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Aliado compra US$ 100 milhões de TRUMP e planeja expansão global do ativo

Aliado compra US$ 100 milhões de TRUMP e planeja expansão global do ativo

Justin Sun, fundador da Tron, anunciou nesta quarta-feira (9) seu compromisso de adquirir US$ 100 milhões em TRUMP, a memecoin ligada ao presidente Donald Trump. Em entrevista ao CoinDesk, Sun ainda afirmou que a iniciativa se alinha com a política pró-criptomoedas do governo dos EUA e marca o início de uma série de colaborações com a equipe de Trump.

Trump Memecoin
Sun anuncia compra milionária de TRUMP. Fonte: X.com

Sun revelou que o token, originalmente lançada na Solana, será integrada ao ecossistema Tron usando a tecnologia LayerZero, tornando-se um ativo-chave na rede. A integração havia sido anunciada na segunda-feira (7) pelo perfil oficial da Tron DAO no X, mas sem maiores detalhes. Além disso, ele destacou planos para impulsionar a adoção da TRUMP na Ásia e na África, incluindo campanhas de marketing e listagens em exchanges.

“Tornamos o token TRUMP muito popular na Ásia e no resto do mundo. TRUMP é uma memecoin importante e uma propriedade intelectual reconhecida globalmente“, afirmou Sun.

Além disso, o empresário enquadrou o movimento como parte de um esforço maior para aproveitar o cenário regulatório favorável sob o governo Trump, afirmando que o atual apoio governamental às criptomoedas representa o início de uma nova era para o setor, comparável à adoção da internet nos anos 1990.

No entanto, a estratégia enfrenta resistência. Legisladores democratas estão propondo o “MEME Act“, legislação que buscaria proibir presidentes e suas famílias de se envolverem com memecoins. O senador Chris Murphy classificou a iniciativa como uma forma exacerbada de favorecimento político, argumentando que Trump estaria se beneficiando indevidamente da situação.

Parceria de longo prazo

Essa não é a primeira vez que Sun investe em projetos ligados ao presidente. Em dezembro de 2024, após a reeleição, ele adquiriu US$ 30 milhões em tokens da World Liberty Financial, projeto que tem os filhos de Trump como embaixadores. Posteriormente, aumentou seu investimento para US$ 75 milhões e foi nomeado conselheiro do projeto.

O interesse de Sun pelo token não é recente: o empresário foi um dos presentes no jantar que Donald Trump concedeu aos 25 maiores investidores do projeto. Estimativas indicam que Sun possua US$ 19 milhões em TRUMP, um dos maiores detentores da memecoin.

Além disso, a aproximação de Sun com iniciativas pró-Trump pode influenciar seu cenário jurídico nos EUA. A SEC, agora sob uma gestão mais favorável às criptomoedas, parece disposta a resolver o caso pendente contra Sun, que envolve acusações de ofertas não registradas de tokens TRX e BTT. Nesta quarta-feira (10), advogados da SEC e de Sun solicitaram uma suspensão temporária do processo, sinalizando uma possível resolução em breve.

TRUMP em alta

No momento do anúncio, a TRUMP registrava valorização de 2,7%, cotada a US$ 8.89. Agora, a memecoin está sendo vendida a US$ 9.47. Somente nas últimas 24 horas, o token acumula alta de 6%. Entretanto, o preço do token está longe da sua máxima histórica, atingindo dias depois do lançamento em janeiro. Na ocasião, o token chegou a ser negociado a US$ 44,00 antes de despencar.

PreçoTrump
Trump sobe com anúncio. Fonte: CoinGecko

Além dos anúncios de Justin Sun, as medidas que Trump vem anunciando contra uma série de países pode estar influenciando o preço do token para cima. Vale lembrar que o token serve como uma espécie de termômetro político do presidente. De modo, ações de Trump apoiadas pelos investidores tendem a impulsionar o preço para cima.

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Hacker da GMX devolve fundos e tokens sobe mais de 15%

Hacker da GMX devolve fundos e tokens sobe mais de 15%

Menos de 48 horas após roubar cerca de US$ 42 milhões da plataforma GMX, o hacker surpreendeu a comunidade cripto ao iniciar a devolução dos fundos. O gesto reacendeu a confiança no protocolo e fez com que o token GMX saltasse mais de 15% em poucas horas.

Tudo começou com uma falha no contrato inteligente da versão V1 do GMX. Dessa forma, o invasor usou um ataque de reentrância para manipular o preço do token GLP, enganando o sistema e drenando ativos como FRAX, DAI e Wrapped Bitcoin. Depois, ele converteu quase tudo em 11.700 ETH, movimentando os fundos da rede Arbitrum para a Ethereum.

Diante da crise, a equipe da GMX agiu rápido. Desse modo, eles pausaram a negociação, publicaram um comunicado on-chain e ofereceram uma recompensa: 10% do valor roubado, desde que o hacker devolvesse os outros 90% em até 48 horas. O acordo também prometia imunidade legal, se respeitado o prazo.

Na manhã seguinte, a comunidade teve a primeira resposta. O invasor escreveu: “Ok, os fundos serão devolvidos depois”. Pouco tempo depois, o protocolo recebeu US$ 10,49 milhões em FRAX, seguido por outras transferências em lotes. No total, mais de US$ 40,5 milhões voltaram ao controle da GMX, incluindo cerca de 9.000 ETH, avaliados em US$ 27 milhões.

Token GMX sobe após hacker devolver ativos

Token GMX em alta
Imagem: Coingecko

O mais curioso é que, com a alta do ETH, os fundos roubados se valorizaram. O hacker devolveu o valor original e ficou com US$ 4,5 milhões como recompensa, respeitando o combinado e encerrando o impasse sem necessidade de processos judiciais.

Durante todo o processo, a versão V2 da GMX não foi afetada. Isso porque o novo contrato já havia corrigido o tipo de falha explorado. Além disso, a equipe também publicou um relatório detalhado explicando o erro e os próximos passos para reforçar a segurança.

Dessa forma, com a devolução quase total dos recursos e a resposta transparente da equipe, o mercado reagiu bem. O token GMX subiu até 16% em questão de horas, apagando quase todas as perdas causadas pelo ataque. A plataforma já retomou as operações, reabriu depósitos e retirou os limites de emissão nos tokens de liquidez da V2.

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Binance queima US$ 1 bilhão em BNB e preço pode ir a US$ 700

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A Binance completou mais uma etapa crucial em sua política de deflação do BNB. Na manhã desta quinta-feira (10), a corretora executou a 32ª queima trimestral de tokens, eliminando 1.595.599,78 BNB de circulação. A operação, realizada por meio da BNB Foundation, retirou do mercado o equivalente a US$ 1,07 bilhão, com base na cotação média de US$ 660,16 por unidade.

Essa queima segue a lógica do sistema BNB Auto-Burn, que substituiu o antigo processo manual. O mecanismo usa uma fórmula que considera o preço médio do BNB e a quantidade de blocos gerados na BNB Smart Chain durante o trimestre. A fórmula também é ajustada conforme atualizações da rede, como as recentes Lorentz e Maxwell, que aumentaram a velocidade de geração de blocos.

Desde a criação do BNB, foram queimados mais de 62,7 milhões de tokens, reduzindo o fornecimento total de 202 milhões para 139,28 milhões em circulação. Dessa forma, o objetivo final da Binance é limitar o supply a 100 milhões, tornando a rede uma das mais deflacionárias do mercado cripto.

Além de reduzir a oferta, a queima tem outro efeito direto: pressiona positivamente o preço do BNB. Com menos tokens disponíveis no mercado, a escassez estimula a valorização, especialmente quando acompanhada por aumento na demanda. E é exatamente isso que os analistas estão observando.

Binance queima BNB
Imagem: X

Binance queima BNB e preço pode subir

O trader conhecido como Inspired Analyst destacou a formação de um padrão técnico de triângulo ascendente, apontando para uma possível quebra da resistência em US$ 665. De acordo com ele, se o ativo mantiver suporte acima de US$ 635, a chance de uma alta até US$ 733 é real, com especial atenção ao nível psicológico dos US$ 700, marcado como “nova máxima”.

Além disso, outro fator que reforça essa visão otimista é a movimentação das chamadas “baleias”. Grandes investidores vêm acumulando BNB de forma consistente, mantendo o volume diário acima de US$ 1 bilhão. Esse comportamento sugere confiança institucional e fortalecimento da rede como um todo.

Do ponto de vista de uso, a BNB Chain lidera entre as redes de primeira camada. Nas últimas 24 horas, o volume movimentado em exchanges descentralizadas (DEX) ultrapassou US$ 9,7 bilhões, superando com folga redes como Ethereum e Solana, que giram em torno de US$ 2,4 bilhões cada.

Dessa forma, outro dado relevante é o crescimento das carteiras ativas. Nos últimos 180 dias, a rede da Binance registrou vários dias com mais de 2 milhões de endereços únicos, chegando a ultrapassar 3 milhões em ocasiões pontuais. Esse ritmo sólido de atividade indica uma base crescente de usuários, o que sustenta a valorização de longo prazo.

Além disso, a rede também já abriga cerca de US$ 10,5 bilhões em stablecoins, o que coloca a BNB Chain como a quarta maior blockchain do mundo em capitalização de moedas estáveis. Isso mostra que, além da especulação, há também forte utilidade prática sendo construída.

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CVM determina suspensão de corretora que usava nome de empresa regulamentada

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A Comissão de Valores Mobiliários (CVM) emitiu um alerta público nesta quarta-feira (9) sobre a atuação irregular da empresa Gênesis Tech (também chamada de Gênesis Capital), que vinha oferecendo serviços de administração de carteiras de valores mobiliários sem a devida autorização da autarquia.

O caso chama atenção porque a empresa irregular utilizava um nome muito similar ao da Genesis Capital Gestora de Recursos Ltda., instituição devidamente regulamentada pela CVM. A decisão foi formalizada por meio da Deliberação CVM nº 900, determinando a suspensão imediata das atividades da Gênesis Tech sob pena de multa diária de R$ 100 mil.

CVM alerta
CVM faz alerta contra Gênesis Capital. Fonte: CVM

De acordo com a CVM, a Gênesis Tech oferecia serviços de gestão de investimentos por meio de seu site e de sua página no Instagram. No entanto, a empresa não possui registro na CVM para exercer a atividade de administração de carteiras de valores mobiliários, o que configura grave infração à legislação do mercado de capitais.

A Lei nº 6.385/1976 e a Resolução CVM nº 21/2021 estabelecem que qualquer instituição que administre carteiras de investimentos em nome de terceiros deve ser previamente autorizada pela CVM. Dessa forma, essa é mais uma de uma série de alertas que a CVM que tem emitido contra empresas que atuam irregularmente no setor financeiro.

Multa diária de US$ 100 mil

A CVM também determinou que a empresa cesse imediatamente qualquer oferta de serviços relacionados à administração de carteiras de valores mobiliários, incluindo a divulgação em redes sociais e plataformas digitais. Caso a empresa não cumpra a decisão, estará sujeita a uma multa diária de R$ 100 mil. Além disso, pode responder a um processo administrativo por eventuais infrações já cometidas.

Além disso, a Deliberação CVM nº 900 alerta que o exercício irregular dessa atividade pode configurar crime previsto no artigo 27-E da Lei nº 6.385/1976, que prevê penalidades mais severas, incluindo responsabilização criminal de envolvidos.

Por fim, a CVM orienta que investidores que tenham tido contato com a Gênesis Tech ou recebido propostas de investimento entrem em contato com o Serviço de Atendimento ao Cidadão (SAC) da autarquia, fornecendo detalhes da oferta e a identificação dos responsáveis.

Empresa se manifesta

A Genesis Capital Gestora de Recursos Ltda., empresa legalmente registrada na CVM e aderente aos códigos da Anbima, emitiu uma nota esclarecendo que não tem qualquer relação com a Gênesis Tech ou com terceiros que estejam utilizando seu nome indevidamente. A gestora regulamentada destacou:

“A Genesis Capital não oferece serviços como plataforma de negociação de ativos, seja no Brasil ou no exterior, não faz o cadastramento de investidores visando o investimento em ações no exterior, criptoativos ou quaisquer outros investimentos dessa natureza e não faz promessas de obtenção de rendimentos superiores em investimentos financeiros.”

A utilização de nomes similares por empresas não regulamentadas é uma prática preocupante, pois pode confundir investidores e se aproveitar da credibilidade de instituições sérias. A Genesis Capital alertou que não se responsabiliza por eventuais perdas causadas por empresas ou indivíduos que estejam usando seu nome de forma irregular.

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Mega baleia ataca novamente e aposta na queda do Bitcoin com alavancagem de 40x

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Uma mega baleia (grande investidor de criptomoedas) voltou a movimentar o mercado nesta semana. O investidor James Wynn se posicionou novamente de forma agressiva, apostando na queda do Bitcoin com alavancagem de 40 vezes.

De acordo com dados da Hyperliquid, ele abriu uma posição vendida (short) sobre Bitcoin com 40× de alavancagem, usando um valor total de US$ 1,26 milhão. A aposta foi clara: Wynn acredita na queda do BTC nos próximos dias.

A operação tem como base uma venda de 11,45 BTC, com preço de entrada de US$ 111.057,40. Isso significa que Wynn vendeu Bitcoin acreditando que o preço atual — que está em torno de US$ 110.756,00 — ainda vai cair mais. Como usou alavancagem de 40 vezes, ele aplicou apenas US$ 31.714,59 de capital próprio, e o restante foi emprestado pela corretora.

A estratégia de alavancagem multiplica tanto lucros quanto riscos. Se o preço do BTC recuar até um nível mais baixo, Wynn pode embolsar uma quantia significativa rapidamente. No entanto, se o preço subir além de um certo ponto, ele perde toda a margem aplicada.

No caso desta operação, o ponto de liquidação automática é US$ 112.365,98. Ou seja, se o Bitcoin subir até esse valor, a corretora encerra automaticamente a posição e Wynn perde os US$ 31 mil investidos.

Esse tipo de operação exige precisão cirúrgica. Com uma alavancagem tão alta, qualquer oscilação pequena no mercado pode zerar o capital investido. O intervalo entre o preço de entrada (US$ 111.057) e o preço de liquidação (US$ 112.365) é de apenas US$ 1.308, ou cerca de 1,2% de variação. Esse é o “colchão” de segurança de Wynn. Se o mercado subir mais do que isso, ele é forçado a sair com prejuízo total.

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Imagem: Hyperliquid

Mega baleia aposta na queda do Bitcoin

No entanto, se o preço do Bitcoin cair, James Wynn pode embolsar um lucro significativo com essa operação vendida. Como ele apostou contra o mercado com 11,44 BTC vendidos a US$ 111.057, qualquer recuo no preço oferece margem para ganhos rápidos.

Por exemplo, se o BTC cair para US$ 108.000, o lucro bruto da operação ultrapassa US$ 35 mil. Já em um cenário de maior desvalorização, com o ativo recuando até US$ 105.000, o lucro pode passar de US$ 69 mil — mais que o dobro do valor investido como margem.

Quem é James Wynn?

Ele ganhou notoriedade ao converter um montante inicial de apenas US$ 6.000 em ETH, enviado pela Alameda Research em 2020, em um império de criptomoeda . Com sua bolsa de risco em alta, ele alcançou lucros expressivos, como US$ 25 milhões no memecoin PEPE, e soma uma carteira estimada em centenas de milhões.

Desde então, Wynn passou a aplicar alavancagens pesadas em BTC e outros ativos, geralmente na faixa de 40× ou mais, operando em plataformas como Hyperliquid. Desse modo, ele já chegou a abrir posições long de US$ 1,07 bilhão em BTC a 40×, retirando lucros grandes e reagindo rapidamente a mudanças de mercado.

Mas nem sempre ele acerta. Recentemente, Wynn enfrentou perdas de US$ 210 mil ao apostar na queda do BTC usando 40× de alavancagem. Além disso, já houve registros de liquidações que somaram mais de US$ 110 milhões em perdas acumuladas.

Apesar disso, ele se manteve ativo. No início de junho, ele fechou sua posição vendida com prejuízo e rapidamente abriu uma posição comprada igualmente alavancada em 40×. Wynn anunciou que ficou “extremamente confiante” na possível recuperação do Bitcoin após tal movimento.

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Arthur Hayes: Ethereum vai subir e chegará a US$ 10.000

Preço do Ethereum mostra sinais de recuperação e sobe para US$ 2.025

O cofundador da BitMEX, Arthur Hayes, fez uma previsão ousada: o Ethereum (ETH) atingirá US$ 10.000 em breve.

De acordo com sua recente publicação na rede X, Hayes adotou um tom extremamente otimista, baseando sua análise na crescente aceitação institucional da segunda maior criptomoeda do mundo. Desse modo, ele aponta que o movimento de grandes empresas em direção ao ETH como reserva de valor pode impulsionar uma alta histórica.

A tese de Hayes ganha força com fatos concretos. A GameSquare Holdings, empresa listada na Nasdaq, anunciou uma estratégia de tesouraria baseada em Ethereum. Em sua primeira movimentação, a companhia comprou 1.818 ETH por cerca de US$ 5 milhões, parte de um plano que pretende alocar US$ 100 milhões em ativos da rede. O objetivo não é apenas segurar a criptomoeda, mas também gerar rendimentos por meio de protocolos de finanças descentralizadas (DeFi).

Ethereum vai subir
Imagem: X

A plataforma Medici, usada pela GameSquare, permitirá otimizar os retornos com estratégias que buscam rendimentos de 8% a 14% ao ano. Ou seja, percentuais bem acima dos 3% a 4% obtidos apenas com staking tradicional. O CEO da empresa, Justin Kenna, declarou que essa abordagem visa não só fortalecer a posição financeira da companhia, mas também permitir novos ciclos de recompra de ações e reinvestimento com base nos lucros obtidos com Ethereum.

SharpLink Gaming também entrou pesado na corrida pelo ETH. A empresa comprou recentemente 7.689 ETH por US$ 19,2 milhões, aumentando suas reservas para mais de 205.000 unidades — o que a transforma no maior detentor público de Ethereum no mundo. Todo esse montante será utilizado em estratégias de staking e restaking, reforçando a confiança da empresa no longo prazo do ativo.

Ethereum vai subir com adoção institucional

O movimento corporativo ganhou ainda mais destaque quando a Bit Digital, outra listada na Nasdaq, vendeu todos os seus Bitcoins para investir exclusivamente em Ethereum. A operação envolveu US$ 172 milhões, revertidos integralmente para a compra de ETH.

Essa migração radical do Bitcoin para o Ethereum reflete uma mudança de paradigma: empresas começam a ver o ETH não apenas como um ativo tecnológico, mas como instrumento central de preservação de capital.

No mercado, o reflexo já pode ser sentido. O Ethereum subiu 6,88% nas últimas 24 horas, alcançando US$ 2.790. No acumulado da semana, a valorização ultrapassa 7,8%. O volume de negociações saltou para mais de US$ 31 bilhões, mostrando o aumento de interesse institucional e varejista. A capitalização de mercado do ETH já ultrapassa US$ 336 bilhões, consolidando sua posição como a segunda maior criptomoeda do mundo.

Outro nome de peso, Tom Lee da Fundstrat, reforça a projeção de alta. De acordo com ele, o ETH está subvalorizado em US$ 2.500 e cita como catalisadores a expansão dos ativos tokenizados, o uso crescente de stablecoins e a retomada da atividade na rede Ethereum. Para ele, esses três fatores podem impulsionar um ciclo de alta duradouro para o ativo.

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Bitcoin rumo a US$ 110 mil — Bitcoin Hyper ganha força como líder do próximo rali

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O preço do Bitcoin continua a apresentar uma tendência muito próxima de seus níveis históricos. Após abrir perto dos US$ 108.600 nesta quarta-feira (9), a criptomoeda valorizou 0,3% e subiu para US$ 109.127, de acordo com o CoinGecko.

Dado o quanto o preço cresceu em 2025 (a alta foi de 28% em apenas quatro meses), as expectativas começaram a se inclinar para uma possível queda. O analista de criptomoedas Xanrox alertou os investidores sobre uma queda iminente no preço do Bitcoin.

Contudo, o BTC ainda tenta romper os US$ 110 mil e buscar sua máxima histórica. Guilherme Prado, cointry manager da Bitget no Brasil, afirma que viés permanece “levemente altista”.

“Enquanto o preço se mantiver acima de US$ 107 mil, a tendência é de alta. Um fechamento acima de US$ 110.500 pode abrir caminho para US$ 113.500–US$ 115 mil“, disse Prado.

E essa valorização tem condições de levar o Bitcoin Hyper (HYPER) a se tornar a pré-venda mais bem-sucedida de 2025.

Bitcoin Hyper.
Token HYPER reúne memecoin, Bitcoin e agilidade. Fonte: X.

Análise do BTC

A análise se concentra na tendência de alta do preço do Bitcoin, que o levou a atingir US$ 110 mil. Mas ele ressalta que, em vez de um rompimento completo, o ativo digital não conseguiu manter sua tendência de alta mesmo após romper seu canal descendente.

Diante disso, Xanrox explica que se trata de um falso rompimento de um padrão, ou o que é comumente conhecido na comunidade cripto como “bull trap” ou “armadilha de urso”.

O problema com as bull traps é que elas são, em última análise, de natureza baixista. Portanto, embora o preço do Bitcoin pareça estar em tendência de alta, se Xanrox estiver certo, isso significa que a criptomoeda sofrerá uma queda em breve, o que desencadeará uma correção no preço.

Além disso, o analista explica que a tendência de alta da semana passada prendeu os compradores em posições compradas, enquanto as baleias precisarão de liquidez de ordens e stop loss.

Portanto, para obter essa liquidez, as baleias precisarão empurrar o preço para baixo, e a retração de Fibonacci de 0,618 da onda de impulso anterior, logo abaixo de US$ 103 mil, é a culpada mais provável.

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Análise Bitcoin. Fonte: Xanrox/TradingView.

Bitcoin Hyper segue quebrando recordes

Enquanto o Bitcoin enfrenta dúvidas mesmo com a tendência de alta intacta, outro projeto ganha força rapidamente: o Bitcoin Hyper (HYPER). O projeto tem dois objetivos: criar uma Camada 2 para baratear os custos do Bitcoin e também apresentar novas soluções para a rede, como a criação de contratos inteligentes.

Para realizar esses objetivos, o HYPER disponibiliza uma ponte canônica (Canonical Bridge), permitindo que usuários convertam BTC diretamente para a Bitcoin Hyper. Assim, investidores podem acessar facilmente funções avançadas, como staking e exchanges descentralizadas, mantendo intactos o valor e segurança originais do Bitcoin.

Atualmente em pré-venda, o token HYPER está disponível por apenas US$ 0,0122, mas a pré-venda do token segue captando recordes. Isso mostra que o lançamento nas exchanges pode fazer o HYPER disparar, o que significa que a compra na pré-venda é uma verdadeira pechincha.

Além disso, se você pretende guardar os tokens com foco no longo prazo, o Bitcoin Hyper oferece um staking rendimento anual impressionante (APY) de 371%, proporcionando grande retorno potencial aos investidores.

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CoinFutures: a nova plataforma favorita dos traders de futuros cripto

CoinFutures

O mercado de futuros perpétuos (PERP) está se transformando rapidamente, oferecendo oportunidades inéditas e mais acessíveis para traders. Nesse cenário, surge a CoinFutures, uma nova plataforma de negociação focada em revolucionar o mercado cripto com funcionalidades diferenciadas e facilidade de uso.

Seu principal atrativo é a possibilidade de operar com uma alavancagem impressionante, chegando até 1000 vezes.

Além disso, a CoinFutures se destaca especialmente pela rapidez na execução das ordens, além de uma interface limpa e amigável. Esses fatores proporcionam uma experiência ideal tanto para traders novatos quanto para operadores experientes, que necessitam de uma plataforma dinâmica e confiável.

Velocidade ultrarrápida e interface intuitiva para todos os traders

A plataforma CoinFutures combina simplicidade e desempenho técnico em um só ambiente. Um diferencial importante é a ausência de necessidade do processo de Know Your Customer (KYC), oferecendo privacidade máxima aos usuários.

Assim, a plataforma atrai traders tradicionais e uma nova geração preocupada com anonimato, se posicionando entre as melhores corretoras sem KY.

Negociadores podem operar futuros perpétuos das criptomoedas mais negociadas, como Bitcoin (BTC) e Ethereum (ETH), utilizando alavancagem que pode ir até 1000 vezes. Um detalhe relevante é que a execução das ordens acontece instantaneamente, sem latência ou atrasos, ao contrário do que ocorre em exchanges descentralizadas (DEX).

 

Essa agilidade é especialmente útil durante períodos de alta volatilidade do mercado, oferecendo aos usuários uma vantagem estratégica única. Além disso, a plataforma é totalmente responsiva, permitindo que traders operem de forma eficiente tanto por meio de celulares quanto em desktops.

A CoinFutures também disponibiliza opções de saque simples e rápidas. Usuários podem encerrar manualmente suas posições ou utilizar o fechamento automático. Pré-definindo as condições de take profit ou stop loss, por exemplo. Dessa forma, a autonomia dos traders está garantida, permitindo controle total sobre suas posições.

Privacidade e facilidade no mercado futuro cripto

Em um mercado no qual grandes exchanges como Binance, Bybit e OKX apostam em ampla variedade de ativos e liquidez, a CoinFutures optou por focar na privacidade e na velocidade operacional. Essa escolha estratégica vem conquistando traders experientes que buscam flexibilidade, anonimato e desempenho.

Entre as vantagens adicionais da plataforma estão políticas flexíveis para saques, variedade nos meios de depósito (aceitando USDT, BTC, ETH e cartão de crédito) e completa transparência nas transações realizadas pelos usuários.

Outro ponto crucial é que a plataforma oferece uma interface descomplicada, eliminando barreiras comuns enfrentadas por traders iniciantes e experientes. Muitas vezes, interfaces complexas acabam afastando investidores que desejam ingressar no mercado futuro, algo que a CoinFutures evita com um layout intuitivo e direto.

CoinFutures

Acesso rápido e democratizado ao trading de futuros

Criar uma conta na CoinFutures é extremamente fácil. Basta baixar o aplicativo em seu dispositivo móvel ou desktop e se registrar em poucos passos. Após o cadastro rápido, o trader realiza o depósito utilizando criptomoedas ou cartão de crédito e já pode operar imediatamente na aba específica de futuros.

Dessa forma, a CoinFutures vem ao mercado para democratizar o acesso à negociação de contratos futuros cripto, ajudando usuários a lidarem com cenários imprevisíveis. Por isso, traders em busca de eficiência, rentabilidade e privacidade encontrarão nessa plataforma uma grande aliada para ampliar seus resultados e conquistar objetivos cada vez mais ambiciosos no universo cripto.

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Pump.fun revela data da ICO: 12 de Julho — veja se é uma boa oportunidade

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A Pump.fun, popular plataforma de lançamento de memecoin da Solana, confirmou o lançamento de seu token PUMP por meio de uma Oferta Inicial de Moeda (ICO). De acordo com a plataforma, a venda comecará em 12 de julho, com um airdrop subsequente.

Essa confirmação também trouxe uma mudança nas exchanges que receberão a oferta. A Gate.io originalmente suspendeu a venda do token, mas depois voltou atrás e também vai participar. Junto com ela estarão outras grandes plataformas como Bybit, Kraken, MEXC, Bitget e o próprio site da Pump.fun.

No entanto, cidadãos dos Estados Unidos e do Reino Unido não poderão participar da venda de tokens. A restrição ocorre por causa da Autoridade de Conduta Financeira britânica (FCA, na sigla em inglês), que emitiu um alerta contra a venda.

Prevista para durar de 12 a 15 de julho, a pré-venda do PUMP já aparece como uma das criptomoedas mais promissoras do ano. Em junho, previsões apontavam que a Pump.fun poderia arrecadar mais de US$ 1 bilhão, o que faria o PUMP ter uma das maiores pré-vendas da história.

Pump.fun
Plataforma oficializa pré-venda de token PUMP. Fonte: X.

Como adquirir tokens PUMP

Para adquirir os tokens, seja pelas exchanges ou via Pump.fun, os usuários terá que fazer a verificação de identidade – o famigerado KYC, ou “conheça seu cliente”. Em seguida, poderão adquirir seus tokens entre o dia 12 até o dia 15 de julho, quando acaba o prazo da venda.

De acordo com a Pump.fun, o PUMP terá uma oferta total de 1 trilhão de tokens. Cerca de 24% serão reservados para iniciativas da comunidade e do ecossistema, 20% irão para a equipe da Pump.fun e 13% para “investidores existentes”. Do restante, 33% estarão à venda através da ICO.

Por fim, a Pump.fun distribuirá os 10% restantes entre o fornecimento de liquidez, o financiamento do recurso de transmissão ao vivo da plataforma e um fundo do ecossistema e sua fundação.

Cerca de 48 a 72 horas após o término da venda de tokens, os PUMP se tornarão transferíveis. Ou seja, os usuários poderão enviá-los para endereços externos. Isso deve ocorrer entre 17 e 18 de julho, e a plataforma também prometeu realizar um airdrop “em breve”.

“Decidimos retornar à tradição lançando o PUMP por meio de uma [oferta inicial de moedas, ou ICO]”, escreveu Alon Cohen, cofundador da Pump.fun, no X. “ICOs provaram ser o melhor mecanismo para distribuir tokens rapidamente entre um público realmente amplo e genuinamente alinhado com o projeto. Isso empodera aqueles que estão dispostos a se envolver.”

Token PUMP.
Distribuição de oferta dos tokens PUMP. Fonte: Pump.fun/X.

Pré-vendas mais aguardadas

Adquirir tokens em momento de pré-venda costuma ser a melhor forma de encontrar pérolas a preços descontados. O PUMP é uma dessas oportunidades, assim como o Token6900 (T6900), uma nova memecoin baseada em Ethereum que faz críticas a Wall Street, mas cujo projeto tem tudo para ser promissor. Isso porque o token superou a marca dos US$ 120 mil arrecadados em apenas 24 horas apenas com sua narrativa.

Sim, o projeto não tem utilidade prática, apostando apenas no hype e no humor da comunidade, bem como no seu tom de sátira ao mercado internacional. Em contrapartida, a Best Wallet (BEST) esbanja utilidade, pois oferece um token que dá acesso a milhares de pré-vendas e a mais de 60 criptomoedas em uma carteira segura que te dá o controle das suas chaves privadas.

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Detalhamento das fases do token BEST. Fonte: site oficial.

E caso você não saiba como achar as pré-vendas do ano em segurança, o Snorter Bot (SNORT) é o projeto que vai te dar essa segurança. Seu token oferece acesso a uma plataforma com funcionalidades como detecção automática de tokens fraudulentos, copy trading, ordens limitadas e proteção contra ataques front-running. Além disso, tem taxas extremamente baixas, de apenas 0,85%, sendo ideal para realizar operações de trading em grande volume.

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Bitcoin renova máxima histórica e chega a US$ 112 mil impulsionado por traders e Trump

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O Bitcoin alcançou um novo recorde nesta quarta-feira (09), ultrapassando a marca de US$ 112.000 em plataformas como Coinbase. O aumento de 5,95% na última semana consolidou a criptomoeda como um dos ativos de maior desempenho em 2025, impulsionado pela demanda global e por fatores macroeconômicos.

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Exato momento em que BTC é negociado a US$ 112 mil. Fonte: Coinbase.

O movimento de alta resultou na liquidação de US$ 200 milhões em posições vendidas (shorts) de traders que apostavam contra a valorização do BTC. Analistas da Bitfinex destacaram que essa alta foi construída sobre uma “base mais saudável”, com acumulação consistente em cadeia (on-chain). Além disso, houve um fluxo de ordens de compra fora das exchanges, reduzindo a dependência de alavancagem especulativa.

A capitalização total do mercado cripto recuperou US$ 3,47 trilhões, aproximando-se do recorde de US$ 3,73 trilhões registrado em dezembro de 2024. O Bitcoin, responsável por parte significativa desse crescimento, também se beneficiou de seu status crescente como “ativo de refúgio seguro”. Segundo Katalin Tischhauser, do Sygnum Bank, o BTC tem se desvinculado de correções do S&P 500, especialmente após a adoção de políticas pró-Bitcoin nos EUA, como as reservas de BTC que estão sendo aprovadas por alguns estados.

Fatores externos e adoção institucional do Bitcoin

O anúncio de novas tarifas comerciais pelo presidente Trump contra países como Malásia e Japão, em vigor a partir de agosto, pode ter contribuído para a busca por ativos digitais, entre eles, o Bitcoin.

Além disso, analistas apontam que a queda nas reservas de BTC nas exchanges — que passou de 3,11 milhões para 2,99 milhões de BTC entre março e maio — sinaliza confiança de longo prazo dos investidores. Afinal, este é um indicativo de que a escassez de Bitcoin pode estar se aproximando de um momento crítico.

Vale lembrar que, dos 21 milhões de BTC possíveis, restam apenas 1,05 milhão a serem minerados, de acordo com dados do CoinGecko. Dessa forma, os outros 20 milhões já estão em circulação, disponíveis para negociação. Portanto, com o crescente interesse de instituições — incluindo gestoras de fundos e governos —, a demanda pelo Bitcoin está pressionando cada vez mais o preço do ativo.

Após atingir a marca dos US$ 112 mil, o Bitcoin sofre uma leve queda e agora está sendo negociado na faixa dos US$ 111 mil. Para os analistas, a continuidade da alta depende da manutenção do domínio dos compradores à vista (spot), assim como da consolidação institucional, como a regulamentação de stablecoins pelo GENIUS Act.

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