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China muda o tom e pode abrir seu mercado para stablecoins

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A China começou a sinalizar uma mudança em sua rígida política contra criptomoedas, especialmente no que diz respeito às stablecoins. A movimentação ganhou força após reuniões estratégicas realizadas em Xangai, uma das principais regiões econômicas do país.

Na quinta-feira (10), a Comissão de Supervisão e Administração de Ativos Estatais de Xangai (SASAC) organizou um encontro para discutir os impactos das moedas digitais. Em uma publicação oficial, o diretor da entidade, He Qing, destacou a importância de acompanhar com mais atenção as tecnologias emergentes e ampliar os estudos sobre moedas digitais e stablecoins.

Esse novo discurso contrasta com a postura adotada nos últimos anos, quando o governo chinês baniu exchanges, bloqueou mineração de Bitcoin e proibiu transações com criptoativos no continente. Agora, no entanto, autoridades e especialistas locais pressionam por uma abordagem mais flexível, principalmente no caso das stablecoins lastreadas no yuan.

A discussão sobre o tema ganhou ainda mais força após o próprio Banco Central da China (PBOC) reconhecer o potencial dessas moedas estáveis. Em junho, o presidente da instituição, Pan Gongsheng, afirmou que as stablecoins podem transformar os sistemas de pagamento globais e alertou para a necessidade de criar alternativas locais frente ao avanço de tokens como o USDC, lastreado em dólar.

China muda postura com stablecoins
Imagem: Coingecko

China e stablecoins

Na prática, o governo chinês teme que o domínio de stablecoins norte-americanas amplifique ainda mais a influência do dólar no comércio internacional. Para evitar isso, empresas como JD.com e Ant Group têm apoiado o desenvolvimento de versões digitais do yuan para competir diretamente com as stablecoins ocidentais.

O jornal estatal Securities Times publicou recentemente que o país “precisa agir logo” na criação de sua própria stablecoin, reforçando a urgência de acompanhar o movimento global. A proposta mais concreta até agora envolve usar Hong Kong como laboratório para testar uma stablecoin atrelada ao yuan offshore.

De acordo com Huang Yiping, conselheiro do PBOC, Hong Kong oferece mais liberdade financeira por estar fora dos rígidos controles de capital do continente. Ele acredita que, se o mercado offshore se desenvolver, será possível lançar uma stablecoin baseada no yuan naquela região.

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Especialista revela que a Binance desenvolveu o código para a stablecoin USD1 apoiada por Trump

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A Binance desenvolveu o código-fonte da stablecoin USD1, lançada pela World Liberty Financial Inc., empresa ligada à família Trump. A revelação veio à tona após fontes confirmarem à Bloomberg que a exchange criou os contratos inteligentes que deram origem ao token.

Essa stablecoin, lastreada em dólar e apoiada por reservas em dinheiro, títulos do Tesouro e acordos de recompra, movimentou recentemente US$ 2 bilhões em uma única transação, quando a empresa MGX, dos Emirados Árabes Unidos, adquiriu uma participação na própria Binance.

Mais de 90% dos tokens da USD1 permanecem nas carteiras da Binance, o que gera renda de juros potencialmente milionária para a família Trump. De acordo com estimativas, apenas esse saldo pode render dezenas de milhões de dólares ao ano.

De acordo com a publicação, o envolvimento da Binance vai além do código. A empresa também promoveu ativamente o token USD1 para sua base de mais de 275 milhões de usuários globais, aumentando a visibilidade do projeto em um mercado competitivo de stablecoins.

No entanto, nem a Binance nem a World Liberty confirmaram se houve pagamentos entre as partes pela parceria. De acordo com a reportagem, a Binance se recusou a comentar sobre o desenvolvimento técnico ou sobre o acordo de investimento. Ele apenas afirmou que o token passou pelo processo padrão de listagem da corretora.

Stablecoin Trump e Binance

Stablecoin Trump e Binance
Imagem: X

O momento do lançamento e a conexão entre o fundador da Binance, Changpeng Zhao (CZ), e a família Trump levantaram questionamentos. Em 2023, CZ se declarou culpado por falhas no combate à lavagem de dinheiro e, desde então, busca um perdão presidencial nos Estados Unidos.

Críticos veem um possível conflito de interesses, já que Trump, como ex-presidente e possível candidato, poderia conceder esse perdão, enquanto sua família se beneficia diretamente de um ativo lançado com o apoio da Binance.

A relação entre as partes teria começado logo após a eleição de Trump, durante um encontro entre CZ e Steve Witkoff, indicado pelo próprio Trump e cofundador da World Liberty. Mesmo negando publicamente esse encontro, as evidências apontam para uma cooperação direta no lançamento da USD1.

Apesar das polêmicas, a stablecoin não tem vínculos conhecidos com atividades ilícitas. Suas reservas são gerenciadas por instituições tradicionais como VanEck e State Street, o que dá ao projeto uma camada extra de credibilidade.

Trump, por sua vez, continua ampliando seus negócios no setor cripto. Apenas em 2024, lucrou US$ 58 milhões com ativos digitais, número que deve crescer ainda mais com a venda futura de novos tokens e o sucesso de seu meme coin.

A revelação sobre o papel da Binance nesse projeto coloca ainda mais luz sobre a interseção entre política, criptomoedas e interesses financeiros privados. E reforça a urgência de um debate mais transparente sobre o uso de stablecoins com respaldo político.

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Empresa descobre códigos maliciosos em extensão do Ethereum

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Um hacker inseriu um pull request malicioso em uma extensão de código para desenvolvedores do Ethereum. De acordo com pesquisadores da empresa de segurança cibernética ReversingLabs, o código afeta aplicativos construídos com a máquina virtual do Ethereum (ETH). No entanto, ainda não se sabe exatamente o que eles podem fazer.

A empresa descobriu o código malicioso em uma atualização do ETHcode, onde os hackers inseriram as linhas. Eles fizeram isso usando um conjunto de ferramentas de código aberto usado por desenvolvedores do Ethereum.

Uma publicação da ReversingLabs revela que duas linhas de código malicioso foram inseridas em um pull request do GitHub que continha 43 comentários e 4.000 linhas atualizadas. A imagem abaixo mostra que o principal objetivo do código era a adição de uma nova estrutura de teste e recursos.

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Linhas de código maliciosas descobertas em extensão. Fonte: GitHub.

O usuário que instalou essas linhas, que usa o pseudônimo de Airez299, não tinha nenhum histórico de contribuição no GitHub. Mesmo assim ele conseguiu adicionar as linhas em 17 de julho. Em seguida, o pull request foi analisado pelo revisor de IA do GitHub e por membros do 7finney, o grupo responsável pela criação do ETHcode.

Nenhum deles, contudo, foi capaz de encontrar as linhas maliciosas. Até mesmo o revisor de IA foi enganado pelo hacker, visto que ele sugeriu apenas pequenas mudanças. Isso significa que o hacker era profissional e conseguiu ocultar com precisão a origem maliciosa do código.

Códigos maliciosos em extensão do Ethereum

Airez299 conseguiu ocultar a natureza da primeira linha de código malicioso, dando-lhe um nome semelhante ao de um arquivo preexistente. Com isso ele conseguiu de ofuscar e embaralhar o próprio código, dificultando sua leitura.

Já a segunda linha de código serve para ativar a primeira linha. Segundo a ReversingLabs, esta tem como objetivo, em última análise, criar uma função automatizada (um PowerShell) que baixa e opera um script em lote.

A ReversingLabs ainda está investigando o que exatamente esse script faz. Mas uma das hipóteses apuradas pela empresa é que ele sirva para roubar criptomoedas armazenadas no computador dos usuários. Uma segunda hipótese, mais séria, é que o código sirva para comprometer os contratos de Ethereum em desenvolvimento pelos usuários da extensão.

Petar Kirhmajer, autor da publicação da ReversingLabs, afirmou que a empresa não tem indícios ou evidências de que o código malicioso tenha sido realmente usado para roubar tokens ou dados. No entanto, Kirhmajer afirma que o ETHcode tem 6.000 instalações e que a solicitação de pull pode ter se espalhado “para milhares de sistemas de desenvolvedores”.

Isso é potencialmente preocupante, e alguns desenvolvedores sugerem que esse tipo de exploração acontece com frequência em criptomoedas. O código pode se ativar em qualquer uma dessas máquinas e trazer consequências que ainda são imprevisíveis.

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Uma das linhas de código ofuscadas pelo hacker. Fonte: GitHub.

Muito código, poucos olhos

De acordo com o desenvolvedor do Ethereum e cofundador do NUMBER GROUP, Zak Cole, muitos desenvolvedores instalam pacotes de código aberto sem verificá-los adequadamente. Cole afirmou que o Ethereum possui “muitos códigos, mas tem poucos olhos para vigiá-los“.

“É muito fácil para alguém inserir algo malicioso. Pode ser um pacote npm, uma extensão de navegador, seja lá o que for”, afirmou.

Exemplos recentes de destaque disso incluem a exploração do Ledger Connect Kit de dezembro de 2023, que causou mais de US$ 2 milhões em roubos. A falha não ocorreu nas carteiras, mas sim no código de um serviço voltado para aplicativos descentralizados (dApps).

“Há muito código e poucos olhos nele. A maioria das pessoas simplesmente presume que algo é seguro porque é popular ou já existe há algum tempo, mas isso não significa nada”, afirmou Cole. O Desenvolvedor também alertou que essa instalação pode ter partido de um ataque deliberado contra o Ethereum

“Além disso, lembre-se de que existem armazéns inteiros cheios de agentes da Coreia do Norte cujo trabalho em tempo integral é executar essas explorações”, diz ele.

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Cardano dispara, mas pode perder nível de US$ 0,70 em breve

Cardano dispara, mas pode perder nível de US$ 0,70 em breve

A Cardano (ADA) viveu uma semana intensa, com forte valorização e sentimento otimista entre os investidores. A criptomoeda chegou a subir mais de 30% nos últimos dias, surpreendendo o mercado com sua força de recuperação.

Com esse movimento, a ADA registrou um topo em US$ 0,77, seu maior preço desde maio. No entanto, os sinais técnicos das últimas horas indicam que o fôlego pode estar acabando. Confira a seguir os fatores que sugerem uma possível reversão.

Resistência técnica preocupa e pode trazer Cardano para US$ 0,64

A atual alta da Cardano começou na terça-feira (8), com o movimento sendo intensificado pelo novo recorde histórico do Bitcoin. O movimento positivo atraiu investidores e reacendeu expectativas de novos topos.

Por um lado, o cenário técnico de curto prazo ainda é favorável. A média móvel exponencial (EMA) de 9 dias ficou acima da de 21 dias. Esse cruzamento costuma indicar tendência de alta no curto prazo.

Por outro lado, o candle diário desta sexta apresenta um pavio superior muito longo. Esse sinal indica perda de força dos compradores. Além disso, o preço atual está abaixo da retração de Fibonacci de 0,236, localizada em US$ 0,72.

Gráfico da Cardano (ADA) no TradingView
Gráfico da Cardano (ADA) no TradingView

Se o movimento de correção se intensificar, o preço pode buscar a chamada “zona de ouro” da retração. Ela está entre os níveis de 0,5 (US$ 0,66) e 0,618 (US$ 0,64), o que representaria uma queda de até 10%.

RSI esticado e dominância vendedora reforçam cenário de queda

Outro sinal de atenção vem do gráfico de 4 horas. O Índice de Força Relativa (RSI) segue acima de 70, nível considerado de sobrecompra. Hoje, o RSI atingiu seu maior patamar desde novembro de 2024.

RSI da Cardano (ADA) no TradingView
RSI da Cardano (ADA) no TradingView

Essa condição indica que o ativo pode ter subido rápido demais. Assim, correções no curto prazo se tornam cada vez mais prováveis.

Além disso, os dados mais recentes da Coinglass reforçam essa hipótese. Mais de 53% das ordens registradas nas últimas 4 horas foram de venda. Esse desequilíbrio sugere que os vendedores estão ganhando força e pressionando o preço para baixo.

Exchanges ADA Long/Short Ratio
Exchanges ADA Long/Short Ratio

Quando esse tipo de fluxo se mantém, o mercado tende a recuar até encontrar zonas de suporte confiáveis.

Snorter Bot se destaca em meio à volatilidade e riscos do mercado

Em momentos de grande movimentação como este, ferramentas que oferecem agilidade e segurança se tornam essenciais. Um exemplo recente é o Snorter Bot, que tem ganhado espaço entre os traders.

Com apenas um clique, o Snorter Bot permite executar ordens em menos de um segundo. Além disso, conta com um sistema de filtros avançado que bloqueia tokens suspeitos. Ele impede o usuário de interagir com projetos que contenham cunhagens ocultas, listas negras ou mecanismos de rug pull.

Esse tipo de proteção é especialmente útil durante ciclos de alta, quando surgem muitos projetos questionáveis. Outro destaque do Snorter Bot é o seu programa de staking. Os primeiros usuários que adquirirem o token na pré-venda podem receber mais de 300% em APY.

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HYPER explode 1.600% com listagem e Bitcoin Hyper anuncia avanços técnicos

HYPER explode 1.600% com listagem e Bitcoin Hyper anuncia avanços técnicos

O mercado cripto vive um momento de expansão acelerada, com o Bitcoin batendo seu recorde histórico de US$ 118 mil e altcoins ganhando destaque ao oferecer soluções inovadoras para um dos maiores desafios do ecossistema: a fragmentação entre blockchains. Neste cenário, projetos de interoperabilidade – tecnologias que permitem a comunicação entre diferentes redes – emergem como peças-chave para o próximo ciclo de crescimento.

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Hyperlane atinge máxima histórica. Fonte: CoinGecko

Dois protocolos que utilizam o mesmo ticker HYPER, porém com propostas distintas, exemplificam essa tendência. O Hyperlane (HYPER) registrou uma valorização histórica de 1.600% após listagens em exchanges sul-coreanas. No mesmo dia, o Bitcoin Hyper (HYPER) avança no seu objetivo de ser uma Layer-2 para Bitcoin baseada na Solana Virtual Machine (SVM).

Interoperabilidade cross-chain em destaque

O token HYPER da Hyperlane disparou nesta semana, atingindo um pico de US$ 0.689 após ser listado nas exchanges Upbit e Bithumb, na Coreia do Sul. O movimento representou um aumento de 500% em 24 horas, com volume de negociação ultrapassando US$ 3,87 bilhões – um salto de 1.663% em relação ao dia anterior.

O projeto, que facilita a comunicação segura entre diferentes blockchains, vem ganhando tração em um mercado cada vez mais fragmentado. Dados da Nansen mostram que os 100 maiores investidores acumularam 93,2 milhões de HYPER desde 8 de julho. Resultando na elevação do valor de mercado do protocolo de US$ 20 milhões para US$ 95 milhões em poucos dias.

Entretanto, apesar do otimismo, analistas alertam para possíveis correções. Indicadores como RSI e MACD apontam sobrecompra, e um novo desbloqueio de tokens está previsto para 22 de julho, o que pode aumentar a pressão vendedora.

Bitcoin Hyper (HYPER): avanços na ponte BTC-Solana

Enquanto o Hyperlane vive seu momento de alta, o Bitcoin Hyper – um projeto diferente, mas que compartilha o mesmo ticker $HYPER  – está progredindo em sua proposta de ser uma Layer-2 escalável para Bitcoin, utilizando a Solana VM para velocidade e a segurança do Bitcoin para liquidação final.

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Bitcoin Hyper anuncia atualização. Fonte: X.com

Recentemente, a equipe anunciou que seu Devnet já está operacional, que vai permitir depósito de BTC em um endereço monitorado pela Canonical Bridge do Bitcoin Hyper. Além disso, o protocolo promete garantir a verificação de transações via Bitcoin Relay Program, um contrato inteligente SVM que valida cabeçalhos de blocos e provas de transação. Assim como a cunhagem de BTC na Layer 2 de forma confiável, garantindo interoperabilidade entre as redes.

O projeto está em pré-venda a US$ 0.012225 por token e arrecadou mais de US$ 2,3 milhões, com planos de listagem em exchanges no quarto trimestre de 2025. O avanço técnico ocorre em um momento estratégico, já que o sucesso do HYPER da Hyperlane demonstra o apetite do mercado por soluções de interoperabilidade. Para conhecer mais sobre o projeto do Bitcoin Hyper, acesse o site oficial.

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Democratas lançam “semana anti-cripto” e tentam barrar leis nos EUA

Democratas lançam “semana anti-cripto” e tentam barrar leis nos EUA

Membros do partido Democrata na Câmara dos Representantes estão buscando impedir a aprovação de leis que regulamentam as criptomoedas. Sob a liderança dos deputados Maxine Waters e Stephen Lynch, o grupo decidiu lançar a “semana anti-cripto“, uma espécie de frente ampla para barrar leis.

O nome do movimento faz referência à “semana cripto” que começará em 14 de julho. Na próxima semana, três projetos de lei que regulamentam as criptomoedas estarão na pauta da Câmara. Os principais são a Lei GENIUS, que regulamenta stablecoins, e a Lei CLARITY, que estabelece os papéis dos reguladores no setor de criptomoedas.

No entanto, os democratas estão lançando uma iniciativa para mobilizar outros deputados do partido a fim de bloquear a aprovação dos projetos de lei sobre criptomoedas. Segundo os deputados, a ação visa “impedir eventuais casos de corrupção” supostamente criados na administração Donald Trump.

Oficialmente, o grupo nomeou o movimento de “Semana Anticorrupção com Criptomoedas”, a mesma semana da “Semana Cripto”. Mas no X, vários usuários já apelidaram a inciativa de “semana anti-cripto“, dada a oposição dos demoratas ao setor. A própria Maxine Waters, por exemplo, já foi procuradora do estado de Nova York e abriu vários processos contra empresas do setor.

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Democratas articulam oposição a projetos de criptomoedas. Fonte: US Financial Services.

Democratas tentam barrar projetos

Em um comunicado à imprensa emitido nesta sexta-feira (11), Maxine Waters, principal democrata no Comitê de Serviços Financeiros da Câmara, e Stephen Lynch, membro do Subcomitê de Ativos Digitais, anunciaram que a próxima semana será a “Semana Anticorrupção com Criptomoedas“.

O período de 14 e 18 de julho é o mesmo no qual a Câmara dos Representantes analisará as Leis GENIUS e CLARITY. Liderada pelo Partido Republicano, a Casa busca aprovar os projetos antes de 22 de julho. Caso isso aconteça, as leis irão direto para a sanção do presidente Donald Trump.

Além dessas duas leis, a Câmara também analisará a Lei Estadual de Vigilância Anti-CBDC. Esta lei passou na Câmara em maio e impede o Federal Reserve (Fed) de criar uma moeda digital de banco central (CBDC). Na sua primeira votação, quase todos os deputados democratas votaram contra o projeto.

No entanto, Waters e Lynch planejam usar a chamada “Semana Anticorrupção Cripto” para levar os democratas a se oporem aos esforços dos republicanos para “aprovar na Câmara três perigosas leis sobre criptomoedas”.

Esses democratas da Câmara alegaram que esses projetos de lei sobre criptomoedas abrem caminho para fraudes massivas com criptomoedas e legitimam a “corrupção do presidente Trump”. Além disso, os deputados acusam o presidente de lucrar US$ 1,2 bilhão por causa dos projetos.

“Além de não oferecerem as proteções ao consumidor e as salvaguardas de segurança nacional urgentemente necessárias, esses projetos tornariam o Congresso cúmplice do golpe cripto sem precedentes de Trump. De fato, isso foi um golpe que enriqueceu pessoalmente a si mesmo, a toda a sua família e aos bilionários de seu gabinete, ao mesmo tempo em que fraudava investidores”, disse Waters.

Frente anti-Trump

Por fim, Waters e Lynch também declararam no comunicado que a Semana Anticorrupção se baseia em seu “trabalho incansável” nos últimos meses para chamar a atenção para os supostos crimes do presidente. Eles também classificaram como “perigosa” a Lei GENIUS e sua regulamentação de stablecoins.

Não é a primeira vez que Waters faz oposição ferrenha a Trump na Câmara. A congressista também liderou os democratas do Comitê de Serviços Financeiros e Agricultura no bloqueio de um projeto de lei de estrutura do mercado de criptomoedas da Câmara.

Durante a fase de revisão da Lei CLARITY, os democratas da Câmara ofereceram quase 30 emendas para “reduzir os danos do projeto de lei”. A votação dos projetos no Senado foi tranquila, mas analistas esperam que as três leis encontrem mais dificuldades na Câmara.

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Grayscale ameaça processar a SEC por atraso na aprovação de ETF com Solana, XRP e outras criptomoedas

Grayscale ameaça processar a SEC por atraso na aprovação de ETF com Solana, XRP e outras criptomoedas

A Grayscale Investments, uma das principais gestoras de ativos digitais, está pronta para enfrentar judicialmente a Comissão de Valores Mobiliários dos EUA (SEC) após a suspensão repentina da aprovação de seu ETF que inclui Bitcoin, Ethereum, XRP, Solana e Cardano. Em uma carta detalhada enviada no dia 8 de julho, os advogados da empresa apresentaram argumentos contundentes contra o que classificam como “violação de prazos regulatórios” por parte do órgão.

XRP
Um dos tokens do ETF é o XRP, que está em alta de 12% nas últimas horas. Fonte: CoinGecko

O impasse começou quando a SEC inicialmente aprovou o Grayscale Digital Large Cap Fund no dia 1º de julho, após 239 dias de análise. Porém, em uma reviravolta burocrática, o órgão emitiu no mesmo dia uma suspensão administrativa usando a Regra 431(e) de suas normas internas. Essa manobra impediu o lançamento do produto, que seria listado na NYSE Arca sob o ticker GDLC.

A Grayscale rebateu com base na Lei Dodd-Frank, que estabelece prazos rígidos para aprovações de ETFs. Segundo a legislação, a SEC tem até 240 dias para tomar uma decisão final — prazo que expirou no dia 2 de julho. A gestora argumenta que, por lei, a proposta deveria ser considerada automaticamente aprovada a partir dessa data, independentemente da suspensão.

Ameaças legais

Os advogados enfatizaram que as regras internas da SEC não podem se sobrepor às determinações do Congresso. Eles alertaram que a suspensão pós-aprovação cria um perigoso precedente, permitindo que a SEC mantenha produtos em limbo regulatório indefinidamente. A carta menciona casos anteriores onde táticas semelhantes resultaram em atrasos de meses ou até anos sem resolução.

O ETF em questão tem uma composição diversificada, com 80% em Bitcoin, 11% em Ethereum, 4,8% em XRP, 2,8% em Solana e 0,8% em Cardano. Além disso, a suspensão ocorre em um momento particularmente sensível para o mercado, com o XRP registrando valorização de 12% em 24 horas e o interesse em contratos futuros da moeda alcançando US$ 7,2 bilhões.

A gestora deixou claro que está considerando duas ações imediatas: entrar com uma petição para suspender a ordem da SEC e permitir o lançamento do fundo, ou mover uma ação judicial contra o órgão regulador por descumprimento de prazos legais. Apesar do tom contundente, a Grayscale afirmou que continua disposta a colaborar com a força-tarefa de criptomoedas da SEC, criada recentemente para trazer maior clareza regulatória ao setor.

Este caso pode se tornar um marco regulatório para o mercado de criptoativos nos EUA, assim como ocorreu com os ETF de Bitcoin. Uma vitória da Grayscale poderia forçar a SEC a acelerar a aprovação de produtos similares no futuro, enquanto uma decisão favorável ao órgão regulador manteria o status quo de processos demorados e cheios de incertezas. Enquanto isso, investidores e entusiastas do mercado acompanham atentos os desdobramentos, que podem abrir caminho para o primeiro ETF multitoken nos Estados Unidos.

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Volkswagen vai usar dApp da Solana em taxis autônomos

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A Volkswagen ADMT anunciou nesta semana uma nova parceria com a Bee Maps, plataforma de mapas descentralizados baseada na blockchain Solana. De acordo com o anúncio, a montadora vai usar os dados do dApp para melhorar a operação de seus táxis autônomos. A mudança representa um passo importante no uso de infraestrutura descentralizada por grandes empresas do setor automotivo.

De acordo com informações, a Bee Maps integra o ecossistema da Hivemapper, uma rede que coleta dados por meio de câmeras instaladas em veículos comuns. Essas imagens passam por inteligência artificial, que transforma os registros em dados precisos sobre faixas de trânsito, placas e obras temporárias. Em troca da colaboração, os motoristas ganham tokens HONEY, que funcionam como recompensa digital.

Com a integração, os táxis da Volkswagen ADMT receberão atualizações em tempo real sobre mudanças nas ruas, evitando a dependência de levantamentos manuais. A nova fonte de dados permitirá manobras mais precisas, como embarques e desembarques em calçadas estreitas, mesmo em dias de chuva, neblina ou obras emergenciais.

Volkswagen e Solana

Volkswagem e Solana
Imagem: X

Ariel Seidman, CEO da Hivemapper, explica que a tecnologia oferece um grande diferencial:

“Essa parceria transforma o mapa de um recurso estático em algo vivo. Os táxis autônomos precisam de dados que mudam na mesma velocidade das ruas.”

Segundo ele, o modelo descentralizado atualiza as informações com mais agilidade do que qualquer mapeamento tradicional.

A Volkswagen já opera cerca de 30 minivans elétricas ID.Buzz autônomas em Hamburgo, na Alemanha. Com o novo acordo, a empresa pretende expandir essa frota para milhares de unidades em Los Angeles, em parceria com a Uber, mirando uma operação 100% sem motoristas até o fim de 2026.

Esses veículos produzem uma média de 5 GB de dados por segundo com suas câmeras e sensores. Mesmo assim, ainda precisam de mapas externos para funcionar em condições adversas. Por isso, a integração com a Bee Maps se torna estratégica, já que evita atrasos nas atualizações e dispensa a necessidade de carros de mapeamento circulando pelas ruas.

A tecnologia usada no projeto vem ganhando força sob o conceito DePIN (Redes de Infraestrutura Física Descentralizadas). Outros exemplos recentes incluem a Lyft, que já testa o sistema da Hivemapper para otimizar zonas de embarque, e empresas de logística que usam a API para detectar limites de altura e novas sinalizações.

A Bee Maps, que vende os dados por meio de APIs baseadas em consumo, não exige contratos de longo prazo. Para a Volkswagen, isso reduz custos e acelera a adaptação do software de direção autônoma a cada nova mudança nas ruas.

Vale destacar que nenhuma aprovação regulatória é necessária, já que a transferência de dados acontece fora do veículo. Com isso, a Volkswagen pode ampliar rapidamente a escala do seu projeto sem esbarrar em entraves legais.

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Lil Pepe quebra novos recordes na pré-venda – Será esta a próxima grande memecoin?

Lil Pepe

A maioria das memecoins segue um padrão previsível. Alguém cria um token com um nome chamativo, divulga-o com veemência no Twitter e no Reddit e, em seguida, cruza os dedos. A Lil Pepe ($LILPEPE) analisou essa abordagem e decidiu fazer algo completamente diferente.

Em vez de ser apenas mais um token flutuando no Ethereum, eles construíram sua própria blockchain de Camada 2 (L2) especificamente para projetos memes. A plataforma oferece transações extremamente rápidas com quase nenhuma taxa, além de recursos de segurança com os quais a maioria das memecoins só pode sonhar.

A pré-venda já arrecadou mais de US$ 5,1 milhões, com os tokens $LILPEPE sendo vendidos atualmente por US$ 0,0014 na Fase 5.

Por que a Lil Pepe não é uma memecoin comum?

Pense em como a maioria das memecoins funciona: elas se sustentam essencialmente do hype. Claro, a Dogecoin tem sua própria blockchain, mas quase todos os novos tokens meme simplesmente ficam acampados no Ethereum ou na Binance Smart Chain.

Dessa forma, eles acabam competindo com milhares de outros projetos por recursos de rede, o que leva a transações extremamente lentas e taxas altíssimas.

A Little Pepe disse ‘esqueça isso’ e construiu sua própria rodovia. Sua blockchain L2 processa transações incrivelmente rápido, mantendo os custos baixíssimos. Os usuários também não pagam taxas sobre transações, o que é bastante raro no mundo das memecoins. Por exemplo, quando o Ethereum fica congestionado e as taxas de gás sobem para US$ 50 ou mais, os usuários da Little Pepe continuam negociando por centavos.

O mais legal da abordagem da Little Pepe é como eles projetaram sua blockchain para funcionar bem com o Ethereum. Qualquer desenvolvedor que já tenha passado algum tempo trabalhando em projetos Ethereum pode começar a construir diretamente na rede da Little Pepe. Os desenvolvedores não precisam adquirir novas habilidades de programação ou se adaptar a ambientes de desenvolvimento desconhecidos.

Imagine poder fazer seu trabalho atual em um ambiente onde as tarefas são concluídas na metade do tempo, enquanto suas despesas despencam. É basicamente isso que os desenvolvedores obtêm quando migram do Ethereum para a rede da Little Pepe — o mesmo ambiente familiar, só que muito mais eficiente.

Memecoin Lil Pepe

Segurança que realmente funciona

Qualquer pessoa que esteja envolvida com moedas meme há algum tempo tem histórias de terror. Bots roubando lançamentos, desenvolvedores desaparecendo com liquidez, projetos que parecem legítimos. A Lil Pepe enfrenta esses problemas de frente.

Sua blockchain inclui proteção automática contra bots snipers. Esses são os programas automatizados que invadem os lançamentos de novos tokens e manipulam os preços antes mesmo que pessoas comuns possam participar. Ao bloquear esses bots na rede, a Lil Pepe cria um ambiente mais justo para todos.

Eles também forçam o bloqueio automático de liquidez para cada novo token lançado em sua plataforma. Isso torna quase impossível para os desenvolvedores fazerem um ‘rug pull’. Ou seja, aquele momento temido em que os criadores repentinamente drenam todo o dinheiro e desaparecem.

Esses não são recursos opcionais que os projetos podem ignorar. Eles estão embutidos no funcionamento da blockchain.

Os números da pré-venda contam sua história

Quando a Lil Pepe lançou sua pré-venda em junho de 2025, eles a estruturaram em etapas com preços crescentes. A Etapa 1 começou com apenas US$ 0,001 por token e esgotou em apenas três dias. Foi aí que as pessoas começaram a prestar atenção.

A Etapa 2 seguiu o mesmo padrão: venda rápida, muita demanda. O projeto já arrecadou milhões em várias etapas, com cada uma vendendo mais rápido do que o esperado. Atualmente, eles estão na Etapa 5 com US$ 0,0014 por token, e o ritmo não diminuiu.

O interessante é como eles alocaram os tokens. Os participantes da pré-venda inicial recebem 26,5% do fornecimento total, o que é uma fatia bastante generosa. O restante vai para desenvolvimento, marketing e manutenção. Não é como alguns projetos em que os fundadores ficam com 80%.

Visite a pré-venda do Little Pepe

 

A plataforma de lançamento que pode mudar tudo

Um recurso que está dando o que falar é o ‘Pepe’s Pump Pad’. Sua futura plataforma de lançamento de tokens meme. Pense nele como um ponto único para a criação de novos tokens meme, completo com grades de segurança integradas.

Qualquer pessoa poderá lançar um token meme sem precisar entender a complexa codificação de contratos inteligentes. A plataforma cuida de toda a parte técnica, incluindo automaticamente recursos de segurança como bloqueios de liquidez e proteções antifraudes. É como ter rodinhas de apoio para a criação de moedas meme.

Isso pode abrir as portas para criadores com ótimas ideias, mas sem habilidades técnicas. Em suma, ao invés de contratar desenvolvedores caros ou arriscar serviços de lançamento duvidosos, eles podem usar uma plataforma projetada especificamente para projetos meme.

Memecoin Lil Pepe

Sorteio de US$ 777 mil da Lil Pepe empolga as pessoas

Para comemorar seu sucesso, a Lil Pepe está doando US$ 777.000 em tokens. Dez sortudos ganharão US$ 77.000 cada em tokens $LILPEPE. Nada mal para um sorteio de moedas meme.

A configuração é bem simples. As pessoas precisam investir pelo menos US$ 100 durante a pré-venda e realizar algumas tarefas nas redes sociais – seguir contas, compartilhar posts, esse tipo de coisa.

Quanto mais tarefas você completar, mais inscrições você receberá. Na verdade, é uma estratégia inteligente, pois gera engajamento real em vez de atrair apenas pessoas que querem tokens grátis.

Sorteios como esse costumam atrair pessoas que só querem dinheiro de graça, mas exigem um filtro de contribuição na pré-venda para pessoas genuinamente interessadas no sucesso do projeto.

O que acontece depois?

O roteiro da Little Pepe parece uma peça de três atos. O primeiro ato (a fase de ‘Gestão’) concentra-se na construção da comunidade e no sucesso da pré-venda – eles estão claramente arrasando nessa parte. Já no segundo ato (a fase de ‘Nascimento’) traz listagens em exchanges e grandes campanhas de marketing.

No terceiro ato (a fase de ‘Crescimento’) é onde as coisas ficam realmente interessantes. É quando a blockchain L2 completa entra em operação, juntamente com as recompensas de staking e a plataforma de lançamento de memes. Se executarem bem, a Little Pepe pode se tornar a plataforma ideal para projetos de moedas memes.

Quem tiver interesse em participar da pré-venda da $LILPEPE pode conferir o site oficial com uma conexão MetaMask ou Trust Wallet. Os tokens do Estágio 5 estão atualmente com preço de US$ 0,0014 cada, pagáveis ​​em ETH ou USDT.

JUNTE-SE À PRÉ-VENDA DA LITTLE PEPE ($LILPEPE) AGORA

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Protocolo com mais de US$ 400 milhões em TVL anuncia token e airdrop

Protocolo com mais de US$ 400 milhões em TVL anuncia token e airdrop

O ecossistema Caldera anunciou nesta sexta-feira (11), o lançamento do token ERA, seu ativo nativo, que já movimenta mais de US$ 400 milhões em valor total bloqueado (TVL). De acordo com o projeto, a novidade inclui também um airdrop retroativo de 70 milhões de tokens, aberto para usuários antigos, desenvolvedores de testnet e parceiros da plataforma.

Com apoio do Founders Fund e US$ 25 milhões arrecadados em rodadas de investimento, a Caldera consolida sua estratégia de escalar blockchains modulares com soluções personalizadas. Desde sua fundação em 2022, a empresa já criou mais de 50 rollups sob medida nas redes Ethereum Layer 2, como Arbitrum, Optimism, Base e zkSync.

De acordo com o comunicado, o token ERA chega como pilar central dessa infraestrutura, funcionando como o ativo universal de gás entre todas as redes geradas pela Caldera. Dessa forma, elimina-se a necessidade de múltiplos tokens para o pagamento de taxas, facilitando a movimentação entre diferentes rollups com liquidez unificada.

Novo airdrop
Imagem: Mirror.xyz

Novo airdrop

Além do uso como moeda de taxas, o ERA servirá a dois outros propósitos essenciais. Assim ele será o ativo de staking para validação de mensagens entre redes, e também funcionará como base para a governança on-chain. Nessa estrutura, os detentores poderão votar em atualizações do protocolo, ajustes de taxas e destinação de incentivos do ecossistema.

A governança começará de forma centralizada, guiada por um conselho criado pela fundação Caldera, sediada nas Ilhas Cayman. No entanto, ao longo do tempo, os detentores do token irão eleger subcomitês, como conselhos técnicos e de segurança. De acordo com o projeto isso deve garantir decisões mais transparentes e comunitárias.

O lançamento do token é acompanhado por um airdrop de 7% da oferta total de 1 bilhão de tokens ERA. Isso é equivalente a 70 milhões de unidades. A distribuição reconhecerá contribuições passadas, como participação em redes de teste, execução de transações e envolvimento em campanhas técnicas. A janela de resgate termina em 17 de julho, ao meio-dia (UTC).

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