Descubra como a criptomoeda está revolucionando o futuro financeiro. Em nosso site, você encontra as últimas notícias, análises de mercado e dicas para investir com segurança. Cripto é a chave para a nova era financeira – explore o potencial de Bitcoin, Ethereum, NFTs e outras tecnologias disruptivas. Junte-se à revolução digital agora mesmo!
O banco espanhol Bankinter entrou na rodada de financiamento da exchange Bit2Me, adquirindo uma participação minoritária para acelerar a expansão cripto na União Europeia. O anúncio não provocou reação direta em preços de tokens específicos, mas reforçou o fluxo institucional para infraestrutura cripto regulada, um dos principais vetores de longo prazo do setor. O movimento ocorre em meio à consolidação do mercado europeu sob o regime MiCA, que tem atraído bancos tradicionais para parcerias em vez de desenvolvimento interno.
Embora não haja um ativo listado diretamente ligado à Bit2Me, o contexto é construtivo para o mercado: o Bitcoin (BTC) opera em torno de US$ 43.200, com alta de 1,8% nas últimas 24h e volume diário próximo de US$ 22 bilhões, refletindo um ambiente de risco controlado enquanto investidores monitoram adoção institucional. No gráfico diário, o RSI do BTC está em 54 pontos, zona neutra, enquanto o MACD segue levemente positivo, sinalizando continuidade da consolidação.
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Esse pano de fundo reforça a narrativa macro de integração entre bancos e cripto, um tema que também afeta investidores brasileiros atentos à evolução regulatória global e seus reflexos no mercado local.
O que está por trás do investimento do Bankinter?
Na prática, o Bankinter passa a ter exposição direta à Bit2Me, exchange espanhola que se tornou a primeira fintech de língua espanhola autorizada como provedora de serviços cripto sob o regulamento MiCA, em 29/07/2025. Essa licença permite à empresa operar legalmente em 27 países da UE, reduzindo risco regulatório — um fator crítico para bancos.
A Bit2Me já havia atraído nomes como Telefónica, BBVA e Unicaja, além de um aporte de €30 milhões liderado pela Tether. Segundo Yellow.com, bancos europeus veem exchanges licenciadas como uma forma mais eficiente de acessar liquidez cripto sem assumir custos operacionais elevados.
Instituições aceleram adoção cripto regulada na Europa
O investimento do Bankinter reforça uma tendência mais ampla de adoção institucional cripto, na qual bancos preferem parcerias estratégicas a construir infraestrutura do zero. Esse modelo reduz riscos de compliance e acelera o time-to-market, especialmente em um ambiente regulado como o europeu.
Para o mercado, isso fortalece a percepção de maturidade do setor. Exchanges reguladas tendem a concentrar liquidez e usuários, o que pode pressionar players menores e beneficiar plataformas com licenças completas, como Bit2Me, Binance e Coinbase na UE.
Como isso afeta investidores brasileiros?
Para investidores do Brasil, o sinal é indireto, mas relevante: bancos globais seguem validando cripto como infraestrutura financeira, não apenas como ativo especulativo. Esse movimento dialoga com tendências vistas em bancos tradicionais em cripto e pode acelerar ofertas reguladas também na América Latina.
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Por outro lado, o avanço institucional não elimina riscos. A adoção tende a ser gradual, e o impacto em preços depende de aumento real de volume e usuários. No curto prazo, o mercado segue sensível a política monetária e fluxo de ETFs, enquanto no longo prazo a consolidação regulatória pode reduzir volatilidade estrutural.
Em síntese, a entrada do Bankinter na Bit2Me não mexe diretamente nos gráficos hoje, mas fortalece um dos pilares mais importantes para o ciclo cripto atual: a integração entre finanças tradicionais e infraestrutura digital regulada.
O CME Group anunciou nesta quinta-feira (15) planos para lançar contratos futuros de Cardano (ADA), Chainlink (LINK) e Stellar (XLM), ampliando sua oferta de derivativos cripto regulados a partir de 9 de fevereiro, sujeito à aprovação regulatória. Após a notícia, ADA subiu 3,1% em 24h para US$ 0,54, enquanto LINK avançou 2,4% para US$ 15,80 e XLM teve alta mais moderada de 1,2%, negociado a US$ 0,128. O movimento reforça a tendência de entrada institucional em altcoins, já vista com Solana e XRP em 2025.
O que muda com os novos futuros da CME?
Na prática, a CME — maior bolsa de derivativos do mundo — permitirá que investidores negociem exposição a ADA, LINK e XLM em um ambiente regulado, sem precisar deter os tokens. Os contratos padrão e micro ampliam o acesso: ADA terá contratos de 100.000 e 10.000 tokens; LINK de 5.000 e 250; e XLM de 250.000 e 12.500 unidades.
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Isso importa porque derivativos regulados tendem a atrair fundos, bancos e gestores que não operam em exchanges cripto tradicionais. Segundo dados da CME, o grupo registrou em 2025 volume médio diário recorde de 278.300 contratos, equivalentes a US$ 12 bilhões em valor nocional.
Institucionalização aumenta liquidez, mas também volatilidade
Historicamente, listagens de futuros na CME aumentam a liquidez e criam referências de preço para o mercado à vista. Foi o que ocorreu com os futuros de Solana, lançados em março de 2025, e de XRP, em maio, ambos cash-settled, segundo a Reuters.
No curto prazo, ADA enfrenta resistência técnica em US$ 0,58, com RSI em 56 no gráfico diário, sinalizando força moderada, mas sem sobrecompra. LINK encontra resistência em US$ 16,50, com o MACD ainda positivo, enquanto XLM segue consolidado abaixo da média móvel de 200 dias, em US$ 0,135.
Para investidores no Brasil, a expansão da CME funciona como termômetro institucional. Mesmo quem opera apenas no mercado spot se beneficia de maior transparência de preços e potencial aumento de volume nas exchanges locais. Além disso, reforça a narrativa de amadurecimento do mercado de futuros regulados de criptomoedas.
O movimento também dialoga com o avanço de pedidos de ETFs de altcoins, ampliando o ecossistema de produtos institucionais. No entanto, mais derivativos significam também maior alavancagem e oscilações mais bruscas em eventos macro.
Quais são os riscos desse movimento?
Apesar do viés positivo para liquidez, futuros podem intensificar movimentos de queda se o sentimento virar. Um aumento abrupto de posições vendidas pode pressionar preços à vista, especialmente em altcoins com market cap menor, como XLM.
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Além disso, os contratos ainda dependem de aprovação regulatória, e atrasos ou mudanças nas regras podem frustrar expectativas de curto prazo. Para o investidor brasileiro, a leitura é clara: o avanço institucional fortalece o mercado, mas exige gestão de risco mais rigorosa.
Em síntese, a entrada de ADA, LINK e XLM no radar da CME consolida um novo estágio de institucionalização das altcoins. Se aprovado, o lançamento tende a melhorar liquidez e visibilidade, mas o impacto em preços dependerá do apetite real dos grandes players nas próximas semanas.
Monero (XMR) reportedly foi a criptomoeda mais usada na ShopinBit ao longo de 2025, liderando pagamentos em um dos maiores varejistas cripto da Europa. Mesmo com restrições regulatórias e menor liquidez em exchanges, o XMR manteve demanda consistente, sendo responsável por 74,54% de todos os pagamentos da plataforma em junho de 2025. O dado reforça a narrativa de que, no segmento de criptomoedas de privacidade, utilidade prática tem pesado mais que especulação.
No mercado, o XMR é negociado a US$ 168,40 nesta sexta-feira (16), com alta de 1,92% nas últimas 24h e avanço de 6,3% em 7 dias. No acumulado de 2025, porém, o ativo ainda cai 4,7%, refletindo o impacto da saída de grandes exchanges europeias e a redução de liquidez global.
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O desempenho ocorre em um contexto de crescimento estrutural do uso de cripto como meio de pagamento, tendência que também impulsiona stablecoins e outras soluções de liquidação digital.
O que está por trás da liderança do Monero em pagamentos?
Em termos simples, Monero é uma criptomoeda focada em privacidade, ocultando remetente, destinatário e valor das transações. Para comerciantes e usuários que priorizam confidencialidade financeira, isso se traduz em maior proteção contra rastreamento, algo cada vez mais valorizado em ambientes regulatórios mais rígidos.
Segundo dados da ShopinBit, o XMR respondeu por 74,54% de todos os pagamentos em junho de 2025, superando Bitcoin e stablecoins. Esse número importa porque mostra uso real, não apenas volume de trading — um indicador-chave de adoção sustentável, especialmente quando comparado ao crescimento da adoção de criptomoedas em pagamentos globalmente.
O avanço ocorre mesmo com volume diário mais baixo. No terceiro trimestre de 2025, o XMR registrou entre US$ 90 milhões e US$ 115 milhões em volume diário, abaixo de ciclos anteriores, de acordo com ainvest.com.
Domínio no nicho de privacidade fortalece tese de longo prazo
Hoje, o Monero concentra cerca de 58% do market cap de todas as criptomoedas de privacidade. Além disso, 24% das novas carteiras criadas em 2025 vieram de investidores institucionais, sinalizando interesse profissional mesmo em um ambiente adverso.
Em termos técnicos, o RSI diário do XMR está em 54 pontos, zona neutra, indicando ausência de sobrecompra. O preço se mantém acima da média móvel de 50 dias em US$ 162,00, com suporte imediato em US$ 158,00 e resistência relevante em US$ 175,00. O MACD segue levemente positivo, sugerindo viés de consolidação com inclinação altista.
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Para investidores brasileiros, isso significa que o XMR opera mais como um ativo de utilidade do que de momentum. A tese depende menos de fluxo especulativo e mais da continuidade da adoção por comerciantes.
Quais riscos ainda pesam sobre o XMR?
O principal contraponto é regulatório. A retirada do Monero de grandes exchanges europeias reduziu liquidez e pode limitar o acesso de novos investidores. Menor liquidez tende a ampliar volatilidade, especialmente em períodos de estresse de mercado.
Além disso, concorrentes como Zcash (ZEC) e Decred (DCR) perderam espaço, mostrando que o nicho de privacidade é sensível a mudanças regulatórias. Ainda assim, mais de 1.000 empresas já aceitaram XMR em 2024, contra apenas 41 em 2018, segundo TheStandard.io.
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Em síntese, o domínio do Monero em pagamentos reforça sua relevância funcional em 2025. Para investidores brasileiros, o XMR segue como um ativo de tese específica: menos dependente de hype e mais ancorado em uso real — com riscos regulatórios claros, mas com uma base de adoção difícil de ignorar.
A Algorand divulgou nesta semana seu roadmap para 2026, destacando expansão nos Estados Unidos e novos produtos focados em tokenização e infraestrutura Web3. Após o anúncio, o token ALGO subiu 2,63% em 24 horas, negociado a US$ 0,21, com volume diário próximo de US$ 185 milhões. O movimento ocorre em um momento em que investidores buscam fundamentos sólidos em meio à temporada de altcoins projetada para 2026.
No acumulado de 7 dias, o ALGO ainda cai 4,8%, refletindo a pressão macro sobre altcoins de médio porte. Mesmo assim, o anúncio reforça a narrativa de adoção institucional e uso real de blockchain, dois vetores cada vez mais observados pelo mercado global e por investidores brasileiros.
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A estratégia também dialoga com o avanço da regulamentação nos EUA, fator que tende a influenciar fluxos de capital para projetos com presença local clara.
O que muda com o roadmap 2026 da Algorand?
Em termos práticos, a Algorand quer ampliar sua atuação nos EUA e acelerar produtos ligados à tokenização de ativos do mundo real (RWAs). Segundo dados oficiais, a rede alcançou 48,9 milhões de carteiras e ultrapassou 3,40 bilhões de transações até dezembro de 2025, mostrando tração de uso consistente.
Além disso, o valor total bloqueado (TVL) em RWAs superou US$ 100 milhões em agosto de 2025, com crescimento mensal de 6,3%, de acordo com o Algo Insights Report. Para investidores, isso indica demanda real por infraestrutura, não apenas especulação de preço.
No gráfico diário, o ALGO encontra suporte imediato em US$ 0,20, região que segurou o preço nas últimas duas semanas. A resistência mais próxima está em US$ 0,23; um rompimento com volume acima da média pode abrir espaço para teste em US$ 0,26.
O RSI de 14 períodos está em 47 pontos, sinalizando equilíbrio entre compra e venda, sem condição de sobrecompra. Já o MACD segue levemente negativo, mas com histograma em recuperação, sugerindo perda de força vendedora no curto prazo.
Como a expansão nos EUA pode impactar o ecossistema?
A Fundação Algorand reduziu sua participação no staking de 63% para 21%, ampliando a descentralização da rede, segundo dados do Cointelegraph. Hoje, mais de 80% do stake está nas mãos da comunidade, o que reduz riscos de centralização.
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Para o investidor brasileiro, isso importa porque projetos mais descentralizados tendem a atrair parcerias institucionais e listagens reguladas, inclusive em produtos como ETFs de altcoins nos EUA, ampliando liquidez e visibilidade do ativo.
Riscos e pontos de atenção no curto e médio prazo
Apesar dos avanços, a rede enfrentará desafios relevantes em 2025, como a descontinuação do USDT em Algorand a partir de setembro, o que pode reduzir liquidez em aplicações DeFi. Além disso, a competição com Ethereum e outras L1 por tokenização segue intensa.
Em termos de preço, uma perda do suporte em US$ 0,20 pode levar o ALGO a buscar US$ 0,17, mínima registrada em outubro. Isso reforça a importância de gestão de risco, especialmente para traders de curto prazo.
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Em síntese, o roadmap 2026 reforça fundamentos positivos da Algorand, mas o impacto no preço do ALGO dependerá da execução e do ambiente macro. Para investidores brasileiros, acompanhar métricas on-chain e níveis técnicos será decisivo para separar avanço estrutural de volatilidade passageira.
A Citrea anunciou nesta sexta-feira o lançamento da ctUSD, uma stablecoin em dólar nativa para aplicações de liquidez no ecossistema Bitcoin, emitida pela MoonPay e construída sobre a infraestrutura da M0. O anúncio ocorre em um momento em que o Bitcoin consolida acima de US$ 98.200, com alta de 1,4% nas últimas 24h e volume diário de negociação próximo de US$ 32 bilhões. A iniciativa se insere na tendência mais ampla de institucionalização das stablecoins, que ganham espaço como infraestrutura-chave para pagamentos e DeFi.
No mercado, o BTC segue lateralizado entre suporte em US$ 96.500 e resistência em US$ 100.000, com RSI diário em 52 pontos — sinal de equilíbrio entre compra e venda — e MACD próximo da linha zero. Para investidores brasileiros, o avanço de soluções de liquidez em dólar no Bitcoin pode reduzir fricções operacionais e custos em estratégias de yield e hedge.
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O que é a ctUSD e por que ela importa?
A ctUSD é uma stablecoin 1:1 lastreada em caixa e T-bills dos EUA, emitida pela MoonPay e alimentada pela arquitetura interoperável da M0. Na prática, isso significa um dólar digital projetado para operar de forma nativa em aplicações ligadas ao Bitcoin, sem depender de bridges externas — um ponto crítico após falhas recorrentes nesse tipo de infraestrutura.
Segundo a Citrea, o objetivo é evitar a fragmentação de liquidez e ampliar a eficiência de protocolos DeFi em BTC. Isso se conecta diretamente à expansão do mercado de stablecoins, que cresce como base para transações on-chain e aplicações financeiras.
Arquitetura institucional e competição com USDC e USDT
A MoonPay vem ampliando sua atuação como emissora institucional de stablecoins desde novembro de 2025, com alcance potencial de mais de 30 milhões de usuários verificados. A integração com a M0 permite um modelo multi‑issuer, aproximando a ctUSD de padrões regulatórios como o GENIUS Act, segundo a M0.
Na prática, a ctUSD entra em um mercado dominado por USDT e USDC, que juntos somam mais de US$ 150 bilhões em market cap. A diferença está no foco: enquanto essas stablecoins são multi-chain, a proposta da Citrea é aprofundar liquidez específica para Bitcoin DeFi, um segmento ainda pequeno, mas em expansão.
Quais são os riscos e limites dessa estratégia?
Apesar do apelo institucional, a adoção da ctUSD depende da tração real de aplicações DeFi no Bitcoin, que ainda respondem por menos de 2% do valor total bloqueado (TVL) em cripto. Além disso, a stablecoin não estará disponível no Canadá e na União Europeia, limitando seu alcance global inicial.
Para investidores brasileiros, o risco está menos no lastro — que segue padrões conservadores — e mais na liquidez efetiva no mercado secundário. Sem volume consistente, spreads podem permanecer elevados, reduzindo a atratividade frente a alternativas já consolidadas.
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Em síntese, a ctUSD reforça a narrativa de amadurecimento da infraestrutura financeira do Bitcoin, mas seu impacto dependerá da capacidade da Citrea de atrair desenvolvedores e capital. Se a liquidez se materializar, o Bitcoin pode ganhar uma camada DeFi mais eficiente; caso contrário, a stablecoin tende a permanecer como uma solução de nicho no curto prazo.
A Pump.fun continua em forte alta, avançando 27% em apenas uma semana, impulsionada pela febre das meme coins que elevou a capitalização total do setor para mais de US$ 51 bilhões — o dobro apenas neste mês.
Mas e se essa plataforma massiva de memes pudesse ser integrada ao Bitcoin? Isso é sequer possível? De acordo com a Bitcoin Hyper (HYPER), a Layer-2 mais rápida em desenvolvimento, a resposta é sim. E o resultado pode ser uma moeda de cotação mais estável para traders, combinando a força do Bitcoin com um sistema mais minimizado em confiança.
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A Bitcoin Hyper está criando um ambiente semelhante ao da Solana, construído sobre a segurança inabalável do Bitcoin. Se plataformas como a Pump.fun migrassem para a Bitcoin Hyper, isso poderia transformar o ecossistema em um sistema financeiro mais profissional, afastando-se da mentalidade de “cassino” que atualmente domina o espaço, permitindo que tanto o Bitcoin quanto o ecossistema de meme coins prosperem.
O projeto já arrecadou quase US$ 30,7 milhões, com baleias retornando para comprar mais de 6 milhões de tokens HYPER nesta quinta-feira. Para novos investidores, ainda há tempo, já que o HYPER está disponível a US$ 0,013585 por token, mas apenas pelas próximas 10 horas.
Pump.fun: a queda, a retomada e o que vem a seguir
A Pump.fun se consolidou como uma das principais launchpads de meme coins baseadas na Solana, tornando mais fácil do que nunca para qualquer pessoa — mesmo sem conhecimento técnico — criar seu próprio token na blockchain Solana. Mais do que uma plataforma, ela foi um dos motores do superciclo das meme coins iniciado em 2024.
Embora 2025 não tenha levado o setor de meme coins a novos patamares, o início das negociações em 2026 mostra sinais promissores. Como mencionado, o token nativo da Pump.fun, o PUMP, disparou 27% em apenas uma semana, com volumes de negociação alcançando US$ 1,2 bilhão. Esses são indicadores positivos de que um novo superciclo pode estar no horizonte, coincidindo com o aniversário de dois anos da launchpad.
No entanto, houve obstáculos ao longo do caminho. Em meados de 2025, por exemplo, a Pump.fun perdeu participação significativa de mercado para a LetsBonk durante um período de dois meses, com a LetsBonk capturando 55% do mercado em poucas semanas.
Esse êxodo foi impulsionado pela percepção de um modelo extrativo na Pump.fun, agravado pela controversa ICO de US$ 600 milhões do PUMP, que favoreceu baleias em detrimento dos traders de varejo. Em contraste, a LetsBonk ganhou espaço ao utilizar 50% de suas taxas para recomprar e queimar tokens BONK, provando que a lealdade de longo prazo é construída com valor compartilhado, e não apenas com volume especulativo.
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Fonte: Dune Analytics
Embora a Pump.fun tenha recuperado sua dominância posteriormente, retornando a mais de 70% de participação de mercado em agosto de 2025, o “flippening” promovido pela LetsBonk foi um momento decisivo que mudou permanentemente as expectativas dos traders.
A recuperação não foi apenas uma questão de esperar o tempo passar. A Pump.fun precisou executar uma grande mudança estratégica para reconquistar os traders de “trincheira” que havia perdido.
Agora, na era de 2026, surge a pergunta: e se existisse uma versão mais refinada de uma launchpad de meme coins — não apenas na Solana, mas no Bitcoin? Uma plataforma assim não beneficiaria apenas o Bitcoin, mas também o mercado de meme coins, potencialmente destravando um valor significativo quando os investidores compreenderem totalmente suas vantagens.
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É exatamente isso que a Bitcoin Hyper está construindo.
A tese da launchpad de meme coins da Bitcoin Hyper
Para quem ainda não se aprofundou na arquitetura, a Bitcoin Hyper é um ecossistema Layer-2 de alto desempenho que leva a velocidade da Solana Virtual Machine (SVM) para a rede Bitcoin. Esse ambiente de “o melhor dos dois mundos” é conectado por meio de uma ponte canônica segura e ancorado à mainnet via provas de conhecimento zero (ZK Proofs), garantindo que cada transação herde a segurança incomparável do Bitcoin.
A premissa é simples: desenvolvedores podem criar aplicações descentralizadas que operam com eficiência de nível Solana, respeitando o Bitcoin como meio exclusivo de troca. Para isso, o BTC nativo é transferido pela ponte canônica, onde fica bloqueado para cunhar uma versão compatível com a SVM, embrulhada em Bitcoin. Isso permite que o capital permaneça nativo no Bitcoin, ao mesmo tempo em que ganha a capacidade de se mover em altíssima velocidade.
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Essa infraestrutura Layer-2 é perfeitamente adequada para hospedar uma launchpad no estilo da Pump.fun, capaz de lidar com milhares de lançamentos simultâneos de tokens e negociações de alta frequência por meio de processamento paralelo — algo atualmente impossível na camada base do Bitcoin.
A resposta está no fato de que a Bitcoin Hyper preenche a lacuna entre a empolgação especulativa e as finanças profissionais. Ao criar demanda de utilidade nativa para o Bitcoin, ela sustenta o valor do ativo subjacente, ao mesmo tempo em que oferece aos traders um ambiente mais transparente para lançamentos e concede aos primeiros apoiadores do HYPER uma participação no sucesso de longo prazo da rede.
Pump.fun na Bitcoin Hyper
Como mencionado, uma das vantagens técnicas mais atraentes da Bitcoin Hyper é sua capacidade de atuar como um motor de utilidade de alta velocidade. Para os entusiastas do Bitcoin, um ecossistema no estilo Pump.fun é apenas um exemplo das aplicações que podem ser construídas nessa Layer-2 para gerar enorme demanda de utilidade para o BTC.
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Como a rede respeita exclusivamente o BTC como meio de troca, cada negociação e cada lançamento reforçam o valor do ativo subjacente.
Essa mudança cria vantagens imediatas de colateral para traders cansados da dupla volatilidade encontrada em outras blockchains. Na Pump.fun, é necessário negociar contra a Solana. Isso significa que, se sua meme coin subir 20%, mas o SOL cair 20% ao mesmo tempo, seu lucro real em dólares é anulado.
Negociar contra o Bitcoin permite que você se concentre exclusivamente no desempenho do token escolhido, sem se preocupar com a moeda de cotação despencando por baixo da sua posição.
A transição também traz uma melhoria significativa no processo de “graduação”, ou seja, o momento em que um token atinge liquidez suficiente para migrar de uma curva de bonding para uma grande exchange.
Na Bitcoin Hyper, todo esse processo é teoricamente gerenciado pela Ponte Canônica e pelas provas ZK. Assim que um token atinge sua meta de captação, o contrato inteligente bloqueia automaticamente a liquidez e queima criptograficamente a autoridade de mintagem.
Isso elimina a necessidade de um intermediário humano que possa esquecer de travar os fundos ou até roubá-los durante a transição. Os traders podem verificar on-chain que a graduação é matematicamente garantida, oferecendo um nível de segurança financeira que as launchpads especulativas atuais simplesmente não conseguem igualar.
Como comprar HYPER
Lançar uma dApp no estilo da Pump.fun é apenas o ponto de partida do que a Bitcoin Hyper pretende alcançar. Com o desenvolvimento contínuo, a Bitcoin Hyper está posicionada para suportar uma ampla gama de aplicações do mundo real no futuro.
Mas o verdadeiro valor está no token HYPER, um benefício-chave para os primeiros adotantes. O HYPER alimenta taxas de gas, staking e governança, desempenhando um papel crucial no crescimento e no sucesso do ecossistema Layer-2.
Para garantir HYPER, visite o site da Bitcoin Hyper e compre HYPER usando SOL, ETH, USDT, USDC, BNB ou até cartão de crédito.
Você também pode aumentar suas posições em HYPER por meio de staking no protocolo nativo do projeto, que atualmente oferece um APY de 38%.
A Bitcoin Hyper recomenda a Best Wallet, considerada uma das melhores carteiras de criptomoedas e Bitcoin do setor. O HYPER está listado na seção Upcoming Tokens, facilitando a compra, o acompanhamento e o resgate quando o token entrar em operação.
Sellyourdreams venceu o primeiro Mobile Monthly Freeroll de US$ 5.000 da história, levando para casa US$ 975 sem investir nenhum dinheiro próprio. O Mobile Monthly Freeroll inaugural teve apenas 21 inscritos.
Isso significou que todos os jogadores iniciaram o torneio já premiados, com um min-cash garantido de US$ 125, posicionando-o como um dos melhores e mais valiosos freerolls de poker disponíveis online.
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O próximo Mobile Monthly Freeroll de US$ 5.000 está agendado para 30 de janeiro, oferecendo aos jogadores mais uma oportunidade de construir bankroll a custo zero enquanto os fields permanecem pequenos nesta promoção recém-lançada.
Primeiro Mobile Monthly Freeroll entrega valor excepcional
O primeiro Mobile Monthly Freeroll aconteceu na última sexta-feira, 9 de janeiro. O torneio entregou um valor extraordinário. 21 jogadores participaram, e todas as 21 posições foram pagas, com um min-cash excepcionalmente alto de US$ 125 garantido desde o início do jogo.
Para comparação, a maioria dos freerolls de poker online paga apenas alguns centavos ou um único dólar para quem faz min-cash. Aqui, o min-cash de US$ 125 valeu mais do que o primeiro lugar em muitos freerolls padrão.
Essa estrutura torna o Mobile Monthly Freeroll um dos melhores freerolls de poker online, combinando competição acessível, fields pequenos e premiações significativas.
Os momentos finais do primeiro Mobile Monthly Freeroll do CoinPoker
Sellyourdreams e KKingTTrump disputaram o título do primeiro Mobile Monthly Freeroll. O primeiro entrou no heads-up como líder claro em fichas e ampliou a vantagem para um dominante 10 para 1.
Na mão final, Sellyourdreams aumentou do botão antes de KKingTTrump empurrar all-in do small blind com A7. Sellyourdreams pagou com KJ e acertou um full house no flop J K K.
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Depois que o 7 caiu no turn, KKingTTrump ficou drawing dead, selando a vitória de Sellyourdreams como o primeiro campeão do Mobile Monthly Freeroll. Ele ganhou US$ 975 pela vitória, enquanto o vice-campeão KKingTTrump recebeu US$ 650 no evento gratuito.
Resultados finais e premiações
Abaixo estão os resultados finais do primeiro Mobile Monthly Freeroll:
Dobre o valor: bônus + entrada no freeroll
A oferta de incentivo duplo do CoinPoker o diferencia de outras promoções de poker online. Jogadores que se registram usando o código promocional MOBILE recebem um bônus de boas-vindas de 150% de até US$ 2.000 e uma vaga garantida no Mobile Monthly Freeroll de US$ 5.000.
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Com o freeroll tendo fields muito pequenos, os participantes iniciais se beneficiam de um valor significativamente maior e maiores chances de vitória, criando forte urgência para se registrar antes que a participação cresça.
Como participar
Começar é simples:
Registre-se no CoinPoker usando o código promocional MOBILE.
Faça um primeiro depósito de pelo menos US$ 10 para ativar o bônus de boas-vindas.
Jogue poker com dinheiro real para começar a liberar o bônus.
Após concluir essas etapas, os jogadores são automaticamente inscritos no freeroll do próximo mês.
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Próximo Mobile Monthly Freeroll em 30 de janeiro
O Mobile Monthly Freeroll acontece na última sexta-feira de cada mês, com a próxima edição marcada para sexta-feira, 30 de janeiro, às 17:00 UTC.
Sobre o CoinPoker
O CoinPoker é um dos sites de poker online que mais crescem no mundo, com foco em justiça, desempenho e acessibilidade. Alimentado por um RNG comprovadamente justo, oferece jogos a dinheiro e torneios, incluindo o Cash Game World Championship (CGWC), o Winter Festival e o Coin Series of Poker (CSOP).
O Winter Festival em andamento conta com mais de US$ 200.000 em valor agregado, reforçando a reputação do CoinPoker como um dos melhores sites para jogadores de torneios.
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Novos jogadores recebem um bônus de boas-vindas de 150% de até US$ 2.000 e se qualificam para o Mobile Monthly Freeroll de US$ 5.000 ao se registrar com o código promocional MOBILE.
Promoções ativas do CoinPoker para jogadores de poker
CoinMasters: US$ 250 mil em premiações totais, incluindo uma carreira de poker de US$ 100.000.
Aviso: Este artigo tem funcionalidade exclusivamente informativa, e não constitui aconselhamento de investimento ou oferta para investir. O CriptoFácil não é responsável por qualquer conteúdo, produtos ou serviços mencionados neste artigo.
Os volumes de pagamentos em stablecoins na Revolut dispararam 156% em 2025, segundo dados divulgados pela própria fintech e reportados pelo Cointelegraph. Embora a empresa não revele valores absolutos, o crescimento acompanha a expansão do mercado global de stablecoins, hoje avaliado em cerca de US$ 300 bilhões. O movimento ocorre em um momento de maior clareza regulatória nos EUA e de adoção acelerada de stablecoins para remessas e pagamentos internacionais.
O avanço chama atenção porque fintechs vêm ganhando espaço em áreas tradicionalmente dominadas por bancos, pressionando custos e prazos de liquidação. Para investidores brasileiros, o dado reforça a consolidação das stablecoins como infraestrutura financeira, especialmente em transferências internacionais e proteção contra volatilidade cambial.
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No mercado cripto mais amplo, stablecoins como USDT e USDC seguem mantendo paridade próxima de US$ 1, com volatilidade intradiária inferior a 0,1% em 2025, característica essencial para sua função como meio de pagamento.
O que explica o salto de 156% nos pagamentos?
Stablecoins são criptomoedas lastreadas em ativos estáveis, geralmente o dólar, e servem como ponte entre o sistema financeiro tradicional e o blockchain. No caso da Revolut, usuários utilizam tokens como USDT e USDC para pagar serviços, fazer transferências internacionais e movimentar recursos entre plataformas.
Segundo o Cointelegraph, a alta reflete uma tendência mais ampla: stablecoins já respondem por cerca de 71% das transferências transfronteiriças na América Latina. Isso reduz custos e acelera liquidações, algo particularmente relevante para brasileiros que enviam ou recebem recursos do exterior.
Esse crescimento dialoga com projeções de longo prazo. Estudos indicam que pagamentos com stablecoins podem atingir dezenas de trilhões de dólares até 2030, colocando fintechs como a Revolut no centro dessa transformação.
Stablecoins ganham escala institucional
Em 2025, o USDC liderou o volume global transacionado, com cerca de US$ 18,3 trilhões, enquanto o USDT movimentou aproximadamente US$ 13,3 trilhões, segundo dados compilados pelo Cryptonews. Juntas, as duas stablecoins concentram cerca de 80% de participação de mercado.
A adoção institucional também acelera. Empresas como MoneyGram e Western Union anunciaram projetos baseados em blockchain, incluindo iniciativas em redes como Solana, voltadas para pagamentos e remessas. Esse movimento aumenta a liquidez e fortalece o papel das stablecoins como infraestrutura financeira, e não apenas instrumentos de trading.
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No Brasil, o impacto é direto: mais liquidez em stablecoins tende a reduzir spreads em exchanges locais e ampliar alternativas para quem busca dolarização digital sem exposição direta à volatilidade de ativos como Bitcoin ou Ethereum.
Quais são os riscos e limites desse crescimento?
Apesar do avanço, o setor não está livre de riscos. Questões regulatórias seguem no radar, especialmente fora dos EUA, onde regras ainda variam bastante. Mudanças abruptas podem afetar emissores e plataformas que dependem dessas moedas.
Além disso, a concentração em poucos emissores levanta debates sobre descentralização e risco sistêmico, tema recorrente no debate sobre stablecoins. Para investidores, o crescimento é positivo, mas não elimina a necessidade de avaliar contrapartes e transparência das reservas.
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No conjunto, o salto de 156% nos pagamentos em stablecoins na Revolut sinaliza maturidade crescente do setor. Para investidores brasileiros, a mensagem é clara: stablecoins deixaram de ser apenas instrumentos de liquidez em exchanges e se consolidam como peças-chave da nova infraestrutura financeira global.
O Ethereum atingiu um novo recorde histórico de staking, com 35,86 milhões de ETH bloqueados, o equivalente a 28,91% de toda a oferta circulante da rede. O dado chega enquanto o ETH era negociado a US$ 2.340, com alta de 1,8% nas últimas 24 horas e ganho acumulado de 6,4% em sete dias. O movimento reforça a narrativa de redução de oferta líquida em meio à maturação institucional do ecossistema.
No mercado, o volume diário de negociação do ETH ficou em US$ 12,4 bilhões, enquanto a capitalização alcançou US$ 281 bilhões, mantendo o ativo como a segunda maior criptomoeda do mundo. Para investidores brasileiros, o recorde de staking altera a dinâmica entre oferta, rendimento e liquidez, fatores centrais para decisões de médio e longo prazo.
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Esse avanço ocorre após upgrades como Shanghai e Dencun, que destravaram saques e reduziram custos de rede, ao mesmo tempo em que pavimentam o caminho para atualizações futuras como Pectra e Fusaka.
O que significa quase 30% do ETH travado em staking?
Staking é o processo de bloquear ETH para validar transações e garantir a segurança da rede, recebendo recompensas em troca. Segundo dados da DataWallet, o total em staking chegou a 35,86 milhões de ETH, um aumento superior a 17,7 milhões desde o upgrade Shanghai.
Na prática, menos ETH disponível em circulação tende a reduzir a pressão vendedora no mercado à vista. Para o investidor brasileiro, isso significa um ativo estruturalmente mais escasso, especialmente em períodos de maior demanda institucional.
A Lido mantém liderança no segmento de liquid staking, com participação entre 24,2% e 24,45% do mercado, mas o crescimento de soluções institucionais e de fila de validadores do Ethereum indica maior competição e descentralização gradual.
Staking recorde muda a estrutura de oferta do Ethereum
Do ponto de vista técnico, o ETH enfrenta resistência relevante em US$ 2.400, enquanto o principal suporte está em US$ 2.250. No gráfico diário, o RSI está em 58 pontos, indicando força compradora moderada, sem sinais de sobrecompra.
O MACD permanece positivo, com histograma em expansão, reforçando o viés de continuidade da tendência de curto prazo. As médias móveis de 50 e 200 dias estão em US$ 2.210 e US$ 1.980, respectivamente, mantendo o ativo acima de níveis-chave de longo prazo.
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Em termos de fluxo, os dados mostram uma retirada líquida recente de cerca de 600.000 ETH do staking, movimento interpretado como realização parcial de lucros, e não reversão de tendência, segundo análise da DataWallet.
Como isso impacta ETFs e investidores institucionais?
O crescimento do staking fortalece a tese de ETFs e ETPs de Ethereum com rendimento embutido, como os produtos de 21Shares, CoinShares e Grayscale. Esses veículos ampliam a atratividade do ETH frente a ativos que não geram yield nativo.
Esse movimento se conecta à disputa entre ETFs de Ethereum por retorno ajustado ao risco, algo que tende a influenciar o fluxo de capital global e, indiretamente, a liquidez nas corretoras usadas por brasileiros.
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Além disso, o fortalecimento do papel do Ethereum como camada de liquidação institucional sustenta a demanda estrutural por ETH no longo prazo.
Quais são os riscos por trás do recorde de staking?
Apesar do viés construtivo, maior concentração em protocolos como a Lido levanta debates sobre centralização e riscos sistêmicos. Um evento adverso em grandes provedores de staking poderia gerar volatilidade adicional.
Além disso, upgrades futuros como Pectra e Fusaka, que devem elevar o limite por validador para até 2.048 ETH e reduzir custos de L2 em até 90%, ainda dependem de execução técnica bem-sucedida, conforme análise da KuCoin.
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Em síntese, o recorde de staking reforça a maturidade do Ethereum e altera sua dinâmica de oferta, mas investidores brasileiros devem acompanhar de perto métricas de concentração, fluxos e níveis técnicos antes de ajustar suas estratégias.
A Bitnomial lançou os primeiros futuros regulados de Aptos (APT) nos Estados Unidos, ampliando o acesso institucional ao ativo. Após o anúncio, o APT operava a US$ 9,84, com alta de 3,12% em 24h e volume diário de US$ 420 milhões. O movimento ocorre em meio a uma narrativa mais ampla de expansão de derivativos cripto regulados e crescente interesse institucional em altcoins.
O que são futuros regulados de Aptos e por que isso importa?
Futuros são contratos derivativos que permitem especular ou fazer hedge sobre o preço de um ativo sem necessariamente possuí-lo. No caso da Bitnomial, trata-se de um produto fisicamente liquidado e sob supervisão regulatória nos EUA, o que reduz riscos de contraparte e atrai fundos tradicionais.
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Para investidores brasileiros, isso tende a aumentar a liquidez global do APT e melhorar a formação de preço, além de abrir caminho para produtos similares em corretoras internacionais. Segundo a Bitnomial, a exchange já oferece futuros perpétuos de BTC/USD e planeja contratos para ETH, SOL e XRP.
Dados on-chain e fundamentos reforçam tese institucional
O lançamento ocorre em um momento de forte crescimento do ecossistema Aptos. A rede registrou receita diária recorde de US$ 1,07 milhão em 31 de dezembro de 2025 e até US$ 1,75 milhão na semana encerrada em 4 de janeiro de 2026, de acordo com dados da Bitget.
O TVL (valor total bloqueado) do Aptos cresceu 400% em um ano, alcançando US$ 30 bilhões e 12,7% de participação no mercado DeFi, segundo a AInvest. Hoje, a rede soma cerca de 20 milhões de endereços ativos mensais, sinalizando adoção real — um fator-chave para investidores de longo prazo.
Análise técnica: onde estão os níveis-chave do APT?
No gráfico diário, o APT consolida acima da média móvel de 50 dias em US$ 9,20, um suporte importante no curto prazo. O próximo suporte relevante aparece em US$ 8,60, enquanto a resistência imediata está em US$ 10,50.
O RSI em 56 indica momentum neutro a levemente positivo, sem sinais claros de sobrecompra. Já o MACD permanece em território positivo, com histograma crescente, sugerindo continuidade do movimento se o volume seguir acima da média semanal.
Como isso se conecta ao cenário regulatório mais amplo?
A iniciativa da Bitnomial reforça a tendência de institucionalização dos derivativos cripto nos EUA, em contraste com plataformas offshore. Esse movimento dialoga com debates mais amplos sobre regulação de altcoins e pode abrir espaço para ETFs e outros veículos estruturados no futuro.
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Além disso, diferencia-se de ofertas globais como os contratos futuros perpétuos já disponíveis em grandes exchanges, ao priorizar conformidade regulatória — um fator decisivo para capital institucional.
Riscos e pontos de atenção para investidores
Apesar dos fundamentos sólidos, o APT segue sendo uma altcoin e, portanto, mais volátil que Bitcoin ou Ethereum. Um cenário de aversão a risco global ou mudanças regulatórias abruptas podem pressionar o preço, especialmente se o suporte em US$ 9,20 for perdido.
Além disso, maior liquidez em derivativos também pode amplificar movimentos de curto prazo, tanto para cima quanto para baixo. Para o investidor brasileiro, gestão de risco e atenção a níveis técnicos seguem essenciais.
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No conjunto, os futuros regulados de Aptos colocam o ativo em um novo patamar de maturidade de mercado. Se a adoção institucional continuar e os dados on-chain sustentarem o crescimento, o APT pode se consolidar como uma das principais altcoins acompanhadas por investidores globais em 2026.