solana-queda-1260x840-1

Solana perde suportes e padrão baixista projeta queda até US$ 40

Solana Queda

Siga o CriptoFacil no
Google News CriptoFacil

A Solana (SOL) entrou em nova fase de pressão vendedora após confirmar um padrão gráfico de baixa no semanal, reacendendo projeções de correção profunda. O token caiu cerca de 10% no último pregão e negociou na mínima de dois anos em US$ 90, acumulando queda de aproximadamente 11% em 2025. O movimento ocorre em meio à fraqueza generalizada das altcoins e à incapacidade do Bitcoin de sustentar níveis acima de US$ 100.000.

Com valor de mercado em torno de US$ 40 bilhões e volume diário estimado entre US$ 2 bilhões e US$ 3 bilhões, a Solana segue como a quinta maior criptomoeda do mundo. Ainda assim, a perda de suportes técnicos relevantes mudou o viés de curto e médio prazo, aumentando o risco para traders expostos ao ativo em exchanges brasileiras.

Publicidade



O que explica a nova pressão vendedora em Solana?

Em termos simples, a SOL perdeu uma região que funcionava como “chão” de preço desde fevereiro de 2024. Após meses negociando entre US$ 120 e US$ 250, o ativo fechou janeiro abaixo de US$ 105, antigo suporte macro, e falhou em recuperá-lo como suporte.

Esse rompimento confirmou um padrão de Cabeça e Ombros no gráfico semanal, uma formação clássica de reversão de tendência. A “linha do pescoço” do padrão está justamente na faixa de US$ 105; abaixo dela, o alvo técnico inicial aponta para US$ 42–US$ 40, o que implicaria uma correção adicional de cerca de 55%.

Padrão técnico amplia riscos para traders brasileiros

No curto prazo, os indicadores reforçam o cenário defensivo. O RSI diário da SOL opera abaixo de 30 pontos, indicando sobrevenda, enquanto o MACD segue negativo e sem sinais claros de reversão. A média móvel exponencial de 200 semanas, tradicionalmente vista como último suporte estrutural, também foi perdida, abrindo espaço para testes em US$ 75 e, posteriormente, US$ 50.

Para o investidor brasileiro, o impacto é direto: com o BTC/BRL oscilando entre R$ 406 mil e R$ 415 mil no início de fevereiro, novas quedas do Bitcoin tendem a pressionar ainda mais a SOL em reais. Esse ambiente de fraqueza nas altcoins já foi detalhado em análises recentes sobre fraqueza nas altcoins e a queda generalizada das altcoins.

Como o cenário macro limita uma reação mais forte?

A dificuldade de recuperação não é apenas técnica. O Bitcoin opera com RSI diário próximo de 18, nível de sobrevenda extrema, mas ainda sem confirmação de fundo, enquanto saídas líquidas de ETFs de BTC somaram cerca de US$ 278 milhões em janeiro. Esse contexto reduz o apetite por risco e limita entradas relevantes em altcoins como a Solana.

Além disso, bancos globais ajustaram expectativas. O Standard Chartered reduziu sua projeção de preço para a SOL no fim do ano de US$ 310 para US$ 250, citando o tempo necessário para que novos casos de uso da rede escalem. Em um mercado que ainda exige paciência no ciclo de correção das altcoins, isso pesa sobre o sentimento.

Publicidade



Existe algum contraponto ao cenário de queda?

O principal argumento de equilíbrio é que a SOL costuma reagir com força após movimentos extremos, especialmente em zonas de sobrevenda. Caso o Bitcoin encontre um fundo técnico e volte a consolidar acima de suportes relevantes, a Solana pode registrar repiques técnicos de curto prazo.

No entanto, enquanto o preço permanecer abaixo de US$ 105, o risco de continuação da tendência de baixa prevalece. Para investidores brasileiros, o momento pede gestão de risco rigorosa, atenção a suportes em US$ 75 e US$ 50 e cautela com exposições alavancadas.

Siga o CriptoFacil no
Google News CriptoFacil

O post Solana perde suportes e padrão baixista projeta queda até US$ 40 apareceu primeiro em CriptoFacil.

bitcoin-defi-1260x840-1

Fireblocks e Stacks abrem caminho para DeFi institucional em Bitcoin

Bitcoin DeFi

Siga o CriptoFacil no
Google News CriptoFacil

A Fireblocks anunciou uma integração estratégica com a Stacks que permitirá a mais de 2.400 clientes institucionais alocar capital em aplicações DeFi nativas do Bitcoin a partir de 2026. O anúncio ocorre enquanto o BTC é negociado a US$ 88.321, em queda de 1,8% nas últimas 24 horas e com ETFs spot registrando saídas líquidas de US$ 272 milhões no início de fevereiro. O movimento se insere em um momento de busca por novas fontes de rendimento em BTC, mesmo com a pressão de curto prazo no mercado institucional.

O que muda com a integração entre Fireblocks e Stacks?

Na prática, a Fireblocks passa a oferecer infraestrutura de custódia e compliance para aplicações DeFi construídas na Stacks, uma Layer 2 do Bitcoin focada em contratos inteligentes. Isso permite que instituições utilizem BTC diretamente em estratégias como Dual Stacking, empréstimos e geração de yield sem precisar “embrulhar” o ativo em outras redes.

Publicidade



Para o investidor brasileiro, o ponto-chave é a legitimação do DeFi institucional em Bitcoin. Com players que movimentam mais de US$ 5 trilhões por ano em transferências digitais, a Fireblocks reduz o risco operacional que historicamente afastava grandes gestores desse mercado.

Instituições buscam yield em BTC em meio à pressão dos ETFs

O anúncio ganha relevância diante do cenário recente dos ETFs spot de Bitcoin nos EUA. Apenas no segundo pregão de fevereiro, os fundos registraram saída líquida de US$ 272,02 milhões, com o FBTC da Fidelity liderando os resgates em US$ 148,7 milhões. O volume negociado permaneceu elevado, em US$ 8,59 bilhões, mas o total de ativos caiu para US$ 97,01 bilhões.

Esse contraste sugere rotação de capital: enquanto ETFs sofrem com realização de lucros, estratégias alternativas de geração de rendimento em BTC ganham apelo. No gráfico diário, o BTC segue abaixo da média móvel de 50 dias, em US$ 90.400, com RSI em 43 pontos, indicando momento neutro a levemente baixista.

Como isso pode impactar o ecossistema DeFi do Bitcoin?

A entrada institucional via Stacks coloca o Bitcoin em competição mais direta com outras infraestruturas DeFi, como o Ethereum e suas L2s, que somam mais de US$ 40 bilhões em TVL. Hoje, soluções como Rootstock já concentram cerca de US$ 200 milhões em valor bloqueado, mas a escala institucional ainda é limitada.

Se a integração atrair parte do capital institucional, a tendência é reduzir o supply de BTC em exchanges, métrica que historicamente pressiona o preço no médio prazo. Para brasileiros, isso pode significar maior demanda estrutural em pares BTC/BRL, que hoje operam próximos de R$ 660.209.

Riscos e limites da narrativa

Apesar do potencial, a integração só entra em operação no início de 2026, o que deixa espaço para volatilidade e mudanças regulatórias. Além disso, o BTC ainda enfrenta resistências técnicas relevantes em US$ 92.000 e US$ 100.000, níveis que precisam ser rompidos para retomar uma tendência mais construtiva.

Publicidade



Analistas projetam o Bitcoin entre US$ 120.000 e US$ 175.000 até o fim de 2026, mas o caminho depende da adoção real dessas soluções e do apetite institucional. A parceria entre Fireblocks e Stacks é um passo importante, mas ainda não elimina os riscos de execução e de mercado.

Siga o CriptoFacil no
Google News CriptoFacil

O post Fireblocks e Stacks abrem caminho para DeFi institucional em Bitcoin apareceu primeiro em CriptoFacil.

ethreum-defi-web3-1260x840-1

Bitwise amplia foco em staking com compra da Chorus One

Staking Ethereum

Siga o CriptoFacil no
Google News CriptoFacil

A gestora de ativos digitais Bitwise teria fechado a aquisição da provedora institucional de staking Chorus One, em um movimento para ampliar ofertas de rendimento em criptoativos. O anúncio ocorreu enquanto o ether (ETH) negociava próximo de US$ 3.250. O pano de fundo é o avanço do staking institucional em Ethereum, impulsionado por ETFs spot e maior participação de gestores tradicionais.

No acumulado de 7 dias, o ETH sobe 4,6%, sustentado por fluxos positivos para produtos institucionais e métricas on-chain construtivas. Para investidores brasileiros, o movimento reforça a tendência de acesso indireto a yield em cripto via estruturas mais reguladas, em linha com a interesse institucional em Ethereum.

Publicidade



O que muda com a aquisição da Chorus One?

Na prática, a Bitwise passa a integrar infraestrutura própria de staking, reduzindo dependência de terceiros e ampliando margens em produtos de rendimento. A Chorus One opera validadores em mais de 30 redes proof-of-stake e supervisiona cerca de US$ 2,2 bilhões em ativos em staking, com foco relevante em Ethereum.

Staking é o processo de bloquear tokens para validar transações e receber recompensas, funcionando como uma “taxa de juros” da rede. Em Ethereum, esse yield gira entre 3,2% e 4,0% ao ano em ETH, fator que explica a crescente demanda institucional e a expansão da Bitwise além de ETFs tradicionais.

Staking de Ethereum atinge patamar histórico

Mais de 36 milhões de ETH estão atualmente em staking, o equivalente a aproximadamente 30% da oferta circulante da rede. Esse nível reduz o supply líquido disponível em corretoras, métrica que importa porque menor oferta tende a diminuir pressão vendedora no médio prazo.

Do ponto de vista técnico, o ETH mantém viés neutro-altista. O RSI diário está em 56 pontos, longe de sobrecompra, enquanto o MACD segue positivo, embora com perda de inclinação. As médias móveis de 50 e 200 dias passam em US$ 3.050 e US$ 2.780, definindo suportes-chave; a resistência imediata está em US$ 3.400.

Como isso afeta investidores brasileiros?

Para o investidor local, a consolidação do staking institucional pode se traduzir em produtos com menor risco operacional e melhor eficiência tributária no futuro. Plataformas brasileiras já sinalizam aumento da demanda por exposição a ETH e produtos regulados até 2026, em linha com o crescimento do mercado global de staking, que alcançou cerca de US$ 150 bilhões em valor total bloqueado.

O movimento também se conecta à aposta em DeFi da Bitwise, indicando uma estratégia de capturar yield em diferentes camadas do ecossistema. Ainda assim, riscos permanecem: mudanças regulatórias, slashing de validadores e a concentração de staking em grandes players podem afetar retornos e a descentralização da rede.

Publicidade



No curto prazo, a aquisição não altera diretamente o preço do ETH, mas reforça um vetor estrutural de demanda. Se o staking continuar crescendo acima do ritmo de emissão, o efeito líquido tende a ser de suporte ao preço, cenário relevante para quem investe a partir do Brasil com horizonte de médio e longo prazo.

Siga o CriptoFacil no
Google News CriptoFacil

O post Bitwise amplia foco em staking com compra da Chorus One apareceu primeiro em CriptoFacil.

polkadot-limita-emissao

Polkadot amplia smart contracts e disputa desenvolvedores do Ethereum

polkadot-limita-emissao

Siga o CriptoFacil no
Google News CriptoFacil

A Polkadot anunciou um upgrade de protocolo que amplia o suporte a smart contracts, mirando diretamente desenvolvedores do Ethereum e reacendendo sua tese competitiva. O DOT era negociado a US$ 6,60 nesta terça-feira, equivalente a cerca de R$ 35, com queda de 1,8% nas últimas 24h e recuo semanal de 5%. O movimento ocorre em meio à consolidação das altcoins, enquanto o Bitcoin se mantém próximo de R$ 623 mil.

Apesar da reação moderada no preço, o volume diário do DOT ficou em torno de US$ 250 milhões, sinalizando interesse ativo, mas cauteloso, do mercado. Para o investidor brasileiro, a leitura é clara: trata-se mais de uma disputa estrutural por desenvolvedores do que de um catalisador imediato de preço.

Publicidade



O que muda com os novos smart contracts da Polkadot?

Na prática, a atualização facilita que aplicações descentralizadas sejam criadas diretamente no ecossistema Polkadot, reduzindo barreiras técnicas para equipes acostumadas ao desenvolvimento no Ethereum. Desde 2020, a rede já havia lançado mais de 50 parachains para escalar além do modelo monolítico do Ethereum.

Smart contracts são relevantes porque concentram atividade econômica: DeFi, NFTs e infraestrutura on-chain dependem deles. Hoje, o TVL da Polkadot soma US$ 1,2 bilhão, queda de 15% no acumulado do ano, bem abaixo dos US$ 45 bilhões do Ethereum — um gap que ajuda a explicar a estratégia agressiva por desenvolvedores.

Polkadot tenta retomar espaço no cenário competitivo

Com market cap de aproximadamente US$ 6,5 bilhões, o DOT ocupa a 15ª posição entre as criptomoedas, atrás de concorrentes diretos como Avalanche (US$ 12 bilhões) e à frente do Cosmos, com cerca de US$ 3 bilhões. A concentração de oferta segue estável: os 100 maiores endereços detêm cerca de 10% do supply, sem variações relevantes nos últimos 7 dias.

No gráfico diário, o DOT consolida abaixo da média móvel de 50 dias, em US$ 6,90, enquanto o RSI em 42 indica ausência de sobrecompra. O suporte imediato está em US$ 6,30; uma perda desse nível abre espaço para US$ 5,80. Para retomada altista, o ativo precisa romper a resistência em US$ 7,20 com volume acima da média.

Quais são os riscos dessa estratégia?

O principal risco é a inércia do ecossistema Ethereum, que segue dominante e avança com atualizações do Ethereum e soluções de Layer 2. Redes como Arbitrum e Optimism já oferecem compatibilidade quase total com EVM, reduzindo o incentivo para migração.

Além disso, a atividade on-chain ainda não reagiu ao anúncio: não houve aumento expressivo no número de contratos ou no TVL. Para traders brasileiros, isso reforça a leitura de curto prazo mais defensiva, com foco em gestão de risco e atenção ao comportamento do Bitcoin frente ao par BTC/BRL.

Publicidade



O upgrade reforça a narrativa de longo prazo da Polkadot, mas o mercado exige tração mensurável. Sem crescimento em uso real, o DOT tende a seguir lateralizado, acompanhando o humor macro e a rotação entre altcoins nos próximos meses.

Siga o CriptoFacil no
Google News CriptoFacil

O post Polkadot amplia smart contracts e disputa desenvolvedores do Ethereum apareceu primeiro em CriptoFacil.

gamestop-bitcoin-1-1470x840-1

GameStop pode ter vendido Bitcoin antes da queda a US$ 87 mil

gamestop-comprar-bitcoin

Siga o CriptoFacil no
Google News CriptoFacil

Relatos de mercado indicam que a GameStop pode ter reduzido sua posição em Bitcoin pouco antes da recente queda do ativo, levantando dúvidas sobre o timing de empresas com BTC em tesouraria. O Bitcoin caiu para a região de US$ 87.000, recuo de 6,4% em sete dias, antes de consolidar em torno de US$ 88.200 nas últimas 24h. O movimento ocorre em um momento de enfraquecimento institucional, com saídas relevantes de ETFs spot e maior cautela corporativa.

No mercado brasileiro, o BTC é negociado perto de R$ 660.000, valor sensível para traders locais devido à correlação direta com a liquidez internacional e decisões de grandes detentores. Para investidores, entender se empresas estão antecipando quedas ajuda a calibrar risco em períodos de consolidação.

Publicidade



O que está por trás da possível venda da GameStop?

A GameStop entrou na tendência de tesouraria corporativa em bitcoin em 2025, seguindo exemplos como MicroStrategy e Tesla, que usam o BTC como reserva alternativa de valor. A suspeita de venda surgiu após a empresa reduzir exposição a ativos digitais em meio à volatilidade crescente no final de janeiro.

Esse tipo de movimento importa porque grandes vendas corporativas afetam a oferta disponível no mercado à vista. Dados on-chain mostram que o supply de BTC em exchanges subiu 1,2% na semana, sinalizando maior intenção de venda, enquanto transferências acima de 1.000 BTC — típicas de baleias — aumentaram 18% no período.

Impacto técnico no preço do Bitcoin

No gráfico diário, o Bitcoin falhou em sustentar a resistência psicológica em US$ 100.000 e entrou em consolidação. O suporte imediato está em US$ 87.000, com resistência curta em US$ 90.000; abaixo disso, analistas observam um canal descendente que projeta alvo em US$ 78.000.

Os indicadores refletem cautela: o RSI está em 44 pontos, abaixo da zona neutra, enquanto o MACD segue negativo, embora com histograma em desaceleração. As médias móveis de 50 e 200 dias permanecem acima do preço, reforçando viés de curto prazo mais fraco.

Pressão institucional e reflexos para o Brasil

As saídas de capital de ETFs spot de Bitcoin somaram US$ 3,48 bilhões em novembro e US$ 1,09 bilhão em dezembro, caindo para US$ 278 milhões em janeiro, mas ainda indicando pressão institucional no bitcoin. Esse fluxo reduz demanda estrutural e aumenta a sensibilidade do preço a vendas pontuais de empresas.

Para investidores brasileiros, isso se traduz em maior volatilidade no par BTC/BRL. Projeções de mercado indicam média de R$ 737.000 em fevereiro de 2026, apoiada em um histórico positivo do mês, com retorno médio de 14,3%, mirando novamente a região de US$ 101.000 se o fluxo institucional melhorar.

Publicidade



Riscos e contrapontos

Vale destacar que não há confirmação oficial da venda por parte da GameStop. Empresas podem rebalancear posições por motivos contábeis sem sinalizar visão negativa de longo prazo, enquanto o hash rate da rede segue próximo às máximas históricas, sustentando a segurança do protocolo.

Além disso, movimentos como a reestruturação de produtos institucionais reacendem o interesse institucional no BTC, o que pode neutralizar impactos de vendas isoladas.

Em síntese, a possível saída da GameStop reforça como decisões corporativas influenciam o curto prazo do Bitcoin. Para traders e investidores brasileiros, o foco permanece nos níveis de US$ 87.000 e US$ 90.000, enquanto fluxos institucionais e dados on-chain definirão se o mercado retoma força ou prolonga a consolidação.

Publicidade



Siga o CriptoFacil no
Google News CriptoFacil

O post GameStop pode ter vendido Bitcoin antes da queda a US$ 87 mil apareceu primeiro em CriptoFacil.

hacker-crime-china-1260x840-1

Redes criminosas chinesas movimentam US$ 16 bilhoes em cripto

China Bitcoin Hacker

Siga o CriptoFacil no
Google News CriptoFacil

Redes criminosas organizadas da China teriam movimentado US$ 16 bilhões em criptomoedas ao longo de 2025, de acordo com um relatório amplamente debatido em fóruns do setor. O dado surge em um momento de relativa estabilidade do Bitcoin, que consolida próximo de US$ 97.200, com variação positiva de 1,4% em 24h e volume diário acima de US$ 32 bilhões. O episódio se encaixa em uma narrativa mais ampla de endurecimento regulatório global e maior escrutínio sobre fluxos ilícitos em blockchain.

Mesmo sem impacto imediato no preço, o mercado reage no médio prazo via percepção de risco regulatório, fator que pesa sobre valuation e liquidez. Para investidores brasileiros, o tema importa porque o Brasil avança na integração cripto ao sistema financeiro tradicional, aumentando a vigilância sobre exchanges e produtos regulados.

Publicidade



O que está por trás dos US$ 16 bilhões em transações?

Em termos simples, o relatório sugere que organizações criminosas chinesas usaram criptomoedas para lavagem de dinheiro, remessas internacionais e financiamento de atividades ilegais. Esse tipo de operação se apoia na liquidez global do mercado cripto e, em alguns casos, no uso de moedas de privacidade, que dificultam o rastreamento de transações.

O número de US$ 16 bilhões ganha peso quando comparado ao total global estimado de US$ 20,1 bilhões em atividades ilícitas em cripto em 2024, o que indica concentração relevante. Métricas on-chain mostram que, historicamente, picos de transações suspeitas coincidem com aumento de saldo em exchanges offshore e mixers, sinal clássico de tentativa de ocultação de origem.

Pressão regulatória e impactos no mercado brasileiro

Casos de crimes com criptomoedas fortalecem o discurso de reguladores por controles mais rígidos. No Brasil, a CVM já aprovou ETFs de Bitcoin e Ethereum em 2024, enquanto o Banco Central amplia exigências de compliance para prestadores de serviços de ativos virtuais.

Esse movimento ocorre em paralelo a uma retração do apetite institucional global. ETFs de Bitcoin registraram saídas líquidas de US$ 3,48 bilhões em novembro de 2025, US$ 1,09 bilhão em dezembro e mais US$ 278 milhões em janeiro de 2026, sinalizando cautela. Tecnicamente, o BTC mantém suporte em US$ 94.500 e resistência em US$ 100.000; o RSI diário em 52 aponta mercado neutro, enquanto o MACD segue próximo da linha zero.

Como isso pode afetar investidores de cripto?

O risco central é regulatório, não tecnológico. Um endurecimento excessivo pode elevar custos operacionais de exchanges locais e reduzir a oferta de ativos, especialmente os mais sensíveis a compliance. Por outro lado, maior fiscalização tende a favorecer produtos regulados, como ETFs e stablecoins alinhadas às regras brasileiras.

O contraponto é que dados on-chain mostram que atividades ilícitas representam uma fração pequena do volume total do mercado, o que limita impactos sistêmicos. Ainda assim, o investidor brasileiro deve monitorar níveis técnicos e notícias regulatórias, pois ruídos desse tipo costumam aumentar a volatilidade de curto prazo.

Publicidade



O cenário reforça a tendência de amadurecimento do setor: menos tolerância a abusos e maior integração ao sistema financeiro tradicional. Para quem investe no Brasil, entender essa dinâmica é tão importante quanto acompanhar o próximo suporte ou resistência do Bitcoin.

Siga o CriptoFacil no
Google News CriptoFacil

O post Redes criminosas chinesas movimentam US$ 16 bilhoes em cripto apareceu primeiro em CriptoFacil.

QUEDA-BITCOIN-CRIPTOMOEDAS-1493x840-1

ETF vendido em Strategy dispara enquanto ação afunda com Bitcoin

QUEDA-BITCOIN-CRIPTOMOEDAS

Siga o CriptoFacil no
Google News CriptoFacil

Um ETF projetado para lucrar com quedas da Strategy, maior detentora pública de bitcoin do mundo, atingiu máxima histórica nesta terça-feira, em meio à pressão contínua sobre o BTC e ações ligadas ao setor. O GraniteShares 2x Short MSTR Daily ETF (MSDD) subiu para US$ 114, acumulando alta de 13,5% no ano, enquanto a ação da Strategy caiu para US$ 126, menor nível desde setembro de 2024. O movimento reflete um ambiente de aversão a risco, com saídas institucionais e indicadores técnicos apontando estresse no mercado cripto.

A Strategy já recua 76% desde o topo histórico de US$ 543, registrado em novembro de 2025, acompanhando a queda do bitcoin, que chegou a US$ 73.000 no intraday antes de se recuperar para US$ 76.000. No acumulado de 2026, o BTC ainda cai 12%, negociando abaixo de resistências-chave como a média móvel de 200 dias, hoje em US$ 103.947. Para investidores brasileiros, isso se traduz em maior volatilidade no BTC/BRL, atualmente em R$ 623.219, com leve alta diária de 0,89%.

Publicidade



O que está por trás da disparada do ETF vendido em Strategy?

O MSDD é um ETF alavancado que busca entregar -200% da variação diária da ação da Strategy. Na prática, se a MSTR cai 2% em um dia, o fundo tenta subir 4%, antes de taxas e do efeito de rebalanço diário. Desde o lançamento, em janeiro de 2025, o produto se consolidou como ferramenta tática de curto prazo para traders pessimistas.

Nos últimos 12 meses, o MSDD acumula valorização de 275%, enquanto o Defiance Daily Target 2x Short MSTR ETF (SMST) também renovou máxima em 11 meses, negociado a US$ 113. O desempenho ocorre em paralelo ao aumento do prejuízo dos ETFs de Bitcoin tradicionais, que enfrentam resgates líquidos e menor apetite institucional.

Pressão técnica e dados on-chain reforçam cautela

No lado técnico, o bitcoin apresenta sinais claros de sobrevenda. O RSI de 14 dias está em 23,37, abaixo do limiar de 30, indicando exaustão vendedora, enquanto o MACD semanal permanece profundamente negativo. Esses números explicam a recente tentativa de repique, mas ainda não confirmam reversão de tendência.

Do ponto de vista on-chain, a Strategy detém 713.502 BTC, avaliados em cerca de US$ 54,2 bilhões, o que amplifica a correlação entre sua ação e o preço do bitcoin. Com o BTC abaixo de US$ 77.000, qualquer nova queda pressiona o valor patrimonial da empresa e favorece ETFs vendidos, ao mesmo tempo em que saídas institucionais dos ETFs à vista desaceleram, sugerindo que a força vendedora pode estar perdendo fôlego.

Como isso afeta investidores brasileiros?

Para traders no Brasil, o sucesso desses ETFs sinaliza uma busca crescente por hedge em mercados globais, algo que ainda é limitado localmente. Mesmo assim, entender essa dinâmica ajuda a calibrar risco em posições de BTC e ações correlatas, especialmente para quem acompanha a aposta da Strategy no Bitcoin.

O contraponto é que fevereiro historicamente entrega retorno médio de 14,3% para o BTC, e projeções apontam o BTC/BRL em até R$ 737.195 até o fim do mês. Com RSI em sobrevenda e fluxo vendedor institucional diminuindo, o mercado entra em uma fase decisiva: ou consolida acima do suporte de US$ 73.000, ou abre espaço para novas mínimas.

Publicidade



Enquanto isso, ETFs alavancados como o MSDD seguem como instrumentos de alto risco, adequados apenas para estratégias de curto prazo. Para o investidor brasileiro, a mensagem é clara: o momento exige gestão de risco rigorosa, leitura atenta de indicadores e consciência de que volatilidade ainda domina o cenário.

Dados de mercado e projeções de preço podem ser acompanhados em indicadores atualizados do BTC/BRL, além de análises de sentimento e técnica em projeções para fevereiro de 2026 e monitoramento de fluxos institucionais globais em dados recentes de ETFs.

Siga o CriptoFacil no
Google News CriptoFacil

O post ETF vendido em Strategy dispara enquanto ação afunda com Bitcoin apareceu primeiro em CriptoFacil.

galaxy-queda

Ações da Galaxy Digital despencam após prejuízo de US$ 482 mi

Galaxy Digital

Siga o CriptoFacil no
Google News CriptoFacil

As ações da Galaxy Digital despencaram nesta terça-feira após a empresa divulgar um prejuízo de US$ 482 milhões no quarto trimestre, resultado de uma queda de 22% no valor de seus investimentos e ativos digitais. O papel GLXY caiu cerca de 16% no dia, sendo negociado a US$ 22,13, o menor nível desde julho e 52% abaixo da máxima histórica de US$ 45,92 registrada em outubro. O movimento ocorre em um contexto de enfraquecimento do mercado cripto em 2026, com Bitcoin consolidando abaixo de US$ 90.000 e fluxo institucional negativo.

No trimestre encerrado em 31 de dezembro, o portfólio da Galaxy recuou US$ 449 milhões, reduzindo o valor total dos investimentos para US$ 1,7 bilhão, apesar de a empresa manter US$ 2,6 bilhões em caixa e stablecoins. O dado reforça o momento de aversão a risco que atinge empresas expostas ao perdas no mercado cripto, especialmente após saídas consecutivas de capital dos ETFs de Bitcoin.

Publicidade



O que aconteceu com a Galaxy Digital?

Em termos simples, a Galaxy sofreu com a desvalorização direta dos criptoativos que mantém em balanço. Ao final do quarto trimestre, a empresa possuía US$ 557 milhões em Bitcoin, US$ 124 milhões em Ethereum e US$ 220 milhões em outras altcoins, além de US$ 617 milhões alocados em ventures e fundos.

O prejuízo antes de juros e impostos somou US$ 557 milhões, superando em quase 100% a estimativa de US$ 278 milhões projetada por analistas de Wall Street. Para investidores, isso sinaliza que a volatilidade do mercado está impactando não apenas tokens, mas também empresas listadas que atuam como ponte entre finanças tradicionais e cripto.

Pressão institucional e dados de mercado

O desempenho fraco da Galaxy acompanha a queda de 23% do Bitcoin e de 28% do Ethereum no quarto trimestre, período em que os volumes de negociação da empresa caíram 62% para US$ 10,6 bilhões. Esse recuo veio após um pico atípico no trimestre anterior, quando a Galaxy intermediou uma venda de US$ 9 bilhões em BTC.

No mercado mais amplo, ETFs spot de Bitcoin registraram saídas líquidas de US$ 3,48 bilhões em novembro de 2025, US$ 1,09 bilhão em dezembro e mais US$ 278 milhões em janeiro de 2026. Esse movimento ajuda a explicar por que o BTC consolida em US$ 88.321, com suporte técnico em US$ 87.210 e resistência relevante entre US$ 98.000 e US$ 101.000.

Como isso afeta investidores brasileiros?

Para o investidor brasileiro, o resultado da Galaxy funciona como termômetro do apetite institucional no setor. Empresas com exposição direta a cripto tendem a sofrer mais em períodos de retração, o que exige atenção redobrada de quem investe em ações estrangeiras ou em produtos atrelados a esse segmento.

Por outro lado, a Galaxy informou que sua carteira de empréstimos permaneceu estável em US$ 1,8 bilhão, indicando demanda resiliente mesmo com preços mais baixos. Analistas como Tom Lee defendem que o mercado pode estar próximo de um fundo, argumento que contrasta com projeções mais cautelosas, como a possibilidade de o Bitcoin testar níveis abaixo de US$ 60.000 se perder médias de longo prazo.

Publicidade



Em síntese, o prejuízo da Galaxy Digital reforça os riscos do ciclo atual, mas também destaca que liquidez e caixa ainda são diferenciais estratégicos. Para brasileiros, o momento pede gestão de risco, atenção a níveis técnicos e acompanhamento do fluxo institucional antes de aumentar exposição.

Siga o CriptoFacil no
Google News CriptoFacil

O post Ações da Galaxy Digital despencam após prejuízo de US$ 482 mi apareceu primeiro em CriptoFacil.

tom-lee-fundo-cripto

Tom Lee vê fundo do mercado cripto após forte correção

Tom Lee Fundo Cripto

Siga o CriptoFacil no
Google News CriptoFacil

O cofundador da Fundstrat, Tom Lee, afirmou que o mercado de criptomoedas provavelmente está em um fundo ou muito próximo dele após a recente correção, apesar da continuidade da volatilidade. O comentário veio enquanto o Bitcoin era negociado a US$ 77.357, queda de 1,4% em 24 horas e recuo de 11,8% em sete dias. O movimento ocorre em um cenário macro de maior aversão a risco, marcado por forte rotação de capital para metais preciosos e incertezas políticas nos EUA.

A correção atual se soma a episódios recentes de forte liquidação no Bitcoin, que pressionaram o mercado mesmo sem excesso de alavancagem sistêmica. Para investidores brasileiros, o BTC é negociado perto de R$ 660.209, sensível à estabilidade do dólar frente ao real e ao humor global dos mercados.

Publicidade



O que está por trás da tese de fundo do mercado?

Segundo Lee, os preços caíram mais do que os fundamentos justificariam, já que métricas de rede seguem sólidas. Ele destaca a ausência de alavancagem excessiva e a resiliência da atividade on-chain como sinais de que a pressão vendedora pode estar perto do esgotamento.

No Ethereum, a situação é mais delicada no curto prazo. O ETH é negociado a US$ 2.265, com queda de 3,5% em 24 horas e perda superior a 22% em sete dias. Apesar disso, Lee aponta que endereços ativos e transações seguem elevados, embora parte desse aumento esteja ligada a ataques de “address poisoning”, o que reduz a qualidade do crescimento observado.

Análise técnica: níveis-chave sob observação

Do ponto de vista técnico, o Bitcoin testa um suporte relevante em US$ 87.210, enquanto a resistência imediata está entre US$ 89.241 e US$ 90.000. O RSI diário gira em torno de 34 pontos, indicando condição próxima de sobrevenda, enquanto o MACD permanece negativo, mas com perda de inclinação, sinalizando possível desaceleração da tendência de baixa.

Analistas técnicos observam a formação de um padrão de cunha descendente, cuja projeção aponta para uma recuperação em direção à faixa de US$ 98.000 a US$ 101.000 se houver rompimento com volume. Esse cenário ganharia força caso a pressão vendedora institucional continue arrefecendo, como já sugerem as recentes saídas de ETFs cripto, que desaceleraram para US$ 278 milhões em janeiro.

Por que metais e política importam para o cripto agora

O pano de fundo macro pesa. Ouro e prata dispararam 37,4% e 106,9% nos últimos meses antes de sofrerem correções bruscas, com o ouro caindo mais de 9% em um único dia. Essa rotação drenou liquidez de ativos de risco, incluindo criptomoedas.

Além disso, a incerteza sobre o Federal Reserve e a agenda política americana aumenta a volatilidade. Historicamente, períodos de transição na liderança do Fed tendem a gerar testes de mercado, o que exige cautela dos traders brasileiros.

Publicidade



Riscos e o contraponto à visão otimista

Apesar da tese de fundo, o risco de novas mínimas não está descartado. O sentimento ainda é frágil, e a fraqueza das altcoins mostra que a recuperação não é ampla. Um rompimento claro abaixo de US$ 87.000 poderia abrir espaço para novas quedas.

Por outro lado, fevereiro historicamente entrega retorno médio de 14,3% para o Bitcoin. Se o padrão se repetir, investidores no Brasil podem ver o BTC/BRL se aproximar da região de R$ 737 mil, mas apenas uma melhora consistente no volume e no fluxo institucional confirmaria esse cenário.

Em síntese, o mercado pode estar próximo de um ponto de inflexão, como sugere Tom Lee, mas o caminho segue dependente do macro e da confirmação técnica. Para o investidor brasileiro, o momento pede disciplina, gestão de risco e atenção redobrada aos níveis-chave.

Publicidade



Projeções técnicas para o Bitcoin em fevereiro mostram viés de recuperação, enquanto estimativas para o BTC/BRL reforçam a sensibilidade ao câmbio. O cenário global de volatilidade também é detalhado em análises recentes sobre a correção simultânea em metais e cripto.

Siga o CriptoFacil no
Google News CriptoFacil

O post Tom Lee vê fundo do mercado cripto após forte correção apareceu primeiro em CriptoFacil.

prevenda-liquidchain-layer3

De Liquidez Fragmentada à Execução Unificada: Por que a LiquidChain ($LIQUID) está sendo comparada ao Ethereum em seus primeiros anos

LiquidChain desponta como a melhor pré-venda cripto de 2026

Siga o CriptoFacil no
Google News CriptoFacil

O mercado cripto viu inúmeras narrativas surgirem e desaparecerem, mas poucos projetos realmente mudaram a forma como o ecossistema funciona. O Ethereum fez exatamente isso em seus primeiros dias ao introduzir a execução programável e os contratos inteligentes, em um momento em que o Bitcoin ainda era visto principalmente como dinheiro digital. Isso desbloqueou uma camada totalmente nova de utilidade.

Hoje, uma conversa semelhante começa a se formar em torno da LiquidChain ($LIQUID). A comparação envolve utilidade, timing e a resolução de um problema estrutural que se torna mais visível à medida que o mercado amadurece.

Publicidade



À medida que o capital se espalha entre Bitcoin, Ethereum, Solana e outros ecossistemas, a liquidez fragmentada se tornou um dos maiores gargalos do mercado cripto. A LiquidChain foi construída especificamente para enfrentar esse desafio por meio da execução unificada, o que a coloca em uma posição que ecoa o papel do Ethereum durante sua fase inicial de crescimento.

Por que o $LIQUID reflete a utilidade inicial do $ETH e o impacto na rede

O Ethereum teve sucesso porque expandiu o que as blockchains podiam fazer. Ele introduziu uma camada de execução programável que permitiu aos desenvolvedores criar diretamente on-chain, em vez de depender de sistemas externos. Essa mudança transformou a forma como o valor circula e como as aplicações são criadas.

A LiquidChain entra no mercado com uma mentalidade semelhante, mas com foco em liquidez, e não apenas em computação. Em vez de criar mais um ecossistema isolado, ela opera como uma camada de execução e liquidez de Nível 3 (Layer-3) que conecta as principais blockchains.

A ideia central por trás da LiquidChain é simples, mas poderosa. A liquidez não deve ficar presa dentro de cadeias individuais. A liquidez do Bitcoin, do Ethereum e da Solana atende a mercados diferentes, mas raramente interagem de forma eficiente. A LiquidChain trata a liquidez como um recurso compartilhado que pode ser roteado entre ecossistemas por meio de um ambiente de execução unificado.

Isso espelha a proposta de valor inicial do Ethereum. O Ethereum não substituiu o Bitcoin. Ele expandiu a funcionalidade do mercado cripto como um todo. A LiquidChain segue a mesma lógica ao aprimorar a forma como as cadeias existentes interagem, em vez de pedir que usuários ou desenvolvedores as abandonem.

A utilidade desempenha um papel central nessa comparação. A demanda inicial do Ethereum veio de desenvolvedores implantando contratos inteligentes e de usuários interagindo com aplicações descentralizadas. A demanda da LiquidChain está ligada a taxas de execução, roteamento de liquidez e participação na rede entre cadeias. Em ambos os casos, a relevância do token é impulsionada pelo uso.

Publicidade



Por que a LiquidChain está impulsionando o FOMO na pré-venda cripto

Narrativas de infraestrutura tendem a se construir silenciosamente antes de se tornarem óbvias. A adoção inicial do Ethereum aconteceu muito antes de a atenção mainstream alcançá-lo. A LiquidChain parece seguir um caminho semelhante durante sua fase de pré-venda cripto.

A pré-venda cripto da LiquidChain vem apresentando bons resultados. Quase US$ 500.000 já foram arrecadados, um número notável em um período em que muitos projetos de pré-venda cripto lutam para manter o ritmo. Isso indica confiança no modelo de execução subjacente.

Uma camada adicional de contexto vem da atividade de staking. Mais de 27 milhões de tokens $LIQUID já estão em staking, reduzindo a oferta circulante inicial e alinhando os participantes em torno do uso de longo prazo da rede. O comportamento de staking precoce geralmente sinaliza que os compradores estão se posicionando em torno da utilidade e do crescimento do protocolo.

Publicidade



Esse foco na eficiência de execução é o motivo pelo qual a LiquidChain é classificada como uma das melhores candidatas a “best crypto to buy” entre projetos liderados por infraestrutura. O pré-venda cripto em andamento reflete esse posicionamento, com entradas constantes de capital e forte participação inicial no staking.

A liquidez fragmentada afeta a qualidade da execução, a precificação e a eficiência do capital em todo o ecossistema. O foco da LiquidChain nesse problema a coloca em uma posição forte à medida que a atenção retorna à infraestrutura fundamental.

Por que o $LIQUID pode ser o melhor altcoin subvalorizado para comprar em 2026

A ascensão do Ethereum foi impulsionada pela necessidade. O mercado precisava de execução programável, e o Ethereum entregou isso no momento certo. O posicionamento da LiquidChain segue o mesmo princípio.

Publicidade



À medida que a atividade multi-chain cresce, a eficiência do capital se torna mais importante do que nunca. Investidores e desenvolvedores querem acesso à liquidez sem complexidade desnecessária. A LiquidChain oferece isso por meio da execução unificada.

O token $LIQUID está no centro desse sistema. Ele é usado para taxas de execução, incentivos de roteamento de liquidez e participação em toda a rede. A demanda está diretamente ligada ao uso, criando uma conexão clara entre o crescimento da rede e a relevância do token.

A mecânica de oferta reforça essa estrutura. Com um fornecimento total fixo de 11.800.000.100 tokens e alocações focadas em desenvolvimento, crescimento do ecossistema, recompensas e listagens, o design favorece a expansão de longo prazo em vez de incentivos de curto prazo.

Publicidade



Ao avaliar altcoins para comprar em 2026, o posicionamento importa tanto quanto a narrativa. Ativos maduros geralmente exigem entradas massivas de capital para se moverem de forma significativa. Esse posicionamento coloca o $LIQUID firmemente na conversa sobre “a melhor cripto para comprar” à medida que avançamos mais profundamente em 2026.

Explore a LiquidChain e sua pré-venda cripto em andamento:

Pré-venda: https://liquidchain.com/
Social: https://x.com/getliquidchain
Whitepaper: https://liquidchain.com/whitepaper

Aviso: Este artigo tem funcionalidade exclusivamente informativa, e não constitui aconselhamento de investimento ou oferta para investir. O CriptoFácil não é responsável por qualquer conteúdo, produtos ou serviços mencionados neste artigo.

Siga o CriptoFacil no
Google News CriptoFacil

O post De Liquidez Fragmentada à Execução Unificada: Por que a LiquidChain ($LIQUID) está sendo comparada ao Ethereum em seus primeiros anos apareceu primeiro em CriptoFacil.