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Chainlink e mais 4 criptomoedas para ficar de olho esta semana

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Mais uma semana começa no mercado de criptomoedas, trazendo oportunidades, bem como riscos para traders e investidores.

O mercado amanheceu em queda nesta segunda-feira (18), com praticamente todas as criptomoedas do Top 20 no vermelho, excluindo as stablecoins.

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Esse cenário reforça a necessidade de atenção redobrada e acompanhamento de eventos que podem impactar o setor. Com isso em mente, confira a seguir cinco criptomoedas que merecem entrar no seu radar nesta semana.

Chainlink mantém protagonismo com apoio das baleias

A Chainlink (LINK) segue entre os ativos com maior visibilidade neste mês. A rede anunciou novidades em seu ecossistema, e seu token disparou mais de 60% no acumulado do mês.

Nos últimos sete dias, baleias adicionaram mais de 1,1 milhão de LINK às suas carteiras. Esse movimento, avaliado em cerca de US$ 28 milhões, reforça confiança institucional.

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No ponto de vista técnico, a LINK está próxima da forte resistência em US$ 26,50. Um rompimento desse nível pode impulsionar o preço até US$ 30. Por outro lado, se perder o suporte em US$ 23,90, a altcoin pode cair até a faixa de US$ 21–19, segundo a retração de Fibonacci.

Gráfico da Chainlink (LINK) no TradingView
Gráfico da Chainlink (LINK) no TradingView

Assim, a LINK começa a semana em um ponto decisivo, com forte disputa entre compradores e vendedores.

Monero tenta se reerguer após ataque

A Monero (XMR) foi alvo de um ataque de 51% na semana passada, evento que abalou fortemente sua ação de preço. Após a pressão inicial, o ativo conseguiu recuperar parte das perdas, subindo 25% no fim de semana.

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Contudo, traders podem ter interpretado a recuperação apenas como uma bull trap. Nesta segunda-feira, o token já cai 10%, devolvendo parte dos ganhos. Além disso, o RSI falhou em romper a zona neutra dos 50 pontos, mostrando que os vendedores ainda controlam o ativo.

Se esse cenário se confirmar, o XMR pode buscar novas mínimas ao longo da semana, ampliando a fragilidade vista após o ataque.

Gráfico da Monero (XMR) no TradingView
Gráfico da Monero (XMR) no TradingView

Arbitrum aguarda impacto do Buildathon

A Arbitrum (ARB) deve apresentar maior volatilidade nesta semana devido ao encerramento do seu Buildathon. O evento, programado para a próxima sexta-feira (22), visa criar projetos e melhorias para o ecossistema da rede.

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Se novidades promissoras surgirem, o ARB pode iniciar um novo ciclo de valorização. Para isso, o token precisa romper a retração de 0,236 de Fibonacci, em US$ 0,53, para confirmar a retomada da tendência de alta.

Nesse cenário, o rompimento abriria caminho para superar o topo atual em US$ 0,58. O cruzamento positivo entre as EMAs de 9 e 21 dias reforça essa possibilidade, desde que o ativo se mantenha acima dessas médias.

Gráfico da Arbitrum (ARB) no TradingView
Gráfico da Arbitrum (ARB) no TradingView

LayerZero enfrenta desbloqueio de tokens

O LayerZero (ZRO) passará por um grande desbloqueio de tokens nesta quarta-feira (20). No dia, mais de 25 milhões de unidades serão liberadas no mercado, o que pode elevar a pressão vendedora.

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Atualmente, os vendedores tentam quebrar o suporte em US$ 2, equivalente à retração de Fibonacci de 0,618.

Caso seja perdido, o preço pode cair mais 20% até US$ 1,63. O CMF, próximo de cruzar para o campo negativo, reforça essa leitura de possível queda.

Gráfico do LayerZero (ZRO) no TradingView
Gráfico do LayerZero (ZRO) no TradingView

TOKEN6900 encerra pré-venda e chama atenção do mercado

O mercado também acompanha o movimento da TOKEN6900 ($T6900). Inspirada no fenômeno SPX6900, a memecoin está em fase final de pré-venda. Segundo o projeto, o prazo se encerra em 28 de agosto, quando os tokens serão liberados aos investidores e o restante do supply enviado para DEXs.

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Em poucas semanas, a iniciativa arrecadou aproximadamente US$ 2 milhões, sem prometer utilidade prática ou recurso específico. O destaque está no potencial especulativo e na oferta de staking com 33% de retorno anual em novos tokens.

Fonte: X
Fonte: X

Até agora, mais de 139 bilhões de unidades já foram alocadas em staking, evidenciando a visão de médio e longo prazo de parte dos investidores. Esse movimento coloca o TOKEN6900 entre as pré-vendas mais promissoras da atualidade. Acesse a pré-venda

Aviso: Este artigo tem funcionalidade exclusivamente informativa, e não constitui aconselhamento de investimento ou oferta para investir. O CriptoFácil não é responsável por qualquer conteúdo, produtos ou serviços mencionados neste artigo. Recomendamos que você sempre faça sua própria pesquisa (DYOR) antes de tomar qualquer decisão financeira. Invista apenas o que você pode se dar ao luxo de perder.

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BlackRock no Fórum Econômico Mundial – essa cripto está pronta para subir 10x

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O CEO da BlackRock, Larry Fink, é o mais novo integrante do Fórum Econômico Mundial (WEF, na sigla em inglês). Fink foi nomeado copresidente interino do órgão em meio a uma disputa interna e isso pode beneficiar uma cripto.

A decisão ocorre logo após uma revisão interna de alto nível que inocentou o fundador do WEF, Klaus Schwab, de irregularidades. Mas a entrada de Fink preparou o cenário para uma reformulação temporária da liderança, enquanto a organização recalibra seu modelo de governança.

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Com trilhões em ativos sob gestão, a BlackRock exerce influência descomunal nos mercados financeiros, nas políticas ESG e nas estratégias de investimento de governos e corporações. A nomeação interina de Fink é uma medida estratégica que pode acelerar a adoção institucional de ativos digitais como o Bitcoin, que Fink já defendeu no passado.

Uma nova era no WEF

A nomeação de Fink ocorre em um momento de debate sobre confiança institucional, sustentabilidade e cooperação internacional dentro do WEF. Sob a liderança de Fink, a BlackRock se tornou uma importante força institucional nos mercados de criptomoedas.

Nesse sentido, pesa o papel da gestora na histórica aprovação de um ETF à vista de Bitcoin no início de 2024. A medida acelerou drasticamente a adoção e legitimou o Bitcoin como uma classe de ativos para fundos de pensão e investidores institucionais.

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Além disso, a BlackRock contribuiu para a recente valorização do Ethereum (ETH), cujo preço disparou 45% em apenas 30 dias. Seu ETF de Ethereum, o ETHA, quebrou recordes de captação e impulsionou o desempenho da criptomoeda. E com a mineração via Proof of Stake (PoS), o ETH pode ganhar destaque no WEF sob a gestão de Fink, dada a pegada ESG desse tipo de mineração.

Outra pauta que pode entrar no radar do WEF com Fink no poder é a tokenização de ativos, que já está crescendo nos EUA – e graças a BlackRock. A gestora lançou um fundo para investimentos em ativos do mundo real (RWA) em março de 2024 e depositou US$ 100 milhões em USDC.

Na época, o movimento foi pioneiro entre as grandes gestoras, mas logo a BlackRock encontrou uma forte concorrente na figura da Ondo Finance. Em poucos meses, o token $ONDO atingiu sua máxima histórica e a rede logo superou a BlackRock em tokenização, movimentando mais de US$ 4 bilhões nesse segmento.

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BlackRock.
Ações da BlackRock em 2025. Fonte: CoinGecko.

Cripto Maxi Doge supera US$ 1,2 milhão

E se você acha que apenas os projetos “sérios” vão crescer em 2025, engana-se. As memecoins e suas piadas sem qualquer fundamento seguem captando valores recordes, sobretudo na pré-venda. E um exemplo disso é a Maxi Doge ($MAXI), token que acabou de superar a marca de US$ 1 milhão, tornando-se uma das criptomoedas mais promissoras.

O $MAXI  é uma memecoin lançada em julho de 2025 na blockchain Ethereum (ERC-20), inspirada no Dogecoin, mas voltada para traders de alto risco e a cultura “degen”. Ela tem a cultura degenerada dos traders que buscam as memecoins mais arriscadas – e que podem oferecer retornos superiores a 1.000 vezes.

Sua inspiração vem do termo “trading degen”, onde investidores buscam ativos de altíssimo risco em busca de ganhos extraordinários. Essa cultura se popularizou em 2021 com o fenômeno das “meme stocks” (ações meme) como a GameStop e depois se espalhou para as memecoins. E a Maxi Doge promete dar esteroides para essa nova prática.

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No roadmap do projeto está o plano de elaborar torneios de trading e integração com plataformas de futuros, permitindo operações com alta alavancagem. Se você quer expandir seus retornos e tirar lucros ainda maiores, a Maxi Doge vai maximizar (sem trocadilhos) seus ganhos de forma praticamente ilimitada.

Maxi Doge.
Pré-venda da Maxi Doge cresce a passos largos. Fonte: site oficial.

Em apenas cinco dias, o $MAXI aumentou suas vendas em 50%, fazendo sua pré-venda avançar de US$ 800 mil para US$ 1,2 milhão captados. Se você ainda não tem os tokens, entre agora no site da pré-venda e garanta seus $MAXI.

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Strategy amplia estoque de Bitcoin para 629.376 BTC

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A Strategy, empresa de tesouraria comandada por Michael Saylor, reforçou sua posição como maior detentora corporativa de Bitcoin do mundo com a compra de mais 430 BTC.

O investimento, avaliado em US$ 51,4 milhões (R$ 280 milhões), elevou o estoque da companhia para impressionantes 629.376 BTC. No preço atual, esse montante equivale a US$ 72,5 bilhões. Portanto, consolida o papel central da empresa no mercado cripto.

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Empresa acumula US$ 26,2 bi de ganhos não realizados

A aquisição mais recente da Strategy ocorreu a um preço médio de US$ 119.666 por Bitcoin, segundo documento registrado na SEC.

Esse modelo tem permitido à Strategy sustentar uma campanha de acumulação contínua. A estratégia teve início em 2020 e transformou a empresa na maior referência corporativa de investimento em BTC.

O estoque da Strategy foi construído a um preço médio de US$ 73.320 por unidade. Por isso, os ganhos não realizados já chegam a cerca de US$ 26,2 bilhões.

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O resultado mostra como a estratégia de acumulação de longo prazo, mesmo diante da volatilidade, tem se provado lucrativa. Não à toa, tem sido reproduzida por outras empresas, que também passaram a investir em outras criptomoedas promissoras com objetivos semelhantes.

No início do mês, a Strategy anunciou uma rodada de US$ 4 bilhões em ações preferenciais para levantar dinheiro para a compra de BTC.

Saylor comemora resultados da Strategy

No X, Michael Saylor destacou que, apenas em 2024, a valorização do Bitcoin já gerou retornos superiores a 25% para a companhia.

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O desempenho reforça a convicção do executivo na tese de que o BTC é a melhor reserva de valor disponível atualmente, superando ativos tradicionais como ouro e títulos do Tesouro.

Também é relevante lembrar que a Strategy detém quase 3% da oferta global de Bitcoin. Esse nível de concentração a coloca em posição de destaque, já que poucos players institucionais têm tamanha exposição.

Ou seja, mesmo diante da entrada de concorrentes no setor, a empresa continua ocupando uma liderança difícil de ser superada.

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Além disso, o movimento reforça uma mensagem clara ao mercado: a institucionalização do Bitcoin está em pleno avanço.

A cada nova compra, a Strategy fortalece seu balanço. No entanto, também consolida a narrativa de que o BTC deve desempenhar um papel cada vez mais importante nas tesourarias corporativas.

Snorter busca oportunidades além do Bitcoin

Se o Bitcoin já entregou ganhos históricos, o Snorter Bot ($SNORT) surge como uma ferramenta capaz de identificar ativos que podem multiplicar ainda mais o capital. Criado na blockchain Solana, o projeto ajuda investidores a farejar tokens promissores em estágios iniciais.

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Para que isso seja possível, o Snorter monitora volume, movimentação de carteiras e expansão de comunidades, enviando alertas que permitem agir antes da maioria.

Além disso, a infraestrutura da Solana garante alto desempenho e baixo custo, tornando as análises rápidas e eficientes.

Snorter Bot.
Mascote do Snorter Bot. Fonte: X.

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Mas o diferencial do projeto está na personalização. Com filtros ajustáveis, o bot se adapta ao perfil e à estratégia de cada investidor. Portanto, é uma solução prática para alcançar uma valorização expressiva no próximo ciclo de alta.

O token $SNORT já arrecadou mais de US$ 3 milhões em pré-venda, reforçando o engajamento da comunidade. Os interessados ainda podem aproveitar o preço promocional antes da listagem em corretoras.

É possível comprar o token diretamente no site oficial, usando criptos ou cartão de crédito. Por fim, a plataforma disponibiliza informações completas sobre tokenomics e funcionalidades, facilitando a decisão de quem busca novas oportunidades no mercado.

Visite SNORT Agora

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Solana quebra recorde de 100 mil transações por segundo

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Uma das marcas da Solana é a sua alta capacidade, já que a rede consegue processar até 65.000 transações por segundo (TPS). Mas no final de semana, a rede quebrou um novo recorde e chegou a 100 mil TPS em sua rede principal no fim de semana.

Isso ocorreu no domingo (17), quando um bloco da Solana registrou 43.016 transações bem-sucedidas e 50 falhas, números dentro da média. Mas o que surpreendeu foi o pico de TPS de 107.540, de acordo com dados compartilhados por Mert Mumtaz, cofundador da Helius, empresa de ferramentas para desenvolvedores da Solana.

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A maior parte do aumento veio de chamadas de programa sem operação, ou “noop“, que são instruções mínimas que deixam os dados da blockchain inalterados. Essas transações ajudem a testar os limites de processamento da Solana e ver até onde a rede pode chegar.

Mumtaz, no entanto, explicou que os altos números de TPS não indicam comportamento rotineiro da rede ou atividade típica do usuário. Eles apenas mostram que a Solana pode, em momentos específicos, expandir sua capacidade para comportar mais dados e operações.

Solana.
Preço da SOL nas últimas 24 horas. Fonte: CoinGecko.

Novo recorde da Solana

De acordo com Mumtaz, as transações noop não são totalmente isentas de sobrecarga na rede. Embora as unidades de computação (UCs) sejam baixas, a Solana precisa processar verificações de assinatura, carregamento de dados e outras tarefas de sobrecarga.

Esses fatores tornam essas transações mais semelhantes a atualizações baratas da Oracle do que a spam. Mumtaz também destacou que o número testa o design da blockchain. De acordo com ele, a Solana poderia, teoricamente, lidar com uma taxa de transferência estável entre 80.000 e 100 mil TPS para operações genuínas.

Isso inclui transferências de tokens, memecoins e atualizações de oráculos, desde que mantidas as “condições ideais” de funcionamento da rede. Cabe destacar que o recorde ocorreu num final de semana, período no qual o uso das blockchain atinge seu pico.

Apesar do pico do fim de semana, a taxa de transferência diária da Solana permanece bem menor. De fato, dados on-chain do Solscan nesta segunda-feira (18), o número médio de atividade nos blocos permaneceu em 3.700 TPS. É importante observar que cerca de dois terços desse valor consistem em transações de voto do validador necessárias para o consenso, o que inflaciona o total.

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Enquanto isso, a taxa de transferência efetiva para operações típicas de pagamento ou aplicação é estimada em cerca de 1.000 TPS.

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Mumtaz comemora recorde de TPS na Solana. Fonte: X.

Preço da SOL e apetite institucional

Em relação ao preço, a SOL tem enfrentado resistência significativa em torno de US$ 200. O preço da criptomoeda caiu quase 5% nas últimas 24 horas e está sendo negociado perto de US$ 183.

A demanda institucional, no entanto, permaneceu intacta. Quatro empresas de capital aberto – Upexi, DeFi Developments Corp, SOL Strategies e Torrent Capital – detêm coletivamente mais de 3,5 milhões de SOL. Suas participações combinadas representam aproximadamente 0,65% da oferta circulante.

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As participações cresceram por meio da rápida acumulação e da média estável do custo em dólar, com algumas posições se beneficiando das recompensas de staking.

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Estimativa de BTC em US$ 4,81 milhões para 2036 impulsiona Bitcoin Hyper

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Um estudo conduzido pelo economista Murray A. Rudd e divulgado pelo Satoshi Action Education (SAE) projeta o valor do Bitcoin (BTC) em US$ 4,8 milhões. De acordo com a pesquisa, esse valor deve ser atingido até 2036 devido ao choque de oferta de BTC no mercado. Essa alta deve beneficiar tokens associados como o Bitcoin Hyper.

Para fazer a pesquisa, Rudd utilizou um modelo de probabilidade atualizado que examina as restrições de oferta. Dessa forma, aliada com projeções de demanda institucional, a pesquisa mostra como a restrição pode influenciar as avaliações de longo prazo. Rudd também leva em conta os halvings que ocorrerão em 2028, 2032 e 2036.

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Os resultados atualizados mostram o desempenho do Bitcoin como base em “preço de superação“. Nesse sentido, a pesquisa dividiu o desempenho do Bitcoin em três cenários possíveis:

  • preço de superação de 75%: o Bitcoin atingiria US$ 4,81 milhões em abril de 2036;
  • faixa de superação de 25%: o Bitcoin atinge US$ 10,22 milhões;
  • limite superior de 95%: o preço chegaria a valores entre US$ 11,89 milhões a US$ 14,76 milhões;

No 1% mais extremo das simulações, os picos se aproximam de US$ 50 milhões. Mas os autores afirmam que este cenário se baseia em premissas muito otimistas. Por outro lado, as projeções medianas apontam que o BTC pode valer de US$ 6,55 milhões a US$ 6,96 milhões.

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Artigo projeta valor do Bitcoin em quase US$ 5 milhões por unidade. Fonte: SSRN.

Limite de 21 milhões é gatilho no Bitcoin

Um dos fatores que alimenta o otimismo da pesquisa é o limite de oferta de Bitcoin, que é fixo em 21 milhões. Mas a maior parte desses BTC não estão no mercado hoje. Por isso, Rudd e seus colegas estimaram uma liquidez líquida em quase 3 milhões de BTC, pouco mais de 15% da oferta total.

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Espera-se que o armazenamento de longo prazo, a colateralização corporativa, a atividade DeFi e as redes de Camada 2 reduzam ainda mais a oferta negociável. Os cenários base e mediano mantêm a oferta líquida entre 6,55 milhões e 6,96 milhões de BTC até abril de 2036.

Simulações de trajetória de estresse ilustram como retiradas persistentes de ativos em exchanges podem acelerar a escassez. Se a oferta líquida circulante cair abaixo de 2 milhões de BTC com baixa sensibilidade à contração, o modelo mostra que os preços podem subir rapidamente.

No pior cenário de 1% das trajetórias de depleção, a oferta líquida cai para menos de 2 milhões de BTC até 19 de janeiro de 2026 e para menos de 1 milhão de BTC até 7 de dezembro de 2027.

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O modelo atualizado projeta preços significativamente mais altos do que o relatório de janeiro, que utilizou premissas de adoção e liquidez mais conservadoras. Os pesquisadores atribuem isso a desequilíbrios mais acentuados entre oferta e demanda após 2026 e a restrições estruturais que limitam a oferta disponível.

Bitcoin Hyper catalisa demanda

A pesquisa de Rudd mostrou que as Camadas 2 do Bitcoin podem absorver parte da demanda e impulsionar essa valorização de longo prazo. E nenhuma Camada 2 é mais promissora do que o Bitcoin Hyper ($HYPER), que apresenta um protocolo inovador para transformar o Bitcoin num verdadeiro ecossistema financeiro.

Seu objetivo é fazer o Bitcoin ser uma plataforma rápida e escalável, onde as transações sejam baratas e resolvidas rapidamente. Mas isso não é tudo: ele também quer fazer o Bitcoin abrigar contratos inteligentes e projetos alternativos. Tudo isso usando a blockchain como base, mas sem comprometer a segurança da rede.

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Para isso, o Bitcoin Hyper utiliza a Máquina Virtual Solana (SMV, na sigla em inglês), a mesma que fez a Solana despontar como a rede mais demandada de 2024. A SMV permitirá que os usuários enviem e recebam $BTC mais rapidamente, com custos zerado, e também que criem suas próprias aplicações.

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Pré-venda do Bitcoin Hyper chega a US$ 3 milhões. Fonte: CoinGecko.

Os contratos inteligentes são executados por meio da SVM. Isso permite que as transações se beneficiem da velocidade e escalabilidade semelhantes às da Solana. Já as transações ocorrem no Bitcoin Hyper usando tokens embrulhados e depois são processadas na rede principal, etapas que reduzem custos de transação.

Falta pouco para o token $HYPER chegar na marca de US$ 10 milhões arrecadados, mas seu preço ainda não sofreu um novo aumento. Se você quer aproveitar o preço mais barato, corra que faltam menos de 48 horas para a virada dessa rodada. Acesse a pré-venda.

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Setor bancário dos EUA pede alteração da Lei GENIUS envolvendo stablecoins

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As maiores associações bancárias dos Estados Unidos resolveram se unir contra a Lei GENIUS, aprovada por Donald Trump no mês passado. De acordo com manifestação do setor, o objetivo é preencher supostas “lacunas” deixadas pela lei.

Nesse sentido, os bancos querem alertar o Senado dos EUA a fazer as correções. Em uma carta do setor, os bancos afirmam que essas supostas ausências podem prejudicar o sistema financeiro como um todo.

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A Associação Americana dos Bancos (ABA, na sigla em inglês), propôs correções na Lei GENIUS em alguns pontos. Os mais controversos dizem respeito ao risco do pagamento de juros e da regulamentação estadual. Além disso, a ABA se mostrou contra permitir que empresas não financeiras mitam esses tokens.

Os bancos criticam as proibições supostamente “fracas” da Lei GENIUS contra emissores de stablecoins de pagarem juros aos detentores. De acordo com a ABA, essa deveria ser uma prerrogativa de instituições bancárias e não um privilégio concedido a emissores de stablecoins.

A associação teme que corretoras de criptomoedas, provedores de carteiras e outros serviços possam burlar a proibição, o que supostamente “distorceria os incentivos de mercado”. Ou seja, os bancos temem que as stablecoins possam se transformar em potenciais reservas de valor e mecanismos de crédito, em vez de simplesmente um meio de pagamento.

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As maiores stablecoins em valor de mercado. Fonte: CoinGecko.

Polêmica entre stablecoins e bancos

Conforme explicou em seu comunicado, a ABA teme que a expansão das stablecoins pela Lei GENIUS possa dificultar o acesso a crédito. Para isso, a instituição pede que o Congresso proíba exchanges de oferecerem juros sobre depósitos em stablecoins.

“Os bancos impulsionam a economia transformando depósitos em empréstimos; quando os depósitos fluem para stablecoins em busca de rendimento, a criação de crédito sofre. Para fechar essa brecha e proteger o sistema financeiro, instamos o Congresso a estender a proibição de juros dos emissores de stablecoins para abranger corretoras, distribuidoras e entidades afiliadas de ativos digitais”, disse a ABA.

Isso, segundo a associação, “preservará o papel dos bancos na intermediação de crédito”. Ao mesmo tempo, permitirá que a inovação em pagamentos digitais floresça de forma responsável.

“Ao fechar lacunas regulatórias, preservar o sistema bancário e manter a separação de longa data entre bancos e comércio, o Congresso pode promover a inovação responsável, protegendo os consumidores, preservando o acesso ao crédito e promovendo a estabilidade econômica”, disseram as associações.

Mais controvérsia

O Bank Policy Institute, o Financial Services Forum, a ABA e outros grupos também levantaram recentemente preocupações sobre a suposta brecha, incluindo potenciais riscos de liquidez e crédito para depósitos.

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“O resultado será um maior risco de fuga de depósitos, especialmente em tempos de estresse, o que prejudicará a criação de crédito em toda a economia”, disseram os grupos. “A redução correspondente na oferta de crédito significa taxas de juros mais altas, menos empréstimos e custos mais altos para empresas e famílias comuns.”

No entanto, Paul Grewal, diretor jurídico da Coinbase, afirmou não haver nenhuma suposta brecha na lei. Ele também acusou as associações de tentarem impedir que os bancos sofram concorrência nos EUA.

“Democratas e republicanos na Câmara e no Senado, 376 congressistas, rejeitaram seu esforço desenfreado para evitar a concorrência”, disse Grewal. “Um presidente também o fez. É hora de seguir em frente.”

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Binance vai integrar solução para combater crimes com criptomoedas

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A Binance anunciou que acaba de se tornar a primeira exchange a integrar o T3+. A iniciativa é uma colaboração internacional liderada por Tether, TRON e TRM Labs para combater crimes financeiros com criptomoedas.

Binance
Binance vai integrar rede de combate ao crime. Fonte: X.com

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A plataforma já participou ativamente do primeiro caso de sucesso da iniciativa, ajudando a congelar aproximadamente US$ 6 milhões vinculados a um golpe conhecido como pig butchering, que envolve a manipulação emocional de vítimas para roubo de recursos financeiros.

De acordo com levantamento apresentado pela própria Binance, desde o lançamento em setembro de 2024, a T3+ unidade já bloqueou mais de US$ 250 milhões em ativos ilícitos. Isso resulta de um trabalho em conjunto com autoridades de cinco continentes para desarticular redes criminosas em tempo real.

A entrada da Binance como primeira exchange membro fortalece ainda mais a capacidade de ação do grupo, que busca aumentar a segurança e a transparência no mercado de criptomoedas.

De acordo com Nils Andersen-Röed, chefe global da Unidade de Inteligência Financeira da Binance, a colaboração entre empresas do setor e autoridades é essencial para garantir a credibilidade e o crescimento sustentável da blockchain.

“Na Binance, estamos comprometidos em fomentar um ecossistema cripto em amadurecimento, no qual inovação, regulamentação e segurança caminhem juntas. Entrar para a iniciativa T3+ reflete nossa dedicação à colaboração proativa com parceiros do setor e autoridades para combater atividades ilícitas em tempo real.”

Combate a crimes com criptomoedas

A participação da Binance no primeiro caso bem-sucedido do T3+, com o congelamento de US$ 6 milhões ligados a um esquema de pig butchering, demonstra a eficácia dessa parceria no combate a atividades ilegais.

A T3 FCU tem se mostrado uma ferramenta poderosa no monitoramento de transações suspeitas. Em menos de um ano de operação, a unidade já analisou milhões de transações, totalizando mais de US$ 3 bilhões em volume.

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Essa capacidade de rastreamento em tempo real tem sido fundamental para identificar e neutralizar operações criminosas em diferentes partes do mundo. Com o lançamento do T3+, a iniciativa pretende ampliar ainda mais suas parcerias, incluindo exchanges, instituições financeiras e órgãos reguladores. O objetivo é melhorar a comunicação e a eficiência no combate a fraudes e outros crimes financeiros.

A Binance tem reforçado continuamente seus sistemas de segurança para proteger seus usuários. Entre dezembro de 2022 e maio de 2025, a plataforma ajudou a proteger US$ 7,5 milhões de usuários. Além disso, evitou quase US$ 10 bilhões em possíveis fraudes por meio de operações de congelamento e recuperação de ativos. A exchange também mantém parcerias estratégicas com agências internacionais, como Interpol, Europol e o FBI, para fortalecer a segurança no ecossistema cripto.

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Pré-venda SpacePay: uma oportunidade para investidores cripto

Token $SPY da SpacePay

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Pagamentos com criptomoedas ainda são um desafio para a maioria dos negócios. Muitas pessoas têm criptos, mas usá-las no café da esquina? Isso ainda é bem complicado. A SpacePay, startup de Londres, acredita ter encontrado a solução.

A plataforma permite que empresas aceitem pagamentos em criptos usando as maquininhas que já possuem. Ou seja, sem a necessidade de comprar equipamentos novos e sofisticados. O sistema é compatível com mais de 325 carteiras digitais, converte instantaneamente para moeda fiduciária e cobra apenas 0,5% de taxa.

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Até agora, a pré-venda arrecadou quase US$ 1,3 milhão, com tokens SPY vendidos a US$ 0,003181 cada.

Por que a SpacePay faz sentido

A maioria dos projetos cripto tenta resolver problemas que não existem. No entanto, a SpacePay é diferente. Afinal, ela focou nas barreiras reais que impedem comerciantes de aceitar criptos e tratou de derrubá-las.

A maior parte dos lojistas já usa terminais de pagamento com Android. A SpacePay funciona nesses dispositivos já existentes com uma simples atualização de software. Portanto, não há necessidade de remover equipamentos antigos ou treinar funcionários em processos totalmente novos. Um upgrade simples basta para permitir pagamentos em Bitcoin (BTC) ou Ethereum (ETH) de forma imediata.

Não estamos falando de algo complicado, mas do que o mercado realmente necessita. Então, enquanto outras empresas oferecem soluções complexas que levam meses para a implementação, a SpacePay vai pelo caminho mais prático.

As vantagens para os comerciantes

Gerir um negócio exige cuidado com cada centavo. Por outro lado, a volatilidade das criptos torna o pagamento digital arriscado. A SpacePay resolve isso convertendo o valor para moeda local assim que o pagamento é processado. Portanto, o comerciante recebe em dólares, euros ou outra moeda, sem sofrer com oscilações de preço.

As taxas também se destacam. Afinal, cartões de crédito cobram entre 2% e 3% por transação. Por outro lado, a SpacePay cobra 0,5%. Para empresas que movimentam milhares de dólares por mês, essa diferença representa uma economia real. Mais dinheiro permanece no bolso do dono do negócio, em vez de ir para processadores de pagamento.

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Também há um foco claro em segurança. A plataforma conta com forte criptografia e monitoramento de transações. Os donos de negócios podem dormir melhor sabendo que seu sistema de pagamento não se tornará um alvo de hackers.

Como os clientes saem ganhando com SpacePay

Quem possui criptomoedas conhece bem a frustração: você tem dinheiro digital guardado na sua carteira, mas gastá-lo em algum lugar relevante é outra história. A maioria dos estabelecimentos que aceita criptos são lojas online ou empresas de tecnologia. A SpacePay mudou esse cenário ao permitir gastos com criptomoedas em lojas físicas tradicionais.

Além disso, é como dizem: a beleza está na simplicidade. Os clientes não precisam baixar novos aplicativos ou aprender processos complexos. Basta usar a carteira de criptomoedas que já possuem — como MetaMask, Trust Wallet ou qualquer uma das mais de 325 opções compatíveis. O pagamento ocorre da mesma forma que passar um cartão de crédito.

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Isso abre possibilidades reais de gastos no dia a dia para quem possui criptomoedas. Afinal, em vez de converter seus ativos digitais para dinheiro antes, é possível usá-los diretamente. É o tipo de conveniência que faz criptos parecerem menos um investimento e mais como dinheiro de verdade.

Visite a pré-venda de SpacePay

Vantagens para os holders do token $SPY

O token SPY vai além dos pagamentos — ele foi pensado para dar aos detentores um retorno sobre seu sucesso. Por exemplo, dá direito a voto em decisões da plataforma. Quer opinar sobre os próximos recursos do projeto? Os detentores do token têm voz.

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Também é possível ganhar dinheiro. A SpacePay compartilha parte das receitas com holders do SPY, oferecendo renda passiva. Por exemplo, há airdrops mensais para membros ativos da comunidade. Os holders ainda têm acesso antecipado a recursos novos.

Além disso, webinars trimestrais mantêm a comunidade a par das novidades. Essa abordagem é mais próxima e interativa do que a maioria dos projetos cripto oferece.

Token SpacePay

Conhecendo os números

A estrutura do token da SpacePay mostra que eles pensam no longo prazo. O fornecimento é limitado a 34 bilhões de tokens. Desse total, 20% vão para a venda pública e 17% para recompensas aos usuários. Outros 36% são divididos entre parcerias e marketing.

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A pré-venda adota preços progressivos em cada fase. Os primeiros apoiadores conseguem preços melhores do que quem deixa para depois. É uma estratégia comum, mas faz sentido — recompensar quem acredita no projeto desde o início.

A arrecadação de US$ 1,3 milhão (até o momento) mostra que as pessoas estão atentas. É dinheiro real de investidores reais que acreditam no potencial da SpacePay.

Como participar da pré-venda de SpacePay

A pré-venda de SpacePay oferece uma porta de entrada para uma solução cripto que pode se tornar muito útil para pagamentos. Atualmente, cada token custa US$ 0,003181, mas o preço vai aumentando conforme a pré-venda avança pelas diferentes fases.

Para participar é simples:

  • Acesse o site oficial da SpacePay, onde ocorre a pré-venda
  • Conecte uma carteira cripto como MetaMask ou WalletConnect à plataforma
  • Escolha como deseja pagar — ETH, BNB, USDT, USDC ou cartão bancário
  • Indique quantos tokens $SPY você deseja comprar
  • Confirme a transação em sua carteira
  • Guarde o registro da transação para quando for resgatar seus tokens mais tarde

A variedade de opções de pagamento torna a participação acessível, seja para quem já é experiente em criptoativos, seja para quem está começando.

PARTICIPE AGORA DA PRÉ-VENDA DA SPACEPAY ($SPY)

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ChatGPT revela 4 criptos em pré-venda com grande potencial para 2025

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O mercado de criptomoedas vive mais um ano de expectativas e oportunidades. Enquanto investidores buscam a próxima grande aposta, as criptos em pré-vendas continuam sendo um terreno fértil para projetos inovadores – ou pelo menos promissores. Mas como separar o joio do trigo nesse mar de opções?

Decidimos fazer um experimento inusitado: consultamos o ChatGPT para analisar quatro das melhores pré-vendas que estão chamando atenção em 2025. O resultado foi uma avaliação detalhada, com insights sobre potenciais, riscos e peculiaridades de cada projeto.

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Melhores criptos em pré-vendas

BitcionHyper
Bitcoin Hyper alcança US$ 9 milhões. Fonte: X.com

O ChatGPT destacou o Bitcoin Hyper como um dos projetos mais sólidos da lista. Desenvolvido como uma solução Layer-2 para o Bitcoin, o HYPER utiliza uma tecnologia chamada Secure Virtual Machine (SVM) para melhorar escalabilidade e interoperabilidade. A inteligência artificial chamou atenção para o fato de que alguns analistas estão comparando o HYPER ao Shiba Inu em seu estágio inicial, principalmente pelo hype gerado em torno do projeto.

No entanto, o ChatGPT alerta que o sucesso a longo prazo dependerá da capacidade da equipe em entregar a tecnologia prometida, já que projetos de Layer-2 enfrentam desafios técnicos complexos. A pré-venda já arrecadou impressionantes US$ 9,7 milhões, com o preço atual girando em torno de US$ 0,012735, vendidos no site oficial.

Snorter Token ($SNORT)

Snorter
Snorter Bot atinge marca de US$ 3 milhões. Fonte: X.com

Já o Snorter Token apresentou um perfil interessante na análise do ChatGPT. O projeto combina elementos de memecoin com uma proposta de utilidade real: um bot de trading integrado ao Telegram que promete proteger os usuários contra golpes comuns no mercado, os chamados “rug pulls”.

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O bot destacou que a pré-venda do SNORT ultrapassou a marca de US$ 3 milhões e ocorre por meio do site oficial.

Maxi Doge ($MAXI)

MAXI Doge
MAXI Doge arrecada US$ 1 milhão. Fonte: X.com

Na terceira posição, o Maxi Doge surgiu como uma tentativa ambiciosa de transformar uma memecoin em algo mais substancial. Inspirado no fenômeno Dogecoin, o projeto apresenta um roadmap que inclui desde NFTs até um sistema de doações com transparência. O ChatGPT destacou que o MAXI conseguiu arrecadar US$ 1 milhão em sua pré-venda em pouco dias pelo meio do site oficial.

Token 6900 ($T6900)

TOKEN6900
TOKEN6900 supera US$ 2 milhões. Fonte: X.com

Por fim, o Token6900 foi classificado pelo ChatGPT como a opção mais volátil e especulativa entre as melhores pré-venda. Baseado puramente em uma narrativa nostálgica dos anos 2000, o projeto não apresenta utilidade clara, roadmap ou mesmo uma equipe identificável. Apesar disso, conseguiu arrecadar cerca de US$ 2 milhões em poucos dias de pré-venda pelo site oficial, mostrando como o fator viral pode impulsionar projetos mesmo sem substância.

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Aviso: Este artigo tem funcionalidade exclusivamente informativa, e não constitui aconselhamento de investimento ou oferta para investir. O CriptoFácil não é responsável por qualquer conteúdo, produtos ou serviços mencionados neste artigo. Recomendamos que você sempre faça sua própria pesquisa (DYOR) antes de tomar qualquer decisão financeira. Invista apenas o que você pode se dar ao luxo de perder.

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Memecoins agora são veículos de informação, afirma fundador da Polychain Capital

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As memecoins, criptomoedas baseadas em tendências da internet e sem utilidade prática aparente, muitas vezes são vistas como apostas arriscadas e especulativas. No entanto, Olaf Carlson-Wee, fundador da Polychain Capital, acredita que elas representam muito mais do que simples jogos financeiros.

Em entrevista ao Fortune’s Crypto Playbook, ele argumentou que elas estão se tornando parte integrante da cultura popular e podem transformar a forma como consumimos informações.

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Carlson-Wee foi o primeiro funcionário da Coinbase e um dos primeiros entusiastas do Bitcoin. Ele observou que as memecoins surgem como reação imediata a eventos virais. Segundo ele, as memecoins estão ditando comportamentos online e se transformando em meios de comunicação, além de investimentos.

Como exemplo, citou o caso de uma pessoa que soube da morte do Papa Francisco por meio de uma memecoin. Um caso isolado, mas que mostra o poder para além da especulação das memecoins.

Plataformas como Pump.fun facilitam a criação dessas moedas, resultando em milhares de lançamentos diários. A maioria não tem valor real, mas algumas, alcançam capitalizações de mercado na casa dos bilhões.

Memecoin como informação

Mais do que um fenômeno financeiro, Carlson-Wee enxerga nisso uma mudança cultural: as memecoins estão moldando a maneira como as pessoas interagem com notícias e tendências.

O pioneiro das criptomoedas imagina um futuro em que esses ativos funcionem como um sistema orgânico de descoberta de conteúdo. Em vez de algoritmos de grandes empresas tech ditarem o que vemos, os traders e criadores de memecoins poderiam sinalizar o que é relevante.

“Nas redes sociais, você poderia ter cada post como uma moeda. Acho que é para onde estamos caminhando”.

Essa ideia propõe uma alternativa descentralizada ao modelo atual, em que plataformas como Meta e TikTok controlam o fluxo de informação. Se as memecoins se tornarem um mecanismo de curadoria coletiva, os usuários teriam mais autonomia sobre o que consomem, moldando o mercado cripto em um reflexo dinâmico da cultura digital.

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Além das memecoins, Carlson-Wee também comentou sobre a convergência entre criptomoedas e inteligência artificial. Ele acredita que blockchains são o ambiente ideal para agentes autônomos, já que contratos inteligentes permitem que sistemas realizem transações de forma independente.

“[Agentes] podem firmar contratos usando softwares ou matemática, como smart contracts em blockchains, podem possuir ativos em carteiras cripto e transacionar com pessoas ou outros agentes”.

Essa visão aponta para um futuro em que finanças, informação e tecnologia se fundem de maneiras inovadoras. Enquanto as memecoins capturam o lado cultural e viral, a integração com IA pode trazer eficiência e automação para o ecossistema cripto.

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