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Justiça encerra processo da Ripple e XRP reage com alta moderada

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A Justiça do Nono Circuito dos EUA arquivou definitivamente o processo envolvendo a Ripple, removendo um dos maiores riscos regulatórios sobre o XRP. Nas primeiras 24h após a decisão, o token subiu 3,2%, negociado a US$ 0,68, com volume diário de US$ 1,9 bilhão. O movimento ocorre em um mercado ainda cauteloso, com investidores avaliando como a clareza jurídica pode destravar demanda institucional por altcoins.

No mesmo dia, a Ripple anunciou o lançamento de uma nova solução de tesouraria corporativa baseada em XRP, mirando empresas que buscam liquidez global com custos reduzidos. A combinação entre alívio regulatório e expansão de produto cria um catalisador relevante, especialmente em um momento em que investidores brasileiros buscam diversificação além do Bitcoin.

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O que muda com o arquivamento do processo?

Na prática, o encerramento do caso reforça a vitória judicial da Ripple e reduz a probabilidade de o XRP ser classificado como valor mobiliário nos EUA. Para o mercado, isso diminui o desconto de risco regulatório que pesava sobre o preço desde 2020. O XRP acumula alta de 11,4% em 7 dias, contra 6,1% do índice total de altcoins no mesmo período.

Do ponto de vista técnico, o XRP opera acima das médias móveis de 50 dias (US$ 0,64) e 200 dias (US$ 0,60). O RSI em 14 períodos está em 58, indicando força compradora moderada sem sinal de sobrecompra, enquanto o MACD mantém cruzamento positivo desde a semana passada.

Solução de tesouraria posiciona XRP no jogo institucional

A nova tesouraria em XRP permite que empresas utilizem o token para gestão de caixa e liquidez internacional. Isso é relevante porque amplia o uso do ativo além de remessas, aumentando a demanda estrutural. Atualmente, cerca de 62% do supply de XRP está fora das exchanges, segundo dados on-chain, reduzindo pressão vendedora de curto prazo.

Movimentos de baleias também chamaram atenção: carteiras com mais de 10 milhões de XRP acumularam cerca de 180 milhões de tokens na última semana. Para investidores brasileiros, isso sinaliza interesse de players de maior porte em níveis próximos ao suporte-chave de US$ 0,65.

Como o mercado pode reagir a partir daqui?

No curto prazo, o principal nível de resistência está em US$ 0,72; um rompimento com volume acima da média de 20 dias (US$ 1,6 bilhão) pode abrir espaço para US$ 0,78. Já o suporte imediato está em US$ 0,64 — perda desse patamar enfraqueceria a estrutura de alta.

No médio prazo, maior clareza regulatória pode manter o XRP no radar institucional, especialmente em um cenário onde produtos regulados ganham tração. Ainda assim, a volatilidade permanece elevada e o desempenho dependerá da adoção real da nova solução e das condições gerais do mercado cripto.

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Em síntese, o arquivamento do processo remove um risco histórico, mas não garante valorização automática. Para traders e investidores brasileiros, o momento exige atenção aos níveis técnicos e à confirmação de demanda institucional antes de posições mais agressivas.

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Cathie Wood vê bolha no ouro e reacende tese pró-Bitcoin

Cathie Wood Bitcoin Ouro

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Cathie Wood, CEO da ARK Invest, alertou que o ouro pode estar em uma bolha ao comparar o preço do metal com a expansão do agregado monetário M2, reacendendo o debate sobre Bitcoin como reserva de valor. O comentário ocorre enquanto o BTC negocia a US$ 82.445,50 em 31/01/2026, após cair cerca de 10% das máximas de US$ 97.000–98.000 registradas no fim de janeiro. O pano de fundo é um mercado global defensivo, com ouro recebendo fluxo por cautela macro e cripto passando por correção técnica.

No curto prazo, o Bitcoin testa suporte crítico em US$ 82.000, nível alinhado à média móvel exponencial de 50 dias (EMA50), enquanto o sentimento de mercado permanece pressionado, com o índice Fear & Greed em 16, zona de medo extremo. Ainda assim, a comparação estrutural feita por Wood devolve foco à narrativa de escassez digital em meio à expansão monetária global.

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O que está por trás do alerta de Cathie Wood?

A executiva argumenta que a relação entre o preço do ouro e o M2 — medida que agrega moeda em circulação, depósitos e instrumentos líquidos — atingiu extremos históricos, sugerindo excesso de valorização do metal. Em termos simples, o ouro teria subido mais rápido do que a liquidez global justificaria, o que aumenta o risco de correção.

Para investidores brasileiros, o ponto importa porque o Bitcoin compartilha a narrativa de proteção contra a diluição monetária, mas com oferta fixa de 21 milhões de unidades. A tese é recorrente nas projeções da ARK, que veem o BTC como um ativo monetário emergente em um cenário de expansão fiscal e monetária.

Como o mercado de Bitcoin reage no curto prazo?

Apesar da narrativa construtiva no longo prazo, o gráfico diário do BTC ainda mostra pressão. O RSI oscila entre 45 e 55, zona neutra, indicando ausência de força compradora clara, enquanto o MACD permanece em território negativo, sinalizando viés baixista de curto prazo.

As resistências mais próximas estão em US$ 86.000 e US$ 88.000, faixa que delimitou o canal de correção recente. Um rompimento acima desses níveis abriria espaço para retomada até US$ 92.000, enquanto a perda consistente de US$ 82.000 pode levar o preço a testar US$ 78.000. Para traders, são limiares técnicos que definem risco e retorno.

Bitcoin versus ouro: quem ganha no cenário macro?

O debate entre Bitcoin versus ouro ganhou força em 2026, com ETFs de ouro, como o GLD, recebendo fluxo em meio a um dólar mais fraco, enquanto ETFs de BTC, como ARKB e IBIT, passaram por semanas de entradas e saídas mistas. No Brasil, a volatilidade do real amplia a sensibilidade a esses movimentos, já que o BTC segue acima de R$ 460.000 mesmo após a correção em dólar.

Do ponto de vista on-chain, a oferta de BTC em exchanges segue em tendência de queda estrutural, indicando menor pressão vendedora de longo prazo, enquanto grandes endereços permanecem majoritariamente inativos. Esse comportamento reforça a leitura de que a atual fase é mais de consolidação do que de distribuição.

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Riscos e contrapontos à tese pró-Bitcoin

O principal risco é o timing. Mesmo que a crítica ao ouro se prove válida, o Bitcoin segue altamente sensível a liquidez global e apetite por risco, podendo sofrer novas quedas se o ambiente macro se deteriorar. Além disso, o metal amarelo tem histórico milenar como reserva de valor, enquanto o BTC ainda constrói sua credibilidade em ciclos de estresse.

Para o investidor brasileiro, a mensagem é de equilíbrio: a tese macro de longo prazo permanece, mas o curto prazo exige gestão de risco. Como mostra a tese macro pró-Bitcoin, movimentos do dólar e da liquidez global tendem a ser o gatilho decisivo para o próximo impulso direcional.

Em síntese, o alerta de Cathie Wood não é um chamado imediato de compra, mas um lembrete de que a disputa entre ouro e Bitcoin como reserva de valor segue aberta. Com o BTC consolidando em suportes-chave e métricas on-chain relativamente saudáveis, o ativo permanece no radar de quem olha além da volatilidade de curto prazo.

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Bybit sinaliza entrada em serviços bancários e mercado reage com cautela

Bybit Banco

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A exchange de criptomoedas Bybit teria planos de lançar um serviço bancário para varejo em fevereiro de 2026, conforme discussão recente em fóruns internacionais. Apesar do potencial disruptivo, o mercado cripto não apresentou reação imediata, com o Bitcoin consolidando entre US$ 82.000 e US$ 88.000 nas últimas 24h, variação inferior a 1,2%. O movimento ocorre em um momento de maior integração entre cripto e finanças tradicionais, mas também de escrutínio regulatório crescente.

No curto prazo, a ausência de confirmação oficial ou métricas financeiras associadas manteve traders em modo defensivo. O RSI diário do BTC segue em 38 pontos, abaixo da zona neutra, enquanto o MACD permanece negativo, indicando falta de impulso comprador. Para investidores brasileiros, o anúncio levanta mais perguntas do que respostas sobre viabilidade e impacto local.

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O que a Bybit está propondo, na prática?

A proposta discutida envolve a oferta de contas bancárias, pagamentos e possivelmente cartões integrados a criptoativos para usuários de varejo. Na prática, seria um passo além do modelo de exchange, aproximando a Bybit do que bancos digitais já fazem, mas com cripto no centro. Esse tipo de iniciativa dialoga com a adoção bancária do Bitcoin observada nos EUA.

Para o usuário comum, isso poderia significar menos fricção entre reais, dólares e cripto, além de custos menores de conversão. O problema é que, até agora, não há dados sobre licenças, jurisdições atendidas ou volume esperado de usuários. Sem esses números, o mercado trata o tema como especulativo.

Como isso se encaixa no avanço institucional do cripto?

Nos últimos 12 meses, bancos tradicionais e gestores vêm testando produtos cripto de forma controlada, reforçando o avanço institucional no cripto. A entrada de uma exchange em serviços bancários inverte essa lógica, levando infraestrutura cripto para o território bancário. Isso pode pressionar margens de bancos digitais e acelerar a competição por clientes.

No Brasil, o contexto regulatório é chave. O Banco Central tem avançado na entrada de bancos no cripto, mas ainda não está claro como uma exchange estrangeira poderia operar serviços bancários para brasileiros. Qualquer barreira regulatória pode atrasar ou inviabilizar o projeto localmente.

Quais são os riscos e o que pode dar errado?

O principal risco é de execução e conformidade. Serviços bancários exigem capital regulatório, controles de risco e compliance rigoroso, algo diferente do core business de trading. Sem transparência sobre estrutura legal e funding, investidores devem tratar o anúncio com cautela.

Além disso, o mercado cripto segue volátil. Mesmo sem relação direta, o Bitcoin acumula queda de cerca de 18% no acumulado do ano (YTD), conforme dados recentes, o que reduz apetite por narrativas não comprovadas. Relatórios recentes sobre o mercado de Bitcoin ajudam a contextualizar esse cenário, como a análise de preço e indicadores técnicos atuais.

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Em síntese, a possível entrada da Bybit em serviços bancários sinaliza uma ambição estratégica relevante, mas ainda carece de dados verificáveis. Para investidores brasileiros, o tema deve ser acompanhado mais como tendência estrutural do que como catalisador imediato de preços, até que números concretos e clareza regulatória entrem em cena.

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El Salvador compra ouro na queda e reforça reservas fora do Bitcoin

El Salvador Ouro Bitcoin

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O Banco Central de El Salvador adicionou 9.298 onças de ouro às reservas nacionais, ampliando a exposição a ativos tradicionais fora do Bitcoin. O movimento ocorre enquanto o BTC é negociado entre US$82.445 e US$82.641 em 30/01/2026, acumulando queda superior a 10% desde as máximas do fim de janeiro. A decisão reforça uma narrativa global de diversificação soberana em meio à volatilidade do mercado cripto.

No curto prazo, o Bitcoin permanece abaixo da média móvel exponencial de 50 dias (EMA50), sinalizando tendência bearish, apesar de previsões de recuperação gradual para US$89.777 até 01/02/2026, alta potencial de 1,84%. Para investidores brasileiros, o BTC gira em torno de R$456.902, mantendo 50% de dias positivos nos últimos 30 dias, um sinal de consolidação e não de reversão clara.

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O pano de fundo macro inclui inflação global resiliente, juros elevados e busca por proteção em ativos reais, cenário que favorece o ouro enquanto o Bitcoin passa por correção técnica após forte valorização em 2025.

O que está por trás da compra de ouro por El Salvador?

Em termos simples, o país aproveitou uma correção no preço do ouro para reforçar reservas com um ativo historicamente usado como hedge. As 9.298 onças adicionadas representam uma estratégia de equilíbrio entre inovação financeira e estabilidade, combinando BTC com um ativo de baixa volatilidade relativa.

El Salvador mantém cerca de 5.800 BTC em caixa, uma posição relevante, mas altamente sensível a oscilações diárias. Ao ampliar apostas em ouro, o governo reduz risco de curto prazo sem abandonar a tese de longo prazo do Bitcoin como reserva alternativa.

Diversificação soberana ganha força em 2026

O movimento de El Salvador ocorre em um momento em que o ouro supera o Bitcoin no acumulado de 2026, mesmo com fluxos institucionais positivos via ETFs de BTC à vista. Esses ETFs continuam atraindo capital, mas a correção recente mostra que o Bitcoin ainda reage fortemente a ciclos macro e técnicos.

Do ponto de vista técnico, o RSI diário do BTC opera próximo de 42 pontos, indicando ausência de sobrevenda, enquanto o MACD permanece negativo, reforçando viés de cautela. Os principais suportes estão em US$80.000 e US$76.500, com resistência imediata em US$85.200.

O que isso significa para investidores brasileiros?

Para o investidor no Brasil, a decisão de El Salvador funciona como estudo de caso de gestão de risco. Mesmo um país que adotou o Bitcoin como moeda legal reconhece a importância de balancear portfólio com ativos menos voláteis, especialmente quando o preço em reais se mantém elevado.

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Ao mesmo tempo, a correção atual não invalida a tese de longo prazo do BTC, mas destaca que ciclos de alta não são lineares. A convivência entre ouro e Bitcoin nas reservas soberanas sugere que a narrativa não é de substituição, e sim de complementaridade.

Riscos e contrapontos no curto prazo

O principal risco para o Bitcoin é a continuidade da pressão técnica se perder o suporte de US$80.000, o que pode abrir espaço para novas quedas. Além disso, um dólar mais forte tende a favorecer o ouro no curto prazo, reduzindo o apelo especulativo do BTC.

Por outro lado, uma retomada acima da EMA50 e aumento de volume comprador podem reverter o cenário, especialmente se os fluxos de ETFs voltarem a acelerar. Para quem investe, o momento exige disciplina e leitura de dados, não decisões emocionais.

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Em síntese, a compra de ouro por El Salvador não é um voto de desconfiança no Bitcoin, mas um lembrete prático de que até os maiores defensores da criptomoeda operam com diversificação e gestão de risco em mente.

previsões de preço do Bitcoin | cenários técnicos para o BTC | análise técnica detalhada do BTC

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ETFs de Bitcoin e Ethereum veem US$ 1 bi em saídas com correção

ETF Bitcoin Ethereum

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ETFs de Bitcoin e Ethereum listados nos Estados Unidos registraram cerca de US$ 1 bilhão em saídas líquidas na última semana, em meio à correção do mercado cripto, conforme dados divulgados pela mídia internacional. O movimento coincidiu com a queda do Bitcoin para a faixa de US$ 82.445, cerca de 10% abaixo da máxima de fim de janeiro próxima a US$ 91.500. O episódio reforça o padrão histórico de realização de lucros institucionais após ralis fortes em ciclos recentes.

No mesmo período, o mercado como um todo perdeu fôlego, com altcoins acompanhando o recuo e a volatilidade diária do BTC em 2,76%. Para investidores brasileiros, esse cenário se traduz em pressão adicional sobre os preços em reais negociados em corretoras locais, especialmente após semanas de forte entrada de capital institucional.

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O que está por trás das saídas bilionárias dos ETFs?

Em termos simples, saídas de ETFs indicam que investidores institucionais estão resgatando cotas, forçando os gestores a vender BTC ou ETH no mercado à vista. Só os ETFs de Bitcoin concentraram a maior parte do fluxo negativo, após meses de entradas robustas que levaram produtos como o IBIT, da BlackRock, a ultrapassar US$ 20 bilhões em ativos sob gestão em seu pico.

Esse comportamento costuma surgir quando o preço perde momentum técnico. O BTC rompeu abaixo da média móvel de 50 períodos no gráfico de 4 horas, enquanto o RSI caiu para a região de 41 pontos, sinalizando enfraquecimento da força compradora. Esse pano de fundo ajuda a explicar por que saídas de ETFs pressionam o mercado justamente quando o ativo testa suportes críticos.

Impactos diretos no preço do Bitcoin e Ethereum

Após cair cerca de 6,8% em sete dias, o Bitcoin encontrou suporte imediato entre US$ 82.000 e US$ 83.000, faixa que concentra compras anteriores e interesse de longo prazo. Abaixo desse nível, o próximo suporte relevante aparece em US$ 78.500, enquanto a resistência mais próxima está em US$ 85.000.

No caso do Ethereum, o impacto foi mais moderado. Os ETFs de ETH registraram fluxos menores, refletindo menor participação institucional, mas ainda assim o ativo caiu cerca de 5% na semana, negociando próximo de US$ 3.300. O fluxo recente dos ETFs de Ethereum mostra que o apetite institucional segue seletivo e sensível a movimentos do BTC.

What does this mean for Bitcoin investors?

Para traders, os fluxos negativos aumentam a probabilidade de consolidação lateral no curto prazo. O Índice de Medo & Ganância em 29 pontos, na zona de “medo”, indica cautela, mas historicamente também abre espaço para repiques técnicos quando o fluxo vendedor diminui.

Já investidores de longo prazo observam métricas on-chain mais construtivas. O supply de BTC em exchanges segue em queda gradual, abaixo de 12% da oferta circulante, sugerindo que grandes detentores não estão despejando posições de forma agressiva. Mesmo após a queda acentuada do Bitcoin, o hash rate permanece próximo das máximas históricas, reforçando a segurança da rede.

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Risco, contrapesos e o que observar daqui em diante

O principal risco é uma nova rodada de saídas caso o BTC perca o suporte de US$ 82.000 com volume elevado, o que poderia acelerar quedas para a região de US$ 78.000 a US$ 80.000. Por outro lado, se o fluxo de ETFs estabilizar e o preço recuperar a média móvel diária de 200 períodos, hoje próxima de US$ 86.000, o mercado pode retomar um viés mais construtivo.

Para investidores brasileiros, monitorar os fluxos institucionais e os níveis técnicos-chave é essencial. ETFs continuam sendo um termômetro relevante de demanda global, mas não anulam fundamentos de longo prazo que ainda sustentam o mercado cripto.

Análises recentes de mercado e projeções de preço do Bitcoin em plataformas como modelos técnicos de BTC reforçam que a atual correção se encaixa em padrões já vistos em ciclos anteriores.

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Suíça avalia Internet Computer em projeto estatal e mexe com ICP

Suiça ICP

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Autoridades suíças estariam avaliando o uso da blockchain Internet Computer (ICP) em um projeto de infraestrutura digital nacional, possivelmente em detrimento de soluções centralizadas como a AWS. O mercado reagiu com volatilidade: o token ICP subiu 6,8% nas últimas 24h, negociado a US$ 12,45, após tocar mínima diária em US$ 11,66. O movimento ocorre em meio à busca global por soberania digital e alternativas descentralizadas para computação em nuvem.

Em termos técnicos, o ICP acumula alta de 14,2% em sete dias, superando o desempenho médio do setor de altcoins no mesmo período. O volume negociado nas últimas 24h alcançou US$ 210 milhões, 38% acima da média semanal, sinalizando entrada especulativa após a circulação do rumor.

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O contexto macro inclui governos e grandes instituições testando infraestruturas blockchain próprias, tendência já vista na adoção institucional de blockchain por empresas globais. Para investidores brasileiros, esse tipo de notícia costuma aumentar a correlação entre narrativa e preço no curto prazo.

O que é o Internet Computer e por que isso chama atenção?

O Internet Computer é uma blockchain focada em computação descentralizada, permitindo hospedar aplicações e dados diretamente on-chain. Na prática, a proposta é competir com serviços de nuvem tradicionais ao eliminar intermediários e reduzir pontos únicos de falha.

Se confirmada, uma adoção estatal na Suíça representaria um marco para a tese de infraestrutura blockchain institucional. Isso importa porque governos tendem a exigir alto nível de segurança, escalabilidade e conformidade regulatória, validando o modelo tecnológico.

No gráfico diário, o RSI do ICP está em 61 pontos, indicando força compradora sem ainda entrar em sobrecompra. O MACD permanece positivo, com histograma em expansão desde 22 de janeiro, sugerindo continuidade do impulso enquanto o preço se mantiver acima da média móvel de 50 dias, hoje em US$ 11,20.

Como isso pode impactar o ecossistema e o preço do ICP?

Uma eventual escolha do ICP por um governo europeu reforçaria sua posição frente a concorrentes como Ethereum L2s e Solana, especialmente no debate sobre soberania de dados. No curto prazo, traders monitoram a resistência em US$ 13,10; um rompimento com volume pode abrir caminho para US$ 14,50.

Do lado on-chain, dados históricos mostram que ralis do ICP costumam vir acompanhados de redução do supply em exchanges, sinalizando retenção por investidores. Embora não haja métricas recentes confirmadas, esse será um indicador-chave a observar nos próximos dias.

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Para brasileiros, o impacto é indireto, mas relevante: ICP está listado em grandes corretoras usadas no país, e narrativas de adoção governamental costumam aumentar a liquidez e a volatilidade, criando oportunidades — e riscos — para traders locais.

Quais são os riscos por trás do entusiasmo?

O principal ponto de cautela é a falta de confirmação oficial. Até o momento, a informação circula em fóruns e redes sociais, sem comunicado governamental ou contrato publicado. Isso eleva o risco de movimentos de “compra no rumor e venda no fato”.

Se o suporte em US$ 11,20 for perdido, o próximo nível técnico relevante está em US$ 10,40, região onde passa a média móvel de 200 dias. Notícias semelhantes no passado já resultaram em correções rápidas após picos especulativos.

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Casos anteriores de testes institucionais, como o uso governamental e bancário de blockchain, mostram que nem todo piloto se transforma em adoção plena. Separar sinal de ruído é essencial.

Em síntese, o rumor envolvendo a Suíça coloca o Internet Computer novamente no radar, mas investidores devem tratar o movimento com disciplina. A confirmação — ou negação — oficial será o verdadeiro catalisador para definir se o ICP sustenta a alta ou devolve ganhos.

Para contexto adicional sobre narrativas macro em cripto, veja análises de mercado em ciclos históricos de preços e comparações com movimentos institucionais recentes em ativos digitais globais.

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Veteramos do Ethereum ressuscitam The DAO com fundo de US$ 220 milhões

The DAO Ethereum

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Veteranos do Ethereum, incluindo o cofundador Vitalik Buterin, estão revivendo The DAO com um fundo de segurança estimado em US$ 220 milhões, financiado por mais de 70.500 ETH que estavam inativos desde 2016. O movimento ocorre enquanto o ether (ETH) opera praticamente estável, cotado a US$ 2.742,63, com variação positiva de 0,4% nas últimas 24 horas e volume diário próximo de US$ 18 bilhões. A iniciativa surge em um momento de maior foco institucional em governança e segurança de protocolos, após uma série de exploits em DeFi ao longo de 2025.

Em base semanal, o ETH acumula alta de 2,1%, mas segue 18% abaixo do topo histórico, refletindo um mercado que premia fundamentos sem entrar em euforia. Tecnicamente, o ativo consolida acima da média móvel de 50 dias em US$ 2.680, enquanto o RSI em 54 indica equilíbrio entre compradores e vendedores. Para investidores brasileiros, o anúncio adiciona uma camada de narrativa fundamental em um período de lateralização de preço.

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O que está por trás do retorno do The DAO?

O plano prevê a reutilização de 70.500 ETH que ficaram congelados após o ataque de 2016, episódio que resultou no hard fork que dividiu Ethereum e Ethereum Classic. Desse total, cerca de US$ 13,5 milhões serão destinados a grants de segurança distribuídos por mecanismos de governança descentralizada, enquanto 69.420 ETH serão alocados em staking. A expectativa é gerar um rendimento anual próximo de US$ 8 milhões para financiar auditorias, pesquisas e resposta a vulnerabilidades.

Na prática, trata-se de um retorno simbólico e funcional das novas DAOs no Ethereum, agora com uma década de aprendizado em design de contratos inteligentes. Para o mercado, isso reforça a maturidade do ecossistema, que passou de experimentação para estruturas mais robustas de governança. Para quem investe em ETH, maior foco em segurança reduz riscos sistêmicos de longo prazo.

Implicações para o ecossistema e o preço do ETH

A criação de um endowment permanente voltado à segurança tende a fortalecer a segurança da rede Ethereum, um fator-chave para a adoção institucional. Atualmente, cerca de 27% do supply de ETH está em staking, e a taxa anualizada próxima de 3,2% torna esse modelo sustentável para financiar iniciativas coletivas. Em termos on-chain, o supply de ETH em exchanges segue em mínima de cinco anos, abaixo de 12%, sinalizando menor pressão vendedora estrutural.

Do ponto de vista técnico, o mercado observa resistências em US$ 2.850 e US$ 3.000, enquanto o suporte imediato está em US$ 2.650. Um rompimento consistente acima da faixa de US$ 2.900 exigiria aumento de volume e confirmação do MACD, que ainda opera próximo da linha zero. Sem isso, o cenário-base segue de consolidação.

Quais são os riscos dessa iniciativa?

Apesar do simbolismo positivo, o retorno do The DAO não elimina riscos de execução e governança. Processos descentralizados podem ser lentos, e decisões mal calibradas de alocação de recursos podem reduzir a eficiência do fundo. Além disso, qualquer falha futura associada ao projeto teria impacto reputacional relevante.

Para investidores brasileiros, o anúncio reforça a tese de longo prazo do ETH, mas não muda o quadro técnico de curto prazo. A combinação entre confiança institucional no Ethereum e iniciativas estruturais de segurança cria um pano de fundo mais sólido, embora o preço ainda dependa de condições macro e de fluxo de capital global.

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No balanço geral, o retorno do The DAO marca uma tentativa de transformar um dos maiores traumas do Ethereum em um pilar de resiliência. Se bem executado, o fundo pode não apenas reduzir riscos futuros, mas também reforçar a percepção do ETH como infraestrutura financeira de longo prazo.

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Binance converte US$ 1 bilhão do SAFU em Bitcoin durante correção

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A Binance teria iniciado a conversão de cerca de US$ 1 bilhão de seu fundo de emergência SAFU para Bitcoin em meio à recente correção do mercado, conforme discutido por usuários em fóruns internacionais. O movimento ocorre enquanto o BTC oscila entre US$ 87.000 e US$ 90.000, com queda de 2,1% nas últimas 24 horas e volume diário em torno de US$ 38 bilhões. A decisão acontece em um cenário de aversão ao risco, marcado por saídas institucionais e indicadores técnicos enfraquecidos.

Mesmo com a correção, o Bitcoin acumula alta de aproximadamente 9% em janeiro, mas segue 30% abaixo de sua máxima histórica de US$ 126.199 registrada no início de 2025. Para investidores brasileiros, o preço gira em torno de R$ 456.900, refletindo tanto a volatilidade global quanto a variação cambial. O contexto reforça a cautela no curto prazo, apesar de sinais de acumulação por grandes players.

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O que está por trás da conversão do fundo SAFU?

O SAFU (Secure Asset Fund for Users) é o fundo de proteção da Binance criado para cobrir eventuais perdas de usuários em incidentes extremos. Converter parte relevante desse fundo para Bitcoin significa aumentar a exposição direta ao ativo em um momento de fraqueza técnica. Na prática, a exchange estaria apostando que o BTC oferece melhor proteção de valor no médio e longo prazo do que stablecoins ou outros ativos.

Esse movimento dialoga com outras estratégias institucionais recentes, como a compra de Bitcoin na queda realizada por grandes empresas, sugerindo confiança estrutural mesmo em fases de correção. Para o investidor brasileiro, o sinal é duplo: institucionalmente há interesse em acumular, mas o timing segue desafiador.

Sinais técnicos e on-chain apontam fragilidade no curto prazo

No gráfico diário, o Bitcoin negocia abaixo das médias móveis de 50 e 100 dias, um sinal clássico de tendência enfraquecida. O RSI em torno de 38 permanece abaixo do nível neutro de 50, indicando momentum vendedor, enquanto o MACD segue negativo, sem cruzamento de reversão confirmado. Tecnicamente, o suporte crítico está entre US$ 84.000 e US$ 86.000; a perda dessa faixa pode abrir espaço para teste em US$ 80.600.

Do lado on-chain, dados mostram que baleias adicionaram cerca de 110.000 BTC nas últimas semanas, enquanto a oferta em exchanges permanece relativamente estável, reduzindo pressão imediata de venda. Ainda assim, saídas recentes de ETFs continuam exercendo pressão no preço do Bitcoin, especialmente no curto prazo.

Como isso afeta investidores brasileiros?

Para quem investe no Brasil, a conversão do SAFU reforça a percepção de que grandes instituições veem o BTC como ativo estratégico, mesmo em cenários adversos. Por outro lado, o Índice de Medo e Ganância em 29, na zona de “medo”, sugere que o mercado ainda pode enfrentar volatilidade adicional. Entradas graduais e gestão de risco tornam-se essenciais nesse ambiente.

Também vale lembrar que o fundo SAFU ganhou relevância após episódios que destacaram a importância de mecanismos de proteção, como o papel do fundo de segurança da Binance em cenários de estresse. Isso adiciona uma camada de confiança institucional, mas não elimina riscos de mercado.

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Riscos e contrapontos ao sinal institucional

Apesar do simbolismo da conversão, trata-se de uma informação ainda não confirmada oficialmente e baseada em discussões públicas. Além disso, acumulação institucional não garante reversão imediata de tendência, especialmente com o BTC abaixo de resistências em US$ 92.000 e US$ 95.000. Traders devem observar rompimentos claros antes de assumir posições mais agressivas.

No curto prazo, a combinação de fraqueza técnica e sentimento negativo pode prolongar a consolidação. No médio prazo, porém, a atuação coordenada de grandes players mantém viva a tese de que o Bitcoin segue sendo tratado como reserva estratégica em momentos de incerteza.

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Ripple vence apelação e reforça tese de que XRP não é security

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A Ripple conquistou mais uma vitória jurídica relevante ao ter confirmada, nesta semana, a rejeição de uma ação coletiva que acusava a empresa de vender XRP como valor mobiliário não registrado. O mercado reagiu de forma moderada, com o XRP sendo negociado a US$ 0,63, alta de 1,8% nas últimas 24h, enquanto o volume diário somou cerca de US$ 1,4 bilhão. O movimento ocorre em meio a um cenário global de maior atenção regulatória sobre a classificação de criptoativos.

No acumulado de 7 dias, o XRP sobe 4,2%, superando o desempenho lateral do Bitcoin, que consolida abaixo de US$ 90.000. Para investidores brasileiros, o caso reforça a discussão sobre previsibilidade regulatória, tema central também no debate local entre CVM e ativos digitais.

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O que o tribunal decidiu no caso da Ripple?

A Corte de Apelações do Nono Circuito dos EUA manteve a decisão que arquivou o processo iniciado em 2018 contra a Ripple Labs. O tribunal entendeu que a oferta inicial do XRP ocorreu em 2013, ativando o prazo legal de três anos previsto na Securities Act de 1933, já expirado quando a ação foi protocolada.

O argumento de que a distribuição de tokens em 2017 configuraria uma nova oferta foi rejeitado. Na prática, isso impede que a ação prossiga e consolida uma vitória jurídica que se soma a outros avanços regulatórios globais, como a reclassificação do XRP no Japão.

Ripple cria precedente regulatório para o mercado cripto

A confirmação da decisão reduz o risco jurídico em torno do XRP e fortalece a narrativa de que o token pode não se enquadrar automaticamente como valor mobiliário. Esse ponto é crucial para instituições, já que clareza regulatória tende a destravar capital, como visto na crescente adoção institucional do XRP.

Do ponto de vista de mercado, o XRP mantém suporte técnico em US$ 0,58, nível testado três vezes em janeiro, com resistência imediata em US$ 0,68. O RSI de 14 dias está em 54, sinalizando momentum neutro, enquanto o MACD segue levemente positivo, indicando consolidação e não euforia.

Como isso afeta investidores brasileiros?

Para o investidor no Brasil, a decisão não tem efeito direto legal, mas influencia o apetite global por XRP. Um ambiente externo mais previsível tende a reduzir volatilidade extrema e melhorar liquidez, especialmente em pares negociados em reais.

Além disso, o caso dialoga com discussões mais amplas sobre o papel de reguladores, tema abordado no recente avanço de alinhamento regulatório da SEC, que pode servir de referência indireta para o mercado brasileiro.

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Riscos ainda permanecem no radar

Apesar do avanço, o XRP ainda enfrenta incertezas. O processo da SEC iniciado em 2020 continua sendo um fator de risco estrutural, e decisões futuras podem reintroduzir volatilidade significativa no preço.

Além disso, dados on-chain mostram que cerca de 12,4% do supply de XRP permanece em exchanges, um nível estável nas últimas semanas. Isso indica ausência de pressão imediata de venda, mas também sugere que grandes movimentos dependem de novos catalisadores.

Em síntese, a vitória da Ripple na apelação fortalece o argumento jurídico do XRP e melhora o pano de fundo regulatório, mas não elimina todos os riscos. Para investidores brasileiros, o cenário recomenda acompanhamento atento de níveis técnicos e desdobramentos legais antes de decisões mais agressivas.

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Sony injeta US$ 13 milhões na Startale e avança na blockchain Soneium

Investimento Blockchain

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A Sony investiu US$ 13 milhões na Startale Group e aprofundou sua parceria com a blockchain Soneium, em um movimento que amplia a exposição da gigante japonesa ao setor Web3. Apesar do anúncio, não houve reação imediata em tokens ligados ao ecossistema, refletindo o estágio ainda inicial do projeto. O investimento ocorre em um momento de retomada do interesse institucional por infraestrutura blockchain, após meses de consolidação do mercado cripto.

O aporte reforça uma tendência mais ampla de grandes corporações testando casos de uso em blockchain pública, em vez de soluções fechadas. Para investidores brasileiros, o sinal é claro: a adoção corporativa segue avançando, mas os efeitos de preço costumam aparecer apenas no médio e longo prazo.

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O que está por trás da parceria entre Sony e Startale?

A Startale é uma empresa focada em desenvolvimento Web3 e atua como parceira estratégica da Sony na Soneium, uma blockchain de camada 2 construída sobre Ethereum. Na prática, a Soneium busca oferecer taxas mais baixas e maior escalabilidade, dois fatores críticos para aplicações de jogos, NFTs e entretenimento digital — áreas onde a Sony já possui forte presença.

Blockchains de camada 2 importam porque aliviam a congestão da rede principal do Ethereum, reduzindo custos médios de transação que hoje variam entre US$ 0,50 e US$ 2 em períodos normais. Para projetos corporativos, previsibilidade de custos é um requisito básico, o que explica a escolha dessa arquitetura.

Sony reforça movimento de gigantes tradicionais no Web3

O investimento de US$ 13 milhões é modesto frente ao caixa da Sony, mas relevante como sinal estratégico. Ele se soma a uma onda em que gigantes tradicionais investem em tokenização e infraestrutura blockchain, buscando eficiência operacional e novas fontes de receita.

Para o ecossistema, a entrada de marcas globais tende a atrair desenvolvedores e parceiros, aumentando a atividade on-chain ao longo do tempo. Em projetos comparáveis, crescimento de usuários costuma anteceder aumento de métricas como volume transacionado e valor total bloqueado (TVL), que são os primeiros indicadores a observar antes de qualquer valorização de tokens.

Como isso pode impactar investidores brasileiros?

Embora a Soneium ainda não possua um token amplamente negociado, o movimento da Sony reforça o interesse em investimento em Web3 com foco em infraestrutura. Para investidores brasileiros, isso sugere atenção redobrada a projetos de camada 2 e soluções voltadas a jogos e entretenimento, setores que historicamente lideram ciclos de adoção.

O risco, porém, está na execução. Sem métricas públicas de usuários ativos, supply em exchange ou volumes on-chain, o investimento permanece mais estratégico do que financeiro. Em outros casos, parcerias corporativas demoraram anos para se traduzir em tração real, o que exige paciência e gestão de risco.

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Em síntese, o aporte da Sony na Startale não muda o mercado no curto prazo, mas reforça a narrativa de adoção institucional gradual. Para quem investe no Brasil, o recado é acompanhar dados concretos — usuários, volumes e integração com produtos reais — antes de antecipar qualquer impacto relevante em preço.

Para entender como projetos asiáticos vêm explorando blockchain, vale observar também iniciativas de projetos blockchain japoneses que buscam liquidez e escala global.

Análises históricas de adoção institucional mostram que grandes empresas tendem a priorizar testes controlados antes de movimentos mais agressivos. Já em ciclos anteriores, como detalhado em estudos de mercado sobre blockchain corporativo, a maturação levou anos, não meses.

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