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Fundo BWOW, da Bitwise, será liquidado em outubro

Ilustração de uma moeda de criptomoeda sendo retirada de uma estrutura de fundo de investimento

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A Bitwise anunciou que vai encerrar e liquidar seu ETF de Dogecoin, negociado sob o código BWOW na NYSE Arca, menos de um ano depois do lançamento. O fundo somava aproximadamente US$ 722.000 (cerca de R$ 3,9 milhões ao câmbio de R$ 5,40) em ativos líquidos em 8 de setembro de 2026, segundo comunicado divulgado pela gestora via PR Newswire.

Bitwise encerrará ETF de Dogecoin em outubro

De acordo com a comunicação oficial da gestora, o último dia de negociação do BWOW na bolsa americana está previsto para 14 de outubro de 2026. A Bitwise não atribuiu o fechamento diretamente à baixa demanda pelo produto – a justificativa apresentada foi mais genérica, ligada à revisão da linha de fundos oferecidos.

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Como funcionará a liquidação do BWOW

Os acionistas que ainda mantiverem cotas após o encerramento da negociação receberão o valor correspondente ao valor patrimonial líquido (NAV) de suas posições calculado em 21 de outubro de 2026. O pagamento em dinheiro está previsto para o dia seguinte, 22 de outubro, e a gestora informou que os cotistas não precisam tomar nenhuma ação durante o processo.

O fundo começou a operar em 26 de novembro de 2025, oferecendo exposição à Dogecoin via conta de corretora, sem que o investidor precisasse comprar ou custodiar o ativo diretamente. Segundo o site do próprio fundo, o BWOW mantinha cerca de 8,2 milhões de DOGE, avaliados em aproximadamente US$ 688.000 (perto de R$ 3,7 milhões). A Bitwise havia começado a estruturar o produto ainda no início de 2025, registrando uma entidade em Delaware em janeiro daquele ano. Mais detalhes sobre o cronograma da liquidação estão disponíveis na cobertura do CriptoFácil sobre o encerramento do ETF de Dogecoin.

O que a Bitwise disse sobre o produto

No lançamento do BWOW, em novembro de 2025, o CEO da Bitwise, Hunter Horsley, defendeu a proposta do fundo nestes termos: “Bitwise is launching BWOW because many DOGE holders, a community that numbers in the millions, want the benefit that comes from getting exposure to crypto in an ETP format, and we believe they should have it.” A declaração descreve a tese original do produto, mas não é apresentada pela gestora como explicação para a liquidação anunciada quase um ano depois.

O que o encerramento indica para os ETFs de altcoins

O fechamento do BWOW ocorre em meio a uma onda de lançamentos de fundos cripto que foram além de Bitcoin e Ethereum rumo a outros tokens individuais. Dias antes do BWOW entrar em operação, a Grayscale havia lançado produtos próprios ligados a Dogecoin e XRP, ampliando a oferta de veículos regulados para exposição a criptoativos.

Os cerca de US$ 722 mil em ativos sob gestão no momento do anúncio de liquidação podem ser lidos como um sinal de escala limitada para esse tipo específico de produto – mas a Bitwise não citou esse número como motivo formal do encerramento. O episódio se insere num debate mais amplo sobre quais ativos sustentam demanda institucional via ETF, tema que o CriptoFácil já explorou ao analisar o apetite institucional por ETFs ligados a outros criptoativos e ao mapear os fluxos recentes em fundos de Solana, XRP e Hyperliquid.

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Bitcoin fica perto de suporte após saída de US$ 164,3 mi do ARKB

Bitcoin coin hovering near a support line after an institutional ETF outflow

Lead

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O ETF de Bitcoin ARKB registrou uma saída de US$ 164,3 milhões no dado diário mais recente apresentado pela Farside Investors. A atualização é datada de 11 de setembro de 2026. No mesmo material, o Bitcoin (BTC) é cotado a US$ 76.925,93, abaixo da resistência da média móvel exponencial de 50 períodos, a EMA50, indicada em US$ 78.542,24.

A Farside Investors é descrita na fonte como uma gestora de investimentos sediada em Londres. O dado informado para o ARKB se refere ao fluxo diário do produto e deve ser lido dentro desse recorte específico.

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ARKB registra saída de US$ 164,3 milhões em ETF de Bitcoin

Segundo a análise associada à atualização, o ARKB apresentou fluxo de saída de US$ 164,3 milhões nos dados diários de ETFs de Bitcoin. O material também destaca que o BTC permanecia abaixo da EMA50, referência técnica citada como resistência em US$ 78.542,24.

Entre os indicadores mencionados pela fonte, o MACD aparece em -574,5, com um cruzamento de baixa descrito como death cross. O RSI é informado em 32,78. A análise caracteriza esse conjunto de sinais como um cenário de momentum fraco para o Bitcoin, sem apresentar uma conclusão definitiva sobre os próximos movimentos do ativo.

Desenvolvimento Principal

A leitura técnica apresentada também aponta o suporte inferior das Bandas de Bollinger perto de US$ 76.740,85 como uma referência a ser acompanhada. De acordo com a análise, esse nível poderia ser testado no contexto descrito, enquanto o comportamento do preço segue associado aos sinais técnicos destacados no material.

O preço de US$ 76.925,93 informado para o BTC estava próximo dessa referência das Bandas de Bollinger e abaixo da EMA50 indicada pela fonte. Esses dados compõem uma fotografia do momento registrado na atualização, com foco no fluxo diário do ARKB e nos indicadores técnicos citados para o Bitcoin.

O material não apresenta, nesse recorte, um saldo agregado para todos os ETFs de Bitcoin nem uma comparação detalhada entre emissores. Por isso, o fluxo reportado para o ARKB descreve o resultado diário desse produto, enquanto avaliações mais amplas dependeriam de informações adicionais sobre outros fundos e outros períodos.

O que a saída do ARKB indica para o mercado

A saída de US$ 164,3 milhões é o dado central informado para o ARKB na atualização. A fonte relaciona o registro a um ambiente técnico em que o BTC estava abaixo da EMA50, com MACD em -574,5 e RSI em 32,78. Esses elementos são apresentados conjuntamente na análise divulgada.

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Sem dados agregados no material fornecido, o número do ARKB não permite, por si só, estabelecer uma conclusão sobre o conjunto dos ETFs de Bitcoin. O recorte disponível se concentra no fluxo diário do fundo e na leitura técnica atribuída ao Bitcoin naquele momento.

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Fluxo positivo volta ao ETF de Chainlink após início fraco

Fluxo institucional retorna ao ETF de Chainlink enquanto a atividade da rede permanece elevada

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O ETF de Chainlink registrou US$ 1,09 milhão em entradas líquidas no dia 9 de setembro, segundo dados da SoSoValue – a primeira captação positiva do mês para o produto. O movimento elevou as entradas acumuladas a US$ 147,49 milhões, com ativos líquidos totais de US$ 181,76 milhões.

O dado chega em paralelo a outro sinal: a atividade de endereços na rede Chainlink permanece acima dos níveis registrados no início de agosto, mesmo após um pico intermediário já ter perdido força.

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Fluxo modesto, mas positivo

O volume total negociado pelos ETFs de LINK no dia foi de US$ 7,59 milhões. Entre os dois produtos listados, o GLNK, da Grayscale, concentrava cerca de US$ 136,41 milhões em ativos líquidos, enquanto o ETF da Bitwise somava aproximadamente US$ 45,36 milhões.

Em comparação, a entrada de 9 de setembro é modesta frente aos melhores dias de agosto: US$ 5,16 milhões em 21 de agosto, US$ 3,63 milhões em 20 de agosto e US$ 2,68 milhões em 24 de agosto. Ainda assim, o retorno de fluxo positivo rompe um início de setembro sem entradas registradas.

O contexto se insere num movimento mais amplo de expansão de ETFs de altcoins nos Estados Unidos, tema que já discutimos ao analisar o avanço dos ETFs de Solana e XRP e a chegada de capital institucional a produtos como os ETFs ligados à Hyperliquid.

Atividade da rede: pico recente, não recorde histórico

Segundo dados da Santiment, novos endereços na rede Chainlink passaram de cerca de 974 por dia no início de agosto para um pico de 1.601, recuando depois para 1.140 – cerca de um quarto do avanço permanece. Endereços ativos seguiram trajetória parecida: subiram de 3.599 para 5.572 no auge e hoje giram em torno de 4.821, com a Santiment estimando que dois terços do aumento foram retidos.

No mesmo período, endereços ativos de Solana cresceram 7,5% e os de Ethereum, 5,2%. A própria fonte descreve o movimento de Chainlink como específico da rede, mas alerta que o aumento em contagem de endereços não comprova crescimento de usuários únicos – uma carteira pode simplesmente ter voltado à atividade, ou um grupo menor pode estar transacionando com mais frequência.

Sinal de demanda, não garantia de alta

No momento dos dados da SoSoValue, o LINK era negociado a US$ 11,87. Paralelamente, a análise atribuída ao analista 6epuk aponta um padrão gráfico de continuação de alta em formação há mais de seis anos, que poderia sustentar um rompimento relevante – mas a própria observação reforça que isso não garante nada.

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O quadro combina fluxo institucional renovado, atividade de rede ainda acima da base de agosto e um padrão técnico de longo prazo sob monitoramento. São sinais complementares de demanda e uso, não uma confirmação de valorização – o comportamento dos ETFs, dos endereços e do preço nas próximas semanas é que vai indicar se essa força tem continuidade, movimento que já vimos em outros ativos, como discutimos ao cobrir as entradas recentes no ETF de XRP.

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Cotistas do BWOW receberão valor em dinheiro após liquidação

Moedas digitais e dinheiro representam a liquidação de um ETF de Dogecoin e o pagamento aos cotistas

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A Bitwise Investment Advisers anunciou, em 11 de setembro de 2026, o início do processo de liquidação e encerramento do Bitwise Dogecoin ETF (BWOW), fundo que replica o preço à vista do Dogecoin e é negociado na NYSE Arca. Segundo o comunicado, o produto deixará de operar normalmente, entrará em fase de liquidação dos ativos subjacentes e, ao final, distribuirá o valor patrimonial líquido em dinheiro aos cotistas.

Bitwise anuncia liquidação do ETF de Dogecoin

De acordo com o comunicado da Bitwise, reproduzido pela PR Newswire, o último dia de negociação do BWOW está previsto para 14 de outubro de 2026 – informação atribuída a uma única fonte no material disponível até o momento. A distribuição em dinheiro do valor patrimonial líquido aos cotistas está marcada para 22 de outubro de 2026.

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Na prática, após o último pregão, as cotas do fundo deixam de ser negociáveis e passam a constar nas contas como “aguardando resgate”, sendo convertidas em dinheiro conforme o valor patrimonial líquido apurado na data de referência. Concluído esse processo, o BWOW será formalmente retirado da NYSE Arca, sem novas atualizações de valor ou negociação.

A Bitwise justificou a decisão como parte de um esforço contínuo de otimização da linha de produtos para acompanhar a evolução das necessidades dos investidores. O comunicado, no entanto, não detalha métricas de patrimônio sob gestão, fluxos de entrada e saída, volume de negociação ou número de cotistas do BWOW – dados que permitiriam avaliar com precisão o que motivou o encerramento. Sem esse conjunto de informações, não é possível afirmar com rigor que o fechamento resulta de uma retração de capital institucional; trata-se, por ora, de uma leitura plausível, não de um fato comprovado.

Esse tipo de ajuste de portfólio por parte de emissoras de ETFs cripto tem se tornado mais frequente à medida que produtos temáticos disputam espaço com fundos de maior escala, como discutido em cobertura anterior do CriptoFácil sobre a rotação entre ETFs cripto e o avanço de outros ativos.

O que o encerramento significa para investidores

Para quem detém cotas do BWOW, o processo é direto: negociação até 14 de outubro, seguida de conversão automática em dinheiro com base no valor patrimonial líquido apurado antes do pagamento de 22 de outubro. Não há necessidade de ação por parte do cotista além de acompanhar os prazos.

O episódio reforça um ponto prático: a existência de um ETF cripto listado não garante permanência de longo prazo, especialmente para produtos temáticos e nichados como o BWOW, que atrela sua performance exclusivamente ao Dogecoin, em vez de compor uma cesta mais ampla de ativos. Isso não deve ser confundido com um veredito sobre o valor do Dogecoin em si – apenas com a decisão comercial de uma emissora específica sobre um produto específico.

Qualquer comparação com fluxos de ETFs de Bitcoin ou de altcoins concorrentes depende de dados externos que ainda precisam ser verificados antes de sustentar conclusões mais amplas sobre o mercado de ETFs cripto como um todo.

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Leia também

Vale reforçar: esses movimentos oferecem contexto sobre a dinâmica geral do setor de ETFs cripto, mas não comprovam, isoladamente, a causa específica da liquidação do BWOW.

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Quarto dia de queda do Bitcoin deixa US$ 388 milhões em liquidações

Moeda de Bitcoin sob pressão sobre uma faixa de suporte, representando liquidações no mercado cripto

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O mercado cripto registrou 142 mil traders liquidados em 24 horas, com o total de liquidações atingindo US$ 388 milhões, dos quais US$ 272 milhões – cerca de 70% – vieram de posições compradas (long), segundo dados da TradingKey. O episódio acompanha o quarto dia consecutivo de queda do Bitcoin, que recuou 0,66% no dia e se aproxima do suporte psicológico de US$ 78 mil.

Grandes altcoins como Ethereum, XRP e Solana caíram cerca de 2%, enquanto tokens como UNI, ARB, WLD e TRUMP despencaram mais de 10% no mesmo período.

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Bitcoin testa US$ 78 mil enquanto liquidações atingem US$ 388 milhões

A sequência de quatro dias de perdas colocou o Bitcoin em teste direto do nível de US$ 78 mil, um patamar redondo que costuma concentrar ordens de compra e venda. O predomínio de liquidações em posições compradas – 70% do total – indica que parte relevante do mercado estava posicionada para alta e foi pega de surpresa pela intensidade da queda.

Um bloco de instrumentos citado na fonte primária mostrava o Bitcoin cotado a US$ 78.092, com variação de -0,26% – um snapshot pontual distinto da queda diária de 0,66% mencionada no corpo da análise. Essa dispersão de referências é comum em coberturas em tempo real e não altera o quadro geral: o ativo segue pressionado.

Como discutido anteriormente no CriptoFácil sobre a concentração de alavancagem em altcoins e Bitcoin, episódios como este tendem a atingir com mais força os tokens de menor liquidez, o que ajuda a explicar por que UNI, ARB, WLD e TRUMP caíram muito mais que os ativos principais.

Por que o petróleo e os juros pressionam as criptomoedas

A fonte primária atribui a pressão vendedora a uma combinação de aversão ao risco macroeconômico, tensões geopolíticas e alta do petróleo – o Brent chegou a superar US$ 100 por barril, reacendendo preocupações com inflação persistente e com a trajetória de juros do Federal Reserve.

A fraqueza recente em ações de tecnologia e semicondutores, somada a yields elevados dos Treasuries de dez anos, contribuiu para um aperto marginal de liquidez que se espalhou para o mercado cripto. Como liquidez está concentrada em Bitcoin e nos ativos maiores, altcoins tendem a sofrer quedas proporcionalmente maiores quando a volatilidade aumenta – um padrão já explorado no texto do CriptoFácil sobre open interest e desalavancagem no mercado de derivativos.

Níveis de suporte no radar

Segundo a análise da TradingKey, US$ 78 mil funciona como o primeiro suporte psicológico e técnico forte do Bitcoin. Caso esse nível seja rompido, a faixa entre US$ 75 mil e US$ 76 mil é apontada como a próxima linha de defesa dos compradores.

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A mesma fonte pondera que uma recuperação de curto prazo só deve surgir depois que o Bitcoin interromper a queda e formar uma base – condição ainda não observada no momento da publicação. Contexto técnico adicional sobre esse patamar aparece no texto do CriptoFácil sobre os suportes do Bitcoin próximos a US$ 78 mil.

Pontos para acompanhar

  • BITCOIN – ‘Reação ao suporte de US$ 78 mil’: o nível funciona como primeira linha de defesa técnica e psicológica.
  • PRÓXIMA FAIXA – ‘US$ 75 mil a US$ 76 mil’: patamar citado caso o suporte atual não segure.
  • DERIVATIVOS – ‘Predomínio de longs liquidados’: 70% das liquidações do período vieram de posições compradas.
  • ALTCOINS – ‘Perdas acima de 10%’: UNI, ARB, WLD e TRUMP lideraram as quedas mais acentuadas do dia.
  • MACRO – ‘Petróleo, juros e Fed’: evolução do Brent e dos yields dos Treasuries segue como fator determinante para o apetite por risco.
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Bitcoin tem golden cross, mas altcoins ampliam as perdas

Bitcoin em golden cross enquanto altcoins, incluindo Dogecoin, ampliam as perdas

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O Dogecoin caiu mais de 5% nesta quinta-feira e liderou as perdas entre as principais criptomoedas, enquanto o Bitcoin era negociado pouco acima de US$ 78 mil. Dados da CoinDesk indicavam o BTC em US$ 78.025,29, com retração de 1,56% em 24 horas. No mesmo período, a média móvel de 50 dias do Bitcoin cruzou acima da média de 200 dias, movimento técnico conhecido como golden cross.

O cruzamento ocorreu na terça-feira e ganhou relevância em um pregão no qual as maiores altcoins recuaram mais do que o Bitcoin. Embora o golden cross seja acompanhado por operadores como um sinal gráfico de viés altista, ele não elimina a influência do cenário macroeconômico sobre os preços. A sessão reuniu a sustentação do BTC acima de US$ 78 mil e perdas disseminadas entre outros ativos digitais.

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Contexto do movimento

O recuo do Dogecoin não foi isolado. Segundo a CoinDesk, a BNB caiu cerca de 4% e o XRP recuou aproximadamente 3%. Solana, HYPE e ether perderam entre 1% e 3%, deixando o ether pouco abaixo de US$ 2.475 e a solana perto de US$ 102. A Tron foi a exceção entre os principais ativos citados na cobertura, com alta inferior a 1% e cotação próxima de US$ 0,34.

O ambiente externo coincidiu com a fraqueza das criptomoedas. O petróleo Brent chegou a quase US$ 102 por barril nas negociações asiáticas, em meio à escalada das tensões com o Irã. Ao mesmo tempo, o rendimento do Treasury de 10 anos permaneceu perto de 4,85%, nível não visto desde o fim de 2023, de acordo com a reportagem.

As bolsas asiáticas acompanharam a queda de Wall Street. O índice MSCI Ásia-Pacífico recuou quase 1%, enquanto os mercados de Japão, Coreia do Sul, Taiwan e Austrália também registraram perdas. Na quarta-feira, o S&P 500 fechou em baixa de cerca de 1%. Esse cenário colocou os sinais técnicos do Bitcoin ao lado de fatores como petróleo, juros e o desempenho das ações globais.

Leitura dos Indicadores Técnicos

O cruzamento entre as médias móveis de 50 e 200 dias do Bitcoin é o principal indicador técnico citado nesta rodada. Quando a média de prazo mais curto supera a de prazo mais longo, o movimento é classificado como golden cross. Por si só, o sinal descreve a relação entre essas duas médias e não confirma a direção futura do preço.

Analistas da FxPro, citados pela CoinDesk, observaram que cruzamentos semelhantes em outubro de 2024 e maio de 2025 não produziram continuidade relevante de alta. Segundo a avaliação atribuída aos analistas, a diferença do episódio atual seria o fato de o sinal surgir após um mercado de alta prolongado, e não dentro de uma fase corretiva.

A mesma análise comparou o episódio com 2019, quando um cruzamento parecido precedeu uma valorização de 90% em menos de dois meses. Esse antecedente histórico não constitui uma projeção para o ciclo atual nem uma garantia de repetição do movimento. A cobertura da CoinDesk detalha o contexto do indicador em sua reportagem sobre o golden cross do Bitcoin.

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Para o Dogecoin, a fonte disponível não apresenta indicadores técnicos específicos, como RSI, volume ou níveis de rompimento. A leitura baseada nos dados se limita, portanto, à queda superior a 5% e à posição do ativo como maior perda entre as principais criptomoedas observadas no período.

Níveis de Suporte e Resistência

O nível mais diretamente confirmado pela reportagem é a manutenção do Bitcoin acima de US$ 78 mil durante as horas da manhã asiática de quinta-feira. Esse patamar é a referência de preço mais concreta disponível para acompanhar o comportamento do ativo durante a sessão descrita.

A fonte primária não apresenta faixas numéricas de suporte ou resistência além da negociação do Bitcoin pouco acima de US$ 78 mil. Também não traz dados de volume, níveis de rompimento ou outros parâmetros que permitam delimitar zonas técnicas adicionais. Por essa razão, não há base na cobertura para estabelecer outros patamares como suportes ou resistências confirmados.

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A cotação indicada de US$ 78.025,29 ajuda a situar o Bitcoin ligeiramente acima dessa marca, mas não transforma o nível em uma garantia de sustentação. A referência deve ser lida em conjunto com a retração de 1,56% em 24 horas e com o desempenho mais fraco das principais altcoins no mesmo intervalo.

No caso do Dogecoin, a CoinDesk informa a queda superior a 5%, mas não oferece preço de referência, suporte ou resistência específicos. Assim, a comparação entre o desempenho do DOGE e o do Bitcoin descreve a intensidade relativa das perdas, sem permitir a definição de faixas técnicas próprias para o token.

Projeção e Alvo de Preço

Não há projeção de preço nem alvo numérico confirmado para o Bitcoin ou para o Dogecoin na fonte primária. O golden cross fornece um elemento técnico para acompanhamento, mas os exemplos de 2024 e 2025 citados pela FxPro mostram que cruzamentos anteriores não necessariamente resultaram em uma alta persistente.

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O próximo dado destacado pela CoinDesk é o relatório de inflação ao consumidor dos Estados Unidos, previsto para sexta-feira. A reportagem afirma que uma leitura elevada poderia recolocar uma alta de juros do Federal Reserve na precificação dos ativos que caíram na quinta-feira. Por isso, o comportamento do petróleo, dos rendimentos dos Treasuries e dos mercados acionários permanece parte central do contexto para criptoativos.

Enquanto o Bitcoin se mantiver pouco acima de US$ 78 mil, essa faixa continuará sendo a principal referência observável nesta cobertura. Para o Dogecoin, a ausência de indicadores técnicos específicos na fonte impede estabelecer um alvo ou uma projeção fundamentada além da constatação de que o ativo apresentou a maior perda entre as principais criptomoedas no período analisado.

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Golpe simula falha em chips STM32 para atingir usuários da Trezor

Hardware wallet beside a deceptive phishing warning symbol in a cybersecurity scene

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A Trezor confirmou nesta semana que um provedor terceirizado de e-mail utilizado pela empresa foi invadido e usado para disparar uma campanha de phishing com o título “Critical Security Alert: STM32 Entropy Vulnerability”. A fabricante de carteiras de hardware classificou a mensagem como fraudulenta e orientou os usuários a não clicarem em nenhum link contido nela, segundo comunicado publicado no X.

Alerta de phishing usa falsa vulnerabilidade de hardware

O e-mail falso alegava que engenheiros da própria Trezor teriam descoberto uma vulnerabilidade crítica nos microcontroladores STM32, usados em seus dispositivos, capaz de reduzir a aleatoriedade – ou entropia – na geração de frases de recuperação. A mensagem chegava a afirmar que aproximadamente um em cada quatro dispositivos estaria afetado, número que pertence exclusivamente ao texto fraudulento e não corresponde a nenhuma vulnerabilidade confirmada pela empresa.

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Segundo a Trezor, o domínio usado no ataque já foi derrubado, e a empresa investiga como os invasores conseguiram acesso ao provedor legítimo de e-mail. O alerta oficial da companhia veio horas depois de usuários relatarem ter recebido a mensagem a partir do que parecia ser um endereço autêntico da marca – reforçando o risco de que canais aparentemente oficiais sejam usados como vetor de golpe.

O que disseram Trezor e pesquisadores

Nick Neuman, cofundador e CEO da Casa, disse que a campanha provavelmente decorre do comprometimento de um provedor de e-mail de marketing e afirmou ter recebido relatos semelhantes de usuários da BitBox, outra fabricante de carteiras de hardware. Em publicação no X, Neuman escreveu: “It’s likely that a marketing email provider was compromised. Stay frosty and don’t trust provider emails that try to get you to take actions via sketchy looking links.”

Jameson Lopp, pesquisador de segurança e CSO da Casa, também alertou que os provedores usados por Trezor e BitBox podem ter sido comprometidos, embora essa hipótese ainda não represente uma confirmação definitiva por parte das próprias empresas afetadas, segundo reportagem da Decrypt.

Pontos principais para os usuários

  • NÃO CLICAR: e-mails com o assunto “Critical Security Alert: STM32 Entropy Vulnerability” não são oficiais e não devem ser abertos ou seguidos.
  • SEM ATUALIZAÇÃO REAL: não existe nenhuma atualização de segurança legítima associada a essa mensagem – a alegação de falha de entropia é falsa.
  • DOMÍNIO DERRUBADO: a Trezor confirmou a remoção do domínio usado no ataque, mas a investigação sobre a origem do acesso segue em curso.
  • RISCO AMPLIADO: pesquisadores apontam que usuários da BitBox também podem ter sido alvo, embora a extensão total da campanha ainda não esteja determinada.

O que o caso significa para usuários de carteiras

O episódio mostra que um e-mail enviado por infraestrutura aparentemente legítima ainda pode servir de veículo para phishing, o que reforça a necessidade de conferir qualquer alerta de segurança diretamente nos canais oficiais da empresa antes de agir. A fonte confirma a recomendação de não clicar em links suspeitos, sem registrar nesta campanha um pedido específico de frase de recuperação.

Em agosto, a Trezor e a fabricante Foundation já haviam alertado sobre tentativas de phishing que exploravam o medo em torno da segurança de carteiras de hardware, segundo a Decrypt. No mesmo mês, a empresa informou que um incidente na ShipMonk, parceira de logística, expôs dados de 80.689 pessoas – nomes, e-mails, telefones e endereços de entrega – e alertou que essas informações poderiam alimentar golpes de phishing mais sofisticados, como detalhou o CriptoFácil ao cobrir o vazamento de dados de clientes da Trezor nos EUA.

A própria mensagem fraudulenta explorava o temor gerado por um exploit recente envolvendo a carteira Coldcard, que teria causado perdas superiores a US$ 130 milhões (aproximadamente R$ 754 milhões ao câmbio de R$ 5,80), segundo a Decrypt – um contexto usado pelos golpistas para dar credibilidade à falsa alegação sobre a Trezor, conforme também noticiado pelo BeInCrypto.

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ETFs de Bitcoin retomam força com IBIT na liderança

Bitcoin ETF inflows represented by a dominant institutional fund receiving renewed investment flows

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Os ETFs spot de Bitcoin nos Estados Unidos registraram US$ 731 milhões em entradas líquidas no dia 3 de setembro de 2026, segundo dados divulgados pelo Crypto Briefing. O montante representou a maior captação diária desde meados de janeiro daquele ano. Embora a manchete da publicação mencione US$ 643 milhões, o texto da reportagem informa US$ 731 milhões como o total de entradas líquidas da sessão.

O movimento ocorreu em um período de recuperação dos fluxos para os fundos negociados em bolsa ligados ao Bitcoin. No momento do avanço das entradas, o Bitcoin era negociado perto de US$ 80.000, segundo a fonte. Esse patamar serve como referência para o contexto de mercado em que os aportes foram registrados.

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Concentração em IBIT e o quadro semanal

O iShares Bitcoin Trust (IBIT), da BlackRock, captou aproximadamente US$ 454 milhões no dia 3 de setembro. O FBTC, da Fidelity, e o ARKB, da ARK 21Shares, também contribuíram para as entradas, embora a fonte não informe os valores individuais desses dois produtos.

Segundo o Crypto Briefing, o fluxo diário não ocorreu de forma isolada. Na semana encerrada em 4 de setembro, os ETFs spot de Bitcoin dos Estados Unidos acumularam aproximadamente US$ 987 milhões em entradas líquidas. O dado semanal sugere que a sessão de 3 de setembro fez parte de uma onda mais ampla de compras nos fundos.

O IBIT aparece como o principal destino dos novos recursos na sessão analisada. A fonte descreve o produto como um veículo usado por grandes alocadores que buscam exposição ao Bitcoin sem a complexidade operacional da custódia direta do ativo. Nesse contexto, a captação do fundo da BlackRock concentrou a maior parcela dos aportes reportados para o dia.

Números que resumem o movimento

  • ENTRADA DIÁRIA – 3 de setembro: US$ 731 milhões em entradas líquidas, maior volume diário desde meados de janeiro de 2026, segundo o Crypto Briefing.
  • IBIT: aproximadamente US$ 454 milhões em entradas no fundo da BlackRock.
  • FLUXO SEMANAL – até 4 de setembro: cerca de US$ 987 milhões em entradas líquidas na semana.
  • AGOSTO DE 2026: aproximadamente US$ 3,5 bilhões em entradas mensais, o melhor resultado desde setembro de 2025.
  • ACUMULADO DESDE JANEIRO DE 2024: mais de US$ 55 bilhões em entradas líquidas nos ETFs spot de Bitcoin dos Estados Unidos.

O desempenho de agosto já havia destacado a retomada dos fluxos. Com cerca de US$ 3,5 bilhões em entradas no mês, os ETFs registraram seu resultado mensal mais forte desde setembro de 2025. Antes da alta mais recente, os dias de maior entrada em janeiro de 2026 haviam registrado volumes entre US$ 697 milhões e US$ 760 milhões, faixa que oferece contexto para o resultado de 3 de setembro.

Como contraste, o mercado também registrou uma saída recorde de US$ 3,4 bilhões no início de junho de 2026. A diferença entre esse episódio e a recuperação posterior ilustra a variação dos fluxos nos produtos. Desde o lançamento coletivo dos ETFs spot, em janeiro de 2024, as entradas líquidas acumuladas já superaram US$ 55 bilhões.

Contexto macro: o papel do Fed

O Crypto Briefing atribuiu um papel catalisador à onda recente de compras a comentários de viés dovish do governador do Federal Reserve Christopher Waller. A publicação relaciona a reação à perspectiva de uma política monetária mais frouxa, cenário em que ativos de risco tendem a se beneficiar.

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Segundo a explicação apresentada pela fonte, taxas mais baixas reduzem o custo de oportunidade de manter ativos sem rendimento, como o Bitcoin. A publicação também aponta que um dólar mais fraco pode tornar ativos denominados na moeda americana mais atraentes para compradores internacionais. Esses fatores foram citados como parte do contexto para as entradas observadas nos ETFs spot de Bitcoin.

O resultado de 3 de setembro, a concentração de recursos no IBIT e o fluxo semanal de US$ 987 milhões formam o quadro descrito pelo Crypto Briefing: uma recuperação dos aportes após meses marcados por movimentos relevantes tanto de entrada quanto de saída nos fundos.

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ETF de Zcash supera US$ 500 milhões e atrai capital

Moeda dourada inspirada no Zcash recebendo fluxo de capital em uma estrutura institucional limpa

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O Bitcoin caiu para US$ 77.666 (aproximadamente R$ 450.463 ao câmbio de R$ 5,80) na terça-feira, antes de recuperar terreno e chegar perto de US$ 78.900 (cerca de R$ 457.620) durante a manhã asiática de quarta-feira, segundo dados da CoinDesk. O movimento deixou o ativo praticamente estável em 24 horas e com alta de pouco menos de 2% na semana – enquanto o fluxo de capital migrou para o Zcash, que avançou cerca de 43% no acumulado semanal.

Bitcoin recua, enquanto Zcash concentra o fluxo de atenção

A Grayscale informou que seu ETF de Zcash, negociado sob o ticker ZCSH, ultrapassou US$ 500 milhões (aproximadamente R$ 2,9 bilhões) em ativos sob gestão duas semanas após sua estreia na NYSE Arca, em 25 de agosto. O fundo acumulou mais de US$ 70 milhões (cerca de R$ 406 milhões) em captações líquidas desde o lançamento, além de um aporte de US$ 100 milhões (aproximadamente R$ 580 milhões) da DCG International Investments.

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O ETF já detém mais de 550.000 ZEC, o equivalente a cerca de 3% da oferta circulante de 16,9 milhões de tokens do ativo. O ZEC foi negociado acima de US$ 1.180 (aproximadamente R$ 6.844) no dia, alta superior a 4%, com cerca de US$ 1 bilhão (perto de R$ 5,8 bilhões) em volume nas últimas 24 horas e valor de mercado próximo de US$ 20 bilhões (cerca de R$ 116 bilhões) – o suficiente para colocá-lo entre os dez maiores ativos digitais na semana. Como analisamos anteriormente no CriptoFácil ao cobrir o interesse crescente por um ETF de Zcash, o movimento de preço já vinha acompanhando expectativas em torno da estrutura institucional do fundo.

A concentração de capital em torno do ZEC também levanta questões sobre alavancagem no mercado de altcoins, tema que o CriptoFácil já explorou ao analisar a concentração de open interest em torno de posições alavancadas.

Juros, inflação e petróleo limitam a recuperação

O mercado permanece atento aos dados de inflação e à decisão de juros do Federal Reserve, marcada para 15 e 16 de setembro. O petróleo Brent avançou em direção a US$ 100 o barril, enquanto o ouro se manteve perto de US$ 4.407 (aproximadamente R$ 25.560) a onça, cerca de 30% acima do valor registrado um ano antes.

Esses fatores mantiveram o rendimento do Treasury de 10 anos próximo de 4,8% e o de dois anos acima de 4,3%, com o mercado precificando cerca de 60% de probabilidade de alta de juros na próxima semana, segundo a ferramenta CME FedWatch. Dados on-chain sugerem que o Bitcoin enfrenta pressão vendedora perto do topo de sua faixa de negociação, entre aproximadamente US$ 77.200 e US$ 82.100 (entre R$ 447.760 e R$ 476.180). Os índices de preços ao produtor de quinta-feira e ao consumidor de sexta-feira são os últimos dados relevantes antes da reunião do FOMC.

“The tape is now trading rates rather than anything crypto-specific,” said Jasper De Maere, OTC trader at Wintermute. Segundo o profissional, o mercado de criptoativos passou a reagir muito mais ao ciclo de juros americano do que a catalisadores específicos do setor.

Declaração de mercado

“We expect some more volatility as we move into the back of this week as the final macro data comes in before the FED’s rate decision. $75,000 and $82,000 remain the levels into the 15-16 FOMC.” – Jasper De Maere, operador OTC da Wintermute, reforçou que esses dois patamares seguem como referência técnica até a decisão do banco central americano.

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Para acompanhar como esses níveis técnicos se conectam ao comportamento recente do preço, veja também a análise sobre suporte e resistência do Bitcoin publicada no CriptoFácil.

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XRP vira único destaque dos ETFs cripto nos EUA

Abstract XRP-inspired asset rising above subdued crypto ETF investments

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Os ETFs de XRP captaram cerca de US$ 2 milhões (aproximadamente R$ 11,6 milhões ao câmbio de R$ 5,80) na terça-feira, a única entrada relevante em todo o mercado de ETFs cripto dos EUA naquele pregão, segundo dados da SoSoValue. Enquanto isso, fundos de bitcoin, ether, Hyperliquid e solana registraram resgates líquidos, numa divergência que reforça a posição do XRP como o ativo em ascensão entre os produtos negociados em bolsa nos Estados Unidos.

Os cinco produtos de XRP acumulam agora US$ 1,69 bilhão (cerca de R$ 9,8 bilhões) em entradas líquidas desde o lançamento, com US$ 173 milhões (aproximadamente R$ 1 bilhão) apenas nos últimos 30 dias. Do outro lado da mesa, os ETFs spot de bitcoin dos EUA perderam cerca de US$ 47 milhões (por volta de R$ 272,6 milhões) no dia, com o GBTC da Grayscale respondendo sozinho por US$ 66 milhões (aproximadamente R$ 382,8 milhões) em resgates.

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Produtos concorrentes amenizaram parte do golpe: IBIT da BlackRock, BITB da Bitwise, ARKB da Ark/21Shares e MSBT da Morgan Stanley somaram juntos cerca de US$ 41 milhões (aproximadamente R$ 237,8 milhões) em captações, insuficientes para reverter o saldo negativo do complexo bitcoin. No lado do ether, os dois produtos da Grayscale perderam combinados US$ 34 milhões (cerca de R$ 197,2 milhões), enquanto o FETH da Fidelity recuou US$ 10 milhões (aproximadamente R$ 58 milhões), deixando o complexo de ether com saída líquida de cerca de US$ 24 milhões (por volta de R$ 139,2 milhões). Todos os demais fundos de ether registraram fluxo zero no dia.

O que os dados revelam?

  • XRP – ‘Único ponto positivo’: quase US$ 2 milhões em entradas e US$ 1,69 bilhão em captações acumuladas nos cinco produtos.
  • Bitcoin – ‘Resgates concentrados’: cerca de US$ 47 milhões em saídas líquidas, com o GBTC sozinho contribuindo US$ 66 milhões em resgates.
  • Ether – ‘Grayscale pesa mais’: aproximadamente US$ 24 milhões em saídas líquidas no complexo.
  • Hyperliquid e Solana – ‘Perdas menores, mas presentes’: US$ 13 milhões e menos de US$ 1 milhão em saídas, respectivamente.
  • Patrimônio líquido dos ETFs de bitcoin – ‘Abaixo da marca psicológica’: fechamento em US$ 99,52 bilhões (aproximadamente R$ 577,2 bilhões), de volta abaixo do patamar de US$ 100 bilhões cruzado em 3 de setembro.

Por que a diferença de taxas importa

A fonte primária aponta que o GBTC cobra taxa de administração de 1,50%, contra 0,25% do IBIT – uma diferença que, segundo a própria reportagem, tem impulsionado a divisão de fluxos ao longo do ano. Vale observar essa comparação de taxas como contexto reportado, e não como causa comprovada de forma independente para os resgates específicos de terça-feira.

O recuo do patrimônio líquido dos ETFs de bitcoin para US$ 99,52 bilhões, abaixo do teto de US$ 100 bilhões atingido há apenas seis dias, sugere que o mercado segue sensível a movimentos pontuais de resgate por parte de veículos com estrutura de custo mais alta. A questão que fica para os próximos pregões é se os resgates do GBTC continuarão superando as entradas registradas em fundos concorrentes de menor taxa.

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