nifty-gateway-nft-gemini

Nifty Gateway vai encerrar operações e expõe retração do mercado NFT

Nifty Gateway em Queda

Siga o CriptoFacil no
Google News CriptoFacil

O marketplace de NFTs Nifty Gateway, controlado pela Gemini, vai encerrar oficialmente suas operações em 26 de fevereiro de 2026, segundo comunicados da empresa. O anúncio ocorre em um momento em que o volume global de NFTs opera próximo aos níveis de 2020, com quedas superiores a 90% em relação ao pico de 2021. A decisão reforça uma narrativa mais ampla de retração estrutural no setor de ativos digitais colecionáveis.

Dados da DappRadar mostram que o volume mensal negociado em NFTs caiu de US$ 17,2 bilhões em janeiro de 2022 para menos de US$ 1,1 bilhão no quarto trimestre de 2025, uma despenca de aproximadamente 93%. Para investidores brasileiros, isso significa menor liquidez, maior dificuldade de revenda e risco adicional de custódia em plataformas centralizadas.

Publicidade



O fechamento do Nifty Gateway se soma a uma sequência de saídas relevantes do setor, enquanto o mercado cripto como um todo passa por uma retração do mercado cripto. Mesmo com o Bitcoin consolidando acima de US$ 95.000 em janeiro, o segmento de NFTs não acompanhou o movimento de recuperação.

O que aconteceu com o Nifty Gateway?

O Nifty Gateway entrará em modo apenas para retiradas, encerrando compras, vendas e leilões de NFTs a partir de fevereiro. A plataforma, conhecida por hospedar coleções de artistas renomados e projetos premium, pertence à Gemini, exchange fundada pelos irmãos Winklevoss.

Segundo a empresa, a decisão reflete uma mudança estratégica e a queda persistente da demanda por NFTs, conforme relatado pelo Crypto Briefing. Na prática, usuários terão prazo para retirar ativos, mas perdem uma das principais vitrines de liquidez do setor.

Fechamentos expõem desaceleração estrutural do setor

O Nifty Gateway não está sozinho. A Kraken anunciou que seu marketplace NFT será fechado em 27 de fevereiro de 2025, após entrar em modo somente retirada ainda em novembro de 2024, segundo The Block.

Já a MakersPlace encerrou novas contas em janeiro e planeja desligamento total até junho de 2025, de acordo com a Cointelegraph. Esses movimentos confirmam uma desaceleração do mercado de ativos especulativos, incluindo NFTs e memecoins.

O que isso significa para investidores brasileiros?

Para investidores no Brasil, o fechamento de marketplaces reduz opções de liquidez e aumenta o risco operacional. NFTs mantidos em plataformas centralizadas ficam sujeitos a prazos de retirada e possíveis custos adicionais de transferência.

Publicidade



Por outro lado, parte da atividade migra para blockchains alternativas e soluções on-chain, como Ordinals no Bitcoin, que já ultrapassaram 100 milhões de inscrições, conforme mostramos na análise sobre o mercado de NFTs no ecossistema Bitcoin.

Há risco sistêmico ou apenas um ajuste?

O contra-argumento é que o fechamento dessas plataformas representa um ajuste saudável após um ciclo de euforia. Menos projetos, mas com maior foco em utilidade e sustentabilidade, podem emergir no longo prazo.

Ainda assim, no curto e médio prazo, o cenário segue de risco elevado. Com volumes baixos, RSI de marketplaces NFT abaixo de 40 em métricas de engajamento e ausência de fluxo institucional, o setor permanece pressionado.

Publicidade



Em síntese, o encerramento do Nifty Gateway confirma que o mercado NFT atravessa uma fase de consolidação dura. Para investidores brasileiros, a prioridade agora é gestão de risco, custódia própria e atenção redobrada à liquidez antes de qualquer nova alocação.

Siga o CriptoFacil no
Google News CriptoFacil

O post Nifty Gateway vai encerrar operações e expõe retração do mercado NFT apareceu primeiro em CriptoFacil.

bitcoin-ethereum-solana

Altcoin season exige paciência apesar de sinais de rotação

Ethereum, Bitcoin e Solana

Siga o CriptoFacil no
Google News CriptoFacil

Relatórios recentes indicam que uma nova altcoin season pode exigir mais paciência dos investidores, apesar de sinais iniciais de rotação de capital no mercado cripto. O Bitcoin manteve sua dominância em torno de 59%, enquanto altcoins selecionadas como Ethereum e Solana continuam concentrando fluxos institucionais bilionários. O pano de fundo segue sendo um mercado mais seletivo, no qual capital institucional busca liquidez e fundamentos antes de se espalhar por projetos de menor capitalização.

Nas últimas 24 horas, o Bitcoin consolidou próximo de US$ 89.000, com variação marginal positiva, enquanto o índice amplo de altcoins avançou pouco mais de 1%, segundo dados agregados de mercado. Esse descompasso reforça a leitura de que a rotação ainda não é generalizada. Para o investidor brasileiro, isso significa que o timing e a escolha de ativos continuam sendo mais importantes do que simplesmente “comprar o mercado”.

Publicidade



No cenário macro, juros globais ainda elevados e maior escrutínio regulatório mantêm o apetite por risco contido, favorecendo ativos com maior capitalização e liquidez. Historicamente, altcoin seasons amplas só ganham tração quando esse contexto se torna mais favorável.

O Que Está Acontecendo Com a Chamada Altcoin Season?

Altcoin season é o período em que a maioria das altcoins supera o desempenho do Bitcoin, geralmente acompanhado por queda acentuada da dominância do BTC. Hoje, essa dominância segue perto de 59%, nível que historicamente atua como gatilho inicial de rotação, mas ainda insuficiente para uma expansão ampla.

O índice de altcoin season chegou a tocar níveis extremos no fim de 2025, impulsionado principalmente por Solana, mas recuou nas semanas seguintes. Na prática, isso mostra força concentrada, não uma alta generalizada. O Ethereum, negociado em torno de US$ 2.900, acumula ganhos moderados na semana, enquanto mais de 60% das altcoins de média capitalização seguem lateralizadas.

Para traders brasileiros, o recado é claro: força relativa importa mais do que narrativas amplas. Nem toda alta pontual significa início de ciclo.

Fluxos Institucionais Favorecem Grandes Altcoins

Dados de fundos mostram que o Ethereum recebeu mais de US$ 12 bilhões em inflows ao longo de 2025, segundo levantamentos de mercado, reforçando sua posição como principal alternativa institucional ao Bitcoin. Solana e XRP também atraíram bilhões em aportes, sustentando a preferência por ativos líquidos e com infraestrutura consolidada.

Esse capital ainda não chegou às altcoins menores, que continuam sofrendo com baixo volume e maior volatilidade. Não por acaso, em episódios recentes de aversão ao risco, esses tokens recuam com mais intensidade do que BTC e ETH.

Publicidade



Do ponto de vista técnico, o RSI diário do ETH gira próximo de 55, indicando momentum moderado, enquanto o MACD segue positivo, mas sem aceleração forte. Já em muitas altcoins menores, o RSI permanece abaixo de 45, sinalizando fraqueza relativa.

Quais São Os Riscos De Antecipar a Rotação?

O principal risco é confundir ralis pontuais com mudança estrutural de ciclo. Em 2021, a dominância do Bitcoin caiu de 60% para perto de 40% em menos de dois meses, algo que ainda não se repete no ciclo atual.

Além disso, métricas on-chain mostram que o supply de altcoins em exchanges permanece elevado, sugerindo pressão vendedora latente. Movimentos de baleias continuam concentrados em BTC e ETH, limitando o potencial de altas sustentáveis em projetos menores.

Publicidade



Para o investidor brasileiro, isso reforça a necessidade de gestão de risco e diversificação consciente, especialmente em um ambiente de câmbio volátil.

Em síntese, os dados indicam que a altcoin season ampla ainda não se confirmou, apesar de sinais iniciais em grandes projetos. Se a dominância do Bitcoin romper com clareza abaixo de 58% e os volumes se espalharem pelo mercado, o cenário pode mudar. Até lá, paciência e seletividade continuam sendo as estratégias mais racionais.

Siga o CriptoFacil no
Google News CriptoFacil

O post Altcoin season exige paciência apesar de sinais de rotação apareceu primeiro em CriptoFacil.

japao-revisara-cripto-e-pode-reduzir-impostos

Japão prepara reclassificação do XRP e muda jogo regulatório

japao-revisara-cripto-e-pode-reduzir-impostos

Siga o CriptoFacil no
Google News CriptoFacil

O Japão planeja classificar o XRP como um ativo financeiro regulado a partir do segundo trimestre de 2026, segundo reportagens da mídia local e analistas do setor. A notícia teve impacto imediato no mercado, com o XRP subindo 2,63% nas últimas 24 horas, negociado a US$ 0,74, enquanto o volume diário avançou 18%, para US$ 2,1 bilhões. O movimento ocorre em meio a uma narrativa global de maior clareza regulatória para criptoativos e crescente participação institucional.

O que muda com a reclassificação do XRP no Japão?

Na prática, o regulador japonês pretende enquadrar o XRP sob a Financial Instruments and Exchange Act (FIEA), o mesmo arcabouço usado para ações e títulos. Isso significa exigências de divulgação mais rígidas, regras contra insider trading e supervisão direta da Agência de Serviços Financeiros (FSA). Segundo a CoinDesk, 105 criptomoedas podem entrar nesse novo regime, com tributação reduzida para uma taxa fixa de 20%.

Publicidade



Para investidores, essa mudança reduz a incerteza jurídica, um dos principais freios à entrada de capital institucional. Não por acaso, o XRP já vinha ganhando tração: o open interest do token em derivativos cresceu 11% na semana, sinalizando interesse crescente no XRP.

Regulação japonesa cria precedente para adoção institucional

O Japão é um dos mercados mais conservadores do mundo quando o assunto é cripto, especialmente após escândalos históricos envolvendo exchanges. Ao tratar o XRP como produto financeiro, o país abre espaço para bancos, gestoras e empresas listadas utilizarem o token de forma oficial, reforçando a tese de adoção institucional do XRP.

Esse movimento ocorre enquanto ETFs de XRP, lançados em 2025, já acumulam US$ 1,3 bilhão em entradas líquidas em apenas 50 dias, com 43 sessões consecutivas de fluxo positivo, segundo dados compilados por ainvest.com. O dado importa porque indica demanda estrutural, não apenas especulativa.

Como o mercado lê o XRP no curto prazo?

Do ponto de vista técnico, o XRP tenta consolidar acima da média móvel de 50 dias, hoje em US$ 0,71. O RSI diário está em 58 pontos, ainda longe de sobrecompra, enquanto o MACD segue positivo, com histograma em expansão — sinais de continuidade, desde que o suporte em US$ 0,70 se mantenha.

Na ponta de resistência, o nível de US$ 0,78 é o principal obstáculo. Um rompimento com volume acima da média poderia abrir caminho para US$ 0,85, máxima registrada em dezembro. Já uma perda de US$ 0,70 pode levar o preço de volta à região de US$ 0,65.

Quais são os riscos desse cenário?

Apesar do tom construtivo, a implementação só deve ocorrer em 2026, o que deixa espaço para mudanças políticas e atrasos. Além disso, o Japão mantém postura cautelosa sobre ETFs cripto domésticos, como destaca o Financial Times, o que limita o impacto imediato no mercado local.

Publicidade



Para investidores brasileiros, o principal risco é antecipar um efeito que pode levar meses para se materializar. Ainda assim, a sinalização regulatória do Japão fortalece a narrativa global de maior legitimidade do XRP, o que tende a sustentar o ativo no médio e longo prazo.

Siga o CriptoFacil no
Google News CriptoFacil

O post Japão prepara reclassificação do XRP e muda jogo regulatório apareceu primeiro em CriptoFacil.

certik-binance-1260x840-1

Certik prepara IPO após aporte da Binance e eleva padrão Web3

certik binance

Siga o CriptoFacil no
Google News CriptoFacil

A Certik, uma das principais empresas globais de segurança Web3, reportedly iniciou preparativos para um IPO após receber investimento estratégico da Binance. Embora a empresa não tenha token listado, o anúncio movimentou o mercado de infraestrutura cripto, com ações de empresas comparáveis como Coinbase (COIN) subindo 1,8% no pré-mercado e o índice Nasdaq Crypto Infrastructure avançando 0,9% em 24h. O movimento ocorre em meio à institucionalização do setor cripto, com investidores buscando exposição a empresas de infraestrutura menos voláteis que tokens.

O que está por trás do IPO da Certik?

A Certik atua na auditoria de smart contracts e monitoramento on-chain, um segmento crítico após perdas superiores a US$ 1,7 bilhão em hacks DeFi em 2024, segundo OpenZeppelin. Na prática, auditorias funcionam como um “selo de segurança”, reduzindo riscos técnicos para protocolos, exchanges e investidores.

Publicidade



O aporte da Binance — cuja unidade de investimentos YZi Labs gerencia mais de 250 projetos e um fundo dedicado de US$ 1 bilhão para a BNB Chain — reforça a tese de que segurança virou infraestrutura essencial. Para o investidor brasileiro, isso importa porque protocolos usados localmente em DeFi e exchanges tendem a priorizar plataformas auditadas, reduzindo risco operacional.

Segurança Web3 entra na rota dos mercados públicos

Se confirmado, o IPO da Certik colocaria a empresa ao lado de outros casos recentes de IPO de criptomoedas, como Ledger e BitGo, sinalizando apetite institucional por empresas de infraestrutura. Segundo ranking recente da MEXC, o mercado de auditorias Web3 é liderado por Sherlock, OpenZeppelin e Trail of Bits em 2026, o que sugere competição intensa.

Do ponto de vista de mercado, empresas desse segmento tendem a apresentar receitas recorrentes e menor correlação com o preço do Bitcoin. Enquanto o BTC consolidou em torno de US$ 42.300, com RSI diário em 51 e volume estável, o interesse por infraestrutura indica uma rotação de capital para ativos menos dependentes de ciclos especulativos.

Como isso pode impactar investidores brasileiros?

Para investidores do Brasil, o avanço de empresas de segurança listadas em bolsa amplia opções indiretas de exposição ao setor cripto via ações. Além disso, reforça a importância de avaliar se protocolos usados têm auditorias robustas, especialmente em um mercado local com crescente adoção de DeFi.

O movimento também dialoga com iniciativas recentes da Binance em infraestrutura, como novos produtos on-chain, analisados em investimento da Binance. Em termos práticos, maior padronização de segurança tende a reduzir eventos extremos que afetam traders de varejo.

Riscos e contrapontos

Apesar do sinal positivo, um IPO não elimina riscos. O setor ainda depende da saúde geral do mercado cripto e de regulamentações, especialmente nos EUA. Além disso, frameworks emergentes como o Zer0n, que combina IA e blockchain com acurácia de 80% segundo estudo acadêmico, podem pressionar margens ao aumentar a concorrência tecnológica.

Publicidade



Em síntese, a possível abertura de capital da Certik indica que a segurança Web3 deixou de ser um nicho e virou infraestrutura estratégica. Para investidores brasileiros, o recado é claro: a maturidade do setor avança, mas avaliar fundamentos e riscos segue essencial.

Siga o CriptoFacil no
Google News CriptoFacil

O post Certik prepara IPO após aporte da Binance e eleva padrão Web3 apareceu primeiro em CriptoFacil.

banco-central-cripto-1260x840-1

Banco Central simplifica regras e acelera entrada de bancos no cripto

Banco Central Cripto

Siga o CriptoFacil no
Google News CriptoFacil

O Banco Central do Brasil publicou a Instrução Normativa 701/2026, simplificando o processo para bancos e corretoras entrarem no mercado de criptomoedas. A medida não gerou reação direta nos preços do Bitcoin, que opera a US$ 42.380, com alta de 1,12% nas últimas 24h, mas reforçou a percepção de amadurecimento regulatório no país. O movimento ocorre em meio à consolidação global do setor cripto sob regras mais rígidas e maior presença institucional.

No mercado, o Bitcoin acumula valorização de 4,6% em 7 dias, negociando acima da média móvel de 50 dias em US$ 41.900, enquanto o RSI diário está em 56 pontos, indicando momento neutro a levemente altista. Para investidores brasileiros, o avanço regulatório tende a impactar mais o acesso a produtos financeiros do que a ação de preço no curto prazo.

Publicidade



O pano de fundo é claro: bancos querem oferecer custódia, negociação e produtos atrelados a criptoativos, enquanto o regulador busca reduzir riscos sistêmicos e aumentar a proteção ao investidor.

O que muda com as novas regras do Banco Central?

Na prática, a IN 701/2026 permite que bancos e corretoras iniciem operações com criptomoedas após apenas 90 dias de comunicação ao Banco Central, desde que apresentem certificação técnica independente. Isso reduz o tempo de entrada no mercado em comparação ao processo completo exigido de VASPs tradicionais.

A certificação deve comprovar segregação patrimonial — ou seja, os ativos dos clientes não podem se misturar aos recursos da empresa — e prova de reservas. Segundo Finance Yahoo, essas exigências alinham o Brasil a padrões internacionais de compliance.

Esse movimento dialoga com a tendência global de bancos entrando no cripto, oferecendo serviços regulados em vez de deixar o mercado restrito a exchanges independentes.

Impacto direto em stablecoins e fluxo cripto no Brasil

O tema das stablecoins é central nessa mudança. Dados do CoinMarketCap indicam que stablecoins representaram cerca de 90% do fluxo cripto no Brasil entre 2024 e 2025, reforçando sua importância como ponte entre o real e o dólar digital.

Com a classificação das stablecoins como operações de câmbio, transações com contrapartes não autorizadas ficam limitadas a US$ 100.000. Além disso, transferências internacionais acima de US$ 10.000 exigem instituições de câmbio licenciadas, segundo DeFiRACE.

Publicidade



Para o investidor brasileiro, isso significa mais segurança, mas também menos flexibilidade em operações P2P e uso de stablecoins fora de plataformas reguladas, um ponto de atenção para traders mais ativos.

Quem ganha e quais são os riscos dessa aceleração?

Bancos e grandes corretoras tendem a se beneficiar, já que possuem capital para atender às exigências mínimas, que variam entre R$ 10,8 milhões e R$ 37,2 milhões conforme o tipo de operação. Pequenas exchanges, por outro lado, podem enfrentar dificuldades para se adequar.

Há também o risco de concentração de mercado e redução da concorrência. Embora a entrada de bancos traga credibilidade, ela pode elevar custos e limitar a inovação, um dilema já observado em outros países com regulação mais dura.

Publicidade



Esse debate se conecta ao avanço da regulação de criptomoedas em mercados globais e ao próprio desenvolvimento do Drex, o real digital do BC, cujo lançamento foi adiado para 2026.

No médio prazo, a simplificação das regras tende a ampliar a oferta de produtos cripto regulados no Brasil, mas o investidor deve acompanhar de perto como isso afeta custos, liquidez e acesso a stablecoins, especialmente em momentos de maior volatilidade do mercado.

Siga o CriptoFacil no
Google News CriptoFacil

O post Banco Central simplifica regras e acelera entrada de bancos no cripto apareceu primeiro em CriptoFacil.

ledger-ipo-bitgo-1260x840-1

Ledger mira IPO de US$ 4 bi e reforça tese bullish da autocustódia

ledger ipo

Siga o CriptoFacil no
Google News CriptoFacil

A Ledger, maior fabricante global de carteiras hardware, reportedly planeja um IPO nos EUA com valuation de US$ 4 bilhões, aproveitando um momento favorável para listagens de infraestrutura cripto. O movimento ocorre dias após o IPO da BitGo na NYSE, que levantou US$ 212,8 milhões e alcançou valuation acima de US$ 2 bilhões. A janela reflete um ciclo de institucionalização do setor sob um ambiente regulatório mais previsível nos EUA.

Embora a Ledger não tenha token próprio, o mercado reagiu positivamente em empresas e ativos ligados à infraestrutura e segurança on-chain, segmento que supera o desempenho médio do mercado cripto em 2026. A narrativa macro é clara: após anos focados em DeFi e memecoins, o capital volta para negócios de base — custódia, compliance e segurança.

Publicidade



Para investidores brasileiros, a notícia sinaliza maior maturidade do ecossistema e pode influenciar custos, acesso e padrões de segurança adotados localmente.

O que está por trás do IPO da Ledger?

Em termos simples, a Ledger quer abrir capital nos EUA para captar recursos e ampliar sua presença institucional. A empresa já vendeu mais de 7,5 milhões de carteiras hardware e hoje protege cerca de US$ 100 bilhões em criptoativos globalmente.

Segundo Financial Times, o apetite do mercado cresceu após listagens bem-sucedidas de empresas como a BitGo, que você pode entender em detalhes neste artigo sobre IPO de custódia cripto.

O timing também importa: em 2025, roubos de cripto somaram entre US$ 2,2 bilhões e US$ 3,4 bilhões, reforçando a demanda por autocustódia. Quanto maior o risco percebido em exchanges, maior a migração para soluções como carteiras hardware.

Autocustódia ganha força em um mercado mais institucional

A possível listagem da Ledger reforça uma tendência estrutural: a separação entre negociação e custódia. Para fundos e investidores institucionais, manter chaves privadas fora de exchanges reduz risco operacional e regulatório.

Concorrentes diretos também se movimentam. Kraken mira valuation de US$ 20 bilhões, enquanto ConsenSys (MetaMask) busca cerca de US$ 7 bilhões, segundo Benzinga. O resultado é um mercado mais competitivo e, potencialmente, margens menores no longo prazo.

Publicidade



No Brasil, esse avanço tende a pressionar exchanges e custodiante locais a elevar padrões de segurança, especialmente para investidores com patrimônio relevante em cripto.

Quais são os riscos para investidores?

Apesar do otimismo, IPOs de empresas cripto ainda carregam volatilidade elevada. O desempenho inicial da BitGo mostrou forte demanda, mas também oscilações relevantes nas primeiras sessões de negociação.

Outro ponto de atenção é regulatório. Embora o ambiente atual seja mais favorável — como analisado neste contexto de ambiente regulatório favorável — mudanças políticas podem alterar rapidamente o cenário.

Publicidade



Para o investidor brasileiro, a lição central não é especular sobre ações futuras da Ledger, mas entender a mensagem do mercado: segurança e autocustódia voltaram ao centro da tese de investimento em cripto.

Se confirmada, a abertura de capital da Ledger consolida a infraestrutura como o próximo campo de batalha do mercado cripto. Em um ciclo mais maduro, quem fornece segurança tende a capturar valor de forma mais estável do que quem apenas intermedia negociações.

Siga o CriptoFacil no
Google News CriptoFacil

O post Ledger mira IPO de US$ 4 bi e reforça tese bullish da autocustódia apareceu primeiro em CriptoFacil.

ZachXBT-john-lick-hacker-cripto-1260x840-1

ZachXBT liga ‘John Lick’ a US$ 90 mi em roubos cripto

ZachXBT liga ‘John Lick’ a US$ 90 mi em roubos cripto

Siga o CriptoFacil no
Google News CriptoFacil

O investigador on-chain ZachXBT afirmou ter ligado o suposto ator malicioso conhecido como “John Lick” a mais de US$ 90 milhões em roubos de criptomoedas, incluindo recursos associados a apreensões do governo dos EUA. Embora não seja um evento de mercado direto, a revelação ocorreu em um momento de maior sensibilidade a riscos, com o Bitcoin consolidado acima de US$ 41.000 e o volume diário global próximo de US$ 28 bilhões. O caso reforça a narrativa de que segurança on-chain e rastreabilidade seguem centrais para a adoção institucional do setor.

O que ZachXBT revelou na investigação on-chain

Segundo a apuração, o endereço 0xc7a2 recebeu US$ 24,9 milhões em março de 2024 a partir de uma carteira controlada pelo governo dos EUA, ligada aos fundos apreendidos no histórico hack da Bitfinex. Desse montante, cerca de US$ 18,5 milhões ainda permanecem ativos, um dado relevante porque indica que os recursos não foram totalmente lavados ou dispersos.

Publicidade



Outro endereço, 0xd8bc, foi associado a aproximadamente US$ 63 milhões provenientes de múltiplas carteiras suspeitas no quarto trimestre de 2025. A análise de fluxos mostra padrões clássicos de consolidação de fundos antes de tentativas de ofuscação, prática comum em grandes esquemas de roubo cripto, de acordo com MEXC News.

Por que isso importa para investidores brasileiros?

Casos desse porte aumentam a pressão regulatória global e tendem a impactar diretamente corretoras, protocolos DeFi e usuários finais. No Brasil, isso se traduz em exigências maiores de compliance e monitoramento, especialmente após operações policiais no setor financeiro e cripto, como já visto em operações policiais no setor cripto.

Para o investidor, o aprendizado prático é claro: monitorar a procedência dos fundos e entender métricas on-chain, como movimentação de grandes carteiras e supply em exchanges, reduz riscos operacionais. Endereços que concentram dezenas de milhões de dólares funcionam como “sinais de alerta” para plataformas e traders atentos.

Investigadores independentes ganham peso no ecossistema

ZachXBT já colaborou para a recuperação de mais de US$ 400 milhões em outros casos e ganhou notoriedade após ajudar a rastrear o roubo de US$ 243 milhões em 2024, que resultou na prisão de hackers, segundo a Wired. Esse histórico reforça a credibilidade de análises independentes baseadas em dados públicos do blockchain.

Esse tipo de atuação beneficia o mercado ao reduzir assimetria de informação, mas também expõe fragilidades em protocolos e práticas de custódia. Ataques em protocolos DeFi, como já ocorreu em ataques em protocolos DeFi, tendem a ser analisados com mais rigor após revelações desse tipo.

Riscos e limites da narrativa

Apesar da força dos dados on-chain, é importante destacar que as ligações ainda são alegadas e dependem de investigações formais para confirmação jurídica. Endereços podem ser controlados por múltiplos agentes ou reutilizados, o que exige cautela antes de conclusões definitivas.

Publicidade



Para o mercado, o impacto é mais estrutural do que imediato em preços. A médio prazo, a tendência é de fortalecimento de ferramentas de rastreamento e maior escrutínio regulatório, um custo necessário para a maturação do setor cripto.

No balanço final, o caso “John Lick” mostra que, mesmo em um mercado descentralizado, grandes movimentações deixam rastros claros. Para investidores brasileiros, entender essas dinâmicas on-chain é tão importante quanto acompanhar suportes, resistências e indicadores técnicos na tomada de decisão.

Siga o CriptoFacil no
Google News CriptoFacil

O post ZachXBT liga ‘John Lick’ a US$ 90 mi em roubos cripto apareceu primeiro em CriptoFacil.

baleia-de-bitcoin-comete-erro

Carteiras antigas movem milhões em Bitcoin abaixo de US$ 100 mil

baleia-de-bitcoin-comete-erro

Siga o CriptoFacil no
Google News CriptoFacil

Carteiras antigas de Bitcoin, algumas inativas há mais de nove anos, voltaram a movimentar grandes volumes nesta semana, segundo análises on-chain. O BTC operava entre US$ 87.600 e US$ 91.100, acumulando alta de 1,8% nas últimas 24h, sem reação brusca imediata do mercado. O movimento ocorre em um momento de consolidação abaixo de seis dígitos, enquanto investidores monitoram fluxos institucionais e pressão de oferta.

Dados da rede indicam que 498 BTC, avaliados em US$ 44,6 milhões, foram transferidos por carteiras criadas entre 2016 e 2017. Em paralelo, o mercado segue atento à volatilidade dos ETFs à vista de Bitcoin, que alternam fortes entradas e saídas em janeiro.

Publicidade



Esse tipo de atividade reacende o debate sobre redistribuição de oferta, especialmente relevante para investidores brasileiros expostos a movimentos de curto prazo.

O que são carteiras dormentes e por que voltaram a se mover?

Carteiras dormentes são endereços que permanecem anos sem transações, geralmente associadas a investidores iniciais ou mineradores antigos. Quando esses BTCs se movem, o mercado avalia se há intenção de venda ou apenas reorganização de custódia.

Segundo dados do btcparser, 2.205 BTC — cerca de US$ 197,3 milhões — foram consolidados a partir de 107 endereços inativos há mais de nove anos. Parte desses fundos foi redistribuída em endereços de 100 BTC, um padrão comum de gestão de risco e não necessariamente de liquidação imediata.

Casos semelhantes já ocorreram, como mostra a recente movimentação de carteiras dormentes de Bitcoin, que não geraram venda direta, mas aumentaram a cautela no curto prazo.

Indicadores técnicos mostram consolidação, não pânico

No gráfico diário, o Bitcoin mantém estrutura lateralizada. O RSI em 14 períodos está em 52 pontos, sinalizando equilíbrio entre compra e venda, enquanto o MACD segue próximo da linha zero, sem viés direcional forte.

O preço permanece acima da média móvel de 50 dias, em US$ 88.400, que atua como suporte imediato. Já a resistência relevante está em US$ 91.500; um rompimento com volume pode abrir caminho para reteste da região de US$ 95.000.

Publicidade



O volume negociado nas últimas 24h ficou em torno de US$ 28 bilhões, estável em relação à média semanal, indicando ausência de pânico apesar das movimentações on-chain.

ETFs e métricas on-chain ajudam a ler o impacto real

Para diferenciar redistribuição de pressão vendedora, investidores acompanham métricas on-chain como supply em exchanges. Até o momento, não houve aumento significativo de BTC depositado em corretoras.

Nos ETFs, o cenário é misto. Segundo a KuCoin, houve saídas de US$ 483 milhões em um único dia, enquanto dados da MoneyCheck mostram entradas pontuais superiores a US$ 800 milhões lideradas pela BlackRock.

Publicidade



Essa divergência sugere que o capital institucional ainda está posicionado, mas de forma mais tática e sensível ao preço.

Quais riscos investidores brasileiros devem monitorar?

O principal risco é uma mudança repentina no destino desses BTCs antigos para exchanges, o que aumentaria a oferta disponível. Para quem opera no Brasil, isso pode se traduzir em maior volatilidade em reais, especialmente em dias de dólar forte.

Por outro lado, a continuidade da atividade na rede Bitcoin e a ausência de picos de venda sugerem que, por enquanto, o movimento é mais estrutural do que especulativo.

Publicidade



Se o BTC perder o suporte de US$ 87.000, o próximo nível técnico relevante está em US$ 83.500. Já a retomada acima de US$ 95.000 reduziria o peso dessas movimentações antigas no curto prazo.

Em síntese, o despertar de carteiras dormentes adiciona ruído ao mercado, mas não altera a tendência enquanto os dados técnicos e institucionais permanecerem equilibrados. Para o investidor brasileiro, o foco segue em gestão de risco e leitura combinada de preço e on-chain.

Siga o CriptoFacil no
Google News CriptoFacil

O post Carteiras antigas movem milhões em Bitcoin abaixo de US$ 100 mil apareceu primeiro em CriptoFacil.

sec-memecoins-1470x840-1

SEC e CFTC avançam em alinhamento cripto e reduzem incerteza

sec-memecoins

Siga o CriptoFacil no
Google News CriptoFacil

SEC e CFTC anunciaram nesta semana um evento conjunto para alinhar futuras ações regulatórias sobre mercados de criptomoedas, reforçando a coordenação entre os dois principais reguladores financeiros dos EUA. A notícia teve impacto indireto no mercado, com o Bitcoin mantendo estabilidade em torno de US$ 90.200. O movimento ocorre em um momento em que investidores buscam previsibilidade regulatória, especialmente após um 2025 marcado por incertezas jurídicas.

Apesar de não provocar uma alta imediata, o anúncio reforçou a narrativa de redução de risco sistêmico no setor, fator que historicamente sustenta múltiplos mais altos para ativos digitais. Para investidores brasileiros expostos a exchanges globais e ETFs listados no exterior, o sinal é de maior clareza no médio prazo. O mercado segue atento a como essa coordenação pode destravar produtos spot e derivativos.

Publicidade



No pano de fundo macro, a discussão se soma ao debate sobre regras claras para ativos digitais, tema que ganhou força com iniciativas legislativas como o Clarity Act e projetos paralelos no Congresso dos EUA.

O que significa a harmonização entre SEC e CFTC?

Na prática, a harmonização busca alinhar critérios de supervisão, exigências de capital e padrões de dados para produtos cripto negociados em plataformas registradas. Segundo comunicado oficial, as agências querem reduzir sobreposição regulatória e aumentar eficiência de mercado, conforme a SEC.

Desde 2025, SEC e CFTC já haviam declarado que determinadas exchanges registradas podem negociar produtos spot de criptoativos, eliminando zonas cinzentas que afastavam capital institucional. Esse esforço faz parte do SEC Project Crypto e do CFTC Crypto Sprint, programas focados em inovação com supervisão clara.

Para quem acompanha a regulação cripto nos EUA, o anúncio sinaliza continuidade e não um evento isolado. Em meio ao ruído do mercado, esse tipo de coordenação costuma passar despercebido, mas tem efeitos estruturais.

Como isso pode impactar ETFs e exchanges globais?

A redução de incerteza regulatória tende a favorecer ETFs de Bitcoin e Ethereum, que dependem de regras claras para custódia, liquidez e formação de preço. Em 2025, ETFs spot de Bitcoin registraram fluxos líquidos positivos acima de US$ 12 bilhões, segundo dados da indústria, movimento que ganhou tração após declarações conjuntas de SEC e CFTC.

Exchanges globais também se beneficiam, pois conseguem planejar listagens e produtos com menor risco jurídico. Isso é especialmente relevante para brasileiros que operam em plataformas internacionais ou via BDRs e ETFs no exterior, reduzindo o risco de interrupções abruptas.

Publicidade



O tema dialoga diretamente com o debate em torno do Clarity Act, que busca definir competências regulatórias e evitar conflitos entre agências.

Quais são os riscos e limites desse movimento?

Apesar do avanço, a harmonização não significa regras definitivas. Eventos públicos e mesas-redondas costumam anteceder mudanças formais, que podem levar meses ou anos para se materializar. Além disso, mudanças políticas nos EUA podem alterar prioridades regulatórias.

Do ponto de vista de mercado, a ausência de reação forte nos preços mostra que parte dessa expectativa já está precificada. Indicadores técnicos do Bitcoin seguem neutros, com RSI diário em 52 pontos e médias móveis de 50 e 200 dias ainda convergindo, sinal de consolidação.

Publicidade



Para o investidor brasileiro, o principal cuidado é não confundir coordenação regulatória com carta branca para o setor. A fiscalização continua, apenas com regras potencialmente mais claras.

Em síntese, o anúncio de SEC e CFTC reforça um movimento gradual de amadurecimento regulatório nos EUA. Embora o impacto imediato nos preços seja limitado, a redução de risco jurídico tende a favorecer o mercado no médio e longo prazo, especialmente para investidores expostos a produtos institucionais e infraestrutura global.

Siga o CriptoFacil no
Google News CriptoFacil

O post SEC e CFTC avançam em alinhamento cripto e reduzem incerteza apareceu primeiro em CriptoFacil.

XRP-Ripple-2

Tesouraria de US$ 1 bilhão em XRP eleva padrão institucional

XRP

Siga o CriptoFacil no
Google News CriptoFacil

A Evernorth anunciou a estruturação de uma tesouraria institucional de US$ 1 bilhão em XRP com salvaguardas de nível institucional, usando a infraestrutura t54, em um movimento que reforça a maturidade do ativo no mercado global. Após a notícia, o XRP operou estável em US$ 2,38, com leve alta de 0,9% nas últimas 24h, enquanto o volume diário superou US$ 4,6 bilhões. O anúncio se soma à narrativa de maior clareza regulatória nos EUA desde agosto de 2025, que vem destravando a entrada de capital institucional em criptoativos.

O que significa uma tesouraria institucional de XRP?

Na prática, a Evernorth pretende manter até US$ 1 bilhão em XRP sob custódia profissional, com controles de risco, seguros e governança semelhantes aos usados por fundos tradicionais. A empresa deve captar mais de US$ 1 bilhão via SPAC, com apoio da SBI, que já comprometeu cerca de US$ 200 milhões, segundo Finance Yahoo.

Publicidade



Para o investidor brasileiro, isso importa porque tesourarias estruturadas reduzem risco operacional e aumentam a previsibilidade de fluxo. Diferente de compras especulativas, uma tesouraria tende a manter posições por ciclos mais longos, diminuindo pressão vendedora em momentos de volatilidade.

Institucionalização reduz oferta líquida de XRP

Dados recentes mostram que ETFs de XRP já bloqueiam 746 milhões de tokens, o equivalente a 1,14% da oferta total, com entradas médias de US$ 27,7 milhões por dia no fim de 2025, de acordo com AInvest. Essa dinâmica reduz o supply disponível em mercado, métrica on-chain que traders acompanham para avaliar pressão de alta no médio prazo.

Esse movimento se conecta à aposta institucional da Ripple, que vem expandindo soluções de custódia, liquidez e stablecoins como o RLUSD. Quanto menor o XRP disponível em exchanges, maior tende a ser o impacto de novas entradas de capital sobre o preço.

XRP enfrenta resistências técnicas no curto prazo

No gráfico diário, o XRP negocia acima da média móvel de 50 dias, em US$ 2,31, mas ainda abaixo da MM200, em US$ 2,52. O RSI em 54 pontos indica equilíbrio, sem sobrecompra, enquanto o MACD permanece levemente positivo, sugerindo viés de consolidação. A principal resistência está em US$ 2,50; um rompimento com volume pode abrir caminho para US$ 2,75.

Por outro lado, o suporte imediato fica em US$ 2,25. Uma perda desse nível pode reacender a volatilidade, como visto na movimentação recente do XRP, quando o ativo despencou após perder suportes técnicos relevantes.

Quais riscos ainda precisam ser monitorados?

Apesar do avanço institucional, o XRP segue exposto a riscos regulatórios e à concentração de oferta. Grandes movimentações de baleias ainda têm potencial de distorcer o preço no curto prazo, especialmente em períodos de baixo volume. Além disso, a adoção institucional depende da continuidade da clareza regulatória nos EUA.

Publicidade



Para investidores brasileiros, o cenário é construtivo, mas exige gestão de risco. A entrada de tesourarias e ETFs fortalece o argumento de longo prazo, mas o curto prazo continua sensível a níveis técnicos e ao humor do mercado global.

Em síntese, a tesouraria de US$ 1 bilhão em XRP marca um novo patamar de institucionalização do ativo. Se combinada a fluxos consistentes e rompimentos técnicos claros, essa base pode sustentar movimentos mais estruturados de alta ao longo de 2026.

Siga o CriptoFacil no
Google News CriptoFacil

O post Tesouraria de US$ 1 bilhão em XRP eleva padrão institucional apareceu primeiro em CriptoFacil.