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Arthur Hayes prevê preço do Bitcoin em US$ 3 milhões

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O debate sobre o futuro do preço do Bitcoin ganhou novos contornos após projeções ousadas feitas por Arthur Hayes, cofundador da corretora BitMEX. De acordo com o analista, a moeda digital pode chegar a US$ 3,4 milhões em 2028, impulsionada principalmente pela expansão da base monetária dos Estados Unidos.

Hayes sustenta que um eventual governo de Donald Trump deverá recorrer à emissão de nova dívida para bancar um déficit público. Com isso, o Tesouro teria de colocar no mercado mais de US$ 15 trilhões em títulos. Este volume, em grande parte, seria absorvido pelo Federal Reserve. Essa injeção de liquidez criaria um ambiente propício para a escalada dos ativos digitais, em especial o Bitcoin.

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O modelo usado por Hayes parte de uma correlação observada durante a pandemia de COVID-19. Na época, o preço do Bitcoin subiu em média 0,19% para cada dólar de crédito criado. Se esse padrão se repetir, a criptomoeda alcançaria valores inéditos, chegando à faixa dos US$ 3 milhões.

Apesar da ousadia, Hayes mantém cautela. Ele afirma que não acredita plenamente que o Bitcoin atingirá esse patamar em tão pouco tempo, mas defende que a tendência será claramente ascendente.

“Não sei se chegará a US$ 3,4 milhões, mas será muito mais alto do que os US$ 115 mil atuais”, declarou.

Preço do Bitcoin (11)

Preço do Bitcoin pode chegar a US$ 3 milhões?

Especialistas, no entanto, consideram a projeção excessivamente otimista. O analista espanhol Javier Espasa Peribáñez, por exemplo, avaliou que o Bitcoin dificilmente alcançará US$ 3 milhões em 2028. Contudo, ele admite que políticas monetárias expansivas e a entrada de investidores institucionais podem levar o ativo a níveis recordes.

Ele aponta ainda que fatores como o halving — que reduz a emissão de novas moedas — e uma eventual crise financeira global podem fortalecer a tese de valorização.

Outro elemento central é a regulação dos EUA, que abre espaço para a emissão de stablecoins atreladas à dívida pública. Isso permitiria ao Tesouro diversificar a venda de títulos, reduzindo a dependência de grandes credores como China e Japão.

Nesse contexto, nomes de peso do setor, como Willy Woo, sugerem que a Tether, emissora da maior stablecoin do mundo, poderá se tornar o maior comprador de títulos americanos.

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As estimativas de Hayes não estão sozinhas. Cathie Wood, CEO da ARK Invest, já previu que o Bitcoin ultrapassaria US$ 1 milhão em 2030, e recentemente elevou sua expectativa para valores ainda maiores. O empresário Michael Saylor, presidente da Strategy, também acredita que o criptoativo tem destino natural de se aproximar do patamar milionário.

Embora as projeções variem, o consenso entre analistas é de que o Bitcoin deve continuar se valorizando na próxima década. As razões incluem a expansão monetária, o avanço dos ETFs de Bitcoin e a crescente desconfiança no sistema financeiro tradicional. Mesmo que os US$ 3 milhões de Hayes pareçam distantes, o debate reforça a percepção de que a criptomoeda segue firme como um dos ativos mais promissores do futuro.

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Golden Cross da Dogecoin pode indicar a próxima cripto que vai subir 1000x – Confira as escolhas do ChatGPT

Dogecoin surpreende o mercado ao romper resistência e alcançar US$ 0,19

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Analistas identificaram sinais técnicos que podem indicar a cripto que vai subir nos próximos meses e entre elas está a Dogecoin. O movimento mais comentado é a formação de um Golden Cross, quando uma média móvel de curto prazo cruza acima de uma média de longo prazo. Esse padrão costuma sinalizar a transição de uma fase de consolidação para um ciclo de alta mais duradouro.

De acordo com o analista Ali_charts, que publicou estudo gráfico no X (antigo Twitter), a Dogecoin está em uma “zona de compra favorável” antes de um possível rompimento altista até US$ 0,50. O gráfico mostra um padrão de acumulação que se estende desde meados de 2023 e sugere uma escada de resistências até a marca de meio dólar.

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“Este é um excelente ponto de entrada para quem busca exposição, porque o preço vem respeitando a linha de tendência de alta e pode ganhar força rapidamente”, disse Ali.

Dogecoin alta
Imagem: X

O analista Badger (@badger0102) também chamou atenção para a formação de um padrão de xícara com alça (cup and handle). Esse padrão técnico, se confirmado, projeta alvos muito acima dos topos anteriores, podendo levar o DOGE a regiões próximas de US$ 2,30 em um cenário de longo prazo.

O “copo” se formou a partir da alta eufórica de 2021, seguida de uma queda prolongada e uma recuperação gradual acelerada em 2024. A “alça”, por sua vez, correspondeu ao recuo observado em meados de 2025, quando o preço caiu para a região dos US$ 0,14 antes de retomar a tendência de alta.

“O padrão segue válido porque o recuo não rompeu suportes críticos. Se o preço fechar acima da faixa de US$ 0,35 a US$ 0,42, teremos a confirmação do rompimento e novos objetivos em patamares muito mais altos”, explicou Badger.

Próxima cripto que vai subir 1000x

Além da Dogecoin outras criptomoedas podem subir mais de 1.000 vezes com a retomada do otimismo com o mercado de altcoins.

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Entre os nomes destacados pelo ChatGPT, a Maxi Doge (MAXI) ganhou espaço como possível sucessora do fenômeno Dogecoin. A pré-venda já superou US$ 2,4 milhões, atraindo baleias e investidores de varejo em busca de altas expressivas. O projeto combina o humor das memecoins com uma proposta comercial voltada para negociação ativa e ferramentas de alavancagem.

De acordo com o roteiro apresentado, o token MAXI terá listagens rápidas em DEX e CEX logo após a pré-venda, além de integração futura com contratos de derivativos. A promessa é oferecer alavancagem de até 1000x, junto a um sistema de staking com rendimento dinâmico que pode alcançar 135% ao ano.

Os desenvolvedores destacam que os smart contracts passaram por auditorias da Coinsult e da SOLIDProof, o que traz uma camada adicional de confiança técnica. Ainda assim, os riscos de mercado e volatilidade permanecem elevados, uma marca registrada das memecoins.

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Maxi Doge.
Fonte: site da pré-venda Maxi Doge.

Bitcoin Hyper e Snorter Bot

Outro nome que vem atraindo atenção indicado pelo ChatGPT é o Bitcoin Hyper (HYPER). O projeto levantou mais de US$ 18 milhões em pré-venda e promete resolver um dos principais gargalos da rede Bitcoin: a escalabilidade.

A ideia é usar a Solana Virtual Machine (SVM) para criar uma camada dois (L2) que permita transações mais rápidas e baratas, mantendo a segurança da rede principal. Esse avanço prático ocorre em meio ao debate sobre o núcleo do Bitcoin e coloca o HYPER como ponte entre tradição e inovação.

Com forte demanda e grande captação de recursos, o Bitcoin Hyper mostra que existe espaço para soluções que ampliem a utilidade do Bitcoin, mas sem comprometer sua base.

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Proxima cripto que vai subir

Já o Snorter Bot (SNORT), outra cripto na lista do ChatGPT, combina o apelo de uma memecoin com uma proposta de valor concreta. O projeto, que já captou mais de US$ 4 milhões, oferece acesso a um bot de trading automatizado via Telegram. Ele é voltado para operações rápidas no mercado de memecoins da blockchain Solana.

Entre as funções prometidas estão o chamado sniping” de lançamentos, capaz de identificar e comprar novos tokens em segundos. Esse diferencial faz do Snorter Bot uma aposta de investidores que procuram memecoins com algum tipo de utilidade real.

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Status atual da pré-venda do Snorter Bot. Fonte: Site oficial

Aviso: Este artigo tem funcionalidade exclusivamente informativa, e não constitui aconselhamento de investimento ou oferta para investir. O CriptoFácil não é responsável por qualquer conteúdo, produtos ou serviços mencionados neste artigo. Recomendamos que você sempre faça sua própria pesquisa (DYOR) antes de tomar qualquer decisão financeira. Invista apenas o que você pode se dar ao luxo de perder.

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Futuro de Solana atinge R$ 1 bilhão na B3 e rede atrai novos projetos

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O futuro de Solana movimentou mais de R$1 bilhão em um único dia na B3, atingindo o maior volume desde o lançamento do contrato em junho.

O recorde, de 175,6 mil contratos negociados, mostra que o apetite dos investidores por exposição a criptoativos em ambiente regulado segue crescendo.

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Apesar do feito, o número ainda representa apenas 26% do volume registrado no mesmo dia pelos futuros de Bitcoin. Portanto, ainda há espaço para uma maior expansão da demanda.

Cresce busca por produtos regulados

Segundo Felipe Gonçalves, superintendente da B3, o desempenho demonstra a maturidade dos investidores brasileiros:

O recorde no Futuro de Solana evidencia a maturidade dos investidores, que buscam diversificar suas estratégias dentro do universo de ativos digitais.

Além disso, o executivo destacou que produtos listados e robustos oferecem uma forma segura de se expor a criptomoedas, o que pode incluir as top memecoins para investir agora.

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Por outro lado, ainda há dúvidas sobre o funcionamento desses contratos, o que pode limitar a participação de parte do público.

Cada contrato equivale a 5 SOL e tem cotação em dólares, com ajuste diário para creditar lucros ou perdas aos investidores.

O futuro de Solana estreou em junho na bolsa brasileira. Em seguida, em julho, a B3 anunciou que ampliaria o horário de negociação para funcionar das 8h às 20h, um passo que deve aumentar a liquidez do futuro de Solana.

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Mas o objetivo final é transformar a operação em 24 horas, aproximando-a do funcionamento global do mercado cripto.

Snorter aposta em Solana para impulsionar traders

A performance do futuro de Solana também chama a atenção para o crescente ecossistema de projetos construídos sobre a rede.

Um dos mais comentados é o Snorter (SNORT), um bot de negociação de criptomoedas que já arrecadou mais de US$ 4 milhões em pré-venda.

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Aliás, a escolha de Solana como base tecnológica permite que o Snorter seja mais rápido e barato que concorrentes baseados em Ethereum.

E esse projeto tem um diferencial importante. Afinal, o Snorter detecta novos tokens e oportunidades no mempool antes de chegarem ao radar do mercado. Ela ainda filtra os projetos suspeitos e destaca apenas aqueles com maior potencial.

Além disso, o token nativo SNORT reduz taxas de negociação para apenas 0,85% e desbloqueia recursos como snipes ilimitados e acesso a análises avançadas.

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Quem quiser aproveitar o momento pode comprar SNORT na pré-venda enquanto o preço está em US$ 0,1055. Basta visitar o site do projeto e conectar uma carteira compatível via WalletConnect, como a Best Wallet. Os pagamentos podem ser feitos com SOL, ETH, BNB, USDT, USDC ou cartão.

Visite SNORT Agora

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Ethereum mostra sinais otimistas: bull run a caminho?

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O Ethereum (ETH) voltou a operar em alta nesta sexta-feira (26). A ação de preço, combinada a indicadores on-chain, sugere que um novo ciclo de valorização pode estar começando.

Após cinco dias consecutivos de queda, o ativo mostrou força hoje, voltando a ser negociado acima de US$ 4.000 após registrar uma alta superior a 5% nas últimas 24 horas.

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Entenda abaixo o que motivou essa reviravolta e se o ETH conseguirá sustentar esse movimento nos próximos dias.

Vencimento de opções movimenta o Ethereum

Uma das principais razões para a forte volatilidade do Ethereum foi o vencimento de contratos de opções. No total, US$ 5,2 bilhões em derivativos da criptomoeda expiraram nesta sexta-feira, segundo dados da Deribit.

Nesse sentido, o mercado de opções cripto funciona como um instrumento financeiro que permite proteger posições ou especular sobre movimentos futuros. Dessa forma, além de oferecer liquidez, este mercado costuma ampliar a volatilidade do ativo subjacente.

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O lote que venceu hoje tinha uma relação Put/Call de 0,80, o que significa que existiam mais posições de compra (call) do que venda (puts). Isso indica maior expectativa de alta, ainda que os vendedores mantivessem uma presença relevante.

Fonte: X
Fonte: X

Outro ponto crucial foi o ponto de dor máximo em US$ 3.800, nível em que o maior número de contratos expiraria sem valor. Como o ETH permaneceu acima desse preço, o impacto acabou favorecendo os compradores, o que explica o salto de hoje.

Indicadores on-chain e atuação das baleias

Além das opções, os dados on-chain também ajudam a explicar a recuperação do Ethereum. O indicador MVRV ficou negativo nesta semana, entrando na chamada “zona de oportunidade”.

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Historicamente, esse nível marca pontos em que investidores acumulam posições, preparando o terreno para futuras recuperações.

O cenário ganha mais peso porque as baleias voltaram a comprar grandes volumes de ETH. Segundo a Lookonchain, 15 carteiras de grandes players receberam 406.117 ETH, avaliados em cerca de US$ 1,6 bilhão, nos últimos dias.

Fonte: X
Fonte: X

Outro dado relevante vem dos mercados futuros. Na Binance, a porcentagem de grandes players com posições de compra (long) de contratos futuros de ETH subiu de 70% para 77% em apenas 24 horas.

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Top Trader Long/Short Ratio (Positions) na Binance
Top Trader Long/Short Ratio (Positions) na Binance

Esse aumento revela que os principais investidores acreditam em valorização e se preparam para aproveitar possíveis saltos de preço.

Cenários para o Ethereum

O gráfico semanal mostra que os compradores reconquistaram o suporte no nível de retração de 0,618 de Fibonacci. Essa recuperação é significativa, pois esse nível costuma encerrar correções, abrindo espaço para novos movimentos de alta. Se a força compradora se mantiver, o ETH pode mirar o topo de US$ 4.964 no médio prazo.

Gráfico do Ethereum (ETH) no TradingView
Gráfico do Ethereum (ETH) no TradingView

Apesar disso, o gráfico diário apresenta sinais de cautela. A EMA de 9 dias voltou a ficar abaixo da EMA de 21 dias, sugerindo que a tendência de curto prazo ainda é de baixa. Além disso, o ativo segue negociado abaixo dessas médias, reforçando a necessidade de cautela.

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Portanto, mesmo com sinais positivos, um ciclo de alta só deve ser confirmado caso o Ethereum consiga romper o último topo em US$ 4.500. Até lá, a possibilidade de novas correções permanece em jogo.

Gráfico do Ethereum (ETH) no TradingView
Gráfico do Ethereum (ETH) no TradingView

SUBBD Token une inovação em blockchain e inteligência artificial

Enquanto o Ethereum mostra força renovada, outros projetos também chamam atenção no mercado cripto. Um exemplo é o SUBBD Token (SUBBD), que une blockchain e inteligência artificial para oferecer soluções a criadores de conteúdo.

O diferencial do SUBBD está na proposta de autonomia total, permitindo que influenciadores monetizem diretamente seus trabalhos sem depender de grandes plataformas. Além disso, o sistema conta com assistentes de IA personalizáveis, conteúdos exclusivos e até um mecanismo de staking que oferece rendimentos de até 20% ao ano.

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Não por acaso, o projeto já conquistou mais de 2.000 influenciadores e reúne uma audiência combinada de 250 milhões de seguidores. Esse alcance mostra como iniciativas que mesclam tecnologia e utilidade prática podem conquistar espaço significativo dentro do mercado cripto.

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Proposta de hard fork no Bitcoin ganha corpo e pode impactar mercado

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O debate em torno de uma possível bifurcação dura (hard fork) no Bitcoin voltou a ganhar destaque após a divulgação de supostos mensagens atribuídas ao desenvolvedor Luke Dashjr.

De acordo com o material divulgado em 25 de setembro, Dashjr teria considerado a criação de um comitê multisig com poder para alterar retrospectivamente a blockchain. A ideia seria remover conteúdos ilícitos, em especial dados relacionados a CSAM (material de abuso sexual infantil), que poderiam ser inseridos em transações da rede.

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O relatório indicou que Dashjr acreditaria que a atual estratégia de apenas “vigiar o mempool” não seria suficiente para impedir que nós armazenem dados indesejados. A proposta apresentada envolveria a substituição de qualquer dado ilícito por uma prova de conhecimento zero (ZKP). Dessa forma, os operadores de nós poderiam excluir o conteúdo de seus sistemas sem comprometer a validade criptográfica das transações.

Contudo, a ideia de introduzir um mecanismo de censura retroativa contrasta diretamente com o princípio de imutabilidade da rede Bitcoin. A proposta, se levada adiante, representaria um cambio de consenso profundo, capaz de dividir a comunidade entre defensores de regras mais rígidas e aqueles que querem manter a neutralidade absoluta do protocolo.

Hard fork no Bitcoin

Hardfork no Bitcoin

Em mensagens atribuídas a Dashjr, surge a frase:

“Agora mesmo as únicas opções são que Bitcoin morra ou que tenhamos que confiar em alguém”.

Essa visão reforçaria o dilema entre segurança social e descentralização total. No entanto, horas antes da publicação, o próprio Dashjr respondeu em suas redes sociais negando qualquer defesa de hard fork. Ele afirmou que nunca apresentou tal proposta e classificou o material como “notícia falsa difamatória”.

O desenvolvedor acrescentou que seu verdadeiro foco está em combater a atualização Core30, que, segundo ele, poderia transformar a rede em uma plataforma vulnerável ao uso indevido. Em suas palavras, permitir que críticos conduzam o projeto significaria ver o Bitcoin deixar de existir em sua essência original.

Ainda assim, a repercussão da reportagem reacendeu uma discussão técnica e política de grande alcance. Um hard fork no Bitcoin exigiria que parte da comunidade aceitasse novas regras, o que poderia levar à criação de duas cadeias distintas. Esse cenário já ocorreu em momentos anteriores da história do setor, como na separação que deu origem ao Bitcoin Cash em 2017.

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Por ora, especialistas apontam que a possibilidade de uma divisão não parece iminente. Porém, caso a tensão entre os defensores do cliente Knots e os partidários da linha Core aumente, a chance de um hard fork deixará de ser apenas hipótese.

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Story (IP) despenca e pode cair mais 15%, revela análise

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O Story (IP) vive uma fase de forte turbulência. Nas últimas 24 horas, o preço do token caiu mais de 25%, tornando-se a criptomoeda com o pior desempenho em todo o mercado no período.

A semana até começou positiva para o IP, que conseguiu ir contra o mercado em seus primeiros dias. Porém, a força vendedora logo prevaleceu.

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Nesta quinta-feira (25), a criptomoeda encaminha seu quarto dia consecutivo de queda. As perdas acumuladas já ultrapassam 40%, e o risco de novas mínimas aumenta a cada pregão.

Story despenca, mas ainda não reverteu tendência

Apesar da queda acentuada, o movimento atual ainda pode ser considerado uma correção no longo prazo. O gráfico semanal mostra que o IP permanece dentro da chamada zona de ouro de Fibonacci, entre as retrações de 0,5 e 0,618.

No entanto, como o nível de 0,5 foi rompido, cresce a probabilidade de o preço buscar US$ 7,33. Esse valor representaria uma queda adicional de cerca de 15% em relação ao preço atual.

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Gráfico do Story (IP) no TradingView
Gráfico do Story (IP) no TradingView

Os indicadores técnicos no gráfico diário reforçam essa visão. O RSI segue em declínio e já se encontra abaixo de 50, sinalizando perda de força compradora. Além disso, o CMF mostra fluxo negativo, evidenciando saída de capital do ativo.

Gráfico do Story (IP) no TradingView
Gráfico do Story (IP) no TradingView

Assim, o cenário técnico aponta para cautela. O ativo ainda pode corrigir mais antes de encontrar um suporte sólido.

Movimentação nas exchanges

Dados da Coinglass revelam que, nas últimas 24 horas, houve mais ordens de venda do que de compra de IP nas exchanges. Esse comportamento amplia a pressão vendedora e, em geral, antecipa movimentos de queda.

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Ordens de IP nas exchanges. Fonte: Coinglass
Ordens de IP nas exchanges. Fonte: Coinglass

Por outro lado, há um dado que dá algum alívio: o fluxo do IP nas corretoras tem sido negativo. Em outras palavras, mais tokens estão saindo das plataformas do que entrando.

Esse movimento normalmente indica que investidores preferem armazenar os ativos em carteiras próprias, algo que pode reduzir a pressão de venda imediata.

Fluxo de IP nas exchanges. Fonte: Coinglass
Fluxo de IP nas exchanges. Fonte: Coinglass

Esse pode ser o primeiro sinal de recuperação, mas ainda insuficiente para inverter a tendência. Para que cenários de alta mais consistentes sejam cogitados, o IP precisaria superar o último topo em US$ 11,50. Só então deve se levar em conta a perspectiva de um novo rali acima de US$ 15.

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Conexão com o SUBBD Token

Enquanto o token nativo do Story despenca, outros projetos vêm ganhando destaque, como o SUBBD Token (SUBBD). A plataforma mistura blockchain e inteligência artificial para criar ferramentas destinadas a criadores de conteúdo, oferecendo uma alternativa aos modelos tradicionais de monetização digital.

O diferencial do SUBBD está em sua proposta de entregar autonomia total aos criadores, sem depender de grandes plataformas. Entre os recursos oferecidos estão assistentes de IA personalizáveis, conteúdos exclusivos e um mecanismo de staking com rendimentos de até 20% ao ano.

Mais de 2.000 influenciadores já aderiram ao projeto, reunindo uma base combinada de 250 milhões de seguidores. Esse crescimento mostra como novas soluções, focadas em utilidade prática, podem ganhar espaço mesmo em momentos em que outras criptomoedas sofrem fortes correções.

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AVAX One: a ‘Berkshire on-chain’ nasce — e acende o farol para a Avalanche

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A AgriFORCE mudou de nome para AVAX One e anunciou uma guinada radical. Assim, a companhia vai levantar cerca de US$ 550 milhões para comprar e manter AVAX, o token nativo da Avalanche.

O plano mira torná-la um dos primeiros veículos listados na Nasdaq com foco direto em tesouraria cripto. A HiveMind Capital lidera a rodada, com Matt Zhang assumindo a presidência do conselho; também entram Anthony Scaramucci (SkyBridge) e Brett Tejpaul (Coinbase).

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A meta constitui em construir a ‘Berkshire Hathaway da economia on-chain’, combinando acumulação disciplinada de AVAX no curto prazo e aquisições de fintechs no longo.

Por que isso importa para a Avalanche

As ações da antiga AgriFORCE saltaram mais de 200% na abertura, tocaram US$ 6,64 e depois ajustaram para US$ 5,64. Já o AVAX recuou 4% no dia, em linha com a correção do cripto mercado.

Porém, o token segue com alta de 10% na semana — um lembrete de que fluxos táticos podem divergir do vetor estrutural quando a narrativa institucional ganha corpo.

A mudança de marca vem junto de uma estrutura de funding agressiva: US$ 300 milhões em PIPE e US$ 250 milhões em novos instrumentos, com a ambição de superar US$ 700 milhões em AVAX no médio prazo.

Enquanto isso, a Bitwise protocolou na SEC o primeiro pedido de ETF de AVAX nos EUA — movimento que, somado à estreia de ETFs de DOGE e XRP, eleva a probabilidade de fluxo institucional para altcoins com tração real de rede.

O recado da CEO Jolie Kahn resume o espírito do momento: blockchains programáveis como a Avalanche estão se tornando base de mercado.

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Como a Avalanche ganha com a tese

A tese de tesouraria cripto está ganhando terreno com o sucesso da Strategy. Isso tem incentivado empresas como BitMine e Forward Industries, por exemplo, a adotarem a estratégia e acumular ETH e SOL respectivamente. Agora, é a vez da Avalanche entrar no radar.

Três vetores sustentam a oportunidade:

  1. Tesourarias listadas ancoram demanda não especulativa por oferta finita de AVAX.
  2. Veículos em bolsa simplificam a vida do capital tradicional. Além disso, barateiam o custo de compliance para se expor à Avalanche.
  3. Produto de prateleira (eventual ETF) cria canal de distribuição em escala para varejo e institucionais.

O curto prazo pode oscilar, mas a infra de captação tende a ampliar a elasticidade de demanda. Isso costuma, portanto, redefinir assimetrias de preço quando o ciclo vira.

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HYLQ — exposição a ações de empresas cripto de forma segura

Sinais como AVAX One, PIPEs, ETFs e entradas de conselheiros estratégicos se perdem no ruído diário. Investidores ficam entre o FOMO e a paralisia: quando agir? como dimensionar risco? o que é ruído e o que é regime?

Por isso, HYLQ é seu copiloto de decisão para cripto e ativos tokenizados. Com uma proposta inovadora, a companhia trabalha para ser a ponte entre o universo cripto e TradFi. Dessa forma, facilitando as decições dos investidores com informações simples e sumarizadas:

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O que você recebe já no primeiro dia

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Baleias compram 62 bilhões de $SHIB na queda – confira as melhores memecoins do momento

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O Shiba Inu (SHIB) atravessou uma semana de forte pressão no mercado, com uma queda de quase 6% que retirou o token do grupo dos 30 maiores ativos digitais em valor de mercado. Apesar do desempenho negativo, os movimentos das chamadas baleias – grandes investidores que concentram enormes quantidades de tokens – indicam uma narrativa diferente e sugerem que o ativo pode estar prestes a reagir.

De acordo com dados on-chain da plataforma Nansen, as baleias compraram 62 bilhões de SHIB apenas nos últimos dias, somando um valor superior a US$ 745 mil. Essa movimentação elevou as participações dos grandes detentores para 100,52 bilhões de tokens, contra apenas 38,52 bilhões registrados no mês passado. O salto chama atenção porque revela uma mudança significativa de postura dos investidores de maior peso.

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O interesse não se limitou às baleias. O chamado smart money, que acompanha investidores com estratégias reconhecidas no mercado, também aumentou de forma expressiva sua exposição. Os detentores classificados nesse grupo ampliaram suas posições em 98% no último mês, acumulando mais de 12,46 bilhões de SHIB. Historicamente, esse padrão de acumulação por grandes players costuma anteceder movimentos de recuperação mais amplos.

Melhores memecoins - Shiba
Imagem: Nansen

Shiba Inu previsão de preço

Além disso, os investidores transferiram volumes consideráveis de SHIB das corretoras para carteiras de autocustódia. O saldo total em exchanges caiu para 282,23 trilhões de tokens, contra 290 trilhões em agosto. Essa redução sugere uma diminuição da pressão de venda e reforça a tese de que muitos apostam em uma tendência de longo prazo mais positiva.

No campo técnico, o gráfico diário do SHIB mostra o preço consolidado em torno de US$ 0,00001223, dentro de um triângulo simétrico de longo prazo. Os indicadores seguem mistos: o RSI em 42,12 coloca o ativo em território levemente sobrevendido, enquanto o MACD mostra um momento neutro a baixista.

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Se o token conseguir romper a figura gráfica pela parte superior, os analistas acreditam em um potencial de valorização de até 308%, com alvo em US$ 0,00003787 e possibilidade de estender o movimento até US$ 0,000050 em caso de aceleração da tendência. Porém, se perder o suporte atual, o preço pode recuar mais 15% até US$ 0,00001028, onde compradores podem tentar defender o nível e preparar um novo rali.

Melhores memecoins para comprar agora

Enquanto o Shiba Inu ganha protagonismo pelo movimento das baleias, outras criptomoedas despontam como as melhores memecoins para comprar agora.

O Bitcoin Hyper (HYPER), por exemplo, surgiu em maio como a primeira solução Layer 2 construída sobre o ecossistema do Bitcoin. A plataforma combina a segurança da rede original com a agilidade da Solana Virtual Machine, capaz de processar milhares de transações por segundo.

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Em pré-venda, o projeto já arrecadou US$ 17 milhões, atraindo tanto investidores institucionais quanto o varejo. O token nativo, $HYPER, serve para taxas, governança e staking, com fornecimento limitado a 21 bilhões de unidades.

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Bitcoin Hyper supera US$ 17 milhões. Fonte: X.com

Outra aposta em alta é a Maxi Doge (MAXI), que mistura estética de meme com ferramentas para traders. A pré-venda já superou US$ 2,4 milhões, e o roteiro prevê listagens rápidas em DEX e CEX. O token oferece alavancagem de até 1000x e staking com rendimento de 135% APY, além de contratos auditados pela Coinsult e SOLIDProof, reduzindo riscos técnicos.

Maxi Doge.
Fonte: Maxi Doge/X.

Além disso, no campo mais tradicional, a Dogecoin (DOGE) continua como referência. Criada em 2013, a moeda nasceu como paródia, mas consolidou-se como uma das principais criptomoedas, apoiada pela comunidade conhecida como “Doge Army”. O ativo se mantém entre as favoritas dos investidores devido à sua liquidez e ao apelo popular, com forte exposição midiática impulsionada por figuras como Elon Musk.

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Dogecoin (3)
Imagem: CoinMarketCap

Aviso: Este artigo tem funcionalidade exclusivamente informativa, e não constitui aconselhamento de investimento ou oferta para investir. O CriptoFácil não é responsável por qualquer conteúdo, produtos ou serviços mencionados neste artigo. Recomendamos que você sempre faça sua própria pesquisa (DYOR) antes de tomar qualquer decisão financeira. Invista apenas o que você pode se dar ao luxo de perder.

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Google entra de vez na mineração de Bitcoin com participação na Cipher

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O Google reforçou sua presença no setor de mineração de Bitcoin ao apoiar um acordo que garante à empresa uma fatia de mais de 5% na mineradora Cipher, listada na Nasdaq. O movimento ocorre por meio de um contrato assinado entre a Cipher e a provedora de serviços em nuvem de inteligência artificial Fluidstack.

De acordo com o anúncio, o entendimento prevê um compromisso de 10 anos de colocation de computação de alto desempenho (HPC) no site da Cipher em Barber Lake, localizado em Colorado City, Texas. Enqaunto isso, a mineradora fornecerá 168 megawatts (MW) de carga crítica de TI, com capacidade total de até 244 MW.

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Fonte: X

Google e mineração de Bitcoin

A fim de viabilizar o projeto, o Google garantirá US$ 1,4 bilhão das obrigações de leasing da Fluidstack. Isso dará suporte ao financiamento da dívida relacionada à operação. Como contrapartida, o grupo de tecnologia receberá warrants para adquirir cerca de 24 milhões de ações ordinárias da Cipher, o equivalente a 5,4% de participação pro forma.

O mercado de mineração de Bitcoin tem buscado diversificação, sobretudo diante das oscilações no preço da criptomoeda e do alto consumo energético da atividade. Nos últimos anos, parte da infraestrutura dos mineradores passou a ser direcionada também a data centers de HPC e inteligência artificial. Vale destacar que esses segmentos exigem processamento em larga escala.

No caso da Cipher, o acordo com a Fluidstack e o respaldo financeiro do Google reforçam a estratégia de ampliar a atuação nesse setor. De acordo com o CEO da empresa, Tyler Page, a parceria representa apenas a primeira de uma série de iniciativas que devem fortalecer a posição da mineradora no mercado de HPC.

Ações em queda no mercado

Apesar do anúncio, os papéis da Cipher (CIFR) fecharam em queda de 9% na quinta-feira, cotados a US$ 12,81, conforme dados do Yahoo Finance. O Google não comentou publicamente o negócio.

Essa não é a primeira movimentação da Big Tech no setor. Em agosto, a TeraWulf, outra mineradora de Bitcoin, revelou que o Google ampliou seu respaldo financeiro em US$ 1,4 bilhão, elevando a exposição total a US$ 3,2 bilhões e obtendo opção de compra de 32,5 milhões de ações.

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Stablecoin da Hyperliquid ‘bomba’ e chega a US$ 2 bilhões de volume

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O mercado de criptomoedas acompanhou nesta quarta-feira o lançamento oficial da stablecoin USDHL, criada pela Native Markets para o ecossistema da Hyperliquid. A novidade movimentou rapidamente volumes expressivos e consolidou a posição da corretora descentralizada como protagonista no segmento de contratos perpétuos.

Em apenas poucas horas, o token superou a marca de US$ 2 bilhões em volume negociado, refletindo a força da demanda e o interesse imediato dos investidores.

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O par de negociação USDH/USDC registrou cotação de 1,001 dólar e movimentou mais de 2,24 milhões em USDC nos momentos iniciais. A aceitação da moeda ocorreu logo após a escolha da Native Markets como emissora do ativo pela comunidade de validadores da Hyperliquid. A seleção foi resultado de uma disputa acirrada que contou com propostas de nomes relevantes como Paxos, Ethena e Frax, mas acabou premiando a startup.

Stablecoin da Hyperliquid

Stablecoin da Hyperliquid
Imagem: Coinmarketcap

A USDHL nasce como uma stablecoin lastreada em dinheiro e títulos do Tesouro dos Estados Unidos de curto prazo. O desenho permite reduzir a dependência da Hyperliquid em relação a stablecoins externas, em especial o USDC da Circle, que hoje representa mais de 90% dos depósitos na plataforma.

De acordo com os desenvolvedores, a iniciativa fortalece a autonomia da rede e garante que a liquidez e os rendimentos das reservas permaneçam dentro do próprio ecossistema. A proposta prevê um modelo de retorno diferenciado: a equipe destina 50% da renda das reservas à recompra do token HYPE e aplica o restante em programas comunitários.

A Hyperliquid ocupa hoje o posto de maior exchange descentralizada de contratos perpétuos do mundo, concentrando cerca de 35% da atividade global. O índice já foi ainda mais expressivo, alcançando 70% em maio, mas a perda de espaço abriu espaço para iniciativas como a stablecoin própria.

Com o USDHL, a plataforma tenta não apenas recuperar competitividade, mas também consolidar um modelo sustentável de expansão.

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