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Trezor oferece segurança quântica e impulsiona carteiras cripto

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A Trezor apresentou nesta semana a nova Trezor Safe 7, um modelo que promete revolucionar o mercado de carteiras cripto. Afinal, essa carteira física foi projetada para resistir a potenciais ameaças da computação quântica.

Segundo a empresa, a Safe 7 representa o próximo passo na proteção de criptoativos como o Bitcoin. Além disso, pode reforçar a transparência do ecossistema de segurança digital.

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Trezor traz avanço em carteiras cripto

O grande diferencial do novo produto da Trezor é o chip TROPIC01, desenvolvido pela Tropic Square — subsidiária da Trezor que surgiu em 2020.

Ele se diferencia dos chips convencionais, uma vez que permite auditoria pública, garantindo inspeção completa do código e do hardware. Portanto, traz um nível de transparência raro em carteiras de criptomoedas.

Além disso, há o chip EAL6+, que impede invasões físicas e digitais, formando um escudo de segurança de duas camadas.

No entanto, o principal avanço está mesmo em sua arquitetura ‘quantum-ready’. A estrutura foi desenhada para suportar futuras atualizações baseadas em algoritmos resistentes à computação quântica, um avanço na tecnologia de carteiras cripto.

Esse é um risco que surgiu nos debates sobre segurança nos últimos anos. Por isso, a empresa afirma que a iniciativa antecipa riscos potenciais que poderiam afetar a criptografia utilizada nas redes blockchain, incluindo a do Bitcoin.

Tomáš Sušánka, CTO da Trezor, afirmou que o objetivo do projeto é ‘acabar com a confiança cega e permitir verificação total’, reforçando o princípio de descentralização que guia o Bitcoin desde sua criação. Também segundo ele, a Safe 7 reflete a busca da marca por segurança sem sacrificar a usabilidade.

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Design e desempenho aprimorados

O modelo reforça o compromisso da Trezor com a filosofia open source, permitindo que especialistas independentes auditem o sistema. E a empresa destaca que a preocupação com segurança não compromete o design nem a praticidade do uso.

Por exemplo, a Safe 7 tem tela sensível ao toque de 2,5 polegadas com proteção Gorilla Glass e corpo de alumínio resistente à poeira e aos respingos (IP54). Também é o primeiro modelo da marca de carteiras cripto com conectividade Bluetooth criptografada e carregamento magnético sem fio.

A bateria LiFePO₄ tem vida útil até quatro vezes maior que a das baterias comuns, permitindo até 100 transações por carga. Então, os usuários podem integrar facilmente seus ativos via Trezor Suite e aplicativos compatíveis.

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Por fim, a Trezor confirmou o lançamento de uma edição exclusiva para Bitcoin, mirando em quem prefere simplicidade e foco total na principal criptomoeda. A pré-venda já está disponível no site oficial.

Best Wallet oferece segurança e acesso a novas altcoins

Falando em pré-venda, há outra plataforma que vem chamando a atenção no mercado de carteiras cripto.

Enquanto a Trezor avança na segurança, a Best Wallet se destaca com sua proposta de descentralização e utilidade. A carteira sem custódia já arrecadou quase US$ 16 milhões na pré-venda do token $BEST, nativo da plataforma.

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Além disso, a plataforma possui a seção ‘Upcoming Tokens’, que destaca novas altcoins promissoras. Então, os investidores ganham acesso antecipado a dApps e oportunidades exclusivas ao se tornarem usuários da carteira.

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Foto: Best Wallet/IA

A Best Wallet une praticidade, transparência e vantagens para quem mantém tokens em staking. E, em um momento de otimismo no mercado, surge como uma alternativa sólida para investidores que buscam segurança e crescimento.

Para aproveitar todo o potencial da carteira, pode ser uma boa ideia comprar o token $BEST. Afinal, ele oferece taxas de transação reduzidas e permite que os detentores façam staking, com um potencial de rendimento promissor.

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Se quiser comprar $BEST, baixe e instale o app da Best Wallet para Android e iOS. Então, acesse a seção do token e escolha como deseja pagar. Outra opção é acessar o site oficial e conectar uma carteira de sua preferência. Mas aja com rapidez, porque o preço do token aumenta a cada nova etapa da pré-venda.

Visite a Best Wallet Agora

Aviso: Este artigo tem funcionalidade exclusivamente informativa, e não constitui aconselhamento de investimento ou oferta para investir. O CriptoFácil não é responsável por qualquer conteúdo, produtos ou serviços mencionados neste artigo

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US$ 46 Trilhões em transações de stablecoins em um ano – futuro brilhante para o Best Wallet Token

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A atividade de stablecoins supera a de gigantes de pagamento como a Visa. É o que diz o relatório State of Crypto 2025, elaborado pela empresa americana de capital de risco Andreessen Horowitz (a16z). De acordo com o documento, as stablecoins processaram US$ 46 trilhões em transações no último ano, um recorde absoluto.

Mesmo nas estimativas mais baixas, o relatório mostra um crescimento expressivo. A a16z mostra que se desconsiderarmos a atividade inorgânica das stablecoins, o valor passaria a ser de US$ 9 trilhões. Só que mesmo esse dado faz o mercado de stablecoins superar com folga a taxa de transferência anual de gigantes tradicionais como o PayPal.

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O relatório detalha que o volume mensal ajustado de transações para stablecoins se aproximou do recorde de US$ 1,25 trilhão somente em setembro de 2025. Com isso, as stablecoins ficaram atrás somente das transferências bancárias (ACH), já que essas movimentaram US$ 87 trilhões no último ano.

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Volume de transações por sistema de pagamento. Fonte: a16z.

Recentemente, a Tether, emissora da USDT, viu sua maior stablecoin atingir 500 milhões de usuários e US$ 180 bilhões em valor de mercado. Essas duas marcas reforçam a clara adoção das stablecoins à medida que mais pessoas descobrem seus benefícios.

Além disso, o ecossistema de pagamentos com criptomoedas também tem a ganhar, com projetos como a Best Wallet criando verdadeiros bancos em blockchain. E ela está com uma pré-venda especial para ampliar mais o seu ecossistema. Veja como você pode comprar $BEST agora e participar dessa revolução.

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Volume e adoção das stablecoins em crescimento

Os analistas da a16z destacam que esse aumento no uso de stablecoins se desvinculou amplamente dos volumes mais amplos de negociação de criptomoedas. Isto é, o crescimento desse mercado foi bem maior do que o normal, já que outras criptomoedas não tiveram um aumento de adoção tão expressivo.

Isso é um forte indicador de que esses dólares digitais agora estão sendo usados ​​para propósitos econômicos substantivos que vão além da especulação de mercado. Em vários países, como a Argentina e Bolívia, as pessoas utilizam esses tokens como moeda corrente.

De acordo com o relatório, a oferta total de stablecoins em circulação aumentou para mais de US$ 300 bilhões, liderada principalmente por Tether (USDT) e USDC. Juntas, as duas representam 87% de todas as stablecoins em circulação.

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Em termos de liquidação, as blockchains Ethereum e Tron continuam sendo os principais canais, processando 64% de todo o volume de transações ajustadas até setembro.

As implicações macroeconômicas são profundas. Dados da a16z revelam que mais de 1% de todos os dólares americanos existentes agora residem como stablecoins tokenizadas em blockchains. Além disso, os emissores de stablecoins se tornaram, coletivamente, os principais detentores de títulos da dívida pública dos EUA.

Best Wallet e pré-venda do token $BEST

E as stablecoins estão presentes na Best Wallet junto com outras 60 criptomoedas. Você pode utilizar o aplicativo como um verdadeiro banco, transformando suas stablecoins em moedas do dia-a-dia. O token $BEST também alimenta esse ecossistema fornecendo acesso a taxas mais baixas e pré-vendas exclusivas.

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O token já captou mais de US$ 16 milhões em pré-venda e os reajustes de preço garantem retornos automáticos para quem fizer compras agora. E as recentes análises de preço do token $BEST projetam que ele pode atingir US$ 0,30 no seu lançamento. Isso representaria uma valorização de quase 2.000% frente ao seu preço atual, que é ce US$ 0,025835.

Best Wallet.
Benefícios da Best Wallet. Fonte: site oficial.

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Hedera pode cair 15% se perder este suporte – Análise

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A Hedera (HBAR) opera em queda de 1,2% nesta quinta-feira (23), reforçando a tendência vista nos últimos dias. O movimento após uma sequência de tentativas frustradas de retomar o impulso comprador.

A HBAR começou a semana com força, atingindo um topo acima de US$ 0,18. No entanto, o ativo perdeu tração e voltou a recuar, registrando hoje uma mínima em US$ 0,165, segundo dados do CoinGecko.

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Esse recuo coloca a criptomoeda próxima de uma importante zona de suporte. Se esse nível for perdido, a pressão vendedora pode se intensificar e causar uma queda ainda mais acentuada.

Hedera se aproxima de suporte crítico

A Hedera iniciou um forte salto na semana passada, após registrar uma mínima em US$ 0,155 no dia 17 de outubro. Desde então, chegou a valorizar cerca de 17%, mas o movimento foi limitado.

A retração de Fibonacci mostra que os compradores não conseguiram superar o nível de 0,618, ponto-chave que costuma definir se o ativo ainda está em tendência de baixa.

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Esse comportamento é típico de movimentos corretivos dentro de ciclos maiores de queda. Quando o preço falha em romper esse nível, o mercado tende a retomar a trajetória descendente.

Agora, o suporte em US$ 0,164, que coincide com o nível de 0,236 de Fibonacci, tornou-se a linha de defesa mais importante para o curto prazo.

Gráfico da Hedera (HBAR) no TradingView
Gráfico da Hedera (HBAR) no TradingView

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Caso esse suporte seja perdido, a HBAR pode revisitar o fundo anterior em US$ 0,155. Se a pressão de venda continuar, as projeções apontam para um possível teste da região de US$ 0,142, ampliando o potencial de queda para cerca de 15%.

Os indicadores técnicos reforçam esse cenário. O RSI segue abaixo de 50 e em queda, indicando que o momentum vendedor ainda predomina, embora o ativo permaneça longe da zona de sobrevenda.

Enquanto isso, o MACD exibe um cruzamento negativo de médias, confirmando a perda de força. Já o ADX, próximo de 20, mostra uma tendência ainda fraca, enquanto o CMF voltou a ficar abaixo de zero, atingindo o nível mais baixo da semana e refletindo saída de capital do ativo.

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Indicadores da Hedera (HBAR) no TradingView
Indicadores da Hedera (HBAR) no TradingView

Movimentação nas exchanges reforçam a pressão de venda

Os fluxos de ordens nas exchanges indicam que a tendência de baixa pode continuar. Nas últimas quatro horas, mais de 55% das ordens envolvendo HBAR foram de venda.

Fluxo de ordens de Hedera (HBAR) nas exchanges. Fonte: Coinglass
Fluxo de ordens de Hedera (HBAR) nas exchanges. Fonte: Coinglass

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Geralmente, o equilíbrio entre ordens de compra e venda gira em torno de 50%, o que torna o desequilíbrio atual um sinal claro de pressão vendedora. Assim, a movimentação mostra que os detentores estão reagindo ao medo de novas quedas, o que tende a acelerar a desvalorização.

Contudo, há um ponto positivo: o volume de saídas de HBAR das exchanges tem superado as entradas nos últimos dias. Esse fluxo reduz a oferta imediata de tokens disponíveis para venda, o que pode aliviar a pressão vendedora e favorecer uma recuperação mais adiante.

Fluxo de depósitos e saques de Hedera (HBAR) nas exchanges. Fonte: Coinglass
Fluxo de depósitos e saques de Hedera (HBAR) nas exchanges. Fonte: Coinglass

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Ainda assim, para que a estrutura de baixa seja revertida, a HBAR precisa voltar a ser negociada acima de US$ 0,18, seu último topo relevante. Apenas um rompimento claro desse nível indicaria o retorno do controle aos compradores.

Snorter Bot se destaca

Enquanto a Hedera tenta se segurar em sua zona de suporte, outro projeto vem chamando atenção no mercado. O Snorter Bot, acessível via Telegram, promete auxiliar traders na identificação de oportunidades em memecoins por meio de um sistema automatizado de trading.

O token nativo $SNORT dá acesso à plataforma e tem sido um sucesso em sua pré-venda, acumulando mais de US$ 5 milhões em captação. Entre suas funções, destaca-se o “sniping”, recurso que permite executar compras de novos tokens em questão de segundos após o lançamento.

Com uma estrutura robusta e proposta de valor tangível, o Snorter Bot vem conquistando investidores que buscam ferramentas ágeis e precisas em um mercado onde o timming faz toda a diferença.

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Novo ataque hacker rouba R$ 40 milhões via Pix

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Um novo ataque hacker atingiu o Pix, resultando no roubo de aproximadamente R$ 40 milhões. O golpe explorou vulnerabilidades em sistemas intermediários de tecnologia que operam com o Pix, revelando uma nova frente de fragilidade dentro do ecossistema financeiro digital.

A invasão teve como alvo a Diletta Solutions, empresa de tecnologia sediada no polo de inovação da Unicamp, em Campinas (SP). Segundo nota divulgada nesta terça-feira (21), a companhia confirmou o incidente e informou que adotou medidas emergenciais, notificando tanto o Banco Central quanto as autoridades policiais.

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A Diletta desenvolve sistemas e aplicativos voltados a instituições financeiras e fintechs, sendo uma das principais fornecedoras de infraestrutura do setor.

Incidente envolvendo Pix

Entre os clientes afetados está a FictorPay, braço do conglomerado Fictor, que oferece serviços de pagamento em formato white label. Nesse modelo, as empresas utilizam a infraestrutura de instituições licenciadas, mantendo apenas a interface com o cliente final. No caso da FictorPay, a Celcoin processa as transações via Pix, gerencia a camada operacional e cria as contas vinculadas dos usuários.

De acordo com informações preliminares, os hackers conseguiram invadir o ambiente da Diletta, explorando falhas na comunicação entre seus servidores e os sistemas da Celcoin. Com esse acesso, enviaram ordens falsas de transferência, que foram executadas automaticamente. O esquema resultou no desvio de cerca de R$ 26 milhões de contas da FictorPay e mais R$ 14 milhões de outras empresas conectadas à mesma infraestrutura.

A Celcoin e a FictorPay garantem que mantêm seus sistemas principais íntegros e atribuem o ataque ao elo intermediário da Diletta, responsável por integrar os aplicativos das fintechs à camada bancária. As companhias comunicaram o Banco Central e afirmam que a estrutura oficial do Pix segue intacta. Mesmo assim, a Celcoin suspendeu temporariamente as operações das empresas ligadas à Diletta até restabelecer completamente a segurança.

Ataque hacker PIX
Imagem: X

Ataque hacker ao PIX mostra fragilidade do sistema

Em comunicado, a Diletta declarou que coopera com as investigações e tenta rastrear o destino dos valores desviados. A empresa negou qualquer vazamento de dados pessoais, mas reconheceu o impacto financeiro do ataque e afirmou estar em diálogo com clientes e autoridades para viabilizar o ressarcimento dos prejuízos.

Especialistas em segurança digital alertam que ataques como esse reforçam a necessidade de auditorias regulares e de uma maior integração entre fintechs e órgãos reguladores.

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“O caso mostra que o ponto fraco não está no Pix, mas nas empresas que operam entre o usuário e o sistema financeiro. O mercado financeiro precisa tratar a segurança de forma compartilhada”, afirmou o analista Rafael Figueira, da consultoria CyberTrust.

Outras plataformas que utilizam sistemas semelhantes, como a corretora Sim;paul, controlada pela Binance, registraram breves instabilidades, mas não sofreram perdas financeiras. Além disso, a empresa reforçou seus protocolos de proteção e informou que nenhum dado sensível foi comprometido.

Até o momento, nenhuma das companhias envolvidas detalhou como fará a devolução dos valores roubados. O caso está sob investigação, e o Banco Central acompanha o processo de apuração em conjunto com as autoridades de segurança de São Paulo, que ainda não registraram boletim de ocorrência oficial.

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$XRP supera grandes altcoins a US$ 2,5 – confira as melhores oportunidades de compra

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O preço da $XRP acompanhou a desvalorização das criptomoedas e caiu 5% nesta quarta-feira (22). Como resultado, a criptomoeda atingiu o patamar de US$ 2,39, acumulando perdas de 3,2% nos últimos sete dias. Mas apesar do preço em queda, há dados otimistas.

Em primeiro lugar, o volume diário de negociação subiu 13,35% e chegou a quase US$ 4,7 bilhões, sugerindo um reposicionamento ativo por parte dos traders. Não se trata de uma venda por pânico, mas sim de uma aparente reposição de posições no mercado de criptomoedas

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A movimentação ocorre após um leve ganho semanal de 1,7%, com o valor de mercado do $XRP chegando a US$ 145,8 bilhões. Os analistas interpretam o aumento do volume, juntamente com a estabilidade dos preços, como um sinal potencial de que o dinheiro inteligente está se acumulando antes do próximo movimento do mercado.

XRP com alto potencial

Uma análise mais detalhada dos gráficos da $XRP revela estruturas de curto prazo promissoras. Nesse sentido, o analista Kamran Asghar (@Karman_1s no X) destacou um padrão de cabeça e ombros invertido no par XRP/USDT.

Esse padrão de reversão de alta sugere um preço-alvo potencial de US$ 3,10 se o preço ultrapassar a linha de pescoço de US$ 2,50. Além disso, o gráfico mensal do $XRP mostra consolidação entre US$ 2,00 e US$ 3,00 após um período de 15 meses de oscilação em torno de US$ 0,30. 

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XRP.
Análise XRP. Fonte: X.

Em outras palavras, a $XRP poderia se valorizar mais de 20% frente os preços atuais, fazendo dela uma das criptomoedas mais promissoras desse último trimestre. Hoje vamos te mostrar outros três nomes que prometem retornos acima do mercado durante essa pré-venda.

PepeNode ($PEPENODE)

Ao contrário do modelo de mineração tradicional, a PepeNode é uma memecoin que permite minerar tokens sem equipamentos caros. Você só precisa ter seu próprio computador e executar o software, sem precisar de consumo de energia nas alturas ou infraestrutura física.

O projeto funciona no estilo gamificação, isto é, transformando a mineração num jogo. Você começa pequeno e vai melhorando suas máquinas à medida que adquire mais recursos. Cada vez que você encontra um bloco, recebe as recompensas em $PEPENODE e em memecoins populares, como PEPE e FARTCOIN.

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Tudo vai depender da eficiência de suas estratégias dentro do ecossistema. E assim como as criptomoedas, a descentralização da mineração permite que você crie quantas estruturas quiser. Quando mais tiver, maior será sua capacidade de minerar tokens cada vez mais conhecidos.

Já o token $PEPENODE, padrão ERC-20, atua como o combustível da plataforma. Ele é usado para adquirir e atualizar nós virtuais, participar de votações e receber recompensas. Também pode ser colocado em staking, com rendimento dinâmico de até 670%. E você pode adquirir agora mesmo e já começar a minerar.

PepeNode
Dados de staking da PepeNode. Fonte: site oficial.

Bitcoin Hyper ($HYPER)

O Bitcoin Hyper tem como única missão turbinar a blockchain do Bitcoin, equipando-a com ferramentas avançadas que desbloquearão transações extremamente rápidas por taxas mínimas. Além de transações baratas, o projeto quer levar a inovação das finanças descentralizadas (DeFi) para dentro da rede.

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Para isso, a rede utiliza a mesma tecnologia da Máquina Virtual Solana (SVM), que executa milhares de transações em paralelo.

Com essa tecnologia, o Bitcoin Hyper pode expandir a capacidade do Bitcoin de sete transações por segundo para a casa de milhões. A SVM também oferece suporte para aplicações diversas, permitindo que desenvolvedores criem projetos usando a segurança da maior blockchain do mundo.

Já o token $HYPER alimenta todo esse ecossistema e pode ser utilizado para movimentar Bitcoin entre as duas camadas, facilitando o envio de transações. Ele também dá acesso a um staking que paga 48% ao ano, mas somente para quem adquirir seus tokens agora antes da virada de preço.

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Bitcoin Hyper.
Comparação entre o Bitcoin Hyper e outras camadas. Fonte: site oficial.

Plasma ($XPL)

Por fim, a rede Plasma Network chegou ao mercado no final de setembro e logo se valorizou. Entre as altcoins com fundamentos mais sólidos está a blockchain de camada 1 criada para pagamentos com stablecoins. O primeiro serviço lançado pela Plasma foi a execução de transações com USDT sem taxas.

Dessa forma, a Plasma retira as stablecoins de outras redes que podem cobrar valores exorbitantes em momentos de pico – como o Ethereum (ETH) – ou enfrentar travamentos – como a Solana (SOL). E em menos de um mês a rede US$ 2 bilhões em TVL no lançamento e mais de 100 integrações

À medida que as stablecoins crescerem em adoção global, a Plasma deve captar boa parte desse mercado. E o token XPL terá papel central na governança, abrindo novas estruturas para o desenvolvimento das stablecoins.

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MemeCore retoma alta e pode subir 20% se superar esta resistência

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A MemeCore (M) opera em alta nesta quarta-feira (22), figurando entre as criptomoedas com melhor desempenho do dia.

Nas últimas 24 horas, o preço da memecoin chegou a subir 10%, segundo dados do CoinGecko. O avanço confirma o rompimento de uma importante resistência técnica.

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Agora, a M enfrenta um novo obstáculo, com seu rompimento sendo crucial para novos ganhos.

MemeCore em momento decisivo

O gráfico diário mostra que a MemeCore rompeu uma linha de tendência de baixa que vinha limitando o preço desde a segunda metade de setembro. Essa quebra marca uma virada técnica importante e abre espaço para uma recuperação mais consistente.

Além disso, a média móvel exponencial (EMA) de 9 dias está prestes a cruzar acima da EMA de 21 dias, o que confirmaria uma reversão de alta. Caso o movimento se mantenha, a M pode alcançar o topo da estrutura, em US$ 2,70.

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Nesse sentido, isso representaria uma valorização aproximada de 20% em relação ao preço atual. Contudo, para confirmar esse cenário, os compradores precisam romper a resistência em US$ 2,25.

Gráfico da MemeCore (M) no TradingView
Gráfico da MemeCore (M) no TradingView

Caso falhem, um padrão de topo duplo será formado, o que costuma antecipar quedas mais fortes e até reversões de tendência. Nessa hipótese, o preço poderia recuar até a linha de tendência, próxima de US$ 2,05, ou até o suporte mais baixo em US$ 1,85.

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Indicadores técnicos confirmam sinal de alta, mas cautela ainda é crucial

No gráfico de 4 horas, a MemeCore reforça a perspectiva otimista ao realizar seu primeiro Golden Cross, quando a EMA de 50 períodos cruza acima da EMA de 200 períodos. Esse cruzamento é considerado um dos sinais mais fortes de compra na análise técnica.

Gráfico da MemeCore (M) no TradingView
Gráfico da MemeCore (M) no TradingView

Os indicadores complementam essa leitura. O RSI recuou levemente após tocar a região de 70, mas ainda permanece acima de 50, indicando força compradora predominante.

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Enquanto isso, o MACD mostra cruzamento de alta, com barras positivas crescentes em seu histograma, o que reforça o momentum favorável.

O ADX está próximo de 30, sugerindo o fortalecimento da tendência, enquanto o CMF voltou a ficar acima de zero, mostrando que o fluxo de capital permanece positivo.

Indicadores da MemeCore (M) no TradingView
Indicadores da MemeCore (M) no TradingView

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No entanto, vale lembrar que a MemeCore é uma memecoin relativamente nova, o que naturalmente eleva sua volatilidade. Mesmo com um cenário técnico otimista, o ativo segue sujeito a fortes oscilações e movimentos inesperados.

PepeNode propõe modelo inovador e atrai investidores

O projeto PepeNode surge com uma proposta alternativa e inovadora. Ele permite que os usuários “minem” tokens sem depender de hardware, energia elétrica ou estruturas físicas complexas.

No ecossistema, os participantes recebem recompensas tanto em PEPENODE quanto em memecoins populares, como PEPE e FARTCOIN, conforme suas estratégias de participação.

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Além disso, os tokens podem ser colocados em staking, com rendimento dinâmico de mais de 650%. O interesse da comunidade é evidente: mais de 1,1 bilhão de tokens já estão em staking, demonstrando uma forte adesão ao projeto.

A pré-venda, por sua vez, arrecadou quase US$ 2 milhões, consolidando o PepeNode como um dos projetos mais promissores do momento no setor de mineração descentralizada. Acesse a pré-venda.

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Bitcoin volta a atrair capital institucional em meio à forte desvalorização do ouro

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Os fundos negociados em bolsa (ETFs) de Bitcoin à vista nos Estados Unidos voltaram a registrar fluxo positivo na terça-feira (21), somando uma entrada líquida de US$ 477,2 milhões. O movimento interrompe uma sequência de dias de saídas, indicando possível retomada do apetite institucional pelo ativo digital após um período de forte volatilidade.

De acordo com dados da plataforma SoSoValue, 9 dos 12 fundos de Bitcoin listados apresentaram saldo positivo no dia. O iShares Bitcoin Trust (IBIT), da BlackRock, liderou o movimento com US$ 210,9 milhões em aportes. Na sequência, o ARK 21Shares Bitcoin ETF (ARKB) recebeu US$ 162,8 milhões. Enquanto isso, o Fidelity Wise Origin Bitcoin Fund (FBTC) registrou entrada de US$ 34,15 milhões.

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O retorno dos fluxos positivos foi interpretado por analistas como um sinal de estabilização do sentimento institucional em meio às incertezas macroeconômicas globais. Para Nick Ruck, diretor da LVRG Research, o resultado pode representar “um movimento de reequilíbrio nas carteiras, com o Bitcoin voltando a ser visto como uma ferramenta de diversificação”.

Bitcoin x Ouro

Os ETFs à vista de Ethereum acompanharam o mesmo movimento. No total, os produtos lastreados em ETH captaram US$ 141,6 milhões no dia. O fundo Fidelity Ethereum Fund (FETH) liderou com US$ 59 milhões, seguido por aportes adicionais em veículos geridos pela BlackRock, Grayscale e VanEck.

Os aportes ocorrem após uma semana de retirada superior a US$ 1 bilhão dos fundos de criptoativos, período marcado por tensões comerciais persistentes entre Estados Unidos e China, que pressionaram o mercado global.

Em paralelo, o volume total de negociações dos ETFs de Bitcoin atingiu US$ 7,41 bilhões na terça-feira, mantendo o ritmo elevado observado em outubro. Desde o início do mês, as operações diárias têm variado entre US$ 5 bilhões e US$ 9,78 bilhões, bem acima da faixa de US$ 2 bilhões a US$ 4 bilhões registrada em setembro.

Volume crescente indica maior engajamento institucional

Para Ruck, o aumento no volume de negociações é um indicativo de maior envolvimento de investidores institucionais no setor. De acordo com Ruck, “o crescimento da liquidez e do apetite ao risco demonstra que os ativos digitais estão se consolidando como instrumentos de rendimento e proteção em carteiras tradicionais”.

O analista também destacou que a recente queda do ouro, com recuo de 5,9% na terça-feira (a maior variação intradiária desde 2020), pode impulsionar uma “busca por alternativas de risco ajustado”, favorecendo o Bitcoin.

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De acordo com dados do CoinGecko, o mercado de criptomoedas manteve-se estável nas últimas 24 horas. O Bitcoin está cotado a US$ 108.300, com leve queda de 0,2%, nas últimas 24 horas.

Preço do Bitcoin hoje - Fonte: CoinGecko
Preço do Bitcoin hoje – Fonte: CoinGecko

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Pré-venda viral atinge US$ 24,4M – veja por que Bitcoin Hyper é a melhor cripto para comprar agora

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O Bitcoin ($BTC) se estabilizou perto de US$ 110 mil, mas sofreu uma nova correção nesta terça-feira (21). Com esta queda, a criptomoeda acumula perdas de 5,3% em outubro – o maior desempenho negativo para o mês desde 2018. Além disso, 2025 pode ser o primeiro ano pós-halving no qual o Bitcoin fecha outubro em queda. Em outras palavras, o preço do Bitcoin acumula queda no curto prazo. Um cenário bem diferente do Bitcoin Hyper ($HYPER), cuja pré-venda capta cada vez mais dinheiro e pode ser a melhor cripto em pré-venda para comprar.

Apesar do reajuste de preço recente, o token atingiu a marca de US$ 24 milhões, fazendo do $HYPER o token de melhor desempenho em 2025.

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Criado para ser uma solução de escalabilidade de Camada 2, o Bitcoin Hyper promete velocidade semelhante à da Solana e suporte a contratos inteligentes para Bitcoin. Ao contrário de outras redes desse tipo, o Bitcoin Hyper não apenas torna o Bitcoin útil como moeda, mas cria um verdadeiro ecossistema de aplicações.

Você pode comprar Bitcoin Hyper agora por apenas US$ 0,013145 e já garantir o próximo lucro via aumento de preço do token. Basta acessar o site oficial da pré-venda e garantir seus $HYPER agora.

Bitcoin Hyper.
Pré-venda atinge US$ 24 milhões. Fonte: site oficial.

Bitcoin: desempenho e limitações

O Bitcoin foi a moeda original que deu início a toda a revolução das criptomoedas, tornando-se a principal escolha tanto para iniciantes quanto para traders experientes até hoje. Sua dominância faz com que cada projeto ligado ao Bitcoin se mostre com grandes chances de ter sucesso.

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Embora o preço do Bitcoin esteja em queda há mais de duas semanas, o $BTC recuperou parte do terreno perdido. A criptomoeda atingiu US$ 111 mil na segunda-feira (20) e permanece numa zona de lateralização entre US$ 107 mil e US$ 110 mil.

Mas além do seu preço, a blockchain do Bitcoin também luta para acompanhar o ritmo da indústria. O valor total alocado (TVL) no Bitcoin é muito baixo, ocupando apenas a 13ª posição. Em outras palavras, a rede não está hospedando protocolos DeFi, NFT e outras aplicações, ficando muito atrás de blockchains como Solana (SOL) e Ethereum (ETH).

O Bitcoin tem várias soluções de escalabilidade como a Lightning Network, que focam na agilidade de transações. Só que elas não resolvem o problema de tornar a rede receptiva a outros projetos. E construir isso na blockchain principal é inviável, dado o enorme risco de comprometer a segurança da rede. 

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Dessa forma, surgiu o Bitcoin Hyper ($HYPER), a atualização da Camada 2 de última geração do Bitcoin. Conforme seu projeto afirma, o $HYPER promete maior velocidade, mais escalabilidade e programabilidade para desenvolvedores.

Bitcoin Hyper
Como funciona o Bitcoin Hyper. Fonte: site oficial.

Bitcoin Hyper: a revolução em Camada 2

O Bitcoin Hyper tem a missão de turbinar a blockchain do Bitcoin, equipando-a com ferramentas avançadas que desbloquearão transações extremamente rápidas por taxas mínimas.

Para isso, a rede utiliza a mesma tecnologia da Máquina Virtual Solana (SVM), que executa milhares de transações em paralelo. Com essa tecnologia, o Bitcoin Hyper pode expandir a capacidade do Bitcoin de sete transações por segundo para a casa de milhões.

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Além disso, a SVM atuará como a camada de execução que alimenta todos os aplicativos descentralizados (dApps) e contratos inteligentes de alta velocidade. Ou seja, ela também desbloqueia acesso contínuo a plataformas DeFi e NFTs.

O projeto também apresenta a Ponte Canônica, que oferecerá suporte à operabilidade contínua entre blockchains, mantendo a integridade e a segurança da Camada 1 do Bitcoin. Com a ponte, você pode mover Bitcoins entre a blockchain principal e o Bitcoin Hyper com total segurança e em tempo real.

No coração desse ecossistema futurista está o $HYPER, seu token nativo que impulsiona tudo, incluindo dApps, ferramentas DeFi como yield farming e staking, e taxas de gás para contratos inteligentes e negociação.

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Com seu preço em cerca de US$ 0,01, analistas sugerem que o $HYPER pode chegar no mercado valendo US$ 0,04 – um ganho de 300% apenas durante a pré-venda. Mas o preço do Bitcoin Hyper pode chegar até US$ 0,21 até o final do ano, fazendo do token uma das mais promissoras “joias de 1.000%” do ano.

Aviso: Este artigo tem funcionalidade exclusivamente informativa, e não constitui aconselhamento de investimento ou oferta para investir. O CriptoFácil não é responsável por qualquer conteúdo, produtos ou serviços mencionados neste artigo. Recomendamos que você sempre faça sua própria pesquisa (DYOR) antes de tomar qualquer decisão financeira. Invista apenas o que você pode se dar ao luxo de perder.

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Lucro do Bitcoin despenca com queda no preço; HYPER é opção

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O Bitcoin (BTC) continua sob forte pressão após duas semanas consecutivas de desvalorização. A principal criptomoeda do mercado enfrenta resistência para romper níveis-chave, refletindo um cenário de crescente cansaço entre os investidores.

E isso já reflete nos dados relativos ao lucro do Bitcoin. Afinal, com a volatilidade em alta e o volume de negociações em queda, o ativo mostra sinais de vulnerabilidade. E o cenário pode piorar se o sentimento de mercado não se recuperar em breve.

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Investidores enfrentam perdas crescentes com Bitcoin

A porcentagem do suprimento de BTC em lucro caiu de 98% para 78% em apenas duas semanas, segundo dados da Santiment. Essa retração drástica sinaliza um aumento nas perdas não realizadas e maior aversão ao risco.

Além disso, a contração indica um momento de capitulação, no qual muitos investidores preferem liquidar posições em vez de aguardar uma possível recuperação.

Também chama a atenção o comportamento do indicador RPL (Razão de Lucro Realizado para Perda), que caiu de 1,2 para 0,7, ultrapassando o limite de 1,5 — considerado o ponto de equilíbrio. Afinal, isso mostra que mais investidores estão vendendo com prejuízo do que realizando lucros, reforçando o tom pessimista do mercado.

Esse cenário de perdas consolidadas tende a criar um ciclo de hesitação, em que compradores se retraem e vendedores saem ao menor sinal de força. O resultado é um mercado travado, sem impulso claro de recuperação.

Aliás, não é somente o Bitcoin que sofre nesse cenário. Afinal, outras criptomoedas promissoras, como Ethereum (ETH) e Solana (SOL) também estão tendo um outubro difícil.

BTC tenta segurar suporte em US$ 108 mil

No momento da análise, o BTC é negociado a cerca de US$ 108.500, mantendo-se acima da zona de suporte de US$ 108 mil. No entanto, o ativo não conseguiu romper a tendência de baixa que se estende por duas semanas, levantando dúvidas sobre a força dos touros.

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Se o Bitcoin não recuperar o patamar de US$ 110 mil, analistas projetam uma queda para US$ 105 mil ou até menos. Além disso, a formação de mínimas mais baixas aumenta o risco de correção mais profunda, especialmente em meio ao clima de incerteza global e à redução da liquidez no mercado.

Uma recuperação sustentada acima de US$ 110 mil poderia inverter o cenário técnico, abrindo espaço para um movimento em direção a US$ 112.500. Mas, por enquanto, a cautela continua a dominar o sentimento dos investidores.

Bitcoin Hyper promete novo fôlego à rede BTC

O ambiente de desconfiança em torno do BTC, no entanto, tem impulsionado o interesse por novos projetos que buscam expandir o ecossistema da moeda.

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Um dos mais promissores é o Bitcoin Hyper (HYPER), primeiro Layer-2 a integrar a Solana Virtual Machine (SVM) à blockchain do Bitcoin.

Além disso, o HYPER usa a linguagem Rust e ferramentas familiares aos desenvolvedores, permitindo a criação de dApps, jogos e soluções DeFi de forma rápida e com baixo custo. Então, o projeto abre caminho para o Bitcoin concorrer diretamente com blockchains mais versáteis, como Ethereum e Solana.

Também o modelo de staking do HYPER pode ter impacto relevante na liquidez do mercado. Se 1% do suprimento de BTC — cerca de 195.000 moedas, equivalentes a mais de US$ 22 bilhões — for bloqueado, o efeito na circulação será significativo.

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Com uma pré-venda que já arrecadou mais de US$ 24 milhões, o Bitcoin Hyper surge como um dos destaques do setor, reforçando o potencial de inovação dentro do próprio ecossistema do BTC mesmo em tempos de turbulência.

Para comprar HYPER, basta acessar o site oficial e conectar uma carteira de sua preferência. Há também a opção de adquirir o token usando a carteira cripto Best Wallet, parceira oficial do projeto, na área ‘Upcoming Tokens’.

Visite o Bitcoin Hyper Agora

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Previsão Dogecoin: baleias podem intensificar ‘Efeito Musk’?

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A Dogecoin (DOGE) mantém seu ritmo de valorização e caminha para o quarto dia consecutivo de alta no mercado. O impulso recente foi provocado por Elon Musk, que voltou a movimentar o mercado de memecoins esta semana.

Na segunda-feira (20), o bilionário mencionou novamente seu cachorro Floki em uma publicação no X. A reação foi imediata, impactando o preço de algumas moedas meme.

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De acordo com o CoinGecko, a capitalização da Dogecoin aumentou em mais de US$ 500 milhões nas horas seguintes ao tweet. Contudo, Musk não parece ser o único fator por trás da alta.

Baleias voltam a acumular Dogecoin e sustentam tendência de alta

Dados on-chain revelam um movimento expressivo de acúmulo entre as baleias, especialmente as que detêm de 100 milhões a 1 bilhão de DOGE. Desde o dia 16 de outubro, esse grupo adicionou mais de 1,4 bilhão de moedas, equivalente a cerca de US$ 250 milhões.

Nos mercados futuros, o cenário também favorece os compradores. Na Binance, a proporção de grandes players com posições de compra (long) ultrapassou novamente os 70%, mostrando um otimismo crescente em relação à Dogecoin.

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Posições das baleias de futuros de Dogecoin (DOGE) na Binance
Posições das baleias de futuros de Dogecoin (DOGE) na Binance

Esses padrões de compras indicam confiança renovada entre os grandes investidores. Historicamente, o aumento da participação das baleias costuma antecipar movimentos de alta, já que esse grupo tem poder suficiente para alterar a dinâmica de oferta e demanda no mercado.

Portanto, as baleias podem pode prolongar o chamado “Efeito Musk”, reforçando a atual tendência positiva do ativo.

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DOGE em momento crucial

O gráfico diário da Dogecoin indica um momento técnico decisivo. O ativo voltou a subir após formar um fundo duplo em US$ 0,185, padrão que normalmente antecipa reversões de alta.

Caso o preço rompa o topo atual em US$ 0,217, o próximo alvo pode ser a região de US$ 0,25, onde se encontra a linha de suporte de um triângulo que foi rompido em 10 de outubro. Nesse sentido, um salto até este nível representaria uma valorização de cerca de 25%.

Gráfico da Dogecoin (DOGE) no TradingView
Gráfico da Dogecoin (DOGE) no TradingView

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Entretanto, o nível de retração de Fibonacci em 0,618, localizado em US$ 0,201, é o principal obstáculo no curto prazo. Se o preço falhar em superá-lo, a memecoin pode retomar o movimento corretivo, voltando ao suporte em US$ 0,175.

Os indicadores técnicos favorecem os compradores. No gráfico de 4 horas, o CMF se mantém positivo, mostrando entrada de capital no ativo. Enquanto isso, o MACD cruzou para cima, confirmando mudança de tendência.

Gráfico da Dogecoin (DOGE) no TradingView
Gráfico da Dogecoin (DOGE) no TradingView

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Todavia, para manter o impulso, os compradores precisam defender o fundo recente em US$ 0,193. Se isso ocorrer, novas altas podem surgir nos próximos dias.

Maxi Doge: a nova aposta entre as memecoins

Enquanto a Dogecoin tenta consolidar sua retomada, um novo projeto começa a ganhar espaço entre os investidores. O Maxi Doge ($MAXI) se apresenta como a versão “raivosa” e ambiciosa da DOGE, prometendo desafiar o trono da memecoin original.

O projeto aposta em humor ácido e forte engajamento comunitário, pilares que historicamente impulsionaram o sucesso das maiores memecoins. Além disso, o plano de marketing agressivo, que reserva 40% do total de tokens para campanhas, busca atrair traders dispostos a correr riscos por ganhos expressivos.

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A pré-venda do $MAXI já arrecadou mais de US$ 3,7 milhões, mostrando forte tração entre investidores. Durante esta fase, os participantes podem ainda fazer staking de seus tokens, obtendo rendimentos superiores a 80%.

Em um cenário de crescente apetite por ativos de alto risco, o Maxi Doge surge como uma alternativa ousada dentro do universo das memecoins.

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