tokens-em-eth-sobem-apos-binance

Binance vai dar criptomoedas de graça em nova rodada do Launchpool

tokens-em-eth-sobem-apos-binance

A Binance anunciou uma nova rodada do Launchpool, desta vez voltada para o setor emergente de Ciência Descentralizada (DeSci). O projeto escolhido é o Bio Protocol (BIO), que estará disponível para farming a partir de 24 de dezembro.

Essa iniciativa permite aos usuários receber criptomoedas gratuitamente ao bloquearem tokens como BNB e FDUSD. O Bio Protocol é o 63º projeto listado no Launchpool da Binance e tem chamado atenção por ser pioneiro no setor de DeSci.

O token BIO estará disponível para trading a partir de 3 de janeiro de 2025, mas, antes disso, os usuários poderão aproveitar 10 dias de farming. Durante esse período, a Binance distribuirá 99,6 milhões de tokens BIO, o equivalente a 3% do fornecimento total.

O sistema de distribuição prioriza a equidade. Dessa forma, 85 milhões de BIO serão destinados a usuários que bloquearem BNB, enquanto 14,9 milhões irão para quem utilizar FDUSD.

Além disso, a Binance implementará limites horários para evitar que grandes investidores dominem as alocações, garantindo oportunidades para todos.

Launchpool Binance
Imagem: Binance

Airdrop de BIO na Binance

A escolha do BIO para o Launchpool demonstra o interesse crescente da Binance no setor de DeSci, uma área ainda em desenvolvimento, mas com grande potencial.

Projetos de DeSci buscam tokenizar iniciativas científicas e biotecnológicas, permitindo que mais pessoas participem e invistam. Com isso, o BIO se torna uma peça-chave para impulsionar a inovação e atrair atenção para o setor.

A Binance também investiu diretamente no Bio Protocol por meio de sua divisão de capital de risco, a Binance Labs, mostrando confiança no projeto. A plataforma do Bio Protocol já hospedou oito projetos de DeSci, incluindo iniciativas voltadas para longevidade, saúde mental e bioengenharia.

Para participar, basta possuir tokens BNB ou FDUSD e alocá-los no Launchpool. Essa é uma oportunidade para quem deseja explorar o universo de criptomoedas sem custos iniciais. Além disso, o BIO promete benefícios adicionais, como governança e acesso prioritário a novos projetos do setor.

O post Binance vai dar criptomoedas de graça em nova rodada do Launchpool apareceu primeiro em CriptoFacil.

bitcoin-reserva-valor-eua-1313x840-1

Reserva de Bitcoin pode reduzir dívida fiscal dos EUA, aponta VanEck

Bitcoin como Reserva de Valor nos EUA

A empresa de investimentos VanEck divulgou que, caso o Tesouro dos EUA adquira 1 milhão de Bitcoin, conforme sugeriu o futuro presidente Donald Trump no BITCOIN Act, essa reserva poderia compensar cerca de 35% da dívida nacional até 2049.

Durante um evento na NYSE, Trump afirmou que os EUA devem liderar o mercado de criptomoedas, citando preocupações com a China. Segundo ele, a dívida nacional, prevista para alcançar US$ 119,3 trilhões, cresce a 5% ao ano. Ao mesmo tempo, o Bitcoin poderia atingir US$ 42 trilhões com um crescimento de 25% ao ano.

Gráfico mostrando a projeção da dívida dos EUA em trilhões de dólares em comparação ao crescimento da reserva de Bitcoin. A linha curva representa a dívida total, enquanto as barras indicam a porcentagem da reserva de Bitcoin em relação à dívida até 2049, assumindo um crescimento de 25% ao ano.
Reserva Nacional de Bitcoin pode representar cerca de US$ 42 trilhões – Fonte: VanEck.

Reserva de Bitcoin dos EUA

No último dia 12, o futuro presidente dos EUA, Donald Trump, declarou apoio a ideia de criar uma reserva de Bitcoin. A criação se daria por meio de lei que ficou conhecida como BITCOIN Act. A ideia é adquirir até 1 milhão de Bitcoin até 2029.

No evento da NYSE, uma das principais bolsas de valores americanas, questionaram Trump se os EUA poderiam criar uma reserva de Bitcoin semelhante a reserva de Petróleo. Ele respondeu:

“Sim, acho que sim. Faremos algo grandioso com a criptomoeda porque não queremos que a China ou qualquer outra pessoa — não apenas a China — mas outros a adotem, e queremos ser os líderes.”

Diante disso, a firma de investimentos VanEck calculou que, se o governo seguir essa trajetória, a reserva de Bitcoin poderia representar cerca de 35% da dívida nacional até 2049. Desse modo, a reserva compensaria aproximadamente 35% da dívida do país, de acordo com a firma.

Isso porque a dívida dos EUA, que cresce a uma taxa de 5% ao ano, seria de cerca de US$ 119,3 trilhões em 2049. Enquanto isso, o Bitcoin alcançaria US$ 42 trilhões.

Os dados foram divulgados pelo Chefe de Pesquisa em Ativos Digitais da empresa, Matthew Sigel, em sua conta no X. Junto da publicação, Sigel apresentou uma tabela mostrando os números dos cálculos, com variáveis para caso o Bitcoin se valorize mais ou menos do que a média de 25%. Em um cenário de um crescimento de 30% ao ano, a reserva de 1 milhão de BTC dos Estados Unidos representaria 91% de toda a dívida pública.

Sobre o Bitcoin Act

O Bitcoin Act of 2024 é uma iniciativa da Senadora Cynthia Lummis.O objetivo é fortalecer a posição econômica dos Estados Unidos em um cenário de crescente inflação e riscos de desdolarização global.

A proposta prevê que o Tesouro dos EUA adquira 1 milhão de Bitcoin ao longo de cinco anos, buscando diversificar as reservas financeiras do país e promover a adoção de criptomoedas como uma ferramenta estratégica no enfrentamento de pressões econômicas.

O post Reserva de Bitcoin pode reduzir dívida fiscal dos EUA, aponta VanEck apareceu primeiro em CriptoFacil.

troca-cripto-por-real-1

Empresa de carteira de criptomoedas com 1.900 Bitcoin é listada na NYSE

As melhores carteiras de criptomoedas oferecem mecanismos intuitivos de câmbio e permitem a troca de tokens ativos por real (BRL), euro (EUR), dólar americano (USD) e outras moedas

A Exodus, reconhecida empresa de serviços de carteira de criptomoedas, foi listada na NYSE American na última quarta-feira (19). Com 1,6 milhão de usuários ativos mensais, a Exodus é uma das carteiras de criptomoedas mais antigas do mercado.

Desde sua criação em 2015, a Exodus mantém Bitcoin em seu portfólio. Atualmente, a empresa conta com uma base sólida de usuários e detém atualmente 1.900 Bitcoin (BTC) e 2.660 Ethereum (ETH),

Embora a listagem estivesse aprovada, a NYSE American a adiou. Isso porque houve atrasos no processo de revisão junto à Comissão de Valores Mobiliários dos EUA (SEC).

Assim que a empresa anunciou a listagem, as ações (ticker: EXOD) apresentaram um aumento de cerca 37% ao final do pregão, após alcançarem uma máxima histórica de US$ 56,57, de acordo com o Google Finance.

Carteira de criptomoedas Exodus chega à NYSE

O CFO James Gertneztke afirmou, em entrevista recente, que o acesso aos mercados de capitais será benéfico para iniciativas de produtos e marketing, além de possibilitar aquisições de outras empresas.

Ele destacou ainda que, em 2025, o foco da empresa será o lançamento e a ampliação de produtos que conectem o sistema financeiro tradicional (TradFi) às criptomoedas. Isso inclui as chaves de acesso e o XO Swap, uma funcionalidade da empresa que permite aos usuários trocarem suas criptomoedas de forma rápida e direta, sem a necessidade de utilizar uma exchange tradicional.

“Já contamos com um grande capital em reserva. Então, o acesso aos mercados de capitais não terá um impacto imediato”, comentou Gertneztke, referindo-se ao que definiu como “warchest”, que inclui um tesouro com 1.900 BTC e 2.660 ETH.

Desde sua fundação em 2015, a Exodus retém Bitcoin e obtém a maior parte de sua receita em BTC e USDC. O volume recorde processado pelo agregador de câmbio da empresa no quarto trimestre contribuiu para que a Exodus acrescentasse recentemente 100 BTC ao seu tesouro.

Em seu relatório do terceiro trimestre de 2024, a Exodus destacou resultados financeiros positivos, com uma receita de US$ 20,1 milhões, um aumento de 68% em relação ao mesmo período do ano anterior. O custo das receitas foi de US$ 11,3 milhões, resultando em um lucro bruto de US$ 8,8 milhões e um lucro líquido de US$ 800 mil. Os resultados contrastam com uma perda de US$ 300 mil no terceiro trimestre de 2023.

“Nós não temos dívidas, portanto, nossos ativos não estão ‘alavancados’”, acrescentou o CFO.

Apesar de parecem pouco, principalmente em comparação aos líderes do ranking, os 1.900 BTC estão avaliados atualmente em aproximadamente 200 milhões, uma quantia significativa. Além disso, Gertneztke fez questão de afirmar que a empresa vai continuar a fazer novas aquisições no ano que vem.

O post Empresa de carteira de criptomoedas com 1.900 Bitcoin é listada na NYSE apareceu primeiro em CriptoFacil.

troca-cripto-por-real

Empresa de carteira de criptomoedas com 1.900 Bitcoin é listada na NYSE

As melhores carteiras de criptomoedas oferecem mecanismos intuitivos de câmbio e permitem a troca de tokens ativos por real (BRL), euro (EUR), dólar americano (USD) e outras moedas

A Exodus, reconhecida empresa de serviços de carteira de criptomoedas, foi listada na NYSE American na última quarta-feira (19). Com 1,6 milhão de usuários ativos mensais, a Exodus é uma das carteiras de criptomoedas mais antigas do mercado.

Desde sua criação em 2015, a Exodus mantém Bitcoin em seu portfólio. Atualmente, a empresa conta com uma base sólida de usuários e detém atualmente 1.900 Bitcoin (BTC) e 2.660 Ethereum (ETH),

Embora a listagem estivesse aprovada, a NYSE American a adiou. Isso porque houve atrasos no processo de revisão junto à Comissão de Valores Mobiliários dos EUA (SEC).

Assim que a empresa anunciou a listagem, as ações (ticker: EXOD) apresentaram um aumento de cerca 37% ao final do pregão, após alcançarem uma máxima histórica de US$ 56,57, de acordo com o Google Finance.

Carteira de criptomoedas Exodus chega à NYSE

O CFO James Gertneztke afirmou, em entrevista recente, que o acesso aos mercados de capitais será benéfico para iniciativas de produtos e marketing, além de possibilitar aquisições de outras empresas.

Ele destacou ainda que, em 2025, o foco da empresa será o lançamento e a ampliação de produtos que conectem o sistema financeiro tradicional (TradFi) às criptomoedas. Isso inclui as chaves de acesso e o XO Swap, uma funcionalidade da empresa que permite aos usuários trocarem suas criptomoedas de forma rápida e direta, sem a necessidade de utilizar uma exchange tradicional.

“Já contamos com um grande capital em reserva. Então, o acesso aos mercados de capitais não terá um impacto imediato”, comentou Gertneztke, referindo-se ao que definiu como “warchest”, que inclui um tesouro com 1.900 BTC e 2.660 ETH.

Desde sua fundação em 2015, a Exodus retém Bitcoin e obtém a maior parte de sua receita em BTC e USDC. O volume recorde processado pelo agregador de câmbio da empresa no quarto trimestre contribuiu para que a Exodus acrescentasse recentemente 100 BTC ao seu tesouro.

Em seu relatório do terceiro trimestre de 2024, a Exodus destacou resultados financeiros positivos, com uma receita de US$ 20,1 milhões, um aumento de 68% em relação ao mesmo período do ano anterior. O custo das receitas foi de US$ 11,3 milhões, resultando em um lucro bruto de US$ 8,8 milhões e um lucro líquido de US$ 800 mil. Os resultados contrastam com uma perda de US$ 300 mil no terceiro trimestre de 2023.

“Nós não temos dívidas, portanto, nossos ativos não estão ‘alavancados’”, acrescentou o CFO.

Apesar de parecem pouco, principalmente em comparação aos líderes do ranking, os 1.900 BTC estão avaliados atualmente em aproximadamente 200 milhões, uma quantia significativa. Além disso, Gertneztke fez questão de afirmar que a empresa vai continuar a fazer novas aquisições no ano que vem.

O post Empresa de carteira de criptomoedas com 1.900 Bitcoin é listada na NYSE apareceu primeiro em CriptoFacil.

Por-que-o-Bitcoin-esta-em-alta-novamente-Especialistas-analisam-o-cenario-e-novo-token-ganha-destaque-no-mercado-1

Dados indicam que Bitcoin pode subir 20% em 20 dias

Por que o Bitcoin está em alta novamente? Especialistas analisam o cenário e novo token ganha destaque no mercado

O interesse em “comprar na queda” do Bitcoin atinge seu maior nível desde agosto, de acordo com a Santiment, com um volume de buscas de 54 pontos e uma dominância social de 0,061.

Apesar da recente recuperação do ativo para US$ 97.000, análises técnicas da IntoTheBlock alertam para a complexidade da situação, destacando a quebra da linha de suporte em US$ 97.500, o que pode indicar uma demanda insuficiente para sustentar os preços.

Conforme a análise Santiment, as discussões em torno da compra do Bitcoin na queda atingiram o maior pico desde agosto. Para chegar a essa conclusão, a empresa pesquisou o tema “comprar na queda” nas plataformas X, Reddit, 4Chan, Bitcointalk e Farcaster, principais centros digitais de debates em torno de cripto ativos. Entre as conclusões, a empresa destacou o alto volume de pesquisas e a taxa de dominância social, a maior da série anual.

A imagem apresenta um gráfico detalhando o interesse em "comprar na queda" de criptomoedas, mostrando o volume social e a dominância nas redes sociais ao longo de um período de oito meses. As linhas coloridas representam a dominância social (em verde) e o volume social (em vermelho), indicando uma alta atividade de discussão sobre a compra durante correções de preço. Notavelmente, o gráfico destaca um pico na dominância social, o mais alto desde 12 de abril de 2024, sugerindo um aumento significativo nas conversas sobre oportunidades de compra no mercado de criptomoedas. As escalas à direita mostram valores do Bitcoin em dólares, com dados que revelam a dinâmica de interesse no mercado.
Gráfico compartilhado pela Santiment mostra qu dominância social do Bitcoin é a mais alta da série histórica – Fonte: Santiment.

Comprar na queda

Na métrica utilizada pela empresa, o volume de buscas atual em torno do tema “comprar na queda” chegou a 54 pontos, o maior desde julho de agosto. Naquele mês, o Bitcoin também entrou em viés de queda e chegou a ser cotado abaixo dos US$ 54 mil, atingindo o volume de buscas de 71.

No entanto, a dominância social, uma métrica utilizada pela empresa que indica o quanto as pessoas estão comentando um assunto, chegou a 0,061, mais do que no dia 5 de agosto, quando chegou a bater por volta dos 0,060.

Naquele dia, após chegar a US$ 53,923, o Bitcoin saltou para US$ 64,265. Ou seja, um aumento de 19,19% em apenas 20 dias. Com a proximidade dos índices entre as duas datas, o mesmo pode se repetir agora.

A criptomoeda chegou a cair para US$ 92,000 nas primeiras horas de sexta-feira(20). Aplicando a porcentagem registrada naquele dia 5 de agosto, quando os níveis de dominância social do tema “comprar na queda” eram muito similares aos de hoje, o ativo pode subir para US$ 110,000 até a primeira semana de janeiro do próximo ano.

Vale destacar que, em que pese o Bitcoin ter se recuperado para US$ 97,000 no momento dessa reportagem, essa recuperação de US$ 5 mil é muito parecida com a que ele teve no mesmo dia 5 de agosto. Naquele dia, o Bitcoin caiu até US$ 49.000 no começo do dia e atingiu US$ 53.000 no período da tarde. O mesmo movimento de recuperação, em números e no tempo, do Bitcoin na sexta-feira, 20.

Bitcoin abaixo da zona de demanda

Entretanto, é importante notar que apesar do otimismo em torno dos números apresentados pela Santiment, a análise técnica da agência de pesquisa IntoTheBlock apontou para uma situação mais complexa. A empresa trouxe dados sobre a zona de demanda, ou seja, o nível de preço em que muitos investidores estão dispostos a comprar o ativo.

De acordo com a postagem, esse nível ocorreu quando o ativo atingiu a linha de suporte de US$ 97.500. Naquele momento, investidores compraram mais de 1,4 milhões de BTC. Ocorre que a criptomoeda caiu para US$ 92,000 no mesmo dia, rompendo a linha de suporte. Isso indica que a demanda não era mais suficiente para manter o preço.

Porém, a portagem saiu na quinta-feira, antes do Bitcoin voltar a subir. Agora, a criptomoeda está muito próxima da zona de demanda estabelecida pelas métricas da agência, em US$ 97,300.

O post Dados indicam que Bitcoin pode subir 20% em 20 dias apareceu primeiro em CriptoFacil.

Por-que-o-Bitcoin-esta-em-alta-novamente-Especialistas-analisam-o-cenario-e-novo-token-ganha-destaque-no-mercado

Dados indicam que Bitcoin pode subir 20% em 20 dias

Por que o Bitcoin está em alta novamente? Especialistas analisam o cenário e novo token ganha destaque no mercado

O interesse em “comprar na queda” do Bitcoin atinge seu maior nível desde agosto, de acordo com a Santiment, com um volume de buscas de 54 pontos e uma dominância social de 0,061.

Apesar da recente recuperação do ativo para US$ 97.000, análises técnicas da IntoTheBlock alertam para a complexidade da situação, destacando a quebra da linha de suporte em US$ 97.500, o que pode indicar uma demanda insuficiente para sustentar os preços.

Conforme a análise Santiment, as discussões em torno da compra do Bitcoin na queda atingiram o maior pico desde agosto. Para chegar a essa conclusão, a empresa pesquisou o tema “comprar na queda” nas plataformas X, Reddit, 4Chan, Bitcointalk e Farcaster, principais centros digitais de debates em torno de cripto ativos. Entre as conclusões, a empresa destacou o alto volume de pesquisas e a taxa de dominância social, a maior da série anual.

A imagem apresenta um gráfico detalhando o interesse em "comprar na queda" de criptomoedas, mostrando o volume social e a dominância nas redes sociais ao longo de um período de oito meses. As linhas coloridas representam a dominância social (em verde) e o volume social (em vermelho), indicando uma alta atividade de discussão sobre a compra durante correções de preço. Notavelmente, o gráfico destaca um pico na dominância social, o mais alto desde 12 de abril de 2024, sugerindo um aumento significativo nas conversas sobre oportunidades de compra no mercado de criptomoedas. As escalas à direita mostram valores do Bitcoin em dólares, com dados que revelam a dinâmica de interesse no mercado.
Gráfico compartilhado pela Santiment mostra qu dominância social do Bitcoin é a mais alta da série histórica – Fonte: Santiment.

Comprar na queda

Na métrica utilizada pela empresa, o volume de buscas atual em torno do tema “comprar na queda” chegou a 54 pontos, o maior desde julho de agosto. Naquele mês, o Bitcoin também entrou em viés de queda e chegou a ser cotado abaixo dos US$ 54 mil, atingindo o volume de buscas de 71.

No entanto, a dominância social, uma métrica utilizada pela empresa que indica o quanto as pessoas estão comentando um assunto, chegou a 0,061, mais do que no dia 5 de agosto, quando chegou a bater por volta dos 0,060.

Naquele dia, após chegar a US$ 53,923, o Bitcoin saltou para US$ 64,265. Ou seja, um aumento de 19,19% em apenas 20 dias. Com a proximidade dos índices entre as duas datas, o mesmo pode se repetir agora.

A criptomoeda chegou a cair para US$ 92,000 nas primeiras horas de sexta-feira(20). Aplicando a porcentagem registrada naquele dia 5 de agosto, quando os níveis de dominância social do tema “comprar na queda” eram muito similares aos de hoje, o ativo pode subir para US$ 110,000 até a primeira semana de janeiro do próximo ano.

Vale destacar que, em que pese o Bitcoin ter se recuperado para US$ 97,000 no momento dessa reportagem, essa recuperação de US$ 5 mil é muito parecida com a que ele teve no mesmo dia 5 de agosto. Naquele dia, o Bitcoin caiu até US$ 49.000 no começo do dia e atingiu US$ 53.000 no período da tarde. O mesmo movimento de recuperação, em números e no tempo, do Bitcoin na sexta-feira, 20.

Bitcoin abaixo da zona de demanda

Entretanto, é importante notar que apesar do otimismo em torno dos números apresentados pela Santiment, a análise técnica da agência de pesquisa IntoTheBlock apontou para uma situação mais complexa. A empresa trouxe dados sobre a zona de demanda, ou seja, o nível de preço em que muitos investidores estão dispostos a comprar o ativo.

De acordo com a postagem, esse nível ocorreu quando o ativo atingiu a linha de suporte de US$ 97.500. Naquele momento, investidores compraram mais de 1,4 milhões de BTC. Ocorre que a criptomoeda caiu para US$ 92,000 no mesmo dia, rompendo a linha de suporte. Isso indica que a demanda não era mais suficiente para manter o preço.

Porém, a portagem saiu na quinta-feira, antes do Bitcoin voltar a subir. Agora, a criptomoeda está muito próxima da zona de demanda estabelecida pelas métricas da agência, em US$ 97,300.

O post Dados indicam que Bitcoin pode subir 20% em 20 dias apareceu primeiro em CriptoFacil.

influenciadora-memecoin-1470x840-2

Influenciadora nega envolvimento com memecoin que leva seu nome após processos

influenciadora-memecoin

Após quase duas semanas de silêncio, a influenciadora Haliey Welch finalmente se manifestou a respeito da polêmica com a memecoin HAWK. Este token surgiu no início de dezembro e despencou quase 95% após suspeitas de um golpe de rug pull.

O token tem como inspiração o nome artístico “Hawk Tuah”, o que fez muitas pessoas acusarem Welch de aplicar o golpe. A influenciadora desapareceu por quase duas semanas e esse sumiço serviu para alimentar as suspeitas. Mas nesta sexta-feira (20), Welch fez uma publicação no X afirmando que não foi a responsável pela criação da memecoin.

Welch decidiu se manifestar após detentores do HAWK abrirem um processo contra sua equipe na quinta-feira (19). Por isso, a influenciadora afirmou que vai cooperar com a equipe jurídica que representa os afetados e auxiliar na resolução do caso.

Hailey Welch se manifesta sobre memecoin e possível fraude.
Fonte: X.

Os detentores do HAWK abriram o processo na Burnwick Law, um escritório de advocacia de Nova York especializado em fraudes ao consumidor. A firma cuida de mais de 30 casos envolvendo golpes com criptomoedas, incluindo o de Hawk Tuah, e listou todos em sua página.

Quem sofreu danos com esses golpes pode deixar seu e-mail para entrar como parte no processo. A empresa entrará em contato com todos os lesados pelo golpe e que buscam compensacões.

Haliey Welch nega criação da memecoin

De acordo com Welch, ela está “extrema preocupação” com a situação da HAWK e quer corrigir os erros, bem como indenizar seus fãs afetados, investidores e a comunidade. Welch declarou que está cooperando completamente com os representantes legais dos afetados.

A influenciadora também disse que espera descobrir a verdade e responsabilizar quem aplicou o golpe​. Conforme noticiou o CriptoFácil, a HAWK teve uma enorme valorização logo que foi lançada em 4 de dezembro, mas perdeu 95% do seu valor quase no mesmo instante.

Vários investidores que adquiriram o token chegaram a perder mais de US$ 150 mil e logo alegaram que a influenciadora aplicou um golpe de rug pull. Ou seja, um golpe no qual o criador de uma criptomoeda faz vendas em massa, derrubando o valor do token e deixando os demais compradores no prejuízo.

Juntos, esses investidores entraram com uma ação que alega que a equipe de Hawk Tuah falhou em registrar adequadamente a memecoin de acordo com a lei. O processo também não atribui a criação da HAWK à Welch, mas sim a vendedores e promotores baseados nas Ilhas Cayman.

Os réus da queixa incluem a Tuah The Moon Foundation, juntamente com o parceiro de negócios overHere e seu fundador Clinton So. Representando a equipe HAWK está Alexander Larson Shultz, conhecido como “Doc Hollywood”. Shultz supostamente tem laços com o comediante canadense Howie Mandel. 

Quebrando o silêncio

O nome de Haliey Welch não estava no processo, mas ela decidiu falar e quebrar um silêncio que durava desde o lançamento da memecoin.

“Levo essa situação muito a sério e quero falar com meus fãs, os investidores que foram afetados e a comunidade em geral. Estou cooperando totalmente e comprometida em auxiliar a equipe jurídica que representa os afetados, bem como ajudar a descobrir a verdade, responsabilizar as partes responsáveis ​​e resolver esse assunto”, explicou.

A HAWK atingiu rapidamente quase US$ 500 milhões em valor de mercado nos minutos após seu lançamento em 4 de dezembro. No entanto, caiu 95% em minutos e causou perdas significativas para os investidores.

O post Influenciadora nega envolvimento com memecoin que leva seu nome após processos apareceu primeiro em CriptoFacil.

influenciadora-memecoin-1470x840-1

Influenciadora nega envolvimento com memecoin que leva seu nome após processos

influenciadora-memecoin

Após quase duas semanas de silêncio, a influenciadora Haliey Welch finalmente se manifestou a respeito da polêmica com a memecoin HAWK. Este token surgiu no início de dezembro e despencou quase 95% após suspeitas de um golpe de rug pull.

O token tem como inspiração o nome artístico “Hawk Tuah”, o que fez muitas pessoas acusarem Welch de aplicar o golpe. A influenciadora desapareceu por quase duas semanas e esse sumiço serviu para alimentar as suspeitas. Mas nesta sexta-feira (20), Welch fez uma publicação no X afirmando que não foi a responsável pela criação da memecoin.

Welch decidiu se manifestar após detentores do HAWK abrirem um processo contra sua equipe na quinta-feira (19). Por isso, a influenciadora afirmou que vai cooperar com a equipe jurídica que representa os afetados e auxiliar na resolução do caso.

Hailey Welch se manifesta sobre memecoin e possível fraude.
Fonte: X.

Os detentores do HAWK abriram o processo na Burnwick Law, um escritório de advocacia de Nova York especializado em fraudes ao consumidor. A firma cuida de mais de 30 casos envolvendo golpes com criptomoedas, incluindo o de Hawk Tuah, e listou todos em sua página.

Quem sofreu danos com esses golpes pode deixar seu e-mail para entrar como parte no processo. A empresa entrará em contato com todos os lesados pelo golpe e que buscam compensacões.

Haliey Welch nega criação da memecoin

De acordo com Welch, ela está “extrema preocupação” com a situação da HAWK e quer corrigir os erros, bem como indenizar seus fãs afetados, investidores e a comunidade. Welch declarou que está cooperando completamente com os representantes legais dos afetados.

A influenciadora também disse que espera descobrir a verdade e responsabilizar quem aplicou o golpe​. Conforme noticiou o CriptoFácil, a HAWK teve uma enorme valorização logo que foi lançada em 4 de dezembro, mas perdeu 95% do seu valor quase no mesmo instante.

Vários investidores que adquiriram o token chegaram a perder mais de US$ 150 mil e logo alegaram que a influenciadora aplicou um golpe de rug pull. Ou seja, um golpe no qual o criador de uma criptomoeda faz vendas em massa, derrubando o valor do token e deixando os demais compradores no prejuízo.

Juntos, esses investidores entraram com uma ação que alega que a equipe de Hawk Tuah falhou em registrar adequadamente a memecoin de acordo com a lei. O processo também não atribui a criação da HAWK à Welch, mas sim a vendedores e promotores baseados nas Ilhas Cayman.

Os réus da queixa incluem a Tuah The Moon Foundation, juntamente com o parceiro de negócios overHere e seu fundador Clinton So. Representando a equipe HAWK está Alexander Larson Shultz, conhecido como “Doc Hollywood”. Shultz supostamente tem laços com o comediante canadense Howie Mandel. 

Quebrando o silêncio

O nome de Haliey Welch não estava no processo, mas ela decidiu falar e quebrar um silêncio que durava desde o lançamento da memecoin.

“Levo essa situação muito a sério e quero falar com meus fãs, os investidores que foram afetados e a comunidade em geral. Estou cooperando totalmente e comprometida em auxiliar a equipe jurídica que representa os afetados, bem como ajudar a descobrir a verdade, responsabilizar as partes responsáveis ​​e resolver esse assunto”, explicou.

A HAWK atingiu rapidamente quase US$ 500 milhões em valor de mercado nos minutos após seu lançamento em 4 de dezembro. No entanto, caiu 95% em minutos e causou perdas significativas para os investidores.

O post Influenciadora nega envolvimento com memecoin que leva seu nome após processos apareceu primeiro em CriptoFacil.

especialistas-grantem-computacao-quantica-1

Computação Quântica não coloca Bitcoin em risco, garantem especialistas

especialistas-grantem-computacao-quantica

O avanço da computação quântica, tema que desperta interesse global, voltou ao centro do debate com o lançamento do chip Willow pela Google. Apesar das especulações sobre os possíveis impactos na segurança do Bitcoin, especialistas asseguram que a ameaça está distante.

Entre eles, Adam Back, cofundador da Blockstream e “amigo” de Satoshi Nakamoto, foi enfático ao refutar as preocupações.

Na semana passada, Chamath Palihapitiya, engenheiro e investidor, afirmou que o Bitcoin poderia estar vulnerável em um intervalo de dois a cinco anos caso não adotasse algoritmos de segurança resistentes à computação quântica.

De acordo com Palihapitiya, seriam necessários cerca de 8.000 chips Willow para comprometer o algoritmo SHA-256, que protege a rede Bitcoin.

Contudo, Adam Back respondeu rapidamente a essas declarações. Em sua conta na rede social X, ele destacou que a computação quântica ainda está décadas atrás da capacidade necessária para ameaçar o Bitcoin.

Segundo Back, conectar vários chips de 105 qubits, como o Willow, não aumenta a capacidade de entrelaçamento quântico de forma significativa. Ele afirmou que uma máquina quântica plenamente funcional com 1 milhão de qubits está a pelo menos 20 anos de distância.

Computação Quântica Bitcoin
Imagem: Adam Back – X

Computação quântica não afeta o Bitcoin

Outro ponto levantado por Back é que a computação quântica atual está “cinco ordens de magnitude” abaixo da capacidade necessária para quebrar o SHA-256. Em outras palavras, isso significa que a tecnologia atual é 100.000 vezes menos potente do que o necessário para ameaçar a segurança do Bitcoin.

Além disso, analistas como o pseudônimo De Facto Monk reforçam a opinião de Back. Ele explicou que criar uma máquina capaz de comprometer as chaves privadas do Bitcoin exigiria bilhões de dólares e uma tecnologia com milhões de qubits entrelaçados. De acordo com ele, isso não é viável no curto ou médio prazo.

Apesar do otimismo geral, especialistas como David Battaglia defendem a evolução do Bitcoin para um modelo de segurança pós-quântica no futuro. Segundo Battaglia, mesmo que a computação quântica não seja um risco imediato, o progresso tecnológico pode acelerar.

O post Computação Quântica não coloca Bitcoin em risco, garantem especialistas apareceu primeiro em CriptoFacil.

especialistas-grantem-computacao-quantica

Computação Quântica não coloca Bitcoin em risco, garantem especialistas

especialistas-grantem-computacao-quantica

O avanço da computação quântica, tema que desperta interesse global, voltou ao centro do debate com o lançamento do chip Willow pela Google. Apesar das especulações sobre os possíveis impactos na segurança do Bitcoin, especialistas asseguram que a ameaça está distante.

Entre eles, Adam Back, cofundador da Blockstream e “amigo” de Satoshi Nakamoto, foi enfático ao refutar as preocupações.

Na semana passada, Chamath Palihapitiya, engenheiro e investidor, afirmou que o Bitcoin poderia estar vulnerável em um intervalo de dois a cinco anos caso não adotasse algoritmos de segurança resistentes à computação quântica.

De acordo com Palihapitiya, seriam necessários cerca de 8.000 chips Willow para comprometer o algoritmo SHA-256, que protege a rede Bitcoin.

Contudo, Adam Back respondeu rapidamente a essas declarações. Em sua conta na rede social X, ele destacou que a computação quântica ainda está décadas atrás da capacidade necessária para ameaçar o Bitcoin.

Segundo Back, conectar vários chips de 105 qubits, como o Willow, não aumenta a capacidade de entrelaçamento quântico de forma significativa. Ele afirmou que uma máquina quântica plenamente funcional com 1 milhão de qubits está a pelo menos 20 anos de distância.

Computação Quântica Bitcoin
Imagem: Adam Back – X

Computação quântica não afeta o Bitcoin

Outro ponto levantado por Back é que a computação quântica atual está “cinco ordens de magnitude” abaixo da capacidade necessária para quebrar o SHA-256. Em outras palavras, isso significa que a tecnologia atual é 100.000 vezes menos potente do que o necessário para ameaçar a segurança do Bitcoin.

Além disso, analistas como o pseudônimo De Facto Monk reforçam a opinião de Back. Ele explicou que criar uma máquina capaz de comprometer as chaves privadas do Bitcoin exigiria bilhões de dólares e uma tecnologia com milhões de qubits entrelaçados. De acordo com ele, isso não é viável no curto ou médio prazo.

Apesar do otimismo geral, especialistas como David Battaglia defendem a evolução do Bitcoin para um modelo de segurança pós-quântica no futuro. Segundo Battaglia, mesmo que a computação quântica não seja um risco imediato, o progresso tecnológico pode acelerar.

O post Computação Quântica não coloca Bitcoin em risco, garantem especialistas apareceu primeiro em CriptoFacil.