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Citibank vai começar a operar com Bitcoin e criptomoedas

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O Citibank está se preparando para entrar no mercado de Bitcoin e criptomoedas, adicionando serviços de custódia de ativos digitais às suas operações. De acordo com fontes próximas ao banco, o Citigroup está explorando essa nova possibilidade, acompanhando a tendência de grandes instituições financeiras no setor.

Esse movimento segue o anúncio do sucesso no projeto de tokenização de fundos privados, realizado em 14 de fevereiro de 2024. O Citi comprovou a viabilidade de emitir e custodiar ativos digitais em blockchain, um avanço significativo para o mercado financeiro.

A adoção de serviços de custódia de criptomoedas por bancos tradicionais está crescendo rapidamente. O BNY Mellon já recebeu aprovação regulatória para custodiar ativos digitais, enquanto o Standard Chartered lançou um serviço similar em Dubai. Além disso, HSBC, Crédit Agricole e Banco Santander também avançam nesse segmento.

Bitcoin e criptomoedas
Imagem: theinformation

Bitcoin e criptomoedas nos bancos

Apesar do interesse crescente, muitos bancos ainda precisam de aprovação regulatória para operarem com criptomoedas. Segundo a jornalista Yueqi Yang, do portal The Information, o Coinbase está negociando parcerias para oferecer serviços de custódia e negociação, mas instituições como o Citi ainda aguardam autorizações do Fed (banco central dos EUA) e do NY DFS (Departamento de Serviços Financeiros do Nova Iorque).

O Citigroup, que gerencia aproximadamente US$ 2,4 trilhões em ativos, segue os passos do State Street, um dos maiores bancos do mundo. Em agosto, o State Street anunciou uma parceria com a Taurus para lançar serviços de custódia e tokenização de criptomoedas para investidores institucionais.

No Brasil, os bancos têm adotado criptomoedas rapidamente, impulsionados pelo crescimento do mercado digital e pelo interesse crescente dos clientes institucionais.

Grandes instituições, como Itaú, Banco do Brasil e Bradesco, já oferecem serviços relacionados a ativos digitais, incluindo custódia e negociação de criptomoedas.

Além disso, o Banco Central do Brasil incentiva a inovação no setor por meio do Drex, moeda digital de banco central, que facilita a integração das criptos ao sistema financeiro tradicional. Com isso, o país avança na digitalização e regulamentação das criptomoedas.

Paralelamente, instituições como BTG Pactual e Nubank têm ampliado suas operações no segmento de ativos digitais, lançando plataformas próprias para compra, venda e custódia de criptomoedas.

O BTG Pactual, por exemplo, desenvolveu o Mynt, uma plataforma de negociação de criptos, enquanto o Nubank permite transações diretas com Bitcoin e Ethereum. Esse movimento atende à crescente demanda por investimentos digitais e reforça a necessidade de bancos tradicionais se adaptarem a um mercado cada vez mais competitivo e descentralizado.

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ETFs de Bitcoin registram saídas de US$ 494 milhões enquanto Ethereum atrai investidores

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Os ETFs de Bitcoin à vista nos EUA registraram três dias consecutivos de saídas, totalizando US$ 494 milhões. Na última quarta-feira, 12, as saídas atingiram US$ 251 milhões, completando o terceiro dia consecutivo de saldo negativo. Na segunda e terça-feira, registraram saídas de US$ 186,3 e US$ 56,7 respectivamente.

A imagem apresenta uma tabela intitulada "Bitcoin ETF Flow (US$m)", onde estão organizados dados referentes ao fluxo financeiro de diversos ETFs (Fundos de Índice) de Bitcoin em dólares americanos. Cada linha representa um dia específico em janeiro e fevereiro de 2025, com colunas designadas a diferentes ETFs, incluindo Blackrock, Fidelity, Bitwise, Ark, Invesco, entre outros. Os valores mostram entradas e saídas de capital nos ETFs, com números positivos indicando entradas e números negativos, registrados em vermelho, indicando saídas. No total, a tabela compila as somas de cada ETF, evidenciando o desempenho financeiro de cada um ao longo do período, com o estoque total refletindo a movimentação de ativos nos ETFs.
ETF de Bitcoin registra perdas pelo 3ª dia seguido. Fonte: Fairside.

O destaque do período foi o Fidelity Wise Origin Bitcoin Fund (FBTC), que perdeu US$ 281,7 milhões, mais da metade do total. O volume de negociação dos ETFs também caiu, com apenas US$ 2,58 bilhões movimentados no dia, refletindo a falta de demanda por posições longas líquidas.

O Bitcoin permanece estagnado em torno de US$ 96.000, preso uma faixa de negociação de US$ 90.000 desde a sua máxima histórica de US$ 109.000 em meados de novembro. De acordo com analistas, essa estagnação ocorre devido à incerteza macroeconômica causada pelas decisões de Trump. Além disso, o crescente interesse pela rede Ethereum pode estar puxando a liquidez do Bitcoin.

Ethereum como alternativa ao Bitcoin

Enquanto o Bitcoin enfrenta pressão, o Ethereum (ETH) vem atraindo atenção devido a movimentações significativas de carteiras de longo prazo. Dados recentes indicam que investidores institucionais e holders de longo prazo adquiriram 330 mil ETH em um único dia, totalizando cerca de US$ 880 milhões.

O número é um recorde histórico em comparação a série histórica. Isso indica que os olhos do mercado podem estar se voltando para a maior rede em termos de usuários ativos do setor. Com isso, projetos construídos na rede podem se beneficiar dessa mudança de rota dos investidores.

Entre eles está a Solaxy, uma plataforma Layer 2 da blockchain construída na Ethereum que tem como objetivo resolver os problemas de congestionamento e velocidade da Solana. O projeto está em fase de pré-venda e, oferecendo também staking com recompensas dinâmicas.

Também em fase de pré-venda, o projeto Mind of Pepe une inteligência artificial e cultura de memes. O protocolo propõe fornecer aos detentores do token $MIND estratégias de mercado em tempo real.

Um outro projeto da rede Ethereum que vale mencionar é o Meme Index, que vai permitir exposição às diversas memecoins utilizando um único token. Durante a pré-venda o projeto já arrecadou mais de US$ 4 milhões em poucas semanas.

Agora, para quem gosta de nadar contra a corrente, o projeto Bitcoin Bull é uma opção. Com fases atreladas ao preço do Bitcoin, o projeto promete movimentar o mercado. Quanto mais o preço do Bitcoin subir, mais $BTCBULL, o token do projeto, serão liberados aos investidores em airdrops constantes.

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Superciclo do Bitcoin ainda está valendo, e novos projetos atrelam seu valor ao token

nova memecoin BTC Bull atrela valor ao Bitcoin-BTC

Embora tenha enfrentado quedas recentes, o Bitcoin está mantendo seu valor entre US$ 95 mil e US$ 100 mil nos últimos dias. E a perspectiva é de que a criptomoeda siga a fase de crescimento que vinha apresentando.

É o que projeta o economista Alex Krüger, afirmando que o superciclo do Bitcoin ainda está valendo, apesar de algumas oscilações. Segundo ele, o BTC continua em movimento de alta.

Krüger alerta, no entanto, para o fato de que o Bitcoin ainda deve enfrentar correções. Porém, elas devem ser menos radicais do que em ciclos anteriores, o que reforça a maturidade do mercado.

Nova memecoin valoriza junto com o Bitcoin

Entre os que seguem a mesma linha otimista de Krüger, estão os criadores da memecoin BTC Bull ($BTCBULL). Isso porque a nova criptomoeda atrela sua valorização diretamente ao preço do Bitcoin. Funciona mais ou menos assim:

  • Em primeiro lugar, a memecoin, atualmente em pré-venda, deverá ser lançada quando o valor do Bitcoin chegar a US$ 100 mil.
  • Ademais, haverá queimas de tokens do BTC Bull quando o preço do Bitcoin cruzar as marcas dos US$ 125 mil dólares, dos US$ 175 mil dólares e dos US$ 225 mil dólares.
  • A passagem do valor do Bitcoin pelas marcas dos US$ 150 mil dólares e dos US$ 200 mil dólares desencadeará airdrops de Bitcoin. Os detentores do BTC Bull se beneficiarão proporcionalmente, de acordo com as quantidades de tokens que tiverem adquirido.
  • Por fim, a passagem do Bitcoin pela marca dos US$ 250 mil dólares de valor desencadeará um airdrop de tokens do BTC Bull.

Projeto combina duas vertentes em alta

BTC Bull Run atrela valor ao Bitcoin

Uma característica atrativa do projeto é a junção de memecoins e Bitcoin, duas vertentes que, segundo alguns analistas, estão vivendo superciclos.

O interessante é que essa combinação ainda é um tanto rara no mercado cripto. Apesar de toda a importância do Bitcoin, como maior criptomoeda do mundo, e da grande variedade de memecoins disponíveis no mercado.

Como resultado, esse fator se destaca como um dos diferenciais competitivos do BTC Bull.

O token nativo do projeto, $BTCBULL, já arrecadou mais de US$ 1 milhão na pré-venda, e custava US$0,00236 quando este texto foi finalizado.

 

Como em todas as pré-vendas, esse preço deve ir subindo na medida em que se passa para uma nova etapa, antes da listagem. Ou seja, para quem vir potencial no projeto, essa é a melhor hora de comprar o token, porque o valor está mais baixo.

É possível comprar o token $BTCBULL na pré-venda com cartão de crédito ou com as criptomoedas Ether (ETH) e USD Tether (USDT).

E já é possível fazer staking com os tokens $BTCBULL adquiridos, abrindo uma oportunidade de rendimento passivo.

Para facilitar a aquisição do seu token e o recebimento de Bitcoin nos airdrops, o projeto realizou uma parceria com a carteira Web3 Best Wallet.

No site oficial de pré-venda, você pode obter mais informações sobre o projeto e como adquirir os tokens. Para acompanhar as atualizações,  vale acompanhar os perfis do BTC Bull no X e no aplicativo de comunicação Telegram.

 

Compre BTC Bull Agora

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OpenSea anuncia distribuição gratuita de tokens

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A OpenSea revelou sua nova plataforma OS2 em fase beta e confirmou o aguardado airdrop do tokens SEA. A distribuição será destinada a usuários nos Estados Unidos, priorizando aqueles com histórico de uso na plataforma.

A empresa, apoiada pela Andreessen Horowitz, lançou a nova versão do protocolo completamente reformulada para colecionadores e traders profissionais. O objetivo é reconquistar o mercado de NFTs, que perdeu fôlego após o auge da pandemia.

O setor de NFTs sofreu grande queda em 2023, registrando menos de US$ 9 bilhões em volumes de negociação. No entanto, dezembro de 2024 mostrou sinais positivos, sendo o melhor mês para a OpenSea em anos.

A empresa enfrentou desafios desde que o marketplace Blur adotou estratégias agressivas, como a redução das taxas de royalties para criadores. No entanto, a OpenSea conseguiu recuperar parte do mercado e, em dezembro, gerou mais de US$ 4 milhões em receita.

OpenSea
Imagem: X

Airdrop do OpenSea

O novo protocolo OS2 promete tornar as transações mais acessíveis, reduzindo a taxa do marketplace para 0,5% e eliminando tarifas em swaps. Além disso, a plataforma integrará 14 novas blockchains, incluindo redes Ethereum L2, como Sonieum e Apechain.

A equipe da OpenSea enfatizou que o airdrop do token SEA beneficiará aqueles que mais usaram a plataforma no passado. Apesar de ainda não haver uma data definida para o início da distribuição, a empresa garante que está focada em criar um ecossistema sustentável e duradouro.

Com o avanço da Web3 e a crescente inovação no setor, a OpenSea pretende consolidar sua posição como líder no mercado de NFTs. Usuários devem ficar atentos aos próximos anúncios para garantir sua participação no airdrop do SEA.

Recentemente, um vazamento de dados da OpenSea expôs mais de 7 milhões de e-mails de usuários, incluindo endereços de figuras proeminentes do setor de criptomoedas, como CZ, ex-CEO da Binance.

O CIO da Slow Mist alertou sobre novos golpes de phishing após revelar que esses dados, comprometidos desde 2022, podem facilitar fraudes e roubos na crescente esfera da Web3.

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Criptoativo dispara 70% com listagem na Binance, mas depois despenca

Day traders se favorecem em mercado volátil, observa especialista

Um token relativamente desconhecido chamado Heima (HEI) roubou os holofotes depois que seu preço disparou 70% na quarta-feira (12). A forte alta aconteceu depois que a Binance anunciou a listagem do token para negociação em sua plataforma, o que fez o preço disparar por causa da demanda.

Este token não é novo, mas sim a nova versão de um projeto chamado Litentry Network, que sofreu uma mudança em seu nome. A listagem da Binance ocorrerá a partir da sexta-feira (14), mas o preço do token devolveu a maior parte dos ganhos ao longo da manhã.

Como resultado da desvalorização, o HEI virou seu movimento para uma queda de 21%. Essa forte volatilidade faz parte do chamado “efeito Binance“, que afeta tokens listados pela exchange causando uma forte volatilidade no preço.

HEI.
Token HEI sofre volatilidade. Fonte: CoinGecko.

O preço do criptoativo HEI dispara 70%

Com o lançamento na Binance, o HEI disparou 70% poucas horas depois, chegando na máxima de US$ 1,36 ao longo do dia. A mínima e a máxima de 24 horas foram US$ 0,72 e US$ 1,36, respectivamente. Mesmo com a correção desse movimento, o HEN ainda se mantém acima de US$ 0,90.

A trajetória de alta atual reflete principalmente o crescente otimismo do mercado em meio a novas listagens na Binance. Cada vez que um novo token entra na exchange, a demanda por ele tende a ver seus volumes de negociação aumentam. Como resultado, o preço do token pode sofrer fortes valorizações.

Isso se confirma no aumento do volume de negociação do HEN após a listagem, que subiu nada menos que 14.414% e movimentou US$ 64,27 milhões, de acordo com o CoinGecko. A dinâmica atual indica que o HEN despertou interesse do mercado, abrindo caminho para mais movimentos de alta.

Anteriormente chamada de Litentry Network (LIT), a rede mudou seu nome e o de seu token para Heima em janeiro de 2025.

HEI sofre “efeito Binance”

Em seu anúncio oficial, a Binance confirmou que o HEI já está disponível no programa ‘Simple Earn‘ a partir desta quinta-feira (13). A partir da sexta-feira (14), os usuários podem comprar o HEN usando qualquer uma das opções de pagamento disponíveis na divisão ‘Auto-Invest’ da plataforma.

Ou seja, além de usar criptomoedas e moedas fiduciárias, os clientes poderão adquirir o token pagando com cartão de crédito (Visa, Mastercard) e serviços como Google Pay e Apple Pay. A Binance liberou o HEN para negociação em todos os pares, incluindo Bitcoin (BTC) e USDT. Não haverá cobrança de taxas.

Quem quiser utilizar o HEN como colateral em empréstimos no Binance Margin também poderá fazer isso, por meio dos pares HEI/USDT e HEI/USDC. A adição do token já foi feita e os usuários já podem depositá-lo e usá-lo como colateral.

Por fim, a bolsa de criptomoedas revelou a criação de um contrato perpétuo com margem em dólar para o ativo com alavancagem de até 75 vezes. Esta opção também já se encontra ativa na Binance.

No geral, a oferta de negociação aprimorada por uma das principais exchanges de criptomoedas aumenta significativamente a exposição ao mercado, abrindo caminho para a entrada de dinheiro no ecossistema do token. Como resultado, o preço da moeda disparou fenomenalmente em meio ao anúncio.

Dados de lançamento.
Lançamento do token HEI na Binance. Fonte: site oficial/Binance.

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Sem CBDC nos EUA? O impacto dessa decisão no Bitcoin e no mercado cripto

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Após a decisão do presidente Donald Trump de banir a criação de uma moeda digital de banco central (CBDC), foi a vez do presidente do Fed, Jerome Powell, apoiar a decisão. Em seu discurso no Senado dos Estados Unidos na terça-feira (11), Powell disse que o Fed não desenvolverá uma moeda digital de banco central (CBDC) durante seu mandato.

Durante o depoimento semestral feito pelo presidente do Fed, o senador Bernie Moreno, do partido Republicano perguntou se EUA criariam uma CBDC enquanto Powell permanecesse como presidente. Powell disse que não, mostrando o alinhamento de ideias entre ambos.

Seu anúncio encerrou anos de especulação de que o Fed poderia seguir a liderança da China ao lançar uma moeda digital nacional. No início de fevereiro, Trump emitiu uma ordem executiva proibindo a emissão dessa moeda. O mercado comemorou a notícia, já que uma CBDC poderia ampliar ainda mais o poder de vigilância do estado.

Mas esta não foi a única vitória do setor de criptomoedas esta semana. Outro fator importante foi a indicação de Brian Quintenz para presidir a Comissão de Negociação de Futuros e Commodities (CFTC), um conhecido defensor das criptomoedas. E vários tokens podem se beneficiar com a nova indicação, incluindo a aguardada pré-venda do Bitcoin Bull.

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Pré-venda Bitcoin Bull. Fonte: site oficial.

Vitória para as criptomoedas na CFTC

A outra vitória para as criptomoedas veio com a indicação de Quintenz, que chefiará a CFTC. O executivo liderou a divisão política na A16z Crypto e foi comissário da CFTC, atuando entre 2017 e 2021.

Durant sua atuação na CFTC, Quintenz se mostrou favorável ao setor de criptomoedas e pediu uma regulamentação menos restritiva. Na época, ele precisou enfrentar a oposição de Trump, que ainda via o setor com desconfiança. Mas com a nova diretriz de apoiar a inovação do mercado, a nomeação de Quintenz despertou otimismo.

Enquanto estava na CFTC, Quintenz fez parceria com Hester Peirce, comissária da Comissão de Valores Mobiliários dos EUA, a SEC, e carinhosamente chamada de “Crypto Mom”. Juntos, ambos foram as principais vozes do mercado de criptomoedas nas agências, defendendo uma regulamentação voltada a proteger os investidores, mas sem barrar a inovação.

O novo presidente da CFTC também pediu que a indústria criasse sua própria organização autorreguladora para evitar ações de execução e também sugerir barreiras viáveis.

“Eu sugeriria que a comunidade se unisse e tentasse formar algum tipo de órgão regulador independente e de supervisão que tivesse força, que pudesse impor algumas regras, que pudesse adicionar credibilidade ao mercado”, explicou Quintenz à CNBC em 2018.

Com Peirce e Quintenz em posições de destaque nos maiores reguladores dos EUA, a inovação deve voltar a ser a marca deste mercado. E um dos nomes que estão chamando a atenção é o Bitcoin Bull, projeto que te permite ganhar com a valorização do Bitcoin (BTC).

Bitcoin Bull: ganhando na alta

O Bitcoin Bull (BTCBULL) é um projeto criado com uma proposta diferente. Enquanto a maioria das novas pré-vendas de criptomoedas focam apenas em vender um token, este projeto oferece uma real utilidade: recompensas diretas em Bitcoin.

Para isso, o BTCBULL tem um modelo de distribuição de tokens (airdrop) bastante curioso, pois se baseia na valorização do preço do BTC. Sempre que a criptomoeda atinge novos patamares de preço, os detentores do token recebem frações de BTC. Isso mesmo, você recebe direto em Bitcoin e não precisa fazer nenhum trade, basta ter o BTCBULL.

Nesse sentido, o projeto tem distribuições programadas para quando o BTC atingir níveis de preços diferentes. A maior delas ocorrerá quando a criptomoeda chegar nos US$ 250 mil, quando o Bitcoin Bull dará uma grande quantidade de BTC e tokens.

Bitcoin a caminho de atingir US$ 100 mil daqui a nove meses, prevê o CEO da Bitbull
Foto: Unsplash

Além disso, um mecanismo de queima também reduz a oferta do BTCBULL sempre que o BTC atinge marcos de preço. Isso significa que a quantidade de tokens em circulação diminui, aumentando sua escassez e potencializando seu valor. Ou seja, é um benefício direto para quem possui BTC e BTCBULL.

Os investidores podem adquirir BTCBULL por apenas US$ 0,00235, mas o preço aumentará na próxima fase da pré-venda, que ocorrerá em três dias. Esse modelo incentiva a entrada antecipada e fortalece a adoção do token.

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Mercado de carteiras cripto deve crescer 32% e chegar a US$ 19 bilhões em 2025

carteira de criptomoedas - best wallet - pré-venda

Em expressiva expansão, o mercado de carteiras de criptomoedas deve passar de US$ 14,39 bilhões em 2024 para US$ 19 bilhões em 2025. Ou seja, deve apresentar uma taxa de crescimento anual composta (CAGR) de 32,2% nesse período.

Os dados são de estudo da Business Research Company, que estima, ainda, que o setor deve continuar a evoluir nos próximos anos. Segundo o relatório, esse valor deve chegar a US$ 57,61 bilhões em 2029 (gráfico a seguir).

Entre os fatores que impulsionam essa área, a pesquisa destaca, por exemplo;

  • ampliação do ecossistema cripto;
  • crescente aceitação de ativos digitais, por usuários e empresas;
  • maior adoção de criptomoedas para transações online;
  • aumento dos investimentos em criptomoedas:
  • demanda por carteiras de criptomoedas mais acessíveis e fáceis de usar;
  • evolução das redes blockchain.

Carteiras de criptomoedas - crescimento do mercado
Fonte: The Business Research Company

 

Facilitando e agilizando as transações cripto

O relatório esclarece que, quando se fala em transações cripto, isso inclui compra, venda e transferência de criptomoedas entre os usuários.

Esses processos são, usualmente, facilitados pela tecnologia blockchain. Na medida em que essa tecnologia amadurece, mais agilidade traz para esse tipo de operação.

Entre as vantagens wallets cripto está o fato de que elas oferecem a pessoas e empresas uma maneira segura, prática e eficiente de realizar e gerenciar transações com criptomoedas, a exemplo do Bitcoin. Bem como participar do ecossistema blockchain, que está se ampliando, diversificando e sofisticando.

Por fim, o estudo aponta algumas tendências para o setor de carteiras cripto nos próximos anos. Isso inclui, por exemplo, o uso de biometria como recurso de segurança, gamificação das wallets, maior adoção em dispositivos móveis e soluções sustentáveis.

Best Wallet aponta futuro do setor

Entre as inovações no mercado de carteiras de criptomoedas destaca-se a Best Wallet. Lançada em novembro, a wallet já conta com mais de 250 mil usuários ativos por mês e 500 mil no total.

 

Só para exemplificar, a nova wallet tem o objetivo de conquistar 40% do mercado de carteiras de criptomoedas até 2026. Essa meta está atrelada, em boa parte, à crescente popularidade de wallets não custodiais. Em outras palavras, esse tipo de carteira deixa o controle dos ativos nas mãos dos seus proprietários.

A ambiciosa meta da Best Wallet se fundamenta no fato de que o projeto representa uma nova geração de carteiras de criptomoedas, que agregar novos e mais avançados usos e recursos.

Além disso, a Best Wallet expande a gama de operações, por seu perfil mutichain, incluindo mais de 60 redes. Paralelamente, tem parcerias com vários aplicativos, incluindo setores de gaming, notícias, pagamentos e finanças descentralizadas (DeFi), entre outros.

A carteira de criptomoedas oferece, ainda, taxas reduzidas, participação em decisões sobre o projeto e acesso prioritário a staking e novidades da wallet.

Confira a pré-venda do token $BEST

A Best Wallet se diferencia, também, por seu token nativo, $BEST. Atualmente em pré-venda, o token já arrecadou mais de US$ 9,7 milhões nessa etapa.

Atualmente, o $BEST custa US$ 0,02395. Porém, a cada nova fase da pré-venda, o preço vai subindo.

Além de ser uma potencial fonte de rendimento, o token terá grande utilidade no ecossistema da Best Wallet. Por meio do token, é possível ter acesso prioritário a novas pré-vendas, pagar tarifas reduzidas, obter maiores recompensar por staking e participar de airdrops.

O $BEST também é um meio para os usuários participarem da governança do projeto.  O token está à venda no site oficial da pré-venda, e é possível comprá-lo com criptomoedas ou cartão bancário.

Visite a Best Wallet Agora

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Previsão Dogecoin: touros sustentam o suporte ou perderão força?

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A Dogecoin (DOGE) opera em queda nesta quarta-feira (12), se aproximando do nível de suporte de US$ 0,25.

Com uma desvalorização diária de 2,5% nas últimas 24 horas, a memecoin arrisca perder o padrão de alta formando no início dessa semana. Traders e investidores devem esperar pelo pior ou os compradores conseguirão reverter o cenário atual?

Dogecoin rompe padrão, mas não realiza grande salto

O gráfico de 4 horas mostra que a DOGE estava negociada dentro de triângulo simétrico desde o início de fevereiro. Na segunda-feira (10), os compradores conseguiram romper a linha de tendência de baixa do padrão, indicando que a tendência de curto prazo se tornou de alta.

Segundo a análise técnica, o cenário mais indicado seria um salto em direção ao topo que deu origem ao padrão, em US$ 0,28. No entanto, os compradores se mostraram incapazes de fazer este salto até o momento.

Com isso, a maior das memecoins tem passado por uma breve consolidação entre os níveis de US$ 0,251 e US$ 0,257.

Gráfico da Dogecoin (DOGE) no TradingView
Gráfico da Dogecoin (DOGE) no TradingView

As Bandas de Bollinger mostram que a altcoin deve seguir neste cenário, visto que suas linhas de suporte e resistência estão muito próximas dessa zona de consolidação.

Outros indicadores técnicos mostram sinais que indicam que a consolidação deve continuar. O Índice de Força Relativa (RSI) de 4 horas está próximo de 50, sinalizando equilíbrio entre compradores e vendedores.

Já o Chaikin Money Flow (CMF), que mede o fluxo de capital injetado ou retirado de um ativo, está muito próximo de zero.

RSI e CMF da Dogecoin (DOGE) no TradingView
RSI e CMF da Dogecoin (DOGE) no TradingView

Sinais mistos nos indicadores on-chain

O cenário on-chain mostra sinais mistos para o futuro da Dogecoin. Pelo lado pessimista, o Exchanges Long/Short Ratio mostra que os vendedores estão dominando o fluxo de ordens da memecoin nas principais exchanges de criptomoedas.

Atualmente, mais de 50% das ordens de DOGE nessas plataformas são de venda, com o montante investido pelos ursos superando o dos compradores em US$ 30 milhões.

Exchanges DOGE Long/Short Ratio. Fonte: Coinglass
Exchanges DOGE Long/Short Ratio. Fonte: Coinglass

No entanto, o Spot Inflow/Outflow, que monitora o fluxo de DOGE nas exchanges, mostra que os usuários estão retirando suas unidades da criptomoeda.

Isso pode ser visto como um bom sinal porque indica que os investidores estão movendo seus ativos para carteiras privadas, sugerindo menor intenção de venda no curto prazo.

DOGE Spot Inflow/Outflow. Fonte: Coinglass
DOGE Spot Inflow/Outflow. Fonte: Coinglass

O Coin Holding Time do IntoTheBlock reforça essa perspectiva, pois mostra que o número de usuários retendo suas DOGE aumentou em mais de 300% na última semana. Esse forte aumento reflete uma forte convicção dos detentores, o que pode surtir um efeito positivo no preço da criptomoeda.

Entretanto, um cenário de alta só será validado se a DOGE voltar a subir e superar seu topo atual de US$ 0,266. Por outro lado, se os vendedores seguirem dominando o fluxo de ordens, o preço da memecoin pode seguir em queda e testar o suporte em US$ 0,24.

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Goldman Sachs aumenta para US$ 1,5 bilhão exposição a ETFs de Bitcoin

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O banco americano Goldman Sachs aumentou seus investimentos em criptomoedas através de ETFs de Bitcoin. De acordo com um relatório recente, o banco agora tem US$ 1,5 bilhão em investimentos no setor, com base em dados do quarto trimestre de 2024.

Esse desenvolvimento é descrito nos registros 13F enviado pelo banco à Comissão de Valores Mobiliários dos Estados Unidos (SEC), que revelam o compromisso crescente da empresa com investimentos em ativos digitais. Além disso, indica que o Goldman Sachs aumentou em mais de 100% sua exposição ao BTC, que era de US$ 710 milhões no mês de novembro.

A exposição do Goldman Sachs ao BTC se aprofundou no final de 2023, quando o banco passou a fazer análises detalhadas do preço da criptomoeda. No início do ano passado, o banco chegou a se unir com a gestora BlackRock para emitir o IBIT, ETF de Bitcoin sob gestão da companhia.

Formulário.
Goldman Sachs divulga novos investimentos em Bitcoin. Fonte: SEC.

Portfólio de US$ 1,5 bilhão 

De acordo com o formulário enviado à SEC, o Goldman Sachs aumentou significativamente seus investimentos em ETFs de Bitcoin. O relatório detalha que o banco detém US$ 1,27 bilhão em cotas do ETF da BlackRock (IBIT), um aumento de 88% em relação ao trimestre anterior.

Esse aumento é parte de uma estratégia mais ampla do banco para aprofundar sua presença no espaço de ativos digitais. Já o maior crescimento percentual foi nas aplicações no ETF da Fidelity (FBTC), com um aumento de 105% em comparação ao trimestre anterior. Esse crescimento impulsionou a posição do banco em FBTC para um valor de US$ 288 milhões

No entanto, o otimismo do Goldman Sachs contrasta com as falas do CEO David Solomon, que recentemente descartou o Bitcoin como uma ameaça ao domínio do dólar americano. Solomon reiterou que o Bitcoin continua sendo um ativo especulativo, enfatizando sua volatilidade e cenário regulatório incerto.

Lista Goldman Sachs.
Portfólio do Goldman Sachs com ênfase no ETF de Bitcoin da Fidelity. Fonte: SEC.

Tendências de investimento do Goldman Sachs

Os crescentes investimentos do Goldman Sachs em ETFs de Bitcoin coincidem com o desenvolvimento contínuo de estruturas regulatórias para criptomoedas. A inclusão de criptomoedas pelo banco reforça a maior demanda por parte dos investidores, que buscam novas formas de se expor ao mercado.

O posicionamento estratégico do banco também inclui o uso de derivativos, como opções de compra e venda. Nesse sentido, o Goldman Sachs já cogitou criar plataformas de negociação voltadas para criptoativos.

A abordagem diversificada do Goldman Sachs para seu portfólio de ativos digitais melhora sua posição de mercado e define uma referência para outros investidores institucionais que consideram expansões de criptomoedas. Mesmo com suas opiniões sobre o Bitcoin, David Solomon afirmou que o banco tem intenção de se expandir para este mercado.

O CEO também enfatizou a necessidade de mudanças regulatórias, visto que as leis americanas ainda bloqueiam a negociação direta de Bitcoin e Ethereum.

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Ganhos de 250x: o ciclo das altcoins está prestes a explodir

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A recente lateralização de preços vista no Bitcoin (BTC) e no Ethereum (ETH) começou a preocupar os investidores, que começam a desacreditar do ciclo de alta. No entanto, os traders mais experientes seguem otimistas quanto ao futuro, defendendo que as criptomoedas, sobretudo as altcoins, seguirão o ciclo normal.

Um desses traders é o conhecido Michaël van de Poppe, que falou a respeito disso em sua conta no X. Com mais de 770 mil seguidores, van de Poppe explicou que sofreu perdas duras no ciclo anterior, mas que seu portfólio disparou de preço após o período de consolidação. Diante disso, ele deu uma orientação de paciência aos seus seguidores.

“Durante o ciclo anterior, meu portfólio caiu mais do que neste ciclo: 75%. Isso foi depois que eu apostei tudo em altcoins. Parecia que os mercados acabaram. Os 12 meses depois que as altcoins subiram 50 a 250 vezes. Este ciclo não será diferente”, previu o analista.

Análise.
Michaël van de Poppe deixa mercado otimista. Fonte: X.

A temporada de valorização das altcoins, ou altseason, geralmente começa após o ciclo de alta do Bitcoin. Mas com a demora do BTC em reagir, o ciclo de valorização das altcoins também deve começar mais tarde. E isso pode dar tempo para que você consiga encontrar as melhores oportunidades. 

Por isso, veja alguns tokens que podem se beneficiar quando a altseason chegar e ter os mesmos retornos esperados por van de Poppe.

Mind of Pepe

Claro que tokens em pré-venda também devem se beneficiar da altseason, especialmente quando forem lançados nas exchanges. E um desses projetos que é possível comprar agora com um preço muito descontado é o Mind of Pepe.

Este token alia o famoso meme de sapo Pepe the Frog e concede a ele “poderes” de uma inteligência artificial (IA). Com essa união, o Mind of Pepe consegue fazer análises de preço de vários tokens, captando informações através de sua integração com o X e outros perfis.

Se você é um trader, este projeto é ideal para te ajudar a encontrar altcoins promissoras, as melhores tendências do momento e também a fazer negociações mais certeiras. E o ecossistema Pepe é um dos que mais cresce atualmente, como a última pré-venda do Pepe Unchained mostrou ao fazer o maior sucesso de 2024.

Mind of Pepe.
Pré-venda oficial Mind of Pepe. Fonte: site oficial.

Solaxy

Este projeto vem para inovar dentro da blockchain que foi sensação em 2024. A rede cresceu bastante graças a protocolos de finanças descentralizadas (DeFi) e memecoins, mas ainda sofre com paralisações constantes. E o aumento da demanda está testando os limites de transação da Solana, algo que a Solaxy quer expandir ainda mais.

A Solaxy é a primeira rede de Camada 2 da Solana e por isso fez sucesso imediato, arrecadando quase US$ 20 milhões na pré-venda de seu token SOLX. Essa rede tem como objetivo acabar com eventuais congestionamentos e solucionar o problema de transações com falha que afetam o desempenho de uma das maiores blockchains do setor.

E os investidores certamente gostaram da solução, que já desponta como a segunda pré-venda de maior sucesso no início deste ano. Portanto, adquira logo seus tokens antes que o preço aumente, pois esta oferta tem um tempo limitado.

Solaxy.
Pré-venda da Solaxy. Fonte: site oficial.

Bitcoin Bull

O Bitcoin Bull é o token perfeito para você que aposta somente no Bitcoin, mas quer colher os benefícios dos famosos airdrops, ou distribuições de tokens. Este projeto está vinculado ao preço do BTC e tem várias recompensas aos seus usuários, que serão pagas conforme o BTC atingir certas marcas de preço.

Pelo menos três grandes benefícios são as queimas de tokens do Bitcoin Bull, que vão deixar o token mais escasso e gerar valor para quem guardar os seus para o longo prazo. O projeto também pretende distribuir airdrops de Bitcoin, sendo que o maior deles ocorrerá assim que o BTC romper a barreira de US$ 250 mil.

Por isso, se você acredita que o BTC vai chegar longe e quer colher benefícios em dobro, o Bitcoin Bull vai te ajudar com isso. A pré-venda é recente, mas já acumulou cerca de US$ 600 mil e você pode garantir os seus tokens ainda na fase inicial.

Altcoin Bitcoin Bull
Fonte: site oficial.

Ethereum

Não há como falar de altseason sem mencionar a principal altcoin do mercado. O Ethereum (ETH) continua sendo uma pedra angular do ecossistema blockchain, concentrando a maior parte dos aplicativos descentralizados (dApps) e contratos inteligentes.

Com a transição para o Ethereum 2.0, o Ethereum está pronto para resolver problemas de escalabilidade ao fazer a transição para um sistema de Prova de Participação (PoS). Mas a criptomoeda não conseguiu ter um bom desempenho nos últimos anos e perdeu espaço para concorrentes como a Solana – o que é ótimo.

Sim, por mais estranho que pareça, o ETH segue com um enorme potencial de alta não realizado. A criptomoeda está atualmente testando a resistência em US$ 3.340, e com seu preço atual em cerca de US$ 2.700. Isso representa uma grande oportunidade de exposição. Assim que a altseason começar, o ETH deve surgir como uma das criptomoedas que mais se beneficiarão do novo ciclo.

Etherreum.
Análise Etherem. Fonte: CoinGecko.

PEPE

A PEPE foi o grande fenômeno de 2023 e inaugurou, junto com outras memecoins, a nova tendência deste ciclo de alta. Ela opera na rede Ethereum (que mostra ainda ter força para as altcoins) e é inspirada no famoso meme Pepe the Frog.

Embora não tenha utilidade inerente, a PEPE ganhou atenção devido ao seu apelo voltado para a comunidade, que abraçou o espírito de piada do projeto. Tanto que ela gerou o já mencionado “ecossistema Pepe” que trouxe inúmeras pré-vendas de sucesso no ano passado.

A PEPE está atualmente em uma condição de “sobrevenda“, com um RSI de 42 e indicadores negativos na maioria das métricas. Ou seja, ela se posiciona como um dos tokens que apresenta as melhores oportunidades para fazer uma compra lucrativa no médio prazo.

PEPE.
Análise da Altcoin PEPE. Fonte: CoinGecko.

HYPE

Se tem um token que faz jus ao seu código, este é o HYPE, emitido pela blockchain Hyperliquid. Em menos de um mês de lançamento, a rede cresceu de tal forma que a altcoin chegou a subir quase 1.000% e sair de US$ 4,00 para mais de US$ 34,00 em menos de 30 dias.

O token é gerido pela Hyperliquid, uma plataforma blockchain criada specificamente para aumentar a eficiência e o desempenho das aplicações de DeFi. Quem utilizou a rede primeiro ganhou airdrop do token HYPE, o que contribuiu para seu forte crescimento.

Mas a rede também viu seu valor total alocado (TVL, na sigla em inglês) subir e fazer a Hyperliquid ganhar destaque no final do ano passado.

Altcoin HYPE.
Preço da Altcoin HYPE. Fonte: CoinGecko.

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