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Empresa investe US$ 441 milhões em SUI e movimento pode impulsionar 3 altcoins promissoras

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A Mill City Ventures III, empresa de financiamento especializado listada publicamente, anunciou uma mudança radical em sua estratégia de tesouraria. A companhia irá alocar cerca de US$ 441 milhões em SUI, o token nativo da blockchain Sui, como parte de um plano maior de US$ 450 milhões levantados em uma rodada privada.

Stepehn Mackintosh, Chefe de Investimentos da Mill City, anuncia reserva em SUI. Fonte: X.com

De acordo com o comunicado oficial, a Mill City Ventures destinará 98% dos recursos à compra de SUI, adquirindo os tokens tanto no mercado aberto quanto por meio de acordos diretos com a Sui Foundation. A empresa aplicará os 2% restantes para manter suas operações de empréstimo de curto prazo.

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Dessa forma, a decisão coloca a Mill City Ventures como uma das primeiras empresas listadas publicamente nos EUA a adotar uma estratégia de tesouraria baseada em criptomoedas em grande escala. Além disso, o movimento também demonstra a confiança no ecossistema Sui, uma blockchain projetada para alta escalabilidade, com foco em pagamentos, jogos e infraestrutura de IA.

A rodada de financiamento foi liderada pela Karatage Opportunities, um fundo de hedge voltado para ativos digitais, em parceria com a Sui Foundation. Entretanto, como parte do acordo, os fundadores da Karatage, Marius Barnett e Stephen Mackintosh, assumirão cargos-chave na Mill City. A Mill City espera fechar o acordo até o final de julho de 2025, consolidando sua nova estratégia.

Vale destacar que a SUI é uma das criptomoedas que melhor performaram nos últimos anos. O token tem uma alta de 422% no período. Entretanto, após a notícia, o SUI registrou uma queda de 7,6% até o momento.

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Altcoins para ficar de olho

O anúncio surge em um momento de crescente adoção de criptomoedas por parte de instituições financeiras. Com isso, o mercado está atraindo cada vez mais investidores em busca de altcoins promissoras. Nesse sentido, três projetos emergentes chamam atenção pelos números alcançados.

SUBBD

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Token SUBBD foca em uma plataforma de conteúdo adulto. Fonte: X.com

O SUBBD se destaca como uma plataforma Web3 inovadora, combinando inteligência artificial e blockchain para empoderar criadores de conteúdo. Seu token nativo, $SUBBD, oferece atrativos como staking com retornos de até 20% ao ano, acesso a conteúdos exclusivos e a possibilidade de desenvolver agentes de IA personalizados.

Com mais de US$ 814 mil arrecadados em pré-venda no site oficial, o projeto se apresenta como uma solução concreta para monetização na era digital.

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SNORTER BOT

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Snorter é um bot de web3 focado em altcoins. Fonte: X.com

No campo das ferramentas de trading, o Snorter Bot ($SNORT) surge como uma solução inteligente para investidores. Desenvolvido inicialmente na rede Solana, este bot de negociações via Telegram oferece recursos avançados para investidores iniciantes.

Um deles é o Fast Sniper para aquisição rápida de novos tokens, sistema de copy trading e sofisticados filtros anti-golpes. Saiba mais no site oficial.

TOKEN 69000

Token 6900
Token n 6900 mira em narrativa anti establishment. Fonte: X.com

Para os entusiastas do universo memecoin, o Token6900 ($T6900) apresenta uma proposta singular, misturando nostalgia dos anos 2000 com engajamento comunitário.

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Diferente de muitas memecoins sem lastro, o projeto oferece staking com retornos de até 58% e um programa de airdrops para holders. Com mais de US$ 1 milhão arrecadado em pré-venda, o token se posiciona como uma aposta divertida. Acesse o site oficial para conhecer o projeto.

Aviso: Este artigo tem funcionalidade exclusivamente informativa, e não constitui aconselhamento de investimento ou oferta para investir. O CriptoFácil não é responsável por qualquer conteúdo, produtos ou serviços mencionados neste artigo. Recomendamos que você sempre faça sua própria pesquisa (DYOR) antes de tomar qualquer decisão financeira. Invista apenas o que você pode se dar ao luxo de perder.

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Cofundador da Solana chama memecoins de ‘lixo digital’ e cria polêmica no mercado cripto

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Anatoly Yakovenko, cofundador da Solana, causou forte repercussão no ecossistema cripto ao chamar memecoins de “lixo digital”. Mesmo sabendo que esses ativos hoje sustentam boa parte da receita da própria rede Solana, Yakovenko não recuou. Em um post recente na plataforma X, ele comparou tokens de memes e NFTs a “loot boxes” de jogos de celular — recompensas virtuais aleatórias com valor puramente especulativo, segundo ele.

A crítica não passou despercebida. Vários usuários da rede reagiram duramente, acusando Yakovenko de hipocrisia e contradição. Afinal, as memecoins representam 62% da receita das aplicações descentralizadas (DApps) da Solana, segundo dados da Syndica. Esse percentual bateu recorde em junho de 2025 e cresceu progressivamente desde março de 2024, quando o número ainda era próximo de 20%.

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Mesmo diante dos números, Yakovenko manteve sua posição.

“A Solana só está onde está hoje por causa das memecoins, mas isso não significa que tenham valor intrínseco”, afirmou.

Ele comparou a situação ao caso da Apple, que segundo ele também lucra com loot boxes, embora isso represente apenas uma pequena parte de suas receitas.

No entanto, críticos apontam que a comparação não se sustenta, já que loot boxes operam em jogos gratuitos e são alvo de regulação internacional por incentivarem comportamentos semelhantes ao vício em jogos de azar. Países como Alemanha e Austrália já discutem banimentos e regras mais duras.

Enquanto isso, as memecoins, embora altamente voláteis, são tokens negociados publicamente e, muitas vezes, impulsionam movimentos culturais e comunitários dentro do mercado cripto.

Memecoins ajudaram a popularizar a Solana

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Imagem: X

Além do impacto nas discussões ideológicas, a fala do executivo evidencia uma tensão crescente entre a visão idealizada de valor financeiro e a realidade comercial da rede Solana. Enquanto Yakovenko descarta valor intrínseco nos tokens, o próprio sucesso da plataforma depende diretamente de sua negociação constante.

Hoje, quase 60% dos novos tokens lançados na Solana são memecoins. A facilidade de criação — com apenas um clique — e as taxas extremamente baixas tornaram a rede um dos principais centros de lançamento e negociação de ativos especulativos no mundo. Esse cenário gera fluxo constante de usuários e movimentação de taxas, sustentando a rede de forma ativa.

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A performance desses ativos também revela um mercado extremamente dinâmico. BONK, por exemplo, apresentou leve queda diária, mas segue com volume elevado. Já PENGU e Dogwifhat mostram ganhos semanais consistentes. Em contrapartida, o Popcat caiu 12,1% na semana, mesmo tendo subido 2% no dia. A moeda meme “Useless Coin” liderou os ganhos da semana com alta de 42,8%.

Mesmo com toda essa movimentação, Anatoly Yakovenko reforça que o preço das memecoins depende exclusivamente da especulação de mercado. Para ele, não existe valor fundamental por trás desses tokens, apenas interesse momentâneo e viral.

As críticas à sua postura continuam crescendo, especialmente entre desenvolvedores e criadores que utilizam a rede para lançar novos projetos. Muitos consideram a fala do cofundador prejudicial ao ecossistema, já que desvaloriza a principal base de receita e engajamento da Solana no momento.

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Mike Novogratz aposta em Ethereum acima do BTC – Altcoins para ficar de olho

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O CEO da Galaxy Digital, Mike Novogratz, acredita que o Ethereum (ETH) pode superar o Bitcoin (BTC) nos próximos meses. Em uma recente entrevista à CNBC, o bilionário do mercado cripto destacou que o interesse institucional e a narrativa positiva em torno da segunda maior criptomoeda podem impulsionar sua valorização, enquanto o Bitcoin também segue em alta, com previsões ambiciosas para 2025.

Novogratz afirmou que o ETH tem potencial para performar melhor que o BTC nos próximos três a seis meses. “A narrativa do Ethereum é muito poderosa”, disse ele, apontando que a moeda digital já recuperou parte de seu valor após um período de baixa e pode em breve atingir US$ 4,000.

Atualmente, o Ethereum está sendo negociado em torno de US$ 3,700, ainda 24% abaixo de seu recorde histórico de US$ 4,878, alcançado em 2021. No entanto, o otimismo em torno da criptomoeda vem crescendo, especialmente com o aumento da demanda por parte de empresas públicas e fundos de investimento.

Empresas e ETFs aumentando a pressão compradora no Ethereum

Um dos principais motivos para essa alta é a adoção do modelo de “Tesouro em ETH” por companhias listadas em bolsa, seguindo a estratégia que a Strategy (antiga MicroStrategy) popularizou com o Bitcoin.

A mineradora BitMine Immersion, por exemplo, acumulou mais de US$ 2 bilhões em Ethereum, tornando-se a maior detentora corporativa da moeda. Outras empresas, como a SharpLink Gaming, também estão aderindo à estratégia, com compras superiores a US$ 1,3 bilhão desde maio.

Além disso, os ETFs de Ethereum registraram influxos recordes, com mais de US$ 726 milhões em um único dia na semana passada. No total, os fundos somaram mais de US$ 2,1 bilhões em entradas, demonstrando o crescente apetite dos investidores institucionais.

Enquanto isso, o Bitcoin continua sua trajetória de valorização, atingindo recentemente um novo recorde histórico de US$ 122,838. Novogratz acredita que a principal criptomoeda pode chegar a US$ 150,000 ainda este ano. No entanto, ele destaca que o Ethereum tem um caminho mais aberto para ganhos percentuais maiores, dado seu atual patamar de preço e o aumento da adoção.

Altcoins promissoras para 2025 além do Ethereum

Com o Ethereum ganhando força e o Bitcoin mantendo sua dominância, o mercado de criptomoedas segue aquecido. Altcoins como ETH estão chamando a atenção de grandes investidores, e a estratégia de acumulação por parte de empresas públicas pode ser um catalisador para novas altas de altcoins promissoras.

SUBBD

SUBBD
Pré-venda está em andamento.

Dentre os projetos que merecem atenção, o SUBBD se destaca como um token utilitário focado na economia dos criadores de conteúdo. Com integração de IA e um modelo de assinaturas descentralizadas, o projeto já arrecadou mais de US$ 800 mil em sua pré-venda e oferece staking com retorno de 20% ao ano. Saiba mais no site oficial.

TOKEN6900

Token6900
Projeto acaba de iniciar sua arrecadação.

Já o Token6900 representa o lado especulativo do mercado. Inspirado na cultura de memes, esse projeto baseado na Solana não tem utilidade prática declarada, mas aproveita o apelo comunitário e a crítica ao sistema financeiro tradicional. Com uma oferta fixa e limite de captação, tem se tornado uma opção para investidores em busca de ativos protestos ao estilo do SPX6900. Saiba mais no site oficial.

Solana

Solana
Variação da Solana desde lançamento.

Por fim, a Solana consolida-se como uma das blockchains mais relevantes do ecossistema. Conhecida por sua velocidade e baixos custos, a rede vem atraindo desenvolvedores de DeFi e NFTs, além de ganhar apoio institucional. Apesar de desafios passados, suas constantes melhorias a mantêm no radar como uma forte concorrente do Ethereum.

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Ethereum registra maior fuga de validadores da história com alta do ETH

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O sistema de staking do Ethereum vem sofrendo a maior fuga da história, motivada pela recente alta no preço do ETH. De acordo com dados do Ethereum Validator Queue, mais de 705 mil validadores estão atualmente na fila para abandonar a rede. Esse número marca a maior saída desde o Merge, quando a rede migrou de proof‑of‑work para proof‑of‑stake.

Desde o início de julho, a fila de saída cresce diariamente. Isso mostra que os investidores buscam desbloquear recursos e converter ganhos. Mais de 63% dos validadores agora pretendem sair da rede e aproveitar a valorização.

Esse movimento de saída se assemelha ao ocorrido em janeiro de 2024, quando mais de 500.000 validadores aguardaram na fila para retirarem moedas. Naquele período, o ETH saltou de US$ 2.200 para US$ 3.500, incentivando saídas massivas.

Atualmente, muitos validadores veem oportunidade de lucro com a valorização. Assim, optam por converter ETH em dólares ou reais.

Mesmo com crescimento anterior no staking, a situação mudou rapidamente. Conforme o Ethereum Validator Queue, desde maio houve aumento forte de participantes. A fila de entrada saltou de 70.000 em maio para mais de 400.000 em meados de junho. Porém agora a fila de saída quase dobra a de entrada.

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Imagem: Ethereum Validator Queue

Staking de Ethereum em risco

A saída não ocorre imediatamente. Existe uma fila que regula a ativação e desativação de validadores. O tempo de espera atual varia entre 6 e 11 dias para concluir a operação. Mesmo assim, a maioria dos 692 mil validadores deve seguir com o plano de retirada, indicando um forte movimento de realização de lucros.

Os validadores exercem papel essencial no Ethereum, similar aos mineradores no Bitcoin. Isso porque eles propõem e validam blocos e garantem a segurança da rede. Em vez de usar equipamentos ASIC, os validadores aplicam Ethers em staking e recebem incentivos. Essa recompensa vem em forma de rendimentos — os chamados yields pagos pela rede.

Nos últimos anos, muitos validadores acumularam rendimentos consideráveis com staking e valorização do ETH. Agora, com o valor elevado, muitos decidem converter os ativos em moeda fiduciária. Além disso, especialistas sugerem que alguns validadores podem estar migrando para restaking ou outras plataformas dentro do ecossistema Ethereum, buscando novas oportunidades de rendimento.

A pressão de venda gerada por tantos validadores pode afetar o preço do Ethereum. A oferta repentina de ETH no mercado pode dificultar a absorção por ETFs e investidores de varejo, tornando o cenário ainda mais desafiador para a recuperação sustentável do preço.

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Após hibernar por 14 anos, baleia de Bitcoin acorda com poupança de US$ 468 milhões

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Uma carteira de baleia de Bitcoin (BTC) contendo 3.962 BTC, avaliados hoje em cerca de US$ 468 milhões (aproximadamente R$ 2,5 bilhões), foi ativada após 14,5 anos de inatividade, conforme relatado pelo serviço de monitoramento Whale Alert.

No início de 2011, quando esses Bitcoins foram adquiridos, o preço unitário da criptomoeda girava em torno de US$ 0,30. Considerando esse preço, o investimento inicial foi por volta de US$ 1.189 – um valor que hoje representa um lucro de 39.450.523%.

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Carteira volta a movimentar Bitcoin. Fonte: X.com

A identidade do dono da carteira permanece desconhecida, e pode ser de algum minerador que havia perdido acesso a carteira, mas a recuperou. Esse não seria o primeiro caso do tipo nos últimos meses.

Neste ano, já foram registrados casos semelhantes. Recentemente, uma carteira da era Satoshi movimentou US$ 4,75 bilhões também após 14 anos inativa. Um outro endereço viralizou após transferir US$ 1 bilhão em BTC após que estavam adormecidos desde abril de 2011.

Baleia de Bitcoin acorda: Pressão de venda?

Vale destacar que, embora a carteira tenha sido ativada, não há indícios de que os Bitcoins nela contidos tenham sido enviados para uma exchange, o que poderia indicar uma venda iminente.

No momento da publicação, o Bitcoin está sendo negociado acima dos US$ 118 mil, uma pequena queda em relação à última semana quando chegou a ser vendida acima dos US$ 120 mil. Apesar disso, a criptomoeda segue próxima do seu recorde histórico de US$ 122.772, alcançado no começo do mês.

De acordo com a página de análise Crypto Patel, mais de 1,48 milhão de BTC foram negociados nos últimos 30 dias. A maior parte das vendas ocorreu abaixo de US$ 105 mil, enquanto novos compradores estão entrando na faixa entre US$ 105 mil e US$ 120 mil.

Um novo suporte parece estar se formando entre US$ 117 mil e US$ 118 mil, o que pode indicar resistência contra quedas mais acentuadas. No entanto, o recente movimento de lucros causou uma onda de liquidações, que pode impactar negativamente o preço do ativo.

Somente nas últimas 24 horas, mais de 314 mil traders foram liquidados e quase 1 bilhão em posições foram encerradas, de acordo com dados compilados da CoinGlass. A maioria delas, posições longas, que apostam na alta do ativo a curto prazo. Entretanto, até agora, o preço do ativo permanece estável dentro da faixa dos US$ 118 mil.

A reativação de carteiras antigas sempre gera especulação no mercado. Se o dono decidir vender, uma quantidade tão grande de BTC poderia causar volatilidade. Por outro lado, se os Bitcoins permanecerem guardados, isso pode indicar que novas flutuações positivas vêm por aí.

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Desbloqueio de 1 bilhão de XRP em agosto e pode impactar preço

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No próximo dia 1º de agosto de 2025, a Ripple realizará mais uma liberação (desbloqueio) de 1 bilhão de tokens XRP de sua conta de escrow. Esse mecanismo, estabelecido em 2017, faz parte de uma estratégia para garantir um fornecimento controlado e previsível do ativo no mercado. No entanto, a prática sempre gera discussões sobre seu possível impacto no preço da criptomoeda.

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Advogado defende modelo de lançamento de tokens da XRP. Fonte: X.com

O sistema de escrow da Ripple foi criado para evitar que grandes quantidades de XRP fossem liberadas de uma só vez e impactasse o preço. Mensalmente, a empresa destrava 1 bilhão de tokens, mas a maior parte desse montante — geralmente entre 60% e 70% — é recolocada no escrow.

O restante é utilizado para financiar operações da empresa, parcerias estratégicas e liquidez no mercado. Em junho de 2025, por exemplo, cerca de 670 milhões de XRP foram rebloqueados. Enquanto isso, 330 milhões permaneceram sob custódia da Ripple para uso corporativo.

Críticas ao processo

Apesar da transparência do processo, alguns investidores criticam a empresa. Entre as principais alegações, está a de que essas liberações funcionam como um “despejo” de tokens no mercado, pressionando o preço do XRP. Contudo, Bill Morgan, advogado conhecido por ser especialistas em casos envolvendo criptomoedas, argumenta que essa narrativa não se sustenta.

Ele destacou que, desde 2017, cerca de 20 bilhões de XRP já saíram do escrow, reduzindo o total de 55 bilhões para aproximadamente 35 bilhões, sem causar desequilíbrios significativos no mercado.

Além disso, Morgan ressaltou que a SEC, em seu processo contra a Ripple, nunca acusou o mecanismo de escrow de ser manipulador, reconhecendo que ele foi projetado justamente para promover estabilidade.

Historicamente, os desbloqueios mensais têm tido pouco impacto direto no preço do XRP. O valor da criptomoeda tende a ser mais influenciado por fatores macroeconômicos, movimentos do mercado como um todo e o andamento do caso judicial entre a Ripple e a SEC.

No momento, o XRP está sendo negociado a US$ 3,15, após uma queda nas últimas 24 horas. Apesar disso, a moeda ainda acumula alta de 10% na semana, e os investidores estão de olho na resistência de US$ 3,50, cuja superação pode abrir caminho para novos máximos históricos.

Enquanto a comunidade aguarda a liberação de agosto, a expectativa é que o padrão se mantenha: grande parte dos tokens será rebloqueada, e o impacto no mercado deve ser limitado. O foco dos investidores, portanto, deve permanecer nos desenvolvimentos regulatórios e na adoção do XRP em soluções de pagamento global.

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BitMine compra US$ 2 bilhões em Ethereum em 16 dias – 4 criptos para ficar de olho

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Embora seja uma mineradora de Bitcoin (BTC), a BitMine segue acumulando Ethereum (ETH) a um ritmo acelerado. De acordo com dados da blockchain, a BitMine adquiriu 566.776 ETH em um período de 16 dias. O valor investido foi de US$ 2 bilhões, com base no preço atual do ETH.

A ação agressiva impulsionou a BitMine à frente de rivais na corrida em rápido crescimento para construir reservas estratégicos de Ether. No início de julho, a empresa não tinha nada de ETH, mas agora já possui quase 600 mil.

Tom Lee, sócio-gerente da FundStrat e presidente da BitMine, revelou planos ainda mais ambiciosos. De acordo com ele, a empresa tem como meta ambiciosa adquirir 5% do fornecimento total de Ethereum. Nas estimativas atuais, isso corresponde a seis milhões de ETH, ou cerca de US$ 22 bilhões.

Se bem-sucedido, a BitMine controlaria uma fatia maior de Ether do que a Strategy detém em Bitcoin. A empresa de Michael Saylor detém 607.770 Bitcoins (BTC), ou 2,9% da oferta total. Só que ao contrário do Bitcoin, a oferta de Ethereum continua a aumentar ao longo do tempo.

Corrida pelo Ethereum

O rápido acúmulo de BitMine abalou a SharpLink Gaming, que anunciou recentemente uma compra de 79.949 ETH, elevando seu patrimônio total para 360.807 ETH, avaliado em cerca de US$ 1,3 bilhão. A Fundação Ethereum ocupa o terceiro lugar entre os detentores de tesouraria, com aproximadamente 237.500 ETH.

A tendência impulsionou as valorizações. As ações da BitMine (BMNR) dispararam mais de 3.000% e chegaram a valer US$ 135, após sua mudança para o Ether no início de julho. No caso da SharpLink (SBET), os papéis dispararam 171%, para US$ 79,21, após revelar planos semelhantes em maio.

Ethereum Treasury Companies.
Empresas que mais acumularam ETH.

De acordo com a Strategic Ether Reserves, 61 entidades agora detêm coletivamente 2,31 milhões de ETH — cerca de 1,91% do fornecimento total, avaliado em US$ 8,46 bilhões.

Criptos além do Ethereum

Embora esse número seja pequeno em comparação ao Bitcoin, onde 206 empresas controlam mais de 3,4 milhões de BTC, no valor de US$ 408 bilhões, os títulos do Ethereum estão ganhando terreno rapidamente. E a adoção da criptomoeda como ativo de reserva pode beneficiar várias altcoins.

Snorter Token (SNORT)

Quando o ETH se valoriza, isso geralmente marca o início da famosa altseason. E vários projetos de criptomoedas com potencial costumam ter fortes altas nesse momento. Um deles é o Snorter Bot (SNORT), que apenas de operar na Solana também vai permitir que usuários do Ethereum negociem tokens.

O SNORT é o Snorter Token, token que permite o uso do bot de negociação. Seu objetivo é facilitar as buscas dos traders e encontrar as melhores memecoins da Solana. Se você está atrás de pré-vendas, tokens com alto potencial e que ainda estão fora do radar, o Snorter Bot vai te indicar todos eles.

Além de oferecer uma série de outros recursos, como análise de riscos de projetos e taxas menores do que a concorrência. E o melhor: ele filtra os bons projetos e separa aqueles que são golpes. Dessa forma você não corre o risco de perder grandes somas de dinheiro ao apostar num token fraudulento por engano.

Por causa dessas vantagens, e impulsionado pelo renascimento do ETH, a pré-venda do Snorter Bot já faturou mais de US$ 2 milhões e os analistas apostam numa valorização de 600% do token após seu lançamento.

Pré-venda Snorter Token.
Pré-venda de token já superou US$ 2 milhões. Fonte: site oficial.

SUBBD

O SUBBD é mais um token que está em pré-venda e surfou no bom momento das altcoins. A pré-venda do SUBBD está prestes a atingir a importante marca de US$ 1 milhão, um crescimento de 30% nos últimos dias. Este projeto tem como base os agentes de inteligência artificial (IA) com foco na produção de conteúdo.

Se você trabalha com essa área, o SUBBD tem funcionalidades inovadoras, como assistentes de IA para automatizar suas criações. Mas caso você esteja atrás de aumentar seu engajamento, o SUBBD oferece recompensas em tokens para fãs como uma forma de engajá-los nas suas ações.

Além disso, a plataforma elimina as altas taxas cobradas por outros serviços centralizados, permitindo que você fique com mais do seu dinheiro. Como resultado, o SUBBD já conta com o apoio de mais de 2.000 influenciadores e uma rede de 250 milhões de seguidores.

Investidores que participarem da pré-venda podem deixar seus tokens e ganhar até 20% de rendimento anual em staking. Mas corra que você ainda pode adquirir os tokens antes do aumento de preço.

SUBBD.
Pré-venda SUBBD. Fonte: site oficial.

Curve (CRV)

O CRV é o token nativo do protocolo Curve Finance, e ele sem dúvida é um dos maiores beneficiados da alta demanda por ETH. Afinal, a Curve é uma das maiores plataformas de negociação de stablecoins dentro das finanças descentralizadas (DeFi).

Com a aprovação da Lei GENIUS, que regulamenta as stablecoins nos EUA, a demanda por esses tokens deve seguir em alta. E a Curve oferece os melhores pools para quem deseja obter rendimentos com várias stablecoins. À medida que a demanda por elas cresce, o acesso a Curve também deve aumentar.

Ao mesmo tempo, a Curve hospeda as principais versões tokenizadas de ETH (ex: stETH, wETH, frxETH etc.), que são essenciais no staking da moeda. E caso a Comissão de Valores Mobiliários dos EUA, a SEC, também aprove o staking nos ETFs, a Curve vai se beneficiar do maior interesse nesses tokens.

Preço CRV.
Preço do token CRV nas últimas 24 horas. Fonte: CoinGecko.

Hyperliquid (HYPE)

Por fim, o token da Hyperliquid pode se beneficiar da valorização do Ethereum de forma indireta, mas estratégica. A DEX é uma das maiores do mercado e virou a queridinha dos investidores, sobretudo após lançar novos tokens.

O protocolo de Camada 2 atua como uma exchange descentralizada (DEX) de derivativos perpétuos, e já protagonizou alguns dos melhores trades do ano. Quando o ETH se valoriza, há um aumento no número de traders operando comprados e vendidos com alavancagem. E aí a demanda pelo HYPE aumenta conforme os traders buscam a Hyperliquid para fazer essas operações.

Além disso, a Hyperliquid vem se posicionando como uma alternativa altamente performática e descentralizada às exchanges centralizadas (CEX). Os volumes estão crescendo mês a mês e permitem a realização de operações ainda maiores.

Preço HYPE.
Valorização do token HYPE nas últimas 24 horas. Fonte: CoinGecko.

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Agronegócio brasileiro adota blockchain: VERT tokeniza crédito no XRP Ledger

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A empresa brasileira VERT Capital acaba de lançar uma plataforma baseada em blockchain para gerenciar operações de crédito privado. A plataforma utiliza a rede do XRP Ledger (XRPL) e uma sidechain compatível com a Ethereum Virtual Machine (EVM) para realizar as operações.

A estreia da solução foi marcada pela emissão de um Certificado de Recebíveis do Agronegócio (CRA) no valor de R$ 700 milhões. Esse é um dos principais instrumentos de crédito estruturado do setor, que responde por mais de 20% do PIB brasileiro.

Com nove anos de atuação, a VERT é pioneira no mercado de CRA no Brasil, tendo emitido mais de 350 operações, totalizando R$ 86 bilhões. A empresa oferece serviços integrados de securitização, gestão de fundos e administração de ativos.

Como funciona a plataforma em blockchain

Desenvolvida para digitalizar processos de securitização e fundos, a plataforma registra em blockchain todos os eventos e transações. Dessa forma, garante maior eficiência, transparência e acessibilidade aos mercados de capitais.

O CRA emitido é um ativo que agrupa fluxos futuros do agronegócio, como pagamentos de empréstimos ou recebíveis comerciais, transformando-os em produtos de investimento. Com os ativos tokenizados, a VERT busca trazer rastreabilidade e automatização a um mercado crucial para a economia brasileira.

A solução aproveita a eficiência e os baixos custos do XRPL, combinados com a capacidade de smart contracts da sidechain EVM, para permitir automação programável, armazenamento de metadados e documentos essenciais.

“É um passo concreto rumo à evolução da tokenização como pilar estrutural do mercado de capitais moderno. A tokenização também atende à demanda por maior transparência das operações, vinda principalmente de investidores estrangeiros.” destacou Gabriel Braga, Diretor de Ativos Digitais da VERT.

A plataforma oferece rastreabilidade completa desde a emissão até pagamentos e transferências, mantendo redundância off-chain por meio dos sistemas internos da VERT e integração com a infraestrutura financeira regulatória do Brasil. A pareceria com a Ripple Labs, empresa por trás da XRP, reforça a confiança e pode ser um novo paradigma para o setor agrícola no Brasil.

“O agronegócio desempenha um papel essencial na economia brasileira, e aprimorar a estruturação e o acompanhamento do crédito neste setor representa um avanço significativo” destacou Silvio Pegado, Diretor Geral da Ripple para a América Latina.

Ainda de acordo com o comunicado, a VERT planeja expandir a plataforma para outras operações de crédito estruturado, representando mais de US$ 500 milhões em valor, e adaptar o sistema a novas classes de ativos e regulamentações.

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3 memecoins para ficar de olho este fim de semana

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O mercado de memecoins segue agitado e cheio de oportunidades, especialmente para quem busca volatilidade. Mesmo com a correção mais ampla no setor, alguns ativos se destacam por seus sinais técnicos ou movimentos recentes.

A seguir, listamos três memecoins que merecem atenção redobrada neste fim de semana.

Dogecoin ainda pode surpreender, mesmo após forte correção

Nossa lista não poderia começar com outra memecoin a não ser a Dogecoin (DOGE). Apesar de estar entre as maiores quedas da semana, o ativo ainda mantém estrutura de alta no gráfico de longo prazo.

A altcoin acumulava desvalorização de mais de 20% na semana, sendo a pior entre as Top 20 por valor de mercado. Mesmo assim, é importante destacar que esse movimento vem após uma impressionante alta de 90% nas últimas quatro semanas.

Ou seja, o cenário atual ainda configura uma correção técnica. Outro fator positivo está no gráfico semanal, onde a média móvel exponencial (EMA) de 9 semanas está prestes a cruzar acima da EMA de 21 semanas.

Esse cruzamento costuma ser um dos sinais mais fortes de reversão de tendência para o lado positivo. Se a Dogecoin conseguir se manter acima do suporte na região de US$ 0,20, que corresponde ao nível de 0,618, poderá iniciar um novo movimento de alta com alvo em novas máximas.

Gráfico da Dogecoin (DOGE) no TradingView
Gráfico da Dogecoin (DOGE) no TradingView

PENGU pode corrigir após alta de 450%

A Pudgy Penguins (PENGU) é outra memecoin que merece atenção neste fim de semana. O ativo teve um desempenho explosivo nas últimas semanas, acumulando mais de 450% de valorização em apenas 30 dias.

No gráfico semanal, a criptomoeda já confirmou o cruzamento de alta entre as suas médias móveis exponenciais, o que reforça a força da tendência anterior. No entanto, nem tudo são boas notícias.

O candle atual tem se formado com o padrão conhecido como estrela-cadente, geralmente associado a reversões de tendência ou correções mais fortes. Se esse padrão se confirmar, a PENGU pode corrigir até 35% nos próximos dias, voltando para a faixa de US$ 0,023.

Mesmo com essa possível queda, o ativo continua no radar de muitos traders. Afinal, correções fazem parte do ciclo de valorização das memecoins mais voláteis do mercado.

Gráfico da Pudgy Penguins (PENGU) no TradingView
Gráfico da Pudgy Penguins (PENGU) no TradingView

Pepecoin lidera o mercado, mas exige cautela

A Pepecoin (PEP) foi a memecoin com a melhor performance nas últimas 24 horas. Mesmo com o setor de memecoins como um todo recuando 6,6% no dia, a PEP subiu mais de 50%, atingindo o maior preço desde fevereiro.

Com essa força renovada, o token ganhou os holofotes do mercado. Caso o ímpeto atual continue, a Pepecoin pode testar a resistência em US$ 0,00068, o que representaria um ganho adicional de 55% em relação ao nível atual.

Porém, nem tudo são flores. O RSI no gráfico diário está acima de 80, indicando fortes condições de sobrecompra. Isso aumenta as chances de correções abruptas, algo comum em ativos com essa volatilidade.

Mesmo assim, o volume crescente e o interesse renovado por parte da comunidade sugerem que o fim de semana pode trazer mais surpresas para quem opera a PEP.

Gráfico da Pepecoin (PEP) no TradingView
Gráfico da Pepecoin (PEP) no TradingView

Ferramentas seguras ajudam a evitar armadilhas no mercado

Com tantos projetos surgindo, identificar oportunidades reais no universo das memecoins pode ser desafiador. Por isso, ferramentas confiáveis fazem toda a diferença.

O Snorter Bot, por exemplo, oferece execução de negociações em menos de um segundo, com apenas um clique. Mais do que agilidade, o sistema conta com um filtro inteligente que bloqueia tokens perigosos.

Ele detecta projetos com funções de lista negra, cunhagens ocultas ou mecanismos de rug pull. Com isso, o Snorter impede que você entre em tokens fraudulentos por engano.

Além disso, os primeiros usuários que adquirirem o token do projeto poderão realizar staking com rendimento anual (APY) acima de 170%. Para quem busca segurança e desempenho, ferramentas como essa se tornam aliadas importantes na hora de explorar novas memecoins com potencial real.

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Chamado de louco em 2020, Michael Saylor já controla 3% de todo Bitcoin do mundo

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Quando Michael Saylor, então CEO da MicroStrategy (agora Strategy), anunciou em plena pandemia que iria alocar o caixa da empresa em Bitcoin, o mercado financeiro tradicional deu risada.

Analistas de Wall Street torciam o nariz, acionistas questionavam seu juízo e os grandes fundos de investimento viam a jogada como um ato de pura insanidade financeira. Afinal, quem em sã consciência colocaria o dinheiro de uma empresa listada em Nasdaq numa criptomoeda volátil? Cinco anos depois, essa “loucura” transformou-se na jogada corporativa mais brilhante das últimas décadas.

Saylor
Strategy é a maior empresas detentora de Bitcoin. Fonte: BitcoinTreasuries

O momento decisivo aconteceu em agosto de 2020. Enquanto os bancos centrais do mundo todo imprimiam dinheiro descontroladamente, Saylor fez o impensável: pegou US$ 250 milhões do caixa da MicroStrategy e comprou Bitcoin.

Na época, muitos acreditaram que se tratava de um golpe de sorte ou pura especulação. Mas o que parecia um movimento arriscado revelou-se uma estratégia meticulosamente calculada.

Proteção que deu certo

O ex-professor do MIT, com décadas de experiência em tecnologia e mercados, tinha uma convicção inabalável: o dólar estava em colapso lento e o Bitcoin representava a melhor proteção já inventada contra a desvalorização da moeda fiduciária.

O que se seguiu foi uma revolução silenciosa que reescreveu as regras do jogo corporativo. Enquanto os críticos esperavam pelo fracasso inevitável, a então MicroStrategy não apenas manteve suas reservas em Bitcoin como foi comprando mais – muito mais. A empresa desenvolveu um método implacável: usou emissão de dívida, venda de ações preferenciais e todo tipo de instrumento financeiro disponível para acumular ainda mais BTC.

O resultado fala por si. Hoje, a Strategy detém nada menos que 607.770 Bitcoins, o equivalente a impressionantes 3% de todo o suprimento existente da criptomoeda. Os números são de deixar qualquer investidor tradicional de queixo caído. O patrimônio em Bitcoin da empresa, que começou com modestos US$ 250 milhões, hoje vale astronômicos US$ 72 bilhões.

Enquanto isso, as ações da Strategy (MSTR) na Nasdaq dispararam 3.500%, performance que faz o S&P 500 – com seus “modestos” 120% de valorização no mesmo período – parecer um investimento medíocre. A estratégia de Saylor não apenas deu certo como criou um novo paradigma, inspirando gigantes como Tesla e BlackRock a seguirem o mesmo caminho.

O mais irônico de toda essa história é ver como os mesmos que ridicularizaram Saylor agora estudam seu caso nas melhores escolas de negócios do mundo. O homem que foi chamado de louco hoje dá palestras em Harvard e Wharton sobre estratégia corporativa.

Compras de Bitcoin por Saylor continuam

Enquanto isso, a agora Strategy continua sua política agressiva de aquisições – apenas na semana passada, comprou mais 6.220 BTC no valor de US$ 739 milhões e quer mais.

Para continuar expandindo suas reservas, a empresa anunciou ainda a emissão de 5 milhões de ações preferenciais perpétuas, a quarta série desse tipo, destinadas a financiar novas compras. A meta é ultrapassar o ETF da BlackRock (IBIT), que segue como o maior fundo em BTC, com US$ 86 bilhões em ativos sob gestão.

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