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Congresso aprova MP que prevê tributação única de 18% para criptomoedas e fim da isenção mensal

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A comissão mista do Congresso Nacional aprovou na terça-feira (7) a Medida Provisória nº 1.303, que altera o regime tributário de diversas operações financeiras, incluindo as que envolvem criptomoedas e ativos digitais. O texto define uma nova alíquota única e elimina isenções existentes, ampliando a base de incidência para operações com criptoativos realizadas no Brasil e no exterior.

Nova alíquota e fim da isenção mensal

Com a mudança, os ganhos de capital com criptomoedas passarão a ser tributados em 18%, a partir de 2026. A alíquota substitui o modelo progressivo vigente, que variava entre 15% e 22,5% dependendo do volume de ganhos.

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Outra alteração relevante é a eliminação da isenção para lucros de até R$ 35 mil por mês. Atualmente, operações que geram ganhos inferiores a esse valor estão isentas de tributação. No entanto, a MP extingue esse benefício para ativos virtuais. Assim, qualquer operação com criptoativos, independentemente do valor movimentado ou da plataforma utilizada, estará sujeita à tributação.

A regra também vale para negociações em exchanges internacionais, desde que os investidores residam no Brasil, e inclui trades, swaps, liquidações automáticas e transferências entre plataformas.

Nova tributação das criptomoedas

O texto aprovado cria ainda o Regime Especial de Regularização de Ativos Virtuais (RERAV), permitindo que investidores que não declararam seus criptoativos possam regularizar a situação mediante pagamento de 7,5% sobre o valor total dos ativos. O prazo inicial para adesão ao programa será de 180 dias, com possibilidade de prorrogação por igual período.

A medida foi incluída no parecer do relator, deputado Carlos Zarattini (PT-SP). O objetivo é trazer para a formalidade investidores que mantêm ativos fora das exchanges ou em carteiras privadas. A Receita Federal espera ampliar a base de arrecadação e obter maior visibilidade sobre movimentações financeiras relacionadas a criptoativos.

A partir da vigência das novas regras, a fiscalização das operações será tanto da Receita Federal do Brasil, quanto do Banco Central do Brasil e da Comissão de Valores Mobiliários (CVM). As entidades deverão estabelecer mecanismos para acompanhar transações e garantir o cumprimento das obrigações tributárias.

A MP ainda precisará passar por análise do plenário da Câmara e pelo Senado para omplementação das mudanças.

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ABCripto diz que MP ameaça o avanço da criptoeconomia no Brasil

A ABCripto emitiu um parecer comentando a MP. De acordo com a Associação, a “exigência de retenção impõe grandes desafios operacionais às empresas e insegurança quanto à aplicação prática da norma”. Conform destacou a ABCripto, isso pode gerar distorções e afastar investidores do mercado regulado.

“Na avaliação da ABcripto, as mudanças tendem a produzir o efeito oposto ao esperado pelo governo. Ou seja, em vez de ampliar a arrecadação, podem estimular a evasão de capitais, reduzir a base tributária e incentivar a migração de investidores para plataformas que operam fora do marco regulatório brasileiro.”

Além disso, a ABCripto ressaltou que a retirada da isenção onera o pequeno investidor, que representa a maioria dos participantes do mercado. Ao mesmo tempo, desestimula o uso de tecnologias financeiras inovadoras, como os cartões cripto, uma das principais portas de entrada para a inclusão financeira e digital no país.

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Tether busca assentos no conselho da Juventus e investe em capitalização do clube

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A Tether, emissora da maior stablecoin do mercado, anunciou que pretende apresentar sua própria lista de candidatos ao conselho de administração da Juventus, um dos principais clubes de futebol da Itália. A votação ocorrerá no dia 7 de novembro, durante a assembleia anual de acionistas da equipe.

A empresa, que adquiriu 10,7% das ações da Juventus em 2025, tornou-se a segunda maior acionista do clube. A empresa de criptomoedas fica atrás apenas do conglomerado Exor, pertencente à família Agnelli, que detém cerca de 65% das ações.

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Mudanças de governança e novo aporte

De acordo com matéria da Reuters, além da proposta de nomes para o conselho, a Tether informou que pretende sugerir alterações na governança corporativa da Juventus. No entanto, a empresa de criptomoedas ainda não detalhou quais mudanças planeja apresentar.

A companhia também disse que vai participar do aumento de capital de até 110 milhões de euros (aproximadamente US$ 129 milhões), aprovado recentemente pelo conselho do clube. A Juventus busca reforçar seu caixa e reduzir prejuízos operacionais.

O principal acionista, Exor, já aportou cerca de 30 milhões de euros nessa rodada de capitalização. A entrada da Tether no processo consolida sua influência crescente dentro da estrutura acionária da Juventus. O clube enfrenta desafios financeiros desde os anos de pandemia e após investigações contábeis conduzidas pelas autoridades italianas.

Expansão do setor cripto no esporte

O movimento da Tether amplia a presença de empresas ligadas ao mercado de criptomoedas no setor esportivo europeu, especialmente no futebol. Companhias decripto têm usado a participação em clubes a fim de reforçar a exposição de suas marcas e integrar soluções baseadas em blockchain a modelos de gestão e interação com torcedores.

No caso da Tether, o investimento em uma instituição tradicional como a Juventus representa um avanço estratégico em direção à diversificação de ativos e influência institucional fora do ambiente puramente financeiro. A empresa não revelou se planeja utilizar sua tecnologia de stablecoins em operações futuras do clube.

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Melhores altcoins prontas para valorizar 10x com aprovação iminente de ETFs

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A Comissão de Valores Mobiliários dos Estados Unidos (SEC) deve aprovar mais ETFs de Solana (SOL) e outras criptomoedas nos próximos dias. É o que afirma o conhecido analista Lark Davis, que reforça a forte demanda pela criptomoeda. Outros fundos de Solana, os ETPs, registraram entradas recordes, o que deve reforçar na SEC a necessidade de aprovação dos ETFs.

Várias gestoras como Bitwise, Grayscale e outras empresas alteraram seus registros para incluir staking. A Grayscale fez isso nos ETFs de Ethereum (ETH) e deve fazer o mesmo em seu futuro ETF de Solana. Enquanto isso, os fundos de Solana captaram mais de US$ 5,1 bilhões, mais que dobrando os recordes anteriores.

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Mas não é apenas a Solana que pode se beneficiar. A SEC tem mais quatro pedidos de ETFs de outras criptomoedas com prazo final de aprovação para outubro. Projetos como Litecoin (LTC), Cardano (ADA) e até Dogecoin (DOGE) podem receber novos ETFs em breve, o que deve movimentar o preço dessas criptomoedas rumo a novas valorizações.

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Lista de prazos finais para aprovação de ETFs nos EUA. Fonte: Lark Davis/X.

Além disso, essas empresas enviaram uma carta pública à SEC solicitando aprovação para tokens de staking líquidos (LSTs) dentro das estruturas de ETF. Elas argumentaram que os LSTs poderiam aumentar a eficiência e transformar um ETF de Solana em um protótipo para finanças tokenizadas.

E quando o assunto é tokenização, logo pensamos em várias altcoins promissoras que estão surgindo com propostas verdadeiramente revolucionárias. Hoje traremos quais são as principais apostas entre aquelas que mais captaram valor nos últimos dias.

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Best Wallet Token ($BEST)

A Best Wallet é mais do que uma carteira: é um verdadeiro banco de criptomoedas. Com um só aplicativo você pode armazenar, comprar e vender mais de 60 criptomoedas, incluindo ETH, AVAX e outras. E além disso, você também tem acesso prioritário a todos os tokens em pré-venda no sistema.

Para ampliar ainda mais seus serviços, a Best Wallet decidiu lançar a pré-venda do $BEST, o seu próprio token utilitário. Com ele você tem acesso a staking que paga mais de 90%, bem como acesso antecipado a novos projetos em um único ambiente. E se você concentrar as negociações na Best Wallet, poderá aproveitar os descontos que o $BEST te dará ao oferecer taxas muito mais baixas.

Nesse sentido, a proposta da Best Wallet é criar um ecossistema que integre carteira digital e plataforma de lançamento de tokens. E o $BEST é o passo mais importante na criação dessa plataforma. Assim como as pré-vendas oferecidas pela carteira, o projeto do $BEST foi auditado por empresas como Coinsult e SolidProof, e passou em todas as auditorias. Uma prova do seu sucesso é que a pré-venda lá levantou mais de US$ 17 milhões.

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Um dos serviços oferecidos pelo token da Best Wallet. Fonte: X.

Maxi Doge ($MAXI)

A Maxi Doge ($MAXI) não tem nem de longe a seriedade da Best Wallet. Mas ela tem ambição: quer ser líder entre as memecoins, desbancando “no braço” a $DOGE. E os braços desse Shiba Inu são anabolizados, movidos a energéticos e amor pelo risco.

Para se diferenciar das memecoins, a Maxi Doge traz mecanismos deflacionários — com queimas automáticas de tokens — que reduzem a oferta do token de forma programada. Só que o maior produto dela é a alavancagem, que permite a traders fazerem negociações até 1.000 vezes maiores que o capital, multiplicando seus ganhos em uma só tacada.

Fora esses diferenciais, a Maxi Doge possui todos os elementos de uma memecoin: humor, senso de absurdo, uma comunidade forte e crescimento sólido. O perfil da memecoin no X tem engajamento e a pré-venda da $MAXI está próximo de bater US$ 3 milhões.

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Se conseguir viralizar nas redes sociais e garantir listagens em grandes corretoras, a Maxi Doge pode multiplicar de valor rapidamente e chegar a ganhos superiores a 10 vezes.

Maxi Doge.
Fonte: X.

Plasma ($XPL)

Por fim temos o token da Plasma ($XPL), cuja rede atua no crescente mercado de stablecoins, cujo valor total já supera US$ 300 bilhões. A Plasma surgiu no final de setembro com a proposta de se tornar a primeira Camada 1 com foco em eficiência, velocidade e integração com stablecoins.

Sua principal proposta é permitir transferências de ativos digitais — especialmente stablecoins como USDT — com taxas próximas de zero. Dessa forma ela se posiciona como uma forte concorrente o Ethereum e Solana na missão de tornar esses tokens mais práticos e baratos em seu uso como dinheiro no dia a dia.

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O token XPL é usado para pagar taxas de rede, recompensar validadores e sustentar o mecanismo de consenso proof of stake (PoS). Diferente dos projetos anteriores, a Plasma já lançou sua mainnet beta e firmou parcerias com nomes conhecidos do setor DeFi, como Chainlink e Aave. O token do projeto teve uma queda recente, mas a proposta de valor da Plasma pode levar a uma recuperação de preço no médio prazo.

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Preço do $XPL nas últimas 24 horas. Fonte: CoinGecko.

Aviso: Este artigo tem funcionalidade exclusivamente informativa, e não constitui aconselhamento de investimento ou oferta para investir. O CriptoFácil não é responsável por qualquer conteúdo, produtos ou serviços mencionados neste artigo. Recomendamos que você sempre faça sua própria pesquisa (DYOR) antes de tomar qualquer decisão financeira. Invista apenas o que você pode se dar ao luxo de perder.

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OranjeBTC compra mais 25 Bitcoins e estreia ações na B3

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A OranjeBTC S.A. (B3: OBTC3) marcou a terça-feira, 7 de outubro de 2025, como um dia histórico. A empresa se tornou a primeira companhia da América Latina 100% dedicada ao Bitcoin a ter suas ações negociadas na B3.

Durante o evento de listagem, a companhia anunciou a aquisição de 25 novos Bitcoins (BTC) entre os dias 25 de setembro e 6 de outubro. A compra totalizou um investimento de US$ 2,8 milhões (R$ 15,5 milhões) a um preço médio de US$ 112.500 por unidade. O movimento foi financiado integralmente com recursos próprios, provenientes de aumentos de capital anteriores.

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Com essa nova compra, a OranjeBTC alcança 3.675 BTCs em sua tesouraria, o que representa mais de R$ 2 bilhões. O volume coloca a companhia entre as 25 maiores Bitcoin Treasury Companies do mundo. Assim, consolidando sua posição como a maior detentora corporativa de Bitcoin da América Latina.

O fundador e CEO Guilherme Gomes destacou que a estreia simboliza uma virada de página para o mercado financeiro regional. De acordo com ele, a empresa nasce com o propósito de “acelerar a adoção do Padrão Bitcoin no Brasil”. Além disso, pretende servir como um vetor de educação e transparência sobre o ativo digital.

A OranjeBTC segue um modelo similar ao de empresas como Strategy, nos Estados Unidos, e Metaplanet, no Japão, ambas conhecidas por concentrarem grandes volumes de Bitcoin em caixa. O diferencial da companhia brasileira está na adaptação desse conceito ao contexto latino-americano, com ênfase em governança corporativa, educação financeira e acesso regulado ao mercado de capitais.

OranjeBTC na B3

De acordo com Gomes, a meta é estruturar um ecossistema sólido em torno do Bitcoin, abrindo espaço para emissões de títulos, captações e novos instrumentos financeiros. Ele afirmou que a companhia pretende “funcionar como uma ponte entre o sistema financeiro tradicional e a nova economia digital”.

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Além da tesouraria robusta, a OranjeBTC definiu a educação como um pilar essencial de sua atuação. A empresa planeja oferecer cursos, pesquisas e eventos voltados ao entendimento do Bitcoin, das finanças descentralizadas e das mudanças trazidas pelos ativos digitais globais.

O objetivo é difundir conhecimento e preparar tanto investidores quanto instituições para o novo cenário monetário que se forma. A iniciativa reflete o entendimento da companhia de que o avanço do Bitcoin não se limita à valorização de preço, mas à transformação cultural e econômica que ele representa.

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O time da OranjeBTC reúne nomes com experiência internacional. O Conselho de Administração conta com Fernando Ulrich, referência em economia austríaca e Bitcoin no Brasil; Josh Levine, ex-executivo da BlackRock e da Bridgewater Associates; e Eric Weiss, investidor e fundador do Blockchain Investment Group.

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Mantle pode cair 15% em breve, alerta análise

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A Mantle (MNT) opera em queda após registrar uma nova máxima histórica. O movimento, que interrompeu um forte rali de alta, pode ser o início de uma correção mais prolongada.

Na segunda-feira (6), a altcoin alcançou um novo preço recorde em US$ 2,47, elevando sua valorização em outubro para mais de 40%.

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O salto ocorreu após a implementação da stablecoin USD1 da World Liberty Financial, empresa ligada a Donald Trump, na rede Mantle. A novidade aumentou a liquidez da blockchain, ampliando a demanda por seu token nativo.

Contudo, desde então, a MNT já acumula queda superior a 10%, chegando a registrar mínima em US$ 2,20 nesta terça-feira (7). Com esse cenário em mente, a dúvida é clara: o que esperar agora?

Análise indica possível caminho para a Mantle

A análise técnica mostra que a Mantle já iniciou uma correção de seu último movimento de alta. A retração de Fibonacci revela que o ativo está negociado abaixo do nível 0,236, confirmando a perda de força no curto prazo.

Dessa forma, a MNT pode seguir em queda até a chamada zona de ouro de Fibonacci, localizada entre os níveis 0,5 e 0,618. Isso representaria uma desvalorização de até 15%, levando o preço para US$ 1,92.

Vale destacar que as EMAs de 9 e 21 dias, que vinham atuando como suportes dinâmicos e pontos de novos impulsos, estão próximas dessa região, o que reforça sua relevância como um possível alvo de correção.

Gráfico da Mantle (MNT) no TradingView
Gráfico da Mantle (MNT) no TradingView

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Apesar da possibilidade de novas quedas, a tendência macro segue positiva enquanto o ativo permanecer acima dessas médias. Além disso, se a rede continuar expandindo sua adoção e atraindo liquidez, o cenário de longo prazo continua favorável para o token.

Indicadores técnicos reforçam correção em andamento

Olhando para o gráfico de 4 horas, os indicadores técnicos apontam que a correção deve continuar no curto prazo. O RSI apresenta movimento de queda, mas ainda está acima de 50, sugerindo que há espaço para novas baixas antes de entrar em sobrevenda.

O MACD caminha para um cruzamento de baixa, sinalizando enfraquecimento do momentum comprador. Já o ADX segue em queda, embora permaneça acima de 40, o que indica que a tendência ainda é forte, mas perdeu intensidade.

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Outro ponto importante é o Chaikin Money Flow (CMF), que está em queda, mas acima de zero. Essa leitura mostra que o fluxo de capital positivo para a Mantle está diminuindo, reforçando o cenário de correção.

Indicadores da Mantle (MNT) no TradingView
Indicadores da Mantle (MNT) no TradingView

Além disso, os dados da Coinglass trazem um alerta adicional: vendedores dominam mais de 57% das ordens registradas nas principais exchanges últimas quatro horas. Normalmente, há um equilíbrio entre compra e venda, com percentuais próximos de 50%.

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Fluxo de ordens de Mantle (MNT) nas exchanges. Fonte: Coinglass
Fluxo de ordens de Mantle (MNT) nas exchanges. Fonte: Coinglass

Assim, essa disparidade reforça a expectativa de maior pressão vendedora no curto prazo.

Bitcoin Hyper em destaque

Enquanto a Mantle enfrenta sinais de correção, outro projeto começa a chamar atenção no mercado. O Bitcoin Hyper surge como uma das soluções técnicas mais promissoras do ecossistema Bitcoin em 2025.

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O projeto já arrecadou US$ 22 milhões em pré-venda, considerada uma das mais bem-sucedidas do ano. A plataforma combina a segurança do Bitcoin com a escalabilidade da Máquina Virtual Solana por meio de ZK-rollups.

Essa integração permite processar milhares de transações por segundo a custos inferiores a 1 centavo.

Com isso, o Bitcoin Hyper resolve problemas de acessibilidade que por anos limitaram a usabilidade prática do Bitcoin em casos reais. Além disso, o projeto oferece atualmente oportunidades de staking com retornos superiores a 50%, atraindo cada vez mais investidores.

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Cofundador da 1inch prevê que CEXs serão portas de entrada para DeFi – Best Wallet Token surge como melhor cripto para comprar

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As exchanges centralizadas de criptomoedas, conhecidas pela sigla CEXs, podem desaparecer até a próxima década. Essa é a opinião de Sergej Kunz, fundador da plataforma descentralizada 1inch. Nesse sentido, Kunz afirma que essas plataformas darão lugar a agregadores de finanças descentralizadas (DeFi).

Em entrevista durante a Token2049 em Singapura, Kunz previu que as exchanges farão uma transição lenta em até cinco anos. Hoje elas são plataformas centralizadas, mas logo irão evoluir para se tornar exchanges descentralizadas (DEXs).

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Kunz afirmou que isso vale para todas as plataformas, incluindo Binance e Coinbase. Por maiores que elas sejam, o executivo afirmou que esse processo é inevitável.

“Acho que levará de cinco a 10 anos”, disse Kunz.

Ele argumentou que, embora as CEXs sejam mercados isolados, a 1inch e seu agregador atuam como um hub global de liquidez. Ou seja, ela fornece dados e negociações em várias plataformas. E no futuro, a diferença entre CEX e DEX deixará de existir e todas as plataformas terão operações descentralizadas.

Seus comentários ocorrem no momento em que a 1inch anunciou um acordo com a Coinbase, a principal exchange de criptomoedas dos EUA. No acordo, a Coinbase integrará a 1inch para fornecer negociação de DEX aos seus usuários.

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Fundador da 1inch comemora parceria com a Coinbase. Fonte: X.

Descentralização das finanças

A conversão das exchanges tradicionais em DEX seria um marco na soberania financeira e liberdade de uso das criptomoedas em todo o mercado. Embora as CEX facilitem a compra e venda de criptomoedas, seu modelo centralizado impõe uma série de riscos de segurança para essas plataformas.

Um desses riscos é que a custódia das criptomoedas fica a cargo da própria CEX, o que faz dela um alvo perfeito para hackers que desejam cometer roubos. Casos como os ataques contra a Bybit, WazirX e Bitfinex mostram que essas plataformas possuem altos riscos de segurança e representam um obstáculo para a soberania financeira.

Em contrapartida, as DEX não fazem custódia das criptomoedas dos usuários e operam de forma descentralizada, sem um ponto central de controle. Isso faz com que elas tenham uma proteção maior contra roubos e permitam a negociação de criptomoedas sem abrir mão da soberania.

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É o caso da Best Wallet, carteira que possui uma avaliação de 4,5 de 5 estrelas na App Store. A carteira é não custodial e não salva as chaves privadas. Você pode usá-la para guardar mais de 60 criptomoedas em total segurança e sem risco de perdas. E se você comprar o token BEST na pré-venda, terá acesso a muito mais serviços.

Best Wallet Token: melhor cripto para comprar

O BEST é o token de utilidade ligado ao ecossistema Best Wallet, que em 2025 crescerá para além da carteira. Neste ano, a Best Wallet passou a promover pré-vendas exclusivas integradas ao seu produto. Você não precisará mais ter que ir ao X ou se aventurar em plataformas suspeitas para acessar os melhores tokens em oferta.

Se você garantir o Best Wallet Token na pré-venda, terá acesso a todos esses tokens com ofertas especiais que não são encontradas em nenhuma plataforma. Além disso você receberá cashback em certas operações, taxas reduzidas e acesso antecipado ao novo cartão de débito da carteira.

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O BEST está em fase de pré-venda e já arrecadou mais de US$ 16 milhões. Se você não garantiu seus tokens, acesse agora o site oficial e compre antes da mudança de preço.

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Pré-venda da Best Wallet. Fonte: site oficial.

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Robôs concentram ganhos no mercado de memecoins, aponta relatório

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Um relatório detalhado da Galaxy Research, “O Estado das Memecoins”, revela a mecânica implacável por trás do fenômeno das criptomoedas baseadas em meme. A conclusão é que, enquanto a maioria dos traders perde dinheiro, os ganhos estão sendo sistematicamente capturados pelos proprietários da infraestrutura, especialmente por plataformas de bots de negociação que tem dominado o atual cenário de negociação.

O ecossistema experimentou uma explosão sem precedentes. Só na Solana, foram criados mais de 32 milhões de tokens. Um aumento de mais de 300% em menos de dois anos, impulsionado principalmente pelo surgimento de plataformas de lançamento como o Pump.fun.

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Relatório compara lucro da Pump.fun (azul), Hyperliquid (verde) e bot de negociação (preto). Fonte: Galaxy Digital

A plataforma sozinha gerou mais de 12,9 milhões dos aproximadamente 32 milhões de tokens criados na Solana, consolidando um mercado onde o vencedor leva a maior parte. Os tokens da Pump.fun representam coletivamente mais de US$ 4,8 bilhões em valor de mercado totalmente diluído (FDMC).

No entanto, esse volume colossal esconde uma realidade de concentração extrema. Do total de tokens lançados no Pump.fun, apenas 12 (0,00009%) concentram sozinhos mais de 55% do valor de mercado totalmente diluído (FDMC) agregado da plataforma. Isso significa que US$ 2,69 bilhões em valor estão nas mãos de uma dúzia de tokens, enquanto os outros milhões dividem os 44% restantes.

Bots dominam o jogo das memecoins

Nesse ambiente, a velocidade é a moeda mais valiosa. O relatório mostra que o tempo médio de retenção de uma memecoin na Solana caiu para cerca de 100 segundos, uma redução drástica em relação aos ~300 segundos registrados há um ano.

Bots de negociação tem alimentado essa dinâmica de “escalpelagem” hiperacelerada ao permitir a execução de ordens instantâneas. A análise da Galaxy segmenta os traders: endereços com menos de uma negociação por dia seguram tokens por mais de 200 segundos, mas à medida que a atividade aumenta, o tempo de retenção despenca para a faixa de 80 a 120 segundos.

Este comportamento transformou o mercado em um jogo PvP (Player versus Player) de soma zero, onde a vantagem tecnológica é decisiva. O relatório é enfático ao afirmar que “o valor esperado do jogo é profundamente negativo para quase todos”, exceto para uma minoria: os implantadores de tokens, insiders e as próprias plataformas de infraestrutura, como os bots.

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A prova financeira dessa concentração é evidente. A Axiom, operada por uma equipe de menos de dez pessoas, atingiu US$ 200 milhões em receitas com as taxas cobradas dos traders. Em comparação, a receita gerada pela Pump.fun e até mesmo pela Hyperliquid é ofuscada pela eficiência da plataforma de bots em monetizar a especulação alucinante.

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Mineradoras de Bitcoin quebram recorde de valor de mercado em setembro

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O valor de mercado das mineradoras de Bitcoin disparou em setembro, de acordo com dados do JP Morgan. Analisando as 14 principais empresas do setor, o valor total superou a marca de US$ 50 bilhões. É a primeira vez na história que as mineradoras combinadas atingem esse valor.

Ainda conforme o relatório, o setor está se beneficiando da transição para a computação de alta potência que alimenta o crescente setor de inteligência artificial. Empresas como o Google começam a mirar seus olhos para a atividade de mineração de Bitcoin através da compra de outras empresas.

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Na bolsa de valores, as ações de mineradoras de Bitcoin tiveram fortes altas em setembro. A Marathon (MARA), líder do setor, se valorizou 19% em setembro, mas empresas menores como a Hive tiveram ganhos acima de 70%. Esse movimento superaram a valorização do próprio Bitcoin (BTC), que fechou setembro em alta de 4,7%.

“O crescimento do valor de mercado agregado superou a valorização do preço do Bitcoin pelo sexto mês consecutivo, à medida que as operadoras continuam a diversificar seus negócios, da mineração de Bitcoin para o HPC”, diz o relatório.

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Valorização das ações das principais mineradoras de Bitcoin em setembro. Fonte: TradingView.

Evolução das Mineradoras de Bitcoin

O aumento do valor de mercado das empresas mineradoras de Bitcoin ocorre à medida que novas máquinas surgem, aumentando a eficiência da atividade. No mês passado, o Google anunciou que estava apoiando um acordo entre a empresa de computação de IA Fluidstack e a mineradora de Cipher. A gigante de buscas obteve o direito de comprar uma participação de 5,4% na Cipher.

Mineradoras de Bitcoin normalmente conduzem operações industriais que consistem em armazéns cheios de computadores que trabalham para proteger a rede. Esse processo demanda máquinas de alto poder computacional que operam 24 horas por dia.

A rentabilidade vem da recompensa dos blocos (dada em novos Bitcoins criados) e das taxas de transação. Mas quando o preço do Bitcoin cai, ou a demanda pelo uso da rede diminui, as empresas podem ter dificuldades para cobrir seus custos.

Em contrapartida, momentos de alta no preço estimulam o investimento em novas tecnologias. Nesse sentido, o passo de muitas empresas é unir a mineração de Bitcoin e a administração de um data center para impulsionar negócios de IA.

As ações da HIVE Digital subiram quase 9% na última semana e 76% no último mês. Em seguida veio a Hut Mining (HUT), cujos papéis subiram 67% em setembro. A MARA, listada na Nasdaq, saltou 8% esta semana e quase 20% em um período de 30 dias.

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A CleanSpark (CLSK), por sua vez, disparou ainda mais no último mês, com suas ações subindo mais de 55%. Nesta semana, a CLSK subiu 4%. O feito é notável considerando que a mineradora chegou a entrar em recuperação judicial durante o último mercado de baixa em 2022.

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Empresa do Walmart vai lançar negociação de criptomoedas

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A OnePay, fintech controlada majoritariamente pelo Walmart, prepara um movimento em direção ao mercado de criptoativos. A empresa vai lançar ainda neste ano a negociação e a custódia de criptomoedas diretamente em seu aplicativo móvel. A informação foi revelada pela CNBC, que apurou que a novidade será possível graças a uma parceria com a startup Zerohash.

A decisão representa um passo estratégico para aproximar a maior varejista do mundo do universo das moedas digitais. A partir do lançamento, os usuários poderão comprar, vender e armazenar Bitcoin e Ethereum dentro do próprio aplicativo. Além disso, será possível converter os ativos digitais em dinheiro e utilizar os recursos para pagar compras nas lojas ou quitar faturas de cartões da própria OnePay.

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O anúncio reforça a trajetória de crescimento da OnePay desde sua fundação em 2021, resultado de uma joint venture entre o Walmart e a Ribbit Capital. Criada para ser uma “super app” financeira, a empresa já oferece contas digitais, cartões de crédito e débito e outros serviços. Agora, ao adicionar criptomoedas ao portfólio, a fintech busca competir diretamente com gigantes como PayPal, Venmo e Cash App, que já disponibilizam serviços semelhantes.

Walmart se aproxima do mundo das criptomoedas

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O avanço da OnePay acontece em um momento em que o mercado de criptomoedas ganha novo fôlego. A chegada de Donald Trump à presidência mudou a postura do governo dos EUA, permitindo que grandes bancos passem a explorar esse setor. O Morgan Stanley, por exemplo, anunciou recentemente que oferecerá a clientes de varejo acesso direto a criptomoedas por meio de sua subsidiária E-Trade.

Nesse cenário, a parceria com a Zerohash se mostra fundamental. A startup, que levantou US$ 104 milhões em uma rodada de investimentos apoiada por instituições como Morgan Stanley e Interactive Brokers, busca se consolidar como ponte entre empresas financeiras tradicionais e produtos ligados a criptoativos. A entrada no ecossistema do Walmart fortalece sua estratégia de integração com bancos e corretoras.

Além disso, a força do Walmart é um diferencial decisivo para o sucesso do projeto. A cada semana, cerca de 150 milhões de estadunidenses fazem compras nas lojas da varejista. Como o aplicativo da OnePay já está integrado ao processo de pagamento físico e online, a distribuição da nova função pode alcançar rapidamente milhões de pessoas.

Embora tenha surgido como uma fintech independente, sem vínculo direto com a operação varejista, a OnePay sempre carregou a vantagem da marca Walmart. Essa independência permite que o aplicativo não se limite apenas aos clientes da rede, mas conquiste um público mais amplo, especialmente aqueles que enfrentam barreiras de acesso nos bancos tradicionais.

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Previsão do preço do Bitcoin aponta grande alta – $HYPER segue em destaque como a melhor pré-venda

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O último trimestre de 2025 começou com ventos extremamente favoráveis para o Bitcoin, que voltou aos US$ 120.000. Agora, os olhos do mercado estão voltados para uma possibilidade que ganha força a cada dia: previsão de preço do Bitcoin entre US$ 160.000 a US$ 200.000. Análises recentes de gigantes do mercado convergem em um prognóstico otimista, projetando uma forte valorização do ativo até o final do ano.

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Bitcoin voltou aos US$ 120 mil. Fonte: CoinGecko

A CryptoQuant aponta um crescimento consistente e sólido da demanda no mercado à vista, com um aumento mensal superior a 62.000 BTC desde julho. Esse padrão de demanda sustentada é um sinal técnico crucial, semelhante aos observados antes dos grandes ralis de 2020, 2021 e 2024.

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Dois pilares sustentam essa perspectiva. Primeiro, a demanda acelerada das “baleias” (grandes investidores), cujas holdings estão se expandindo a uma taxa anual de 331.000 BTC. Assim como a captação líquida positiva dos ETFs de Bitcoin nos EUA, que podem replicar o crescimento impressionante visto em 2024.

Paralelamente, o JP Morgan reforça o entusiasmo. O banco argumenta que o Bitcoin está significativamente subvalorizado em relação ao ouro e, com base numa análise de volatilidade, chegou a um preço-alvo implícito de US$ 165.000. Esse movimento é impulsionado pelo “comércio contra a desvalorização”, onde investidores buscam reservas de valor alternativas diante de preocupações com inflação e riscos geopolíticos.

Aposta institucional e oportunidade em pré-venda

Esse cenário de alta é claro: o Bitcoin está em ascensão com um aumento crescente da demanda institucional. O volume recorde em contratos futuros, atingindo US$ 32,6 bilhões, é um testemunho dessa confiança renovada. No entanto, enquanto o BTC atinge patamares inéditos, surge uma oportunidade única para investidores que buscam uma entrada abaixo do custo de mercado.

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É aqui que o Bitcoin Hyper ($HYPER) se destaca como a melhor alternativa de pré-venda do momento. Este inovador projeto de Layer 2 para o Bitcoin, que pode ser lançado ainda este ano, visa resolver os gargalos de escalabilidade da rede principal, permitindo transações rápidas e de baixo custo.

Hyper
Pré-venda de HYPER está aquecida.

Com uma pré-venda já em fase avançada, o projeto demonstra tração real. Até agora, já arrecadou mais de US$ 21 milhões, uma das melhores marcas desse último trimestre. O token $HYPER está sendo oferecido a um preço acessível, representando a última chance de aquisição ao menor valor antes de sua listagem em grandes exchanges.

Enquanto as previsões de alta para o Bitcoin apontam para os céus, o Bitcoin Hyper ($HYPER) se posiciona como uma oportunidade de baixo custo para aproveitar esse momento, funcionando como uma ponte direta para a próxima evolução da blockchain Bitcoin.

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Devidamente abastecido por uma das pré-vendas mais promissoras de 2025, o projeto já demonstra tração sólida e potencial de crescimento. Para comprar Bitcoin $HYPER ao preço mais baixo do mercado, acesse o site oficial do projeto e participe da pré-venda antes que ela se encerre.

Aviso: Este artigo tem funcionalidade exclusivamente informativa, e não constitui aconselhamento de investimento ou oferta para investir. O CriptoFácil não é responsável por qualquer conteúdo, produtos ou serviços mencionados neste artigo. Recomendamos que você sempre faça sua própria pesquisa (DYOR) antes de tomar qualquer decisão financeira. Invista apenas o que você pode se dar ao luxo de perder.

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