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Vitalik questiona stablecoins e reacende debate no Ethereum

Vitalik Buterin Ethereum Stablecoin

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O fundador do Ethereum, Vitalik Buterin, afirmou que o modelo atual de stablecoins “não foi feito para durar”, reacendendo um debate estrutural sobre o futuro do setor. A declaração não gerou volatilidade imediata no preço do ETH, que operava estável em torno de US$ 3.120, com alta de 1,4% nas últimas 24h e volume diário de US$ 14,6 bilhões. O comentário surge em um momento em que stablecoins atingem US$ 277 bilhões em market cap global e se tornaram infraestrutura central do mercado cripto.

O que Vitalik está questionando no modelo de stablecoins?

Segundo Buterin, a dependência excessiva de stablecoins lastreadas em dólar cria riscos de longo prazo para o ecossistema. Hoje, 96% das stablecoins são fiat-backed, com USDT liderando 67,4% do mercado (US$ 186,9 bilhões), seguido pelo USDC, com 27,1% (US$ 75,2 bilhões), de acordo com Stablecoin.com.

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Na prática, isso significa que grande parte da liquidez on-chain depende da estabilidade do dólar e de emissores centralizados. Para o Ethereum — que concentra o maior volume de liquidação de stablecoins — esse desenho vai contra o objetivo de reduzir pontos únicos de falha, tema recorrente em discussões sobre Ethereum como padrão de liquidação de stablecoins.

Por que stablecoins são críticas para o Ethereum hoje?

Stablecoins processaram US$ 8,9 trilhões em volume on-chain apenas no primeiro semestre de 2025, segundo o Stablecoin Industry Report. Elas respondem pela maior parte da atividade em DeFi, pagamentos internacionais e arbitragem, especialmente na rede Ethereum.

No Brasil, o impacto é ainda mais direto: cerca de 90% do fluxo cripto local envolve stablecoins, segundo dados do Banco Central. Isso torna qualquer mudança estrutural nesse mercado altamente relevante para investidores brasileiros que usam USDT e USDC como ponte cambial.

Ethereum aposta em descentralização, não em “cripto-bancos”

Buterin também criticou a proliferação de modelos que se assemelham a bancos digitais ou cassinos cripto, frequentemente apoiados por venture capital. Em vez disso, o Ethereum busca reforçar soberania do usuário e governança descentralizada, mesmo que isso implique crescimento mais lento.

Esse posicionamento contrasta com lançamentos recentes de stablecoins institucionais, como novos projetos lastreados por grandes gestoras, tema abordado em análises sobre novos modelos de stablecoins no DeFi. O embate entre descentralização e eficiência institucional tende a definir a próxima fase do setor.

Quais são os riscos e o contraponto?

O principal desafio técnico apontado por Vitalik é o incentivo econômico: o staking de ETH rende atualmente entre 3,2% e 3,6% ao ano, tornando menos atraente usar ETH como colateral para stablecoins descentralizadas. Reduzir esse yield poderia afetar a segurança da rede, criando um dilema difícil de resolver.

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Por outro lado, defensores do modelo atual argumentam que stablecoins centralizadas oferecem previsibilidade, liquidez e integração regulatória — fatores críticos para adoção em massa. Para investidores brasileiros, o risco está em mudanças regulatórias, já que o BC classificará stablecoins como operações de câmbio a partir de fevereiro de 2026.

Em síntese, o alerta de Vitalik não aponta um colapso iminente, mas destaca fragilidades estruturais em um mercado que sustenta trilhões em volume. Para quem investe no Brasil, acompanhar a evolução dos modelos de stablecoins e da regulação será tão importante quanto observar o preço do ETH nos gráficos.

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Mercado cripto aposta na saída de Powell e vê em Hassett o gatilho para um novo rali do Bitcoin

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A política monetária dos Estados Unidos voltou ao centro do mercado financeiro global. Investidores, traders e analistas acompanham cada movimento do Federal Reserve com atenção máxima.

Na segunda-feira, 12 de janeiro de 2026, uma nova crise ganhou força. A investigação contra o Federal Reserve provocou um choque imediato nos mercados.

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O gatilho veio na sexta-feira anterior. O Departamento de Justiça emitiu intimações de júri federal contra o banco central americano.

O foco recai sobre Jerome Powell, atual presidente do Fed. O caso envolve reformas de US$ 2,5 bilhões na sede da instituição.

Embora o mandato de Powell termine apenas em maio, o mercado passou a precificar uma possível saída antecipada. As apostas explodiram em poucas horas.

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Plataformas de previsão registraram mudanças bruscas. A política virou combustível para o mercado cripto, especialmente para o Bitcoin.

A crise no federal reserve e a aposta em Kevin Hassett

O mercado entendeu a gravidade no domingo à noite. Powell divulgou um vídeo raro, criticando a investigação e alegando pressão política direta.

A fala elevou a tensão institucional. O risco de uma crise constitucional entrou no radar dos investidores.

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Na Kalshi, a chance de Powell deixar o cargo antes de maio saltou rapidamente. O número mais que dobrou em poucos dias.

Fed Powel Kalshi
Fonte: https://kalshi.com/markets/kxleavepowell/powell-leaving/leavepowell-25

Já na Polymarket, os apostadores correram para proteger posições. O foco mudou para possíveis sucessores.

Fed Powel Polymarket
Fonte: https://polymarket.com/event/who-will-trump-nominate-as-fed-chair

A disputa se concentrou em dois nomes. Kevin Hassett e Kevin Warsh surgiram como favoritos claros. Ambos possuem forte ligação com Donald Trump.

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Hassett, atual diretor do Conselho Econômico Nacional, ganhou vantagem. Sua postura mais dovish agrada o mercado.

Investidores enxergam em Hassett um defensor de cortes agressivos de juros para estimular crescimento econômico.

Esse cenário tende a liberar liquidez. Mais liquidez costuma impulsionar ativos de risco, especialmente o Bitcoin.

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Não por acaso, o BTC reagiu positivamente às especulações. O mercado já antecipa um possível rali histórico.

Bitcoin, liquidez e o papel do Bitcoin Hyper

Com juros mais baixos, o apetite ao risco aumenta. O Bitcoin costuma liderar esse movimento, buscando novas máximas históricas.

No entanto, o papel do BTC mudou recentemente. Entre 2025 e o início de 2026, ele atuou como proteção de risco.

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Eventos geopolíticos reforçaram essa função. Crises internacionais empurraram capital para o Bitcoin, visto como reserva neutra.

Se o cenário virar “risk-on”, a narrativa pode mudar. O mercado pode buscar utilidade ativa, não apenas reserva de valor.

É nesse ponto que surge o Bitcoin Hyper. O projeto desenvolve uma Layer-2 focada em alta velocidade e programabilidade.

O objetivo é claro. Transformar o Bitcoin em dinheiro programável, capaz de movimentar trilhões em liquidez.

A infraestrutura usa a Solana Virtual Machine, garantindo transações rápidas e taxas baixas.

Mesmo assim, o sistema permanece ancorado no Bitcoin. A segurança do mainnet segue como base do ecossistema.

O Canonical Bridge trava BTC nativo e emite sua versão utilizável na Layer-2. Tudo ocorre sem intermediários centralizados.

A validação acontece via provas de conhecimento zero, mantendo conexão criptográfica constante com a rede principal.

Esse modelo cria um ambiente que o Bitcoin sozinho não consegue oferecer. Aplicações descentralizadas ganham espaço real para crescer.

Nesse contexto, o token HYPER assume papel central. Ele funciona como gás, ferramenta de segurança e ativo de staking.

A pré-venda já arrecadou quase US$ 30,4 milhões. O preço atual se encerra em poucas horas, antes de novo ajuste automático.

O staking oferece retorno dinâmico elevado. Investidores antecipam rendimento enquanto ajudam a proteger a rede.

Caso um Fed mais dovish se confirme, Bitcoin e Bitcoin Hyper podem avançar juntos.

O mercado parece apostar menos em ouro digital parado. A preferência pode migrar para velocidade, utilidade e liquidez ativa.

Aviso: Este artigo tem funcionalidade exclusivamente informativa, e não constitui aconselhamento de investimento ou oferta para investir. O CriptoFácil não é responsável por qualquer conteúdo, produtos ou serviços mencionados neste artigo. Recomendamos que você sempre faça sua própria pesquisa (DYOR) antes de tomar qualquer decisão financeira. Invista apenas o que você pode se dar ao luxo de perder.

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Dados de emprego dos EUA colocam Bitcoin no radar dos US$ 100 mil

Bitcoin no radar dos US$ 100 mil

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O Bitcoin opera em consolidação após dados de emprego dos Estados Unidos reforçarem expectativas de flexibilização monetária pelo Federal Reserve, movimento que historicamente favorece ativos de risco. Na sexta-feira (10), o BTC estava sendo negociado a US$ 90.444, com queda de 1,8% nas últimas 24 horas e alta de 6,9% no acumulado de 2026. O pano de fundo macro combina desaceleração do mercado de trabalho americano, fluxos mistos em ETFs e um mercado cripto ainda digerindo os ganhos recentes.

O que os dados de emprego dos EUA sinalizam para o Bitcoin?

O relatório de dezembro mostrou criação de 50 mil vagas, abaixo da projeção de 60 mil, enquanto a taxa de desemprego caiu para 4,4%. Esse equilíbrio — desaceleração sem recessão — é visto como o “sweet spot” para o Fed, pois aumenta a probabilidade de cortes de juros ainda no primeiro trimestre.

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Para o Bitcoin, juros mais baixos tendem a reduzir o apelo de títulos e fortalecer ativos escassos. Segundo a Barron’s, o mercado reduziu a probabilidade de um corte imediato para cerca de 5%, mas manteve expectativas de afrouxamento gradual em 2026.

Bitcoin consolida acima de US$ 90 mil com suporte técnico relevante

No gráfico diário, o BTC segue negociado entre US$ 88.000 e US$ 92.000, faixa que atua como consolidação após o rali do início do ano. O suporte imediato está em US$ 88.000, enquanto a principal resistência aparece em US$ 92.500; um rompimento consistente abre espaço para testar US$ 100.000.

O RSI de 14 períodos está em 54 pontos, sinalizando equilíbrio entre compradores e vendedores, enquanto o MACD permanece positivo, porém com histograma em desaceleração. O preço segue acima da média móvel de 50 dias (US$ 87.300), o que preserva a estrutura de alta no curto prazo.

Fluxos institucionais e dados on-chain reforçam o cenário

Apesar do viés construtivo, os ETFs de Bitcoin à vista registraram saídas líquidas de US$ 486 milhões em um único dia. O IBIT, da BlackRock, liderou com retirada de US$ 129 milhões, enquanto o FBTC teve saída de US$ 247 milhões, de acordo com a Barron’s.

Mesmo assim, no acumulado de 2025, o IBIT soma entradas de US$ 24,8 bilhões, evidenciando que a tese institucional permanece intacta. Esse movimento dialoga com a retomada do interesse em ETFs de Bitcoin observada nas últimas semanas.

No on-chain, dados indicam redução gradual do supply em exchanges e retomada da acumulação por baleias com carteiras entre 1.000 e 10.000 BTC. Além disso, o hashrate médio de 7 dias alcança 872 EH/s, próximo de máximas históricas, sinalizando confiança dos mineradores e segurança da rede.

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Riscos no curto prazo ainda exigem cautela

O principal contraponto é a volatilidade macro: um dado de inflação acima do esperado ou mudança no discurso do Fed pode pressionar o BTC abaixo de US$ 88.000. Saídas adicionais de ETFs também podem gerar movimentos de correção mais profundos.

Para investidores brasileiros, o cenário reforça a importância de acompanhar o câmbio e a política monetária dos EUA. Em reais, o Bitcoin segue sensível tanto ao dólar quanto ao apetite global por risco, o que exige gestão ativa e atenção aos níveis técnicos.

Com o BTC consolidado acima de US$ 90 mil e fundamentos estruturais preservados, o mercado observa se o atual ambiente macro será suficiente para destravar um novo movimento direcional. A região de US$ 100.000 permanece como o principal teste psicológico — e técnico — para os próximos meses.

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Suprema Corte da Coreia do sul autoriza apreensão de Bitcoin em exchanges

Suprema Corte da Coreia do sul autoriza apreensão de Bitcoin em exchanges

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A Suprema Corte da Coreia do Sul decidiu que Bitcoins mantidos em exchanges podem ser legalmente apreendidos em investigações criminais, consolidando os criptoativos como propriedade confiscável no país. A notícia ocorre em um momento de estabilidade do mercado, com o Bitcoin cotado a US$ 43.250, alta de 1,2% nas últimas 24h, segundo dados agregados de mercado. O caso reforça a tendência global de endurecimento regulatório, especialmente em jurisdições com alta adoção de criptomoedas.

A decisão tem peso simbólico porque vem de um dos mercados cripto mais ativos do mundo, com mais de 16 milhões de contas registradas. Em meio à consolidação do Bitcoin entre US$ 42.800 e US$ 44.100 nos últimos sete dias, investidores avaliam como regulações mais rígidas podem afetar custódia, liquidez e risco jurídico.

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O contexto macro inclui maior vigilância regulatória global, com governos buscando alinhar criptoativos a regras tradicionais de AML e KYC, movimento já visto em países como EUA e Reino Unido.

O que muda com a decisão da Suprema Corte?

Na prática, o tribunal determinou que Bitcoin custodiado por exchanges pode ser tratado como “informação eletrônica” com valor econômico e, portanto, passível de confisco. O caso concreto envolveu a apreensão de 55,6 BTC, avaliados em cerca de 600 milhões de won à época, de acordo com v.daum.net.

A decisão esclarece uma lacuna legal: embora o Bitcoin já fosse considerado propriedade desde 2018, não havia definição explícita sobre ativos sob custódia de terceiros. Exchanges como Upbit e Bithumb, que operam sob regras rígidas de nome real, tornam-se pontos centrais de execução judicial.

Esse movimento dialoga com outras iniciativas globais de aprovação regulatória, reforçando a tendência de integração do mercado cripto ao arcabouço legal tradicional.

Quais são as implicações para o mercado cripto?

Do ponto de vista estrutural, a decisão fortalece o argumento de que criptoativos não estão fora do alcance do Estado quando custodiados em exchanges centralizadas. Para investidores, isso aumenta o risco jurídico associado à custódia, especialmente em países com fiscalização ativa.

Para o mercado, o impacto imediato em preço foi neutro, mas analistas observam que regulações claras tendem a reduzir incertezas no longo prazo. O RSI diário do Bitcoin permanece em 54 pontos, sinalizando equilíbrio, enquanto o MACD segue próximo da linha zero, indicando ausência de tendência forte.

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Esse cenário se conecta a debates globais sobre postura regulatória, nos quais clareza legal pode atrair capital institucional, mesmo com regras mais duras.

O que investidores brasileiros precisam observar?

Para brasileiros que utilizam exchanges estrangeiras, o caso serve de alerta sobre riscos de jurisdição. Países com forte adoção, como a Coreia do Sul, mostram que custódia centralizada implica sujeição total às leis locais.

Ao mesmo tempo, a decisão reforça a importância de práticas de compliance e segurança, tema recorrente em relatórios sobre crimes e apreensões cripto, como os que envolvem a Coreia do Norte.

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No curto prazo, o mercado segue atento a novos desdobramentos regulatórios. No longo prazo, decisões como essa tendem a moldar um ambiente mais previsível, porém menos tolerante a anonimato e informalidade no uso de criptoativos.

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Grayscale sinaliza ETFs de BNB e HYPE e mercado reage

Grayscale sinaliza ETFs de BNB e HYPE e mercado reage

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A Grayscale formou trusts em Delaware ligados a potenciais ETFs de BNB e HYPE, um passo inicial que costuma anteceder pedidos formais à SEC, mas sem garantia de aprovação. Após a notícia, o BNB era negociado a US$ 892, com alta de 0,84% em 24h, enquanto o HYPE caiu 2,50%, para US$ 25,92, refletindo reações distintas do mercado. O movimento ocorre em meio à expansão dos ETFs de altcoins desde 2025, mesmo com saídas recentes em produtos de Bitcoin e Ethereum.

O que significa a criação de trusts para ETFs?

Na prática, trusts em Delaware funcionam como estruturas jurídicas usadas por gestoras para acelerar futuros pedidos de ETF. Eles não representam aprovação regulatória, mas indicam intenção estratégica, algo que a Grayscale já fez antes de converter trusts de Bitcoin e Ethereum em ETFs. Para o investidor brasileiro, isso sinaliza quais ativos estão entrando no radar institucional.

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O contexto é relevante porque a SEC tem adotado postura cautelosa com ETFs exóticos, enquanto grandes bancos e gestoras avançam no segmento de ETFs cripto. Esse contraste explica por que o mercado reage mais a sinais do que a confirmações formais.

BNB e HYPE sob a ótica de mercado

O BNB acumula valorização de cerca de 18% nos últimos 90 dias e mantém capitalização acima de US$ 135 bilhões, sustentado pelo ecossistema da BNB Chain. No gráfico diário, o RSI está em 56 pontos, zona neutra, enquanto o preço segue acima das médias móveis de 50 dias (US$ 860) e 200 dias (US$ 780), indicando tendência estruturalmente positiva.

Já o HYPE, token do protocolo Hyperliquid, negocia com marketcap próximo de US$ 8 bilhões e apresenta maior volatilidade. O RSI diário recuou para 48, e o MACD mostra perda de momentum de curto prazo. O suporte imediato está em US$ 24,50, enquanto a resistência-chave aparece em US$ 28, nível que precisa ser rompido para retomada de alta consistente.

Implicações institucionais e competitivas

Segundo dados do setor, ETFs de altcoins como Solana e XRP já captaram mais de US$ 2 bilhões e US$ 483 milhões, respectivamente, em 2025, mostrando apetite institucional além de BTC e ETH. A iniciativa da Grayscale pode ser vista como resposta à concorrência de casas como Bitwise e VanEck, que aceleraram lançamentos após maior clareza regulatória.

Para investidores brasileiros, a possível chegada desses ETFs amplia alternativas de exposição indireta, especialmente para quem opera via corretoras tradicionais ou BDRs no futuro. No entanto, o histórico mostra que trusts podem levar meses — ou nunca — a virar ETFs, o que limita o impacto imediato nos preços.

Quais são os riscos e o contraponto?

O principal risco é regulatório: a formação do trust não obriga a Grayscale a protocolar o ETF, nem garante aceitação da SEC. Além disso, o mercado de ETFs ainda enfrenta saídas relevantes; só em janeiro, produtos spot de Bitcoin e Ethereum registraram mais de US$ 1 bilhão em resgates, de acordo com dados da Reuters.

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Outro ponto é a volatilidade: HYPE, em especial, tem histórico curto e forte sensibilidade a fluxos especulativos. Para traders, isso exige atenção redobrada a níveis técnicos e gestão de risco.

Em síntese, a movimentação da Grayscale reforça a narrativa de institucionalização gradual das altcoins, mas ainda está no campo da preparação, não da execução. Para o investidor brasileiro, o sinal é claro: vale acompanhar BNB e HYPE, mas decisões devem se basear em dados de preço, liquidez e risco regulatório — não apenas em expectativas de ETF.

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BlackRock aponta Ethereum como padrão de liquidação de stablecoins

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A BlackRock afirmou em relatório divulgado nesta semana que as stablecoins deixaram de ser um nicho e estão se tornando infraestrutura financeira, com o Ethereum emergindo como principal camada de liquidação. Após a divulgação, o ETH operou em alta de 1,8% em 24 horas, negociado a US$ 3.420, enquanto o volume diário superou US$ 18 bilhões. O movimento reforça uma narrativa macro de crescente institucionalização do mercado cripto em 2026.

Na última semana, o Ethereum acumula alta de 4,6%, superando o desempenho do Bitcoin no mesmo período. O RSI de 14 dias está em 58 pontos, sinalizando momentum positivo sem entrar em sobrecompra, enquanto o MACD segue acima da linha de sinal em gráfico diário.

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O relatório chega em um momento em que stablecoins somam aproximadamente US$ 298 bilhões em valor de mercado, segundo dados compilados até 5 de janeiro de 2026. Para investidores brasileiros, o dado importa porque aponta uso real da blockchain além da especulação, sustentando a tese de longo prazo do ETH.

Por que a BlackRock aposta no Ethereum?

Segundo o relatório, stablecoins estão migrando de simples instrumentos de trading para trilhos de pagamento e liquidação financeira. Na prática, isso significa que dólares tokenizados precisam de uma blockchain confiável para registrar transações finais, papel que o Ethereum vem desempenhando com maior consistência.

Hoje, cerca de 65% dos ativos do mundo real tokenizados estão no Ethereum, totalizando US$ 12,5 bilhões, de acordo com dados da RWA.xyz citados pela CryptoSlate. Além disso, o USDT mantém US$ 102 bilhões emitidos na rede Ethereum, superando o volume em redes concorrentes como Tron.

Esse domínio se conecta ao avanço das soluções de segunda camada, tema recorrente em análises sobre Layer 2 no Ethereum, que permitem transações mais baratas sem abrir mão da segurança da camada principal.

Impactos para preço e estrutura de mercado

Do ponto de vista técnico, o ETH encontra suporte imediato em US$ 3.280, região próxima à média móvel de 50 dias. A principal resistência está em US$ 3.550; um rompimento com volume acima da média pode abrir espaço para teste de US$ 3.800 no curto prazo.

On-chain, a oferta de ETH em exchanges caiu 2,1% nos últimos 30 dias, sinalizando menor pressão vendedora. Paralelamente, grandes carteiras adicionaram cerca de 410 mil ETH no mesmo período, movimento frequentemente associado a posicionamento institucional.

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O interesse institucional também aparece nos ETFs. Produtos de Ethereum listados nos EUA somavam US$ 23 bilhões em ativos sob gestão no terceiro trimestre de 2025, enquanto a BlackRock adicionou US$ 22,46 bilhões em cripto no período, com forte exposição ao ETH, segundo o Economic Times.

Quais são os riscos dessa tese?

Apesar do cenário construtivo, o próprio relatório reconhece que o Ethereum não é a única opção. A Visa, por exemplo, iniciou liquidação de USDC via Solana em dezembro de 2025, mostrando que redes de alta performance também competem por esse mercado.

Além disso, riscos regulatórios permanecem relevantes, especialmente em mercados emergentes como o Brasil, onde o uso massivo de stablecoins pode pressionar políticas monetárias locais. Para o investidor brasileiro, isso reforça a necessidade de acompanhar não apenas o preço, mas também o ambiente regulatório.

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No balanço geral, o relatório da BlackRock fortalece a narrativa de que o Ethereum se consolida como infraestrutura crítica do sistema financeiro digital. Se essa tese se confirmar, o ETH tende a se beneficiar não apenas por especulação, mas por demanda estrutural de uso e liquidação.

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Índice de Altcoin Season sobe e ETFs redirecionam capital

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O Índice de Altcoin Season atingiu na sexta-feira (09) seu nível mais alto em três meses, sinalizando rotação de capital para além do Bitcoin, segundo dados compilados por analistas de mercado. O movimento ocorre enquanto ETFs spot de BTC registraram saídas líquidas de US$ 1,13 bilhão entre terça e quinta-feira, pressionando o preço do ativo. No pano de fundo, investidores institucionais parecem buscar maior assimetria de retorno em altcoins no início de 2026.

O Bitcoin operava próximo de US$ 89.400, com queda de 1,8% nas últimas 24h e recuo de 6,2% na semana, enquanto o índice de dominância do BTC caiu para 48,7%, segundo dados agregados do mercado. Em contraste, altcoins como Solana (SOL) e XRP avançaram 4,6% e 5,1% no mesmo período. O cenário reforça a narrativa de redistribuição de liquidez em ciclos intermediários de mercado.

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Para investidores brasileiros, o sinal é relevante porque historicamente a Altcoin Season tende a favorecer estratégias de diversificação, especialmente em mercados laterais de BTC. Dados de corretoras indicam aumento do volume em pares de altcoins negociados em reais. Isso sugere maior apetite do varejo local por ativos além do Bitcoin.

Indice Altcoin Season
Fonte: Coinmarketcap

O que significa o Índice de Altcoin Season?

O Índice de Altcoin Season mede quantas das 100 maiores criptomoedas superam o desempenho do Bitcoin em um período de 90 dias. Leituras acima de 50 indicam rotação de capital para altcoins; abaixo disso, o BTC mantém liderança. Atualmente, o índice subiu para 43, o maior nível desde outubro, ainda longe de uma Altcoin Season plena, mas indicando mudança de tendência.

Segundo a Block Scholes, métricas on-chain mostram atividade de rede mais estável em altcoins desde dezembro, com volumes de transação crescendo 12% em SOL e 9% em XRP na semana. Ao mesmo tempo, o supply de BTC em exchanges subiu levemente para 12,3%, sugerindo maior pressão vendedora de curto prazo.

Esse movimento dialoga com análises recentes sobre Altcoin Season em 2026, que apontam padrões semelhantes aos observados em ciclos anteriores. A diferença agora é a presença de produtos institucionais regulados. ETFs de altcoins ampliam o canal de acesso para grandes investidores.

ETFs impulsionam rotação de capital institucional

Os dados mais recentes mostram que ETFs spot de ETH também sofreram saídas de US$ 258 milhões no mesmo intervalo, enquanto produtos ligados a SOL e XRP registraram entradas líquidas. O ETF de XRP, por exemplo, atraiu US$ 46 milhões em um único dia e não teve saídas desde o lançamento em 13 de novembro, segundo a Barron’s.

Do ponto de vista técnico, SOL negocia a US$ 118, acima da média móvel de 50 dias em US$ 112, com RSI em 58, indicando momentum positivo sem sobrecompra. XRP, a US$ 0,74, testa resistência em US$ 0,76, com MACD cruzado para cima no gráfico diário. Esses níveis ajudam traders a mapear pontos de entrada e saída.

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No Brasil, esse interesse se reflete no volume. Um relatório da HTX aponta que a atividade cripto no país cresceu 43%, com SOL e ETH entre os quatro ativos mais negociados. Isso indica que o investidor brasileiro já acompanha a rotação global.

Quais os riscos por trás da narrativa de Altcoin Season?

Apesar do fortalecimento relativo das altcoins, o cenário ainda exige cautela. O Índice de Altcoin Season abaixo de 50 mostra que o Bitcoin não perdeu completamente a liderança. Uma retomada de entradas em ETFs de BTC pode rapidamente inverter o fluxo.

Além disso, altcoins tendem a apresentar maior volatilidade. Quedas bruscas de liquidez podem levar a movimentos de despenca em períodos de aversão ao risco. Para o investidor brasileiro, gestão de risco e tamanho de posição continuam sendo decisivos.

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Em síntese, o avanço do Índice de Altcoin Season para o maior patamar em três meses sinaliza rotação de capital, não uma mudança estrutural definitiva. Se os fluxos institucionais continuarem favorecendo altcoins e o BTC permanecer consolidado abaixo de US$ 90.000, o espaço para ganhos relativos pode se ampliar. Ainda assim, o mercado segue sensível a dados macro e ao comportamento dos ETFs.

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SEC adia ETF do Pudgy Penguins e trava ETFs exóticos

ETF do Pudgy Penguins

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A Comissão de Valores Mobiliários dos EUA (SEC) adiou por mais 60 dias a decisão sobre o ETF do Pudgy Penguins, proposto pela Canary Capital, mantendo o produto em análise regulatória até 11 de março de 2026. A reação do mercado foi imediata: o token PENGU caiu cerca de 6% em 24h, negociado a US$ 0,012, enquanto o volume de derivativos encolheu com traders reduzindo exposição. O movimento ocorre em um momento de expansão dos ETFs cripto nos EUA, mas com crescente cautela regulatória sobre produtos fora do eixo Bitcoin e Ethereum.

O que está por trás do adiamento do ETF do Pudgy Penguins?

Em termos simples, a SEC pediu mais tempo para avaliar um ETF considerado inédito: o fundo prevê alocar entre 80% e 95% em PENGU, um memecoin da rede Solana, e de 5% a 15% em NFTs físicos da coleção Pudgy Penguins. Segundo a SEC, os principais pontos de atenção envolvem custódia, precificação e liquidez dos NFTs, além de proteção ao investidor.

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Esse tipo de estrutura híbrida testa os limites do formato ETF, tradicionalmente baseado em ativos líquidos e facilmente precificáveis. Para o investidor brasileiro, o recado é claro: quanto mais exótico o ativo, maior a probabilidade de atrasos regulatórios, diferentemente do que ocorre com ETFs de criptomoedas lastreados em Bitcoin.

Impacto de Mercado: PENGU perde força e NFTs sentem volatilidade

Após o anúncio inicial do ETF, o ecossistema Pudgy Penguins havia registrado euforia: o volume diário de NFTs saltou 161% em 24h, alcançando 681 ETH, segundo dados do setor. Com o adiamento, parte desse entusiasmo arrefeceu, refletido na queda do token e na redução do open interest em futuros de PENGU.

Gráfico Pengu
Fonte: TradingView

No gráfico, o PENGU testa uma zona técnica decisiva entre US$ 0,0115 e US$ 0,0120, que funciona como suporte de curto prazo. O RSI de 14 períodos recuou para 44 pontos, sinalizando perda de momentum comprador, enquanto o MACD entrou em território negativo, sugerindo continuação de consolidação se não houver novo catalisador.

O que isso sinaliza para o mercado de ETFs cripto?

O adiamento reforça um padrão: a SEC demonstra maior conforto com ativos líquidos e amplamente negociados, enquanto produtos ligados a memecoins, NFTs e tokens jovens enfrentam escrutínio prolongado. Gestoras como a Bitwise seguem avançando com pedidos de ETFs cripto focados em altcoins mais estabelecidas, como Chainlink.

Para investidores brasileiros, isso ajuda a calibrar expectativas não apenas para altcoins, mas também para a própria previsão de preço do bitcoin. Fluxos institucionais tendem a se concentrar onde há clareza regulatória, o que historicamente favorece BTC em relação a ativos de nicho.

Riscos e contrapontos que o investidor deve considerar

O adiamento não equivale a rejeição. A decisão final ainda pode ser favorável, e o histórico mostra que notícias de ETF frequentemente geram movimentos especulativos de curto prazo. No entanto, a volatilidade permanece elevada, especialmente em tokens com liquidez limitada.

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Segundo análise do Financial Times, a proliferação de ETFs exóticos reflete a busca das gestoras por diferenciação, mas nem todos os produtos devem chegar ao mercado. Para o investidor, o risco está em antecipar aprovações que podem nunca se concretizar.

Em síntese, o congelamento temporário do ETF do Pudgy Penguins mostra que a próxima fase dos ETFs cripto deve avançar em camadas. Bitcoin e grandes altcoins seguem na dianteira, enquanto produtos ligados a NFTs e memecoins exigirão mais paciência — e maior tolerância ao risco.

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Quando o ADA valia US$ 0,04, ninguém acreditava — agora a liquidez se fragmenta e a LiquidChain desponta como a melhor pré-venda cripto de 2026

LiquidChain desponta como a melhor pré-venda cripto de 2026

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Em 2019, poucas pessoas levavam a Cardano (ADA) a sério. O token era negociado abaixo de US$ 0,04, o momentum era fraco e o sentimento, majoritariamente cético. Mesmo durante o ciclo de alta anterior, o ADA frustrou muitos detentores com longos períodos de lateralização do preço.

Mas a história costuma ignorar a paciência — até o momento em que passa a recompensá-la. Entre 2019 e 2021, o ADA saltou de cerca de US$ 0,04 para mais de US$ 3,10, tornando-se uma das corridas de large caps mais bem-sucedidas que o mercado cripto já viu.

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Esse movimento aconteceu porque infraestrutura, narrativa e timing finalmente se alinharam.

Em 2026, muitos observadores acreditam que o mercado cripto se aproxima de um ponto de inflexão semelhante — não para blockchains de contratos inteligentes, mas para a própria liquidez. A atividade cross-chain explodiu, porém a liquidez continua fragmentada, lenta e ineficiente.

É nesse contexto que entra a LiquidChain ($LIQUID). Com sua pré-venda já em andamento, a LiquidChain vem sendo posicionada por apoiadores iniciais como um projeto que reúne os mesmos atributos de início de ciclo que o ADA apresentou no passado — foco forte em infraestrutura, um problema claro a resolver e um timing alinhado com o próximo passo do mercado.

Como a LiquidChain funciona e por que a liquidez é o verdadeiro gargalo

A LiquidChain foi construída como uma rede Layer-3 criada para operar acima de grandes blockchains como Bitcoin, Ethereum e Solana. Em vez de competir com elas, a proposta é coordenar liquidez e execução entre essas redes. A ideia central é simples, mas poderosa: deixar de tratar cada blockchain como um universo separado e permitir que o capital se mova e execute como se fizesse parte de um único sistema.

Liquidchain

Em vez de depender de bridges tradicionais, ativos embrulhados ou soluções custodiais, a LiquidChain utiliza uma camada unificada de execução que verifica diretamente os estados de blockchains externas. UTXOs do Bitcoin, contratos inteligentes do Ethereum e contas da Solana podem ser referenciados e liquidados por meio da LiquidChain de forma mais determinística. Isso reduz fricções, melhora a eficiência do capital e elimina diversas premissas de confiança que afetam soluções cross-chain existentes.
Para usuários e desenvolvedores, isso significa menos etapas, execução mais rápida e liquidez mais profunda e concentrada. Para o mercado como um todo, representa uma infraestrutura que finalmente acompanha a forma como o ecossistema multi-chain já é utilizado na prática.

Momentum da pré-venda cripto, staking e por que o acesso antecipado importa

Projetos de infraestrutura raramente parecem empolgantes à primeira vista. O ADA enfrentou o mesmo ceticismo no início. A LiquidChain agora está nessa fase inicial, em que grande parte do valor está em compreender o problema que ela resolve antes que isso se torne evidente para todos.

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A pré-venda do token $LIQUID oferece aos primeiros participantes exposição à rede antes da implantação completa do ecossistema. Até agora, já arrecadou mais de US$ 350.000.

Pré-Venda Liquidchain

O token desempenha um papel central nas taxas de transação, no staking, na governança e no acesso a funcionalidades da rede. O staking, em especial, foi pensado para incentivar a participação de longo prazo, ao mesmo tempo em que reforça a segurança da rede e a coordenação de liquidez.
À medida que a fragmentação da liquidez se torna um problema cada vez maior em DeFi, NFTs e negociações on-chain, protocolos de nível infraestrutural tendem a se beneficiar de forma desproporcional. É nesse ponto que muitos veem a LiquidChain se destacar entre os projetos de pré-venda cripto que chegam a 2026.

O $LIQUID pode repetir uma corrida no estilo ADA?

Nenhum ciclo de mercado é idêntico, mas padrões se repetem. A ascensão do ADA foi impulsionada por um longo período de construção de infraestrutura, seguido por uma mudança de atenção do mercado para plataformas escaláveis e orientadas por pesquisa. Desta vez, o foco se desloca para eficiência de liquidez e execução cross-chain.

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A LiquidChain se posiciona como o tecido conectivo de toda a economia multi-chain. Se essa narrativa continuar ganhando força, o $LIQUID pode se tornar uma das altcoins a observar à medida que a infraestrutura se consolida como o tema dominante do próximo ciclo.

Para quem busca a melhor criptomoeda para comprar cedo, a pré-venda da LiquidChain se encontra na interseção entre timing, tecnologia e demanda não atendida. Assim como o ADA abaixo de US$ 0,04 parecia pouco convincente antes de sua disparada, o $LIQUID agora é avaliado em sua fase silenciosa — antes que liquidez, atenção e adoção possivelmente converjam em 2026 e além.

Explore a LiquidChain e sua pré-venda cripto em andamento:

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Pré-venda: https://liquidchain.com/ 

Social: https://x.com/getliquidchain

Whitepaper: https://liquidchain.com/whitepaper

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Aviso: Este artigo tem funcionalidade exclusivamente informativa, e não constitui aconselhamento de investimento ou oferta para investir. O CriptoFácil não é responsável por qualquer conteúdo, produtos ou serviços mencionados neste artigo.

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Mineração de Bitcoin em choque: Hut 8 amplia capacidade e pressiona oferta de BTC

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A Hut 8, uma das maiores mineradoras de Bitcoin da América do Norte, ampliou agressivamente sua capacidade de mineração em 2025, elevando seu hash rate instalado para 26,8 EH/s. O movimento ocorre enquanto o Bitcoin opera em torno de US$ 98.500, com alta de 1,9% nas últimas 24h, mas ainda consolidado após o halving de 2024. Em um cenário de competição recorde e custos crescentes, a expansão reacende o debate sobre sustentabilidade e pressão de venda no mercado.

O contexto macro segue desafiador: o hash rate global do Bitcoin permanece em máximas históricas, enquanto a recompensa por bloco caiu de 6,25 para 3,125 BTC após o halving do Bitcoin. Para investidores brasileiros, entender o comportamento das mineradoras ajuda a antecipar períodos de maior volatilidade e possíveis mudanças no fluxo de oferta.

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O que está por trás da expansão da Hut 8?

Em termos simples, hash rate mede o poder computacional dedicado à rede Bitcoin. Quanto maior o hash rate, maior a segurança da rede — mas também mais intensa a competição entre mineradores. Segundo dados da CoinLaw, a Hut 8 alcançou 26,8 EH/s instalados em setembro de 2025, com 23,7 EH/s efetivamente operacionais.

Hashrate Hut 8
Fonte: CoinLaw

Essa expansão veio acompanhada de ganhos operacionais: a produção líquida de BTC da empresa saltou de 38 BTC em fevereiro para 78 BTC em março de 2025. Na prática, isso indica maior eficiência, mas também sugere que mineradoras maiores estão ganhando escala enquanto operadores menores enfrentam margens mais apertadas.

Como isso afeta o mercado de mineração de Bitcoin?

O aumento do hash rate tende a elevar a dificuldade de mineração, reduzindo a rentabilidade média por máquina. Após o halving, a emissão diária de BTC caiu de 900 para 450 moedas, enquanto o custo estimado de mineração subiu para até US$ 106 mil por BTC, de acordo com o Financial Times.

Para o preço do Bitcoin, isso cria um equilíbrio delicado. Mineradoras com caixa forte como Hut 8, Marathon e Riot conseguem reter BTC e reduzir a pressão de venda dos mineradores. Já empresas mais alavancadas podem ser forçadas a vender, aumentando a oferta no curto prazo.

Quais os riscos para investidores brasileiros?

Do ponto de vista técnico, o BTC encontra suporte relevante em US$ 84.000 e resistência em US$ 102.000. O RSI diário gira em torno de 54, sinalizando equilíbrio entre compra e venda, enquanto o MACD segue próximo da linha zero, indicando consolidação. Esses níveis sugerem que choques de oferta vindos de mineradoras podem definir o próximo rompimento.

Além disso, investidores brasileiros devem acompanhar métricas on-chain como supply em exchanges, que permanece abaixo de 12% do total circulante, um sinal estruturalmente positivo. No entanto, a concentração de hash rate em grandes players aumenta o risco sistêmico caso o preço do BTC caia abaixo do custo médio de mineração.

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A estratégia da Hut 8 reforça uma tendência clara: a mineração de Bitcoin está se tornando um jogo de escala e eficiência. Para o mercado, isso pode reduzir a oferta vendida no curto prazo, mas também eleva o piso de custo do BTC no longo prazo.

Para investidores, o recado é pragmático. Monitorar hash rate e dificuldade, junto com o comportamento das grandes mineradoras, ajuda a identificar períodos de maior risco ou oportunidade. Em um ciclo pós-halving, dados operacionais importam tanto quanto gráficos de preço.

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