hacker-ligado-a-israel-rouba-90m

Relatório revela salto nos roubos cripto e alerta para avanço da Coreia do Norte

hacker-ligado-a-israel-rouba-90m

Siga o CriptoFacil no
Google News CriptoFacil

Os ataques contra o setor cripto crescem de forma intensa em 2025, e novos dados da Chainalysis mostram um cenário ainda mais preocupante. A empresa revela perdas acima de US$ 3,4 bilhões, o que indica avanço claro em relação ao ano anterior. E ainda, os ataques contra carteiras pessoais aumentam de maneira constante e deixam especialistas em alerta.

Perdas avançam enquanto ataques mudam de perfil

A Chainalysis afirma que o valor roubado em 2025 passa de US$ 3,41 bilhões entre janeiro e início de dezembro. O número supera o registrado em 2024. Um único ataque — o roubo de US$ 1,5 bilhão da Bybit — representa quase metade das perdas do ano. A empresa diz que os três maiores ataques equivalem a 69% das perdas totais, o que mostra maior concentração de incidentes graves.

Publicidade



A empresa destaca aumento forte nos ataques contra carteiras pessoais e chaves privadas em serviços centralizados. Esse tipo de ataque cresce muito desde 2022. A Chainalysis afirma que esses compromissos atingem 158 mil casos e envolvem pelo menos 80 mil vítimas únicas. Dessa forma, cresce a exposição de usuários comuns, mesmo com valores médios menores.

Os ataques contra carteiras pessoais somam US$ 713 milhões, queda em relação ao ano anterior. Porém, o número maior de vítimas indica foco em alvos menores. A Chainalysis afirma que redes como Ethereum e Tron registram mais vítimas por 100 mil carteiras.

Defi mostra avanço e reduz impacto de ataques

A empresa observa que o setor DeFi melhora sua segurança, mesmo com alta no valor total travado. Por outro lado, surge uma ruptura com ciclos anteriores, quando maior TVL significava mais ataques bem-sucedidos. A Chainalysis afirma que isso mostra avanço concreto na proteção dos protocolos.

O caso do Venus Protocol, em setembro, reforça essa mudança. A plataforma, com apoio da Hexagate, detecta atividade suspeita quase um dia antes do ataque. Assim, o protocolo pausa operações e recupera fundos rapidamente. E ainda, a comunidade aprova decisão para congelar valores do invasor, o que faz o criminoso perder dinheiro.

A Chainalysis afirma que esse modelo, baseado em monitoramento constante e resposta rápida, ajuda a criar um ecossistema mais ágil e resistente.

A empresa destaca que ataques continuam. Porém, a capacidade de detectar, reagir e até reverter incidentes muda totalmente o cenário quando comparado ao início do DeFi.

Publicidade



Coreia do Norte amplia ameaças e bate novo recorde

A Coreia do Norte mantém posição como maior ameaça global ao setor. A Chainalysis revela que hackers ligados ao regime roubam pelo menos US$ 2,02 bilhões em 2025. Assim, o país supera o valor de 2024 e acumula US$ 6,75 bilhões ao longo dos anos.

A empresa afirma que a tática principal envolve infiltrar trabalhadores de TI em serviços cripto. Dessa forma, eles obtêm acesso privilegiado e desviam fundos. Por fim, o grupo usa métodos próprios de lavagem concentrados em serviços chineses, pontes e mixers.

A Chainalysis afirma que o fluxo de lavagem segue etapas que duram até 45 dias. Os primeiros dias servem para afastar fundos da origem. Já a fase seguinte integra valores no mercado por exchanges sem KYC e pontes. Na etapa final, grupos usam plataformas chinesas para converter valores em moeda fiduciária.

Publicidade



A empresa alerta que esses atores seguem regras diferentes e exigem atenção redobrada. E ainda, afirma que o desafio de 2026 será evitar novos ataques com impacto semelhante ao da Bybit.

Siga o CriptoFacil no
Google News CriptoFacil

O post Relatório revela salto nos roubos cripto e alerta para avanço da Coreia do Norte apareceu primeiro em CriptoFacil.

polkadot-limita-emissao

Polkadot cai 3% e toca US$ 1,83 enquanto o mercado cripto recua

polkadot-limita-emissao

Siga o CriptoFacil no
Google News CriptoFacil

O mercado de criptomoedas iniciou a quarta-feira com pressão vendedora intensa, e o Polkadot (DOT) acabou entre os ativos mais afetados. O token caiu para US$ 1,83, mesmo após notícias positivas sobre integração na Coinbase. Assim, o nível psicológico de US$ 1,90 não resistiu à força dos vendedores.

Durante as últimas 24 horas, o DOT desceu de US$ 1,91 para US$ 1,84, rompendo suportes importantes. O movimento acelerou na reta final do pregão, quando stops foram acionados em sequência.

Publicidade



Segundo dados, o volume disparou para 9,47 milhões de DOT, o que representa 340% acima da média diária. Esse avanço confirmou forte distribuição institucional na zona de US$ 1,95. A queda reforçou o sentimento negativo no setor.

Gráfico Polkadot
Fonte: Coinmarketcap

Pressão técnica supera boas notícias e rompe o suporte de Us$ 1,90

A queda ganhou força mesmo com o anúncio de que a Coinbase passou a oferecer suporte direto para a rede Polkadot. A novidade, que poderia estimular compras, não conseguiu conter a pressão.

O DOT chegou a tocar US$ 1,93, mas perdeu tração rapidamente. Com o rompimento de US$ 1,90, o token entrou em um canal descendente que partiu do topo recente em US$ 1,92. Esse padrão formou uma sequência de topos mais baixos, reforçando a tendência negativa.

Analistas destacaram que a reação do mercado mostrou clara falta de apetite comprador. Assim, mesmo notícias favoráveis não encontraram volume suficiente para impedir a virada para baixo.

A formação de um possível duplo topo na região de US$ 1,95 aumentou ainda mais o risco técnico. Esse padrão costuma sinalizar perda de força e possibilidade de quedas adicionais.

Novas zonas de suporte e risco de extensão da tendência de queda

O suporte imediato agora está concentrado na faixa de US$ 1,82, região que segurou a queda inicial. Se esse nível não resistir, analistas veem risco de descida até US$ 1,75-US$ 1,80.

Publicidade



Qualquer tentativa de recuperação precisa retomar o antigo suporte de US$ 1,90, agora convertido em resistência. Acima disso, o próximo obstáculo técnico está em US$ 1,95, ponto onde grandes vendas ocorreram.

Caso o DOT supere essa barreira, o cenário de baixa pode ser revertido. Porém, enquanto permanecer abaixo de US$ 1,90, o viés tende a seguir negativo.

Por agora, o Polkadot enfrenta um momento delicado, com pressão técnica dominante, volume elevado e um mercado mais fraco no geral. Assim, a trajetória do token dependerá da força de compradores dispostos a defender o suporte atual.

Publicidade



Siga o CriptoFacil no
Google News CriptoFacil

O post Polkadot cai 3% e toca US$ 1,83 enquanto o mercado cripto recua apareceu primeiro em CriptoFacil.

QUEDA-BITCOIN-CRIPTOMOEDAS-1493x840-1

Bitcoin pode cair para US$ 60 mil após rali perder força, mas cenário de médio prazo anima analistas

QUEDA-BITCOIN-CRIPTOMOEDAS

Siga o CriptoFacil no
Google News CriptoFacil

O Bitcoin perdeu ritmo nas últimas semanas, e especialistas alertam que o preço pode recuar para US$ 60 mil no curto prazo. Mesmo assim, analistas defendem que a perspectiva de médio prazo segue positiva e não aponta para crise estrutural.

Georgii Verbitskii, fundador da plataforma de investimentos TYMIO, afirmou que o mercado entrou em uma fase de consolidação. Ele destacou que o comportamento recente indica fraqueza após o rali que levou o BTC à faixa entre US$ 80 mil e US$ 90 mil.

Publicidade



Segundo ele, movimentos para US$ 70 mil ou até US$ 60 mil “não podem ser descartados”, especialmente se o mercado continuar mostrando sinais de exaustão.

Gráfico Bitcoin

O alerta surge após outra projeção negativa. Mike McGlone, estrategista da Bloomberg Intelligence, afirmou neste mês que o Bitcoin poderia cair até US$ 10 mil em 2026, posição que dividiu o mercado.

Rali Perdeu Força E Mercado Opera Em Faixa Lateral Ampla

Verbitskii lembrou que o mercado parecia pronto para testar níveis mais altos. Porém, ele explicou que o avanço perdeu velocidade e virou correção. Esse comportamento, segundo ele, demonstra exaustão compradora, e não preparação para uma expansão mais forte.

O analista acrescentou que o Bitcoin agora opera em uma ampla faixa lateral. E enquanto o preço não se firmar acima de US$ 100 mil, o risco de nova consolidação permanece elevado.

Mesmo assim, nem todos enxergam risco de “recessão do Bitcoin” em 2026. O professor sul-coreano Oh Tae-min rejeitou essa ideia e afirmou que “não há motivo para preocupação”.

Segundo Oh Tae-min, o Bitcoin deve seguir em tendência de alta no médio e longo prazo. Ele destacou que o mercado está animado com o avanço da tokenização, que amplia o uso de ativos reais dentro do ecossistema cripto.

Publicidade



Especialistas Dizem Que Ciclos Tradicionais Já Não Explicam O Bitcoin

O professor ressaltou que o Bitcoin está se afastando do modelo clássico de ciclos de quatro anos, ligado aos halvings. Ele afirmou que o ativo agora se comporta de forma mais parecida com mercados tradicionais, como ações.

Outros nomes importantes compartilham essa visão. Changpeng Zhao, Cathie Wood e o pesquisador Geoffrey Kendrick, do Standard Chartered, já disseram que o ciclo de quatro anos perdeu relevância.

Oh explicou que essa mudança reduz a chance de quedas profundas sincronizadas com halvings. Segundo ele, “períodos típicos de recessão podem desaparecer” se essa dinâmica continuar.

Publicidade



O professor afirmou também que as tendências de tokenização e adoção de ativos do mundo real fortalecem o papel do Bitcoin como ativo central no sistema financeiro digital.

Enquanto isso, Verbitskii reforça que o investidor deve evitar decisões impulsivas. Ele afirmou que paciência e gestão de risco disciplinada são mais importantes do que buscar ganhos rápidos em um ambiente instável.

Por agora, o Bitcoin segue pressionado no curto prazo, mas muitos especialistas enxergam um cenário estrutural mais otimista no horizonte.

Publicidade



Siga o CriptoFacil no
Google News CriptoFacil

O post Bitcoin pode cair para US$ 60 mil após rali perder força, mas cenário de médio prazo anima analistas apareceu primeiro em CriptoFacil.

ETFs-de-XRP-absorvem-80-milhoes-de-tokens-novo-rali-de-altcoins-pode-estar-comecando-1260x840-2

Demanda institucional por XRP aumenta e ETFs mantêm fluxo positivo

ETFs de XRP absorvem 80 milhões de tokens — novo rali de altcoins pode estar começando

Siga o CriptoFacil no
Google News CriptoFacil

Um movimento silencioso vem mudando a forma como o mercado americano acumula exposição ao XRP. Diferentemente do que costuma ocorrer no setor, essa procura não aparece nas exchanges. Ela surge dentro de veículos regulados, especialmente nos ETFs lastreados em XRP, que ampliam posições mesmo sem reação significativa no preço.

Ao longo do último mês, esses produtos listados nos Estados Unidos receberam fluxo constante de capital. Essa tendência fortalece o posicionamento institucional, mesmo em um ambiente de pouca volatilidade.

Publicidade



Ripple, por sua vez, reconheceu publicamente o crescimento dessa demanda, reforçando a ideia de que investidores profissionais estão aumentando posições com mais cautela e menos barulho.

Capital se movimenta para os ETFs, não para as exchanges

Enquanto traders observam gráficos quase estáticos, a acumulação ocorre longe das plataformas tradicionais. Os ETFs de XRP já superaram a marca do US$ 1 bilhão em ativos, resultado alcançado em pouco tempo de mercado.

Essas entradas não carregam o comportamento típico de fluxos especulativos. Não há picos de volume nem oscilações bruscas de preço. Em vez disso, o movimento ocorre com constância, sustentado principalmente pela busca institucional por produtos regulados.

Essa dinâmica se destaca ainda mais porque, no mesmo período, ETFs de Bitcoin e Ethereum enfrentaram saídas líquidas. Assim, parte do capital que reduz risco nos maiores criptoativos encontra no XRP uma alternativa de realocação.

Esse contraste sugere uma rotação seletiva, não um movimento de apetite generalizado por risco.

Por que o preço do XRP não reage às entradas dos ETFs

O principal motivo para a falta de resposta nos gráficos parece estar na própria estrutura do mercado. Quando os ETFs absorvem XRP, esses tokens passam a ser custodiados por gestores e deixam de circular nas exchanges.

Publicidade



Essa retirada reduz a liquidez disponível. Com menos oferta ativa, o preço se torna menos sensível à demanda de curto prazo. Assim, o mercado pode crescer por dentro, enquanto a cotação permanece estável.

Essa condição tem dois efeitos. Ela diminui o interesse de estratégias automatizadas e especulativas, mas também torna o ativo mais suscetível a desequilíbrios futuros quando a liquidez voltar a se movimentar.

Outro ponto é técnico. A infraestrutura dos ETFs de XRP ainda está amadurecendo. Mecanismos de arbitragem, que normalmente conectam preços de fundos e mercados à vista, operam com menor eficiência.

Publicidade



Sem essas conexões, a demanda dentro dos ETFs permanece isolada, impulsionando apenas o patrimônio dos fundos, não o preço nas exchanges.

Com o tempo, analistas acreditam que essa distância deve diminuir. À medida que a arbitragem evoluir, os preços tendem a se alinhar de forma mais direta com o comportamento dos fundos.

Por agora, o XRP ocupa uma posição incomum: acumulado silenciosamente por instituições, negociado de forma modesta nas exchanges e dependente da evolução da estrutura de mercado para definir seu próximo movimento.

Publicidade



Siga o CriptoFacil no
Google News CriptoFacil

O post Demanda institucional por XRP aumenta e ETFs mantêm fluxo positivo apareceu primeiro em CriptoFacil.

criptomoedas-da-semana2

Pesquisadores da USP estudam lançar criptomoeda para a universidade

criptomoedas-quemais-subiram-semana

Siga o CriptoFacil no
Google News CriptoFacil

Pesquisadores da Universidade de São Paulo (USP) avaliaram os efeitos da instituição lançar sua própria moeda digital institucional. A proposta, apresentada pelos pesquisadores Amaury José Rezende, Flávio Alves de Carvalho e Roberto Miranda Pimentel Fully, busca modernizar a gestão universitária e criar um mecanismo capaz de alinhar eficiência, transparência e inovação tecnológica.

A discussão nasce do diagnóstico de que a USP, apesar de sua estrutura complexa e altamente diversificada, ainda opera com instrumentos limitados para mensurar a qualidade do gasto público e a produtividade de suas unidades. Rezende explica que essa percepção veio de sua experiência administrativa.

Publicidade



“Faltavam métricas padronizadas capazes de capturar a qualidade do gasto e o valor gerado pelos serviços”, destaca o estudo, aponta que avanços como o SEI ainda deixaram lacunas importantes.

A proposta, chamada de forma preliminar de ₿itUSP, sugere a criação de um ativo digital lastreado em créditos orçamentários já existentes. Esse modelo não cria recursos novos e não busca operar como uma criptomoeda especulativa. Em vez disso, funciona como um registro digital padronizado das transações internas da Universidade. Cada token corresponderia a créditos orçamentários reais, convertidos apenas para permitir rastreamento e mensuração.

Os autores destacam que a moeda cumpre três funções centrais. Primeiro, atua como instrumento gerencial, permitindo visualizar custos e volumes de serviços internos. Depois, funciona como mecanismo de incentivo, já que pode vincular créditos ao cumprimento de metas institucionais.

Por fim, possui um papel simbólico, pois reforça o pertencimento e a identidade uspiana. “A moeda digital ajuda a tornar visível o trabalho que já acontece e que muitas vezes não aparece nas métricas tradicionais”, afirmam os autores.

usp

Criptomoeda da USP

O funcionamento seria simples, com a administração central definindo quais créditos serão convertidos em tokens. As unidades passariam a operar com carteiras digitais institucionais. Cada serviço prestado, como exames, atendimentos, uso de laboratórios ou apoio técnico, seria registrado como débito para quem utiliza e como crédito para quem entrega. Isso permitiria identificar fluxos que hoje permanecem invisíveis ou fragmentados.

Além disso, os registros alimentariam painéis de gestão capazes de mostrar tendências, comparar unidades e orientar decisões orçamentárias. Fully reforça essa visão estratégica. “A rastreabilidade amplia a capacidade de gestão baseada em evidências e reduz assimetrias informacionais”, destacaram os pesquisadores.

Os usos da criptomoeda vão além da administração. Dessa forma, a proposta prevê mecanismos de engajamento da comunidade uspiana, permitindo que docentes, estudantes e servidores utilizem créditos simbólicos em serviços culturais, acadêmicos e de bem-estar. Esse sistema poderia também incentivar práticas sociais, como participação em campanhas de extensão, doações ou atividades comunitárias.

Publicidade



Além disso, outro ponto relevante é o reforço à governança. Assim, o modelo prevê regras claras de emissão, uso e auditoria, com todos os registros operando de forma rastreável e compatível com as normas de administração pública. Isso poderia ampliar a transparência e facilitar o trabalho de órgãos de controle.

Para os autores, a Moeda Digital da USP materializa uma oportunidade concreta de modernização. Eles afirmam que a iniciativa conecta inovação tecnológica, rigor contábil e criação de valor público. Rezende resume essa visão. “Mais do que tecnologia, é uma plataforma que integra orçamento, pertencimento e gestão”, afirmam.

Siga o CriptoFacil no
Google News CriptoFacil

O post Pesquisadores da USP estudam lançar criptomoeda para a universidade apareceu primeiro em CriptoFacil.

bnb-chain1-1493x840-1

Após Aster, BNB Chain lança concorrente do Polymarket

Siga o CriptoFacil no
Google News CriptoFacil

A BNB Chain intensificou a disputa no setor de mercados de previsão on-chain com o lançamento do Predict.fun. A plataforma, que ganhou visibilidade após uma menção pública de Changpeng Zhao (CZ), fundador da Binance, representa a nova aposta da rede para competir diretamente com líderes como o Polymarket, que domina o segmento com volumes bilionários.

O Predict.fun surgiu oferecendo um modelo pouco comum nesse setor: depósitos que geram rendimento, mecanismo pensado para atrair usuários em um mercado que cresce rapidamente. A plataforma abriu consulta pública para seu airdrop, embora ainda não tenha confirmado snapshots oficiais, o que alimenta especulações e mantém a comunidade em alerta.

Publicidade



A equipe do projeto afirma que o modelo combina entretenimento e retorno financeiro, mas CZ fez questão de ressaltar que não se trata de um produto oficial da Binance. Ele destacou a independência da plataforma, mesmo reconhecendo seu potencial estratégico dentro do ecossistema da BNB Chain.

A incerteza sobre o airdrop, porém, continua. Apesar do engajamento nas redes sociais, nenhum canal oficial divulgou critérios de elegibilidade ou detalhes de distribuição. Essa falta de confirmação alimenta o interesse, mas também impõe cautela entre os participantes que esperam orientações mais claras.

A reação inicial do mercado foi moderada. Os volumes do Predict.fun ainda estão bem abaixo dos observados em plataformas maduras como o Polymarket. Além disso, governos e grandes instituições financeiras permanecem neutros em relação ao lançamento, sem manifestações diretas até o momento.

Apesar disso, analistas do setor observam que o movimento reforça a estratégia da BNB Chain de ampliar sua participação no mercado de previsão, que ganhou notoriedade global após as eleições dos Estados Unidos em 2024. Naquele período, o Polymarket movimentou bilhões sem causar impacto relevante em grandes criptomoedas, como BTC e ETH, demonstrando a resiliência desse formato.

Previsão BNB Chain
Imagem: X

BNB Chain

O lançamento ocorre em um momento de volatilidade para a BNB. O token opera a US$ 858,68, com queda de 3,46% nas últimas 24 horas, segundo dados do CoinMarketCap. O volume de negociação de US$ 2,31 bilhões cresceu quase 28% no período, enquanto o preço acumula retração superior a 17% em 60 dias. Esse comportamento reflete desafios macroeconômicos e incertezas que afetam todo o setor.

Paralelamente ao Predict.fun, outro concorrente da BNB Chain se prepara para estrear: o Probable, plataforma voltada para previsões on-chain com forte apoio de PancakeSwap e YZi Labs. O projeto aposta em uma abordagem de taxas zero, interface simplificada e mercados diversos, incluindo eventos regionais e esportivos pouco explorados por plataformas tradicionais.

Publicidade



O Probable também planeja facilitar a entrada de novos usuários ao permitir depósitos em qualquer token, convertidos automaticamente em USDT na BNB Chain. Esse fluxo reduz barreiras técnicas e amplia o alcance do produto. Para garantir a integridade dos resultados, a plataforma utilizará o Optimistic Oracle da UMA, conhecido por seu mecanismo de validação transparente e resistente à censura.

Siga o CriptoFacil no
Google News CriptoFacil

O post Após Aster, BNB Chain lança concorrente do Polymarket apareceu primeiro em CriptoFacil.

bitcoin-eth-ethereum-btc-ether-1286x840-1

ETFs de Bitcoin e Ethereum perdem US$ 582 milhões em um único dia

bitcoin eth ethereum btc ether

Siga o CriptoFacil no
Google News CriptoFacil

Os ETFs de Bitcoin e Ethereum enfrentaram uma pressão intensa nesta segunda-feira, quando registraram saídas líquidas que somaram US$ 582 milhões. Essa retirada marcou o maior recuo institucional das últimas duas semanas. O movimento ocorreu enquanto investidores reduziram risco diante da instabilidade nas ações americanas.

Os dados mostram que os ETFs de Bitcoin sofreram o impacto mais forte. Eles perderam US$ 357,6 milhões em um único dia, segundo dados do setor. As vendas atingiram fundos da Fidelity, Ark e Bitwise, enquanto o ETF da BlackRock permaneceu estável.

Publicidade



Ao mesmo tempo, os ETFs de Ethereum registraram quase US$ 225 milhões em resgates, sinalizando que o ajuste não foi isolado. O setor inteiro respondeu ao ambiente macroeconômico mais tenso.

Instituições reduzem risco em meio a incertezas globais

Apesar dos preços estáveis no mercado cripto, o fluxo dos ETFs mostrou outra realidade. Assim, os investidores preferiram cortar exposição usando esses instrumentos. Eles são rápidos, líquidos e refletem a visão institucional sobre risco.

Especialistas explicaram que o Bitcoin tem reagido como um derivado do setor tecnológico recentemente. Assim, quando o Nasdaq sofre correções, o Bitcoin costuma cair com ainda mais intensidade.

Farzam Ehsani, CEO da VALR, afirmou que essa dinâmica empurra os ETFs para acompanhar a redução de risco no mercado de ações. Ele destacou que o movimento não indica um problema específico nas criptomoedas. Em vez disso, mostra uma realocação ampla em resposta ao cenário econômico.

O executivo lembrou que o Bitcoin caiu nos últimos seis meses enquanto os índices americanos permaneceram estáveis. Ele classificou novembro como o pior mês do ano. Já dezembro, segundo ele, mantém um comportamento lateral, com pouca demanda consistente.

Fluxos mensais reforçam tendência de cautela

Os ETFs de Bitcoin mostram um saldo negativo em dezembro. Eles acumulam US$ 705 milhões em saídas, contra US$ 480 milhões em entradas no mesmo período. Assim, o saldo líquido ficou em cerca de US$ 225 milhões negativos no mês.

Publicidade



Os ETFs de Ethereum apresentam um quadro mais equilibrado. Eles receberam US$ 411 milhões, mas perderam US$ 403 milhões, mantendo o setor praticamente estável.

A incerteza aumentou após a decisão do Federal Reserve em 10 de dezembro. O banco cortou juros, mas sinalizou uma possível pausa no ciclo de afrouxamento. Assim, o mercado passou a lidar com mensagens divididas dentro do FOMC.

Ehsani afirmou que o cenário ficou ainda mais complexo. Ele citou o avanço dos rendimentos dos títulos de dez anos, que chegaram a 4,2%, e a pressão sobre ações de tecnologia. Ele destacou também o temor de superaquecimento no setor de IA.

Publicidade



Mesmo com esse pano de fundo, ele disse que o longo prazo do Bitcoin segue moderadamente otimista. Ele destacou que a liquidez global está crescendo e que a pressão dos vendedores de longo prazo está quase esgotada.

Por fim, ele afirmou que a base institucional permanece sólida. Assim, ele acredita que esses fundamentos podem sustentar uma recuperação gradual e, possivelmente, uma saída do mercado lateral atual.

Siga o CriptoFacil no
Google News CriptoFacil

O post ETFs de Bitcoin e Ethereum perdem US$ 582 milhões em um único dia apareceu primeiro em CriptoFacil.

banco-alemanha-mantem-cripto-sob-custodea

14 bancos dos EUA já estão trabalhando em produtos com criptomoedas

banco-alemanha-mantem-cripto-sob-custodea

Siga o CriptoFacil no
Google News CriptoFacil

Quatorze dos 25 maiores bancos dos Estados Unidos já trabalham no desenvolvimento de produtos ligados ao Bitcoin e a criptomoedas. A movimentação confirma uma mudança estrutural na forma como o sistema financeiro tradicional encara os ativos digitais.

Embora muitos bancos ainda adotem um discurso público cauteloso, a integração do Bitcoin avança de maneira consistente nos bastidores. Instituições financeiras preferem preparar infraestrutura, compliance e produtos antes de anunciar iniciativas oficialmente.

Publicidade



De acordo com a River, esses bancos atuam em diferentes frentes. O objetivo comum é oferecer exposição ao Bitcoin de forma regulada, segura e alinhada às normas dos Estados Unidos. Entre os produtos em desenvolvimento, aparecem serviços de custódia e guarda de Bitcoin. Os bancos buscam soluções para armazenar ativos digitais com padrões equivalentes aos usados em títulos e ações tradicionais.

Outra frente envolve acesso à negociação e corretagem. Nesse modelo, clientes podem comprar e vender Bitcoin diretamente por plataformas bancárias, sem recorrer a corretoras externas. As instituições também trabalham na integração do Bitcoin a plataformas de gestão de patrimônio. A ideia é permitir que o ativo faça parte de carteiras diversificadas, ao lado de ações, renda fixa e fundos.

Além disso, bancos avaliam veículos de investimento regulados, como fundos e produtos estruturados lastreados em Bitcoin. Essa abordagem reduz o contato direto com operações on-chain. Na prática, a maioria das iniciativas prioriza pontos de entrada compatíveis com exigências regulatórias. O setor evita, por enquanto, soluções totalmente descentralizadas ou sem intermediários.

Bancos abraçam criptomoedas

Vários fatores explicam por que os bancos aceleraram esse movimento agora. O primeiro deles é o aumento da demanda por parte de clientes de alta renda. G0estores de patrimônio relatam pedidos recorrentes por exposição a Bitcoin. Muitos investidores enxergam o ativo como proteção de longo prazo ou instrumento de diversificação. Outro fator decisivo envolve avanços na clareza regulatória nos Estados Unidos. Mesmo com debates em andamento, bancos já enxergam regras mais previsíveis do que em ciclos anteriores.

Bancos criptomoedas

Além disso, a expansão de produtos à vista ligados ao Bitcoin, como ETFs, também contribuiu. Esses instrumentos criaram referências legais e operacionais que facilitam a entrada bancária. Dessa forma, a concorrência exerce pressão adicional. Fintechs e empresas nativas de criptomoedas avançaram rapidamente, obrigando bancos tradicionais a reagir para não perder relevância.

Nesse cenário, o Bitcoin deixou de ser tratado como experimento opcional. Para muitas instituições, oferecer algum tipo de exposição virou necessidade estratégica. Esse movimento marca uma nova fase da adoção institucional. O Bitcoin passa a transitar do status de ativo alternativo para componente da infraestrutura financeira tradicional. Bancos começam a preparar o ativo para ser tratado como qualquer outro instrumento de portfólio. Assim, a lógica se aproxima do modelo usado para ações, commodities e renda fixa.

Publicidade



Siga o CriptoFacil no
Google News CriptoFacil

O post 14 bancos dos EUA já estão trabalhando em produtos com criptomoedas apareceu primeiro em CriptoFacil.

Pepenode

Contagem regressiva do PepeNode: faltam apenas 23 dias para o fim do early access

Pepenode

Siga o CriptoFacil no
Google News CriptoFacil

A contagem regressiva entrou em fase decisiva para o PepeNode (PEPENODE). Faltam apenas 23 dias para o fim do early access. O projeto intensificou o interesse do mercado ao combinar mecânicas de mineração virtual com o modelo mine-to-earn, estrutura que tenta resgatar o entusiasmo do setor de GameFi. O avanço acontece enquanto investidores buscam a próxima criptomoeda capaz de multiplicar ganhos em meio ao desempenho fraco de várias memecoins tradicionais.

O interesse não surgiu por acaso. O PepeNode já arrecadou mais de US$ 2,536 milhões em sua pré-venda. Assim, o volume fornece capital para desenvolver um jogo de mineração que transforma a operação de nós digitais em uma experiência completa. O sistema simula decisões reais de mineração, como expansão de instalações, otimização de equipamentos e gestão de eficiência. Cada ação influencia diretamente o resultado, não há minigames paralelos ou tarefas desconectadas da proposta central.

Publicidade



O token PEPENODE está sendo vendido por US$ 0.0011968 nesta fase. Analises de preço do Pepenode avaliam que esse valor pode não voltar após o encerramento da pré-venda, sobretudo se as listagens iniciais em DEXs atraírem demanda significativa. O projeto tem sido comparado a jogos como Factorio e “tycoons” clássicos. No entanto, no Pepenode, o gerenciamento de recursos resulta em recompensas reais em cripto, um diferencial que chamou a atenção do chamado smart money.

O jogo trata a mineração como o próprio gameplay. O jogador compra nós virtuais, monta estruturas, combina características e ajusta a operação para aumentar a produção. Decisões erradas reduzem o rendimento, enquanto combinações eficientes impulsionam os resultados. O sistema oferece dados como hashrate, participação da rede, progresso de bloco e ciclos de halving simulados, reforçando a sensação de operar uma mineradora real sem os custos de energia e hardware físico.

Pepenode

Pepenode promete revolucionar o mercado

O projeto pretende ainda incorporar elementos como controle de temperatura, estabilidade e consumo energético, criando camadas adicionais de estratégia. Isso diferencia o PepeNode de tentativas anteriores de GameFi, como RollerCoin, que se apoiavam em minigames sem relação com mineração real. No PepeNode, todo o ecossistema gira em torno da operação e otimização dos rigs virtuais.

🚀 Buscando a próxima moeda 100x?
Confira nossas sugestões de Pre-Sales para investir agora

No aspecto econômico, o modelo deflacionário é o principal destaque. Setenta por cento de todos os tokens gastos em upgrades e expansões são queimados, reduzindo a oferta à medida que o jogo ganha tração. Esse mecanismo cria um incentivo contínuo para reinvestimento e combate o excesso de emissão, problema que arruinou muitos projetos Play-to-Earn no passado. Além disso, operações otimizadas desbloqueiam recompensas em outras memecoins populares, como PEPE e FARTCOIN, ampliando o apelo para comunidades ativas.

O ecossistema também inclui retorno elevado para participantes que realizam staking, com projeções que chegam a 564% ao ano. Há ainda recompensas por indicação que aumentam a viralização do projeto, atraindo novos usuários para o jogo e para a pré-venda. Portanto, comprar Pepenode agora pode ser uma boa pedida para os holders que desejam lucros em 2026.

Assim, o interesse crescente também vem da facilidade de entrada. O projeto aceita compras em ETH, BNB, USDT (ERC-20 e BEP-20) e até cartões de crédito. Ele está listado na ferramenta Upcoming Tokens da Best Wallet e já passou por auditoria da Coinsult, o que ajuda a elevar a confiança nessa etapa inicial.

Publicidade



Siga o CriptoFacil no
Google News CriptoFacil

O post Contagem regressiva do PepeNode: faltam apenas 23 dias para o fim do early access apareceu primeiro em CriptoFacil.

xrp-em-alta-2

XRP vai cair para menos de US$ 1? Força comprado diminui e ameaça Ripple

xrp-em-alta

Siga o CriptoFacil no
Google News CriptoFacil

O XRP atravessa um momento delicado, marcado por baixa convicção dos investidores e sinais claros de enfraquecimento da demanda. A criptomoeda mantém o suporte em US$ 2,00, porém o mercado começa a questionar até quando esse nível seguirá intacto.

Após a decisão recente do Federal Reserve, o ambiente macroeconômico ficou mais instável. O corte de juros veio acompanhado de um discurso duro, que destacou riscos inflacionários e fragilidade no mercado de trabalho. Esse tom reduziu o apetite por ativos de risco, incluindo criptomoedas.

Publicidade



Nesse cenário, o XRP passou a operar de lado, sem força para sustentar movimentos de recuperação. Mesmo acima de US$ 2,00, o ativo encontra dificuldades para atrair novos compradores e segue pressionado por resistências técnicas relevantes. Os dados on-chain ajudam a explicar essa perda de tração. A atividade no XRP Ledger caiu de forma consistente desde o início de novembro. Segundo a CryptoQuant, a média de endereços ativos recuou para cerca de 20 mil.

Em comparação, a rede chegou a registrar mais de 32 mil endereços ativos em meados de novembro. A redução indica menor uso da blockchain e enfraquece a narrativa de adoção no curto prazo. Assim, quando menos usuários transacionam, o fluxo de capital diminui. Esse movimento reduz a pressão compradora e limita qualquer tentativa de alta mais consistente. Assim, o preço permanece vulnerável.

O mercado de derivativos reforça esse quadro. O Open Interest dos futuros de XRP estabilizou em US$ 3,72 bilhões, um nível bem inferior ao observado meses atrás. Em outubro, durante um período de forte volatilidade, o indicador superava US$ 8 bilhões. Já em julho, o mercado chegou a registrar um recorde de US$ 10,94 bilhões em contratos abertos.

XRP vai cair para US$ 1?

XRP cair

O Open Interest reflete o grau de exposição dos traders. A queda contínua sugere que investidores preferem reduzir risco e aguardar sinais mais claros antes de assumir novas posições. Esse comportamento indica desconfiança sobre a capacidade do XRP sustentar uma tendência de alta. Muitos participantes optam por ficar à margem, o que mantém o ativo preso em uma faixa estreita.

Apesar disso, o interesse institucional segue relativamente estável. Os ETFs de XRP continuam registrando entradas, com cerca de US$ 16 milhões em um único dia recente. O volume acumulado já se aproxima de US$ 1 bilhão, enquanto os ativos líquidos somam aproximadamente US$ 930 milhões. Esses fluxos ajudam a conter quedas mais bruscas, mas ainda não impulsionam uma recuperação sólida.

No campo técnico, o cenário exige atenção. O XRP opera abaixo das médias móveis exponenciais de 50, 100 e 200 períodos, o que mantém a estrutura de curto prazo desfavorável. Os indicadores de momentum mostram leve equilíbrio. O MACD ensaia melhora discreta, enquanto o RSI gira próximo de 48 pontos, refletindo ausência de força dominante.

Publicidade



Para onde vai o preço do XRP

Uma linha de tendência descendente, originada em US$ 2,58, segue limitando ganhos. A resistência mais próxima aparece em US$ 2,13, nível que precisa ser superado para mudar o sentimento. A força da tendência permanece baixa. O ADX em 9,76 indica mercado lateralizado, geralmente um estágio que antecede movimentos mais amplos.

O suporte imediato se concentra perto de US$ 1,98, sustentado por uma linha ascendente iniciada em US$ 1,82. Enquanto esse patamar resistir, o preço tende a se manter estável. No entanto, uma quebra desse suporte pode mudar rapidamente o cenário. Caso isso ocorra, a pressão vendedora pode se intensificar e abrir espaço para quedas mais profundas. Nesse contexto, analistas começam a discutir alvos abaixo de US$ 1 como possibilidade em um cenário extremo. Embora ainda não seja o caso base, o risco cresce à medida que a força compradora diminui.

Siga o CriptoFacil no
Google News CriptoFacil

O post XRP vai cair para menos de US$ 1? Força comprado diminui e ameaça Ripple apareceu primeiro em CriptoFacil.