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Impasse regulatório e juros do Fed pesam sobre o Bitcoin

Token de Bitcoin entre um impasse regulatório e a pressão de juros do Federal Reserve

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O Bitcoin caiu 4% no pregão americano e estabilizou perto de US$ 75.900 por volta das 8h em Londres, segundo a Bloomberg. O recuo ocorreu em meio a uma nova pressão sobre as criptomoedas, enquanto o mercado mais amplo também operava em baixa após quedas acentuadas registradas nos Estados Unidos.

O cenário reúne dois pontos destacados pela reportagem: os Estados Unidos não avançaram um projeto regulatório considerado importante para o setor cripto e o mercado se aproximava de uma possível alta de juros pelo Federal Reserve, o banco central americano. Para a Bloomberg, esses fatores atingiram o sentimento da indústria em um momento de fraqueza mais ampla dos ativos digitais.

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Desenvolvimento Principal

A queda de 4% do Bitcoin durante a sessão americana foi seguida por uma estabilização em torno de US$ 75.900 no início da manhã em Londres. Ainda assim, a referência a uma estabilização não altera o quadro de pressão descrito pela Bloomberg, que apontou um mercado de criptomoedas mais fraco depois das perdas observadas nos Estados Unidos.

O movimento coloca em evidência as notícias regulatórias e o cenário monetário americano mencionados pela Bloomberg. A publicação associou a renovação da pressão sobre as criptomoedas ao fracasso em avançar uma proposta regulatória nos EUA e à proximidade de uma possível decisão de juros pelo Federal Reserve.

De acordo com a Bloomberg, a fraqueza não se limitou ao Bitcoin. O mercado mais amplo de criptomoedas também estava mais fraco após as quedas acentuadas nos Estados Unidos, compondo o contexto em que a cotação da maior criptomoeda recuou durante o pregão americano.

O que travou no Congresso americano

Segundo a Bloomberg, os Estados Unidos falharam em avançar um projeto regulatório relevante para o setor de criptoativos. A publicação relacionou esse fracasso legislativo à nova pressão sobre as criptomoedas e ao impacto sobre o sentimento da indústria.

O material disponível não apresenta detalhes sobre o conteúdo da proposta. O ponto destacado pela Bloomberg é que a falta de avanço do projeto ocorreu antes de uma possível alta de juros pelo Federal Reserve, em um período de perdas para o Bitcoin e para o mercado cripto mais amplo.

Assim, o impasse legislativo aparece na reportagem como parte do contexto imediato da pressão renovada sobre os ativos digitais. A Bloomberg não atribui o movimento do Bitcoin a um único elemento, mas cita tanto o projeto regulatório quanto a perspectiva para os juros.

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Juros do Fed voltam ao centro da mesa

O segundo fator mencionado pela Bloomberg é a possibilidade de uma alta de juros pelo Federal Reserve. A perspectiva de uma decisão do banco central americano acrescentou um componente macroeconômico ao ambiente de pressão sobre o Bitcoin e o mercado cripto mais amplo.

O material não informa o tamanho de uma eventual alta nem apresenta uma data específica para a decisão. Por isso, o dado central é a proximidade dessa possibilidade, citada pela Bloomberg como parte do contexto que ajudava a pressionar o sentimento em torno das criptomoedas.

Leia também

Por ora, o quadro descrito pela Bloomberg é de Bitcoin em queda de 4%, estabilizado perto de US$ 75.900 em Londres, e de um mercado cripto mais fraco. O impasse regulatório nos Estados Unidos e a perspectiva de uma possível alta de juros pelo Federal Reserve são os fatores destacados pela publicação para explicar o ambiente de pressão.

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Entradas em ETFs sustentam Solana apesar da pressão no curto prazo

Token inspirado na Solana sobre suporte laranja, com fluxo luminoso representando entradas em ETFs

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Solana caiu de US$ 101,36 para US$ 95,84 após o Senado dos Estados Unidos não avançar com uma votação processual do CLARITY Act, projeto relacionado à estrutura do mercado de criptoativos. O movimento recolocou a região de US$ 95 no centro da análise técnica, enquanto entradas em ETFs spot e a redução dos saldos em exchanges compõem o cenário de demanda citado no relatório.

Contexto do Movimento

Segundo análise publicada após o revés do projeto no Senado e atribuída ao analista Ali Martinez, a correção de Solana ocorreu depois da notícia de que o CLARITY Act não havia passado na votação processual. O projeto é voltado à estrutura regulatória do mercado de criptoativos, assunto que o CriptoFácil já vinha acompanhando ao detalhar as mudanças propostas pelo CLARITY Act.

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O relatório também aponta fatores que podem oferecer suporte ao ativo. Os ETFs spot de Solana nos Estados Unidos registraram entradas líquidas por nove semanas consecutivas, com mais de US$ 200 milhões captados no último mês. Esse fluxo se relaciona com a rotação de capital entre ETFs de Bitcoin e Solana já mapeada pelo CriptoFácil.

Ao mesmo tempo, mais de 3 milhões de SOL deixaram as exchanges no período citado pela análise, reduzindo a quantidade de tokens imediatamente disponível para venda. O crescimento da rede também foi incluído na leitura: os novos endereços de Solana chegaram a 12 milhões em 11 de setembro e continuaram aumentando em cerca de 10,8 milhões por dia, de acordo com o material.

Esses elementos não eliminam a volatilidade associada ao ambiente regulatório, mas ajudam a explicar por que a análise considera que a correção pode não se prolongar. A avaliação se baseia na combinação entre níveis técnicos relevantes, fluxo para ETFs, menor oferta nas plataformas de negociação e crescimento contínuo da rede.

Leitura dos Indicadores Técnicos

Na leitura mais recente, SOL operava a US$ 97,05, abaixo da média móvel de 20 dias, a MA20, em US$ 101,88. Para a análise, essa configuração reflete pressão vendedora no curto prazo. O MACD permanecia bearish, levando o relatório a recomendar cautela até que um repique técnico seja confirmado.

As médias mais longas oferecem um contraste com esse sinal de curto prazo. A cotação permanecia acima da MA50, em US$ 89,36, e acima da MA200, em US$ 83,34. Segundo a análise, a permanência acima desses patamares preserva a leitura de tendência estrutural, ainda que o comportamento imediato seja condicionado pela reação após a queda.

Assim, os indicadores descritos no relatório apontam sinais mistos: a posição abaixo da MA20 e o MACD bearish pedem espera por confirmação, enquanto as referências de 50 e 200 dias permanecem como níveis técnicos abaixo do preço observado. A análise não trata esse quadro como garantia de reversão, mas como uma leitura condicionada ao comportamento de SOL nos suportes e resistências indicados.

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Níveis de Suporte e Resistência

O nível de US$ 95 é tratado como uma zona-chave de suporte. A justificativa vem de dados on-chain segundo os quais cerca de 72 milhões de SOL foram negociados anteriormente em torno dessa faixa de preço. Esse volume histórico sugere que a área próxima de US$ 95 pode concentrar interesse de negociação e atuar como suporte técnico.

Na hipótese apresentada pela análise, a manutenção de US$ 95 poderia abrir espaço para recuperação até a faixa entre US$ 101 e US$ 106. Caso o suporte não seja sustentado, o cenário projetado pelo relatório é de recuo para a região entre US$ 92 e US$ 90. Trata-se de faixas condicionais da análise, e não de níveis assegurados pelo mercado.

Em uma janela mais ampla, o relatório associa a manutenção do preço entre US$ 95 e US$ 98 a um possível reteste da faixa de US$ 106 a US$ 110. A MA50 em US$ 89,36 e a MA200 em US$ 83,34 aparecem como referências adicionais caso a correção avance para baixo. Dessa forma, os níveis técnicos organizam os cenários apresentados sem afastar os riscos de volatilidade.

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Projeção e Alvo de Preço

A análise classifica o cenário de curto prazo como neutro, com nível de confiança de 58%. Nessa avaliação, a defesa de US$ 95 poderia levar SOL de volta à faixa de US$ 101 a US$ 106, enquanto a perda do suporte projetaria uma queda para US$ 92 a US$ 90. O relatório relaciona a postura de espera ao preço abaixo da MA20 e ao MACD bearish.

No médio prazo, a leitura divulgada é positiva, com confiança de 63%. A análise cita as nove semanas de entradas líquidas nos ETFs spot, a saída de mais de 3 milhões de tokens das exchanges e o crescimento da rede como fatores de suporte. Se SOL se mantiver entre US$ 95 e US$ 98, o relatório projeta um reteste de US$ 106 a US$ 110; abaixo dessa faixa, aponta recuo em direção a US$ 89.

No longo prazo, a leitura também é positiva, com confiança de 66%. Segundo o material, a continuidade das entradas institucionais, a menor oferta em exchanges e o crescimento da rede poderiam fortalecer os fundamentos de oferta e demanda. A defesa de US$ 83 é apresentada como condição para uma retomada acima de US$ 110; caso esse nível não seja mantido, a projeção mencionada é de recuo para a região de US$ 75.

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Pontos de Atenção

A faixa de US$ 95 é um nível-chave a monitorar, pois a análise a relaciona ao volume histórico de aproximadamente 72 milhões de SOL negociados na região. Também merece atenção uma eventual recuperação da MA20, em US$ 101,88, já que o relatório condiciona uma melhora técnica à confirmação de um repique.

Do lado da demanda, a continuidade das entradas líquidas nos ETFs spot de Solana e a manutenção da saída de tokens das exchanges são os fatores que sustentam a tese de suporte no relatório. O tema também aparece na cobertura sobre a participação crescente da Solana no mercado de ETFs cripto dos EUA.

Por fim, a análise aponta a aversão a risco macroeconômico e a fraqueza das altcoins como fatores que podem limitar o impulso de alta. As faixas apresentadas devem ser entendidas como cenários técnicos condicionais, não como recomendação de investimento ou garantia de retorno, conforme ressalva do material publicado pelo Bloomingbit.

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Maior volume acompanha saída de US$ 592 mi em ETFs cripto

Ilustração editorial de saídas de ETFs de Bitcoin e Ethereum em sessão de alto volume

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Os ETFs spot de Bitcoin e Ethereum registraram saída combinada de US$ 592 milhões em 15 de setembro, segundo dados da SoSoValue citados pela BeInCrypto. O movimento ocorreu no mesmo dia em que o CLARITY Act não avançou no Senado dos Estados Unidos, e os dois grupos de produtos tiveram suas maiores saídas diárias em meses.

A reportagem de referência associa os acontecimentos no calendário e informa que os preços caíram após o revés legislativo, enquanto o capital deixou os fundos. Os dados disponíveis, porém, não demonstram isoladamente uma relação de causa e efeito entre a tramitação do projeto e os resgates. O que os números mostram é uma sessão de retiradas relevantes em produtos de Bitcoin e Ethereum depois de semanas de fluxos positivos.

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O episódio reuniu dois elementos acompanhados de perto pelo mercado: a evolução regulatória nos Estados Unidos e o comportamento dos fluxos em fundos negociados em bolsa. Em um dia de maior atividade, Bitcoin e Ethereum concentraram a maior parte das saídas, enquanto os produtos ligados a altcoins tiveram desempenho misto e movimentações menores.

O revés do CLARITY Act ocorre após semanas de fluxos positivos

Antes da sessão de 15 de setembro, os ETFs de Ethereum vinham de quatro semanas consecutivas de entradas. Nesse intervalo, os produtos receberam US$ 1,94 bilhão, com pico de US$ 824,4 milhões no fim de agosto. A sequência ajuda a dimensionar a mudança observada na sessão seguinte, quando os fundos passaram a registrar retiradas.

Os fundos de Bitcoin também tinham passado por um período de compras intensas. Segundo a reportagem, o movimento ocorreu após três semanas de forte entrada de recursos. A reversão diária, portanto, não surgiu em um contexto de fluxo mensal integralmente negativo, mas depois de uma fase em que os dois principais grupos de ETFs haviam atraído capital.

O CLARITY Act não avançou no Senado dos Estados Unidos no mesmo dia das saídas. A evidência disponível não detalha o conteúdo do projeto, nem informa quais serão os próximos passos legislativos após o impasse. Ainda assim, o desfecho no Senado compõe o contexto imediato da sessão, ao lado da queda dos preços mencionada pela fonte original.

Os fluxos de ETFs são uma medida direta de entradas e retiradas nesses produtos, mas não identificam, por si só, as motivações de cada investidor. Por isso, os números permitem registrar a dimensão do resgate e compará-la a sessões anteriores, sem atribuir automaticamente a mudança a um único evento regulatório ou a uma única decisão de alocação.

Ethereum lidera a pior sessão desde janeiro; Bitcoin também recua

Os ETFs de Ethereum perderam US$ 141,47 milhões em 15 de setembro, na maior saída diária desde 30 de janeiro, de acordo com os dados da SoSoValue. A pior sessão no intervalo entre essas datas havia registrado retirada de US$ 136,4 milhões, em 19 de março. A comparação indica que o volume de resgates de setembro superou aquele episódio anterior.

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Os fundos de Bitcoin tiveram retirada de US$ 450,33 milhões, sua pior sessão desde 25 de junho. Na semana anterior, as saídas desses produtos haviam somado US$ 462,7 milhões, o maior volume desde o início de julho, após três semanas de compras intensas. Assim, a sessão de 15 de setembro ocorreu em meio a oscilações recentes nos fluxos dos ETFs de Bitcoin.

O volume negociado nos produtos de Bitcoin alcançou US$ 4,35 bilhões no dia, acima da média de 30 dias de US$ 2,74 bilhões. Nos ETFs de Ethereum, o volume mais que dobrou a própria referência média, segundo a reportagem. Esses dados apontam para uma sessão de negociação mais intensa do que a média recente nos dois segmentos.

No universo de altcoins, o desempenho foi misto e em escala menor do que a observada em Bitcoin e Ethereum. Os dados da SoSoValue apresentados pela BeInCrypto mostram o seguinte panorama para os produtos ligados a outros ativos:

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  • Hyperliquid: os fundos ligados ao token HYPE foram os únicos produtos de altcoins a registrar saída no dia, com perda de US$ 3,89 milhões. O resultado ampliou a queda acumulada em setembro para US$ 18,04 milhões.
  • Solana: os ETFs de SOL lideraram as entradas entre os produtos de altcoins, com US$ 1,35 milhão.
  • Tron, Dogecoin e Hedera: os produtos vinculados a TRX, DOGE e HBAR receberam menos de US$ 500 mil cada um.
  • Fundos sem atividade: os ETFs de BNB, XRP, Chainlink, Avalanche, Polkadot e Litecoin registraram fluxo zero na sessão.
  • Saldo consolidado: os 11 fundos de altcoins terminaram o dia com saída líquida combinada de US$ 1,66 milhão e patrimônio total de US$ 3,55 bilhões.

O contraste entre os grupos é relevante para a leitura dos dados. Enquanto Bitcoin e Ethereum concentraram retiradas de centenas de milhões de dólares, o conjunto de fundos de altcoins encerrou o dia com uma saída líquida bem menor. Os números não eliminam a volatilidade entre os ativos alternativos, mas mostram que o fluxo mais expressivo da sessão esteve nos dois maiores segmentos de ETFs cripto.

Fluxos negativos contrastam com saldo mensal ainda positivo

Apesar da sessão de forte retirada, os saldos de setembro permaneciam positivos para os dois principais produtos, segundo a fonte. Os fundos de Bitcoin acumulavam ganho líquido de US$ 17,1 milhões no mês, enquanto os ETFs de Ethereum mantinham saldo positivo de US$ 307,4 milhões.

Esse quadro mensal mostra que uma única sessão, mesmo com saídas elevadas, não apagou as entradas registradas anteriormente no período. No caso do Ethereum, o saldo acumulado refletia as quatro semanas seguidas de captação que antecederam a retirada de 15 de setembro. No Bitcoin, o resultado mensal também seguia positivo, embora em patamar menor.

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A diferença entre o fluxo diário e o saldo acumulado é importante para a descrição do episódio. O dado de um dia registra a direção imediata dos recursos, enquanto o acumulado mensal reúne as movimentações anteriores. Com base nas informações disponíveis, é possível afirmar que houve uma sessão negativa relevante, mas não concluir que ela alterou de forma definitiva o comportamento dos fluxos ao longo do mês.

O aumento do volume negociado acrescenta contexto aos resgates. Nos produtos de Bitcoin, o giro de US$ 4,35 bilhões ficou acima da média de 30 dias de US$ 2,74 bilhões. Para Ethereum, a fonte informa que o volume superou o dobro de sua base média. Os dados indicam participação elevada durante a sessão, sem fornecer elementos suficientes para antecipar o comportamento dos fundos nos dias seguintes.

Mercado reage com saídas e maior volume, sem declarações públicas

O material fornecido não traz declarações de reguladores, executivos de gestoras ou analistas nomeados sobre os resgates. A reação mensurável apresentada pela reportagem está nos fluxos e no volume negociado: US$ 450,33 milhões deixaram os fundos de Bitcoin, e US$ 141,47 milhões foram retirados dos fundos de Ethereum.

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Os números também ajudam a evitar uma leitura além do que a evidência permite. A alta no volume e as saídas líquidas registram uma mudança forte no dia, mas não revelam individualmente as estratégias dos participantes nem estabelecem uma explicação única para o movimento. A associação temporal com o revés do CLARITY Act é parte do contexto relatado, não uma comprovação isolada de causalidade.

Nos produtos de altcoins, a movimentação mais limitada reforça a concentração da sessão em Bitcoin e Ethereum. Hyperliquid teve saída, Solana liderou as entradas e seis fundos não apresentaram atividade. Em conjunto, os 11 fundos alternativos fecharam com retirada líquida de US$ 1,66 milhão, valor substancialmente menor do que os resgates observados nos dois principais grupos.

Decisão do Federal Reserve é o próximo teste para os fluxos

O Federal Reserve anuncia sua decisão de juros na quarta-feira seguinte à sessão de resgates. A reportagem descreve o evento como um segundo teste de política monetária em 24 horas, após o desfecho legislativo envolvendo o CLARITY Act. Dessa forma, os fluxos de ETFs passam a ser acompanhados em um período marcado por dois acontecimentos relevantes para o mercado americano.

Para acompanhar a continuidade do episódio, os indicadores diretamente disponíveis são as entradas e saídas diárias dos ETFs, o volume negociado e o saldo mensal acumulado de Bitcoin e Ethereum. Esses dados permitem verificar se os resgates de 15 de setembro permanecem concentrados em uma única sessão ou se serão seguidos por novas movimentações relevantes.

Até o material apresentado, não há confirmação independente de uma nova data de votação para o CLARITY Act no Senado, nem detalhes adicionais sobre o cronograma que sucederá o impasse. A leitura sustentada pelos dados é que 15 de setembro foi uma sessão de retiradas expressivas e volume elevado, dentro de um mês que ainda mantinha saldo positivo tanto para os ETFs de Bitcoin quanto para os de Ethereum.

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Venda do ARKB pela Ark Invest ocorre após alta do Bitcoin

Ilustração de venda institucional de ETF de Bitcoin após alta do mercado

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A Ark Invest, gestora fundada pela investidora Cathie Wood, vendeu 466.133 ações do ARK 21Shares Bitcoin ETF (ARKB) por meio do ARK Next Generation Internet ETF (ARKW) e outras 1,06 milhão de ações pelo ARK Blockchain & Fintech Innovation ETF (ARKF) na segunda-feira. Com o ARKB fechando a US$ 26,19, a operação somou cerca de US$ 40,04 milhões, segundo o Benzinga.

O movimento ocorreu após uma valorização superior a 22% do ARKB em um mês, em linha com a alta de 23% do Bitcoin no mesmo período. A recuperação do Bitcoin, porém, perdeu força na semana anterior, conforme dados citados pelo Benzinga.

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Ark Invest reduz exposição ao ARKB após alta do Bitcoin

A venda envolveu dois fundos da própria Ark Invest: o ARKW e o ARKF. Dessa forma, as ações do ARKB foram negociadas no âmbito de fundos administrados pela gestora. Os dados informados pelo Benzinga registram 466.133 ações vendidas pelo ARKW e 1,06 milhão de ações vendidas pelo ARKF.

A operação aconteceu após uma semana de saídas líquidas nos ETFs spot de Bitcoin dos Estados Unidos. Segundo dados da SoSoValue citados pelo Benzinga, esses produtos registraram saídas líquidas de US$ 462 milhões na semana anterior, encerrando uma sequência de três semanas consecutivas de entradas líquidas.

O iShares Bitcoin Trust (IBIT), da BlackRock, registrou mais de US$ 52 milhões em saídas no intervalo, de acordo com a mesma reportagem. Os dados de fluxo mostram, portanto, que a venda da Ark ocorreu em um período posterior à interrupção da sequência de captação líquida positiva dos ETFs spot de Bitcoin.

A nova semana começou com fluxo positivo. Na segunda-feira, investidores direcionaram US$ 160 milhões para ETFs de Bitcoin, segundo o Benzinga. No momento da publicação original, o Bitcoin era negociado a US$ 77.253, com queda de 0,54% em 24 horas. O ARKB fechou a sessão regular de segunda-feira com alta de 2,22%, a US$ 26,19, mas acumulava queda de 12,08% no ano, conforme o ranking Benzinga Edge.

O que a venda sinaliza para o mercado

A venda da Ark ocorreu antes da votação do Senado sobre o CLARITY Act, prevista para terça-feira. O projeto busca estabelecer regras de competência regulatória para ativos digitais nos Estados Unidos. Segundo o Benzinga, republicanos e democratas ainda não haviam alcançado consenso bipartidário sobre o texto naquele momento.

Os dados disponíveis não permitem concluir, por si só, se a operação representou uma redução estrutural da exposição da Ark ao Bitcoin ou uma movimentação entre fundos da própria gestora. O episódio reúne, de um lado, a alta mensal do ARKB e do Bitcoin e, de outro, as saídas líquidas registradas nos ETFs spot na semana anterior.

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Para acompanhar os fluxos mencionados na reportagem, a SoSoValue disponibiliza dados sobre os ETFs spot de Bitcoin nos Estados Unidos.

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Rede Ethereum acelera, mas perde usuários ativos no trimestre

Ethereum network showing record transaction activity alongside a smaller base of active users

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O Ethereum processou 203,9 milhões de transações no segundo trimestre de 2026, um recorde que representa alta de 68,4% em relação ao mesmo período do ano anterior, segundo dados do Token Terminal. O throughput médio da camada 1 também atingiu um recorde de 25,9 transações por segundo – mas o dado vem acompanhado de um contraponto relevante: os usuários ativos mensais caíram 30% no trimestre, para 9,2 milhões.

Ethereum bate recorde de transações, mas usuários ativos recuam

O contraste entre volume recorde e base de usuários menor chama atenção porque inverte a lógica mais intuitiva de que mais transações deveriam vir de mais gente usando a rede. Os dados do Token Terminal mostram exatamente o oposto neste trimestre: uma base mais concentrada de usuários gerou, no agregado, um volume de atividade nunca visto na história do Ethereum L1.

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A fonte primária não atribui uma causa específica a esse padrão, apenas registra que os usuários remanescentes passaram a gerar significativamente mais transações per capita. Vale lembrar que o funcionamento do pagamento de taxas na rede é um dos pontos técnicos que moldam esse tipo de comportamento – tema que o CriptoFácil já explicou ao detalhar a proposta EIP-8141 sobre gas sem ETH.

Taxas e tokenização reforçam a atividade da rede

As taxas cobradas na rede subiram 31,6% no trimestre, para US$ 52,5 milhões (aproximadamente R$ 304,5 milhões ao câmbio de R$ 5,80). A receita proveniente da queima de ETH mais que dobrou, alcançando US$ 17,1 milhões (cerca de R$ 99,2 milhões) – um sinal de que o blockspace disputado no período não ficou mais barato, ao contrário do que se poderia supor diante de um recorde de throughput.

O mercado de ativos tokenizados hospedados no Ethereum teve média de US$ 203,1 bilhões (aproximadamente R$ 1,178 trilhão) no trimestre. Desse total, stablecoins somaram US$ 176,8 bilhões (cerca de R$ 1,025 trilhão) e fundos tokenizados chegaram a US$ 20,8 bilhões (aproximadamente R$ 120,6 bilhões), com os fundos tokenizados de títulos do Tesouro dos EUA batendo média recorde de US$ 7,5 bilhões (cerca de R$ 43,5 bilhões). O Ethereum manteve a maior participação entre as principais redes tanto em stablecoins quanto em fundos tokenizados, ainda que o TVL médio do ecossistema tenha recuado 9,2% no trimestre, para US$ 287,2 bilhões (aproximadamente R$ 1,666 trilhão) – um movimento que guarda alguma semelhança com a dinâmica de taxas e demanda observada em outras redes, como o CriptoFácil já detalhou ao comparar taxas da Solana e ativos tokenizados.

Staking cresce e amplia o contexto para o ETH

A proporção de ETH em staking atingiu recorde de 32%, o que indica participação mais forte na segurança da rede. O número de endereços que mantêm ETH também subiu 6,6%, para 312,1 milhões – métrica que, por sua natureza, tende a incluir endereços inativos ou duplicados e merece leitura com cautela.

A evidência primária afirma que o conjunto de sinais – maior uso da rede, staking em expansão e tokenização crescente – pode sustentar a posição de longo prazo do Ethereum, sem que isso configure garantia de valorização do ETH no curto prazo. No momento do levantamento, o ETH era negociado perto de US$ 2.538 (aproximadamente R$ 14.720), com alta de 1,18% em 24 horas.

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Novo formato da Solana pode reunir operações maiores numa transação

Ilustração de uma transação da Solana ampliada para reunir operações complexas em um único pacote

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A Solana prepara uma atualização técnica para ampliar o espaço disponível em suas transações. A mudança, descrita como Transaction v1, eleva o limite de 1.232 bytes para 4.096 bytes e pode influenciar a comparação da rede com soluções de segunda camada (L2) da Ethereum. As L2 processam operações fora da camada principal do Ethereum antes de sua liquidação on-chain.

Solana amplia o espaço das transações e mira operações mais complexas

Segundo a cobertura da CoinDesk, a Solana mira triplicar o tamanho máximo de uma transação, de 1.232 bytes para 4.096 bytes. O novo formato é chamado de Transaction v1 e está associado às propostas SIMD-0296 e SIMD-0385.

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O formato já opera nas redes de teste e desenvolvimento da Solana, enquanto os formatos existentes devem continuar funcionando. Dessa forma, carteiras e aplicações não precisariam migrar para a v1 caso não necessitem do espaço adicional. A mudança busca permitir que operações maiores sejam reunidas em uma única transação, em vez de serem divididas em várias etapas.

Entre os usos citados para o limite ampliado estão provas criptográficas volumosas, pagamentos que exigem muitas aprovações e algumas transferências confidenciais. O teto anterior remontava ao desenho original da rede, quando as transações precisavam caber em um pacote de dados de internet de cerca de 1.280 bytes. O novo teto de 4.096 bytes corresponde a quatro quilobytes, tamanho descrito como padrão para páginas de memória usadas pelo hardware dos validadores.

O espaço maior, porém, também traz exigências técnicas. Softwares que leem a blockchain, como carteiras, exploradores e aplicações de negociação, precisam reconhecer o novo formato para evitar falhas de consulta ou informações incorretas sobre taxas. Transações maiores também podem consumir mais banda de rede, sobretudo em momentos de congestionamento.

O que muda na disputa com Ethereum

A ampliação do teto de transação trata de uma limitação técnica específica da Solana. A cobertura disponível aponta que a mudança pode aproximar a rede do tipo de operações complexas que desenvolvedores conseguem executar no Ethereum mediante o pagamento de taxas mais elevadas, mas não equivale, por si só, a uma comparação definitiva de capacidade, volume ou adoção entre os ecossistemas.

As redes L2 da Ethereum funcionam em uma lógica diferente: agrupam transações fora da camada principal antes de liquidá-las on-chain. Por isso, uma avaliação sobre a concorrência entre as redes exigiria métricas atualizadas de atividade e uso que não estão presentes na fonte desta matéria. O ponto confirmado é a ampliação do limite técnico da Solana e a possibilidade de concentrar operações mais complexas em uma única transação.

Para acompanhar outros aspectos da evolução do ecossistema, confira a cobertura sobre taxas e ativos tokenizados na Solana. O debate sobre escalabilidade também envolve soluções de segunda camada, tema recorrente no noticiário cripto.

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Leia Também

A adoção do novo formato dependerá da atualização dos serviços que interagem com a blockchain e do uso efetivo do espaço adicional por aplicações e desenvolvedores. A atualização técnica amplia o teto das transações, mas seus efeitos práticos dependem da implementação no ecossistema.

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Divergência nos ETFs opõe Ethereum, Bitcoin e XRP

Tokens de Ethereum, Bitcoin e XRP ilustram fluxos divergentes em ETFs

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Os ETFs spot de Ethereum nos Estados Unidos receberam US$ 216 milhões em 11 de setembro de 2026, enquanto os ETFs spot de Bitcoin registraram saída líquida de US$ 13,29 milhões pelo quarto pregão consecutivo, segundo dados da SoSoValue reportados pela 24/7 Wall St. No mesmo dia, os ETFs de XRP movimentaram US$ 36 milhões em negociações secundárias, mas fecharam com fluxo líquido de US$ 0.

ETFs de Ethereum voltam a registrar entradas

A entrada de US$ 216 milhões reverteu uma saída de US$ 24 milhões registrada em 9 de setembro, mostrando que a categoria trocou de sinal dentro da mesma semana. O ETH subiu 3% no dia, colocando a demanda à vista e a demanda via ETF na mesma direção, segundo a fonte.

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Fluxo líquido é o saldo entre criações e resgates de cotas. Uma criação ocorre quando um participante autorizado entrega caixa ou o ativo subjacente ao fundo e recebe novas cotas em troca. Já as negociações entre dois investidores no mercado secundário não alteram esse número. Essa distinção é relevante para entender o comportamento dos ETFs de XRP na mesma sessão.

O movimento do Ethereum representou a maior variação diária entre as três categorias analisadas. Ainda assim, a 24/7 Wall St observa que uma única sessão não altera, por si só, o desempenho do ativo no período mais amplo: o ETH acumulava queda de 46,67% nos 12 meses anteriores à data do levantamento.

Bitcoin chega ao quarto dia de saídas

Os ETFs de Bitcoin haviam recebido US$ 986,9 milhões na semana encerrada em 4 de setembro, antes de registrar quatro dias seguidos de saídas, até o resgate líquido de US$ 13,29 milhões em 11 de setembro. Segundo a fonte, os participantes autorizados que criam e resgatam cotas desses fundos são, em grande parte, os mesmos de uma semana para outra.

A categoria permanecia cerca de US$ 1 bilhão abaixo do ponto de equilíbrio em 2026 na data do texto. O BTC era negociado perto de US$ 77.293,66, com queda de 11,73% desde 1º de janeiro e de 33,48% em 12 meses. A fonte relaciona a volta dos compradores à recuperação de preço em agosto e a redução dessa demanda à interrupção da recuperação na primeira semana de setembro.

Desde o lançamento, os ETFs de Bitcoin acumularam cerca de US$ 52 bilhões em entradas. Esse volume ajuda a explicar por que uma mudança rápida no comportamento dos fluxos da categoria tem peso maior do que movimentos semelhantes em categorias menores, na avaliação da 24/7 Wall St.

XRP movimenta US$ 36 milhões, mas termina com fluxo zero

Os ETFs de XRP fecharam 11 de setembro com fluxo líquido de US$ 0, mesmo com US$ 36 milhões em cotas trocando de mãos, segundo a SoSoValue. Um resultado nulo pode significar que criações e resgates se compensaram exatamente ou que nenhuma dessas operações ocorreu.

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O volume registrado contabiliza as negociações de cotas no mercado secundário entre investidores, enquanto o fluxo líquido considera apenas cotas criadas ou resgatadas junto a participantes autorizados. Assim, as cotas podem mudar de corretora sem alterar a quantidade de ativos mantida pelos fundos. De acordo com a fonte, toda a atividade daquele dia ocorreu nesse mercado secundário.

Os fluxos líquidos acumulados de XRP somavam US$ 1,70 bilhão, diante de patrimônio líquido de US$ 1,45 bilhão. O ativo acumulava queda de 26,19% desde o início do ano. A 24/7 Wall St atribuiu o padrão à infraestrutura ainda em desenvolvimento dos fundos de XRP, que são os mais novos entre as três categorias e não tinham o fluxo constante de duas vias observado nos fundos de Bitcoin.

Pontos-chave para acompanhar

  • Ethereum: a entrada de US$ 216 milhões em 11 de setembro sucedeu a saída de US$ 24 milhões dois dias antes. A fonte aponta que a repetição de entradas de tamanho semelhante por mais duas sessões ajudaria a mostrar que o movimento não foi isolado.
  • Bitcoin: a saída de US$ 13,29 milhões encerrou o quarto dia consecutivo de resgates. Para a fonte, um quinto dia de saídas reforçaria a reversão, enquanto o retorno a criações líquidas encerraria essa sequência.
  • XRP: os US$ 36 milhões negociados não resultaram em criação nem resgate de cotas. Um fluxo líquido positivo, de qualquer valor, seria um sinal de entrada de capital novo na categoria, segundo a análise.

O que a divergência significa para o mercado

Para a 24/7 Wall St, a reversão dos ETFs de Bitcoin é o movimento de maior escala entre os três grupos, devido ao volume acumulado pela categoria desde o lançamento. Já a entrada de Ethereum foi o maior movimento diário da sessão, mas ocorreu após uma queda relevante do ativo em 12 meses. No caso do XRP, o contraste entre volume negociado e fluxo líquido zero destaca a diferença entre a negociação de cotas existentes e a criação ou o resgate de novas cotas.

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Os sinais seguintes destacados pela fonte são a continuidade ou interrupção das saídas nos ETFs de Bitcoin, a repetição das entradas nos fundos de Ethereum e o surgimento de um fluxo líquido positivo nos ETFs de XRP.

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Exploração da Symbiosis cria bilhões de syBTC sem lastro

Ilustração de ponte cross-chain emitindo tokens de bitcoin sintéticos sem lastro

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A Symbiosis, protocolo de liquidez cross-chain, confirmou a exploração de sua ponte de Bitcoin (BTC Bridge) na madrugada de 11 de setembro de 2026, incidente que permitiu a criação de bilhões de syBTC – a versão sintética de bitcoin emitida pela plataforma – sem qualquer lastro real em reserva. A equipe interrompeu as rotas de BTC, recuperou aproximadamente 15 BTC (cerca de US$ 1,16 milhão, ou R$ 6,76 milhões ao câmbio de R$ 5,80) e ofereceu ao invasor uma recompensa white-hat de 20% dos fundos, com prazo até 13 de setembro.

Emissão bilionária, saque de centenas de milhares de dólares

Segundo alerta da plataforma de segurança on-chain Blockaid, publicado na rede social X, o contrato BridgeV2 da Symbiosis recebeu cerca de 2^62 syBTC brutos – valor nominal aproximado de 46,1 bilhões – creditados em uma conta recém-criada (EOA). O mesmo beneficiário conseguiu converter parte disso em ativos reais: cerca de 4,39 WBTC (bitcoin envolto) foram vendidos na Uniswap v4, na Ethereum, gerando aproximadamente US$ 336 mil (cerca de R$ 1,95 milhão) em receita efetiva.

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A discrepância entre o valor nominal criado e o valor realmente sacado é o ponto central do caso: a esmagadora maioria do syBTC gerado era estoque falso, sem comprador. A Symbiosis confirmou o ataque também via X, informando que o incidente ocorreu por volta das 04h28 UTC de 11 de setembro e que as rotas de BTC foram suspensas, enquanto as demais permaneciam operacionais e seguras.

Recuperação parcial e recompensa condicionada

A equipe da Symbiosis afirmou ter recuperado aproximadamente 15 BTC, agora custodiados em uma carteira multisig sob controle do próprio time. Em seguida, a empresa entrou em contato com o invasor oferecendo uma recompensa white-hat equivalente a 20% dos fundos, válida até 13 de setembro de 2026.

Segundo a Symbiosis, caso o prazo se esgote sem devolução, o mesmo percentual de 20% passará a ser oferecido a qualquer pessoa que forneça informações capazes de levar à recuperação dos recursos. Até a manhã do próprio 13 de setembro, não havia confirmação pública de que o atacante aceitara os termos.

Pontos principais do incidente

  • EMISSÃO: bilhões de syBTC sem lastro foram criados por meio da exploração da ponte BridgeV2.
  • VALOR REALIZADO: o invasor obteve cerca de US$ 336 mil em WBTC real, fração diminuta do valor nominal falso.
  • FUNDOS RECUPERADOS: aproximadamente 15 BTC foram protegidos em multisig controlada pela equipe da Symbiosis.
  • OPERAÇÃO: rotas de BTC permanecem suspensas; demais rotas foram descritas como operacionais e seguras.
  • STATUS: valor final da perda e aceitação da recompensa continuam sem confirmação pública.

Um padrão recorrente em pontes de Bitcoin

O caso da Symbiosis se soma a dois incidentes recentes envolvendo tokens que deveriam representar bitcoin de forma lastreada: o L-BTC da Liquid Network, sidechain mantida pela Blockstream, sofreu um esvaziamento de quase 4.000 BTC por meio de ativos sem lastro, e o nBTC da Nomic apresentou falha semelhante que passou despercebida por meses. Nos três casos, segundo o relato original, o mecanismo básico foi o mesmo: convencer um projeto de wrapper de bitcoin a emitir moedas extras que deveriam corresponder a tokens reais.

Esse tipo de risco operacional em integrações entre redes tem aparecido com frequência crescente no noticiário sobre protocolos DeFi e disputas entre ecossistemas cross-chain. Até a manhã de 13 de setembro, a Symbiosis não havia publicado relatório técnico detalhando a falha do BridgeV2, tampouco um valor final da perda em dólares ou cronograma para retomada da rota de BTC.

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Nova versão do CLARITY Act amplia regras para protocolos DeFi

Rede DeFi abstrata com nós distribuídos e núcleo central sob novas regras regulatórias

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Os republicanos do Senado dos Estados Unidos divulgaram uma nova versão do Clarity Act, projeto de lei voltado à regulamentação do mercado de criptoativos no país. Segundo a Exame, a mudança mais substancial não está nas regras sobre conflitos de interesse de autoridades públicas, tema que gerou resistência entre democratas desde julho. A principal revisão está na seção sobre finanças descentralizadas, ou DeFi, que passou de 285 para 2.200 palavras e busca diferenciar protocolos efetivamente descentralizados daqueles que permanecem sob controle de uma pessoa ou grupo identificável.

A atualização concentra atenção em estruturas que se apresentam como descentralizadas, mas preservam mecanismos de controle capazes de alterar regras, limitar atividades ou interferir na operação do protocolo. Pelo texto relatado pela Exame, esses casos poderão ficar sujeitos a regras de combate à lavagem de dinheiro.

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O que muda no novo texto do CLARITY Act

A senadora republicana de Wyoming, Cynthia Lummis, apresentou a redação atualizada como resultado de trabalho bipartidário. A formulação busca indicar que o novo texto incorporou debates ocorridos após a versão divulgada em julho, que enfrentou oposição de parlamentares democratas.

Segundo a Exame, parte da resistência à versão anterior estava ligada à avaliação de que o projeto oferecia pouca proteção contra a manipulação do mercado cripto por autoridades públicas, incluindo o presidente Donald Trump. A reportagem informa que Trump lucrou mais de US$ 1 bilhão com seus projetos de criptoativos no ano anterior.

Apesar desse contexto, a nova proposta não promove uma reformulação relevante das salvaguardas de ética. A revisão se concentra sobretudo nas disposições aplicáveis a protocolos DeFi. Assim, o texto preserva o debate sobre restrições a operações com criptoativos por autoridades públicas enquanto amplia o detalhamento técnico sobre estruturas que não seriam descentralizadas na prática.

A alteração também ocorre antes de uma votação processual no Senado, agendada para 15 de setembro de acordo com reportagem publicada pelo Portal do Bitcoin, traduzida e editada com autorização do Decrypt. A tramitação, portanto, reúne uma discussão sobre organização regulatória do mercado de ativos digitais e outra sobre as condições políticas para que o texto obtenha apoio suficiente no Senado.

Contexto histórico e setorial

O Clarity Act passou a concentrar discussões sobre a criação de uma estrutura federal para o mercado de ativos digitais nos Estados Unidos e sobre a delimitação de responsabilidades entre órgãos reguladores. A cobertura do Portal do Bitcoin descreve o projeto como uma proposta para estabelecer essa estrutura e esclarecer as atribuições da Comissão de Negociação de Futuros de Commodities, a CFTC, e da Securities and Exchange Commission, a SEC.

A versão de julho colocou em evidência as divergências sobre conflito de interesse. Conforme a Exame, muitos democratas consideraram insuficientes as proteções contra possível manipulação do mercado por autoridades. Na nova redação, a seção relacionada a restrições sobre algumas operações com criptoativos por agentes públicos permaneceu praticamente inalterada. Esse é um ponto relevante porque a mesma cobertura aponta que o apoio de ao menos parte da oposição é essencial para a aprovação da proposta.

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O secretário do Tesouro dos Estados Unidos, Scott Bessent, pediu que o Senado aprove o Clarity Act no retorno das atividades legislativas, segundo a Exame. A manifestação reforça que a discussão do projeto envolve a definição de regras federais para atividades com ativos digitais, além de temas específicos como DeFi, stablecoins e participação de cooperativas de crédito em operações relacionadas ao setor.

Para o mercado, a importância atribuída ao projeto está ligada à busca por maior segurança jurídica para operar com ativos digitais nos Estados Unidos. A Exame relata que o setor de criptoativos considera relevante a sanção da proposta nesse sentido. Ainda assim, a atualização do texto não elimina as divergências políticas associadas às regras de ética e às disposições sobre stablecoins.

As mudanças apresentadas também mostram que a regulamentação proposta não se limita à classificação de ativos. O projeto procura estabelecer parâmetros para protocolos de negociação, definir o alcance da CFTC em determinadas situações e preservar a atuação dos estados na investigação e punição de fraudes. Dessa forma, a redação combina regras federais de mercado com competências estaduais já existentes.

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Detalhamento técnico: o que define uma DeFi de fachada

O núcleo técnico da revisão está na criação da expressão protocolo de negociação de finanças não descentralizado. De acordo com a Exame, um protocolo poderá receber essa classificação se atender a um ou mais de três critérios previstos no texto. A classificação é relevante porque os operadores de estruturas controladas por pessoas ou grupos deverão seguir regras de combate à lavagem de dinheiro.

  • Controle material: uma pessoa ou grupo sob controle comum pode deter, direta ou indiretamente, autoridade para controlar ou alterar materialmente a funcionalidade, a operação ou as regras de consenso do protocolo.
  • Ausência de regras exclusivamente pré-codificadas: o protocolo pode não operar, executar ou implementar operações e transações apenas com base em regras transparentes e preestabelecidas, codificadas diretamente no código-fonte do sistema de registro distribuído.
  • Capacidade de restrição ou censura: uma pessoa ou grupo pode ter autoridade para restringir, censurar ou proibir o uso do protocolo, inclusive atividades de usuários no sistema.

Esses critérios buscam distinguir uma estrutura descentralizada de outra que mantenha controle identificável sobre elementos materiais de seu funcionamento. A reportagem do Portal do Bitcoin informa que a nova linguagem mira protocolos descentralizados apenas no nome e que o novo rascunho direciona a CFTC e o Tesouro a desenvolver regras para protocolos de negociação que pessoas ou grupos possam controlar ou alterar materialmente.

A proposta também concentra a regulação no âmbito federal, preservando os poderes dos estados para investigar e punir fraudes. Essa combinação mantém uma referência federal para o mercado sem retirar dos estados a capacidade de atuação contra condutas fraudulentas.

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No capítulo das stablecoins, a nova redação deixa claro que esses tokens não são commodities digitais supervisionadas pela CFTC. A Exame ressalta, porém, que determinadas transações à vista com esses ativos podem permanecer dentro do alcance regulatório da agência. A alteração trata especificamente de tokens cujo valor é atrelado a uma moeda tradicional, como o dólar.

O texto também inclui uma mudança referente às credit unions, instituições similares às cooperativas de crédito existentes no Brasil. A nova versão esclarece que essas cooperativas podem lidar com atividades envolvendo ativos digitais. Trata-se de um ponto separado das regras para protocolos DeFi, mas inserido na mesma revisão regulatória divulgada pelos republicanos do Senado.

Uma disposição mantida diz respeito às recompensas em stablecoins. Conforme a Exame, o projeto continua proibindo determinadas formas de pagamento de juros ou rendimento sobre saldos de stablecoins de pagamento quando a remuneração for econômica ou funcionalmente equivalente a juros ou rendimento sobre depósitos bancários remunerados. A manutenção dessa regra é um dos aspectos que permanecem em debate entre empresas do setor cripto e instituições financeiras tradicionais.

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Impacto no mercado e nos investidores

A proibição de determinadas recompensas sobre saldos de stablecoins é um dos pontos mais relevantes da proposta para empresas que operam com esses ativos. Segundo a Exame, empresários do setor cripto criticam a restrição. Já bancos dos Estados Unidos defendem a regra porque argumentam que recompensas em stablecoins podem levar pessoas a retirar recursos de depósitos bancários, reduzindo a capacidade de concessão de crédito.

O embate coloca em contraste duas posições relatadas na cobertura: de um lado, empresas de criptoativos questionam a vedação; de outro, instituições financeiras tradicionais sustentam sua manutenção. A regra proposta se aplica a formas de rendimento que sejam equivalentes, do ponto de vista econômico ou funcional, à remuneração de depósitos bancários.

A Exame não relata reação imediata de preço, fluxo de ETFs ou alteração de liquidez relacionada à divulgação da nova versão. O dado de expectativa citado pela publicação vem da plataforma de mercado preditivo Polymarket, que apontava 18% de chance de sanção do Clarity Act ainda em 2026. Essa indicação representa uma estimativa daquele mercado, e não uma posição oficial sobre o resultado legislativo.

O número mostra que, mesmo após a ampliação das regras para DeFi, a tramitação ainda é acompanhada com cautela. As disposições éticas permaneceram amplamente inalteradas, enquanto o projeto preserva controvérsias sobre recompensas em stablecoins. A votação processual prevista no Senado é, por isso, uma etapa importante para observar a receptividade política ao texto revisado.

Reação do mercado e declarações

Lummis apresentou a atualização como fruto de trabalho bipartidário. Segundo o Portal do Bitcoin, a senadora afirmou que a nova versão contém mais de 100 alterações solicitadas por democratas e destacou que o texto especifica quando protocolos DeFi descentralizados apenas no nome devem se registrar na CFTC.

A reportagem também informa que as disposições éticas permanecem amplamente inalteradas em relação ao rascunho de julho. Os democratas buscavam restrições mais amplas relacionadas aos interesses de Donald Trump em criptoativos. A permanência desse tema ajuda a explicar por que a expansão da seção de DeFi não encerra o debate político em torno do projeto.

Na discussão sobre rendimento de stablecoins, defensores de criptoativos e banqueiros comunitários levaram esforços de lobby aos estados de origem dos senadores, segundo o Portal do Bitcoin. A publicação relata que o grupo Stand With Crypto informou que apoiadores contataram membros do Congresso quase 50 mil vezes em agosto, enquanto banqueiros pressionaram por mudanças nas disposições sobre recompensas.

Perspectiva e próximos passos

O próximo marco citado nas coberturas é a votação processual no Senado, agendada para 15 de setembro. De acordo com o Portal do Bitcoin, essa votação é vista como um momento decisivo para a legislação. O resultado indicará se a redação revisada reúne condições para avançar no processo legislativo.

Na avaliação apresentada pela Exame, o apoio de pelo menos alguns democratas é essencial para a aprovação, e a seção sobre conflitos de interesse não recebeu mudanças relevantes. Ao mesmo tempo, a definição de protocolo de negociação de finanças não descentralizado amplia o foco regulatório sobre estruturas DeFi controladas por pessoas ou grupos identificáveis.

Também permanecem no centro da tramitação a regra sobre recompensas em stablecoins, o papel da CFTC em determinadas transações à vista e a possibilidade de credit unions atuarem em atividades relacionadas a ativos digitais. A nova versão, portanto, reúne alterações técnicas relevantes, mas mantém temas políticos e setoriais que já estavam presentes no debate sobre o Clarity Act.

Para acompanhar o processo, os elementos mais concretos são a evolução da votação processual, a posição dos parlamentares democratas diante das disposições éticas e a manutenção das regras sobre stablecoins e protocolos DeFi. Enquanto o projeto segue em tramitação, a estimativa de 18% da Polymarket citada pela Exame permanece como um indicador de mercado sobre a possibilidade de sanção ainda em 2026, sem substituir o andamento formal no Senado.

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CPI dos EUA devolve Bitcoin aos US$ 79 mil e impulsiona Ether

Abstratos tokens de Bitcoin e Ether se recuperam após um dado de inflação dos EUA

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O Bitcoin caiu para perto de US$ 76.700 logo após a divulgação do CPI dos Estados Unidos nesta sexta-feira (11), mas recuperou as perdas em minutos e voltou à região de US$ 79 mil. Às 11h30 no horário de Brasília, o BTC subia 2,8%, cotado a US$ 79.109, enquanto o Ethereum liderava a reação entre as maiores criptomoedas com alta de 8,3% em 24 horas, para US$ 2.612.

Bitcoin e Ether recuperam terreno após divulgação do CPI

O índice de preços ao consumidor dos EUA subiu 0,4% em agosto, em linha com as expectativas, e ficou em 3,4% na comparação anual. O núcleo do CPI, que exclui alimentos e energia, avançou 0,3% no mês – acima da projeção de 0,2% – mas desacelerou para 2,4% em 12 meses, o menor ritmo anual desde 2021.

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O dado foi forte o suficiente para manter uma alta de juros na mesa do Federal Reserve, mas não trouxe surpresa negativa grande o bastante para derrubar os mercados. Segundo a Reuters, as apostas em uma elevação dos juros pelo Fed na reunião da próxima semana subiram para cerca de 82% após a divulgação do CPI. O S&P 500 e o Nasdaq subiram no mesmo movimento, enquanto os juros dos títulos americanos recuaram levemente – um padrão que já vem moldando o comportamento do Bitcoin diante da relação entre inflação, juros e ETFs nas últimas semanas.

Por que o mercado comprou a notícia

A reação positiva veio depois de uma semana de pressão provocada por petróleo em alta, Treasuries perto das máximas e temor de aperto monetário. Nos últimos dias, o mercado já vinha precificando com mais força uma alta de juros diante de dados de emprego mais fortes, inflação persistente e discursos mais duros de dirigentes do banco central americano.

A leitura de parte dos investidores é que o pior cenário já estava nos preços – por isso, mesmo com o núcleo da inflação acima do esperado, bolsas e criptomoedas reagiram em alta. O petróleo segue como ponto de atenção: a alta dos combustíveis foi um dos fatores por trás do avanço mensal do CPI, em meio à escalada de tensões no Oriente Médio e ao Brent acima de US$ 100 por barril, um choque de energia que reduz o espaço para o Fed adotar postura mais branda. Esse tipo de leitura macro é o mesmo que orienta análises recentes sobre como decisões do Fed e indicadores como o PCE redefinem o Bitcoin semana a semana.

O que observar após a alta

A recuperação para perto de US$ 79 mil recoloca o BTC na faixa observada nos últimos dias, mas ainda abaixo da máxima recente acima de US$ 82 mil. Para que a alta ganhe tração, o mercado deve observar se os ETFs de Bitcoin voltam a atrair entradas consistentes e se os juros americanos deixam de pressionar ativos de risco.

No caso do Ether, o movimento reforça a rotação recente para ativos além do BTC, em um momento em que ETFs de Ethereum vinham registrando entradas mesmo em dias de saída dos fundos de Bitcoin – um padrão que já apareceu em coberturas anteriores sobre a reação conjunta de Bitcoin e Ether aos fluxos de capital em ETFs. Ferramentas como o rastreador de fluxos de ETFs da CoinGlass e o painel da SoSoValue permitem acompanhar em tempo real se essa entrada de capital institucional se mantém nos próximos dias.

A próxima decisão do Fed, marcada para 15 e 16 de setembro, segue como o principal evento da semana. Uma alta de juros já parece amplamente precificada, mas o tom do comunicado e da entrevista do presidente Kevin Warsh pode definir se a reação das criptomoedas será sustentada ou apenas um alívio de curto prazo.

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