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Polymarket adquire exchange e volta a operar nos EUA

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Após várias polêmicas envolvendo as eleições de 2024, a plataforma de mercados preditivos Polymarket está de volta aos Estados Unidos. Para isso, a empresa adquiriu a exchange americana QCEX, que opera de forma regulamentada no país, o que lhe dá uma maneira indireta de entrar nos EUA novamente.

Desde 2022, a Polymarket interrompeu suas atividades nos EUA. Isso aconteceu mesmo antes das acusações de manipulação envolvendo o pleito eleitoral. Enquanto a maior parte das pesquisas dava a vitória da democrata Kamala Harris, a Polymarket apontava para a vitória de Trump.

O resultado foi que o atual presidente venceu com uma margem ampla e controlou as duas casas do Congresso. Recentemente, a Polymarket também fez apostas a respeito do perdão de Trump a Ross Ulbricht e até de uma possível demissão do presidente do Federal Reserve (Fed).

Shayne Cooper, CEO da Polymarket, foi até o X comemorar a decisão e anunciar a nova compra. “Polymarket está voltando para casa”, comemorou o CEO.

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CEO da Polymarket comemora retorno da plataforma. Fonte: X.

Polymarket compra exchange para facilitar retorno

De acordo com uma reportagem da Bloomberg, a Polymarket poderá retornar aos EUA após quase três anos. Na época, a Comissão de Negociação de Futuros e Commodities (CFTC) afirmou que a plataforma não tinha autorização para operar. Dessa forma a Polymarket não poderia operar no país.

Contudo, ela não deixou de ser acessada por clientes dos EUA, pois a lei não proíbe o acesso. Mas eles não podiam apostar nem fazer negociações na Polymarket. De fato, a maior parte das movimentações da Polymarket durante as eleições veio de cidadãos usando VPNs para driblar essa proibição.

Para driblar essa restrição, a Polymarket adquiriu a pouco conhecida QCEX, que solicitou o licenciamento da CFTC em 2022, mas só obteve aprovação regulatória em 9 de julho. Isso permite que a Polymarket corte caminho no processo de obter licença para operar nos EUA.

“Esta aquisição não se trata apenas de uma licença. É o retorno da Polymarket para casa, mais forte e pronta para atender os usuários americanos novamente”, disse Cooper.

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Previsão sobre renúncia ou demissão de Jerome Powell do Fed. Fonte: Polymarket.

Fim da investigação

A medida ocorre apenas uma semana após a CFTC e o Departamento de Justiça dos EUA encerrarem sua investigação contra a Polymarket sobre a violação dos termos de um acordo com as autoridades americanas.

Em 2022, a CFTC acusou a Polymarket de operar ilegalmente uma plataforma de negociação de derivativos não registrada. A Polymarket fez um acordo com a CFTC e concordou em bloquear o acesso de usuários americanos à sua plataforma.

O retorno da Polymarket aos EUA segue uma mudança de postura das autoridades em relação à indústria. Tanto a SEC quanto a CFTC estão se aquecendo em relação ao setor em meio à aprovação de regulamentações pró-criptomoedas, como a Lei GENIUS.

No mês passado, surgiram relatos de que a Polymarket está de olho no status de unicórnio, já que seu valor poderia chegar a US$ 1 bilhão. Essa estimativa veio depois que a empresa anunciou planos de levantar US$ 200 milhões em uma rodada de investimento.

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Strategy e GameSquare anunciam novas compras de Bitcoin e Ethereum

Bitcoin e Ethereum: saiba quais são as diferenças entre os dois

Strategy e GameSquare anunciaram nesta segunda-feira (21) novas compras de Bitcoin e Ethereum. As movimentações reforçam o apetite institucional por criptoativos e elevam a pressão sobre empresas que ainda não aderiram aos ativos digitais.

Sob a liderança de Michael Saylor, a Strategy confirmou a aquisição de 6.220 Bitcoins (BTC) por aproximadamente US$ 739 milhões, a um preço médio de US$ 118.940 por unidade. A nova compra eleva a participação da empresa para 607.770 BTC, adquiridos por cerca de US$ 43 bilhões, ao custo médio de US$ 71.756 por Bitcoin.

Essa movimentação ocorre logo após o recorde histórico do BTC na semana passada, que bateu US$ 123.000. Além disso, a compra impulsiona as ações da Strategy, que subiram 20% no último mês. O desempenho reflete a confiança do mercado na estratégia de acumulação de Saylor, que acredita que o Bitcoin poderá chegar a US$ 180 mil ainda este ano. Outros analistas, como Mike Ermolaev, por exemplo, apontam que o BTC vai chegar a US$ 13 milhões até 2045 em cenários otimistas.

Bitcoin e Ethereum
Imagem: X

Bitcoin e Ethereum na estratégia de reservas

Enquanto a Strategy aposta no Bitcoin como reserva de valor, a GameSquare Holdings decidiu dobrar sua exposição ao Ethereum. A empresa elevou sua autorização de tesouraria cripto de US$ 100 milhões para US$ 250 milhões. No total, a GameSquare já adquiriu 10.170 ETH, com valor estimado de US$ 35 milhões. Mas a empresa pretende alocar recursos também em ativos digitais baseados em NFTs.

Diferentemente da abordagem passiva, a GameSquare implementa uma estratégia de rendimento on-chain com uso intensivo de protocolos DeFi. Em parceria com a gestora Dialectic, a empresa desenvolveu um sistema com meta de gerar retornos entre 8% e 14% ao ano, muito acima da média atual de staking do Ethereum, que gira em torno de 3% a 4%.

De acordo com o CEO Justin Kenna, a GameSquare quer ir além do simples acúmulo de ETH. A meta, segundo ele, é transformar os ativos digitais em fontes de fluxo de caixa sustentável, financiando o desenvolvimento de plataformas criativas e experiências digitais imersivas. Para isso, a empresa criou um comitê exclusivo para governança de criptoativos, com políticas rigorosas de compliance, custódia e avaliação.

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Criptomoeda subvalorizada pode render 1000x com o mercado em ATH nos US$ 4 trilhões

Mercado em Alta

A última quinta-feira (17) ficou marcada por um novo recorde histórico das criptomoedas. O valor de mercado global de todas elas ultrapassou a marca de US$ 4 trilhões pela primeira vez na história. Desse total, o Bitcoin responde por cerca de US$ 2,4 trilhões, ou quase 60%.

Grande parte desse movimento ocorreu depois das fortes valorizações de Ethereum (ETH) e XRP – esta última rompeu o topo histórico nesta sexta-feira (18). O mercado teve um volume de negociação superior a US$ 260 bilhões nas últimas 24 horas, seguindo a forte demanda dos investidores pelas altcoins.

Será que a altseason finalmente chegou? Vamos ver a XRP e o ETH liderando a valorização das altcoins? Talvez, mas o fato é que o Bitcoin ainda tem muito para se valorizar. Indicadores como o Índice de Força Relativa (RSI) ainda estão longe do topo, junto com o Bitcoin, o Bitcoin Hyper ($HYPER) pode se valorizar até 1.000 vezes.

Como o Bitcoin Hyper pode melhorar o Bitcoin

O Bitcoin Hyper se posiciona como uma nova Camada 2 para o Bitcoin. Mas ao contrário de redes como a Lightning, ele vai além de somente baratear as transações. Seu objetivo de usar duas tecnologias-chave do ecossistema Solana para impulsionar o desempenho do Bitcoin.

Uma delas é a Máquina Virtual Solana (SVM), um ambiente de execução de alto desempenho, projetado para processamento ultrarrápido de contratos inteligentes e aplicativos descentralizados (dApps). Ao integrar a SVM, o Bitcoin Hyper pretende trazer os recursos de processamento da Solana para a rede Bitcoin, permitindo a criação de dApps usando a blockchain mais segura do mundo como base.

A segunda ferramenta é a Ponte Canônica, que conectará com segurança a rede de Camada 2 do Bitcoin Hyper à rede principal do Bitcoin. Essa ponte faz a emissão de tokens “embrulhados” do Bitcoin para cada depósito que você faz. Então você pode usar os tokens para acessar serviços e aplicativos construídos na Camada 2.

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Pré-venda do Bitcoin Hyper chega a US$ 3 milhões. Fonte: CoinGecko.

Esses tokens “embrulhados” podem ser usados para fazer transações mais rápidas e baratas e interações com contratos inteligentes. Você ainda pode resgatar os tokens de volta para o $BTC original sempre que necessário, pagando taxas irrisórias.

Juntas, essas ferramentas transformam o Bitcoin em um protocolo de alto desempenho tanto para ampliar sua capacidade de transações quanto de contratos. Nesse sentido, o Bitcoin Hyper é um avanço em relação a outras redes, pois ele transforma o Bitcoin em um novo protocolo de coisas.

$HYPER supera US$ 3 milhões

O token $HYPER acumulou mais de US$ 3,1 milhões em sua pré-venda desde maio, o que indica que o Bitcoin Hyper se tornará uma das melhores pré-vendas de criptomoedas de 2025.

Seu preço inicial era de US$ 0,011500 e atualmente está em US$ 0,0123. Este modelo de precificação baseado em etapas cria um incentivo para os primeiros investidores. Além da vantagem de preço inicial, o Bitcoin Hyper oferece um APY dinâmico para staking, que atualmente em 285%.

O Bitcoin Hyper também passou por duas auditorias de segurança independentes das renomadas empresas SpyWolf e Coinsult. Ambas deram um selo de confiabilidade ao projeto e reforçaram que o $HYPER é um dos tokens mais promissores de 2025.

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Lei Genius não é o que parece, ela vai ser ruim para a liberdade, aponta analista

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A recém-aprovada Lei GENIUS, celebrada por muitos como avanço regulatório no setor de stablecoins nos Estados Unidos, começou a gerar forte resistência entre defensores da privacidade e da liberdade financeira. Para Alex Gladstein, diretor da Human Rights Foundation, a nova lei não promove inovação, mas sim expande perigosamente o alcance do governo sobre o dinheiro das pessoas.

Gladstein argumenta que o texto legal abre caminho para um sistema de vigilância financeira centralizado, onde o governo pode monitorar, congelar ou confiscar ativos digitais. Ele alerta que, embora o projeto pareça moderno e favorável ao setor cripto, na prática cria as bases para um aparato de controle sofisticado e invisível.

Aprovada com larga maioria na Câmara dos Deputados (307 votos a favor e 122 contra), a Lei GENIUS — sigla para Guiding and Establishing National Innovation for U.S. Stablecoins — exige que stablecoins sejam 100% lastreadas em reservas líquidas e obriga os emissores a cumprir auditorias, regras contra lavagem de dinheiro e relatórios periódicos de conformidade.

Apesar disso, críticos apontam que a norma institucionaliza ferramentas de monitoramento típicas do sistema bancário tradicional. O ativista Sterlin Lujan foi direto: “Não há nada de pró-cripto ou pró-blockchain na Lei GENIUS”. Para ele, a exigência de tecnologias capazes de bloquear e rastrear transações transforma stablecoins em versões digitais do dólar tradicional, sob total vigilância estatal.

Lei Genius
Imagem: X

Lei Genius

O artigo 4(a)(5) da lei exige que os emissores cumpram a Lei de Sigilo Bancário, obrigando-os a coletar dados dos usuários e informar atividades suspeitas. Já a seção 4(a)(6)(B) vai além: determina que emissores tenham sistemas técnicos para congelar ou confiscar fundos por ordem judicial. Para os críticos, isso entrega ao governo poder direto sobre o dinheiro das pessoas, minando qualquer pretensão de soberania financeira.

A norma também impede emissores estrangeiros de operar nos EUA sem aderir totalmente às exigências legais americanas. A seção 5(i) obriga certificações anuais de conformidade com programas de combate à lavagem de dinheiro, reforçando a lógica de vigilância centralizada. Tudo isso levanta dúvidas sobre se o real objetivo é proteger o consumidor ou consolidar um novo modelo de controle monetário.

Enquanto legisladores apontam que a lei oferece segurança jurídica e impulsiona o dólar digital, críticos afirmam que ela cria um sistema onde o acesso ao dinheiro dependerá da aprovação do Estado. Para Gladstein, esse caminho coloca em risco o direito individual à privacidade financeira e transforma o ambiente cripto em mais uma extensão do sistema bancário tradicional.

Ainda que stablecoins sejam vistas por muitos como pontes úteis entre o mundo fiat e o ecossistema blockchain, o debate agora gira em torno de quem controla essas pontes e sob quais condições. Para Lujan, o projeto apenas institucionaliza tokens digitais sob comando direto de autoridades centrais. Desse modo, sem oferecer os benefícios esperados por quem busca autonomia financeira com criptomoedas.

A lei é boa ou ruim

Diante disso, cresce a preocupação entre usuários e especialistas. Muitos alertam que o próximo passo pode ser a exigência de identificação biométrica, rastreamento em tempo real e restrição de uso com base em critérios políticos ou jurídicos. O risco de abuso de poder estatal se torna, assim, parte central da discussão.

A Lei GENIUS marca um divisor de águas. Embora ofereça avanços regulatórios, também impõe desafios profundos à liberdade financeira. Por isso, analistas como Gladstein pedem cautela e exigem mais debate público sobre as implicações práticas dessa nova legislação. Afinal, inovação sem liberdade não é progresso — é apenas vigilância com outro nome.

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Trump sanciona primeira lei federal sobre criptomoedas nos EUA em vitória histórica para o setor

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O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, sancionou nesta sexta-feira (18) uma nova lei que estabelece regras para as stablecoins, criptomoedas lastreadas em ativos como o dólar americano. A medida é considerada um marco para a indústria de criptoativos, que tem investido fortemente em lobby para ganhar legitimidade política.

Chamada de GENIUS Act (Guiding and Establishing National Innovation for U.S. Stablecoins), a lei cria diretrizes e proteções para consumidores que utilizam stablecoins, conhecidas por sua menor volatilidade em comparação a outras criptomoedas. O projeto foi aprovado com amplo apoio bipartidário no Congresso americano.

Genius Act
Trump ao lado de políticos no evento de assinatura da Genius Act. Fonte: X.com

Em cerimônia na Casa Branca com cerca de 200 pessoas, incluindo líderes do setor e políticos republicanos, Trump afirmou que a sanção é um reconhecimento ao trabalho da indústria.

“Por anos, vocês foram ridicularizados, desprezados e subestimados. Esta lei é uma validação do seu espírito pioneiro“, disse o Presidente durante a cerimônia de assinatura na Casa Branca.

Novo capítulo

O presidente, que antes era cético em relação às criptomoedas, mudou de postura nos últimos anos. Recentemente, prometeu transformar os EUA na “capital global do setor“. A nova legislação surge em um momento de forte crescimento do mercado: o Bitcoin ultrapassou US$ 118 mil nesta semana, e empresas como a Circle, emissora de uma das principais stablecoins, tiveram valorização recorde na bolsa de Nova York. Trump admitiu, em tom de brincadeira, que seu apoio ao setor também teve motivações eleitorais.

“Apoiei vocês desde o início porque é bom para o dólar e para o país. E também pelos votos“, disse, provocando risos na plateia.

Assim, a nova lei proíbe que membros do Congresso e suas famílias lucrem com stablecoins, mas a restrição não se aplica ao presidente. Trump e sua família mantêm participação significativa na World Liberty Financial, empresa de criptomoedas que lançou sua própria stablecoin neste ano com investimentos de fundos dos Emirados Árabes.

Além da GENIUS Act, a Câmara aprovou outros dois projetos que beneficiam o setor: um estabelece nova estrutura de mercado para criptomoedas, e outro impede o Federal Reserve (banco central americano) de criar uma moeda digital estatal. As propostas seguem para o Senado.

Dessa forma, a sanção da lei consolida a influência política da indústria, que acusava o governo anterior, de Joe Biden, de ser hostil ao setor. Agora, com Trump, as criptomoedas ganham um novo capítulo de legitimidade nos EUA.

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Ex-agente da NCA condenado a 5 anos e meio por roubo de Bitcoin durante investigação

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Um tribunal britânico sentenciou um ex-agente da Agência Nacional do Crime do Reino Unido (NCA) a cinco anos e meio de prisão por roubar 50 Bitcoin (BTC). Paul Chowles, de Bristol, aproveitou sua posição no caso sobre o mercado clandestino Silk Road 2.0. para desviar as criptomoedas em 2017. Análises forenses da blockchain descobriram seu esquema anos depois.

Crime e a sentença

O Tribunal da Coroa de Liverpool condenou Chowles após ele confessar os crimes de roubo, transferência de propriedade criminosa e ocultação de bens ilegais. O valor dos Bitcoin roubados era de aproximadamente US$ 77 mil (R$ 420 mil na cotação atual) na época do crime, mas, com a valorização da criptomoeda, chegou a mais de US$ 5,6 milhões atualmente.

A NCA encarregou Chowles de analisar dispositivos apreendidos durante a investigação contra Thomas White, criador do Silk Road 2.0 (uma releitura do famoso mercado ilegal que o FBI fechou em 2013). Ele transferiu os BTC da chamada “carteira de aposentadoria” de White para contas próprias entre 6 e 7 de maio de 2017.

Para dificultar o rastreamento, o ex-agente utilizou o serviço de mixing Bitcoin Fog, que fragmenta e mistura transações para ocultar sua origem. Em seguida, converteu parte dos fundos em dinheiro por meio de cartões de débito da Cryptopay e Wirex, realizando 279 transações no total.

A descoberta do crime

Inicialmente, as autoridades atribuíram o sumiço dos Bitcoins ao próprio White, que negou qualquer envolvimento. A NCA chegou a considerar o caso insolúvel até que, em 2021, a polícia de Merseyside, com apoio da empresa de análise blockchain Chainalysis, conseguiu rastrear os fundos.

Em 2022, uma busca na residência de Chowles revelou dispositivos com as chaves privadas que comprovaram seu envolvimento. Anotações com senhas e dados das contas de White também foram encontradas em seu escritório.

“Ninguém está acima da lei”

“Chowles abusou de sua posição para enriquecer, acreditando que nunca o descobririam”, afirmou Alex Johnson, promotor da Divisão de Crimes Especiais do Ministério Público britânico.. Já o detetive John Black, da polícia de Merseyside, destacou que o caso mostra que “ninguém está acima da lei”.

Thomas White, alvo da investigação original, havia sido condenado a 64 meses de prisão em 2019. Agora, Chowles enfrenta sua própria sentença, encerrando um caso que expôs a corrupção dentro de uma das principais agências de combate ao crime do Reino Unido.

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Gigante chinesa vai pedir autorização para emitir primeira stablecoin regulamentada na região

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O grupo chinês China 33 Media (código 08087.HK) anunciou nesta terça-feira (15) seus planos para emitir a primeira stablecoin regulamentada de Hong Kong. Desse modo, a iniciativa será possível por meio da nova estrutura legal criada pelo governo da região administrativa especial, que entrará em vigor em 1º de agosto de 2025.

A companhia, que possui forte atuação no setor de mídia e tecnologia financeira, informou que vai utilizar recursos próprios e verbas captadas com a emissão de novas ações para financiar o projeto. De acordo com o comunicado, a decisão da diretoria reflete uma estratégia clara: entrar no setor cripto de forma regulamentada. Além disso, com foco na inovação em pagamentos digitais.

China 33 Media, fundada e listada em Hong Kong, já conta com uma ampla base de clientes no varejo, especialmente em serviços voltados a pagamentos locais e transações internacionais. Assim, a empresa acredita que o uso de uma stablecoin própria pode reduzir custos operacionais, agilizar pagamentos e oferecer uma experiência superior ao consumidor final.

Stablecoin

 

China 33 media stablecoin
imagem: TradingView

Apesar do anúncio, as ações da empresa registram uma leva queda de 1%, caindo para US$ 3,41.

O novo Regime de Licenciamento de Stablecoins (Capítulo 656), o governo de Hong Kong estabelece um marco legal para emissores de ativos digitais. A legislação busca garantir transparência, rastreabilidade e segurança financeira, fortalecendo o papel da cidade como um hub global de inovação em criptoativos.

A empresa já iniciou os trâmites para solicitar oficialmente a licença de emissão de stablecoins. Assim, seguindo as diretrizes técnicas e legais definidas pelo órgão regulador local. A empresa informou que vai focar inicialmente em soluções de pagamento digital para o varejo, com planos de expandir para o e-commerce e transferências internacionais.

Além disso, China 33 Media quer participar ativamente dos programas-piloto liderados pelas autoridades de Hong Kong, que visam testar casos reais de uso de stablecoins em cenários de pagamentos diários. Dessa forma, a empresa entende que esse movimento fortalece seu posicionamento estratégico e pode acelerar o uso de ativos digitais na economia real.

A iniciativa também faz parte de um esforço maior do governo local, que deseja posicionar Hong Kong como um polo global de infraestrutura digital e blockchain.

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Empresa de Trump Jr. vai investir US$ 250 milhões em 7 criptomoedas diferentes

TRUMP: empresa ligada a Trump distribui memecoin para fãs

A Thumzup Media, uma empresa de tecnologia publicitária listada na Nasdaq, acaba de dar um passo ousado em direção ao mundo das criptomoedas. Seu conselho de administração aprovou a alocação de até US$ 250 milhões em um portfólio diversificado de ativos digitais, incluindo Bitcoin (BTC), Ethereum (ETH), Solana (SOL), XRP, Dogecoin (DOGE), Litecoin (LTC) e a stablecoin USDC.

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Ligação de Trump Jr. com empresa chama atenção do mercado.. Fonte: X.com

O anúncio ganhou ainda mais relevância devido ao envolvimento de Donald Trump Jr., filho do presidente dos EUA, que detém 350 mil ações da Thumzup, avaliadas em cerca de US$ 4 milhões. Trump Jr. adquiriu as ações por recomendação de seu assessor de investimentos, mas não tem participação ativa na gestão da empresa, de acordo com a Bloomberg.

Além disso, tanto Trump Jr. quanto seu irmão Eric Trump atuam como conselheiros da Dominari Securities, corretora responsável por um recente financiamento de US$ 6 milhões em ações conversíveis da Thumzup. Essa movimentação financeira fortalece os laços entre a empresa e o crescente ecossistema de investimentos em criptomoedas ligado à família Trump.

Estratégia de diversificação

Robert Steele, CEO da Thumzup, justificou a decisão citando a maior clareza regulatória e políticas mais favoráveis às criptomoedas nos EUA.

“À medida que o governo federal dos EUA avança em direção a políticas mais favoráveis às criptomoedas e maior clareza regulatória, a Thumzup está comprometida em permanecer na vanguarda dessa tecnologia transformadora”, disse Robert Steele, CEO da Thumzup.

A empresa, que opera uma plataforma onde usuários ganham dinheiro promovendo marcas nas redes sociais, já havia anunciado em janeiro de 2025 que manteria grande parte de seus ativos líquidos em Bitcoin. Atualmente, a Thumzup detém mais de US$ 2 milhões em BTC e agora expande sua estratégia para outras moedas digitais.

“Ao diversificar nosso portfólio de criptomoedas para obter maior exposição ao mercado como um todo, acreditamos que a Thumzup está em uma posição ideal para criar valor significativo para os acionistas da TZUP.” complementou Steele.

Trumps e o movimento “Crypto Treasury”

A aposta da Thumzup faz parte de uma tendência maior entre empresas ligadas à família Trump. Uma delas é a Dominari Securities, onde os irmãos Trump são conselheiros, começou a investir em um ETF de Bitcoin em fevereiro de 2025.

Além disso, Eric Trump ingressou no conselho consultivo da Metaplanet, uma empresa japonesa que migrou do ramo hoteleiro para acumular Bitcoin. A Trump Media & Technology Group, controladora da rede social Truth Social, levantou US$ 2,3 bilhões para investir em Bitcoin.

O próprio presidente Donald Trump, que antes era cético em relação às criptomoedas, prometeu transformar os EUA na “capital mundial do cripto”. Seu patrimônio pessoal, estimado em US$ 6,5 bilhões, foi impactado positivamente por investimentos em projetos como o World Liberty Financial e a memecoin TRUMP.

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Cofundador do PayPal adquire participação em empresa de mineração de Ethereum

Ethereum vai chegar a US$ 6.000 em 2025? Nova memecoin PEPU pode explodir até o final do ano!

Em meio ao rali das criptomoedas, um em especial tem se destacado: o Ethereum. A segunda criptomoedas com maior valor de mercado tem tido um desempenho melhor que o do Bitcoin. Com isso, está atraindo o interesse de diversos investidores institucionais.

BitMine
Empresa possui US$ 1 bilhão em Ethereum. Fonte: X.com

O mais novo deles é Peter Thiel, bilionário cofundador do PayPal e do Palantir, que adquiriu uma participação de 9,1% na BitMine Immersion Technologies, empresa especializada em mineração de Bitcoin que recentemente anunciou sua mudança de foco para Ethereum.

O anúncio, feito através de um documento regulatório arquivado pelo empresário junto a SEC, fez as ações da mineradora dispararem 17% em poucas horas, fazendo com que os ganhos acumulados chegassem a 500%.

A movimentação de Thiel não é isolada. A BitMine recentemente atraiu atenção ao nomear Tom Lee, cofundador da Fundstrat e conhecido analista de criptomoedas, como presidente de seu conselho administrativo.

Além disso, a empresa concluiu uma rodada de investimentos de US$ 250 milhões, com participação de heavyweights como Pantera Capital e Galaxy Digital, para ampliar suas reservas em Ethereum.

300 mil ETH

Atualmente, a BitMine detém impressionantes 300.657 ETH, avaliados em mais de US$ 1 bilhão. A última compra, anunciada na quarta-feira (16), fez com que o volume de Ethereum dobrasse, posicionando-se como uma das maiores detentoras corporativas do ativo.

O interesse institucional pelo Ethereum vem ganhando força nos últimos meses, com o preço do criptoativo dobrando em apenas três meses e ultrapassando a marca dos US$ 3.400. Algo que não ocorria desde janeiro.

Analistas apontam que, enquanto o Bitcoin continua sendo visto principalmente como reserva de valor, o Ethereum tem se destacado por oferecer utilidade prática. Especialmente para as stablecoins, que devem turbinar o ecossistema a partir da aprovação da legislação nos EUA.

Vale destacar que dentro do protocolo estão mais de 50% de todas as stablecoins cunhadas. Um valor que supera a casa dos US$ 120 bilhões, e que deve subir com o interesse crescente em Ethereum.

O bilionário não é o único nessa corrida por Ethereum. Os ETFs de Ethereum estão tendo máximas recordes, com as buscas de investidores de Wall Street por exposição ao ativo. Além disso, recentemente, a SharpLink se tornou-se a empresa com maior quantidade de Ethereum do mercado.

Agora, a BitMe quer entrar nessa corrida. Com uma estratégia agressiva de acumulação de Ethereum e o apoio de nomes como Thiel e Lee, a empresa está posicionada para se tornar um caso emblemático na adoção institucional de criptoativos, seguindo os passos da MicroStrategy no universo do Bitcoin.

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Grok revela 4 tokens que podem multiplicar por 10x até 2026

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Enquanto o Bitcoin ultrapassa a marca de US$ 120.000 e o mercado de criptomoedas vive uma altseason, investidores buscam oportunidades além do BTC — especialmente em altcoins de baixa capitalização, que historicamente apresentam maior potencial de multiplicação de valor. Um fator crucial é que criptomoedas com valuation inicial menor exigem menos capital para alcançar altas expressivas.

Por exemplo, se o Bitcoin multiplicasse seu preço por 10x a partir de US$ 120.000, atingiria US$ 1,2 milhão por unidade, um patamar que demanda influxos bilionários e adoção institucional massiva. Já projetos menores, como memecoins ou soluções de nicho, podem alcançar crescimentos similares com fração do investimento, graças à sua baixa capitalização de mercado e maior sensibilidade a tendências e hype.

Nesse contexto, a inteligência artificial Grok destacou quatro criptomoedas promissoras. Cada uma com propostas distintas: desde soluções Layer-2 para o Bitcoin até bots de trading e memecoins baseadas em viralidade. Vamos analisar o potencial desses ativos para um crescimento de 10x até 2026, explorando seus fundamentos, riscos e os fatores que poderiam impulsionar ou limitar suas valorizações.

Bitcoin Hyper

BTCHyper
Projeto atrai US$ 3 milhão em investimento.

Um deles é o Bitcoin Hyper ($HYPER), que se posiciona como uma solução Layer-2 para o Bitcoin, projetada para melhorar a escalabilidade e reduzir custos de transação. Com a valorização do BTC, iniciativas que ampliam sua funcionalidade tendem a ganhar relevância.

A plataforma utiliza rollups para agilizar operações e já chamou atenção com uma pré-venda bem-sucedida, indicando forte interesse do mercado. No entanto, enfrenta concorrência de outras soluções, como a Lightning Network, o que exige execução técnica impecável para consolidar seu espaço.

Snorter Bot

Snorter
Snorter Bot é uma das apostas de 2026.

Outro destaque é o Snorter Token ($SNORT), vinculado a um bot de trading no Telegram que oferece recursos como sniping automático e proteção contra golpes. A utilidade prática do projeto o diferencia de memecoins puramente especulativas, especialmente em um mercado de bots de trading que deve alcançar US$ 154 bilhões até 2033.

Sua pré-venda arrecadou US$ 2 milhões até o momento, demonstrando demanda significativa. Porém, o sucesso a longo prazo dependerá da adoção real por traders e da capacidade de se diferenciar em um setor competitivo.

Fartcoin

Fartcoin
Fartcoin está em ascenção.

No campo das memecoins, o Fartcoin emerge como uma aposta baseada em humor e viralidade, seguindo o caminho de PEPE e Dogecoin. Seu potencial de alta reside no engajamento comunitário e na baixa capitalização inicial, que permite saltos expressivos com relativamente pouco capital entrando.

No entanto, como todo ativo especulativo, está sujeito a quedas bruscas caso o hype diminua, já que não possui fundamentos sólidos além do apelo cultural.

SPX6900

SPX6900
SPX6900 pode manter viés de alta.

Por fim, o SPX6900 ($SPX), inspirado no índice S&P 500, já registrou uma valorização impressionante de mais de 683.000% desde seu lançamento. Sua comunidade ativa e listagem em exchanges como Bybit e Kraken garantem liquidez, mas sua capitalização atual, em torno de US$ 1,5 bilhão, exige um influxo massivo de capital para atingir um crescimento de 10x.

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