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Ethereum registra maior fuga de validadores da história com alta do ETH

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O sistema de staking do Ethereum vem sofrendo a maior fuga da história, motivada pela recente alta no preço do ETH. De acordo com dados do Ethereum Validator Queue, mais de 705 mil validadores estão atualmente na fila para abandonar a rede. Esse número marca a maior saída desde o Merge, quando a rede migrou de proof‑of‑work para proof‑of‑stake.

Desde o início de julho, a fila de saída cresce diariamente. Isso mostra que os investidores buscam desbloquear recursos e converter ganhos. Mais de 63% dos validadores agora pretendem sair da rede e aproveitar a valorização.

Esse movimento de saída se assemelha ao ocorrido em janeiro de 2024, quando mais de 500.000 validadores aguardaram na fila para retirarem moedas. Naquele período, o ETH saltou de US$ 2.200 para US$ 3.500, incentivando saídas massivas.

Atualmente, muitos validadores veem oportunidade de lucro com a valorização. Assim, optam por converter ETH em dólares ou reais.

Mesmo com crescimento anterior no staking, a situação mudou rapidamente. Conforme o Ethereum Validator Queue, desde maio houve aumento forte de participantes. A fila de entrada saltou de 70.000 em maio para mais de 400.000 em meados de junho. Porém agora a fila de saída quase dobra a de entrada.

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Imagem: Ethereum Validator Queue

Staking de Ethereum em risco

A saída não ocorre imediatamente. Existe uma fila que regula a ativação e desativação de validadores. O tempo de espera atual varia entre 6 e 11 dias para concluir a operação. Mesmo assim, a maioria dos 692 mil validadores deve seguir com o plano de retirada, indicando um forte movimento de realização de lucros.

Os validadores exercem papel essencial no Ethereum, similar aos mineradores no Bitcoin. Isso porque eles propõem e validam blocos e garantem a segurança da rede. Em vez de usar equipamentos ASIC, os validadores aplicam Ethers em staking e recebem incentivos. Essa recompensa vem em forma de rendimentos — os chamados yields pagos pela rede.

Nos últimos anos, muitos validadores acumularam rendimentos consideráveis com staking e valorização do ETH. Agora, com o valor elevado, muitos decidem converter os ativos em moeda fiduciária. Além disso, especialistas sugerem que alguns validadores podem estar migrando para restaking ou outras plataformas dentro do ecossistema Ethereum, buscando novas oportunidades de rendimento.

A pressão de venda gerada por tantos validadores pode afetar o preço do Ethereum. A oferta repentina de ETH no mercado pode dificultar a absorção por ETFs e investidores de varejo, tornando o cenário ainda mais desafiador para a recuperação sustentável do preço.

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Após hibernar por 14 anos, baleia de Bitcoin acorda com poupança de US$ 468 milhões

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Uma carteira de baleia de Bitcoin (BTC) contendo 3.962 BTC, avaliados hoje em cerca de US$ 468 milhões (aproximadamente R$ 2,5 bilhões), foi ativada após 14,5 anos de inatividade, conforme relatado pelo serviço de monitoramento Whale Alert.

No início de 2011, quando esses Bitcoins foram adquiridos, o preço unitário da criptomoeda girava em torno de US$ 0,30. Considerando esse preço, o investimento inicial foi por volta de US$ 1.189 – um valor que hoje representa um lucro de 39.450.523%.

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Carteira volta a movimentar Bitcoin. Fonte: X.com

A identidade do dono da carteira permanece desconhecida, e pode ser de algum minerador que havia perdido acesso a carteira, mas a recuperou. Esse não seria o primeiro caso do tipo nos últimos meses.

Neste ano, já foram registrados casos semelhantes. Recentemente, uma carteira da era Satoshi movimentou US$ 4,75 bilhões também após 14 anos inativa. Um outro endereço viralizou após transferir US$ 1 bilhão em BTC após que estavam adormecidos desde abril de 2011.

Baleia de Bitcoin acorda: Pressão de venda?

Vale destacar que, embora a carteira tenha sido ativada, não há indícios de que os Bitcoins nela contidos tenham sido enviados para uma exchange, o que poderia indicar uma venda iminente.

No momento da publicação, o Bitcoin está sendo negociado acima dos US$ 118 mil, uma pequena queda em relação à última semana quando chegou a ser vendida acima dos US$ 120 mil. Apesar disso, a criptomoeda segue próxima do seu recorde histórico de US$ 122.772, alcançado no começo do mês.

De acordo com a página de análise Crypto Patel, mais de 1,48 milhão de BTC foram negociados nos últimos 30 dias. A maior parte das vendas ocorreu abaixo de US$ 105 mil, enquanto novos compradores estão entrando na faixa entre US$ 105 mil e US$ 120 mil.

Um novo suporte parece estar se formando entre US$ 117 mil e US$ 118 mil, o que pode indicar resistência contra quedas mais acentuadas. No entanto, o recente movimento de lucros causou uma onda de liquidações, que pode impactar negativamente o preço do ativo.

Somente nas últimas 24 horas, mais de 314 mil traders foram liquidados e quase 1 bilhão em posições foram encerradas, de acordo com dados compilados da CoinGlass. A maioria delas, posições longas, que apostam na alta do ativo a curto prazo. Entretanto, até agora, o preço do ativo permanece estável dentro da faixa dos US$ 118 mil.

A reativação de carteiras antigas sempre gera especulação no mercado. Se o dono decidir vender, uma quantidade tão grande de BTC poderia causar volatilidade. Por outro lado, se os Bitcoins permanecerem guardados, isso pode indicar que novas flutuações positivas vêm por aí.

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Desbloqueio de 1 bilhão de XRP em agosto e pode impactar preço

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No próximo dia 1º de agosto de 2025, a Ripple realizará mais uma liberação (desbloqueio) de 1 bilhão de tokens XRP de sua conta de escrow. Esse mecanismo, estabelecido em 2017, faz parte de uma estratégia para garantir um fornecimento controlado e previsível do ativo no mercado. No entanto, a prática sempre gera discussões sobre seu possível impacto no preço da criptomoeda.

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Advogado defende modelo de lançamento de tokens da XRP. Fonte: X.com

O sistema de escrow da Ripple foi criado para evitar que grandes quantidades de XRP fossem liberadas de uma só vez e impactasse o preço. Mensalmente, a empresa destrava 1 bilhão de tokens, mas a maior parte desse montante — geralmente entre 60% e 70% — é recolocada no escrow.

O restante é utilizado para financiar operações da empresa, parcerias estratégicas e liquidez no mercado. Em junho de 2025, por exemplo, cerca de 670 milhões de XRP foram rebloqueados. Enquanto isso, 330 milhões permaneceram sob custódia da Ripple para uso corporativo.

Críticas ao processo

Apesar da transparência do processo, alguns investidores criticam a empresa. Entre as principais alegações, está a de que essas liberações funcionam como um “despejo” de tokens no mercado, pressionando o preço do XRP. Contudo, Bill Morgan, advogado conhecido por ser especialistas em casos envolvendo criptomoedas, argumenta que essa narrativa não se sustenta.

Ele destacou que, desde 2017, cerca de 20 bilhões de XRP já saíram do escrow, reduzindo o total de 55 bilhões para aproximadamente 35 bilhões, sem causar desequilíbrios significativos no mercado.

Além disso, Morgan ressaltou que a SEC, em seu processo contra a Ripple, nunca acusou o mecanismo de escrow de ser manipulador, reconhecendo que ele foi projetado justamente para promover estabilidade.

Historicamente, os desbloqueios mensais têm tido pouco impacto direto no preço do XRP. O valor da criptomoeda tende a ser mais influenciado por fatores macroeconômicos, movimentos do mercado como um todo e o andamento do caso judicial entre a Ripple e a SEC.

No momento, o XRP está sendo negociado a US$ 3,15, após uma queda nas últimas 24 horas. Apesar disso, a moeda ainda acumula alta de 10% na semana, e os investidores estão de olho na resistência de US$ 3,50, cuja superação pode abrir caminho para novos máximos históricos.

Enquanto a comunidade aguarda a liberação de agosto, a expectativa é que o padrão se mantenha: grande parte dos tokens será rebloqueada, e o impacto no mercado deve ser limitado. O foco dos investidores, portanto, deve permanecer nos desenvolvimentos regulatórios e na adoção do XRP em soluções de pagamento global.

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BitMine compra US$ 2 bilhões em Ethereum em 16 dias – 4 criptos para ficar de olho

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Embora seja uma mineradora de Bitcoin (BTC), a BitMine segue acumulando Ethereum (ETH) a um ritmo acelerado. De acordo com dados da blockchain, a BitMine adquiriu 566.776 ETH em um período de 16 dias. O valor investido foi de US$ 2 bilhões, com base no preço atual do ETH.

A ação agressiva impulsionou a BitMine à frente de rivais na corrida em rápido crescimento para construir reservas estratégicos de Ether. No início de julho, a empresa não tinha nada de ETH, mas agora já possui quase 600 mil.

Tom Lee, sócio-gerente da FundStrat e presidente da BitMine, revelou planos ainda mais ambiciosos. De acordo com ele, a empresa tem como meta ambiciosa adquirir 5% do fornecimento total de Ethereum. Nas estimativas atuais, isso corresponde a seis milhões de ETH, ou cerca de US$ 22 bilhões.

Se bem-sucedido, a BitMine controlaria uma fatia maior de Ether do que a Strategy detém em Bitcoin. A empresa de Michael Saylor detém 607.770 Bitcoins (BTC), ou 2,9% da oferta total. Só que ao contrário do Bitcoin, a oferta de Ethereum continua a aumentar ao longo do tempo.

Corrida pelo Ethereum

O rápido acúmulo de BitMine abalou a SharpLink Gaming, que anunciou recentemente uma compra de 79.949 ETH, elevando seu patrimônio total para 360.807 ETH, avaliado em cerca de US$ 1,3 bilhão. A Fundação Ethereum ocupa o terceiro lugar entre os detentores de tesouraria, com aproximadamente 237.500 ETH.

A tendência impulsionou as valorizações. As ações da BitMine (BMNR) dispararam mais de 3.000% e chegaram a valer US$ 135, após sua mudança para o Ether no início de julho. No caso da SharpLink (SBET), os papéis dispararam 171%, para US$ 79,21, após revelar planos semelhantes em maio.

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Empresas que mais acumularam ETH.

De acordo com a Strategic Ether Reserves, 61 entidades agora detêm coletivamente 2,31 milhões de ETH — cerca de 1,91% do fornecimento total, avaliado em US$ 8,46 bilhões.

Criptos além do Ethereum

Embora esse número seja pequeno em comparação ao Bitcoin, onde 206 empresas controlam mais de 3,4 milhões de BTC, no valor de US$ 408 bilhões, os títulos do Ethereum estão ganhando terreno rapidamente. E a adoção da criptomoeda como ativo de reserva pode beneficiar várias altcoins.

Snorter Token (SNORT)

Quando o ETH se valoriza, isso geralmente marca o início da famosa altseason. E vários projetos de criptomoedas com potencial costumam ter fortes altas nesse momento. Um deles é o Snorter Bot (SNORT), que apenas de operar na Solana também vai permitir que usuários do Ethereum negociem tokens.

O SNORT é o Snorter Token, token que permite o uso do bot de negociação. Seu objetivo é facilitar as buscas dos traders e encontrar as melhores memecoins da Solana. Se você está atrás de pré-vendas, tokens com alto potencial e que ainda estão fora do radar, o Snorter Bot vai te indicar todos eles.

Além de oferecer uma série de outros recursos, como análise de riscos de projetos e taxas menores do que a concorrência. E o melhor: ele filtra os bons projetos e separa aqueles que são golpes. Dessa forma você não corre o risco de perder grandes somas de dinheiro ao apostar num token fraudulento por engano.

Por causa dessas vantagens, e impulsionado pelo renascimento do ETH, a pré-venda do Snorter Bot já faturou mais de US$ 2 milhões e os analistas apostam numa valorização de 600% do token após seu lançamento.

Pré-venda Snorter Token.
Pré-venda de token já superou US$ 2 milhões. Fonte: site oficial.

SUBBD

O SUBBD é mais um token que está em pré-venda e surfou no bom momento das altcoins. A pré-venda do SUBBD está prestes a atingir a importante marca de US$ 1 milhão, um crescimento de 30% nos últimos dias. Este projeto tem como base os agentes de inteligência artificial (IA) com foco na produção de conteúdo.

Se você trabalha com essa área, o SUBBD tem funcionalidades inovadoras, como assistentes de IA para automatizar suas criações. Mas caso você esteja atrás de aumentar seu engajamento, o SUBBD oferece recompensas em tokens para fãs como uma forma de engajá-los nas suas ações.

Além disso, a plataforma elimina as altas taxas cobradas por outros serviços centralizados, permitindo que você fique com mais do seu dinheiro. Como resultado, o SUBBD já conta com o apoio de mais de 2.000 influenciadores e uma rede de 250 milhões de seguidores.

Investidores que participarem da pré-venda podem deixar seus tokens e ganhar até 20% de rendimento anual em staking. Mas corra que você ainda pode adquirir os tokens antes do aumento de preço.

SUBBD.
Pré-venda SUBBD. Fonte: site oficial.

Curve (CRV)

O CRV é o token nativo do protocolo Curve Finance, e ele sem dúvida é um dos maiores beneficiados da alta demanda por ETH. Afinal, a Curve é uma das maiores plataformas de negociação de stablecoins dentro das finanças descentralizadas (DeFi).

Com a aprovação da Lei GENIUS, que regulamenta as stablecoins nos EUA, a demanda por esses tokens deve seguir em alta. E a Curve oferece os melhores pools para quem deseja obter rendimentos com várias stablecoins. À medida que a demanda por elas cresce, o acesso a Curve também deve aumentar.

Ao mesmo tempo, a Curve hospeda as principais versões tokenizadas de ETH (ex: stETH, wETH, frxETH etc.), que são essenciais no staking da moeda. E caso a Comissão de Valores Mobiliários dos EUA, a SEC, também aprove o staking nos ETFs, a Curve vai se beneficiar do maior interesse nesses tokens.

Preço CRV.
Preço do token CRV nas últimas 24 horas. Fonte: CoinGecko.

Hyperliquid (HYPE)

Por fim, o token da Hyperliquid pode se beneficiar da valorização do Ethereum de forma indireta, mas estratégica. A DEX é uma das maiores do mercado e virou a queridinha dos investidores, sobretudo após lançar novos tokens.

O protocolo de Camada 2 atua como uma exchange descentralizada (DEX) de derivativos perpétuos, e já protagonizou alguns dos melhores trades do ano. Quando o ETH se valoriza, há um aumento no número de traders operando comprados e vendidos com alavancagem. E aí a demanda pelo HYPE aumenta conforme os traders buscam a Hyperliquid para fazer essas operações.

Além disso, a Hyperliquid vem se posicionando como uma alternativa altamente performática e descentralizada às exchanges centralizadas (CEX). Os volumes estão crescendo mês a mês e permitem a realização de operações ainda maiores.

Preço HYPE.
Valorização do token HYPE nas últimas 24 horas. Fonte: CoinGecko.

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Agronegócio brasileiro adota blockchain: VERT tokeniza crédito no XRP Ledger

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A empresa brasileira VERT Capital acaba de lançar uma plataforma baseada em blockchain para gerenciar operações de crédito privado. A plataforma utiliza a rede do XRP Ledger (XRPL) e uma sidechain compatível com a Ethereum Virtual Machine (EVM) para realizar as operações.

A estreia da solução foi marcada pela emissão de um Certificado de Recebíveis do Agronegócio (CRA) no valor de R$ 700 milhões. Esse é um dos principais instrumentos de crédito estruturado do setor, que responde por mais de 20% do PIB brasileiro.

Com nove anos de atuação, a VERT é pioneira no mercado de CRA no Brasil, tendo emitido mais de 350 operações, totalizando R$ 86 bilhões. A empresa oferece serviços integrados de securitização, gestão de fundos e administração de ativos.

Como funciona a plataforma em blockchain

Desenvolvida para digitalizar processos de securitização e fundos, a plataforma registra em blockchain todos os eventos e transações. Dessa forma, garante maior eficiência, transparência e acessibilidade aos mercados de capitais.

O CRA emitido é um ativo que agrupa fluxos futuros do agronegócio, como pagamentos de empréstimos ou recebíveis comerciais, transformando-os em produtos de investimento. Com os ativos tokenizados, a VERT busca trazer rastreabilidade e automatização a um mercado crucial para a economia brasileira.

A solução aproveita a eficiência e os baixos custos do XRPL, combinados com a capacidade de smart contracts da sidechain EVM, para permitir automação programável, armazenamento de metadados e documentos essenciais.

“É um passo concreto rumo à evolução da tokenização como pilar estrutural do mercado de capitais moderno. A tokenização também atende à demanda por maior transparência das operações, vinda principalmente de investidores estrangeiros.” destacou Gabriel Braga, Diretor de Ativos Digitais da VERT.

A plataforma oferece rastreabilidade completa desde a emissão até pagamentos e transferências, mantendo redundância off-chain por meio dos sistemas internos da VERT e integração com a infraestrutura financeira regulatória do Brasil. A pareceria com a Ripple Labs, empresa por trás da XRP, reforça a confiança e pode ser um novo paradigma para o setor agrícola no Brasil.

“O agronegócio desempenha um papel essencial na economia brasileira, e aprimorar a estruturação e o acompanhamento do crédito neste setor representa um avanço significativo” destacou Silvio Pegado, Diretor Geral da Ripple para a América Latina.

Ainda de acordo com o comunicado, a VERT planeja expandir a plataforma para outras operações de crédito estruturado, representando mais de US$ 500 milhões em valor, e adaptar o sistema a novas classes de ativos e regulamentações.

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3 memecoins para ficar de olho este fim de semana

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O mercado de memecoins segue agitado e cheio de oportunidades, especialmente para quem busca volatilidade. Mesmo com a correção mais ampla no setor, alguns ativos se destacam por seus sinais técnicos ou movimentos recentes.

A seguir, listamos três memecoins que merecem atenção redobrada neste fim de semana.

Dogecoin ainda pode surpreender, mesmo após forte correção

Nossa lista não poderia começar com outra memecoin a não ser a Dogecoin (DOGE). Apesar de estar entre as maiores quedas da semana, o ativo ainda mantém estrutura de alta no gráfico de longo prazo.

A altcoin acumulava desvalorização de mais de 20% na semana, sendo a pior entre as Top 20 por valor de mercado. Mesmo assim, é importante destacar que esse movimento vem após uma impressionante alta de 90% nas últimas quatro semanas.

Ou seja, o cenário atual ainda configura uma correção técnica. Outro fator positivo está no gráfico semanal, onde a média móvel exponencial (EMA) de 9 semanas está prestes a cruzar acima da EMA de 21 semanas.

Esse cruzamento costuma ser um dos sinais mais fortes de reversão de tendência para o lado positivo. Se a Dogecoin conseguir se manter acima do suporte na região de US$ 0,20, que corresponde ao nível de 0,618, poderá iniciar um novo movimento de alta com alvo em novas máximas.

Gráfico da Dogecoin (DOGE) no TradingView
Gráfico da Dogecoin (DOGE) no TradingView

PENGU pode corrigir após alta de 450%

A Pudgy Penguins (PENGU) é outra memecoin que merece atenção neste fim de semana. O ativo teve um desempenho explosivo nas últimas semanas, acumulando mais de 450% de valorização em apenas 30 dias.

No gráfico semanal, a criptomoeda já confirmou o cruzamento de alta entre as suas médias móveis exponenciais, o que reforça a força da tendência anterior. No entanto, nem tudo são boas notícias.

O candle atual tem se formado com o padrão conhecido como estrela-cadente, geralmente associado a reversões de tendência ou correções mais fortes. Se esse padrão se confirmar, a PENGU pode corrigir até 35% nos próximos dias, voltando para a faixa de US$ 0,023.

Mesmo com essa possível queda, o ativo continua no radar de muitos traders. Afinal, correções fazem parte do ciclo de valorização das memecoins mais voláteis do mercado.

Gráfico da Pudgy Penguins (PENGU) no TradingView
Gráfico da Pudgy Penguins (PENGU) no TradingView

Pepecoin lidera o mercado, mas exige cautela

A Pepecoin (PEP) foi a memecoin com a melhor performance nas últimas 24 horas. Mesmo com o setor de memecoins como um todo recuando 6,6% no dia, a PEP subiu mais de 50%, atingindo o maior preço desde fevereiro.

Com essa força renovada, o token ganhou os holofotes do mercado. Caso o ímpeto atual continue, a Pepecoin pode testar a resistência em US$ 0,00068, o que representaria um ganho adicional de 55% em relação ao nível atual.

Porém, nem tudo são flores. O RSI no gráfico diário está acima de 80, indicando fortes condições de sobrecompra. Isso aumenta as chances de correções abruptas, algo comum em ativos com essa volatilidade.

Mesmo assim, o volume crescente e o interesse renovado por parte da comunidade sugerem que o fim de semana pode trazer mais surpresas para quem opera a PEP.

Gráfico da Pepecoin (PEP) no TradingView
Gráfico da Pepecoin (PEP) no TradingView

Ferramentas seguras ajudam a evitar armadilhas no mercado

Com tantos projetos surgindo, identificar oportunidades reais no universo das memecoins pode ser desafiador. Por isso, ferramentas confiáveis fazem toda a diferença.

O Snorter Bot, por exemplo, oferece execução de negociações em menos de um segundo, com apenas um clique. Mais do que agilidade, o sistema conta com um filtro inteligente que bloqueia tokens perigosos.

Ele detecta projetos com funções de lista negra, cunhagens ocultas ou mecanismos de rug pull. Com isso, o Snorter impede que você entre em tokens fraudulentos por engano.

Além disso, os primeiros usuários que adquirirem o token do projeto poderão realizar staking com rendimento anual (APY) acima de 170%. Para quem busca segurança e desempenho, ferramentas como essa se tornam aliadas importantes na hora de explorar novas memecoins com potencial real.

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Chamado de louco em 2020, Michael Saylor já controla 3% de todo Bitcoin do mundo

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Quando Michael Saylor, então CEO da MicroStrategy (agora Strategy), anunciou em plena pandemia que iria alocar o caixa da empresa em Bitcoin, o mercado financeiro tradicional deu risada.

Analistas de Wall Street torciam o nariz, acionistas questionavam seu juízo e os grandes fundos de investimento viam a jogada como um ato de pura insanidade financeira. Afinal, quem em sã consciência colocaria o dinheiro de uma empresa listada em Nasdaq numa criptomoeda volátil? Cinco anos depois, essa “loucura” transformou-se na jogada corporativa mais brilhante das últimas décadas.

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Strategy é a maior empresas detentora de Bitcoin. Fonte: BitcoinTreasuries

O momento decisivo aconteceu em agosto de 2020. Enquanto os bancos centrais do mundo todo imprimiam dinheiro descontroladamente, Saylor fez o impensável: pegou US$ 250 milhões do caixa da MicroStrategy e comprou Bitcoin.

Na época, muitos acreditaram que se tratava de um golpe de sorte ou pura especulação. Mas o que parecia um movimento arriscado revelou-se uma estratégia meticulosamente calculada.

Proteção que deu certo

O ex-professor do MIT, com décadas de experiência em tecnologia e mercados, tinha uma convicção inabalável: o dólar estava em colapso lento e o Bitcoin representava a melhor proteção já inventada contra a desvalorização da moeda fiduciária.

O que se seguiu foi uma revolução silenciosa que reescreveu as regras do jogo corporativo. Enquanto os críticos esperavam pelo fracasso inevitável, a então MicroStrategy não apenas manteve suas reservas em Bitcoin como foi comprando mais – muito mais. A empresa desenvolveu um método implacável: usou emissão de dívida, venda de ações preferenciais e todo tipo de instrumento financeiro disponível para acumular ainda mais BTC.

O resultado fala por si. Hoje, a Strategy detém nada menos que 607.770 Bitcoins, o equivalente a impressionantes 3% de todo o suprimento existente da criptomoeda. Os números são de deixar qualquer investidor tradicional de queixo caído. O patrimônio em Bitcoin da empresa, que começou com modestos US$ 250 milhões, hoje vale astronômicos US$ 72 bilhões.

Enquanto isso, as ações da Strategy (MSTR) na Nasdaq dispararam 3.500%, performance que faz o S&P 500 – com seus “modestos” 120% de valorização no mesmo período – parecer um investimento medíocre. A estratégia de Saylor não apenas deu certo como criou um novo paradigma, inspirando gigantes como Tesla e BlackRock a seguirem o mesmo caminho.

O mais irônico de toda essa história é ver como os mesmos que ridicularizaram Saylor agora estudam seu caso nas melhores escolas de negócios do mundo. O homem que foi chamado de louco hoje dá palestras em Harvard e Wharton sobre estratégia corporativa.

Compras de Bitcoin por Saylor continuam

Enquanto isso, a agora Strategy continua sua política agressiva de aquisições – apenas na semana passada, comprou mais 6.220 BTC no valor de US$ 739 milhões e quer mais.

Para continuar expandindo suas reservas, a empresa anunciou ainda a emissão de 5 milhões de ações preferenciais perpétuas, a quarta série desse tipo, destinadas a financiar novas compras. A meta é ultrapassar o ETF da BlackRock (IBIT), que segue como o maior fundo em BTC, com US$ 86 bilhões em ativos sob gestão.

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Snorter Token dispara com alta no ETF de Ethereum da BlackRock

O iShares Ethereum Trust (ETHA), ETF de Ethereum da BlackRock, atingiu a marca de US$ 10 bilhões em ativos sob gestão. Levando apenas 251 dias para atingir esse marco, o ETHA tornou-se o terceiro ETF mais rápido a atingir esse feito na história.

Só que o mais impressionante é que 50% desse total (US$ 5 bilhões) entrou no ETHA apenas nos últimos 10 dias. Dessa forma, o ETF foi o mais rápido da história a dobrar sua quantidade de ativos sob gestão. Tal aumento sinaliza um enorme interesse institucional no Ethereum, impulsionado por ganhos de preço.

De fato, a maior clareza regulatória nos EUA e crescente adoção de stablecoins beneficiaram o Ethereum. A criptomoeda registra queda de 1,4% nesta sexta-feira (25), mas acumula ganhos de 50% em 30 dias. Outrora visto como superado pelo mercado, o ETH voltou a brilhar e chegou a superar o volume de negociação do Bitcoin (BTC) na quinta-feira (24).

Isso também impulsiona uma nova demanda por todos os projetos baseados na rede Ethereum, incluindo tokens ERC-20. E entre os tokens e criptomoedas mais promissores, o Snorter Token ($SNORT) se destaca. Este projeto tem enorme potencial para atingir valorização de até 600% após o seu lançamento.

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Preço do Ether nas últimas 24 horas. Fonte: CoinGecko.

ETF de Ethereum explode

A alta do ETHA está ocorrendo em paralelo a uma forte alta no preço do Ethereum. Há poucos dias, o preço da criptomoeda chegou a atingir US$ 3.800 pela primeira vez desde janeiro. Mesmo caindo para US$ 3.600, o ETH já vale o dobro do preço que tinha no mesmo período do ano passado.

A relação entre os ingressos de capital nos ETFs de Ethereum, a variação do preço do $ETH é complexa e nem sempre direta. De acordo com Eric Balchunas, da Bloomberg, afirma que “eles se alimentam mutuamente, mas não é uma questão de um por um. É uma questão do ovo ou da galinha”.

Nesse sentido, os ETFs de Ethereum tiveram forte acúmulo com a valorização da criptomoeda. Entre 7 e 24 de julho de 2025, os ETFs de Ethereum listados nos EUA registraram um total de US$ 9,9 bilhões em investimentos, de acordo com a Farside Investors.

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Fluxos crescentes nos ETFs de Ethereum. Fonte: Farside Investors.

Além disso, o ambiente regulatório também aumento o interesse no ETH, com a aprovação do projeto de lei das stablecoins (Lei GENIUS) impulsionando significativamente as perspectivas gerais da Web3. E como resultado, o Ethereum é o que mais se beneficia.

Isso porque domina todas as outras redes em termos de atividade de stablecoins e, com um impressionante valor total bloqueado (TVL) de US$ 80,9 bilhões, detém 59,65% do mercado total. No entanto, o mercado ainda está em modo de cautela por causa da guerra tarifária, o que explica a queda no preço do $ETH hoje.

Snorter token simplifica a negociação de criptomoedas

Imagine poder negociar tokens e gerenciar $ETH diretamente no quarto maior aplicativo de mensagens do mundo. Sim, isto é possível através do Snorter Token ($SNORT), cuja pré-venda já arrecadou mais de US$ 2,3 milhões. E o lançamento final do token no terceiro trimestre deste ano promete movimentar o setor de memecoins.

Em primeiro lugar, este projeto não é apenas uma memecoin inútil que se valoriza com base em piadas. Não, o Snorter Bot tem uma utilidade real: permite ao usuário comprar e vender tokens instantaneamente. É possível negociar várias criptomoedas e, inclusive, achar pré-vendas com alto potencial usando o auxílio do robô.

Desenvolvido para ter alta velocidade de transações e custo-benefício, o Snorter Bot cobra taxas de apenas 0,85% para detentores de tokens. Essa porcentagem é significativamente menor do que bots como Maestro, BonkBot e Trojan, que normalmente cobram 1% ou mais.

Inicialmente, ele será lançado em Solana, mas terá integração no Ethereum e na BNB Chain já em fase final de desenvolvimento. Em seguida, ele se expandirá para outras blockchains compatíveis com EVM – incluindo Polygon e Base – como parte de seu ambicioso roteiro.

Pré-venda Snorter Token.
Pré-venda de token já superou US$ 2 milhões. Fonte: site oficial.

E tudo isso com segurança de alto nível. O Snorter Bot está sendo desenvolvido com uma infraestrutura RPC privada, proteção MEV e ferramentas de detecção de fraudes, incluindo filtros honeypot e rug pull. Ele impede que o usuário caia em golpes e corra o risco de escolher projetos fraudulentos por engano.

Não é de se admirar que o $SNORT já tenha ultrapassado US$ 2,3 milhões na pré-venda, apoiado por grandes investidores baleias que contribuíram com US$ 11.000 e US$ 40.000. E já há analistas que preveem uma alta de 600% no valor do token após o lançamento, o que já “garante” um retorno acima do mercado para quem adquiri-lo agora. Conheça o projeto.

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Por que a SpacePay é a principal aposta em altcoins com pré-venda em andamento?

SpacePay realiza pagamentos instantâneos

Pagamentos com criptomoedas têm sido um problema há anos, mas a SpacePay pode realmente resolver esse problema. Esta startup londrina descobriu como fazer com que qualquer máquina de cartão comum aceite pagamentos com criptomoedas. Sem a necessidade de novos equipamentos.

A plataforma funciona com mais de 325 carteiras, cobra taxas de 0,5% e converte criptomoedas em dinheiro instantaneamente. Desse modo, os comerciantes não perdem dinheiro quando os preços despencam.

Eles já arrecadaram mais de US$ 1,2 milhão e os tokens $SPY estão sendo vendidos por US$ 0,003181 neste momento.

Veja por que a SpacePay faz sentido

A maioria dos projetos de criptomoedas promete mudar tudo, mas acaba não mudando nada. Porém, a SpacePay é diferente porque funciona com o que já existe. Entre em qualquer loja com um terminal de pagamento Android e eles poderão aceitar suas altcoins após uma rápida atualização de software. Simples assim.

Pense nisso – existem 400 milhões de pessoas com criptomoedas no mundo todo. No entanto, a maioria delas não consegue gastá-las em nenhum outro lugar, exceto em corretoras online. Enquanto isso, as empresas estão perdendo clientes que preferem pagar com dinheiro digital. A SpacePay conecta esses dois grupos sem forçar ninguém a aprender novos sistemas.

O problema da volatilidade também é resolvido. Digamos que você compre um sanduíche de US$ 20 com Ethereum, por exemplo. Mesmo que o ETH caia 10% enquanto você come, o restaurante ainda recebe US$ 20 em dinheiro. A SpacePay lida com a conversão instantaneamente, para que ninguém se perca com oscilações de preço.

Pequenas empresas adoram isso porque não precisam se tornar especialistas em criptomoedas da noite para o dia. Elas simplesmente agregam mais opções de pagamento e taxas mais baixas. O custo de processamento de 0,5% supera a maioria das empresas de cartão de crédito por uma margem considerável.

Token $SPY faz mais do que você espera

O token da SpacePay não é apenas mais um ativo especulativo. Os detentores de $SPY têm direito a voto nas decisões da plataforma. Quer um novo recurso? Vote nele. Não gosta de uma mudança proposta? Vote contra. Dessa forma, a comunidade realmente comanda o projeto.

E há também a divisão da receita. A SpacePay divide os lucros com os detentores de tokens todo mês. Ou seja, quanto mais comerciantes usando a plataforma, mais dinheiro para todos os envolvidos. É como possuir uma pequena parte de uma empresa de pagamentos que está crescendo rapidamente.

Aliás, os airdrops de fidelidade também são outra vantagem. Usuários ativos recebem tokens gratuitos mensalmente apenas por participar. Os detentores também têm acesso a novos recursos antes de serem liberados para o público geral. A equipe também realiza webinars trimestrais, para que você possa entender os próximos passos do projeto.

Analisando a distribuição de tokens, os fundadores ficaram com apenas 5% para si. Isso é incomum no mundo das criptomoedas, onde as equipes costumam receber de 20% a 30% adiantado. O restante vai para vendas públicas, recompensas para usuários, parcerias e marketing. Parece mais justo do que a maioria dos projetos.

Números da pré-venda da SpacePay contam uma história interessante

A pré-venda do $SPY arrecadou US$ 1,2 milhão até agora. Nada mal para um projeto que ainda está ganhando impulso. Os tokens custam US$ 0,003181 cada atualmente, mas esse preço sobe a cada etapa.

O mais interessante é que a SpacePay já funciona. Você pode baixar o aplicativo deles e testá-lo. A maioria dos projetos de criptomoedas arrecada milhões com base em slides do PowerPoint e promessas vazias. Porém, esses caras construíram algo primeiro e depois pediram dinheiro.

Ficou interessado em comprar o token? A pré-venda aceita todo tipo de pagamento, de Ethereum a cartões de crédito. Até mesmo seu tio que não entende nada de tecnologia pode participar.

Além disso, o trabalho de conformidade regulatória é tedioso, mas importante. Empresas de pagamento precisam de licenças adequadas para trabalhar com bancos e comerciantes. Por isso, a SpacePay está cuidando da papelada agora, em vez de lidar com os reguladores depois. Uma jogada inteligente.

Visite a pré-venda da SpacePay

 

SpacePay

Por que os empresários estão realmente interessados?

Os benefícios para os comerciantes são óbvios quando você os vê. Taxas mais baixas significam mais lucro por venda. Enquanto isso, liquidações instantâneas significam melhor fluxo de caixa. Assim, o acesso a usuários de criptomoedas significa mais clientes em potencial.

A segurança também é um ponto de preocupação, e ela é garantida por meio de criptografia e protocolos descentralizados. Ninguém quer que seu sistema de pagamento seja hackeado. Especialmente empresas que lidam com dados de clientes. A SpacePay usa várias camadas de proteção para manter as transações seguras.

Já a experiência do cliente é extremamente simples. Aproxime o celular, pague com criptomoedas e vá embora. Sem códigos QR, sem endereços de carteira, sem confirmações de transações. A parte técnica acontece nos bastidores, onde deveria acontecer.

Proprietários de restaurantes e gerentes de varejo não precisam de diplomas em criptomoedas para usar isso. Eles apenas têm outra opção de pagamento que custa menos que Visa ou Mastercard. É exatamente assim que a adoção deveria funcionar.

Começando com a pré-venda de $SPY

Quer adquirir alguns tokens antes que o preço suba? Acesse o site da SpacePay e conecte sua carteira. A MetaMask funciona bem, ou use a WalletConnect, se preferir. Você pode pagar com ETH, BNB, USDT, USDC ou várias outras moedas.

Não tem carteira de criptomoedas? Use um cartão bancário comum. Escolha quanto deseja gastar, confirme a transação e guarde o recibo. O preço atual é de US$ 0,003181 por token, mas isso não durará para sempre.

 

PARTICIPE DA PRÉ-VENDA DA SPACEPAY ($SPY) AGORA

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Shiba Inu em risco: entenda por que o preço pode cair 25% em breve

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A Shiba Inu (SHIB) opera em queda nesta sexta-feira (25), ampliando a pressão sobre os investidores. O movimento atual pode sinalizar o início de uma nova fase de baixa para o ativo, após semanas em alta.

Ao longo desta semana, a memecoin chegou a acumular perdas superiores a 15%. Com isso, o cenário técnico volta a indicar risco de correções mais profundas.

Entenda, a seguir, os fatores por trás dessa pressão e o que pode acontecer nos próximos dias.

Gráficos apontam possível queda de 25% para a Shiba Inu

Nas últimas cinco semanas, a Shiba Inu subiu quase 50%. Apesar desse desempenho expressivo, o gráfico semanal mostra que a recuperação pode ter sido apenas um movimento corretivo. Isso porque o ativo falhou ao tentar romper a resistência no nível de retração de 0,786 de Fibonacci, em US$ 0,000016.

Esse padrão sugere que a SHIB pode retomar a tendência de baixa iniciada no começo do ano. Se isso ocorrer, o preço pode cair até o fundo anterior, em US$ 0,000010. Essa desvalorização representaria uma queda de aproximadamente 25% em relação ao nível atual.

Gráfico da Shiba Inu (SHIB) no TradingView
Gráfico da Shiba Inu (SHIB) no TradingView

No gráfico diário, a pressão vendedora também se intensificou. A SHIB perdeu o suporte da média móvel exponencial (EMA) de 21 dias (laranja). Nesse sentido, a criptomoeda não era negociada abaixo desse suporte desde o início de julho.

Apesar do cruzamento positivo entre a EMA de 9 e 21 dias ainda indicar tendência de alta no curto prazo, a quebra do suporte pode mudar esse cenário rapidamente.

Gráfico da Shiba Inu (SHIB) no TradingView
Gráfico da Shiba Inu (SHIB) no TradingView

Se a SHIB perder o próximo suporte em US$ 0,00001320, o caminho até os US$ 0,000010 tende a ser acelerado.

Indicadores técnicos confirmam fraqueza e sinalizam possível reversão

No gráfico de 4 horas, os principais indicadores técnicos confirmam o enfraquecimento da força compradora. O RSI apresenta leve alta, mas ainda segue abaixo do nível 50. Isso indica uma falta de impulso consistente por parte dos compradores.

O MACD opera em território negativo, mas as médias estão próximas de um cruzamento de alta. Isso pode gerar uma reação de curto prazo, embora ainda insuficiente para reverter a estrutura de baixa.

Enquanto isso, a ADX está acima de 30, o que indica força na tendência atual, que neste caso é de queda. Já o Chaikin Money Flow (CMF) está em queda e próximo de ficar negativo, reforçando a saída de capital do ativo.

Indicadores da Shiba Inu (SHIB) no TradingView
Indicadores da Shiba Inu (SHIB) no TradingView

Juntos, esses indicadores sugerem que a tendência negativa pode se aprofundar, caso o suporte técnico citado anteriormente seja rompido.

Snorter Bot em evidência

Com o aumento da volatilidade, identificar oportunidades reais e evitar armadilhas se torna ainda mais importante. Nesse contexto, ferramentas como o Snorter Bot ganham relevância para traders que desejam operar com eficiência e segurança.

O Snorter Bot executa ordens em menos de um segundo e permite negociar qualquer token com apenas um clique. Um dos grandes diferenciais é o seu sistema de filtro, que bloqueia tokens com riscos ocultos, como, por exemplo, cunhagens infinitas, funções de lista negra e esquemas de rug pull.

Além disso, o bot permite usar comandos simples no Telegram para controlar recursos avançados, como ordens limitadas, stop-loss dinâmico, copy-trading e até launch sniping.

O projeto já levantou mais de US$ 2 milhões em sua pré-venda, refletindo o interesse da comunidade por soluções eficientes no ecossistema cripto.

Em momentos em que ativos como a SHIB enfrentam instabilidade, contar com ferramentas como essa pode ser um diferencial crucial para proteger capital e buscar oportunidades com mais confiança. Confira a pré-venda.

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