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Oportunidades: 3 novos projetos cripto com grande potencial para superar estagnação do Bitcoin

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O mercado cripto vive um momento de incertezas e volatilidade, com o Bitcoin enfrentando dificuldades para superar a barreira dos US$ 90.000. Nem mesmo as declarações de apoio de figuras influentes, como o ex-presidente Donald Trump, foram suficientes para recuperar o preço do Bitcoin e dos demais projeto cripto.

Enquanto o principal criptoativo do mercado acumula quedas diárias e luta para se recuperar, investidores buscam alternativas que possam oferecer novos horizontes de crescimento. Neste cenário, projetos cripto inovadores surgem como possíveis catalisadores para superar a estagnação atual.

Projetos cripto para acompanhar

Projetos cripto novos podem ajudar a oxigenar o mercado, com soluções tecnológicas e modelos econômicos que desafiam o status quo. Vamos explorar três projetos cripto que, diante das turbulências macroeconômicas e regulatórias, podem surgir como alternativa no próximo ciclo de expansão do mercado.

Best Wallet Token

O Best Wallet Token (BEST) é o token nativo do ecossistema Best Wallet, uma carteira não custodial que oferece uma variedade de serviços. Entre os quais, destaque para uma exchange descentralizada (DEX), staking, e acesso a lançamentos de novos tokens. O projeto visa capturar 40% do mercado de carteiras não custodiais até 2026, com um crescimento mensal significativo.

Best Wallet
Best Wallet
  • Compra e venda de criptomoedas: Com taxas de câmbio competitivas e baixas taxas de processamento.
  • Staking: Recompensas de staking com APY atrativo para detentores de BEST.
  • Governança: Direitos de voto para decisões do ecossistema.

O presale do $BEST já arrecadou mais de US$ 10,9 milhões, com um forte interesse de investidores e a expectativa de analistas para o BEST é de um crescimento consistente nos próximos anos. Em 2025, especialistas esperam que o preço médio de BEST fique em torno de US$ 0,225, com chances de atingir US$ 0,29 em cenários favoráveis.

Já para 2030, as projeções dos analistas indicam um preço médio de US$ 0,61 podendo chegar a US$ 1,00 em casos de alta demanda e adoção em massa. O token está atualmente em fase de desenvolvimento, com lançamentos planejados para 2025.

Meme Index

O Meme Index (MEMEX) é um projeto inovador que oferece índices descentralizados de memecoins, permitindo que os investidores diversifiquem suas carteiras com base no nível de risco. O projeto cripto foi lançado em dezembro de 2024 e já arrecadou mais de US$ 2,6 milhões em sua fase inicial.

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Principais índices que formam a Meme Index. Fonte: site oficial.
  • Quatro índices de risco: Titan (alto capitalização), Moonshot (médio risco), Midcap (volatilidade moderada) e Frenzy (alto risco e alta recompensa).
  • Governança comunitária: Detentores de MEMEX podem votar em propostas para adicionar ou remover memecoins dos índices.
  • Staking: Recompensas de staking durante e após o presale, atualmente com APY de 574% (reduz na medida que o projeto avança).

Com expectativa de listagem em exchanges logo após o seu lançamento, que deve ocorrer no primeiro trimestre de 2025, espera-se que o Memex atinja um público alheio a memecoins.

Algo que deve criar novas demandas pelo projeto cripto, especialmente, considerando que a pré-venda do MEMEX está em andamento, prestes a romper a marca de US$ 4 milhões em valor acumulado. O preço acessível de US$ 0,016 é um dos atrativos para investidores que buscam se expor a volatilidade do setor, sem gastar muito.

Celestia

Celestia é uma plataforma modular de blockchain que visa simplificar a criação e operação de blockchains personalizadas. Diferente de blockchains tradicionais, Celestia separa a camada de consenso da execução, permitindo maior escalabilidade e flexibilidade.

  • Modularidade: Permite que desenvolvedores criem blockchains personalizados sem precisar gerenciar a camada de consenso.
  • Escalabilidade: Solução eficiente para redes com alto volume de transações.
  • Interoperabilidade: Facilita a comunicação entre diferentes blockchains.

Celestia está em fase de desenvolvimento ativo, com lançamentos de testes bem-sucedidos. A plataforma tem atraído atenção significativa da comunidade de desenvolvedores e investidores, saindo de US$ 2 para US$ 20 em apenas alguns meses.

Agora, o projeto vem enfrentando novamente a barreira dos US$ 2, que pode ser rompida a depender do sucesso dos próximos lançamentos. Com a inflação dos EUA e as decisões do Federal Reserve (Fed) no radar, essa também pode ser uma oportunidade que muitos aguardam em meio à desaceleração do Bitcoin.

Gráfico de preço da Celestia - Fonte: CoinGecko
Gráfico de preço da Celestia – Fonte: CoinGecko

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Binance vai listar e deslistar criptomoedas de acordo com voto da comunidade

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A Binance anunciou nesta sexta-feira (07),  um novo sistema de votação que permitirá aos usuários decidir quais criptomoedas devem ser listadas ou removidas da plataforma. Com isso, a exchange busca aumentar a participação da comunidade e tornar o processo de listagem mais transparente e democrático.

De acordo com o anúncio, a Binance lançou duas novas funções: “Vote to List” e “Vote to Delist”. Esse modelo surge após a empresa receber inúmeras sugestões da comunidade. Depois de testar essas ideias, a plataforma decidiu implementar o novo sistema para atender melhor seus usuários.

Além disso, a Binance revelará, em seus anúncios, o orçamento dedicado à listagem de cada projeto. A plataforma também distribuirá tokens de projetos selecionados por meio de eventos de airdrop para os usuários, tornando o processo mais atrativo e acessível.

Binance
Imagem: X

Binance não cobra taxas de listagem

Diferentemente de outras exchanges, a Binance não cobra taxas de listagem, reforçando seu compromisso em ajudar projetos de criptomoedas promissoras a alcançarem mais investidores sem custos adicionais. Esse novo sistema dará mais poder à comunidade, permitindo que os usuários influenciem diretamente quais tokens estarão disponíveis na plataforma.

Além disso, a Binance criou acesso exclusivo para usuários da Binance Wallet a eventos de Token Generation Events (TGEs). Esses investidores poderão acompanhar novos projetos na Binance Alpha Observation Zone, um espaço onde é possível avaliar projetos antes de sua valorização no mercado.

O lançamento desse novo modelo ocorre em um período de instabilidade no mercado. Em fevereiro de 2025, as criptomoedas enfrentaram uma queda de 20,2%, afetadas por um hack de US$ 1,5 bilhão na Bybit e pelo enfraquecimento das memecoins. O mercado global caiu de US$ 3,6 trilhões para US$ 2,8 trilhões, enquanto o Bitcoin aumentou sua dominância para 59,6%.

Além disso, o mercado financeiro tradicional também sentiu os impactos, com ações da NVDA, GOOGL e AMZN registrando quedas. A situação se agravou após anúncios tarifários do ex-presidente Trump, que aumentaram a instabilidade econômica. Nesse cenário, investidores buscaram refúgio em stablecoins e ativos do mundo real, que atingiram recordes históricos.

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Correios planejam usar blockchain no setor de entregas no Brasil

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Os Correios deram um passo importante rumo à inovação ao anunciar planos para integrar blockchain no setor de encomendas e entregas no Brasil. A estatal iniciou um processo de licitação para contratar empresas especializadas em blockchain e inteligência artificial, com o objetivo de aprimorar a transparência e eficiência nos serviços postais.

O edital, disponível desde sexta-feira (7), permite inscrições a partir de segunda-feira (10), com prazo final em 11 de abril de 2025. Além disso, essa iniciativa busca modernizar o rastreamento de encomendas e otimizar a logística das entregas.

Os Correios destacaram três desafios principais para as empresas interessadas. O primeiro desafio foca em soluções para otimização de suprimentos usando IA e blockchain. Enquanto isso, o segundo busca um sistema seguro para gestão de endereços e programas de fidelidade. Já o terceiro desafio tem como objetivo melhorias logísticas, desde o pedido até a entrega final.

Além disso, a estatal quer implementar contratos inteligentes (smart contracts) e desenvolver uma carteira de fidelização para clientes frequentes. De acordo com o edital , a tecnologia pode garantir maior segurança e agilidade nos processos.

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Imagem: Diário Oficial da União

Licitação dos Correios para trabalhar com blockchain

A licitação será realizada em duas etapas. A primeira fase, chamada de Diálogo com os Correios, servirá para pré-selecionar empresas aptas à próxima fase. No entanto, a estatal destaca que a seleção não garante contratação.

Os Correios seguem a tendência de grandes empresas que já utilizam blockchain na logística. Empresas como DHL, FedEx e UPS investem nessa tecnologia para aprimorar rastreamento, segurança e eficiência operacional. A Maersk, gigante do transporte marítimo, também adotou blockchain em parceria com a IBM, criando o TradeLens, um sistema que permite rastreamento seguro de contêineres.

No Brasil, a tecnologia já está presente em iniciativas como o B-Connecta, do Serpro e Receita Federal, que unifica processos aduaneiros no Mercosul, garantindo mais transparência e segurança nas operações de importação e exportação entre as nações participantes.

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Com 34 mil transações por segundo, Hamster Network supera Solana – mas tem concorrente na área

Nova Layer 2 Hamster Network terá Solaxy como concorrente

A nova blockchain Layer 2 do Hamster Kombat, chamada de Hamster Network, superou recentemente a Solana, com pouco mais de 34 mil transações por segundo (TPS).

Apenas duas semanas após o lançamento, a Hamster Network atingiu 34.028 TPS. Esse valor é quase oito vezes mais rápido do que o TPS de 4.360 da Solana, um grande nome em aplicações blockchain de alta velocidade.

Isso coloca Hamster Network à frente da Solana em desempenho bruto, desafiando o seu domínio no mercado.

O principal objetivo da Hamster Network é resolver desafios de escalabilidade, como altas taxas de gás e congestionamento de rede, fornecendo um ambiente de baixo custo e alta velocidade para aplicativos descentralizados.

A rede também está se preparando para lançar um programa de aceleração, a fim de apoiar os desenvolvedores que estão construindo em sua plataforma.

Nova L2 gera otimismo no mercado

O lançamento da Hamster Network gerou um grande otimismo dentro da comunidade cripto.

A rede também envolveu seus usuários nos testes do projeto, por meio da iniciativa “Hamster Boost” – prometendo recompensá-los por ajudarem a garantir a estabilidade da plataforma antes de um uso mais amplo.

Se a Hamster Network mantiver sua velocidade e impulso ao longo do tempo, poderá se tornar um grande concorrente da Solana no espaço Layer 2.

 

No entanto, apesar de todas essas conquistas e velocidade das transações, o preço do token Hamster Kombat ($HMSTR) caiu cerca de 0,5% e, atualmente, está em US$ 0,008.

Com a ascensão da L2 do Hamster Kombat, Solaxy ($SOLX), nova Layer 2 da Solana, promete ser um grande concorrente e revolucionar a tecnologia blockchain.

Isso porque o projeto pretende melhorar significativamente a velocidade da Solana. Ao mesmo tempo, isso pode reduzir as taxas de transação, resolvendo os principais problemas de congestionamento da blockchain.

Solaxy: primeira solução L2 da Solana

Solaxy é um projeto novo, que tem mostrado ser um forte concorrente para o Hamster Network.

Isso porque a iniciativa pretende otimizar as velocidades de transação e reduzir os principais problemas de congestionamento da blockchain Solana.

A L2 promete reduzir o congestionamento da Solana e garantir uma execução mais tranquila, mesmo durante o pico de atividade. Isso deve resultar, portanto, em transações mais rápidas e confiáveis.

Além de melhorar a eficiência das transações, Solaxy está expandindo a interoperabilidade entre a Solana e o Ethereum.

Nesse sentido, o token nativo $SOLX funciona como um ativo multi-chain, permitindo que os usuários se envolvam em ambos os ecossistemas. Desse modo, se tem acesso à liquidez do Ethereum e à velocidade e eficiência de custos da Solana.

Apesar de surgir como uma memecoin, a nova Layer 2 da Solana promete melhorar a blockchain e resolver os seus problemas principais sem perder a eficiência e a segurança.

A pré-venda do token $SOLX está em andamento, e os investidores já podem fazer staking para maximizar as suas recompensas – que, atualmente, estão estimadas em 163% por ano.

ICO do $SOLX já levantou US$ 25 milhões

A pré-venda do Solaxy ($SOLX) está avançando rapidamente, tendo em vista que o projeto já arrecadou mais de US$ 25 milhões.

Atualmente, os tokens custam US$ 0,001656. E, para adquirir $SOLX durante a pré-venda, é necessário possuir uma carteira de criptomoedas. Você pode comprar o token com ETH, USDT, BNB ou cartão bancário.

Para fazer staking com os tokens $SOLX adquiridos durante a pré-venda, basta seguir as instruções fornecidas na plataforma para bloquear os ativos e maximizar os rendimentos.

A distribuição de recompensas de tokens $SOLX ocorrerá a uma taxa de 4377,4 tokens $SOLX por bloco ETH, e será realizada ao longo de 3 anos.

Depois que terminar a fase de pré-venda, o $SOLX será listado em várias redes. Isso permitirá que os investidores conectem os seus tokens à L2 Solaxy.

O token $SOLX também será disponibilizado para negociação em exchanges centralizadas e descentralizadas.

Visite o Solaxy Agora

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Autoridades desmantelam exchange de criptomoedas por lavagem de dinheiro

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O Departamento de Justiça dos Estados Unidos anunciou, em conjunto com autoridades da Alemanha e Finlândia, a desativação da infraestrutura online da exchange de criptomoedas Garantex. As autoridades acusam a corretora de facilitar a lavagem de dinheiro para organizações criminosas transnacionais, incluindo grupos terroristas.

De acordo com um comunicado, desde abril de 2019, a Garantex movimentou pelo menos US$ 96 bilhões em transações de criptomoedas.

Paralelamente, a Justiça dos EUA divulgou a abertura de um processo na Corte do Distrito Leste da Virgínia contra Aleksej Besciokov, 46 anos, cidadão lituano residente na Rússia, e Aleksandr Mira Serda, 40 anos, cidadão russo residente nos Emirados Árabes Unidos.

Ambos enfrentam acusações de conspiração para lavagem de dinheiro. Além disso, Besciokov também responde por violação de sanções econômicas e operação de um negócio de transmissão de dinheiro sem licença.

Exchange de criptomoedas Garantex é alvo de operação internacional

De acordo com os documentos judiciais, Besciokov e Mira Serda controlavam e operavam a Garantex entre 2019 e 2025. Besciokov atuava como administrador técnico e era responsável pela infraestrutura crítica da plataforma. Enquanto isso, Mira Serda ocupava o cargo de diretor comercial e cofundador da empresa.

Conforme afirmou a Justiça, a Garantex recebeu centenas de milhões de dólares em fundos provenientes de crimes como hacking, ransomware, terrorismo e tráfico de drogas.

O relatório diz ainda que os indiciados sabiam da movimentação de recursos de origem criminosa na plataforma. Nesse sentido, tomaram medidas para ocultar essas atividades.

Em um dos episódios citados no processo, quando autoridades russas solicitaram informações sobre uma conta registrada em nome de Mira Serda, a exchange de criptomoedas teria fornecido dados incompletos. Além disso, teria negado que a conta estivesse verificada, mesmo possuindo documentos de identificação vinculados a ele.

Em abril de 2022, o Departamento do Tesouro dos EUA, por meio do Escritório de Controle de Ativos Estrangeiros (OFAC), sancionou a Garantex por facilitar a lavagem de dinheiro proveniente de atores de ransomware e mercados da dark web.

Apesar das sanções, a exchange de criptomoedas continuou a operar e transacionar com entidades dos EUA. Para isso, teria adotado técnicas para evitar a detecção, como a mudança diária de endereços de carteiras de criptomoedas para dificultar o rastreamento.

Então, no dia 6 de março, a Justiça dos EUA executou uma ordem de apreensão contra três domínios web associados à Garantex: Garantex.org, Garantex.io e Garantex.academy. Agora, ao acessar esses sites, os usuários vêm um aviso informando que as autoridades confiscaram os endereços.

Além disso, forças policiais da Alemanha e Finlândia apreenderam servidores utilizados para hospedar as operações da exchange de criptomoedas. Enquanto isso, os EUA congelaram mais de US$ 26 milhões em ativos associados à plataforma.

Caso sejam condenados, Besciokov e Mira Serda podem pegar até 20 anos de prisão pela acusação de lavagem de dinheiro. Besciokov também pode enfrentar mais 20 anos de prisão por violação das sanções e cinco anos pelo funcionamento ilegal da empresa de transmissão de dinheiro.

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Projeto cripto ligado à Trump está acumulando essas 3 criptomoedas; Veja outras oportunidades

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A World Liberty Financial, uma iniciativa de finanças descentralizadas associada ao presidente Donald Trump e sua família, ampliou significativamente suas reservas de criptomoedas na véspera da Cúpula Cripto da Casa Branca.

De acordo com dados on-chain, nesta quinta-feira (7), a entidade adquiriu US$ 10 milhões em Ethereum (ETH), US$ 10 milhões em Wrapped Bitcoin (WBTC) e US$ 1,5 milhão em MOVE, o token nativo do ecossistema blockchain Movement Network.

Informações da Arkham Intelligence indicam que as reservas de Ethereum da World Liberty Financial tiveram um aumento expressivo ao longo da semana. O volume subiu de aproximadamente 2.200 ETH na segunda-feira para mais de 7.000 ETH na quinta-feira.

Reserva World Liberty Financial - Fonte: Arkham
Reserva World Liberty Financial – Fonte: Arkham

Cúpula de criptomoedas na Casa Branca

O aumento das reservas ocorre às vésperas da Cúpula Cripto da Casa Branca, evento no qual Trump se reunirá com fundadores de grandes empresas do setor. A expectativa é que o encontro aborde regulações para o mercado cripto e a possível criação de uma reserva estratégica de criptomoedas dos EUA.

O mercado reagiu às movimentações antes do evento. O Bitcoin (BTC) subiu mais de 3% nas últimas 24 horas, chegando a US$ 92.700, antes de recuar para US$ 91.380. Entre as dez maiores criptomoedas por valor de mercado, o XRP liderou a valorização, com alta de 3,9%, seguido por Ethereum, com alta de 2,6% e Dogecoin (DOGE) com alta de 2,3%.

A recuperação do mercado cripto na quinta-feira ocorreu após uma semana turbulenta. No domingo, Trump anunciou a intenção de criar uma reserva estratégica de criptomoedas, que pode incluir XRP, ADA e ETH.

No entanto, a empolgação inicial perdeu força ao longo da semana, à medida que investidores aguardam mais detalhes e o mercado enfrenta um cenário de aversão ao risco, impulsionado por novas tarifas comerciais dos EUA que levaram a uma retração mais ampla na terça-feira.

O que esperar do evento?

Analistas esperam novas movimentações no mercado antes da cúpula de sexta-feira. A incerteza quanto ao impacto regulatório mantém os investidores cautelosos.

De acordo com a QCP Capital, a cúpula representa um marco histórico por ser o primeiro encontro formal da Casa Branca dedicado ao setor de criptomoedas. No entanto, a empresa de consultoria alerta que, sem ordens executivas concretas, compromissos financeiros ou apoio legislativo, o mercado permanece em um estado de espera.

“O evento pode ser um catalisador inesperado para impulsionar os preços, mas também pode expor fragilidades no setor e desencadear uma liquidação mais ampla“, afirmou a QCP Capital.

Oportunidades antes do evento

Enquanto os investidores aguardam os desdobramentos da cúpula da Casa Branca, criptomoedas promissoras em fase de pré-venda têm chamado a atenção como potenciais oportunidades para ganhos no mercado. Entre os projetos que vêm ganhando destaque estão Solaxy e Mind of Pepe.

Solaxy é uma solução que busca desbloquear todo o potencial do ecossistema Solana, oferecendo uma escalabilidade incomparável e uma rede preparada para o futuro, construída para redefinir as capacidades do Solana.

Seu token SOLX está em pré-venda, custando US$ 0,001654 por unidade. Até agora, o projeto já arrecadou mais de US$ 25 milhões na pre sale, um verdadeiro sucesso. Compre agora seus tokens SOLX.

Enquanto isso, o projeto Mind of Pepe é um agente de IA autoevolutivo que interage com o X/Twitter e outras plataformas, gerando sua própria presença e opiniões.

À medida que o MIND of Pepe se envolve com influenciadores, compartilha pensamentos sobre memecoins e gera discussões, ele cria seus próprios tokens e fornece insights exclusivos para detentores de tokens de pré-venda $MIND.

Isso permite que os investidores se beneficiem primeiro de sua crescente influência. Cada token MIND está custando US$ 0,0034539, com um total arrecadado de mais de US$ 7 milhões. Compre os tokens MIND antes que o preço suba.

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Alerta Shiba Inu: memecoin pode cair 20% se perder este suporte

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A Shiba Inu (SHIB) opera em alta nesta quinta-feira (6), mas a sua movimentação de preço indica um alto risco de queda para os próximos dias.

Com uma valorização diária de 2,5%, a criptomoeda meme encaminha seu terceiro dia consecutivo de alta. Com isso, a SHIB voltou a ser negociada acima de US$ 0,00001350, se recuperando parcialmente das fortes quedas vistas no início da semana.

Seria a alta atual apenas uma armadilha (bull trap) ou o início de uma recuperação de longo prazo?

Shiba Inu ainda não está em correção

O gráfico diário mostra que a Shiba Inu está em tendência de baixa desde 18 de janeiro, quando formou um topo duplo em US$ 0,000025. Desde então, o preço da altcoin chegou a cair mais de 50%, formando um fundo em US$ 0,00001170.

O salto que ocorreu após essa mínima iniciou um movimento corretivo. No entanto, os compradores não foram capazes de superar o nível de retração de 0,382 de Fibonacci, o que mostra uma força notável dos vendedores.

Com isso, uma nova queda abaixo do fundo anterior se tornou o cenário mais provável. Nesse caso, o próximo alvo estaria no suporte em US$ 0,00001083 (linha vermelha), o que representaria uma queda de aproximadamente 20% em relação ao preço atual.

O cruzamento entre as médias móveis exponenciais de 9 dias (azul) e 21 dias (laranja) reforça essa projeção, com ambas as EMAs ainda atuando como resistência.

Gráfico da Shiba Inu (SHIB) no TradingView
Gráfico da Shiba Inu (SHIB) no TradingView

De fato, a SHIB tem se movido nesse sentido. Porém, ainda não fez um novo teste do fundo em US$ 0,00001170.

Isso dá uma pequena esperança para os compradores, que podem iniciar um novo salto corretivo caso consigam empurrar a memecoin acima do nível de retração de 0,236, em US$ 0,00001484.

Indicadores on-chain apontam novas quedas

Apesar da possibilidade de um novo salto, os dados on-chain mostram que o cenário de queda segue sendo o mais provável.

Em primeiro lugar, o Exchanges Long/Short Ratio, que mede a proporção de ordens de compra e venda de SHIB nas principais exchanges, mostra que os vendedores são a força dominante na atualidade.

Exchanges SHIB Long/Short Ratio. Fonte: Coinglass
Exchanges SHIB Long/Short Ratio. Fonte: Coinglass

Também há sinais de queda nos mercados de derivativos da memecoin. O Open Interest, que mede o número total de contratos em aberto que ainda não foram liquidados, atingiu nesta semana o seu nível mais baixo no ano.

Atualmente, o volume de contratos de futuros e opções de SHIB é cerca de 5 vezes menor do que o registrado em janeiro. Isso sugere que traders estão perdendo o interesse em negociar a criptomoeda.

Exchange SHIB Futures Open Interest (USD)
Exchange SHIB Futures Open Interest (USD). Fonte: Coinglass

Se este cenário se manter, dificilmente veremos uma quebra do padrão de queda atual.

Projeto se destaca no setor de memecoins

Apesar de a SHIB estar propensa a novas quedas de preço, o mercado de memecoins mais amplo mostra sinais de recuperação. Segundo o CoinGecko, o valor somado de todos os ativos desse segmento voltou a ultrapassar a marca de US$ 60 bilhões.

Com inúmeros projetos sendo criados diariamente, o Meme Index tem conseguido o seu espaço ao atuar como o primeiro índice descentralizado de criptomoedas meme.

Além disso, o projeto oferece aos detentores do seu token nativo, o MEMEX, o acesso a diversas cestas de memecoins, o que facilita a diversificação de investimentos no setor.

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Conheça melhor as soluções Layer 2 e uma pré-venda que já vai em US$ 25 milhões

Conheça Solaxy, primeira solução Layer 2 para a Solana

A escalabilidade sempre foi um dos desafios centrais das blockchains. Em alguns casos, essas redes sofrem com limitações técnicas que resultam em congestionamento, altas taxas de transação e lentidão nos períodos de maior uso.

Para solucionar problemas como esse, surgiram as soluções Layer 2. Trata-se de uma tecnologia projetada para melhorar a eficiência das redes blockchain, sem comprometer sua segurança.

Atualmente, as soluções Layer 2 desempenham um papel fundamental no crescimento do setor cripto.

O sucesso de projetos como Arbitrum, Optimism e Lightning Network mostra que essa tecnologia não apenas melhora a experiência do usuário, mas também expande o potencial das blockchains para aplicações mais amplas.

Isso pode incluir finanças descentralizadas (DeFi) e tokens não fungíveis (NFTs), por exemplo.

Agora, um novo projeto dá um grande passo nesse caminho com o lançamento da Solaxy, primeira solução Layer 2 da blockchain Solana.

Com uma pré-venda superaquecida, que já ultrapassou os US$ 25 milhões, Solaxy promete uma grande revolução no ecossistema Solana.

O que muda no funcionamento das blockchains?

As blockchains são organizadas em camadas para melhorar seu desempenho. A Layer 1 (L1) é a camada base, responsável pelo processamento e validação de transações.

 

Exemplos de Layer 1 incluem Bitcoin, Ethereum e Solana, que fornecem  infraestrutura para todo o ecossistema cripto.

Porém, o problema das redes de Layer 1 está na sua capacidade limitada de processar transações.

À medida que o número de usuários cresce, as blockchains ficam congestionadas, resultando em transações mais caras e demoradas.

É aí que entram as soluções Layer 2 (L2), que funcionam como camadas secundárias, construídas sobre a blockchain principal.

Elas processam transações fora da L1, consolidam várias operações e enviam os dados resumidos de volta à rede base.

Dessa forma, as soluções Layer 2 reduzem custos, aumentam a escalabilidade e melhoram a eficiência, sem comprometer a segurança.

Principais vantagens da Layer 2:

  • Menos congestionamento: transações são processadas fora da rede principal, reduzindo a sobrecarga.
  • Taxas mais baixas: custos de transação diminuem significativamente, tornando as operações mais acessíveis.
  • Velocidade aprimorada: transações são confirmadas rapidamente, melhorando a usabilidade da blockchain.
  • Maior adoção: ao facilitar transações mais baratas e rápidas, novos usuários entram no mercado cripto.

Com o crescimento das soluções Layer 2 no Ethereum, agora é a vez da Solana replicar esse sucesso com Solaxy, primeira solução L2 da rede.

Solaxy: primeira Layer 2 da Solana

A Solana sempre se destacou por sua velocidade e baixo custo, mas não está isenta de problemas.

A rede já sofreu interrupções e períodos de congestionamento, especialmente durante picos de atividade, como o hype das memecoins e o boom dos NFTs.

Para resolver essas questões, surgiu Solaxy, primeira solução Layer 2 construída especificamente para a Solana.

Assim como Arbitrum e Optimism ajudaram a desafogar o Ethereum, a Solaxy tem o objetivo de melhorar a escalabilidade da Solana. Dessa forma, deve permitir transações mais rápidas e eficientes.

A Solaxy já concluiu integrações técnicas importantes, incluindo suporte para Hyperlane, que facilita a transferência de ativos entre a Solana L1 e a Solaxy.

Além disso, melhorias no ambiente de desenvolvedores indicam que a solução está se aproximando do seu lançamento definitivo.

Com essa inovação, a Solana pode finalmente competir de igual para igual com a rede Ethereum, atraindo novos projetos DeFi e dApps.

Pré-venda do $SOLX já ultrapassou US$ 25 milhões

pré-venda solaxy, primeira solução layer 2 da solana

A pré-venda do token $SOLX, nativo da Solaxy, tem atraído grande interesse da comunidade cripto.

Até o momento, já foram arrecadados mais de US$ 25 milhões, número impressionante para um projeto ainda em fase inicial.

A crescente demanda pelo token demonstra, assim, a expectativa positiva do mercado em relação ao potencial da Solaxy.

À medida que os investidores percebem os benefícios das soluções Layer 2, o interesse na pré-venda se intensifica.

Além disso, os primeiros compradores têm a vantagem de adquirir $SOLX a um preço inicial reduzido. Como resultado, isso pode gerar retornos expressivos quando o token começar a ser negociado em exchanges.

Solaxy pode ser a chave para o futuro da Solana

O sucesso das soluções Layer 2 na rede Ethereum provou que essa tecnologia é essencial para o crescimento do mercado cripto.

Agora, com a chegada da Solaxy, a Solana finalmente recebe sua primeira solução L2. E isso que pode impulsionar sua adoção e eficiência.

A pré-venda de $SOLX, que já arrecadou mais de US$ 25 milhões, demonstra a confiança dos investidores no projeto.

Portanto, para quem deseja entrar cedo no projeto e participar de uma inovação que pode transformar a Solana, a oportunidade é agora.

Para acompanhar atualizações e interagir com a comunidade Solaxy, siga as redes sociais do projeto no X e no Telegram. Para comprar o token, é só acessar o site oficial (a seguir0.

Visite Solaxy Agora

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Promotor do caso LIBRA deve pedir o bloqueio de US$ 110 milhões

Crise da LIBRA, envolvendo Milei, reforça necessidade de recorrer a curadorias confiáveis de novas criptomoedas

O caso da criptomoeda Libra ganhou novos contornos na Argentina, com o promotor do caso, Eduardo Taiano avançando nas investigações. As autoridades suspeitam que os lucros obtidos com a comercialização da Libra possam ter financiado atividades ilegais ou beneficiado pessoas próximas ao poder.

De acordo com o jornal argentino Clarín, o nome do presidente Javier Milei aparece entre os investigados, junto a um grupo de empresários. Em uma das frentes da investigação, Taiano ordenou a coleta de registros detalhados de todas as transações relacionadas à Libra desde seu lançamento.

Além disso, está em andamento a recuperação de publicações deletadas nas redes sociais, incluindo um tweet do presidente Milei que promoveu a criptomoeda no dia 14 de fevereiro.

No mais, os investigadores estão analisando minuciosamente as operações financeiras realizadas nos dias 14 e 15 de fevereiro, quando a Libra registrou sua maior atividade. As autoridades já identificaram o volume das transações. No entanto, ainda não conseguiram determinar a identidade dos envolvidos devido ao uso de carteiras digitais codificadas.

No rastro do dinheiro da criptomoeda LIBRA

A fim de evitar a dispersão de fundos, o promotor solicitou o congelamento de carteiras digitais identificadas na investigação. O objetivo é impedir a transferência dos recursos obtidos por meio de operações fraudulentas para outras plataformas. Afinal, isso dificultaria seu rastreamento.

Taiano está em contato com autoridades internacionais e exchanges de criptomoedas sediadas no exterior para obter informações sobre as transações suspeitas. A intenção é determinar se houve tentativas de lavagem de dinheiro ou outras irregularidades.

A investigação busca ainda identificar os responsáveis diretos pela operação. Para isso, as autoridades estão analisando comunicações telefônicas e registros de visitas à Casa Rosada (sede do governo argentino) e à residência presidencial de Olivos. Além disso, testemunhas próximas ao entorno presidencial e especialistas em blockchain estão prestando depoimentos.

CEO diz que Milei sabia de tudo

Um dos nomes que pode ser crucial para a conclusão das investigações é o do empresário Hayden Davis, CEO da Kelsier Ventures. Responsável pelo lançamento da LIBRA, Davis deu uma entrevista recente ao investigador blockchain Stephen Findeisen.

Ao longo de mais de uma hora de conversa, Davis contradisse um dos principais argumentos de Milei. O presidente da Argentina alega que não conhecia o projeto e nem os criadores, e que foi enganado. No entanto, Davis deixou claro que Javier conhecia o projeto.

Disse, ainda, que não entende porque o presidente da Argentina apagou o tweet da divulgação e tenta se desvencilhar do projeto. Vale destacar que, além do tweet de divulgação do projeto, Milei também deletou uma publicação em que aparecia ao lado de Davis.

Além disso, Davis confirmou estar sob posse de mais de US$ 110 milhões do projeto. Segundo ele, o valor foi retirado para garantir liquidez para as próximas fases do projeto. Possivelmente, esse deve ser o montante que o promotor do caso quer o bloqueio.

Movimentos suspeitos

Um dos pontos que chamou a atenção dos investigadores foi a movimentação de US$ 4,5 milhões de uma das carteiras digitais associadas ao caso para uma nova direção digital. Parte desses fundos serviu para a compra da memecoin POPE, em um caso com grandes indícios de se tratar de uma lavagem de dinheiro.

A reportagem do Clarín destaca que os investigadores estão monitorando de perto esses e outros movimentos para determinar o destino final dos recursos.

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Eduardo Bolsonaro se contrapõe ao DREX e quer barrar projeto

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Em meio às acusações de conspirar contra o Brasil, o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) se posicionou contra a implementação do DREX. O parlamentar, candidato à presidência da Comissão de Relações Exteriores da Câmara, declarou ser contra a moeda digital proposta pelo Banco Central. Além disso, declarou apoiou a proposta da deputada Júlia Zanatta (PL-SC) que busca barrar a iniciativa.

A imagem mostra um tweet da deputada Júlia Zanatta (@apropriajulia), no qual ela agradece ao deputado Eduardo Bolsonaro (@BolsonaroSP) pelo apoio na luta contra o DREX, a moeda digital proposta pelo Banco Central. No tweet, ela destaca a importância de conscientizar a população sobre os riscos de uma moeda digital controlada pelo governo, que poderia ameaçar a liberdade financeira dos cidadãos. Abaixo do texto principal, há uma mensagem de Eduardo Bolsonaro alertando sobre um possível intercâmbio de informações sobre moedas digitais entre o Brasil e a China, com críticas ao governo Lula. A imagem também contém trechos de uma conversa entre Eduardo e Juliana, com comentários críticos sobre o presidente ucraniano Zelensky e outras figuras políticas.
Deputa Zanatta agradece apoio de Bolsonaro no caso DREX. Fonte: X.com

Em entrevista, Eduardo afirma que o DREX faz parte de um dos 37 “acordos” assinados com a China, durante a visita de Xi Jinping ao Brasil, em 2024. Vale lembrar que o DREX está em desenvolvimento desde 2023, em uma iniciativa do Banco Central, comandado à época por Campos Neto, nomeado em 2019 pelo pai de Eduardo, Jair Bolsonaro.

Ainda durante a entrevista, Eduardo diz que o suposto acordo do Brasil com a China sobre o DREX deve passar pela Comissão das Relações Exteriores e Defesa Nacional (CREDN) do Congresso. Eduardo é o nome cotado para assumir a presidência da Comissão e disse que vai realizar um debate amplo sobre o projeto, deixando claro que é contra a implementação do DREX.

“Eu seu sendo indicado e sentado naquela cadeira (da presidência), a gente vai promover um debate amplo para saber dos brasileiros se eles querem, ao invés de receber um dinheiro na sua conta bancária, por exemplo, de um bolsa família, se eles querem receber isso via Drex. Eu tenho certeza que o povo brasileiro não vai querer isso”, afirmou o deputado.

Vale destacar, no entanto, que o Banco Central detém autonomia para criar e regular a moeda nacional, sem necessidade de aprovação pelo Congresso. Como o DREX é uma versão digital do real, o Banco Central não precisa de autorização do congresso para implementar a tecnologia.

Deputada comemora

A deputada Júlia Zanatta, autora de um projeto de lei que se contrapõe ao DREX e ao que ele chama de fim do dinheiro físico no país, comemorou o apoio de Eduardo Bolsonaro. Em um tweet, ela agradeceu ao colega pela citação e pelo engajamento na causa.

“O real digital não será como o Bitcoin, descentralizado e livre, mas uma moeda controlada pelo governo, seguindo o modelo do Yuan chinês“, afirmou a deputada Júlia Zanatta

Sobre o caso, o atual presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, afirmou que o Drex não trará impactos negativos ao cotidiano dos brasileiros. Ele também rejeitou a ideia de que alguém possa utilizar a plataforma para controlar a liberdade financeira ou monitorar de forma excessiva as transações dos cidadãos. Segundo ele, o DREX vai simplificar o acesso a crédito e eliminar intermediários financeiros.

No entanto, Zanatta  está coletando assinaturas para uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC) barrar o DREX. Até o momento, a iniciativa já obteve 135 das 171 assinaturas necessárias. Além disso, a deputada disse que também apresentou um projeto de lei para garantir que os cidadãos continuem tendo a liberdade de escolher como e quando usar seu dinheiro, sem a imposição de uma moeda digital controlada pelo Estado.

O posicionamento de Eduardo Bolsonaro contra o DREX ocorre em um momento delicado de sua carreira política. Isso porque o deputado está sendo investigado por suposta conspiração contra o país. Assim, corre o risco de ter seu passaporte confiscado. O tribunal pode cassar o mandato do deputado caso o condenem.

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