar na recém-criada memecoin chamada “4”. O token disparou logo após um post do cofundador e ex-CEO da Binance, Changpeng Zhao, conhecido como CZ, que mencionou o ativo no X (antigo Twitter). O movimento atraiu uma enxurrada de novos compradores.
A publicação de CZ foi o estopim para uma corrida de investidores em busca de lucros rápidos. Outro trader, “brc20niubi”, viu seu investimento de US$ 730 mil se transformar em US$ 5,4 milhões, um ganho de 1.200 vezes.
Poucos dias antes, a carteira “0x872” lucrou quase US$ 2 milhões em horas, após aplicar apenas US$ 3 mil no mesmo token “4”. A valorização de 650 vezes ocorreu logo após o repost de Zhao para seus 8,9 milhões de seguidores.
Curiosamente, o token “4” nasceu de um ataque de phishing na própria BNB Chain. O hacker envolvido teria obtido apenas US$ 4 mil de lucro, mas a comunidade acabou transformando o episódio em uma piada que rapidamente ganhou vida própria — e valor de mercado.
A febre das memecoins não passou despercebida nem pelo próprio CZ, que chamou o momento de “BNB meme szn”, abreviação para “temporada das memecoins da BNB”.
“Não esperava isso de forma alguma”, comentou ele.
De acordo com Marwan Kawadri, líder de DeFi na BNB Chain, o fenômeno reflete um renascimento da rede como centro de negociação on-chain.
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“O que estamos vendo é o mercado percebendo que a BNB Chain virou o principal ecossistema de trading”, afirmou.
De acordo com dados da Nansen, os principais traders de “smart money” — investidores rastreados por suas estratégias lucrativas — estão priorizando tokens nativos da BNB. Em apenas 24 horas, mais de 100 mil carteiras compraram novas memecoins da rede, e cerca de 70% estavam com lucro no momento da apuração.
Entre elas, 40 contas superaram US$ 1 milhão em ganhos, enquanto 900 investidores faturaram mais de US$ 100 mil. Apesar do sucesso, especialistas alertam: memecoins continuam sendo os ativos mais arriscados do mercado, já que dependem totalmente do humor das redes sociais para manter seu valor.
SUBBD é a próxima?
O SUBBD é um token ERC-20 (Ethereum) compatível também com a BNB Chain. Isso significa que qualquer carteira multimoeda que suporte essas redes poderá armazená-lo. A memecoin está em pré-venda e já arrecadou quase US$ 1,5 milhão com cada token custando US$ 0,05665.
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A principal vantagem da criptomoeda é ser um “motor” dentro do ecossistema de criadores de conteúdo. Isso porque SUBBD é peça central de uma plataforma de assinaturas descentralizada que utiliza inteligência artificial para conectar influenciadores ao seu público.
Status atual da pré-venda.
A plataforma já possui uma base inicial de usuários expressiva, abrangendo mais de 250 milhões de fãs e 2.000 criadores. Entre outras vantagens, os detentores do token SUBBD podem acessar conteúdos exclusivos. Além disso, podem participar da governança do projeto e ainda obter renda passiva através de um sistema de staking que oferece retornos anuais estimados em 20%. Acesse agora a pré-venda do token SUBBD.
Aviso: Este artigo tem funcionalidade exclusivamente informativa, e não constitui aconselhamento de investimento ou oferta para investir. O CriptoFácil não é responsável por qualquer conteúdo, produtos ou serviços mencionados neste artigo. Recomendamos que você sempre faça sua própria pesquisa (DYOR) antes de tomar qualquer decisão financeira. Invista apenas o que você pode se dar ao luxo de perder.
No universo DeFi, utilidade é tudo. Por isso, o HYPE, token nativo da Hyperliquid, está colhendo esse prestígio. O ecossistema de trading da Hyperliquid acaba de ser plugado diretamente a MetaMask, uma das carteiras de autocustódia mais usadas do planeta.
Não é uma integração trivial. Trata-se de um salto estratégico que coloca derivativos perpétuos ao alcance de milhões de usuários dentro da própria wallet. Ou seja, qualquer investidor poderá abrir posições alavancadas sem sair do aplicativo, trocar de aba ou lidar com cadastros adicionais.
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Interação da MetaMask segue tendência de wallets
Além disso, a mudança também simboliza uma virada de chave para o próprio DeFi. Dessa forma, saindo de plataformas isoladas e on-boarding trabalhoso para uma experiência de ‘um toque’ dentro de uma carteira familiar.
A blockchain L1 da Hyperliquid reforça esse desenho ao oferecer execução sem gás, finalização em segundos e liquidez ampla em mais de 150 ativos.
Com a MetaMask como porta de entrada, o token HYPE ganha vitrine e função prática.
Passando, assim, a ser integrado no dia a dia de um público que, muitas vezes, nunca negociou contratos perpétuos. Seja por esbarrar em atritos técnicos ou, até mesmo, pela dependência de corretoras de criptomoedas centralizadas.
HYPE dispara após o anúncio
Logo após o anúncio, HYPE disparou cerca de 3,3%, tocando a região de US$ 46,61, antes de recuar e negociar perto de US$ 43,08. A capitalização ultrapassou US$ 14 bilhões, colocando o projeto entre os maiores do setor.
Em termos de derivativos descentralizados, a Hyperliquid já figura no topo, com mais de US$ 14 bilhões de open interest diário, e hoje aparece como o terceiro maior gerador de receitas do mercado, atrás apenas de Tether e Circle.
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O momento ganha um selo institucional extra. O S&P Dow Jones Indices incluiu a Hyperliquid no novo índice Digital Markets 50, que reúne as 15 principais criptomoedas e 35 companhias cripto listadas em bolsa. Estar nesse grupo costuma aumentar o radar de fundos e gestoras que seguem benchmarks amplos.
Outro suporte vem do programa de recompras diárias, na faixa de US$ 3 a US$ 5 milhões em HYPE, o que reforça a confiança dos detentores. Analistas consideram que o HYPE segue ‘barato’ pela metade do que deveria, com espaço para buscar US$ 100 se mantidos os ventos atuais.
A projeção se ancora em compras líquidas esperadas de US$ 300 a US$ 400 milhões via programa DATS em 2025, além de mais US$ 180 milhões pelo próprio Assistance Fund.
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Para completar, a Ark Invest, de Cathie Wood, sinalizou interesse na estrutura DATS vinculada ao HYPE. Reforçando, assim, a tese de que a classe de ativos está migrando para o radar de casas com mandato cripto.
Maxi Doge: a aposta para os degenerados de plantão
Enquanto a Hyperliquid trabalha para padronizar perpétuos na carteira mais usada do mercado, o Maxi Doge (MAXI) aposta no extremo oposto: entretenimento puro e simples no espaço das memecoins.
O projeto se posiciona como a ‘versão anabolizada’ do Dogecoin, com ambição de emplacar listagens em CEXs, drops no Uniswap e até mercados de futuros com alavancagem de 1000x — um nível que pode transformar US$ 100 em uma história de sucesso ou em um lembrete severo sobre gestão de risco.
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A proposta conversa com um público que busca volatilidade e viralização. O site oficial permite participar conectando uma carteira como a Best Wallet, com suporte para compra usando ETH, BNB, USDT ou USDC, além de cartão.
Depois da aquisição, os tokens podem ser colocados em staking pelo protocolo nativo, que hoje anuncia APY dinâmico de 120% para os primeiros participantes. Quem quiser acompanhar novidades pode seguir os canais oficiais no X e no Telegram.
Em resumo, a chegada dos perpétuos da Hyperliquid ao MetaMask eleva a régua de usabilidade DeFi e dá ao HYPE um vetor claro de adoção. Enquanto isso, narrativas paralelas como Maxi Doge, seguem atraindo capital especulativo.
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Para o investidor, o mapa de oportunidades se alarga: de derivativos com liquidez institucional dentro da carteira a memecoins que surfam o zeitgeist.
Aviso: Este artigo tem funcionalidade exclusivamente informativa, e não constitui aconselhamento de investimento ou oferta para investir. O CriptoFácil não é responsável por qualquer conteúdo, produtos ou serviços mencionados neste artigo.
A blockchain Sui (SUI) ultrapassou a marca de US$ 2,6 bilhões em valor total bloqueado (TVL), um novo recorde. O feito chama atenção, mas ainda não se refletiu na ação de preço do seu token nativo.
Nas últimas 24 horas, a criptomoeda recuou 4,5%, acompanhando a correção geral do mercado mais amplo. Apesar disso, o recorde em TVL pode mudar os rumos do ativo.
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Será que a SUI conseguirá romper sua máxima histórica?
Novo recorde fortalece o ecossistema da Sui
De acordo com a DefiLlama, o TVL do ecossistema DeFi da Sui subiu mais de 12% em uma semana, ultrapassando US$ 2,6 bilhões. O crescimento mostra que o avanço não é apenas momentâneo, mas reflete maior participação no mercado de finanças descentralizadas.
TVL da rede Sui. Fonte: DeFi Llama
O blog da Fundação Sui destaca que o TVL saltou de menos de US$ 250 milhões em janeiro de 2024 para US$ 1,75 bilhão no fim do mesmo ano. Agora, ao atingir US$ 2,6 bilhões, a rede acumulou alta de mais de dez vezes em menos de dois anos.
Além disso, a Sui superou blockchains relevantes em atividade com stablecoins, ultrapassando redes como Tron (TRX) e Mantle (MNT). Esse desempenho fortalece sua posição no setor e pode atrair ainda mais liquidez.
Nesse sentido, o crescimento do TVL é visto como combustível para futuros avanços no preço do token. Mais liquidez e adoção aumentam a utilidade da rede, impulsionando expectativas de valorização. Mesmo que o preço ainda não tenha reagido, a base para um novo rali está sendo construída.
Do ponto de vista gráfico, a SUI testou nesta quinta-feira o suporte de 0,618 de Fibonacci, em US$ 3,31. Caso consiga se manter nesse patamar, pode iniciar um novo movimento de alta rumo a US$ 3,71. Essa valorização representaria cerca de 10% frente ao preço atual.
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Por outro lado, a formação de topos descendentes sugere fragilidade. Se o suporte de US$ 3,31 for perdido, a SUI pode buscar US$ 3,07. Nesse cenário, a extensão de Fibonacci projeta novo fundo em US$ 2,81, queda superior a 15%.
Gráfico da Sui (SUI) no TradingView
Os indicadores reforçam a leitura de baixa. O RSI já está abaixo de 50, sinalizando perda de força compradora. O MACD, por sua vez, caminha para um cruzamento negativo, indicando pressão vendedora crescente.
Indicadores da Sui (SUI) no TradingView
Assim, embora o ecossistema mostre sinais de robustez, o preço ainda enfrenta barreiras técnicas. A máxima histórica em US$ 5,35 permanece distante, já que a SUI está 35% abaixo desse nível. O rompimento desse patamar parece improvável no curto prazo.
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Maxi Doge e o apelo das novas narrativas
Enquanto a Sui busca consolidar seu espaço no DeFi, outras narrativas continuam atraindo investidores. Um exemplo é o Maxi Doge (MAXI), que se apresenta como um “DOGE 2.0”. Até agora, o projeto já arrecadou US$ 2,8 milhões em sua pré-venda.
A proposta aposta no humor ácido e no apelo comunitário típico das memecoins. Para reforçar a visibilidade, 40% do total de tokens está reservado para campanhas de marketing. O objetivo é conquistar relevância e até mesmo alcançar listagens em plataformas de futuros.
Além disso, o staking do MAXI com APY de 119% tem seduzido os primeiros investidores. Esse movimento mostra como diferentes estratégias coexistem no mercado cripto.
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A gestora Canary registrou oficialmente o ETF da memecoin TRUMP na Depository Trust & Clearing Corporation (DTCC) sob o ticker TRPC. Dessa forma, dando um passo decisivo para sua futura negociação nos mercados tradicionais. A DTCC é uma das maiores infraestruturas financeiras do mundo, responsável pela liquidação e compensação de valores mobiliários nos Estados Unidos.
Esse registro marca um avanço importante no processo de integração entre o mercado cripto e o sistema financeiro convencional. Embora a aprovação final pela Comissão de Valores Mobiliários dos EUA (SEC) ainda não tenha ocorrido, a inclusão do ETF na DTCC indica que o produto está pronto para listagem, dependendo apenas do aval regulatório.
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O fundo é baseado na memecoin TRUMP, um token inspirado na figura do ex-presidente Donald Trump, construído sobre a blockchain Solana. O projeto ganhou notoriedade por combinar política e finanças digitais, aproveitando a popularidade crescente das memecoins e o simbolismo político em um período de alta volatilidade global.
Nos últimos dois meses, o mercado observou uma avalanche de pedidos de ETFs de criptomoedas na SEC. Foram 31 novos registros, sendo 21 apenas nos primeiros oito dias de outubro, em um movimento descrito por analistas como a “abertura das comportas dos ETFs cripto”. Esse fluxo coincide com o fenômeno conhecido como “Uptober”, quando o mercado costuma registrar fortes ganhos e aumento de liquidez.
Imagem: DTCC
ETF de memecoins e criptomoedas
Apesar da atual paralisação do governo dos EUA, que suspendeu parte das atividades da SEC, o otimismo permanece. Assim, uma vez retomadas as operações, a comissão poderá aprovar um conjunto mais amplo de ETFs. Dessa forma incluindo o Trump Coin ETF, que já cumpre os novos padrões simplificados de listagem aprovados em setembro.
De acordo com James Seyffart, analista da Bloomberg Intelligence, a inclusão do produto na DTCC “coloca o ETF um passo à frente de dezenas de concorrentes”. Além disso, sinaliza confiança institucional crescente no setor de memecoins. Essa tendência mostra como investidores transformam o que antes era uma brincadeira de internet em um instrumento de investimento regulamentado.
Com o ETH, BTCe até tokens de nicho ganhando ETFs próprios, o mercado vê no TRPC um teste para medir o apelo de ativos politicamente temáticos entre investidores tradicionais. O ETF da Trump Coin pode se tornar o primeiro produto de investimento inspirado em uma figura política a chegar aos grandes mercados.
Por que o preço do Bitcoin (BTC) caiu mais de 5% na terça-feira (7) e quase perdeu o suporte de US$ 120 mil? A resposta pode estar no volume de Bitcoin associado a traders de varejo, que está em declínio a longo prazo. Enquanto o varejo cai, os institucionais seguem comprando, mas não a um ritmo que compense essas perdas do mercado cripto.
Quem trouxe essa análise foi Axel Adler Jr, da CryptoQuant, em uma nova publicação no X. De acordo com Adler, pequenas transações de Bitcoin tiveram seu volume seguido por uma tendência de queda no último ano. “Pequenas transferências”, neste contexto, referem-se a movimentações envolvendo um valor de até US$ 1.000.
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Mercado cripto em queda
Tais transações correspondem a uma parcela da atividade dos investidores de varejo, mas não representam todo o volume. Só que a queda delas foi suficiente para impactar o preço do Bitcoin. Conforme mostrado no gráfico abaixo, o volume de Bitcoin associado a pequenas empresas de varejo passou por algumas fases diferentes com níveis elevados desde 2024.
Queda no volume dos investidores de varejo no Bitcoin. Fonte: CryptoQuant.
Esses picos de atividade dos menores investidores seguiram um padrão interessante; eles têm diminuído progressivamente a cada pico de atividade. O padrão se manteve, apesar do preço da criptomoeda ter apresentado um grande salto neste período.
Atualmente, o valor da média móvel simples (MMS) de 30 dias do indicador está em US$ 106,8 milhões, o que é notavelmente inferior a alguns dos picos anteriores. No entanto, o Bitcoin ainda se mantém acima de US$ 120 mil e abre espaço para mais altas quando esse movimento se recuperar. Veja outras criptomoedas promissoras que devem seguir a mesma trajetória.
A Dogecoin ($DOGE), líder entre as memecoins, vale mais de US$ 30 bilhões. Um grande feito para o token de apenas 12 anos que surgiu como uma piada. Mas a Maxi Doge quer ir mais longe, em menos tempo e com mais força, sobretudo para quem deseja ter lucros de até 1.000 vezes.
Considerada o “primo bombado“, da DOGE, a $MAXI tem uma comunidade ativa e uma pré-venda que já se aproxima de US$ 3 milhões. E, ao contrário da Dogecon, a MAXI está longe de ser inútil, graças ao seu sistema de alavancagem. Com isso a Maxi Doge oferece ganhos extremos com o menor dos investimentos.
O lema “maxi gains” é levado ao pé da letra aqui, e em todos os sentidos. Além da possibilidade de alavancagem, os detentores de $MAXI podem ganhar retornos de 120% ao ano apenas fazendo staking. Basta deixar seus tokens bloqueados e curtir essa renda passiva digna dos “degens”.
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Se você ainda não aproveitou, então não perca tempo. Acesse agora o site da pré-venda da $MAXI e garanta seus tokens por apenas US$ 0,000261. Mas corra que o preço vai aumentar em pouco tempo.
Pré-venda da $MAXI se aproxima de US$ 3 milhões. Fonte: X.
O $SNORT é a criptomoeda nativa do Snorter Bot, um bot de negociação avançado baseado no Telegram, criado para acabar com o domínio de grandes investidores no mercado de memecoins.
No momento, investidores com grandes recursos têm todas as vantagens. Eles possuem informações privilegiadas, algoritmos sofisticados e ferramentas premium. Como resultado, podem obter liquidez e negociar novas memecoins antes mesmo que os traders comuns tenham a chance.
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Mas os participantes do varejo ficam excluídos da fase mais lucrativa das memecoins. O Snorter Bot inverte o roteiro. Ele permite que você defina ordens de compra/venda com limite/stop antecipadamente. No momento em que a liquidez entra em vigor para um token, o bot executa suas ordens automaticamente em milissegundos, garantindo o melhor preço.
Em suma, o Snorter iguala as condições entre o trader de alto capital e o degen que negocia pequenas quantidades. Todos passam a ter a mesma chance de ganhar e encontrar as melhores altcoins, o que fez o $SNORT chamar atenção. Sua pré-venda já ultrapassou US$ 4 milhões e o preço do token é de US$ 0,1073.
Vantagens de possuir o Snorter Token. Fonte: site oficial.
Ethena ($ENA)
A Ethena é uma rede com foco na criação de tokens sintéticos, sobretudo para stablecoins. Seu principal token é o $USDe, que tem US$ 400 milhões em valor de mercado e é a terceira maior stablecoin do mundo. Além disso, a stablecoin também oferece retornos atraentes aos seus detentores por meio de derivativos e investimentos em criptomoedas, como Bitcoin.
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Nesse sentido, o token $ENA é, acima de tudo, um token de governança para a Ethena. Os detentores de $ENA votam para eleger membros de um Risk Committee e outros comitês que tomarão decisões sobre diversos parâmetros do ecossistema. Esses parâmetros incluem a condução da política monetária da $USDe, visando impedir que a rede tenha problemas com suas operações.
A $USDe não apresenta desafio imediato para as gigantes $USDT e $USDC, mas se ela continuar crescendo no mercado, a Ethena tende a acumular mais taxas. Com os pagamentos aos usuários e o aumento na demanda pelo token, o preço do $ENA pode se valorizar bem mais do que os 108% em ganhos acumulados neste ano.
Preço do $ENA nas últimas 24 horas. Fonte: CoinGecko.
Maior altcoin do mercado cripto
O Ethereum é o segundo maior ativo do mercado, atrás somente do Bitcoin. E durante vários meses ele chegou a ter ganhos maiores que o $BTC e alimentou a chegada de uma suposta “altseason”.
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A temporada de ganhos das altcoins ainda está começando, mas nenhuma delas se beneficiará mais do que o $ETH. Afinal, sua rede é a base sobre a qual se sustenta a maioria das aplicações descentralizadas (dApps), contratos inteligentes, tokens e soluções de finanças abertas.
Mesmo com o crescimento de concorrentes como a Solana ($SOL), o Ethereum lidera em todos os segmentos de DeFi, dApps e outros. Em 2025, o potencial de valorização do Ethereum está ligado principalmente ao avanço de soluções de escalabilidade, à crescente adoção institucional impulsionada por ETFs e pelas Ethereum Treasury Companies.
Preço do Ethereum nas últimas 24 horas. Fonte: CoinGecko.
Aviso: Este artigo tem funcionalidade exclusivamente informativa, e não constitui aconselhamento de investimento ou oferta para investir. O CriptoFácil não é responsável por qualquer conteúdo, produtos ou serviços mencionados neste artigo. Recomendamos que você sempre faça sua própria pesquisa (DYOR) antes de tomar qualquer decisão financeira. Invista apenas o que você pode se dar ao luxo de perder.
A Plasma (XPL) anunciou uma integração direta com a Trust Wallet, uma das maiores carteiras cripto não custodiais do mundo. O acordo coloca a infraestrutura de stablecoins da Plasma ao alcance de uma base global.
Reforçando, dessa forma, a ambição do projeto de ser a espinha dorsal do que chama de ‘Money 2.0’ — dinheiro mais rápido, inteligente e inteiramente on-chain.
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A estratégia parte do princípio de que a adoção real nasce nos aplicativos que as pessoas já usam e confiam. Ao entrar na Trust Wallet, a Plasma dá um salto de distribuição e reduz a fricção para quem quer transacionar com dólares digitais.
Acesso à Plasma mais simples do que nunca
A Trust Wallet foi um dos primeiros apps a popularizar o armazenamento e a negociação de criptoativos, servindo de porta de entrada para milhões de usuários.
Com a Plasma integrada, esse mesmo público passa a acessar stablecoins emitidas e movidas em trilhas de nova geração, pensadas para escala global e liquidação ágil.
Além disso, com a parceria, a Plasma se conecta ao hub on-chain que milhões já utilizam no dia a dia para guardar, enviar e gastar cripto. Isso também facilitará o crescimento do XPL que, em tempo recorde, já está entre as criptomoedas promissoras de 2025.
À medida que o mercado amadurece e casos de uso práticos se multiplicam, a Trust Wallet funciona como rampa de entrada para que usuários tenham uma experiência familiar ao lidar com ativos digitais.
Agora, com a Plasma integrada, quem utiliza a carteira pode movimentar stablecoins em redes mais rápidas e baratas, com foco em reduzir custos e tempos de espera. Especialmente em mercados emergentes onde pagamentos digitais estão em forte expansão.
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Portanto, a expectativa é que o suporte facilite o uso cotidiano de USD₮ na Plasma, aproximando o conceito de dinheiro programável da rotina de quem precisa de transferências ágeis, taxas previsíveis e ampla compatibilidade.
Como a pré-venda da Snorter pode superar o buzz da Plasma
Enquanto a Plasma avança em distribuição, Snorter Bot (SNORT) vira objeto de desejo de traders em busca do próximo ‘tiro rápido’. O bot vive dentro do Telegram, prioriza segurança e reduz etapas.
Dessa forma simples, sem dashboards pesados ou abas extras, o usuário entra direto nas operações que estão dominando o fluxo. De memecoins como Trump e Pepe a novas narrativas que ganham tração.
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Assim, as ordens são executadas de forma imediata no próprio app, diminuindo a derrapagem típica de interfaces lentas.
Pré-venda de $NORTER entra na reta final. Fonte: X.com
O pacote técnico do Snorter inclui taxa de 0,85%, proteção contra MEV, varredura de honeypots e staking com APY dinâmico de 111%.
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Além do rendimento, detentores recebem recompensas adicionais, o que abre margem para construir renda passiva sem perder o ritmo das oportunidades de curto prazo.
A pré-venda já chamou atenção e passou de US$ 2 milhões na fase a US$ 4,35 milhões, ganhando tração com a entrada de grandes carteiras e varejo.
Na avaliação de analistas de nicho, SNORT desponta como uma das apostas mais afiadas deste ciclo entre os lançamentos ligados a Telegram bots.
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A Best Wallet está disponível na Google Play e na App Store, e você pode acompanhar as novidades do Snorter no X e no Instagram.
Aviso: Este artigo tem funcionalidade exclusivamente informativa, e não constitui aconselhamento de investimento ou oferta para investir. O CriptoFácil não é responsável por qualquer conteúdo, produtos ou serviços mencionados neste artigo.
A Zcash (ZEC) opera em forte alta nesta quarta-feira (8). A altcoin retomou o ímpeto visto nas últimas duas semanas, quando chegou a valorizar mais de 200%.
No fechamento desta análise, a ZEC opera com alta de 18,5% nas últimas 24 horas, liderando o mercado em termos de valorização.
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Para efeito de comparação, a Mantle (MNT), segunda maior alta do dia, registra 10% de avanço no mesmo período. Já moedas de maior capitalização, como o Bitcoin (BTC), apresentam movimentos bem mais discretos.
Diante desse cenário, surge a pergunta: o rali da ZEC voltou com força máxima? Tudo agora depende da superação de uma importante resistência.
Zcash se aproxima de resistência decisiva
O gráfico diário mostra que a Zcash validou o nível de retração de 0,382 de Fibonacci em US$ 130,47 como suporte. Após esse ponto, conseguiu romper a próxima zona de retração, o que sugere que a fase corretiva recente pode ter acabado.
Agora, os compradores estão de olho na resistência do último topo em US$ 177,57. Caso esse nível seja rompido, o próximo alvo aparece em US$ 246,35, o que representaria uma alta adicional de cerca de 40%.
Gráfico da Zcash (ZEC) no TradingView
Os indicadores técnicos reforçam o cenário otimista. O RSI está acima de 70 e em tendência de alta, confirmando forte pressão compradora. Enquanto isso, o MACD mostra um cruzamento positivo, sinal de força no movimento.
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O ADX, acima de 50, indica que a tendência atual é intensa e pode continuar. Por fim, o CMF também está positivo e em alta, apontando entrada consistente de capital no ativo.
Indicadores da Zcash (ZEC) no TradingView
A combinação desses sinais técnicos fortalece a expectativa de continuidade do rali da ZEC.
Movimentação das baleias indica que rompimento é possível
Outro fator que explica o salto recente da Zcash é a atuação das baleias. Dados da Binance revelam que a porcentagem de grandes players com posições de compra saltou de 49,71% no início da semana para mais de 57% agora.
Esse aumento mostra confiança dos investidores institucionais e reforça a perspectiva de novas altas.
Porcentagem de baleias com operações de alta em futuros da Zcash (ZEC) na Binance
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As baleias exercem forte influência no mercado, já que movimentam volumes expressivos. Quando concentram apostas na alta, criam um efeito de confiança que atrai outros traders.
Esse movimento já aparece em métricas mais amplas. Segundo a Coinglass, o Open Interest (OI) da ZEC voltou a subir, ultrapassando US$ 200 milhões.
Open Interest (OI) da Zcash (ZEC). Fonte: Coinglass
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Um aumento nessa métrica geralmente indica entrada de novo capital especulativo, ampliando a liquidez e fortalecendo tendências. No caso da Zcash, o crescimento do OI reforça a leitura de que o atual rali pode se sustentar no curto prazo.
O rali da ZEC também abre espaço para reflexões sobre o futuro das altcoins e tokens utilitários. Um exemplo é o Best Wallet Token (BEST), que integra o ecossistema da Best Wallet.
Em 2025, a plataforma expandiu suas funcionalidades além da carteira digital, passando a oferecer pré-vendas exclusivas integradas ao produto.
Outro diferencial do BEST é a amplitude de recursos. O token permite interação com mais de 60 blockchains, além de trocas cross-chain com taxas reduzidas. Os detentores também terão acesso a staking, airdrops exclusivos e ofertas antecipadas de novos projetos.
Esse modelo mostra como tokens de utilidade podem se fortalecer ao lado de grandes criptomoedas como a Zcash.
Aviso: Este artigo tem funcionalidade exclusivamente informativa, e não constitui aconselhamento de investimento ou oferta para investir. O CriptoFácil não é responsável por qualquer conteúdo, produtos ou serviços mencionados neste artigo. Recomendamos que você sempre faça sua própria pesquisa (DYOR) antes de tomar qualquer decisão financeira. Invista apenas o que você pode se dar ao luxo de perder.