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BitMine amplia staking e pressiona fila de validadores do Ethereum

BitMine amplia staking em Ethereum

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A BitMine Immersion Technologies adicionou 186.560 ETH ao staking de Ethereum, elevando seu total para 1,53 milhão de ETH, avaliados em US$ 5,13 bilhões. O movimento coincidiu com a alta de 7,0% do Ether nas últimas 24 horas, que chegou a US$ 3.375 na Coinbase, maior nível desde 10 de dezembro. A notícia reforça a narrativa de institucionalização do ETH em 2026, com empresas ampliando exposição para capturar rendimento via staking.

No acumulado da semana, o ETH sobe 9,4%, superando o desempenho do Bitcoin no mesmo período, enquanto o mercado acompanha o crescimento da fila de entrada de validadores. Esse contexto ocorre em paralelo ao aumento do interesse institucional, visto também em ETFs de Ethereum, que disputam rendimento e liquidez no ecossistema.

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Para investidores brasileiros, a combinação de preço em alta e ETH sendo retirado de circulação levanta a questão central: menos oferta líquida pode sustentar preços mais elevados, mas também cria gargalos operacionais no staking.

O que está acontecendo com o staking de Ethereum?

Em termos simples, staking é o processo de travar ETH para validar transações na rede e receber recompensas. Segundo a própria empresa, a BitMine agora controla cerca de 4% de todo o ETH em staking, em um universo de mais de 35,5 milhões de ETH bloqueados, aproximadamente 29% do supply total.

De acordo com BitcoinSensus, a empresa detém mais de 4,16 milhões de ETH no total, dos quais 37% já estão em staking. Isso reduz a oferta disponível em exchanges, métrica on-chain que importa porque menor ETH em corretoras tende a diminuir a pressão vendedora no curto prazo.

O efeito colateral é a fila de entrada de validadores, que saltou para cerca de 2,3 milhões de ETH, o maior nível desde agosto de 2023. Na prática, novos participantes podem esperar semanas para começar a receber rendimento.

Demanda institucional redefine estrutura do mercado

O avanço da BitMine se soma a uma tendência mais ampla de protagonismo do Ethereum frente ao Bitcoin em métricas de uso e capital institucional. Grandes players como Lido e Binance concentram cerca de 22% do ETH em staking, criando um mercado cada vez mais profissionalizado.

No preço, o ETH testa a resistência em US$ 3.400, topo de um canal lateral de dois meses. O RSI diário está em 63 pontos, indicando força compradora sem ainda entrar em sobrecompra, enquanto o MACD permanece positivo, com histograma em expansão. O suporte imediato está em US$ 3.200, nível que precisa se manter para evitar correções mais profundas.

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Para o investidor brasileiro, isso significa um mercado mais sensível a decisões de grandes tesourarias corporativas, que podem alterar liquidez e rendimento esperado do staking.

Quais são os riscos dessa concentração?

Apesar do viés positivo para preço, há riscos claros. A concentração de ETH em poucas entidades aumenta preocupações sobre centralização e governança da rede, além de criar dependência de decisões corporativas.

Além disso, se o ETH falhar em romper US$ 3.400 com volume — que nas últimas 24h ficou em torno de US$ 18 bilhões — o ativo pode consolidar ou até corrigir para a média móvel de 50 dias, atualmente em US$ 3.050. Volatilidade segue sendo a regra, mesmo com fundamentos mais fortes.

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Em síntese, o movimento da BitMine fortalece a tese de longo prazo do Ethereum como ativo produtivo, mas exige cautela. Para brasileiros, o cenário combina oportunidade de renda passiva com staking e o risco de entrar em um mercado cada vez mais dominado por instituições.

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Binance Wallet anuncia contratos futuros perpétuos on-chain e levanta alertas

Binance Wallet e Aster DEX

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A Binance Wallet anunciou a integração com a Aster DEX para permitir negociação de contratos futuros perpétuos diretamente via autocustódia, sem envio de fundos para corretoras centralizadas. Embora o anúncio não tenha provocado reação imediata em tokens específicos, o setor de perp DEX já representa mais de 25% do mercado global de derivativos cripto, movimentando dezenas de bilhões em volume diário. O lançamento ocorre em um momento de forte expansão dos derivativos on-chain, mas também de maior escrutínio sobre transparência e integridade de dados.

Dados do setor mostram que, desde setembro de 2025, plataformas de perp DEX registraram crescimento de até 10x em participação de mercado, segundo análises de mercado recentes. Para investidores brasileiros, a novidade amplia o acesso a derivativos avançados sem abrir mão da posse das chaves privadas. Ao mesmo tempo, aumenta a necessidade de avaliação técnica e on-chain das plataformas utilizadas.

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A integração reforça a narrativa de migração gradual de derivativos de exchanges centralizadas para ambientes DeFi, impulsionada por busca de autonomia e menor risco de custódia. No entanto, o caso específico da Aster levanta questionamentos relevantes sobre métricas e estrutura de mercado.

O que muda com futuros perpétuos em autocustódia?

Contratos perpétuos são derivativos que replicam o preço à vista de um ativo, mas sem data de vencimento, usando taxas de funding para manter o preço alinhado. Na prática, eles permitem alavancagem contínua e são amplamente usados por traders de curto prazo. Ao levar esse produto para a Binance Wallet, a negociação passa a ocorrer diretamente de uma carteira Web3, mantendo o controle total dos ativos.

A Aster DEX, que ganhou destaque após fusão entre Asterus e APX Finance, chegou a reportar picos de US$ 70 bilhões em volume diário e mais de 50% de participação no mercado de perp DEX. Esse crescimento acelerado colocou a plataforma Aster no centro do ecossistema da BNB Chain, tornando a integração com a Binance Wallet estrategicamente relevante.

Para o investidor brasileiro, isso significa acesso facilitado a contratos de futuros sem depender de KYC adicional em exchanges, mas também maior responsabilidade sobre riscos operacionais e de mercado.

Integração da Binance muda o jogo dos perp DEXs

Apesar dos números impressionantes, análises independentes levantaram inconsistências. Segundo investigação do PANews, 96% dos tokens ASTER estão concentrados em apenas seis carteiras, um nível elevado de centralização para um projeto DeFi.

Além disso, a DefiLlama removeu os dados da Aster após identificar correlação quase perfeita entre seus volumes e os da Binance, sugerindo possível wash trading. O open interest da Aster gira em torno de US$ 3,08 bilhões, número que contrasta com volumes alegados entre US$ 40 bilhões e US$ 66 bilhões, conforme análise do BlockEden.

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Na comparação, concorrentes como Hyperliquid — tema recorrente em análises de negociação DeFi — operam com open interest de cerca de US$ 14,6 bilhões e métricas consideradas mais transparentes.

Quais são os riscos para traders brasileiros?

O principal benefício é a autocustódia: o usuário mantém controle total dos fundos, reduzindo risco de bloqueios ou insolvência de exchanges. Por outro lado, a alavancagem amplifica perdas, e eventuais falhas de oráculos, liquidez ou governança podem impactar posições de forma abrupta.

Em um cenário de volatilidade elevada, a ausência de garantias típicas de plataformas centralizadas exige disciplina extra. Para traders no Brasil, onde o acesso a derivativos tradicionais já é restrito, a novidade amplia oportunidades, mas também expõe a riscos técnicos e de transparência que não podem ser ignorados.

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O avanço da Binance Wallet sobre derivativos on-chain sinaliza uma tendência clara: o futuro dos futuros pode ser descentralizado. Ainda assim, a sustentabilidade desse modelo dependerá menos de volumes declarados e mais de dados on-chain verificáveis e distribuição saudável de tokens.

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Quantum Crypto Wallet BMIC Lança Pré-venda com a Segurança Entrando na Era Quântica

BMIC – Uma Solução de Segurança Impulsionada por Tecnologias do Futuro

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O mundo digital passa por mudanças rápidas que afetarão nossa realidade nos próximos anos. O poder computacional atual está se aproximando de seu limite máximo. O mundo agora entra, de forma gradual, em uma era de computação quântica que em breve se combinará com tecnologias de blockchain e IA. Assim, será formada uma nova era digital muito superior à que conhecemos hoje.

Embora isso traga muitas possibilidades, também resultará em enormes desafios de segurança que afetarão milhões de detentores de criptomoedas todos os dias. Considerando que a segurança digital atual mal consegue acompanhar as ameaças existentes, é possível imaginar o que acontecerá nos próximos cinco a dez anos.

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Conheça o BMIC ($BMIC), uma nova plataforma cripto que pode ajudar você a se preparar para o futuro quântico/IA/blockchain. Além disso, é possível se beneficiar ao estar entre os primeiros adotantes do $BMIC. Ele é uma parte essencial de uma solução de segurança em quatro camadas. Vamos nos aprofundar e entender como o BMIC pretende transformar a segurança digital para sempre.

Por Que a Segurança de Carteiras Cripto é Importante?

A resposta mais óbvia para essa pergunta é manter seus ativos digitais protegidos contra hackers e criminosos do universo cripto. No entanto, isso é apenas a superfície. As carteiras digitais atuais são muito mais do que simples armazenamento de ativos. Elas funcionam como identidades digitais, armazenando informações sobre compras, negociações e outros dados sensíveis.

De acordo com a Chainalysis, mais de US$ 3,4 bilhões em criptomoedas foram roubados de carteiras somente em 2025. Imagine o que acontecerá quando hackers começarem a usar computação quântica combinada com IAs especializadas. Acompanhar essas ameaças se tornará praticamente impossível, ou extremamente caro devido à migração de sistemas de segurança. É exatamente isso que o BMIC busca resolver antecipadamente.

O objetivo do BMIC é aproveitar o poder da computação quântica, a escalabilidade do blockchain e a versatilidade da IA. A proposta é criar uma solução holística que aprenda, evolua e melhore continuamente a proteção dos seus dados e ativos.

BMIC – Uma Solução de Segurança Impulsionada por Tecnologias do Futuro

BMIC Quantum Safe Wallet

O BMIC é uma solução de cibersegurança que não apenas enfrenta as ameaças atuais, mas também constrói um sistema capaz de lidar com quaisquer tecnologias futuras que venham a surgir. Sua solução possui quatro camadas, cada uma projetada para garantir que não existam pontos fracos no sistema. No núcleo está a carteira BMIC, responsável por proteger todos os ativos contra ameaças quânticas e baseadas em IA.

O sistema conta com quatro camadas distintas de segurança que oferecem proteção, aliadas à utilidade de longo prazo do token e à otimização impulsionada por IA. Ele utiliza criptografia pós-quântica (PQC) para garantir que as chaves da carteira e as transações permaneçam seguras em todos os momentos. Isso se estende à meta cloud quântica, que fornece uma camada de acesso unificada conectando múltiplos provedores de hardware em uma única rede.

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A terceira camada é a camada de assistência blockchain. Ela fornece a confiança, transparência e incentivos necessários para manter o ecossistema BMIC justo, seguro e sustentável. Inclui acesso a recursos da carteira, staking, o modelo burn-to-compute para tokens em circulação e direitos de governança. Por fim, uma camada de IA reforça todo o sistema, trabalhando continuamente para torná-lo mais inteligente, rápido e adaptável.

Tokenomics, Alocação e Vesting

A tokenomics foi cuidadosamente projetada para garantir justiça, descentralização e alinhamento de longo prazo. O supply total de tokens $BMIC é limitado a 1,5 bilhão, distribuído da seguinte forma:

  • 50% disponíveis na pré-venda e totalmente liberados no TGE para incentivar a adoção.
  • 10% vendidos em uma rodada privada para early backers, com bloqueio de 12 meses após a primeira listagem.
  • 12% distribuídos por meio de staking e recompensas aos detentores ao longo dos próximos dois anos.
  • 10% destinados à provisão de liquidez imediata no TGE.
  • 9% mantidos em reserva no ecossistema para oportunidades futuras.
  • 6% destinados a custos de marketing, liberados no TGE.
  • 3% alocados à equipe, com bloqueio de 24 meses.

Token BMIC

A tokenomics permite a criação de um sistema autossustentável, orientado por demanda e potencialmente deflacionário, capaz de gerar valor no longo prazo. O hard cap da pré-venda cripto do $BMIC está definido em US$ 40 milhões, e todos os recursos arrecadados serão usados para implantação da carteira, infraestrutura de segurança, crescimento do ecossistema, expansão futura e, por fim, adoção global.

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BMIC Está Construindo o Futuro da Cibersegurança ao Combinar Blockchain, Computação Quântica e IA

O futuro da cibersegurança mudará drasticamente quando computação quântica, IA e blockchain convergirem para formar um sistema unificado. Muitos sistemas de segurança existentes precisarão passar por processos de migração caros que afetarão usuários em todo o mundo, e é exatamente isso que o BMIC busca evitar ao criar um sistema versátil capaz de lidar com ameaças futuras.

O projeto pretende alcançar isso combinando o poder da computação quântica, a escalabilidade do blockchain e as capacidades de aprendizado da IA.

Sua abordagem começa com uma carteira cripto preparada para a era quântica, adicionando camadas extras de segurança, todas projetadas para resistir às tecnologias futuras que irão testar todo o ecossistema digital. Se você procura uma pré-venda cripto em estágio inicial com foco em infraestrutura de segurança e potencial de geração de valor no longo prazo, o $BMIC pode valer a pena ser analisado.

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Saiba mais sobre o BMIC

Pré-venda: https://bmic.ai/

Social: https://x.com/BMIC_ai

Telegram: https://t.me/+6d1dX_uwKKdhZDFk

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Aviso: Este artigo tem funcionalidade exclusivamente informativa, e não constitui aconselhamento de investimento ou oferta para investir. O CriptoFácil não é responsável por qualquer conteúdo, produtos ou serviços mencionados neste artigo.

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Operação policial no Banco Master eleva alerta regulatório cripto

Operação policial no Banco Master eleva alerta regulatório cripto

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A Polícia Federal realizou buscas ligadas ao empresário Daniel Vorcaro no âmbito da investigação sobre o Banco Master, segundo fontes próximas ao caso. A notícia não gerou impacto direto nos preços do Bitcoin, que operava em torno de US$ 92.300 nesta quarta-feira, com variação de -0,4% em 24h, mas reforçou o prêmio de risco institucional no mercado brasileiro. O episódio ocorre em meio a um ciclo de aperto regulatório que atinge simultaneamente bancos tradicionais e empresas de criptoativos.

O que está por trás da investigação do Banco Master?

A apuração envolve suspeitas de emissão irregular de títulos de crédito de alto rendimento, muitos deles com garantia do Fundo Garantidor de Créditos (FGC), que teriam sustentado um crescimento acelerado do banco. Segundo a Reuters, o Tribunal de Contas da União (TCU) ainda avalia a legalidade da liquidação, com impacto potencial de até R$ 41 bilhões em compensações a investidores. Para o investidor, o ponto central é o risco sistêmico quando instrumentos complexos crescem mais rápido que a supervisão.

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Embora o Banco Master não seja uma empresa cripto, o caso importa porque expõe como falhas de compliance podem se propagar pelo sistema financeiro. Situações semelhantes já motivaram apreensão de criptomoedas e bloqueios de ativos digitais em outras jurisdições, elevando a cautela de reguladores locais.

Endurecimento regulatório pressiona VASPs e stablecoins

Paralelamente à investigação, o Banco Central avança na implementação de regras mais rígidas para VASPs, como exchanges e custodians. De acordo com o Finance Yahoo, as novas exigências incluem licença, capital mínimo e padrões bancários de compliance, com entrada em vigor a partir de fevereiro de 2026. Na prática, isso aumenta custos operacionais e tende a favorecer players maiores e mais capitalizados.

Para o investidor brasileiro, o efeito indireto pode aparecer em spreads mais altos e menor oferta de produtos, ao menos no curto prazo. Em contrapartida, o ambiente mais controlado reduz riscos de contraparte, tema recorrente em investigações sobre crimes cripto.

Como isso afeta o mercado cripto no curto prazo?

No mercado global, o Bitcoin segue tecnicamente neutro: RSI de 14 períodos em 51, MACD próximo da linha zero e preço acima da média móvel de 200 dias, em US$ 88.900. O volume diário gira em torno de US$ 28 bilhões, indicando consolidação após a alta de 18% em 30 dias. Não há sinais on-chain de estresse, com supply em exchanges estável em 12,1% da oferta circulante.

A leitura é que o impacto é mais institucional do que de preço. Casos como o do Banco Master reforçam a tese de que compliance e transparência serão diferenciais competitivos no próximo ciclo, enquanto operações frágeis tendem a perder espaço.

Em síntese, a operação policial adiciona ruído ao mercado, mas também acelera a maturação regulatória. Para investidores brasileiros, o foco deve permanecer na gestão de risco, diversificação e escolha de plataformas alinhadas às novas regras, enquanto o mercado absorve esse novo patamar de supervisão.

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Ethereum avança com ZK e mercado reage a novo rumo técnico

ZK Ethereum

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A Ethereum Foundation reforçou nesta semana que o futuro da rede depende da adoção nativa de provas de conhecimento zero (ZK), segundo declarou a co-diretora executiva Hsiao-Wei Wang. O discurso coincidiu com o ETH negociado a US$ 3.420, alta de 2,1% em 24h, enquanto o volume diário saltou 18%, para US$ 21,4 bilhões. O movimento ocorre em meio à narrativa de escalabilidade e competição entre soluções de Layer 2 que ganhou força desde 2025.

O que são provas ZK e por que voltaram ao centro do debate?

Provas de conhecimento zero permitem validar transações sem revelar seus dados, reduzindo custo computacional e preservando segurança. Na prática, ZK-rollups processam operações fora da rede principal e enviam apenas provas criptográficas ao Ethereum, o que explica taxas menores e maior capacidade. Hoje, cerca de 60% das transações globais baseadas em ZK em L2s já rodam sobre Ethereum, segundo dados de 2025.

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O TVL combinado de soluções ZK ultrapassa US$ 28 bilhões, com redes como StarkNet, zkSync Era e Linea crescendo entre 11% e 22% ao ano. Para investidores, isso importa porque maior uso de L2 reduz pressão sobre a camada base e sustenta a demanda estrutural por ETH, usado para taxas e staking.

Impacto técnico no preço do ETH

No gráfico diário, o ETH mantém viés de consolidação acima da média móvel de 50 dias, em US$ 3.310. O RSI em 58 indica força moderada, sem sobrecompra, enquanto o MACD segue positivo, mas com histograma estável — sinal de tendência ainda construtiva, porém sem aceleração.

Os principais suportes estão em US$ 3.250 e US$ 3.100, zonas defendidas nas últimas duas semanas. Do lado superior, a resistência imediata aparece em US$ 3.500; um rompimento com volume acima da média poderia abrir espaço para US$ 3.750. Para traders brasileiros, esses níveis ajudam a calibrar risco e ponto de entrada.

Ethereum e a disputa por capital institucional

A fila de staking soma cerca de 1,3 milhão de ETH aguardando entrada, sinalizando demanda crescente de validadores institucionais. Esse dado reforça a tese de que melhorias técnicas, como ZK nativo, podem tornar o Ethereum mais eficiente e atrativo frente a concorrentes. Não por acaso, o debate ocorre enquanto ETFs de Ethereum disputam rendimento e ampliam a exposição do ativo a investidores tradicionais.

No Brasil, o tema ganha peso extra com novas regras de licenciamento do Banco Central previstas para fevereiro de 2026. Soluções ZK podem facilitar compliance e privacidade, pontos sensíveis para exchanges e custodians locais.

Quais são os riscos dessa aposta?

Apesar do otimismo, a integração de ZK no nível de protocolo ainda é complexa e depende de avanços técnicos contínuos. Concorrentes diretos também evoluem rápido, e falhas de implementação podem gerar atrasos ou custos inesperados. Além disso, o preço do ETH segue sensível ao macro e ao apetite global por risco.

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No conjunto, a fala da Ethereum Foundation não muda o curto prazo, mas reforça uma narrativa de longo prazo baseada em eficiência e segurança. Para investidores brasileiros, entender como ZK impacta uso real, staking e regulação é crucial para avaliar se o atual patamar de preço oferece oportunidade ou exige cautela.

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SEC decide em março de 2026 sobre 11 ETFs de altcoins da Bitwise

SEC ETF Bitwise

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A SEC deve decidir em março de 2026 sobre 11 pedidos de ETFs de altcoins da Bitwise, ampliando a disputa regulatória por produtos cripto nos Estados Unidos. A notícia ainda não provocou movimentos bruscos de preço nas principais altcoins, mas SOL, XRP e ADA acumulam alta entre 4% e 9% nos últimos 7 dias, segundo dados de mercado. O pano de fundo é a aceleração dos pedidos de ETFs após a adoção dos chamados “generic listing standards” em outubro de 2025.

Esses padrões simplificaram o processo de listagem e abriram espaço para mais de 126 solicitações de ETFs cripto em análise atualmente. Para investidores brasileiros, o tema importa porque ETFs aprovados nos EUA costumam aumentar liquidez global e influenciar preços também nas exchanges locais. O histórico recente da SEC, no entanto, mostra decisões voláteis, com aprovações seguidas de pausas.

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A Bitwise já é uma gestora relevante no setor, o que dá peso adicional à decisão regulatória. Seu principal produto, o fundo BITW, administra US$ 1,68 bilhão e mantém cerca de 90% alocado em Bitcoin e Ethereum, com o restante distribuído entre SOL, XRP, ADA, AVAX, LINK, BCH, UNI e DOT.

O que está em jogo nos ETFs de altcoins da Bitwise?

Na prática, a Bitwise protocolou uma suíte de 11 ETFs que seguem um modelo híbrido: 60% em ativos spot e 40% em ETPs ou derivativos. Esse formato busca reduzir riscos operacionais enquanto atende às exigências da SEC, que ainda trata altcoins com mais cautela do que BTC e ETH.

O precedente mais relevante veio do ETF de Solana da própria Bitwise, que atraiu US$ 420 milhões em entradas na primeira semana de negociação. According to Reuters, o produto desencadeou uma corrida de outras gestoras por ETFs de layer 1, mostrando demanda institucional latente.

Esse movimento dialoga com a tendência mais ampla de adoção institucional de ETFs, que vem aproximando Wall Street do mercado cripto. Para o investidor brasileiro, isso costuma se refletir em maior volume e menor spread nos pares negociados em reais.

Impacto estrutural para o mercado de altcoins

Se aprovados, esses ETFs podem criar um novo canal de entrada de capital para altcoins do top 50, algo que hoje é limitado. O efeito tende a ser mais forte em ativos com maior peso nos índices, como SOL e XRP, que já concentram maior market cap e liquidez.

Por outro lado, a decisão também pode reforçar assimetrias. Altcoins fora desses produtos correm o risco de ficar à margem do capital institucional, ampliando a diferença de desempenho entre projetos “ETF‑friendly” e o restante do mercado.

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Esse cenário se conecta a outros movimentos regulatórios recentes, como quando a SEC adiou ETFs exóticos, sinalizando que nem todo ativo terá caminho fácil. A leitura é que critérios de liquidez, governança e compliance serão decisivos.

Quais são os riscos e o contraponto?

O principal risco é regulatório. A própria SEC já aprovou e depois pausou produtos da Bitwise, como ocorreu com a tentativa de converter o BITW em ETF, segundo CoinDesk. Isso mostra que decisões podem ser revertidas ou atrasadas.

Além disso, aprovação não garante alta automática de preços. Parte do fluxo pode já estar precificada, e altcoins seguem mais voláteis do que Bitcoin, com correções de dois dígitos sendo comuns mesmo em tendências positivas.

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Para investidores brasileiros, a melhor leitura é acompanhar o cronograma da SEC e observar métricas como volume e open interest após eventuais anúncios. A decisão de março de 2026 pode ser um divisor de águas, mas exige gestão de risco e visão de longo prazo.

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Morgan Stanley planeja carteira cripto própria e agita mercado

carteira cripto própria e agita mercado

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A Morgan Stanley planeja lançar sua própria carteira de criptomoedas no segundo semestre de 2026, segundo reportagens da mídia internacional. A notícia surge em um momento em que o Bitcoin negocia em torno de US$ 92.300, com alta de 1,8% nas últimas 24h e volume diário acima de US$ 38 bilhões. O movimento reforça a narrativa de institucionalização do setor, que segue ganhando tração após a aprovação e expansão de ETFs spot nos EUA.

Para o mercado, o anúncio não é isolado: ele se soma a uma sequência de iniciativas de grandes bancos tradicionais que buscam integrar custódia, negociação e produtos estruturados em cripto. O resultado tende a ser mais liquidez e acesso simplificado, inclusive para investidores brasileiros que utilizam plataformas globais.

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O que está por trás da nova carteira cripto da Morgan Stanley?

Na prática, a carteira permitiria que clientes armazenem e movimentem ativos digitais diretamente dentro do ecossistema do banco, reduzindo a dependência de terceiros. Segundo CoinMarketCap, o projeto faz parte de uma estratégia mais ampla de integração cripto.

Em janeiro de 2026, a instituição já havia registrado ETFs spot de Bitcoin, Ethereum e Solana, incluindo estruturas com recompensas de staking. Esse avanço se conecta a iniciativas anteriores, como os ETFs cripto da Morgan Stanley, sinalizando compromisso de longo prazo.

Institucionalização fortalece demanda e muda a dinâmica do mercado

Os ETFs spot de Bitcoin já acumulam mais de US$ 130 bilhões em ativos sob gestão e superaram US$ 1,6 trilhão em volume negociado desde o lançamento. Esse fluxo institucional ajuda a explicar por que o BTC mantém médias móveis importantes acima do suporte: a média de 50 dias está em US$ 89.700, enquanto a de 200 dias se mantém em US$ 81.400.

No curto prazo, o RSI diário do Bitcoin gira em 58 pontos, indicando força moderada sem sinal claro de sobrecompra. O MACD permanece positivo, mas com histograma em desaceleração, sugerindo consolidação entre US$ 90.000 e a resistência em US$ 94.500.

Como isso afeta investidores brasileiros?

Para brasileiros que investem via corretoras internacionais ou produtos listados no exterior, a entrada de bancos como a Morgan Stanley tende a aumentar a segurança percebida e a oferta de produtos regulados. Esse movimento acompanha a tendência de bancos americanos e criptomoedas, que já desenvolvem soluções próprias de custódia e liquidação.

Além disso, maior participação institucional costuma reduzir volatilidade extrema no longo prazo, embora eventos macro ainda gerem oscilações relevantes. Para traders, isso significa mercados mais líquidos, mas também movimentos menos explosivos.

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Riscos e limitações do movimento institucional

Apesar do otimismo, a carteira cripto ainda não foi lançada e detalhes operacionais seguem indefinidos. Mudanças regulatórias nos EUA podem atrasar ou limitar funcionalidades, especialmente em relação a staking e autocustódia.

Além disso, a concentração de ativos em grandes instituições levanta debates sobre descentralização, um ponto sensível para parte da comunidade cripto. Nem todo investidor verá esse avanço como positivo.

No balanço geral, o plano da Morgan Stanley reforça a tendência de integração entre finanças tradicionais e criptoativos. Se executada conforme o esperado, a nova carteira pode acelerar a adoção institucional e fortalecer o mercado, mas investidores devem acompanhar de perto prazos, regulamentação e impacto real sobre preços e liquidez.

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Colapso do rial iraniano reacende narrativa do Bitcoin como proteção

Rial iraniano reacende narrativa do Bitcoin como proteção

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O rial iraniano despencou para cerca de 1,4 milhão por dólar no mercado paralelo, marcando um dos piores colapsos cambiais recentes e reacendendo o debate sobre o uso do Bitcoin como alternativa monetária. Em meio à crise, o Bitcoin era negociado próximo de US$ 91.200, com alta de 2,1% em 24h e volume diário acima de US$ 28 bilhões, segundo dados agregados de mercado. O movimento ocorre em um contexto de inflação elevada, sanções econômicas e busca global por ativos escassos e descentralizados.

O que está por trás do colapso do rial iraniano?

Na prática, o rial perdeu mais de 40% do seu valor desde junho de 2025, pressionado por inflação oficial de 42,2% ao ano e aumentos de até 72% nos preços de alimentos. Segundo a MEXC News, a crise levou inclusive à renúncia do presidente do Banco Central iraniano, aprofundando a desconfiança na política monetária local.

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Esse tipo de colapso cambial ajuda a explicar por que ativos alternativos ganham tração. Em países com controles de capital, o Bitcoin funciona como um ativo sem fronteiras, com oferta limitada a 21 milhões de unidades — um contraste direto com moedas sujeitas à emissão descontrolada.

Bitcoin volta ao centro do debate como reserva de valor

Dados da Chainalysis mostram que serviços ligados ao Irã movimentaram mais de US$ 4 bilhões em cripto em 2024, alta de cerca de 70% em relação ao ano anterior. O fluxo reflete a busca por proteção de patrimônio e acesso a liquidez global fora do sistema bancário tradicional, como já discutido na narrativa do Bitcoin como hedge monetário.

No mercado, o BTC mantém estrutura técnica construtiva. O RSI diário gira em torno de 58 pontos, sinalizando força moderada sem sobrecompra, enquanto o MACD segue positivo acima da linha de sinal. As médias móveis de 50 e 200 dias apontam suporte em US$ 88.500 e US$ 81.000, respectivamente.

How Could Currency Crises Impact Global Bitcoin Demand?

Crises cambiais extremas reforçam a tese do Bitcoin como “seguro” contra desvalorização monetária, algo familiar ao investidor brasileiro que já conviveu com inflação alta e volatilidade do real. Embora o Brasil não enfrente um cenário comparável ao iraniano, o episódio serve como alerta sobre riscos sistêmicos e a importância de diversificação.

Além do BTC, stablecoins como USDT também ganham espaço em ambientes de crise, funcionando como ponte de liquidez. Esse movimento dialoga com a expansão global de pagamentos com stablecoins, especialmente em economias emergentes.

Riscos e limites dessa narrativa

Apesar do apelo, o uso de Bitcoin em países sob sanções enfrenta obstáculos. O governo iraniano mantém repressão a plataformas cripto e mineração não licenciada, criando risco jurídico elevado, como destaca a Al Jazeera.

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Além disso, o Bitcoin segue volátil. Uma queda abaixo do suporte de US$ 88.500 pode abrir espaço para correções até US$ 85.000, exigindo gestão de risco ativa por parte de traders.

Em síntese, o colapso do rial iraniano não move diretamente o preço do Bitcoin, mas fortalece sua tese de longo prazo como ativo escasso e resistente à inflação. Para investidores brasileiros, o episódio reforça a importância de entender o Bitcoin não como aposta especulativa, mas como instrumento estratégico dentro de uma alocação diversificada.

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Bitcoin Sob Teste: Consolidação, Fundos Mais Altos e o Potencial para um Novo Impulso Altista

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Depois de rejeitar a resistência-chave em US$ 95.000, o Bitcoin agora está testando a região dos US$ 90.000 (antiga resistência / novo suporte) e está bem posicionado para estabelecer um fundo mais alto na próxima semana. A partir daqui, o ponto-chave é identificar padrões de reversão altista nessa região e aguardar a confirmação. Uma vez confirmados, é possível avaliar a relação risco/retorno e justificar uma operação comprada de swing trade. Agora, vamos falar sobre os objetivos de lucro e o comportamento esperado do preço.

A seta no gráfico Bitcoin destaca a formação de um fundo mais alto. Fundos mais altos frequentemente levam a topos mais altos. Note também que o preço continua consolidando acima da região dos US$ 88.000, que venho destacando extensivamente como a sobreposição das Ondas 1 e 4 para a 5ª Onda mais ampla. Pode soar complexo, mas o que isso indica é uma probabilidade maior de que o Bitcoin ainda tenha mais uma grande onda de impulso pela frente. Isso implica que preços em US$ 126.000 ou até mais altos, como a região dos US$ 133.000, estão dentro do alcance ao longo do próximo trimestre. Isso NÃO é uma certeza, mas utilizo como um mapa para moldar minhas próprias expectativas.

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O risco pode ser definido pelo nível dos US$ 88.000. Se o preço voltar a romper abaixo desse nível, a expectativa passa a ser uma retração para a faixa dos US$ 80.000 médios a baixos. A partir daí, o ideal é aguardar para ver se surgem padrões de reversão altista. O preço precisa permanecer abaixo dos US$ 88.000 por um período prolongado, pelo menos uma semana ou mais, para fortalecer o argumento de que a estrutura atual NÃO é um impulso e que um teste das máximas (US$ 126.000) se torna menos provável.

Para entradas, você pode usar rompimentos de candles. Por exemplo, esperar pelo rompimento da máxima diária com um fechamento forte. Um local razoável para o stop seria a mínima do candle de rompimento, etc. Também é possível buscar padrões de rompimento em tempos gráficos menores, como o 4H, por exemplo. A forma como você gerencia isso depende do seu estilo e preferências pessoais. O ponto principal é que esta é uma situação em que faz mais sentido procurar rompimentos do que pullbacks em suportes, já que a estrutura mais ampla está reagindo a partir de um nível de suporte.

O mais importante é não perder de vista o conflito fundamental e técnico que existe no momento. O preço recuou apesar da força nos fundamentos. Há inúmeros eventos, ações e desenvolvimentos vindo do lado macroeconômico e institucional, além de um ambiente de política monetária mais acomodatícia. Esses fatores aumentam as chances de um desfecho altista, MESMO que o preço explore níveis mais baixos no curto prazo. Lembre-se: os mercados são altamente irracionais e reagem a percepções de curto prazo, mesmo quando os fundamentos de longo prazo e a estrutura de preço ainda não mudaram. O panorama maior tem mais peso e serve como o melhor guia para formar expectativas.

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Ethereum assume protagonismo e supera Bitcoin em métricas-chave

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O mercado cripto entrou em uma fase que analistas já chamam de “mercado de Ethereum”, após a razão ETH/BTC atingir um fundo técnico em abril e iniciar recuperação consistente. O ETH opera em US$ 3.480, alta de 2,1% nas últimas 24h e 18,4% em 7 dias, enquanto o Bitcoin sobe 0,6% no mesmo período. O movimento ocorre em meio a forte rotação institucional, com ETFs de Ethereum atraindo capital em ritmo superior ao dos produtos de BTC.

A leitura ganha peso porque o ETH já acumula valorização de cerca de 70% desde junho, contra apenas 9% do BTC no mesmo intervalo. Para investidores brasileiros, isso muda o jogo ao abrir espaço para estratégias de outperform via ETH, inclusive com exposição indireta por ETFs globais e staking.

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No pano de fundo, o mercado observa uma transição estrutural: mais uso do Ethereum como infraestrutura financeira, crescimento de ativos tokenizados e maior participação institucional no supply do ativo.

Por que a razão ETH/BTC virou o indicador do momento?

A razão ETH/BTC mede o desempenho relativo do Ethereum frente ao Bitcoin, eliminando o efeito do dólar. Segundo o analista Michaël van de Poppe, o par encontrou fundo em 0,017 em abril e espelha o ciclo de 2019, quando o ETH iniciou um longo período de valorização relativa.

Atualmente, a razão negocia em torno de 0,034, após ter alcançado 0,043 em agosto antes da correção de mercado em outubro. Tecnicamente, o RSI semanal do par subiu para 56, saindo de zona de sobrevenda, enquanto o MACD virou positivo em junho, sinalizando mudança de tendência.

Esse movimento importa porque historicamente períodos de alta do ETH/BTC coincidem com melhor desempenho das altcoins. Para o investidor brasileiro, isso sugere que a simples exposição a BTC pode não capturar todo o potencial do ciclo atual.

Fluxos institucionais e uso real sustentam o Ethereum

Os dados de ETFs reforçam a tese. Em uma única semana recente, ETFs de Ethereum captaram US$ 1,85 bilhão, contra apenas US$ 72 milhões dos ETFs de Bitcoin, de acordo com Blockchain.news.

O volume spot semanal do ETH também chamou atenção: US$ 25,7 bilhões, superando os US$ 24,4 bilhões do BTC pela primeira vez em 2025. Esse aumento de liquidez ocorre em paralelo ao crescimento do uso do Ethereum como camada de liquidação, tema já abordado em análises sobre BlackRock e Ethereum.

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No on-chain, a oferta de stablecoins na rede Ethereum cresceu mais de 65% em 2025 e já soma US$ 163,9 bilhões em market cap, com a USDT respondendo por cerca de 52%. Só no quarto trimestre de 2024, a rede processou US$ 8 trilhões em transferências de stablecoins, segundo Token Terminal.

Quais os riscos para quem aposta nessa rotação?

Apesar do cenário construtivo, o ETH enfrenta resistências técnicas importantes em US$ 3.650 e US$ 3.900. Um rompimento malsucedido pode levar o preço a testar o suporte imediato em US$ 3.200, onde passa a média móvel de 100 dias.

Além disso, parte da demanda institucional depende da continuidade dos fluxos para ETFs. Episódios recentes de saídas, como já ocorreu em produtos de cripto, mostram que essa fonte de liquidez pode ser volátil, como visto em movimentos anteriores dos ETFs de Ethereum.

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No balanço, os dados indicam que o Ethereum ganhou tração estrutural em 2025, apoiado por uso real, métricas on-chain sólidas e capital institucional. Para investidores brasileiros, o momento exige equilíbrio: entender a rotação em curso, mas respeitar níveis técnicos e a volatilidade inerente ao mercado cripto.

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