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Tether ultrapassa US$ 10 bilhões em lucros no ano e amplia reservas em Bitcoin e ouro

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A Tether, maior emissora mundial de stablecoins, anunciou na sexta-feira (31) que seus lucros acumulados em 2025 ultrapassaram US$ 10 bilhões. O resultado indica que a empresa obteve ao menos US$ 4,3 bilhões em ganhos no terceiro trimestre, considerando o lucro de US$ 5,7 bilhões reportado até junho.

Apesar de não divulgar balanços financeiros completos, a companhia com sede em El Salvador apresenta regularmente atestações independentes conduzidas pela BDO. Esses relatórios confirmam a composição e a solidez de suas reservas.

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Exposição crescente a títulos dos EUA e Bitcoin

De acordo com o relatório mais recente, a Tether possui aproximadamente US$ 135 bilhões em títulos do Tesouro dos EUA. Isso consolida a empresa como uma das maiores detentoras privadas desses papéis.

Além disso, o portfólio da empresa inclui cerca de US$ 13 bilhões em metais preciosos e US$ 10 bilhões em Bitcoin, refletindo uma estratégia de diversificação de ativos de reserva.

O CEO da Tether, Paolo Ardoino, afirmou que os resultados do terceiro trimestre demonstram “a continuidade da confiança e da força” da empresa, mesmo diante de um cenário macroeconômico global desafiador.

Crescimento e concorrência no mercado de stablecoins

Embora a Tether siga líder entre as stablecoins pareadas ao dólar, o banco JPMorgan destacou nesta semana que o USDC, da Circle, tem apresentado ritmo de crescimento superior em termos de capitalização de mercado e volume de transações on-chain.

Em meio à expansão do setor, a Tether informou no início de outubro que superou 500 milhões de usuários globais. No mês anterior, a Bloomberg noticiou que a empresa estava em negociações com investidores para levantar até US$ 20 bilhões. O objetivo era alcançar uma avaliação estimada em cerca de US$ 500 bilhões.

Com lucros expressivos e participação dominante no mercado, a Tether consolida sua posição no centro da infraestrutura de criptoativos estáveis. Ao mesmo tempo, a companhia amplia suas reservas em ativos considerados de alta liquidez e valor estratégico.

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Telegram integrará IA própria e recompensará usuários com Toncoin

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Pavel Durov, fundador do Telegram, anunciou a criação da Cocoon (Confidential Compute Open Network), uma rede de inteligência artificial descentralizada construída sobre o blockchain TON (The Open Network). O anúncio, feito no fórum Blockchain Life 2025, e promete renda extra para usuários que participarem do projeto.

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Pavel anuncia iniciativa durante conferência em Duvai. Reprodução: YouTube.

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A iniciativa tem como objetivo principal permitir que os mais de um bilhão de usuários do Telegram acessem funções de IA. Entre elas, a sumarização de conteúdo e redação de mensagens, tudo de maneira “confidencial, transparente e eficiente”, sem ceder seus dados a provedores centralizados.

Modelo descentralizado

A rede Cocoon operará a partir de um ecossistema de compartilhamento de poder computacional. Proprietários de GPUs (Unidades de Processamento Gráfico) alugarão sua capacidade ociosa para a rede e receberão a criptomoeda nativa do TON, a Toncoin, como remuneração.

Por outro lado, desenvolvedores pagarão com a mesma moeda para utilizar esses recursos, em um modelo de mercado que promete preços competitivos e resistência à censura para o acesso à computação em IA.

Segundo o canal oficial do projeto, a criptografia de todo o processamento de dados impedirá que os fornecedores de GPU acessem o conteúdo das solicitações, em um modelo que a empresa classifica como “IA privada”.

O Telegram não será apenas o primeiro cliente da rede, mas integrará as capacidades da Cocoon diretamente em seu ecossistema de mini-apps e bots. A empresa também investirá na promoção global da rede. A previsão é que a rede Cocoon entre em operação em novembro, após uma fase de cadastro de participantes interessados.

Preocupação com liberdades digitais

Em sua apresentação, Durov justificou a necessidade de uma solução descentralizada. Ele argumentou que essa abordagem é crucial porque, na sua avaliação, o mundo tem seguido uma direção preocupante nas últimas duas décadas, com uma perda gradual das liberdades digitais pelos usuários.

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A movimentação do Telegram reflete uma preocupação crescente no setor de tecnologia. Especialistas alertam que a centralização de serviços de IA em poucas empresas cria riscos como vazamento de dados, manipulação de algoritmos e censura de informações. A tecnologia blockchain é vista como uma alternativa para criar registros imutáveis e verificar a integridade dos dados processados.

Este é o mais recente passo da empresa no campo da inteligência artificial. O projeto foi mencionado pela primeira vez por Durov durante uma visita ao Cazaquistão no início de outubro, quando ele citou a existência de um laboratório de IA. Anteriormente, em maio, o Telegram fechou uma parceria com a xAI, startup de Elon Musk, para distribuir o chatbot Grok em sua plataforma.

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Como a SpacePay facilita pequenos pagamentos com Bitcoin?

Ethereum está bombando, mas a pré-venda da SpacePay pode trazer utilidade real

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Você pega seu celular para pagar com Bitcoin em um café local, e o comerciante recebe dólares em sua conta antes mesmo de você chegar à porta.

Esse cenário parece impossível para a maioria dos empresários que evitam criptomoedas devido à complexidade e ao risco. Por isso, a SpacePay criou um sistema que torna isso realidade. Os clientes pagam com criptomoedas por meio de mais de 325 carteiras digitais compatíveis. Já os comerciantes recebem moeda fiduciária imediatamente. Toda a transação custa apenas 0,5% em taxas.

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A empresa, sediada em Londres, se conecta a terminais de pagamento Android por meio de um software simples. Não é necessário nenhum hardware novo. Nem é preciso treinamento para a equipe. Com mais de US$ 1,4 milhão já arrecadados, o mercado claramente vê potencial nessa abordagem.

Por que pagar um simples café com Bitcoin é importante

Transações de pequeno valor representam o maior teste para qualquer sistema de pagamento. Dessa forma, comprar um café ou o almoço revela se a tecnologia realmente funciona em situações reais ou se apenas fica bem em apresentações.

A maioria das soluções de pagamento em criptomoedas falha nesse teste. Taxas altas inviabilizam o pagamento de pequenas compras. Além disso, confirmações lentas criam esperas constrangedoras no caixa. Para piorar, configurações complexas confundem tanto os clientes quanto os funcionários.

Para atacar essas dificuldades, a SpacePay projetou sua plataforma especificamente para esses momentos do dia a dia. A velocidade se iguala à dos pagamentos com cartão. O custo permanece baixo o suficiente para que uma compra de US$ 5 faça sentido. Aliás, a interface é familiar para qualquer pessoa que já tenha usado um terminal de pagamento.

Cerca de 400 milhões de pessoas possuem criptomoedas em todo o mundo. Muitas delas as usariam para comprar itens do dia a dia se o processo realmente funcionasse sem complicações.

Como funcionam os pagamentos em Bitcoin sem risco de volatilidade

O problema da volatilidade tem bloqueado a adoção de criptomoedas por anos. Um comerciante aceita Bitcoin para uma venda e, impotente, vê seu valor cair 10% da noite para o dia.

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A SpacePay resolveu isso processando a conversão em tempo real. O cliente escaneia o código de pagamento com sua carteira Bitcoin. A transação é processada na blockchain. Por fim, a SpacePay converte a criptomoeda para a moeda local em segundos. O comerciante recebe o valor em moeda fiduciária estável em sua conta.

A velocidade dessa conversão é crucial. Oscilações de preço que poderiam levar minutos ou horas tornam-se irrelevantes quando a liquidação leva apenas segundos. Os comerciantes definem os preços em sua moeda local e recebem exatamente esse valor todas as vezes.

Contudo, essa proteção se estende além do Bitcoin, abrangendo todas as criptomoedas suportadas. Independentemente dos clientes pagarem com Ethereum, BNB ou stablecoins, os comerciantes sempre recebem valores previsíveis em moeda fiduciária.

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Visite a pré-venda da SpacePay

Receber dinheiro na sua conta muda tudo

Receber dinheiro real utilizável em vez de tokens cripto elimina a última barreira para a adoção por parte dos comerciantes. Empresários precisam pagar aluguel, fornecedores e funcionários em dinheiro tradicional.

No entanto, processadores de pagamento tradicionais cobram entre 2% e 4% por liquidações instantâneas semelhantes. A SpacePay faz isso por 0,5%. Por exemplo, um restaurante que processa US$ 30.000 por mês economizaria aproximadamente de US$ 450 a US$ 900 em comparação com as opções convencionais.

O dinheiro chega pronto para uso imediatamente. Sem períodos de espera ou processos de conversão. Sem lidar com contas de corretoras. Do ponto de vista do comerciante, aceitar criptomoedas pela SpacePay é idêntico a aceitar cartões, só que mais barato.

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Portanto, essa simplicidade é especialmente importante para pequenas empresas. Elas operam com margens apertadas e não podem arcar com operações financeiras complexas.

SpacePay One constrói a base técnica

Por trás da experiência simplificada para comerciantes, está o SpacePay One, a API de pagamentos que viabiliza todas as transações. A equipe de desenvolvimento lançou recentemente o serviço em uma rede de testes (testnet). Permitindo, assim, que parceiros técnicos examinem a funcionalidade antes da implementação completa.

Atualmente, a rede de testes opera nas blockchains Base Sepolia e Ethereum Sepolia. A configuração multichain permite que a SpacePay adicione mais blockchains no futuro, quando fizer sentido.

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Testes completos antes do lançamento diferenciam projetos sérios de projetos apressados. Muitas plataformas pulam essa etapa e lançam softwares com bugs que frustram os usuários.

Participar da pré-venda

Os tokens $SPY estão sendo vendidos atualmente por US$ 0,003181 na pré-venda. Ao adquirir os tokens os detentores podem votar nos próximos passos da plataforma. Além disso, também podem receber recompensas mensais por participar e experimentar novos recursos antes de todos os outros.

As receitas da plataforma também são compartilhadas como um benefícios adicionais. Dessa forma, à medida que a SpacePay processa mais transações de comerciantes, os detentores de tokens recebem renda proporcional. Esse alinhamento conecta o sucesso dos detentores diretamente ao crescimento da plataforma.

A equipe distribuiu os tokens de forma criteriosa. Os fundadores ficaram com apenas 5%. Participantes da venda pública recebem 20%, os usuários que recebem recompensas ficam com 17% e o restante financia o desenvolvimento, parcerias e iniciativas de marketing.

Os interessados ​​podem visitar o site da SpacePay e conectar uma carteira compatível com ETH, BNB, MATIC, AVAX, USDT ou USDC. Quem não possui carteira de criptomoedas pode comprar usando cartões bancários comuns. Após a conexão, os usuários selecionam o método de pagamento e o valor do investimento.

O sistema calcula a alocação de tokens automaticamente com base no preço atual de US$ 0,003181 por token. A pré-venda avança por etapas com preços crescentes, recompensando os participantes iniciais com melhores taxas.

PARTICIPE AGORA DA PRÉ-VENDA DA SPACEPAY (SPY)

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Pump.fun e Virtuals Protocol sofrem com queda – Estas pré-vendas são as melhores oportunidades agora

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Enquanto o mercado de criptomoedas enfrenta uma significativa correção, dois projetos que antes lideravam os ganhos agora figuram entre as maiores baixas. Pump.fun (PUMP) e Virtuals Protocol (VIRTUAL), que haviam experimentado valorizações expressivas nas últimas semanas, registram quedas abruptas que preocupam investidores. Este movimento sinaliza uma rotação de capital para alternativas com maior potencial de valorização no atual cenário. Este artigo traz as melhores pré-vendas atuais.

PUMP.fun testando nível crítico

O token PUMP, da plataforma homônima de lançamento de memecoins, vive seu momento mais crítico desde seu lançamento meteórico em julho. Após atingir o pico histórico de US$ 0,0088, o token agora enfrenta uma severa correção, caindo de US$ 0,0052 para US$ 0,0044 entre quarta-feira e sexta-feira (29 a 31). Apesar de uma leve recuperação nas últimas horas, analistas projetam que o PUMP pode testar níveis de suporte entre US$ 0,0038 e US$ 0,0029 nas próximas sessões.

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PUMP
Política da equipe PUMP preocupa investidores. Fonte: X.com

De acordo com especialistas, o movimento atual reflete a saída de investidores que realizam lucros após a forte valorização recente. O cenário técnico indica que uma queda abaixo do suporte imediato poderia acelerar as vendas, levando o token a buscar suportes mais baixos.

Virtuals Protocol segue a tendência de baixa

O Virtuals Protocol (VIRTUAL), projeto especializado em agentes de IA, também sofre com a pressão vendedora. A moeda que já valeu US$ 4,50 agora é negociada a US$ 1,38, após atingir um pico de US$ 1,48 nas últimas 24 horas. A modesta recuperação não convenceu os analistas, que apontam riscos de testes aos suportes psicológicos mais baixos.

VIRTUALS
Queda de VIRTUALS liga alerta nos traders. Fonte: X.com

Especialistas do setor alertam que os indicadores técnicos sugerem diminuição no interesse comprador. Se confirmada a ruptura dos níveis atuais, o projeto poderá testar a importante zona de suporte em US$ 1,00. No entanto, uma reversão sustentada poderia levar o token a retestar a resistência de US$ 1,68.

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Melhores pré-vendas

Enquanto o mercado à vista enfrenta correções, o cenário das melhores pré-vendas apresenta oportunidades distintas. Projetos distintos estão captando investimentos expressivos e construindo comunidades sólidas antes mesmo de suas listagens em exchanges

Best Wallet Token ($BEST)

BEST
Pré-venda BEST.

O Best Wallet Token ($BEST) é o token nativo da Best Wallet, uma carteira não custodial de criptoativos que busca capturar uma parcela do mercado global de carteiras. O projeto foi lançado em pré-venda em novembro e já arrecadou mais de US$ 16,7 milhões. A pré-venda segue até o fim de 2025 ou até o esgotamento dos tokens.

Entre as funcionalidades destacadas estão recuperação descentralizada de carteira, launchpad para pré-vendas exclusivas, staking com APY elevado e bônus em cassinos parceiros. A versão 2.7.0 do aplicativo inclui proteção contra screenshots em telas sensíveis e integração com contratos inteligentes.

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Pepenode (PEPENODE)

PEPENODE
Pré-venda da PEPENODE.

O Pepenode (PEPENODE) é um token ERC-20, memecoin que incorpora mecânicas de “mine-to-earn”, combinando cultura de sapos com um simulador de mineração virtual gamificado. Lançado em pré-venda em setembro a US$ 0,001, o projeto captou aproximadamente US$ 2 milhões. O suprimento máximo é de 420 bilhões de tokens, com queima de 70% dos gastos em nodes para efeito deflacionário.

Os usuários podem construir salas de servidores virtuais, comprar e atualizar nodes para ganhar recompensas em memecoins, sem necessidade de hardware real, através de aplicativo off-chain. O staking durante a pré-venda ofereceu APYs de até 652%. Está prevista listagem em exchanges top-tier para o segundo semestre de 2025.

Maxi Doge ($MAXI)

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Pré-venda MAXIDOGE.

O Maxi Doge ($MAXI) é uma memecoin no Ethereum, paródia do Dogecoin com tema de “degen trader”. A pré-venda iniciou em julho a US$ 0,00025 e arrecadou mais de US$ 3,8 milhões, com previsão de término para final de outubro ou quarto trimestre de 2025. O token chegou a oferecer staking com APY de 124%, acessível via site oficial.

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O projeto conta com integrações futuras com plataformas de futuros para trades reais. A comunidade mantém presença ativa no Telegram e X, com foco em sátira e utilidade, onde holders testam habilidades em simulações de alto risco. O roadmap inclui listagens em CEXs e expansão para NFTs de trading.

Aviso: Este artigo tem funcionalidade exclusivamente informativa, e não constitui aconselhamento de investimento ou oferta para investir. O CriptoFácil não é responsável por qualquer conteúdo, produtos ou serviços mencionados neste artigo. Recomendamos que você sempre faça sua própria pesquisa (DYOR) antes de tomar qualquer decisão financeira. Invista apenas o que você pode se dar ao luxo de perder.

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Ethereum atinge recorde histórico de atividade do token

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A rede Ethereum registrou um recorde histórico de atividade on-chain, marcando um dos momentos mais fortes desde sua criação. O índice diário de atividade, que acompanha 76 tokens líderes construídos na blockchain, atingiu 1,985 milhão de endereços ativos, segundo dados da CryptoQuant.

O indicador utiliza a média móvel simples de 30 dias (SMA-30), o que reduz as variações diárias e revela a tendência real de crescimento da rede. Essa métrica mostra que o aumento da atividade não é um evento isolado, mas o resultado de uma tendência consistente de adoção ao longo do último mês.

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De acordo com o relatório, o número crescente de endereços ativos representa “um selo de saúde da rede e de adoção sustentável”. Analistas explicam que, enquanto os preços das criptomoedas podem variar por movimentos especulativos, o número de endereços únicos reflete o uso real e a interação constante dos usuários com o ecossistema.

A alta no índice de atividade indica que novos usuários estão entrando na rede e investidores antigos continuam engajados em diferentes aplicações, especialmente em áreas como finanças descentralizadas (DeFi) e tokens não fungíveis (NFTs).

Esses segmentos permanecem entre os principais motores da expansão da rede Ethereum, que mantém sua posição como o maior ecossistema de contratos inteligentes do mundo.

A CryptoQuant ressalta que essa atividade recorde cria uma base sólida de crescimento fundamental para o ativo. Segundo a análise, a força atual do mercado não vem apenas de movimentos de preço, mas de usuários reais interagindo diariamente com protocolos e dApps. Esse tipo de comportamento costuma anteceder períodos de valorização sustentada no longo prazo.

Ethereum: rede se consolida com forte participação e liquidez

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Entre 2022 e 2025, o índice de atividade de Ethereum apresentou crescimento contínuo, com destaque para o aumento expressivo registrado nos últimos seis meses. Essa tendência ocorre em paralelo à alta do valor total bloqueado (TVL) na rede, que ultrapassou recentemente US$ 373 bilhões. Assim, consolidando o Ethereum como o centro da economia descentralizada.

Analistas afirmam que o novo recorde de 1,985 milhão de endereços ativos demonstra uma mudança estrutural na adoção da tecnologia blockchain. Impulsionada por melhorias de usabilidade, escalabilidade e integração com novas soluções de segunda camada (L2).

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A combinação entre uso real, liquidez crescente e diversificação de aplicações reforça a percepção de que o Ethereum vive um novo ciclo de expansão. Essa fase é marcada não apenas por investimento institucional e inovação técnica, mas principalmente pela adoção de usuários comuns, que hoje representam a base do crescimento orgânico da rede.

Em meio à volatilidade do mercado cripto, o Ethereum mostra que fundamentos sólidos ainda são a melhor medida de força. A alta histórica da atividade on-chain confirma que a rede continua sendo o coração pulsante do ecossistema descentralizado global.

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Mercado cripto em alerta: análise indica repetição da bolha de 2021

Postura pró-cripto de Trump pode alimentar uma bolha de mercado, diz fundo de hedge

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O mercado de criptomoedas volta a chamar atenção após uma nova análise da CryptoQuant indicar que o setor pode estar entrando em uma bolha ainda maior que a de 2021. O alerta partiu de Ki Young Ju, CEO da plataforma de dados on-chain, que publicou um estudo apontando sinais preocupantes no comportamento do Zcash (ZEC).

De acordo com a análise, os volumes atuais de negociação do ZEC superam os níveis do último pico histórico, registrado durante o ciclo de alta de 2021. O executivo destacou que a criptomoeda entrou em uma fase de distribuição perigosa, quando os investidores de varejo compram o topo do mercado enquanto grandes detentores realizam lucros.

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Em uma publicação feita na rede X (antigo Twitter), Ki Young Ju foi direto ao afirmar:

“Desculpe, mas você é varejo se está comprando Zcash agora.”

A mensagem, acompanhada de gráficos detalhados, acendeu um alerta vermelho entre analistas e traders.

O gráfico divulgado pela CryptoQuant, chamado “Spot Volume Bubble Map”, mostra o comportamento do volume de negociação do Zcash desde 2020. Nele, cada círculo representa o tamanho do volume, enquanto as cores indicam a taxa de mudança — do resfriamento ao superaquecimento.

Os dados mostram que o ZEC atravessa uma fase de rotação intensa, semelhante à de 2021, quando atingiu US$ 300 por unidade antes de despencar. A fase de distribuição é um estágio clássico das bolhas de mercado, em que o preço sobe de forma instável, o volume explode e investidores menos experientes entram em massa acreditando em ganhos rápidos.

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Imagem: X

Mercado cripto vive bolha?

De acordo com o relatório, o volume atual supera o de 2021, o que indica uma formação ainda mais agressiva de bolha. A CryptoQuant alerta que o ciclo pode estar perto do esgotamento, e uma correção abrupta é altamente provável se a pressão de venda aumentar.

Nos últimos três meses, o Zcash disparou mais de 750%, impulsionando o setor de moedas de privacidade e atraindo atenção de especuladores. Essa alta repentina, porém, preocupa analistas, que veem sinais claros de euforia e risco de colapso.

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Enquanto a CryptoQuant recomenda cautela, figuras conhecidas do mercado continuam otimistas. Arthur Hayes, ex-CEO da BitMEX, afirmou em 26 de outubro que o preço do ZEC poderia chegar a US$ 10 mil por moeda. Desde então, a criptomoeda passou de US$ 308 para US$ 328, mantendo forte volatilidade.

A análise da CryptoQuant sugere que, se o mercado continuar nesse ritmo, a bolha poderá se expandir para outros ativos, criando um cenário semelhante ao colapso de 2021. Naquele período, milhares de investidores entraram tardiamente no ciclo de alta, acreditando em ganhos fáceis, e acabaram enfrentando quedas superiores a 80%.

Ki Young Ju reforçou que o comportamento atual lembra o mesmo padrão: volume elevado, otimismo exagerado e entrada massiva de investidores de varejo. Para ele, esses sinais costumam marcar o fim de um ciclo e o início de um período de forte correção.

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OranjeBTC recompra ações para aumentar exposição dos investidores ao Bitcoin

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A OranjeBTC, conhecida como a maior empresa de tesouraria de Bitcoin da América Latina, anunciou um programa de recompra de ações próprias no mercado. A decisão ocorreu após a recente queda de 5% nos papéis da companhia, cotados a R$ 12,87.

De acordo com o comunicado oficial, a empresa realizou as operações de 27 a 30 de outubro, recomprando 99.600 ações ordinárias. Além disso, vendeu 12.400, com um saldo líquido negativo de R$ 1,12 milhão. O movimento visa aumentar o número de satoshis por ação e, assim, ampliar a exposição dos acionistas ao Bitcoin (BTC).

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De acordo com a empresa, quando a OBTC3 é negociada com desconto em relação ao mNAV (Market Net Asset Value). Assim, a recompra representa uma forma indireta e mais barata de adquirir Bitcoin. Isso ocorre, pois a redução no número de ações em circulação eleva o valor de BTC/Ação.

A recompra ocorre em um momento de ajuste de mercado, no qual a OranjeBTC busca reforçar a confiança dos investidores. A companhia mantém 3.708 BTC em reservas, avaliados em US$ 408,8 milhões, com custo médio de US$ 105.431 por unidade. O lucro acumulado é de 4,5%, segundo dados da Bitcoin Treasuries.

OrangeBTC

A empresa também informou que entrou em período de blackout a partir de 31 de outubro, suspendendo novas operações até a divulgação dos resultados do terceiro trimestre de 2025 (3T25), prevista para 14 de novembro. O objetivo é garantir transparência e integridade durante o fechamento contábil.

OranjeBTC e as demais empresas de tesouraria de BTC

O mNAV é o principal indicador usado para medir o desempenho das empresas de tesouraria de Bitcoin, refletindo a relação entre o valor de mercado das ações e o valor líquido das reservas em criptoativos. Quando esse índice fica abaixo de 1, há desconto e risco de diluição para investidores; acima de 1, indica prêmio e valorização.

Enquanto a Strategy, maior tesouraria de Bitcoin do mundo, mantém mNAV de 1,11, e o Méliuz (CASH3) opera com 1,18, a OranjeBTC passou a negociar abaixo de 1,0x, evidenciando descrença momentânea do mercado local em seu modelo de negócio.

O CEO Guilherme Gomes afirmou que a baixa liquidez é “natural neste início”, já que a empresa tem apenas três semanas de listagem e não realizou um IPO tradicional.

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“Nascemos com poucos investidores e estamos crescendo semana a semana”, disse o executivo.

Ele também reforçou que o modelo híbrido da OranjeBTC, que une exposição direta ao Bitcoin e mecanismos de mercado de capitais, demanda educação financeira e tempo de maturação.

“É uma história nova e um modelo de negócio diferente. Por isso é tão importante educar o investidor sobre o Bitcoin e sobre empresas que operam nesse ecossistema”, completou Gomes.

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AAVE pode subir 20% com apoio das baleias? Análise responde

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A Aave (AAVE) mostra sinais de recuperação, com dados on-chain sugerindo que as baleias podem estar ensaiando uma reversão de tendência.

O token nativo da famosa plataforma DeFi de empréstimos chegou a cair 15% esta semana, formando uma mínima em US$ 207 na quinta-feira (30).

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Desde então, acumulou alta de 5%, sendo negociado em US$ 217 no fechamento desta análise, segundo dados do CoinGecko.

Confira, a seguir, o que a análise técnica e os indicadores on-chain revelam sobre o futuro da AAVE.

AAVE pode formar fundo duplo e iniciar reversão

A AAVE está em tendência de baixa desde o final de agosto, quando marcou um topo em US$ 385. Desde então, o ativo já perdeu cerca de 50% de valor, formando uma sequência de topos e fundos descendentes.

Apesar disso, o cenário pode mudar em breve. Com o salto recente, a criptomoeda pode estar formando um fundo duplo na região de US$ 215, padrão considerado de reversão de tendência na análise técnica.

Se o movimento se confirmar, o preço poderá buscar os topos em US$ 242 e US$ 260, o que representaria valorização de até 20% em relação aos níveis atuais.

No entanto, a tendência macro ainda é de baixa. Assim, a reversão só será confirmada se o ativo romper o último topo relevante.

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Gráfico da Aave (AAVE) no TradingView
Gráfico da Aave (AAVE) no TradingView

Nesse contexto, o RSI se torna um indicador importante. Embora ainda esteja abaixo da zona neutra de 50, o índice voltou a subir nas últimas horas. Dessa forma, um cruzamento consistente acima de 50 indicaria uma retomada da força compradora.

Baleias voltam a comprar AAVE, mas pressão vendedora ainda domina

Os grandes investidores da AAVE voltaram a aumentar suas posições nesta semana. Dados da Santiment mostram que carteiras com entre 1 milhão e 10 milhões de AAVE adicionaram cerca de US$ 20 milhões ao ativo nos últimos dias.

Esse tipo de movimento é geralmente interpretado como sinal de alta, pois as baleias têm poder para influenciar tendências e costumam antecipar mudanças no mercado.

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Por outro lado, os fluxos nas exchanges ainda não refletem completamente essa entrada de capital. Segundo dados da Coinglass, as ordens de venda da AAVE superaram as de compra em aproximadamente US$ 25 milhões nas últimas 24 horas.

Ordens de compra e venda de Aave (AAVE) nas exchanges. Fonte: Coinglass
Ordens de compra e venda de Aave (AAVE) nas exchanges. Fonte: Coinglass

Isso mostra que, apesar do otimismo das baleias, o mercado mais amplo segue pressionado pelos vendedores.

Best Wallet Token em destaque

Enquanto a AAVE busca confirmação de tendência, outro projeto vem chamando atenção no universo cripto: o Best Wallet, que segue expandindo seu ecossistema em 2025.

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A proposta da plataforma é ir além de uma simples wallet, criando um ecossistema que conecta utilidade, benefícios e oportunidades de investimento.

O BEST, token de utilidade da plataforma, está em fase de pré-venda e já arrecadou mais de US$ 16 milhões.

O destaque é sua integração com pré-vendas exclusivas, que oferecem ofertas especiais e cashback em determinadas operações. Além disso, os detentores do token terão taxas reduzidas e acesso antecipado ao novo cartão de débito da carteira.

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Aviso: Este artigo tem funcionalidade exclusivamente informativa, e não constitui aconselhamento de investimento ou oferta para investir. O CriptoFácil não é responsável por qualquer conteúdo, produtos ou serviços mencionados neste artigo. Recomendamos que você sempre faça sua própria pesquisa (DYOR) antes de tomar qualquer decisão financeira. Invista apenas o que você pode se dar ao luxo de perder.

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Riot Platforms volta ao lucro com mineração de BTC – investidores apostam em PepeNode para multiplicar ganhos

Empresa de mineração de BTC planeja vender R$ 500 milhões em ações na Nasdaq

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Depois de anos de incerteza e margens apertadas, a mineração de BTC voltou a entregar números expressivos. O terceiro trimestre de 2025 consolidou este cenário.

Enquanto o preço do Bitcoin chegou a picos de US$ 126.000 antes de recuar para US$ 102.000, a mineradora Riot Platforms registrou receita recorde de US$ 180 milhões no período.

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Com lucro líquido de US$ 104 milhões e crescimento de 18% sobre o trimestre anterior. O resultado veio principalmente da mineração de BTC, que respondeu por US$ 160 milhões da receita total. Com o restante vindo de soluções em engenharia e economia operacional.

Mineração de BTC volta a ser lucrativa

O balanço da Riot impressiona com mais de US$ 400 milhões em caixa, um estoque robusto de 19.200 BTC e economias relevantes em infraestrutura e tecnologia.

A mineradora já extraiu mais de 1.400 BTC só neste trimestre. Mantendo, assim, custos energéticos em torno de 4 kWh, graças a estratégias de otimização e escala industrial.

O ritmo diário supera 15 BTC por dia, algo fora do alcance para a maioria dos competidores menores que disputam o espaço para minerar de Bitcoin.

Com a dificuldade da rede Bitcoin em máxima histórica e um hashrate global de mais de 1.1 ZH/s, apenas operações de grande porte conseguem se manter competitivas.

Nesse sentido, a tendência de concentração e eficiência crescentes se intensifica. Afastando, desse modo, mineradores independentes que não contam com tecnologia de ponta e contratos de energia privilegiados.

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PepeNode: democratização, gamificação e rentabilidade

Enquanto grandes mineradoras como Riot Platforms dominam, o investidor atento busca alternativas além do ‘ouro digital’. PepeNode surge como resposta inovadora, permitindo mineração virtual de memecoins sem necessidade de hardware caro, energia abundante ou conhecimento técnico avançado.

O inovador sistema ‘mine-to-earn’ gamifica o processo: cada usuário recebe uma server room inicial, que pode ser ampliada e otimizada com tokens PEPENODE.

Enquanto disso, mais de 70% dos tokens usados para upgrades na plataforma são queimados, criando escassez programada e dando sustentação ao preço.

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A pré-venda avança rápido, com mais de US$ 2 milhões arrecadados e valorização prevista do token nas próximas 48 horas.

Além disso, quem entra cedo no projeto e faz staking pode conquistar um yield excepcional — os rendimentos chegam a até 642% ao ano, um patamar raríssimo em cripto.

Portanto, o PepeNode coloca o usuário como protagonista. Ao invés de apenas comprar ou especular, o investidor participa de decisões estratégicas e disputas por performance.

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Tornando a mineração acessível, divertida e com potencial de lucros superiores aos do próprio BTC — especialmente em tempos de dificuldade e custos recordes.

O projeto, voltado para os fãs de memecoins, entrega um modelo de mineração e engajamento adaptado ao futuro da criptoeconomia.

Visite o PEPENODE Agora

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Aviso: Este artigo tem funcionalidade exclusivamente informativa, e não constitui aconselhamento de investimento ou oferta para investir. O CriptoFácil não é responsável por qualquer conteúdo, produtos ou serviços mencionados neste artigo.

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CZ da Binance agita o mercado de memecoins – pré-venda da Maxi Doge de US$ 3,8M está prestes a explodir

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O mercado de memecoins está repleto de histórias de sucesso estrondoso, desastres horríveis e tudo o que há entre esses dois extremos. E nesse caminho tem as histórias de manipulação, como o que parece ser o caso da famosa “memecoin do CZ“.

Na verdade, o criador da Binance quem inventou essa memecoin, mas alguém criou uma estátua dourada de 4,5 metros em homenagem a Changpeng “CZ” Zhao. Em seguida várias pessoas que viram a obra marcaram o fundador da Binance no X. Não demorou para alguém criar uma memecoin, a $CZSTATUE, em homenagem à estátua dourada.

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A memecoin chegou a disparar 27.000% no primeiro dia – até que CZ viu a estátua e demonstrou seu repúdio ao projeto. Como resultado, o preço da $CZSTATUE colapsou, registrando queda de 52% apenas nas últimas 24 horas. Ou seja, o criador da memecoin provavelmente só queria ganhar dinheiro fácil, algo que o próprio CZ falou em seu tuíte:

“Embora eu queira apreciar a homenagem, o fato de haver uma moeda meme associada a isso significa que o criador provavelmente só queria ganhar dinheiro fácil com a minha interação. Isso é algo que eu não aprecio. Não comprem a memecoin”, disse CZ na quarta-feira (29).

Mas se tem um projeto que não visa ganhar com base no engano é a Maxi Doge ($MAXI). Pelo contrário: ela ajuda seus fãs a ficarem cada vez mais riscos utilizando alavancagem pesada, porém de forma segura. E você pode ter acesso a tudo isso ao comprar Maxi Doge ainda na pré-venda.

Memecoin
Memecoin CZSTATUE colapsa em poucas horas. Fonte: Gecko Terminal.

“Efeito CZ” volta ao mercado

Se você conhece o mundo das criptomoedas e o CZ, sabe que sempre que a expressão “memecoin” sai da boca dele a comunidade enlouquece. Assim como Elon Musk, cada tuíte de CZ tem a capacidade de causar fortes disparadas no preço de memecoins – ou fortes quedas, no caso da $CZSTATUE.

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São vários os exemplos de personalidades famosas que criaram ou dão nome a várias memecoins. A memecoin oficial Trump ($TRUMP) disparou 37% na última semana, impulsionada pela disputa comercial entre EUA e China, pela flexibilização das tarifas e pelos cortes nas taxas de juros do Fed.

Já as memecoins de cachorro, como a Dogecoin ($DOGE) e a Floki Inu ($FLOKI) registram ganhos de no mínimo dois dígitos a cada tuíte do fundador do X. De fato, foi Elon Musk que mostrou o impacto que influenciadores, bilionários e políticos podem causar no preço desses tokens.

Com o perdão presidencial dado por Donald Trump, CZ agora pode usar de sua influência para exercer essa manipulação. Mas, acima de tudo, isso mostra que as memecoins estão longe de estarem mortas. Elas estão vivas, em plena atividade e conquistando comunidades fiéis num piscar de olhos, especialmente as novas memecoins.

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É o caso da Maxi Doge ($MAXI), a prima bombada da Dogecoin que usa energético em vez de água e planeja uma revolução das memecoins com sua pré-venda de mais de US$ 3,8 milhões.

Memecoins
As 10 maiores memecoins em valor de mercado. Fonte: CoinGecko.

Pré-venda da Maxi Doge prestes a explodir

Memecoins são sinônimo de autenticidade, energia pura e o espírito de uma comunidade que nunca morre. Força, coragem e alto desejo por riscos. E essas duas tríades estão mais do que presentes na casa do cachorro Shiba Inu marombado que representa a pré-venda da Maxi Doge.

A $DOGE é a prova perfeita de que moedas meme só precisam de um espírito irreverente e apoio da comunidade para fazer sucesso. Mas o que ela tem de engraçadinha, a $MAXI tem de ousada. Aqui não tem espaço para risos, mas apenas para lucros exponenciais e negociações com mais de 1.000 vezes de alavancagem.

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Da mesma forma que a Dogecoin, a Maxi Doge ($MAXI) canaliza a mesma empolgação crua e desenfreada das memecoins. Mas ela quer destronar o rei e construir seu próprio nome. O cachorro sarado quebra padrões tradicionais, traz humor irreverente, bravata inconsequente e reacende o espírito comunitário que levou a Dogecoin ao auge da fama e do poder.

Ele também oferece uma plataforma de staking com retornos de 79% ao ano – algo que deixa no chinelo seu grande rival. A atenção recebida pela $MAXI fez sua pré-venda captar US$ 1 milhão em apenas dois dias nesta semana. Ninguém quer ficar de fora da memecoin com maior potencial para 2026.

E isso não é força de expressão. A expectativa é que o preço do Maxi Doge passe de US$ 0,0002745 (valor que atingirá no final da pré-venda) para um preço de lançamento de US$ 0,0003. Mas após esta etapa, a $MAXI deve atingir US$ 0,0012 até 2026 – uma alta superior a 500%.

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Maxi Doge.
Pré-venda Maxi Doge. Fonte: site oficial.

Aviso: Este artigo tem funcionalidade exclusivamente informativa, e não constitui aconselhamento de investimento ou oferta para investir. O CriptoFácil não é responsável por qualquer conteúdo, produtos ou serviços mencionados neste artigo. Recomendamos que você sempre faça sua própria pesquisa (DYOR) antes de tomar qualquer decisão financeira. Invista apenas o que você pode se dar ao luxo de perder.

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