Descubra como a criptomoeda está revolucionando o futuro financeiro. Em nosso site, você encontra as últimas notícias, análises de mercado e dicas para investir com segurança. Cripto é a chave para a nova era financeira – explore o potencial de Bitcoin, Ethereum, NFTs e outras tecnologias disruptivas. Junte-se à revolução digital agora mesmo!
O Federal Reserve – Fed (o Banco Central dos Estados Unidos) anunciou nesta quarta-feira (17) a redução de 0,25% na taxa de juros do país, que passa a variar entre 4% e 4,25%. A decisão ocorre após a revisão de dados de emprego e em meio a críticas públicas do presidente Donald Trump sobre a condução da política monetária. No mercado de criptomoeda, o impacto imediato foi limitado.
O preço do Bitcoin (BTC), por exemplo, opera em torno de US$ 115.500, registrando leve queda de 0,2% na última hora e de 1,0% nas últimas 24 horas, segundo dados da CoinGecko.
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Gráfico de preço do Bitcoin nas últimas 24 horas – Fonte: CoinGecko
O movimento acontece após dias de valorização que já refletiam expectativas do corte. O Ethereum (ETH) era negociado a US$ 4.476, praticamente estável no mesmo período.
Investidores de criptomoedas também acompanham a comparação com o ouro, considerado um ativo de proteção. O metal subiu para um recorde acima de US$ 3.730, acumulando mais de 10% de valorização no último mês.
Fed corta juros e Bitcoin se segura acima dos US$ 115 mil
A decisão do Fed teve como motivação sinais de desaceleração econômica. O Departamento do Trabalho dos EUA revisou para baixo em 911 mil vagas o número de empregos criados em 12 meses até março. Isso levantou preocupações sobre a força do mercado de trabalho. Além disso, a inflação anual está em 2,9%, ainda acima da meta de 2% da instituição.
“Indicadores recentes sugerem que o crescimento da atividade econômica moderou-se no primeiro semestre do ano”, afirmou o Fed. “A criação de empregos desacelerou e a taxa de desemprego subiu ligeiramente, mas permanece baixa. A inflação subiu e permanece relativamente elevada.”
Após manter as taxas inalteradas em cinco reuniões anteriores, o Fed havia promovido três cortes em 2024, que somaram um ponto percentual. O presidente do banco central, Jerome Powell, reiterou que as decisões continuarão baseadas em dados de inflação e emprego.
Pressão política
O corte ocorre em meio a disputas entre a Casa Branca e o banco central. O presidente Donald Trump buscou substituir governadores considerados resistentes a medidas mais brandas. Além disso, ele chegou a tentar destituir a diretora Lisa Cook, bloqueado por decisão judicial. Paralelamente, o conselheiro Stephen Miran assumiu vaga remanescente no colegiado.
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Enquanto isso, o FedWatch da CME já indicava probabilidade de 96% de redução dos juros, mostrando que o mercado precificava a decisão.
Nos próximos dias, analistas observarão os discursos de Powell em busca de sinais sobre a possibilidade de novos cortes consecutivos ou de uma postura mais cautelosa.
A gestora REX-Osprey fez história nos Estados Unidos nesta semana. Nesta terça-feira (16), a empresa afirmou que lançará o primeiro ETF de $XRP à vista do mercado dos EUA, o “ETF REX-Osprey™ XRP. Este fundo chegará nas bolsas dos EUA sob o código $XRPR, mas ainda não tem data definitiva de lançamento.
De acordo com a empresa, o novo fundo chegará nesta semana. E pode não vir sozinho, já que a gestora também lançará um ETF de Dogecoin ($DOGE). Este fundo também chegará nesta semana e será o primeiro ETF de Dogecoin lançado nos EUA.
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“Quando olhamos para o histórico recente, vemos que a mesma gestora, a REX-Osprey, lançou há poucos meses um ETF de Solana com distribuição de recompensas de staking. Esse produto atraiu um fluxo considerável logo nas primeiras semanas, mostrando que há apetite por alternativas que vão além de Bitcoin e Ethereum”, disse Paulo Aragão, apresentador do podcast Giro Bitcoin.
Sim, a demanda por ETFs alternativos de fato cresce a cada dia. Na semana passada, o preço da $DOGE subiu mais de 20% com a perspectiva de aprovação dos fundos. Mas a Maxi Doge ($MAXI) quer desbancar a rainha das memecoins com uma pré-venda que já superou US$ 2,2 milhões. E você ainda pode comprar MaxiDoge e ter lucros maiores do que qualquer ETF.
Preço da Dogecoin nos últimos sete dias. Fonte: CoinGecko.
Ao contrário dos ETFs de Bitcoin ($BTC) e Ethereum ($ETH) aprovados pela SEC em 2024, os fundos de $XRP e $DOGE da REX-Osprey são ETF abertos lançados Lei 40. Essa estrutura permite que um ETF opere como uma empresa de investimento registrada e possa combinar exposições, em vez de manter apenas uma única commodity.
A própria SEC enfatiza que os “ETPs” de Bitcoin e Ether à vista não são ETFs da Lei 40, ressaltando os distintos regimes regulatórios em jogo. Com essa “manobra” regulatória, a REX-Osprey conseguiu lançar os seus ETFs com menos burocracia e um prazo menor de aprovação.
Em seu último formulário N-1A, o fundo é apresentado juntamente com produtos semelhantes e descrito como buscando resultados que correspondam ao desempenho do token. Ou seja, eles funcionam da mesma forma que os ETFs tradicionais, comprando e guardando o ativo subjacente.
Por outro lado, eles possuem algumas diferenças. Os ETFs aprovados pela lei de 1933 investem 100% no ativo subjacente. Já os ETFs da Lei 40 possuem maior poder de diversificar. O XRPR, por exemplo, investirá pelo menos 80% do patrimônio líquido em XRP, mas também em outros ativos que ofereçam exposição ao token.
“Minha expectativa é que o ETF de Dogecoin atraia uma atenção inicial elevada, movida pelo efeito novidade e pelo carisma que a moeda carrega. Mas, diferente do ETF de Solana, que além da narrativa tem um forte caso de uso em staking e aplicações na blockchain, o DOJE dependerá muito do comportamento da comunidade”, completou Aragão.
O analista Crypto Tech Gaming atribui o sucesso inicial do Maxi Doge à sua “combinação de cultura meme, recompensas de staking e o recurso de maior risco e maior recompensa”. E risco é a palavra-chave, já que a Maxi Doge é campeã no quesito alavancagem e desejo de ganhos maiores.
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Superficialmente, o Maxi Doge é comercializado como um “maromba” das criptomoedas – um Shiba Inu que negocia alavancagem e mora no porão da casa da mãe. Musculoso, amante de energético e vidrado na tela do computador, ele não para enquanto não tiver os lucros mais obscenos usando as estratégias mais ousadas.
A principal delas é uma alavancagem de até 1.000x que oferece lucros exponenciais mesmo com o menor investimento. Este token não está para brincadeira, pois também oferece taixas baixíssimas de negociação, para que o lucro fique no seu bolso e não no de grandes plataformas.
Fonte: site oficial da pré-venda.
E por trás dessa representação satírica, o Maxi Doge se posiciona como um token de utilidade legítimo. Primeiro, ele oferece recompensas de staking, permitindo que os detentores de MAXI obtenham renda passiva que pode compensar a volatilidade comum em moedas meme. Esse recurso está ativo durante a pré-venda e atualmente oferece um rendimento percentual anual (APY) de 145%, mas esse valor diminuirá à medida que o pool de staking aumentar.
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O preço do Maxi Doge está de US$ 0,0002575, mas analistas como Umar Khan projetam que o $MAXI pode entregar retornos de até 100x em 2025. Após o seu lançamento, o token pode atingir seu potencial topo de 2025 por volta de US$ 0,0012.
Aviso: Este artigo tem funcionalidade exclusivamente informativa, e não constitui aconselhamento de investimento ou oferta para investir. O CriptoFácil não é responsável por qualquer conteúdo, produtos ou serviços mencionados neste artigo. Recomendamos que você sempre faça sua própria pesquisa (DYOR) antes de tomar qualquer decisão financeira. Invista apenas o que você pode se dar ao luxo de perder.
O OPENX, token nativo do OpenxAI Network, vive dias de protagonismo no mercado. O ativo chegou a subir 2.000% desde o seu lançamento, em 10 de setembro, chamando atenção pela velocidade de crescimento.
Além do desempenho de preço, o projeto ganhou destaque por oferecer recursos inovadores e receber elogios públicos de Brian Armstrong, CEO da Coinbase. Esse reconhecimento impulsionou o token a uma capitalização de quase US$ 200 milhões, alcançando uma máxima histórica de US$ 2,05 nesta terça-feira (16).
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No entanto, após o pico, a altcoin já recuou 30%, levantando dúvidas sobre a continuidade do movimento de alta. A pergunta agora é se o projeto conseguirá manter a confiança do mercado ou se passará por uma correção mais acentuada.
Segundo seu site oficial, o OpenxAI é o primeiro protocolo P2P de inteligência artificial sem permissão. A proposta é permitir que qualquer pessoa, em qualquer lugar, crie e monetize aplicativos, agentes e serviços de IA diretamente em blockchain.
Entre os colaboradores do projeto estão desenvolvedores com passagens por Fantom, Solana, ICP, Binance, NEAR e AragonDAO.
A alta inicial começou após o fundador Ashton Hetti divulgar um vídeo demonstrando como transformar IA em um produto funcional em poucos minutos.
O interesse cresceu ainda mais quando Brian Armstrong fez uma compra do token utilizando sua carteira pública da Rede Base. Esse gesto trouxe credibilidade e ampliou a empolgação em torno do projeto.
Fonte: X
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Outro fator que reforçou o entusiasmo foi a revelação do X Studio, plataforma que permite criadores lançarem e monetizarem projetos de IA diretamente na rede Base. Essa inovação ajudou a consolidar a narrativa de que o OpenxAI pode unir blockchain e inteligência artificial de forma prática e acessível.
Apesar da valorização expressiva, o OpenxAI ainda enfrenta desafios de adoção. Dados do Alpha-X mostram que o sentimento social segue baixo, com poucos usuários demonstrando entusiasmo nas redes.
Esse detalhe é importante, pois projetos com baixa participação da comunidade encontram dificuldade em sustentar tendências de alta.
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Do ponto de vista técnico, o token encaminha seu quarto candle consecutivo de baixa no gráfico de 4 horas. Esse movimento acontece após o RSI ultrapassar 90, indicando forte condição de sobrecompra. Atualmente, o preço está próximo do nível de retração de 0,5 de Fibonacci.
Gráfico do OpenxAI (OPENX) no TradingView
Se perder o suporte atual, o OPENX pode cair mais 20% no curto prazo. No entanto, os níveis de retração de 0,5 e 0,618 são conhecidos por favorecer a retomada de tendências macro.
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Caso isso se confirme, o ativo pode disparar novamente, mirando novas máximas históricas com potencial de alta superior a 100%.
Ainda assim, vale destacar que se trata de um projeto novo e com baixa capitalização. Portanto, os riscos são elevados, e cada trader e investidor deve reforçar a gestão de risco antes de assumir posições mais agressivas.
Maxi Doge ganha espaço entre traders de alto risco
Enquanto o OpenxAI chama atenção pela fusão entre IA e blockchain, outro projeto busca seu espaço com uma proposta completamente diferente: o Maxi Doge (MAXI).
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Inspirado na Doge original, o token atrai traders de alto risco ao oferecer operações com alavancagem extrema, chegando a 1.000x. Esse perfil o tornou popular já nos primeiros dias de pré-venda, especialmente entre investidores acostumados com movimentos de forte volatilidade.
Outro diferencial é o Fundo Maxi, que reserva 25% do fornecimento total para distribuir recompensas aos investidores com maior retorno. Além disso, os stakers recebem pagamentos diários e participam de eventos gamificados e ativações de comunidade, criando um ecossistema competitivo e dinâmico.
Esse tipo de projeto mostra como o mercado segue diversificado: enquanto iniciativas como o OpenxAI apostam em inovações estruturais, tokens como o Maxi Doge exploram a cultura de risco e alavancagem para atrair perfis mais ousados. Conheça o projeto.
Aviso: Este artigo tem funcionalidade exclusivamente informativa, e não constitui aconselhamento de investimento ou oferta para investir. O CriptoFácil não é responsável por qualquer conteúdo, produtos ou serviços mencionados neste artigo. Recomendamos que você sempre faça sua própria pesquisa (DYOR) antes de tomar qualquer decisão financeira. Invista apenas o que você pode se dar ao luxo de perder.
A Sharps Technology, empresa de tesouraria baseada no ecossistema Solana, anunciou nesta terça-feira, 16, uma parceria estratégica com a memecoin Bonk. O acordo envolve o uso de BonkSOL, um token de staking líquido que permite aos usuários reinvestirem seus ativos na rede Solana e, ao mesmo tempo, receberem renda passiva.
A Sharps informou que pretende destinar parte de suas reservas de SOL para o BonkSOL. A iniciativa marca um passo importante, pois conecta uma empresa listada na Nasdaq a um dos projetos mais populares e culturais do universo das memecoins.
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De acordo com James Zhang, conselheiro estratégico da Sharps, a Bonk se tornou um verdadeiro motor cultural dentro da Solana. Desse modo, impulsionando inovações que atraem usuários e desenvolvedores. A parceria, destacou ele, pode gerar novos retornos para os acionistas e consolidar a presença da Sharps entre as maiores tesourarias digitais voltadas para Solana.
Atualmente, a empresa já detém mais de 2 milhões de SOL, o que a posiciona entre os maiores detentores institucionais do token. Esse volume de ativos coloca a Sharps ao lado de outros grupos, como DeFi Development Corp. e Upexi, ambos também com cerca de 2 milhões de SOL.
O movimento ganha ainda mais força após o anúncio da Forward Industries, que comprou 6,8 milhões de unidades de Solana, avaliadas em quase US$ 1,6 bilhão, e as colocou todas em staking.
A estratégia da Sharps busca aliar segurança e rendimento, já que o BonkSOL permite que ativos bloqueados continuem gerando receita, enquanto ampliam a base de liquidez no ecossistema. A Bonk, por sua vez, já atraiu quase 200 mil SOL em staking desde seu lançamento, consolidando-se como um dos principais tokens líquidos da rede.
Vale lembrar que a Sharps não é a primeira empresa a diversificar seu balanço com apoio de memecoins dentro da Solana. Em junho, a DeFi Development fez um acordo com o Dogwifhat (WIF), outro token temático, para rodar um validador e dividir recompensas de staking com a comunidade.
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Esse movimento mostra como o setor começa a enxergar memecoins não apenas como especulação, mas como peças relevantes em estratégias financeiras mais amplas.
No mercado, a Bonk possui valor de US$ 1,8 bilhão, embora ainda esteja cerca de 60% abaixo de sua máxima histórica de US$ 0,000058. Atualmente, o token negocia perto de US$ 0,000023, de acordo com dados do The Block. Mesmo assim, o ativo segue sendo um dos principais representantes de uma nova fase das memecoins, cada vez mais ligadas a utilidades dentro da rede Solana.
Donald Trump abriu uma nova frente de batalha contra a imprensa dos Estados Unidos. O presidente entrou com um processo de US$ 15 bilhões contra o New York Times (NYT). Ele acusa o jornal de ter prejudicado a reputação de sua memecoin TRUMP. A ação foi protocolada em uma corte da Flórida e também envolve sua rede social Truth Social e a Trump Organization.
De acordo com Trump, o jornal publicou artigos e um livro difamatórios que atacaram sua imagem, sua família e até seus empreendimentos no setor de criptomoedas. O republicano afirma que o NYT atua como um “braço midiático” do Partido Democrata e que buscou prejudicar sua campanha de 2024 com reportagens negativas.
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O processo retoma ameaças legais feitas meses atrás, quando o jornal revelou cartas enviadas ao pedófilo Jeffrey Epstein. Entre os documentos estava um poema e um desenho de uma mulher nua, supostamente escritos por Trump, mas ele negou a autoria.
Na petição, Trump descreve o NYT como responsável por uma “rotina industrial de difamação em larga escala” contra adversários políticos. A ação cita três reportagens e um livro publicados antes da eleição, todos classificados como “maliciosos e falsos”.
O jornal também se tornou alvo por suas coberturas sobre a memecoin TRUMP, que chegaram a apontar riscos de influência estrangeira e perdas milionárias para investidores. O NYT chegou a descrever o projeto como um “míssil de corrupção”, algo que teria prejudicado diretamente o valor de mercado da moeda.
Memecoin TRUMP poderia ter ‘arrecadado’ mais dinheiro
Entre os maiores investidores do token está o bilionário chinês Justin Sun, que recebeu apoio financeiro da World Liberty Finance, ligada a Trump, e foi nomeado consultor do projeto. Mas a relação azedou recentemente, quando a empresa bloqueou os endereços digitais do empresário.
Hoje, a capitalização de mercado da memecoin TRUMP está em torno de US$ 1,7 bilhão, queda de quase 80% em relação ao auge de US$ 8,8 bilhões. Apesar disso, a moeda segue como símbolo da mistura entre política e criptoativos.
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Trump também destaca no processo que seus filhos, Eric e Donald Trump Jr., têm atuado no setor de criptomoedas, participando de mercados de previsão, firmando parcerias com corretoras de criptomoedas e até se envolvendo em plataformas de streaming financiadas por Tether. Contudo, críticos apontam possíveis conflitos de interesse nesse movimento.
O Bitcoin (BTC) entrou na mira dos usuários da plataforma de previsões Polymarket. E a maior parte dos investidores já esperam que a criptomoeda atinja valores entre US$ 120 mil e US$ 130 mil até o final de setembro.
De acordo com a plataforma de previsão, a enquete pergunta “qual será o preço do Bitcoin em setembro”. A maior parte das apostas (49%) está em US$ 120 mil, mas quase US$ 600.000 em contratos apostam que o Bitcoin atingirá US$ 130 mil no fim do mês. Os investidores colocam essa chance em 10%, enquanto outros 20% apostam que o Bitcoin valerá US$ 125 mil.
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Ao mesmo tempo, as probabilidades mostram uma chance de 42% de o Bitcoin atingir US$ 150 mil até o final do ano, que é a maior aposta individual, com mais de US$ 4,5 milhões em volume de apostas em jogo. Outros 29% apostam que o $BTC fechará o ano valendo US$ 140 mil.
Uma fração menor de traders prevê que o preço suba ainda mais: 3% deles apostam quase US$ 3 milhões em um preço-alvo de US$ 250 mil e 1% aposta quase US$ 2,2 milhões que o preço pode subir para US$ 1 milhão até 1º de janeiro de 2026. E além do Bitcoin, comprar Bitcoin Hyper ($HYPER) também está no radar de apostas dos investidores.
Previsões para o fechamento do Bitcoin em setembro. Fonte: Polymarket.
Na manhã desta segunda-feira (15), o preço do Bitcoin abriu em queda de 1% mas ainda se manteve acima de US$ 115 mil. Até o fechamento deste artigo, o Bitcoin vale US$ 114.789, com queda de 0,7%. Em contrapartida, a criptomoeda registra alta de 2,5% no gráfico semanal, mesmo após a correção.
Isso ocorre porque a demanda institucional via fundos negociados em bolsa (ETFs) à vista continua a sustentar o mercado. Na semana passada, os ETFs de Bitcoin receberam US$ 2,3 bilhões em entradas. O movimento fez o preço da criptomoeda chegar a atingir US$ 116.800, mas sofrer correção logo depois.
De fato, o cenário macroeconômico continua impulsionado pela política monetária. Novamente a Polymarket, por exemplo, prevê 91% de chance de um corte de 25 pontos-base (0,25%) nos juros na próxima reunião do Fed, agendada para 16 de setembro. Outros, 8,6% dos usuários preveem um corte ainda maior, de 50 pontos-base.
Com leituras de inflação um pouco mais fracas no mês passado, os investidores também esperam maior liquidez, uma situação comparável à alta de 2020 e 2021, que permitiu que o $BTC subisse de US$ 10.000 para US$ 69.000. E o movimento também pode acontecer caso o Fed realize mais cortes de juros do que o esperado.
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Chances de cortes de juros nos EUA em setembro. Fonte: Polymarket.
Na semana passada, a pré-venda do Bitcoin Hyper reinou absoluta entre as principais criptomoedas desse segmento. Além de ter superado a marca de US$ 16 milhões, o $HYPER entrou no radar de várias baleias. Quatro delas compraram mais de US$ 35.000 em $HYPER, um valor relevante dado o preço atual do token – US$ 0,012925.
A maior novidade do Bitcoin Hyper é a sua Ponte Canônica, que envia seus $BTC para um endereço de carteira específico monitorado por ela. Uma vez confirmado, ele será cunhado na Camada 2 como $BTC encapsulado. A partir daí você já pode utilizar seus $BTC para finanças descentralizadas (DeFi), staking e praticamente qualquer outra coisa na Web3.
Em outras palavras, o projeto beneficia tanto o uso do Bitcoin em pequenas transações (eliminando tempo de espera e altos custos), como torna a rede mais otimizada para aceitar projetos de DeFi e até emissão de tokens secundários. Isso tudo sem comprometer a segurança da blockchain.
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Tomando como cenário base uma “altseason” normal e o sucesso do projeto, o $HYPER pode atingir a faixa de US$ 0,0583 em 2025. Ou seja, um ganho de quase 500% apenas nos primeiros meses do ano. Levando em conta que o projeto ainda está em pré-venda, esse desempenho seria muito superior ao de qualquer outro novo token.
Bitcoin Hyper atinge marca de US$ 16 milhões. Fonte: X.
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Mais uma semana começa no mercado de criptomoedas, com traders e investidores atentos a novas oportunidades. Os próximos dias prometem volatilidade e movimentos que podem abrir espaço para ganhos expressivos ou correções relevantes.
A segunda metade de setembro iniciou de forma negativa para o setor, com a maioria dos ativos em queda. Com isso, o valor de mercado somado de todas as criptomoedas caiu cerca de US$ 50 bilhões nas últimas 24 horas.
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Entre as maiores altcoins, a Solana (SOL) foi a mais afetada, registrando queda superior a 5% no dia. Esse contexto reforça a necessidade de cautela.
Ainda assim, cinco criptomoedas chamam a atenção pelo potencial de fortes movimentos esta semana. Confira a análise.
Pump.fun mostra força, mas risco de correção preocupa
A Pump.fun (PUMP) foi a grande protagonista da última semana, com uma alta de mais de 70%. O ativo chegou a registrar uma nova máxima histórica neste domingo (14), consolidando-se como destaque entre as memecoins.
Porém, desde então, seu preço recuou cerca de 10%. Essa queda levanta dúvidas sobre a continuidade da tendência. Até o momento, o nível de retração de 0,236 de Fibonacci segue servindo como suporte.
Enquanto os candles se mantiverem acima desse ponto, a PUMP pode sustentar o viés de alta. Contudo, se o preço começar a fechar abaixo desse suporte, uma correção deve se confirmar.
Nesse cenário, a zona de ouro de Fibonacci, localizada entre os níveis de 0,5 e 0,618, se tornaria o principal alvo. Assim, a memecoin poderia cair até 35%, atingindo a região de US$ 0,005.
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Gráfico da Pump.fun (PUMP) no TradingView
Optimism enfrenta pressão com desbloqueio de tokens
A Optimism (OP) também merece destaque, mas por razões menos animadoras. Isso porque o ativo passará por um desbloqueio de 116 milhões de tokens no próximo fim de semana, segundo o Tokenomist.
Um desbloqueio de tokens ocorre quando moedas previamente retidas ou bloqueadas se tornam disponíveis no mercado. Esse processo pode pressionar negativamente o preço, já que aumenta a oferta circulante de forma repentina.
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O OP já está em correção e atualmente testa a zona de ouro de Fibonacci. Se perder o suporte em US$ 0,72, as chances de uma reversão de tendência aumentam. Nesse caso, o ativo pode buscar o fundo em US$ 0,65, o que representaria queda próxima de 10%.
Outro fator de atenção é o baixo volume diário de negociações. Caso os detentores decidam vender suas reservas desbloqueadas, a pressão de venda pode se intensificar.
Diferente do OP, a ONDO, criptomoeda da Ondo Finance, apresenta cenário mais otimista. Isso porque grandes investidores voltaram a acumular o ativo. Usuários com saldos entre 1 milhão e 10 milhões de ONDO adicionaram mais de 23 milhões de moedas em apenas uma semana.
Esse movimento das baleias costuma antecipar novos ciclos de valorização. O aumento na concentração de tokens em grandes carteiras indica confiança no potencial de médio prazo do projeto. Além disso, reduz a quantidade de moedas disponíveis no mercado, favorecendo a pressão compradora.
Apesar disso, a ONDO acumula seu terceiro dia consecutivo de queda. No entanto, segue acima das EMAs de 9 e 21 dias, mantendo a tendência macro positiva. O cruzamento dessas médias móveis ainda indica viés de alta.
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Se o ativo continuar acima de US$ 1, a perspectiva segue favorável. Com a força das baleias, a ONDO pode superar em breve os US$ 1,15, abrindo espaço para novas máximas no curto prazo.
Gráfico da Ondo Finance (ONDO) no TradingView
Bitcoin segue em zona decisiva de Fibonacci
O Bitcoin (BTC) não poderia ficar de fora desta lista. Apesar do início negativo do mercado, o ativo mostrou reação e chegou a ser negociado acima de US$ 116.500 hoje.
Esse movimento, no entanto, ainda se encaixa em um processo de correção. O ativo permanece dentro da zona de ouro de Fibonacci, com compradores tentando consolidar o suporte. Até agora, o BTC não conseguiu romper o nível de 0,5.
Se esse rompimento ocorrer, e o ativo também superar o 0,618, a reversão de tendência estaria confirmada. Esse cenário abriria espaço para que o BTC voltasse a negociar acima de US$ 120.000, possivelmente se aproximando de novas máximas históricas.
Outro ponto favorável é o RSI, que voltou a ficar acima de 50. Esse movimento sugere recuperação da força compradora, aumentando as chances de avanço no curto prazo. Caso se confirme, o Bitcoin pode arrastar diversas altcoins junto com ele em uma nova onda de valorização.
Gráfico do Bitcoin (BTC) no TradingView
Bitcoin Hyper surge como alternativa inovadora
Enquanto o Bitcoin mantém sua posição de liderança, surgem projetos que buscam expandir suas funcionalidades. Um exemplo é o Bitcoin Hyper, que desenvolve uma solução de Camada 2 baseada na Máquina Virtual Solana (SVM) e em uma Ponte Canônica descentralizada.
O token $HYPER, que sustenta o ecossistema, está em fase de pré-venda. Até o momento, já arrecadou mais de US$ 16 milhões, atraindo atenção da comunidade. Entre os benefícios oferecidos está o staking com rendimentos superiores a 70%, algo que destaca o ativo em um mercado competitivo.
Embora ainda seja um projeto inicial, o Bitcoin Hyper reflete a busca por inovação dentro do universo do BTC. A proposta pode reforçar a adoção institucional e de varejo nos próximos anos, oferecendo uma alternativa de escalabilidade para o ativo mais valioso do mercado.
Aviso: Este artigo tem funcionalidade exclusivamente informativa, e não constitui aconselhamento de investimento ou oferta para investir. O CriptoFácil não é responsável por qualquer conteúdo, produtos ou serviços mencionados neste artigo. Recomendamos que você sempre faça sua própria pesquisa (DYOR) antes de tomar qualquer decisão financeira. Invista apenas o que você pode se dar ao luxo de perder.
A MetaMask lançou sua nova stablecoin nesta segunda-feira (15), intitulada mUSD. O lançamento ocorreu ao meio-dia (horário de Brasília) e ocorreu sem grandes complicações. Logo nas primeiras horas, a mUSD atingiu a marca de US$ 22 milhões em volume de negociação.
Embora pareça baixo, o valor é maior do que o valor de mercado da moeda, que é de US$ 18,4 milhões de acordo com o CoinGecko. Com isso, a mUSD ocupa a posição 1.407 entre as criptomoedas listadas no CoinGecko. Na lista de stablecoins, a mUSD estreou no Top 100, ocupando a 86ª posição entre as maiores stablecoins.
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A empresa confirmou o lançamento da mUSD em 13 de agosto. Uma semana depois, a MetaMask revelou o nome da stablecoin e disse que ela chegaria nas redes Ethereum e Linea. A mUSD foi emitida pela Bridge, uma plataforma de emissão de stablecoins de propriedade da Stripe, e cunhada por meio da infraestrutura descentralizada da M0.
Como outras stablecoins, a mUSD tem equivalência ao dólar na proporção de 1:1. Ou seja, cada token que a MetaMask emite tem US$ 1,00 em dinheiro ou equivalente que lhe serve de lastro. Os “ativos equivalentes em dólar de alta qualidade e alta liquidez” são títulos da dívida dos Estados Unidos ou ativos similares.
Além disso, a MetaMask promete que a mUSD terá transparência em tempo real, já que ela é descentralizada. O contrato inteligente da mUSD já está disponível no Etherscan.
O lançamento da MetaMask ocorre logo após a gigante das stablecoins Tether revelar planos para lançar uma stablecoin compatível com os EUA, a USAT. Essa medida visa facilitar a entrada da empresa no país oferecendo um ativo regulamentado com base na Lei GENIUS, aprovada neste ano.
A Hyperliquid também está lançando uma stablecoin nativa, enquanto os bancos tradicionais, agora que há clareza regulatória nos EUA, estão explorando a emissão ou integração de dólares tokenizados. Em agosto, a MetaMask afirmou que a mUSD é a primeira stablecoin lançada por uma carteira de criptomoedas de autocustódia.
Para os usuários da carteira, a mUSD atuará como a unidade padrão de dólar digital em todo o seu ecossistema. A MetaMask conta com mais de 100 milhões usuários e 30 milhões ativos todos os meses.
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A empresa também afirmou que os usuários poderão fazer hold, swap, transferência e ponte de mUSD dentro da MetaMask. Futuramente, a equipe espera habilitar os gastos com o Cartão MetaMask em estabelecimentos que aceitam Mastercard até o final do ano.
A Base, solução de segunda camada construída sobre Ethereum e incubada pela Coinbase, começou a avaliar a possibilidade de emitir um token nativo. A informação foi revelada por Jesse Pollak, criador da Base, durante a conferência BaseCamp, realizada em Vermont, na segunda-feira (15).
Até recentemente, executivos da Coinbase afirmavam que não havia planos de criar um ativo para a rede. Hoje, a Base utiliza ETH como token de gás. Contudo, Pollak destacou que a discussão sobre uma emissão própria está em andamento, ainda sem decisão final.
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Tanto Pollak quanto o CEO da Coinbase, Brian Armstrong, trataram do tema. Armstrong confirmou em publicação no X que o projeto está em fase de exploração. No entanto, reiterou que “não há planos definitivos”,
De acordo com os desenvolvedores, o foco inicial era lançar uma rede segura, de baixo custo e atrativa para desenvolvedores, e a ausência de um token ajudava a concentrar esforços no produto principal. No entanto, um ativo nativo poderia agora acelerar a descentralização da Base e ampliar oportunidades para construtores e criadores no ecossistema.
O debate acontece em um momento em que outras redes ligadas ao Optimism Superchain, como a Ink, incubada pela Kraken, já anunciaram planos de lançar tokens utilitários próprios.
Desde sua criação em 2023, a Base acumulou marcos relevantes, como transações abaixo de um centavo e em menos de um segundo. Além disso, a rede avançou ao estágio 1 do modelo de descentralização de rollups proposto por Vitalik Buterin, após adotar provas de fraude sem permissão.
Na conferência, Pollak também anunciou a integração da Base com a rede Solana por meio de uma ponte de código aberto. Essa integração permitirá que usuários movimentem SOL e tokens SLP em aplicações da Base, além de exportar ativos da Base para Solana.
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A Coinbase destacou que qualquer eventual lançamento de token será conduzido em diálogo com reguladores e legisladores, área sensível para ativos ligados a exchanges. Enquanto isso, as ações da Coinbase (COIN) encerraram a segunda-feira em US$ 327,26, alta de 1,3%.
Com a valorização do Bitcoin ($BTC) e a volta da criptomoeda aos US$ 115 mil, as baleias estão se voltando para a pré-venda do Bitcoin Hyper ($HYPER), já que esta é a melhor solução de Camada 2 do Bitcoin. Nas últimas 24 horas, nada menos que quatro investidores fizeram grandes compras de $HYPER.
De acordo com o Etherscan, três compras ocorreram na quinta-feira (11) e uma nesta sexta-feira (12), em um intervalo de 14 horas. As quatro operações foram as seguintes (todos os horários estão no fuso de Brasília):
Com outra temporada de altcoins provavelmente se aproximando, os investidores estão correndo para garantir o $HYPER antes que ele chegue às corretoras. E com essa compra, a pré-venda do $HYPER atingiu US$ 15,3 milhões, com o mercado apostando que comprar Bitcoin Hyper agora trará retornos de até 200%.
Como funciona o Bitcoin Hyper. Fonte: site oficial.
O Bitcoin Hyper está desenvolvendo uma solução de Camada 2 para Bitcoin usando a Máquina Virtual Solana (SVM, na sigla em inglês) e uma Ponte Canônica descentralizada. Conforme mostra a imagem acima, essas duas tecnologias farão o Bitcoin evoluir de dinheiro digital para um sistema completo, uma economia descentralizada e com alta velocidade de transação.
Embora o Bitcoin seja a maior criptomoeda do mundo, a blockchain do Bitcoin está desatualizada. Sim, ela permanece segura, estável e cumprindo seu papel como reserva de valor, mas não consegue fazer outras funções. Para isso é preciso ter ajuda de redes de Camada 2.
Isso explica por que o $BTC continua sendo uma reserva de valor, enquanto Ethereum e Solana continuam expandindo seus ecossistemas com a inovação da Web3. O Bitcoin Hyper soluciona esses problemas, tornando-o mais rápido, barato e escalável sem sacrificar a segurança.
Basicamente, a Ponte Canônica envia seu $BTC para um endereço de carteira específico monitorado por ela. Uma vez confirmado, ele será cunhado na Camada 2 como $BTC encapsulado. A partir daí você já pode utilizar seus $BTC para finanças descentralizadas (DeFi), staking e praticamente qualquer outra coisa na Web3.
Graças à SVM, as transações são extremamente rápidas e baratas. Na verdade, o Bitcoin Hyper pode ser mais rápido que a própria Solana. Não há limites para uso e você pode criar qualquer aplicação usando a Camada 2 do projeto, incluindo os mais loucos experimentos.
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A melhor parte é que você pode sacar seus $BTC de volta para a Camada 1 nativa do Bitcoin quando quiser. Ou seja, você pode usar seus Bitcoins na Web3 sem nunca precisar abrir mão de sua custódia nem correr o risco de perdê-los.
O preço do Bitcoin Hyper é de US$ 0,012905 na atual fase da pré-venda, mas um dos relatórios mais otimistas afirma que, se o projeto cumprir marcos importantes como mainnet ou testnet funcional, listagens em exchanges grandes e adoção razoável de usuários e desenvolvedores, o preço do HYPER poderia chegar até cerca de US$ 0,21 no final de 2025.
Isso são ganhos de quase 2.000% frente ao preço atual. aproveitar essa chance, então não perca tempo e garanta agora seus tokens na pré-venda antes que o preço aumente.
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Aviso: Este artigo tem funcionalidade exclusivamente informativa, e não constitui aconselhamento de investimento ou oferta para investir. O CriptoFácil não é responsável por qualquer conteúdo, produtos ou serviços mencionados neste artigo. Recomendamos que você sempre faça sua própria pesquisa (DYOR) antes de tomar qualquer decisão financeira. Invista apenas o que você pode se dar ao luxo de perder.