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Token da Crypto.com cai após suspeitas de abafamento de ataque hacker

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O Cronos (CRO), token utilitário gerido pela exchange Crypto.com, chegou a cair mais de 10% nesta segunda-feira (22). E o motivo não foi a correção do mercado, mas sim rumores a respeito de um ataque contra a exchange.

De acordo com uma investigação da Bloomberg, o suposto ataque ocorreu em 2023, quando hackers invadiram a exchange. No entanto, não houve roubo de criptomoedas, embora tenha havido vazamento de dados. O problema é que a matéria aponta que o CEO da Crypto.com, Kris Marszalek, teria ocultado o ataque dos clientes da corretora.

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Os hackers faziam parte de um grupo chamado Scattered Spider, que teria exposto informações pessoais de usuários. Só que Marszalek negou as alegações e disse que as acusações da Bloomberg são “infundadas“.

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Preço do CRO nas últimas 24 horas. Fonte: CoinGecko.

CEO chama relatos em circulação de “infundados”

Curiosamente, os dois hackers eram jovens com menos de 20 anos. Um deles era Noah Urban, de 18 anos, residente no estado da Flórida e que era uma figura central no grupo Scattered Spider. Urban também realizou outros ataques contra a rede de hotéis MGM Resorts e outras empresas.

Para atacar a exchange, os hackers obtiveram acesso à conta de um funcionário da Crypto.com por meio de táticas de phishing no início de 2023. De acordo com uma fonte citada pela Bloomberg, o ataque afetou os dados pessoais de “um número muito pequeno de indivíduos” e não comprometeu os fundos de nenhum cliente.

O investigador de blockchain ZachXBT alegou posteriormente no X que a Crypto.com havia encoberto o incidente, alegando que a corretora havia sido violada diversas vezes.

“Más notícias: sua equipe encobriu uma falha de segurança que expôs os dados pessoais de seus usuários”, afirmou o investigador.

Em seguida, menos de duas horas depois, Marszalek respondeu às alegações no X, chamando-as de “desinformação disseminada por fontes mal-informadas”. Ele afirmou que as sugestões de que a Crypto.com não divulgou a violação eram infundadas, explicando que a empresa havia relatado o assunto em um documento enviado aos órgãos reguladores em 2023.

O CEO também confirmou que a campanha de phishing foi contida em poucas horas e confirmou que não houve roubo de fundos. Além disso, Marszalek disse que o ataque expôs apenas dados pessoais parciais de um número limitado de usuários.

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Ele acrescentou que os sistemas da plataforma são “testados em batalha e estão em constante aprimoramento”, enfatizando sua “cultura de segurança em primeiro lugar” e observando que ela possui o maior número de certificações de segurança do setor.

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CEO da Crypto.com esclarece ataque. Fonte: X.

Token CRO cai mais de 10%

O token CRO tem apresentado tendência de queda nos últimos sete dias. Dados da CoinGecko mostram que o preço do token oscilou entre US$ 0,19 e US$ 0,22, com queda de 10,8% no último dia e 14,8% na última semana.

Os principais indicadores técnicos sugerem um recente período de arrefecimento após uma breve alta devido a uma parceria de alto perfil com a Trump Media. No início deste mês, a empresa finalizou um acordo com a Crypto.com para estabelecer uma reserva estratégica de CRO.

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As duas empresas também têm planos de lançar um conjunto de fundos negociados em bolsa (ETFs) e produtos negociados em bolsa (ETPs) no futuro. Apesar da recente queda, Marszalek permanece otimista em relação ao desempenho do quarto trimestre.

Ele estaria explorando opções de abrir capital da exchange na bolsa via IPO enquanto aprofunda os laços com a Trump Media & Technology Group. Com US$ 1,5 bilhão em receita e US$ 1 bilhão em lucro bruto no ano passado, a Crypto.com continua entre as plataformas mais lucrativas no setor de corretoras de criptomoedas.

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Bitcoin pode receber US$ 250 trilhões com colapso de bonds nos EUA, diz Max Keiser

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Max Keiser, defensor do Bitcoin (BTC) e consultor do presidente de El Salvador Nayib Bukele, fez uma previsão ousada sobre quanto dinheiro poderia fluir para o ecossistema. De acordo com Keiser, esse montante pode chegar a mais de US$ 250 trilhões nos próximos dois anos.

O valor corresponde a quase 125 vezes o valor de mercado atual do Bitcoin, que é de US$ 2,2 trilhões. Em sua conta no X, Keiser escreveu que isso pode acontecer se o mercado de títulos dos Estados Unidos (em inglês, bonds) entrar em colapso.

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Keiser também aludiu ao aumento da impressão de dinheiro e por que o Bitcoin continua sendo a melhor proteção contra uma potencial crise econômica. E afirmou que tudo depende do Japão, país que pode redefinir o mercado global de títulos.

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Keiser alerta para riscos de títulos e diz: “compre Bitcoin.” Fonte: X.

Fonte de dinheiro barato está secando

Keiser alertou que a fonte global de fundos baratos por 30 anos foi o Japão, devido a sua política de juros negativos. No entanto, o país está em crise, com os rendimentos de seus títulos atingindo novas máximas. E os juros negativos acabaram, o que ajudou a encarecer o mercado global.

Como resultado, os títulos de renda fixa, especialmente os pré-fixados, continuam perdendo valor com a subida dos juros. Isso pode levar os investidores a venderem seus títulos para evitar incorrer em mais prejuízos.

De acordo com Keiser, se uma avalanche de vendas de títulos atingir proporções globais, isso pode trazer US$ 250 trilhões em liquidez que precisariam achar outro lugar. E o Bitcoin pode absorver parte desse dinheiro ou até todo esse valor.

Levando em conta apenas os títulos governamentais, há US$ 145 trilhões alocados em bonds. Somente os EUA possui US$ 51 trilhões, ou cerca de 40% desse valor.

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EUA representam 40% do mercado global de títulos. Fonte: SIX Group.

A previsão de Keiser sobre o Bitcoin ocorreu após uma publicação do comentarista de mercado The Kobeissi Letter, na qual eles destacaram como o mercado de ações japonês havia caído 2,5%, à medida que os rendimentos dos títulos japoneses estendiam sua trajetória para território recorde. Eles declararam que o Japão é apenas um vislumbre do que acontecerá com os EUA se o país não resolver sua crise de déficit orçamentário.

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Enquanto isso, o cofundador da BitMEX, Arthur Hayes, opinou recentemente que o ciclo de impressão de dinheiro apenas começou. Hayes disse que outros governos devem imprimir mais dinheiro em proporções massivas junto com os EUA, estendendo o ciclo de alta do Bitcoin até 2026.

‘Bitcoin é a proteção contra a impressão de dinheiro’

Em outra publicação no X, Max Keiser indicou que o Bitcoin é a melhor proteção contra a impressão de dinheiro. Isso ocorre no momento em que o Fed cortou as taxas de juros em 25 pontos-base (0,25%), o primeiro corte de juros desde 2024.

Keiser observou que isso faz parte do plano em Washington, D.C. para acelerar a impressão de dinheiro, de modo que os desequilíbrios econômicos aumentem e a coesão social entre em colapso. Ele aconselhou os investidores a se afastarem dessa norma financeira investindo em BTC.

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O maximalista do Bitcoin também destacou como, nos últimos 45 anos, a economia se tornou cada vez mais financeirizada e securitizada, o que inclinou o jogo em favor daqueles mais próximos da impressora de dinheiro. Essa é uma crítica de muitos bitcoinheiros: a desvalorização da moeda obrigou todos a se tornarem “investidores” apenas para se proteger da inflação.

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Google alerta sobre falha em carteira de criptomoedas no Chrome

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O Google emitiu um alerta urgente após identificar uma falha grave no navegador Chrome que ameaça diretamente usuários de carteiras de criptomoedas baseadas em plug-ins. A vulnerabilidade, registrada como CVE-2025-10585, afeta o motor V8 de JavaScript e WebAssembly de Chromium. Ele é componente essencial usado por milhões de pessoas em diferentes sistemas operacionais.

A companhia liberou imediatamente uma atualização de segurança para Windows, macOS e Linux, recomendando que todos os usuários façam a instalação o quanto antes. O risco é classificado como de alta severidade, já que a falha permite a execução de código arbitrário apenas ao visitar sites maliciosos. Assim, comprometendo sistemas inteiros sem que o usuário perceba.

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De acordo com Charles Guillemet, CTO da Ledger, a ameaça ganha proporções críticas para quem mantém chaves privadas ou informações sensíveis de criptoativos em navegadores. Ele alertou que uma simples navegação poderia resultar na perda total de fundos caso o Chrome não seja atualizado imediatamente.

O Google optou por não divulgar detalhes técnicos sobre a vulnerabilidade, a fim de evitar que hackers explorem a falha antes que a maioria dos usuários atualize seus navegadores. Mesmo assim, a recomendação oficial é clara: atualizar o Chrome se tornou indispensável para quem utiliza o navegador, sobretudo para aqueles que administram carteiras digitais.

Google alerta sobre falha em carteiras de criptomoedas

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Imagem: X

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Embora a atenção esteja voltada para o CVE-2025-10585, especialistas lembram que esse não é o primeiro incidente envolvendo riscos a usuários de criptomoedas. Recentemente, ataques direcionados ao NPM (Node Package Manager) instalaram pacotes maliciosos em projetos de desenvolvimento, levantando dúvidas sobre possíveis conexões entre esses episódios.

Até agora, porém, nem o Google nem a Cyber Express confirmaram se existe relação entre a falha do Chrome e as recentes invasões no ecossistema JavaScript.

Esse cenário reforça a crescente pressão sobre empresas de tecnologia para manter seus sistemas atualizados contra uma onda de ataques que visam cada vez mais os ativos digitais. Com o alerta, especialistas em cibersegurança aconselham não apenas a atualização do navegador, mas também cuidados adicionais, como o uso de hardware wallets e autenticação multifator como a Best Wallet. Essas camadas extras de proteção podem reduzir as chances de perda de fundos em caso de novos ataques.

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Em meio à rápida expansão do mercado de criptomoedas, o episódio destaca como falhas técnicas em softwares populares podem colocar em risco bilhões de dólares. Para o Google, a prioridade agora é garantir que a atualização chegue o mais rápido possível a todos os usuários, minimizando o impacto da vulnerabilidade que já está em exploração ativa.

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Grayscale entra no staking de Ethereum com movimentação de 40 mil ETH

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A Grayscale Investments, gigante das criptomoedas, parece estar se preparando para fazer staking de sua vasta reserva de Ethereum (ETH). A informação, inicialmente divulgada via tweet pelo analista Emmett Gallic, foi corroborada por movimentações on-chain. Isso marca um significativo passo à frente para os fundos de investimento em criptoativos.

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Grayscale movimenta US$ 184 milhões em Ethereum. Fonte: Arkham

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De acordo com a análise de carteiras públicas, a Grayscale movimentou mais de 40 mil ETH em uma única hora. A gestora transferiu exatamente 3,2 mil ETH para novas carteiras não identificadas. O movimento é visto como uma manobra operacional preliminar para destinar seu colossal montante de 1,5 milhão de ETH – avaliado em bilhões de dólares – para staking na rede Ethereum.

Staking de Ethereum

Caso confirme a estratégia, a Grayscale se tornará o primeiro ETF de Ethereum nos Estados Unidos a adotar essa prática. O núcleo desse holding está principalmente em seu Ethereum Trust (ETHE), que administra mais de 1,06 milhão de ETH, avaliados em mais de US$ 4,8 bilhões.

A empresa tem a oportunidade de gerar uma renda passiva monumental. Estima-se que suas reservas possam render entre 45 mil e 60 mil ETH anualmente em recompensas de staking.

Além do impacto financeiro direto para a empresa e seus investidores, a decisão da Grayscale cria um precedente crucial no mercado. Ela valida o staking como uma estratégia legítima e lucrativa para grandes instituições, potencialmente pressionando outras gestoras de ETF, como a BlackRock, a seguirem o mesmo caminho e desenvolverem veículos de investimento focados nessa prática.

O mercado reagiu imediatamente às notícias. O preço do Ethereum chegou a romper a barreira dos US$ 4.600, antes de recuar para US$ 4.539. Além disso, o interesse aberto (open interest) em contratos futuros de ETH permaneceu robusto, acima de US$ 27 bilhões, indicando forte expectativa dos traders para uma continuação da alta.

As ações da Grayscale ocorrem em um momento complexo para a rede Ethereum. Enquanto a quantidade total de ETH em staking atinge um pico histórico de mais de 350 milhões, a fila de validadores que desejam sair da rede também apresenta um aumento, com mais de 2,4 milhões de ETH aguardando para serem desbloqueados.

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A gestora demonstra, assim, que o cenário contraditório não é impedimento para a adoção institucional do Ethereum. Pelo contrário, o ecossistema dinâmico e ajustes contínuos da rede são o que chamam a atenção dos investidores, especialmente em se tratando de capacidade gerar rendimento para seus stakers.

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MPRJ cria núcleo para combater crimes cibernéticos com criptomoedas

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O Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ) anunciou a criação do Núcleo de Combate aos Crimes Cibernéticos (CyberGAECO). A iniciativa, instituída pela Resolução GPGJ nº 2.740, visa especializar a investigação e a repressão a crimes virtuais. Serão o foco do núcleo as fraudes, lavagem de dinheiro e exploração sexual infantil, com destaque para operações que envolvem criptomoedas e dark web.

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MPRJ cria CyberGAECO. Fonte: MPRJ

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O CyberGAECO funcionará como uma unidade especializada vinculada ao Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (GAECO/MPRJ). O órgão terá o objetivo de integrar inteligência, investigações, ações judiciais e cooperação nacional e internacional para desarticular redes criminosas que operam no ambiente digital.

Segundo o procurador-geral de Justiça, Antonio José Campos Moreira, o núcleo receberá capacitação técnica de excelência e acesso a recursos tecnológicos avançados para enfrentar essas novas formas de criminalidade.

Crimes cibernéticos com criptomoedas

A coordenadora do GAECO, Letícia Emile Alqueres Petriz, destacou que o núcleo contará com um laboratório próprio de análise forense digital. O espaço será capaz de processar evidências eletrônicas e rastrear transações blockchain. Essa capacidade é crucial para investigar crimes financeiros digitais, como golpes usando criptomoedas, que frequentemente desafiam os métodos tradicionais de investigação.

A criação do CyberGAECO ocorre em um contexto de crescimento explosivo de crimes cibernéticos em todo mundo. O valor total de criptoativos roubados globalmente já superou o total de 2024, atingindo a marca de US$ 2,17 bilhões apenas no primeiro semestre, com projeção de chegar a US$ 4 bilhões até o final do ano – tornando 2025 o ano com as maiores perdas financeiras neste tipo de crime.

No Brasil, a América Latina destacou-se como a quinta região com maior aumento de vítimas, registrando um crescimento de quase 350% nos casos de ataques envolvendo criptoativos na primeira metade de 2025 em comparação com o mesmo período de 2024.

O MPRJ já possui experiência em parcerias para investigar crimes digitais. Recentemente, juntamente com o MP de Santa Catarina, o órgão firmou um acordo com a empresa Chainalysis. A empresa é especializada em rastreamento de blockchain e vai oferecer ferramentas como o Reactor no monitoramento de transações suspeitas.

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Para o promotor Marcos Davidovich, subcoordenador do núcleo, a iniciativa é uma resposta necessária à migração do crime organizado para o espaço virtual, onde operações ilícitas são mais lucrativas e menos arriscadas.

“A repressão exige especialização, domínio técnico e ferramentas adequadas”, afirmou.

A criação do CyberGAECO pelo MPRJ reforça o compromisso da instituição com a modernização das investigações e a proteção de vítimas, em um cenário em que especialistas já consideram a criminalidade digital uma “epidemia silenciosa” no país.

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Após 9 anos, astro da NBA recupera Bitcoins com valorização de 11.000%

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Desde que o Bitcoin se tornou um dos ativos de maior valorização da história, histórias de investidores que compraram a criptomoeda “quando tudo era mato” e depois esqueceram suas carteiras tornaram-se comuns. Mas nenhuma é tão espetacular quanto a cesta de três pontos de meio de quadra que Kevin Durant, astro do Houston Rockets da NBA, acabou de converter sem sequer arremessar.

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Durant recupera seus Bitcoin. Fonte: Coinbase

Em entrevista à CNBC, o empresário e parceiro de negócios Rich Kleiman revelou que, durante um jantar em 2016, o astro Kevin Durant – na época, jogador do Golden State Warriors e uma das maiores estrelas da NBA – ouviu a palavra “Bitcoin” várias vezes. Motivado pela conversa, decidiu investir na criptomoeda ainda naquela mesma noite, abrindo uma conta na Coinbase e adquirindo uma quantia não revelada de Bitcoin.

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Bitcoins valorizados: Cesta de 11.000%

Naquele ano, o Bitcoin era negociado entre US$ 360 e US$ 1.000 – valores que pareciam altos na época, mas que se mostrariam irrisórios diante da valorização futura. Durant, que naquela temporada levaria os Warriors ao título da NBA e seria eleito o MVP das Finais, acabou se distraindo com os compromissos esportivos e, com o tempo, esqueceu completamente do investimento.

Anos se passaram. O Bitcoin disparou, alcançando a marca atual de US$ 116 mil – uma valorização de mais de 11.000% em relação a 2016. Foi então que veio a surpresa: Durant não conseguia mais acessar sua conta na Coinbase. Por um erro de login, a fortuna estava travada.

O que parecia ser uma tragédia transformou-se em lucro. Impedido de vender durante correções de mercado ou momentos de pânico, Durant tornou-se, involuntariamente, um holder de longo prazo – e um dos mais bem-sucedidos. O esquecimento forçado resultou em ganhos enormes, uma vez que o Bitcoin não parou de valorizar.

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Kleiman, que também é investidor da Coinbase, tratou o caso com humor e confirmou que a equipe de suporte da corretora já estava trabalhando para recuperar o acesso.

A maior enterrada de Durant foi em 2016 – e não foi na quadra, foi no Bitcoin. Isso porque, a história teve um final feliz: nesta quarta-feira (18), Brian Armstrong, CEO da Coinbase, anunciou publicamente em sua conta no X:

“Resolvemos isso. Recuperação da conta concluída!”

O caso de Kevin Durant é apenas um exemplo do potencial do Bitcoin, mas o mercado de criptomoedas não para de evoluir. Uma nova tendência que tem ganhado destaque é o Bitcoin Hyper, um conceito que promete revolucionar ainda mais o universo das moedas digitais.

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Bitcoin Hyper

Mas, afinal, o que é o Bitcoin Hyper? O Bitcoin Hyper refere-se a uma visão avançada do Bitcoin, integrando tecnologias de segunda camada, como a Lightning Network, e inovações em escalabilidade para tornar as transações mais rápidas, baratas e acessíveis.

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Como funciona o Bitcoin Hyper. Fonte: site oficial.

Ele representa a evolução do Bitcoin como uma reserva de valor e, ao mesmo tempo, uma ferramenta prática para pagamentos do dia a dia, especialmente no contexto da adoção crescente em setores como finanças descentralizadas (DeFi) e comércio global. Projetos como esse buscam levar o Bitcoin a um novo patamar, combinando a segurança e a descentralização da blockchain original com a eficiência exigida pelo mercado atual.

Para investidores como Durant, que já colhem os frutos de decisões tomadas há anos, o Bitcoin Hyper abre novas possibilidades de valorização e utilidade, reforçando o papel da criptomoeda como um ativo essencial no futuro financeiro. Seja para holders de longo prazo ou novos entusiastas, o Bitcoin Hyper é um convite para explorar o próximo capítulo dessa revolução financeira.

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Aviso: Este artigo tem funcionalidade exclusivamente informativa, e não constitui aconselhamento de investimento ou oferta para investir. O CriptoFácil não é responsável por qualquer conteúdo, produtos ou serviços mencionados neste artigo. Recomendamos que você sempre faça sua própria pesquisa (DYOR) antes de tomar qualquer decisão financeira. Invista apenas o que você pode se dar ao luxo de perder.

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Preço do Ethereum pode cair 50% até o fim do ano, diz Citigroup

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O banco Citigroup prevê um cenário de baixa para o Ethereum (ETH), no qual a criptomoeda pode cair mais de 50%. De acordo com o banco, o ETH pode sair dos atuais US$ 4.500 e fechar 2025 valendo cerca de US$ 2.200.

A análise do Citigroup contrasta com as expectativas do mercado para a altseason, que alimentam o sentimento dos investidores em relação ao ETH e outras altcoins importantes. Foi com base nessas expectativas que o preço do ETH dobrou nos últimos 12 meses, de acordo com o CoinGecko. Uma queda de 50% apagaria todos esses ganhos.

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Em sua previsão, o Citigroup traz dois cenários diferentes para o Ethereum. No primeiro, mais otimista, a criptomoeda poderia fechar o ano valendo US$ 6.400. Além de quebrar seu topo histórico, o ETH se valorizaria mais 50% em comparação com o preço atual.

Por outro lado, o cenário mais negativo é justamente o de queda até US$ 2.200. Há ainda um cenário neutro no qual o ETH fecharia 2025 valendo US$ 4.300, US$ 200 a menos do que o seu preço atual.

Preço do Ethereum
Preço do Ethereum no acumulado de 12 meses. Fonte: CoinGecko.

Fatores de atenção para o Preço do Ethereum

Os analistas citam que a atividade da rede continua sendo o principal impulsionador do valor do Ethereum. Com o crescimento robusto das redes da Camada 2 e a baixa transferência de valor delas para a camada base, uma alta no preço do ETH permanecerá limitada.

O Citigroup assumiu que apenas 30% da atividade da rede da Camada 2 contribui para a valorização do Ethereum. Além disso, o banco acrescentou o valor de mercado relativamente pequeno do Ethereum e o menor reconhecimento entre novos investidores como razões adicionais para a queda do preço do ETH até o final do ano.

Em relação ao seu cenário otimista, o Citigroup centrou sua previsão nos recentes fluxos de capital para os ETFs de Ethereum e na atividade de mercado impulsionada pela tokenização e stablecoins. Somente na segunda-feira (15), os ETFs receberam quase US$ 360 milhões em entradas.

Ascensão das Ethereum Treasury Companies

No entanto, as tesourarias Ethereum tornaram-se um importante impulsionador do preço do ETH. A reserva estratégica total de Ethereum aumentou para 4,99 milhões, valendo mais de US$ 22,6 bilhões, de acordo com dados do site Strategic ETH Reserves.

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Além disso, o Standard Chartered afirma que o Ethereum tende a ganhar mais com a atividade de tesouraria de ativos digitais do que o Bitcoin ou a Solana, impulsionando uma previsão otimista para o preço do Ethereum.

A Bitmine Immersion, apoiada por Tom Lee, comprou mais 82.000 ETH por US$ 2,1 milhões, elevando suas reservas totais para US$ 10,8 bilhões. Lee previa um superciclo de preços para Ethereum e ETH em meio à demanda de Wall Street e à convergência entre inteligência artificial e criptomoedas.

Reservas ETH.
Quantidade de Ethereum em reservas estratégicas de empresas.
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Supermáquinas para mineração de Bitcoin chegam ao mercado

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A Bitdeer apresentou a série SEALMINER A3, um conjunto de ASICs desenvolvidos com o chip SEAL03, criado em parceria com a fabricante de semicondutores TSCM para minerar Bitcoin.

A companhia divulgou a novidade em sua conta oficial no X e exibiu os modelos em sua página oficial. A linha inclui versões com refrigeração a ar e a água, pensadas para atender diferentes necessidades operacionais, desde instalações compactas até operações de larga escala.

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A série traz quatro versões principais. O A3 Air apresenta eficiência de 14,0 J/TH e poder de processamento de 260 TH/s. Além disso, conta com níveis de ruído até 4 dB menores que os equipamentos tradicionais. Já o A3 Pro Air oferece maior capacidade, alcançando 12,5 J/TH e 290 TH/s.

Na categoria com refrigeração líquida, o A3 Hydro atinge 13,5 J/TH e 500 TH/s, sendo descrito como quase silencioso. A versão mais avançada, o A3 Pro Hydro, eleva o desempenho a 12,5 J/TH e 660 TH/s. Essas opções utilizam formato 2U, adequado para estruturas profissionais e datacenters de mineração.

Além disso, todos os modelos compartilham a mesma base tecnológica: o chip SEAL03, desenvolvido internamente pela Bitdeer. A empresa já havia anunciado em março de 2025 os primeiros testes bem-sucedidos do componente, indicando que a produção em massa está programada para a segunda metade deste ano, o que pode impactar fortemente o hashrate do Bitcoin.

Eficiência energética para minerar Bitcoin

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Imagem: Bitdeer

Outro ponto destacado pela Bitdeer está na eficiência das fontes de energia, que chegam a 97% de aproveitamento, buscando reduzir o consumo e aumentar a competitividade dos mineradores. A companhia, no entanto, alerta que os números divulgados podem variar em até ±10% no hashrate e ±5% na eficiência energética.

No momento, os equipamentos ainda não estão disponíveis para compra, mas a inclusão da linha na página oficial sugere que a comercialização deve começar em breve. A expectativa é grande entre mineradores, já que os novos modelos podem redefinir padrões de desempenho no setor.

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Os 4 principais tokens que podem disparar na próxima temporada de altcoins

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Todo ciclo de criptomoedas traz de volta a mesma pergunta: quais altcoins serão o centro das atenções desta vez? Muitos investidores já devem estar se preparando para a temporada de altcoins, já que a história mostra que inúmeros tokens costumam fazer grandes movimentações.

Com centenas de tokens no mercado de criptomoedas, quais deles podem valer a pena? Procurar o próximo grande movimento pode parecer estar em uma encruzilhada, sem saber qual caminho leva à oportunidade.

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Este artigo analisa 4 criptomoedas que podem disparar durante a temporada de altcoins, começando com a SpacePay (token SPY).

A pré-venda contínua da SpacePay, o baixo preço de entrada e a solução de pagamento no mundo real conferem a ela uma posição única à medida que nos aproximamos de uma fase mais ampla do ciclo de mercado.

Por que a SpacePay (token SPY) pode ser a estrela das altcoins

A adoção de criptomoedas cresceu muito ao longo dos anos. Mas um grande problema ainda não foi resolvido: os pagamentos do dia a dia. Gastar criptomoedas pode ser difícil, e é para isso que a SpacePay foi criada.

A SpacePay é uma solução revolucionária de software de pagamento com criptomoedas, projetada para transformar a forma como as pessoas realizam transações na economia digital.

Seu software funciona diretamente com as máquinas de cartão existentes. Permitindo, assim, que os usuários gastem criptomoedas de mais de 325 carteiras. Enquanto isso, os comerciantes podem receber seus pagamentos na moeda local de sua preferência.

SpacePay pagamentos cripto

Isso significa que os detentores de criptomoedas agora podem usar seus ativos para compras diárias sem se preocupar com volatilidade. Desse modo, as empresas também podem obter acesso a novos clientes sem riscos adicionais.

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O token SPY, que alimenta esse ecossistema, está atualmente cotado a apenas US$ 0,003181 em sua pré-venda.

Como a SpacePay resolve o desafio de pagamento com altcoins

A SpacePay faz mais do que apenas tornar as criptomoedas utilizáveis. Ela reúne soluções para problemas que têm atrasado a adoção em massa.

Ela permite que os comerciantes paguem apenas uma taxa de 0,5% pelas transações, muito mais barato do que os processadores de cartão tradicionais, por exemplo. Como não há custos de integração, os varejistas não enfrentam obstáculos iniciais.

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A SpacePay funciona por meio de um APK simples, tornando-a compatível com terminais POS existentes. Por isso, a adoção pode se espalhar rapidamente devido a esse design simples e plug-and-play.

Ele oferece liquidações instantâneas, pois os comerciantes podem receber pagamentos sem esperar por longas confirmações ou aprovações manuais. Isso o torna tão conveniente quanto os cartões de crédito, se não mais rápido.

Os detentores de criptomoedas expandem seu poder de compra, enquanto os varejistas são protegidos contra oscilações de preços. O sistema expande a base de usuários de ativos digitais, garantindo que os comerciantes se sintam confortáveis ​​em receber moedas fiduciárias.

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Com todos esses elementos combinados, a SpacePay visa oferecer pagamentos fluidos, de baixo custo e acessíveis. É por isso que muitos estão considerando o token SPY como uma das apostas de destaque desta temporada de pré-venda.

Perder uma oportunidade em um preço tão inicial pode parecer como pular o Ethereum quando ele ainda estava abaixo de US$ 1.

Como comprar token SPY durante a pré-venda

O primeiro passo para comprar tokens SPY é conectar sua carteira no site oficial. Você pode usar a MetaMask ou qualquer outra carteira compatível.

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Após a conexão, carregue sua carteira com ETH, BNB, MATIC, AVAX, BASE, USDC ou USDT. Se preferir, também há a opção de comprar diretamente com um cartão bancário.

Em seguida, escolha o número de tokens SPY pelos quais deseja trocar. Confirme a autorização em sua carteira e conclua a transação.

Lembre-se de deixar um pouco extra em sua carteira para cobrir as taxas de rede. Assim que a troca for concluída, seus tokens SPY estarão seguros e prontos para aumentar seu valor à medida que o projeto se desenvolve.

PARTICIPE AGORA DA PRÉ-VENDA DA SPACEPAY (SPY)

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Token SpacePay altcoins

Ethena (ENA) e seu modelo de stablecoin híbrido

A Ethena é outra criptomoeda para ficar de olho nesta temporada de altcoins. É um projeto de moeda digital que combina a estabilidade das finanças tradicionais com o poder de ganho das finanças descentralizadas. A ENA funciona como uma stablecoin, mas também permite que os detentores obtenham rendimentos.

Este design duplo a torna atraente tanto para usuários comuns quanto para fãs de DeFi. À medida que o projeto se expande, o papel da ENA na governança e na tomada de decisões pode agregar mais valor. Sua capacidade de conectar CeFi e DeFi lhe dá uma grande chance de se beneficiar da crescente adoção nesta temporada.

Chainlink (LINK) potencializando contratos inteligentes com dados reais

A Chainlink continua sendo um dos projetos de infraestrutura mais críticos em criptomoedas. Ela fornece soluções de oráculo descentralizadas que permitem que contratos inteligentes acessem dados do mundo real com segurança.

Sem a Chainlink, a maioria das aplicações DeFi e blockchain não funcionariam em escala. O que torna a LINK particularmente interessante nesta temporada são seus casos de uso em expansão.

Além da DeFi, a Chainlink está sendo integrada a jogos, seguros e até mesmo projetos institucionais. Seu papel na tokenização de ativos do mundo real também lhe confere poder de permanência a longo prazo.
Esses fundamentos sugerem que a LINK pode ter um desempenho forte à medida que o ciclo das altcoins se desenrola.

XRP e o futuro dos pagamentos transfronteiriços

O XRP é rápido e barato de usar. Isso o torna útil para enviar dinheiro internacionalmente. A Ripple Labs trabalha com diversos bancos e provedores de pagamento, o que mantém a demanda por XRP.

Mesmo com problemas legais no passado, o XRP se manteve forte e ainda é usado em todo o mundo. Se mais instituições o adotarem nesta temporada, o XRP poderá subir novamente.

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MetaMask vai lançar seu próprio token, garante CEO

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Depois de anos de especulação, a MetaMask finalmente confirmou que lançará seu próprio token. A revelação partiu de Joseph Lubin, CEO da Consensys, empresa responsável pela popular carteira cripto, durante uma entrevista ao The Block. O executivo assegurou que o token, batizado de MASK, está em desenvolvimento avançado e deve chegar ao mercado “mais cedo do que se imagina”.

De acordo com Lubin, o objetivo principal do novo ativo digital será promover a descentralização em partes fundamentais do ecossistema da MetaMask. Ele destacou que o lançamento faz parte de um plano mais amplo da Consensys para descentralizar não apenas a carteira, mas também outros serviços como a Infura e a Linea, solução de segunda camada do Ethereum.

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A introdução do MASK ocorre em um momento estratégico para a empresa. Recentemente, a Consensys lançou o token da Linea, distribuindo bilhões de unidades para desenvolvedores e usuários engajados. Esse movimento demonstrou a intenção clara de ampliar a participação comunitária em seus projetos, garantindo que os principais produtos do grupo caminhem para um modelo de governança descentralizada.

Lubin evitou dar detalhes sobre distribuição ou elegibilidade do airdrop, mas analistas apontam que o potencial impacto será imenso. Isso porque a MetaMask é a carteira mais utilizada em blockchains compatíveis com EVM, alcançando dezenas de milhões de usuários ativos em todo o mundo. Um airdrop massivo poderia se transformar em uma das maiores distribuições de tokens já realizadas no setor.

MetaMask token
Imagem: X

Token da MetaMask

Além do anúncio do MASK, a empresa também movimentou o mercado recentemente com o lançamento da stablecoin MetaMask USD (mUSD). Criada em parceria com a Bridge, plataforma da Stripe, e cunhada pela infraestrutura descentralizada da M0, a mUSD foi lançada em setembro de 2025 e já pode ser usada em swaps, empréstimos, negociações e integrações DeFi.

A mUSD possui interoperabilidade entre diferentes blockchains e oferece transparência em tempo real graças à rede de liquidez da M0. Outro diferencial é a possibilidade de integração com o MetaMask Card, que permite gastar a stablecoin em qualquer estabelecimento que aceite Mastercard, aproximando ainda mais o uso de criptoativos do cotidiano.

Com o token MASK e a stablecoin mUSD, a MetaMask se posiciona como uma das pioneiras na criação de soluções próprias que fortalecem a autocustódia e ampliam o acesso a serviços financeiros descentralizados. Para muitos especialistas, esses movimentos representam um passo decisivo na evolução da carteira, consolidando sua relevância em um ecossistema que busca cada vez mais independência de intermediários.

O lançamento do MASK ainda não tem data oficial, mas a confirmação de Lubin já foi suficiente para aquecer as expectativas do mercado. Para investidores e usuários, a chegada do novo token promete marcar uma nova fase da MetaMask, reforçando seu papel central no universo cripto.

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